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      <title>Reflexões sobre infâncias... contextos, condições de vida, de saúde e de desenvolvimento... e as políticas públicas! by Aline Silveira</title>
      <link>https://padlet.com/alineenf/2paatfritivggrvr</link>
      <description>O que o documentário &quot;Infância Negada&quot; mobilizou em você? </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-10 13:35:42 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-05-24 15:16:35 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Determinantes no desenvolvimento infantil </title>
         <author>isabellarodrigues25</author>
         <link>https://padlet.com/alineenf/2paatfritivggrvr/wish/913756071</link>
         <description><![CDATA[<div>As barreiras socioeconômicas evidenciadas no documentário mostram-se determinantes quanto ao desenvolvimento da criança. Nesse sentido, percebo que o olhar do profissional deve abranger a totalidade dessas pessoas em situação de vulnerabilidade social. É necessário entender qual é o contexto em que vive a mãe ou a família,  e como foi a infância e as dificuldades vivenciadas pelos integrantes dessa família. <br>Como foi mostrado, o nosso comportamento é influenciado por aquilo que vivenciamos ou vimos durante a primeira infância. Um ambiente violento pode gerar um pessoa violenta; um ambiente onde se tem poucos recursos e perspectivas de vida pode levar a criminalidade e etc. Em suma,  percebo que a abordagem do profissional da saúde deve ser mais humanizada, acolhedora e compreensiva dadas as circunstâncias mencionadas, não somente isso, como devemos promover educação em saúde e mais políticas públicas para essas famílias e crianças em situação de vulnerabilidade. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 18:01:53 UTC</pubDate>
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         <title>comentário  </title>
         <author>biascassimiro</author>
         <link>https://padlet.com/alineenf/2paatfritivggrvr/wish/913829199</link>
         <description><![CDATA[Para combater a negligência e minimizar as desigualdades sociais que se faz de extrema importância a atuação dos órgãos públicos e intuições sociais destinadas a garantia dos direitos das crianças e adolescentes. Os conselhos tutelares, CRAS, educadores sociais e o sistema público de saúde são elementos estratégicos para o desenvolvimento de um Sistema que assegure uma infância saudável e prospera para o crescimento. ]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 18:23:20 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão</title>
         <author>catarjnabecce</author>
         <link>https://padlet.com/alineenf/2paatfritivggrvr/wish/914706748</link>
         <description><![CDATA[<div>Diante de tanta desigualdade e condições de extrema miséria, injustiça social e negação de direitos básicos para as crianças, o sentimento é de revolta. Nessa questão, nos encontramos em uma situação muito complexa e, muitas vezes, não sabemos por onde iniciar a mudança ou ao menos, tentar minimizar esse tipo de situação que assombra nosso país. Creio que como futura profissional de saúde e estudante de uma universidade federal, onde entendo como meu dever social, o de retribuir o investimento  do Estado para comigo, é o mínimo como cidadã, me atentar, me manter politizada acerca dessas questões e me posicionar contra tudo o que vai contra os direitos humanos. </div><div>Acredito que um ato de suma importância e que traz mudanças visíveis para a população é o voto. Tanto para o positivo quanto para o negativo. Através dele, elegemos quem irá representar o povo por 4 anos e quem irá colocar políticas públicas para benefício do povo, incluindo crianças, que são muitas vezes deixadas em segundo plano. É necessário se manter atualizado e crítico em torno da política nacional e também da internacional, que nos influencia diretamente, como por exemplo, na comida que colocamos ou deixamos de colocar no prato.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 00:48:45 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão sobre o Documentário</title>
         <author>mirellasjacinto</author>
         <link>https://padlet.com/alineenf/2paatfritivggrvr/wish/916416289</link>
         <description><![CDATA[<div>O documentário expõe uma realidade que muitas vezes pode parecer distante para pessoas que como eu tiveram uma infância saudável, amorosa e boa. Muitas vezes essa realidade parece distante para nós. Visualizar essa realidade no testemunho dessas pessoas é algo muito impactante. Notar o quanto direitos básicos são negados, violados é algo muito frustante e como isso pode virar uma bola de neve onde pais reproduzem isso com seus filhos que provavelmente irão reproduzir com seus filhos... Mas como quebrar esse ciclo? Mesmo com políticas públicas voltadas para esses problemas é tudo muito complexo, até porque como bem já discutimos até o momento na disciplina, quando falamos em criança e adolescente, não podemos desvincular a família, e