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      <title>MPGC - Seminários de TA 2021.02 by Claudia Yoshinaga</title>
      <link>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta</link>
      <description>Exercício de perguntas de pesquisa</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-15 16:11:33 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-09-24 20:45:44 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Investidores brasileiros apresentam efeito avestruz?</title>
         <author>claudiaey</author>
         <link>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta/wish/1679513435</link>
         <description><![CDATA[<div>1) Problema/inquietação: será que o comportamento dos investidores brasileiros afeta a sua performance? Como agimos pode impactar negativamente a rentabilidade dos investimentos? Pioramos as coisas por sermos humanos?<br><br>2) Objetivo: esta pesquisa tem o objetivo de verificar se investidores brasileiros apresentam um viés cognitivo chamado efeito avestruz. Para tanto, serão utilizados os dados de logins de investidores de uma corretora, bem como os seus dados de investimentos e características sociodemográficas.<br><br>3) Justificativa: com o aumento crescente da quantidade de investidores no mercado brasileiro, é fundamental entendermos melhor como que o seu comportamento impacta o desempenho financeiro. A partir dos resultados, pode-se pensar em formas de mitigar o impacto de vieses cognitivos na tomada de decisão.<br><br>4) Conceitos/teorias: para a condução da pesquisa, serão utilizados conceitos de finanças comportamentais. Além disso, serão observados outros potenciais vieses que podem ser testados na base de dados disponível.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-15 16:17:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>janainagrossi_3</author>
         <link>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta/wish/1684458243</link>
         <description><![CDATA[<div>Qual é a relação entre ESG e narcisismo do CEO?</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-18 16:50:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Transição LIBOR &gt; SOFR</title>
         <author>Igorbueno</author>
         <link>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta/wish/1684734308</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Transição LIBOR:SOFR - Quais principais impactos nas operações financeiras contratadas por empresas brasileiras no exterior entre 2018-2020</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>Principal taxa de referência para instituições financeiras globais, a LIBOR - London <em>Interbank Offered Rate</em> está com aposentadoria marcada: 30 de junho de 2023. E com ela, o desafio de encontrar um novo benchmark à altura para o indexador, que possui giro de US$ 400 trilhões ao redor do mundo.</div><div>&nbsp;</div><div>A LIBOR é a taxa mais importante, mais utilizada no mercado. Ela afeta todos os tipos de transação: derivativos, financiamento à exportação, crédito estrangeiro, de forma geral, títulos de dívida, bonds, tudo o que envolve emissões internacionais, e até mesmo contratos internacionais, muitas vezes, têm um índice de correção atrelado à LIBOR</div><div><br><strong>Por que vai mudar? – </strong>O fim da LIBOR foi anunciado em 2017. E o que motivou essa decisão? O primeiro motivo é que, segundo as autoridades monetárias, no cenário pós-crise de 2008 a taxa sofreu uma redução gradativa em seu uso no mercado interbancário. Ou seja, muito embora ainda houvesse referências à LIBOR nos documentos, a captação estava de fato sendo realizada a uma taxa diferente negociada entre os bancos&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>O segundo motivo, menos divulgado, diz respeito aos escândalos mundiais de manipulação da taxa, notadamente os registrados em 2007, 2010 e 2012. A LIBOR é calculada por meio de cotações diárias realizadas com instituições financeiras, e tem sua média divulgada nos principais canais de informação para o mercado. Os escândalos revelaram conluios entre conglomerados financeiros para manipular a taxa e obter vantagens no fechamento de operações <br><br><strong>Busca por um substituto – </strong>O cronograma de interrupção da Libor prevê a data de 31 de dezembro de 2021 para o seu término de uso em quase todas as moedas, exceto a Libor em dólar no <em>overnight</em> e de 1, 3, 6 e 12 meses, que tem como data final 30 de junho de 2023. Outras taxas interbancárias oferecidas (IBOR), como a EURIBOR, também devem ser substituídas até o final de 2021.