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      <title>Leishmaniose Canina by Larissa Alves Abreu</title>
      <link>https://padlet.com/larissaalvesabreu/2oai687p8o85qxta</link>
      <description>Pratica de competencia de histologia.
alunas: Amanda, Kethelyn e Larissa.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-07 22:15:22 UTC</pubDate>
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         <title>Curiosidades:</title>
         <author>larissaalvesabreu</author>
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         <description><![CDATA[<div>Anos meses de julho, agosto e setembro é mais favorável a picada do misquito. <br><br>O mosquito se reproduz em lugares onde existe abundância de material orgânico como folhas, frutos, fezes, entulhos e lixo.<br><br>Sabe-se hoje que para cada cão sintomático vivendo em área endêmica, existem cerca de cinco cães assintomáticos.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 22:24:58 UTC</pubDate>
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         <title>Medidas profiláticas:</title>
         <author>larissaalvesabreu</author>
         <link>https://padlet.com/larissaalvesabreu/2oai687p8o85qxta/wish/812013666</link>
         <description><![CDATA[<div>A doença é transmitida por um mosquito, por isso a melhor prevenção é o repelente e o inseticida. Os animais devem usar coleiras que possuem repelentes e/ou, se possível, ficar em locais livres de insetos. Também recomenda-se o uso de vacinas contra leishmaniose.<br>A vacina de leishmaniose pode ser tomada por filhotes a partir dos 4 meses de idade. É administrada em três doses, com intervalo de 21 dias entre elas, e deve ser repetida todos os anos. Porem,  apenas os cachorros que possuem soronegativo da leishmaniose (que não apresentam o parasita) podem tomá-la. E apesar de ter bons resultados no geral, a vacina infelizmente não protege totalmente contra a doença.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 22:25:40 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamento:</title>
         <author>larissaalvesabreu</author>
         <link>https://padlet.com/larissaalvesabreu/2oai687p8o85qxta/wish/812013896</link>
         <description><![CDATA[<div>Até pouco tempo atrás não existia tratamento para um cachorro com leishmaniose. O cão com a doença era considerado um hospedeiro e impossível de curar da mesma e era sacrificado. Mas recentemente foram descobertos novos remédios muito eficazes na melhora dos animais, porem a cura 100% da doença ainda não foi descoberta. O tratamento trás apenas uma melhora no quadro clinico do paciente, permitindo que o animal tenha uma vida normal. E o tratamento deve ser feito logo no primeiro estagio da doença, pois se o diagnostico for feito muito tarde, o animal corre o risco de ter danos irreversíveis que vão atrapalhar a sua vida.<br>No tratamento canino contra a leishmaniose, cada estagio da doença, junto com acompanhamento intenso de um veterinário e muito cuidado, necessita de certos remédios: no estagio 1 e 2, antimoniato de meglumina, miltefosina, alopurinol e domperidona sao os mais indicados, de acordo com a demanda necessária ; no estagio3, apenas alopurinol e antimoniato de meglumina ou miltefosina; e por fim, caso o cachorro já esteja no quarto e ultimo estagio da doença, o medico veterianrio deve receitar um tratamento especifico para atender as necessidades do paciente de acordo com as manifestações da doença.<br>O mesmo tratamento é indicado aos gatos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 22:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Alterações teciduais:</title>
         <author>larissaalvesabreu</author>
         <link>https://padlet.com/larissaalvesabreu/2oai687p8o85qxta/wish/812017809</link>
