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      <title>Reflexões de uma Licencianda em Pedagogia by Veronilma Almeida</title>
      <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i</link>
      <description>Atividades desenvolvidas no VII semestre, no período acadêmico de 2019.2: das aulas presenciais para as aulas remotas.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-09 22:29:56 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-05-29 19:51:44 UTC</lastBuildDate>
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         <title>- Concepções de estágio </title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/939380415</link>
         <description><![CDATA[<div>PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. <strong>Estágio e docência:</strong> diferentes concepções. Revista Poíesis- vol. 3 e 4, p. 5-24, 2005/2006.<br><br>        Em “estágio e docência: diferentes concepções”, as professoras PIMENTA E LIMA (2005/2006) apresentam-nos uma abordagem voltada para a formação de pedagogos e professores a partir da relação teoria e prática presente nas atividades de estágio. Mostrando a importância de se ter uma teoria e uma prática caminhando juntas, e não dissociadas entre si. </div><div> </div><div>     As autoras enfatizam que o “estágio se constitui como um campo de conhecimento” (PIMENTA; LIMA, p. 6, 2005/2006). Mostrando o quão é importante a teoria e a prática, pois o professor, principalmente em processo de formação, precisa dos dois. Ainda trazem uma questão muito pertinente, que é a dissociação dada pelos professores em relação a teoria e a prática, quando muitos ainda dizem que “na prática a teoria é outra”. Falam sobre o currículo de formação, como ele tornou-se um aglomerado de disciplinas que trabalham isoladamente entre si. Assim como, a desvalorização da prática, em que se têm verbas menores a projetos aplicados.</div><div> </div><div>    As autoras ainda falam sobre a imitação e reprodução dos modelos escolares. Ou seja, faz uma ressalva sobre a valorização das práticas e dos instrumentos consagrados tradicionalmente como modelos eficientes, em que, a escola resume seu papel a ensinar, e se o aluno não aprende, existem sempre os culpados. E que, a formação do professor se dar pela observação e tentativa de reprodução dessa prática. Assim, reduz a atividade docente apenas a um fazer, pois só será bem sucedido, se sua prática for condizente com a que se observou. Assim sendo, o estágio nessa perspectiva, “reduz a observar os professores em aula e imitar os seus modelos” (PIMENTA; LIMA, p.8, 2005/2006), sem direito a um olhar crítico e questionador sobre a realidade social que o ensino se processa.   </div><div> </div><div>     O texto aborda que quando ocorre à prática pela prática e o emprego de técnicas sem a devida reflexão, acaba reforçando a ilusão de que há uma prática sem teoria, ou uma teoria desvinculada da prática. Reduzindo a atividade de estágio a hora da prática. Enfatiza-se também, que a habilidade que o professor deve desenvolver, nesse contexto, é a de saber “lançar mão” adequadamente das técnicas conforme as diversas e diferentes situações em que o ensino ocorre, o que necessariamente implica a criação de novas técnicas.  Ressaltando sobre o distanciamento da vida e do trabalho concreto que ocorre nas escolas, uma vez que as disciplinas que compõe os cursos de formação não estabelecem os nexos entre teorias que se desenvolvem na prática. </div><div> </div><div>      Nesse contexto, reforça sobre o empobrecimento das práticas nas escolas e sobre a necessidade, devido a este fato, de explicar por que o estágio é teoria e prática, e não só uma ou só outra.  Ainda ressalta que a profissão docente é uma prática social, capaz de intervir na realidade social. Havendo diferença entra prática e ação, no que diz respeito à atividade docente. Pois, a pratica é institucionalizada, correspondendo às formas de educar que ocorrem em diferentes contextos institucionalizados. Já a ação, refere-se aos sujeitos, seus modos de agir e pensar, seus valores, compromissos, dentre outros. Sendo a ação pedagógica as atividades que os professores realizam no coletivo escolar. </div><div> </div><div>    Para finalizar, as autoras fomentam que o estágio vem superando a separação entre teoria e prática. Elas falam sobre a importância do estágio, pois o mesmo tem a função de aproximar o aluno da realidade que vai atuar. Ainda esclarece que a pesquisa no estágio é uma estratégia, um método, uma possibilidade de formação do estagiário como futuro professor. </div><div> </div><div>     Assim sendo, o papel da teoria é oferecer aos professores perspectivas de análise para compreenderern os contextos históricos, sociais, culturais, organizacionais e de si mesmos como profissionais, nos quais se dá a sua atividade docente, para neles intervir, transformando-os. “O estágio prepara para um trabalho docente coletivo, uma vez que o ensino não é um assunto individual do professor, pois a tarefa escolar é resultado das ações coletivas dos professores e das práticas institucionais, situadas em contextos sociais, históricos e culturais. O estágio não se faz por si. Envolve todas as disciplinas do curso de formação, constituindo um verdadeiro e articulado projeto político pedagógico de formação de professores cuja marca é a de alavancar o estágio como pesquisa. Poderá ocorrer, portanto, desde o início do curso, possibilitando que a relação entre os saberes teóricos e os saberes das práticas ocorra durante todo o percurso da formação, garantindo, inclusive, que os alunos aprimorem sua escolha de serem professores a partir do contato com as realidades de sua profissão” (PIMENTA; LIMA, p. 21, 2005/2006).</div><div> </div><div>      A leitura desse texto é essencial no processo de formação acadêmica, principalmente durante o período de estágio. Pois, o mesmo nos possibilita ter um novo olhar sobre a relação entre teoria e prática. Podendo assim, ter uma visão clara sobre a importância dos dois. Até mesmo, porque, o texto mostra que o estágio abre possibilidades para os professores orientadores proporem a mobilização de pesquisas para ampliar a compreensão das situações vivenciadas e observadas nas escolas, nos sistemas de ensino e nas demais situações. Assim, permitindo associar a teoria com a prática. Não trabalhando cada um de forma isolada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 00:39:57 UTC</pubDate>
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         <title>- Pesquisa como eixo de formação docente</title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/939385332</link>
         <description><![CDATA[<div>MARTUCCI, Elisabeth Márcia. <strong>Estudo de caso etnográfico</strong>. Revista de Biblioteconomia de Brasília. v. 25, n.2, p.167-180, 2001.<br><br>    A autora, ao longo do texto “estudo de caso etnográfico”, aborda questões voltadas para a construção de significados e a interação humana. Assim como, mostra que a pesquisa interpretativa é conduzida através da descrição e análise dos conceitos e raciocínios utilizados pelos próprios atores sociais. Descrevendo aspectos sobre a pesquisa interpretativa e qualitativa. Falando sobre o estudo de caso e a pesquisa etnográfica.  </div><div> </div><div>     MARTUCCI (2001) traz questões voltadas para a construção de sentido dado pelas pessoas para todos os objetos com os quais interagem na vida cotidiana, dentro da sociedade. Sendo que, essa construção é um processo constante de formação. Trata-se de pessoas que estão sempre interagindo e realizando atividades diferenciadas no dia a dia, os colocando em diferentes situações. Pois, a vida de um grupo humano representa um vasto processo de formação, sustentação e transformação de objetos, na medida em que seus sentidos se modificam, modificando o mundo das pessoas. </div><div> </div><div>     Nesse contexto, Bogdan e Biklen (1994) relatam que na abordagem qualitativa ou interpretativa encontra-se a assertiva de que a experiência humana é medida pela interpretação, e existem diversas formas de interpretar as experiências. Pois, as pessoas são seres simbólicos que criam ativamente seu mundo através da interpretação. Sendo que este não é um ato autônomo, mas sim coletivo. Os indivíduos interpretam com o auxílio dos outros, e os significados são construídos através de interações.   </div><div> </div><div>     A pesquisa interpretativa é conduzida através da descrição e análise dos conceitos e raciocínios utilizados pelos próprios atores sociais e tenta reproduzir, o mais fielmente possível, o mundo tal quais os atores o compreendem e percebem. Com isso, nota-se que cabe aos pesquisadores identificarem e descreverem as práticas e os significados sociais, compreendendo como eles se dão no contexto dos sujeitos que as praticam. Sendo que a concepção que os atores sociais fazem para si do mundo social constitui em última análise o objeto essencial da pesquisa. </div><div> </div><div>    A pesquisa é naturalista ou de campo, pois a fonte dos dados é o ambiente ecológico de ocorrência das ações e dos comportamentos naturais das pessoas; é descritiva, pois os dados são coletados, de maneira minuciosa, em forma de palavras ou imagens; é indutiva, na medida em que a análise dos dados busca a teoria fundamentada (desenvolvida de baixo para cima, com base em muitas peças individuais de informação coletada). E é uma pesquisa de significações, objetivando compreender como diferentes indivíduos dão sentido às suas vidas, por meio da observação de sua ação e da verbalização de seus pensamentos.</div><div> </div><div>    A pesquisa interpretativa é a particularidade, a especificidade ou a peculiaridade dos significados em ação, ou o estudo detalhado de uma sociedade particular ou de uma unidade social, o que é chamado, na antropologia, de etnografia (Erickson, 1986, p.130). Sendo a etnográfica, a tentativa de descrição de uma cultura. Sendo a sua principal preocupação, o significado que têm as ações e os eventos para as pessoas, alguns diretamente expressos pela linguagem e outros transmitidos indiretamente por meio das ações.</div><div> </div><div>    A pesquisa do tipo etnográfico possui duas características essenciais: envolve um trabalho prolongado de campo: o pesquisador aproxima-se de pessoas, situações, locais, eventos, mantendo com eles um contato direto e prolongado que permite  construir os processos e as relações que configuram a experiência diária. E o segundo, o pesquisador é o principal instrumento na coleta dos dados: os dados são mediados pelo instrumento humano, o pesquisador utiliza um conjunto de técnicas para coletar dados sobre os valores, os hábitos, as crenças, as práticas e os comportamentos de um grupo social (André, 1995, p.27-28), especialmente a observação participante, a entrevista intensiva e a análise de documentos. Ressaltando, que a investigação etnográfica é holística.</div><div> </div><div>     A observação participante exige a interação constante entre o pesquisador e a situação pesquisada, as entrevistas são utilizadas com a finalidade de esclarecer ou aprofundar aspectos da situação observada, e os documentos são usados no sentido de contextualizar o fenômeno, explicitar suas vinculações mais profundas e completar as informações coletadas através de outras fontes. Pois, a estratégia de investigação etnográfica é empírica e naturalista. E a observação participante e não participante são usadas para obter dados de primeira mão.</div><div> </div><div>     O estudo de caso possui características que se sobrepõem às características gerais da pesquisa qualitativa. Sendo elas: visam a descoberta; enfatizam a interpretação em contexto; buscam retratar a realidade de forma completa; usam uma variedade de fontes de informação; permitem generalizações naturalistas; procuram representar os diferentes pontos de vista presentes numa situação social; e utilizam uma linguagem científica mais acessível.