</div><div>&nbsp;</div><div>Dentre os benchmarks de RFR em discussão estão a SOFR – <em>Secured Overnight Financing Rate</em> nos Estados Unidos e a possivelmente a mais propensa como uma possível substituta e tema da minha dissertação dentro do MPGC. Outros indices estão também sendo avaliados como a SONIA - <em>Sterling Overnight Index Average</em> no Reino Unido, a €STR - Euro Short-Term Rate, na Zona do Euro, a TONAR - Tokyo Overnight Average Rate, no Japão, e a SARON - <em>Swiss Average Rate Overnight</em> no mercado suíço</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-18 19:54:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Qual a relação entre ESG e os níveis de democracia nos 30 maiores países.</title>
         <author>junior31maio</author>
         <link>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta/wish/1685289467</link>
         <description><![CDATA[<div>A ideia é cruzar dados sobre os níveis de democracia em diversas áreas com relação ao nível de ESG das empresas em 30 dos maiores países. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-19 02:58:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pergunta 1 opção - Como melhor avaliar gerencialmente o negócio de café no Brasil além das métrica padrão da contabilidade?                                Pergunta 2 opção - Qual foi os impactos da pandemia no setor do café no Brasil?  </title>
         <author>edisonpaiva</author>
         <link>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta/wish/1686399313</link>
         <description><![CDATA[<div>Pergunta 1: sugerir a gestão de performance por estratégias de operacão como forma de melhorar a tomada de decisão.&nbsp;O setor do cafe é menos "profissionalizado" comparando com outros setores de commodities e na empresa em que trabalho, uma das maiores no setor, implementamos esta gestão em 2020, antes era visão padrão contábil. Pode ser um artigo aplicado a empresa na qual trabalho para induzir novos artigos neste sentido.<br>Pergunta 2: impactos muito alem dos esperados pelo setor de café. Foi uma surpresa tanto impacto negativo no resuldados das empresas de trading como na empresa em que trabalho, uma das maiores do setor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-19 17:02:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>ducahiguchi</author>
         <link>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta/wish/1686492909</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Qual o impacto da COVID no setor de pagamentos de pedágio eletrônico, uma vez que transação sem contato é menos propícia à transmissão do vírus?<br><br></div><ol><li>Problema / inquietação:</li></ol><div><br>&nbsp; &nbsp;O COVID transformou, ainda que momentaneamente, os hábitos sociais da população, que podem ser verificados através da diminuição da locomoção, bem como através do aumento da participação do comércio eletrônico no setor de varejo. A mudança comportamental ocorreu devido a busca pela diminuição da transmissão do vírus.<br><br></div><div><br>&nbsp; Uma forma de diminuir o ritmo de transmissão é a diminuição do contato entre as pessoas. Sendo assim, é de se esperar que pagamentos touchless tenham aumentado a participação nos meios de pagamento.<br><br></div><ol><li>Objetivos:</li></ol><div><br>Mensurar se a participação das transações eletrônicas em pedágios apresentou alteração durante a pandemia.<br><br></div><ol><li>Justificativa / Relevância do tema</li></ol><div><br>&nbsp; A alteração de mix pode impactar de forma permanente os meios de pagamentos touchless em geral e antecipar uma tendência para o comportamento futuro, influenciando, entre outras frentes, discussões como o free flow, que tem a expectativa de cobrança de pedágio por km rodado.<br><br></div><div><br>&nbsp; A mudança da forma de pagamento serve como catalizador como&nbsp; mudanças sociais, como exemplo, vê-se as novas carteiras digitais focada em mobilidade, como Uber, e alimentação, iFood.<br><br></div><ol><li>Conceitos / teorias / modelos / autores</li></ol><div><br>&nbsp; &nbsp;Em construção.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-19 18:01:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estratégia ASG (ESG): Qual o peso dos níveis diferenciados de Governança Corporativa na decisão de investimento, em relação aos demais fatores, Ambiental e Social?</title>
         <author>cbueno27</author>
         <link>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta/wish/1686679721</link>
