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      <title>Diário de Bordo by Luz Sampaio</title>
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      <description>A vida a bordo de uma Nau...</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-02-09 17:06:25 UTC</pubDate>
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         <title>A vida a bordo de uma Nau...</title>
         <author>400msampaio</author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1183457056</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Imagina que és o escrivão de uma nau e tens a tarefa de registar os momentos mais importantes da viagem no diário de bordo. Para te ajudar nesta tarefa consulta as páginas 44 e 45 do teu manual. Podes, ainda visualizar o filme "1492, Cristóvão Colombo".</strong></div><div><strong>Procura ser criativo(a).<br> Bom trabalho!</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-09 17:20:34 UTC</pubDate>
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         <title>Link para consulta:</title>
         <author>400msampaio</author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1183611477</link>
         <description><![CDATA[<div>Site "Mais História":</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-09 17:45:04 UTC</pubDate>
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         <title>Orientações:</title>
         <author>400msampaio</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Para publicar o trabalho deves:</strong><strong><mark><br></mark></strong><strong>Colocar o teu nome (primeiro e último nome) e turma.<br>Podes fazer o trabalho no Word e copiar o texto para este mural do  Padlet. Para publicares o texto clica no símbolo + que aparece do lado direito da imagem, que permite abrir uma caixa de texto.<br>Ilustra o teu texto com uma imagem, basta clicar no ícone dos ... e fazer o uplod da imagem. Se tiveres alguma dúvida  usa a Classroom para pedires esclarecimento à tua professora de História.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-16 08:43:16 UTC</pubDate>
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         <title>Simão Sousa - 8º D</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A vida na nau era muito difícil.<br>Eram distribuídas bastantes tarefas o capitão o mestre o piloto carpinteiros calafates tanoeiros cirurgião.<br>Os problemas na nau era sempre a higiene e a alimentação devido a haver muitas pessoas na nau.<br>O que comíamos era biscoitos carnes salgadas e peixe salgado e a agua potável ficava armazenada quando parávamos em portos.<br>As doenças eram comuns e propagavam se de modo assustador, ficava doente grande parte da tripulação .</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-16 09:38:52 UTC</pubDate>
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         <title>Tomás Dias n.º20 8.ºB</title>
         <author>a2576</author>
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         <description><![CDATA[<div>Já passaram 20 dias desde que entramos no mar passamos por uma tempestade um homem foi ao mar esse homem era eu. Dois dos nossos estão doentes mas de nada nos serviam deixámo-los numa ilha e agora arrependo-me disso, mas já não dá para voltar atrás ainda faltam 6 meses de viajem. Um dos nossos homens desapareceu será que é aquelas criaturas que os deuses mandaram para o inferno não sei e talvez nunca ouvirei o nome desse meu amigo que o mar traçou o seu destino. Já lá foram 4 meses metade da tripulação apanhou excurvo-to e morreram em alto mar não poderá ter um funeral digno de um marujo. Volto a escrever neste meu caderno que talvez as ondas deste mar escuro te levem para quem te mereça ou que sobreviva até aos anos 2000 quem sabe uma onda embate em nos será este o nosso fim os marinheiros começam a cair borda fora estou a ver um navio pirata vieram nos saquear mas nada temos. Passaram três dias e três noites depois do acidente não sei o que vou fazer estou cansado de trabalhar como escravo destes eu excoteios   eles vão mandar me borda fora então este é a minha ultima mensagem Amém <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-16 10:44:15 UTC</pubDate>
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         <title>Lara Araújo n.º 10 8.ºB</title>
         <author>a2621</author>
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         <description><![CDATA[<div>Mais um dia que estou nesta nau sem ver terra, estou abordo com 100 pessoas 15 mulheres e 85 homens, porem no inicio éramos 160 só que morreram devido ao escorbuto, à disenteria, à febre tifoide e a varíola. Quando cheguei aqui reparei logo que o conforto não era uma prioridade para poder acomodar mais pessoas a bordo.<br>Estou aqui à muito tempo, tanto tempo que já nem me lembro dos dias que estou aqui. Neste tempo já vivenciei muitas coisas difíceis como as tempestades que fazem oscilar muito a nau. O maior problema que temos é a higiene e os cheiros desagradáveis fazendo com que as doenças tornassem-se numa coisa comum já que se propagavam muito rápido, em seguida a subalimentação especialmente das pessoas que não tinham dinheiro estas tinham de caçar ratos e baratas mas quem tinha dinheiro comia ou biscoitos, carnes salgadas peixe salgado ou defumado, frutos secos, pão, vinho, lentilha, alho, cebola, açúcar, farinha e&nbsp; para manter as coisas frescas sacrificamos os animais e congelávamos como por exemplo as galinhas. A água potável era armazenada em portos ou quando chovia.<br>Nós neste barco temos as tarefas bem definidas, nós, os carpinteiros, os calafetas, tanoeiros e os cirurgiões somos umas pessoas bem especializados nas mais diversas funções, porém temos trabalhos muito ardo-os.<br>Para passar o tempo tínhamos todos os dias a doutrina cristã, e ao domingo celebramos a missa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-16 19:13:46 UTC</pubDate>
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         <title>Rosa Costa Nº15 8B</title>
         <author>a25462</author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1210861604</link>
         <description><![CDATA[<div>A vida numa nau era muito complicada.<br>Mais 15 dias se passaram e ainda estou aqui sem noticias de todas aquelas pessoa tanto mulheres e homens que deixamos para trás sabe-se lá onde andam agora, a cada dia que passa ficamos sem menos uma pessoa ao ficam doentes ao então com muita dificuldade temos que as deixar para trás em alto mar e morrem.<br>Tenho esperança que algumas das pessoas que faziam parte da tripulação estejam vivas ma estamos a muito pouco tempo de chegar ao nosso destino se voltarmos para trás vais ser muitos mais meses de luta, voltar para trás era correr um risco bastante grande.<br>Havia várias&nbsp; dificuldades na nau, higiene e alimentação eram muitas menos&nbsp; pessoas o que era quase impossível coordenar tudo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-17 12:35:42 UTC</pubDate>
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         <title>Rafael Costa Nº18 8ºA</title>
         <author>a2561</author>
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         <description><![CDATA[<div>Naquele tempo as vidas nas naus eram muito difíceis, porque não havia tanta facilidade ao nível de higienização nem ao nível de alimentação.<br>Mas se eu fosse o "Cristovão Colombo" eu não sei se iria gostar de ter essa experiência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-17 17:54:24 UTC</pubDate>
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         <title>Tiago Portelada Nº20 8ºA</title>
         <author>a28375</author>
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         <description><![CDATA[<div>A vida nas naus era muito difícil e muito arriscado de viver, pessoas morriam entre vários tipos: os navios afundavam-se, piratas nos saqueavam, ou até morríamos a fome. <br>Por tanto estamos de viajem para comercializar com a Índia e passaram 6 meses, vinham 8 dos nossos navios connosco e 1 desapareceu numa noite.<br>Era difícil nestas alturas irmos para o meu do mar navegar muitas milhas que maior parte dos dias é uma seca e ás vezes penso que a maior parte dos dias nem existem, considerando uma viagem á Índia é 1 ano a ir para lá e era uma viagem longa e tínhamos de muita coisa como alimentos para nós comermos, como por exemplo: pão, fruta, bolachas, biscoitos, carnes, e ás vezes pescávamos peixe acabado de vir do mar, e não era só isso o problema eram ratos que costumavam estar no nosso navio e eles depois comiam a nossa comida.  <br>Para passar-mos por estes anos todos tínhamos ter muita paciência, mas havia dias que eram difíceis por passar que havia uma zona do caminho marítimo para a Índia que era muito perigoso de passar que se chama o Cabo da Boa Esperança, que ouvi que muitas pessoas morriam e não conseguiam passar por este cabo, mas a o primeiro homem a dobrar este cabo foi Bartolomeu Dias, fui muito esperto que envés de passar-mos junto á costa africana, como a maior parte das pessoas fizeram, e o que tinha lá eram várias correntes marinha, mas o problema foi resolvido por Bartolomeu, pois poderíamos passar á volta passando á beira do Brasil e seguindo a viagem.<br>No entanto já passei esse cabo já á duas semana e passei bem e foi aí que perdemos contato com o outro navio, e nós já comemos duas terças partes da comida que nós temos, ou seja , temos de poupar a partir de agora, e comer mais peixe, para chegar-mos á Índia são e salvo.   </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-17 17:55:38 UTC</pubDate>
