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      <title>Produção textual em foco by Gisa Gasparotto</title>
      <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4</link>
      <description>Espaço destinado ao estudo de produção textual, em especial aos alunos do Colégio Mater Dei-SP, sob orientação da Profª Gisa Gasparotto </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-09-01 14:06:43 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2019-12-01 21:15:05 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Equilíbrio Aristotélico</title>
         <author>gisagasparotto</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379384927</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Ao longo do processo de formação do Estado brasileiro, do século XVI ao XXI, o pensamento machista consolidou-se e permaneceu forte. A mulher era vista, de maneira mais intensa na transição entre a Idade Moderna e a Contemporânea, como inferior ao homem, tendo seu direito ao voto conquistado apenas na década de 1930, com a chegada da Era Vargas. Com isso, surge a problemática da violência de gênero dessa lógica excludente que persiste intrinsecamente ligada à realidade do país, seja pela insuficiência de leis, seja pela lenta mudança de mentalidade social.<br><br></div><div>É indubitável que a questão constitucional e sua aplicação estejam entre as causas do problema. De acordo com Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga, é possível perceber que, no Brasil, a agressão contra a mulher rompe essa harmonia, haja vista que, embora a Lei Maria da Penha tenha sido um grande progresso em relação à proteção feminina, há brechas que permitem a ocorrência dos crimes, como as muitas vítimas que deixam de efetivar a denúncia por serem intimidadas. Desse modo, evidencia-se a importância do reforço da prática da regulamentação como forma de combate à problemática.<br><br></div><div>Outrossim, destaca-se o machismo como impulsionador da violência contra a mulher. Segundo Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coercitividade. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que o preconceito de gênero pode ser encaixado na teoria do sociólogo, uma vez que, se uma criança vive em uma família com esse comportamento, tende a adotá-lo também por conta da vivência</div><div>em grupo. Assim, o fortalecimento do pensamento da exclusão feminina, transmitido de geração a geração, funciona como forte base dessa forma de agressão, agravando o problema no Brasil.<br><br></div><div>Entende-se, portanto, que a continuidade da violência contra a mulher na contemporaneidade é fruto da ainda fraca eficácia das leis e da permanência do machismo como intenso fato social. A fim de atenuar o problema, o Governo Federal deve elaborar um plano de implementação de novas delegacias especializadas nessa forma de agressão, aliado à esfera estadual e municipal do poder, principalmente nas áreas que mais necessitem, além de aplicar campanhas de abrangência nacional junto às emissoras abertas de televisão como forma de estímulo à denúncia desses crimes. Dessa forma, com base no equilíbrio proposto por Aristóteles, esse fato social será gradativamente minimizado no país.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 11:23:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gisagasparotto</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379385280</link>
         <description><![CDATA[<div>A violência contra a mulher no Brasil tem apresentado aumentos significativos nas últimas décadas. De acordo com o Mapa da Violência de 2012, o número de mortes por essa causa aumentou em 230% no período de 1980 a 2010. Além da física, o balanço de 2014 relatou cerca de 48% de outros tipos de violência contra a mulher, dentre esses a psicológica. Nesse âmbito, pode-se analisar que essa problemática persiste por ter raízes históricas e ideológicas.<br><br></div><div>O Brasil ainda não conseguiu se desprender das amarras da sociedade patriarcal. Isso se dá porque, ainda no século XXI, existe uma espécie de determinismo biológico em relação às mulheres. Contrariando a célebre frase de Simone de Beavouir “Não se nasce mulher, torna-se mulher”, a cultura brasileira, em grande parte, prega que o sexo feminino tem a função social de se submeter ao masculino, independentemente de seu convívio social, capaz de construir um ser como mulher livre. Dessa forma, os comportamentos violentos contra as mulheres são naturalizados, pois estavam dentro da construção social advinda da ditadura do patriarcado. Consequentemente, a punição para este tipo de agressão é dificultada pelos traços culturais existentes, e, assim, a liberdade para o ato é aumentada.<br><br></div><div>Além disso, já o estigma do machismo na sociedade brasileira. Isso ocorre porque a ideologia da superioridade do gênero masculino em detrimento do feminino reflete no cotidiano dos brasileiros. Nesse viés, as mulheres são objetificadas e vistas apenas como fonte de prazer para o homem, e são ensinadas desde cedo a se submeterem aos mesmos e a serem recatadas. Dessa maneira, constrói-se uma cultura do medo, na qual o sexo feminino tem medo de se expressar por estar sob a constante ameaça de sofrer violência física ou psicológica de seu progenitor ou companheiro. Por conseguinte, o número de casos de violência contra a mulher reportados às autoridades é baixíssimo, inclusive os de reincidência.<br><br></div><div>Pode-se perceber, portanto, que as raízes históricas e ideológicas brasileiras dificultam a erradicação da violência contra a mulher no país. Para que essa erradicação seja possível, é necessário que as mídias deixem de utilizar sua capacidade de propagação de informação para promover a objetificação da mulher e passe a usá-la para difundir campanhas governamentais para a denúncia de agressão contra o sexo feminino. Ademais, é preciso que o Poder Legislativo crie um projeto de lei para aumentar a punição de agressores, para que seja possível diminuir a reincidência. Quem sabe, assim, o fim da violência contra a mulher deixe de ser uma utopia para o Brasil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 11:25:23 UTC</pubDate>
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         <title>Parte desfavorecida</title>
         <author>gisagasparotto</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379385440</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com o sociólogo Émile Durkheim, a sociedade pode ser comparada a um “corpo biológico” por ser, assim como esse, composta por partes que interagem entre si. Desse modo, para que esse organismo seja igualitário e coeso, é necessário que todos os direitos dos cidadãos sejam garantidos. Contudo, no Brasil, isso não ocorre, pois em pleno século XXI as mulheres ainda são alvos de violência. Esse quadro de persistência de maus tratos com esse setor é fruto, principalmente, de uma cultura de valorização do sexo masculino e de punições lentas e pouco eficientes por parte do Governo.<br><br></div><div>Ao longo da formação do território brasileiro, o patriarcalismo sempre esteve presente, como por exemplo na posição do “Senhor do Engenho”, consequentemente foi criada uma noção de inferioridade da mulher em relação ao homem. Dessa forma, muitas pessoas julgam ser correto tratar o sexo feminino de maneira diferenciada e até desrespeitosa. Logo, há muitos casos de violência contra esse grupo, em que a agressão física é a mais relatada, correspondendo a 51,68% dos casos. Nesse sentido, percebe-se que as mulheres têm suas imagens difamadas e seus direitos negligenciados por causa de uma cultural geral preconceituosa. Sendo assim, esse pensamento é passado de geração em geração, o que favorece o continuismo dos abusos.<br><br></div><div>Além dessa visão segregacionista, a lentidão e a burocracia do sistema punitivo colaboram com a permanência das inúmeras formas de agressão. No país, os processos são demorados e as medidas coercitivas acabam não sendo tomadas no devido momento. Isso ocorre também com a Lei Maria da Penha, que entre 2006 e 2011 teve apenas 33,4% dos casos julgados. Nessa perspectiva, muitos indivíduos ao verem essa ineficiência continuam violentando as mulheres e não são punidos. Assim, essas são alvos de torturas psicológicas e abusos sexuais em diversos locais, como em casa e no trabalho.<br><br></div><div>A violência contra esse setor, portanto, ainda é uma realidade brasileira, pois há uma diminuição do valor das mulheres, além do Estado agir de forma lenta. Para que o Brasil seja mais articulado como um “corpo biológico” cabe ao Governo fazer parceria com as ONGs, em que elas possam encaminhar, mais rapidamente, os casos de agressões às Delegacias da Mulher e o Estado fiscalizar severamente o andamento dos processos. Passa a ser a função também das instituições de educação promoverem aulas de Sociologia, História e Biologia, que enfatizem a igualdade de gênero, por meio de palestras, materiais históricos e produções culturais, com o intuito de amenizar e, futuramente, acabar com o patriarcalismo. Outras medidas devem ser tomadas, mas, como disse Oscar Wilde: “O primeiro passo é o mais importante na evolução de um homem ou nação. ”</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 11:26:17 UTC</pubDate>
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         <title>Violação à dignidade feminina</title>
         <author>gisagasparotto</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379385534</link>
         <description><![CDATA[<div>Historicamente, o papel feminino nas sociedades ocidentais foi subjugado aos interesses masculinos e tal paradigma só começou a ser contestado em meados do século XX, tendo a francesa Simone de Beauvoir como expoente. Conquanto tenham sido obtidos avanços no que se refere aos direitos civis, a violência contra a mulher é uma problemática persistente no Brasil, uma vez que ela se dá- na maioria das vezes- no ambiente doméstico. Essa situação dificulta as denúncias contra os agressores, pois muitas mulheres temem expor questões que acreditam ser de ordem particular.<br><br></div><div>Com efeito, ao longo das últimas décadas, a participação feminina ganhou destaque nas representações políticas e no mercado de trabalho. As relações na vida privada, contudo, ainda obedecem a uma lógica sexista em algumas famílias. Nesse contexto, a agressão parte de um pai, irmão, marido ou filho; condição de parentesco essa que desencoraja a vítima a prestar queixas, visto que há um vínculo institucional e afetivo que ela teme romper.<br><br></div><div>Outrossim, é válido salientar que a violência de gênero está presente em todas as camadas sociais, camuflada em pequenos hábitos cotidianos. Ela se revela não apenas na brutalidade dos assassinatos, mas também nos atos de misoginia e ridicularização da figura feminina em ditos populares, piadas ou músicas. Essa é a opressão simbólica da qual trata o sociólogo Pierre Bordieu: a violação aos Direitos Humanos não consiste somente no embate físico, o desrespeito está –sobretudo- na perpetuação de preconceitos que atentam contra a dignidade da pessoa humana ou de um grupo social.<br><br></div><div>Destarte, é fato que o Brasil encontra-se alguns passos à frente de outros países o combate à violência contra a mulher, por ter promulgado a Lei Maria da Penha. Entretanto, é necessário que o Governo reforce o atendimento às vítimas, criando mais delegacias especializadas, em turnos de 24 horas, para o registro de queixas. Por outro lado, uma iniciativa plausível a ser tomada pelo Congresso Nacional é a tipificação do feminicídio como crime de ódio e hediondo, no intuito de endurecer as penas para os condenados e assim coibir mais violações. É fundamental que o Poder Público e a sociedade – por meio de denúncias – combatam praticas machistas e a execrável prática do feminicídio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 11:26:44 UTC</pubDate>
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         <title>Conserva a Dor</title>
         <author>gisagasparotto</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379385691</link>
         <description><![CDATA[<div>O Brasil cresceu nas bases parternalistas da sociedade europeia, visto que as mulheres eram excluídas das decisões políticas e sociais, inclusive do voto. Diante desse fato, elas sempre foram tratadas como cidadãs inferiores cuja vontade tem menor validade que as demais. Esse modelo de sociedade traz diversas consequências, como a violência contra a mulher, fruto da herança social conservadora e da falta de conscientização da população.<br><br></div><div>Casos relatados cotidianamente evidenciam o conservadorismo do pensamento da população brasileira. São constantes as notícias sobre o assédio sexual sofrido por mulheres em espaços públicos, como no metrô paulistano. Essas ações e a pequena reação a fim de acabar com o problema sofrido pela mulher demonstram a normalidade da postura machista da sociedade e a permissão velada para o seu acontecimento. Esses constantes casos são frutos do pensamento machista que domina a sociedade e descende diretamente do paternalismo em que cresceu a nação.<br><br></div><div>Devido à postura machista da sociedade, a violência contra a mulher permanece na contemporaneidade, inclusive dentro do Estado. A mulher é constantemente tratada com inferioridade pela população e pelos próprios órgãos públicos. Uma atitude que demonstra com clareza esse tratamento é a culpabilização da vítima de estupro que, chegando à polícia, é acusada de causar a violência devido à roupa que estava vestindo. A violência se torna dupla, sexual e psicológica; essa, causada pela postura adotada pela população e pelos órgãos públicos frente ao estupro, causando maior sofrimento à vítima.<br><br></div><div>O pensamento conservador, machista e misógino é fruto do patriarcalismo e deve ser combatido a fim de impedir a violência contra aquelas que historicamente sofreram e foram oprimidas. Para esse fim, é necessário que o Estado aplique corretamente a lei, acolhendo e atendendo a vítima e punindo o violentador, além de promover a conscientização nas escolas sobre a igualdade de gênero e sobre a violência contra a mulher. Cabe à sociedade civil, o apoio às mulheres e aos movimentos feministas que protegem as mulheres e defendem os seus direitos, expondo a postura machista da sociedade. Dessa maneira, com apoio do Estado e da sociedade, aliado ao debate sobre a igualdade de gênero, é possível acabar com a violência contra a mulher.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 11:27:26 UTC</pubDate>
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         <title>Por um basta na violência contra a mulher</title>
         <author>gisagasparotto</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379385803</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>A violência contra a mulher no Brasil ainda é grande. Entretanto, deve haver uma distinção entre casos gerais (que ocorrem independentemente do sexo da vítima) e casos específicos. Os níveis de homicídios, assaltos, sequestros e agressões são altos, portanto, o número de mulheres atingidas por esse índice também é grande. Em casos que a mulher é vítima devido ao seu gênero, como estupros, abusos sexuais e agressões domésticas, as Leis Maria da Penha e do Feminicídio, aliadas às Delegacias das Mulheres e ao Ligue 180 são meios de diminuir esses casos.<br><br></div><div>O sistema de segurança no Brasil é falho. Como a violência é alta e existe uma enorme burocracia, os casos denunciados e julgados são pequenos. Além do mais, muitas mulheres têm medo de seus companheiros ou dependem financeiramente deles, não contando as agressões que sofrem. Dessa forma, mais criminosos ficam livres e mais mulheres se tornam vítimas.<br><br></div><div>Alguns privilégios são necessários para garantir a integridade física e moral da vítima, como a Lei Maria da Penha, que é um marco para a igualdade de gênero e serve de amparo para todo tipo de violência doméstica e já analisou mais de 300 mil casos. Há também medidas que contribuem para reduzir assédios sexuais e estupros, como a criação do vagão feminino em São Paulo e a permissão para que ônibus parem em qualquer lugar durante a noite, desde que isso seja solicitado por uma mulher.<br><br></div><div>Também é alarmante os casos que envolvem turismo sexual. Durante a Copa do Mundo de 2014, houve um grande fluxo de estrangeiros para o Brasil. Muitos vêm apenas para se relacionar com as mulheres</div><div>brasileiras, algo ilegal, que que prostituição é crime. Não bastasse, o pior é o envolvimento de menores de idade. Inúmeros motivos colocam crianças e adolescentes nessa vida, como o abandono familiar, o aliciamento por terceiros e até sequestros.<br><br></div><div>Portanto, para reduzir drasticamente a violência contra a mulher, deve ocorrer uma intensificação na fiscalização, através das Leis que protegem as vítimas femininas. No que se refere à punição dos criminosos, deve ocorrer o aumento das penas ou até atitudes mais drásticas, como a castração química de estupradores (garantindo a reincidência zero). Para aumentar o número de denúncias, a vítima deve se sentir protegida e não temer nada. Por isso, mobilizações sociais, através de propagandas e centros de apoio devem ser adotadas. Todas essas medidas culminariam em mais denúncias, mais julgamentos e mais prisões, além de diminuir os futuros casos, devido às prisões exemplares.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 11:28:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gisagasparotto</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379385911</link>