         <description><![CDATA[<div>Este estudo pretende avaliar se o nível de GC diferenciado influencia na decisão de investimento nas empresas listadas na B3. Para tanto, serão utilizados os dados de empresas listadas na B3 nos segmentos diferenciados de GC, as métricas de avaliação da estratégia ESG bem como sua relação com acesso ao capital.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-19 20:24:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sugestão de estrutura</title>
         <author>claudiaey</author>
         <link>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta/wish/1686698437</link>
         <description><![CDATA[<div>1) PROBLEMA / INQUIETAÇÃO<br>2) OBJETIVO(S)<br>3) JUSTIFICATIVA / RELEVÂNCIA DO TEMA<br>4) CONCEITOS / TEORIAS / MODELOS / AUTORES</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-19 20:41:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Priorização de Capex, voltado à indicadores fundamentalista</title>
         <author>renanlobato1</author>
         <link>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta/wish/1686750936</link>
         <description><![CDATA[<div>Metodologia básica para priorização de Capex em um portfólio day. Essa dinâmica se dá normalmente em 2 momentos, sempre acompanhados do ciclo orçamentário, ou seja, para o opex também. Existem vários modelos já publicados, mas quero usar métricas de análises fundamentalistas para estruturar os pesos para o ranking de projetos. Dessa forma, a metodologia estaria bem aplicável para o mercado de SA, onde temos uma estrutura de conselho para votação de preferências estratégicas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-19 21:33:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Qual o perfil dos membros dos órgãos de Governança das empresas de Tecnologia listadas na B3? Qual a relação destes perfis com os resultados financeiros destas empresas? Qual a presença e papel dos founders nestas organizações? Nesta &quot;corrida pelo IPO&quot; destes últimos 2 anos, quem as empresas estão procurando para seus órgão consultivos e deliberativos?</title>
         <author>taisheidemann</author>
         <link>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta/wish/1686778082</link>
         <description><![CDATA[<div>Atualmente temos 19 empresas listadas que são classificadas no Setor Econômico: "Tecnologia da Informação".<br>A ideia é cruzar os principais indicadores financeiros destas organizações desde a sua abertura de capital com a evolução e movimentação dos seus órgãos de governança, no caso das 4 empresas listadas há mais tempo . Buscando identificar o movimento de criação de comitês e modificações das composições do Conselho e Diretorias Estatutárias com seus resultados e estratégias públicos nos relatórios de administração.<br><br>O quanto as empresas estão compondo seus Conselho alinhados a estratégias de expansão/internacionalização/aquisição, qual a participação dos founders neste período, se há "troca" de Conselheiros independentes entre estas empresas, se há a seleção de membros com carreira em outros segmentos que não tecnologia.<br><br>Após a análise mais profunda destas 4 empresas, identificar quem as demais empresas, com IPO entre 2019 e 2020, estão trazendo para compor Board e diretoria e se há alguma semelhança. <br><br>O levantamento dos membros será feito através do site da cvm, e seus perfis serão levantados com base em consultas públicas, como site das empresas, linkedin, reportagens...</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-19 22:06:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Adoção de criptomoeda com meio de pagamento e recebimento.</title>
         <author>costalopesrog</author>
         <link>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta/wish/1686782041</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Pergunta de Pesquisa:<br></strong><br></div><div>Devem as empresas industriais, comerciais e prestadoras de serviços definir como estratégia aceitar criptomoeda como meio de pagamento e recebimento?<br><br>Embora as criptomoedas ainda não estejam legalizadas pelos Bancos centrais mundo afora, as criptomoedas têm demonstrado força e relevância e pode se tornar um celeiro de oportunidade, principalmente como meios de pagamento e recebimento.