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      <title>Biologia by Filipa Henriques</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-02-17 20:55:26 UTC</pubDate>
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         <title>Lince-ibérico.</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/332172208</link>
         <description><![CDATA[<div>O Lince Ibérico apresenta uma distribuição geográfica e histórica fragmentada e reduzida, ocupando apenas áreas de <mark>Portugal e Espanha.<br></mark>O lince-ibérico, em 2002, foi classificado com o estatuto de <mark>"criticamente em perigo"</mark> na Lista Vermelha de espécies ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza. Sendo o <strong>felino mais ameaçado no mundo e o carnívoro em maior perigo na Europa.<br><br>Fig. 1 - Lince-ibérico (</strong><a href="https://goo.gl/images/FD92M7">https://goo.gl/images/FD92M7</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:52:06 UTC</pubDate>
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         <title>Diminuição do lince-ibérico ao decorrer dos anos, segundo um gráfico (fig. 2)</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/332172231</link>
         <description><![CDATA[<div>O lince-ibérico teve um <mark>declínio acentuado na segunda metade do século XX</mark> (fig. 2). Onde foi desaparecendo, deixando menos de 100 animais em duas populações isoladas na Andaluzia. <br>Nos últimos 20 anos, esta espécie diminuiu 80%. Desta forma pode entender-se as causas da que levaram a uma quase extinção do lince-ibérico, da sua população e consequentemente da comunidade.<br><br><strong>Fig.2</strong> - <strong>Exemplares de lince-ibérico em liberdade </strong>(<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Lince-ib%C3%A9rico#/media/Ficheiro:Grafico_Lince.jpg">https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Lince-ib%C3%A9rico#/media/Ficheiro:Grafico_Lince.jpg</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:52:18 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Causas da extinção do lince-ibérico.</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/332172247</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Quais são as principais ameaças para a extinção dos linces-ibéricos? </strong></div><ul><li><mark>Regressão da principal presa</mark>;</li><li><mark>Deterioração do seu habitat</mark>.</li></ul><div> A <strong>diminuição do coelho bravo</strong> (principal presa do lince-ibérico), deu-se devido:</div><ol><li> ao aparecimento de doenças virais; </li><li>ao abandono de campos agrícolas; </li><li>às extensas práticas modernas agrícolas;</li><li>alguns incêndios.</li></ol><div> Que levaram a um <strong>decréscimo nas populações de coelhos-bravos </strong>superiores a 80%.</div><div>  Uma vez que o alimento dos linces estaria afetado por uma doença, estes rapidamente também foram afetados. Em 2013 verificou-se a <strong>presença de uma bactéria resistente a antibióticos no trato digestivo do lince-ibérico</strong>, o que pode levar a que infecções perigosas sejam de difícil tratamento e, consequentemente, levem à <strong>diminuição da aptidão física do animal</strong>. </div><div>Para além destas ainda existem outras como:</div><ul><li>O facto dos <mark>linces-ibéricos serem vulneráveis</mark> -&gt; ficando <strong>incapazes de se reproduzirem</strong>, de <strong>achar alimento</strong>;</li><li><mark>Áreas onde viviam foram destinadas à produção florestal intensiva e a campos de pastagem</mark>.</li><li><mark>Construção de estradas, caça ilegal, o envenenamento, o atropelamento, os incêndios florestais </mark>e a ideia de que os <mark>linces podem acabar como os coelhos que o homem caça.</mark></li></ul><div>  <br> Isto tudo tem assim contribuído para este processo de extinção, sendo estes, fatores de origem antrópica.<br><br><strong>Fig.3 - Lince-ibérico e a sua principal presa (</strong><a href="http://linceemportugal.blogspot.com/p/comportamento.html"><strong>http://linceemportugal.blogspot.com/p/comportamento.html</strong></a><strong>)</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:52:28 UTC</pubDate>
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         <title>União entre Portugal e Espanha.</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/332172268</link>
