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      <title>Highway Unicorn by Lyra</title>
      <link>https://padlet.com/mooncakke/highway_unicorn</link>
      <description>🌈 Cantinho de uma designer gráfica sonhadora ✨ entre projetos criativos, fanfics, livros, animes... e umas aventuras no mundo da programação 💻</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-06 16:23:56 UTC</pubDate>
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         <title>roda a roda Frierenzinha 😆</title>
         <author>mooncakke</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 16:44:37 UTC</pubDate>
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         <title>✨</title>
         <author>mooncakke</author>
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         <description><![CDATA[<p>어둠보단 밝음이 더 크잖아</p><p>너의 가치를 너가 잘 알잖아</p><p>You know the darker the day, the more you shine</p><p>어두움이 지나 밝은 하루가</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 18:10:07 UTC</pubDate>
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         <title>Decorations 🎨</title>
         <author>mooncakke</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>enfeites</strong> ✨</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-22 13:54:27 UTC</pubDate>
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         <title>I&#39;m a straight up villain 🫦</title>
         <author>mooncakke</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-05-22 14:29:43 UTC</pubDate>
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         <title>Games 🎮</title>
         <author>mooncakke</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>gachas</strong> ✨</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-22 15:36:20 UTC</pubDate>
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         <title>animes &amp; mangas ☕</title>
         <author>mooncakke</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>links</strong> ✨</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-22 15:36:51 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>#Capítulo 1 – Nova Vida, Novos Encontros</title>
         <author>mooncakke</author>
         <link>https://padlet.com/mooncakke/highway_unicorn/wish/3469340951</link>
         <description><![CDATA[<p>"Okay, aqui estou eu me mudando mais uma vez de cidade nessa minha vida montanha-russa..." Erza murmurou para si mesma enquanto olhava pela janela do avião que descia em Vancouver. A cidade se estendia diante dela como um mapa de possibilidades, luzes cintilando na tarde cinzenta do Canadá. "Graças ao meu 'bom' pai diplomata que, segundo ele, família tem que estar unida até nas mudanças devido ao seu trabalho."</p><p>Ela suspirou, admitindo mentalmente que não era obrigada a deixar os poucos amigos e sua vida para trás, mas fazer o quê? Ainda era menor de idade. "E lá vamos nós... próxima parada Vancouver. Espero me adaptar dessa vez. Nebraska não foi um lugar tão agradável."</p><p>O avião finalmente aterrissou, e Erza sentiu um misto de ansiedade e excitação pulsando no peito enquanto puxava sua mala pelo aeroporto. A brisa fria da cidade a envolvia, e o som distante do trânsito parecia prometer um novo começo. No meio da confusão típica do aeroporto, uma mensagem no celular a fez sorrir: era de Kagura Mikazuchi, sua ex-namorada e agora amiga próxima. Elas tinham terminado de forma amigável alguns meses atrás, mas a ligação entre elas nunca se quebrou completamente. Kagura havia insistido para que Erza fosse direto para sua casa antes de qualquer coisa — um lugar seguro para ela se acomodar e recuperar as energias.</p><p>Erza saiu do aeroporto e, em pouco tempo, estava batendo na porta da casa aconchegante de Kagura, no coração de Vancouver. Assim que a porta se abriu, Kagura sorriu calorosamente e a abraçou forte.</p><p>— Você chegou! Eu estava esperando por você — disse Kagura, com aquela voz calma e segura que Erza sempre admirou.</p><p>— Estou exausta, mas feliz de estar aqui — respondeu Erza, retribuindo o abraço. — Senti sua falta.</p><p>As duas passaram um tempo conversando sobre as novidades, lembrando dos momentos bons e dividindo expectativas para o futuro. Kagura, com seu jeito gentil, ajudou Erza a se sentir em casa novamente.</p><p><strong>Algumas semanas depois</strong></p><p>Já estabelecida na nova cidade, Erza começou a explorar a vizinhança. Foi quando conheceu dois irmãos que moravam próximo à sua casa. Gray, um geek metido a besta, e sua irmã que aparentemente parecia uma hipster movida a maconha. Segundo ela, "a vida é pra se viver". Erza tinha que admitir que a garota tinha aquele ar de popular underground, mas não era alguém com quem se envolveria, ainda mais sendo sua vizinha. Não queria ninguém a vigiando.