<br><br></div><div>Por exemplo, no mês julho o tribunal de justiça do Estado de São aceitou e autorizou a penhora de criptomoeda para pagamento de dívida trabalhista (Valor Econômico — São Paulo - 22/07/202) <a href="https://valor.globo.com/impresso/noticia/2021/07/22/justica-aceita-penhora-de-criptomoedas.ghtml">https://valor.globo.com/impresso/noticia/2021/07/22/justica-aceita-penhora-de-criptomoedas.ghtml</a>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br><br></div><div><br>Amazon divulgou no UToday que deve aceitar criptomoeda como forma de pagamento até o final de 2021 (<a href="https://u.today/amazon-readying-to-accept-bitcoin-ethereum-cardano-and-bitcoin-cash-according-to-insider">Amazon Readying to Accept Bitcoin, Ethereum, Cardano, and Bitcoin Cash, According to Insider</a>)<br><br></div><div><br>Outro ponto importante, na declaração de imposto de renda pessoa e jurídica de 2021, a novidade foi a inclusão na ficha de bens e direitos um campo para declaração de investimentos de criptomoedas.<br><br></div><div>Atualmente existe bilhões de recursos investidos em criptomoedas, que podem ser convertidos em meios de pagamento e recebimento.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-19 22:11:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Qual a correlação da variação cambial do dólar e aumentos de custos de materiais nacionais em empresa do setor automotivo?</title>
         <author>marcelobftt</author>
         <link>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta/wish/1686789699</link>
         <description><![CDATA[<div>A pergunta de pesquisa surgiu de uma demanda vinda da empresa por maior nível de nacionalização de produtos, afim de mitigar os efeitos da variação cambial. Essa é uma afirmação feita, contudo, sem ao certo saber o quanto que dessa exposição é mitigada, onde talvez, mesmo numa nacionalização, o nível de exposição ainda pode continuar alto, não atingindo o objetivo desejado. Isso posto, a hipótese é de que mesmo os fornecedores locais tem um certo grau de influencia cambial sobre seus custos, traduzidos em forma de reajuste de preços e inflação. Entretanto, é preciso analisar de um ponto de vista cientifico, e definir se essa influencia é significativa ou não. <br>Para fazer essa análise, é pretendido cruzar o banco de dados de compras de fornecedores nacionais da empresa, agrupando por tipo de componentes, e correlacionar com as variações cambiais do período, e testar se existe uma correlação estatística que demonstre quanto que da inflação de fornecedores locais da empresa, é representada por flutuação cambial.<br>O foco dessa pergunta foi relacionar uma demanda da empresa, assim, o TA teria uma utilidade prática e também trabalhar com dados proprietários, uma vez que o setor automotivo brasileiro, com a maior parte das empresas sendo de capital fechado, torna o acesso aos dados mais restrito.<br>Abaixo esta a contextualização da empresa e o raciocínio lógico seguido com todas as reflexões/ perguntas possíveis para a demanda vinda da empresa. A proposta de pergunta retrata uma das visões em particular, uma vez que responder todas as variáveis tornaria o trabalho muito extenso e talvez inconclusivo, todavia, gerando oportunidades de pesquisas futuras.<br><br><strong>Contexto:</strong><br>Empresa industrial do setor automotivo, localizada na região metropolitana de São Paulo, fabricante de motores e geradores de energia a diesel.<br>Instalada no Brasil desde a década de 70, possui como seus maiores clientes montadoras de caminhões, maquinas agrícolas e de construção.<br>Possui matriz nos Estados Unidos e plantas industriais em diversos países do mundo tendo sua marca mais de 100 anos.<br>Para a produção local, cerca de 60% dos componentes comprados pela empresa, utilizados em seus produtos finais, são provenientes de países como: China, Índia, Estados Unidos, Alemanha, entre outros,<br>As recentes rupturas na cadeia de suprimentos enfrentada por diversas industrias, em decorrência da pandemia da COVID-19, afetou a capacidade de produção da empresa, elevou custos e provocou atrasos de entrega.<br>Em paralelo à isso, a desvalorização do Real frente ao Dólar levou os custos dos componentes importados aumentarem de maneira imediata, reduzindo as margens dos produtos.<br>Todo esse cenário, expôs a fragilidade de ter uma cadeia de suprimentos global, gerando demandas por ações de mitigação desses riscos.<br><br><strong>Proposta feita em reunião com a liderança </strong><br>“Precisamos nacionalizar produtos importados afim de reduzir nossa exposição cambial, melhorar a disponibilidade de produto e aumentar margens.”