<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Vozes de 1500 by Helga Louise Magalhaes</title>
      <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl</link>
      <description>Painel de textos em 1ª pessoa, sob o ponto de vista dos indivíduos de 1500 (povos originários, portugueses e africanos), produzidos pelos alunos dos 1º anos A e B do Colégio Estadual Henrique Brito - Tempo Integral (Teixeira de Freitas), de 2025, sob a orientação da professora Helga Louise.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-09 11:58:44 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-10-24 19:31:22 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/1f913.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>O início da colonização </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3576174204</link>
         <description><![CDATA[<p>Eu estava tranquilo, descansando à beira da praia, quando avistei de longe no imenso mar, grandes navios, e eu sabia que dali pra frente, nada mais seria igual.</p><p>Ao chegar aqui, eles foram muito simpáticos, chamavam-se portugueses, e vieram alegando querer ''paz". Nos mostraram objetos diferentes que nunca vimos antes. Aproveitaram da nossa inocência e começaram a nos fazer trabalhar, ensinaram sua língua, e não nos deixavam falar a nossa, tomaram-nos como escravos.</p><p>Nós tentamos lutar e resistir, mas eram muitos, e chegavam através de embarcações, mais e mais. Lutamos embora não foi o suficiente, para não deixar a nossa cultura e história morrer. </p><p>Tentávamos fugir e até fazer alianças com outros povos, porém os portugueses usavam a nossa mão de obra forçada, e quando resistíamos eles nos maltratavam e às vezes até nos matavam. </p><p><br></p><p><strong>Aluna: Jady Lobo, 1° ano A</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.worldhistory.org/uploads/images/14373.png" />
         <pubDate>2025-09-09 14:06:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3576174204</guid>
      </item>
      <item>
         <title>MINHA DOCE ANAHI </title>
         <author>brennokeven1998</author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3576182099</link>
         <description><![CDATA[<p>  Nos horários tardios, quando a chama da minha alma mal resiste ao sopro do vento, é o teu vulto que me acode em pensamento. Teus olhos, que uma só vez fitados, fazem tremer a firmeza do meu peito, são mais ardentes que o sol que doura as vinhas da minha França.</p><p>  Estrangeiro sou, sim, mas em teu riso encontrei porto seguro, em tua boca o néctar que faria inveja aos deuses. Ahh… se soubesse o que desperta em mim a lembrar de tua pele, não me deixarias jamais! À mercê desta saudade que me consome como febre.</p><p>  Quisera eu, ser menos errante, mas é de meu fado, singrar mares. Contudo, juro-te, donzela, que nenhum horizonte me encanta senão aquele que se reflete em teu semblante. És tentação e consolo, pecado e absolvição.</p><p>  Se as musas me roubassem toda inspiração, ainda assim, restar-me-ia  a lembrança de teu toque e isso bastaria para incendiar minhas noites mais frias e sozinhas, te desejo, te anseio, te quero, minha doce Anahi.</p><p><br/></p><p>Teu Devoto,</p><p>Gaston</p><p><br/></p><p><strong>Aluno: Brenno Kevin, 1º ano A</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4339157061/ccaa869556a833e967538c4d87db2878/1000054772.png" />
         <pubDate>2025-09-09 14:10:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3576182099</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Amizade Indígena </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3576206052</link>
         <description><![CDATA[<p>Nas matas, a natureza manda</p><p>Eu me junto aos meus irmãos, coração com coração</p><p>Nós cantamos e dançamos, compartilhamos o que sentimos</p><p>E na amizade, encontro força e paz</p><p><br></p><p>Como as árvores que se abraçam, eu me conecto</p><p>Com amor e respeito, eu me apoio</p><p>Compartilho histórias e saberes, me fortaleço</p><p>E na amizade, encontro a paz</p><p><br></p><p>Na aldeia, a vida é uma festa</p><p>Eu me reúno com meus irmãos, sorrisos e abraços</p><p>Nós sabemos que a amizade é um presente valioso</p><p>Que nos une pra sempre</p><p><br></p><p>Eu quero aprender com isso, valorizar a amizade</p><p>E viver em harmonia, com a natureza e com os outros.</p><p><br></p><p><strong>Aluno: Willy Rodrigues, 1º ano A</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/b3/Yane_Marques_e_indios.jpg" />
         <pubDate>2025-09-09 14:23:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3576206052</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Nova terra</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3576208324</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>                       Nova Terra </strong></p><p><br></p><p>  Escrevo essa carta com relatos sobre essa nova terra, onde as árvores são bem diferentes das nossas. Chegamos de uma grande viagem pelo oceano e mal posso esperar para saber o que essa terra tem para nos oferecer.</p><p>   Aqui as árvores são grossas e fortes, pássaros de cores azul e amarelo. Aqui há animais que eu nunca vi em nossas terras; nas praias, nos rios, a água é tão clara e bonita que dá até para me ver no reflexo dela.</p><p>  Um relato importante daqui é que os habitantes vivem de modo diferente do nosso. Eles andam nus, com partes do corpo pintadas, algumas penas na cabeça, lança e arco-e-flecha nas mãos... Eles ficaram espantados com a gente, mas ao mesmo tempo é como se estivessem curiosos com as nossas armas de ferro, roupas e ferramentas.</p><p>   Tudo aqui nessa nova terra é tudo de bom: as frutas, a água limpa, as árvores, os peixes... enfim o problema é esse povo estranho que eu já sei o que fazer. Primeiro vamos pegar confiança com alguns objetos em troca de trabalho com um espelho ferramentas, para depois escravizá-los para enriquecer nossos territórios.</p><p><br></p><p><strong>Aluno: Arthur Santos Oliveira, 1º ano A</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.worldhistory.org/uploads/images/14373.png" />
         <pubDate>2025-09-09 14:24:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3576208324</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Raizes que me guiam</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3576243122</link>
         <description><![CDATA[<p>Carrego comigo a memória da minha </p><p>terra,</p><p>as vozes do meu antepassado que me guiam,</p><p>a cor da minha pele que compra uma história,</p><p>e a força que não se apaga com o tempo.</p><p><br/></p><p>Na sala de aula, escrevo o meu futuro,</p><p>mas no coração, guardo minhas raízes,</p><p>cada palavra que eu aprendo</p><p>é também resistência,</p><p>é também esperança.</p><p><br/></p><p>Adoro a África,</p><p>mesmo longe dela.</p><p>sei que as vozes são ponte</p><p>e os sonhos são liberdade.</p><p><br/></p><p>E quando eu escrevo,</p><p>não é só por mim,</p><p>é por todos que viveram antes</p><p>é por aqueles que ainda virão.</p><p><br/></p><p><strong>Aluna: Loany Silva Lima 1° ano A</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4339515849/1306822718e153f0b8072f098e7605f7/8F158B5C_0EF9_4A77_A8E8_C24C350BCF4F.png" />
         <pubDate>2025-09-09 14:42:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3576243122</guid>
      </item>
      <item>
         <title>🌿 Vozes da Ancestralidade: Saberes Indígenas em Resistência</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3576410500</link>
         <description><![CDATA[<p>Os povos indígenas carregam em sua memória a raiz mais antiga do Brasil. São guardiões da terra, da floresta e dos rios, e veem no mundo não apenas um lugar de sobrevivência, mas um espaço sagrado de equilíbrio. Suas vozes ecoam em cantos, histórias e rituais, transmitindo a sabedoria que vem dos ancestrais. </p><p>Mesmo diante das dores da colonização, da perda de territórios e do silenciamento, mantêm viva a resistência, o idioma e a cultura. Falam com a força do vento, com o brilho do fogo e com a calma da água, lembrando que a vida é feita de ligação entre todos os seres. Os povos indígenas não são passado: são presente pulsante e futuro possível.</p><p>Os povos indígenas do Brasil são os primeiros habitantes do território, vivendo aqui muito antes da chegada dos portugueses em 1500.</p><p>Eles se organizam em diferentes etnias, cada uma com sua própria língua, cultura, crenças e costumes.</p><p>Atualmente, existem mais de 300 povos indígenas no Brasil, falantes de cerca de 270 línguas diferentes.</p><p>A base de sua sobrevivência sempre esteve ligada à natureza, através da caça, da pesca, da agricultura e da coleta.</p><p>Eles utilizam o espaço de forma sustentável, garantindo que a floresta continue viva para as próximas gerações.</p><p>A vida comunitária é uma característica importante, já que muitos aspectos da cultura indígena valorizam a coletividade e a partilha.</p><p>Com a chegada dos colonizadores, os povos indígenas sofreram invasões, violência, escravização e doenças que reduziram drasticamente sua população.</p><p>Muitos foram expulsos de suas terras, perderam parte de suas tradições e línguas e enfrentaram preconceito e discriminação.</p><p>Apesar disso, resistiram e continuam presentes em diferentes regiões do Brasil.</p><p>Hoje, há terras indígenas demarcadas que buscam garantir o direito à moradia, à preservação cultural e à proteção ambiental.</p><p>Muitos indígenas também estão presentes nas cidades, conciliando tradições de seus povos com a vida urbana.