</div><div> </div><div>    Um estudo de caso etnográfico possui três momentos: uma etapa inicial de planejamento, uma etapa prolongada de trabalho de campo ou de coleta de dados e uma etapa final de sistematização e elaboração do relatório final da pesquisa. Para a coleta de dados, três técnicas de pesquisa são pertinentes e muito utilizadas em estudos de caso etnográficos: a observação participante: parte do princípio de que o pesquisador tem sempre um grau de interação com a situação estudada, afetando-a e sendo por ela afetado. Entrevista: uma conversa intencional entre duas pessoas, dirigida por uma das pessoas, com o objetivo de obter informações, utilizada para recolher dados descritivos na linguagem do próprio sujeito, permitindo ao investigador desenvolver intuitivamente uma ideia sobre a maneira como os sujeitos interpretam aspectos do mundo. Textos escritos pelos sujeitos: constituem fontes naturais de informação para o pesquisador, referindo-se a cartas, redações, depoimentos, diários e outros registros escritos pelos sujeitos. </div><div> </div><div>   Enfim, o relatório de pesquisa revela uma compreensão do fenômeno, uma das possíveis versões do caso, que não é a única ou a correta e que depende da habilidade de escrita do pesquisador, que deve ser capaz de por em palavras aquilo que observou, ouviu e sentiu (André, 1995, p.56 e 63). E o estudo de caso etnográfico, ele fornece uma visão profunda, ampla e articulada de uma unidade social complexa, possui a capacidade de retratar situações vivas do dia-a-dia, clarifica os vários sentidos do fenômeno estudado e, com isto, é considerado relevante na construção de novas teorias e no avanço do conhecimento. </div><div> </div><div>   Com isso, nota-se o quanto é importante e relevante se apropriar da leitura desse artigo, principalmente nesse processo de estágio. O texto traz questões muito pertinentes. Mostrando o quanto as interações sociais influenciam nesse processo. Como a experiência humana é medida pelas interpretações, pois existem várias formas de interpretá-las. Mostrando também, a importância do ator social nesse processo de pesquisa. Descrevendo um pouco sobre a pesquisa qualitativa e interpretativa, Assim como, enfatizando como o objeto da pesquisa precisa ser compreendido. Ou seja, traz uma nova percepção sobre a pesquisa. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 00:42:17 UTC</pubDate>
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         <title>- Jornada Pedagógica na Rede Municipal da Cidade de Jequié-Ba</title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/939392849</link>
         <description><![CDATA[<div>     A Jornada Pedagógica que ocorreu em 2020, no Centro de Cultura Antônio Carlos Magalhães, na cidade de Jequié, Estado da Bahia, promoveu palestras muito importantes para os professores e todos os que acompanharam ao evento. Teve-se como temática: “currículo e suas interfaces na educação”. Nós, graduandos em pedagogia do 7° semestre noturno, acompanhamos o evento no dia 02 e 03 de março. No dia 02, durante a abertura do evento e fala do Secretário de Educação da cidade, o professor Paulo Andrade, que estava também neste dia como representante do prefeito Sérgio da Gameleira, contou com o manifesto da APLB sindicato de Jequié. No qual, os representantes do mesmo, estavam lá defendendo uma educação pública, laica e de qualidade para todos (as), ou seja, uma escola mais acessível. Neste dia, enfatizaram-se os desafios e obstáculos enfrentados pelos professores da rede municipal, como por exemplo: “piso do magistério sem atualização; retirada da gratificação/regência dos seus vencimentos; alta rotatividade na nomeação dos gestores escolares; escolas sem a conclusão do processo de reforma e outras com os mais diversos problemas na estrutura física; número grande de professores aguardando a implantação da aposentadoria; falta de segurança nas escolas; processos administrativos sem a devida aplicação em folha de pagamento; assim como, mais um ano letivo (2019) encerrado sem a implantação do Fórum Municipal de Educação”. Sendo este considerado um dos cruéis períodos da história do magistério público municipal, marcado pela desvalorização dos/as professores/as.  Foi um evento muito rico, e posso dizer, surpreendente, porque, pelo fato de não morar na cidade de Jequié, desconhecia a realidade que os professores enfrentam. E ver a busca por uma escola mais acessível e pela valorização dos professores foi muito bom. Contou-se também com a palestra da professora Alda Pepe, em que ela trouxe importantes discussões sobre a BNCC (Base Nacional Comum Curricular), assim como, sobre currículo e as políticas públicas educacionais. Já no dia 03, acompanhamos uma palestra do professor Luiz Valter de Lima, cuja temática foi: “educação como direito: a importância dos fóruns de educação na construção de uma sociedade democrática”. Foi discutido temáticas envolvendo as leis educacionais, no que diz respeito à LDB (Lei de Diretrizes e Bases) e ao ECA (Estatuto da Criança e Adolescente), falando também sobre a taxa de analfabetismo no país, principalmente de pessoas com 60 anos ou mais. Ressaltando que “apesar de todos os protocolos de intenções e de declarações universais, na educação brasileira, ainda prevalecem as marcas históricas de exclusão, reforçadoras de desigualdades, aprofundando ainda mais o abismo social”. Além de fomentar que “os fóruns de educação têm um papel fundamental no monitoramento dos planos decenais de educação, cujo resultado prático de suas metas passa pela observância da BNCC e da base diversificada, no sentido de atingir a concretização dos Sistemas de Educação”. Foi um evento formativo, em que abordou temáticas importantes e reflexivas sobre a educação e sobre a realidade da mesma no município de Jequié e no País. Valeu a pena participar. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 00:45:53 UTC</pubDate>
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         <title>- Jorna Pedagógica na Escola Dr. Celi de Freitas em Jequié-Ba</title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/939395304</link>
         <description><![CDATA[<div>A Jornada Pedagógica na escola Dr. Celi de Freitas iniciou no dia 04 de março de 2020 e foi até o dia 06 de março de 2020. No primeiro dia, foi realizado uma apresentação pela coordenadora da escola, a professora Luciene Dias de Almeida, recepcionando os professores com um vídeo “oito conselhos para alcançar a paz interior e a tranquilidade”, promovendo assim, um momento de diálogo e troca de saberes. A professora Nandyara Sousa Santos Sampaio, a palestrante deste dia, abordou temáticas muito importantes envolvendo a BNCC (Base Nacional Comum Curricular). Trazendo questões referentes a política de formação de professores, a mudança envolvendo os ciclos de alfabetização (agora tem que alfabetizar as crianças até os sete anos de idade), falando também sobre as competências socioemocionais, sobre o currículo, dentre outras questões. Durante esta conversa, também foi enfatizado que a Base é um documento Federal, não um currículo. E que ela tem um caráter normativo, que é o de orientar para a escrita dos currículos. Tratando-se de um documento norteador. Assim sendo, foram abordadas relevantes temáticas, logo que a BNCC deve ser implementada até, no máximo, em 2020, tornando-se uma realidade das escolas. Ainda, tivemos um momento com as professoras regentes das turmas na qual iríamos realizar o estágio. No dia seguinte, teve-se como pauta, uma leitura deleite: “para que alfabetizar”, de autoria Paulo Freire; apresentação dos/as professores/as e estudantes; apresentação da proposta de trabalho da UESB; apresentação do cronograma de atividades que seriam realizados pelos estagiários/as de pedagogia da UESB na escola-campo; discussão sobre o tema do Estágio; reflexão coletiva sobre o texto: “a etnografia na prática escolar”. E, ainda participamos do planejamento dos professores para o ano letivo de 2020. Ajudando na confecção dos matérias para a organização/ornamentação das  salas de aulas. Todos os momentos foram importantes e proporcionaram significativas aprendizagens. Foi muito bom está inserido na Jornada Pedagógica, participar das rodas de conversas, das palestras, assim como, ter contato direito com os professores, com a coordenadora e com a diretora da escola Dr. Celi de Freitas, a qual realizaríamos o nosso estágio. Fazendo uma ressalva, que foi durante esses momentos de discussões que a coordenadora da escola falou sobre a temática do projeto da escola, que seria sobre música, pois, eles notaram que os alunos tinham preferência apenas por um gênero musical específico. Sendo assim, esse ano, os professores iriam trabalhar com música, buscando ampliar o repertório musical dos alunos.  E foi a partir desse diálogo, que nos ajustamos a proposta, decidindo trabalhar com música também durante o estágio. Mostrando assim, como é valioso participarmos desses momentos. Assim sendo, foi muito importante poder participar da Jornada Pedagógica no ano de 2020, a mesma nos proporcionou saber como é realizado o planejamento e elaboração de materiais no começo do ano letivo. Foi uma experiência gratificante. Valendo a pena dizer o quão fomos bem recebidos pelos professores da escola Dr. Celi de Freitas, nos acolheram e nos permitiram participar dos momentos de discussões e planejamento com eles. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 00:47:06 UTC</pubDate>
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         <title>- Investigando a Cultura Escolar</title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/939397054</link>
         <description><![CDATA[<div>      A Escola Municipal Dr. Celi de Freitas encontra-se localizada no bairro Jequiezinho, na Avenida José Moreira Sobrinho, s/nº, na cidade de Jequié, Estado da Bahia. A instituição funciona nos períodos matutino e vespertino. A composição socioeconômica da escola é baixa, sendo que os alunos que a frequentam possuem uma diversidade étnico-racial marcante.<br><br></div><div>      Assim sendo, no que diz respeito à diversidade, Dayrell (1996) ressalta “que os alunos chegam à escola marcados pela diversidade, reflexo dos desenvolvimentos cognitivo, afetivo e social, evidentemente desiguais, em virtude da quantidade e qualidade de suas experiências e relações sociais, prévias e paralelas à escola (DAYRELL, 1996, p. 3). <br><br></div><div>       Durante os momentos de investigação da cultura escolar da escolar, observou-se vários aspectos, assim como, foi realizada uma entrevista com a coordenadora pedagógica, visando saber mais sobre a escola na qual se iria realizar o estágio. <br><br></div><div>      Antes de trazer os aspectos observados durante o período que fomos à escola, é importante falar que segundo Dayrell (1996, p.1), analisar a escola como espaço sócio-cultural significa compreendê-la na ótica da cultura, sob um olhar mais denso, que leva em conta a dimensão do dinamismo. [...] Falar de escola como espaço sócio-cultural implica, assim, resgatar o papel dos sujeitos na trama social que a constitui, enquanto instituição. Ou seja, envolve compreender as relações sociais estabelecidas nesse espaço, assim como, as experiências culturas diversas. <br><br></div><div>     Nessa perspectiva, Frago (2005) traz que a análise do espaço escolar implica considerar três aspectos: sua estrutura, seus diferentes usos e funções e a sua organização ou relações existentes entre os seus diferentes espaços e funções. E Dayrell (1996) aborda os aspectos que são importantes ser observados durante o período de investigação da cultura escolar. Sendo eles: compreender o fazer cotidiano; momento que os alunos chegam à escola; diversidade cultural, conhecer quem são esses alunos; as múltiplas dimensões educativas do espaço escolar; arquitetura da escola, entre outros aspectos. E foi a partir desses pressupostos, que nos baseamos para fazer nossa observação da cultura escolar. <br><br></div><div>     Ao observar como é a chegada das crianças na escola, notou-se que a maioria chega para a aula em dois ônibus lotados, pois os mesmos moram em bairros distantes de onde a escola está situada. Sendo que, tem aquelas que chegam de moto ou de carro com os pais. Elas chegam em horários variados, pois, por volta de 13h e 15min ainda tem crianças chegando na escola. E ficam no pátio, do lado de fora, e às 12h e 55 min entram na escola. Contando como responsável por essa função de supervisionar a entrada das crianças, um homem que trabalha nos serviços gerais. Sendo que, o porteiro também ficou no portão, porém em horários diferentes. Um em um momento, que é a chegada dos alunos, e o outro, após a chegada dos alunos.