         <description><![CDATA[<div>O feminismo é o movimento que luta pela igualdade social, política e econômica dos gêneros. Hodiernamente, muitas conquistas em prol da garantia dessas igualdades já foram alcançadas – a exemplo do direito ao voto para as mulheres, adquirido no Governo Vargas. Entretanto, essas conquistas não foram suficientes para eliminar o preconceito e a violência existentes na sociedade brasileira.<br><br></div><div>De acordo com o site “Mapa da Violência”, nas últimas três décadas houve um aumento de mais de 200% nos índices de feminicídio no país. Esse dado evidencia a baixa eficiência dos mecanismos de auxílio à mulher, tais como a Secretaria de Políticas para as mulheres e a Lei Maria da Penha. A existência desses mecanismos é de suma importância, mas suas ações não estão sendo satisfatórias para melhorar os índices alarmantes de agressões contra o, erroneamente chamado, “sexo frágil.”<br><br></div><div>Mas, apesar de ser o principal tipo, não é só agressão física a responsável pelas violências contra a mulher. Devido ao caráter machista e patriarcal da sociedade brasileira, o preconceito começa ainda na juventude, com o tratamento desigual dado a filhos e filhas – comumente nota-se uma maior restrição para o sexo feminino. Além disso, há a violência moral, ainda muito frequente no mercado de trabalho. Pesquisas comprovam que, no Brasil, o salário dado a homens e mulheres é diferente, mesmo com ambos exercendo a mesma função. Ademais, empresas preferem contratar funcionários do sexo masculino para não se preocuparem com uma possível licença maternidade.<br><br></div><div>É evidente, portanto, que ainda há entraves para garantir a segurança da mulher brasileira. Desse modo, o Estado deve, mediante a ampliação da atuação dos órgãos competentes, assegurar o</div><div>atendimento adequado às vítimas e a punição correta aos agressores. Além disso, cabe às empresas a garantia de igualdade no espaço laboral, pagando um salário justo e admitindo funcionários pela sua qualificação, livre de preconceitos. Por fim, é dever da sociedade o respeito ao sexo feminino, tratando igualmente homem e mulher. Assim, alcançar-se-á uma sociedade igualitária e de harmonia para ambos os gêneros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 11:28:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gisagasparotto</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379386002</link>
         <description><![CDATA[<div>É inegável o fato de que, na sociedade brasileira contemporânea, a igualdade de gêneros é algo que existe apenas na teoria. Medidas como a criação da Lei Maria da Penha e da Delegacia da Mulher, apesar de auxiliarem na fiscalização contra a violência ao sexo feminino e na proteção das vítimas, são insuficientes e pouco eficazes, algo comprovado através da alta taxa de feminicídios ocorridos em nosso país, além dos enormes índices de relatos de vítimas de violência.<br><br></div><div>O aumento notório de crimes contra a mulher realizados na última década deve-se a inúmeros fatores. A completa burocracia presente nos processos de atendimento às vítimas de estupro, por exemplo, refuta mulheres que apresentam traumas e não recebem acompanhamento psicológico adequado, sendo orientadas a realizar o exame de corpo de delito, procedimento, por vezes, invasivo. Além disso, é comum que o relato da vítima tenha sua veracidade questionada, não recebendo a atenção necessária. Com o afastamento de possíveis denúncias, não há redução no número de assassinatos e de episódios violentos.<br><br></div><div>A cultura machista em que estamos inseridos dissemina valores como a culpabilização da vitima: muitas vezes, a mulher se cala porque pensa que é a culpada pela violência que sofre. Acredita-se, também, que apenas a violência física e sexual deve ser denunciada, ou que a opressão moral é algo comum. A passividade diante de tais situações cede espaço para o crescimento de comportamentos violentos dentro da sociedade.<br><br></div><div>Tendo em vista as causas dos altos índices de violência contra a mulher no Brasil, é necessário que haja intervenção governamental para aprimorar os órgãos de defesa contra tais crimes, de modo a</div><div>tornar o atendimento mais rápido e atencioso. O mais importante, no entanto, é atingir a origem do problema e instituir em escolas aulas obrigatórias sobre igualdade de gênero, apresentando de forma mais simples conceitos desenvolvidos, por exemplo, por Simone de Beauvoir, de modo a desconstruir desde cedo ideias preconceituosas que são potenciais estimulantes para futuros comportamentos violentos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 11:29:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>gisagasparotto</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379386091</link>
         <description><![CDATA[<div>A submissão da mulher em uma sociedade patriarcalista como a brasileira é um fato que tem origens históricas. Por todo o mundo, a figura feminina teve seus direitos cerceados e a liberdade limitada devido ao fato de ser considerada “frágil” ou “sensível”, ainda que isso não pudesse ser provado cientificamente. Tal pensamento deu margem a uma ampla subjugação da mulher e abriu portas a atos de violência a ela direcionados.<br><br></div><div>Nessa perspectiva, a sociedade brasileira ainda é pautada por uma visão machista. A liberdade feminina chega a ser tão limitada ao ponto que as mulheres que se vestem de acordo com as próprias vontades, expondo partes do corpo consideradas irreverentes, correm o risco de seres violentadas sob a justificativa de que “estavam pedindo por isso”. Esse pensamento perdura no meio social, ainda que muitas conquistas de movimento feministas – pautados no existencialismo da filósofa Simone de Beauvoir – tenham contribuído para diminuir a percepção arcaica da mulher como objeto.<br><br></div><div>Diante disso, as famílias brasileiras com acesso restrito à informação globalizada ou desavisadas a respeito dos direitos humanos continuam a pôr em prática atos atrozes em direção àquela que deveria ser o centro de gravitação do lar. A violência doméstica, em especial física e psicológica, é praticada por homens com necessidade de autoafirmação ou sob influência de drogas (com destaque para o álcool) e faz milhares de vítimas diariamente no país. Nesse sentido, a criação de leis como a do feminicídio e Maria da Penha foram essenciais para apaziguar os conflitos e dar suporte a esse grupo antes marginalizado.<br><br></div><div>Paralelo a isso, o exemplo dado pelo pai ao violentar a companheira tem como consequência a solidificação desse comportamento psicológico dos filhos. As crianças, dotadas de pouca capacidade de discernimento, sofrem ao ver a mãe sendo violentada e têm grandes chances de se tornarem adultos violentos, contribuindo para a manutenção das práticas abusivas nas gerações em desenvolvimento e dificultando a extinção desse comportamento na sociedade.<br><br></div><div>Desde os primórdios, nas primeiras sociedades formadas na Antiguidade até hoje, a mulher luta por liberdade, representatividade e respeito. O Estado pode contribuir nessa conquista ao investir em ONGs voltadas à defesa dos direitos femininos e ao mobilizar campanhas e palestras públicas em escolas, comunidades e na mídia, objetivando a exposição da problemática e o debate acerca do respeito aos direitos femininos. É importante também a criação de um projeto visando a distribuição de histórias em quadrinhos e livros nas escolas, conscientizando as crianças e jovens sobre a "igualdade de gênero" de forma interativa e divertida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 11:29:28 UTC</pubDate>
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         <title>Da teoria à prática</title>
         <author>gisagasparotto</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379386184</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde o Iluminismo, já sabemos – ou deveríamos saber – que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa a persistência da violência contra a mulher no Brasil em pleno século XXI, percebe-se que esse ideal iluminista é verificado na teoria e não desejavelmente na prática. Muitos importantes passos já foram dados na tentativa de se reverter esse quadro. Entretanto, para que seja conquistada uma convivência realmente democrática, hão de ser analisadas as verdadeiras causas desse mal.<br><br></div><div>Em uma primeira abordagem, é importante sinalizar que, ainda que leis como a “Maria da Penha” tenham contribuído bastante para o crescimento do número de denúncias relacionadas à violência – física, moral, psicológica, sexual – contra a mulher, ainda se faz presente uma limitação. A questão emocional, ou seja, o medo, é uma causa que desencoraja inúmeras denúncias: muitas vezes, a suposta submissão econômica da figura feminina agrava o desconforto. Em outros casos, fora do âmbito familiar, são instrumentos da perpetuação da violência o medo de uma retaliação do agressor e a “vergonha social”, o que desestimula a busca por justiça e por direitos, peças-chave na manutenção de qualquer democracia.<br><br></div><div>Em uma análise mais aprofundada, devem ser considerados fatores culturais e educacionais brasileiros. Por muito tempo, a mulher foi vista como um ser subordinado, secundário. Esse errôneo enraizamento moral se comunica com a continuidade da suposta “diminuição” da figura feminina, o que eventualmente acarreta a manutenção de práticas de violência das mais variadas naturezas. A patriarcal cultura verde-amarela, durante muitos anos, foi de encontro aos princípios do Iluminismo e da Revolução Francesa: nesse contexto, é fundamental a reforma de valores da sociedade civil.<br><br></div><div>Torna-se evidente, portanto, que a persistência da violência contra a mulher no Brasil é grave e exige soluções imediatas, e não apenas um belo discurso. Ao Poder Judiciário, cabe fazer valer as leis já existentes, oriundas de inúmeros discursos democráticos. A mídia, por meio de ficções engajadas, deve abordar a questão instigando mais denúncias – cumprindo, assim, o seu importante papel social. A escola, instituição formadora de valores, junto às Ong's, deve promover palestras a pais e alunos que discutam essa situação de maneira clara e eficaz. Talvez dessa forma a violência contra a mulher se faça presente apenas em futuros livros de história e a sociedade brasileira possa transformar os ideais iluministas em prática, e não apenas em teoria.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 11:29:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gisagasparotto</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379386340</link>
         <description><![CDATA[<div>A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira é um problema muito presente. Isso deve ser enfrentado, uma vez que, diariamente, mulheres são vítimas dessa questão. Nesse sentido, dois aspectos fazem-se relevantes: o legado histórico cultural e o desrespeito às leis.<br><br></div><div>Segundo a História, a mulher sempre foi vista como inferior e submissa ao homem. Comprova-se isso pelo fato de elas poderem exercer direitos políticos, ingressarem no mercado de trabalho e escolherem suas próprias roupas muito tempo depois do gênero oposto. Esse cenário, juntamente aos inúmeros casos de violência contra as mulheres, corroboram a ideia de que elas são vítimas de um legado histórico-cultural. Nesse ínterim, a cultura machista prevaleceu ao longo dos anos a ponto de enraizar-se na sociedade contemporânea, mesmo que de forma implícita, à primeira vista.<br><br></div><div>Conforme previsto pela Constituição Brasileira, todos são iguais perante à lei, independente de cor, raça ou gênero, sendo a isonomia salarial, aquela que prevê mesmo salário para os que desempenham mesma função, também garantida por lei. No entanto, o que se observa em diversas partes do país, é a gritante diferença entre os salários de homens e mulheres, principalmente se estas foram negras. Esse fato causa extrema decepção e constrangimento a elas, as quais sentem-se inseguras e sem ter a quem recorrer. Desse modo, medidas fazem-se necessárias para solucionar a problemática.<br><br></div><div>Diante dos argumentos supracitados, é dever do Estado proteger as mulheres da violência, tanto física quanto moral, criando campanhas de combate à violência, além de impor leis mais rígidas e punições mais severas para aqueles que não as cumprem. Some-se a isso investimentos em educação, valorizando e capacitando os professores, no intuito de formar cidadãos mais comprometidos em garantir o bem-estar da sociedade como um todo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 11:30:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gisagasparotto</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379386708</link>
         <description><![CDATA[<div>"A publicidade infantil movimenta bilhões de dólares e é responsável por considerável aumento no número de vendas de produtos e serviços direcionados às crianças. No Brasil, o debate sobre a publicidade infantil representa uma questão que envolve interesses diversos. Nesse contexto, o governo deve regulamentar a veiculação e o conteúdo de campanhas publicitárias voltadas às crianças, pois, do contrário, elas podem ser prejudicadas em sua formação, com prejuízos físicos, psicológicos e emocionais. <br><br>Em primeiro lugar, nota-se que as propagandas voltadas ao público mais jovem podem influir nos hábitos alimentares, podendo alterar, consequentemente, o desenvolvimento físico e a saúde das crianças. Os brindes que acompanham as refeições infantis ofertados pelas grandes redes de lanchonetes, por exemplo, aumentam o consumo de alimentos muito calóricos e prejudiciais à saúde pelas crianças, interessadas nos prêmios. Esse aumento da ingestão de alimentos pouco saudáveis pode acarretar o surgimento precoce de doenças como a obesidade. <br><br>Em segundo lugar, observa-se que a publicidade infantil é um estímulo ao consumismo desde a mais tenra idade. O consumo de brinquedos e aparelhos eletrônicos modifica os hábitos comportamentais de muitas crianças que, para conseguir acompanhar as novas brincadeiras dos colegas, pedem presentes cada vez mais caros aos pais. Quando esses não podem compra-los, as crianças podem ser vítimas de piadas maldosas por parte dos outros, podendo também ser excluídas de determinados círculos de amizade, o que prejudica o desenvolvimento emocional e psicológico dela. <br><br>Em decorrência disso, cabe ao Governo Federal e ao terceiro setor a tarefa de reverter esse quadro. O terceiro setor – composto por associações que buscam se organizar para conseguir melhorias na sociedade – deve conscientizar, por meio de palestras e grupos de discussão, os pais e os familiares das crianças para que discutam com elas a respeito do consumismo e dos males disso. Por fim, o Estado deve regular os conteúdos veiculados nas campanhas publicitárias, para que essas não tentem convencer pessoas que ainda não têm o senso crítico desenvolvido. Além disso, ele deve multar as empresas publicitárias que não respeitarem suas determinações. Com esses atos, a publicidade infantil deixará de ser tão prejudicial e as crianças brasileiras poderão crescer e se desenvolver de forma mais saudável."</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 11:31:19 UTC</pubDate>
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         <title>Por um bem viver</title>
         <author>gisagasparotto</author>
