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      <title>Estereótipos da representação lésbica nas narrativas de cinema a partir do filme “Amor Maldito”. by Victória Holzapfel</title>
      <link>https://padlet.com/holzapfel9/amormaldito</link>
      <description>Curadoria de Gabriela Ferreira, Larissa Benevides e Victoria Holzapfel para U.C. Cinema de Mulheres: exercício de análise e curadoria, UNIFESP.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-07-21 15:36:37 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-08-08 15:13:42 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>1. Pânico moral e religioso</title>
         <author>holzapfel9</author>
         <link>https://padlet.com/holzapfel9/amormaldito/wish/2247670647</link>
         <description><![CDATA[<div>No filme a protagonista Fernanda é julgada por ter tido um relacionamento com Sueli e não por supostamente ter cometido um delito. Ou melhor, a acusam e equivalem a homossexualidade a um crime. Bem como, culpabilizam Sueli pelo “comportamento lésbico” de Fernanda.&nbsp; &nbsp;</div><div><br></div><div>Em meio a moral regida pela religião que o discurso do pai de Fernanda e do advogado de acusação se faz presente. Hostilizam a ré, sua dignidade e sua orientação sexual. Sinalizam seu corpo como doentio e abominável. A amaldiçoam, punem e condenam ao inferno em nome de uma fé.<br><br>A moral cristã recorrentemente é inserida como instrumento dramático na narrativa de romances sáficos. A família; a comunidade de valores cristãos, com frequência é representada como um grande obstáculo para o relacionamento lésbico no cinema. Ela sempre exerce uma postura recriminatória e de exclusão que desestabiliza o psicológico da personagem levando-a a questionar suas convicções e, muitas vezes, a se submeter à vontade familiar, mesmo que isso signifique anular a própria.&nbsp;<br><br></div><div>Além dos religiosos sempre definirem uma mulher do casal para ser a pecaminosa, aquela que desvirtuou a outra do caminho de Deus, mas o roteiro nos revela outra perspectiva, o envolvimento amoroso se dá, de fato, pela iniciativa de ambas as mulheres.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-21 15:44:37 UTC</pubDate>
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         <title>3. A lésbica agressiva e a “lésbica” que troca a parceira por um homem </title>
         <author>holzapfel9</author>
         <link>https://padlet.com/holzapfel9/amormaldito/wish/2247670810</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Outro problema dentro das narrativas e dos relacionamentos sáficos é a falsa necessidade heteronormativa de uma equiparação de uma parte do casal performando o “homem” e a outra performando “a mulher”. De acordo com o site TV Tropes esses seriam os estereótipos de <a href="https://tvtropes.org/pmwiki/pmwiki.php/Main/LipstickLesbian"><em>Lipistick</em></a><em> e </em><a href="https://tvtropes.org/pmwiki/pmwiki.php/Main/ButchLesbian"><em>Butch</em></a><em> Lesbians.<br></em><br></div><div>Frequentemente, o estereótipo traz a agressividade e uma posição sexual “ativa” na mulher que, hipoteticamente, performa o homem e traz uma delicadeza e a tendência de abandonar a parceira quando encontra o “cara certo” na mulher que performa mais feminilidade do casal. Esse último estereótipo, além de invalidar uma relacionamento sáfico, produz preconceitos com mulheres bissexuais, reforçando uma falsa promiscuidade reforçada até mesmo pela comunidade.<br><br></div><div>Na narrativa de Adélia, vemos uma tendência agressiva de Fernanda, que bate em Sueli no dia do casamento de ambas, e vemos Sueli se interessando por homens, o que pode significar que a personagem é bisexual, mas isso nunca é nem considerado nesse tropo.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-21 15:45:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2. Relacionamento com fim trágico</title>
         <author>larissabenevides</author>