</p><p>Eles desempenham um papel fundamental na preservação da biodiversidade, pois seus conhecimentos sobre a natureza são valiosos.</p><p>Além disso, os povos indígenas lutam constantemente pelo reconhecimento de seus direitos previstos na Constituição de 1988.</p><p>A educação diferenciada, a preservação das línguas e a valorização de suas culturas são parte dessa luta.</p><p>Também participam de debates sobre sustentabilidade, mudanças climáticas e conservação ambiental.</p><p>Os indígenas não fazem parte apenas do passado, mas também do presente e do futuro do Brasil.</p><p>Sua história, resistência e saberes são fundamentais para compreender a formação do país.</p><p>Reconhecer e valorizar os povos indígenas é reconhecer a diversidade cultural e a importância da preservação da vida.</p><p><br></p><p><strong>Aluno: Abner Xavier Santos, 1º ano A</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://elvis.padletcdn.com/1/fetch/e_in/hive-data-prod-cdn.thehive.ai/image_generation%2F44162%2Fc4b61ca0-8d98-11f0-add2-fda578170851%2Fimage0_1024_1024.png?Expires=1772986772&amp;Policy=eyJTdGF0ZW1lbnQiOlt7IlJlc291cmNlIjoiaHR0cHM6Ly9oaXZlLWRhdGEtcHJvZC1jZG4udGhlaGl2ZS5haS9pbWFnZV9nZW5lcmF0aW9uJTJGNDQxNjIlMkZjNGI2MWNhMC04ZDk4LTExZjAtYWRkMi1mZGE1NzgxNzA4NTElMkZpbWFnZTBfMTAyNF8xMDI0LnBuZyIsIkNvbmRpdGlvbiI6eyJEYXRlTGVzc1RoYW4iOnsiQVdTOkVwb2NoVGltZSI6MTc3Mjk4Njc3Mn19fV19&amp;Signature=SRBStnqXKk5dXoerNLv~iR~vugKV2v9x9SfLfq8V808uTWicUmDCWeSlGqIMzrFS3Y5Cq8zQF1HRrN5Dcsyh9G~saLqyC8nU6XvMkaUcAVCUCYQKIGpwqqsbxj2eRA5g76qdY8Z-RvHtRkWb0j5Ujc~GzrNcnsXwuzXriPoQhlhLed17HyDYc3uo9Oqa6wFLc40OUPbVSjqWRYFDK8CteFlFWcG8Y4S02g2IV7URLo6Tvyr9wLCzoNC5UDKSQW9FPOHonbpfMUhy26wr7qTV8Cdg0RDeZcdu0EBztvR81GlyQlWtyf-w-MhIyXeVDW2UpOxpjHF1siDy0iYoRAE-ow__&amp;Key-Pair-Id=APKAIWMTNWCLWHZZ525A" />
         <pubDate>2025-09-09 16:18:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3576410500</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Essa é minha vida</title>
         <author>aninh4th</author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3576963457</link>
         <description><![CDATA[<p>   Eu me lembro como se fosse ontem, todos os dias essas lembranças me assombram como abelhas em uma colmeia. Eu era jovem, jovem demais para acreditar que em um mundo tão belo haveria tanta maldade. </p><p>Anahi, foi esse o nome escolhido pela minha mãe para me nomear, ela sempre dizia que eu seria uma mulher forte e empoderada, ele significa árvore florida que era muito usado em lendas.</p><p>   Minhas lembranças boas foram corroídas pelo medo, fui arrancada de minha aldeia, dos braços da minha mãe, os homens brancos, com seus objetos que cuspiam fogo e rasgavam a pele chegaram, totalmente sem aviso, deixando um rastro de sangue e medo por onde passavam, os mais fortes da minha aldeia tentaram impedir o óbvio, mas foi em vão. Dentre eles, um homem de olhar duro, cujo nome era Gaston, ou pelo menos era assim que os seus amigos lhe chamavam, foi ele quem me tomou como se eu fosse apenas uma coisa sem alma, apenas um objeto, a sua presença me atormenta, deixando em mim um peso que até hoje eu carrego.</p><p>   Aquele homem não levou apenas o meu corpo, levou também a minha paz, meu riso, minha inocência... Depois de tudo que ele me fez, aprendi a desconfiar do silêncio e a temer a aproximação de qualquer um. As marcas que ficaram não são visíveis como feridas ou cortes na pele, são cicatrizes gravadas na lembrança, vi como os homens poderiam ser cruéis. Naquele dia, não fui a única a ser tirada do meu lar, muitos perderam seus familiares, mortos brutalmente sem pena alguma, o sofrimento era inimaginável.</p><p>   Conto essa memória pois não quero que seja esquecida, eu sou filha da terra, e mesmo que tentem me calar, meu espírito permanece vivo, firme como a raiz de uma árvore, uma árvore florida... Ou pelo menos é nisso que tento acreditar dia e noite.</p><p><br/></p><p><strong>Aluna: Ana Clara Martins Neres, 1º ano A</strong></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4201627972/0c3d103dec54a3480a32c3e32bf1e475/1000033055.jpg" />
         <pubDate>2025-09-10 00:36:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3576963457</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Barco para o Hell da morte </title>
         <author>elisz4sem</author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3580893109</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Dia 1 no Hell da Morte </strong></p><p><br/></p><p>Faz pelo menos três luas que estou aqui. Arrancaram-nos, a mim e à minha família, do nosso lar. Espancaram minha mulher e minha filha, diante dos meus olhos, mas tudo o que pude fazer foi observar, amarrado em cordas fortes como aço. Não fui capaz de protegê-las, fui inútil, um fracasso como pai e marido; não fiz jus ao meu nome. Meus gritos de desespero não foram suficientes para afastá-los.</p><p><br/></p><p>Agora, neste barco grande, mas ainda assim apertado pela aglomeração de centenas do meu povo — todos maltratados, surrados e separados de suas famílias, assim como eu — observo em busca de Amina e Amara, para que, neste barco para o <em>Hell </em>da Morte, pelo menos eu passe meus últimos suspiros tentando proteger quem antes falhei em proteger, para enfim me redimir.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Dia 7 no Hell da Morte</strong></p><p><br/></p><p>Depois de luas procurando minha mulher e minha filha em meio a tantas pessoas, eu as encontrei. Vê-las naquele lugar, que eu não desejaria nem para o meu pior inimigo… Um lugar deprimente, insalubre, onde somos obrigados a defecar e, no mesmo espaço, comer as sobras dos que nos trouxeram para essa situação miserável.</p><p><br/></p><p>Penso no que elas fizeram para merecer isso. Entenderia se fosse apenas comigo, pois não sou digno de tê-las, de protegê-las. Mas, e minha menininha? O que ela fez? Ela nem completou uma década de vida ainda! Não fez nada de errado para sofrer isso. E Amina? Uma mulher mais perfeita e fiel é impossível! Nenhuma delas merece isso! Ninguém aqui merece!</p><p><br/></p><p>Porém, não somos capazes de enfrentá-los. Todos os que tentaram morreram num piscar de olhos, com uma arma feita de materiais que não encontramos em nossas florestas. Não são lanças ou simples armas: é algo mais perigoso e letal. </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Dia ???</strong></p><p><br/></p><p>Nem lembro mais há quantos dias estou aqui. Parei de contar há um tempo. Sei apenas que agora a aglomeração diminuiu. Muitas pessoas se foram, mortas por doenças ou por puro sadismo desses monstros, quando estão entediados.</p><p><br/></p><p>Os corpos são jogados ao mar sem o mínimo de respeito. Mas a quem quero enganar? Eles jamais teriam respeito pelo nosso povo, enxergam-nos como meros animais — ou até menos que isso.</p><p><br/></p><p>Há algumas luas, descobri que Amara e Amina estão doentes. Confesso que queria ficar triste, mas, a esse ponto, suas mortes já se tornaram uma esperança: que possam sair desta calamidade. Um infortúnio para qualquer ser vivo. Não quero que fiquem nem mais um momento neste lugar.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>__________</strong></p><p><br/></p><p><strong>Elas se foram.</strong></p><p>Elas estavam sofrendo.</p><p>Eu quis acabar com o sofrimento delas. </p><p>Peguei a arma que os monstros usam, enquanto todos dormiam. </p><p>Apenas dois barulhos altos foram ouvidos.</p><p><br/></p><p>Agora estou aqui, esperando que os monstros me tirem também deste corpo real. Falhei como pai e marido uma segunda vez, mas esse erro foi para tirá-las deste barco para o <em>Hell </em>da Morte.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Aluna: Elisa Cristine de Oliveira Arruda, 1° ano A</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4209456258/00c771262b1f0eac7af73bfd4ff6642a/1000048244.jpg" />
         <pubDate>2025-09-11 22:11:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3580893109</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sob céus tropicais: uma carta com palavras de um navegante europeu</title>
         <author>Max_43f3</author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3582633706</link>
         <description><![CDATA[<p>Eu, um tripulante em uma viagem comum, junto a um monte de outros tripulantes e navegações, e o nosso capitão? Nada mais, nada menos que Pedro Álvares Cabral, que era um fidalgo português.</p><p>Um pouco à frente, avistamos uma ilha. Parecia que havia pessoas. No começo, me senti espantado e admirado, era minha primeira vez fora da Europa. Os marinheiros pensavam estar diante de alguma terra prometida.</p><p>Chegando perto da costa, os indígenas nos observavam com atenção. Tinham o corpo pintado, olhares firmes e uma postura serena. Não pareciam hostis, mas também não confiavam.</p><p>O capitão mandou que descêssemos. Pisamos na areia quente, e ali começou o primeiro contato. Trocas de gestos, objetos simples, e uma curiosidade que falava mais alto que o medo.</p><p>Mal sabíamos que aquele momento mudaria o rumo de toda uma terra.</p><p><br/></p><p>Ass: Um marinheiro</p><p><br/></p><p><strong>Aluna: Amanda Flores Cardoso, 1° ano A</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://elvis.padletcdn.com/1/fetch/e_in/pixabay.com/get/g5939748fadc83062523c5dea230cfb444358c1fccd0af654dcf20f865e76f517116fad628e367f0d2ff235323acbc3ca.jpg" />
         <pubDate>2025-09-12 22:25:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3582633706</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Carta -  Além do que imaginávamos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3584038520</link>
