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      <title>SOL &amp; LUA PATY RURAL by Lua</title>
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      <description>Cultura &amp; Turismo Rural</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-07-31 02:28:23 UTC</pubDate>
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         <title>Alegria!🔆🌙🍅🐴😃😊😉</title>
         <author>soleluapatyrural</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em nossos corações reside uma inabalável dedicação à Alegria, Diversidade, Sustentabilidade em forma de Turismo de Experiências e Vivências Rurais.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-31 03:55:32 UTC</pubDate>
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         <title>❤Compromisso❤</title>
         <author>soleluapatyrural</author>
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         <description><![CDATA[<p>Para nós, qualidade não é apenas uma palavra. É comprometimento.</p><p>Em tempos de internet no ritmo frenético que se vive nas grandes metrópoles, <s>esquecemos</s> de olhar nos olhos, de cumprimentar quem passa e de dar sorrisos pessoalmente. Aqui na Roça é espontânea a saudação, o sorriso largo, o abraço apertado, o cuidado e o comprometimento com o bem estar do outro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-31 04:46:42 UTC</pubDate>
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         <title>...Uma menina virada para a Lua.🌙</title>
         <author>soleluapatyrural</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nascida no Rio de Janeiro (virada para a Lua) e tendo minha educação formal em uma Metrópole, numa família de classe média cuja educação doméstica oscilava entre o tradicionalismo e liberalismo próprios da década de 60/70, passei grande parte da vida dividida entre o que gostava e o que era obrigada a fazer, entre o que queria e o que deixavam fazer, entre o que podia e não podia, entre o que sabia e o que ainda não sabia que já sabia, entre a alegria e a tristeza, entre a coragem e o medo, entre certezas e incertezas, entre luzes e sombras, entre Rio de Janeiro e Paty do Alferes/Palmares.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-31 05:10:16 UTC</pubDate>
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         <title>Primeira Grande Certeza  &quot;💡&quot;</title>
         <author>soleluapatyrural</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Cavalo sempre foi minha paixão. Desde muito novinha, vivia cavalgando pelas Alamedas, trilhas, pastos e matas de Palmares que, há aproximadamente 20 anos tornou-se Área de Proteção Ambiental (A.P.A.) de Paty de Alferes. </p><p>Tive então minha primeira CERTEZA!!! </p><p>Eu seria:</p><p>1 - Veterinária</p><p>2- Bióloga</p><p>3- Ecóloga  - na minha época eram Ecologistas - nem era profissão :(</p><p>4- Guarda Florestal </p><p>5- Fiscal da Natureza - essa eu inventei por precaução, caso as outras dessem errado \0/ </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-31 06:46:57 UTC</pubDate>
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         <title>PALMARES,                                                 Paty do Alferes / RJ</title>
         <author>soleluapatyrural</author>
         <link>https://padlet.com/soleluapatyrural/2ne9d222il5uwxd7/wish/3064441529</link>
         <description><![CDATA[<p>Sendo minha família materna de Palmares, era lá que vivia minhas aventuras de infância durante as férias no sítio dos meus pais, o Pindonga. Na foto estamos sobre a base da casa, sendo construída em mutirão familiar, bem diante da Fazenda Palmares. Antes disso, ficávamos todas e todos juntas e juntos: tias e tios; primas e primos; irmãs e irmãos, sem contar os agregados na casa da Véia Vó Coronéla Joana (minha mãe nunca gostou que eu brincasse com ela assim - dizia que era falta de respeito). Eu respondia que: - "Falta de respeito é não pedir a Bençao!"</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-31 07:07:01 UTC</pubDate>
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         <title>Pensei que fosse gente, era terra...</title>
         <author>soleluapatyrural</author>
         <link>https://padlet.com/soleluapatyrural/2ne9d222il5uwxd7/wish/3064485085</link>
