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      <title>Gênero Reportagem by Prof. Cláudio Freitas</title>
      <link>https://padlet.com/profclaudio/generoreport</link>
      <description>Caríssimos alunos, nessa tarefa vocês irão escolher uma reportagem/notícia atual de seu interesse e publicar neste mural. Siga as orientações fixada aqui.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-19 12:45:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>profclaudio</author>
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         <description><![CDATA[<p>Pesquise e escolha uma reportagem/notícia atual de interesse: </p><ol><li><p>Cada equipe irá pesquisar e lecionar uma reportagem ou notícia nos links indicados pelo professor;</p></li><li><p>Em seguida, o grupo deverá compartilhar a reportagem ou notícia com uma imagem representativa aqui no mural;</p></li><li><p>A seguir, os participantes de cada grupo irão comentar e curtir as postagens das demais equipes; </p></li><li><p>Por fim, os participantes de cada grupo deverão comentar a reportagem/notícia pesquisadas pelas demais equipes, postando sua <strong>OPNIÃO</strong> sobre a matéria selecionada.</p></li></ol><p><br/></p><p>Bom trabalho a todos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-19 12:45:13 UTC</pubDate>
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         <title>Estimativa de temperatura contribui com a investigação de vida em planetas similares à Terra</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profclaudio/generoreport/wish/3129797726</link>
         <description><![CDATA[<p>Na nossa galáxia, a Via Láctea, existem planetas com densidades que indicam a possibilidade de terem uma superfície sólida semelhante à da Terra, os exoplanetas rochosos. Para estimar sua temperatura e verificar as chances de abrigar vida como na Terra, cientistas brasileiros aplicaram um modelo, desenvolvido pelo próprio grupo de pesquisadores, que considera aspectos como o tamanho e a forma da órbita, a radiação refletida na superfície e a existência de atmosfera.</p><p>A pesquisa concluiu que os exoplanetas analisados são compatíveis com temperaturas amenas e a presença de água líquida. Ao mesmo tempo, o estudo verificou que as maiores variações de temperatura acontecem em planetas com órbitas excêntricas, de formato diferente do circular, e as menores acontecem quando a atmosfera é mais espessa.</p><p>As conclusões do trabalho são apresentadas em&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.1093/mnras/stae1150">artigo</a> da revista científica <em>Monthly Notices of the Royal Astronomical Society,</em>&nbsp;publicado no último mês de junho. “Exoplanetas são planetas que se encontram fora do Sistema Solar, ou seja, orbitando estrelas que não são o nosso Sol”, relata a pesquisadora Raquel Farias, do Programa de Pós-Graduação Interunidades em Biotecnologia (PPIB) e do Laboratório de Astrobiologia do Instituto de Química (IQ) da USP, uma das autoras do trabalho. “Eles foram descobertos no início da década de 1990 e, atualmente, já conhecemos mais de 5.700 exoplanetas.Na nossa galáxia, a Via Láctea, existem planetas com densidades que indicam a possibilidade de terem uma superfície sólida semelhante à da Terra, os exoplanetas rochosos. Para estimar sua temperatura e verificar as chances de abrigar vida como na Terra, cientistas brasileiros aplicaram um modelo, desenvolvido pelo próprio grupo de pesquisadores, que considera aspectos como o tamanho e a forma da órbita, a radiação refletida na superfície e a existência de atmosfera.</p><p>             <strong>                 TEMPERATURA </strong></p><p>Raquel Farias explica que a temperatura de um planeta depende de vários parâmetros, como a distância até a estrela hospedeira, a excentricidade orbital, ou seja, o quanto sua órbita difere de um círculo, a emissividade, o albedo (porcentagem de radiação refletida pela superfície) e a presença de uma atmosfera. “Nossa intenção era averiguar como cada parâmetro influencia na estabilização da temperatura de um planeta rochoso, como a Terra”, aponta.</p><p>Todos os exoplanetas estudados estão dentro da nossa galáxia, a Via Láctea, e estão dentro da chamada Zona Habitável (ZH) de suas estrelas, explica Raquel Farias. A ZH é definida como a região ao redor da estrela dentro da qual é possível a existência de água no estado líquido na superfície de um planeta rochoso. “Foram analisados os exoplanetas rochosos Kepler-186 f e Kepler-422 b, e exoluas hipotéticas em torno dos exoplanetas gigantes HD 128 356 b, HD 147 513 b, HD 45 364 c, HD 165 155 b e HD 221 287 b”, descreve. “Estudamos a influência de vários parâmetros orbitais e atmosféricos individuais na temperatura de exoplanetas usando um modelo publicado anteriormente por um dos autores do artigo, Rafael Pinotti, e modelamos a temperatura de exoplanetas reais e de exoluas hipotéticas com base nos dados de observação disponíveis.”