<br><br><strong>Afirmações intrínsecas:</strong><br><strong>Reduzir a exposição cambial</strong><br>- Possuir fonte de fornecimento nacional reduz a influência da variação cambial no custo dos produtos<br>-Assume-se que parte ainda estará exposto ao cambio devido a continuar importando ou devido aos custos dos fornecedores locais serem também em parte afetados por variação cambial<br>- Premissa de que as flutuações do cambio afetarão menos os custos dos produtos após a nacionalização<br><br><strong>Disponibilidade de produto</strong><br>-Fornecedores nacionais asseguram maior disponibilidade de produto<br>-Fornecedores locais tem um prazo de entrega menor, exigindo menor nível de estoque<br>-Prazo de entrega menor, possibilita a empresa ter maior flexibilidade na produção<br><br><strong>Aumentar margens</strong><br>-O custo dos produtos nacionais são mais baixos do que os importados<br><br><strong>Perguntas Possíveis sobre o tema</strong>:<br>*Existe uma correlação entre os repasses de preços dos fornecedores locais e a variação cambial?<br>*Quanto da exposição cambial é reduzida através da nacionalização de componentes?<br>*Ter fornecedores locais, aumenta a disponibilidade de produtos?<br>*Quanto que das rupturas enfrentadas na cadeia de suprimentos da empresa é relacionada ao fato dos fornecedores serem nacionais ou estrangeiros?<br>*Para quais tipos de produtos a estratégia de nacionalização de produtos poderia ser aplicada?<br>*A cadeia de suprimentos automotivo nacional enfrenta o mesmo problema que a empresa esta passando hoje?<br>*A inflação de custos de fornecedores locais é menor do que a inflação dos fornecedores importados?<br>*Fornecedores locais custam menos do que os importados?<br>*Qual a correlação de repasse de preços aos clientes e aumentos de custos de fornecedores?<br>*Nacionalizar componentes aumenta a lucratividade do negócio?<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-19 22:22:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta/wish/1686789699</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Qual o impacto de longos períodos de baixas taxas de juros na solvencia de seguradoras brasileiras?</title>
         <author>matveiga</author>
         <link>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta/wish/1686937223</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Temos alguns estudos europeus sobre o tema mas nenhum avaliando o mercado brasileiro.<br><br>Origem dos dados: Demonstrações Financeiras dos 07 maiores grupos Seguradores no Brasil&nbsp; &nbsp;(divulgados na SuSEP)<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 00:34:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta/wish/1686937223</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Qual o impacto do ESG na valoração das empresas?</title>
         <author>thortensi</author>
         <link>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta/wish/1687057064</link>
         <description><![CDATA[<div>A ideia surgiu no final do ano passado quando o tema começou a tomar força na mídia.&nbsp;<br>Devido ao apelo mais imperativo do mercado com sustentabilidade, o acrônimo ESG vem tomando pauta muito voltado em ações do "E", como: neutralização do carbono, reaproveitamento de resíduos e etc. Muitas empresas tem deixado de lado publicação das ações Sociais (S) e até de mesmo em Governança (G), confesso que o último quase não vi na mídia. Agências de rating, como S&amp;P e Fitch, começaram a divulgar&nbsp; "notas" para alguma empresas credenciadas com critério um pouco diferente entre elas. O que nos mostra que&nbsp; o assunto é novo e há incertezas de mensuração.&nbsp;<br>Aproveito a pergunta inicial para explorar como deixar a empresa mais atrativa no valuation, P&amp;L, BS, sabendo que parte das ações realizadas para contribuir com o ESG custarão algo do EBITDA ou até mesmo do ROI da companhia? Não seria prudente que uma empresa que invista no tema tenha um upside perante aquela que não faz qualquer ação? Talvez no mercado de capital aberto seja mais intuitivo de ver isso pelo preço das ações devido   divulgada na mídia que impactará na oferta e procura do ativo, entretanto como fazemos no mercado de capital fechado, quando a empresa não tem ações negociadas em bolsa e a métrica de valoração por "boutiques financeiras" normalmente tendem para regras de múltiplos de EBITDA ou Fluxo de Caixa Descontado? Temos tantos indicadores de rentabilidade, fluxo de caixa, liquidez, por que não criarmos um voltado para o tema abordado acima? Ou até mesmo criarmos um ativo intangível atrelado ao ESG como se fizesse parte da marca da empresa e futuramente poderia até servir para ajudar contabilmente em futuros incentivos fiscais?</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 01:35:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta/wish/1687057064</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Quais são os diferenciais competitivos e os riscos que o uso do Open Banking traz para as instituições financeiras?</title>