         <description><![CDATA[<p>Sempre amei a Natureza de um modo geral e a todos os seus Elementos e Elementais. </p><p>Saiba mais em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://luzdaserra.com.br/artigos/seres-elementais-ou-elementares-ou-espiritos-da-natureza">https://luzdaserra.com.br/artigos/seres-elementais-ou-elementares-ou-espiritos-da-natureza</a></p><p>O Elemento TERRA era o que mais me representava, apesar de já ter me identificado com todos os outros.</p><p>É tão segura e firme e ao mesmo tempo tão maleável quando humedecida.</p><p>Se aquece ao Sol e se esfria com a Lua e é  tão forte o cheiro que exala quando recebe o beijo da ÁGUA, que vem ao  final de uma tarde quente de Verão, lavando a Mata e enchendo as Nascentes e os Rios...</p><p>Eis aí um elemento que me assustava: ÁGUA! Mas sem ela, não existiria esse aroma que TERRA molhada exala.</p><p>Com o FOGO e o VENTO eu tinha uma relação tranquila, individualmente, com cada um deles.</p><p>O FOGO me aquecia e o VENTO me refrescava. Perfeito!</p><p>O problema é quando os dois resolvem se juntar! </p><p>Gostam de fazer isso durante o Inverno,  que é quando as ÁGUAS vão descansar para voltar na estação seguinte.</p><p>É de meter medo até em Jequitibá de 300 anos! Valha me Deus! ... </p><p>A TERRA é muito forte, mas não supera a correnteza das ÁGUAS... e assim fui arrastada, numa tromba d'ÀGUA!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-31 08:23:52 UTC</pubDate>
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         <title>Só que não!😞</title>
         <author>soleluapatyrural</author>
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         <description><![CDATA[<p>Tendo concluído o equivalente ao nono ano escolar, prestei concurso para diversas instituições públicas estaduais e federais para cursar o ensino médio, dentre eles estava a prova para curso de zootecnia. Atendendo à minha mãe e ao meu pai fiz prova para vários, além de alguns concursos de bolsa para cursinhos pré-vestibular (atual pré-Enem), mas apenas um me interessava: O de Zootecnia na Rural, Uau!!!! </p><p>Eu nem sabia onde ficava, só sabia que depois de concluído o ensino médio, os alunos melhores avaliados teriam empregos garantidos e ingresso direto na Universidade para cursar veterinária, agronomia, etc., pensei: tô dentro! Eu havia terminado a "8ª série" como melhor aluna da escola, acreditei que teria chances. E tive, passei!!!</p><p>Dando a notícia à minha mãe primeiro e ao meu pai assim que chegou do trabalho ouvi aquela uníssona pergunta:</p><p>- "Quem a senhora pensa que é para sair de casa aos 14 anos e morar numa república em Seropédica?". Perguntou meu pai com um misto de orgulho e pânico. </p><p>- "Não foi para isso que criei filha", completa minha mãe, meio que sem saber o que falar, usou uma frase que repetia sempre que ficava brava comigo.</p><p>E eu pensando:  "Seropédica, onde será esse lugar?"</p><p>Não sei, nunca fui! :(</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-31 08:52:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tromba d&#39;Água ou Adeus Rural</title>
         <author>soleluapatyrural</author>
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         <description><![CDATA[<p>Desorientada, triste, frustrada, decepcionada com meu pai e minha mãe, por não confiarem na própria educação que deram e não me permitirem cursar o ensino médio  (2º grau técnico) na Rural. Tive que me submeter a aulas maçantes de macetes e técnicas de Redação, Memorização, pois o conteúdo oferecido na ocasião não tinha relação com o aprendizado do aluno, era só e tão somente decoreba de fórmulas e técnicas para aprovação no vestibular. </p><p>Suportei essa tortura por 3 anos e ao final, sem concluir o Ensino Médio, abandonei a escola e só não saí de casa por dois simples motivos:</p><p>1 - Era menor de idade</p><p>2 - Não queria perder meus privilégios. (afinal de contas sou branca, de classe média, com boa formação cultural, inteligente, bonita, comunicativa, de boa família, blá, blá, bla....  buááá, buááá, só fazia chorar</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-31 09:06:40 UTC</pubDate>
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         <title>Lua Modelo XuXa 😂😂😂</title>
         <author>soleluapatyrural</author>
         <link>https://padlet.com/soleluapatyrural/2ne9d222il5uwxd7/wish/3064524058</link>