         <link>https://padlet.com/holzapfel9/amormaldito/wish/2252399764</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Em narrativas LGBTs é corriqueiro que personagens que vivam o amor romântico condicional percam a pessoa amada tragicamente. Conduzindo a história dos casais a ideia de vivências amorosas limitadas e sempre colocadas no passado.</div><div><br></div><div>Nessas narrativas o futuro feliz e tranquilo é negado. À semelhança de Sueli e Fernanda, onde conhecemos as personagens através da morte de uma delas, envoltas em um relacionamento fadado ao fracasso.&nbsp;</div><div><br></div><div>Assim como, é comum que personagens lésbicas bem resolvidas a respeito da própria sexualidade sejam punidas com a morte ao “conduzir a outra para o mal caminho”. Por consequência, quem assiste a esses enredos assimila que amar outra pessoa do mesmo gênero é uma depravação e ao infringir a heteronormatividade cinematográfica, terá como destino um fim trágico e infeliz. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-31 22:00:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Thelma (2017, Joachim Trier)</title>
         <author>gabrielaneves8</author>
         <link>https://padlet.com/holzapfel9/amormaldito/wish/2253807412</link>
         <description><![CDATA[<div>Thelma (Eili Harboe) descobre sua sexualidade ao entrar na faculdade, ela se envolve com uma colega, Anja (Okay Kaya). No entanto, julga seus atos como pecaminosos, pois teve uma criação parental extremamente rígida, sob dogmas e morais cristãos.&nbsp;<br><br>O diretor , como no realismo fantástico, insere um elemento surreal dentro do cotidiano, Thelma tem uma série de convulsões. Mas, isso faz parte de seu poder sobrenatural de realizar o que deseja, apesar de não ter ciência ou controle racional sobre, ele se manifesta quando ela não sabe lidar com determinada situação.&nbsp;<br><br>Thelma apaga Anja – pois queria reprimir seus sentimentos – e pede ajuda de seu pai – simboliza o retorno a religião e às regras pelas quais foi condicionada por toda vida após involuntariamente apagar Anja, porque isso desestabiliza seu emocional.&nbsp;<br><br>No fim, Thelma abandona preconceitos cristãos, conscientemente, retorna Anja à realidade e apaga seu pai.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-03 02:07:00 UTC</pubDate>
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         <title>You Can Live Forever (2022, Mark Slutsky e Sarah Watts)</title>
         <author>gabrielaneves8</author>
         <link>https://padlet.com/holzapfel9/amormaldito/wish/2253840618</link>
         <description><![CDATA[<div>Jamie (Anwen O'Driscoll) está no E.M., ela se muda temporariamente para uma pequena cidade ficando sob os cuidados da tia, uma testemunha de Jeová (TJ).&nbsp; Contra sua vontade, Jamie frequenta reuniões do TJ e conhece Mariko, menina que seguia estritamente a religião e vivia apenas para ela.&nbsp;</div><div><br></div><div>Mariko (Jennifer Laporte) tem atitudes destoantes: ora deseja Jamie, ora a rejeita romanticamente, pois tem o ímpeto do desejo, mas os reprime por conta dos dogmas. Além da repreensão social e familiar. Ela acredita em Jeová e  na concepção&nbsp; e requisitos da vida pós-morte e por isso distorce algumas coisas da religião e outras da relação amorosa para tentar fazer esse amor e sua religião coexistirem. No entanto, isso só gera uma situação infeliz a ambas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-03 02:39:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estereótipos da representação lésbica nas narrativas de cinema a partir do filme “Amor Maldito”</title>
         <author>larissabenevides</author>
         <link>https://padlet.com/holzapfel9/amormaldito/wish/2254375819</link>
         <description><![CDATA[<div>Se não fosse o elenco, as questões estéticas e de produção, arriscaríamos falar sobre um filme cujo discurso de ódio e intolerância se faz atual e de acordo com a política de retrocesso vigente no Brasil. &nbsp;</div><div>&nbsp;&nbsp;</div><div>O filme de Adélia Sampaio, “Amor Maldito” (1984), como o próprio título sugere, é a história de amor entre Sueli (Wilma Dias) e Fernanda (Monique Lafond), marcado pela aversão por parte de uma sociedade autoritária e homofóbica. Onde preceitos religiosos particulares advertem e se impõe a um Estado laico. &nbsp;</div><div>&nbsp;&nbsp;</div><div>Apesar de seu único crime ter sido amar uma mulher, Fernanda é colocada no banco dos réus e acusada pela morte de Sueli. Ao longo do julgamento a executiva tem seu corpo negado, agredido e silenciado. Em meio a insultos e atribuições a homossexualidade como doença, que conhecemos em um avançar e retroceder da trama, as memórias de um casal que viveu uma fugaz história de amor sem final feliz.