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      <title>&quot;Sermão de Santo António aos peixes&quot; by Afonso Hipólito</title>
      <link>https://padlet.com/Afonso_22/antoniovieira</link>
      <description>Repreensões aos peixes em geral (Capítulo IV)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-15 09:39:32 UTC</pubDate>
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         <title>1. Explicita a crítica que é feita à sociedade no seu todo.</title>
         <author>Afonso_22</author>
         <link>https://padlet.com/Afonso_22/antoniovieira/wish/292721470</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Durante o texto, a sociedade é criticada pela sua ignorância, cegueira e vaidade</em></strong> (ll.9 e 10: “«Os homens com as suas más, e perversas cobiças vêm a ser como os peixes, que se comem uns aos outros».”)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-15 09:48:37 UTC</pubDate>
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         <title>2. Esclarece a expressividade da sucessão de metáforas concretizada nas várias formas do verbo comer.</title>
         <author>Afonso_22</author>
         <link>https://padlet.com/Afonso_22/antoniovieira/wish/292721685</link>
         <description><![CDATA[<div>Nas linhas 23 a 42, as metáforas nas várias formas do verbo comer <strong><em>salientam que “os grandes comem os pequenos”, ou seja, os mais poderosos aproveitam-se dos que têm mais dificuldades, independentemente da sua situação.</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-15 09:49:32 UTC</pubDate>
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         <title>3. O pregador pronuncia-se sobre determinado vício – ou pecado – típico do ser humano: a vaidade.                    3.1. Apresenta o modo pelo qual o habitante do Maranhão se deixa vencer por este vício (l.88-97).</title>
         <author>Afonso_22</author>
         <link>https://padlet.com/Afonso_22/antoniovieira/wish/292721894</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O habitante do Maranhão <strong><em>deixa-se seduzir pelas cores das ordens militares </em></strong>(os hábitos brancos, verdes e vermelhos) pensando nos privilégios que podem vir a ganhar, <strong><em>esquecendo-se que podem morrer em campo, defendendo esses retalhos de pano, tal como os peixes que se lançam cegamente aos retalhos de pano nos anzóis dos pescadores</em></strong> (Ex.: ll. 94 a 97 – “Por este exemplo vos concedo,peixes, que os homens fazem o mesmo que vós, posto que me parece que não foi este o fundamento da vossa resposta, ou escusa, porque cá no Maranhão, ainda que se derrame tanto sangue, não há exércitos, nem esta ambição de Hábitos.”)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-15 09:50:03 UTC</pubDate>
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         <title> 3.2. Indica recursos expressivos que conferem visualismo e autenticidade ao texto.</title>
         <author>Afonso_22</author>
         <link>https://padlet.com/Afonso_22/antoniovieira/wish/292721993</link>
         <description><![CDATA[<div>Os recursos expressivos que conferem visualismo e autenticidade ao texto são: <strong><em>anáfora, enumeração e metáfora.</em></strong><br>Enumeração e Anáfora – ex.: ll. 24 a 30 “Comem-no os herdeiros, (…) enfim, ainda ao pobre defunto não o comeu a terra, e já o tem comido toda a terra.”;&nbsp;<br>Metáfora – ex.: ll. 12 a 13 “vivais de vos comer.”</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-15 09:50:26 UTC</pubDate>
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         <title>Síntese</title>
         <author>Afonso_22</author>
         <link>https://padlet.com/Afonso_22/antoniovieira/wish/292722185</link>
         <description><![CDATA[<div>No excerto do capítulo IV – “Repreensões aos peixes, em<br>geral” – das linhas 1 a 42, o Padre António mostra a sua<br>indignação com os peixes, dizendo que estes, para além de se<br>comerem, são os grandes que comem os pequenos.<br>De seguida, compara-os aos homens, pois estes fazem o<br>mesmo, reforçando, nas linhas 23 a 42, a exploração dos mais<br>fracos pelos mais fortes.<br>Por fim, nas linhas 75 a 97, Padre António repreende os<br>peixes pela sua ignorância, cegueira e vaidade, pois estes lançam-se cegamente aos retalhos de pano dos anzóis dos pescadores, tal como os homens se deixam seduzir pelas cores das ordens militares, tendo o mesmo destino: a morte.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-15 09:51:11 UTC</pubDate>
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