         <description><![CDATA[<div>Sendo assim, entendemos, a partir da análise e interpretação dos fatores que conduziram o lince-ibérico à beira de extinção, a necessidade da colaboração entre Portugal e Espanha no sentido de promover o desenvolvimento da espécie.<br><br><strong>Fig. 4 - Distribuição geográfica do lince-ibérico entre Portugal e Espanha (</strong><a href="https://www.google.com/search?q=portugal+e+espanha+lince+iberico&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwiSy-Cd2sPgAhUPzYUKHdy4C6MQ_AUIDigB&amp;biw=1920&amp;bih=920#imgdii=QKlkPnOG17iBqM:&amp;imgrc=9h5Kp-v0CzxdcM:"><strong>https://www.google.com/search?q=portugal+e+espanha+lince+iberico&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwiSy-Cd2sPgAhUPzYUKHdy4C6MQ_AUIDigB&amp;biw=1920&amp;bih=920#imgdii=QKlkPnOG17iBqM:&amp;imgrc=9h5Kp-v0CzxdcM:</strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:52:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A &quot;colaboração perfeita&quot;.</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/332172289</link>
         <description><![CDATA[<div>Como exemplo desta união foi a 3 de Agosto do ano passado no incêndio de Monchique que acabou por chegar ao Vale de Fuseiros, onde se encontra o Centro Nacional de Reprodução de Lince-Ibéricos (CNRI), que levou à transferência dos seus 29 linces para centros espanhóis, demonstrando assim uma "colaboração perfeita" entre Portugal e Espanha. <br><br><strong>Fig. 5 - Incêndio de Monchique (</strong><a href="https://goo.gl/images/Uwr3Un">https://goo.gl/images/Uwr3Un</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:52:49 UTC</pubDate>
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         <title>Influência Humana.</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
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         <description><![CDATA[<div>Concluímos que a influência Humana (direta ou indiretamente) é a principal causa na redução desta espécie visível na perda de habitats. <br><br><strong>Fig. 6 - Cria de lince-ibérico a ser amamentado (</strong><a href="https://www.google.com/imgres?imgurl=https://i.pinimg.com/originals/04/5b/b6/045bb6ccfe235beb86a22c184fde76bc.jpg&amp;imgrefurl=https://www.pinterest.es/pin/527554543832390994/&amp;tbnid=Y60FRjh3qxL0jM&amp;vet=1&amp;docid=Gxsjq9L0Aa7q6M&amp;w=329&amp;h=544&amp;source=sh/x/im#h=544&amp;imgdii=SU5SA1TMUv8cfM:&amp;vet=1&amp;w=329"><strong>https://www.google.com/imgres?imgurl=https://i.pinimg.com/originals/04/5b/b6/045bb6ccfe235beb86a22c184fde76bc.jpg&amp;imgrefurl=https://www.pinterest.es/pin/527554543832390994/&amp;tbnid=Y60FRjh3qxL0jM&amp;vet=1&amp;docid=Gxsjq9L0Aa7q6M&amp;w=329&amp;h=544&amp;source=sh/x/im#h=544&amp;imgdii=SU5SA1TMUv8cfM:&amp;vet=1&amp;w=329</strong></a><strong>)<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:52:58 UTC</pubDate>
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         <title>Curiosidade</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Vídeo nº1 - Libertação de um lince-ibérico num centro que separa a bacia do rio Tejo da do rio Guadiana </strong>(<a href="https://youtu.be/UTzCIvDlXuI">https://youtu.be/UTzCIvDlXuI</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:53:06 UTC</pubDate>
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         <title>Células e corantes</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
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         <description><![CDATA[<div>A utilização de corantes vitais distintos permitiu evidenciar diferentes estruturas celulares nas células da epiderme da cebola (célula eucariótica vegetal), da epiderme do caule de tradescância (célula eucariótica vegetal) e do epitélio bucal (célula eucariótica animal). <br>Assim, no sentido de destacar as diferentes estruturas celulares utilizou-se: </div><ul><li>O corante <mark>vermelho-neutro;</mark></li><li>O corante <mark>azul-de-metileno</mark> ;</li><li>O corante <mark>água iodada .</mark></li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 21:04:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/334628107</link>
         <description><![CDATA[<div>Imagem 1.1.- Observação das células da epiderme da cebola ao MOC com corante água iodada, ampliação total 400x.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 21:23:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/334628331</link>
         <description><![CDATA[<div>Imagem 2.1- Observação das células da epiderme da cebola ao MOC com corante vermelho-neutro, ampliação total 400x.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 21:25:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/334628546</link>
         <description><![CDATA[<div>Imagem 3.1- servação das células da epiderme da cebola ao MOC com corante azul-de-metileno, ampliação total 400x.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 21:27:16 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Diferenças entre a célula animal e vegetal visíveis ao MOC</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/335152503</link>