         <description><![CDATA[<p>Pelo final da década de 70 inicio de 80 havia uma febre de modelos brasileiras "estourando" no cenário nacional e internacional da moda, dois grandes exemplos são Luísa Brunet e Xuxa. </p><p>Toda adolescente queria ser ou uma ou outra. </p><p>Eu queria ser a Xuxa, kkkk</p><p>Virei Cebolinha, apelido que ganhei no meu 1º emprego de Carteira Assinada aos 18 anos numa agência bancária, onde entrei como Escriturária (alguém sabe o que é isso?), uma espécie de "Office-Girl", que ao contrário do Office-Boy, não fazia trabalho externo, mas era a "esparra" da agência e nem era Agência de Modelos snif, snif</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-31 09:43:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>De escriturária à O&amp;M</title>
         <author>soleluapatyrural</author>
         <link>https://padlet.com/soleluapatyrural/2ne9d222il5uwxd7/wish/3064548455</link>
         <description><![CDATA[<p>Tendo que devorar manuais e mais manuais de procedimento, atendimento, processos bancários, contábeis, de abertura de contas, de fechamento... e atender ao público simultaneamente, fui desenvolvendo habilidades insuspeitadas.</p><p>Iniciando minha promissora carreira, numa instituição bancária segura, de "carreira fechada". -  </p><p>inspirada à partir do crescimento na própria carreira do presidente-fundador que iniciou a sua como "contínuo" na gráfica que, mais tarde, sob sua administração se tornou o 2º maior banco brasileiro, sendo menor apenas, por força de lei que o Banco do Brasil, na época. </p><p>Esse sistema de "carreira fechada" garantia que nenhum ex-funcionário, de nenhuma outra instituição bancária "tomasse  o seu lugar", nem como office-boy ou escriturária, nem como diretor executivo.</p><p>Só entrava para o quadro quem não possuía nenhuma experiência bancária, para ser treinada/o segundo os valores e principio do fundador-presidente. Porém, você não poderia permanecer por mais de dois anos sem receber promoção por merecimento.</p><p>Apesar de me sentir num ambiente completamente hostil e avesso à tudo com que eu havia sonhado fazer da minha vida, fui me adaptando e curiosamente me especializando em generalidades, aprendia tudo que podia de todos os setores que era capaz. Cheguei a cobrir a ausência de uma funcionária hierarquicamente superior.</p><p>Ocorreu quando houve uma greve geral onde o sindicato exigia aumento salarial para a classe e ela ficou barrada no "piquete" (quem souber o que é ganha um prêmio!)</p><p>O que o sindicato nunca entendeu é que os bancos são nada mais que hipermercados cheios de prateleiras com produtos financeiros para todos os desejos e necessidades dos clientes. Cabia a nós funcionários, trabalhar a venda do produto para receber comissões e ajudar a bater as metas estabelecidas para cada funcionário, setor e agência como um todo, assim como ocorre no comércio.</p><p>Descobri, por força da leitura dos memorandos (alguém sabe o que é?), que seria recomendado que todo funcionário adquirissem ações ordinárias do banco para se sendo sócios se empenhassem e recebessem parte do lucro em dividendos e comissões. Foi meu primeiro Empre...go? </p><p>Não!  Foi meu primeiro Empreendimento pessoal.</p><p>Em 03 anos, de 1983 até 1986 - com o 1º Rock in Rio, em 1985 no meio, onde fui 3 noites seguidas e chagava na agência com o dia amanhecendo pra tomar banho e trabalhar - recebí 09 promoções por merecimento. </p><p>Essa foi a minha primeira Faculdade na Prática! rsrsr</p><p>Finanças e Investimentos.</p><p>Orgulho da mamãe!</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-31 10:37:37 UTC</pubDate>
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         <title>Fazer o quê?🙄</title>
         <author>soleluapatyrural</author>
         <link>https://padlet.com/soleluapatyrural/2ne9d222il5uwxd7/wish/3064551492</link>
         <description><![CDATA[<p>A Rural não aconteceu, a Carta do Consórcio foi contemplada... Fazer o quê?</p><p>No início quase tive um treco, quando ouvi que eu tinha duas opções: voltar a estudar e concluir, no mínimo, o tal 2º grau; ou trabalhar de carteira assinada, disse meu pai:</p><p>- "Esse negócio de ficar trançando couro com miçanga para fazer pulseirinha, para vender na praia com esse seu sanduiche natural, não vão colocar gasolina na sua moto para você brincar de trilha em Palmares não, hein!?" </p><p>Ganhei a primeira Honda 50cc aos 14 anos, mas meu pai estava se referindo a Yamaha DT 180cc, cujo consórcio ele havia feito para me dar de presente quando entrasse na Universidade. </p><p>Como só foram duas opções dadas e a terceira seria contraditória, ao convencional, tipo: - "Já está em idade de morar sozinha",  fiquei com a segunda opção.</p><p>Não sei de quem é a frase, acho que é minha: " Se não posso fazer àquilo que amo, então vou amar àquilo que faço". </p><p>Talvez seja de para-choque de caminhão, não sei, mas virou meu mantra!</p><p>Fazer o quê?</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-31 10:45:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desabafo &amp; Gratidão</title>