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         <description><![CDATA[<div>O ornamento da vida está na forma como um país trata suas crianças'. A frase do sociólogo Gilberto Freyre deixa nítida a relação de cuidado que uma nação deve ter com as questões referentes à infância. Dessa forma, é válido analisar a maneira como o excesso de publicidade infantil pode contribuir negativamente para o desenvolvimento dos pequenos e do Brasil. <br><br>É importante pontuar, de início, que a abusiva publicidade na infância muda o foco das crianças do que realmente é necessário para sua faixa etária. Tal situação torna essas crianças pequenos consumidores compulsivos de bens materiais, muitas vezes desapropriados para determinada idade, e acabam por desvalorizar a cultura imaterial, passada através das gerações, como as brincadeiras de rua e as cantigas. Prova disso são os dados da UNESCO afirmarem que cerca de 85% das crianças preferirem se divertir com os objetos divulgados nas propagandas, tornando notório que a relação entre ser humano e consumo está “nascendo” desde a infância. <br><br>É fundamental pontuar, ainda, que o crescimento do Brasil está atrelado ao tipo que infância que está sendo construída na atualidade. Essa relação existe porque um país precisa de futuros adultos conscientes, tanto no que se refere ao consumo, como às questões políticas e sociais, pois a atenção excessiva dada à publicidade infantil vai gerar adultos alienados e somente preocupados em comprar. Assim, a ideia do líder Gandhi de que o futuro dependerá daquilo que fazemos no presente parece fazer alusão ao fato de que não é prudente deixar que a publicidade infantil se torne abusiva, pois as crianças devem lidar da melhor forma com o consumismo. <br><br>Dessa forma, é possível perceber que a publicidade infantil excessiva influencia de maneira negativa tanto a infância em si como também o Brasil. É preciso que o governo atue iminentemente nesse problema através da aplicação de multas nas empresas de publicidade que ultrapassarem os limites das faixas etárias estabelecidos anteriormente pelo Ministério da Infância e da Juventude. Além disso, é preciso que essas crianças sejam estimuladas pelos pais e pelas escolas a terem um maior hábito de ler, através de concessões fiscais às famílias mais carentes, em livrarias e papelarias, distando um pouco do padrão consumista atual, a fim de que o Brasil garanta um futuro com adultos mais conscientes. Afinal, como afirmou Platão: “o importante não é viver, mas viver bem”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 11:31:40 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Criança: futuro consumidor</title>
         <author>gisagasparotto</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379386967</link>
         <description><![CDATA[<div>A propaganda é a principal arma das grandes empresas. Disseminada em todos os meios de comunicação, a ampla visibilidade publicitária atinge seu principal objetivo: expor um produto e explicar sua respectiva função. No entanto, essa mesma função é distorcida por anúncios apelativos, que transformam em sinônimos o prazer e a compra, atingindo principalmente as crianças. <br><br>As habilidades publicitárias são poderosas. O uso de ídolos infantis, desenhos animados e trilhas sonoras induzem a criança a relacionar seus gostos a vários produtos. Dessa maneira, as indústrias acabam compartilhando seus espaços; como exemplo as bonecas Monster High fazendo propaganda para o fast food Mc Donalds. A falta de discussão sobre o assunto é evidenciada pelas opiniões distintas dos países. Conforme a OMS, no Reino Unido há leis que limitam a publicidade para crianças como a que proíbe parcialmente – em que comerciais são proibidos em certos horários -, e a que personagens famosos não podem aparecer em propagandas de alimentos infantis. Já no Brasil há a autorregulamentação, na qual o setor publicitário cria normas e as acorda com o governo, sem legislação específica. <br><br>A relação entre pais, filhos e seu consumo se torna conflituosa. As crianças perdem a noção do limite, que lhes é tirada pela mídia quando a mesma reproduz que tudo é possível. Como forma de solucionar esse conflito, o governo federal pode criar leis rígidas que restrinjam a publicidade de bens não duráveis para crianças. Além disso, as escolas poderiam proporcionar oficinas chamadas de “Consumidor Consciente” em que diferenciam consumo e consumismo, ressaltando a real utilidade e a durabilidade dos produtos, com a distribuição de cartilhas didáticas introduzindo os direitos do consumidor. Esse trabalho seria efetivo aliado ao diálogo com os pais. <br><br>Sérgio Buarque de Hollanda constatou que o brasileiro é suscetível a influências estrangeiras, e a publicidade atual é a consequência direta da globalização. Por conseguinte é preciso que as crianças, desde pequenas, saibam diferenciar o útil do fútil, sendo preparados para analisar informações advindas do exterior no momento em que observarem as propagandas."</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 11:32:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gisagasparotto</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379387043</link>
         <description><![CDATA[<div>"A Revolução Industrial, ocorrida inicialmente na Inglaterra durante o século XVIII, trouxe a necessidade de um mercado consumidor cada vez maior em função do aumento de produção. Para isso, o investimento em publicidade tornou-se um fator essencial para ampliar as vendas das mercadorias produzidas. Na sociedade atual, percebe-se as crianças como um dos focos de publicidade. Tal prática deve ser restringida pelo Estado para garantir que as crianças não sejam persuadidas a comprar determinado produto. <br><br>A partir da mecanização da produção, o estímulo ao consumo tornou-se um fator primordial para a manutenção do sistema capitalista. De acordo com Karl Marx, filósofo alemão do século XIX, para que esse incentivo ocorresse, criou-se o fetiche sobre a mercadoria: constroi-se a ilusão de que a felicidade seria alcançada a partir da compra do produto. Assim, as crianças tornaram-se um grande foco das empresas por não possuírem elevado grau de esclarecimento e por serem facilmente persuadidas a realizarem determinada ação. <br><br>Para atingir esse objetivo, as empresas utilizam da linguagem infantil, de personagens de desenhos animados e de vários outros meios para atrair as crianças. O Conselho Nacional de Direitos de Criança e do Adolescente aprovou uma resolução que considera a publicidade infantil abusiva, porém não há um direcionamento concreto sobre como isso vai ocorrer. É imprescindível uma maior rigidez do Estado sobre as campanhas publicitárias infantis, pois as crianças farão parte do mercado consumidor e devem ser educadas para se tornarem consumidores conscientes. <br><br>Logo, o Estado deve estabelecer um limite para os comerciais voltados ao público infantil por meio da proibição parcial, que estabelece horários de transmissão e faixas etárias. Além disso, o uso de personagens de desenhos animados em campanhas publicitárias infantis deve ser proibido. Para efetivar as ações estatais, instituições como a família e a escola devem educar as crianças para consumirem apenas o que é necessário. Apenas assim o consumo consciente poderá se realizar a médio prazo."</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 11:32:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gisagasparotto</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379387116</link>
         <description><![CDATA[<div>"A publicidade infantil tem sido pauta de discussões acerca dos abusos cometidos no processo de disseminação de valores que objetivam ao consumismo, uma vez que a criança, ao passar pelo processo de construção da sua cidadania, apropria-se de elementos ao seu redor, que podem ser indesejáveis à manutenção da qualidade de vida. <br><br>O sociólogo Michel Foucault afirma que 'nada é político, tudo é politizável, tudo pode tornar-se político'. A publicidade politiza o que é imprescindível ao consumidor à medida que abarca a função apelativa associada à linguagem empregada na disseminação da imagem de um produto, persuadindo o público-alvo a adquiri-lo. <br><br>Ao focar no público infantil, os meios publicitários elencam os códigos e as características do cotidiano da criança, isto é, assumem o habitus – conceito de Pierre Bourdieu, definido como 'princípios geradores de práticas distintas e distintivas' – típico dessa faixa etária: o desenho animado da moda, o jogo eletrônico socialmente compartilhado, o brinquedo de um famoso personagem da mídia, etc.<br><br>Por outro lado, a criança necessita de um espaço que a permita crescer de modo saudável, ou seja, com qualidade de vida. Os abusos publicitários afetam essa prerrogativa: ao promoverem o consumo exarcebado, causam dependência material, submetendo crianças a um círculo vicioso de compras, no qual, muitas vezes, os pais não podem sustentar. A felicidade é orientada para um produto, em detrimento de um convívio social saudável e menos materialista. <br><br>De modo a garantir o desenvolvimento adequado da criança e diminuir os abusos da publicidade, algumas medidas devem ser tomadas. O governo deve investir em políticas públicas que atuem como construtoras de uma 'consciência mirim', através de meios didáticos a fomentar a imaginação da criança, orientando-a na recepção de informações que a cercam. Em adição, os pais devem estar atentos aos elementos apropriados pelos seus filhos em propagandas, estimulando o espírito crítico deles, a contribuir para a futura cidadania que os espera."</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 11:32:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gisagasparotto</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379387189</link>
         <description><![CDATA[<div>"Desde o fim da Guerra Fria, em 1985, e a consolidação do modelo econômico capitalista, cresce no mundo o consumismo desenfreado. Entretanto, as consequências dessa modernidade atingem o ser humano de maneira direta e indireta: através da dependência por compras e impactos ambientais causados por esse ato. Nesse sentido, por serem frágeis e incapazes de diferenciar impulso de necessidade, as crianças tornaram-se um alvo fácil dos atos publicitários. <br><br>Por ser uma questão de cunho global, as ações de propagandas infantis também são vivenciadas no Brasil. Embora a economia passe por um período de recessão, a vontade de consumir pouco mudou nos brasileiros. Com os jovens não é diferente, influenciados, muitas vezes, por paradigmas de inferioridade social impostos tanto pela mídia, quanto pela sociedade, além de geralmente serem desprovidos de uma educação de consumo, tornam-se adultos desorganizados financeiramente, ao passo que dão continuidade a esse ciclo vicioso. <br><br>Diante desse cenário, os prejuízos são sentidos também pela natureza, uma vez que o descarte de materiais gera poluição e mudança climática na Terra. No entanto, o Brasil carece de medidas capazes de intervir em ações publicitárias direcionadas àqueles que serão o futuro da nação, hoje, facilmente manipulados e influenciados por personagens infantis e pela modernização em que passam os produtos. Em outras palavras, é preciso consumir de maneira consciente desde a infância, para que se construam valores e responsabilidade durante o desenvolvimento do indivíduo. <br><br>Dessa forma, sabe-se que coibir a propaganda voltada ao público infanto-juvenil não é a melhor medida para superar esse problema. Cabe aos pais, cobrarem ações do governo – criação de leis mais rigorosas – além de agirem diretamente na formação e educação de consumo dos filhos: impondo limites e dando noções financeiras ainda enquanto jovens. Ademais, as escolas têm papel fundamental nesse segmento. É imprescindível, também, utilizar a própria mídia para alertar sobre os problemas ambientais decorrentes do consumo em larga escala e incentivar o desenvolvimento sustentável."</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 11:33:13 UTC</pubDate>
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         <title>Mais família e menos mídia</title>
         <author>gisagasparotto</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379387242</link>
         <description><![CDATA[<div>Em Esparta, importante pólis grega, os meninos eram exaustivamente treinados para serem guerreiros que defenderiam sua cidade. Hoje, no Brasil, as crianças não tem essa preocupação: crescem e no futuro, podem escolher suas profissões. Porém, a publicidade infantil tem influenciado, não só este, mais inúmeros outros aspectos dos jovens, e não deveria. <br><br>No Brasil, é comum que se ligue a televisão e esteja passando alguma propaganda com teor apelativo aos jovens: publicitários usam de inúmeros meios para atrair a atenção das crianças, e conseguem. Estas, cada vez mais conectadas a todo tipo de mídia, acabam se influenciando pelo que é divulgado na televisão e pedem aos seus pais que compre o que foi ofertado. O problema é que cabe aos pais escolher qual brinquedo o filho deve ter, por exemplo, e não ao grande empresário. Este tem como finalidade o lucro, enquanto aqueles querem o crescimento de seus jovens. Dessa forma, é comum que os donos de empresas criem brinquedos que não têm a menor intenção de ensinar nada às crianças. Os pais, pelo contrário, tendem a escolher, por exemplo, os brinquedos que passem a seus filhos conhecimentos que julguem necessários. Com a publicidade infantil, os empresários tomam para si, funções que cabem aos pais, e por isso este tipo de publicidade deve ter fim. <br><br>Muitas pessoas, porém, pensa que esta é uma forma de censura, similar à que Vargas implantou com o Departamento de Imprensa e Propaganda, mas não é. Crianças ainda estão na fase de aprendizado básico e, pela falta de maturidade, não desenvolveram censo crítico: ao verem propagandas fantasiosas, acham que o produto é maravilhoso e desejam adquiri-lo no mesmo instante. Não sabem, porém, que o refrigerante possui muito corante – e pode desencadear uma alergia, ou que o brinquedo é muito frágil, e logo se quebrará. Os pais, por esses motivos, não irão comprar os produtos, o que, em muitos casos, deixará o filho desapontado. Sabendo que as crianças não têm censo crítico para selecionar o que é bom através da publicidade infantil, observa-se que estas devem ser pouco, ou nada, divulgadas. <br><br>Vendo a questão publicitária sob esta ótica, um implemente à lei deve ser colocado em prática. Deve partir do Governo uma adequação ao projeto pedagógico brasileiro: aulas de filosofia e sociologia, colocadas na base da escola, ensinariam aos jovens como a mídia de comporta. Com o tempo, e a maturidade, as crianças verão que os pais estão, na maioria dos casos, corretos na formação que lhe deram. Dessa forma, a sociedade irá crescer e se desenvolver de forma mais humana e menos financeira."</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 11:33:35 UTC</pubDate>
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         <title>Amor à venda</title>
         <author>gisagasparotto</author>
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         <description><![CDATA[<div>A vitória do capitalismo na Guerra Fria gerou muitas consequências para o mundo, sendo uma delas a competição desenfreada das multinacionais por novos mercados. Um dos principais alvos desse cenário são as crianças, indivíduos facilmente manipuláveis devido a sua pequena capacidade de julgamento crítico. Sua inocência é, dessa forma, cruelmente convertida em lucro, fato que não deve ser permitido nem tolerado. <br><br>A infância é uma fase de formação e aprendizagem, sendo necessário, portanto, que os bons costumes sejam cultivados. É, também, uma fase em que tudo é novo e interessante. Dessa forma, os produtos apresentados em comerciais inevitavelmente seduzirão meninos e meninas que, por sua vez, passarão a pautar sua felicidade naquilo que podem adquirir. <br><br>A ausência cada vez maior dos pais na vida dos filhos é outro fator que torna urgente a intervenção do Estado nos meios de comunicação. A presença constante o carinho paterno são, hoje, raros às crianças e, cientes disso, tentam compensar o desfalque lhes dando tudo o que pedem, desde carrinhos de controle remoto a iPhones. Mal sabem que o que estão fazendo é fomentar uma indústria que, aos poucos, aprisiona seus filhos ao materialismo e escraviza-os aos gostos do capitalismo. <br><br>A proteção das crianças brasileiras quanto às investidas do mercado deve, portanto, ser promovida não apenas pelo Estado, mas também por aqueles que são responsáveis por sua formação. Ao primeiro cabe apresentar projetos de lei que limitem o teor persuasivo das propagandas. Sua aprovação contaria com a aprovação da população. Além disso, disciplinas extras poderiam ser criadas com o respaldo na atual LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), para que houvesse a conscientização desses 'pequenos cidadãos' no que se refere a problemática do consumo excessivo. Vale ainda citar o papel dos pais, aos quais cabe a importante função de ser um bom exemplo, afinal, a verdadeira felicidade não pode ser mediada por elementos materiais e sim pelo amor."</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 11:33:57 UTC</pubDate>
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         <title>Responsabilidade social</title>
         <author>gisagasparotto</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379387389</link>