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         <title>Carolina Fonseca N.°7 8.°B</title>
         <author>a35031</author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1212295437</link>
         <description><![CDATA[<div>A vida na nau é muito difícil. Já nem sei que dia é hoje, estou aqui a muito tempo. Cada dia que passa alguém morre devido a doenças e más condições, desde o inicio sabia que isso iria acontecer. Estou cansada de trabalhar o dia inteiro e depois não ter um sítio decente para descansar, o cheiro daqui é insuportável, higiene não é das melhores coisas. Nesses meses que se passaram muita coisa aconteceu, mortes, doenças, tempestades... As tempestades são horríveis, acontece frequentemente e em todas as tempestades alguém acaba por cair da nau e depois não o conseguimos recuperar. Todo mês distribuem a comida crua e nós temos que cozinhar, mas com cuidado pois a comida não é muita, também não é muito boa é tudo a base de carne de vaca, vinho, água, azeite, vinagre, farinha, sal, legumes, frutos secos, açúcar e mel, mas o que mais temos para comer é pão. Quando o mar está mais calmo e não temos tanto com o que nos preocuparmos costumamos jogar xadrez, a fazer simulações de touradas, fazemos teatros e procissões e as vezes percamos. Pelo que ouvi estamos quase a chegar no nosso destino, mas ainda temos muito pela frente. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-17 18:03:22 UTC</pubDate>
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         <title>João Araújo n9 8D</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Cada navio era abastecido antes de largar para a índia com os alimentos considerados necessários para a longa viagem; o Armazém da Guiné e índia fornecia ao pessoal da navegação um conjunto de géneros alimentícios as contingências das viagens, o mau acondicionamento dos produtos, as grandes variações climáticas, e, mormente, a enorme falta de higiene a bordo contribuíam para a sua rápida deterioração<br>Cada navio era abastecido, antes de largar para a Índia, com alimentos necessários para alguns meses – água, vinho, biscoitos (pão de farinha de trigo cozido duas vezes), vinagre, azeite, carne salgada, peixe seco e salgado, feijão, grão-de-bico, cebolas, alhos, figos, amêndoas, uvas passas, queijos, galinhas, coelhos, cabras, etc. Tal como acontecia com os outros alimentos, a água sofria os maus efeitos do clima e das más condições do vasilhame em que se guardava. Para bebê-la era, por vezes, necessário fechar os olhos e tapar o nariz.<br>Os alimentos sólidos eram entregues crus aos tripulantes, mensalmente, devendo ser cozinhados pelos próprios no fogão de bordo. Os fidalgos e os oficiais tinham os seus próprios cozinheiros.<br>Entre as doenças mais vulgares contam-se o mal das gengivas ou escorbuto, mais tarde conhecido pelo nome de mal de Luanda e as doenças pulmonares, que começavam a atuar quando se atingiam as zonas mais frias do Sul.”<br>&nbsp;Fonte: F.C. Domingues e J. Guerreiro, “A vida a bordo na Carreira da Índia”.<br><br>&nbsp;Não obstante os graves problemas de higiene causados a bordo, eram também embarcados no Reino e nos possíveis pontos de reabastecimento animais vivos (suínos, ovinos e caprinos) e aves de capoeira (galos, galinhas e frangos). E sempre que era possível acostar, fazia-se a aguada e tentava-se o refresco, quer caçando e resgatando animais, quer colhendo ou adquirindo frutas e legumes frescos. E aproveitavam-se geralmente estas paragens para pescar. Importante era também a provisão da lenha e carvão para a confeção dos alimentos e a proteção contra o frio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-18 10:51:11 UTC</pubDate>
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         <title>Julia Romão Nº20 8ºD</title>
         <author>a3763</author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1214848934</link>
         <description><![CDATA[<div>A vida em em uma nau a alto mar era muito complicada, para o bom funcionamento da embarcação, as regras eram sempre determinadas rigorosamente, já que o nosso objetivo era chegar a índia, e esta viajem demoraria por volta de seis meses.<br>   Os maiores problemas durante o caminho era a alimentação e a higiene. A alimentação lá dentro era de frutos secos,carne de vaca, biscoitos, pão, vinho e as vezes podíamos pescar peixe, mas isso não era sempre, tínhamos uma rigorosa grade de alimentação.<br>   Lá dentro eram cerca de 170 pessoas que não tinham como tomar um banho ou se limpar, o que levou a uma grande propagação de doenças que levaram a morte de muitas pessoas da tripulação. <br>   Infelizmente, as mulheres não eram muito respeitadas, por isso tinham de ser recolhidas num espaço aonde não as conseguiam ver para evitar os olhares desagradáveis dos homens que lá estavam.<br>    Apesar de todos os problemas, todos os dias, todos os membros da tripulação, tinham de rezar, ouvir a doutrina cristã e todos os domingos celebrar a missa.<br>     Quando tínhamos um tempo livre, gostávamos de tentar adivinhar quando tempo ainda nos faltava para chegar, e por incrível que pareça, um dos tripulantes acertou, ainda nos faltavam 3 meses de viajem.<br>      E sim, esta navegação foi bastante cansativa, mas quando nos juntávamos para nos distrair e conversar um pouco, até que era divertido. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-18 11:46:12 UTC</pubDate>
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         <title>Rodrigo Cunha nº14 8.ºB</title>
         <author>a27922</author>
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         <description><![CDATA[<div>A vida na nau não é fácil... Mas o que seria de mim se não viesse para mais uma aventura? Sou aventureiro por natureza e o que mais gosto é de andar por estes mares e descobrir terras novas. </div><div>Durante o dia é o tempo que mais custa a passar porque começo a lembrar-me da fome e aqui não há grande coisa para comer. É tudo escasso. A higiene nem se fala porque é praticamente nenhuma. </div><div>Estou aqui à bastante tempo e de certa forma já me fui habituando a estas andanças. Hoje está previsto mais uma tempestade e se há coisa que gosto é de ver os céus à noite iluminados pelos raios. É como se os deuses nos quisessem dizer algo. </div><div>Estou pronto para mais uma aventura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-18 12:12:20 UTC</pubDate>
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         <title>Marisa Quintas 8°B</title>
         <author>a26221</author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1214928618</link>
         <description><![CDATA[<div>depois de completos 20 dias de muita dificuldade nestes mares, aos poucos os meus companheiros adoeciam, mas eu não perco a esperança!<br>Tomei desicoes precipitadas, que hoje, se eu pensasse um bocadinho, tenho a certeza que não tomaria, mas agora não há tempo nem espaço para arrependimentos, pois passado é passado.<br>Nunca mais voltei a ver a face de um dos nossos, mas eu nunca vou perder a esperança! Eu sei que se eu me esforçar, acreditar e nunca perder a féz um dia eu chego lá!</div>]]></description>
         <pubDate>2021-02-18 12:19:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>André Veloso nº2 8A </title>
         <author>a24261</author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1221289263</link>