</p><p>Gray tentou dar uma cantada nela, mas Erza deixou bem claro:</p><p>— Sou lésbica, okay?</p><p>Ela riu da cara de pasmo dele enquanto sua irmã lhe dava um sorriso cúmplice.</p><p>Foi durante uma festa que Gray e sua irmã a convidaram que tudo mudou. Kagura havia sugerido que fossem juntas — um jeito de Erza conhecer gente nova e se soltar um pouco. A casa estava cheia, música alta pulsava pelos cômodos, luzes coloridas dançavam pelo salão, e o ambiente fervilhava de energia jovem e vibrante. Erza se sentia ligeiramente deslocada no meio de tanta gente nova.</p><p>Ela estava parada perto da escada quando viu uma garota loira, branca como a neve, se aproximando. Erza pensou que só podia ser uma deusa. Não estava preparada para aquela aparição que parecia irradiar uma aura magnética.</p><p>— Oi — disse a garota, com um sorriso caloroso e aberto.</p><p>— Oi — Erza respondeu, sentindo-se estranhamente nervosa e um calor inesperado no peito.</p><p>Era como se não soubessem como agir naquele momento. A garota pegou uma bebida e se sentou ao lado de Erza na escada. Passaram longos cinco minutos em silêncio, até que ela finalmente falou:</p><p>— Soube que você veio de Nebraska, verdade?</p><p>Erza respondeu meio sem jeito:</p><p>— Sim, morei um ano lá antes de vir para cá.</p><p>— Adoro Nebraska — a garota sorriu, e Erza sentiu o coração acelerar. — Foi onde meus pais se conheceram. Passei minhas férias do ano passado lá, na casa de campo da minha família. Parece ser um lugar bem tranquilo comparado a Vancouver.</p><p>Erza não sabia o que falar ou como agir perto daquela garota, então deu um sorriso e disse:</p><p>— Sim, realmente é um lugar bem zen... Me desculpa perguntar, mas você chegou de viagem de lá?</p><p>Ficou um pouco envergonhada por estar se metendo na vida dela, mas a garota parecia não se importar.</p><p>— Não — ela respondeu sorrindo. <em>Nossa, como ela é linda</em>, Erza pensou. — Eu acabei de chegar do trabalho. Moro em Vancouver, mas estava em Nova York a trabalho. Sou modelo, passei três meses lá, mas tenho minha vida aqui e a escola.</p><p>Erza ficou se perguntando quantos anos ela tinha, achando que devia ter sua idade já que estava na mesma escola.</p><p>— E você está gostando da festa? — a garota perguntou, seus olhos curiosos fixos em Erza.</p><p>— Sim, estou. Até agora nada a reclamar — Erza respondeu, querendo perguntar mais sobre ela, mas sem querer abusar muito.</p><p>— Você vai gostar daqui. É um bom lugar, tem ótimas festas, bem mais animado que Nebraska — ela riu. — Aliás, o que a fez se mudar de lá?</p><p>— Meu pai é diplomata, então estamos sempre nos mudando. Esse é o lugar da vez.</p><p>A conversa fluía naturalmente entre elas. Era como se fossem o encaixe perfeito. Erza não queria parar esse momento e sentia que ela também não. Começaram a conversar sobre música, sobre coisas que gostavam, e a noite se passou tão rápido que mal perceberam.</p><p>Quando finalmente olharam o relógio, já eram 3:30 da manhã. Algumas pessoas estavam indo embora quando a garota disse:</p><p>— Seja bem-vinda, Erza. Adorei te conhecer, mas tenho que ir para casa. Vim direto para a festa e meus pais devem estar malucos.</p><p>— Também adorei te conhecer... — Erza parou, percebendo que ainda não sabia seu nome.</p><p>— Mira — ela disse, sorrindo com uma naturalidade encantadora. — Meu nome é Mira.</p><p>— Bem-vinda de volta, Mira — Erza disse, sentindo o nome escorrer suavemente de seus lábios. — Nos vemos na escola?</p><p>— Sim, é claro — Mira piscou, e Erza sentiu o mundo pausar por um segundo.</p><p>Mira pediu um táxi e se foi, enquanto Erza caminhava para casa sozinha, pensando na semana que teve e principalmente em Mira. Uma sensação estranha e boa tomava conta do seu peito, como se algo especial estivesse apenas começando. Era o começo de algo que nenhuma das duas podia prever, um encontro que mudaria tudo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 13:57:12 UTC</pubDate>
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         <title>#Capítulo 2 – Primeiras Impressões</title>
         <author>mooncakke</author>
         <link>https://padlet.com/mooncakke/highway_unicorn/wish/3469391866</link>