         <description><![CDATA[<p>Eu, Iracema, escrevo essas palavras com a tinta que a terra me deu e as folhas que o sol beijou.</p><p> Nossa vida era um ciclo, com as águas que correm para o grande mar. Conhecemos o tempo das chuvas e o tempo do Sol, o ciclo das sementes que brotam e dos frutos que colhemos.</p><p>Nossos cantos celebravam a natureza, nossos pajés ouviam os espíritos e nos guiavam. A terra era nossa mãe, e a respeitávamos em tudo.</p><p> Então um dia chegaram as canoas com homens de pele de outra cor e vestes estranhas, trouxeram objetos que brilhavam e falavam em sons que não dava pra entender. No início, pensamos que fossem mensageiros de tupã, para compartilhar seus saberes. Mas logo vimos que seus corações eram diferentes dos nossos. </p><p>Eles olhavam para nossas terras não com respeito, mas sim com cobiça. Queriam o ouro que reluzia em nossos rios, as madeiras que sustentavam nossas florestas. E pior ainda, queriam mudar nossa maneira de ser, nossos costumes, nossa fé. </p><p> Muitos de nós tentaram entender, tentaram conviver, mas a fome deles por aquilo que não lhes pertencia era insaciável. Começaram a nos tirar de nossas casas, a nos forçar a trabalhar como se fôssemos animais, a nos impor suas leis e seus deuses. A dor e a tristeza se espalhavam como fogo em mata seca.</p><p> Nossos guerreiros lutaram com muita força, defendendo nossos lares, nossas famílias, nossa liberdade. Mas as armas deles eram mais poderosas, e suas doenças que não conhecíamos, nos enfraqueceram ainda mais. </p><p> Escrevo isto não para chorar, mas para que as futuras gerações (se estas palavras um dia chegarem a elas) saibam o que aconteceu. Que saibam que esta terra, que agora chamam de Brasil, era nossa há muito tempo, e que fomos despejados de nossa paz. Que saibam que lutamos com bravura, mas fomos vencidos pela ganância. </p><p><br/></p><p>Iracema, uma filha da terra de pindorama.</p><p><br/></p><p><strong>Aluna: Beatriz Santos da Conceição, 1° ano A </strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1722904318/59f6341ea610a1c06604dea3836951ad/Captura_de_tela_2025_09_17_143114.png" />
         <pubDate>2025-09-14 18:23:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3584038520</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Poético Europeu XVI</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585212106</link>
         <description><![CDATA[<p>Eu, o Desbravador</p><p><br/></p><p>Homem do mundo, desbravador,</p><p>Navego mares, buscando novos portos,</p><p>Em meus olhos arde a espera de glória,</p><p><br/></p><p>Entre tesouros, guerras e fé,</p><p>Carrego em mim muitos sonhos.</p><p><br/></p><p>O Renascimento guia meu caminho,</p><p>E da antiguidade resgata a voz,</p><p><br/></p><p>Entre luzes e sombras, entre medo e angústia,</p><p>Construo no tempo meu eterno lar.</p><p>Ser humano feroz e mortal.</p><p><br/></p><p><strong>Aluna: Milena Neves, 1° ano A</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4373010703/abd02bd140b24ca7c903323a73e1f424/28c7060de45d2dd1d55968b77507683d.jpg" />
         <pubDate>2025-09-15 10:22:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585212106</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Visões do europeu sobre a Idade Moderna </title>
         <author>laryssad634</author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585234591</link>
         <description><![CDATA[<p>Pertencente à Idade Moderna </p><p>Século de expansão marítima europeia.</p><p>Vi as grandes navegações, lideradas</p><p>por meu povo </p><p>Portugal e Espanha </p><p>período do Quinhentismo </p><p>com suas mudanças </p><p>Trouxe a literatura e deixou-nos lembranças.</p><p>Em 1500, Cabral chegou ao Brasil </p><p>e a nova terra ganhou outro perfil.</p><p>Os católicos com a Europa eram dominantes </p><p>mas Lutero iniciou a Revolta Protestante </p><p>surgiram então novas vozes no caminho:</p><p>Luteranismo, Calvinismo e Anglicanismo.</p><p>A monarquia absolutista cresceu e </p><p>com ouro, prata e produtos das colônias </p><p>Espanha e Portugal se enriqueceu.</p><p>Leonardo, Michelangelo, Rafael e Camões</p><p>grandes nomes da Literatura </p><p>e muito importantes para nossa cultura.</p><p>A ciência se revolucionou</p><p>e as novas ideias nos ajudou.</p><p>Na colonização povos indígenas sofreram</p><p>com guerras, doenças e escravidão </p><p>e do pau-brasil iniciou-se a exploração.</p><p><br/></p><p><strong>Aluna: Laryssa dos Santos - 1° ano A</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/cd/ChegadaRioDJoaoVI.jpg" />
         <pubDate>2025-09-15 10:41:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585234591</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Resistir é Viver</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585241149</link>
         <description><![CDATA[<p>Eu sou Aruanã, filho da terra e do rio. Minha aldeia vivia em paz até a chegada dos grandes barcos. Pensamos que os homens brancos eram amigos, mas trouxeram doenças, armas e a vontade de dominar nossas terras. Muitos de nós morreram, outros foram escravizados. Eu guardo em minha memória a força do meu povo, para que nunca seja esquecido. Eu guardo em minha memória o som da mata, o cheiro da fogueira e a voz de meu povo. Mesmo diante da dor e da perda, resisto em lembrar quem sou. Porque enquanto eu lembrar, minha nação não morre.</p><p><br/></p><p><strong>Aluna: Elen Silva, 1º ano A</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4373092989/31b0024802e8aee551f0ff64574ea745/IMG_0254.jpeg" />
         <pubDate>2025-09-15 10:46:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585241149</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Somos Museus</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585243319</link>
         <description><![CDATA[<p>Parti dessa "revolução" onde vi o fogo, imaginei a mata, o "caixão",</p><p>Vendo português com sangue na mão, "extinção"</p><p>Pra cada africano morto com uma "coroação"</p><p>Viemos da madeira, cultura,</p><p>Ungido e de madeira, como a cultura não dá certeza?</p><p>Me tiraram da minha terra,</p><p>Não falaram onde íamos,</p><p>Bateram em meus filhos, trocaram mais ídolos,</p><p>Na viagem, eu queria ser ouvido,</p><p>Disseram que ia haver paz. Eu duvido!</p><p>Ouvi pessoas dizendo "devolva minha arte"</p><p>E eu dizia "devolva minha parte".</p><p>Após a nossa chegada nesse enorme Brasil,</p><p>Toda minha esperança e alegria sumiu.</p><p>Agora no topo dessa montanha a pele preta,</p><p>Escapar daqui é um sonho, uma ampulheta, o gatilho primitivo, a escopeta,</p><p>Em meus rins, pedras de roseta.</p><p>Colecionando brisas e cruzes, brilhos e luzes,</p><p>África somos museus, colecionando chamas num quadro, dramas num lado,</p><p>África somos museus.</p><p>Me pedem água, eu pego fogo, me devendo mágoa é o jogo, ardendo em fogo enquanto eu morro, somos museus.</p><p><br/></p><p><strong>Aluno: Aexandre Vieira da conceição, 1º ano A</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-15 10:48:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585243319</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Brasil, 1º de setembro de 1534</title>
         <author>ronnanmachadobastos37</author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585243807</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Brasil 1° de Setembro de 1534</strong></p><p><br></p><p>Eu estou em uma expedição em uma "Nova Terra", que foi dado o nome de Brasil, por conta de uma árvore chamada "Pau-Brasil". Parece ser um lugar cheio de paisagem, minérios e muitas relíquias por aqui. </p><p>O que achei muito estranho foi um povo com culturas e características completamente diferente das nossas, um povo bem "ancestral" a nós, andam nus pela mata, têm como ferramenta algo afiado e perigoso, acredito que seja um tipo de arco e flecha. Reparando bem, parece ser um povo estranho com uma linguagem engraçada.</p><p>No meu terceiro dia aqui, reparei que esse povo estava com um certo medo de mim e dos meus companheiros. Eles já estão bem desconfiados do que certamente planejamos.</p><p>Voltando no meu terceiro dia aqui, eu fui dar uma pesquisada e dei de frente com um deles. Na hora em que cruzamos, deu pra perceber a cara de medo sob o mesmo, então acabei deixando quieto essa história, mas alguns minutos depois, escutei um barulho vindo de longe... eram mais de 70 deles vindo atrás de mim. Sorte que me escondi entre as matas.</p><p>Conversei com meus companheiros a situação e resolvemos dar o nome desse povo de "índio". Contudo, como o nosso foco principal são as terras e os minérios que estão aqui, decidimos pegá-los daqui, ou melhor, vamos escravizá-los.</p><p>A partir de amanhã, eles não serão os principais donos dessa "Nova Terra".</p><p> </p><p><strong>Aluno: Ronnan Machado Bastos, 1° ano A</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4373144198/91e104776932c782050cebd6a890bc30/0548a7cbbe95e164375e77e9429b036c.jpg" />
         <pubDate>2025-09-15 10:49:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585243807</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ventos da África </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585254929</link>
