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      <title>Estágio 1 entrevista Prof. Diane Sbardelotto  by Ana Carla de Brito</title>
      <link>https://padlet.com/pequeninacxpreta/Bookmarks</link>
      <description>Entrevista com Diane Sbardelotto, professora de artes no ensino fundamental, como parte das atividades previstas na disciplina Estágio 1 - 2020. 1 ERE - Artes Visuais - UFRGS</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-04 17:05:40 UTC</pubDate>
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         <title>2. Ilusões desfeitas</title>
         <author>pequeninacxpreta</author>
         <link>https://padlet.com/pequeninacxpreta/Bookmarks/wish/801005898</link>
         <description><![CDATA[<div><em>O começo como professora</em><br>Comecei a dar aula na escola em que estudei até a oitava série. Iniciei sem ter feito a licenciatura, só com o bacharelado em artes, porque eu precisava do trabalho. <mark>Levei um susto ao perceber que os alunos não iriam me ouvir e fazer aquilo que eu tinha levado. </mark>Eu achava que eu iria trazer aquilo que eu tinha preparado lindamente e eles iriam fazer e quando vi que não aconteceria, aquilo foi o meu primeiro baque. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-04 17:06:30 UTC</pubDate>
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         <title>3. A importância da licenciatura</title>
         <author>pequeninacxpreta</author>
         <link>https://padlet.com/pequeninacxpreta/Bookmarks/wish/801028398</link>
         <description><![CDATA[<div><em>O começo como professora (2)</em><br>Eu comecei totalmente despreparada, sem ter feito estágio. Eu tinha o sonho de ser professora, gostava muito de estudar e apresentar trabalhos na escola, mas não tinha tido o preparo da licenciatura. Quando fui pra UFRGS, fazer licenciatura, houve todo um cuidado de pensar tudo isso. <mark>Enquanto eu estudava licenciatura eu ia retomando o que eu tinha aprendido na prática e ficava sempre pensando: </mark></div><blockquote><mark>ah, se eu tivesse pensado nisso antes, se alguém tivesse me dito!</mark></blockquote><div> Mas acho que teria vivido aquelas frustrações de qualquer forma. Ainda assim foi legal fazer a licenciatura depois de ter tido a experiência, porque eu ia retomando de acordo com o que os professores falavam, e eu me via nas situações.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-04 17:28:36 UTC</pubDate>
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         <title>4. Tudo novo de novo</title>
         <author>pequeninacxpreta</author>
         <link>https://padlet.com/pequeninacxpreta/Bookmarks/wish/801040821</link>
         <description><![CDATA[<div><em>O começo como professora (3)</em><br>Depois, enquanto cursava a licenciatura, dando aula aqui em Porto Alegre, no pibid e no estágio, foi como começar de novo, porque mesmo tendo a experiência anterior, eu estava então em outro contexto. Tigrinhos, no interior de Santa Catarina, era muito diferente de Porto Alegre, os alunos tinham outras características. Então <mark>foi como começar tudo de novo. </mark>Tive uma sensação fresca de iniciante e agora, em 2020, também, porque eu fiquei um tempo fora de sala de aula fazendo outras coisas, e agora comecei a dar aula num lugar novo e durante a pandemia. Então, eu me sinto iniciando um estágio. Por mais que agora seja mais fácil lidar com algumas coisas e não cometer certos erros, mas é como se tivesse de aprender tudo de novo. <mark>Sinto que esse recomeço vai ocorrer eternamente: cada turma, cada ano, cada escola... </mark>Senti que fiquei com a mesma expectativa de fazer coisas lindas: a mesma coisa de quando comecei o estágio, ou quando comecei a lecionar, as mesmas angústias e crises. O que mudou, é que percebo que sei lidar melhor com as dificuldades. Eu sei que tenho de ter paciência e estratégia. Percebo que vão haver alguns desestímulos sempre, mas que tenho de me focar no que me motiva e não me deixar abater pelos cansaços que já estão ali, mas tentar entender e acolher isso. E não julgar os professores que já estão na escola, cansados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-04 17:41:06 UTC</pubDate>
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         <title>1. Prof. Diane Sbardelotto</title>