<br><br></div><div>            Em relação a estrutura física, a escola possui 12 salas de aula, 4 banheiros, 1 sala dos professores, 1 cozinha,1 sala de recursos multifuncional,1 depósito, 1 sala de coordenação, 1 sala de direção e 1 secretaria escolar, que funciona junto com a diretoria. Além de contar com um pátio sem cobertura, onde os alunos brincam na hora do recreio. A instituição possui uma cantina, que aparentemente é um local limpo, iluminado e ventilado. Duas funcionárias são as responsáveis pela cozinha. Elas usam touca em todo momento, inclusive quando estão manipulando os alimentos. Em relação ao cardápio, ele vem pronto da secretaria de educação, sendo o mesmo acompanhado pela nutricionista. E a escola só faz segui-lo. Tendo apenas algumas exceções, que são as crianças que têm alergia alimentar ou algum tipo de intolerância, pois, a Secretaria Municipal de Educação não disponibiliza itens alimentícios que possam atender às necessidades dessas crianças. Sendo assim, é feito um suco a parte, ou alguma coisa do tipo, que é servido para a criança se alimentar.<br><br></div><div>        Nesse contexto, é importante que o espaço escolar seja organizado e que atenda as especificidades dos alunos, pois o mesmo contribui positivamente para a construção da autonomia e da identidade da criança. Favorece trocas afetivas e colabora com o desenvolvimento de habilidades motora e integral do aluno. E Dayrell (1996, p.7-8) enfatiza que a arquitetura é o cenário onde se desenvolvem o conjunto das relações pedagógicas, ampliando ou limitando suas possibilidades.  Sendo de fundamental importância, estarmos atentos à forma como os alunos ocupam o espaço da escola e fazermos desta observação motivo de discussões entre professores e alunos.<br><br></div><div>        A escola dispõe de alguns recursos tecnológicos, os quais são: 1 datashow, 1 notebook, 3 caixas de som, sendo 2 penduradas no corredor da escola. 1 microfone e 2 televisões. E cada professor tem a escala fixa para poder usar a TV com os alunos. Porém, não tem uma biblioteca/sala de leitura, sala de informática, quadra poliesportiva e nem um refeitório. Também não tem uma saída de emergência, e possui apenas 2 extintores de incêndio. Em relação ao ambiente em si, o espaço é iluminado, tem climatizadores, entretanto, está precisando de uma pintura. Tem um bebedouro com água gelada, uma pia com 3 torneiras para que as crianças possam lavar as mãos, e 9 latas de lixo espalhadas pelos corredores, próximas às salas de aula.<br><br></div><div>            No que diz respeito à acessibilidade, notamos que a escola possui uma rampa de acesso e apenas um banheiro adaptado. Porém, não tem pista tátil e nem uma plataforma elevada. Segundo Aranha (2004, p. 21), a acessibilidade é um dos primeiros requisitos que possibilita à todos os alunos o acesso à escola, uma vez que garante que todos circulem por suas dependências, utilizem funcionalmente todos os espaços, frequentem a sala de aula e atuem em diferentes atividades.<br><br></div><div>            Sendo importante ressaltar que durante o dia de observação, percebemos que na hora do recreio, não tem nenhuma atividade que permita a inclusão de pessoas com deficiência, como é o caso de um aluno cadeirante que ficou a todo instante parado, só olhando as outras crianças brincarem, e a cuidadora, ao lado dele.<br><br></div><div>            Em entrevista com a coordenadora da escola, perguntamos quais os maiores desafios enfrentados por ela na realização do seu trabalho na escola. Tendo como resposta a infraestrutura, que é mais uma questão de gestão pública e política.  Enfatizando também como problema, a relação entre escola e família, pois, segundo a mesma, muitas vezes as famílias “não compreendem nossas ações ou não seguem orientações, crianças que precisam de apoio, de ajuda. Precisa buscar investigação para ver se são especiais ou não. Os pais não aceitam, não querem buscar essa ajuda” (L.D.A, coordenadora pedagógica da EMDCF, 2020). Oliveira (1993, p. 92) afirma que “uma das principais funções da família é a função educacional e, que esta é responsável por transmitir à criança os valores e padrões culturais do meio social em que está inserido”.<br><br></div><div>            Em relação às escolhas dos materiais que são necessários ao processo de ensino-aprendizagem, a coordenadora ressalta a diferença de recursos de uma escola particular, para uma escola pública. A coordenadora segue ressaltando que não são todas as crianças que recebem esse material, pois o dinheiro não dá para atender individualmente. Mas, tem um bom quantitativo de estudantes que trazem os seus próprios materiais. E as que não são assistidas, os professores na sala tem uma quantidade para ajudar essas crianças.<br><br></div><div>       No final do ano letivo é realizada uma reunião com os professores e coordenação pedagógica para avaliar como foi o ano, o que deu e não deu certo. Sendo assim, na primeira reunião anual, que é na jornada pedagógica, são definidas as atividades e os projetos que são trabalhados com os alunos ao longo do ano. Buscando sempre inovar e fazer com que a aprendizagem de fato aconteça.<br><br></div><div><strong> </strong>           Os professores sempre são acompanhados, assim como os estudantes. Eles tem um classificador de acompanhamento das crianças. Então, cada professor recebe uma ficha com o nome de todas as crianças, e ao lado, eles vão pontuando, se tem dificuldade de leitura, dificuldade em matemática, se é um bom aluno, se tem problema com a família, se tem um comportamento inadequado. As demais questões, envolvendo dificuldade de aprendizagem, são encaminhadas para os respectivos lugares, a sala de AEE e o reforço, relata a profissional responsável pelo serviço de coordenação pedagógica. No final de cada unidade ela faz o acompanhamento para ver o desenvolvimento das crianças, comportamento, entre outros fatores. Se necessário, a referida profissional entra em contato com a família, para dizer o que está acontecendo.<br><br></div><div>       A questão é que as professoras de alfabetização da escola vieram de muitos anos de estudo oferecido pelo Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC), assim, se fazendo necessário estudar, de maneira a se adaptarem a essa nova realidade, devido a implantação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Estando assim, todos no processo de incorporar o “novo”, não desprezando o “velho” que estava dando certo. E para isso, contam com as orientações da Secretaria de Educação do município de Jequié.  <br><br></div><div>      Para concluir, é importante falar do quanto o momento de observação e realização de entrevistas contribuem para entender a cultura escolar, pois nos permite conhecer a realidade da escola, tanto na questão estrutural quando em relação a prática docente, desafios enfrentados, dentre tantas outras questões. Assim analisando o que precisa ser melhorado, para proporcionar aos alunos uma educação de qualidade e significativa. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 00:48:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>- Reflexões sobre o Método Sociolinguístico</title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/939398354</link>
         <description><![CDATA[<div>MENDONÇA, Onaide Schwartz. MENDONÇA, Olympio Correa. A eficiência do método sociolinguístico de alfabetização: fundamentos, práticas e resultados. </div><div> <br>       Em “a eficiência do método sociolinguístico de alfabetização: fundamentos, práticas e resultados”, os autores apresentam uma proposta de ensino fundamentada na linguística, na sociolinguística e na psicolinguística, o qual organiza o trabalho docente com o objetivo de alfabetizar letrando. Partindo da realidade do aluno, desenvolvendo e valorizando a sua oralidade por meio do diálogo. Trabalhando conteúdos específicos da alfabetização e utilizando atividades adequadas às hipóteses dos níveis descritos na Psicogênese da Língua Escrita. Apresentando, ao final, resultados de duas pesquisas realizadas em rede municipal de ensino. Nas quais foi implantado o ensino com o método sociolinguístico, e obtiveram resultados muito satisfatórios.  </div><div> </div><div>      Na introdução os autores relatam que depois de muitas experiências na área da educação foi possível apontar explicações para o fracasso da alfabetização e encaminhar sugestões para sua recuperação. Afirmando que o propósito desse trabalho é apresentar os resultados de duas experiências voltadas à alfabetização. Enfatizando que além de problemas estruturais das escolas, existem outros determinantes da situação atual de fracasso. Destacando o fato de que quem dita as regras da alfabetização, elaborando propostas a serem aplicadas em sala de aula, conhece alfabetização apenas na teoria, não tendo, portanto, a prática. E o fato de o professor não receber uma formação científica que o possibilite atuar criticamente na análise dos materiais que recebe, nem de elaborar estratégias de alfabetização, pois aceita as propostas elaboradas por “alfabetizadores teóricos”, mesmo sabendo que não surtirão bons resultados. Eles defendem que, para propor métodos e estratégias eficientes de alfabetização, é preciso ter conhecimento tanto da teoria quanto da prática. </div><div> </div><div>       Na fundamentação metodológica, eles discorrem que suas propostas possuem objetivos definidos, pois pretende desenvolver a oralidade, e com isso, o pensamento e a consciência crítica das crianças por meio do diálogo e discussão de textos veiculados socialmente, garantindo aos alunos o domínio do Sistema de Escrita Alfabético. Ensinando os conteúdos específicos de língua por meio de diferentes estratégias didáticas, adequadas para crianças em diferentes níveis de aprendizagem (pré-silábico, silábico e alfabético), promovendo uma alfabetização eficiente, contextualizada e de qualidade. Expondo que a mesma está fundamentada no Método Paulo Freire de alfabetização que, após passar por uma adaptação, foi transformado em Método Sociolinguístico, revelando-se muito produtivo. Assim como está fundamentado na linguística com suas técnicas de desenvolvimento da competência fonológica no conhecimento das correspondências grafo-fonêmicas, para o domínio da leitura e da escrita e de seus usos sociais, e, subsidiando a transformação da consciência ingênua do alfabetizando em consciência crítica.