         <description><![CDATA[<div>Já se passaram 5 meses da nossa saída do Terreiro do Paço o<br>objetivo é só um ir a India carregar especiarias e voltar a Lisboa bem carregados.<br>As coisas não estão fáceis as tempestades fazem se sentir todos os dias o medo de naufragar é enorme mas temos esperança de chegar a India <br><br>Um mês depois <br><br>Conseguimos chegar a India mais precisamente Calecute o ponto mais usado pelas nossas naus de atracar e parar para abastecer e carregar as especiarias<br>Agora temos que voltar a Portugal que vai demorar mais 6 meses. <br>Passado mais de 3 meses voltamos a sentir fortes tempestades mais fortes que as anteriores quando íamos para a India os barcos balançavam de um lado para o outro direita para esquerda, esquerda para a direita até que vimos ao longe uma grande onda os meus companheiros diziam que era um monstro que ia destruir o nosso barco foi quando o nosso capitão disse bem alto para navegar enfrente a onda que íamos conseguir furar a onda ninguém duvidou pois  o nosso capitão foi na primeira nau a India e tinha muito conhecimento, conseguimos furar a onda foi uma alegria enorme, as nuvens começaram a desaparecer e deram lugar ao Sol.<br>Passado algum tempo já conseguíamos ver o Terreiro do Passo, foi uma explosão de alegria saber que conseguimos chegar são e salvos mesmo com todas as tempestades ultrapassadas.<br>Atracamos o barco e fomos recebidos em festa por todo o povo de Lisboa que batia palmas e assobiava para nós. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-20 11:34:18 UTC</pubDate>
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         <title>Rui Pinto nº16 8ºB</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1221414627</link>
         <description><![CDATA[<div>Já se passaram 25 dias desde que entrei no mar com a minha equipa, vamos para mais uma aventura nestes oceanos imensos, passamos por grandes correntes marítimas e varias tempestades e infelizmente perdemos três homens que eram fundamentais para a nossa equipa mas temos de superar isso e seguir em frente.<br>O nosso objetivo é chegar a Índia mas ainda faltam sete meses pelas minhas contas para chegarmos la, passados dois  meses cinco homens morreram de tifoide, cada vez  estamos a perder mais homens.<br>A nossa nau esta a ficar vazia estamos a ficar sem mantimentos e as condições só pioram, tentamos ao máximo poupar os nossos alimentos.<br>Parece que Deus nos ouvi-o e logo a nossa frente avia uma ilha onde podíamos descansar e procurar mais alimento, passado um dia voltamos para a nau e posemo-nos a caminho para conseguirmos chegar a Índia o mais rápido possível enquanto esta um bom tempo, só que ainda faltava cinco meses, depois desse sol apanhamos outra grande tempestade com correntes marítimas muito fortes ventos fortes e ondas muito grandes pensei que era o nosso fim mas a nossa equipa é forte e tem garra, conseguimos passar por aquela tempestade horrível e finalmente chegamos a Índia são e salvos apesar de 16 homens terem morrido e ficado para trás. <br>Conseguimos negociar com os índios e trouxemos muitas especarias e outras coisas boas para casa.<br><br><br>  </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-20 13:32:44 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Coelho Nº1 8ºA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Fazem quatro meses que navego a alto-mar e não vejo a minha família, tem sido complicado.<br> A vida a bordo tem muitas surpresas, devido às tempestades que enfrentamos e às doenças que matam muitos dos marinheiros. <br>A tripulação é composta pelo capitão, mestre, piloto, carpinteiros, calafates, tanoeiros, cirurgião, feitores, escrivão e numerosos marinheiros e grumetes que são essenciais para o bom funcionamento da embarcação. Ao todo somos 105 pessoas a bordo, embora no inicio fossemos 150. A maior parte da tripulação morreu devido à doença do escorbuto, pela falta de vitamina C na alimentação. Todos os dias à noite rezo a ladainha e ouço a doutrina cristã.<br>Passaram-se dois meses desde a última tempestade, foi bastante complicada e assustadora. Chovia muito e as ondas batiam na nau que balançava de um lado para o outro, consegui sobreviver a esta tempestade mas 5 homens morreram.<br>Só faltam mais uns meses até chegar à Índia, o nosso destino.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-20 16:59:14 UTC</pubDate>
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         <title>Tomás Moutinho n.º 19 8.ºB</title>
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         <description><![CDATA[<div>Hoje, dia 8 de junho de 1497, partimos de Lisboa à descoberta do caminho marítimo para a Índia. </div><div>A nossa expedição é chefiada por Vasco Gama e é constituída por três navios, as naus <em>S. Rafael</em>, <em>S. Gabriel</em> e Bérrio, capitaneadas por Paulo da Gama, Vasco da Gama e Nicolau Coelho,respectivamente, a armada leva cerca de centena e meia de marinheiros e soldados.</div><div>Estamos todos entusiasmados com esta viagem, mas  estamos agora em águas desconhecidas, sem sabermos com que ventos podemos contar. </div><div>A nossa vida a bordo da nau é uma vida dura, temos poucos alimentos, só comemos biscoitos, carnes salgada, peixe fumado e salgado, frutos secos, pão e vinho. A água temos de esperar que chova para guardar a água da chuva ou só quando pararmos num porto, o que ainda vai demorar. </div><div>Não temos grande espaço para dormir, ou descansar, o ar e a luz são escassos, sendo fornecidos apenas por fendas entre as madeiras, que deixam passar também a água do mar, tornando os porões abafados, quentes e húmidos. </div><div>A higiene dentro do navio é coisa que não abunda e cada vez cheira mais mal. Hoje é o primeiro dia e ainda ninguém ficou doente, mas ainda temos muito caminho pela frente. Outros marinheiros já me contaram que o pior é o escorbuto, vamos ver se nos safamos. </div><div>Mas pronto, estamos animados que vamos ser os primeiros a chegar à Índia e vamos todos ficar ricos, por isso vai valer pena passar por estas privações. </div><div> Logo à noite vamos rezar uma novena dedicada a São Francisco Xavier que o nosso Capelão disse que nos ia proteger. </div><div>O Escrivão Tomás Moutinho </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-20 18:06:10 UTC</pubDate>
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         <title>Filipe Gomes Duarte Nº8 8ºB</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Hoje dia 20 de Fevereiro de 1660,é domingo e assistimos á missa com sermão.<br>Estamos no mar á cerca de 6 meses e já fizemos muitas milhas , creio que estamos perto do nosso destino que é a Índia. Já perdemos ao longo desta viagem muitos homens mas estamos preocupados pois agora é o nosso capitão que está doente com escorbuto devido á mal alimentação que temos , esperemos chegar a terra rápido á Índia para que ele possa ser tratado e continuar a nossa viagem.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-21 21:24:33 UTC</pubDate>
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         <title>Pedro Fraga Nº17 8ºA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>  Já foram 10 dias que parti em viagem neste mar turbulento e não consigo esquecer a cara alegre do meu filho à minha espera.<br>   A nossa expedição é chefiada por Vasco da Gama e estava constituída por três naus, a de S.Rafael, S.Gabriel e de Bérrio.<br>   <br>   Com tantas pessoas a bordo, havia dois aspetos que ao longo da viagem se iam tornar problemáticos: a alimentação  e a higiene. A alimentação baseava-se em biscoitos, carnes salgadas, peixe salgado e fumado, frutos secos, pão e vinho. A água potável, essencial à sobrevivência, era armazenada quando paravam em portos e quando chovia. Por isso, é fácil compreender que a higiene dentro do navio era coisa que  não abundava e os cheiros eram desagradáveis . As doenças eram comuns e propagavam-se de modo assustador , vitimando grande parte da nossa tripulação.       </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-22 08:28:31 UTC</pubDate>
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         <title>João Pedro Nº9  8ºA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Hoje , dia 14 de junho de 1660, partimos de lisboa para a Índia, estamos todos com um grande receio de naufragar.<br>Cada navio era abastecido com os devidos alimentos a a alimentação era baseada em biscoitos e carnes cruas que eram entregadas mensalmente  devendo ser cozinhados pelos próprios no fogão de bordo.<br>A nossa expedição é chefiada por Vasco da Gama e estava constituída por três naus.<br>A nossa tripulação  e constituída por 150 homens a cada nau .Grande parte morreu devido à doença do escorbuto, pela falta de vitamina C.<br>Passaram-se 4 meses, estamos a ficar sem carne e biscoitos  então vamos aproveitar esta pausa e pescar peixe fresco.<br> Nos estamos quase a chegar no nosso destino, mas ainda temos muito pela frente. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-22 08:43:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>João Silva Nº8 - Turma A</title>
         <author>a2565</author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1225405448</link>
         <description><![CDATA[<div>Já se passaram 27 dias desde o meu embarquem, a cada dia que passa sinto mais medo de naufragar, já passei por alguns dias que eu jurava que iria morrer&nbsp; mas pelo menos tenho uma foto da minha linda filha.<br><strong>&nbsp;2 meses depois.</strong><br>Estamos a ficar sem carnes salgadas mas ainda temos bastantes biscoitos.<br>A nossa nau esta a passar por um local que tem bastante frequência de tempestades.<br><br><strong>1 mês depois.</strong><br>as doenças estão a começar a aparecer 23 homens já estão com a doença do escorbuto.<br><br><strong>2 meses</strong><br>Maior parte da tripulação&nbsp; já tem a doença.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-22 08:43:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Matilde N16 8A</title>