         <description><![CDATA[<div>A Revolução Técnico-Científica do século XX inaugurou a Era da Informação e possibilitou a divulgação de propagandas nos meios de comunicação, influenciando o consumo dos indivíduos de diferentes faixas etárias. Nesse contexto, a publicidade destinada ao público infantil é motivo de debates entre educadores e psicólogos no território nacional. Assim, a proibição parcial da divulgação de produtos para as crianças é essencial para um maior controle dos pais e para um menor abuso de grandes empresas sobre os infantes. <br><br>Os indivíduos com idade pouco avançada, em sua maioria, ainda não possuem condições emocionais para avaliar a necessidade de compra ou não de determinado brinquedo ou jogo. Isso porque eles não desenvolveram o senso crítico que possibilita uma escolha consciente e não impulsiva por um produto, como já observou Freud em seus estudos sobre os desejos e impulsos do homem. Consequentemente, os pais, principais responsáveis pela educação dos filhos, devem ter o controle sobre o que é divulgado para eles, pois possuem maior capacidade para enxergar vantagens e desvantagens do que é anunciado. <br><br>Além disso, pela pouca maturidade, as crianças são facilmente manipuláveis pela mídia. Isso ocorre por uma crença inocente em imagens meramente ilustrativas, que despertam a imaginação e promovem o deslocamento da realidade, deixando a sensação de admiração pelo produto. Como consequência, empresas interessadas na venda em larga escala e no lucro aproveitam esse quadro para divulgar propagandas enganosas, em muitos casos. <br><br>Portanto, é fundamental uma regulação da publicidade infantil, permitindo-se o controle de responsáveis e impedindo-se ações irresponsáveis de muitas empresas. Faz-se necessário, então, que propagandas com conteúdo infantil sejam direcionadas aos responsáveis em horários mais adequados, à noite, por exemplo, evitando-se o consumo excessivo dos anúncios pelas crianças. Ademais, o Governo Federal deve promover uma central nacional de reclamações para denúncias de pais, via internet ou telefonema, que avaliem determinada informação como abusiva ou desnecessária na mídia. Assim, infantes viverão com maior segurança e proteção."</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 11:34:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gisagasparotto</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379387463</link>
         <description><![CDATA[<div>"Em meio a uma sociedade globalizada, é evidente o crescimento dos recursos capazes de estimular a adesão ao consumo. Em meio a esse contexto, encontram-se as propagandas destinadas às crianças, que, por possuírem seu caráter em processo de formação, tornam-se alvos fáceis desses anunciantes. A regulamentação da publicidade infantil constitui, assim, um fator imprescindível, visando à preservação da integridade mental desse público.<br><br></div><div>Com o advento do capitalismo e, principalmente, do modelo liberal introduzido pelo pensador iluminista Adam Smith, as pessoas encontram-se inseridas em uma sociedade de consumo, na qual o apelo à adesão popular é realizado de diferentes formas, como, por exemplo, por meio da mídia. Diante disso, estão as crianças, que ao possuírem, muitas vezes, fácil acesso a veículos de comunicação massivos, são estimuladas a construírem um ideal de consumismo desenfreado, tento em vista que não possuem o discernimento entre o que é necessário e o que é supérfluo.<br><br>Imersa nessa logística, encontra-se a participação de famosos em propagandas ou mesmo a alusão a desenhos animados, que visam ao convencimento da criança de que aquele produto anunciado é essencial. Isso evidencia a falta de regulamentação no setor de propagandas do país, já que não há sequer determinação de horários para a veiculação delas, proporcionando uma recepção massiva daquilo que é divulgado para o público infantil. A par disso, aqueles que são responsáveis pela promoção de tais propostas de adesão ao consumo mostram-se contrários à concretização da proposta, ratificando a preocupação exclusivamente econômica com a realização de uma publicidade desregulamentada.<br><br></div><div>É certo que a mídia constitui um instrumento de massificação da sociedade e, por serem indivíduos que ainda estão em processo de construção do caráter, as crianças necessitam de medidas protecionistas, que garantam sua integridade mental. Nessa perspectiva, deve-se proibir a veiculação de propagandas infantis em determinados horários, como naqueles em que há uma programação destinada a esse público; com a instituição de leis federais. Dessa forma, anunciantes e emissoras devem ser fiscalizados e punidos com aplicação de multas em caso de desrespeito ao estabelecido. Além disso, é necessária a introdução de disciplinas de educação financeira e direcionada ao consumo, visando à formação de consumidores conscientes. Assim, a criança deixará de ser alvo dessas práticas apelativas.".</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 11:34:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gisagasparotto</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379388007</link>
         <description><![CDATA[<div>"Segundo as ideias do <strong><mark>sociólogo Habermas</mark></strong>, os meios de comunicação são fundamentais para a razão comunicativa. Visto isso, é possível mencionar que <mark>a internet é essencial para o desenvolvimento da sociedade. </mark>Entretanto, o meio virtual tem sido utilizado, muitas vezes, para a <strong>manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados</strong>, podendo induzir o indivíduo a compartilhar determinados assuntos ou a consumir certos produtos. Isso ocorre devido à falta de políticas públicas efetivas que auxiliem o indivíduo a “navegar”, de forma correta, na internet, e à ausência de consciência, de grande parte da população, sobre a importância de saber utilizar adequadamente o meio virtual. <mark>Essa realidade constitui um desafio a ser resolvido não somente pelos poderes públicos, mas também por toda a sociedade.</mark><br><br>No contexto relativo à manipulação do comportamento do usuário, pode-se citar que, no <mark>século XX, a Escola de Frankfurt</mark> já abordava sobre a “ilusão de liberdade do mundo contemporâneo”, afirmando que as pessoas eram controladas pela “indústria cultural”, disseminada pelos meios de comunicação de massa. <br>Atualmente, é possível traçar um paralelo com essa realidade, visto que milhões de pessoas no mundo são influenciadas e, até mesmo, manipuladas, todos os dias, pelo meio virtual, por meio de sistemas de busca ou de redes sociais, sendo direcionadas a produtos específicos, o que aumenta, de maneira significativa, o consumismo exacerbado. Isso é intensificado devido à carência de políticas públicas efetivas que auxiliem o indivíduo a “navegar” corretamente na internet, explicando-lhe sobre o funcionamento do controle de dados e ensinando-lhe sobre como ser um consumidor consciente.</div><div><br>Ademais, é importante destacar que grande parte da população não tem consciência da importância da utilização de forma correta da internet, visto que as instituições formadoras de conceitos morais e éticos não têm preconizado, como deveriam, o ensino de uma “polarização digital”, como faz o projeto Digipo (“Digital Polarization Iniciative”), o qual auxilia os indivíduos a acessarem páginas confiáveis e, assim, diminui o compartilhamento de notícias falsas, que, muitas vezes, são lançadas por moderadores virtuais. Nesse sentido, como disse o empresário Steve Jobs, “A tecnologia move o mundo”, ou seja, é preciso que medidas imediatas sejam tomadas para que a internet possa ser usada no desenvolvimento da sociedade, ajudando as pessoas a se comunicarem plenamente. <br><br></div><div>Portanto, cabe aos Estados, por meio de leis e investimentos, com um planejamento adequado, estabelecer políticas públicas efetivas que auxiliem a população a “navegar”, de forma correta, na internet, mostrando às pessoas a relevância existente em utilizar o meio virtual racionalmente, a fim de diminuir, de maneira considerável, o consumo exacerbado, que é intensificado pela manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados. Além disso, é de suma importância que as instituições educacionais promovam, por meio de campanhas de conscientização, para pais e alunos, discussões engajadas sobre a imprescindibilidade de saber usar, de maneira cautelosa, a internet, entendendo a relevância de uma “polarização digital” para a conscientização da razão comunicativa, com o intuito de utilizar o meio virtual para o desenvolvimento pleno da sociedade."<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 11:36:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gisagasparotto</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379388953</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo Steve Jobs, um dos fundadores da empresa “Apple”, a tecnologia move o mundo. Contudo, os avanços tecnológicos não trouxeram apenas avanços à sociedade, uma vez que bilhões de pessoas sofrem a manipulação oriunda do acesso aos seus dados no uso da internet. Nesse sentido, esse processo é executado por empresas que buscam potencializar a notoriedade dos seus produtos e conteúdos no meio virtual. Sob tal ótica, esse cenário desrespeita princípios importantes da vida social, a saber, a liberdade e a privacidade.</div><div><br><br></div><div>De acordo com Jean Paul Sartre, o homem é condenado a ser livre. Nessa lógica, o uso de informações do acesso pessoal para influenciar o usuário confronta o pensamento de Sartre, visto que o indivíduo tem sua liberdade de escolher impedida pela imposição de conteúdos a serem acessados. Dessa forma, a internet passa a ser um ambiente pouco democrático e torna-se um reflexo da sociedade contemporânea, na qual as relações de lucro e interesse predominam. Faz-se imprescindível, portanto, a dissolução dessa conjuntura.</div><div><br></div><div>Outrossim, é válido ressaltar que, conforme Immanuel Kant, o princípio da ética é agir de forma que essa ação possa ser uma prática universal. De maneira análoga, a violação da privacidade pelo acesso aos dados virtuais sem a permissão das pessoas vai de encontro à ética kantiana, dado que se todos os cidadãos desrespeitassem a privacidade alheia, a sociedade entraria em profundo desequilíbrio. Com base nisso, o uso de informações virtuais é prejudicial à ordem social e, por conseguinte, torna-se contestável quando executado sem consentimento.</div><div><br><br></div><div>Em suma, são necessárias medidas que atenuem a manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet. Logo, a fim de dar liberdade de escolha ao indivíduo, cabe às empresas de tecnologia solicitar a autorização para o uso dessas informações, por meio de advertências com linguagem clara, tendo em vista a linguagem técnica utilizada, atualmente, por avisos do tipo. Ademais, compete ao cidadão ficar atento a essa questão, de modo a cobrar e pressionar essas empresas. Enfim, a partir dessas ações, as tecnologias, como disse Steve Jobs, moverão o mundo para frente."</div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 11:40:16 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>gisagasparotto</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379389398</link>
         <description><![CDATA[<div>Em “O jogo da imitação”, o personagem Alan Turing prejudica o avanço da Alemanha nazista quando consegue decifrar os algoritmos correspondentes ao projeto de guerra de Hitler. Diante disso, pode-se observar, desde a segunda metade do século XX, a relevância do conhecimento tecnológico para atingir certos objetivos. Contudo, diferentemente desse contexto, atualmente, utiliza-se, muitas vezes, a tecnologia não para o bem coletivo, como no filme, mas para vantagens individuais, mediante a manipulação de dados de usuários da internet. Destarte, é fundamental analisar as razões que tornam essa problemática uma realidade no mundo contemporâneo.<br><br></div><div>Em primeiro lugar, cabe abordar a dificuldade de regulação dos sites quanto ao acesso aos dados de quem está inserido no ambiente virtual. Segundo o filósofo Kant, a pessoa é um fim em si mesma, e não um meio de conseguir atingir interesses particulares. Nesse sentido, rompe-se com tal lógica humanista ao verificar-se que, hoje, muitas empresas transformam o consumidor em um instrumento de lucro. Isso ocorre porque os entraves para o controle da manipulação, caracterizados pela dificuldade de identificação dos agentes de tal ação, inviabilizaram a proteção dos usuários, sobretudo nas redes sociais, que são o principal elo de ligação das pessoas com as empresas e suas propagandas publicitárias. Por conseguinte, os indivíduos são bombardeados por anúncios, que contribuirão para traçar perfis individuais, direcionar o consumo e, ainda, influenciar as escolhas e gostos de cada um.</div><div><br></div><div>Ademais, outro fator a salientar é a falta de informação no que tange à internet. Com o advento da Terceira Revolução Industrial, nota-se uma população cada vez mais rodeada de tecnologia, porém despreparada para lidar com ela. Percebe-se, em grande parte das instituições de ensino, que a educação é incompleta, visto que, apesar de, desde a infância, ter contato com computadores e celulares, a criança cresce sem saber discernir corretamente quais dados podem ser públicos e como protegê-los de sistemas inteligentes. Logo, é mister providencia uma reconfiguração no ensino para formar indivíduos conscientes dos riscos que a internet pode oferecer. <br><br></div><div>Torna-se evidente, portanto, que a manipulação do comportamento do usuário é nociva ao direito dele à privacidade. Assim, cabe ao Executivo combater a manipulação de doados, mediante o investimento no Ministério da Ciência e Tecnologia, que aprimorará a fiscalização dos sistemas virtuais de empresas e desenvolverá um setor de tecnologia da informação, rumo à ampla proteção dos usuários do ambiente cibernético. Outrossim, compete ao legislativo inserir na grade curricular disciplinas como Informática e Educação Tecnológica, por meio da alteração na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, a qual permitirá um suporte de ensino sobre as ameaças aos dados virtuais e sobre como lidar com as redes sociais, a fim de criar uma maior preocupação com a segurança das informações. Dessa forma, será possível construir uma sociedade mais autônoma e menos guiada pelos interesses empresariais."<em><br></em><br></div><div> <br><br></div><div><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 11:42:37 UTC</pubDate>
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         <title>Análise de redação</title>
         <author>gisagasparotto</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379390564</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1. Tema: <br></strong><br><strong>2. Tese: <br></strong><br><strong>3. Argumentação: </strong><br><strong>- Primeiro argumento:<br></strong><br><strong>- O segundo argumento:<br><br>4. Referenciais teóricos, literários, históricos, cinematográficos, geográficos, etc: autor e obra <br>a)<br>b)<br><br>5. Conclusão:</strong><br><strong>Proposta de<br>intervenção:<br></strong>a)Agente:<br> <br>b) Ações:<br> <br>c) Modo ou meio:<br><br>d) Efeito:<br><br>e) Detalhamento:<br> <br><strong>6. Coesão textual: <br>a) dentro do parágrafo:<br>b) entre parágrafos:</strong><br><strong>7. Plano de texto : </strong><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-09-03 11:47:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>gisagasparotto</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379464090</link>