</div><div> </div><div>         Os autores falam sobre os quatro passos do método, os quais são: codificação, descodificação, análise e síntese, fixação da leitura e escrita, descrevendo cada um. E chamam à atenção para o conceito da palavras geradora, que é uma palavra que deve ser escolhida para dar início ao trabalho com o método, sendo que esta palavra deve ser retirada do universo vocabular dos aprendizes, conforme critérios de produtividade temática, fonêmica (palavra composta, preferencialmente, por mais de três sílabas) e do seu teor de motivação e conscientização.  </div><div> </div><div>      Destacam ainda, que além dos aspectos linguísticos do Método Paulo Freire, a Psicogênese da língua escrita, de Emília Ferreiro e Ana Teberosky (1986), também oferece subsídios psicolinguísticos que foram adequados e associados ao Método Paulo Freire transformando-o em Método Sociolinguístico. Através de estudos sobre a aquisição da língua escrita, mostrou-se que para o aprendiz se apropriar dos conceitos e das habilidades de ler e escrever, passa pelos seguintes níveis: pré-silábico, silábico e alfabético. Sendo assim, a associação de atividades didáticas dos níveis de escrita, de Ferreiro e Teberosky, com os passos do Método Paulo Freire, mostram que é possível compatibilizar a teoria construtivista com método. </div><div> </div><div>      Os autores ainda ressaltam que compreendendo as hipóteses pelas quais a criança passam rumo à compreensão do Sistema de Escrita Alfabético, descritas pela teoria construtivista, e entendendo que a teoria deve subsidiar a prática docente em benefício do aprendiz, acredita-se que respeitar o ritmo de cada criança é propor atividades adequadas ao seu nível de aprendizagem que venham ao encontro de suas reflexões ajudando-a a superar suas concepções iniciais para que avancem rumo ao domínio da leitura e da escrita.</div><div> </div><div>        Na conclusão, os autores afirmam que método nenhum faz “milagres”. É apenas um caminho que ajuda o alfabetizador responsável a se organizar para atingir seus objetivos. Entretanto, que a ênfase do trabalho não está na defesa de qualquer método, mas defende aquele que valoriza a voz do aluno, que seleciona cuidadosamente os conteúdos específicos que serão ministrados com objetivos definidos de aprendizagem. Afirmando também que o Método Sociolinguístico, por meio de suas práticas, oferece alternativa eficiente aos alfabetizadores comprometidos com a aprendizagem de seus alunos. Em especial àqueles que têm consciência de seu papel transformador da realidade e não medem esforços em trabalhar com atividades adequadas à cada criança para que assim aprendam.</div><div> </div><div>       Ao longo de todo o texto, é enfatizado sobre a eficácia do método sociolinguístico. Sendo possível perceber que a sua sistematização foi pensada de modo que o aprendiz se torne o centro desse processo. No qual é garantido o seu direito de fala, de expressar suas opiniões, de ampliar o seu conhecimento de mundo, fazendo-os refletirem sobre a realidade e despertando seu senso crítico. </div><div> </div><div>      A leitura deste artigo fornece subsídios aos professores, especialmente pedagogos e alfabetizadores, para a compreensão de como se dá o processo de alfabetização. Se tornando um material rico para estudo. Eles abordam várias questões que são de fundamental importância que tenhamos conhecimento. Dentre eles, conhecimento sobre a Psicogênese da Língua Escrita, conhecimento dos níveis de escrita, entre tantos outros. Tornando-se um material de estudo de rico aprendizado, pois, através da sua leitura, é possível refletir acerca da melhor maneira de trabalhar com seus alunos, respeitando seus ritmos e suas individualidades, oportunizando-os a terem uma aprendizagem significativa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 00:48:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>- II Webnário-Roda de Conversa com Onaide Mendonça (05/11 /2020 ): a eficiência do método sociolinguístico frente ao desafio da alfabetização das crianças de classes populares  </title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/939399480</link>
         <description><![CDATA[<div>     A roda de conversa deu início com a apresentação sobre o grupo de pesquisa PROALFA (Formação de Professores/as Alfabetizadores/as e Aspectos Epistemológicos da Aprendizagem Inicial da Língua Escrita) que discute as temáticas: formação de professores alfabetizadores; concepções sobre alfabetização; concepções sobre alfabetização e letramento; processos de aprendizagem de leitura e da escrita; ensino sistemático da língua materna; método sociolinguístico de alfabetização; proficiência de leitura e de escrita; e práticas pedagógicas no ensino da língua escrita. Temáticas que têm uma forte relação com tudo que foi discutido e abordado durante a roda de conversa. Após esse momento, a palestrante, professora Onaide Mendonça, começou fazendo um relato de experiência sobre a sua carreira docente e, enquanto docente, o que ela fazia para alfabetizar as crianças que estavam no processo de alfabetização. Foi muito bom, logo de início, poder ouvir um pouco de sua experiência, desafios e expectativas durante a sua carreira como docente e pesquisadora. </div><div> </div><div>        Diante disso, é importante fazer uma ressalva do prazer e do privilégio que foi poder  ouvir a professora Onaide, principalmente pela sua vasta experiência e por ser uma estudiosa na área de alfabetização. Assim como, desenvolvedora do método sociolinguístico, batizado de sociolinguístico, segundo a mesma, no ano de 2007; o qual também, aderimos e  utilizamos durante o período de estágio. Só para se ter uma ideia da relevância da sua fala nesse evento, assim como, nesse momento em que nos encontramos (realização da disciplina estágio nos anos iniciais do ensino fundamental I), é só observar as áreas que ela se dedica estudar e tem experiências: alfabetização, linguística, leitura, letramento, formação de professores e metodologias de alfabetização. </div><div> </div><div>     Vale ainda ressaltar, que ela é uma dos autores do livro Alfabetização: método sociolinguístico: consciência social, silábica e alfabética em Paulo Freire, em que tive a oportunidade de estudar na disciplina de Linguística Aplicada a Alfabetização e posteriormente, na disciplina de Alfabetização. Fazendo uma ressalva que esse foi meu primeiro contato com o método sociolinguístico, que até então, era desconhecido por mim. </div><div> </div><div>       A professora Onaide, inicialmente, também mencionou o fato dos professores, na sua maioria das vezes, não quererem ir para as turmas de alfabetização. Ela fala que eles não querem, não porque a alfabetização seja difícil de ser feita, mas “fogem” porque não sabe como fazer, por insegurança, por não ter formação, em alguns casos, e por ter medo de alfabetizar. Foi um momento reflexivo. Logo que, realmente, esta é uma realidade nas escolas.</div><div> </div><div>       Em seguida, ela fala da escolha do nome Sociolinguístico. Sócio porque traz o diálogo como estratégia de ensino-aprendizagem em sala de aula, e linguístico porque trabalha conteúdos específicos da língua materna. Ou seja, trabalha o que é letra, o que é sílaba, direção da leitura, dentre outros.  Ressaltando sobre a teoria da psicogênese, falando que muitos não sabem transpor para a prática. Reforçando também que nem o construtivismo nem a psicogênese são métodos. E que muitos comentem esse equívoco ao afirmar que são, sim, métodos. </div><div> </div><div>         Ela também foi explicando o método e os passos segundo a teoria de Paulo Freire: codificação, descodificação, análise e síntese e fixação. Momento esclarecedor. Ainda ao falar sobre os passos, a professora Onaide fala dos seus artigos, “A eficiência do método sociolinguístico de alfabetização: fundamentos, práticas e resultados”; “Contribuições da Psicogênese da Língua Escrita para a Alfabetização: interpretação e consequências”; e “Alfabetização reinventada: o método sociolinguístico: consciência social, silábica e alfabética em PauloFreire”, em que lemos e fizemos resenhas críticas sobre. Tornando o momento ainda mais rico, porque tínhamos lido o que ela estava explicando, então, não era um conteúdo desconhecido por nós. Além disso, pelo fato de já ter lido, pudemos tirar as dúvidas diretamente com a autora. E isso foi gratificante.</div><div> </div><div>       Durante esse momento de diálogo, ela vem falando sobre a escolha da palavra geradora, dando como exemplo, a palavra ESCOLA. Explicando sobre a análise, sobre a ficha de descoberta. Trazendo as famílias silábicas da palavra geradora escola, para compor novas palavras, falando também sobre o processo de síntese.  Comentando sobre o fato da palavra geradora ser composta por três famílias silábicas, assim como, sobre o caráter conscientizador do método. Ela relata que no primeiro passo, a codificação, a criança pode falar e revelar a sua visão de mundo sobre o tema. Já no segundo passo, descodificação, é feito a releitura de mundo que leva a criança a conscientização. Fomentando que é importante aplicar as atividades dos níveis na qual a criança se encontra, pré-silábico, silábico, silábico-alfabético e alfabético. Pois, as atividades são extremamente importantes para as crianças alcançarem velocidade de leitura, reconhecimento visual das sílabas, de leitura de palavras, dentre outros. E que isso, também vai ajudar na memorização da ortografia. Fazendo uma ressalva do quanto é bom também utilizar livros infantis para leitura, palavras cruzadas, caça-palavras, entre outros.</div><div> </div><div>     Ainda, é enfatizado sobre a importância do ditado mudo ou autoditado ser aplicado uma vez por semana na turma, pois o mesmo permite ao professor saber em qual nível o aluno está. E essa atividade também tem a capacidade de mostrar ao professor em que, cada aluno, está com dificuldade, para que assim, se possa intervir e trabalhar com o conteúdo ou retornar, fazendo um treinamento.  Enfatiza a importância de se ter uma teoria articulada com a prática, que não adiante ter só um ou só outro. E por fim, ela fala que estava desanimada em escrever e em pesquisar, e que ficou muito feliz pelo convite e por saber que tem pessoas que ler o que ela escreve, que isso dar um ânimo para pessoa continuar pesquisando, pois saber que têm pessoas que parte do mesmo viés que ela, que tem compromisso com a educação, dentre outras coisas, é muito bom.  </div><div> </div><div>       Então, para concluir, saliento o quanto este momento contribuiu para minha formação. Apesar de estar vivendo nesse momento de pandemia do Covid-19, tivemos grandes ganhos também, sendo essa roda de conversa com a professora Onaide, um exemplo. Pois, não sei se não fosse assim, se eu teria a oportunidade de ter um contato tão direto com a professora Onaide, podendo dialogar e esclarecer dúvidas.  Foi muito bom poder desfrutar desse momento. Poder ler os textos escritos pela professora Onaide e ainda a ouvir explicando sobre, foi uma experiência excepcional. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 00:49:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>- III Webnário sobre o Filme &quot;O ALUNO&quot; (20/ 11/2020)</title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/939400992</link>