         <author>a2427</author>
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         <description><![CDATA[<div>Já se passaram seis meses desde que parti para a Índia.<br>Estou com muitas saudades da minha família, espero conseguir voltar rápido.<br>A comida está a acabar já morreram 100 homens devido a uma doença provocada por falta vitamina C, só comemos biscoitos, carnes salgadas, peixe salgado e fumado, frutos secos e vinho, no barco é só cheiros desagradáveis e só havia água potável quando paravam em portos e quando chovia, por isso todos os dias rezamos a ladainha e ouvimos a doutrina cristã, e aos domingos celebramos a missa com direito a sermão para pedir a Deus que não nos faltasse comida e que mais nenhum homem morra.<br>A tripulação é composta pelo capitão, o mestre e por uma série de homens com diversas funções: carpinteiros, calafates, tanoeiros, cirurgião, feitores, escrivão e numerosos marinheiros e grumetes.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-22 10:17:13 UTC</pubDate>
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         <title>Tiago Rodrigues Nº17 8ºD</title>
         <author>a2823</author>
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         <description><![CDATA[<div>Já se passou um ano desde que que saímos de Lisboa para a Índia. Estou com uma dor de barriga muito forte que mal consigo suportar, Já perdemos cinquenta homens para uma doença e a falta de comida. Estamos a comer apenas biscoitos e peixe salgado, é um completo terror ver a perder vidas nas minhas mãos e saber que não podia fazer nada. Todos os dias rezámos pelas mortes e pelo a chegada à Índia.<br>A tripulação já desespera e o nosso capitão tentamos acalmar pois a Índia não está muito longe. <br> <br>Uma semana se passou e final mente chegamos à Índia onde carregamos as naus e voltamos a Lisboa.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-23 08:50:36 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Carlos Loureiro - 8.º C </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Já passou um ano desde que saímos de lisboa levamos alimentos mas esses não chegaram para chegar a Índia, apenas comíamos peixe e biscoitos.<br>Devido a fome morreram homens, devido a uma doença que era provocada pela vitamina C.<br>É um cheiro horrível não tomamos banho porque a agua é utilizada para cozinhar alimentos.<br>Quando morria alguém rezávamos para que não morresse mais nenhum homem. Noas tempos livres jogávamos xadrez, a fazemos simulações de touradas, fazemos teatros e procissões e por vezes também pescávamos.<br>Até que chegamos a índia abastecemos as naus e voltamos para Lisboa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-23 18:22:53 UTC</pubDate>
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         <title>Inês Maciel nº12 8ºC</title>
         <author>InesMaciel</author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1233048654</link>
         <description><![CDATA[<div>Não sei explicar o que sinto. Isto porque toda esta viagem é uma emoção. Sinto saudades de casa, já saímos há algum tempo de Terra, mas também me sinto feliz por estarmos a avançar neste imenso mar azul que nos anda a guardar. Já nem me lembro dos dias. Os meus companheiros não costumam apreciar nem contemplar a maravilhosa paisagem que nos rodeia, mas eu estou sempre de olho, até mesmo nos mais pequenos pormenores. Esta viagem está-me a proporcionar momentos incríveis. Tal como a visão deste mar, em que às vezes aparecem diferentes animais marinhos que me alegram e me fazem não pensar nas coisas negativas. Outros momentos perfeitos e que me fazem sentir bem é quando juntos, jogamos às cartas em baixo, este momento é alegria inexplicável.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-23 18:34:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Rita Ferreira nº3  8ºB</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1233095703</link>
         <description><![CDATA[<div>A vida na nau é muito díficil. Já até tinha perdido as contas em que dia estavamos.&nbsp;<br>Os maiores problemas que havia era a falta de higiene que era praticamente nenhuma e a falta de alimentação. Os únicos alimentos que nos restavam era a carne de vaca, pão, vinho, algumas vezes peixe que nos pescavamos, frutos secos e&nbsp; biscoitos.&nbsp;<br>Várias pessoas que estavam connosco na nau morreram por falta de higiene.<br>Quando tinhamos algum tempo livre, nós conversavamos e tentavamos adivinhar quando tempo faltava para chegar.<br>Ainda faltava algum tempo para chegarmos ao nosso destino e ainda muita coisa podia acontecer.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-23 18:42:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rodrigo Rodrigues nº14 8ºD</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1233790142</link>
         <description><![CDATA[<div>A vida na nau é muito dificil.Já ate tinha perdido a conta de onde estávamos.<br>Os piores e maiores problemas eram a falta de higiene não tinha quase nenhuma e também tinham falta de comida os únicos que eles costumavam ter eram pao,carne,vinho nem sempre,peixe,biscoitos e frutos secos.<br>Muitas pessoas morriam na nau por não terem higiene.<br>Quando tinham tempo livre conversavam e "adivinhavam "quanto tempo faltava para acabar a viagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-23 21:15:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rodrigo Soares -  8.ºC                 Já fazem três meses que estamos na nau, já morreram cerca de 93 pessoas pelo escorbuto. As nossas condições estão piores a cada dia que passa, temos uma má alimentação e uma má higiene. Fico todos os dias a espera de encontrar terra. Todos os dias tenho medo dos que nos pode acontecer pois não sabemos se amanhã ainda estaremos vivos. Eu não sei o que aconteceu a minha família não sei se eles estão bem ou mal, fico todos os dias a pensar em como será que eles estão. Nós não vemos mais nada a não ser água por todo lado. Mal descansamos o trabalho na nau é muito difícil e cansativo. Eu não sei se vou aguentar mais três meses para sair desta nau, sem falar que ainda tem mais seis meses de volta.z muito tempo que estamos nesta viagem. Tenho saudades de casa, da minha família. Mas também nem tudo é uma tristeza pois também fico cada vez mais com uma sensação de dever comprido por estar a atravessar este mar magnifico já estou a perder a noção do tempo.                                            Até que um dia final mente chegaram a India foi um dia muito comemorado por mim e pelos meu companheiros agora temos de regressar com esta carga toda para Lisboa. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1235246021</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-02-24 08:42:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Inês Marques Nº15 8ºA</title>
         <author>a2952</author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1235377768</link>
         <description><![CDATA[<div>Já passaram quatro meses que navego a alto-mar e faltam cinco&nbsp; meses para chegar á Índia, não vejo família tem sido complicado.<br>A vida no mar não é nada fácil tem muitas tempestades que temos de enfrentar, as doenças que matam marinheiros, falta de higiene e má alimentação .A pior parte para mim são as tempestades porque temos de enfrentar as tempestades e normalmente está sempre noite escura, as ondas são muito fortes em que ás vezes até entram pelo barco.&nbsp;<br>A tripulação é composta pelo capitão, mestre, piloto, carpinteiros, calafates, tanoeiros, cirurgião, feitores, escrivão e numerosos marinheiros.<br>São meses em que fico com receio de perder a minha família. Fico muito triste por os meus colegas que já perderam a vida por doenças ou por tempestades.<br>A vida é muito complicada e vocês nem imaginam.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-24 09:22:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Rita Monteiro nº19 8ºA</title>
         <author>a24381</author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1235566537</link>