</p><p>“Dessa forma, modelamos um planeta com todas as características reais da Terra, o qual chamamos de ‘Terra hipotética’ e variamos cada parâmetro individualmente, para obter a sua influência específica na temperatura”, afirma a pesquisadora. “Em seguida, usamos o modelo para calcular a temperatura de exoplanetas reais, como também adaptamos o modelo simulando a presença de exoluas em torno de exoplanetas orbitando diferentes tipos de estrelas.”</p><p>Os pesquisadores verificaram que as temperaturas dos planetas analisados de fato são compatíveis com temperaturas amenas e a existência de água no estado líquido. “Planetas e luas em seu entorno com órbitas mais excêntricas, como esperado, apresentam maior variação de temperatura ao longo do ano e a densidade da atmosfera age no sentido oposto: quanto mais espessa a atmosfera, menor são as oscilações de temperatura ao longo do ano”, diz Raquel Farias. “Além disso, vimos que a amplitude das variações de temperatura em exoluas não pode ser detectada com a tecnologia atual no momento”.</p><p>A autora principal do artigo é Beatriz Blanco Siffert, professora do campus Duque de Caxias da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Também participaram do trabalho Raquel Farias, os doutorandos Matias Garcia e Luiz Felipe Melo de Menezes e o pesquisador Marcelo Borges, do Observatório Nacional (ON), o professor Gustavo Porto de Mello, do Observatório do Valongo da UFRJ, e Rafael Pinotti, que trabalha na Petrobras.</p><p><br/></p><p>Disponível em:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornal.usp.br/ciencias/estimativa-de-temperatura-contribui-com-a-investigacao-de-vida-em-planetas-similares-a-terra/">https://jornal.usp.br/ciencias/estimativa-de-temperatura-contribui-com-a-investigacao-de-vida-em-planetas-similares-a-terra/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-20 13:01:36 UTC</pubDate>
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         <title>Parques Naturalizados: Paisagens para o Brincar</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profclaudio/generoreport/wish/3129811093</link>
         <description><![CDATA[<p>A infância mudou. As crianças estão cada dia mais restritas a ambientes fechados e brincando menos ao ar livre, ao lado de outras crianças. Ao mesmo tempo, pesquisadores, educadores, arquitetos, médicos e outros profissionais vêm se dedicando a compilar evidências sobre os inúmeros benefícios que oportunidades diárias de brincadeiras ao ar livre trazem para a saúde e o bem-estar de crianças e jovens, bem como a desenvolver estratégias para promover o contato cotidiano entre as crianças e os espaços abertos, mesmo em grandes cidades.</p><p>PARA QUE SERVEM? • Para promover o brincar livre na natureza, acolhendo bebês, crianças com e sem deficiência, de todas as idades, gêneros, classes sociais e raças. • Para promover vínculos entre as famílias, a cidade e seus espaços públicos, incentivando a valorização das áreas verdes. • Para promover a saúde e o bem-estar de toda a VANTAGENS comunidade.• São áreas multifuncionais • Custam menos e reaproveitam material já existente (troncos, árvores etc.) • Aumentam a rede de áreas verdes urbanas • Produzem sombra e alimentos • Vinculam a comunidade com o espaço público • Possibilitam que as crianças brinquem de forma mais ativa e livre • Conectam o adulto com a sua infância</p><p>COMO SÃO PLANEJADOS E INSTALADOS? Esses espaços não seguem um modelo padronizado e devem ser criados coletivamente, ouvindo as pessoas que irão utilizá-los. Idealmente, o projeto interage com a topografia, os ecossistemas originais e os recursos naturais disponíveis no território, e pode ser criado a partir de paisagismo e design usando elementos naturais. A diversidade de formas encontradas em galhos, plantas e relevos é parte das possibilidades de movimento e brincadeiras das crianças. Seu planejamento e implantação deve envolver as secretarias de urbanismo e do verde dos municípios, e contar com a participação dos cidadãos do entorno.