         <description><![CDATA[<p>Partiram com o rio de sangue, levados por mãos de ferro e ambição </p><p>A aldeia ficou muda nas manchas até os tambores calaram o som </p><p><br/></p><p><br/></p><p>Pobre mãe africana, chorou tanto</p><p>Seus filhos perdidos ao vento </p><p>Os mares levaram todos os seus nomes</p><p>Mas o chão abraçou o lamento </p><p><br/></p><p>Entrelaçaram com lágrimas, os panos</p><p>Imprimiram suas saudades na madeira </p><p>Os grios contaram as crianças </p><p>"Um dia, voltarão pela esteira"</p><p><br/></p><p>Cantamos seus nomes na fogueira </p><p>Lançamos suas vidas no chão </p><p>Lembramos seus rostos na memória </p><p>Plantamos seus caminhos na palmeira </p><p><br/></p><p>Mesmo que o mar não os traga de volta</p><p>Nossas canções serão seus lares </p><p>Quem toca no tambor e da mata</p><p>Nunca se destrói, apenas passa!</p><p><br/></p><p><strong>Aluna: Juliana Cristina da Silva - 1° ano A</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://elvis.padletcdn.com/1/fetch/e_in/pixabay.com/get/g000df711476d3efd647c1205cc69851d85e1653caade84704a2374d965a3d838f9a5613cdff3a2fc256484440266acfc.jpg" />
         <pubDate>2025-09-15 10:56:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585254929</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ponto de vista dos indígenas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585260182</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje eu paro para pensar no que aconteceu lá atrás, quando os portugueses chegaram. É estranho imaginar: Eles pisaram aqui como se já fossem donos, sem pedir licença, sem respeitar quem já vivia nessas terras há milhares de anos.</p><p>A gente sabe, o impacto foi enorme. Tomaram nossa terra, tentaram apagar nossa língua, nossa fé, nossa cultura. Nossos antepassados sofreram, foram escravizados, mortos, enganados. E tudo isso ainda interfere na vida da gente hoje.</p><p>Muita gente pensa que isso é coisa do passado, mas não é. Até agora lutamos pra ter nossa terra reconhecida, pra manter viva nossa cultura, nomes, tradições. Carregamos uma história de resistência, porque mesmo com tudo que tentaram fazer, ainda estamos aqui. Continuamos cantando, dançando, falando nossa língua, ensinando os mais jovens.</p><p><br/></p><p><strong>Aluno: Bernardo dos Santos Souza, 1º ano A</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-15 11:00:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585260182</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Carta de despedida </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585284079</link>
         <description><![CDATA[<p>Oi, esposa e filhos!</p><p>Vocês já sabem que a chegada dos europeus ao Brasil nos marcou muito, sendo um período sombrio e complexo para nós, povos africanos. Foi uma jornada de sofrimento e desumanização. Eles levaram e escravizaram muitas de nossas regiões, nós fomos capturados através de guerras ou raptos e submetidos a condições brutais e desumanas, onde fomos acorrentados e não tinha alimento, lugares para dormir e nem espaço mesmo tinha,  e muitos de nós acabaram adoecendo e morrendo em tais condições. </p><p>Nós fomos vendidos como mercadoria para trabalhar em lavouras de cana-de-açúcar, minas de ouro e diamantes, fazendas de gado e em diversas outras. Neste processo, muitos morreram devido ao trabalho, à falta de cuidados médicos, à desnutrição e aos maus-tratos.</p><p>O risco de morte se faz constante, e eu não ando muito bem, por isso estou enviando essa carta de despedida para casa. </p><p>Amo muito você e as crianças, dê um beijo nelas por mim e cuidarei de vocês de lá de cima.</p><p><br/></p><p><strong>Aluna: Ana Clara Santos Cavalcante - 1° ano B</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://elvis.padletcdn.com/1/fetch/e_in/cdn4.picryl.com/photo/2019/10/02/african-american-family-posed-for-portrait-seated-on-lawn-d9a548-1024.jpg" />
         <pubDate>2025-09-15 11:17:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585284079</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A cor da Resistência </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585288798</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Era 1550, vivendo em nossas terras tão tranquilos,</p><p>De repente homens chegam e nos levam sem motivo.</p><p><br/></p><p>Fui levado num tumbeiro, na embarcação, </p><p>Isso era tráfico negreiro, e afetou toda uma nação.</p><p><br/></p><p>Éramos trazidos como animais, em péssimas condições, </p><p>Ficávamos de 30 a 60 dias, dentro dos porões. </p><p><br/></p><p>Vi gente minha, morrendo no caminho,</p><p>Não aguentaram chegar, até o "tal" destino.</p><p><br/></p><p>Chegamos em uma terra, onde nunca a tínhamos visto, </p><p>Falaram que tínhamos que trabalhar, e só aceitamos nosso destino.</p><p><br/></p><p>Fui junto com minha gente, obrigado a trabalhar,</p><p>E se nós não trabalhássemos, nós iríamos apanhar.</p><p><br/></p><p>Chicotadas em nossa pele, deixavam em nós marcas,</p><p>Eram cicatrizes profundas, que nada apagava. </p><p><br/></p><p>Mas não só em nossa pele, marcava em nossa alma,</p><p>Alma que gritava de dor, clamando por liberdade e uma vida mais calma.</p><p><br/></p><p>Eu tentava ser forte, pela minha gente, Mas no olhar deles, via uma vida descontente.</p><p><br/></p><p>Vida que só queria ser livre, e viver por si mesmo, </p><p>De ter gozo infinito e de poder viver sem medo.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Aluna: Vitória Silva de Jesus , 1º  ano B</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4373311162/6f49e7770eaed8959bcc0da3122b66f8/trabalho_escravo.jpg" />
         <pubDate>2025-09-15 11:21:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585288798</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Raízes e Tradição </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585289716</link>
         <description><![CDATA[<p>Sou filho da terra vermelha,</p><p>do tambor que chama o dia,</p><p>no meu peito dança a força,</p><p>na minha voz vive a poesia.</p><p><br/></p><p>Carrego a memória dos antigos,</p><p>cada passo é herança sagrada,</p><p>sou raiz que não se quebra,</p><p>sou semente sempre plantada.</p><p><br/></p><p>O sol me guia, o vento me embala,</p><p>a chuva escreve no chão,</p><p>sou rio que nunca se cansa,</p><p>sou canto, sou tradição.</p><p><br/></p><p>Planto futuro com minhas mãos,</p><p>recolho esperança em meu olhar,</p><p>sou África que respira em mim,</p><p>sou história que não vai calar.</p><p><br/></p><p><strong>Aluna: Yasmin Vitória, 1º ano B</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4373308553/86bd432f813288c14e38a3e09020d647/24730da890f9a4e288ab90ac1ebe277c.jpg" />
         <pubDate>2025-09-15 11:21:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585289716</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O Europeu sem palavras</title>
         <author>joaovictormendeslima94</author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585296921</link>
         <description><![CDATA[<p>Em uma certa Ilha ali </p><p>viviam seres que nunca</p><p>pensei que existiam.</p><p><br/></p><p>Olhando para eles, me perguntei </p><p>se eram aliados ou inimigos.</p><p><br/></p><p>Mas suas roupas </p><p>que quase escondiam nada </p><p>me deixaram intrigado.</p><p><br/></p><p>Me pergunta se será </p><p>esse o paraíso?</p><p><br/></p><p>Talvez seja, talvez não...</p><p>mas quero voltar </p><p>nessa ilha de novo, afinal</p><p><br/></p><p>Sei que vou achar muitas </p><p>riquezas e talvez ouro. </p><p><br/></p><p>A cada minuto nessa Ilha,</p><p> eu fico cada vez mais curioso 🤔💭</p><p><br/></p><p><strong>Aluno: João Victor Mendes Lima, 1º ano B</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4373254384/5b3a580f1886150040d6d0f2f8e16137/file_00000000ae2061f5b23696667b01fdae.png" />
         <pubDate>2025-09-15 11:28:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585296921</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Como chegamos ao Brasil </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585298596</link>
         <description><![CDATA[<p>Quando chegamos ao Brasil, estava um dia quente de sol, um céu azul e mar calmo e quando pisamos nessa nova terra, eu fiquei maravilhado com as plantas, cores, as frutas e flores, a língua que falam aqui e principalmente os índios. </p><p>Nunca pensei em ver coisas tão belas e naturais e com tantas possibilidades. É como se tivéssemos descoberto um novo mundo. </p><p>Ainda não sabemos o que realmente vamos encontrar aqui, mas acredito que as terras desse novo mundo que se chama “BRASIL“ poderão trazer riquezas, oportunidades e diversidade para nosso reino e todos nós.</p><p><br></p><p><strong>Aluna: Emilly Aragão, 1º ano B</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4373216865/3b8ddf705193b4d222d0a8482974db96/IMG_9721.webp" />
         <pubDate>2025-09-15 11:29:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585298596</guid>
      </item>
      <item>
         <title>SEQUESTRADA AFRICANA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585300600</link>
         <description><![CDATA[<p>     Me chamo Amina, eu vivia com minha família em nossa aldeia, perto do grande rio, onde os dias eram cheios de trabalho, mas de muita alegria. </p><p>     Mas tudo mudou quando homens brancos chegaram em grandes barcos, eles tinham armas que nunca vimos antes, eles nos pegaram como se fôssemos mercadorias, fomos acorrentados, espancados e levados para longe da nossa terra, agora eu estou aqui acorrentada em um lugar estranho, cercado de pessoas que eu não conheço e que nem fala a minha língua, me obrigam a trabalhar, eles me tiraram até meu nome.</p><p>       Eu imploro por favor, se alguém ouvir minhas palavras <em>não me esqueçam, me ajude, eu só quero voltar para casa!</em></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Autora: Isthefane Lopes, 1º ano B</strong></p><p>   </p>]]></description>