         <description><![CDATA[<div>Já passou um mês que parti de casa e faltam cinco meses mas chegar á Índia, tenho muitas saudades da minha família.<br>A vida no mar é muito difícil, tem muita falta de higiene e má alimentação e por isso chega a haver muitas doenças que leva á morte em muitas pessoas.<br>As tempestades para mim são a pior parte, no meio do mar a ultrapassar uma tempestade normalmente de noite escura com as ondas muito fortes em que ás vezes até entram pelo barco, é nesses momentos em que eu fico mais com receio, receio que perca a minha família. <br>Sinto muito por os meus colegas que já perderam vida por doenças ou por tempestades. <br>A vida aqui é muito difícil... <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-24 10:20:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Gonçalo Fernandes Nº6 8ºD</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A vida na nau é muito difícil. Sinto saudades da minha esposa, filho e do resto da família com quem eu convivia mais... Estou perdido, sem saber onde estou, em que dia estou!<br>Sinto me um zombie, não consigo descansar nem dormir mais de 4 horas sequer...<br>Não há higiene nem comida para todos. Todos os dias eu rezo para que nós cheguemos a terra o mais rápido possível.<br>Estou magro e sem forças para continuar nesta viajem. Quando ouço uma tempestade fecho os olhos e tento pensar nos melhores momentos que passei com a minha família.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-24 14:52:48 UTC</pubDate>
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         <title>Eduarda Cunha Nº5 8ºA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Falta um mês para chegarmos á India, foi o que me disseram. Cada dia a situação vai piorando. Já morreu cerca de um terço da tripulação. Hoje uma das pessoas que fiz um tipo de amizade apanhou a doença que todos temíamos, o escorbuto. Ele já se sentia fraco á alguns dias, mas enquanto fazíamos as nossas tarefas ele começou a deitar sangue pela boca. Aí tive certeza que tinha apanhado a doença. Eu levei-o para um sítio mais calmo e tentei o ajudar, mas ele morreu nos meus braços… tentei o levar a sua mulher, que por coincidência viajava na mesma nau que nós, mas não me deixaram…</div><div>Uma semana depois:<br><br></div><div>Faz uma semana que perdi a única pessoa que falava, ainda estou de luto. Rezo todos os dias a Deus. Estou a perder esperanças que ainda sobreviva, com as condições que temos é horrível. Vejo cada vez mais pessoas a morrerem. </div><div>Três semanas depois:<br><br></div><div>Chegamos á India ainda não consegui ir ver muito a cidade, provavelmente nem vou conseguir. Sinto me fraco e só me vem uma coisa á cabeça vou morrer…</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-24 17:31:48 UTC</pubDate>
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         <title>Bruna Pereira - 8º B</title>
         <author>400msampaio</author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu sempre soube que a vida na Nau era difícil, mas nunca foi tão horrível como é neste momento.</div><div>Nós mal descansamos. </div><div>A alimentação pouco variada e a inexistência de alimentos frescos provocava um elevado número de marinheiros com doenças. </div><div>Tanto os marinheiros, como muitos outros tripulantes não tomavam banho pois a água era um bem essencial devendo ser usada apenas para cozinhar os alimentos.</div><div>Nesta altura o alimento era escasso e bastante controlado para que não acabasse ao longo da viagem. Os mantimentos eram distribuídos de mês a mês por todos os marinheiros, tendo eles a responsabilidade de os conservar de forma a não ficarem sem comida.</div><div>Os alimentos eram à base de carne de vaca e 🤬, vinho, água, azeite, vinagre, farinha, sal, legumes, frutos secos, açúcar e mel. Contudo, o alimento mais abundante era o pão. Toda a comida era distribuída crua e cada cozinhava apenas para si.</div><div>As viagens pelo oceano Atlântico eram sempre viagens de grande incerteza e perigo, mas tanto o capitão como o piloto tomavam sempre precaução de forma a que não corressem perigo. Para exemplificar, quando começavam a aproximar - se de terra, utilizavam o sonar para medir a profundidade existente abaixo do navio para não correrem o risco de encalhar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-25 23:24:27 UTC</pubDate>
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         <title>Lucas Veloso - 8.º A</title>
         <author>400msampaio</author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1243635427</link>
         <description><![CDATA[<div>A vida de marinheiro é bastante difícil e eu que o diga já estou mais de 5 dias a comer carne de 🤬 , as condições de higiene e alimentação são miseráveis a cada dia um novo doente resultante destas condições . O capitão já nos disse para nos manter-nos firmes pois há de chegar o dia em que consigamos alcançar Terra.</div><div>No outro dia fomos atacados por um barco pirata e para não bastar nesse mesmo dia fomos vitimas de uma grande tempestade , nem sei como sobrevivi desta , só me lembro de avistar uma grande onda que tao rapidamente bateu no nosso barco , vários marinheiros caíram borda fora , e eu por sorte permaneço aqui firme até ao nosso destino , a índia . Mal posso esperar por chegar la e finalmente pousar o pé naquelas Terras ricas e abundantes em especiarias .</div><div>Quando voltarmos para Portugal espero que já tragamos os bolsos cheios , para ter a vida que eu sempre quis ao lado da minha família.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-25 23:30:59 UTC</pubDate>
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         <title>Carlota Pinto - 8.º A</title>
         <author>400msampaio</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>  </strong>Fazem 5 meses que estou no alto mar com os meus companheiros, estou com bastantes saudades da minha família quero voltar rápido para estar com eles.<br>   A comida esta a acabar, a higiene não é boa, sempre que passa mais um dia é um mau cheiro.<br>  A água é utilizada para lavar os poucos alimentos que temos, as doenças eram muito comuns, mas nenhum dos meus companheiros tem doenças, o que é muito bom pois assim também não temos de gastar dinheiro em medicamentos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-26 16:04:52 UTC</pubDate>
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         <title>Sofia Carolina 8.º B</title>
         <author>400msampaio</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>      <br>Diário de bordo</strong></div><div>Estou nesta nau mais ou menos à um mês e o que me disseram foi que ainda faltam cinco meses para chegar à India. Neste mês já vi e vivi coisas que nunca pensei viver em toda a minha vida. Sobrevivi às mais torrenciais tempestades que abanavam brutalmente a nau, também sobrevivi à fome, muitas vezes tive que comer ratos e baratas que caço pois não tenho dinheiro para comer biscoitos, pão, frutos secos ou peixe e carne salgada e defumada e bebia a água potável guardada em portos ou água da chuva. O pior de tudo é ver os meus companheiros morrer com doenças graças à falta de higiene que aqui passamos. Na nau não existem muitas coisas que fazer a não ser ter doutrina cristã todos os dias e ao domingo a tão esperada missa. Mas eu e os meus companheiros passamos o tempo todo a contar quanto falta para chegar à Índia e voltar a regressar a casa para os braços da nossa família que tanto sentimos falta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-26 16:10:31 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Costa - 8.º C</title>
         <author>400msampaio</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Diário de Bordo</strong></div><div>A vida aqui anda cada vez mais difícil, hoje é dia 24 de Março de 1658 e já se passaram 65 dias que embarquei neste navio.</div><div>Só observo mar e mais mar… não estamos aguentando mais, estou sem rumo, sem saber onde estou, mal estou a conseguir dormir, o pior é falta de higiene e as tempestades. Tenho saudades de casa…</div><div>O único alimento que temos são biscoitos, carnes salgadas e peixes salgados, pelo menos temos água armazenada.</div><div>Ainda não chegamos à Índia…  cada minuto que passa perco cada vez mais a esperança, sinto muito pelos meus marinheiros que já perderam a vida, por causa das doenças….<br>Espero conseguir chegar ao destino.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-26 16:26:20 UTC</pubDate>
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         <title>Leandro Gonçalves - 8.º C</title>
         <author>400msampaio</author>
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         <description><![CDATA[<div>Toda a gente que viajava em naus naquele tempo sabia que era muito difícil.<br>Já passou muito tempo de quando  partimos de Lisboa eu já nem sei que dia é hoje. Eu já quase não tenho roupa e também estou cheio de fome.  Já perdemos muitos homens também devido a doenças estou farto de ver pessoas a morrer nunca mais  encontramos terra parece que é sempre a mesma coisa mar e mais mar mas pronto esta é a vida de um  marinheiro.  </div><div>Um dia deste chegaremos à Índia. </div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-26 16:30:15 UTC</pubDate>