         <author>soleluapatyrural</author>
         <link>https://padlet.com/soleluapatyrural/2ne9d222il5uwxd7/wish/3064585382</link>
         <description><![CDATA[<p>|Não posso deixar de mencionar que ainda eram raras as meninas/moças, ao menos da minha "bolha social", privilegiada, branca, hétero  que saíam de casa sem estarem casadas ou estabelecidas no escritório de advocacia, contabilidade, consultório - médico ou dentário - do pai ou muito bem empregadas em alguma Multinacional, se dominasse o inglês.</p><p>Sei também que a realidade da maioria das mulheres e meninas no nosso pais não era e ainda não é essa E LAMENTO MUITO POR ISSO!</p><p>Milhares de meninas, moças e mulheres hétero - sis ou trans - , lésbicas, pretas, pobres, periféricas e muitas até em condições medianas de vida não tão miserável quanto às outras, por muito menos, são expulsas de casa, depois de serem expulsas da escola graças a uma gravidez não evitada, por falta de educação e esclarecimento, ou por conta de sua orientação homossexual, binária ou não, são violentadas, maltratadas, excluídas do convívio escolar, familiar, social e até institucional, além de todas nós que somos mortas apenas por sermos mulheres!</p><p>Fica aqui, minha admiração por você, que é mulher, preta, pobre e periférica que hoje com muita resiliência e garra vai dando visibilidade à esse tumor social chamado preconceito! Estamos juntas na luta. Conte comigo.</p><p>À você, meu reconhecimento e gratidão </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-31 12:07:07 UTC</pubDate>
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         <title>Uma bomba!💣</title>
         <author>soleluapatyrural</author>
         <link>https://padlet.com/soleluapatyrural/2ne9d222il5uwxd7/wish/3064612716</link>
         <description><![CDATA[<p>A partir de 1987, depois de casada, mudei-me para BH.</p><p>Pedi, por livre e espontânea pressão, minha demissão no banco para acompanhar meu, na ocasião marido. </p><p>A partir dai as coisas ficaram meio nebulosas...</p><p>Em casa, sem trabalho, sem... ops!</p><p>Eu disse sem trabalho? Perdão, sem salário, sem dinheiro, sem ações - vendidas para dar de entrada no imóvel próprio, afinal, quem casa quer casa, não é?</p><p>Bem a partir daí só me lembro de anos sem ajuda de ninguém, senão da minha mãe e meu pai que sempre que podiam viajavam até BH para nos visitar e paparicar os dois netinhos mineiros, Nicola nascido em 1987 e Giuseppe de 1989.</p><p>Lembro que entre maio e setembro de 87, quando Nicola nasceu, prestei prova para exame supletivo do 2º Grau. Não é que passei? Pronto: Escolaridade - 2º Grau Completo!</p><p>Em, 1991 finalmente retornamos para o Rio. Na época o provedor pediu demissão de um cargo muito bem remunerado, como Engenheiro numa Multinacional Italiana, com Fábrica em Betim para "assumir" a oficina de conserto de bombas d'água do pai dele que queria abrir uma fábrica dessas bombas com o filho irmão do mau ex.</p><p>Resumo: Ladeira abaixo.....</p><p>Não havia salário, férias, 13º, nadica de nada e para melhorar a "empresa" estava deficitária... foi um tal de desvestir um santo para vestir outro, que deus me livre!</p><p>Empréstimo com banco para pagar dívida feita pelo pai dele com agiota pois tinha restrição no CPF, o CNPJ sendo notificado por fornecedores e cobradores.</p><p>O provedor então teve uma ideia brilhante:</p><p>Como ele não poderia pagar uma pessoa minimamente qualificada para ajudá-lo na administração das dívidas, contratou a mim, com carteira assinada e tudo! </p><p>Com um salário mínimo anotado.</p><p>Como eu iria cumprir uma jornada de, na época 44 horas semanais, levar criança na creche/escola, natação, pediatra, dentista, ahhh...sim, usando transporte público, já que ele precisava chegar mais cedo para abrir e saía com o carro.</p><p>- "Pede sua mãe para ajudar, ela vai gostar de ficar com os meninos" - disse ele.</p><p>Óbvio que só falei nas crianças porque são filhos dele também e achei que ele fosse se interessar em ajudar.</p><p>Oficialmente não sou mãe solo, mas na prática, sempre fui. Meus filhos, assim como tantos que recebem pensão de pai ausente, tinham algumas de  suas necessidades e alimentos supridas pelo pai, mais nada!