         <author>pequeninacxpreta</author>
         <link>https://padlet.com/pequeninacxpreta/Bookmarks/wish/801057213</link>
         <description><![CDATA[<div>Percurso de atuação docente:<br>De quatro a cinco anos atuando e<strong>m Tigrinhos/SC:</strong><br>- Prof de artes na educação básica<br>- Oficineira em um projeto educativo<br>- Prof na EJA<br><strong>Em Porto Alegre:</strong><br>- PIBID pela UFRGS<br>- Estágios da licenciatura em Artes Visuais da UFRGS<br>- Prof na Escola Lumiar<br>- Coordenadora do programa Iberê nas escolas<br>- Prof de artes na EMEF Jardim Florido, no município de Gravataí, desde o início de 2020</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-04 17:56:59 UTC</pubDate>
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         <title>5. Materiais: as imagens nos livros</title>
         <author>pequeninacxpreta</author>
         <link>https://padlet.com/pequeninacxpreta/Bookmarks/wish/801064626</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Onde buscas os materiais para teu trabalho docente?</em><br>Gosto muito de levar livro para a sala de aula. Vou colecionando materiais educativos dos eventos e exposições aos quais vou, outros eu compro. <mark>Eu gosto de levar porque então eles podem ter contato e folhear um livro e aprender a conviver com os livros</mark>. Várias vezes eu levei pra aula um livro porque tinha uma figura relacionada com o assunto. Para mim sempre foi simbólico e educativo poder folhear e mostrar a figura dentro do livro, para eles entenderem que podemos investigar lá dentro. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-04 18:04:23 UTC</pubDate>
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         <title>6. Materiais: para usar nas técnicas artísticas</title>
         <author>pequeninacxpreta</author>
         <link>https://padlet.com/pequeninacxpreta/Bookmarks/wish/801077270</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Onde buscas os materiais para teu trabalho docente? (2)</em><br>Estou sempre procurando por coisas novas, e tentando também <mark>variar muito as mídias porque, caso contrário, se eu privilegiar só um tipo de coisa, só alguns alunos vão se envolver com aquilo. </mark>Por exemplo, se for só desenho, quem não tem facilidade nunca vai ter um espaço para se sentir indo bem na aula de artes. Então eu vario: em uma aula trabalhamos desenho, em outra aula, talvez, vá ser música, ou som. Agora, depois que voltei a dar aula, <mark>comecei a guardar materiais do cotidiano, que podem ser utilizados.</mark> Sempre levei <mark>materiais de arte especializados para eles experimentarem um pouquinh</mark>o, como um giz diferente, um nanquim, algo que talvez não tenha na escola, mas para demonstrar e mostrar que existe. Pode ser que um dia eles tenham a oportunidade de comprar e usar mais livremente. Por enquanto eles sabem que existe.<br><br><em>Tu constróis os materiais com que vais trabalhar também?<br></em>Sim. Eu faço, mesmo. <mark>Tenho um acervo. É bem legal que com os anos tu vais tendo mais coisas. Vais guardando e podendo usar na próxima turma.</mark><br>No início do ano eu estava muito empolgada com meu retorno à sala de aula, então comecei a confeccionar joguinhos, fiz uma caixa para pôr a mão, como se fosse uma manga; fiz cartelas com figuras de revistas para fazer um jogo. Eu gosto de elaborar! Também fiz um material inspirado nos bichos da Lygia Clark, tudo bem sensorial. Mas não pude usar ainda, por conta do ensino remoto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-04 18:16:27 UTC</pubDate>
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         <title>7. Materiais: livros didáticos</title>
         <author>pequeninacxpreta</author>