         <description><![CDATA[<div>Laboratorialmente, utilizamos os corantes para confirmar as diferenças a nível estrutural das diferentes células, são estas: </div><ul><li> As células da cebola (células eucarióticas vegetais) têm forma definida e aproximadamente geométrica (retangulares), devido à presença de parede celular, enquanto que as células do epitélio bucal (células eucarióticas animais) apresentam formas aproximadamente circulares, podendo sofrer alterações, devido à ausência de parede celular;</li><li>Nas células da cebola e da tradescância o núcleo ocupa, geralmente, uma posição periférica (junto à membrana plasmática), devido à presença de um grande vacúolo que ocupa quase a totalidade do citoplasma, “empurrando” o núcleo e restantes organelos contra a membrana plasmática.<br>Nas células do epitélio lingual o núcleo ocupa, geralmente, uma posição central, uma vez que não existem organelos demasiado grandes para o “empurrar” contra a membrana plasmática;</li><li>O vacúolo presente na célula vegetal apresenta maior dimensão do que aquele que se encontra presente na célula animal.</li><li>As células vegetais apresentam cloroplastos e as células animais não;</li><li>Ambas as células possuem núcleo, membrana celular e citoplasma.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-26 00:19:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Células</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/335653451</link>
         <description><![CDATA[<div>A <mark>célula</mark> é a unidade básica estrutural e funcional de todos os seres vivos. Esta pode ser dividida em dois grupos de células:</div><ul><li>Eucarióticas;</li><li>Procarióticas. </li></ul><div>O grupo de <mark>células eucarióticas</mark> encontra-se subdividido em dois tipos:</div><ul><li><mark>Animais;</mark></li><li><mark>Vegetais.</mark></li></ul><div><br><strong>Fonte:</strong><br>Caderno diário.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-26 21:23:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células Eucarióticas</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/335657283</link>
         <description><![CDATA[<div>As células eucarióticas são mais evoluídas e complexas, com vários organelos delimitados por membranas. Possuem um núcleo bem individualizado do citoplasma, delimitado por invólucro nuclear.<br>Possuem um elevado número de organelos membranares (delimitados por membranas), ou seja, possuem um sistema endomembranar.<br>Os organismos que são constituídos por células eucarióticas dizem-se <mark>seres eucariontes.</mark><br><br><strong>Fonte:</strong><br>Caderno diário.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-26 21:33:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células eucarióticas vegetais</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/335661362</link>
         <description><![CDATA[<div>Nestas células os diferentes corantes evidenciam:</div><ul><li>A água iodada evidencia a <mark>parede celular </mark>(imagem 1);</li><li>O vermelho-neutro evidencia o <mark>vacúolo</mark> (imagem 2);</li><li>O azul-de-metileno evidencia o <mark>núcleo</mark> (imagem 3).</li></ul><div>Na aula foram observadas ao MOC células vegetais na epiderme da cebola (imagem 1,2,3) e no caule de tradescância (imagem 4). Assim, observamos com maior clareza a parede celular, os vacúolos e os cloroplastos que não se observaram nas células eucarióticas animais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-26 21:46:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/335662672</link>
         <description><![CDATA[<div>Imagem 1.2- Esquema das células da epiderme da cebola com corante água iodada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-26 21:51:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/335663048</link>
         <description><![CDATA[<div>Imagem 2.2- Esquema das células da epiderme da cebola com corante vermelho-neutro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-26 21:53:10 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/335663204</link>
         <description><![CDATA[<div>Imagem 3.2 - Esquema das células da epiderme da cebola com corante azul-de-metileno.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/321647376/6672b07e28adc49268321cabb0598e5c/53084586_300570103964671_6410706028966445056_n.jpg" />
         <pubDate>2019-02-26 21:53:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/335664347</link>
         <description><![CDATA[<div>Imagem 4.1- Observação das células da epiderme do caule de trandescância ao MOC, ampliação total 400x.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-26 21:57:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/335664755</link>