         <description><![CDATA[<p>Erza acordou no dia seguinte com uma sensação estranha no peito, como se algo especial estivesse prestes a acontecer. A lembrança do olhar de Mira na festa ainda ecoava em sua mente enquanto se arrumava para o primeiro dia na nova escola.</p><p>Depois de se despedir de Kagura, que insistiu em deixá-la na escola, Erza caminhou pelos corredores tentando se orientar. Vancouver definitivamente era diferente de Nebraska — mais agitado, mais vibrante, mais... vivo.</p><p>Foi quando esbarrou em dois irmãos perto dos armários. O garoto, de cabelos escuros e óculos, a olhou de cima a baixo com um sorriso presunçoso.</p><p>— Você deve ser a garota nova — disse Gray, se aproximando com aquela confiança típica de quem se acha irresistível. — Sou Gray, e essa é minha irmã mais velha, Mira.</p><p>Erza quase engasgou quando viu quem estava ao lado dele. Era ela — a garota da festa, ainda mais linda sob a luz natural que entrava pelas janelas da escola.</p><p>— Oi — disse Mira, com aquele mesmo sorriso caloroso da noite anterior. — Parece que nos encontramos de novo.</p><p>Gray tentou puxar conversa, claramente interessado, mas Erza o cortou educadamente:</p><p>— Desculpa, Gray, mas eu sou lésbica.</p><p>A cara de surpresa do garoto fez Mira rir baixinho, e Erza sentiu seu coração acelerar com aquele som. Gray saiu de cena rapidamente, ainda processando a informação, e as duas ficaram sozinhas no corredor.</p><p>— Então... — Mira disse, encostando-se nos armários. — Que coincidência nos encontrarmos aqui.</p><p>— Mesmo — Erza respondeu, tentando soar casual apesar do nervosismo. — Você estuda aqui há muito tempo?</p><p>— Alguns anos. Na verdade, eu acabei de voltar de Nova York. Trabalho como modelo e passei três meses lá, mas Vancouver é minha casa.</p><p>Erza ficou impressionada, mas não surpresa. Mira tinha mesmo aquele porte e beleza que chamavam atenção.</p><p>— E você? O que a trouxe para cá? — Mira perguntou, genuinamente curiosa.</p><p>— Meu pai é diplomata — Erza explicou. — Estamos sempre nos mudando. Vim de Nebraska, mas sinceramente... já estou gostando mais daqui.</p><p>— Nebraska deve ser bem diferente deste caos — Mira riu, gesticulando para o corredor cheio de estudantes.</p><p>— Bem diferente — Erza concordou. — Mas acho que vou me adaptar.</p><p>O sinal tocou, interrompendo o momento, mas antes de se separarem, Mira tocou levemente o braço de Erza.</p><p>— Nos vemos por aí — disse, com um olhar que fez Erza se sentir especial.</p><p>Enquanto caminhava para sua primeira aula, Erza não conseguia parar de sorrir. Talvez Vancouver fosse exatamente o que ela precisava.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 14:35:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>#Capítulo 3 – A Festa na Piscina</title>
         <author>mooncakke</author>
         <link>https://padlet.com/mooncakke/highway_unicorn/wish/3469392492</link>
         <description><![CDATA[<p>Algumas semanas se passaram, e Erza já estava se acostumando com a rotina da escola. Ela e Mira tinham algumas aulas juntas, e seus olhares se cruzavam constantemente pelos corredores. Havia uma tensão no ar entre elas, algo não dito que pairava em cada conversa casual.</p><p>Foi quando Cana Alberona, uma garota extrovertida que Erza havia conhecido através de Lucy, a convidou para uma festa na piscina em sua casa.</p><p>— Vai ser épico — disse Cana, com aquele jeito animado que lhe era característico. — Todo mundo vai estar lá, incluindo nossa top model favorita.</p><p>Erza sentiu o coração disparar ao saber que Mira estaria na festa.</p><p>Na noite da festa, a casa de Cana estava em clima total de verão. Luzes coloridas refletiam na água da piscina, música alta pulsava pelos alto-falantes, e jovens se divertiam por toda parte. Erza chegou um pouco nervosa, mas logo foi recebida calorosamente por Cana e Lucy, que já estavam visivelmente animadas.</p><p>— Erza! — Cana gritou, correndo para abraçá-la. — Que bom que você veio! Lucy, olha quem chegou!</p><p>Lucy, uma loira de olhar inteligente e sorriso caloroso, acenou da piscina onde estava com alguns outros estudantes.</p><p>— A festa está só começando — Cana disse, entregando uma bebida para Erza. — E olha quem acabou de chegar.</p><p>Erza virou-se e viu Mira entrando pela porta dos fundos, radiante em um biquíni que realçava sua beleza natural. Por um momento, o mundo pareceu parar.</p><p>— Mira! — Cana gritou. — Chegou nossa estrela!</p><p>Mira acenou para todos, mas seus olhos procuraram Erza na multidão. Quando suas vistas se encontraram, ela sorriu de um jeito que fez Erza se sentir a pessoa mais importante da festa.</p><p>— Oi — Mira disse quando se aproximou, ignorando completamente as outras pessoas ao redor.</p><p>— Oi — Erza respondeu, sentindo suas bochechas corarem.</p><p>— Que bom ver você aqui — Mira continuou, sua voz mais suave que o usual. — Estava esperando que viesse.</p><p>Elas encontraram um cantinho mais reservado da festa, sentando-se na escada da piscina. O barulho ao redor parecia diminuir quando estavam juntas, como se o mundo fosse só delas duas.</p><p>— Então — Mira disse, pegando uma bebida. — Como está sendo se adaptar a Vancouver?