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      <title>Meu padlet ousado by melanie Sousa</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-02 18:37:29 UTC</pubDate>
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         <title>Primeiro Dia</title>
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         <description><![CDATA[<p>Iniciamos o dia com a divisão de cada leito e a apresentação do setor (incluindo os leitos específicos para hemodiálise). Posteriormente, tivemos uma explicação sobre a funcionalidade da clínica masculina, com ênfase nos exames e cirurgias que devem ser observados diariamente no quadro. Após a explicação, realizei a passagem das visitas nos leitos, no primeiro com o sênior Nicolas e as outras sozinha (fiquei com os leites referêntes a parte vascular). O formulário de visita abrange perguntas como: qualidade de sono, ingestão hídrica, alimentação, eliminações vesicais e  intestinais,  histórico do paciente, etc. Eu acompanhei e auxiliei na montagem da bandeja para troca de curativo junto ao sênior Samuel; realizamos a troca de um curativo com grande parte de granulação e uma porcentagem apresentando esfacelo. Executei a higienização do MID e, o Samuel me demonstrou como realizar o desbridamento da lesão (pois nunca tinha feito). Finalizamos o dia com o aprazamentos das medicações.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-10 00:15:50 UTC</pubDate>
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         <title>Remanejamento: UPC</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p> Nesse dia, meu remanejamento foi para a UPC. Como era o segundo dia do grupo no setor, o professor João deu continuidade a explicação do formulário de SAE, escalas utilizadas no setor e cálculo para verificar a função renal (acabei descobrindo que a minha está baixa). Depois, nós realizamos uma visita no setor, aprendemos como fazer a inspiração das vias aéreas aclopado ao ventilador, como manejar o monitor de sinais vitais e também observamos a troca do soro para circuito de PAm. O professor deixou três pessoas realizarem a aspiração das vias aéreas, explicou como funciona a rotina, a sala de medicações, onde ficam os materiais e, enfatizou a importância de utilizar luva para mexer em tudo dentro do setor. Finalizamos o dia com um round de acolhimento e dúvidas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-10 00:29:39 UTC</pubDate>
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         <title>Segundo Dia</title>
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         <description><![CDATA[<p> Iniciei o dia com a minha visita aos leitos da semana. Começamos o acompanhamento do curativo de um dos meus paciente (por corpo estranho), realizei, junto ao sênior Samuel, a limpeza e o meu primeiro desbridamento!!! :) Troquei o acesso de outros dois pacientes, com sua ajuda, que estavam com a validade vencida (um de difícil punção pois apresentava fístula). O sênior Nicolas me chamou para preencher o papel de cirurgia segura e, juntos, o realizamos;  foi a primeira vez que eu preenchi este papel (colocamos os sinais vitais, tipo de cirurgia,  tempo de jejum do paciente, perguntamos a ele qual era o procedimento que seria realizado, observamos no prontuário se os termos de consentimento estavam todos lá, entre outros).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-10 00:51:21 UTC</pubDate>
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         <title>Remanejamento: Maternidade</title>
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         <description><![CDATA[<p>Fui remanejada para a maternidade, vugo: minha casinha que eu amo demais!!!! Como o grupo estava com uma pessoa menos, eu fiquei primeiro na classificação de risco junto com a Sênior Bia. Dessa vez, fiquei mais auxiliando ela e a enfermeira pois eu já havia passado pelo módulo; neste dia também fizemos a festa surpresa de aniversário da Laura. Foram outros dois dias na sala de medicação e meu grande orgulho do dia foi que eu consegui fazer um acesso sozinha de primeira :) para admnistração de noripurum. Consegui realizar outro grande sonho, que foi conseguir ver um parto da enfermagem! Eu sempre quis muito ver e eu não consegui quando estava no módulo. O trabalho de de expulsão do bebê demorou cerca de 2 horas e foi a coisa mais linda do mundo! Depois eu, Laura e a sênior Carol dividimos os cuidados imediatos do RN. Nos últimos dois dias, fiquei no alojamento conjunto (que é uma das áreas que eu mais amo dentro da maternidade), eu realizei levantamento de puérpera para o primeiro banho; junto com a sênior Vitória passamos duas sondas de alívio na paciente para coleta de EAS e finalizei com o aprazamento das medicações (outra coisa que eu não tive a oportunidade de realizar quando tava no módulo) e visita ao RN, orientando sobre amamentação, higienização do coto umbilical, entre outros.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-10 01:03:56 UTC</pubDate>
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         <title>Terceiro Dia</title>
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         <description><![CDATA[<p>Foi muito bom ter passado uma semana na maternidade, mas eu tenho que confessar que eu tava morrendo de saudade da Clínica masculina!! Tivemos o rodízio dos leitos (fiquei com os iniciais), realizei a visita nos meus pacientes. Nesse dia, um dos pacientes tinha procedimento agendado para outro hospital, então dei atenção inicial a ele para que o mesmo conseguisse ir sem atrasos; depois fiz as visita nos leitos posteriores. Acompanhei o sênior Samuel na passagem da CVD e evolui no livro de intercorrencias do setor a passagem da sonda. Pela primeira vez, separei o material e auxiliei (com a sua ajuda) na punção de acesso central duplo lúmen e, também pude conhecer a parte do CME (que eu nunca tinha ido). Foi muito legal poder observar e conhecer esse procedimento, nunca tinha visto então você foi me explicar aos poucos. Uma das partes que eu mais gostei foi que, ao mesmo tempo você me explicava as coisas, sua atenção estava no carinho muito grande pelo paciente que ia passar pela punção; mesmo depois de fazer aquilo várias vezes, ver um processo tão humanizado da sua parte foi muito inspirador!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-10 01:15:21 UTC</pubDate>
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         <title>Reunião Oitavo Período</title>
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         <description><![CDATA[<p>Tivemos a primeira demonstração dos portifólios. Os grupos foram apresentando seus portifólios do primeiro e segundo módulo e foram anotados sugestões e pontos a serem mudados. Depois a coordenadora Luzimar conversou conosco sobre o andamento do estágios e as mudanças feitas neste período.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-10 17:08:31 UTC</pubDate>
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         <title>Aula PCR</title>
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         <description><![CDATA[<p>A enfermeira Elisa, iniciou com a fundamentação teórica de uma PCR; abordando medicações, tempo de compressão, ritmo cardíaco, DEA. Na segunda parte da aula, foi-se executado a prática iniciado com os grupos para simulação de um resgate na rua. Achei muito interessante que o boneco apontava a qualidade da compressão acendendo a luz verde (para correta) e vermelha (para errada).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-10 17:18:05 UTC</pubDate>
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         <title>Remanejamento: CC</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Fui remanejada para o Centro Cirúrgico. Confesso que estava bem ansiosa para saber como é, pois nunca tinha estado antes. A preceptora Rosângela fez um round sobre drenos e sondas; abordadmos os tipos de dreno (Ker, Penrose, Tubular, selo d'água) com foco no dreno de tórax e quando ele deve ser utilizado (Hemotorax, Pneumotorax, Derreme Pleural e Empiema). Depois falamos das sondas Nasográstrica, CVD e quais suas indicações. Fiquei com a minha dupla Mari (apelidadas de M&amp;M kkk), que estava na recepção. Realizamos a checagem do carrinho de parada e verificamos que estava na data para abri-lo; retiramos as medicações e materiais vencidos. Enquanto a maria anotava a data e checava os produtos e fiquei na organização do carrinho. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-10 17:33:42 UTC</pubDate>
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         <title>Quarto Dia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>De volta ao setor, o sênior Samuel me chamou para checar o cardioversor, oxigênio e Laringoscópio. Passei a visita rotineira nos meus pacientes e realizei a troca de curativo de um novo paciente que estava no ciclo de antibióticoterapia. Ajudei o Samuel a organizar a mesa para o aniversário da Stephanie e, após a festa, retornamos para o setor a fim de finalizar as atividades restantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-10 17:42:28 UTC</pubDate>
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         <title>Última Semana</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Última semana na clínica :(</p><p>Tivemos rodízio dos leitos, realizaie a passagem da visita. Um dos pacientes precisou puncionar um acesso central, então tive, novamente, a oportunidade de vê-lo ( eu até sonhei com o procedimento quando cheguei em casa kkk. Perdi a hora de pegar o meu irmão kk). Executei a troca dos curativos ao qual vim acompanhando durante a semana e consegui ver a alta de um dos meus pacientes. Nesta semana, também teve a presença das residentes de enfermagem. Realizei troca de curativo estéril com a luva de toque (meu grande terror para colocar) justamente por ter maior dificuldade com ela. Chequei novamente o desfibrilador, oxigênio e laringoscópio; anotei os cuidados das prescrições e aprazei. No último dia tivemos a prova e depois nosso café de despedida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-10 17:58:46 UTC</pubDate>