</p><p>COMO SÃO MANTIDOS? Os parques naturalizados são sistemas vivos e em transformação. Eles podem e devem conter as marcas e vestígios das atividades e desejos das crianças, ao mesmo tempo em que têm seus equipamentos e paisagens cuidados e mantidos. Idealmente, a zeladoria do espaço deve ser feita em um sistema híbrido de compromisso entre a comunidade e a prefeitura.</p><p>O VALOR DO DESAFIO NO BRINCAR As crianças são capazes, competentes e se beneficiam imensamente de oportunidades que apresentem novos desafios físicos que elas possam vencer. Os parques naturalizados devem oferecer possibilidades de desafios que não representem riscos reais para a integridade das crianças. Por exemplo: rampas, árvores para subir etc.</p><p><br></p><p>Acesse o conteúdo completo disponível em pdf: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://criancaenatureza.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Parques_Naturalizados_Crianc%CC%A7a_e_Natureza-acess%C3%ADvel.pdf">https://criancaenatureza.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Parques_Naturalizados_Crianc%CC%A7a_e_Natureza-acess%C3%ADvel.pdf</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-20 13:09:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diversidade de estilos marca 1ª etapa do Arte em Cores
25 artistas do Pará e 25 do Maranhão foram selecionados para a produção de painéis nos dois estados brasileiros</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profclaudio/generoreport/wish/3129860081</link>
         <description><![CDATA[<p>Alto nível de criatividade, originalidade e sensibilidade artística foram as principais características dos selecionados na 1ª etapa da 5ª edição do projeto Arte em Cores, iniciativa que valoriza o talento de artistas visuais residentes em diversas cidades do interior dos estados do Pará e Maranhão. O projeto tem o patrocínio do Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, apoio do Centro Cultural Tatajuba e é uma realização da Vivas Cultura e Esporte e Ministério da Cultura.</p><p>O Arte em Cores oferece oportunidades de aperfeiçoamento a diversos artistas visuais, promovendo maior visibilidade, troca de experiências e continuidade para suas carreiras, além de estimular a geração de trabalho e renda. Ao todo, 25 artistas de oito cidades do Pará e 25 artistas de 10 cidades do Maranhão foram selecionados e produzirão os murais em espaços públicos de suas cidades.</p><p>“A arte produzida em espaços públicos transforma a paisagem das cidades, leva cor e vida para o dia a dia dos moradores. O projeto Arte em Cores busca valorizar os artistas locais. Ao produzirem seus trabalhos em espaços públicos, suas obras são apresentadas a um grande número de pessoas. Além de transformar e requalificar as áreas que recebem esses trabalhos, os painéis promovem a geração de trabalho e renda a seus realizadores, que passam a ser mais conhecidos em suas regiões. Ao final de sua 5ª edição, o projeto Arte em Cores totalizará mais de 300 painéis produzidos desde sua primeira edição, em 2020. Uma novidade desta edição será a realização de painéis coletivos nas cidades de Ourilândia do Norte (Pará) e São Pedro da Água Branca (Maranhão). São cidades que sempre tiveram representantes em outras edições do projeto e agora receberão os grandes painéis, que serão pintados por um conjunto diverso de artistas no mês de outubro”, destaca André Amparo, coordenador do projeto Arte em Cores.</p><p><br></p><p>Disponível em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://redepara.com.br/Noticia/243293/diversidade-de-estilos-marca-1-etapa-do-arte-em-cores">https://redepara.com.br/Noticia/243293/diversidade-de-estilos-marca-1-etapa-do-arte-em-cores</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-20 13:37:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Uma cidade pode aproximar as crianças da natureza</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profclaudio/generoreport/wish/3129866030</link>
         <description><![CDATA[<p>As cidades de Caruaru, Sobral, Jundiaí e Fortaleza são bastante diferentes entre si. O seu tamanho, a população, a geografia, a cultura e até o partido político dos seus prefeitos diferem muito. Mas elas têm algo em comum: são cidades que vêm conseguindo aproximar as crianças da natureza! Como? Todas criaram políticas públicas para <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://criancaenatureza.org.br/pt/parques-naturalizados/guia-para-gestores-publicos/">naturalizar espaços para crianças e adolescentes</a>, especialmente as praças e os pátios escolares. Elas vêm transformando, também, suas práticas pedagógicas, para que os alunos consigam usufruir desses espaços verdes para brincar e aprender.