         <author>WilliamMarinho</author>
         <link>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta/wish/1687259417</link>
         <description><![CDATA[<div>As tecnologias digitais estão transformando a relação dos clientes com os bancos. Atualmente transações que antes demandavam o cliente ir até uma agência bancária podem ser realizadas com alguns clicks no celular. A transformação tecnológica também tem propiciado uma concorrência neste mercado, por meio das fintechs, empresas que tem desafiado o mercado financeiro com novas soluções em produtos e serviços, em uma estrutura enxuta e de baixo custo. A perenidade dos bancos tradicionais depende de se adaptarem a nova realidade do mercado. O objetivo desta pesquisa é analisar os impactos e desafios com a implementação da regulamentação do Open Baking (Sistema Financeiro Aberto) pelo Banco Central do Brasil a partir do segundo semestre de 2021. O Open Banking é a possibilidade do compartilhamento pelos clientes das informações das suas operações financeiras com outras instituições. Espera-se como resultado deste projeto entender o perfil dos clientes que realizaram a aderência (análise demográfica, profissão e renda) e por meio desta análise de dados quais estratégias podem ser tomadas para ter um diferencial competitivo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 03:15:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta/wish/1687259417</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>sidneylsa</author>
         <link>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta/wish/1688249842</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Recuperação Judicial no Setor Imobiliário: Estudo de Caso de<br>Empresas de Capital Aberto na B3<br><br></strong>OBJETIVO: Verificar se o processo de Recuperação Judicial permitiu a<br>recuperação de fato das companhias<br>&nbsp;3) JUSTIFICATIVA / RELEVÂNCIA DO TEMA<br>&nbsp;Será que a Recuperação Judicial é uma alternativa que permite uma retomada mais rápida das companhias alavancas após um ciclo de queda nas vendas?<br>&nbsp;Existem outras alternativas que se mostraram viáveis? Qual foi o impacto (no sentido de perda) para as diversas classes de stakeholders (clientes, bancos, acionistas e fornecedores ?<br><br>Nos últimos 15 anos houve dois ciclos claros de expansão e retração no mercado imobiliário brasileiro.&nbsp; O “boom”proporcionou oportunidades de captação via mercado imobiliário e um grande crescimento das<br>empresas.&nbsp; Contudo, o crescimento do<br>mercado sofreu 2 grandes reveses.&nbsp; O<br>primeiro logo após a crise global do subprime em 2008/2009, que levaria algumas empresas à recuperação judicial, outras à uma redução do tamanho e renegociação de dívidas.&nbsp; O segundo revés ocorreu após 2015, após o início da Lava-Jato, a piora da situação fiscal do país e a crise política.<br><br>Empresas como Rossi, PDG e Viver buscaram a proteção da Lei de recuperação judicial para<br>reestruturarem suas dívidas, enquanto outras, como a Gafisa cambaleou buscando alternativas fora da proteção da lei.<br><br>Qual grupo de empresas - aquele das que pediram recuperação Judicial ou as que buscaram reestruturar suas dívidas - tiveram uma retomada mais rápida e causaram menores perdas aos stakeholders.<br><br>A ideia é estabelecer o ciclos no mercado e identificar 3 grupos de empresa a partir da análise das DF’s: 1) as que não tiveram problemas; 2) as que tiveram problemas de liquidez e não pediram recuperação judicial e 3) ase mpresas que pediram RJ.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 17:08:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta/wish/1688249842</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Qual a relevância da contabilidade regulatória na geração de valor das companhias de energia de capital aberto?</title>
         <author>bruna_fogo</author>
         <link>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta/wish/1688577897</link>