         <enclosure url="https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQ_jn1cpHzaKc07panRIMON0QNrEI3ehdRklEj0KxTXZQ&amp;s=10" />
         <pubDate>2025-09-15 11:31:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585300600</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Raça negra </title>
         <author>peueueu53</author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585301814</link>
         <description><![CDATA[<p> Eu vi meu povo sendo jogado na terra </p><p>Me pegaram e me prenderam </p><p>Com algemas duras e muita dor </p><p>Minha casa humilde, e meu sonho destruído!</p><p>Num barco de brancos fui jogado </p><p><br/></p><p>Mas dentro de mim </p><p>A minha esperança não se apaga</p><p>Tenho sangue da minha terra</p><p>Na raça, na cor e na crença </p><p>Mesmo preso, eu luto pela minha liberdade</p><p><br/></p><p>Julgaram meu corpo puro e limpo </p><p>Julgaram minha capoeira </p><p>A minha feijoada </p><p>A minha roupa </p><p>E fui marcado com nome sujo </p><p>Mas não me abalo</p><p>Só me dá força para crescer.</p><p><br/></p><p><strong>Aluno: Pedro Pinheiro, 1º ano B</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4284746734/605a82452d3f285ffb26c7c981b0d34f/images.jpeg" />
         <pubDate>2025-09-15 11:32:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585301814</guid>
      </item>
      <item>
         <title>África e história </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585303802</link>
         <description><![CDATA[<p>Contada pelos mais velhos, cujas palavras ressoavam como conselhos profundos. Usavam a força do saber ancestral e da sabedoria da vida.  A África é uma terra única. Ela é rica em diversidade, com mais de mil línguas e culturas, mas sempre com uma conexão profunda entre todos nós. A música, a dança e até mesmo os gestos do cotidiano são formas de expressão e união. Aqui, aprendemos a valorizar a vida e a celebrar a comunidade, mesmo em tempos de dificuldade.  No entanto, muitas vezes somos vistos apenas através das lentes da pobreza, da guerra ou da violência. Mas isso nunca foi tudo o que sou e nunca será. Somos muito mais do que isso. Somos filhos da terra, do sol e das estrelas, e nossas histórias são muito mais profundas.  Desde pequeno, aprendi a importância de cuidar da minha terra, de valorizar cada momento e cada gesto, por menor que fosse. Isso é o que realmente importa, mãe.</p><p><br/></p><p><strong>Autor: José Henrique Silva Santiago, 1º ano B</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://elvis.padletcdn.com/1/fetch/e_in/pixabay.com/get/gb3ca8ad00e936144eea840f710d0be36428b5e9c4878c97a22bd683263cf022744c6f35791a5ce3aeb3833c3d739c2e2.jpg" />
         <pubDate>2025-09-15 11:33:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585303802</guid>
      </item>
      <item>
         <title>NA ÁFRICA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585304274</link>
         <description><![CDATA[<p>Nas vastas planícies floridas da nossa amada terra, a vida fluía em harmonia com a natureza ancestral, em um ponto solar onde os ventos se encontravam entre as árvores  nossas companheiras constantes.</p><p><br/></p><p>A força da terra unia nossa comunidade nas lutas que nos moldavam.</p><p><br/></p><p>Em dobro sonhávamos, preparando-nos para tempos de colheita e de descanso espiritual, protegidos pelos guardiões da sabedoria ancestral, compostos de histórias e pilares da linguagem.</p><p><br/></p><p>Essas histórias nos orientavam para o futuro, preservando as tradições nas raízes de cada geração  como o uso de ervas medicinais e os rituais térmicos de cultivo verde.</p><p><br/></p><p><strong>Aluno: Marcos Vinícius, 1º ano B</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4373347467/7237d118519c7a69cd2cfe157f654207/cultura_africana_1.jpg" />
         <pubDate>2025-09-15 11:34:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585304274</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Descoberta do Brasil</title>
         <author>alehandrojesus9</author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585304466</link>
         <description><![CDATA[<p>Eu já estava aqui muito antes das velas brancas regarem o horizonte. Minha gente caminhava livre, caçava, pescava e plantava. O chão que piso é o mesmo que acolheu meus ancestrais. A água dos rios já corria muito antes de alguém vir dizer que "descobriu" o que sempre foi nosso.</p><p> Eu me indigno porque chamam de descoberta na verdade foi uma invasão. Tomaram sem pedir, mandaram sem ouvir, mandaram sem respeitar, a minha terra não estava perdida para ser encontrada. Ela estava viva, pulsando e foi ferida.</p><p> Eu não aceito esse silêncio que tentaram impor, porque a história não começou em 1500, ela já estava aqui, escrita na pele do meu povo, muito antes de chamarem de Brasil.</p><p> Minha terra não foi descoberta, já existia. O que chamam de descoberta foi invasão, roubo e apagaram nossa história. Terra invadida por portugueses, foi invasão, pois já estávamos lá na época, não era considerada terra brasileira.</p><p><br></p><p><strong>Aluno: Alejandro de Jesus santos, 1º ano B</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.google.com/imgres?imgurl=https%3A%2F%2Fwww.cmsfc.ba.gov.br%2Farquivos_imagem%2Fnot_arquivo_1492706099.jpg&amp;tbnid=s6MyJZ7lOx8lfM&amp;vet=1&amp;imgrefurl=https%3A%2F%2Fwww.cmsfc.ba.gov.br%2Fnoticias%2F340%2Fdescobrimento-do-brasil-uma-historia-que-nao-foi-contada%2F%3Fpg%3D92&amp;docid=V6fMlYgqh66VtM&amp;w=500&amp;h=500&amp;hl=pt-BR&amp;source=sh%2Fx%2Fim%2Fm1%2F4&amp;kgs=5a0fa7723bb15bf1&amp;shem=isst" />
         <pubDate>2025-09-15 11:34:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585304466</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Também somos humanos! </title>
         <author>rgztnrtthf</author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585312415</link>
         <description><![CDATA[<p>  Quando eu estava na caça, pronto para acertar um grande tatu, que me daria uma bela refeição, quando estava pronto para atacar, ouvi muita gritaria, correria e bagunça, me assustei com isso tudo, que assustou o tatu também. Lá se vai minha refeição. Logo fui ver o que estava acontecendo, quando cheguei, avistei muitos olhares curiosos, também estava muito curioso, mas era difícil de enxergar com a multidão à minha frente.</p><p>   Avistei a chegada de uma canoa, meio diferente, maior e com muitos tecidos Nela havia muitos homens, eu diria homens “estranhos”, não iguais a nós, mas homens com a pele clara e rosada, com um grande excesso de vestimentas, que não havia penas e nem folhas.</p><p>   Desceram da grande canoa, falaram algumas coisas entre eles. Não entendemos nada, <em>eles sabem onde estão?</em> Olhares estranhos e curiosos lançaram sobre nós, principalmente sobre as mulheres.</p><p>   Tentaram explicar que estavam atrás de nosso chefe, o Cacique, queriam um acordo. Achei muito estranho! Eu me perguntava se eram <strong>amigos </strong>ou<strong> inimigos</strong>? Como podíamos confiar? Logo nosso Cacique apareceu na multidão, tentei avisá-lo que isso tudo estava muito estranho, eu estava desconfiado e com medo! Mas ele me disse para ter paciência e não julgar logo de cara.</p><p>   Tentaram um acordo, nos dariam itens que nunca vimos antes, mas em troca queriam conhecimento dos recursos de nossas terras. Achei suspeito, mas permaneci calado.</p><p>   Após algumas luas, ficavam agressivos, a cada coisa e conhecimento que tinham se mostravam mais raivosos. Tinha algo estranho aí!</p><p>    Começamos a nos defender e realmente achar que eram inimigos, tentamos expulsá-los, revidaram, apareceram com armas fortes, que nossos arcos e flechas não dariam conta.</p><p>   Logo chegou a guerra, é claro que eles ganharam. Com aquelas bocas escancaradas de dentes, não satisfeitos com o que já haviam, queriam <strong>mais,</strong> e <strong>mais</strong> e um pouco <strong>mais</strong>. Estávamos cobertos de ilusão, não vimos a ameaça em nossas caras.</p><p>   Após eles ganharem, discutiram sobre nos levar para algum outro lugar, ou nos obrigar a trabalhar, e se nenhum de nós aceitasse, iriam nos <strong>matar! </strong>Eu estava com muito medo e inseguro, levaram minha família, meus amigos e todos que eu amava, sobraram poucos de nós, e dos que sobraram, alguns morreram.</p><p>   Maltratados, acorrentados, amarrados e machucados, estava sendo obrigado a destruir o que eu plantei, mas se eu não fizesse, o chicote ia estralar. Enquanto lágrimas rolavam em meu rosto, lembrava e me perguntava como tudo isso aconteceu. O sangue por todo o lugar, e de meus colegas que tentaram resistir, não vou poder me despedir, mas ficarei aqui sendo obrigado a aceitar.</p><p>   Eu disse <em>“querer o meu não é roubar o seu!”</em>, logo ouvi tiro por todo o ar. Me amarraram sobre a árvore ajoelhado aos seus pés, logo vi uma grande lâmina, suja de <strong>sangue</strong>, assustado só pensei em gritar, mas eu não tinha saída, só me restava chorar.</p><p>   Assim, chorando comecei a pensar em minha família, se estariam bem, mas provavelmente não! Sofrendo na mão daquelas pessoas que não veem que também somos humanos. Eu penso se um dia tudo isso vai mudar.</p><p><br/></p><p><strong>Aluna: Maysa Gabriella, 1º ano B</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4283972895/04f5db64ab4e0d9b7072343570fe479a/image.jpeg" />