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><em>Estereótipos da representação lésbica nas narrativas de cinema a partir do filme “Amor Maldito”, </em>de Adélia Sampaio<em> </em>foi dividido em três eixos: Pânico moral e religioso; Relacionamento com final trágico; A lésbica agressiva e a “lésbica” que troca a parceira por um homem.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-03 20:49:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As Boas Maneiras (2018, Juliana Rojas e Marco Dutra) </title>
         <author>larissabenevides</author>
         <link>https://padlet.com/holzapfel9/amormaldito/wish/2255677841</link>
         <description><![CDATA[<div>É transitando entre terror e fantasia sombria que se desenvolve o relacionamento sáfico entre a patroa branca de classe média e a empregada preta e pobre. Ambas solitárias, presas às próprias angústias e medos.&nbsp;</div><div><br></div><div>O vínculo genuíno entre Ana (Marjorie Estiano) e Clara (Isabél Zuaa) rompe com a etiqueta social e considera que duas mulheres podem se envolver amorosamente apesar e além das questões raciais e sociais.&nbsp;</div><div><br></div><div>No entanto, o convívio do casal é rompido com a morte de Ana durante um aterrorizante parto, em que a gestante concebe um filho fruto de um relacionamento extramatrimonial, inapropriado e condenado pela família. Como sina, recebe a morte e sua companheira, o sofrimento eterno de viver sem a mulher amada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-05 21:58:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Monster (2003, Patty Jenkins)</title>
         <author>larissabenevides</author>
         <link>https://padlet.com/holzapfel9/amormaldito/wish/2255680216</link>
         <description><![CDATA[<div>Este é um caso onde a ficção imitou a vida e realizou um fim trágico ao casal Aileen Wall (Charlize Theron) e Selby Wall (Christina Ricci). O drama biográfico narra a história de uma mulher que quando crianças foi repetidamente abusada sexualmente e que encontrou na prostituição um meio para sobreviver e uma jovem mandada para outra cidade pelos pais após tomarem conhecimento que ela havia tentado beijar uma colega. Envergonhados, a encaminham para a casa de um casal de amigos na Flórida. Local onde Aileen e Selby se conheceram, confessaram suas fragilidades, apoiaram uma à outra e iniciaram um romance.&nbsp;</div><div><br></div><div>Ao realizar o último programa antes de se encontrar com a jovem, Aileen é estuprada, agredida e violentada por um cliente. Em um ato de desespero e proteção a prostituta dispara contra o homem e o mata. Em seguida, revela o ocorrido a amada e garante que foi autodefesa, entretanto, para sustentar ambas, ela retorna às ruas e convencida de que nenhum de seus clientes são dignos de viverem, os executa e rouba.&nbsp;</div><div><br></div><div>A ação se torna corriqueira e Selby apavorada e desconhecendo a garota por quem se apaixonou, a entrega para a polícia. Aileen é presa, condenada à morte e executada em 9 de outubro de 2002.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-05 22:09:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atomic Blonde (2017, David Leitch) </title>
         <author>larissabenevides</author>
         <link>https://padlet.com/holzapfel9/amormaldito/wish/2255682308</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao som de <em>The Politics of Dancing </em>que Lorraine (Charlize Theron) e Delphine (Sofia Boutella) se encontram, confraternizam, se beijam e se acariciam. Lorraine é uma espiã inglesa enviada a Berlim, Alemanha - um pouco antes da queda do muro - para investigar a morte de um oficial e rever uma lista com nomes de agentes duplos que foi roubada. Delphine é uma agente aliada da inteligência francesa também em busca da lista.&nbsp;</div><div><br></div><div>Em meio a Guerra Fria, o clima de romance é envolto a cenas de lutas, emboscadas, tiros, perseguições, confiança e traição.&nbsp;</div><div><br></div><div>Para atingir a sagaz espiã inglesa, o chefe da localidade, aliado, que se revela rival, invade o apartamento de Delphine e por meio do combate, a enforca e mata. Ao mesmo tempo do enfrentamento, Lorraine toca o interfone do apartamento intensamente, como se suspeitasse que o pior estava para acontecer. Sem demora, ela encontra o corpo da amara estirado ao chão e mais um relacionamento lésbico tem seu desfecho fatal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-05 22:18:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O mau exemplo de Cameron Post (2018, Desiree Akhavan)</title>