<br>Os <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://criancaenatureza.org.br/pt/parques-naturalizados/">espaços naturalizados</a> são construídos com elementos como bambu, madeira, água, terra, plantas. Neles, se aproveitam os declives e as características dos terrenos e também elementos da cultura local. Ao utilizar restos de podas de árvores e materiais de que as prefeituras muitas vezes já dispõem, esses espaços conseguem ser implantados com menos custos, revitalizando áreas abandonadas e contribuindo para trazer mais verde para as cidades e mais saúde para as crianças.<br>Essas transformações contaram com a assessoria do programa Criança e Natureza, do Instituto Alana, que realizou formações com 1084 gestores e técnicos das prefeituras, e articulou projetos pilotos em 7 municípios, em parceria com a Fundação Van Leer, dentro da iniciativa Rede Urban95. A partir desse aprendizado, as prefeituras seguiram sozinhas. Outros 46 espaços naturalizados foram construídos de forma autônoma pelos municípios, completando, no total, 24.877 m2 de área que estão beneficiando 34.000 crianças.<br>A partir dessas experiências, o Alana lança agora novos materiais para ajudar outras cidades a seguirem esses passos. Trata-se de um Guia para Gestores contando os caminhos para transformar em política pública os Parques Naturalizados, ferramentas para avaliação e monitoramento, tabelas descritivas com mobiliário e estruturas naturais e um modelo de placa de sinalização. Todos os itens estão disponíveis <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://criancaenatureza.org.br/pt/parques-naturalizados/guia-para-gestores-publicos/">aqui</a>.</p><p><strong>As experiências de uma cidade podem ajudar outra</strong></p><p>“O novo guia foi estruturado a partir de entrevistas nas quais colhemos as experiências de alguns municípios que já iniciaram essa prática”, conta Paula Mendonça, especialista em educação, natureza e cultura das infâncias. “Pátios e parques naturalizados são soluções baseadas na natureza que podem ser utilizadas como estratégia de adaptação à crise climática. Elas ajudam a manter e criar áreas verdes, e com isso regular a temperatura, prevenir enchentes e conter a poluição. Ao mesmo tempo em que favorecem o desenvolvimento integral das crianças, colaborando com sua saúde física e mental, por propiciar a elas mais contato com a natureza”, diz.<br><br>Na cidade de Fortaleza, todas as unidades de educação infantil vêm sendo olhadas de um jeito novo. “Realizamos ciclos formativos com gestores escolares e seminários nas 439 unidades, entre centros de Educação Infantil, creches conveniadas com a prefeitura, Escolas e pré-Escolas”, conta Simone Calandrine, coordenadora de Educação Infantil da secretaria de Educação do município. Eles também fizeram reuniões com arquitetos para que as unidades que fossem ser reformadas ou revistas passassem por um processo de “desconcretar” ou arrancar o concreto, como diz Simone. “Poder brincar ao ar livre, subir numa árvore, traz um resgate da infância que as famílias também passam a valorizar. As crianças não aprendem só com o lado cognitivo. Poder correr, pular, observar a natureza também é um aprendizado. Um aprendizado mais livre e criativo do que dentro de sala de aula”, explica. Por isso, a cidade se prepara para mudar todos os pátios dos centros de educação infantil, a partir de planos elaborados pelas próprias comunidades escolares, com o acompanhamento de arquitetos. “Transformar os ambientes é bem importante, mas as crianças, os educadores e as famílias participarem desses processos e entenderem os propósitos é estruturante para que haja engajamento, para que as mudanças físicas reverberem em um desemparedamento das crianças, em bem estar, e em um currículo que valorize a natureza”, diz Simone.<br>Neste ano, vai haver eleições municipais. Que tal, na hora de selecionar o seu candidato a prefeito, você prestar atenção naqueles que se importam com as crianças, que têm políticas eficazes para que elas vivam plenamente a infância, um período que passa voando, mas que tem reflexos para a vida <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://criancaenatureza.org.br/pt/noticias/politicas-publicas-para-aproximar-criancas-e-natureza/">https://criancaenatureza.org.br/pt/noticias/politicas-publicas-para-aproximar-criancas-e-natureza/</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-20 13:41:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Fiéis vão às ruas celebrar o Círio de Icoaraci, em Belém. A festividade ainda terá continuidade durante 15 dias com uma programação completa, incluindo Círio das Crianças e também o recírio.