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         <title>Pesquisa: Doença de Niemann-Pick </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A Doença de Niemann-Pick (DNP) faz parte de um grupo de condições genéticas raras, de caráter autossômico recessivo, que afetam o metabolismo dos lipídios. Caracteriza-se pela deficiência da enzima esfingomielinase ácida, resultando em acúmulo anormal de esfingomielina nos lisossomos. Atualmente, a doença é classificada em três subtipos principais: A, B e C. As manifestações clínicas são heterogêneas e decorrem do acúmulo de macrófagos repletos de lipídios em diversos órgãos, como fígado, baço, pulmões, medula óssea e cérebro. Os subtipos A e B são causados por mutações no gene SMPD1, enquanto o subtipo C é associado a mutações nos genes NPC1 ou NPC2 (Bajwa, 2023 apud Bianca, 2024). O acometimento pulmonar é frequente e se manifesta como doença intersticial, geralmente com sintomas respiratórios leves, como tosse e dispneia moderada, além de infecções respiratórias recorrentes (Von et al., 2016 apud Bianca, 2024). A doença hepática grave e a insuficiência respiratória são as principais causas de morte tanto em pacientes pediátricos quanto em adultos (Cassiman et al., 2016).</p><p><br></p><p>Referência: AMOEDO, Bianca Gomes Estevez. Doença de Niemann Pick tipo B: relato de caso. Orientador: Vinicius Santos Nunes. 2024. 18 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Clínica Médica) - Programa Residência Medica, Hospital Universitário Professor Edgard Santos, Faculdade de Medicina da Bahia, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2024. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://repositorio.ufba.br/handle/ri/40889"><br>https://repositorio.ufba.br/handle/ri/40889</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-10 18:35:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Pesquisa: Uma causa incomum de ascite de início recente e lesão renal aguda grave aparente (relato de caso)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/melaniesousa150/2qe9zqbfq4xiwzsz/wish/3404968511</link>
         <description><![CDATA[<p>[...]Quatro dias antes, o paciente sofreu uma dor aguda no abdômen inferior sem evento precipitante. Desde então, vinha se sentindo mal e reclamando de diminuição do débito urinário. Na admissão, ele apresentou desconforto no abdômen inferior, sem outros sinais ou sintomas, incluindo evidência de doença hepática ou cardíaca. Seu exame físico foi normal, apesar de um ligeiro aumento da circunferência abdominal com desconforto difuso, mas sem evidência de irritação peritoneal. O resultado do laboratório foi positivo para creatinina sérica elevada de 7,8 mg/dL e ureia sérica de 165 mg/dL. Surpreendentemente, ele apresentou cistatina C sérica de 1,41 mg/dL, potássio de 5,2 mEq/L, e bicarbonato HCO3 de 22 mM. fisiopatologia por trás das alterações analíticas neste caso está relacionada à capacidade peritoneal de absorção de creatinina e ureia e de metabolização da cistatina C pelos túbulos renais (o que explica por que foram observados níveis aumentados de creatinina sérica e níveis normais de cistatina C). A cistatina C é uma proteína de baixo peso molecular produzida por todas as células nucleadas e, filtrada mas não reabsorvida, pelo glomérulo. No entanto, ela é metabolizada nos túbulos. É geralmente utilizada como um marcador alternativo da função renal, uma vez que se acredita que tenha uma taxa de produção relativamente constante e não seja afetada por alterações na dieta, sexo, idade ou massa muscular(MF et. al, 2009 apud Oliveira et. al, 2023). Se o paciente tivesse se apresentado ao departamento de emergência no primeiro dia de sintomas, as razões ascite/creatinina sérica e potássio sérico teriam sido muito mais elevadas (efeito diluidor). Se o paciente realmente apresentasse lesão renal aguda grave com oligúria durante quatro dias, seriam esperadas alterações no ácido-base e nos eletrólitos séricos. Neste caso, os rins estavam funcionando adequadamente, mas a urina estava sendo desviada para o abdômen. O risco associado à formação de urinoma é o desenvolvimento de peritonite química. O diagnóstico definitivo é estabelecido por TC da bexiga (com contraste uretral), cistoscopia ou avaliação intraoperatória. As prioridades iniciais incluem a remoção da obstrução renal/da bexiga (se presente), profilaxia antibiótica e interrupção do vazamento de urina (JN et. al, 1986 apud Oliveira et. al, 2023).</p><p><br></p><p>Referências: OLIVEIRA, J. et al.. An unusual cause of new-onset ascites and apparent severe acute kidney injury. Brazilian Journal of Nephrology, v. 45, n. 1, p. 128–130, jan. 2023. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/jbn/a/JFW8x4n8Xm3LtS54rFwjVZN/?lang=pt">SciELO Brazil - An unusual cause of new-onset ascites and apparent severe acute kidney injury An unusual cause of new-onset ascites and apparent severe acute kidney injury</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-10 18:49:06 UTC</pubDate>
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         <title>Considerações Finais</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/melaniesousa150/2qe9zqbfq4xiwzsz/wish/3404998713</link>
         <description><![CDATA[<p>Vou começar apontando minhas considerações ''negativas''. A placa de precaução de contato, para mim, ficam escondidas atrás da cabeçeira do leito e a maioria dos profissionais não conseguem ver que aquele paciente esta em precaução. Assim como, quando o paciente possui um deficiência ou restrição ( como fístula ou dieta zero) também ficam escondidas (já achei uma placa literalmente atrás da cortina); então acho que é uma coisa pela qual necessita de uma atenção maior. A organização do setor é extraordinária! De todos que já passei foi o mais organizado e estruturado; tudo fica perto por uma razão lógica (seringa perto do jelco...). Ventilação e Limpeza dos quartos também foi outra coisa que me chamou muito atenção! Os pacientes sabem que tudo deve caber no armário e, automaticamente, diminui o risco de ''perder'' seus objetos pessoais. Adorei! Uma das primeiras coisas que eu estava preocupada em ir para uma clínica masculina era em relação a assédio e segurança em estar com o paciente na hora de algum procedimento. Devo dizer que foi o lugar em que eu mais me senti segura! Isso foi muito importante para mim. Uma das coisas que eu mais gosto na CMM é que todo dia tem algo novo para se ver; apesar de ser uma clínica (e claro, ter sua rotina), tem sempre algo novo acontecendo. Queria ter conseguido ver a Hemodiálise, mas eu tento em um remanejamento kkk. Na minha opnião, a dinâmica do setor é bem melhor COM os sêniores do que sem eles. Isso pois, eles são os guias das coisas que acontecem e que podemos fazer no setor; quanto a isso não tive nenhum problema e consegui realizar procedimento no meu primeiro dia. Em relação e você, Carol, eu quero que saiba que você é a alma e inspiração daquele lugar; um não funciona sem o outro. O respeito, carinho e admiração de todos que trabaçlham com você é inspirador! Eu nuncaq gostei de clínica, mas saia da masculina cada dia mais feliz e apaixonada (sua culpa kkk). Eu posso dizer, com certeza, que todos os meus dias lá foram muito felizes! Pela primeira vez penso seriamente se quero ir para a maternidade ou voltar para a clínica masculina (nunca imaginei que isso ia acontecer!). Há uns tempos atrás, em uma palestra falaram que a gente deve ter alguém dentro da nossa profissão que nos inspire, que admiramos... E você é essa pessoa para mim! Obrigada por compartilhar toda essa paixão e conhecimento que você tem! É realmente um dom. Muito obrigada por tudo! Descobri uma nova paixão aonde eu nunca pude imaginar e, saio cada dia querendo saber mais e me jogar mais nas coisas. Também aprendi muito a ter jogo de cintura neste módulo; ao qual vou levar para o resto da vida. :)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-10 19:19:47 UTC</pubDate>