         <description><![CDATA[<div>Imagem 4.2- Esquema das células da epiderme do caule de tradescãncia.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/321647376/a9fc12fec483281bda87e64fe20d3a01/52816655_1525167450948533_2330111481401573376_n.jpg" />
         <pubDate>2019-02-26 21:59:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células eucarióticas animais</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/335668843</link>
         <description><![CDATA[<div>Nas células da epiderme do epitélio bucal foi utilizado o corante azul-de-metileno para, assim como nas células vegetais, realçar o<mark> núcleo</mark><br>(imagem 5). </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-02-26 22:11:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/335670034</link>
         <description><![CDATA[<div>Imagem 5.1- Observação das células do epitélio bucal, com azul-de-metileno, ampliação de 400x.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/321647376/b3c8a05501cb1319567835d462e104df/53207644_2247716428836919_1034074983522893824_n.jpg" />
         <pubDate>2019-02-26 22:14:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/335670387</link>
         <description><![CDATA[<div>Imagem 5.2- Esquema das células do epitélio bucal com corante azul-de-metileno. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/321647376/9ceb10c5b1dade3ee4f1094955c262be/52991281_798744937125390_7517305168824631296_n.jpg" />
         <pubDate>2019-02-26 22:15:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Outras diferenças</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/335675904</link>
         <description><![CDATA[<div>Embora não visíveis ao MOC, existem outras diferenças e semelhanças entre estes dois tipos de células. </div><ul><li>Ambas as células têm ribossomas, retículo endoplasmático, mitocôndrias, complexo de Golgi e citoesqueleto;</li><li>A célula animal tem lisossomas e centríolos enquanto que a célula vegetal não tem.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-26 22:36:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Osmose</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/338150383</link>
         <description><![CDATA[<div>Ocorre sempre a favor do gradiente, no sentido de igualar as concentrações nas duas faces da membrana. Não envolve gasto de energia. <br>Osmose é a difusão de moléculas de água entre dois meios, separados por uma membrana, que é permeável à água e pouco permeável ou impermeável às substâncias dissolvidas, solutos.<strong><br></strong>A pressão necessária para contrabalançar a tendência da água se mover de uma solução com elevada concentração de moléculas de água para uma solução com baixa concentração de moléculas de água designa-se: <mark>Pressão Osmótica.<br></mark><strong>Fonte:<br></strong>https://www.sobiologia.com.br/conteudos/Citologia/cito8.php</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-05 21:21:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/338178781</link>
         <description><![CDATA[<div>Os meios conforme o seu conteúdo em soluto têm designações diferentes:</div><ul><li><mark>Meio isotónico</mark>, a concentração de soluto é igual nos dois meios;</li><li><mark>Meio hipertónico</mark>, meio onde a concentração do soluto é superior em relação a outro meio.</li><li><mark>Meio hipotónico</mark>, meio onde a concentração do soluto é menor em relação a outro meio.</li></ul><div><strong>Fonte:</strong><br>https://www.google.pt/search?biw=1366&amp;bih=657&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=SAZ_XLPGGJ-d1fAPkK-GiAg&amp;q=osmose+meio+isotonico+hipotonico+e+hipertonico&amp;oq=osmose+meio+&amp;gs_l=img.3.4.0i30j0i24l4.38156.38156..43139...0.0..0.126.126.0j1......1....1..gws-wiz-img.LqHNBXY_aIA#imgrc=P4WO2WabjW1bqM:</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-05 23:24:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Discussão </title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/338183591</link>
         <description><![CDATA[<div>As células da epiderme das pétalas da Camélia, para além de possuírem citoplasma, parede e membrana celular evidentes, apresentam um vacúolo desenvolvido que contém pigmentos desenvolvidos em água, que conferem a cor característica às pétalas. <br>Assim, na preparação 1, o vacúolo apresenta grandes dimensões, ocupando praticamente toda a célula, apresentando uma cor mais clara, rosada, graças à menor concentração dos pigmentos. Assim, trata-se de um meio hipotónico, onde se verifica a entrada de água na célula, aumentando o vacúolo. As pétalas apresentam uma cor mais clara devido a pigmentos mais diluídos. As células apresentam-se <mark>túrgidas.</mark> <br>Na preparação 2, a célula foi colocada numa solução concentrada de cloreto de sódio.  