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na manhã deste domingo, dia 26, aconteceu o Círio de Nossa Senhora das Graças, no Distrito de Icoaraci, em Belém. A celebração já tem 71 anos de tradição e atrai milhares de fiéis para as ruas. A missa que deu início à procissão foi celebrada pelo pároco, o pastor da Paróquia, Maurício Henrique, às 8 da manhã, na igreja de São Sebastião, na orla do distrito. O tema do Círio deste ano é “Maria cheia de graça ensina-nos a viver como escolhidos”.<br><br>A procissão seguiu em direção ao Santuário de São João Batista e Nossa Senhora das Graças. A festividade ainda terá continuidade durante 15 dias com uma programação completa, incluindo Círio das Crianças e também o recírio.</p><p><br>Durante todo o trajeto, milhares de fiéis fizeram homenagens para Nossa Senhora e ao fim da procissão, que acontece no Santuário de São João Batista e Nossa Senhora das Graças, o Arcebispo de Belém, Dom Alberto Taveira Corrêa, celebrou uma missa especial.</p><p>VEJA A PROGRAMAÇÃO:<br><br>Até o dia 11 de dezembro acontece o quinzenário da celebração que inclui:<br><br>Adoração ao santíssimo sacramento sempre às 18h30;<br><br>Santa missa às 19h;<br><br>Arraial em torno do Santuário São João Batista e Nossa Senhora das Graças com comidas típicas e atrações culturais;<br><br>Domingo, 3 de dezembro: Círio das crianças;<br><br>9 de dezembro: Caminhada da juventude;<br><br>10 de dezembro: Cicloromaria<br><br>11 de dezembro: Recírio com Dom Raimundo Possidônio, Bispo de Bragança e filho da Paróquia Santuário.</p><p><br/></p><p>Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornalpara.com.br/noticia/3482/video-fieis-vao-as-ruas-celebrar-o-cirio-de-icoaraci-em-belem">https://jornalpara.com.br/noticia/3482/video-fieis-vao-as-ruas-celebrar-o-cirio-de-icoaraci-em-belem</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-20 13:41:36 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A Amazônia está distante? A Mata Atlântica fica longe? Elas nos influenciam bem mais do que você imagina!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profclaudio/generoreport/wish/3129883684</link>
         <description><![CDATA[<p>Mesmo para quem mora em uma cidade, a qualidade da água, o abastecimento de comida, boa parte dos remédios que usamos para nos curar (além de outros que podem a vir a ser descobertos!) e ainda a limpeza do ar que respiramos depende, em grande parte, de que florestas como a Mata Atlântica e a Amazônia existam. Isso sem falar da temperatura e do controle do clima: eventos extremos, como as tempestades que provocaram destruição e mortes recentemente no litoral de São Paulo, no Recife e na Bahia também são agravados pelo desmatamento de nossos biomas e pela perda de sua biodiversidade. Por isso, preservar o meio ambiente é essencial para nossas crianças, que são as mais vulneráveis às suas alterações. Mas não foi o que vimos acontecer esta semana no Congresso Nacional.&nbsp;</p><p>A Câmara dos Deputados aprovou uma legislação que enfraquece a proteção da Mata Atlântica (Medida Provisória 1150/22), outra que dificulta a demarcação de terras indígenas (Projeto de Lei 490, conhecido como lei do Marco Temporal) e ainda uma terceira Medida Provisória (1154/2023) que retira competências dos Ministérios do Meio Ambiente e do Povos Originários e transfere para outras pastas a proteção das florestas, seja demarcando novas áreas ou fazendo a fiscalização para evitar o desmatamento, e ainda tratando de questões que afetam o meio ambiente, como o saneamento e o tratamento dos resíduos sólidos.&nbsp;</p><p>Então, como garantir que o que ainda resta de Mata Atlântica (que antigamente ocupava todo o litoral do Brasil, do Piauí até o Paraná) e que a Floresta Amazônica permaneçam vivas? Como assegurar a qualidade de vida das nossas crianças, que <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://criancaenatureza.org.br/pt/clima/">são as mais atingidas por mudanças em seu meio ambiente</a>, e a sua sobrevivência, hoje e no futuro? As terras que foram demarcadas e ficaram sob proteção de populações indígenas foram, ao longo dos últimos anos, mesmo com todas as agressões que sofreram, foram as que tiveram suas florestas mais protegidas. Assim como as áreas de preservação, que se tornaram parques nacionais, estaduais ou municipais. Assim, a preservação e ampliação dessas terras significa, além da proteção das crianças e adolescentes indígenas, inclusive do patrimônio de suas culturas e costumes, também a saúde e sobrevivência de todas as infâncias.