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         <title>Pesquisa: Hipodermóclise</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A primeira descrição acerca do uso da hipodermóclise remonta ao ano de 1913. Ela foi, no início, utilizada em crianças e recém nascidos, sendo abandonada em meados do século passado, em razão de registros de efeitos adversos graves decorrentes de seu uso inadequado, nomeadamente, em situações de choque hipovolêmico e/ou administração de solutos hipertônicos como soluções glicosadas a 50%, motivo que bastou à época para o abandono dessa técnica. (Oliveira R. A., 2008). A hipodermóclise é indicada para reposição de fluídos por via subcutânea, quando a via oral e intravenosa e, não é adequada, principalmente, em pacientes com veias colapsadas, finas e frágeis que se rompem facilmente, com o volume máximo de infusão de 1.500 ml. Por essa técnica, pode-se, além da infusão de solução fisiológica, administrar medicamentos, tais como a dexametasona, morfina, haloperidol, midazolan, tramadol, atropina (Ministério da saúde, 2009). Sua grande vantagem está relacionada ao tempo de permanência, a qual pode ser mantida por semanas, diminuindo a dor e o desconforto das punções venosas, sendo recomendável a troca do local da punção a cada 72 horas ou na vigência de sinais flogísticos. Considerando os riscos, que são mínimos, os efeitos colaterais são raros, reversíveis e de pequena importância clínica; contudo, podem promover edemas e reações locais, considerados os mais frequentes, não estando a hipodermóclise indicada para infusão rápida de medicamentos (Mello SHS, 2006). No Brasil, ainda há uma carência de estudos, de divulgação e utilização segura da hipodermóclise, sendo necessárias pesquisas em larga escala para consolidar o seu uso. É preciso considerar que o desconhecimento sobre o assunto, por parte dos profissionais médicos e de enfermagem, provavelmente está relacionado à falta de discussão sobre o tema nas escolas. Assim, considerando a relevância dessa matéria, concordamos com o autor, porque o conhecimento dos enfermeiros sobre a hipodermóclise faz-se necessário, pois lhe permite refletir sobre a importância de seu papel ao utilizar esse método como recurso terapêutico. (Cristiane et. al, 2010).</p><p>Tive a experiência de poder tomar uma medicação por hipodermóclise. A sensação era de que a medicação iria dor, porém não; somente para realizar a punção mesmo. Minha percepção foi de que o scalp é melhor para puncionar o paciente (pois o jelco precisa desaclopar a agulha) e que o gotejamento tem que ser lento, pois o gotejamento rápido gera uma ardência bastante incomoda. É necessário visulizar se o scalp mantém o posicionamento no ângulo de 30°, posição do membro puncionado e tempo de gotejamento. Além disso, atentar a formação de pápulas e edemas no local da punção.</p><p><br/></p><p>Referências: Ishikawa Takaki, Christiane Yumi; Farias Souza Klein, Gilmara de Hipodermóclise: o conhecimento do enfermeiro em unidade de internação ConScientiae Saúde, vol. 9, núm. 3, 2010, pp. 486-496. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.redalyc.org/pdf/929/92915180020.pdf">https://www.redalyc.org/pdf/929/92915180020.pdf</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-17 18:24:16 UTC</pubDate>
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         <title>Pesquisa: Controle da movimentação de pessoas relacionado a sala de cirurgia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/melaniesousa150/2qe9zqbfq4xiwzsz/wish/3414287775</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma das coisas primeiras coisas que eu pude observar foi a circulação na sala de cirurgia. Pensava que depois que entrasse não poderia mais sair da sala. O que me chamou a atenção foi a circulação de pessoas nas salas e a relação com a contaminação cruzada. Saliento que o número de estudos encontrados para este questionamento foi zero; somente achei artigos que citam o tema. E, não encontrei uma imagem que mostre a sala de cirurgia com a equipe multiprofissional. Os achados nos artigos citam que sabe-se que a infecção do sítio cirúrgico é multifatorial, sendo a equipe cirúrgica uma importante fonte de patógenos para sua etiologia. Frente a isso “o uso da paramentação é uma forma coerente de prevenção de transmissão de contaminação e de infecção, tanto para o profissional como para o paciente, e o uso adequado está relacionado, também, com a garantia da manutenção da assepsia” (Lacerda et. al, 2000). A sala operatória deverá estar limpa, com as portas fechadas, e a circulação de pessoal deverá ser a menor possível (Mangram et. al, 1999 apud May et. al, 2006). Entre os principais meios de prevenção incluem-se a lavagem de mãos, isolamento de doenças transmissíveis e medidas específicas para cada sítio de infecção. A prevenção das infecções hospitalares deve constituir o objetivo de todos os profissionais de saúde (Machado et. al, 2001).</p><p><br></p><p>Referências: Machado A, Ferraz AAB, Ferraz E, Arruda E, Nobre J, Konkewicz LR, Pimentel ML, Leão MTC, Trabasso P, Grimbaum R, Colombro A, Manrique E, Sader H, Buchdid JA, Wey SB, Rodrigues EAC. Prevenção da Infecção Hospitalar. Sociedade Brasileira de Infectologia, 15 de Agosto de 2001. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bibliomed.com.br/diretrizes/pdf/infeccao_hospitalar.pdf">https://www.bibliomed.com.br/diretrizes/pdf/infeccao_hospitalar.pdf</a></p><p><br></p><p>Cataneo C, Silveira CA, Simpionato E, Camargo FC, Queiroz FA, Cagnin MC. O preparo da equipe cirúrgica: aspecto relevante no controle da contaminação ambiental. Rev Latino-am Enfermagem 2004 março-abril; 12(2):283-6. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/rlae/a/mhtMvn7BSMJFq3QqVQ6zzkg/?format=pdf&amp;lang=pt">https://www.scielo.br/j/rlae/a/mhtMvn7BSMJFq3QqVQ6zzkg/?format=pdf&amp;lang=pt</a></p><p><br></p><p>Afonso May Socorro Martinez; Souza Adenicia Custodia Silva; Tipple, Anaclara Ferreira Veiga; Machado, Eliene Aparecida; LUCAS, Eliane Alves. CONDICIONAMENTO DE AR EM SALAS DE OPERAÇÃO E CONTROLE DE INFECÇÕES- UMA REVISÃO. Revista Eletrônica de Enfermagem, v. 08, n. 01, p. 134- 143, 2006. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.5216/ree.v8i1.933">https://doi.org/10.5216/ree.v8i1.933</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-17 19:31:40 UTC</pubDate>
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         <title>Irrigação vesical de demora</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/melaniesousa150/2qe9zqbfq4xiwzsz/wish/3430296510</link>
         <description><![CDATA[<p>Nos pacientes submetidos à RTUP, o uso do cateter vesical de demora (CVD) no período pós-operatório é essencial e indispensável, já que o cateter serve de apoio para a uretra após a cirurgia sendo geralmente utilizado em um período de curto prazo. Sua inserção após o procedimento cirúrgico tem como finalidade promover a irrigação continua e a drenagem de líquidos da bexiga assim como manter a via urinária pérvia, mensurar o débito urinário, controlar a hematúria macroscópica e monitorar a obstrução urinária (Diez et. al, 2008 <em>apud </em>Luciana et. al, 2022) . Ao realizar a técnica da lavagem vesical, o profissional que a executa entra em contato diretamente com sangue e urina podendo se contaminar com o fluído. No procedimento, são também utilizados insumos estéries como gaze algodonada, clorexidine a 2%, luva estéril, campo estéril com o intuito de proteger as extremidades e evitar o máximo possível a contaminação exógena. Portanto a manutenção do sistema urinário fechado no momento da realização da técnica da lavagem vesical pode evitar a contaminação bacteriana do dispositivo em sua porção distal e, consequentemente diminuir os custos hospitalares, evitando internações prolongadas por infecções de urina além de diminuir a exposição do profissional a fluídos corpóreos (Luciana et. al, 2022).</p><p><br></p><p>Referências: Luciana Fiorella Santillán Vilchez', Idagene Aparecida Cestari, Mildred Patricia Ferreira da Costa, Maria Cristina de Mello Ciaccio, Grazia Maria Guerra. <strong>Protótipo de cateter vesical de três vias para a Lavagem Vesical. </strong>O Mundo da Saúde 2022,46:096-108, e10892021. DOI: 10.</p><p>.15343/0104-7809.202246096108. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://repo.saocamilo-sp.br:8080/dspace/bitstream/123456789/2160/1/Prot%c3%b3tipo%20de%20cateter%20vesical%20de%20tr%c3%aas%20vias%20para%20a%20Lavagem%20Vesical.pdf">http://repo.saocamilo-sp.br:8080/dspace/bitstream/123456789/2160/1/Prot%c3%b3tipo%20de%20cateter%20vesical%20de%20tr%c3%aas%20vias%20para%20a%20Lavagem%20Vesical.pdf</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 17:42:46 UTC</pubDate>
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         <title>Ooforectomia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/melaniesousa150/2qe9zqbfq4xiwzsz/wish/3430314909</link>
         <description><![CDATA[<p>A incidência do câncer de ovário aumenta com a idade, com picos na sétima década. A média de diagnóstico é de 60 anos, sendo pouco frequente antes dos 40 anos. É importante saber que, o risco para câncer de ovário diminui com o aumento do número de gestações, e a amamentação também representa um fator protetor contra o desenvolvimento do tumor (Carvalho, 2004). É importante destacar que, a Ooforectomia, cirurgia para retirada do ovário, diminui acentuadamente o risco de desenvolver o câncer, mas em alguns casos, não o elimina totalmente; e que várias são as técnicas utilizadas para o diagnóstico precoce de cistos e tumores ovarianos, que possibilita uma abordagem não invasiva e econômica (Clarany et. al, 2009). Algumas mulheres podem ter seus ovários acometidos por processos não bem conhecidos dando origem a cistos ou tumores, que por vezes, chegam a alterar sua forma e função. Em algumas destas, esse quadro é revertido com o uso de anticoncepcionais, mas quando o tratamento medicamentoso  não  produz  o  efeito esperado, é realizada uma intervenção cirúrgica para retirar os ovários atingidos, técnica essa conhecida como ooforectomia, ou ainda pode-se retirar apenas o tecido formado no ovário, a Ooforocistectomia (Nelson et. al, 1997). Quando um cisto é grande, complexo ouse rompe, é necessária a realização de uma cirurgia por meio de laparoscopia ou laparotomia, que pode ser uma ooforectomia (remoção do ovário), uma ooforocistectomia (remoção apenas do tecido) ou uma salpingoooforectomia, que corresponde à remoção do ovário e da tuba uterina (Timby, 2004).</p><p><br/></p><p>Referências: Leite, C. A., Alvino Leite, M. C., &amp; Barreto, C. C. M. (2009). SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM A UMA CLIENTE SUBMETIDA À OOFORECTOMIA: RELATO DE CASO. <em>Revista De Ciências Da Saúde Nova Esperança</em>, <em>7</em>(1 e 2), 22–31. Recuperado de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.revistanovaesperanca.com.br/index.php/revistane/article/view/346">http://www.revistanovaesperanca.com.br/index.php/revistane/article/view/346</a></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 17:57:41 UTC</pubDate>