</p><p>Quanto ao preparo dos alimentos, cuidados com a higiene da casa e das roupas, não teria jeito. Resolvi ajudar a sairmos daquela situação insustentável de carência de recursos.</p><p>Contratei uma colaboradora e ofereci à ela todos os benefícios trabalhistas obrigatórios para uma empregada doméstica e fui à luta, de graça!</p><p>Quatro anos depois, havíamos sanado as dívidas, estávamos tendo lucro e a empresa crescendo. Hora de voltar para casa.</p><p>Minha segunda Faculdade na prática:</p><p>Administração &amp; Gestão de Empresa</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-31 13:05:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>soleluapatyrural</author>
         <link>https://padlet.com/soleluapatyrural/2ne9d222il5uwxd7/wish/3064624963</link>
         <description><![CDATA[<p>Dessa experiência como "auxiliar administrativo", não remunerada, voltei à condição de empregada doméstica sem remuneração, folga, férias, 13º... (isso não é trabalho escravo não???) ahhhh, não é crime não! Isso é ser mulher e nem precisa ser casada para sofrer esses abusos, fora os outros que não valem a pena mencionar.</p><p>O fato é que a partir daí não sosseguei mais.</p><p>Hora um amigo ou amiga pedia para ajudar num negócio, hora outra outro oferecia emprego e sempre que eu conseguia uma colaboradora eu tentava conciliar os horários de escola, natação, futebol, consultas e lazer com as crianças, nunca dava certo. Tive algumas anotações de emprego que duraram poucos meses, inclusive a dessa foto, onde eu era Supervisora de Vendas de uma rede de quatro lojas e ganhava comissão sobre o faturamento de todas elas, cada uma num canto da cidade, umas em lojas de rua, que abriam às 09:00h outras em shopping centers, que fechavam às 22:00h. </p><p>Minha carteira fora assinada com um salário maior do que o do provedor, fora as comissões. Pronto! Eu estava "dando" para o meu amigo, dono da rede de lojas.</p><p>Adivinha o que fiz??? Me separei na hora!!!!</p><p>Claro que não, sua boba, eu ainda estava na caixinha - com cadeado, diga-se de passagem.</p><p>Pedi demissão e reassumi meus afazeres escravos, ou melhor: domésticos</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-31 13:26:30 UTC</pubDate>
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         <title>Aprender &amp; Empreender</title>
         <author>soleluapatyrural</author>
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         <description><![CDATA[<p>Findo o período de contrato com o IBGE, com alguma reserva financeira,  resolvi me inscrever num curso de férias noturno numa faculdade na Rua do Bispo no Estácio para cursar "Como fazer Rádio e TV".</p><p>Não era um curso técnico de montagem e conserto de aparelhos, era um curso livre de comunicação no Rádio e na Televisão. Detalhe: 0800 - Foi o máximo!!!</p><p>Tive aulas com vários expoentes do jornalismo, que davam aulas-palestras, falando sobre os desafios e derrotas que enfrentaram, como superam e alcançaram uma certa estabilidade e conforto dentro da profissão que muitas vezes é perseguida. Um deles foi o nosso inesquecível Ziraldo</p><p>Além dessas aulas-palestras, também tivemos acesso ás técnicas de locução e postura diante das câmeras, estúdios de rádio e ilhas de edição. </p><p>Eu fiquei repetindo um milhão de vezes até decorar um quebra línguas que depois passei a usar toda vez que tinha que falar em publico: " AS BRUZUNDANGAS DO BRICABRAQUE DO BRANDÃO ABRANGEM BROQUÉIS DE BRONZE BRUINDO, BROCADOS BRUXULEANTES, BROCHURAS, BREVIÁRIOS, ABRAXAS BRASONADAS, ABRIGOS E BRINQUEDOS" </p><p>A avaliação final do curso consistia em uma apresentação de um trabalho relacionado a um dos dois meios de comunicação. Fosse uma matéria gravada sobre algum fato, fosse uma entrevista, o piloto de um programa de rádio ou tv. O tempo para apresentação do trabalho era de 05 minutos. Fiz o piloto do que eu imaginei ser meu programa de rádio e se chamava "Encontro Marcado com Luciana Marin"</p><p>O rapaz na foto comigo é o meu professor de locução de rádio, Garcia Duarte, radialista e professor.</p><p>Após minha apresentação, convidou-me para executar o piloto completo Horário vespertino das 15 às 17Hs, vago, na programação da Rádio Grande Rio AM 1960Kwz. O diretor da Rádio ouviu e ganhei o horário. Só precisaria encontrar anunciantes e se eu fechasse contratos de publicidade a serem veiculados no meu horário, receberia 10% da verba arrecadada.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-02 03:52:02 UTC</pubDate>