         <link>https://padlet.com/pequeninacxpreta/Bookmarks/wish/801091208</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Onde buscas os materiais para teu trabalho docente? (3)</em><br>Tenho alguns livros didáticos que fui guardando de escolas particulares e tenho um do ensino médio fornecido pelo governo. Na internet tem alguns. Vejo que sempre tenho de alterar algo no que é proposto ali. <br><br><em>Nos lugares por onde passaste, onde lecionaste, normalmente eram oferecidos materiais?</em><br><mark>Eu sempre investigava as bibliotecas, e às vezes encontrava alguns livros voltados para artistas</mark>. Por exemplo, havia um livro chamado "Escultura Aventura", da Kátia Canton, então <mark>se tu procurares, tem</mark>. Isso está no meio das coisas que vêm pra escola, porque quem seleciona pensa que pode ser utilizado. <mark>Mas nunca vieram me dizer diretamente "ah, isso aqui veio para a professora de artes".</mark> Material entregue diretamente a mim, que me recorde, foi no PIBID,  a professora me deu um livro porque ela tinha mais de um. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-04 18:29:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>8. A dinâmica das aulas e materiais no ensino remoto</title>
         <author>pequeninacxpreta</author>
         <link>https://padlet.com/pequeninacxpreta/Bookmarks/wish/801128808</link>
         <description><![CDATA[<div>No início, quando começamos nessa modalidade de ensino, fizemos um teste. <mark>Cada professor tinha de elaborar só uma folhinha com atividade.</mark> Naquele momento, os alunos não teriam de retornar, eles deveriam apenas fazer em casa e quando as aulas presenciais voltassem eles mostrariam o que tinham respondido naquela atividade. <mark>Depois a gente decidiu fazer menos atividades, mas que eles retornassem, e o retorno deles era por foto</mark>. Cada professor deveria enviar uma folha por mês, não deveríamos usar imagens. <mark>Tinha de ser tudo por escrito e o retorno deles deveria ser uma foto da resposta no caderno</mark>. Foi uma angústia porque aquilo ficou muito limitado. Não podia usar assuntos polêmicos... eu me senti super engessada, mas mesmo assim, coloquei uma imagem preto e branco. Isso da imagem era o seguinte: alguns alunos receberiam no whatsapp, então foram criados grupos: um grupo por turma, todos os professores que dão aula naquela turma estão naquele grupo. Além desses grupos tem mais um dos professores. <mark>Cada professor posta atividade em um dia específico da semana. Então a gente vê tudo o que é postado das outras disciplinas e os retornos que eles dão para as outras.</mark> Tem uma vantagem de poder acompanhar o que os outros professores estão trabalhando, por outro lado, eu tenho que ficar procurando o que se refere à minha matéria, porque os alunos têm o mês todo pra retornar. <br>Primeiro, havia uma data, mas depois percebemos que não adiantava pressionar. Isso dificultava para eles, porque alguns usavam celular emprestado de outra pessoa da família. Então, como a gente pudesse receber, a gente recebia. Claro, a gente fica sempre lembrando quem ainda não mandou o trabalho. Os pais acharam que uma folha de atividades por mês para cada matéria era muito pouco, então <mark>com o tempo ampliamos e a secretaria de educação definiu como ficou o padrão para todas as escolas: 3 folhinhas por disciplina, sendo as duas primeiras com conteúdo e a  terceira com atividades.</mark> Nesse momento já consegui usar imagem. O impasse em torno disso é que <mark>alguns alunos não estão no whatsapp, então pegam esse conteúdo impresso na escola.</mark> Por isso não posso fazer uma atividade muito tecnológica porque tenho de dar a opção de que esses que não têm whatsapp participem mais ou menos parecido com os outros. Os que pegam impresso só terão acesso às imagens em preto e branco. Depois eu percebi que só um ou dois pegam impresso. Quase todos estão no whatsapp. Mesmo assim, essa presença é um tanto flutuante. Cada mês, uma disciplina tem a possibilidade de enviar duas atividades (então, dois conjuntos de três folhinhas). <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-04 19:06:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>9. Planejamento no ensino remoto e conhecer os estudantes</title>
         <author>pequeninacxpreta</author>