         <description><![CDATA[<div>A obra musical "Admirável Chip Novo", da cantora Pitty, retrata a manipulação das ações humanas em razão do uso das tecnologias, que findam por influenciar o comportamento dos indivíduos. Não obstante, tal questão transcende a arte e mostra-se presente na realidade brasileira através da filtragem de dados na internet e sua utilização como ferramenta de determinação de atitudes, consequência direta do interesse do mercado globalizado e da vulnerabilidade dos usuário. Assim, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.<br><br></div><div>Convém ressaltar, a princípio, o estabelecimento do comércio virtual e sua contribuição para a continuidade da problemática. Quanto a esse fator, é válido considerar a alta capacidade publicitária da web, bem como sua consolidação enquanto espaço mercantil - possibilitador de compra e venda de produtos. Sob esse aspecto, o célebre géografo, Milton Santos, afirma a existência de relação entre o desenvolvimento técnico-científico e as demandas da globalização, justificando, assim, a constante oferta de conteúdos culturais e comerciais que podem ser adquiridos pelos usuários, de modo a fortalecer o mercado mundial e o capitalismo. </div><div><br>Paralelo a isso, a imperícia social vinculada ao déficit em letramento digital fomenta a perpetuação do impasse. Nesse viés, as instituições educacionais ainda não são eficazes na educação tecnológica, por não contarem com estrutura profissional e material voltado ao tema. Ademais, a formação de indivíduos vulneráveis possibilita a ação do mecanismo que pode transformar comportamentos, tornando-os passíveis de alienação. Essa conjuntura contraria o Estado proposto pelo filósofo John Locke - assegurador de liberdade -, gerando falsa sensação de autonomia e expondo internautas a um ambiente não transparente, em que decisões são previamento programadas por outrem. <br><br></div><div>Em suma, faz-se imprescindível a tomada de medidas atenuantes ao entrave abordado. Posto isso, concerne ao Estado, mediante os Ministérios da Educação e Ciência e Tecnologia, a criação de um plano educacional que vise a elucidar a população quanto aos riscos da navegação na rede e à necessidade de adaptação aos novos instrumentos digitais. Tal projeto deve ser instrumentalizado na oferta de aparelhos tecnológicos às escolas, para a promoção de palestras e aulas práticas sobre o uso da tecnologia, mediadas por técnicos e professores da área, objetivando a qualificação dos usuários e a prevenção de casos de manipulação de atitudes. Dessa maneira, o Brasil poderá garantir a liberdade de seus cidadãos e o Estado lockeano poderá ser consolidado." </div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 14:18:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>gisagasparotto</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379464766</link>
         <description><![CDATA[<div>"A utilização dos meios de comunicação para manipular comportamentos não é recente no Brasil: ainda em 1937, Getúlio Vargas apropriou-se da divulgação de uma falsa ameaça comunista para legitimar a implantação de um governo ditatorial. Entretanto, os atuais mecanismos de controle de dados, proporcionados pela internet, revolucionaram de maneira negativa essa prática, uma vez que conferiram aos usuários uma sensação ilusória de acesso à informação, prejudicando a construção da autonomia intelectual e, por isso, demandam intervenções. Ademais, é imperioso ressaltar os principais impactos da manipulação, com destaque à influência nos hábitos de consumo e nas convicções pessoais dos usuários.<br><br></div><div>Nesse contexto, as plataformas digitais, associadas aos algoritmos de filtragem de dados, proporcionaram um terreno fértil para a evolução dos anúncios publicitários. Isso ocorre porque, ao selecionar os interesses de consumo do internauta, baseado em publicações feitas por este, o sistema reorganiza as informações que chegam até ele, de modo a priorizar os anúncios complacentes ao gosto do usuário. Nesse viés, há uma pretensa sensação de liberdade de escolha, teorizada pela Escola de Frankfurt, já que todos os dados adquiridos estão sujeitos à coerção econômica. Dessa forma, há um bombardeio de propagandas que influenciam os hábitos de consumo de quem é atingido, visto que, na maioria das vezes, resultam na aquisição do produto anunciado.</div><div><br>Somado a isso, tendo em vista a capacidade dos algoritmos de selecionar o que vai ou não ser visto, esses podem ser usados para moldar interesses pessoais dos leitores, a fim de alcançar objetivos políticos e/ou econômicos. Nesse cenário, a divulgação de notícias falsas é utilizada como artifício para dispersar ideologias, contaminando o espaço de autonomia previsto pelo sociólogo Manuel Castells, o qual caracteriza a internet como ambiente importante para a amplitude da democracia, devido ao seu caráter informativo e deliberativo. Desse modo, o controle de dados torna-se nocivo ao desenvolvimento da consciência estética dos usuários, bem como à possibilidade de uso da internet como instrumento de politização.</div><div><br>Evidencia-se, portanto, que a manipulação advinda do controle de dados na internet é um obstáculo para a consolidação de uma educação libertadora. Por conseguinte, cabe ao Ministério da Educação investir em educação digital nas escolas, por meio da inclusão de disciplinas facultativas, as quais orientarão aos alunos sobre as informações pessoais publicadas na internet, a fim de mitigar a influência exercida pelos algoritmos e, consequentemente, fomentar o uso mais consciente das plataformas digitais. Além disso é necessário que o Ministério da Justiça, em parceria com empresas de tecnologia, crie canais de denúncia de “fake news”, mediante a implementação de indicadores de confiabilidade nas notícias veiculadas – como o projeto “The Trust Project” nos Estados Unidos – com o intuito de minimizar o compartilhamento de informações falsas e o impacto destes na sociedade. Feito isso, a sociedade brasileira poderá se proteger contra a manipulação e a desinformação."</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 14:20:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Analise da Redação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379467987</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1. Tema: </strong>Manipulação do comportamento de usuário pelo controle de dados da internet <br><strong>2. Tese: </strong>uso das tecnologias, que influenciam o comportamento dos indivíduos <br><strong>3. Argumentação: </strong><br><strong>- Primeiro argumento: </strong> o estabelecimento do comércio virtual e sua contribuição para a continuidade da problemática<br><strong>- O segundo argumento: </strong>imperícia social vinculada ao déficit em letramento digital fomenta a perpetuação do impasse<strong><br>4. Referenciais teóricos, literários, históricos, cinematográficos, geográficos, etc: Pitty; Milton Santos; </strong>John Locke; <strong><br>5. Conclusão:</strong><br><strong>Proposta de<br>intervenção:</strong><br>a)Agente; Estado federal<br>b) Ações ; criação de um plano educacional <br>c) Modo ou meio: Ministérios da Educação e Ciência e Tecnologia<br>d) Efeito: prevenção de casos de manipulação de atitudes/  Brasil poderá garantir a liberdade de seus cidadãos e o Estado lockeano poderá ser consolidado.<br>e) Detalhamento:<br><strong>6. Coesão textual: </strong><br><strong>7. Plano de texto : O autor do texto comeca dizend</strong><br><strong>8.</strong> A que ano do vestibular do Enem corresponde o texto por vocë analisado?<br>2015</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 14:26:37 UTC</pubDate>
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         <title>analise da redação </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379468016</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1. Tema:<br> A utilização dos meios de comunicação</strong><br><strong>2. Tese: <br>Os meios de comunicação são usados para manipular as pessoas  </strong><br><strong>3. Argumentação: </strong><br><strong>- Primeiro argumento:</strong> <br>Os atuais mecanismos de controle de dados, proporcionados pela internet, revolucionaram de maneira negativa essa prática, uma vez que conferiram aos usuários uma sensação ilusória de acesso à informação, prejudicando a construção da autonomia intelectual <br><strong> O segundo argumento:<br></strong> A divulgação de notícias falsas é utilizada como artifício para dispersar ideologias, contaminando o espaço de autonomia <strong><br>4. Referenciais teóricos, literários, históricos, cinematográficos, geográficos, etc: autor e obra : <br>Presidente Getúlio Vargas, escolas de frankfurt , sociólogo manuel castells e  o projeto the trust project<br>5. Conclusão:</strong><br><strong>Proposta de<br>intervenção:</strong><br>a)Agente:  Ministério da Educação e Ministério da Justiça;<br>b) Ações: investir em educação digital nas escolas, por meio da inclusão de disciplinas facultativas e criar canais de denúncia de “fake news;<br>c) Modo ou meio : investir em educação e criar um projeto de denuncias à fake news ;<br>d) Efeito : sociedade brasileira se protegerá contra informações manipuladas ;<br>e) Detalhamento :projeto “The Trust Project” nos Estados Unidos ;<br><strong>6. Coesão textual: </strong>Entretanto , uma vez que,  por isso, Ademais ,já que ,Dessa forma ,Além disso, portanto , Feito isso<br><strong>7. Plano de texto: </strong>A utilização dos meios de comunicação para manipular comportamentos não é recente no Brasil , desde o governo de Getúlio Vargas , ou até um  pouco antes , a manipulação das informações já era usada , para beneficiar certas pessoas . Hoje em dia , os atuais mecanismos de controle de dados, proporcionados pela internet, revolucionaram de maneira negativa essa prática, uma vez que conferiram aos usuários uma sensação ilusória de acesso à informação, prejudicando a construção da autonomia intelectual. Além disso , plataformas digitais, associadas aos algoritmos de filtragem de dados, proporcionaram um terreno fértil para a evolução dos anúncios publicitários , dessa forma, há um bombardeio de propagandas que influenciam os hábitos de consumo de quem é atingido, visto que, na maioria das vezes, resultam na aquisição do produto anunciado. Somado a isso, tendo em vista a capacidade dos algoritmos de selecionar o que vai ou não ser visto, esses podem ser usados para moldar interesses pessoais dos leitores, a fim de alcançar objetivos políticos e/ou econômico .  Nesse caso , a divulgação de notícias falsas é utilizada como artifício para dispersar ideologias, contaminando o espaço de autonomia dos cidadãos . Concluindo ,  o controle de dados torna-se nocivo ao desenvolvimento da consciência estética dos usuários, bem como à possibilidade de uso da internet como instrumento de politização . <strong><br>8.</strong> A que ano do vestibular do Enem corresponde o texto por vocë analisado?<br>2015</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 14:26:39 UTC</pubDate>
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         <title>Análise da redação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379468067</link>
         <description><![CDATA[<div>Análise de redação</div><div><strong>1. Tema: Capitalismo sendo uma competição desenfreada por atenção aos próprios produtos da marca, em sua maioria atingindo crianças.</strong><br><strong>2. Tese: Pais que não prestam atenção aos seus filhos e fazem tudo o que querem</strong><br><strong>3. Argumentação: A ausência cada vez maior dos pais na vida dos filhos</strong><br><strong>- Primeiro argumento:  fomentar uma indústria que, aos poucos, aprisiona seus filhos ao materialismo e escraviza-os aos gostos do capitalismo.</strong><br><strong>- O segundo argumento: A proteção das crianças brasileiras quanto às investidas do mercado deve, portanto, ser promovida não apenas pelo Estado, mas também por aqueles que são responsáveis por sua formação</strong>.<strong><br>4. Referenciais teóricos, literários, históricos, cinematográficos, geográficos, etc: autor e obra: Ele citou a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), o Capitalismo<br>5. Conclusão:</strong><br><strong>Proposta de<br>intervenção:</strong><br><strong>a)Agente:  teor persuasivo das propagandas.<br>b) Ações: Crianças inocentes ao verem propagandas, que tem um teor persuasivo, adquirem os próprios produtos, desta foram adquirindo um grande lucro às empresas capitalistas<br>c) Modo ou meio: A proteção das crianças brasileiras quanto às investidas do mercado<br>d) Efeito: disciplinas extras poderiam ser criadas com o respaldo na atual LDB , para que houvesse a conscientização desses 'pequenos cidadãos' no que se refere a problemática do consumo excessivo.<br>e) Detalhamento: a verdadeira felicidade não pode ser mediada por elementos materiais e sim pelo amor.</strong><br><strong>6. Coesão textual: Portanto, dessa forma, além disso, afinal, mas, </strong><br><strong>7. Plano de texto : O autor inicia o defendendo a seguinte tese com a afirmação de que os Pais não prestam atenção aos seus filhos e fazem tudo o que desejam por conta das propagandas com teor persuasivo ( adquirindo assim produtos proporcionados por tais empresas, e as mesmas, dessa forma, adquirindo um exorbitante tamanho de lucro em cima dessas crianças inocentes</strong><br><strong>- Primeiro argumento:  fomentar uma indústria que, aos poucos, aprisiona seus filhos ao materialismo e escraviza-os aos gostos do capitalismo.</strong><br><strong>- O segundo argumento: A proteção das crianças brasileiras quanto às investidas do mercado deve, portanto, ser promovida não apenas pelo Estado, mas também por aqueles que são responsáveis por sua formação</strong>.<strong><br>Conclusão: disciplinas extras poderiam ser criadas com o respaldo na atual LDB , para que houvesse a conscientização desses 'pequenos cidadãos' no que se refere a problemática do consumo excessivo.</strong><br><strong>8.</strong> A que ano do vestibular do Enem corresponde o texto por você analisado?<br><strong>2015</strong><br><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 14:26:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379468067</guid>
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      <item>
         <title>análise da redação</title>
         <author>alice_sampaio</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379468100</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 14:26:48 UTC</pubDate>
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         <title>Análise de redação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379468420</link>
         <description><![CDATA[<div>1. Tema: Por um basta na violência contra a mulher.<br>2. Tese: Achamos que cem por cento das pessoas estão felizes porém não vemos o que realmente acontece no dia a dia, e normalmente por acreditar que esse alguém pode melhorar elas ignoram o problema e ainda continuam sofrendo.<br>3. Argumentação: <br>- Primeiro argumento: O sistema de segurança no Brasil é falho.<br>- O segundo argumento: a mulher é vítima devido ao seu gênero<br>4. Referenciais teóricos, literários, históricos, cinematográficos, geográficos, etc: autor e obra <br>a)criação do vagão feminino<br>b)Copa do Mundo de 2014<br>c)Leis Maria da Penha e do Feminicídio<br>5. Conclusão:<br>Proposta de<br>intervenção: deve ocorrer uma intensificação na fiscalização<br>a)Agente Observadores das agressões<br>b) Ações. Denunciar possível vítimas desses crimes.<br>c) Modo ou meio. Por meio da conscientização de um possível observador.</div><div>d) Efeito. Menos agressão as escondidas e com mais denúncias.<br>e) Detalhamento. A vítima tem que se sentir protegida, denúncia  o crime e se possível um observador também deixar queixa. <br>6. Coesão textual: Também e portanto<br>7. Plano de texto : Introdução: O autor começa com índices e detalhamentos sobre o assunto.<br>Depois ele apresenta dois argumentos - Primeiro argumento: O sistema de segurança no Brasil é falho.<br>- O segundo argumento: a mulher é vítima devido ao seu gênero<br>E no final chegamos a conclusão de que mais denúncias, mais julgamentos e mais prisões, além de diminuir os futuros casos, devido às prisões exemplares.<br>8. A que ano do vestibular do Enem corresponde o texto por você analisado?<br>2015</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 14:27:25 UTC</pubDate>
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         <title>Análise de Redação</title>