nos colocamos em dilemas sociais muito grandes que por muitas vezes fogem do nosso alcance como profissionais da enfermagem, porém e nosso papel social? Ao encarar uma situação que pode ter influenciado na situação de saúde daquela criança, porém sabemos que tratar apenas a parte clínica não irá resolver o problema? O documentário só reforçou esse receio que tenho sobre até onde eu teria pernas para prestar uma assistência humana e integral que é o objetivo da nossa formação, mas ao assisti-lo também me fez refletir sobre o quanto ainda posso fazer, e que como todas as nossas conquistas e melhoras se deram através de luta, logo tentar sempre nos articular com os mais diversos setores da sociedade é a melhor estratégia e nosso papel como profissional de saúde e cidadãos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 13:53:47 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão sobre o documentário</title>
         <author>mikaelybdovale</author>
         <link>https://padlet.com/alineenf/2paatfritivggrvr/wish/916669452</link>
         <description><![CDATA[<div>O documentário explicita a situação da infância, mas também denúncia os reflexos de uma desigualdade mundial. É evidente no documentário os nuances da infância e também a falta dela ou a falta da vivência dela. <br><br></div><div>No texto “História Social da Criança e da Família” de Philippe Aries (1981), ele faz essa projeção histórica do que era ser criança em séculos anteriores. A criança por muitos séculos, não vivia essa infância. O mercado de trabalho já era parte da vida dela muito cedo. Começava-se a viver uma “vida de adulto” muito previamente. <br><br></div><div>Nos dias atuais, podemos citar que há avanços na parte de regulamentação de assegurar que a criança possa viver sua infância, no entanto, ainda é uma realidade muito distante, mostrada pelo próprio documentário. A desigualdade obriga por muitas vezes que a criança viva em uma situação de trabalho, vemos isso, infelizmente, no nosso dia a dia, nos grandes centros comerciais, sinais de trânsito, etc. Há uma falha não só das políticas de proteção à criança, como também de todo acesso ao mínimo estabelecido por nossa constituição. Há uma educação falha, há um acesso de saúde precário, há uma falha no básico para se viver. <br><br></div><div>O documentário evidencia a realidade que passa pelo nossos olhos todos os dias. O sentimento sem dúvidas foi de tristeza, de se sentir impotente por perceber que isso está no nosso cotidiano e que não fazemos nada. A parte em que é a entrevistada fala dos abusos sofridos nos deixa paralisados, reflexivos e com repulsa de tudo. A infância vai moldar o adulto, se as políticas, os governantes e a sociedade não conseguem alterar a realidade de sofrimento, teremos um ciclo de violência e exposição da desigualdade constantemente. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 14:45:12 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão  sobre o documentário</title>
         <author>viniciuscmuniz0</author>
         <link>https://padlet.com/alineenf/2paatfritivggrvr/wish/917776040</link>
         <description><![CDATA[<div>Conhecer as diferentes infâncias e formas de criação das crianças é muito importante  para todos,  pois  nos dá uma maior perspectiva em relação à desigualdade social em como isso afeta o desenvolvimento infantil.    <br>O documentário mostra como a falta de alimentação, educação, cuidado e atenção dos pais influencia no desenvolvimento cognitivo das crianças.<br>A falta de coisas básicas na infância afeta tanto as crianças como os pais que sofrem por ver seus filhos passarem dificuldades por perder um pouco de sua infância cuidando dos mais novos e da casa. Ver que a perspectiva de uma criança criada em vulnerabilidade pode afetar todos os seus sonhos e a sua formação como adulto é muito triste, saber que existem crianças que perdem sua infância e não tem nenhum direito básico garantido é de extrema revolta, então temos que começar a pensar o que  podemos fazer como cidadão e futuro profissional da saúde. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 18:17:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexão</title>
         <author>lilhiancristine</author>
         <link>https://padlet.com/alineenf/2paatfritivggrvr/wish/918012865</link>