         <description><![CDATA[<div>     O filme “o aluno: uma lição de vida” começa fazendo um relato que no Quênia, por volta de 1952, houve uma revolta/ movimento de resistência contra os ingleses, para libertar o país, liderado pelos “Mau Mau”, vindos, principalmente, da tribo Kikuyu, visando a independência do Quênia. Movimento que durou até 1963. Nessa luta violenta, milhares de pessoas foram mortas e um milhão de KeKuyu foram aprisionados em campos de detenção britânico. O conflito acabou por conduzir a independência do Quênia, mas, para muitos o passado nunca foi resolvido. Pois, as populações divididas em tribos durante a colonização britânica ainda sofre com as consequências. Sendo que, foi nesse período que Maruge foi torturado, preso e, teve sua família assassinada. E mesmo com o passar do tempo, esse grupo no qual Maruge fez parte, não era bem visto pelos moradores, ficando explícito em algumas cenas do filme. </div><div><strong> </strong></div><div>      Assim sendo, o filme se inicia com o anúncio do “ensino gratuito para todos”. E Maruge, um queniano de 84 anos, ao ouvir este anúncio, vai a escola em busca do seu direito, almejando se matricular para poder aprender a ler e a escrever. Chegando na escola, ele se depara com os professores falando que o ensino primário é só para crianças. Porém, Maruge questiona falando “educação para todos”, isto foi o que ele ouviu no rádio. Mas, mesmo após sua fala, um professor da escola começa a falar em regras para ingressar na escola, como por exemplo, ter caderno, lápis, uniforme, dentre outros, dizendo que ele não tinha dinheiro para isto, que não seria possível. Colocando empecilhos para não o deixar estudar e para convencê-lo que não conseguiria. Além disso, ainda fala que são 200 alunos para 50 mesas. E que, não se podia trocá-los por um “velho com o pé na cova”. Reforçando o preconceito de muitos quando vê uma pessoa idosa estudando ou buscando retornar a escola, lutando pelo seu direito de aprender e por uma educação gratuita e igualitária. </div><div> </div><div>        Outra coisa que nos faz refletir é a repercussão que causa quando a professora decide deixar Maruge estudar na escola, dando a oportunidade de uma pessoa idosa se alfabetizar, quando muitos não acreditam. Mostrando também a importância de um profissional ter um posicionamento político e de propiciar um ensino significativo aos seus alunos, considerando o propósito de quem quer aprender. A busca de Maruge em se alfabetizar, mesmo com tantos desafios, é motivador. E isso também nos faz pensar que uma pessoa adulta ou idosa volta a escola por diversos motivos, sendo a de Maruge, aprender a ler para ler e entender a carta que ele recebeu em nome da República do Quênia. Mostrando que sempre está em tempo para aprender, para se alfabetizar. É retratado também, em várias cenas, a felicidade de Maruge, em está aprendendo, assim como, de ir a escola.</div><div> </div><div>     O filme ainda traz várias cenas e falas que enfatizam o preconceito existente pelas autoridades e pela população em relação ao acolhimento de um idoso em sala de aula, assim como, da sua busca pela escolarização e por uma educação libertadora, como exemplo: “não quero ver meu filho misturado com velhos”; “se aceitar Maruge, tem que aceitar os outros”. Com isso, “a escolas ficariam cheia de idosos”, dentre tantas outras falas preconceituosas. </div><div> </div><div>     No decorrer do filme, ainda tem a cena da mudança de Maruge para a escola de adultos, causada pelas repercussões e pelos preconceitos por todas as partes (professores, pais, políticos, mídias, etc.). Nesse contexto, é importante ressaltar que esta escola para adultos era um local de difícil acesso, principalmente pela falta de condição financeira de Maruge. Ele tinha que ir e voltar a pé todos os dias, e era uma distância considerável. O professor não dava a atenção que ele precisava, ensinava assuntos de difícil compreensão, pois ele não dominava a habilidade de ler e escrever ainda, não era alfabetizado. E ainda tem a fala da professora que enfatiza isso, em que ela diz: “na escola de adultos ele não aprendeu nada”. </div><div> </div><div>     Ainda, durante essas cenas, envolvendo a educação de adultos, mostra alunos desmotivados. Sendo que na escola primária de crianças é o oposto. Momento reflexivo também. E ainda tem a professora afastada da escola por lutar pela inclusão e pela permanência de Marge naquele espaço. Uma das falas dela no filme é: “se ninguém vai lutar por Maruge, eu vou”. Ao fazer isso, começaram as ameaças, difamação, transferência de escola e interferências em sua vida pessoal.</div><div> </div><div>       Falta de infraestrutura da escola, é outra realidade mostrada no filme. A escola é “para todos”, segundo o governo, mas os recursos necessários para possibilitar uma educação de qualidade não tem. Relato do filme: “200 alunos para 50 mesas, 5 crianças sentadas em cada mesa e ainda tem crianças sentadas no chão”. Sala pequena, entre outros fatores. Com esses acontecimentos, só mostra como os programas de políticas podem muitas vezes ser também uma jogada de marketing.</div><div> </div><div>      A resistência e união dos alunos para não aceitar a nova professora e para não excluir Maruge nas atividades é uma cena muito interessante. E a ida de Maruge para falar com o presidente sobre a importância de se ter bons professores, mostra o seu reconhecimento. Por fim, o filme termina com a leitura da carta em que lhe foi concedido a indenização pelos maus tratos sofridos nos campos de concentração quando prisioneiro e pela sua insistência e não renuncia ao juramento de fidelidade. Cena muito emocionante. </div><div> </div><div>      Diante de tudo que vimos no filme e de tudo que foi abordado na roda de conversa, é possível perceber que o filme aborda várias questões que envolvem a educação, principalmente a educação brasileira. Assim como, da importância de assumir a educação como ação política. Vale a pena ressaltar, que a roda de conversa aconteceu no dia da consciência negra, e nada mais propício do que assistir ao filme que nos faz, enquanto estudantes de graduação e futuros professores, refletir sobre a nossa prática docente, sobre tantas questões envolvendo a educação e o sistema educacional. Assim como mencionando durante a roda de conversa, o filme tematiza muitas questões envolvendo política, ideologia, inclusão e exclusão, relações étnicas, preconceito, determinação, autonomia relativa, esperança, transformação, entre outros. Durante a roda de conversa, ainda foi fomentando questões envolvendo as neurociências, sendo ressaltado a diferença de uma criança que começa o processo de alfabetização para um adulto ou idoso. Ele aprende, mas, o percurso é mais árduo. O filme é baseado em fatos reais, é muito comovente, reflexivo e conscientizador. Foi uma ótima escolha, valeu a pena assistir, dialogar sobre e ouvir os pontos de vista de cada um em relação ao filme. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 00:49:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>- Projeto de Intervenção do Estágio- Alfabetização e Música: um mundo de conexões</title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/939406634</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Justificativa:</strong></li></ul><div>     Em reunião de planejamento realizada com as professoras das escolas-campo de estágio no mês de fevereiro, as docentes manifestaram o interesse de, durante o ano letivo de 2020, trabalhar com os estudantes a temática música. Tal iniciativa tem por objetivo ampliar o repertório musical dos alunos, pois as professoras e a equipe gestora notaram que as crianças tinham preferência apenas por um gênero musical específico. Com base nessa proposta, resolvemos aderir à temática proposta pela escola e elaboramos este projeto de intervenção, visando contribuir significativamente para a alfabetização das crianças, por meio das letras das músicas infantis.      <br><br></div><div>     O presente trabalho se justifica por possibilitar ao aluno o desenvolvimento de múltiplas inteligências, o bem-estar na sala de aula, a ampliação do conhecimento musical e linguístico e a sua valorização da música como bem cultural, pois seu conhecimento não deve ser privilégio de poucos. Desse modo, alfabetizar por meio do gênero textual música possibilita que as crianças ampliem seus conhecimentos, tendo um contato maior com esse gênero, assim como, com os diferentes tipos de letras, palavras, sons, compositores, intérpretes, ritmos, dentre outros, ampliando seus conhecimentos, tornando a aprendizagem significativa.<br><br></div><div>      O trabalho com os gêneros textuais traz elementos que fazem parte do contexto social no qual os alunos estão inseridos, tornando-se fortes aliados durante o processo de alfabetização. Através deles, é possível trabalhar a diversidade, a linguagem, aspectos que envolvem a língua portuguesa, entre tantos outros. É uma estratégia muito rica. Sem contar que o mesmo possibilita o desenvolvimento das capacidades discursivas e aspectos que estão associados aos gêneros textuais, como o seu formato e suas funções sociais. <br><br></div><div>     Dolz e Schneuwly (2004, p.78) defendem que para formar verdadeiros leitores e escritores é necessário trabalhar a diversidade de gêneros, permitindo, assim, que os educandos articulem as capacidades sócio-discursivas e linguísticas, além de se participarem de diversas práticas de letramento e aprendizado. Posto isso, é nítida a atenção que deve ser dada ao trabalho com os gêneros textuais. Nesse sentido, além de utilizarmos o gênero textual música para o ensino da língua materna, trabalharemos também com os gêneros poesia e biografia. <br><br></div><div>     Com o uso da poesia em sala de aula, as crianças vão aprender que esse gênero textual é composto por versos, que podem ou não rimar, e, na maioria das vezes, expressam sentimentos e emoções. Além da oportunidade de conhecer e apreciar diferentes poesias. No trabalho com as biografias, as crianças vão aprender que esse gênero é utilizado para descrever a vida de uma pessoa, como a data e local de nascimento, a infância, adolescência, entre outros aspectos, tendo a oportunidade de conhecer mais sobre a vida de autores, cantores e compositores.<br><br></div><div>     Por fim, o trabalho com os três gêneros textuais música, poesia e biografia, possibilitará ao professor a oportunidade de explorar os conhecimentos prévios dos estudantes acerca da temática e dos gêneros que serão abordados. Trabalhando a linguagem verbal, não verbal, corporal, artística, visando dar sentido para a vida deles, estabelecendo relações com o seu cotidiano. Sendo possível fazer registros escritos, levantar hipóteses sobre a linguagem, possibilitando a interação e participação dos envolvidos, por meio da escrita, da leitura e da oralidade. Permitindo também, que haja práticas de leitura, de escrita e de oralidade por meio da utilização dos diversos textos. </div><div><br></div><ul><li><strong>Objetivos:</strong></li></ul><div><strong>GERAL:</strong></div><div>Desenvolver as habilidades de leitura e de escrita de palavras, frases e/ou textos, ampliando a capacidade de identificação e produção de diferentes gêneros textuais.<br><br></div><div><strong>ESPECÍFICOS:</strong></div><ul><li>Compreender as relações fonema-grafema, visando a leitura e a escrita de palavras com grafias conhecidas e de palavras novas; </li><li>Ampliar o vocabulário, através do contato com as letras das músicas; </li><li>Compreender a finalidade e as principais características dos gêneros estudados (poesia, música e biografia);</li><li>Ampliar o repertório cultural, por meio da escuta e do contato com as letras das canções de diferentes gêneros musicais; </li><li>Exercitar a percepção auditiva, através da ampliação do repertório dos gêneros musicais, a fim de conhecer melodias diferentes.