         <author>nicole_teixeira</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379468765</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1. Tema: </strong>Meios de comunicação<br><strong>2. Tese: </strong>Meios de comunicação como fundamentais para a razão comunicativa<br><strong>3. Argumentação: </strong><br><strong>- Primeiro argumento: </strong>o meio virtual tem sido utilizado para a manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados<br><strong>- O segundo argumento: </strong>grande parte da população não tem consciência da importância da utilização de forma correta da internet<strong><br>4. Referenciais teóricos, literários, históricos, cinematográficos, geográficos, etc: </strong>sociólogo Habermas; <strong> </strong>Escola de Frankfurt; Steve Jobs;  projeto Digipo<strong><br>5. Conclusão: </strong>utilizar o meio virtual para o desenvolvimento pleno da sociedade<br><strong>Proposta de<br>intervenção: </strong>por meio de leis e investimentos, com um planejamento adequado, estabelecer políticas públicas efetivas que auxiliem a população a “navegar”, de forma correta, na internet<br>a) Sociedade<br>b)  Leis, investimentos, planejamento<br>c) Por meio dos Estados planejando políticas públicas adequadas<br>d) Conscientização<br>e) Como utilizar a internet de uma forma responsável <br><strong>6. Coesão textual: </strong>Segundo; Visto isso; Entretanto; Isso ocorre devido à; pode-se citar que; Atualmente; Isso é intensificado devido à; Ademais; Portanto;<br><strong>7. Plano de texto : </strong>O autor começa o texto mencionando que a internet é essencial para o desenvolvimento da sociedade. Logo, apresentou contradições, tais como a manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet, com a justificativa de que não tem conhecimento do uso da rede suficiente para navegar de forma correta. Isso mostra que há um desafio a ser resolvido por toda a sociedade. Depois, o autor contextualiza a manipulação de dados, no século XX, já era abordado a “ilusão de liberdade do mundo contemporâneo”, afirmando que as pessoas eram controladas pela “indústria cultural”. Há um paralelo com a sociedade atual, já que muitas pessoas são influenciadas e até manipuladas pelo meio virtual, por meio de sistemas de busca ou de redes sociais. Depois, o autor destaca que grande parte da população não tem consciência da importância da utilização de forma correta da internet, uma vez que as instituições formadoras de conceitos morais e éticos não têm ensinado a “polarização digital”, e cita o projeto Digipo (“Digital Polarization Iniciative”), que auxilia os participantes a acessarem páginas mais confiáveis e como ser um consumidor consciente da rede. Portanto, ele cita que medidas imediatas sejam tomadas para que a internet possa ser usada no desenvolvimento da sociedade. Por fim, o autor fala que cabe aos Estados, por meio de leis e investimentos, com um planejamento adequado, criar políticas efetivas que ajudem a população a utilizar a internet de forma correta.<br><strong>8. A que ano do vestibular do Enem corresponde o texto por você analisado?</strong> 2015</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 14:28:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>alice_sampaio</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379468777</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1. Tema: </strong>violência de gênero<br><strong>2. Tese: </strong>as leis contra a violência à mulher, não funcionam na prática como deveriam e isso é a principal fonte do problema.<br><strong>3. Argumentação: </strong><br><strong>- Primeiro argumento: </strong>o autor acha existem falhas constitucionais que fazem com que esses tipos de crimes aconteçam. Além disso, as vítimas se sentem coagidas e não denunciam.</div><div><strong>- O segundo argumento: </strong>Essa visão machista de que a mulher é inferior ao homem é herdada e resulta nesse tipo de agressão. Além disso, as leis que defendem as mulheres não são eficientes. <strong><br>4. Referenciais teóricos, literários, históricos, cinematográficos, geográficos, etc: autor e obra </strong>De acordo com Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. Segundo Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coercitividade.</div><div><strong>5. Conclusão:</strong><br><strong>Proposta de<br>intervenção: </strong>reforçar a prática da regulamentação, implementar novas delegacias especializadas nessa forma de agressão e aplicar campanhas como forma de estímulo à denúncia desses crimes.</div><div><br></div><div><br>a)Agente: poder legislativo, executivo e judiciário<br>b) Ações <br>c) Modo ou meio<br>d) Efeito<br>e) Detalhamento <br><strong>6. Coesão textual: </strong><br><strong>7. Plano de texto : </strong><br><strong>8.</strong> A que ano do vestibular do Enem corresponde o texto por vocë analisado?<br>2015</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 14:28:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379468925</link>
         <description><![CDATA[<div>Análise de redação</div><div><strong>1. Tema: </strong><br><strong>2. Tese: </strong><br><strong>3. Argumentação: </strong><br><strong>- Primeiro argumento:</strong><br><strong>- O segundo argumento:<br>4. Referenciais teóricos, literários, históricos, cinematográficos, geográficos, etc: autor e obra <br>5. Conclusão:</strong><br><strong>Proposta de<br>intervenção:</strong><br>a)Agente <br>b) Ações <br>c) Modo ou meio<br>d) Efeito<br>e) Detalhamento <br><strong>6. Coesão textual: </strong><br><strong>7. Plano de texto : </strong><br><strong>8.</strong> A que ano do vestibular do Enem corresponde o texto por você analisado?<br>2015</div><div><br></div><div>add</div><div> 1)O assunto do texto é o consumo infantil. <br>2)O autor faz uma critica a sociedade consumista em que vivemos, principalmente ao consumo infantil e aos meios de comunicação que tem um efeito persuasivo para as inocentes crianças consumirem.<br><br>3)O autor enfatiza que as crianças são vitimas dessa sociedade consumista, pois elas são inocentes. Quando elas se deparam com anúncios não sabem diferenciar o que elas realmente precisam e o que não é necessário para ela, assim querendo comprar tudo. <br>Outro argumento usado pelo autor é que como as crianças não conseguem diferenciar o que é necessário para ela ou não, deve existir um regulamento para que não se deva passar propagandas em meios de comunicações que induzem crianças a comprarem produtos, portanto o autor está dizendo que esses anúncios afetam o processo de construção do caráter por isso as crianças necessitam de medidas protecionistas, que garantam sua integridade mental.<br><br>4) <br>5 a) não é mencionado <br> b)  estabelecer leis e punições que estão descritas no item c <br> c ) proibir a veiculação de propagandas infantis em determinados horários, anunciantes e emissoras devem ser fiscalizados e punidos com aplicação de multas em caso de desrespeito ao estabelecido isso tudo feito pela a instituição de leis federais.<br>   d) Essas acoes farão com que as crianças não sejam tao afetadas com essas propagandas persuasivas, assim fazendo com que elas não sejam um alvo muito fácil para ser consumista.<br>e ) ¨ que garantam sua integridade mental.¨"é um exemplo de detalhamento <br>6 ) exemplos são : que, assim, na qual, como,por exemplo,Diante disso,já, já que, A par disso,  Dessa forma,além disso.<br>7) O autor inicia o texto informando o leitor que vivemos em um mundo globalizado, com muita informação, e em uma sociedade consumista, na qual , as principais pessoas afetada são as inocentes  crianças. Após isso o autor critica que em meio a esse contexto, encontram-se as propagandas destinadas às crianças, que, por possuírem seu caráter em processo de formação, tornam-se alvos fáceis desses anunciantes. Diante deste fato o autor argumenta que  as crianças são vitimas dessa sociedade consumista, pois elas são inocentes. Quando elas se deparam com anúncios não sabem diferenciar o que elas realmente precisam e o que não é necessário para ela, assim querendo comprar tudo. <br>Outro argumento usado pelo autor é que como as crianças não conseguem diferenciar o que é necessário para ela ou não, deve existir um regulamento para que não se deva passar propagandas em meios de comunicações que induzem crianças a comprarem produtos, portanto o autor está dizendo que esses anúncios afetam o processo de construção do caráter por isso as crianças necessitam de medidas protecionistas, que garantam sua integridade mental. No final o autor diz que se essas leis que ele argumenta forem colocadas em prática  as crianças deixaram de ser alvo dessas práticas apelativas.<br><br>8) o texto é de 2015</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 14:28:21 UTC</pubDate>
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         <title>Analise de Redação</title>
         <author>daniel_arnhold</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379469281</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1. Tema: Direitos iguais no Brasil<br></strong><br><strong>2. Tese: A injustiça dos direitos das mulheres no brasil.<br></strong><br><strong>3. Argumentação: </strong><br><strong>- Primeiro argumento: A </strong>lentidão e a burocracia do sistema punitivo colaboram com a permanência das inúmeras formas de agressão.<br><br><strong>- O segundo argumento: </strong> A lentidão e a burocracia do sistema punitivo colaboram com a permanência das inúmeras formas de agressão.<br><strong><br>4. Referenciais teóricos, literários, históricos, cinematográficos, geográficos, etc: autor e obra : </strong>Sociologo Emile Durkheim, Lei Maria da Penha, Delegacia da Mulher, escritor Oscar Wilde.<strong><br><br>5. Conclusão: O direito das mulheres sofre inúmeras injustiças na sociedade brasileira.</strong><br><strong>Proposta de<br>intervenção: O g</strong>overno deve fazer parceria com as ONGs, em que elas possam encaminhar, mais rapidamente, os casos de agressões às Delegacias da Mulher e o Estado fiscalizar severamente o andamento dos processos.<br>a) Presidente<br>b) Parceria com ONGs<br>c) Com as parcerias, as ONGs podem encaminhar mais rapidamente casos de agressões à mulheres. <br>d) Rapido encaminhamento de casos<br>e) Detalhamento <br><strong>6. Coesão textual: </strong>De acordo, desse modo, contudo, ao longo, dessa forma, logo, nesse sentido, sendo assim, além dessa, assim, para que.<br><strong>7. Plano de texto : </strong><br><strong>8.</strong> A que ano do vestibular do Enem corresponde o texto por vocë analisado?<br>2015</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 14:29:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379469632</link>
         <description><![CDATA[<div>Análise de redação</div><div><strong>1. Tema: feminismo</strong><br><strong>2. Tese: violação a dignidade feminina historicamente</strong><br><strong>3. Argumentação: acontecimentos no dia a dia com mulheres em seus respectivos lugares</strong><br><strong>- Primeiro argumento:violação a dignidade feminina historicamente </strong><br><strong>- O segundo argumento: violação a dignidade feminina hoje em dia <br>4. Referenciais teóricos, literários, históricos, cinematográficos, geográficos, etc: </strong>francesa Simone de Beauvoir.<strong><br>5. Conclusão:</strong>Congresso Nacional é a tipificação do feminicídio como crime de ódio e hediondo, no intuito de endurecer as penas para os condenados e assim coibir mais violações.<br><strong>6. Coesão textual: </strong>expoente, dignidade, problematica, etc<strong> </strong><br><strong>7. Plano de texto :</strong> o autor do texto se posiciona criticando o empoderamento feminino ja no segundo argumento ele critica o governo e na coclusão ele volta a falar de agressões na violencia e coclue tudo<br><strong>8. A que ano do vestibular do Enem corresponde o texto por vocë analisado?<br></strong>o ano de 2015</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 14:29:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Análise da redação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379472126</link>
         <description><![CDATA[<div>Análise de redação</div><div><strong>1. Tema: </strong><br><strong>2. Tese: </strong><br><strong>3. Argumentação: </strong><br><strong>- Primeiro argumento:</strong><br><strong>- O segundo argumento:<br>4. Referenciais teóricos, literários, históricos, cinematográficos, geográficos, etc: autor e obra <br>5. Conclusão:</strong><br><strong>Proposta de<br>intervenção:</strong><br>a)Agente <br>b) Ações <br>c) Modo ou meio<br>d) Efeito<br>e) Detalhamento <br><strong>6. Coesão textual: </strong><br><strong>7. Plano de texto : </strong><br><strong>8.</strong> A que ano do vestibular do Enem corresponde o texto por Você analisado?<br>2015<br><br>1. Tema: Publicidade infantil.<br>2. Tese: O autor acredita que as crianças devem ser supervisionadas pelos pais e o governo deve investir em políticas públicas que atuem como construtoras de uma ''consciência mirim''.<br>3. Argumentação: <br>- Primeiro argumento: O sociólogo Michel Foucault afirma que 'nada é político, tudo é politizável, tudo pode tornar-se político'. A publicidade politiza o que é imprescindível ao consumidor à medida que abarca a função apelativa associada à linguagem empregada na disseminação da imagem de um produto, persuadindo o público-alvo a adquiri-lo. Ao focar no público infantil, os meios publicitários elencam os códigos e as características do cotidiano da criança, isto é, assumem o habitus – conceito de Pierre Bourdieu, definido como 'princípios geradores de práticas distintas e distintivas' – típico dessa faixa etária: o desenho animado da moda, o jogo eletrônico socialmente compartilhado, o brinquedo de um famoso personagem da mídia, etc. <br>- O segundo argumento: Por outro lado, a criança necessita de um espaço que a permita crescer de modo saudável, ou seja, com qualidade de vida. Os abusos publicitários afetam essa prerrogativa: ao promoverem o consumo exarcebado, causam dependência material, submetendo crianças a um círculo vicioso de compras, no qual, muitas vezes, os pais não podem sustentar.<br>4. Referenciais teóricos, literários, históricos, cinematográficos, geográficos, etc: autor e obra- O autor cita algumas pessoas entre elas estão sociólogo Michel Foucault e Pierre Bourdieu.<br><strong>5. Conclusão:</strong><br><strong>Proposta de<br>intervenção:<br></strong>a)Agente:<br> <br>b) Ações:Em adição, os pais devem estar atentos aos elementos apropriados pelos seus filhos em propagandas, estimulando o espírito crítico deles, a contribuir para a futura cidadania que os espera."<br> <br>c) Modo ou meio:O governo deve investir em políticas públicas que atuem como construtoras de uma 'consciência mirim', através de meios didáticos a fomentar a imaginação da criança, orientando-a na recepção de informações que a cercam<br><br>d) Efeito: mostra o quão errado esta a publicidade infantil.<br><br>e) Detalhamento: e reforçado com aparições de autores e psicólogos famosos.<br> <br><strong>6. Coesão textual: <br>a) dentro do parágrafo: texto alinhado<br>b) entre parágrafos: texto alinhado</strong><br><strong>7. Plano de texto : texto alinhado com introdução, dois argumentos um a favor e outro contra e uma conclusão</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 14:34:29 UTC</pubDate>
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         <title>Analise da redação </title>
         <author>matheus_boturao</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/379480519</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1. Tema: </strong> Publicidades infantil.<strong><br> </strong>O jeito que as crianças são tratadas.<br><strong>2. Tese:  </strong>Muitas vezes as propagandas divulgam o que não é próprio para o consumo de uma criança, às vezes são alimentos não saudáveis, outras vezes  brinquedos caros que não podem ser comprado por todas as classes sociais que tem acesso a propaganda.<strong><br><br></strong><br><strong>3. Argumentação: </strong><br><strong>- Primeiro argumento:</strong>No Brasil, a maior parte das propagandas se referem a alimentos caros e não próprios para uma criança, e a estimulam para esse consumo, sem alerta para qualquer mau que podem causar. <br><strong>- O segundo argumento:</strong>Muitos cientistas, psicólogos, nutricionistas criticam esse meio de comunicação que não divulga livros, estudos sobre o que e saudável. <strong><br>4. Referenciais teóricos, literários, históricos, cinematográficos, geográficos, etc: autor e obra <br></strong>O Ministério da Infância Juventude tem critérios para esse meio de comunicação. Mas é fácil de se perceber que não é respeitado pois esse material continua sendo publicado.<br>Segundo, Platão, ¨O importante não é viver, mas viver bem¨, de forma saudável o que não e possível com tanta informação para uma criança que não sabe escolher ainda o que é melhor para a sua formação.<strong><br><br>5. Conclusão:</strong> A vida torna-se melhor quando estamos em um ambiente familiar, temos uma alimentação saudável, leituras positivas e divertimentos adequados. Publicidade para isso não existe talvez porque não exija despesas.Porém certamente e a melhor maneira de se viver bem.<br> <br><strong>Proposta de<br>intervenção:</strong><br>a)Agente:Para desestimular as propagandas inadequadas devemos ter mais acesso direto com as crianças,<br>b) Ações: Para conseguir esse acesso o ideal e ter mais dialogo na família.<br>c) Modo ou meio: As crianças deveriam ver menos  televisão e ter mais relações com a família<br>d) Efeito: Isso faria com que as crianças tivessem mais conhecimento do certo e o errado e saberia a realidade da família.<br>e) Detalhamento: Se existirem melhores diálogos com a família divulgação, de livro, o consumismo diminuirá e consequentemente as crianças serão menos afetadas.<br><strong>6. Coesão textual: </strong><br><strong>7. Plano de texto : </strong><br><strong>8.</strong> A que ano do vestibular do Enem corresponde o texto por você analisado?<br>2015</div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-03 14:48:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/382181102</link>