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         <title>Penectomia </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/melaniesousa150/2qe9zqbfq4xiwzsz/wish/3430336937</link>
         <description><![CDATA[<p>O câncer de pênis é uma doença neoplásica que acomete adultos com faixa etária em torno de 50 anos, porém pode acometer homens mais jovens. No Brasil, esse tipo de tumor representa 2% de todos os tipos de câncer que atingem o homem, sendo mais frequente nas regiões Norte e Nordeste, especialmente no estado do Maranhão. (Nespoli et al., 2020 apud Leila et. al, 2022). Entre suas causas temos higiene íntima precária, fimoses e pelo contágio do vírus HPV. O tratamento para o câncer de pênis pode ser por radioterapia, quimioterapia, amputação parcial ou total por meio de cirurgia, conhecida como penectomia (Nespoli et al., 2020 apud Leila et. al, 2022). Após o diagnóstico do câncer de pênis e o tratamento cirúrgico sendo a penectomia parcial ou total, o homem passa a sentir menos homem, perdendo o que considera como centro de sua masculinidade, pois sua capacidade de se relacionar sexualmente foi abalada. Os pacientes que passavam pela penectomia parcial ou total do pênis acabavam desenvolvendo certas reações negativas, como o desenvolvimento de transtornos psicológicos, como depressão, ansiedade, agressividade e pensamentos suicidas (Leila et. al, 2022). Como estratégia de enfrentamento surgiram busca de apoio da equipe de saúde, tanto da equipe de enfermagem e psicológico. O encontro de novo sentido da vida, com apoio de grupos e religioso. E a descoberta de uma nova maneira de vivenciar a sexualidade. O enfermeiro oncológico desempenha um importante papel para a melhora da qualidade de vida desses pacientes, dando uma assistência não só no cuidado especializado, mas também oferecendo meios terapêuticos que os ajudem a serem reinseridos na sociedade como homens que são, mesmo que alguns pensem que perderam sua masculinidade. Os enfermeiros têm a possibilidade de identificar e descrever as necessidades para buscar uma melhor qualidade de vida através da reabilitação dos pacientes penectomizados, utilizando-se de estratégias de enfrentamento da doença (Leila et. al, 2022).</p><p><br/></p><p>Referências: Leila do Nascimento Oliveira, Mauro Leonardo Salvador Caldeiras dos Santos, Alessandra Conceição Leite, Raquel de Souza Soares, Raquel de Souza Ramos, Patricia dos Santos Calro Fully. <strong>A percepção do paciente frente a Penectomia: uma revisão integrativa. </strong>Research, Society and Development, v. 11, n. 7, e19311729586, 2022 (CC BY 4.0) | ISSN 2525-3409 | DOI: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v11i7.29586">http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v11i7.29586</a>. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ninho.inca.gov.br/jspui/bitstream/123456789/9391/1/A%20percep%c3%a7%c3%a3o%20do%20paciente%20frente%20a%20penectomia%20uma%20revis%c3%a3o%20integrativa.pdf">https://ninho.inca.gov.br/jspui/bitstream/123456789/9391/1/A%20percep%c3%a7%c3%a3o%20do%20paciente%20frente%20a%20penectomia%20uma%20revis%c3%a3o%20integrativa.pdf</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 18:14:35 UTC</pubDate>
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         <title>Round</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/melaniesousa150/2qe9zqbfq4xiwzsz/wish/3430370244</link>
         <description><![CDATA[<p>Estava de atestado, então realizai a pesquisa do meu tema em casa. Fiquei responsável por falar sobre a escala de  Audret e Kroulick. </p><p>Diante disso, em 1970, Aldrete e Kroulik propuseram a criação de um sistema numérico de avaliação pós-anestésica permitindo uma coleta de dados com critério definido. Nesse mesmo ano, eles desenvolveram o Índice de Aldrete e Kroulik (IAK), que, em 1995, foi submetido à atualização e hoje é o mais utilizado nas SRPA. Tem por objetivo sistematizar a observação das condições fisiológicas e a alta do paciente da sala de recuperação pós-anestésica (Reis et. al, 2013 apud Claudinalle et. al, 2020). O IAK permite avaliação da atividade motora, respiratória, circulatória, estado de consciência e saturação de oxigênio. Ao decorrer da avaliação, é atribuída uma pontuação que varia de 0 a 2 pontos para cada parâmetro, sendo 0 a condição de maior gravidade, 1 a condição intermediária, e a 2 indicando que as funções já foram restabelecidas. Pelo IAK o paciente pode receber a alta da sala de recuperação pós-anestésica quando atinge a pontuação total de 8 a 10 pontos. É imprescindível que a equipe de enfermagem tenha um bom conhecimento dessas informações, pois a aplicação correta do IAK proporciona uma melhor segurança ao paciente. Visto que, o preenchimento equivocado desse parâmetro de avaliação pode submeter o paciente à situação de risco e levar ao agravo de seu estado geral (Cecílio et. al, 2014 apud Claudinalle et. al, 2020).</p><p><br></p><p>Referências: Claudinalle Farias Queiroz de Souza; Luana Ketlen Cavalcanti de Lima Felix; Keity Ranielly do Amaral Silva; Lara Roberta de Moura; Maria Eduarda Pereira de Almeida; Letícia Patrícia de Oliveira Nóbrega; Liana Gabriele da Cruz Mendes. Uso do índice de Aldrete e Kroulik na sala de recuperação pós-anestésica: uma revisão sistemática. Universidade de Pernambuco (Upe) - Faculdade de Enfermagem Nossa Senhoras das Graças (Fensg) Rua Arnóbio Marques, 310, Santo Amaro . Recife, Pernambuco. Brasil. Cep: 50.100-130. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.dx.doi.org/10.5935/2446-5682.20190007">http://www.dx.doi.org/10.5935/2446-5682.20190007</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 18:41:07 UTC</pubDate>
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         <title>Sala de Cirurgia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/melaniesousa150/2qe9zqbfq4xiwzsz/wish/3430391637</link>
         <description><![CDATA[<p>Primeiros dias oficias no Centro Cirúrgico. No primeiro dia, tivemos a finalização das apresentações dos rounds. O yuri falou sobre Capnografia, a Natália de  Check list de cirurgia e quando cada um é utilzado cada lista e a Fernanda, que apresentou na sexta, os tipos de esterelização (na qual eu não consegui visualizar a apresentação). Posteriormente, foi dada uma aula sobre hipodermoclise e seus benefícios; depois realizamos a parte prática. Nos outros dias, assisti a uma cirurgia de Endarterectomia de carotida. Acompanhei a técnica de enfermagem Patrícia, na sala C. Realizamos a abertura dos materiais estéries e preparação da sala de cirurgia. Confesso que, pra mim, foi muito difícil pegar os materiais que a anestesista pedia; pois, o cenário do centro cirúrgico é totalmente novo para mim. Neste dia descobir que existem, em média, uns 10 tipos de fio diferentes e pedi ajuda a Patricia para me explicar cada um deles; ela também me mostrou os papéis que devem ser preenchidos e eu fiquei responsável pelo preenchimento dos custos de gastos. Minha segunda cirurgia foi uma cesariana :) Acompanhei o técnico de enfermagem Anderson. Ele me explicou como é a funcionalidade da sala de cesária e quais papéis deve-se ser preenchido. A paciente já apresentava sonda e uma das coisas que mais tentei foi tranquilizar a gestante. Percebi que elas chegam muito nervosas, mesmo após ser a sua segunda ou mais cirurgia. Ao mesmo tempo em que observara o nascimento da pequena M. O, realizava a execução dos documentos e preenchimento da pulseira tanto da mãe quanto da baby. Eu amo a gestação e tudo que envolva ela! Amei conhecer a pequena e ver, que ao final do procedimento, a mãe estava bem mais calma e tranquilizada; e, tudo isso foi pelo atendimento e humanização que lhe foi dada durante esta experiência. Sabe-se que muitas mulheres que retornam para realizar uma cesariana não tiveram uma boa primeira experiência, e é de extrema importância o acolhimento a elas. E gostei muito de fazer parte disto. Ao final do procedimento, eu e o Anderson realizamos a preparação da sala para a próxima cirúrgia.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 19:01:01 UTC</pubDate>
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         <title>Endarterectomia de carótida </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A estenose de carótida aterosclerótica é uma  condição  prevalente,  frequentemente associada  a  um  risco  elevado  de  acidente vascular encefálico (AVE), especialmente em pacientes  com  estenoses  moderadas  a graves.  O  tratamento  dessa  condição  é essencial  para  prevenir  AVCs  e  outras complicações  vasculares.  Tradicionalmente, a endarterectomia de carótida (EC) tem sido o  procedimento  padrão  para  tratar  a estenose  significativa  da  carótida.  A  EC envolve a remoção da placa aterosclerótica da  artéria  carótida,  com  o  objetivo  de restaurar   o   fluxo   sanguíneo   normal (autor). A endarterectomia tem mostrado uma redução significativa  no  risco  de  AVC  no  pós­operatório  imediato,  especialmente  em pacientes  com  estenose  de  70%  ou  mais, como evidenciado pelos ensaios clínicos que mostraram uma redução de 20% no risco de AVC em cinco anos após o procedimento (Cohe et. al, 2020). studos  recentes  sugerem  que  uma abordagem combinada, com a endarterectomia seguida de angioplastia com stent,  pode  ser  eficaz  para  pacientes  com estenoses  complexas,  reduzindo  a  taxa  de complicações e melhorando os desfechos a longo  prazo  (Brown et. al, 2021).</p><p><br/></p><p>Referências: Laila Fabiana Mendes, Helena Ferreira de Oliveira, Leticia Noveli Lucena, &amp; Nicoly Vitória de O. Mendes. (2024). Angioplastia ou endarterectomia para estenose de carótida por aterosclerose: uma revisão sistemática. Revista Ciência Live, 2(1), 1–4. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.5281/zenodo.14192736">https://doi.org/10.5281/zenodo.14192736. Disponível em: </a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revista.ciencialife.com.br/index.php/life/article/view/41/38">https://revista.ciencialife.com.br/index.php/life/article/view/41/38</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-05 17:57:23 UTC</pubDate>