         <link>https://padlet.com/pequeninacxpreta/Bookmarks/wish/802707385</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu pensei </div><blockquote>Meu Deus, eu vou ter a chance de propor uma coisa no mês!</blockquote><div>De início isso era difícil porque eu não conhecia os estudantes. Conforme eles foram retornando, isso foi mudando. <mark>De início várias fotos eram um pouco problemáticas: não era possível enxergar direito, não botam o nome... </mark>Mas com o tempo isso foi se resolvendo. <br><mark>Alguns começaram a mandar a atividade feita no privado porque tinham vergonha de que fosse visto pelos colegas</mark>. Eu comecei a aceitar no privado também. Com isso foi uma forma de eu me aproximar, salvar o nome, falar em particular... No fim das contas, cada aluno virou um contato no whatsapp. <br>Pouco tempo depois de termos iniciado esse sistema das três folhinhas <mark>eu me dei conta de que tinha de conhecer os estudantes, então comecei a fazer atividade em que eu pudesse conhecê-los.</mark> <br>No retorno das atividades, eu não sabia às vezes, quem eram alguns dos alunos porque eles não colocavam os nomes deles. O combinado era que tivesse uma foto deles e o nome, mas eles botam nick, vão mudando... Então comecei a salvar o contato no celular de cada aluno, cada vez que colocavam o nome. <mark>Tive de personalizar. Isso facilitou muito porque quando eles vêm falar comigo no privado eu não preciso perguntar "Quem é você?"</mark>.<br>Um disparador de ideias ao salvar os nomes dos aluno foi também o fato de que eu passei a acessar os status de whatsapp deles. Com frequência eles não têm face ou instagram, mas usam aquele espaço para mostrar o que estão fazendo para os colegas verem... <mark>Através daquilo pude conhecê-los muito mais. Um dia fiz um story e escrevi "esse é para os meus alunos"</mark>. Eu havia segurado um recibo com a mão fresca de álcool gel e ficou todo azul. A partir daquilo, vários vieram falar comigo. <mark>E vários fizeram a mesma experimentação. Foi uma coisa paralela que proporcionou uma aproximação afetiva.</mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 12:23:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>10. Planejamento no ensino remoto - instâncias de aprovação</title>
         <author>pequeninacxpreta</author>
         <link>https://padlet.com/pequeninacxpreta/Bookmarks/wish/802855468</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Como ficou a questão do teu planejamento no ensino remoto?</em><br><mark>O plano é enviado primeiramente para a supervisora para ser aprovado por ela, que por sua vez, envia para a secretaria os planos de todos os professores. </mark>São enviados para essas instâncias as folhinhas mensais de atividades <mark>e também um plano mais geral em que constam as habilidades da BNCC que estão sendo trabalhadas na disciplina. </mark>A secretaria definiu quais seriam as questões da base mais urgentes a serem trabalhadas.  Em Artes, por exemplo, eles estabeleceram que fossem priorizadas temáticas indígenas e afrobrasileiras.  Priorizaram artes visuais e música. Teatro e dança não estão sendo contemplados. <mark>Teoricamente eu teria de contemplar as quatro linguagens, mas a equipe diretiva da escola entende que vou privilegiar artes visuais por ser essa a minha área de formação.</mark> Ainda assim, sempre tento articular um pouquinho com as outras.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 13:07:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>11. Planejamento no ensino remoto - o processo</title>
         <author>pequeninacxpreta</author>
         <link>https://padlet.com/pequeninacxpreta/Bookmarks/wish/803024144</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Como ficou a questão do teu planejamento no ensino remoto? (2)<br></em>Os planos me demandaram muito tempo. Eu me sentia uma elaboradora de conteúdo para livro didático. Eu precisava pensar naquela página, queria colocar algumas frases ou perguntas que pudessem contar em todas as fichas de atividades, todos os meses, como se fosse um tópico fixo. Por exemplo "Pense a respeito". Mas não consegui. Fui variando. Tive de ir experimentando isso. <br><mark>Era preciso conjugar muitas questões: Tinha de estar muito claro, não podia estar muito polêmico e eu queria privilegiar muita coisa porque era só uma ficha de atividades por mês. </mark><br>Escolhi entrar um pouco na história da arte, trazer algum artista e também trazer algo um pouco mais atual. </div><div>O que mais pesou nos meus planos, ou seja, <mark>o que apareceu como mais importante, no fim das contas, foi trazer um tema emergente. Senti a necessidade de falar de algumas coisas que estavam acontecendo</mark>, como o assassinato de pessoas negras por policiais, que estava na mídia, e o tema da quarentena. Percebi que nenhum dos outros professores estavam falando sobre isso nos seus planos. Estava todo mundo inseguro por conta das cobranças dos pais e da comunidade por conta do temor de que as crianças ficariam sem os conhecimentos de matemática, de geografia... Então <mark>ninguém articulou de pensar "estamos vivendo uma pandemia, temos que falar sobre isso". </mark><br>Mas eu pensei: </div><blockquote>Minha disciplina tem essa vantagem. Posso abordar um artista que fale sobre o que estamos vivendo.