         <description><![CDATA[<div><br>As empresas de energia no Brasil são altamente reguladas, sendo necessária o acompanhamento de duas contabilidades em paralelo para atender as exigências do regulador do setor e as exigências contábeis/mercado.<br>&nbsp;<br>A ideia é primeiro conseguir demonstrar as diferenças que existem entre essas duas contabilidades.<br><br>Posteriormente, por meio de análise dos call de resultados das companhias analisar com base em qual “contabilidade” os acionistas/analistas fazem seus questionamentos. E por fim por meio de uma entrevista com os analistas sell-sides identificar se eles usam nos seus modelos financeiros a contabilidade regulatória.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 22:33:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta/wish/1688577897</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Impacto da aplicação de diferentes métodos contábeis na apuração valor da remuneração sobre o lucro.</title>
         <author>trambaiolli</author>
         <link>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta/wish/1688923319</link>
         <description><![CDATA[<div>Conglomerados de empresas que possuem unidades de negócio fora do Brasil e que sao submetidas a diferentes GAPs e que também possuem diferentes estrutura de negocio, tais como (coligadas, controladas ou com vinculacao societaria) chegam a diferentes resultados e que interferem na remuneracao dos COE, diretores e colaboradores.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-21 11:49:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta/wish/1688923319</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mudança de estratégia empresarial: FCF como ferramenta estrategica em uma empresa &quot;underdog&quot;</title>
         <author>ccarineo</author>
         <link>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta/wish/1688931489</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Pergunta</strong>: <em>Quais os benefícios e resultados financeiros da ferramenta de FCF em uma empresa "underdog"?</em> <br><br><strong>Objetivo: </strong>&nbsp;mostrar a dificuldade em inserir em uma segmento competitivo, quais estrateicas foram feitas nos ultimos 10 anos (quais KPIs usados) e a mudança de foco e reestruturação e a aplicação do FCF; o que FCF "means" para empresa. Como ele da o direcionmaneot para o crescimento e como uma empresa com segmento decrescente gerencia seu "cash management".<br><br><strong>Justificativa:</strong> Demontrar a evolução e a inserção de ume empresa num mercado "monopolizado", bem como analisar a fundo a aplicação do FCF e quais informações são geradas para a tomadas de decisão<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-21 12:11:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta/wish/1688931489</guid>
      </item>
      <item>
         <title>EBITDA se mostrou uma boa proxy de Geração de Caixa para empresas listadas na BOVESPA, período de 2013-2020?</title>
         <author>jmbsantos71</author>
         <link>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta/wish/1691269077</link>
         <description><![CDATA[<div>1) Problema: Seria o EBITDA um bom indicador de Geração de Caixa? Qual o grau de importância do indicador nos Relatórios de Administração? Qual o comportamento do indicador nas empresas listadas em Bolsa após a Res. CVM nº 527?<br>2) Objetivo: Avaliar o desempenho do indicador EBITDA vs a Geração de Caixa na Demonstração de Fluxo de Caixa (DFC) e ainda, o grau de importância do indicador nos Relatórios da Administração e comunicação com o mercado;<br>3) Justificativa: Considerando a geração de caixa como fator importante para a continuidade das operações, os 20 anos de publicação da artigo "Putting EBITDA In Perspective" (Stump, Pamela M.), a Resolução CVM nº 527 de 04/10/12 e a grande aceitação do mercado em relação do EBITDA como proxy de Geração de caixa, acredito ser de relevante analisar o comportamento do indicador nas empresas listadas na Bolsa, buscando assim evidências do que de fato ocorreu no mercado após a publicação da Res. CVM nº 527.<br>4) Buscar artigos sobre EBITDA, favoráveis e contrários, além do clássico artigo de Pamela Stump, o histórico de regulação da divulgação do EBITDA na Europa, EUA e Brasil, bem como a base teórica da DFC, e assim poder validar se de fato EBITDA é uma proxy de Geração de Caixa, para quais empresas (Segmentos) funciona e para quais não se aplica. Pontos forte e pontos fracos considerando as empresas e segmentos brasileiro, a luz das segmentações feitas por STUMPP em 2000.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-23 14:47:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/claudiaey/mpgcsta/wish/1691269077</guid>
      </item>
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