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         <title>CME</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Na quinta, tivemos um round. O Yuri falou sobre Máscara Baraka (utilizado mais como anestésico infantil), a Natália falou Azul Latente e Linfonodo Sentinela e a Fernanda de Criptorquidia. Depois cada uma foi para seu setor. Esses três dias no CME foram um verdadeiro 'tapa na cara' pra mim. Quando a gente somente vê o resultado final do produto, não imagina todo um processo e trabalho envolvidos. Você entra pensando que é só dobrar roupa, porém existe toda uma técnica por trás de uma dobradura. Realizei tanto a dobra de roupas como a seladora para fechar as embalagens e colocação e retirada dos materiais na autoclave;  minha eterna inimiga será a seladora e os vários plásticos selados tortos errados kkk. Participei de todos os processos dentro da CME, até na área de materiais contaminados, aonde eu conheci o ar comprimido (meu desestresse diário kk) para secagem dos materiais e o processo de higienização dos mesmos. Amei o CME, foi o local em que mais gostei de ficar e onde fui muito bem recebida por toda a equipe. Observei que o cortador de papel de grau cirúrgico está com as lâminas cegas e acaba 'mastigando' o plástico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-05 18:20:07 UTC</pubDate>
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         <title>Round</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Principais Complicações do parto cesária.</p><p>As complicações relacionadas ao parto obtidas nos acompanhamentos, segundo relato da mulher, e posteriormente classificadas de acordo com a Classificação Estatística Internacional de Doenças e problemas relacionados à saúde, décima revisão (CID 10). As complicações precoces foram avaliadas em conjunto e separadamente, como infecção pós-parto, anemia, hemorragia, infecção do trato urinário, dor, cefaleia, complicações anestésicas, hemorroidas, curetagem e aderência no local da cirurgia/episiotomia. As complicações tardias também foram avaliadas agrupadas e separadamente, como incontinência urinária e fecal, dispareunia, cistocele, prolapso genital e rotura de períneo. As complicações precoces foram relatadas por 11,4% das mulheres, sendo as mais comuns: infecção pós-parto (3,4%), anemia (1,8%) e hemorragia (1,7%). Complicações tardias estavam presentes em 24,1% das mulheres, sendo mais prevalentes a incontinência urinária (13,0%) e dispareunia (11,9%) (Mascarello et. al, 2018).Estudos prévios que avaliaram as complicações pós-parto tratam apenas de complicações graves (Villar et. al, 2007 apud Mascarello et. al, 2018), como internação em unidade de terapia intensiva (UTI), transfusão de sangue, histerectomia e morte, necessitando de grande tamanho de amostra para obter os resultados esperados. Quanto às complicações tardias, após controle para fatores de confusão avaliou as disfunções de assoalho pélvico encontrou maior risco de incontinência urinária nas mulheres que tiveram parto vaginal, porém essa diferença tende a ser nivelada com o passar do tempo. Já para incontinência fecal, a ruptura de esfíncter anal foi primordial para o maior risco e não o parto vaginal em si, diferentemente do prolapso genital, mais comum nas mulheres que tiveram parto vaginal (Rortveit et. al, 2014 apud Mascarello et. al, 2018).</p><p><br></p><p>Referências: MASCARELLO, K. C. et al.. Complicações puerperais precoces e tardias associadas à via de parto em uma coorte no Brasil. Revista Brasileira de Epidemiologia, v. 21, p. e180010, 2018. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/rbepid/a/dc8g7c9Lq7xvFgqdCTZTCCB/">https://www.scielo.br/j/rbepid/a/dc8g7c9Lq7xvFgqdCTZTCCB/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-05 18:33:41 UTC</pubDate>
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         <title>Round</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Tipos de esterilização.</p><p> Para a AORN (2000), as embalagens utilizadas para esterilização devem apresentar as seguintes características: - ser apropriada para o (s) artigo (s) e método de esterilização; - prover integridade adequada de selagem e ser a prova de violação; - prover barreira adequada; - permitir a adequada remoção do ar; - proteger o conteúdo do pacote de danos físicos; - resistir a rasgos e perfurações; - ter uma relação custo/benefício positiva (Maria et. al, 2002). Monitoramento da qualidade:</p><p>Testes de controle de esterilização (químico, biológico e Bowie &amp; Dick): A área de monitoramento da esterilização de produtos para saúde deve dispor de incubadoras de indicadores biológicos. O monitoramento do processo de esterilização deve ser realizado em cada carga em pacote teste desafio com integradores químicos (classes 5 ou 6), segundo rotina definida pelo próprio CME ou pela empresa processadora. O monitoramento do processo de esterilização com indicadores físicos deve ser registrado a cada ciclo de esterilização. E obrigatória a realização de teste para avaliar o desempenho do sistema de remoção de ar (Bowie &amp; Dick) da autoclave assistida por bomba de vácuo, no primeiro ciclo do dia. Não é permitida a alteração dos parâmetros estabelecidos na qualificação de operação e de desempenho de qualquer ciclo dos equipamentos de esterilização. O ciclo para uso imediato deve ser monitorado por integrador ou emulador químico (RDC 15, 2012).</p><p>Testes das condições ambientais: verificação das condições ambientais estabelecidas na</p><p>RDC 15/2012 para cada área de operação da CME.</p><p>Inspeção dos produtos processados durantes as etapas de produção: Validação da conformidade do produto durante o processamento da esterilização. A limpeza dos produtos para saúde, seja manual ou automatizada, deve ser avaliada por meio da inspeção visual, com o auxílio de lentes intensificadoras de imagem de, no mínimo, oito vezes de aumento, complementada, quando indicado, por testes químicos disponíveis no mercado</p><p>(RDC 15. 2012). </p><p><br/></p><p>Referências: Maria de Fátima Paiva Brito, Cristina Maria Galvão, Lucilena Françolin, Carmem Silvia Gabriel Rolta. VALIDAÇÃO DO PROCESSO DE ESTERILIZAÇÃO DE ARTIGOS M ÉDICO-HOSPITALARES SEGUNDO DIFERENTES EMBALAGENS. Rev. Bras. Enferm., Bras ília, v. 55, n. 4 , p . 4 1 4-419, jul./ago. 2002. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow">file:///C:/Users/lab.FMPFASE.001/Downloads/download%20(1).pdf</a></p><p><br/></p><p>DA VEIGA, Suzana Gonzaga. <strong>Centros de Material e Esterilização (CME)</strong>. 2017. Tese de Doutorado. Tese de Doutorado. PUC-Rio. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.dbd.puc-rio.br/pergamum/tesesabertas/1521364_2017_completo.pdf">https://www.dbd.puc-rio.br/pergamum/tesesabertas/1521364_2017_completo.pdf</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-05 18:52:08 UTC</pubDate>
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         <title>Recepção</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>No primeiro dia, realizei a ambientação com a recepção e as funções a serem executadas neste setor. Com a ajuda dos meus colegas, realizei o checklist da sala do RN; no primeiro dia os materiais estavam na sala de cesáriana pois estava tendo uma manutenção da eletricidade. Observei uma passagem de CVD com a senhora na gestante e realizei a passagem de outra com a sênior Edith; realmente é muito diferente passar sonda em gestantes, foi um experiência que não tive a oportunidade na maternidade e gostei muito. Realizei a abertura do livro de ocorrências durante os dias e o atendimento das ligações. Também fiz o recebimento dos pacientes de pré e pós operatório e preenchimento da folha de cirurgia segura. Executei o teste de do desfibrilador e cilindro de O2 diariamente. Recebi muita ajuda e apoio da enfermeira Jeanne e da técnica Bianca durantes meus dias na recepção. Uma das coisas que eu sempre observei, e passei por esta experiência, foi sobre a forma como a informação aos acompanhantes é um pouco desatenta (hoje eu sei que é por conta da enorme demanda que a recepção requer), e foi algo em que eu quis trabalhar neste setor. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-05 19:12:16 UTC</pubDate>
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         <title>Considerações finais</title>
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         <description><![CDATA[<p>Como dito no nosso feedback de hoje, Minhas observações ''negativas'' são sobre a atualização dos checklist de custo e da sala do RN quanto a adição dos itens. O centro cirúrgico é o único setor que nunca tive contato antes, e minha adaptação foi bem difícil ( até por conta dos dias de atestado e entrar 1 semana depois no módulo). Com certeza é um setor muito diferente e único, aonde você vê de tudo e mais um pouco; foi diferente sair da rotina de clínica para a rotina do centro cirúrgico. Aprendi muitas coisas e uma das minha prioridades e me envolver em todos os processos. Acredito, que para ser um bom enfermeiro, primeiro deve-se saber como funciona as coisas; e esse é meu propósito. A senhora tem uma forma de acolher muito especial! Senti-se pelo seu abraço um carinho enorme! Isso com certeza faz toda a diferença. A cada módulo passado, tem um ponto que puxa mais atenção e molhara e, no centro cirúrgico, foi a pesquisa. Definitivamente foi o módulo que mais me fez pesquisar e entender os processos, procedimentos, materiais e divisão do trabalho. Adoro suas aulas! Gostaria que tivessem toda semana; a senhora tem o dom de ensinar. Não posso dizer que saio aprendendo tudo, pois o nosso tempo é muito escasso, mas saio aprendendo muito e querendo aprender mais. Muito obrigada por tudo! Não irei me despedir pois ainda tem uma semana de reposição, então é um até logo. Beijos:) Autoavaliação: 8.9</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-05 19:42:29 UTC</pubDate>