         <author>gabrielaneves8</author>
         <link>https://padlet.com/holzapfel9/amormaldito/wish/2255709177</link>
         <description><![CDATA[<div>Em <em>O mau exemplo de Cameron Post</em>, Cameron (Chloë Grace Moretz) é enviada por sua tia conservadora para um acampamento de "conversão de orientação sexual" após ser pega beijando sua melhor amiga. Cameron "concordou" em permanecer no acampamento ao assinar o contrato; inicialmente ela demonstra uma completa resistência a conversão, mas a medida em que seu emocional ficava abalado pelo ambiente opressivo, Cameron punha sua convicção de lado e seguia a cartilha cristã de conversão do acampamento para amenizar a culpa que implantavam nela, chegou a pensar que ela era a culpada pelo ato errôneo de beijar sua amiga contra sua vontade. Entretanto, após um fato chocante ela reúne coragem e foge na compania de seus dois amigos, para poder ter a liberdade de ser quem é.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-06 00:32:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Kissing Jessica Stein (2001, Charles Herman-Wurmfeld)</title>
         <author>holzapfel9</author>
         <link>https://padlet.com/holzapfel9/amormaldito/wish/2255872312</link>
         <description><![CDATA[<div>O discurso construído aqui é o da busca da <em>pessoa certa</em>. Jessica (Jennifer Westfeldt) é exigente com os homens que saia até que se cansa e sai com uma mulher, deixa claro que "<em>não é isso"</em>, mas se envolve sexual e romanticamente com Helen (Heather Juergensen) e em um ponto se declara lésbica, até que o "<em>homem certo" </em>aparece.<br><br></div><div>Mesmo sendo dirigido por um homem, o filme é escrito por duas mulheres (que interpretam Jessica e Helen), mas não fica claro o caractér bixesual ou apenas de curiosidade de Jessica, é subentendido, sendo que sua afirmação como lésbica é verbalizada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-06 13:44:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Blue Is the Warmest Colour (2013, Abdellatif Kechiche)</title>
         <author>holzapfel9</author>
         <link>https://padlet.com/holzapfel9/amormaldito/wish/2255872377</link>
         <description><![CDATA[<div>É a síntese desse eixo temático. Na narrativa, Adele (Adèle Exarchopoulos) descobre seu interesse por mulheres com Emma (Léa Seydoux), as duas vivem juntas e se colocam como lésbicas, até que Adele sente a relação esfriar e mudar, em partes pelo comportamento violento e problemático de Emma, e a troca por um homem que conhece nas festas dadas pela parceira.</div><div><br></div><div>A direção do filme é feita por um homem, o qual contribuiu para uma imagem fetichizada do relacionamento lésbico dentro e fora das telas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-06 13:45:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>The Killing Of Sister George (1969)</title>
         <author>holzapfel9</author>
         <link>https://padlet.com/holzapfel9/amormaldito/wish/2255872482</link>
         <description><![CDATA[<div>Aqui temos a representação de uma mulher lésica mais masculinizada (para os padrões dos anos 60), que é boicotada por condutas indevidas com outras mulheres. George (Beryl Reid), nossa protagonista bebe, fuma e é agressiva com sua companheira Alice (Susannah York), ajudando a sedimentar o esteriótipo de Psycho Dyke, ou lesbica masculinizada violenta, já que essa mulher é colocada como o “<em>homem da relação”</em> e tem transferido para si o comportamento masculino.<br><br>Também é dirigido por um homem e por ser um filme no meio do século passado, podemos analisar como mulheres que se relacionavam com outras mulheres eram vistas antigamente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-06 13:45:45 UTC</pubDate>
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