</p><p>— Melhor do que eu esperava — Erza respondeu honestamente. — As pessoas aqui são... especiais.</p><p>Mira sorriu, entendendo a indireta.</p><p>— Soube que você veio de Nebraska. Deve ser bem diferente daqui.</p><p>— Muito diferente. Mas estou gostando da mudança.</p><p>Elas conversaram por horas, descobrindo gostos em comum, dividindo histórias e rindo juntas. A química entre elas era inegável, e quando a noite avançou e a festa foi ficando mais reservada, elas se encontraram ainda mais próximas.</p><p>Foi quando aconteceu — naturalmente, como se fosse inevitável. Mira inclinou-se e seus lábios se encontraram em um beijo suave, cheio de promessas não ditas.</p><p>Quando se separaram, ambas estavam sorrindo.</p><p>— Isso faz tempo que eu queria fazer — Mira sussurrou.</p><p>— Eu também — Erza admitiu.</p><p>Elas ficaram ali, abraçadas, olhando para o céu estrelado. Era o começo de algo lindo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 14:36:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>#Capítulo 4 – Primeiros Conflitos</title>
         <author>mooncakke</author>
         <link>https://padlet.com/mooncakke/highway_unicorn/wish/3469392933</link>
         <description><![CDATA[<p>As semanas seguintes foram como um sonho para Erza. Ela e Mira estavam oficialmente juntas, e a felicidade parecia irradiar de ambas. Na escola, elas mal conseguiam se separar, e seus amigos começaram a notar a mudança.</p><p>— Vocês duas estão grudadas — Cana comentou durante o almoço, com um sorriso malicioso. — É fofo, mas também meio enjoativo.</p><p>Lucy riu, puxando Cana para mais perto.</p><p>— Deixa elas, amor. Lembra quando nós éramos assim?</p><p>— Ainda somos assim — Cana retrucou, beijando Lucy no pescoço, fazendo-a rir.</p><p>Erza sorriu, feliz por ter encontrado um grupo de amigos tão acolhedor. Mas nem tudo eram flores.</p><p>Biska Connell, uma garota que Erza havia notado sempre por perto de Mira, começou a fazer perguntas estranhas e olhares desconfiados. Durante uma aula de educação física, ela se aproximou de Erza.</p><p>— Então, você e Mira estão... juntas? — Biska perguntou, tentando soar casual.</p><p>— Sim — Erza respondeu, sem rodeios.</p><p>— Interessante — Biska murmurou, com um tom que Erza não conseguiu decifrar.</p><p>Mais tarde, Mira explicou a situação:</p><p>— Biska e eu tivemos um relacionamento no passado — ela disse, enquanto caminhavam pelos corredores da escola. — Não deu certo. Ela era muito possessiva, e eu precisava de espaço.</p><p>— E agora? — Erza perguntou, tentando não parecer ciumenta.</p><p>— Agora somos apenas amigas — Mira respondeu, pegando a mão de Erza. — Não se preocupe com isso. Você é quem eu quero.</p><p>Apesar das palavras tranquilizadoras de Mira, Erza não conseguia deixar de sentir uma pontada de insegurança sempre que via Biska por perto.</p><p>As coisas se complicaram ainda mais quando, durante uma festa em casa de Jellal, um grupo de garotos começou a fazer comentários desrespeitosos sobre Erza e Mira. O que começou como provocações bobas escalou rapidamente.</p><p>— Olha só as sapatonas — um dos garotos disse alto o suficiente para elas ouvirem.</p><p>Erza sentiu o sangue ferver, mas antes que pudesse reagir, Gajeel se colocou entre eles e os provocadores.</p><p>— Repete isso — ele disse, com uma voz ameaçadora.</p><p>A situação ficou tensa rapidamente. Erza tentou acalmar os ânimos, mas acabou levando um empurrão que a fez bater o rosto na parede, deixando um corte na testa.</p><p>— Erza! — Mira gritou, correndo para ajudá-la.</p><p>Gajeel não hesitou e partiu para cima do garoto que havia empurrado Erza. A confusão tomou conta da festa até que finalmente os provocadores foram expulsos.</p><p>— Está tudo bem — Mira disse, examinando o corte na testa de Erza com cuidado. — Vamos cuidar disso.</p><p>No quarto de Erza, Mira limpou o ferimento com todo o carinho do mundo.</p><p>— Desculpa por isso ter acontecido — ela disse, aplicando o curativo.</p><p>— Não foi culpa sua — Erza respondeu, puxando Mira para um abraço. — Obrigada por cuidar de mim.</p><p>— Sempre — Mira sussurrou. — Sempre vou cuidar de você.</p><p>Foi nesse momento, abraçadas na cama de Erza, que Mira disse as palavras que mudaram tudo:</p><p>— Erza, eu te amo.</p><p>O coração de Erza quase explodiu de felicidade.</p><p>— Eu também te amo, Mira — ela respondeu, e elas se beijaram como se fosse a primeira vez.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 14:36:49 UTC</pubDate>
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         <title>#Capítulo 5 – Descobertas e Intimidade</title>
         <author>mooncakke</author>
         <link>https://padlet.com/mooncakke/highway_unicorn/wish/3469393421</link>