</blockquote><div>Então comecei a fazer isso, trazendo artistas que tratassem de temas que pudessem ser relacionados com a quarentena, como a questão da casa...<br><mark>No primeiro mês houve um retorno bem grande. De quase 30 alunos, apenas cerca de 5 não faziam o que era proposto.</mark><br>No segundo mês diminuiu um pouco. Então comecei a chamar um por um... Foi uma trabalheira! Depois que eu personalizei salvando cada aluno como um contato no celular, o processo ficou mais tranquilo.<br>Enfim, os planos foram seguindo assim. <mark>Não consegui criar um projeto de aulas como aprendemos no estágio, de pensar as aulas interligadas umas às outras... O que eu tentei fazer de um plano para o outro é sempre dar uma relembrada no que foi feito na atividade do mês anterior e tentar relacioná-la com a presente.</mark> <br>Por exemplo: </div><blockquote>No plano anterior falamos dos homens das cavernas, então agora vamos fazer de conta que nossa casa é uma caverna e vamos procurar pigmentos naturais.</blockquote><div>Arrisquei algumas propostas... Mas a orientação sempre era de que não deveríamos pedir nada de material, todas as atividades tinham de ser realizadas com coisas que eles já tivessem em casa. Então eu sempre precisava orientar, por exemplo: </div><blockquote>se não tiver caderno de desenho, faça a atividade no caderno de escrever, se não tiver cola pra misturar a tinta, use água...</blockquote><div>Tudo tinha de ser bem simplificado para não deixar ninguém pra trás.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 13:47:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>12 A dinâmica do ensino remoto: encontro virtual</title>
         <author>pequeninacxpreta</author>
         <link>https://padlet.com/pequeninacxpreta/Bookmarks/wish/803256820</link>
         <description><![CDATA[<div>Combinamos que as postagens sempre seriam às 13h, então alguns ficam esperando online, como se fosse um encontro, criaram uma rotina para si.<br>Eles se sentiam como se estivessem em uma aula online.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 14:38:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>13. Peculiaridades da idade: 6o. e 7o ano</title>
         <author>pequeninacxpreta</author>
         <link>https://padlet.com/pequeninacxpreta/Bookmarks/wish/803841050</link>
         <description><![CDATA[<div>Meus alunos têm entre 11 e 14 anos. Alguns são bem infantis, outros, mais maduros. Mas <mark>vários têm muita vergonha e insegurança. Pedem para enviar os trabalhos no privado porque não querem que todos vejam no grupo. </mark><br>Houve uma proposta que fiz pra eles, de que fizessem uma foto deles em casa e pouquíssimos botaram o rosto. Eles me perguntavam</div><blockquote>Tenho que aparecer na foto?</blockquote><div>Eu disse:</div><blockquote>Pode ser uma parte do corpo.</blockquote><div>Então botaram uma mãozinha...<br>Eles não queriam aparecer, mas foi muito interessante ver os que apareceram porque então eu pude ver que alguns deles são crianças.<br>A proposta é de que fotografassem ou o quarto ou uma parte da casa baseando-se naquele trabalho "Onde as crianças dormem", de James Mollison. Foi possível conhecer alguns deles por essa via, mas vários não mandaram foto de si. <mark>Então entendi que eles não colocavam as fotos deles no perfil do whatsapp também por vergonha.</mark><br>Foto abaixo: Uma das páginas de <em>Where children sleep</em>, James Mollison.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 16:42:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>14 Particularidade do ensino remoto - os links </title>
         <author>pequeninacxpreta</author>