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         <title>Rodrigo Loureiro - 8.º C</title>
         <author>400msampaio</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Diário de Bordo<br></strong>Eu sou um marinheiro muito conceituado e estamos na viagem de regresso a Portugal vindo da India com vários produtos regionais da zona.</div><div>Começando com as especiarias, trouxemos tudo que nos apareceu á frente, pimenta, noz-moscada, caril entre várias outras.</div><div> Trouxemos também animais, como um enorme rinoceronte, que acabou por fazer apenas metade da viagem, pois com seu chifre destruiu uma parte da nau que se afundou causando um grande terror entre todos os marinheiros que acabaram por se atirar bordo a fora.</div><div>Tivemos de continuar a viagem uns numa nau e outros noutra nau e com isso agravaram-se alguns problemas tais como a higiene pois a cada dia que passava a pilha de excrementos ia aumentando.</div><div>Depois fizemos uma breve paragem numa das nossas fortalezas em África e levamos uma girafa e reabastecemo-nos.</div><div>Faltando apenas uma semana para chegarmos a Lisboa eu passei a dormir numa cama em vez de em pé agarrado a uma corda conseguindo isso graças a uma troca com um marinheiro mas passado 3 dias descobri porque o meu colega quis trocar de local de repouso pois eu em só uma noite caí dez a vinte vezes da cama abaixo por causa das fortes correntes do mar.</div><div>Chegando a Lisboa o Rei Manuel pelos meus serviços prestados em prol do país decidiu recompensar-me oferecendo-me a girafa que tínhamos trazido de África e cinco sacos de ouro e um pequeno palacete mandado contruir por ele e dispensou-me de navegar mais. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-26 16:33:45 UTC</pubDate>
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         <title>Rodrigo Monteiro - 8º C</title>
         <author>400msampaio</author>
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         <description><![CDATA[<div>Já se faz muito tempo que estamos nesta viagem, já sinto saudades da minha família, e de ver terra.</div><div>A cada dia que passa sinto mais medo de naufragar, mas pelo menos tenho algumas recordações da minha família que me dão forças para continuar de pé.</div><div>Já se passaram 3 meses desde a última tempestade, eu consegui sobreviver, mas infelizmente 6 homens não aguentaram e morreram. </div><div>Por mais difícil que tenha sido, esta viajem tem-nos proporcionado várias coisas incríveis, como a bela paisagem.</div><div>E o que interessa é que se faltam 2 meses para chegarmos à India.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-26 16:49:49 UTC</pubDate>
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         <title>Irís Fernandes - 8.º B</title>
         <author>400msampaio</author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1246091149</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Diário de bordo<br></strong><br></div><h1>   Partimos já há quase cinco meses, sem ver a nossa família nem terra desde então, aqui navegamos lutando pela sobrevivência nesta nau, que por agora é a nossa casa. Vinte e seis mulheres, quinze jovens, trinta e dois marinheiros, um escrivão, um piloto e um capitão habitam esta “nossa casa”, embora já tenham morrido muitos devido ao escorbuto, e outras doenças. </h1><div>  Antes de partirmos, a nau foi abastecida com alimentos considerados necessários para a viagem como carne de vaca e 🤬, farinha, frutos secos, mel, legumes, os nossos estimados óleos e temperos como azeite, vinagre e sal, também nos forneceram açúcar, vinho, o nosso rico vinho e pão, que era o alimento que temos em mais abundância. Estes mantimentos são guardados no porão, juntamente com armas e mercadorias. Toda esta comida é distribuída mensalmente pelos marinheiros, é entregue crua e cada um cozinha para se alimentar. Os fidalgos e os oficiais, os superiores desta nau, como eu costumo dizer, têm os seus próprios cozinheiros. </div><div>  Dia após dia olhamos em redor à procura de avistar terra, talvez avistássemos Índia! Olhamos para a bússola, mas ainda estamos um pouco longe do Sul da Ásia. </div><div>  Instalado numa cadeira na popa, a parte de trás da nau, encontra-se o piloto, quem realmente comanda a embarcação e sua autoridade técnica não era contestada nem pelo capitão, que tinha um comando mais político da tripulação. O piloto trabalha ao lado do timoneiro, fazendo cálculos de navegação com instrumentos como astrolábios e bússolas. </div><div>  Já eu, como sou escrivão, sou responsável por registar tudo o que se passa durante as viagens, como estou a fazer neste momento em que estou a descrever como é a vida aqui, numa nau, neste período dos descobrimentos. Por exercer este cargo, fico num pequeno quarto na popa. Na popa não se encontra apenas o piloto, ela está dividida em dois pequenos quartos, um para o capitão e outro para mim.</div><div>  Nestes tempos já assisti a muitos episódios aqui passados. Homens atirados borda fora por não respeitarem certas regras, ou até caídos acidentalmente, mulheres a chorarem com saudades de casa e da família, alguns homens, mulheres e jovens desnutridos e cheios de doenças e discussões atrás de discussões, pois uns querem uma coisa outros querem outra, enfim, também não podemos ter sempre um clima de paz, não é verdade? </div><div>  Cada vez mais nos rodeiam cheiros horríveis que enfestam esta nau. Por aqui, tomar banho não é um hábito diário, nem coisa que se pareça. A água é um bem essencial, por isso utilizámo-la apenas para cozinhar os alimentos e, por vezes, até temos de aproveitar alguma água da chuva. Infelizmente não conseguimos ter uma higiene razoável. A pior parte é a de fazermos as necessidades numa tábua com um buraco com uma parte fora da nau, ou então fazemo-las em baldes que seguidamente são despejadas ao mar.   </div><div>  Existem dias em que alguns pensam em desistir, mas agora, em alto mar, certamente não têm como escapar.</div><div>  Devido à nossa falta de higiene, à alimentação pouco variada, temos um elevado número de marinheiros com doenças, como era de prever. Mas existe uma doença muito temida por todos nós, chamada escorbuto proveniente da falta de vitamina C. Esta doença provoca-nos inchaços nas gengivas, impedindo de nos alimentarmos, por isso esta doença pode levar à morte, como já aconteceu a muitos nossos marinheiros.</div><div>  Para além destes problemas, também temos momentos para nos distrairmos um pouco. A nossa vida é muito dura, mas por vezes muito calma, sem tarefas a realizar. Nesses tempos livres os tripulantes fazem procissões, teatros, simulações de touradas e jogam xadrez, um jogo que exercita bastante a mente, e às vezes também pescam, assim, pelo menos obtemos mais um pouco de alimento. </div><div>  Ultrapassamos tempestades, arriscamos a própria vida, mas sabemos que valerá a pena, teremos recompensas e descobriremos “mundos” novos, terras cheias de riqueza e conquistá-las-emos. Certamente quem lerá este diário de bordo estará a utilizar seja vestuário, joias, ou na alimentação, regalias como especiarias, alimentos, tecidos, pedras preciosas graças às nossas descobertas feitas por portugueses, mas claramente, também por outros povos .</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-26 17:03:59 UTC</pubDate>
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         <title>Tomás Lima - 8.º D</title>
         <author>400msampaio</author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1246109973</link>
         <description><![CDATA[<div>Já se passou uma década desde que partimos para a Índia, e ainda estou abalado por ter visto<br>tantos homens mortos à minha frente por causa da falta de comida.<br>Nós tínhamos tantos problemas de comida e de higiene que nem conseguíamos sequer<br>descansar em paz, havia sempre alguém que estava doente, uns com dores muito fortes na<br>barriga outros com dores por todo o corpo, era um inferno.<br>A nossa única comida eram peixes, alguns biscoitos, vinho e pão.<br>Nos nossos únicos tempos livres, que eram muito poucos nós costumávamos conversar sobre<br>a viagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-26 17:07:41 UTC</pubDate>
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         <title>Paulo Dinis - 8.º D</title>