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         <title>Primeiro Dia</title>
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         <description><![CDATA[<p>Tivemos uma breve apresentação das funções do setor. Analisos a escala da clinica e fui designada para o curativo simples. Confesso q estava com saudade de fazer um curativo. Fiquei de dupla com a senior Edith. Arrumamos o carrinho de curativo e anotamos os leitos para realizá-los; basicamente consistia em FO e realizei a limpeza de um dreno de Black e </p><p>Fissuras anal. Finalizamos com um round de Acolhimento. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 19:40:03 UTC</pubDate>
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         <title>Segundo Dia </title>
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         <description><![CDATA[<p>Fiquei no curativo complexo fiquei de dupla com a sênior Natália. Por ser procedimentos mais estéreis estava um pouco nervosa, mas a Natália me acolheu muito bem e foi explicando com realizar os procedimentos. Realizamos troca de bolsa da ostomia (q eu nunca tinha visto ainda) e do fixador da TQT (confesso que tenho um pouco de nervoso) e úlcera venosa ( meu curativo preferido). Finalizamos com a apresentação  do tema do Yuri ( tipos de ostomia).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 19:44:03 UTC</pubDate>
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         <title>Terceiro Dia </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Fiquei no posto de enfermagem com a sênior Tayna. Realizei a conferência do desfibrilador, O2 e laringos. O pessoal do quinto período foi no setor neste dia e eu e Tayna auxiliamos um aluno no curativo simples de FO. Depois quase levamos um susto com o paciente engasgado (alarme falso) e finalizamos aprazando  as prescrições de medicações. Tivemos um round sobre o uso da luva de toque no curativo estéril. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 19:45:38 UTC</pubDate>
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         <title>Quarto dia </title>
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         <description><![CDATA[<p>Fiquei responsável pelo Checklist e escalas do setor. Minha maior dificuldade foi entender o funcionamento da escala de Fugulin pois nunca tinha realizado antes. Gostei muito desta ideia de realizar as escalas junto com Checklist.  Tinham poucos leitos para passagem neste dia. Tivemos um round sobre escala de Fugulin e dimensionamento de equipe.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 19:48:36 UTC</pubDate>
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         <title>Quinto Dia</title>
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         <description><![CDATA[<p>Dia D! Definitivamente meu preferido! Já tinha ouvido falar mas não entendi bem o funcionamento do dia D. Eu amei! Fiquei responsável por um paciente aonde realizei anamnese e exame físico completo (AC, AP, AB, TAX, SPO2, FC, FR, Palpação abdominal profunda e superficial). Meu paciente já havia tomado banho então realizei a troca de curativo dele. Depois realizei a evolução de enfermagem, diagnóstico e intervenções. Tivemos um round sobre diagnóstico e intervenção de enfermagem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 19:49:08 UTC</pubDate>
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         <title>Semana da Enfermagem</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Tivemos dois dias de palestras, na faculdade, sobre Globalização e Saúde Planetária. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 19:53:37 UTC</pubDate>
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         <title>Oitavo Dia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Fiquei novamente no posto de enfermagem. O outro grupo do quinto período ficou na clínica. Infelizmente neste dia não estava me senti do muito bem. Preenchi a ficha de cirurgia segura de dois paciente que tinha cirurgia marcada. Realizei a admissão de dois paciente junto com a sênior Isabela e execução do SAE com diagnostico, intervenções e evolução do paciente. Depois organizamos os materiais no setor, atendimento do telefone e aprazamento de medicações.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 19:55:35 UTC</pubDate>
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         <title>Nono Dia </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Dia de checklist e escalas. Comecei pela ordem descrente para contemplar os pacientes que iriam para procedimento e exames. Já tive mais facilidade em fazer as escalas, principalmente Fugulin. Também realizei, junto com você, a troca de CVD do paciente que estava obstruída. É um pouco difícil se acostumar com em fazer algum procedimento sem citar o passo-a-passo ou seguir alguma orientação; realmente está sendo um exercício para mim realizar os procedimentos "sozinha".</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-23 19:59:35 UTC</pubDate>
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         <title>Aula na Faculdade</title>
         <author>melaniesousa150</author>
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         <description><![CDATA[<p>Acompanhamos a aula do quitno período sobre Síndrome Coronariana. Quando a minha turma estava no quinto, tivemos esta mesma aula com você; me lembro , na época, de os termos e eletro paracerem uma língua de outro mundo kkkk. Assim que percebi o quanto aprendi nesses últimos anos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-24 16:51:20 UTC</pubDate>
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         <title>Prova SAE</title>
         <author>melaniesousa150</author>
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         <description><![CDATA[<p>Fomos novamente para a faculdade devido a prova do SAEenf.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-24 16:54:00 UTC</pubDate>
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         <title>Pediatria</title>
         <author>melaniesousa150</author>
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         <description><![CDATA[<p>Dia de pediatria. Tivemos a presença do Gustavo neste dia; o grupo foi divido, cada um com seu número de leitos, para pasagem do checklist do setor. Fiquei responsável por 8 leitos ao todo. Quando se trata de pediatra, é preciso ter muito jogo de cintura tanto para lidar com a criança (que já está fora do seu ambiente habitual) quanto com a mãe (que está com uma sobrecarga de estresse pelo filho doente). Meus paciente tinham idades variadas (8 meses a 13 anos), em sua maioria com internação por causa respiratória. Confesso que ir na pediatria atrapalha e acabamos perdendo um dia no setor; nçao é produtivo, a equipe não é receptiva e não conseguimos pegar nem a rotina pela inviabilidade do número de dias (muito pouco).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-24 17:00:30 UTC</pubDate>
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         <title>Décimo Dia </title>
         <author>melaniesousa150</author>
         <link>https://padlet.com/melaniesousa150/2qe9zqbfq4xiwzsz/wish/3465738883</link>
         <description><![CDATA[<p> Dia de curativo e último grupo do quinto período. Eu e a sênior Isabela passamos visita em todos os leitos para verificar os que tinham troca de curativo. Cada uma ficou responsável por 6 curativos, sendo nos meus, dois drenos selo d'água ou dreno de tórax. Já havia visto este tipo de dreno na primeira vez, quando fui remanejada para a clínica, com o Marcio; mas nunca tinha realizado a higienização do mesmo. Também realizei a troca de um dreno Portovac mais uma FO "diferente". O maior desafio do dia, com certeza, foi finalizar o curativo com o filme trnasparente; nunca tinha utilizado ele em curativo, somente em acesso e com pedaços menores. As meninas do quinto me auxiliaram nas trocas de curativo e fui explicando as feridas e drenos em que nos trabalhamos. Outro desafio foi delegar funções; não sei como você consegue fazer isso e ainda demonstrar o como realizar o curativo (é muito difícil), mas conseguimos chegar até o final. Finalizei com a administração e diluição do soro fisiológico mais glicose para o paciente. No round falamos sobre o dreno selo d'água e as cusas de obstrução do dreno. Além de verificar se as pressões do dreno estçao funcionantes e bolhas de ar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-24 17:17:05 UTC</pubDate>
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         <title>Pesquisa: Gastrostomia</title>
         <author>melaniesousa150</author>
         <link>https://padlet.com/melaniesousa150/2qe9zqbfq4xiwzsz/wish/3465754698</link>