         <link>https://padlet.com/pequeninacxpreta/Bookmarks/wish/804182859</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Isso que estou podendo fazer no ensino remoto, de colocar várias figuras e tal, não sei se seria possível na aula presencial, se a escola me permitiria imprimir tantas páginas. </mark><br>Há a vantagem de poder colocar links pra eles acessarem imagens, videos...<br><br><em>Normalmente eles conseguem acessar a internet por meio desses links? Tu tens algum retorno em relação a isso?</em><br>Alguns olham, mas em geral eles têm preguiça de olhar os links, porque combinamos que os links seriam coisas complementares. <mark>O que está no link deve estar na folhinha de alguma maneira para não prejudicar aqueles que não conseguirão acessar.</mark><br>Os links que usei foram para ampliar alguma informação que já tinha na folha. Por exemplo, houve uma atividade em que falei da artista Rosana Paulino. Na folha falei sobre ela e seu trabalho brevemente, e junto, coloquei um link pra uma entrevista dela.<br>Notei que eles não olham tanto os links. Eles vão direto na tarefa para cumprir o que foi proposto. Imagino que tenham os combinados com os pais nesse sentido...<br>Notei também que às vezes eles têm dificuldade para abrir os arquivos também.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 17:56:09 UTC</pubDate>
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         <title>15 Ensino remoto: acompanhamento dos pais</title>
         <author>pequeninacxpreta</author>
         <link>https://padlet.com/pequeninacxpreta/Bookmarks/wish/804229279</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Você acredita que os responsáveis estejam acompanhando mais as crianças no ensino remoto?</em><br>A participação dos pais está super legal. Às vezes eles se responsabilizam pelos filhos, interferindo de uma maneira que tira um pouco da autonomia. <br>O combinado é de que esteja apenas uma pessoa da família no grupo: ou o aluno ou o responsável legal. <br>Mas <mark>houve umas situações muito legais. Em uma das ocasiões um dos alunos postou a atividade e comentou contente que a mãe ajudou a fazer. Outra vez a mãe postou a foto e comentou:</mark></div><blockquote><mark>Ah, a gente se divertiu!</mark></blockquote><div>Algumas das atividades que eu propus iriam ocupar a casa, então inevitavelmente as pessoas da casa perceberiam e talvez se envolvessem.<br>O ponto negativo do envolvimento dos pais que noto que alguns tiram a responsabilidade dos filhos de se organizar e ficam coordenando o que o aluno deveria fazer.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 18:06:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>16 O planejamento e a BNCC</title>
         <author>pequeninacxpreta</author>
         <link>https://padlet.com/pequeninacxpreta/Bookmarks/wish/804281461</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Os documentos legais têm interferência no planejamento?</em><br>A escola orientou todos os professores a fazer o curso do MEC sobre a BNCC no início da quarentena. <br>No que se refere à aplicação nas aulas, <mark>a supervisora nos cobra a produção de um pequeno parágrafo em que a gente diga o que trabalhamos naquela atividade e que competências da BNCC foram contempladas. </mark><br>Não consegui fazer um plano de longo prazo, mas eu relaciono os planos e a cada nova atividade eu reflito quais habilidades são contempladas por ela. Eu parto da atividade para a BNCC e não o contrário.  Mas como algumas questões foram estabelecidas como mais urgentes pela secretaria, eu tento atendê-las nos planos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 18:19:00 UTC</pubDate>
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         <title>17 Planejamento e trabalho continuado</title>
         <author>pequeninacxpreta</author>
         <link>https://padlet.com/pequeninacxpreta/Bookmarks/wish/804384332</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Tu pensas a articulação do planejamento entre os anos da educação básica? (Por ex., o 5º ano em 2020 será o 6º. de 2021...) <br></em><mark>Não sei se eu cheguei a ter muitas vezes a mesma turma no ano seguinte para conseguir fazer um trabalho continuado, de fato</mark>. Isso é difícil de acontecer. Agora, nessa escola em que estou, creio que vou poder pensar.<br>Mas percebi vários erros meus, como projetos que fiz para o 7o. ano que poderiam ter sido para o 6o. Fiquei meio perdida agora de início por não saber como era o nível deles.<br>Acho que o 6o. ano, por conta da situação do ensino remoto, vai ter de retomar muita coisa quando as aulas voltarem a ser presenciais. Senti muita falta de poder mediar as práticas. <br><mark>Sou eu pensando aqui sozinha e eles tentando fazer lá, sozinhos.</mark><br>É muito importante aquela passada no meio das classes, dar uma olhada e sugerir: </div><blockquote>Por que não tentas fazer assim...?</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 18:44:07 UTC</pubDate>