         <description><![CDATA[<div>Na minha concepção o documentário foi bastante explicativo e enriquecedor no sentido de nos mostrar essa dualidade presente na criação das nossas crianças atualmente. Tal dualidade refere-se a esses 2 mundos opostos que existem, com oportunidades e disponibilidades de recursos diferentes. O documentário foi muito importante para apresentar o quanto muitas crianças sofrem por não terem condições financeiras dignas, por não terem a oportunidade de crescimento em um ambiente favorável para o processo educacional e por estarem submissas ao sistema capitalista. Um ponto bastante interessante que pude visualizar foi a respeito do afeto. Em muitas situações percebe-se que o afeto está mais presente em situações de vulnerabilidade do que em situações favoráveis, pois os pais mais pobres, apesar de não possuírem os recursos financeiros, se esforçam e fazem o melhor para que os seus filhos cresçam e se desenvolvam da melhor maneira possível. Fiquei bastante emocionada com a parte da fala de uma mãe, que relatou que teve uma infância difícil e que fazia o uso de drogas. Acredito que ela é uma guerreira, pois mesmo apesar das dificuldades, ela conseguiu vencer o vício das drogas para prosseguir com a criação dos seus filhos. Acredito que o documentário é bastante interessante e trouxe realmente esses pontos chaves para a discussão a respeito das desigualdades sociais existentes atualmente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 19:04:28 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão sobre o documentário</title>
         <author>pedrodsdomingues</author>
         <link>https://padlet.com/alineenf/2paatfritivggrvr/wish/918086776</link>
         <description><![CDATA[<div>O documentário  me fez refletir sobre a questão dos direitos da criança, levantando perguntas como: "Todas as crianças têm direitos?" " A prática desses direitos é a mesma para todas elas? O que pode ser feito para que as crianças em vulnerabilidade possam usufruir daquilo que elas têm direito? O conceito mais abordado, na minha opinião, foi a desigualdade social e como a meritocracia é um conceito determinado à falência nos dias de hoje. As "oportunidades" da vida só batem na porta daquelas crianças com alto poder aquisitivo que tem acesso às melhores escolas, aos cursos de idiomas, enquanto que as crianças que moram nas periferias precisam arrumar formas de ajudar com a renda dentro de casa. Vale citar que muitas delas não tem acesso à educação, saúde, segurança, até mesmo o direito de ir e vir é prejudicado. <br>Outro ponto foi a questão dos sonhos. Muitas crianças em vulnerabilidade social/econômica têm sonhos, todavia, sonhos que muitas vezes não são realizados por causa da sua realidade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 19:19:50 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão sobre o documentário</title>
         <author>mpaulalourenco15</author>
         <link>https://padlet.com/alineenf/2paatfritivggrvr/wish/918147571</link>
         <description><![CDATA[<div>O documentário trouxe à tona uma perspectiva de vida das crianças que normalmente não são abordadas em redes sociais, noticiários e jornais.<br>A desigualdade social no Brasil e como as crianças são tratadas, me impactou extremamente. É possível observar que a fome, maturidade precoce, violência, família disfuncional; são muito presentes e afetam diretamente essas crianças, que provavelmente no futuro repetirão essas ideias ou abominaram.<br>O documentário é de extrema importância e deve ser visto por todas as pessoas que se veem sendo mães e pais, sendo profissionais que utilizem a pedagogia com crianças e principalmente os governantes.<br>Criança tem que ter moradia, alimento, educação, saneamento básico, lazer, saúde entre outros milhares de direitos. E hoje o que é visto, mostra a desvalorização desses direitos, que não são dados a todas às crianças indefesas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 19:33:14 UTC</pubDate>
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         <title>Infância Negada</title>
         <author>karinasati</author>
         <link>https://padlet.com/alineenf/2paatfritivggrvr/wish/918426379</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar de saber que a fome é um dos maiores problemas do mundo, a gente não tem noção desse cenário até escutar relatos de pessoas que vivem nessas condições. <br>É muito triste viver num mundo onde tem pessoas que enriquecem em crises, e outras que morrem todos os dias porque não tem as condições mínimas para viver. <br>Esse documentário me lembrou um mini-doc chamado Ilha das Flores, onde as pessoas catam alimentos do resto da comida dos porcos, que eram lixo de outras pessoas para ter o que comer. <br>O que mais me entristece é que as crianças crescem nesse mundo miserável onde restos de comida são considerados como uma refeição, a normalização da criança cuidando de outras crianças, pais fugindo da realidade através das drogas, abuso infantil, e diversas outras problemáticas. <br>O mundo falha com a população miserável todos os dias. E essas pessoas são invisíveis diante a sociedade capitalista, e por nós. As pessoas são hipócritas e egoístas, vivemos numa sociedade onde o individual é mais importante que o coletivo. O que nós fazemos por essas pessoas? <br>De nada adianta assistir o documentário, se sentir impactado e desperdiçar comida, reclamar que não gosta da refeição que está na sua frente, não ser grato pelo privilégio de ter onde dormir, de não ajudar quem precisa, ter o mínimo de conscientização. <br>O mundo muda através das pequenas ações do dia-a-dia, o governo tem um peso enorme pra mudar essa realidade, por isso devemos ter consciência do nosso voto. Mas antes de esperar que alguma mudança seja feita, cada cidadão deve assumir a sua responsabilidade como ser humano.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 20:44:27 UTC</pubDate>