A água, num meio hipertónico, sai do vacúolo para fora das células, tornando-o mais pequeno. Os pigmentos da pétala ficam mais concentrados. Assim, as células apresentam-se <mark>plasmolisadas.</mark><strong><br></strong>As alterações que ocorreram na preparação 2 deveu-se, eventualmente, ao facto de a membrana celular ter permeabilidade seletiva, com maior permeabilidade à água destilada e menor permeabilidade ao NaCl. Razão pela qual saiu água destilada mais facilmente do vacúolo para o meior extracelular e o NaCl não entra na célula.<br>Não devemos generalizar os resultados destas observações, mas sim realizar novas experiências.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-05 23:48:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Comportamento celular em função do meio</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/338344314</link>
         <description><![CDATA[<div>As células animais e vegetais apresentam diferenças no seu comportamento em função do meio. </div><var>Células animais </var><div>Quando uma célula animal é colocada num meio<strong> isotónico</strong>, o fluxo de água é igual nos dois sentidos. Quando são colocadas numa <strong>solução hipotónica</strong>, o fluxo contínuo de água para o interior da célula pode levar ao aumento do volume celular para lá da capacidade elástica da membrana, acabando a célula por rebentar - <mark>Lise celular</mark>. Numa <strong>solução</strong> <strong>hipertónica</strong>, a água sai da célula, que enruga –<mark> Plasmólise.<br></mark><br></div><var>Células vegetais</var><div>Numa solução <strong>isotónica </strong>o fluxo de água é igual nos dois sentidos. Quando a célula é colocada num meio <strong>hipotónico</strong>, os vacúolos enchem-se com água, desenvolvendo uma<strong> pressão de turgescência </strong>(pressão que o conteúdo celular exerce sobre a parede da célula que por sua vez, oferece resistência a essa pressão)<strong> </strong>comprimindo o citoplasma e o núcleo contra a parede – <mark>Turgescência</mark>. Numa solução <strong>hipertónica</strong>, os vacúolos perdem água para o exterior da célula o que faz com que diminua de volume -  <mark>Plasmólise</mark><strong>.<br><br>Fonte:<br></strong>https://www.google.com/search?q=comportamento+celular+em+fun%C3%A7%C3%A3o+do+meio&amp;rlz=1C1AVNC_pt-PTPT796PT796&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwjr_83sy-3gAhVk6uAKHUHWDaUQ_AUIDigB&amp;biw=1366&amp;bih=657</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 12:55:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/338356883</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Preparação 2</strong> - <strong>Esquema</strong> das células da epiderme das pétalas da Camélia em NaCl 12% com ampliação 400x<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 13:28:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/338356987</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Preparação 1 - Esquema</strong> das células da epiderme das pétalas da camélia em água destilada com ampliação 400x.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 13:28:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/338357261</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Preparação 2 (lâmina B)</strong> - <strong>Observação </strong>de uma película da epiderme das pétalas de camélias com uma gota de solução aquosa de cloreto de sódio a 12%. <br><strong>Fonte:</strong> fotografia tirada na aula.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 13:29:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/338357353</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Preparação 1 (lâmina A) - Observação </strong>de uma película de epiderme da pétala de uma camélia com uma gota de água destilada com ampliação 400x.<br><strong>Fonte:</strong> fotografia tirada na aula.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 13:29:36 UTC</pubDate>
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         <title>Locais visitados.</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/347851516</link>