         <description><![CDATA[<div>Há avaliações dos indicadores de lesão miocárdica em cães com a doenca. Na presença do parasito no tecido cardíaco pôde-se observar hipertrofia cardíaca concêntrica e dilatação ventricular. <br>Em relação as alterações na matriz extracelular da pele: <br>As alterações observadas na pele dos cães são hiperqueratose, acantose geralmente acentuada. Na derme observa-se um infiltrado inflamatório difuso constituído principalmente de neutrófilos; linfócitos; macrofagos e em alguns casos mastócitos, associados a presença do parasita. As fibras elásticas apresentam-se mais desuniforme e espessas. A expressão da fibronectina e da laminina foi reduzida na pele dos animais infectados. Esses resultados demonstram uma intensa degradação dos constituintes da MEC da pele acusada por leishmania. <br>De um modo geral, na pele, fígado e rins, as alterações histopatológicas caracterizam- se por infiltrado linfoplasmocitário acentuado associado à presença de macrófagos parasitados. <br>As lesões oftálmicas abrangem o bulbo e anexos oculares. Na conjuntiva da terceira pálpebra (CTP), apresentam-se como exsudação inflamatória crônica linfoplasmocitária, adelgaçamento epitelial e rarefacao ou hiperplasia de células calciformes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 22:28:36 UTC</pubDate>
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         <title>Sintomas e sinais:</title>
         <author>larissaalvesabreu</author>
         <link>https://padlet.com/larissaalvesabreu/2oai687p8o85qxta/wish/812018123</link>
         <description><![CDATA[<div>Em cães sintomáticos as manifestações clínicas podem ser inespecífico e incluir febre, anemia e emagrecimento, diarreia, vómito, diminuição ou aumento do apetite, poliúria e polidipsia, membranas mucosas pálidas e esplenomegalia. As alterações dermatológica são as mais comuns da leishmaniose visceral canina. Observa-se queda de pelos, levando à formação de áreas de rarefação pilosa ou alopecia, descamação cutânea e presença de ulcerações. <br>Cutânea: a forma cutânea da leishmaniose visceral caracteriza-se por uma dermatite esfoliativa não prurítica, com a presença de escames branco prateados. Essa descamação costuma ser mais pronunciada na cabeça, em região periocular, ponte nasal e borda dos pavilhões auriculares, ou difusamente distribuídas. <br>As úlceras ocorrem principalmente em regiões ósseas salientes, na face, ponte nasal, pavilhões articulares, ao nível da transição muco-cutânea, coxinha e região interdigital. <br>Poliúria e polidipsia podem indicar uma lesão renal, e podem ser os únicos sintomas da doença. Os cães ainda podem desenvolver quadros de glomerulonefrite e nefrite intersticial, culminando com insuficiência renal, principal causa de animais infectados. <br>Os cães ainda possuem problemas oculares como blefarite (esfoliativa, ulcerativa ou nodular) e conjuntivite (nodular); ceratoconjutivite (comum ou seca); uveíte anterior e endoftalmite. <br>No sistema digestório: hiporexia; anorexia; êmese e diarreia crônica; <br>Ainda podem apresentar: lesões ulcerativa ou nodulares mucocutaneas e das mucosas (oral, genital e nasal); pneumonia intersticial; epistaxe; miocardite e pericardite; claudicação; vasculopatias (vasculite sistêmica e tromboembolismo arterial) e alterações neurológicas. <br>Em relação as alterações laboratoriais estão entre elas: anemia não regenerativa ligeira a moderada; leucocitose ou leucopenia: linfopatia, neutrofilia e neutropenia; trombocitopatia; trombocitopenia e redução da hematose secundária e da fibrinólise. <br>Perfil bioquímico sério com eletroforese de proteínas: hiperproteinemia; hiperglobulenemia; hipoalbuminemia; diminuição do racio albuminas: globulinas; azotemia renal; atividade aumentada de enzimas hepáticas e proteinúria.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 22:28:49 UTC</pubDate>
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         <title>Contagio no Brasil:</title>
         <author>larissaalvesabreu</author>
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         <description><![CDATA[<div>Casos de leishmaniose visceral canina no Brasil preocupam população. O Brasil responde por 90% dos casos de leishmaniose visceral canina da América Latina. Em 2016, o Ministério da Saúde recebeu 3.626 notificações de casos da doença em humanos e 275 mortes foram registradas em todo o País.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 22:29:06 UTC</pubDate>
