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      <title>MINHA VOZ EU USO PRA DIZER O QUE SE CALA! by giovana alves</title>
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      <description>Exposição criada por Emerson Pereira, Giovana Monteiro e Macial Freire, como atividade avaliativa da disciplina de Teoria da História (UFRN - 2021.2)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-14 19:16:11 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação </title>
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         <description><![CDATA[<div>A seguinte exposição didática e digital, leva o nome "Minha voz eu uso pra dizer o que se cala", uma referencia e homenagem à cantora Elza Soares. Os painéis a seguir, tem por objetivo traçar um caminho histórico sobre a construção das Epistemologias e Feminismos Negros, além de explorar suas relações com a Teoria da História. Desse modo, iremos investigar juntos a história da invisibilidade das mulheres negras na historiografia brasileira!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-15 21:49:14 UTC</pubDate>
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         <title>Mulheres negras e apagamento histórico</title>
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         <description><![CDATA[<div>A matéria em questão trata de Antonieta de Barros, primeira deputada estadual do Brasil e mulher negra. No entanto, destaca-se no texto o fato de Antonieta estar sendo "redescoberta". A maioria dos textos sobre Antonieta de Barros mencionam seu apagamento. Mas por que isso é uma problemática? Onde se faz esse apagamento?</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-15 21:51:24 UTC</pubDate>
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         <title>Invisibilidade nos livros didáticos</title>
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         <description><![CDATA[<div>Em pesquisa sobre a representação feminina no Livros Didáticos de História, a Paolla Monteiro demonstra a baixa ocorrência de citações à mulheres negras - estando elas na tabela marcada com asteriscos (*). A tabela em questão trata das mulheres citadas no livro didático de história mais distribuído no Brasil pelo PNLD de 2015.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-15 21:59:48 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Redescobrindo&quot; a história de mulheres negras</title>
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         <description><![CDATA[<div>Sob o pseudônimo de Maria da Ilha, Antonieta escreveu em jornais e nestes textos expunha e defendia suas visões, como neste trecho em que reivindica a educação feminina no Ensino Superior.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-15 22:08:31 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Redescobrindo&quot; a história de mulheres negras</title>
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         <description><![CDATA[<div>Enquanto deputada estadual, Antonieta de Barros criou o projeto de lei para o Dia dos Professores, data que depois veio a ser reconhecida nacionalmente. Por fim, Antonieta defendia a educação para todos, a valorização da cultura negra e a emancipação feminina. Mas por que é importante estudar a história de mulheres negras hoje?</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-15 22:24:09 UTC</pubDate>
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         <title>Devemos aprender com as mulheres negras brasileiras!</title>
         <author>giovanaalvesm</author>
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         <description><![CDATA[<div>Neste vídeo, Davis destaca a importância do reconhecimento das produções acadêmicas de mulheres negras brasileiras, sobretudo de Lélia Gonzalez.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-15 23:05:02 UTC</pubDate>
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         <title>Angela Davis e a crítica ao protagonismo da mulher branca</title>
         <author>giovanaalvesm</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma intelectual fundamental na construção das epistemologias feministas negras é a da filósofa, escritora e militante política Angela Davis. Um dos livros mais importantes para se pensar no pensamento feminista negro é o livro “<em>Mulheres, raça e classe”</em>, publicado pela primeira vez em 1981. Nesta obra, Davis se empenha em fazer uma análise da luta, histórica e política, pelos direitos das mulheres, partindo de uma perspectiva de raça e classe. No capítulo 3 da obra, intitulado “Classe e raça no início da campanha pelo direito das mulheres”, Davis critica a cronologia e o mito do “despertar” das mulheres para a reivindicação de seus direitos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-15 23:05:19 UTC</pubDate>
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         <title>Lélia Gonzalez e o Feminismo afro-latino-americano</title>
         <author>giovanaalvesm</author>
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         <description><![CDATA[<div>A filosofa Lélia Gonzalez é escritora do livro “Por um feminismo Afro-latino-americano” (2020). Em sua obra Gonzalez versa sobre a necessidade de um pensamento feminista que contemple as demandas das mulheres negras brasileiras. Gonzalez se aprofunda nas questões invisibilizadas até então pela historiografia tradicional, ao propor o estudo das sociabilidades negras, para além da academia e na vivencia cotidiana com todas as suas subjetividades. A busca por uma reconstrução da história é empreendida também no sentido da reescrita das narrativas sobre a criação da História do Brasil.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-15 23:05:41 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Apesar da alta porcentagem na composição da população brasileira, a representação das mulheres negras em zonas de poder é aterrorizantemente baixa. Esse triste dado, é tido com base no afastamento dos ciclos de poder e na desvalorização dos aspectos da vida que dizem respeito a vida dessas mulheres, sendo ocupados por homens brancos, na maioria dos casos. Como item de aprofundamento dessa problemática, ocorre uma construção histórica da imagem de que esses locais não podem pertencer a mulher negra, assim como os outros segmentos acompanhados pelo feminismo negro. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-16 04:58:38 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Além das questões referentes a tomada de decisão política, a vida dessas mulheres passa por um processo de desumanização em diversas escalas, desde características estéticas e físicas, até em manifestações culturais e questões sentimentais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-16 05:02:43 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>A importância do feminismo negro para a Teoria da História é a sua maior criticidade diante da leitura de mundo na construção do conhecimento. Frente aos principais desafios de compreender a história e seus agentes, o historiador tem como papel destrinchar e conhecer as influências e as diversas camadas da realidade no período histórico analisado. Entre esses desafios, o feminismo negro oferece uma leitura de mundo mais aberta, crítica e reflexiva, trazendo a luz grupos, movimentos e representações que sustentaram as sociedades por séculos, mas que foram escondidos pela mão das camadas mais elevadas do estrato social, comumente formada pelo colonialismo europeu. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-16 05:17:53 UTC</pubDate>
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