         <description><![CDATA[<p>Depois da declaração de amor, Erza e Mira se tornaram inseparáveis. Cada momento juntas parecia precioso, e elas aproveitavam cada oportunidade para estar sozinhas.</p><p>Foi durante um fim de semana, quando os pais de Erza viajaram e Laxus havia sumido como sempre fazia, que as duas finalmente tiveram a casa só para elas.</p><p>— Finalmente sozinhas — Mira disse, abraçando Erza por trás na cozinha.</p><p>— Finalmente — Erza concordou, virando-se nos braços da namorada.</p><p>Elas passaram a manhã preparando café da manhã juntas, se beijando entre uma tarefa e outra, rindo de bobeiras e simplesmente curtindo a companhia uma da outra.</p><p>— Você fica linda com minha camiseta — Erza comentou, observando Mira usando uma regata do Guns N' Roses.</p><p>— E você fica sexy de shortinho — Mira retrucou, puxando Erza para mais perto.</p><p>A tensão entre elas foi crescendo naturalmente ao longo do dia. Pequenos toques, olhares intensos, beijos que duravam mais tempo... Era como se ambas estivessem esperando o momento certo.</p><p>À tarde, quando estavam assistindo um filme no sofá, Mira se aconchegou no colo de Erza e a olhou nos olhos.</p><p>— Você tem certeza? — ela perguntou suavemente, suas intenções claras mesmo sem palavras.</p><p>— Absoluta — Erza respondeu, acariciando o rosto de Mira.</p><p>O que aconteceu a seguir foi mágico. Não foi apenas desejo físico, mas uma expressão completa do amor que sentiam uma pela outra. Cada carinho, cada beijo, cada sussurro era uma declaração silenciosa de comprometimento.</p><p>Depois, abraçadas na cama de Erza, com a chuva caindo lá fora, elas ficaram em silêncio por um tempo, apenas aproveitando a intimidade do momento.</p><p>— Foi perfeito — Mira sussurrou.</p><p>— Você é perfeita — Erza respondeu, beijando a testa da namorada.</p><p>— Eu te amo tanto — Mira disse, aninhando-se mais nos braços de Erza.</p><p>— Eu também te amo — Erza respondeu. — Mais do que imaginei que fosse possível.</p><p>Elas adormeceram abraçadas, e quando acordaram na manhã seguinte, ainda entrelaçadas, souberam que algo fundamental havia mudado entre elas. Não eram mais apenas duas garotas se conhecendo - eram um casal de verdade, comprometido e apaixonado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 14:37:15 UTC</pubDate>
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         <title>#Capítulo 6 – Família e Futuro</title>
         <author>mooncakke</author>
         <link>https://padlet.com/mooncakke/highway_unicorn/wish/3469393743</link>
         <description><![CDATA[<p>A manhã seguinte foi perfeita. Erza acordou com Mira nos braços, e por um momento apenas observou a namorada dormindo, com um sorriso bobo no rosto.</p><p>— Bom dia, amor — Mira disse sonolentamente, abrindo os olhos.</p><p>— Bom dia — Erza respondeu, beijando-a suavemente. — Dormiu bem?</p><p>— Maravilhosamente bem — Mira sorriu. — Estou com fome.</p><p>— Eu também — Erza riu. — Mas está tão gostoso aqui.</p><p>Elas ficaram mais alguns minutos namorando na cama antes de finalmente se levantar. Tomaram banho juntas, entre carinhos e risadas, e depois se vestiram casualmente para fazer o café da manhã.</p><p>— Gosto de te ver com minha roupa — Erza comentou, vendo Mira vestir uma de suas camisetas.</p><p>— E eu gosto de estar na sua casa — Mira respondeu. — É aconchegante.</p><p>Enquanto preparavam torradas e café, Mira mencionou algo que deixou Erza curiosa:</p><p>— Falando em casa... você já conheceu minha irmãzinha, Wendy?</p><p>— A garotinha que vi correndo no seu jardim naquele dia? — Erza perguntou.</p><p>— Essa mesma — Mira sorriu. — Ela tem nove anos e é um amor. Ficou curiosa sobre você desde que te viu.</p><p>— Sério? — Erza ficou nervosa. — E se ela não gostar de mim?</p><p>— Impossível — Mira a tranquilizou. — Ela já disse que você parece legal. E se você trouxer cupcakes, ela vai te amar para sempre.</p><p>Elas riram juntas, e Erza sentiu uma emoção estranha no peito. A ideia de conhecer a família de Mira, de ser aceita e de fazer parte da vida dela de verdade, era ao mesmo tempo empolgante e aterrorizante.</p><p>— Você quer... que eu conheça ela direito? — Erza perguntou, tentando soar casual.</p><p>— Claro que quero — Mira respondeu, pegando as mãos de Erza. — Você é importante para mim, Erza. Quero que você faça parte da minha vida completa, não só da parte da escola.</p><p>— Eu também quero isso — Erza admitiu. — Quero conhecer sua família, seus amigos, todos os pedaços da sua vida.</p><p>— E eu quero conhecer a sua família também — Mira disse. — Seu pai diplomata deve ter histórias interessantes.</p><p>Erza riu, pensando no pai sempre ocupado e no irmão metido a durão.</p><p>— Pode ser um pouco caótico, mas... sim, eu quero que você os conheça também.