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         <title>Que mural lindo!!! Que reflexões profundas e importantes!                       Quem quiser assistir o documentário novamente ou completo:   </title>
         <author>alineenf</author>
         <link>https://padlet.com/alineenf/2paatfritivggrvr/wish/918715814</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.netflix.com/br/title/80107990 </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 22:33:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>giulianogueira11</author>
         <link>https://padlet.com/alineenf/2paatfritivggrvr/wish/919072121</link>
         <description><![CDATA[O episódio em questão expõe uma realidade muitas vezes desconsiderada por muitos: as crianças em situação de vulnerabilidade. O contexto não envolve apenas extremos fisiológicos, como a desnutrição, higiene pessoal e saneamento básico, mas também questões relacionadas ao cuidado e ao afeto materno-infantil. Sem a criação de vínculos e laços, o ambiente torna-se nocivo à criança e ao seu desenvolvimento. Uma mãe que tem 12 filhos e trabalha no mínimo 8h por dia para ganhar o suficiente para colocar comida na mesa, e muitas vezes nem isso, tem condições de oferecer toda a suporte afetivo que a infância requer? São situações delicadas, recorrentes e muitas vezes menosprezadas pela sociedade. Fora isso, o documentário em questão aborda o impacto da desigualdade social no desenvolvimento infantil, com números que chocam. Como estudiosos afirmam, o desenvolvimento infantil de qualidade é um investimento; crianças que sofrem violências na infância tendem a ser violentas ou a buscar fugas no futuro; crianças que crescem no mundo das drogas e prostituição tendem à experimentação. Lógico, há exceções, mas não são maioria. Infelizmente, essa é a realidade de milhões de crianças mundo afora, evidenciando que o cenário de preconceito e desigualdade social começa na infância. No Brasil, com o avançar das políticas públicas de atenção ao RN, às crianças e às famílias em situação de vulnerabilidade, o contexto tem sido favorável se comparado a décadas anteriores, mas os desfechos não estão perto de serem excelentes. Há muito a ser feito e há muitas famílias e crianças que precisam de assistência. ]]></description>
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         <pubDate>2020-11-13 01:56:56 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão </title>
         <author>brigidabbp1</author>
         <link>https://padlet.com/alineenf/2paatfritivggrvr/wish/919267678</link>
         <description><![CDATA[<div>O documentário traz uma triste realidade mundial que está oculta diante aos meios de comunicação, a negligência  explicita aos direitos negados de uma criança afeta diretamente na construção da formação enquanto indivíduo. Sabemos que a vulnerabilidade social ainda é uma barreira repleta de paradigmas que afeta milhares de pessoas a cada ano que se passa. Garantidas as condições mínimas para uma sobrevivência, coloca-se a preocupação com o bom desenvolvimento físico, intelectual e emocional das crianças. Existe infinidade de estudos nas áreas de neurociências, psicologia, cognição e educação que demonstram a importância da atenção nos primeiros anos de vida. Também para evitar morbidades futuras e garantir o bom desenvolvimento das habilidades físicas e motoras, os cuidados com a nutrição e a saúde nesta faixa etária são decisivos para um bom desenvolvimento. As experiências dos três primeiros anos de vida têm força singular no desenvolvimento do cérebro humano, o pouco estímulo nesta fase inicial da vida impede a formação de circuitos neuronais, comprometendo a capacidade de aprender a falar, ler, cantar, tocar instrumentos, dançar, dominar outros idiomas etc. Da mesma forma, deficiências nutricionais e incapacidade de detectar e tratar certas doenças atrapalham o desenvolvimento físico. As crianças precisam de muitos cuidados e estímulos dos pais para se desenvolver, quando investimos em programas sociais com transferência de renda para essas pessoas vulneráveis estamos dando dignidade para essas pessoas sobreviver diante às diversas dificuldades que elas enfrentam. É de suma importância que e a atuação dos órgãos públicos e das instituições que garante o direito das crianças e adolescentes regem por eles e pela família a qual o indivíduo pertence oferecendo a eles uma assistência integral.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-13 04:21:52 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão sofre infâncias plurais</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alineenf/2paatfritivggrvr/wish/921528756</link>