         <description><![CDATA[<div> No passado dia 8 de março de 2019, fomos de visita de estudo até Peniche devido à sua localização geográfica de grande importância científica e geológica. Assim, como alguns locais de interesse visitamos:</div><ol><li><strong>Praia de Consolação; </strong></li><li><strong>Cabo Carvoeiro;</strong></li><li><strong>Remédios;</strong></li><li><strong>Ponte do Trovão/ Praia do Abalo;</strong></li><li><strong>Papôa;</strong></li><li><strong>Baleal.</strong></li></ol><div><br><strong>Imagem 1 - Mapa de Peniche</strong><br>(<a href="https://www.viamichelin.pt/web/Mapas-plantas/Mapa_planta-Peniche-2520-Leiria-Portugal">https://www.viamichelin.pt/web/Mapas-plantas/Mapa_planta-Peniche-2520-Leiria-Portugal</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-02 22:06:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Praia de Consolação.</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/347851899</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Imagem 2</strong> - tirada pelo nosso grupo durante a visita de estudo</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-02 22:07:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cabo Carvoeiro</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/347851942</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Imagem 3</strong> - tirada pelo nosso grupo durante a visita de estudo.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/321991409/08d96b09e2a6d2970bee074aab059ff2/56205093_2413886541978610_2384926216265138176_n.jpg" />
         <pubDate>2019-04-02 22:07:20 UTC</pubDate>
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         <title>Remédios</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/347852039</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Imagem 4</strong> - tirada pelo nosso grupo durante a visita de estudo relativa a fósseis de crinoides.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/321991409/a6ed2bf897c9c798ad05856ae3863010/55892458_291493498415351_6093971836066856960_n.jpg" />
         <pubDate>2019-04-02 22:07:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ponta do Trovão/ Ponta do Abalo</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/347852266</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Imagem 5</strong> - tirada pelo nosso grupo durante a visita de estudo relativa a fosseis de belemenites.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-02 22:08:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Papôa</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/347852415</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Imagem 6</strong> - tirada pelo nosso grupo durante a visita de estudo</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-02 22:08:53 UTC</pubDate>
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         <title>Baleal</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/347852474</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Imagem 7</strong> - tirada pelo nosso grupo durante a visita de estudo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-02 22:09:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Descrição e caracterização geológica da Papôa</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/347854110</link>
         <description><![CDATA[<div>Para chegar à Papôa avançamos por um estreito com a ajuda de um passadiço. O trilho está bem sinalizado e em boas condições, ainda assim é preciso ter precaução extra devido ao vento intenso, coisa que não é rara no Oeste.<br> A Papôa, situada na península de Peniche, não é mais do que um agregado de material vulcânico (piroclastos) resultante da deposição de material expelido por um vulcão.<br>No afloramento é possível observar inúmeros fragmentos pertecentes às paredes da antiga chaminé vulcânica como calcários e arenitos.<br>Esta estrutura associada a características piroclásticas sugere que esta formação representa muito provavelmente um resto de um cone vulcânico conservado pelo colapso de uma parte do mesmo. Por outro lado, a intensidade das explosões deve ter sido bastante forte para justificar que tivessem sido arrancados grandes blocos rochosos da cobertura sedimentar.<br><br>Fontes:<br>https://www.portugalnummapa.com/papoa/<br>https://os5dabioegeologia.blogs.sapo.pt/9190.html</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-02 22:17:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Papôa</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/348005467</link>
         <description><![CDATA[<div>Na costa norte de Peniche surge uma pequena península com calcário e brecha vulcânica, conhecida por ilhéu da Papôa. <br>A paisagem litoral observada ao longo da costa de Peniche é constituída por estruturas geológicas, bem delimitadas geograficamente que, pela sua favorável localização, conteúdo, pecularidade ou mesmo raridade, apresentam elevado valor científico, educativo, cultural, paisagístico e geoturístico.<br>É local de pesca bastante procurado, proporcionando, também, belas vistas para o mar. O ilhéu da Papôa marca o início da praia do Baleal, é refúgio dos surfistas quando o vento sopra de SW (Sudeste) e é também um excelente local para observação de aves marinhas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-03 11:13:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão sobre a visita de estudo.</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/348015064</link>