         <author>400msampaio</author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1246118419</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Diário de Bordo</strong></div><div><strong><em>14 de junho 1517</em></strong></div><div><em>Já se passaram 2 meses desde a última vez que vi a minha família não tenho ideia de como eles possam estar, não a maneira de os contactar,  a minha esposa que tanto me avisou para eu não vir pois tinha medo que algo de mau me acontece-se o meu filho que chorou ao me ver partir para águas desconhecidas em busca de uma nova vida, quem sabe possa eu  encontrar ouro ou especiarias .<br></em><br></div><div><strong><em>15 de junho 1517</em></strong><em><br>Comecei este diário ontem á noite acho que fiz bem, esta noite tem sido horrível a meio do verão e aqui parece inverno, a comida esta a acabar alguns escravos já acabaram por falecer já só nos resta pão e água e um bocado de vinho, espero sobreviver mais alguns dias para escrever mais paginas deste diário.<br></em><br></div><div><strong><em>17 de junho 1517</em></strong></div><div><em>Ontem não consegui escrever para o diário aconteceram varias coisas, fomos apanhados por varias tempestades, ficamos sem comida e tivemos de ir pescar para ver se tínhamos alimento, graças a Deus os peixes vieram aos montes agora temos muito alimento.<br></em><br></div><div><strong><em>25 de junho 1517</em></strong></div><div><em>Tem sido uma semana difícil vários problemas , mas como no fundo do túnel a sempre uma luz encontramos terra. Exploramos essa terra encontramos um povo diferente do nosso, não tinham armas de fogo só tinham lanças e arcos-e-flechas, eles pensavam que nos eramos enviados de Deus para lhes oferecer uma vida nova, então nós negociamos com este povo que tinham ouro e prata e muitas especiarias nunca antes vistas. Nós dávamos-lhes roupas e acessórios e eles davam nos estes produtos magníficos.<br></em><br></div><div><strong><em>15 de Novembro 1517</em></strong></div><div><em>Depois de mais de cinco meses em viajem finalmente chego a casa e vejo a minha família, o meu filho já tá tão crescido quem diria que estes meses me abriram os olhos a partir de agora serei pai, marido e rei dos mares.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-26 17:09:18 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tiago Abreu - 8.º D</title>
         <author>400msampaio</author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1246158627</link>
         <description><![CDATA[<div>Já passaram 32 dias desde que entrei no mar com a minha grande equipa, vamos para mais aventuras nestes oceanos infinitos, passamos por grandes correntes e infelizmente perdemos 4 homens fundamentais na nossa equipa, mas temos de superar isso e seguir em frente.<br>O nosso objetivo é chegar a Índia, mas ainda faltam 9 meses pelas minhas contas para chegarmos lá, passados dois meses cinco homens morreram, cada vez estamos a perder mais homens.<br>A nossa nau esta a ficar vazia, estamos a ficar sem mantimentos e as condições só pioram, estamos a poupar os nossos alimentos.<br>Parece que Deus nos ouviu e à nossa frente existia uma ilha onde podíamos descansar e procurar mais alimento, passado alguns dias voltamos para a nau e fomos a caminho para conseguirmos chegar a Índia o mais rápido possível enquanto não existe grandes correntes e tempestades, só que ainda faltava seis <br><br></div><div>meses, depois desse bom tempo apanhamos outra grande tempestade com correntes marítimas muito fortes, ventos fortes e ondas muito grandes pensei que era o nosso fim, mas a nossa equipa é forte e tem garra, conseguimos passar por aquela tempestade horrível e finalmente chegamos a Índia são e salvos apesar de 17 homens terem morrido e ficado para trás. <br>Conseguimos negociar com os índios e trouxemos muitas especarias e outras coisas boas para casa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-26 17:17:16 UTC</pubDate>
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         <title>Matilde Oliveira - 8.º B</title>
         <author>400msampaio</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>A vida a bordo de uma nau</mark></strong><strong><br></strong><br></div><div>&nbsp;Amanhã, se vamos continuar a fazer o nosso quotidiano, se vamos enfrentar uma tempestade ou até descobrirmos uma nova porção de terra. Contudo o&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; dia-a-dia na nau acaba por ser bastante repetitivo e monótono. As pessoas a bordo são sempre as mesmas e para além disso as tarefas também são sempre as mesmas.&nbsp;</div><div>As tarefas na nau são feitas com bastante rigor para conseguirmos manter o seu bom funcionamento. Como autoridade máxima e responsável pelo comando desta nau está o capitão, nesta embarcação é um nobre já com alguma experiência nestas andanças. O capitão não tem tarefa fácil, visto que tem de comandar tudo e ainda fazer decisões importantes, muitas vezes bastante difíceis. O piloto está abaixo do capitão, contudo ele também coordena todas as tarefas da navegação e ainda é a pessoa com mais conhecimentos acerca de navegar. O piloto é a única pessoa que sabe manusear todos os instrumentos de navegação, desde os mais simples como a bússola até aos mais complexos como o sonar. A coordenar toda a tripulação e ainda com algumas tarefas administrativas está o mestre, pessoa que já teve de ser substituída três vezes nesta navegação por causa do escorbuto. Dirigidos pelo mestre estão os marinheiros. Estes têm as tarefas mais difíceis a meu ver, são eles que fazem a limpeza e conservação do barco, fazem as cargas e descargas das mercadorias, são o homem do leme...&nbsp;</div><div>Para além dos marinheiros também estão aqui os chamados grumetes, jovens ambiciosos que querem tornar-se verdadeiros marinheiros. Depois temos mais uma série de homens especializados em diversas áreas, e exemplo desses homens sou eu. A minha função é a de escrivão, e sou responsável por escrever tudo o que acontece a bordo desta nau. Por vezes, fico cansado de estar continuamente a fazer a mesma coisa, contudo há umas semanas atrás, comecei a encarar o livro onde escrevo como sendo o meu melhor amigo, a quem eu conto as coisas mais importantes que se passam aqui.</div><div>Quando embarcamos no dia 15 de janeiro deste ano, prevíamos chegar à Índia seis meses depois, ou seja, passaríamos cerca de um ano longe da nossa família e da nossa casa, isto sem contar o tempo que estaríamos em terra. No dia 15 de fevereiro, quando partimos éramos 147 pessoas a bordo desta nau, 147 pessoas que deixaram tudo para trás para rumar à Índia.&nbsp;</div><div>As naus não são de facto os lugares com melhor higiene e alimentação. A comida não é fresca nem variada, e cada vez está a ficar mais escassa. Cada um tem a sua comida e cozinha-a, mas nesta altura já é necessário dividirmos entre todos porque a fome atinge-nos. A água potável é igualmente escassa, por isso quase que somente a utilizamos para cozinhar. Não tomamos banho à semanas, cheiramos mal e as nossas necessidades ou são feitas numa tábua ou num balde, não há higiene nenhuma. Há cerca de um mês detetamos o primeiro caso e a primeira morte de escorbuto, doença que atinge fortemente esta nau. Desde que a primeira pessoa foi A vida a bordo de uma nau, pode ser caracterizada como sendo uma constante surpresa. Nunca sabemos exatamente o que nos vai acontecer afetada pelo escorbuto, devido à falta de vitamina C, já 21 de nós partiram. Juntando-se assim à saudade da família, a dor da perda de um colega.&nbsp;</div><div>Esta é uma viagem que exige muito de nós, fisicamente e emocionalmente e para isso é importante manter a fé e acreditar que há alguém superior a todos a nós, a cuidar de toda esta tripulação. Para isso, mesmo em alto-mar todos os dias rezamos uma ladainha e ouvimos a doutrina cristã e aos domingos celebramos a missa.&nbsp;</div><div>Apesar de a vida aqui não ser pera doce, nem sempre tudo é trabalho. Nos nossos tempos livre, ou seja, quando a navegação está mais fácil, costumámos jogar xadrez, fazer teatros, pescamos e até fazemos procissões.&nbsp;</div><div>Como vês a vida a bordo de uma nau, já é difícil por natureza, contudo torna-se ainda pior quando surgem contratempos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-26 17:33:52 UTC</pubDate>
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         <title>Rodrigo Oliveira - 8.º C</title>
         <author>400msampaio</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Diário de Bordo <br></strong><br></div><div>Saímos do Porto de Lisboa á quase 27 dias e sinto cada vez mais saudades da minha mulher, do meu filho, das pessoas com quem eu mais convivia. Viver numa nau era difícil.</div><div>Havia muitos problemas na nau como por exemplo a falta de higiene e falta de alimentação devido a haver muitas pessoas na nau. Havia água, mas estava armazenada. As doenças também eram um problema comum, mas muito assustadoras e muita da população perdia a vida. Os alimentos que comíamos eram á base de carne de vaca, vinho, água, vinagre, farinha, sal, frutos secos, mel. Mas o mais consumido era o pão.  Nunca conseguimos ver nenhum pedaço de terra sempre foi mar, mar e mais mar. As tempestades também veem muitas vezes, e eu sempre fico com muito medo de perder a minha vida e tento pensar nos melhores momentos da minha vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-26 19:14:10 UTC</pubDate>