         <description><![CDATA[<div>Beatriz Felix<br><br>As situações de infâncias  em vulnerabilidade expostas no episódio me fez refletir acerca da tamanha desigualdade que cerca as nossas próprias infâncias. Me lembro de quando estava no carro, indo para algum lugar com a minha família e vi uma criança correndo pra vender coisa no semáforo. Lembro de falar pra minha família "Nossa que brincadeira legal, posso brincar também um dia?" e não entender porque aquilo não era possível. Eu, enquanto criança crescida em classe média baixa, ainda deter imensos privilégios em comparação à outras crianças é assustador. Pensar de pra onde está indo a importância quando se diz "precisamos cuidar das nossas crianças", mas só uma classe de crianças é cuidada. E as outras com suas vivências plurais, são largadas à própria sorte, bem como seus pais e familiares. <br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-13 19:22:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão do documentário - Infância negada</title>
         <author>jessicadspl14</author>
         <link>https://padlet.com/alineenf/2paatfritivggrvr/wish/923150894</link>
         <description><![CDATA[<div>O documentário abordou com profundidade o contexto dos desafios da infância, que ainda precisam serem solucionados, e a necessidade de escutar as crianças é fundamental na elaboração de estratégias no combate dos obstáculos, como a fome extrema, o trabalho infantil inadequado, sofrimento da violência doméstica. Também é preciso o acompanhamento do cuidado holístico de toda à família, pois a rotina sociocultural influencia no desenvolvimento da criança ser saudável e que tenha uma infância com dignidade, e consequentemente na fase adulta e idosa de vai obter uma vida mais longa, acessibilidade ao conhecimento e padrão de vida digna. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-14 18:57:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexão </title>
         <author>thaynaraoliveiratma</author>
         <link>https://padlet.com/alineenf/2paatfritivggrvr/wish/924466068</link>
         <description><![CDATA[<div>O documentário trouxe a realidade da perpetuação de um ciclo de privações, desigualdade e violência vivenciado por tantas pessoas no Brasil e no mundo. O episódio, assim como as reflexões aqui escritas, me fazem refletir muito sobre a diferença da realidade vivenciada por mim e a vivenciada por crianças que se desenvolvem e crescem em ambientes tão instáveis. Acredito que todos deveriam assistir para terem consciência de seus privilégios e empatia por pessoas que têm realidades diferentes, impulsionando um desejo de mudança,  contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e equitativa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-15 13:46:43 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alineenf/2paatfritivggrvr/wish/929793265</link>
         <description><![CDATA[<div>O documentário se utiliza de uma visão multidimensional acerca da infância, preocupando-se em apresentar as diversas vulnerabilidades que uma criança pode estar sendo exposta, o seu seio familiar e como  os episódios traumáticos vividos nesse período podem marcar  e afetar a vida adulta do indivíduo. Com relatos e cenas forte de fome, carência e desigualdade, a filmagem tenta fazer com que o telespectador saia da sua realidade e tente compreender o que se passa na realidade dessas crianças e famílias. Fato visto, por exemplo, no relato apresentado por uma mãe, usuária de drogas em que alega não ter percebido o agravamento e estado de saúde da filha, devido ao seu vício. Alegação  extremamente emocionante, onde é permeada por um forte sentimento de culpa, remorso, amor e  em seguida, encaixado com uma história de uma infância repleta de violência doméstica do seu pai para com sua mãe, com descrições precisas do ato, do momento em que se viu percebendo o que estava acontecendo e sua incapacidade de mudar aquela realidade. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-17 00:54:13 UTC</pubDate>
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         <title>Sara Garcia </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O documentário mostra um “lado da infância’ do qual uma parcela considerável na população não tem conhecimento. Antes de assistir o episódio, particularmente, eu não tinha noção de quais eram as dificuldades que uma criança/família de baixíssima renda vivem. Isso só reforça a falha que existe em nossa sociedade, que o suporte a mãe e a criança devem ser contínuos e não somente dentro da UBS ou do hospital. É necessário ter um acompanhamento para que se saiba a real necessidade da família, se tem suporte para que os pais ou responsáveis tenham condições de sair e conseguir uma renda familiar, se essa renda é capaz de fornecer uma alimentação completa para todos na residência, se tem saneamento básico e até se a família tem uma moradia. Enfim, são tantos pontos que precisam ser abordados com eficiência que só confirma o quão complexo é ter uma politica publica funcionando em seu perfeito estado.   <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-18 00:48:44 UTC</pubDate>
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