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      <title>Bruna Almeida  by Bruna Almeida</title>
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      <description>Oficina de educação Básica </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-02-14 12:28:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>bruna_almeida2418</author>
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         <description><![CDATA[<div>Apresentação </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 12:39:03 UTC</pubDate>
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         <title>Liberdade</title>
         <author>bruna_almeida2418</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ai que prazer&nbsp;<br>Não cumprir um dever,&nbsp;<br>Ter um livro para ler&nbsp;<br>E não fazer!&nbsp;<br>Ler é maçada,&nbsp;<br>Estudar é nada.&nbsp;<br>Sol doira&nbsp;<br>Sem literatura&nbsp;<br>O rio corre, bem ou mal,&nbsp;<br>Sem edição original.&nbsp;<br>E a brisa, essa,&nbsp;<br>De tão naturalmente matinal,&nbsp;<br>Como o tempo não tem pressa...&nbsp;<br><br>Livros são papéis pintados com tinta.&nbsp;<br>Estudar é uma coisa em que está indistinta&nbsp;<br>A distinção entre nada e coisa nenhuma.&nbsp;<br><br>Quanto é melhor, quanto há bruma,&nbsp;<br>Esperar por D.Sebastião,&nbsp;<br>Quer venha ou não!&nbsp;<br><br>Grande é a poesia, a bondade e as danças...&nbsp;<br>Mas o melhor do mundo são as crianças,&nbsp;<br><br>Flores, música, o luar, e o sol, que peca&nbsp;<br>Só quando, em vez de criar, seca.&nbsp;<br><br>Mais que isto&nbsp;<br>É Jesus Cristo,&nbsp;<br>Que não sabia nada de finanças&nbsp;<br>Nem consta que tivesse biblioteca...&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-04 18:10:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>bruna_almeida2418</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao olhar para o arbusto pensei: mas que lindo, que flores tão brilhantes, com cores vivas e chamativas. Mas depois, ao olhar ao seu redor pensei :mas o que está cá ele a fazer…no meio de tijoleira e de pessoas que o constantemente o ignoram.<br>Então, talvez não seja um arbusto mas a infelicidade e tristeza mesmo ao nosso lado.<br>Será que ele queria estar ali? Será que não existem milhares de pessoas no mundo que não querem estar onde estão...existe e vão sempre existir.<br>E um arbusto florido pode significar tanta coisa e coisas tristes até.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-23 20:32:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>bruna_almeida2418</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para além de toda a natureza envolvente e o dia brilhante o que mais sobressai na fotografia é a parte branca que envolve a árvore. As flores transmitem paz talvez por a cor branca transmitir paz não sei...<br>Faz me lembrar algo bom...algo reconfortante. Como uma pessoa que podemos sempre contar e que sabemos que nos vai ajudar independentemente da situação ou lugar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-25 12:52:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>bruna_almeida2418</author>
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         <description><![CDATA[<div>1- Descrição objetiva&nbsp;<br><br>Talvez, o primeiro pormenor que salta à vista ao olhar para ela são os óculos, que lhe preenchem a cara, não lhe tirando aquele olhar cintilante, que faz lembrar o olhar das crianças.<br>À medida que a observo reparo nos cabelos lisos e acastanhados. Nas orelhas que saem para fora do cabelo e no sorriso guardado.<br>Mas acima de tudo na simplicidade. Na simplicidade de não esconder as pequenas borbulhas que se difundem pela cara quase nem se notando. Na simplicidade de vestir na simplicidade do olhar.<br>Para além da simplicidade, as unhas estão pintadas dando um toque suave e feminino.<br>Por fim, o último pormenor que retive foi a cor da pele, era uma pele morena, um moreno caracterizante.<br><br><br>2-Para lá do olhar&nbsp;<br><br>Depois de um olhar objetivo e partindo do primeiro ponto desse mesmo olhar; ou seja, os óculos mais concretamente o olhar, vejo para além dos olhos infindíssimas coisas.<br>Posso não estar correta mas para além do simples olhar existe uma pessoa cuidadosa, simples e singela.<br>Vejo uma pessoa contida, que guarda os sentimentos e pensamentos para si. Não consegue ter demonstrações de afeto de uma maneira livre e aberta.<br>Vejo uma vontade e um foco para tirar boas notas, sem se preocupar com o mundo dos outros.<br>Nesta viagem pelo seu interior ainda vi lugares bonitos, paisagens verdes e conversas simples.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-05-06 21:20:14 UTC</pubDate>
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         <title>Lisbon Revisited :Álvaro de Campos</title>
         <author>bruna_almeida2418</author>
         <link>https://padlet.com/bruna_almeida2418/Bruna20658/wish/266288028</link>
         <description><![CDATA[<div>NÃO: Não quero nada.&nbsp;<br>Já disse que não quero nada.&nbsp;<br><br>Não me venham com conclusões!&nbsp;<br>A única conclusão é morrer.&nbsp;<br><br>Não me tragam estéticas!&nbsp;<br>Não me falem em moral!&nbsp;<br><br>Tirem-me daqui a metafísica!&nbsp;<br>Não me apregoem sistemas completos, não me enfileirem conquistas&nbsp;<br>Das ciências (das ciências, Deus meu, das ciências!) —&nbsp;<br>Das ciências, das artes, da civilização moderna!&nbsp;<br><br>Que mal fiz eu aos deuses todos?&nbsp;<br><br>Se têm a verdade, guardem-na!&nbsp;<br>Não me peguem no braço!&nbsp;<br>Não gosto que me peguem no braço. Quero ser sozinho.&nbsp;<br>Já disse que sou sozinho!&nbsp;<br>Ah, que maçada quererem que eu seja da companhia!&nbsp;<br><br>Ó céu azul — o mesmo da minha infância —&nbsp;<br>Eterna verdade vazia e perfeita!&nbsp;<br>Ó macio Tejo ancestral e mudo,&nbsp;<br>Pequena verdade onde o céu se reflete!&nbsp;<br>Ó mágoa revisitada, Lisboa de outrora de hoje!&nbsp;<br>Nada me dais, nada me tirais, nada sois que eu me sinta.&nbsp;<br><br>Deixem-me em paz! Não tardo, que eu nunca tardo...&nbsp;<br>E enquanto tarda o Abismo e o Silêncio quero estar sozinho!&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-08 11:07:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>bruna_almeida2418</author>
         <link>https://padlet.com/bruna_almeida2418/Bruna20658/wish/266304213</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste capítulo é demonstrada a difícil tarefa que um escritor tem para COMEÇAR A escrever. Ou melhor nós pensamos ser difícil,mas talvez fazendo as perguntas certas chegaremos ao ponto de partida facilmente.<br>Temos várias formas de começar o nosso texto: pelo princípio, pelo meio no caso dos Lusíadas "in medias res" ou pelo fim,neste caso podemos revelar a história passada através de analepeses ou flashbacks.<br>Apesar de algumas vezes  (a maior parte) não conseguirmos começar por falta de inspiração ou por bloqueio são várias as formas que temos. Nem que seja, começar apenas por aquelas perguntas básicas: Quem?Quando?Onde?.<br>Por isso,não há porquês de não escrever. Temos várias hipóteses e se o primeiro não correr bem voltamos a tentar até correr.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-08 12:53:30 UTC</pubDate>
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