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         <title>18. Relação entre os alunos</title>
         <author>pequeninacxpreta</author>
         <link>https://padlet.com/pequeninacxpreta/Bookmarks/wish/804432523</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Tu percebes relação de amizade entre eles?</em><br>É difícil perceber nesse contexto em que estamos. Os sétimos anos eu não conheci e dei só uma aula para o 6o. ano.<br>Pelo contexto da escola, por ser uma escola de bairro, eu imagino muitos já eram alunos ali há mais tempo. <br><mark>Eu acho que alguns ficam meio solitários e dá pra ver pelos status que alguns são amigos. </mark>Mas eu vejo manifestações bem deprimidas, próprias dessa fase de adolescentes.<br>Às vezes percebo que um copia do outro as ideias para cumprir as atividades. Desconfio que se comuniquem. <br>Eu fico pescando pequenos indícios para entender quem são eles. Percebendo a cultura visual que eles compartilham por ali.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 18:57:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>19. Aprendizados do ensino remoto para a vida</title>
         <author>pequeninacxpreta</author>
         <link>https://padlet.com/pequeninacxpreta/Bookmarks/wish/804500991</link>
         <description><![CDATA[<div>Algo que aprendi e sobre o que fiquei refletindo foi que eu <mark>preciso descobrir que professora eu sou pra que eu seja, de fato.</mark><br>No início do trabalho nessa escola eu estava sendo muito formal e distanciada com os alunos, mas quando fiz a partilha com eles no status do whats eu percebi que queria me relacionar e conversar. Fiquei muito feliz que tivessem respondido e vindo falar comigo, então <mark>me dei conta de que eu estava me limitando. Aquela formalidade e distância não era eu.</mark><br>Há a questão do afeto, também, que é inevitável. Não vou conseguir trabalhar sem isso. <br>Outro aprendizado foi lidar com a escassez, contornar a situação desfavorável. Por exemplo, eu não podia abordar assuntos polêmicos, mas eu ousei e contornei a situação. Já mandei imagens de mulheres artistas, o link da bienal com várias obras de artistas trans... <mark>Eu abordava questões delicadas de maneiras que não deixavam o tema explícito, mas punha para pensar. </mark><br>Houve uma atividade, por exemplo, em que eles podiam fazer cartazes com perguntas. Eles começaram a fazer perguntas críticas como </div><blockquote>Por que não temos sala de informática?</blockquote><div>Mas não era eu criando polêmica, eram eles fazendo a atividade de artes e formulando perguntas! <br><mark>Aprendi que para fazer pensar criticamente não posso trazer uma bandeira, mas deixar bem aberto, deixar como pergunta... </mark>Há maneiras de perfurar, sem ter de tocar diretamente no assunto. Sempre vai dar pra usar algum artista pra mexer naquele assunto. É uma estratégia da arte!</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 19:18:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>20 Aprendizados do ensino remoto - ferramentas online</title>
         <author>pequeninacxpreta</author>
         <link>https://padlet.com/pequeninacxpreta/Bookmarks/wish/804583385</link>
         <description><![CDATA[<div>Houve várias!<br>* O padlet - onde expus os trabalhos dos alunos do corpo delineado no espaço; pude gravar minha tela mostrando a folha para explicar a atividade.<br>* O miro - onde podem ser feitos diagramas<br>https://miro.com/<br>* Usei o moviemaker para fazer vídeo e postei no youtube:<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=JX4HhuQuxhM&amp;feature=youtu.be">https://www.youtube.com/watch?v=JX4HhuQuxhM&amp;feature=youtu.be</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 19:45:15 UTC</pubDate>
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         <title>21 Proposições marcantes</title>