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         <title>Transmissão:</title>
         <author>larissaalvesabreu</author>
         <link>https://padlet.com/larissaalvesabreu/2oai687p8o85qxta/wish/812019046</link>
         <description><![CDATA[<div>O agente etiológico é o protozoário Leishmania donovani chagasi, e o vetor é o Lutzomyia longipalpis (popularmente conhecido no Brasil por mosquito palha), que está contaminado com o parasita em questão.</div><div>A transmissão ocorre a partir da picada do mosquito infectado no cão. Um cachorro pode passar para o outro através do coito, transfusão sanguínea e de mãe para filho, ou seja, da forma transplacentária. </div><div>Um mosquito não infectado pode adquirir o protozoário ao picar um cão infectado, pois dessa forma estará ingerindo sangue contaminado, fazendo com que esse mosquito se torne um vetor da doença.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 22:29:34 UTC</pubDate>
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         <title>O que é Leishmaniose:</title>
         <author>larissaalvesabreu</author>
         <link>https://padlet.com/larissaalvesabreu/2oai687p8o85qxta/wish/812019127</link>
         <description><![CDATA[<div>Leishmaniose é uma doença parasitaria transmitida, principalmente, através da picada de um mosquito, que ataca varias partes do corpo dependendo da gravidade da doença.</div><div>Existem vários tipos de leishmaniose, mas as duas principais que os cães pegam são a Visceral e a Cutânea. A cutânea é mais leve tendo como sintomas as lesões na pele e mucosas da boca, garganta e nariz, já a visceral ataca órgãos internos do animal, como o fígado e o baço.</div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 22:29:39 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia:</title>
         <author>larissaalvesabreu</author>
         <link>https://padlet.com/larissaalvesabreu/2oai687p8o85qxta/wish/812165615</link>
         <description><![CDATA[<div> </div><div><a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/dicas/126leishmaniose.html#:~:text=Na%20leishmaniose%20cut%C3%A2nea%20os%20animais,%C3%A9%20a%20raposa%20do%20campo">https://bvsms.saude.gov.br/bvs/dicas/126leishmaniose.html#:~:text=Na%20leishmaniose%20cut%C3%A2nea%20os%20animais,%C3%A9%20a%20raposa%20do%20campo</a>.</div><div> </div><div><a href="https://oestadoonline.com.br/2020/01/07/leishmaniose-pode-ser-tratada-e-garante-qualidade-de-vida/#:~:text=A%20doen%C3%A7a%20era%20praticamente%20uma,n%C3%A3o%20tem%20cura%20%E2%80%93%20at%C3%A9%20hoje">https://oestadoonline.com.br/2020/01/07/leishmaniose-pode-ser-tratada-e-garante-qualidade-de-vida/#:~:text=A%20doen%C3%A7a%20era%20praticamente%20uma,n%C3%A3o%20tem%20cura%20%E2%80%93%20at%C3%A9%20hoje</a>.</div><div> </div><div><a href="https://www.crmvsp.gov.br/arquivo_zoonoses/LEISHMANIOSE_SERIE_ZOONOSES.pdf">https://www.crmvsp.gov.br/arquivo_zoonoses/LEISHMANIOSE_SERIE_ZOONOSES.pdf</a></div><div> </div><div><a href="https://leishmaniosevisceralcanina.com.br/leishmaniose-visceral-canina-prevencao">https://leishmaniosevisceralcanina.com.br/leishmaniose-visceral-canina-prevencao</a></div><div> </div><div><a href="https://www.bio.fiocruz.br/index.php/br/noticias/1501-casos-de-leishmaniose-visceral-canina-no-brasil-preocupam-populacao">https://www.bio.fiocruz.br/index.php/br/noticias/1501-casos-de-leishmaniose-visceral-canina-no-brasil-preocupam-populacao</a></div><div> </div><div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=V5Ebtv5uoRA&amp;t=623s">https://www.youtube.com/watch?v=V5Ebtv5uoRA&amp;t=623s</a></div><div> </div><div><a href="https://www.scielo.br/pdf/cab/v16n4/1809-6891-cab-16-04-0538.pdf">https://www.scielo.br/pdf/cab/v16n4/1809-6891-cab-16-04-0538.pdf</a></div><div> </div><div><a href="https://www.locus.ufv.br/handle/123456789/5008">https://www.locus.ufv.br/handle/123456789/5008</a></div><div>  https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-09352016000200313&amp;script=sci_arttext</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-08 00:09:39 UTC</pubDate>
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