</p><p>Elas passaram o resto da manhã fazendo planos - pequenos sonhos sobre apresentações familiares, viagens futuras, e como seria dividir mais tempo juntas. Era a primeira vez que Erza se permitia sonhar com um futuro real com alguém, e a sensação era incrível.</p><p>Quando finalmente tiveram que se separar, foi com a promessa de se encontrarem mais tarde para mais uma das festas do grupo.</p><p>— Até mais tarde — Mira disse, beijando Erza na porta.</p><p>— Mal posso esperar — Erza respondeu.</p><p>Enquanto via Mira se afastar, Erza soube que sua vida havia mudado completamente. Vancouver não era mais apenas mais uma cidade na lista de mudanças de seu pai - era o lugar onde ela havia encontrado o amor verdadeiro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 14:37:34 UTC</pubDate>
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         <title>#Scarlet Hearts: Um Amor em Vancouver</title>
         <author>mooncakke</author>
         <link>https://padlet.com/mooncakke/highway_unicorn/wish/3469419572</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><p>#<strong>Sinopse</strong></p></blockquote><p><br></p><p>Arrastada mais uma vez pela carreira diplomática do pai, Erza aterrissa em Vancouver com poucas expectativas e a lembrança agridoce de Nebraska. Cansada de recomeços, ela só espera sobreviver ao novo colégio e à cidade desconhecida. Mas Vancouver reserva mais do que apenas chuva e paisagens urbanas.</p><p>Em uma festa inesperada, seus olhos cruzam com os de Mira, uma garota loira com um sorriso magnético e a beleza de uma modelo – o que, Erza logo descobre, ela realmente é. A conexão é instantânea, elétrica, e o que começa como uma conversa tímida na escada rapidamente se transforma em algo mais profundo. Entre corredores escolares, encontros casuais e uma festa na piscina que muda tudo, Erza se vê irremediavelmente atraída por Mira.</p><p>Enquanto navegam pela intensidade do primeiro amor, descobrindo segredos e a doçura da intimidade, elas também precisam enfrentar os desafios que surgem: desde ex-namoradas possessivas a olhares tortos e comentários maldosos que testam a força de seu relacionamento. Em meio à vibrante Vancouver, Erza e Mira descobrirão que o amor pode ser um refúgio, mas também exigirá coragem para ser vivido plenamente. Será que a conexão delas é forte o suficiente para superar os obstáculos e florescer sob as luzes da nova cidade?</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 14:57:47 UTC</pubDate>
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         <title>Guia</title>
         <author>mooncakke</author>
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         <description><![CDATA[<p>markdown ✨</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 20:42:31 UTC</pubDate>
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         <title>Link&#39;s ☕</title>
         <author>mooncakke</author>
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         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://github.com/manga-download/hakuneko">https://github.com/manga-download/hakuneko</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://github.com/manga-download/haruneko?tab=readme-ov-file">https://github.com/manga-download/haruneko?tab=readme-ov-file</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-03 18:42:06 UTC</pubDate>
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         <title>markdown 💻</title>
         <author>mooncakke</author>
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         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://markdownlivepreview.com">https://markdownlivepreview.com</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-13 20:26:43 UTC</pubDate>
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         <title>“Primeira Fissura”</title>
         <author>mooncakke</author>
         <link>https://padlet.com/mooncakke/highway_unicorn/wish/3514875719</link>
         <description><![CDATA[<p>(<em>Um momento tenso, íntimo e cortante entre Bloom e Icy, quando o muro começa a rachar.</em>)</p><p><br></p><p>------------**------------</p><p><br></p><p>A única luz vinha da brasa viva nas mãos de Bloom. Tremia.</p><p>Icy, recostada contra a parede gelada da caverna, com sangue seco na têmpora, observava em silêncio. O som da respiração das duas preenchia o vazio entre as rochas. Nenhuma magia, só elas — vulneráveis pela primeira vez.</p><p>— Você devia me deixar aqui — disse Icy, sem emoção, mas com um cansaço amargo. — Ia ser conveniente. Uma inimiga a menos.</p><p>Bloom não respondeu. Estava de costas, mãos tremendo enquanto curava um corte no braço. A brasa oscilava, refletindo o conflito dentro dela.