         <description><![CDATA[<div>Análise de redação</div><div><strong>1. Tema: </strong>violencia contra a mulher <br><br><strong>2. Tese: </strong>Defender a mulher <br><br></div><ol><li><strong>3. Argumentação: </strong> </li><li><strong>- Primeiro argumento:</strong> Nesse sentido, dois aspectos fazem-se relevantes: o legado histórico cultural e o desrespeito às leis.<br>Segundo a História, a mulher sempre foi vista como inferior e submissa ao homem. Comprova-se isso pelo fato de elas poderem exercer direitos políticos, ingressarem no mercado de trabalho e escolherem suas próprias roupas muito tempo </li></ol><div><br><strong>- O segundo argumento:</strong>Esse cenário, juntamente aos inúmeros casos de violência contra as mulheres, corroboram a ideia de que elas são vítimas de um legado histórico-cultural. Nesse ínterim, a cultura machista prevaleceu ao longo dos anos a ponto de enraizar-se na sociedade contemporânea, mesmo que de forma implícita, à primeira vista.<strong><br><br>4. Referenciais teóricos, literários, históricos, cinematográficos, geográficos, etc: autor e obra <br></strong>a) leis da constituição <br>b)legado historico cultural <strong><br><br>5. Conclusão:</strong><br><strong>Proposta de<br>intervenção:<br></strong>a)Agente: dever do estado de proteger e impor leis <br> <br>b) Ações: criar campanhas de combate à violência, além de impor leis mais rígidas e punições mais severas para aqueles que não as cumprem. Some-se a isso investimentos em educação, valorizando e capacitando os professores<br> <br>c) Modo ou meio: essa mudança seria feita por meio da intervenção do estado <br><br>d) Efeito: formar cidadãos mais comprometidos em garantir o bem-estar da sociedade como um todo.<br><br>e) Detalhamento:Desse modo, medidas fazem-se necessárias para solucionar a problemática.<br> <br><strong>6. Coesão textual: <br>a) dentro do parágrafo: algumas ideias estavam mal articuladas <br>b) entre parágrafos: um paragrafo seguiu bem ao outro </strong><br><strong>7. Plano de texto : </strong><br><strong>8.</strong> A que ano do vestibular do Enem corresponde o texto por vocë analisado?<br>2015</div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-10 14:31:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/382181102</guid>
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         <title>Análise de redação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/382195722</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1. Tema: </strong>Feminismo</div><div><br><strong>2. Tese: </strong>O autor defende o feminismo. Uma sociedade só progride quando ocorre uma mobilização ao redor desse problema. Ainda é presente violência contra a mulher no Brasil mesmo tendo já ocorrido bastante avanço em relação a isso.</div><div><br><strong>3. Argumentação: </strong><br><strong>- Primeiro argumento: </strong>É uma questão emocional, ou seja, o medo, é uma causa que desencoraja inúmeras denúncias de mulheres, muitas vezes, a suposta submissão econômica da figura feminina agrava o desconforto. <strong><br></strong><br><strong>- O segundo argumento:</strong> O medo de uma retaliação do agressor e a “vergonha social”, o que desestimula a busca por justiça e por direitos, peças-chave na manutenção de qualquer democracia.<strong><br><br>4. Referenciais teóricos, literários, históricos, cinematográficos, geográficos, etc: autor e obra <br>a) </strong>Iluminismo<strong><br><br>b)</strong>Lei Maria Da Penha<strong><br><br>c)</strong>Revolução  Francesa  <strong><br><br>5. Conclusão:</strong><br><strong>Proposta de<br>intervenção:<br></strong>a)Agente: O governo, a mídia, escolas e ONGs.<br><br>b) Ações: Fazer valer as leis já existentes, oriundas de inúmeros discursos democráticos. Instigar mais denúncias – cumprindo, assim, importante papel social. Proposta de palestras a pais e alunos que discutam essa situação de maneira clara e eficaz. <br> <br>c) Modo ou meio: leis, palestras e investigar as denúncias </div><div><br>d) Efeito: Dessa forma a violência contra a mulher se faça presente apenas em futuros livros de história e a sociedade brasileira possa transformar os ideais iluministas em prática, e não apenas em teoria. <br><br>e) Detalhamento: Sendo assim há a melhorara na qualidade de vida das mulheres, fazendo assim com que elas tenham os mesmos direitos dos homens.<br><br><strong>6. Coesão textual: <br>a) dentro do parágrafo: </strong>No entanto, percebe-se, entretanto,  a questão, em outros casos, por muito tempo. <strong><br>b) entre parágrafos:</strong>Em uma primeira abordagem. Em uma análise mais aprofundada. Torna-se evidente. Talvez dessa forma.<br><strong>7. Plano de texto :</strong> Uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. Muitos importantes passos já foram dados na tentativa de se reverter esse quadro. <br>Ainda que leis como a “Maria da Penha” tenham contribuído bastante para o crescimento do número de denúncias relacionadas à diversos tipos de violência, ainda há uma limitação. <br>O medo, é uma causa que desencoraja inúmeras denúncias, “vergonha social” também pode desestimular a busca por justiça e por direitos.<br>Por muito tempo, a mulher foi vista como um ser subordinado, fazendo assim com que haja continuidade da suposta “diminuição” da figura feminina, o que eventualmente acarreta a manutenção de práticas de violência. <br>Devemos ter mais leis, palestras e investigação as denúncias que façam melhorar essa condição.<br>Assim a violência contra a mulher se faça presente apenas em futuros livros de história e a sociedade brasileira possa transformar os ideais iluministas em prática, e não apenas em teoria.</div><div><br><strong>8.</strong> A que ano do vestibular do Enem corresponde o texto por você analisado?<br>2015<strong><br><br><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-10 14:44:58 UTC</pubDate>
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         <title>Propaganda infantil </title>
         <author>matheus_boturao</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/382387689</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-09-10 19:37:04 UTC</pubDate>
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         <title>Equilíbrio Aristotélico</title>
         <author>gisagasparotto</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/385308244</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao longo do processo de formação do Estado brasileiro, do século XVI ao XXI, o pensamento machista consolidou-se e permaneceu forte. A mulher era vista, de maneira mais intensa na transição entre a Idade Moderna e a Contemporânea, como inferior ao homem, tendo seu direito ao voto conquistado apenas na década de 1930, com a chegada da Era Vargas. Com isso, surge a problemática da violência de gênero dessa lógica excludente que persiste intrinsecamente ligada à realidade do país, seja pela insuficiência de leis, seja pela lenta mudança de mentalidade social.</div><div><br>É indubitável que a questão constitucional e sua aplicação estejam entre as causas do problema. De acordo com Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga, é possível perceber que, no Brasil, a agressão contra a mulher rompe essa harmonia, haja vista que, embora a Lei Maria da Penha tenha sido um grande progresso em relação à proteção feminina, há brechas que permitem a ocorrência dos crimes, como as muitas vítimas que deixam de efetivar a denúncia por serem intimidadas. Desse modo, evidencia-se a importância do reforço da prática da regulamentação como forma de combate à problemática.</div><div><br>Outrossim, destaca-se o machismo como impulsionador da violência contra a mulher. Segundo Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coercitividade. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que o preconceito de gênero pode ser encaixado na teoria do sociólogo, uma vez que, se uma criança vive em uma família com esse comportamento, tende a adotá-lo também por conta da vivência</div><div>em grupo. Assim, o fortalecimento do pensamento da exclusão feminina, transmitido de geração a geração, funciona como forte base dessa forma de agressão, agravando o problema no Brasil.</div><div><br>Entende-se, portanto, que a continuidade da violência contra a mulher na contemporaneidade é fruto da ainda fraca eficácia das leis e da permanência do machismo como intenso fato social. A fim de atenuar o problema, o Governo Federal deve elaborar um plano de implementação de novas delegacias especializadas nessa forma de agressão, aliado à esfera estadual e municipal do poder, principalmente nas áreas que mais necessitem, além de aplicar campanhas de abrangência nacional junto às emissoras abertas de televisão como forma de estímulo à denúncia desses crimes. Dessa forma, com base no equilíbrio proposto por Aristóteles, esse fato social será gradativamente minimizado no país.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-17 14:13:30 UTC</pubDate>
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         <title>Equilíbrio Aristotélico</title>
         <author>gisagasparotto</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/385308301</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao longo do processo de formação do Estado brasileiro, do século XVI ao XXI, o pensamento machista consolidou-se e permaneceu forte. A mulher era vista, de maneira mais intensa na transição entre a Idade Moderna e a Contemporânea, como inferior ao homem, tendo seu direito ao voto conquistado apenas na década de 1930, com a chegada da Era Vargas. Com isso, surge a problemática da violência de gênero dessa lógica excludente que persiste intrinsecamente ligada à realidade do país, seja pela insuficiência de leis, seja pela lenta mudança de mentalidade social.</div><div><br>É indubitável que a questão constitucional e sua aplicação estejam entre as causas do problema. De acordo com Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga, é possível perceber que, no Brasil, a agressão contra a mulher rompe essa harmonia, haja vista que, embora a Lei Maria da Penha tenha sido um grande progresso em relação à proteção feminina, há brechas que permitem a ocorrência dos crimes, como as muitas vítimas que deixam de efetivar a denúncia por serem intimidadas. Desse modo, evidencia-se a importância do reforço da prática da regulamentação como forma de combate à problemática.</div><div><br>Outrossim, destaca-se o machismo como impulsionador da violência contra a mulher. Segundo Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coercitividade. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que o preconceito de gênero pode ser encaixado na teoria do sociólogo, uma vez que, se uma criança vive em uma família com esse comportamento, tende a adotá-lo também por conta da vivência</div><div>em grupo. Assim, o fortalecimento do pensamento da exclusão feminina, transmitido de geração a geração, funciona como forte base dessa forma de agressão, agravando o problema no Brasil.</div><div><br>Entende-se, portanto, que a continuidade da violência contra a mulher na contemporaneidade é fruto da ainda fraca eficácia das leis e da permanência do machismo como intenso fato social. A fim de atenuar o problema, o Governo Federal deve elaborar um plano de implementação de novas delegacias especializadas nessa forma de agressão, aliado à esfera estadual e municipal do poder, principalmente nas áreas que mais necessitem, além de aplicar campanhas de abrangência nacional junto às emissoras abertas de televisão como forma de estímulo à denúncia desses crimes. Dessa forma, com base no equilíbrio proposto por Aristóteles, esse fato social será gradativamente minimizado no país.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-17 14:13:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/385329664</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1. Tema:  Publicidade infantil<br></strong><br><strong>2. Tese:  </strong>O uso da <em>crianças</em> em propagandas<strong><br></strong><br><strong>3. Argumentação: </strong><br><strong>- Primeiro argumento:  </strong>Em primeiro lugar, nota-se que as propagandas voltadas ao público mais jovem podem influir nos hábitos alimentares, podendo alterar, consequentemente, o desenvolvimento físico e a saúde das crianças.<strong><br></strong><br><strong>- O segundo argumento: </strong>O consumo de brinquedos e aparelhos eletrônicos modifica os hábitos comportamentais de muitas crianças que, para conseguir acompanhar as novas brincadeiras dos colegas, pedem presentes cada vez mais caros aos pais<strong> <br><br>4. Referenciais teóricos, literários, históricos, cinematográficos, geográficos, etc: autor e obra <br>a)   </strong>não ah referencial <strong><br>b)<br><br>5. Conclusão:</strong><br><strong>Proposta de<br>intervenção:<br></strong>a)Agente:  Governo federal e o terceiro setor <br> <br>b) Ações: regular os conteúdos veiculados nas campanhas publicitárias, para que essas não tentem convencer pessoas que ainda não têm o senso crítico desenvolvido.<br> <br>c) Modo ou meio: ele deve multar as empresas publicitárias que não respeitarem suas determinações<br><br>d) Efeito: Com esses atos, a publicidade infantil deixará de ser tão prejudicial<br><br>e) Detalhamento: crianças brasileiras poderão crescer e se desenvolver de forma mais saudável."<br> <br><strong>6. Coesão textual: <br></strong>nesse contexto, quando, que, por exemplo, pois.<br><strong>7. Plano de texto :  <br>8-  A que ano do vestibular do Enem corresponde o texto por você analisado?<br></strong>2015<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-17 14:39:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/385329999</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1. Tema:  Feminicídio e tratamento desigual para as mulheres <br></strong><br><strong>2. Tese: Injustiça dos direitos das mulheres no Brasil e agressão sobre elas<br></strong><br><strong>3. Argumentação: </strong><br><strong>- Primeiro argumento: mulheres não tem espaço no mercado de trabalho e recebem menos que homens exercendo a mesma função<br></strong><br><strong>- O segundo argumento: Sociedade machista e mulheres sofrem agresssões orais, sociais e físicas<br><br>4. Referenciais teóricos, literários, históricos, cinematográficos, geográficos, etc: autor e obra <br>Dados de pesquisas jornalisticas.<br>5. Conclusão:</strong><br><strong>Proposta de<br>intervenção:<br></strong>a)Agente: Presidente<br> <br>b) Ações: Leis para proteger as mulheres no dia a dia<br> <br>c) Modo ou meio: Reger leis <br><br>d) Efeito:melhorar a vida das mulheres na sociedade<br><br>e) Detalhamento:<br> <br><strong>6. Coesão textual: <br>a) dentro do parágrafo:<br>b) entre parágrafos:</strong><br><strong>7. Plano de texto : </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-17 14:39:35 UTC</pubDate>
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         <title>Análise de redação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/385330077</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>1. Tema: </strong>violência contra gêneros<br><strong><br>2. Tese: </strong>a violência contra as mulheres e outros gêneros ocorre principalmente pela falta de leis e pela formação do Brasil<strong><br></strong><br><strong>3. Argumentação: </strong><br><strong>- Primeiro argumento: </strong>De acordo com Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga, é possível perceber que, no Brasil, a agressão contra a mulher rompe essa harmonia.<br>Desse modo, evidencia-se a importância do reforço da prática da regulamentação como forma de combate à problemática.<br><strong>- O segundo argumento: </strong> o machismo como impulsionador da violência contra a mulher.<strong><br><br>4. Referenciais teóricos, literários, históricos, cinematográficos, geográficos, etc: autor e obra <br>a)</strong> Filósofo Aristóteles<br><strong>b) </strong>Era Vargas <br><strong>c) </strong>Lei Maria da Penha<br><strong>d) </strong>Durkheim<strong><br><br>5. Conclusão:</strong><br><strong>Proposta de<br>intervenção:<br>a)Agente:</strong> Governo Federal<br> <br><strong>b) Ações: </strong>implementar novas delegacias especializadas contra a agressão de gêneros<br> <br><strong>c) Modo ou meio: </strong>campanhas de abrangência nacional junto às emissoras abertas de televisão<br><br><strong>d) Efeito:</strong> Minimiza as violências contra as pessoas mais afetadas por esse problema, além de manter  segurança das pessoas<br><br><strong>e) Detalhamento:</strong> Estimula as vítimas a fazerem denúncias<br> <br><strong>6. Coesão textual: <br>a) dentro do parágrafo: </strong>como, com a, tendo, com isso, seja<strong><br>b) entre parágrafos: </strong>desse modo,<strong> </strong>Outrossim, entende-se, dessa forma<br><strong>7. Plano de texto : </strong>problemática da violência de gênero dessa lógica excludente que persiste intrinsecamente ligada à realidade do país, seja pela insuficiência de leis, seja pela lenta mudança de mentalidade social. Por isso o Governo Federal deve elaborar um plano de implementação de novas delegacias especializadas nessa forma de agressão, aliado à esfera estadual e municipal do poder, principalmente nas áreas que mais necessitem, além de aplicar campanhas de abrangência nacional junto às emissoras abertas de televisão como forma de estímulo à denúncia desses crimes.<br><br><br></div><div><br></div><div>add</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-17 14:39:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/385330128</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1. Tema: Influencia das empresas em criancas e como os pais lidam com isso<br></strong><br><strong>2. Tese: Que essa publicidade e influencia de empresas devem acabar<br></strong><br><strong>3. Argumentação: </strong><br><strong>- Primeiro argumento:<br>Essas empresas publicitarias Influenciam criancas de um jeito que os pais nao querem que a influenciem<br></strong><br><strong>- O segundo argumento:<br>Os pais nao acham que esses brinquedos agregam valor nas criancas<br><br>4. Referenciais teóricos, literários, históricos, cinematográficos, geográficos, etc: autor e obra <br>a) Comparacao com os tempos em Esparta<br>b)<br><br>5. Conclusão:</strong><br><strong>Proposta de<br>intervenção:<br>Parar com a fabricacao desses brinquedos de empresas publicitarias<br></strong>a)Agente:<br>Governo<br> <br>b) Ações:<br>uma adequação ao projeto pedagógico brasileiro: aulas de filosofia e sociologia, colocadas na base da escola.<br>c) Modo ou meio:<br>em escolas<br><br>d) Efeito:<br>ensinariam aos jovens como a mídia de comporta. <br> <br><br><br>e) Detalhamento:<br> Dessa forma, a sociedade irá crescer e se desenvolver de forma mais humana e menos financeira<br> <br><strong>6. Coesão textual: <br>a) dentro do parágrafo: Porem, Estas, Este, Dessa forma.<br>b) entre parágrafos: </strong><br><strong>7. Plano de texto : O autor comeca o texto fazendo uma comparacao entre Esparta e os dias atuais, depois passa explicando sobre as empresas publicitarias, depois reacao dos pais e por fim finaliza com uma medida que ele acha que tem que tomada.</strong><br><strong>8.</strong> A que ano do vestibular do Enem corresponde o texto por vocë analisado?<br>2015</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-17 14:39:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/385330128</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>gabriel_cavalcanti</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/385330301</link>