         <pubDate>2025-09-15 11:40:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585312415</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Minha viagem ao Brasil</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585314939</link>
         <description><![CDATA[<p>Quando cheguei na terra recém descoberta, pude avistar homens saindo da floresta. Esses homens pareciam estar espantados e estavam agitados. </p><p>     Saímos eu, Pedro Álvares Cabral e outros portugueses fazer uma certa "parceria". Oferecemos dinheiro, porém eles não se importavam com dinheiro. Pedro Álvares decidiu oferecer objetos como moeda de troca. Nós oferecemos um chapéu, uma carapuça que eu tinha, um espelho e mais outros objetos. Eles aceitaram. </p><p>     Nosso objetivo era descobrir o que aquela nova terra nos proporcionaria uma ótima madeira e bastante minério. Ficamos muito gratos com aquele povo que vivia ali, que agora chamávamos de "índios", nos ajudaram, pena que eles se revoltaram contra a gente, e tivemos que matar alguns e escravizar outros. Ficamos realmente tristes por isso, porém foi necessário. </p><p><br/></p><p><strong>Aluno: Ruan Rodrigues dos Santos - 1° ano B</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4373292090/19f942bfa61e2297c79688e95c09b714/file_000000009a1c61f8ac5228de87f4e40a.png" />
         <pubDate>2025-09-15 11:42:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585314939</guid>
      </item>
      <item>
         <title> Retrato da dor em moldura de ouro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585315693</link>
         <description><![CDATA[<p>Olha, vou ser sincero, Essas histórias de escravidão têm sido uma benção para nós aqui na Europa. Com as grandes navegações, descobrimos terras novas, riquezas, e, claro, um jeito fácil de fazer tudo funcionar, usando os africanos como mão de obra e funciona muito bem, diga-se de passagem .</p><p>Nós estamos levando civilização para ele, ensinando a verdadeira fé, mostrando como é viver num mundo avançado. Antes de nós, viviam como selvagens. Agora pelo menos estão servindo a um propósito maior. </p><p>Eles trabalham nas lavouras e construções e fazem isso por nós. Se não fosse por eles, nossas colônias não renderiam nada.</p><p>Tem gente que fica com esse papo de dignidade humanas, liberdade e tal, mas fala a sério, alguém precisa fazer o trabalho pesado e eles nasceram para isso, são fortes, aguentam o clima quente. Eu não vejo problema! A vida é assim! Uns mandam e outros obedecem.</p><p>Se me perguntarem a opinião, a escravidão é uma das melhores invenções dos tempos modernos e não vejo por que mudar. Cada um tem seu lugar no mundo e o deles é trabalhar para nós.</p><p><br/></p><p><strong>Aluno: Issac Costa, 1º ano B</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.worldhistory.org/uploads/images/12876.jpg" />
         <pubDate>2025-09-15 11:43:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585315693</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Povo devastado </title>
         <author>anacarolinedejesusmoraes7</author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585319104</link>
         <description><![CDATA[<p> Mataram meu parceiro, destruíram minha terra e o meu povo. Aqueles demônios brancos vestidos de formas estranhas, chegaram em grandes tábuas de madeira, segurando objetos grandes em suas mãos. Essas coisas soltavam fogo e feriam quem estivesse no caminho. </p><p> Nunca consegui entender o que diziam, pareciam tão impressionados quanto nós.  Ofereceram presentes, mostraram coisas que nunca tínhamos visto, nos ofereceram tudo que eles diziam ser bom, mas no fundo era maldade, muita maldade! </p><p> Não duvido que foram enviados por Jurupari para nos destruir, porque chegou uma hora que ficaram violentos.</p><p> Sangue por todo lugar, fogo, destruição e caos, era isso que eles faziam, aniquilavam qualquer um de nós.</p><p> -<em>Tupã, nos ajude, eu suplico, eles vão me amarrar, me prender e me levar.</em></p><p> Tentamos lutar, mas não adiantou! Eles eram fortes e assim, um deles me matou.</p><p><br/></p><p><strong> Aluna: Ana Caroline de Jesus Moraes da Silva, 1° ano B</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4373404911/fa8aca5fb56a4cbc68a86cabdd9617e0/1000143500.jpg" />
         <pubDate>2025-09-15 11:45:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585319104</guid>
      </item>
      <item>
         <title>NÓS, INDÍGENAS </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585321748</link>
         <description><![CDATA[<p>Eu estava à beira de um mar, quando eu vi pela primeira vez um tanto de canoas que nunca tinha visto antes, feitas de madeira estranha, e tinham vários panos ao redor das canoas, enormes se moviam com o vento.</p><p>De dentro da canoa, saíram homens de pele branca, cobertos por panos que brilhavam e armas que nunca tinha visto antes. Os olhos deles nos olhavam com curiosidade, como se nós fôssemos novidade para eles também.</p><p>Nós, indígenas, ficamos em silêncio nos perguntando quem eram aqueles caras. Ficamos em dúvida de quem eram. Eles estavam falando mais a língua deles, que era estranha! Eles apontavam para nossos objetos e nos ofereciam coisas diferentes.</p><p>Naquele momento, não sabíamos se traziam paz ou guerra, o mar tinha trazido para nossa terra algo novo, algo que mudaria as nossas vidas para sempre o meu povo estava prestes a se transformar.</p><p><br/></p><p><strong>Aluno: Weslei S. Silva, 1º ano B</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://share.google/images/KhG4PuuJ7ZpofklGU" />
         <pubDate>2025-09-15 11:48:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585321748</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O indígena no desenvolvimento </title>
         <author>jmaykon176</author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585326316</link>
         <description><![CDATA[<p>No século da chegada da Cruz e da ambição</p><p>eu, o indígena, tinha a mata como meu lar </p><p><br/></p><p>Vivemos da pesca e caça </p><p>Com respeito à natureza </p><p>plantava Milho e mandioca </p><p>e guardava realeza </p><p><br/></p><p>O branco europeu trouxe a cobiça </p><p>A guerra e o sofrimento para uns</p><p>Mas o canto do índio </p><p>Vive na memória e no tempo como o símbolo </p><p><br/></p><p>Pois mesmo em meio à dor </p><p>nós, indígenas, resistimos com paixão </p><p>Vocês são raízes do meu povo </p><p>Somos do Brasil e também no coração</p><p><br/></p><p><strong>Aluno: Maykon de Jesus Costa, 1º ano B</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4373255178/cc2bcbca620f63b6839c25e6c59d041a/IMG_20250915_WA0001.jpg" />
         <pubDate>2025-09-15 11:50:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585326316</guid>
      </item>
      <item>
         <title> O DIA EM QUE NOSSO MUNDO MUDOU</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585329764</link>
         <description><![CDATA[<p> Minha tia estava ensinando o nome de cada planta.</p><p>Nós vivíamos em harmonia com a natureza, por  tudo... A floresta é um lugar de paz. O sol estava forte. Estávamos ocupados com nossas vidas mesmo, sempre pescando, caçando, cuidando da terra e das crianças. </p><p>Ouvimos barulho, várias pessoas chegando em barcos. Eles vieram até nós, falando várias coisas que não entendíamos. De repente, pegaram suas armas que traziam e um barulho assustador, que machucavam de longe. </p><p>Nossa paz foi quebrada, os cantos da floresta ficaram mais silenciosos. Nossas aldeias, nossos costumes, nosso forma de viver foram ameaçados.</p><p>A terra, que sempre cuidamos com respeito, começou a ser vista por eles como algo possuído.</p><p><br/></p><p><strong>Aluna: Emanuely Freitas, 1º ano B</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4373330358/04600301df8602befa9c182bfca68468/6f12a8e3f61b114952281b44ab14c040.jpg" />
         <pubDate>2025-09-15 11:52:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585329764</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A descoberta da minha terra </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585331137</link>
         <description><![CDATA[<p>  Quando eu avistei essa Terra, nós estávamos no século XIX. Era muito verde, linda e brilhava como nunca tinha visto antes, o clima era como de uma praia quente e ao mesmo tempo como de um vento fresco e puro, mas ao chegar naquela terra avistei um povo, eles eram de cor escura, mas não muito, pareciam queimados do sol.</p><p>Ao chegar, lançavam lanças contra nós, mas mostrei a eles as nossas armas e temeram entendendo que nós éramos mais fortes. </p><p> Quando peguei o meu espelho e o mostrei para aquele povo meio estranho de aparência esquisita e sem roupas, eles ficaram impressionados com o espelho e os outros objetos.</p><p> Foi quando eu mandei avisar aos outros que descobri uma terra verde e pura, onde podemos construir um novo império.</p><p><br/></p><p><strong>Aluna: Lara Mendes Alves, 1° ano B </strong></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4373454368/3b04e1221d0b330ffe9efabcb9ff1a17/IMG_20250915_081217.jpg" />
         <pubDate>2025-09-15 11:53:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585331137</guid>
      </item>
      <item>
         <title>1500: A GRANDE INVASÃO </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585339186</link>