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         <title>Trilhando a Juventude</title>
         <author>soleluapatyrural</author>
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         <description><![CDATA[<p>Lugares e pessoas marcadas na minha alma!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-02 05:01:54 UTC</pubDate>
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         <title>Trilhando Palmares</title>
         <author>soleluapatyrural</author>
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         <description><![CDATA[<p>Experiências que me moldaram</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-02 05:09:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>soleluapatyrural</author>
         <link>https://padlet.com/soleluapatyrural/2ne9d222il5uwxd7/wish/3065999782</link>
         <description><![CDATA[<p>Experiências que me formaram</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-02 05:14:06 UTC</pubDate>
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         <title>Batendo escanteio e cabeceando em Goool!!!⚽</title>
         <author>soleluapatyrural</author>
         <link>https://padlet.com/soleluapatyrural/2ne9d222il5uwxd7/wish/3066022536</link>
         <description><![CDATA[<p>A foto acima foi uma "cobertura" que fiz sobre o lançamento e noite de autógrafos com Ziraldo antes do programa com a participação do Garcia Duarte, que aparece na foto acima comigo, na Rádio, no slide anterior.</p><p>O legal dessa história é que a Grande Rio ficava em Itaguaí (município que faz limite com a Zona Oeste do Rio), aproximadamente 40 minutos de carro do centro do Rio, 1h e 30 de ônibus (direto) pela seletiva, ou + ou - 2h de trem, ramal Santa Cruz (direto também). </p><p>Chegando em Santa Cruz (último bairro da Zona Oeste do Rio antes de Itaguaí) ainda era necessário pegar um "buzão" até o centro da outra cidade e andar cerca de 10 minutos até a Rádio, uma maratona que eu fazia indo de bicicleta de casa, na Tijuca, até a estação de São Cristóvão onde pegava o "direto" até Santa Cruz. O resto você já sabe.</p><p>Anda "voando" até a rádio, para dar tempo de editar a entrevista e colocá-la a tempo no ar.  Ufa! deu tempo. </p><p>Quanto a gerar patrocinadores para o meu perograma...</p><p>O valor por minuto de veiculação era definido pela direção, eu só tinha que vender. </p><p>Mas cadê tempo para chegar em Itaguaí pelo menos duas horas antes do programa para visitar possíveis anunciantes, se os meninos só saíam por volta de 12:00h para a escola e eu para a Rádio naquela correria? Impossível!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-02 05:43:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Propaganda é a alma do negócio&quot;</title>
         <author>soleluapatyrural</author>
         <link>https://padlet.com/soleluapatyrural/2ne9d222il5uwxd7/wish/3066034728</link>
         <description><![CDATA[<p>Vendo os índices de audiência e de participação de ouvistes por telefone (fixo) aumentarem no horário, o próprio Marcus Shuwaiser, diretor da Rádio, fechou uns contratos de publicidade testemunhal a serem veiculados por mim e eu teria uma participação de 5%.</p><p>Pensei: " Melhor 5% de alguma coisa do que 100% de nada" </p><p>Eu já estava feliz em fazer algo prazeroso e relevante para aquela comunidade local, através de um programa comprometido trazer, informação, cultura, e entretenimento de qualidade às tardes da Zona Oeste e Costa Verde, diferentemente do resto da programação que se baseava basicamente em horários "comprados" por políticos e pastores locais, inescrupulosos,  que os usavam como meio de manobra ou alienação respectivamente, aliás,  como ocorre ainda hoje de maneira ainda mais agressiva e perigosa nos meios digitais.</p><p>O uso indevido de qualquer meio de comunicação é tão pernicioso que se perde a noção do que e certo e errado. </p><p>E nem estou falando de Fake New, esse termo não existia na época. </p><p>Me refiro à um político do executivo municipal, que alegou ter sido ofendido por um adversário num dos "programas" e por isso "interditou" a Rádio por tempo indeterminado, </p><p>Com que autoridade? Não sei, nem nunca perguntei. Só sei que depois disso, nunca mais voltei à Rádio e apresentei meu afastamento por telefone. Vai que o cara acha que todo mundo ali é "farinha do mesmo saco" e resolve mandar alguém "pro saco"?  Afinal de contas, zona oeste... milícia, faroeste... </p><p>Eu não, violão!!!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-02 05:59:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>IBGE - 1º censo do Asfalto para o Morro</title>