</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Intervenção didática do método sociolinguístico: </strong></li></ul><div><br></div><div><strong>TEMA:</strong> HIGIENE PESSOAL</div><div><strong>GÊNERO TEXTUAL:</strong> MÚSICA</div><div><strong>PALAVRA GERADORA: </strong>SAÚDE<br><br></div><div><strong>OBJETIVOS:</strong></div><ul><li>Refletir sobre os diferentes gêneros musicais;</li><li> Identificar a importância da música em nossas vidas;</li><li> Promover diálogo sobre a letra da música apresentada;</li><li> Identificar o alfabeto, as consoantes e as vogais;</li><li> Estabelecer relações entre grafemas e fonemas;</li><li> Aprender a escrita da palavra <strong>SAÚDE</strong>;</li><li>Interpretar a palavra geradora <strong>SAÚDE</strong>, através da escrita;</li><li>Relembrar o gênero textual música, suas características e usos sociais;</li><li> Identificar as famílias silábicas da palavra geradora <strong>SAÚDE</strong>;</li><li>Refletir sobre o funcionamento do SEA, por meio das relações grafema-fonema. <br><br></li></ul><div><strong>PRIMEIRO MOMENTO – CODIFICAÇÃO<br></strong><br></div><ul><li>Apresentação do vídeo da Turma da Mônica: “Depois do banho”, do autor Maurício de Sousa.<br><br></li><li>Perguntar às crianças:<br><br></li><li>Vocês já ouviram ou assistiram essa história?<br><br></li><li>O que acontece na história do vídeo?<br><br></li><li>Por que os amigos do Cascão estavam parabenizando ele?<br><br></li><li>O que deixava Cascão triste?<br><br></li><li>Por que Cascão gostava de ficar sujo?<br><br></li><li>O que os amigos de Cascão fizeram com ele? Foi certo?<br><br></li><li>Eles convenceram Cascão? O que eles fizeram para convencer?<br><br></li><li>Quantas vezes Cascão tomou banho?<br><br></li><li>E vocês, gostam de tomar banho? Por quê?<br><br></li><li>É bom para a nossa saúde tomar banho? Por quê?<br><br></li></ul><div><strong>SEGUNDO MOMENTO- DESCODIFICAÇÃO<br></strong><br></div><ul><li>Apresentar a música “Lavar as mãos”, do compositor Arnaldo Antunes.<br><br></li><li>Discutir a música fazendo os seguintes questionamentos:<br><br></li><li>Vocês conhecem essa música?<br><br></li><li>Vocês gostaram da música? Ela fala sobre o quê?<br><br></li><li>Vocês acham importante lavar as mãos antes de comer alguma coisa? Por quê?<br><br></li><li>O que devemos utilizar para lavar as nossas mãos?<br><br></li><li>Quando devemos lavar nossas mãos?<br><br></li><li>Nessa pandemia do coronavírus devemos lavar as nossas mãos? Por quê?<br><br></li><li>Apresentar um cartaz com a letra da música.<br><br></li><li>Fazer a leitura da letra da música de forma coletiva, e depois cantarmos juntos.<br><br></li><li>Explicar as principais características do gênero textual música..<br><br></li></ul><div><strong>TERCEIRO MOMENTO – ANÁLISE LINGUÍSTICA<br></strong><br></div><ul><li>Leitura do alfabeto de forma salteada (letra bastonada/ maiúsculas e minúsculas);<br><br></li><li>Apresentação da palavra geradora: <strong>SAÚDE</strong>;<br><br></li><li>Quantas vezes abrimos a boca para falar a palavra <strong>SAÚDE</strong>?<br><br></li><li>Reconhecimento das letras individuais que formam a palavra geradora;<br><br></li><li>Fazer coletivamente a separação das sílabas, mostrando quantas vezes abrimos a boca para falar <strong>SAÚDE</strong>;<br><br></li><li>Apresentação das famílias silábicas:<br><br></li></ul><var><strong>SAÚDE
</strong>
<strong>SA – Ú – DE
</strong>
SU– SE – SO– SA – SI – SÃO

 U – E – O – A – I

DU – DE – DO - DA - DI - DÃO</var><div><br></div><ul><li>Leitura e formação de novas palavras com as famílias silábicas da palavra geradora;<br><br></li><li>Socialização das palavras criadas (no quadro).<br><br></li></ul><div><strong>QUARTO MOMENTO: FIXAÇÃO DA LEITURA E DA ESCRITA<br></strong><br></div><ul><li> Realização da atividade por nível de escrita.<br><br></li><li>Realização do jogo pedagógico: “Bingo silábico”.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 00:52:49 UTC</pubDate>
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         <title>- Jogo para Alfabetizar</title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/939412952</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li><strong>Nome do jogo: </strong>Bingo Silábico</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Objetivos:</strong></li></ul><div>- Refletir sobre o funcionamento do Sistema de Escrita Alfabética-SEA, por meio das relações  grafema-fonema;<br>- Reconhecer as letras do alfabeto;<br>- Comparar a escrita das diversas silábicas;<br>- Identificar as sílabas e promover a leitura das mesmas.<br><br></div><ul><li><strong>Recursos: </strong></li></ul><div>Um saco de TNT ou pano. Tesoura. Confecção das cartelas no word,  com imagens retiradas da internet. Confecção das famílias silábicas no word. Impressão das cartelas e das famílias silábicas em papel cartão. Pedaços de EVA cortado para marcar a cartela.<br><br></div><ul><li><strong>Desenvolvimento:</strong></li></ul><div>Será distribuído uma cartela com sílabas para cada criança e pedaços de EVA. Após isso, o professor irá tirar de um saco as famílias silábicas e vai ler, uma de cada vez. Posterior à leitura do professor, os alunos irão ver se nas suas respectivas cartelas têm a sílaba mencionada, e irão marcar com os pedaços de EVA. O primeiro a completar a cartela corretamente, ganha.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 00:55:58 UTC</pubDate>
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         <title>- Minhas Reflexões sobre a Experiência de Estágio Remoto no Semestre de 2019.2</title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/939414563</link>
         <description><![CDATA[<div>        É impossível começar relatando sobre o estágio no ensino remoto, sem antes falar dos momentos presenciais que tivemos antes da pandemia do covid-19, dentro da Universidade, até chegar nesse momento no qual nos encontramos.<br><br></div><div>     Falar sobre o período acadêmico de 2019.2 é falar de um semestre atípico. Quem diria, em janeiro de 2020, que estaríamos vivenciando uma situação dessa, de pandemia, e que estaríamos estudando e concluindo o semestre remotamente?<br><br></div><div>      Começar a falar sobre a disciplina estágio nos anos iniciais do ensino fundamental I, é relembrar um dos primeiros dias de aula, em que, chegando na UESB, na sala de aula, me deparei com a professora Socorro Cabral e a professora Nandyara Sampaio, com a sala toda organizada, com os classificadores com o plano de curso, entre outros, dentro, em cima das cadeiras, para podermos dialogar sobre o estágio, e sobre como funcionaria a disciplina. Era início de semestre, momento de expectativas e também de dúvidas sobre como seria, para qual escola iríamos, qual seria a data de início e de término do estágio, dentre tantas outras questões.<br><br></div><div>      Após isso, nos reunimos em sala em vários momentos para discutir textos, sempre de forma dinâmica e interativa. Elaborávamos resenhas críticas, cuja algumas delas encontram-se no Padlet. Entre outras atividades. Tudo estava indo conforme o esperado e programado. <br><br></div><div>      Após esses momentos, participamos da Jornada Pedagógica, visando nas semanas seguintes, irmos fazer as observações, diagnóstico de leitura e escrita dos estudantes, e por fim, fazer a coparticipação e a regência supervisionada na escola. Participar da Jornada Pedagógica no centro de cultura foi muito rico. E ao fazer o relato sobre este evento, lembrei-me do dia da sua abertura, um grande quantitativo de pessoas reunidas, se abraçando, conversando, se complementando tranquilamente, sem preocupações. E nós, graduandos do sétimo semestre de pedagogia e professores de estágio, reunidos, prestigiando ao evento.  Sem se quer imaginar que em poucos dias tudo isso mudaria.<br><br></div><div>     Depois da jornada no centro de cultura, fomos para a jornada na escola, em que fizemos observações, entrevistas, participamos de palestras, dentre outros. Pois estava certo que após isso, retornaríamos, em outra data, à escola, para fazermos o diagnóstico de escrita e leitura das crianças. <br><br></div><div>       E foi durante esse período entre jornada e observações, que começou os acontecimentos ocasionados pelo covid-19, casos confirmados em outros países e no Brasil também, e assim sucessivamente. Mas não passava pela minha cabeça que iria tomar a proporção que tomou. Nem imaginava que afetaria e mudaria tanto as nossas vidas assim como mudou.<br><br></div><div>       Por volta de 16 de março, se não me engano, fomos para Jequié, eu e minha dupla de estágio. Pois, estava certo que iríamos fazer o diagnóstico de escrita das crianças naquele dia. Levamos todo o material que seria utilizado para fazer o diagnóstico: cartaz, atividades, dentre outros. O cenário já tinha mudado, já tinha algumas pessoas andando de máscara, todas pessoas que víamos durante o trajeto de Jaguaquara para Jequié falava sobre o coronavírus. <br><br></div><div>       Ao chegar na UESB, esperando dar o horário para irmos para a escola, recebemos o recado da professora Nandyara que não seria possível realizar o diagnóstico naquele dia, pois por conta do Covid-19, poucos pais tinham levado seus filhos para escola. E o que tudo indicava era que as escolas iriam fechar. E foi nesse momento também, que um professor da UESB veio até nós e disse que já tinham aprovado um decreto e que a Universidade iria fechar também. Assim sendo, retornamos para Jaguaquara e, chegando no centro da cidade, me despedi da minha colega e dupla de estágio, pensando eu, que brevemente iriamos nos ver novamente, e que isso não ia durar muito tempo. E aqui estamos, mais de oito meses se passaram, e não voltamos para Universidade.  Muita coisa mudou nesse período. E a partir dessa nova realidade que estamos enfrentando, da impossibilidade de voltar a estudar presencialmente, deu-se início ao ensino remoto na UESB.<br><br></div><div>      O ensino remoto era uma realidade que eu desconhecia, não sabia com funcionava, nem nada sobre. Assim sendo, participei do evento proporcionado pelos professores da UESB, buscando compreender mais sobre o ensino remoto, e como iria acontecer. Assim como, das reuniões realizadas com o colegiado e com os graduandos do 7° semestre de pedagogia. Confesso que, incialmente, fiquei muito pensativa e reflexiva sobre. Na minha opinião, não ia dar certo. Sendo assim, a princípio, eu era contra voltarmos a estudar assim, pois, na minha percepção a qualidade do ensino não seria a mesma. Mas, ao ver as propostas dos professores, de ver eles empenhados em querer fazer dar certo, em nos ajudar, em fazer uma articulação entre as disciplinas, comecei a mudar de opinião, em alguns aspectos. Até porque já estava certo que iríamos estudar de forma remota, então era uma realidade que teríamos que nos adaptar. <br><br></div><div>      Ao começar as aulas, tive um pouco de dificuldade com algumas ferramentas, mas depois acabei aprendendo e me acostumando. Estudar remotamente, do meu ponto de vista, tem aspectos positivos e negativos. Como fatores negativos, a meu ver, destaco a excessiva exposição a tela de computador e celular.  Em relação ao estágio, mesmo com essa proposta, que achei muito boa, ainda, do meu ponto de vista, não se compara em estarmos em sala de aula, podendo articular a teoria com a prática. Achei um curto período de tempo para finalizarmos o semestre. Além de outros fatores também, como internet, celular, computador que não é tão bom, apresenta alguns problemas, e isso acaba impedindo de participar da aula, de falar ou de fazer alguma coisa. Como fatores positivos destaco o momento da roda de conversa com a professora Onaide. Ressalto novamente, que se não fosse da forma que foi, não sei se eu teria a oportunidade de participar de uma roda de conversa com ela, em que pudemos dialogar, esclarecer dúvidas, entre outros. Eu que moro fora, e tenho que pegar carro todos dias para ir para Jequié, foi um ponto positivo também, não ter que se descolocar para outra cidade todos os dias, tendo hora para sair, mas não tendo hora para chegar em casa. Aprendi algumas coisas sobre algumas ferramentas tecnológicas que eu não sabia. E em relação as aulas que tivemos com os professores, as únicas coisa que senti diferença, é que na sala de aula estamos vendo um ao outro o tempo todo, e por meio do meet, só vemos a imagem/foto e a voz dos colegas. E a redução do horário também, porque, presencialmente, a aula começa 18:30 e termina 22:30. Levando a pensar, com isso, se houve ou não muita perda de conteúdo, pois se estivéssemos presencialmente, eu acredito, que várias coisas, nas disciplinas, seriam diferente. Enfim, existem fatores que são faváveis como existem fatores desfavoráveis também. E estou aprendendo constantemente, diante dessa nova realidade em que me encontro. Os momentos que tivemos de aula, de roda de conversas, por meio da disciplina de estágio, foram muito significativos e de aprendizagem. Enquanto estudantes de graduação e futuros professores, o que ficou foi, que temos que buscar nos adaptar as tecnologias, buscar novas aprendizagens, assim como, usar a tecnologia a nosso favor em sala de aula, logo que existem tantas possibilidades.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-19 00:56:45 UTC</pubDate>