         <description><![CDATA[<p>Éramos uma tribo indígena comum, nas propriedades do Monte Pascoal, até que embarcações gigantes e peculiares chegaram com homem de pele pálida e utensílios que se revelavam mágicos, como o espelho, por exemplo.</p><p>No começo, pareciam inofensivos e sem segundas intenções, até que se mostraram EXPLORADORES, USURPADORES E TIRANOS, escravizando nosso povo e destruindo nosso lar em busca da ganância e dinheiro.</p><p>Logo após, tomou nossas terras sobre suas posses, nos expulsando do nosso território e construíram cidades, colônias e etc...</p><p><br/></p><p><strong>Aluno: Phyetro Henrique, 1º ano B</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4373519826/f73d0abc5f835bc67b2ee795472106de/inbound7454264054282180657.jpg" />
         <pubDate>2025-09-15 11:59:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585339186</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reconhecendo o desconhecido </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585341625</link>
         <description><![CDATA[<p>Primeiro amanhecer</p><p>Não sei quem vai ler, até porque quem eu vi crescer está mais ocupado com os peixes e com a caça que os deuses nos dão. Mas eu não! Aprendi a ler nas matas, a contar com as folhas das árvores e a usar a escrita com os mais velhos, porque ninguém pode me tirar o conhecimento.</p><p>Decidi começar a escrever para clarear o ori, principalmente agora, quando fecho os olhos e me vem uma visão estranha de uma coisa grande de madeira. Assustei-me!</p><p><br/></p><p>Segundo amanhecer</p><p>Tive aquela sensação estranha de novo, como se estivesse vivendo, mas não de verdade. Essa segunda visão me deixou atormentada: vi a coisa grande de madeira e homens brancos, iguais às nuvens. Todos estavam vermelhos e zangados, com coisas estranhas nas mãos, que pareciam lanças, mas não tinham a ponta da flecha que eu conheço. Vi a escuridão! Mas havia um homem que tinha a mesma energia de quando o vento bate nas árvores ou quando o rio flui. Mas os olhos... nada daquilo era real.</p><p><br/></p><p>Terceiro amanhecer</p><p>Já que aqui posso escrever tudo, tenho um novo conhecimento: meu pai me ensinou que o vento mostra quando a água cai do céu e quando o vento vem frio.</p><p><br/></p><p>Quarto amanhecer</p><p>Acho que recebi o dom das matas; a minha visão se tornou realidade. Eu e os servos do meu pai avistamos a coisa grande de madeira que apareceu na minha visão. Logo temi, porque os homens poderiam estar lá. Quando fui à beira da praia, ali estava a minha floresta, olhando para mim como eu olho para o rio. Soube, naquele instante, que ela era minha.</p><p>Mandei os servos do meu pai matar o resto; poderiam dar o bote a qualquer momento.</p><p><br/></p><p>Quinto amanhecer</p><p>Estou feliz! Meu pai gostou do meu homem, deu-lhe um nome — chamou-o de Caramuru, assim como o meu, que é Paraguaçu. O meu nome significa “rio grande”, porque foram as águas que me geraram. Caramuru, que vi em minhas visões, hoje está ao meu lado; disse que me amava e que logo estaríamos completos, porque a “família”, como ele chama, está para chegar. Estou ansiosa — logo estaremos completos...</p><p><br/></p><p>Sexto e penúltimo amanhecer</p><p>Tive uma visão de uma mulher com um menino nos braços. Ela me pediu para fazer uma casa para ela. Estava com frio e se chamava Virgem Maria. Caramuru mandou fazer a tal casa. Ah! Os seus amigos chegaram à aldeia; são todos estranhos e nos olham com indiferença.</p><p><br/></p><p>Último amanhecer</p><p>Não é nada daquilo que eu pensava: eles batem no meu povo! Machucaram a floresta e eu não posso fazer nada... Caramuru ordenou; eu não suporto mais isso! Prefiro tirar a minha vida a participar disso!</p><p><br/></p><p><strong>Aluna: Líndice Ketly da Silva 1º ano B</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4373206035/77dcb338ee2143ea899fd6310243b95a/591db3cf_7e52_4264_9ec3_9c6abd302832.jpeg" />
         <pubDate>2025-09-15 12:00:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585341625</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A invenção dos portugueses </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585354836</link>
         <description><![CDATA[<p>Nos tempos antigos, as tribos indígenas eram bem comuns nas propriedades do Monte Pascoal, até que embarcações gigantes e peculiares chegaram. Um homem de pele clara e utensílios que se revelavam mágicos como o espelho, por exemplo, no começo pareciam inofensivos e sem segundas intenções, até que se mostraram EXPLORADORES USURPADORES E TIRANOS escravizando nosso povo e destruindo nosso lar em busca da ganância e dinheiro, logo após tomou nossas terras sobre suas posses e nos expulsaram do nosso território e construíram cidades, colônias etc...</p><p>Tiranos escravizando nosso povo e destruindo nosso lar em busca da ganância e dinheiro. Logo após, tomou nossas terras sobre suas posses e nos expulsaram do nosso território e construíram cidades colônias e etc...</p><p><br/></p><p><strong>Aluno: Júlio César, 1º ano B</strong></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-15 12:10:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585354836</guid>
      </item>
      <item>
         <title>EU CRESCI EM EM UMA FLORESTA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585370768</link>
         <description><![CDATA[<p>Eu e o meu povo vivemos aqui há muito tempo na floresta, antes do europeu e os mapas.</p><p>Quando os brancos chegaram, eles trouxeram doença, armas, eles tentaram apagar o meu povo. Eles queimaram a casa do meu povo...</p><p>Levaram o meu povo, eles não mataram o nosso corpo,  ainda assim, resistimos muito tempo para preservar a nossa  floresta.</p><p>Durante muito tempo, eu o meu povo  ficamos calados, e fizeram todo tipo de covardia com o meu povo.</p><p>mesmo assim, eles olham e não percebem a burrada que eles fizeram com a nossa  floresta, mas mesmo assim , não ficamos calado</p><p>Vamos proteger nossa floresta, vamos permanecer aqui.</p><p><br></p><p><strong>Aluno: João Paulo Oliveira, 1º ano B</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-15 12:21:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585370768</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O desconhecido incerto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585383349</link>
         <description><![CDATA[<p>Por aqui, tudo tranquilo! Na aldeia, nunca acontecia nada de diferente. Na verdade, nada fora do normal. O normal, que digo, é o mesmo de sempre. A pesca, as buscas por frutas, a caça. Afinal não conhecíamos nada além do que estava naquela aldeia, porque aquele não era só o nosso mundo, era também a nossa realidade! Não ficávamos nos remoendo com o que havia fora da ilha. </p><p>  Em um dia como outro qualquer, avistamos algo vindo em direção à ilha, chegando cada vez mais perto, o que era estranho, porque nunca havia acontecido algo assim. Bom, quanto mais próximo, vimos que eram vários barcos, e sentimos uma ameaça enorme, pois não era comum virem barcos para a ilha, no nosso sentido de defesa pegamos as flechas, lanças, e tudo que tínhamos ali, e de repente, chegaram! Com objetos estranhos nas mãos.</p><p>  Na minha cabeça, uma mistura de medo, com dúvida, só pensava no que podia tê-los levado até a aldeia. Eles nos ofereceram e nos mostraram diversos objetos nunca vistos por nós. Provamos algo estranho, algo roxo, e com um gosto não muito agradável, então recusamos ficar com aquela bebida roxa. Gostamos dos animais pois eram familiares, no desconhecido só o conhecido é seguro! </p><p>E no final tudo era enganação, nos mataram, nos escravizaram... Tiraram tudo de nós, tiraram nossa religião, desrespeitaram nossas terras e nossas árvores. Os deuses se viraram contra nós, eles os maltratavam e agora a terra maltrata a gente, mas um dia eu tenho certeza que eles serão castigados pelos deuses das matas,  das águas e do vento!</p><p><br/></p><p><strong>Aluna: Kely Araújo dos Santos, 1º ano B</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4373206035/0dfd46373c455551446e50b437bffbed/IMG_0346.jpeg" />
         <pubDate>2025-09-15 12:29:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585383349</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Quando o Mar Virou Caminho </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585458144</link>
         <description><![CDATA[<p>No fim do século XV, a Europa pulsava como coração inquieto.</p><p>Os mares, antes limites, tornaram-se estradas abertas pela ousadia.</p><p>Caravelas cortavam as ondas como flechas de madeira e sonho,</p><p>levando consigo a fome de ouro, a sede de especiarias,</p><p>e a crença de que o mundo cabia em seus mapas inacabados.</p><p>Reinos erguiam-se em glória e guerra,</p><p>reis assinavam tratados, enquanto soldados tingiam de sangue a terra.</p><p>A fé também navegava — cruzes sobre velas brancas,</p><p>esperando converter mundos desconhecidos,</p><p>mas trazendo consigo a sombra do domínio.</p><p>Eram tempos de luz e trevas entrelaçadas:</p><p>o brilho do Renascimento, das artes e da ciência,</p><p>e o peso da intolerância, da Inquisição e da espada.</p><p>Homens de letras questionavam o cosmos,</p><p>enquanto navegadores redesenhavam continentes.</p><p>Europa mãe de descobertas e feridas,</p><p>no século XVI ergueu pontes sobre mares,</p><p>mas deixou cicatrizes profundas nas terras que tocou.</p><p>Era o tempo em que o velho mundo se expandia</p><p>e o novo mundo se transformava para sempre.</p><p><br/></p><p><strong>Aluno: Rafael Brito dos Santos, 1º ano A</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4373971276/1b4e47b786a38cdbb911f3dbede63fc9/IMG_20250915_073543.jpg" />