</p><p>— Por que não fez isso? — Icy insistiu. — Você teve a chance.</p><p>Silêncio. Longo, denso. Até que Bloom se virou, o olhar sombrio, os olhos vermelhos — mas não de raiva.</p><p>— Eu não quero você morta, Icy.</p><p>— Porque você é boazinha?</p><p>— Porque… — Bloom engoliu em seco. — Porque, por algum motivo idiota, quando você caiu, meu coração afundou junto.</p><p>Icy soltou um riso curto, seco. Quase um soluço disfarçado.</p><p>— Você tá com febre?</p><p>— Talvez — Bloom deu um passo à frente. — Ou talvez eu só esteja cansada de fingir que te odeio com tanta convicção… quando tudo que eu realmente quero é entender por que você ainda se esconde atrás de todo esse gelo.</p><p>Icy desviou o olhar por um instante. Quando voltou, havia algo exposto ali — uma rachadura que nem ela tentou disfarçar.</p><p>— Você ainda quer me destruir? — sussurrou.</p><p>— Não.<br>Agora eu só quero entender por que você sempre parece prestes a queimar... mesmo quando tudo em você grita socorro.</p><p>As palavras pairaram no ar, pesadas e elétricas.<br>Icy inspirou, trêmula, como se algo dentro dela cedesse.</p><p>— Talvez… porque você olha pra mim como se quisesse ver o que tem dentro — disse, a voz baixa, ferida. — E eu... não sei se consigo sobreviver a isso.</p><p>Bloom se aproximou devagar.<br>A brasa nas mãos se apagou, deixando só o brilho tênue de suas auras.<br>Elas ficaram frente a frente, tão perto que os narizes quase se tocavam.</p><p>— Eu também estou com medo — confessou Bloom. — Mas é você. Sempre foi você. Esse caos, essa raiva, essa dor. Eu reconheço isso. Porque é a mesma que está em mim.</p><p>Icy fechou os olhos.</p><p>— Isso é um erro.</p><p>— Então erra comigo.</p><p>Bloom tocou o rosto dela.<br>A pele de Icy estava fria — mas sob o toque, tremeu.</p><p>E quando os lábios se encontraram, foi como um colapso silencioso.</p><p>Não havia música. Nem magia.<br>Só respiração ofegante, dedos se agarrando, corpos em tensão quebrada.</p><p>O beijo começou hesitante — e se tornou necessidade.</p><p>Icy segurou Bloom pela nuca, puxando-a com urgência contida.<br>Bloom gemeu baixo contra seus lábios, sentindo o gosto de algo proibido e inevitável.</p><p>Quando se afastaram, os olhos delas ainda estavam fechados, testas unidas, respirações misturadas.</p><p>— Isso não muda o que somos — disse Icy, quase num sussurro.</p><p>— Talvez não — Bloom respondeu. — Mas muda o que <em>podemos</em> ser.</p><p>E Icy… pela primeira vez em muito tempo, não teve resposta.</p><p>Só o silêncio.<br>E a certeza de que o gelo estava, enfim, começando a derreter.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-09 12:20:58 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Fendas no Gelo&quot;</title>
         <author>mooncakke</author>
         <link>https://padlet.com/mooncakke/highway_unicorn/wish/3514877083</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Contexto</strong>: Bloom e Icy são forçadas a trabalhar juntas para investigar uma distorção mágica nas ruínas de Obsidian, onde ambas já enfrentaram seus piores traumas. O lugar evoca memórias — e emoções — que nenhuma das duas quer revisitar.<br>Mas desta vez, não dá pra fugir.<br>E nem disfarçar o que está queimando sob a pele.</p><p><br/></p><p>------------**------------</p><p><br/></p><p>Bloom empurrou os escombros com um jato de chamas, limpando o caminho diante delas. A respiração dela era pesada, mas contida.</p><p>Atrás, Icy caminhava em silêncio, os olhos fixos nas paredes negras que já tinham sido prisão, templo e sepultura.</p><p>— Eu odiei esse lugar — murmurou Icy. — Ainda odeio.</p><p>— Eu também — disse Bloom, sem virar. — Mas você não tremeu ao entrar. Nem um pouco.</p><p>— É porque eu aprendi cedo que o medo não some. Ele congela dentro da gente.</p><p>Bloom parou.</p><p>Virou-se lentamente, encarando Icy sob a chuva fina, que evaporava ao tocar sua pele quente.</p><p>— Então por que você não congela agora? — ela perguntou. — Por que você treme quando eu chego perto?</p><p>Icy não respondeu de imediato. Ela apertou os punhos, o corpo rígido, olhos como cacos de gelo prestes a rachar.</p><p>— Porque você me tira do controle, Bloom.</p><p>A voz dela saiu baixa. Crua.</p><p>— Porque eu passei anos te odiando... te caçando… e em algum ponto dessa droga de jornada, eu comecei a querer… — Icy engoliu em seco. — Te ver. Não só te vencer.</p><p>Bloom sentiu a onda subir. O calor subindo pelas costelas, queimando o ar entre elas.</p><p>Ela deu um passo à frente.</p><p>— E o que você vê quando olha pra mim agora?</p><p>— Alguém que devia ser minha inimiga… mas que me entende de um jeito que ninguém nunca tentou. E eu odeio isso. Eu odeio... como você me enfraquece. Como você me faz querer algo que eu não entendo.