</p><p>O que você pode fazer , agora, no presente, para proteger o futuro das crianças? Todas essas medidas que tramitam no Congresso ainda vão para o Senado e passarão pela apreciação do executivo, que já se comprometeu a vetar a MP da Mata Atlântica, inclusive. Então, uma possibilidade de ação é enviar mensagens para os senadores que você elegeu, pedindo que protejam as florestas e as infâncias indígenas, rejeitando o Marco Temporal. Se não se lembrar em quem votou (é algo importante tomar o cuidado de votar em alguém que esteja disposto a cuidar do meio ambiente da próxima vez), mande recado para todos eles! Você também pode ajudar levando este recado adiante, explicando para mais pessoas qual é a conexão da floresta viva com a sobrevivência e a qualidade de vida das crianças, que são mais vulneráveis e por isso as mais atingidas quando ocorrem eventos climáticos extremos, quando a qualidade do ar e da água piora ou a produção de comida escasseia.</p><p>O atual presidente foi eleito prometendo cuidar e preservar o meio ambiente – isso significa zelar por todos os seres vivos que o habitam: animais, plantas e pessoas, pois todos dependemos das florestas! O Congresso precisa entender que essa é a vontade da maioria – e caminhar na mesma direção.</p><p><a rel="tag" href="https://criancaenatureza.org.br/pt/tag/marcotemporal/">##marcotemporal</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <a rel="tag" href="https://criancaenatureza.org.br/pt/tag/criancaseflorestas/">#criançaseflorestas</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <a rel="tag" href="https://criancaenatureza.org.br/pt/tag/meioambiente/">#meioambiente</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <a rel="tag" href="https://criancaenatureza.org.br/pt/tag/preservacao/">#preservação</a></p><p><br/></p><p>Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://criancaenatureza.org.br/pt/noticias/protecaodafloresta/">https://criancaenatureza.org.br/pt/noticias/protecaodafloresta/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-20 13:52:51 UTC</pubDate>
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         <title>Escola pública de São Paulo está entre as três melhores do mundoUnidade é pioneira em programas de xadrez, atletismo e ginástica</title>
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         <link>https://padlet.com/profclaudio/generoreport/wish/3129913661</link>
         <description><![CDATA[<p>A Escola Estadual Deputado Pedro Costa, localizada na Vila Isolina Mazzei, zona leste da cidade de São Paulo, está entre as três finalistas de uma das categorias dos Prêmios Melhores Escolas do Mundo, em inglês, World’s Best School Prizes, em 2024. A escola é pioneira em programas de xadrez, atletismo e ginástica artística.... </p><p><br/></p><p>O Projeto Xadrez, iniciado pelo professor Leonardo Alcântara, usa o jogo como ferramenta para aprimorar habilidades cognitivas e de interação social, ensinando os alunos a pensarem no futuro e considerarem as consequências de suas ações tanto dentro quanto fora do tabuleiro. Da mesma forma, os programas de atletismo e ginástica artística, introduzidos pelo professor Luiz Fernando Junqueira, visam não apenas o desenvolvimento físico, mas também a construção de resiliência e trabalho em equipe. Segundo a organização do prêmio, esses programas têm demonstrado sucesso, evidenciado pelo aumento da participação dos alunos em campeonatos nacionais e pela maior coesão comunitária. Pais e organizações locais estão envolvidos ativamente, apoiando não apenas com a presença, mas também participando de eventos e workshops, o que mostra o impacto das iniciativas da escola na comunidade local.... A escola concorre na categoria Colaboração Comunitária e poderá ganhar 10 mil dólares, o equivalente a cerca de 55 mil reais. As demais finalistas na categoria são o Colegio María de Guadalupe, da Argentina, e Community School Salomé Ureña, dos Estados Unidos.</p><p><br/></p><p>Disponivel em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cartacapital.com.br/educacao/escola-publica-de-sao-paulo-esta-entre-as-tres-melhores-do-mundo/">https://www.cartacapital.com.br/educacao/escola-publica-de-sao-paulo-esta-entre-as-tres-melhores-do-mundo/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-20 14:09:37 UTC</pubDate>
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