         <pubDate>2025-09-15 13:12:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585458144</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Voz da natureza</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585464643</link>
         <description><![CDATA[<p>Nasci à beira do rio,</p><p>onde a água mata a sede,</p><p>e a mata oferece alimento.</p><p>Caço, pesco, aprendo</p><p>com os mais velhos.</p><p>A terra é sagrada;</p><p>escuto o canto dos pássaros</p><p>e o sopro dos ventos.</p><p>Vivemos em harmonia,</p><p>pintamos o corpo, celebramos rituais.</p><p>Cada árvore, cada estrela, tem sentido.</p><p>Nossa palavra nos une,</p><p>a aldeia nos abriga.</p><p>Um dia, grandes barcos chegaram do mar.</p><p>Homens estranhos desceram,</p><p>trazendo brilhos e desconfiança.</p><p>Olharam nossa terra como se fosse deles,</p><p>sem pedir, sem entender.</p><p>Sinto medo, mas também coragem.</p><p>Carrego a força do meu povo.</p><p>Mesmo que tentem calar nossa voz,</p><p>a memória da floresta</p><p>viverá em nós.</p><p><br/></p><p><strong>Aluno: João Vitor Sousa Bonfim, 1⁰ ano A</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-15 13:15:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585464643</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Os indígenas na colonização </title>
         <author>danieledrigues160</author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585487780</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu Querido Amigo, </p><p>Escrevo para você hoje e quero compartilhar uma história sobre os povos indígenas no período da colonização no Brasil. Quando os portugueses chegaram aqui no Brasil, eles viram que já habitavam milhares de pessoas que viviam em tribos, com culturas, línguas e tradições próprias. </p><p>   No início, nós fomos vistos como aliados, pois o nosso povo ajudou os colonizadores a conhecer a terra, a caçar, pescar e a cultivar. O nosso povo também ensinou as práticas importantes, como o uso da mandioca e as construções das canoas . Mas nossa relação mudou, os colonizadores passaram a explorar o nosso povoado, impondo deveres forçados e tentando nos converter ao cristianismo.  </p><p>   Muito dos nossos desapareceram , e outros resistiram , fugindo ou lutando para defender nossas terras e nossas tradições.</p><p>   Hoje, ao olhar para essa história, vejo como nós, indígenas, naquela época fomos fundamentais para a sobrevivência dos colonizadores, e como sofremos injustiças. Isso nós faz reconhecer a importância de nossas culturas, e de lutas pelas nossas terras.</p><p>   </p><p> Com carinho, Apoena. </p><p><br/></p><p><strong>Aluna: Daniele De Souza Rodrigues, 1 ° ano A</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4219760476/8c50a5dad737d8f0d356f8c261d34341/conheca_a_franca_equinocial_colonia_que_fundou_a_cidade_de_sao_luis_2_825x510_1.jpg" />
         <pubDate>2025-09-15 13:27:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585487780</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Terra livre, Corações Cativos </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585499925</link>
         <description><![CDATA[<p>Sob o sol antigo, dançava minha gente. O rio era livre e a  mata era encantadora! O vento trazia as histórias dos ancestrais e a terra era muito produtiva, mas tudo mudou quando os portugueses chegaram. Eles vieram de embarcações, equipados com armas e espadas, também tinham um líder no comando, cujo nome era Pedro Álvares Cabral. </p><p>Quando os portugueses chegaram, trouxeram junto com eles um objeto que parecia mágico, um objeto que eles amavam e queria compartilhar com o nosso povo. Eles chamavam aquela coisa de "espelho", quando eu vi meu corpo e o da minha tribo no objeto, eu fiquei impressionado e assustado com aquilo tudo. Porém estava bom demais para ser verdade. Em troca, eles queriam nossas riquezas, mão de obra e nosso ouro, mas nós não aceitamos, resistimos e lutamos contra. Só que não foi o suficiente para deixar nosso povo em paz, pois eles estavam bem armados, preparados e treinados para qualquer situação de conflito e nossa única escolha foi servir e trabalhar para os portugueses.</p><p>   E com o passar do tempo, meu povo foi perdendo suas origens, costumes e culturas, mas não foram todos que aceitaram tudo isso, muitos fugiram e criaram suas próprias tribos, aldeias e costumes. </p><p>Os portugueses procuraram e caçavam aqueles que fugiam ou aqueles que tentavam fazer revoluções. Com isso, surgiram diversos estados, cidades e aldeias denominadas "inimigas do estado". É bastante  assustador que até nos dias atuais, existem pessoas que odeiam e desprezam o meu povo, mas estamos de pé e lutamos pelo nossos direitos. A floresta há de renascer.</p><p><br/></p><p><strong>Aluno: João Victor Antônio, 1º ano A</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4374128192/0eeb320d10919005f4e8ef54e2edfe6a/IMG_20250915_103039_686.jpg" />
         <pubDate>2025-09-15 13:32:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3585499925</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Minha chegada em Vera cruz </title>
         <author>renascer</author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3587439064</link>
         <description><![CDATA[<p>Olá, meu nome é Pedro Álvares Cabral e vou contar como conheci o Brasil.</p><p>Quando cheguei com minhas embarcações, senti medo, mas também admiração. Era uma terra rica, cheia de vida e muito diferente do que eu imaginava. No início, chamamos esse lugar de Terra de Vera Cruz, mas mais tarde ele ficaria conhecido como Brasil.</p><p>As florestas eram enormes, as cores da natureza impressionavam e logo percebemos que essa terra era especial. Fizemos contato com os povos que já viviam aqui, que nos ofereceram frutos e mostraram curiosidade por nossas roupas e objetos.</p><p>Erguemos uma cruz à beira-mar e celebramos uma missa em agradecimento. Naquele momento, percebi que essa terra marcaria a história de Portugal e teria um futuro grandioso: o nascimento de uma nova pátria, de um novo povo e de uma nova nação.</p><p><br/></p><p><strong>Aluno: Josué Afonso, 1º ano A</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/3708077912/3dcf5f82e3c40d520e30a90ca538f4ab/70ce29c2ec52dde7f46316cfc29b4eec.jpg" />
         <pubDate>2025-09-16 10:48:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3587439064</guid>
      </item>
      <item>
         <title>MINHA VOZ NOSSA TERRA </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3587467851</link>
         <description><![CDATA[<p>Eu sou filha da floresta. Desde pequena aprendi a ouvir a voz dos rios e o canto dos pássaros. O vento me conta segredos antigos e as árvores são minhas professoras. O mundo de fora chama de "natureza", mas para mim é família: a água é mãe, a terra é avó, o sol é pai, a lua é irmã.</p><p><br/></p><p>Carrego no corpo os desenhos que contam a história do meu povo. Carrego na memória os ensinamentos das mulheres mais velhas, que me dizem que tudo está ligado, que nada vive sozinho. Quando caminho pela mata, não estou só: os espíritos das minhas ancestrais andam comigo.</p><p><br/></p><p>Muitos vieram de longe e tentaram apagar nossa voz, mas ela continua viva em cada palavra da nossa língua, em cada canto de ritual, em cada semente que plantamos. Eu existo porque meu povo resiste.</p><p><br/></p><p>Ser indígena é ser parte da terra e também lutar por ela. Meu coração pulsa no ritmo dos maracás, mas também no silêncio da mata. Eu sou quem sou porque pertenço a este chão.</p><p><br/></p><p><strong>Aluna: Karolainy dos Anjos, 1º ano B</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4380656388/0c0b26c6d889f0d3ca988e052046d41c/999d0778b6dc179d4c1aa403ebe1945a.jpg" />
         <pubDate>2025-09-16 11:10:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3587467851</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A voz de quem já estava aqui</title>
         <author>rakellyoliveirarocha</author>
         <link>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3589743209</link>
         <description><![CDATA[<p>E de lá surgiram eles, do meio do oceano armados com armas de fogo e lanças bem afiadas. Demorou um pouco para entendermos o que estava acontecendo. A nossa terra estava sendo invadida, ou, como dizem, estava sendo “conquistada pelos europeus”. E de dentro de grandes barcos desceram homens brancos, vestidos com roupas dos pés à cabeça e trazendo armas que faziam barulho e fogo trouxeram objetos brilhantes, mas também trouxeram medo. Nossas terras, que eram livres e nossas desde sempre, passaram a ser vista como deles. </p><p>Doeu ver os nossos povos sendo queimados e mortos por tentar impedir que a nossa terra fosse invadida e roubada. Mas sabiam que nós já estávamos aqui, nós pertencíamos a essa terra antes da invasão. E mesmo com toda a dor, a resistência nunca deixou de existir. Nós lutamos, fugimos, nos escondemos e encontramos maneiras de sobreviver diante da violência. </p><p>Muitos de nossos costumes foram apagados, mas nossa cultura, nossa língua e nossa força permanecem vivas, passando de geração em geração. </p><p>Hoje, continuamos lembrando que esta terra sempre foi nossa e que nossa história não pode ser silenciada.</p><p><br/></p><p><strong>Aluna: Rakelly Oliveira, 1º ano B</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4267806994/a873d743619107386aaebfe4d9df559f/IMG_5252.jpg" />
         <pubDate>2025-09-17 12:19:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profahelgal/2m7hwxk5ksae5qyl/wish/3589743209</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