</p><p>Bloom respirou fundo.</p><p>— E se eu disser que não quero que você entenda?</p><p>Ela parou bem na frente de Icy. Rosto a centímetros. Chuva entre elas. Respirações misturadas.</p><p>— E se eu só quiser que você <em>sinta</em>?</p><p>Icy hesitou. Mas havia dor demais. Desejo demais. Tensão acumulada demais.</p><p>E então — <strong>ela a beijou.</strong></p><p>Não foi gentil.</p><p>Foi urgente. Bruto. Quente contra frio, fogo contra gelo. Um colapso de raiva, confissão e carência.</p><p>As mãos de Bloom foram ao rosto de Icy. As de Icy, aos cabelos dela. Era beijo e guerra, era pedido e rendição.</p><p>Quando se separaram, ofegantes, Icy encostou a testa na dela e murmurou:</p><p>— Isso é um erro…</p><p>Bloom sorriu, com os olhos fechados.</p><p>— Então erra de novo.</p><p>E Icy sorriu de volta — um sorriso pequeno, vencido, mas real. Como se, por um instante, o gelo dentro dela tivesse cedido.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-09 12:23:28 UTC</pubDate>
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         <title>🌙 Entre a Escuridão e o Arco-Íris</title>
         <author>mooncakke</author>
         <link>https://padlet.com/mooncakke/highway_unicorn/wish/3576434700</link>
         <description><![CDATA[<p>O dormitório da Academia Nunca Mais estava em silêncio.<br>Wednesday estava, como sempre, escrevendo em sua máquina de datilografar, os dedos firmes nas teclas, enquanto Enid se mexia inquieta em sua cama, olhando para o teto pintado pelas luzes coloridas de suas fairy lights.</p><p>— Você já reparou — começou Enid, com a voz leve, mas carregada de algo mais profundo — que somos como o dia e a noite?</p><p>Wednesday não ergueu os olhos da página.<br>— Comparação óbvia e banal.</p><p>Enid se virou de lado, encarando-a com um sorrisinho.<br>— Mas mesmo assim… o dia e a noite acabam se encontrando no crepúsculo.</p><p>Wednesday finalmente pausou, olhando de canto de olho para a colega de quarto.<br>— Está tentando ser poética?</p><p>— Talvez. — Enid deu de ombros. — Você me inspira.</p><p>Houve um silêncio carregado. Wednesday voltou a datilografar, mas as palavras na página já não tinham o mesmo peso. Ela sentiu o coração acelerar, algo incômodo para alguém que cultivava a frieza como virtude.</p><p>Naquela noite, Enid não aguentou mais. Ela desceu da cama e se aproximou da mesa, onde a luz do abajur destacava os contornos do rosto pálido de Wednesday.</p><p>— Você nunca para, não é? — disse suavemente, apoiando-se na mesa. — Sempre se escondendo atrás das palavras, como se tivesse medo de sentir.</p><p>Wednesday ergueu o olhar, a expressão firme, mas os olhos denunciando um lampejo de vulnerabilidade.<br>— Sentimentos são distrações inúteis.</p><p>Enid sorriu de canto.<br>— Então por que você fica me observando quando acha que não percebo?</p><p>O silêncio se prolongou. A respiração de Wednesday pareceu falhar por um instante, antes que ela se levantasse devagar, ficando frente a frente com Enid.</p><p>— Você fala demais, Sinclair.</p><p>— E você sente demais… só não admite. — Enid respondeu, a voz quase num sussurro.</p><p>Antes que Wednesday pudesse retrucar, Enid tomou coragem e encurtou a distância, tocando levemente a mão da morena. Wednesday não recuou. Seus olhos se prenderam aos dela como se lutassem em silêncio.</p><p>E então, inevitavelmente, Enid se inclinou e encostou os lábios nos de Wednesday.<br>O beijo começou suave, hesitante — como se Enid temesse ultrapassar um limite — mas logo foi correspondido. Wednesday agarrou a cintura da loba, puxando-a mais para perto, como se estivesse descontando todo o tempo que fingiu indiferença.</p><p>Quando se afastaram, Enid estava corada, mas sorria como sempre.<br>— Viu só? Nem doeu.</p><p>Wednesday, ainda com o rosto próximo, respondeu seca, embora seus olhos brilhassem com intensidade:<br>— Não interprete mal. Apenas precisava ter certeza de uma coisa.</p><p>— E o que seria?</p><p>Wednesday aproximou-se de novo, beijando-a com firmeza, mais profunda dessa vez. Quando se separaram, Enid ofegava, surpresa e feliz.</p><p>Wednesday passou o polegar pelo canto dos lábios da garota, com uma calma assustadora.<br>— Que você é infinitamente mais perturbadora do que imaginei.</p><p>Enid riu baixinho, encostando a testa na dela.<br>— E você é infinitamente mais apaixonante do que admite.</p><p>As luzes coloridas se refletiam nos cabelos negros de Wednesday, e pela primeira vez, ela não tentou fugir do calor que sentia.</p><p>Porque, afinal, até a noite precisa do amanhecer para ser completa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 16:34:12 UTC</pubDate>
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