         <description><![CDATA[<div> Com esta visita de estudo conseguimos observar diferentes aspetos geológicos ao vivo, o que tornou a geologia mais dinâmica. Assim conseguimos interagir com os outros alunos e professores enquanto descobrimos mais sobre a geologia no nosso país.<br> Para além disso, memórias fantásticas foram feitas, cheias de sorrisos e brincadeiras o que a nosso ver foi a cereja no topo do bolo.<br><strong>Imagem 9</strong> - fotografias tiradas ao longo da visita a Peniche.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-03 11:52:47 UTC</pubDate>
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         <title>ESTOMAS</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/366664886</link>
         <description><![CDATA[<div>O <mark>estoma</mark> é uma descontinuidade da epiderme das folhas pela qual se efectuam trocas gasosas com a atmosfera. Situam-se essencialmente na página inferior destas, sendo mais abundantes nas folhas e caules jovens, e são constituídos por duas células epidérmicas diferenciadas chamadas estomáticas ou células guarda, entre as quais se situa um orifício, o ostíolo, cuja abertura pode ser regulada.<br><strong>Fonte:</strong><br>Manual "Biologia 10"</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 09:39:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fatores que influenciam a abertura e fecho de um estoma </title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/366667219</link>
         <description><![CDATA[<div>É fundamentalmente o grau de turgescência nas células-guarda que condiciona o grau de abertura dos estomas.</div><div>A variação de turgescência, através da concentração de alguns iões, pode ser provocada por diferentes fatores:</div><ul><li>Luz;</li><li>concentração de iões;</li></ul><div><mark>Fatores ambientais</mark>:</div><ul><li>Temperatura;</li><li>vento;</li><li>condições do solo;</li><li>humidade relativa da atmosfera.</li></ul><div><strong>Fonte</strong>:<br>Apontamentos da aula.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 09:57:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Luz </title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/366670063</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><mark>Na presença de luz</mark>, normalmente, as células-guarda encontram-se túrgidas, assistindo-se à<mark> abertura</mark> do estoma. <strong>(figura 1)</strong></li><li><mark>Na ausência de luz</mark>, o inverso ocorre, verificando-se, normalmente, o<mark> fecho</mark> dos estomas. <strong>(figura 2)</strong></li></ol><div>Em suma, quanto maior a intensidade luminosa, maior a abertura estomática, logo maior a transpiração.<br><strong>Fonte:</strong><br>Manual; <br>Caderno diário.</div><div><strong>Figura 1.1</strong><br><strong>Fotografia</strong> tirada ao microscópio dos estomas da página inferior da folha de Trandescentia, à luz, com ampliação 400x.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 10:17:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/366672305</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Figura 2.1 </strong><br><strong>Fotografia</strong> tirada ao microscópio dos estomas da página superior da folha de Tradescentia, na obscuridade, com ampliação 400x.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 10:34:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/366673011</link>
         <description><![CDATA[<div>Após a observação dos estomas na presença e na ausência de luz, procedeu-se a uma contagem do número destes na página inferior e superior da Tradescêntia, em três diferentes partes da observação.<br><strong>Tabela 1</strong> - Número de estomas da página inferior ou superior da Tradescêntia .</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 10:41:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/366673588</link>
         <description><![CDATA[<div>Deste modo, concluímos que na parte superior da folha não existem estomas, ou se existem é em número muito reduzido.<br>Isto verifica-se uma vez que a parte inferior da folha está menos exposta aos fatores abióticos, logo permite uma melhor regulação da transpiração, visto que os estomas são responsáveis pelas trocas gasosas com o meio externo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 10:44:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Concentração de iões </title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/366673591</link>
