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      <title>Atividade sobre a Patrística by BRUNO BERTI DA CRUZ RIBAS</title>
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      <description>Bruno Berti da Cruz Ribas e;
Thayná Rayane Tiburski 
ADMEM 302</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-08-15 19:44:14 UTC</pubDate>
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         <title>Link para o arquivo no Google Documentos:</title>
         <author>4543779176</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://docs.google.com/document/d/1OpkdcV74SmmqTNFzD9f6kTemBoavJo6LtaJdP3Wo1To/edit">https://docs.google.com/document/d/1OpkdcV74SmmqTNFzD9f6kTemBoavJo6LtaJdP3Wo1To</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-15 19:44:24 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade sobre a Patrística</title>
         <author>4543779176</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para Santo Agostinho, a relação entre corpo e alma se dá pelo domínio da alma sobre o corpo, este seria o estado natural da pessoa, a alma é imortal pelo fato de ser o elemento que liga o homem a Deus, a alma é a sede da razão e a prova da manifestação divina no homem.<br>Segundo Agostinho, o natural é o domínio da alma sobre o corpo, portanto se o corpo tenta dominar a alma, se denomina o pecado, ocorrendo assim a mudança do estado eterno da alma, para o estado de transição, juntamente com todo o mundo materializado.<br>Ele também definiu que a alma é o elemento que traz vida à matéria, tendo sua forma vinda de acordo com a alma. A definição de homem é não dividida entre corpo e alma, são apenas uma coisa, uma unidade, o homem é aquele que faz um caminho e é capaz de buscar Aquele que o criou.<br>A vontade humana é a causadora do mal pelo livre-arbítrio, o que faz o mal ser parte do ser humano, a não privatização do pecado nos faz pecar, para Agostinho, a causa do mal deve ser procurada no próprio homem, não apenas em seus atos externos, mas em sua alma, Agostinho se perguntava se o livre-arbítrio deveria ou não ser dado ao ser humano, assunto esse que recorre em todo o livro II (cap 3 ao 17) do livro Livre-Arbítrio, em busca de uma resposta para o problema.<br>Em uma leitura aprofundada, podemos destacar 3 momentos da vontade do Homem, ditados por Santo Agostinho:<br>No primeiro, há a escolha do Homem para fazer o bem ou o mal, se escolhido o bem, não será possível pecar.<br>No segundo, com a escolha do mal, o Homem corrompe a sua vontade e se faz de servo do pecado, não podendo voltar ao caminho de bem.<br>No terceiro, Deus concede ao homem, o poder para se reconciliar, apenas na vida atual para voltar ao bem, dependendo dele, a aceitação ou não para o caminho do bem.<br>A ética pagã baseava-se no aprimoramento próprio do ser humano, sem a interferência de um Deus, já a graça divina de Agostinho explica que Deus deve interferir para adquirirmos a salvação através dele, sendo assim, a denominada graça divina, não há mérito humano, apenas obras de Deus. É a Graça que aperfeiçoa, cura e santifica o homem.<br>Platão entendia que uma pessoa só pode tomar decisões corretas quando a parte racional da sua alma fala mais alto. Normalmente quando nós somos guiados pelas nossas emoções ou pelo nosso desejo de sentir prazer, nós acabamos sendo precipitados e inconsequentes.<br>Para Platão, a razão tem a finalidade de levar o homem a se voltar para o bem. Em outras palavras, o ser humano deveria buscar aquilo que engrandece a sua alma e abrir mão das coisas materiais ou dos prazeres. Podemos afirmar que, para Platão, o indivíduo ético é aquele que é capaz de governar a si mesmo. Segundo ele, nós só podemos agir de maneira ética quando nós damos ouvido ao nosso lado racional, o qual nos ajuda a tomar decisões mais justas. Essa escolha implica em nós abandonarmos cada vez mais os prazeres das sensações. Além disso, ela também significa deixarmos de agir motivado pelas nossas emoções. Uma pessoa somente pode realizar as melhores ações caso esteja sob a influência da parte racional da alma. Em outras palavras, a ação boa, justa, correta é consequência do uso da razão.<br>Já a ética agostiniana, envolve o conceito de  liberdade e o livre arbítrio da vontade. <br>Enfatizando que o mal não é consequência de fatores políticos ou da natureza humana ou de alguma entidade espiritual.  <br>A ética de Agostinho depende de Deus, ao mesmo tempo ele parte do princípio do “Pecado Original”, essa concepção do pecado transforma o homem em um ser que pode tender ao bem ou ao mal. A ética de Agostinho é compreendida melhor na Obra “A Cidade de Deus” ou a cerca da ideia das “duas cidades”, ele entende que a verdadeira felicidade está na esperança da salvação. A felicidade plena não poderá ser encontrada no plano material, e por isso ela depende da vida eterna. Porém, ao pensar em si mesmo, focar-se no próprio poder, como se fosse o próprio bem os seres humanos decaem ao vício. Agostinho acredita nessa forma de ética, que se remete a Deus, Criador, o princípio e o fim de tudo. Para Agostinho existem os homem que vivem segundo o espírito, e os homens que vivem pela carne.<br>Semelhanças entre os dois tipos de ética destacados:<br>Um outro mundo, o mundo de Deus, embora tenham diferenças de como funcionam, remetem a um mundo perfeito, onde não há o pecado presente, com uma entidade superior (Deus).<br>E, sobretudo, defendem que deve haver preceitos éticos para se alcançar o reino de Deus, ideias superiores que devem ser obedecidas para a ida ao ‘‘novo mundo’’.<br>A principal diferença é que a ética platônica baseia-se em um esforço humano e não na obediência às ordens de uma entidade de natureza divina, ou seja, a adoção de ideias racionais ao invés de ideias misticistas (que Deus implantou).</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-15 19:45:53 UTC</pubDate>
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