         <author>soleluapatyrural</author>
         <link>https://padlet.com/soleluapatyrural/2ne9d222il5uwxd7/wish/3066062140</link>
         <description><![CDATA[<p>No ano de 2000, com os meninos mais crescidos e menos dependentes da minha presença, resolvi me inscrever num </p><p>concurso do IBGE para cargo de Recenseador. </p><p>O nível de escolaridade exigido para essa vaga era o 1º grau completo. Tô dentro!</p><p>Estudei os temas específicos sobre senso demográfico apresentados no Edital que cairiam na prova e sou aprovada, entrevistada e contratada (infelizmente temporariamente).</p><p>Designada a cobrir um "setor" próximo ao meu endereço, na Tijuca, encontrei enorme dificuldade em ter acesso aos moradores dos condomínios (ou fortalezas inexpugnáveis?) desde as barreiras físicas impostas por grades, portões, portarias e porteiros (ou seguranças?) até a falta de interesse e educação dos potenciais entrevistados. </p><p>Terminado o primeiro setor, foi-me oferecido outro também "no asfalto", quando soube que estavam tendo dificuldade em recenseadores que quisessem ou aceitassem fazer em entrevista nos morros. Me ofereci para fazer no morro da Mangueira, com a certeza de que lá não encontraria porteiros ou portões, até onde sabia, bastava falar com o "dono" ou "gerente". Assim fiz.</p><p>No meu primeiro dia na Mangueira, devidamente identificada com crachá, boné e colete - que meus colegas diziam ser à prova de bala - entrei pelo beco mais largo da favela que fica ao lado do Palácio do Samba, conhecido por Buraco Negro e lá já perto da subida vou ao encontro de um grupo de homens armados para quem me apresento, mostrando crachá  e pergunto sobre as "regras de circulação" do tipo: a que horas posso entrar, até que horas posso ficar, onde não posso ir e recebi de um deles a informação: "Tá limpo 'madrinha', 'nóis'  vai passar uma rádio pra rapaziada. Pode entrar a hora que quiser, falar com quem quiser e ir aonde quiser, aqui com a gente não tem essa 'parada' não, mas fica 'ligada': se ouvir 'pipoco' se 'entoca' onde estiver e só sai depois que acabar.</p><p>Devidamente autorizada e orientada, vamos trabalhar.</p><p>Enquanto no asfalto a dificuldade de acesso aos moradores era tremenda e era muito comum encontrar idosos morando sozinhos, casais sem filhos e algumas famílias de 3 a 6 pessoas em prédios de 6 andares com um apartamento por andar; na Mangueira as casas eram empilhadas umas sobre as outras com uma média de 6 pessoas por habitação e em geral sempre tinha alguém maior de idade, com a porta aberta e interesse em responder ao questionário, que ainda era no papel.</p><p>Não havia andado muito, fui super bem acolhida pelos moradores que ofereciam desde água e/ou café (isso em quase todas as casas), até almoço e/ou janta, dependendo do horário. </p><p>Até em churrasco na laje eu participei, enquanto entrevistava o responsável por uma família de 12 pessoas entre pais, filhos, netos e agregados que moravam no mesmo endereço.</p><p>Ao final da primeira semana, entreguei minhas pesquisas realizadas e na semana seguinte levei um susto quando fui receber o pagamento pelo material entregue. </p><p>Foi quando eu descobri que era pago um adicional por insalubridade e periculosidade que aumentava em 5 vezes o valor de cada domicílio visitado e o mesmo índice era aplicado por morador no domicílio. Resultado, ganhei dinheiro e ainda conheci uma comunidade acolhedora, trabalhadora e sofredora por abandono do poder público mas ainda assim feliz e orgulhosa  por ser quem é.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-02 06:41:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estagiando sem saber🙏</title>
         <author>soleluapatyrural</author>
         <link>https://padlet.com/soleluapatyrural/2ne9d222il5uwxd7/wish/3066143482</link>