         <author>pequeninacxpreta</author>
         <link>https://padlet.com/pequeninacxpreta/Bookmarks/wish/804689432</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma delas foi a proposta <em>Eu, ciborgue</em>, feita este ano, que causou uma reação em cadeia. Coloquei no <em>padlet</em> e assim, quando os estudantes iam vendo os dos colegas, se empolgavam para fazer também. Cada um queria acrescentar um elemento, compor com mais coisas.<br>Começou com um dos alunos fazendo o contorno... Outro resolveu colocar a roupa ao invés de desenhar, outro fez o contorno com pregador de roupas... outro colocou palavras. Foi crescendo, <mark>me permitiu conhecê-los mais... e eu senti que eles se divertiram. </mark>Outros me escreveram no privado explicando suas escolhas.<br><br>Outra proposta foi no estágio da licenciatura. Fiz vários exercícios de desenho por eles acharem que não sabiam desenhar. Um dia decidi levar tecidos e roupas como materiais sensoriais e então eles começaram a posar e a dançar... Então eu vi que <mark>funcionou muito bem porque tinha o corpo envolvido. </mark></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 20:24:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>22 Desafios da docência em artes visuais</title>
         <author>pequeninacxpreta</author>
         <link>https://padlet.com/pequeninacxpreta/Bookmarks/wish/804720606</link>
         <description><![CDATA[<div>Cada vez existe uma expectativa maior em relação ao professor: que resolva os problemas, forme os estudantes, desperte o desejo, seja criativo, dê conta, se responsabilize pelo futuro das crianças... e possa fazer tudo isso apesar de toda a desvalorização e com poucos recursos, e tal. Acho que <mark>há muitas expectativas sobre os professores.</mark><br>No caso das Artes, há o desafio de perceber todo o potencial que nossa disciplina tem. Sinto que é o único lugar em que a gente tem condições de fazer alguma coisa sobre a situação que a gente está vivendo. Não é a única, certamente, mas é uma via muito potente. <br>Ser professora, no geral, é <mark>não perder o desejo de conhecer</mark>, e isso inclui o saber escutar.<br><mark>A paixão pelo saber vai te fazer se sentir ignorante, mas é uma ignorância boa no sentido de que "ainda não sei tal coisa, ainda tenho de procurar". </mark><br>Ser ignorante a ponto de escutares o outro sem os teus saberes. Receber como quem ainda não sabe aquilo que a pessoa tem te dizer, então tu vais escutar realmente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 20:36:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Perguntas feitas</title>
         <author>pequeninacxpreta</author>
         <link>https://padlet.com/pequeninacxpreta/Bookmarks/wish/806179165</link>
         <description><![CDATA[<div>- Como foi o seu começo na docência? Quais os mitos, fantasias que se desfizeram com a prática? </div><div>- Que materiais costumas usar para elaborar o planejamento e as práticas docentes? Onde buscas materiais para teu trabalho docente? </div><div>- Como você elabora seu planejamento? Que referenciais utilizas? </div><div>- Você elabora os materiais que utiliza?</div><div>Houve alguma alteração ou adaptação com relação aos materiais neste período de isolamento? </div><div>- Os documentos legais têm interferência no planejamento? </div><div>- Como você faz a articulação do planejamento entre os anos da educação básica? (Por ex., o 5º ano em 2020 será o 6º. De 2021...)<br>- Como foi feita essa adaptação do planejamento dos professores para esta realidade de ensino remoto? Em especial o ensino de artes?<br>- Quanto à sociabilidade entre os alunos, percebes a peculiaridade do isolamento e não possibilidade de interação entre os estudantes como um elemento importante desses momentos?<br>- O que se pode aproveitar desse período para o resto da vida docente? Alguma ferramenta online ou nova forma de organização?<br>- Houve alguma proposição que tenha sido mais marcante para você enquanto professora e para seus alunes?<br>- Quais os principais desafios da docência em artes visuais e, se possível, como contornar estes desafios? </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-06 10:37:34 UTC</pubDate>
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