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         <author>VeronilmaAlmeida</author>
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         <author>VeronilmaAlmeida</author>
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         <author>VeronilmaAlmeida</author>
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         <author>VeronilmaAlmeida</author>
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         <author>VeronilmaAlmeida</author>
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         <author>VeronilmaAlmeida</author>
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         <author>VeronilmaAlmeida</author>
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         <pubDate>2020-11-28 22:12:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
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         <pubDate>2020-11-28 22:12:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
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         <pubDate>2020-11-28 22:38:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
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         <pubDate>2020-11-28 23:15:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
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         <pubDate>2020-11-28 23:16:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
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         <pubDate>2020-11-28 23:17:06 UTC</pubDate>
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         <title>Atividades dos Níveis de Escrita</title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/986505074</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>PRÉ-SILÁBICO:  <br>   </strong> O alfabetizando ignora que a palavra escrita representa a palavra falada, e desconhece como essa representação se processa. Em um primeiro momento, ele pensa que pode escrever com desenhos, rabiscos, letras ou outros sinais gráficos, imaginando que a palavra assim inscrita representa a coisa, a que se refere. Havendo avanço quando se percebe que a palavra escrita representa não a coisa diretamente, mas o nome da coisa. Como exemplo, que as letras que compõe seu nome, se escreve com letras que são diferentes de desenho. E devido a isso, o aprendiz tenderá a grafar um número de letras indiscriminado sem antecipar quantos e quais caracteres precisará usar para registrar palavras. Sem haver correspondência sonora alguma.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 03:16:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/986516481</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>SILÁBICO:<br></strong>      O nível silábico se divide em dois, o com e o sem valor sonoro. O sem valor sonoro, o alfabetizando, de início, grafará uma letra para cada sílaba, entretanto, seu registro não terá correspondência sonora. Exemplo: BONECA, ele poderá grafar IOD. Posteriormente, faz a correspondência entre sílaba e a emissão oral.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 03:22:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>SILÁBICO-ALFABÉTICO:<br></strong>       O aprendiz descobre que a palavra escrita representa a palavra falada, acredita que basta grafar uma letra para se poder pronunciar uma sílaba oral. A exemplo, MIO= M=me, I=ni, O=no, para a palavra MENINO </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 03:24:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/986530330</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>ALFABÉTICO</strong>:<br>     O aprendiz analisa na palavra, suas vogais e consoantes. Acredita que as palavras escritas devem representar as palavras faladas, com correspondência absoluta de letras e sons. Já estão alfabetizados, porém terão conflitos sérios, ao comparar sua escrita alfabética e espontânea com a escrita ortográfica, em que se fala de um jeito e se escreve de outro. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 03:31:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
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         <pubDate>2020-12-04 04:03:18 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/986577590</link>
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         <pubDate>2020-12-04 04:04:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/986578876</link>
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         <pubDate>2020-12-04 04:05:10 UTC</pubDate>
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         <title>- Ideologia</title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/989655847</link>
         <description><![CDATA[<div>Tem como função, ocultar e dissimular a realidade, principalmente no que diz respeito as questões sociais e políticas. É uma forma de mascarar e ocultar as contradições sociais e a dominação, invertendo o modo de processar o pensamento sobre algumas realidades. É uma elaboração intelectual incorporada pelo senso comum social. Em que, o ponto de vista, as opiniões e as ideias de uma classe social, dominante, tornam-se ponto de vista e a opinião de todas as classes sociais e de toda a sociedade, fazendo com que aceitem as condições em que vivem, as jugando naturais, normais, corretas, justas, sem pretender transformá-las, sem levar em conta que há uma contradição profunda entre as condições reais em que vivemos. Assim sendo, as ideologias são mecanismos, reprodução de ideias, são conceitos que são explicadas e justificadas para a realidade tal como é diretamente percebida e vivida. Assim como, que as desigualdades sociais, econômicas e políticas não são produzidas pela divisão social das classes, mas por diferenças individuais, como talentos, capacidades, inteligência, maior força de vontade, dentre outros. A ideologia se reproduz transformando-se em um conjunto coerente, lógico e sistemático de ideias. É como o vídeo de Zizek sobre ideologia traz, “a ideologia não nos é simplesmente imposta. Ideologia é nossa relação espontânea com o mundo social. É como percebemos o seu significado”. E, “sair da ideologia machuca. É dolorosa”. A ideologia é alienante, ela envolve o contexto social que você vive e experimenta. Sendo assim, a ideologia também está presente na hegemonia cultural. É a dominação ideológica por meio da cultura. Sendo também um reprodutor de desigualdades por meio do sistema capitalista no qual vivemos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 02:05:30 UTC</pubDate>
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         <title>- Cultura</title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/989655952</link>
         <description><![CDATA[<div>Para Wolf (1982) , a cultura está dentro de um conjunto de interconexões. São ações e interações que permite arranjos entre os povos. Assim como, resultados, respostas, ações que advém das relações que provém das experiências. Já Thompson (1991) enfatiza que trata-se dos costumes de determinados grupos ou povos, envolvendo o modo de agir, pensar, vestir-se, entre outros. E se manifestam tanto por meio do comportamento individual quanto pelo grupo de pessoas, de diferentes formas. Sendo assim, a cultura é dinâmica e viva. Assim, as populações humanas constroem suas culturas em interação umas com as outras e não se isolando. Pois, a cultura procura delinear os processos gerais que atuam no desenvolvimento mercantil e capitalista, e ao mesmo tempo, acompanhar seus efeitos. E ainda, tem a apropriação de elementos de outras culturas existentes, em que, são adaptadas aos interesses próprios e as necessidades das pessoas ou de um determinado grupo. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-12-05 02:05:39 UTC</pubDate>
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         <title>- Etnicidade</title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/989656081</link>
         <description><![CDATA[<div>Conjunto de características que diferencia e define os grupos de pessoas, envolvendo também as questões culturais. Contudo, essa diferença acaba resultando na separação dos povos em “maioria e minoria”, sendo a maioria, dominantes em questões envolvendo aspectos raciais, culturais e de nacionalidade. E a minoria, são os que sofrem pela sua diferença. Sendo em muitos casos descriminados, gerando as desigualdades. A etnicidade também é uma forma de pensar a diferença. Os indígenas são um exemplo de grupos étnicos que muitas das vezes tem sua etnicidade marcada por arranjos e rearranjos culturais criados pelos processos históricos e pelas consequências político-econômicas. Assim sendo, segundo Weber “chamaremos grupos ‘étnicos’ aqueles grupos humanos que, em virtude de semelhanças no<em> habitus</em> externo ou nos costumes, ou em ambos, ou em virtude de lembranças de colonização e migração, nutrem uma crença subjetiva na procedência comum, de tal modo que esta se torna importante para a propagação de relações comunitárias, sendo indiferente se existe ou não uma comunidade de sangue efetiva” (WEBER, 2003, p.1 apud WEBER, 1994. p. 270).<br><br><strong>Fonte:</strong> WEBER, Regina. Estudos Étnicos e a Historiografia. ANPUH-XXII Simpósio Nacional de História-João Pessoa, 2003.<br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 02:05:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>- Territorialidade </title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/989656231</link>