         <description><![CDATA[<p>Desde o finalzinho dos anos 1990, eu frequentava uma comunidade religiosa onde voluntariamente trabalhava na cantina, aos domingos, atendendo aos fiéis, onde percebi que eram sempre as mesmas coisas oferecidas e que isso não atraía as pessoas. Pedi autorização para mudar os pedidos de doação e ao invés de receber coisas prontas como: pizza, bolo e cachorro-quente e refrigerantes; passei a pedir os ingredientes e preparar ali na cantina, com ajuda de outras voluntárias que recrutei.</p><p>No primeiro domingo já fizemos uma cuca de banana que, quando começou a assar, ainda durante a celebração emanou um aroma tão gostoso de açúcar queimado com canela que algumas pessoas saíram da celebração pedindo que reservasse um pedaço para quando terminassem a celebração. </p><p>A cada domingo fazíamos um cheiro novo: de calda de chocolate para cobertura do bolo de cenoura, de orégano na chapa enquanto preparava um misto quente napolitano (muçarela, presunto, tomate fatiado e orégano) ou o café que tiramos da garrafa térmica e coávamos na hora, pouco antes da celebração terminar.</p><p>Nem podia imaginar que estava sendo "observada". </p><p>Amém! </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-02 08:39:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>🌴Presente de Deus, do Universo, do Acaso... cada um dê o nome que quiser🔆</title>
         <author>soleluapatyrural</author>
         <link>https://padlet.com/soleluapatyrural/2ne9d222il5uwxd7/wish/3066158195</link>
         <description><![CDATA[<p>Depois de alguns anos atuando como voluntária na cantina pertencente ao Templo, fui convidada por uma senhora da comunidade religiosa a conhecer um espaço que o filho tinha em sua academia de ginástica, mas que estava sendo mal explorado por falta de "quem tomasse conta".</p><p>Disse ela que seu filho havia tentado fazer funcionar a cantina infrutíferas vezes, até que resolveu locar o espaço e perguntou se eu não estaria interessada em conhecer. Chegando à academia, logo após a entrada havia um espaço equipado com geledeira expositora, frezer horizontal, forno elétrico, espremedor de frutas, liquidificador, em fim todo equipado. Só não tinha os produtos.</p><p>Imediatamente aceitei.</p><p>Entusiasmada, contei a novidade em casa e recebi o apoio e carinho dos meus filhos que disseram que o meu sanduiche era o mais gostoso do mundo e que eu ficaria rica se os vendesse. Nesse momento lembrei dos "sandubas" que vendi na praia, junto com a salada de fruta e os sucos naturais que fazia em casa e pensei "vai dar certo", quando ouvi do ex: - "Com que dinheiro a senhora pensa em entrar nessa aventura, com o MEU é que não será!", decretou!</p><p>Quase morri de raiva! Bateu um desespero... se não puder contar com a ajuda dele, vou contar com quem? </p><p>Não sei, mas vou falar com o dono da academia mesmo assim. E fui!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-02 09:02:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>🌴Parada Tropical🔆</title>
         <author>soleluapatyrural</author>
         <link>https://padlet.com/soleluapatyrural/2ne9d222il5uwxd7/wish/3066170289</link>
         <description><![CDATA[<p>Sem ter nenhuma ideia de como faria aquilo funcionar mas com um desejo enorme de tentar, fui conversar com o dono da academia e expus minha condição de indigência financeira e econômica e pedi 06 meses de carência no aluguel para que com o que faturasse, aos poucos fosse aumentando a oferta de produtos. </p><p>Ele concordou e me levou a conhecer uma sala que eles chamavam de depósito onde haviam prateleiras com caixas de leite, pacotes de café, açúcar, caixas de refrigerantes, suco de frutas, isotônicos, guaraná natural, um freezer vertical com uma variedade de salgados congelados e açai, dizendo que eu deveria inventariar todo o estoque. Me passou as NFs de compra dos produtos e pediu para eu calcular qual o valor que havia no estoque para que eu usasse todo o material disponível para trabalhar e começasse a pagar quando terminasse o tal período de 06 meses de carência. Acredita nisso? Pois bem.</p><p>Já com um bom estoque de produtos não perecíveis eu precisaria comprar algumas frutas, laticínios, pães e verduras para elaboração do que viria a ser o carro chefe da Cantina. Os sanduiches, sucos e vitaminas naturais feitos na hora e montados com os ingredientes que os clientes escolhiam. </p><p>Esse que aparece ao meu lado é um "investidor anjo" e também filho. Foram eles, os filhos que disseram que eu poderia usar os recursos que tinham na poupança para fazer minhas primeiras compras. Peguei metade de cada um e fui à luta!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-02 09:32:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/soleluapatyrural/2ne9d222il5uwxd7/wish/3066170289</guid>
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