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      <title>Antero de Quental by Giselly Gonçalves</title>
      <link>https://padlet.com/AnterodeQuental/2niirquo0jydj96z</link>
      <description>Escola Deputado Djalma Aranha Marinho.
Disciplina: Língua portuguesa 
Alunas: Gisele Alexandre ,Vitória Ingrid, Raissa Maria.
Ano/Turma: 2 &quot;A&quot; matutino
prof: Andréia

Tema: Realismo em Portugal, Antero de Quental</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-10-17 13:24:56 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-11-10 23:53:01 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Antero de Quental</title>
         <author>AnterodeQuental</author>
         <link>https://padlet.com/AnterodeQuental/2niirquo0jydj96z/wish/2343203522</link>
         <description><![CDATA[<div>_<em>Biografia Antero de Quental</em><br><br>Antero de Quental (1842-1891) foi um poeta e filósofo português. Foi um verdadeiro líder intelectual do Realismo em Portugal. Dedicou-se à reflexão dos grandes problemas filosóficos e sociais de seu tempo, contribuindo para a implantação das ideias renovadoras da geração de 1870.<br>Antero Tarquínio de Quental nasceu na localidade de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, nos Açores, Portugal, no dia 18 de abril de 1842. Filho do combatente Fernando de Quental e Ana Guilhermina da Maia iniciou seus estudos em Ponta Delgada.<br>&nbsp; A vida do poeta Antero de Quental foi marcada por três caminhos: política, poesia e filosofia. Está no grupo dos grandes poetas de destaque da Literatura Portuguesa. Ele iniciou seus estudos nos Açores, aos 16 anos se mudou para Coimbra, depois ingressou na Faculdade de Direito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-17 13:26:43 UTC</pubDate>
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         <title>poema</title>
         <author>AnterodeQuental</author>
         <link>https://padlet.com/AnterodeQuental/2niirquo0jydj96z/wish/2343221121</link>
         <description><![CDATA[<div>_<em>Amor Vivo</em><br><br>Amar! mas d'um amor que tenha vida...<br>Não sejam sempre tímidos harpejos,<br>Não sejam só delirios e desejos<br>D'uma douda cabeça escandecida...<br><br>Amor que vive e brilhe! luz fundida<br>Que penetre o meu ser — e não só beijos<br>Dados no ar — delírios e desejos —<br>Mas amor... dos amores que têm vida...<br><br>Sim, vivo e quente! e já a luz do dia<br>Não virá dissipa-lo nos meus braços<br>Como névoa da vaga fantasia...<br><br>Nem murchará do sol á chama erguida...<br>Pois que podem os astros dos espaços<br>Contra débeis amores... se têm vida?<br><br>Antero de Quental, in 'Sonetos'</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-17 13:35:07 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do poema</title>
         <author>AnterodeQuental</author>
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         <description><![CDATA[<div>_<em>Análise </em><br><br>“Amor vivo” de Antero de Quental, poeta da geração de 70 apresenta-se na forma de soneto, pertence à segunda fase do realismo português, as rimas desse soneto apresentam o esquema ABBA, ABBA, CDC e ADA. O título pré-anuncia o tema do poema, que é o amor, mas não um amor qualquer, um amor cujo conceito é diferente do conceito já conhecido. É com tom de indignação que a voz poética inicia o poema, definindo a forma que deseja amar, rompendo com a forma convencional de amar, sem atração, só por conveniência, ou supostamente pelo estabelecimento feito pela sociedade da época de amar ignorando o sentimento do indivíduo. O verso: “Não sejam só delírios e desejos”, revela a forma de amar desejada pela voz poética, que almeja um amor intenso, que não seja uma perturbação mórbida, passageira das faculdades mentais; alucinação acompanhada pela vontade de possuir. É esse amor momentâneo que é repudiado ao longo do poema, um conceito de amor é apresentado de forma diferente do já existente, essa ideia é visível nos seguintes versos: “Amor que viva e brilhe! Luz fundida/ Que penetre o meu ser- e não só beijos/ Dados no ar- delírios e desejos-/ Mas amor... dos amores que têm vida...”. O anseio por um amor de verdade, com função de resistir ao tempo está presente no poema em todo instante, um amor transcendente, idealizado pelo eu-lírico. O conceito de amor passageiro, efervescente que é dissipado com a luz do dia, cuja voz poética repudia-nos remonta ao conceito de paixão e não de amor, pelo fato da paixão ser um sentimento passageiro e o amor duradouro, eterno, que transcende no tempo cuja chama nunca se apaga.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-17 13:43:54 UTC</pubDate>
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         <title>principais características do estilo artístico de Antero de Quental</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/AnterodeQuental/2niirquo0jydj96z/wish/2343274722</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;_<em>Principais características do estilo artístico de Antero de Quental:</em><br>- Presença, em seus sonetos, de significativo posicionamento político-social. - Poesia marcada por forte caráter metafísico (transcendência à experiência do mundo sensível). - Temas e problemas de suas crises pessoais também aparecem em suas obras.</div><div>&nbsp;Antero de Quental faz parte da chamada geração de 70, que, na segunda metade do século XIX, foi uma influência não só literária, mas também política em Portugal. Essa geração, de característica antirromântica, foi a introdutora do realismo no país.&nbsp;<br>&nbsp;<br>Aluna: Vitória Ingrid</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-17 13:58:58 UTC</pubDate>
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         <title>O que Antero de Quental defendia? </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/AnterodeQuental/2niirquo0jydj96z/wish/2343284947</link>
         <description><![CDATA[<div><br>_<em> o que Antero de Quental defendia?<br></em><br>Antero defende a liberdade de pensamento e a independência dos novos escritores. Ataca o academismo e a decadente literatura romântica e prega a renovação. Nascia assim a “Questão Coimbrã”, como ficou conhecida essa polêmica que passou a ser o marco divisor entre o Romantismo e o Realismo.&nbsp;<br><br>Aluna: Vitória Ingrid</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-17 14:04:14 UTC</pubDate>
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         <title>Frases Antero De Quental</title>
         <author>galdinoraissa4</author>
         <link>https://padlet.com/AnterodeQuental/2niirquo0jydj96z/wish/2344005941</link>
         <description><![CDATA[<div><em><br>Mas quem de amor nos lábios traz doçura. ...<br><br>É preciso passar sobre ruínas, ...<br><br>Ter sido moço é ter sido ignorante, mas inocente. ...<br><br>Deixá-la ir, a alma lastimosa, ...<br><br>Na mão de Deus, na sua mão direita ...<br><br>Só quem sabe o que são lágrimas, só esse sabe o que é amor. ...<br><br>É a saudade, que nos rói e mina.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-17 21:29:20 UTC</pubDate>
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         <title>Como foi a sua morte?</title>
         <author>galdinoraissa4</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Suicídio: Por volta das 20h do dia 11 de setembro de 1891, Antero De Quental ,escritor, filósofo, político e poeta português,põe termo à vida com dois tiros, num banco de jardim junto ao Convento de Nossa Senhora da Esperança, em Ponta Delgada. </em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-17 21:49:17 UTC</pubDate>
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         <title>Quais as principais obras de Antero De Quental?</title>
         <author>galdinoraissa4</author>
         <link>https://padlet.com/AnterodeQuental/2niirquo0jydj96z/wish/2344023057</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Bom Senso e Bom Gosto (1865) A Dignidade das Letras e as Literaturas Oficiais (1865) Defesa da Carta Encíclica de Sua Santidade Pio IX (1865)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-17 21:51:08 UTC</pubDate>
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