         <description><![CDATA[<div>Como dito anteriormente, a concentração de iões afeta o grau de turgescência das células-guarda, ou seja, a abertura e fecho dos estomas. </div><ul><li>Cria um potencial de soluto dentro das células-guarda que faz com que água das células circundantes passe para elas por osmose, fazendo com que fiquem túrgidas, abrindo-se o estoma. <strong>(Figura 3)</strong></li><li>Em determinadas circunstâncias é promovida a saída de iões por difusão de dentro das células-guarda para as células circundantes. Esta difusão aumenta o potencial de água que deixa as células-guarda por osmose, tornando-se estas plasmolisadas, fechando-se o estoma. <strong>(Figura 4)</strong></li></ul><div><strong>Figura 3.1<br>Fotografia</strong> tirada ao miscroscópio dos estomas do caule de tradescêntia, em água destilada, com ampliação 400x.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 10:44:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/366677033</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Figura 4.1<br>Fotografia</strong> dos estomas do caule de Tradescêntia, numa solução de NaCl, com ampliação 400x.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 11:13:37 UTC</pubDate>
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         <title>Temperatura do ar </title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/366678252</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando a temperatura do ar aumenta, a pressão de vapor nos espaçoes intercelulares torna-se maior do que no ar que a rodeia. Assim aumenta o gradiente de difusão e a taxa de transpiração aumenta.<br><mark>Temperatura alta- estoma aberto;<br>Temperatura baixa- estoma fechado.<br></mark>Fontes: <br>Apontamentos do caderno diário.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 11:23:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vento</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/366678802</link>
         <description><![CDATA[<div>A transpiração será maior em situações de maior movimento do ar. O vento afastará o ar húmido que envolve as folhas, permitindo assim o aumento da transpiração. <br>Em suma, quanto mais vento, maior será a transpiração da planta. <br><strong>Fonte:</strong><br>Caderno diário; <br>Manual.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 11:28:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Condições do solo</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/366679377</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando o solo se torna frio, apesar de haver água disponível no solo, a absorção é mais retardada. As células do mesófilo não libertam vapor de água tão facilmente como quando estão a ser abastecidas por água. Consequentemente, a transpiração é reduzida. <br>Em suma, se a quantidade de água no solo for elevada, ocorre a abertura do estoma. Por outro lado, se a quantidade de água no solo for reduzida, verifica-se o oposto, o fecho do estoma.  <br><strong>Fonte:</strong><br>Caderno diário.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 11:34:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Humidade</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/366679861</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando a humidade do ar é menor, o gradiente entre a atmosfera e a câmara estomática é grande e a transpiração é maior.<br>Assim:</div><ul><li>quanto menor a humidade no ar, maior a abertura dos estomas; </li><li>quanto maior a humidade no ar, menor a abertura nos estomas.</li></ul><div><strong>Fonte:</strong><br>Caderno diário.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 11:39:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/366804070</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Figura 1.2</strong><br><strong>Esquema</strong> dos estomas da página inferior da folha de Tradescentia, à luz, com ampliação 400x.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 22:33:20 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/2lvc16do6o8t/wish/366804783</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Figura 2.2</strong> <br><strong>Esquema</strong> dos estomas no caule de Tradescentia, na obscuridade, com ampliação 400x.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 22:39:34 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Figura 3.2 <br>Esquema</strong> dos estomas de Tradescêntia, na água destilada, com ampliação 400x.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 22:48:24 UTC</pubDate>
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         <author>filipafernandeshenriques</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Figura 4.2 <br>Esquema</strong> dos estomas do caule de Tradescêntia, numa solução de NaCl, com ampliação 400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 22:53:19 UTC</pubDate>
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