         <description><![CDATA[<p>A gastrostomia é um procedimento cirúrgico que estabelece o acesso à luz do estômago através da parede abdominal. As vias de acesso habitualmente empregadas para realização da gastrostomia são: laparotomia (Jesseph, 2007 <em>apud</em> Santos et. al, 2011), endoscopia (Gauderer et. al, 1980;   Ponsky et. al, 1981 <em>apud</em> Santos et. al, 2011), e laparoscopia (Rosser et. al, 1999 <em>apud</em> Santos et. al, 2011). O preparo pré-operatório consiste de jejum de 6 a 8 horas, instalação de  acesso  venoso  para  infusão  de  fluídos  com eletrólitos, analgésicos e sedativos. A profilaxia da infecção  de  parede  abdominal,  sobretudo  ao  redor  da sonda, é feita mediante antibioticoterapia profilática intravenosa com cefalosporina.</p><p><strong>Temporária</strong>: Indicada quando o acesso ao tratodigestório está temporariamente prejudicado para recuperação  e  manutenção  do  estado  nutricional</p><p><strong>Definitiva</strong>: como terapêutica paliativa em pacientes portadores de neoplasia maligna irressecável da faringe e do esôfago, para os quais não há condições  favoráveis  de  intubação  transtumoral,  por  via endoscópica ou cirúrgica.</p><p> <strong>Gastrostomia à Stamm</strong>: Incisão Mediana supra-umbilical, aplicando uma preensão da parede gástrica anterior com pinças de Babcock para avaliar a aproximação do estômago com o peritônio. Preensão da linha alba com duas pinças de kocher, exposição do hipocôndrio esquerdo e incisão na pele, de tamanho suficiente para passagem da sonda, na parede anterior do abdômen a 2 cm da reborda costaltrans ou pararretal à esquerda.  indicada para alimentação quando,  após  esofagectomia,  se  pretende  utilizar  o  estômago para a reconstrução do trânsito alimentar (Ceneviva et. al, 1990 <em>apud</em> Santos et. al, 2011).</p><p> <strong>Gastrostomia  à  Witzel</strong>: Os passos técnicos iniciais das gastrostomia à Witzel são semelhantes aos da gastrostomia à Stamm, incluindo  a  fixação  da  sonda  ao  estômago  por  uma sutura em bolsa. Na sequência, deita-se a sonda sobre a parede gástrica e faz-se um túnel de 8-10 cm de extensão mediante sutura seromuscular (contínua oucom pontos separados de fio absorvível ou inabsorví-vel) (Santos et. al, 2011). </p><p> <strong>Gastrostomia  à  Depage-Janeway</strong>: A  gastrostomia  a  Depage-Janeway  está  indicada  nas  situações  de  necessidade  permanente.  Envolve a preparação de um tubo gástrico a partir de um retalho da parede anterior do estômago de aproxima-damente 4 a 5 cm, tendo a curvatura maior como base, a extremidade distal do tubo é exteriorizada por contra-abertura na parede abdominal a 3-5 cm à esquer-da da incisão primária e é fixada à pele. O manejo dessa modalidade de gastros-tomia é mais fácil, a sonda é utilizada apenas durantea passagem do alimento e o estoma pode ser recoberto nos intervalos porque não há risco de fechamento (Santos et. al, 2011).</p><p> <strong>Gastrostomia  endoscópica  percutânea</strong>: A  gastrostomia  cirúrgica  ou  endoscópica representa uma alternativa para minimizar essas complicações e manter uma via de alimentação enteral de longa  duração.  O  acesso  ao  estômago  por  meio  da combinação  das  vias  endoscópica  e  percutânea  foi desenvolvido a partir de 1980 (Gauderer et. al, 1980 <em>apud</em> Santos et. al, 2011) e , é considerado um método efetivo em promover nutrição enteral nos pacientes que possuem o trato digestivo funcional, mas por  alguma  razão,  estão  impossibilitados  de  manter ingesta  oral  adequada.  Atualmente,  a gastrostomia endoscópica percutânea (GEP) é o método de escolha para nutrição enteral prolongada. A GEP apresenta vantagens em termos de conforto para o paciente, além de menores taxas de  sangramento  local,  obstrução  do  conduto  de  alimentação  e  deslocamento  do  tubo (Santos et. al, 2011).</p><p><br/></p><p>Referência: Santos JS dos, Kemp R, Sankarankutty AK, Salgado Junior W, Tirapelli LF, Silva Júnior O de C e. Gastrostomia e jejunostomia: aspectos da evolução técnica e da ampliação das indicações. Medicina (Ribeirão Preto) [Internet]. 30º de março de 2011 [citado 24º de maio de 2025];44(1):39-50. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistas.usp.br/rmrp/article/view/47321">https://revistas.usp.br/rmrp/article/view/47321 </a><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-24 17:59:31 UTC</pubDate>
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         <title>Necrose Tubular Aguda</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/melaniesousa150/2qe9zqbfq4xiwzsz/wish/3467816709</link>
         <description><![CDATA[<p>A Necrose Tubular Aguda (NTA) é a principal causa de IRA intrínseca renal. A lesão tubular pode ocorrer por agressão isquêmica ou tóxica, e com frequência tem origem multifatorial (CHRONOPOULOS et al <em>apud</em> Tavares, 2011). Histologicamente, a NTA é caracterizada por necrose de células tubulares com áreas de desnudamento da membrana basal tubular, aplainamento do epitélio tubular, perda da borda em escova, edema intersticial, acometendo preferencialmente as células tubulares proximais (Racusen, 2007 <em>apud</em> Tavares, 2011). Usando uma estimativa semiquantitativa de NTA, observamos que focos de necrose tubular são frequentes em pacientes com doença glomerular, e aproximadamente um quarto dos pacientes apresentavam NTA considerada moderada a grave. A lesão do compartimento tubular, geralmente, era multifocal e irregular. A necrose tubular aguda, histologicamente semelhante à lesão isquêmica, já havia sido relatada em pacientes com insuficiência renal aguda e alterações glomerulares mínimas (Falk, 1990, Waldman <em>apud</em> Tavares, 2011).</p><p><br></p><p>Referências: TAVARES, M. B. Insuficiência renal aguda em pacientes com doença glomerular: aspectos histológicos e papel da necrose tubular aguda. 2011. 61 f. Dissertação (Mestrado em Patologia Humana) - Fundação Oswaldo Cruz. Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz, Salvador, 2011. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/4249"><strong>https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/4249 </strong></a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-26 17:38:34 UTC</pubDate>
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         <title>Considerações Finais</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/melaniesousa150/2qe9zqbfq4xiwzsz/wish/3467840643</link>
         <description><![CDATA[<p>Esse módulo passou voando! Iniciei ele com muita saudade de fazer curativos e, termino, com ainda mais vontade de aprender. A melhor dinâmica com os sêniores, para mim, foi nesse módulo; muita funcionalidade e troca de experiência. Também ter a experiência de realizar e aprender a forma de executar os curativos estéreis e manusear a mão que não esta. Demorei um tempo, mas na segunda vez que fiz a escala de Fugulin, entendi qual era a importância de se estar fazendo e, isso mudou minha visão. Algumas coisas que eu observei, foram: a falta de continuidade no manejo do curativo e de mantê-lo estéril; a falta de organização em relação aos materiais (ter de pegar em cima da hora). Em relação a burocracia, é um setor muito organizado. Acho que a equipe também deixa muita demanda nas mãos dos acadêmicos e não tem um bom entrosamento conosco. Na divisão da nossa escala, achei muito eficiente! Ótima divisão do trabalho. Foi um módulo que passou muito rápido (quando passa assim é porque foi bom kkk) e gostaria de aproveitar mais. Fiquei muito feliz em ter o contato dia-a-dia com o paciente e até consegui fazer um desbridamento (que eu adoro). Muito obg pela paciência e pelo ensinamento! Posso ser devagar, mas eu aprendo. Percebo que preciso trabalhar mais a minha confiança para executar os procedimentos. Muito obg pelos desafios também que você colocou nas minhas mãos kkk. Bjs</p><p>Autoavaliação: 9,0</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-26 18:15:37 UTC</pubDate>
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         <title>Semana 1 </title>
         <author>melaniesousa150</author>
         <link>https://padlet.com/melaniesousa150/2qe9zqbfq4xiwzsz/wish/3490371968</link>
         <description><![CDATA[<p>Iniciamos o módulo com a apresentação dos integrantes ( preceptor e seniores) e Acolhimento e expectativas em relação ao módulo.  Posteriormente a demonstracao da folha de evolução de enfermagem e seus componentes. Tivemos uma visita a pediatria para fazer o SAE. Meu paciente tinha 4 meses com diagnóstico de bronquiolite; realizei o exame fissico completo e perguntas da rotina do mesmo para a mãe.  Eles estavam indo de alta após quase 1 mês de internação. Depois meu grupo junto ao preceptor passamos os nossos caso e evoluções e finalizamos a semana. Eu nunca tive muita afinidade com alta complexidade; de todos os setores, esse é o único em que nunca consegui me imaginar atuando. São altas e pensativos e a descoberta de uma nova versão de mim na Enfermagem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-14 23:17:51 UTC</pubDate>
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         <title>Semana 2 </title>
         <author>melaniesousa150</author>
         <link>https://padlet.com/melaniesousa150/2qe9zqbfq4xiwzsz/wish/3490374306</link>
         <description><![CDATA[<p>Demos continuidade a explicação da folha de evolução e partimos para a prática! Nesta semana trabalhamos inicialmente em duplas para nos acostumarmos a rotina do setor. Fizemos duplas com todos os componentes do grupo ( inclusive no dia de remanejamento de outro setor), tive a oportunidade de atuar, dentro do hospital, pela primeira vez com a minha dupla de faculdade, a Bruna :) Realizamos a anamnese e exame físico completo do paciente em cada dia. Depois eu tive que aprender, para mim, a evoluir com mais objetividade; assim, apontando os achados da minha visita de forma mais objetiva e clara (aprender o ritmo de cada setor). Aprendi também a mexer com a bomba infusora, reposicionar uma SNE, aspiração de vias aéreas, sempre realizar a paramentqcao para a visita, atentar para os pequenos detalhes que devem ser visto pela enfermagem como: data dos equipos, limite de matérias no descarpack, manter as grades elevadas, verificar o enchimento do cuf, etc. Nessa semana aprendi que a alta complexidade é feita dos pequenos detalhes que fazem toda a diferença.  Tambem realizei minhas reposições de falta na quinta e sexta feira desta semana com a preceptora Janaina. Fomos a minha grande paixão que é a maternidade. No primeiro dia fiquei na classificação de risco com a enfermeira Mylena; tive a oportunidade de ver algumas intercorrencias diferentes no setor (como o caso da paciente que expeliu uma peça da via vaginal, pela qual foi mandada para a histologia). Na sexta tivemos a presença da aluna do sexto período de enfermagem que nunca tinha visto a classificação do enfermeiro; novamente fomos para a maternidade e ficamos com a enfermeira Simone. Ela deixou que eu realizasse os atendimentos, com supervisão, claro, junto a aluna do sexto; também Realizamos teste rápido das duas internações que tiveram no dia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-14 23:28:47 UTC</pubDate>