         <description><![CDATA[<div>Análise de redação</div><div><strong>1. Tema: <br></strong>Machismo na sociedade<br><br><strong>2. Tese: <br></strong>A mulher é desfavorecida na sociedade, tanto nos seus direitos de votar e sua segurança.<br><br><strong>3. Argumentação: </strong><br><strong>- Primeiro argumento:<br></strong>Exclusão da mulher nas decisões políticas e sociais, inclusive do voto.<strong><br></strong><br><strong>- Segundo argumento:<br></strong>Exposta à violência devido à roupa que estava vestindo.<strong><br><br>4. Referenciais teóricos, literários, históricos, cinematográficos, geográficos, etc: autor e obra <br>a) </strong>Notícias sobre assédio sexual sofrido por mulheres em espaços públicos, como o metrô paulista.<strong><br><br>5. Conclusão: </strong>o preconceito em relação com a mulher é muito bem visível à todos, e as mulheres conseguiram tudo o que já eram delas por meio dos números, o que eu acho preocupante. Se uma pessoa individual está sofrendo um tipo de discriminação, ela não conseguirá se defender pelo fato de que é apenas um indivíduo.<br><br><strong>Proposta de intervenção: </strong>ouvir a voz de todos e interpretá-la para determinar a seriedade e então resolvê-la de acordo.<strong><br><br>a)Agente:</strong> Estado, sociedade civil, <br> <br><strong>b) Ações:</strong> Apoio às mulheres e os movimentos feministas.<br> <br><strong>c) Modo ou meio:</strong> Lei.<br><br><strong>d) Efeito:</strong> Acolhimento e atendimento à vítima, punição ao violentador.<br><br><strong>e) Detalhamento:</strong> Estado e sociedade aliados podem acabar com a violência à mulher.<br><br><strong>6. Coesão textual: </strong>diante desse fato, devido, para esse fim, dessa maneira.<br><br><strong>a) dentro do parágrafo: </strong>visto que, diante desse fato, para esse fim, cabe, dessa maneira.<br><strong><br>b) entre parágrafo: </strong>devido.<br><br><strong>7. Plano de texto: </strong>Primeiro parágrafo começa com argumentos históricos, e que esse tipo de comportamento ainda existe nos dias atuais.<br>No segundo parágrafo é explicado como esse tipo de comportamento continua nos dias de hoje, e como ele é influenciado pela mídia.<br>Já no terceiro parágrafo, é explicado como isso afeta a mulher e reforça o fato de que a sociedade é machista.<br>Quarto parágrafo se conclui de como esse tipo de preconceito e mal tratamento pode ser combatido.<strong><br><br>8. A que ano do vestibular do Enem corresponde o texto por você analisado?</strong><br>2016.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-17 14:39:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/385330304</link>
         <description><![CDATA[<div>Análise de redação</div><div><strong>1. Tema: <br>"Falsa" igualdade de gênero</strong><br><strong>2. Tese: <br></strong>O autor defende a ideia de que as mulheres tem que ter o mesmo direito dos homens, tanto os homens quanto as mulheres precisam ser tratados de forma igual, com o mesmo respeito e os mesmos direitos.<br><strong>3. Argumentação: </strong><br><strong>- Primeiro argumento:<br></strong>Algumas medidas como a criação da lei Maria da Penha e da Delegacia da Mulher, apesar de auxiliarem na fiscalização contra a violência ao sexo feminino, são insuficientes e pouco eficazes, algo comprovado através da alta taxa de feminicídios ocorridos em nosso país, além dos enormes índices de relatos de vítimas de violência.<br><strong>- O segundo argumento:<br></strong>A cultura machista em que vivemos dissemina valores como a culpabilização da vitima: muitas vezes, a mulher se cala porque pensa que é a culpada pela violência que sofre. Acredita-se que apenas a violência física e sexual deve ser denunciada, ou que a opressão moral é algo comum. A passividade diante de tais situações cede espaço para o crescimento de comportamentos violentos dentro da sociedade.<strong><br>4. Referenciais teóricos, literários, históricos, cinematográficos, geográficos, etc: autor e obra <br>a) </strong>Lei Maria da Penha <strong><br>b) </strong>Delegacia da Mulher<strong><br><br>5. Conclusão:</strong><br><strong>Proposta de<br>intervenção:<br></strong>a)Agente: O governo, os que praticam a violência, a mídia e as escolas<br> <br>b) Ações: O governo pode interferir mudando as leis, criando as leis e fazendo valer as leis que já existem. Os que praticam a violência contra a mulher podem mudar isso pensando melhor antes de agir, dividir o que é certo do que é errado. A mídia pode interferir divulgando mais os acontecimentos, as violências e as punições para quem as pratica. E por fim, as escolas podem mudar isso ensinando melhor as crianças, falando o que é certo e o que é errado.<br> <br>c) Modo ou meio: Ensinos, leis, entrevistas, palestras, denúncias e etc...<br><br>d) Efeito: Desse jeito, a violência contra as mulheres vai acontecer cada vez menos, pois as pessoas já vão ter mais conhecimento,já vão saber o porque não fazer e entender as consequências disso<br><br>e) Detalhamento: Se a violência se tornar um acontecimento raro, as mulheres vão ter mais liberdade, vão poder se sentir menos preocupadas e sem medo e sentir que têm os mesmos direitos dos homens <br> <br><strong>6. Coesão textual: <br>a) dentro do parágrafo: </strong>apesar de, sendo assim, em outros casos, no entanto.<strong><br>b) entre parágrafos: </strong>É inegável o fato de que; O aumento notório; Com o afastamento; A cultura machista; Tendo em vista <br><strong>7. Plano de texto : </strong>A sociedade só vai pra frente se todos quiserem mudar, aceitarem novas regras e entender o problema do outro como seu.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-17 14:39:52 UTC</pubDate>
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         <title>Análise da Redação</title>
         <author>enrico_buoro</author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/385334496</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1. Tema:  Violência contra mulher<br></strong><br><strong>2. Tese:  A violência contra a mulher ocorre por conta da fraca eficacia de leis, e da permanência do machismo na sociedade<br></strong><br><strong>3. Argumentação: </strong><br><strong>- Primeiro argumento: A sociedade brasileira tem o machismo como um fator predominante, desde a sua formação <br></strong><br><strong>- O segundo argumento: A politica deve ser usada de um modo que por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade, segundo Aristóteles <br><br>4. Referenciais teóricos, literários, históricos, cinematográficos, geográficos, etc: autor e obra <br>a) Aristóteles<br>b) Era Vargas<br><br>5. Conclusão:</strong><br><strong>Proposta de<br>intervenção:<br></strong>a)Agente: Governo Federal<br> <br>b) Ações: Elaborar um plano de implementação de novas delegacias especializadas, em áreas mais necessitadas<br> <br>c) Modo ou meio: Campanhas em rede de TV nacional, para ajudar o combate a este tipo de violência.<br><br>d) Efeito: Melhorar a segurança nacional,  e a educação da sociedade por meio do combate ao estupro<br><br>e) Detalhamento: Formas que a policia pode assegurar uma melhora significativa na diminuição do numero de casos<br> <br><strong>6. Coesão textual: <br>a) dentro do parágrafo: com isso, com a, como<br>b) entre parágrafos: dessa forma, desse modo</strong><br><br><strong>7. Plano de texto : <br>Problema da violência em geral contra a mulher, seja domestica, no trabalho ou em qualquer ambiente. Este assunto também traz falhas da sociedade, como o sexismo e o machismo, que, infelizmente são vistos em todos os cenários. É dever do Estado ajudar a combater essas ideologias, e violências, com planos em colaboração com a policia e os municípios, e campanhas que abrangem todo o pais, para todos terem conhecimento do assunto.</strong><br><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-17 14:43:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Análise de redação<br>1. Tema: <br>Economia Capitalista<br>2. Tese: <br>Capitalismo gera mudanças no planeta principalmente ambientalmente e capitalmente pois influencia a compra exagerada.<br>3. Argumentação: Capitalismo é ruim ao meio ao meio ambiente<br>- Primeiro argumento: Brasileiros nao sao educados economicamente entao crescem e cuidam do dinheiro de maneira desorganizada<br><br>- O segundo argumento: influenciados pelas empresas, e ate outros paises, jovens se tornam cada vez mais consumistas<br><br>4. Referenciais teóricos, literários, históricos, cinematográficos, geográficos, etc: autor e obra <br>a) Fim da guerra fria<br>b)<br><br>5. Conclusão:<br>Proposta de<br>intervenção:<br>a)Agente:<br> <br>b) Ações:<br> <br>c) Modo ou meio:<br><br>d) Efeito:<br><br>e) Detalhamento:<br> <br>6. Coesão textual: <br>a) dentro do parágrafo:<br>b) entre parágrafos:<br>7. Plano de texto : </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-17 14:43:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>1. Tema: <br>Abuso as mulheres </strong><br><strong>2. Tese:<br>A mulher ou qualquer sexo tem que ser respeitado igualmente  <br></strong><br><strong>3. Argumentação: </strong><br><strong>- Primeiro argumento:<br>"frágil ou sensível" </strong><br><strong>- O segundo argumento:<br>"Estavam pedindo por isso"<br>4. Referenciais teóricos, literários, históricos, cinematográficos, geográficos, etc: autor e obra <br>a)mulheres que foram abusadas <br>b)mulheres <br><br>5. Conclusão:</strong><br><strong>Proposta de<br>intervenção:<br></strong>a)Agente:<br> <br>b) Ações:<br> <br>c) Modo ou meio:<br><br>d) Efeito:<br><br>e) Detalhamento:<br> <br><strong>6. Coesão textual: <br>a) dentro do parágrafo:<br>b) entre parágrafos:</strong><br><strong>7. Plano de texto : </strong><br><br></div><div><br></div><div>add</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-17 14:46:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>1. Tema: Revolução Industrial<br></strong><br><strong>2. Tese: Revolução Industrial<br></strong><br><strong>3. Argumentação: </strong><br><strong>- Primeiro argumento: Mercado consumidor<br></strong><br><strong>- O segundo argumento:<br>Abuso da iluão <br>4. Referenciais teóricos, literários, históricos, cinematográficos, geográficos, etc: autor e obra <br>a) Karl Max<br>b)Conselho nacional do direito a criança<br><br>5. Conclusão:</strong><br><strong>Proposta de<br>intervenção:<br></strong>a)Agente:<br> <br>b) Ações:<br> <br>c) Modo ou meio:<br><br>d) Efeito:<br><br>e) Detalhamento:<br> <br><strong>6. Coesão textual: <br>a) dentro do parágrafo:como,com isso seja <br>b) entre parágrafos:desse modo tende se dessa maneira</strong><br><strong>7. Plano de texto : esse texto conta o como o mercado consumidor funciona até hoje</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-17 14:50:22 UTC</pubDate>
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         <title>Temz</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/385370059</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-09-17 15:26:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/385370073</link>
         <description><![CDATA[<div>Análise de redação<br>1. Tema:  O tema do texto é uma descrição do livro ´O jogo da imitação´<br><br>2. Tese:  O texto fala sobre o que  o livro representa, e um pouco sobre a ´mensagem´ que o livro quer passar.<br><br>3. Argumentação: <br>- Primeiro argumento:<br>Fala sobre o personagem e como ele é relacionado ao Hitler.<br>- O segundo argumento:<br>Fala sobre o mundo virtual e como você deveria tomar cuidado com as redes sociais.<br>4. Referenciais teóricos, literários, históricos, cinematográficos, geográficos, etc: autor e obra <br>a) Época do Hitler.<br>b) <br><br>5. Conclusão:<br>Proposta de<br>intervenção:<br>a)Agente:<br> <br>b) Ações:<br> <br>c) Modo ou meio:<br><br>d) Efeito:<br><br>e) Detalhamento:<br> <br>6. Coesão textual: <br>a) dentro do parágrafo:<br>b) entre parágrafos:<br>7. Plano de texto : <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-17 15:26:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/385370864</link>
         <description><![CDATA[<div>Análise de redação<br>1. Tema: <br><br>2. Tese: <br><br>3. Argumentação: <br>- Primeiro argumento:<br><br>- O segundo argumento:<br><br>4. Referenciais teóricos, literários, históricos, cinematográficos, geográficos, etc: autor e obra <br>a)<br>b)<br><br>5. Conclusão:<br>Proposta de<br>intervenção:<br>a)Agente:<br> <br>b) Ações:<br> <br>c) Modo ou meio:<br><br>d) Efeito:<br><br>e) Detalhamento:<br> <br>6. Coesão textual: <br>a) dentro do parágrafo:<br>b) entre parágrafos:<br>7. Plano de texto : <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-17 15:26:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/385374955</link>
         <description><![CDATA[<div>Análise de redação<br>1. Tema:  violencia contra mulheres no Brasil<br><br>2. Tese: <strong>violação a dignidade feminina historicamente</strong><br><br>3. Argumentação: <br>- Primeiro argumento: <strong>violação a dignidade feminina historicamente</strong><br><br>- O segundo argumento:<strong> violação a dignidade feminina hoje em dia </strong><br><br>4. Referenciais teóricos, literários, históricos, cinematográficos, geográficos, etc: autor e obra <br>a)<strong> </strong>francesa Simone de Beauvoir.<br><br><br>5. Conclusão: Congresso Nacional é a tipificação do feminicídio como crime de ódio e hediondo, no intuito de endurecer as penas para os condenados e assim coibir mais violações.<br> <br>6. Coesão textual: expoente, dignidade, problematica, etc<br>7. Plano de texto : o autor do texto se posiciona criticando o empoderamento feminino ja no segundo argumento ele critica o governo e na coclusão ele volta a falar de agressões na violencia e coclue tudo<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-17 15:32:12 UTC</pubDate>
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         <title>Análise de redação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/gisagasparotto/2tgdo6oz7vp4/wish/385478570</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>1. Tema: <br></strong><br><strong>2. Tese: <br></strong><br><strong>3. Argumentação: </strong><br><strong>- Primeiro argumento:<br></strong><br><strong>- O segundo argumento:<br><br>4. Referenciais teóricos, literários, históricos, cinematográficos, geográficos, etc: autor e obra <br>a)<br>b)<br><br>5. Conclusão:</strong><br><strong>Proposta de<br>intervenção:<br></strong>a)Agente:<br> <br>b) Ações:<br> <br>c) Modo ou meio:<br><br>d) Efeito:<br><br>e) Detalhamento:<br> <br><strong>6. Coesão textual: <br>a) dentro do parágrafo:<br>b) entre parágrafos:</strong><br><strong>7. Plano de texto : </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-17 17:40:06 UTC</pubDate>
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