         <description><![CDATA[<div>Não trata só de uma terra, mas sim, do significado que ela tem para os povos indígenas, o valor simbólico, pois, através dela, eles resgatam sua origem, envolvendo vários elementos culturais, de vivência desses povos, do seu modo de ser e de viver. Segundo Gallois (1988), cada grupo indígena possui uma lógica territorial. Já para o Estado, terra indígena diz respeito ao processo político-jurídico, um espaço regulamentado para os povos indígenas viverem. Por meio da territorialidade é possível recuperar e valorizar a história da ocupação de uma terra por um grupo indígena. E o artigo 231 “reconhece aos índios o direito originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam”. Pois, os índios ainda sofre com os impactos da colonização, em que, perderam grande parte de seus territórios. Podemos ver o significado de territorialidade para um índio e um “não índio” no filme “terra vermelha”, na cena que os povos indígenas voltam para as terras em que seus encentrais/antepassados foram enterrados, resgatando a sua origem perdida por interferência do “homem branco”. E na cena que o fazendeiro fala que a terra é importante para ele porque foi do seu avô e do seu pai, e o índio coloca a terra na boca como resposta da importância e do significado que a terra tem para eles, que faz parte deles. Mostrando que o significado de uma terra para um índio é diferente do significado para um “não índio”. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 02:06:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>- Educação Indígena</title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/989656535</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo MELIÀ (1999), por meio da educação, os povos indígenas podem manter a transmissão da sua cultura por gerações. Podendo lutar pelos seus direitos através de movimentos de resistência, reivindicação, entre outros fatores. Por meio da educação eles podem se colocar de forma diferente diante do Estado. Os povos indígenas sustentam sua alteridade graças a ação pedagógica, os faz manter na sua diferença. Possibilitando que seu modo de ser e a cultura se reproduzam. Contudo, eles ainda sofrem ataques a sua alteridade através da imposição de uma língua geral ou nacional, do currículo nacional, dentre outras questões. Pois, é preciso conteúdos com características indígenas, que faça parte da sua cultura e da sua realidade. A portaria interministerial n° 559, de 16.04.91 assegura ás populações indígenas “uma educação escolar básica de qualidade, laica e diferenciada, que respeite e fortaleça suas organizações sociais”. Porém, o que se ver é escolas com uma infraestrutura inadequada, matérias didáticos que não leva em conta o saber local, a especificidade da cultura; falta de processos avaliativos específicos para a escola indígena, valorização da educação indígena, falta de investimento, dentre tantas outras questões. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 02:06:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>- Educação para as relações étnicos-raciais</title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/989656703</link>
         <description><![CDATA[<div>Respeitar e reconhecer a diversidade existente nas escolas, incluir as diferentes pessoas, respeitando as suas especificidades faz parte das questões étnico-raciais. A lei n°11.645 "estabelece as diretrizes a base da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática história e cultura afro-brasileira e indígena. Resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história do Brasil" (Brasil, 2008).  Contudo, ainda se faz necessário discutir e muito essa temática, pois, é preciso haver uma valorização das culturas, é preciso pensar no currículo escolar, na formação docente, material didático pedagógico, entre outras questões. Não se deve ter uma educação que privilegia alguns e outros não. Sem contar que ainda o que se ver nas escolas, ao abordar essas questões étnico-racial, é tudo levado para o campo do folclórico, reforçando preconceitos e ideologias. E, quando são abordadas essas temáticas, é de forma muito superficial. É preciso haver valorização dos heróis e artistas negros e indígenas, ressignificar as datas importantes, elaborar matérias didáticos que valorize a diversidade existente, dentre outros fatores. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 02:06:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/992590699</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 02:18:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/992591492</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 02:18:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/996448785</link>
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         <pubDate>2020-12-08 00:16:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/996450678</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 00:17:26 UTC</pubDate>
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         <title>- Seminário de Libras: LIBRAS? Que Língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da língua de sinal e da realidade surda</title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/996638321</link>
         <description><![CDATA[<div>Foi um seminário muito esclarecedor, proporcionou grandes aprendizagens e vários esclarecimentos sobre a Língua Brasileira de Sinais. Dentre elas, que a LIBRAS é uma língua natural, que possui gramática, estrutura e léxico próprios. Ela não é mímica nem gestos, nem está baseado em gestos, mímica e pantomima. É possível expressar conceitos abstratos, discutir filosofia, política, entre outros, assim como os falantes das línguas orais. Não é uma língua exclusivamente icônica. Ainda ressalta que antigamente era usado termos pejorativos ao se referir as pessoas surdas, falavam que   a língua de sinais não era língua. Ou seja, a mesma não era vista com “bons olhos”, era considerada agressiva, entre outros termos. A língua de sinais não é universal, pois possui variações linguísticas. Existe a diversificação e a mudança da língua dentro de uma comunidade linguística. No Brasil é falado a Língua Brasileira de Sinais, já nos Estados Unidos é a Língua Americana de Sinais, e assim sucessivamente. A língua de sinais também não é o alfabeto manual, é utilizado para soletrar manualmente as palavras, também conhecido como soletramento digital ou datilogia. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 01:51:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>- Curso de LIBRAS</title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/996721298</link>
         <description><![CDATA[<div>Realizar o curso se Libras proposto pelo professor Leandro só veio agregar nos meus conhecimentos. Aprendi muito. Principalmente, vários sinais que eu desconhecia, facilitando na aula, pois foi possível compreender mais as falas do professor. Sem contar, que os vídeos do curso mostram como faz cada sinal. Logo de início, o curso faz uma introdução sobre a LIBRAS bem interessante, fomenta que os sinais são executados de acordo com o movimento das mãos. Mudando a forma, a localização, a orientação e a expressão facial para se formar. Enfatiza que a língua de sinais não é universal, pois sofre inúmeras variações de um país para o outro, de uma região para outra. Fala dos tipos de surdez: leve, moderada, severa e profunda, caracterizando cada uma. E fala que a língua de sinais não é mímica. É uma língua com estruturas gramaticais próprias. Foi um curso muito bom.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 02:37:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>- Filme- “Seu nome é Jonas”</title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/996741864</link>
         <description><![CDATA[<div>Não poderia deixar de fazer um registro sobre esse filme, que assistimos no mês de fevereiro, antes da pandemia, em momento presencial, na aula de LIBRAS. O filme retrata a realidade vivida por muitos surdos, apresentando as dificuldades que eles enfrentam para se comunicarem e serem compreendidos. Sendo obrigados a se inserirem no mundo dos ouvintes através de práticas fracassadas, que não levam em conta as suas especificidades. Além de mostrar o preconceito sofrido pela sociedade em si, incluindo a própria família, que muitas das vezes não os aceitam como são. Mostrando também como a falta de informação sobre a surdez pela família interfere na relação familiar. O filme ainda enfatiza a importância da Libras, evidenciando que a língua de sinais faz toda a diferença para a vida de uma criança surda, a mesma abre um mundo de possibilidades, e privá-la  não é a solução. Pois, sem o conhecimento dos sinais, as pessoas surdas encontram dificuldades para compreenderem o mundo que os cercam. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 02:49:08 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>- Palestra- Educação de surdos e contemporaneidade</title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/996751929</link>
         <description><![CDATA[<div>Com certeza, participar dessa palestra foi um momento muito formativo. Foi abordada uma temática muito interessante. E poder ouvir o relato de experiência do professor Leandro, falando um pouco de como foi seu processo de escolarização, suas dificuldades, desafios, principalmente quando estudava na educação básica, sobre a diferença de uma pessoa surda estudando em uma escola pública de uma pessoa surda estudando em escola particular, entre outras questões, proporcionou muitas reflexões, principalmente no que diz respeito ao sistema educacional. É muito bom ouvir o professor Leandro relatando suas experiências.  Assim como, abordando questões envolvendo a educação de surdos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 02:55:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>- O que ficou?</title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/996813549</link>
         <description><![CDATA[<div>Foi uma disciplina que valeu muito a pena ter cursado. Sempre tive curiosidade em saber, em conhecer e em aprender mais sobre a Língua Brasileira de Sinais. Comentava com colegas sobre o fato de cursamos essa disciplina já nos últimos semestres. Poder ouvir relatos de experiência, participar do curso, ter um professor que é surdo, que fala a Língua Brasileira de Sinais, foi muito bom. Despertou em mim, ainda mais vontade em buscar aprender mais sobre a LIBRAS. Foram momentos muito bons, de muita aprendizagem. Gostei dos conteúdos estudados, das atividades realizadas, principalmente as práticas, do filme assistido, entre outros. Desconhecia muita coisa sobre essa língua, e por meio da mediação do professor Leandro, foi possível adquirir novos conhecimentos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 03:36:14 UTC</pubDate>
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         <title>- IV Webinário sobre Dislexia (03/12/2020)</title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/996829215</link>
         <description><![CDATA[<div>A dislexia é uma dificuldade de aprendizagem que afeta as habilidades de leitura e escrita. Normalmente ela é identificada quando a criança inicia o processo de escolarização. A dislexia é neurobiológica. Nesse Webnário, contamos com a palestra do professor Gesivaldo, em que, ele veio explicar sobre a dislexia, sobre a diferença de um cérebro disléxico para um cérebro não disléxico. Ele trouxe questões envolvendo as neurociências e a aprendizagem. No cérebro disléxico, as conexões entre as diferentes áreas do cérebro não funcionam tão especificamente como deveriam. O professor ainda fala sobre a plasticidade do cérebro, sobre a linguagem, o córtex pré-frontal. Enfatizando que uma estrutura de processamento baseado em detecção de padrões por microcolunas traz um impacto profundo sobre a forma como aprendemos. Fomentando sobre as redes neuronais, entre outras questões. Foi uma palestra muito significativa. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 03:47:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/996841607</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 03:56:33 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/996842166</link>
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         <pubDate>2020-12-08 03:56:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Expectativas dos graduandos do 7° semestre de pedagogia em relação ao ensino remoto</title>
         <author>VeronilmaAlmeida</author>
         <link>https://padlet.com/VeronilmaAlmeida/2nh0kfgrkk6o8b9i/wish/996909159</link>
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         <pubDate>2020-12-08 04:43:35 UTC</pubDate>
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