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         <title>Semana 3</title>
         <author>melaniesousa150</author>
         <link>https://padlet.com/melaniesousa150/2qe9zqbfq4xiwzsz/wish/3490376254</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta última semana completa no setor, além de realizarmos a nossa visita de enfermagem, também ficamos responsáveis pelo banho no leito. Já havia acompanhado na CMF, porém nunca tinha realizado o procedimento antes. É realmente imprecipnando o trabalho da equipe de enfermagem que fica responsável por vários banhos no dia e conseguem realizá-los entr 1 a 2h no máximo.  Demorei, junto a minha dupla Yuri, cerca de 3h para finalizar. Tivemos a presença da minhas amigas, em remanejamento, Mariana e Rayssa que também realizaram a visita (cada um com seu paciente). Em todos os meus pacientes entrem com a equipe no banho de leito para aprender e executar mais este procedimento. Essa semana foi para um refinamento das habilidades adquiridas na semana anterior; para, não só demonstrar as técnicas e procedimentos, mas para fazer com que a gente reveja, repense e tenha capricho nas nossas ações. No final da semana fiquei na CCM com a preceptora Paula; tivemos um round muito interessante sobre lesões e tipos de coberturas e as seniores Isabela, Natália e Tayna apresentaram seu TCCs.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-14 23:41:48 UTC</pubDate>
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         <title>PAF </title>
         <author>melaniesousa150</author>
         <link>https://padlet.com/melaniesousa150/2qe9zqbfq4xiwzsz/wish/3490377199</link>
         <description><![CDATA[<p>A polipose adenomatosa familiar (PAF) é uma doença genética rara caracterizada pelo desenvolvimento de numerosos pólipos adenomatosos no cólon e reto, aumentando significativamente o risco de câncer colorretal precoce. É uma condição hereditária autossômica dominante causada por mutações no gene APC.</p><p><br/></p><p>Fisiologia: a PAF ocorre devido a mutações no gene APC, que regula o crescimento celular. Essas mutações levam ao desenvolvimento de numerosos pólipos desde a infância. O intestino grosso desempenha um papel crucial na absorção de água e nutrientes, além de ser vital para a eliminação de resíduos do corpo.</p><p><br/></p><p>Tratamento: o tratamento visa reduzir o número e o tamanho dos pólipos no cólon para diminuir o risco de desenvolvimento de câncer colorretal. As opções incluem:</p><p><br/></p><p>- Remoção endoscópica dos pólipos: durante colonoscopias regulares</p><p>- Colectomia: retirada do intestino grosso, podendo ser seguida pela reconstrução do trânsito intestinal</p><p>- Terapia medicamentosa: para reduzir a carga poliposa ou retardar seu crescimento, como inibidores da ciclo-oxigenase-2 (COX-2)</p><p>- Acompanhamento regular: com exames endoscópicos e avaliação genética para monitorar o progresso da doença e identificar possíveis complicações</p><p><br/></p><p>Cuidados de Enfermagem: os cuidados de enfermagem para pacientes com PAF incluem:</p><p><br/></p><p>- Apoio emocional: devido ao impacto psicológico do diagnóstico e tratamento</p><p>- Educação: sobre a doença, tratamento e importância do acompanhamento regular</p><p>- Monitoramento: dos sintomas e complicações, como sangramento retal</p><p>- Preparo para cirurgia: quando necessário, incluindo orientação sobre ileostomia ou colectomia</p><p>- Acompanhamento pós-operatório: para garantir a recuperação adequada e monitorar possíveis complicações</p><p><br/></p><p>Referências:</p><p><br/></p><p>- Saurin JC, Gutknecht C, Napoleon B, et al. Surveillance of duodenal adenomas in familial adenomatous polyposis reveals high cumulative risk of advanced disease. J Clin Oncol. 2004;22(3):493-498. doi: 10.1200/JCO.2004.06.028</p><p>- American College of Gastroenterology. Guidelines for genetic testing and management of hereditary gastrointestinal cancer syndromes. 2015.²</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-14 23:46:57 UTC</pubDate>
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         <title>Traqueomalácia </title>
         <author>melaniesousa150</author>
         <link>https://padlet.com/melaniesousa150/2qe9zqbfq4xiwzsz/wish/3490378373</link>
         <description><![CDATA[<p>A traqueomalácia é uma condição caracterizada pelo amolecimento ou enfraquecimento da traqueia, que é a via aérea que leva o ar para os pulmões. Isso pode causar problemas respiratórios, especialmente em crianças.</p><p><br/></p><p>Causas: as causas da traqueomalácia podem ser:</p><p><br/></p><p>- Congênitas: problemas de desenvolvimento durante a formação da traqueia</p><p>- Adquiridas*l: condições que afetam a traqueia ao longo do tempo, como:</p><p>- Intubação prolongada: uso prolongado de tubos endotraqueais</p><p>- Trauma: lesões na traqueia devido a acidentes ou procedimentos médicos</p><p>- Doenças: condições como a doença de reluxo gastroesofágico (DRGE) ou infecções respiratórias graves</p><p>- Compressão externa: pressão sobre a traqueia devido a tumores ou outras estruturas anormais</p><p><br/></p><p>Fisiologia: a traqueia é uma estrutura tubular composta por anéis cartilaginosos que a mantêm aberta. Na traqueomalácia, esses anéis são mais fracos ou menos desenvolvidos, o que pode causar o colapso da traqueia durante a respiração, especialmente durante a inspiração ou expiração.</p><p><br/></p><p>Tratamento: o tratamento da traqueomalácia depende da gravidade dos sintomas e pode incluir:</p><p><br/></p><p>- Suporte respiratório: oxigênio suplementar ou ventilação mecânica em casos graves</p><p>- Posicionamento: manter a criança em uma posição que ajude a manter a via aérea aberta</p><p>- Terapia medicamentosa: para tratar condições subjacentes, como refluxo gastroesofágico, que podem piorar a traqueomalácia</p><p>- Cirurgia: em casos graves, pode ser necessário realizar uma traqueostomia ou outras intervenções cirúrgicas para estabilizar a traqueia</p><p><br/></p><p>Cuidados de Enfermagem: os cuidados de enfermagem para pacientes com traqueomalácia incluem:</p><p><br/></p><p>- Monitoramento respiratório: acompanhamento contínuo da função respiratória e detecção precoce de sinais de dificuldade respiratória</p><p>- Posicionamento adequado: ajudar a manter a via aérea aberta com posicionamento apropriado</p><p>- Administração de medicamentos: conforme prescrito para tratar condições subjacentes</p><p>- Educação dos pais: sobre os cuidados em casa, sinais de alerta e quando procurar ajuda médica</p><p>- Apoio emocional: oferecer suporte à família e ao paciente, especialmente em casos crônicos ou graves</p><p><br/></p><p>Referências:</p><p><br/></p><p>- Carden KA, Boiselle PM, Waltz DA, Ernst A. Tracheomalacia and tracheobronchomalacia in children and adults: an in-depth review. Chest. 2005;127(3):984-1005. doi: 10.1378/chest.127.3.984</p><p>- Feist JH, Johnson TH, Wilson RJ. Acquired tracheomalacia: etiology and differential diagnosis. Chest. 1975;68(3):340-345. doi: 10.1378/chest.68.3.340</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-14 23:53:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Considercoes Finais </title>
         <author>melaniesousa150</author>
         <link>https://padlet.com/melaniesousa150/2qe9zqbfq4xiwzsz/wish/3490380389</link>
         <description><![CDATA[<p>A UPC foi um grande desafio! Nem acredito que conseguiiii. No início fiquei bem perdida com toda aquela informação e bombas para todo lado kkk. O apitar da bomba me dava arrepios,  e eu pensava: "o que eu faço meu Deus?". Achei ia seria um setor de grande dificuldade, mas posso falar a verdade? Eu não não o que o senhor faz, só sei que torna tudo tão mais leve e divertido! Meu conhecimento foi testado várias e várias vezes e, também pude ter um norte daquilo que falta para que eu estude mais ( por exemplo os dripping). Mesmo com medo, eu dei meu máximo,  me joguei de cabeça e arrisquei me eventual numa áreas deserta pra mim. E valeu muito a pena! Só tenho a agradecer por todos os ensinamentos, alertas e apoio tanto do Senhor como de seus seniores; ainda consegui achar meu mundo dentro deste novo mundo com a puérpera kkk. Gostaria de ter pego mais a parte de medicação mas a rotina de UPC é muito intensa mesmo e às vezes não dá.  Uma das coisas em que eu quis continuar aplicando foi manter os curativos o mais estéril possível, sei que acaba sendo rotineiro, mas para mim faz todo sentido que, apesar do trabalho,  mantém-se o estéril no estéril. A pediatria, em minha opinião, é uma persa de mais um dia que poderíamos ter tudo no setor, zero aproveitamento. Muito obrigado pelo carinho e Acolhimento do senhor! Pode ter certeza que fez todo a diferença para mim! Que módulo leve e maravilhoso. Não é atos que as pessoas saem apaixonadas do módulo do senhor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-15 00:05:28 UTC</pubDate>
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