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         <title>João Sousa - 8.º D</title>
         <author>400msampaio</author>
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         <description><![CDATA[<div>Já se passaram 4 meses desde que estou neste inferno.</div><div>As nossas condições de vida são horríveis, procuramos sempre dizer isso ao capitão, mas ele não quer saber…</div><div>Sinto falta da minha família. Sempre que me lembro deles relembra-me o sorriso do meu filho e com isso tento ficar firme e erguer a minha cabeça.</div><div>Já morreram 20 dos nossos homens com escorbuto, o que mais temíamos. Mas o que mais me afetou foi a morte de um velho amigo que também veio, ele já estava fraco a uns dias… Não sei como vou contar à família dele e o capitão livrou-se do corpo deixando-o no mar. Nem um funeral digno poderá ter… Descansa em paz meu amigo.</div><div>Ontem passamos por uma tempestade e foi o momento mais assustador da minha vida.</div><div>Pareceu-me ter visto um monstro ao fundo dela mas não sou de acreditar nessas histórias. O que eu vi não era normal, era gigante tinha vários braços. Pareceu-me o Kraken… Mas foi de certeza a minha má vista porque a minha catarata não ajuda nada.</div><div>O capitão diz que faltam mais alguns meses para chegarmos ao nosso destino, e não aguento mais isto. Quero pisar terra e comer uma boa comida já estou farto de peixe…</div><div>Hoje o capitão disse que ia mandar 10 homens borda fora devido à falta de comida, sinceramente estou com medo, gostaria de voltar a ver a minha família.</div><div>Que deus me guie e se algo acontecer que alguém encontre este meu diário e que o entregue à minha família.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-26 19:20:20 UTC</pubDate>
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         <title>Bárbara Mendes - 8.º D</title>
         <author>400msampaio</author>
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         <description><![CDATA[<div>A vida em uma nau a alto a alto mar não era muito fácil, as regras eram sempre determinadas rigorosamente, já que nós tínhamos o objetivo de chegar à Índia, onde demoraria para chegar cerca de 6 meses.</div><div>A alimentação e a higiene eram dois problemas. A alimentação consistia em biscoitos, carne de vaca e de 🤬, peixe, frutos secos, pão e vinho. A água potável era essencial para a nossa sobrevivência. </div><div>Éramos cerca de 170 pessoas a bordo, isto levou a uma grande propagação de doenças que levaram à morte de muitas pessoas.</div><div>As mulheres nunca foram respeitadas, por isso ficavam recolhidas num espaço onde não as conseguiam ver para evitar os olhares dos homens. Apesar de todos os problemas que tínhamos, conseguimos rezar, aos domingos celebrar a missa e ouvir a doutrina cristã.</div><div>Esta navegação foi bastante cansativa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-26 19:40:26 UTC</pubDate>
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         <title>Beatriz Borges - 8.º D</title>
         <author>400msampaio</author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1246825705</link>
         <description><![CDATA[<div>Hoje é dia 25 de fevereiro de 1660, já estou nesta nau á algumas semanas e ainda não vimos terra, a vida dentro de uma nau é um bocado complicada e uma constante surpresa. Cada elemento tem uma função e essas têm de ser compridas para o bom funcionamento da embarcação.</div><div>A tripulação é composta pelo capitão, o responsável pelo o comando do navio, o que tem a autoridade suprema e é a ele que lhe cabe tomar as decisões mais importantes. Depois também temos o mestre que é o que se encarrega pelo comando direto da tripulação e das funções administrativas. O piloto é o técnico que sabe manusear os instrumentos e o que interpreta os mapas, depois também temos os carpinteiros, os tanoeiros, os calafates e os cirurgiões (que tem o cargo de barbeiro), os grumetes, os feitores e os marinheiros.</div><div>A alimentação e a higiene são dois problemas porque há muita gente a bordo. Não há higiene dentro do navio, há cheiros desagradáveis e as doenças são muito comuns, a maneira que elas se espalham é assustadora e fazem com que a maior parte da tripulação fique doente.</div><div>A alimentação são biscoitos, peixe salgado e fumado, pão, vinho, carnes salgadas e frutos secos. A água para bebermos é armazenada em portos ou quando chove.</div><div>Estes é mais um dia a bordo na nau.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-26 19:42:58 UTC</pubDate>
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         <title>Afonso Leite -8.º D</title>
         <author>400msampaio</author>
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         <description><![CDATA[<div>          <strong>Diário de Bordo</strong></div><div>Ser marinheiro não é um trabalho fácil sinto que tenho dificuldades em comunicar mais só consigo dizer “Terra á vista”. Passaram-se 7 meses e não avistamos nada sinto falta da minha família e do meu povo que neste momento está a torcer por mim para sair desta viagem vivo e com novos comércios. Espero que nesta noite as ondas não estejam fortes pois quero ter uma noite tranquila. Só consigo me lembram das últimas palavras que a minha família me disse bem me avisou meu pai para não seguir com a viagem em frente, a lágrima do meu filho e da minha esposa ao me ver partir, só me apetece dizer “Vamos voltar para a nossa terra já!”.</div><div>Quero voltar a ouvir o meu povo a falar tranquilamente sem preocupação nenhuma, mas para já o que me resta é os meus companheiros de bordo.</div><div>Espero que sejamos bem recebidos nas novas terras pois só quero paz não quero conflito. </div><div>Se eu sair vivo tenho na consciência que o meu nome será marcado na história de Portugal, quero que a minha família seja reconhecida pelos meu bons atos e não pelos maus atos, quero ser um marinheiro importante que segue em frente em todas as viagens e que acredite e si e na sua família.</div><div>Chegamos passado 1 ano á terra fomos bem recebidos mas no fim de tudo não havia muito comércio portanto tivemos que embarcar de volta. Eu rezei para que a viagem de volta a Portugal fosse tranquila e pacífica para poder ver o sorriso da minha família e do meu povo mas meu povo não ficará muito contente pois não haveria trazido comércio novo. Realmente a viagem foi tranquila chorei ao ver a cara da minha família de desespero para me ver agarrei na minha família e abracei-a com a maior força e disse “terra que é minha meus pés não sairão mais dessa!!”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-26 19:50:00 UTC</pubDate>
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         <title>Diogo Gomes - 8.º D</title>
         <author>400msampaio</author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1246884493</link>
         <description><![CDATA[<div>A vida a bordo</div><div>Cada navio era abastecido antes de largar para a índia com os alimentos considerados necessários para a longa viagem; o Armazém da Guiné e índia fornecia ao pessoal da navegação um conjunto de géneros alimentícios as contingências das viagens, o mau acondicionamento dos produtos, as grandes variações climáticas, e, mormente, a enorme falta de higiene a bordo contribuíam para a sua rápida deterioração</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-26 19:58:38 UTC</pubDate>
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         <title>Lara Silva - 8.º A</title>
         <author>400msampaio</author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1246916680</link>
         <description><![CDATA[<div>A vida nas naus era sempre muito difícil. Víamos pessoas a morrer e a ser deitadas por mar fora como se não tivessem importância nenhuma. Á noite, é uma das piores alturas. Ainda atualmente não consigo dormir e fico sempre, a pensar. Toda a gente nesta nau está a abdicar da família e de uma vida. A comida é horrível, mas não é como se houvesse opção. Os bichos que sempre tem lá assustam-nos um pouco.<br>Os dias passam lentamente e é perigoso. O medo começou a transparecer na cara das pessoas quando nos disseram o cabo das Tormentas estava perto. A morte era quase certa e a única coisa que podíamos fazer era esperar pacientemente por ela.<br>Mas um milagre aconteceu. O cabo foi passado e hoje já só pensámos em como a índia está perto e como iremos todos voltar para casa, seguros. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-26 20:08:00 UTC</pubDate>
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         <title>Bárbara Machado - 8.º B</title>
         <author>400msampaio</author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1246930760</link>
         <description><![CDATA[<div>Falta um mês para chegarmos à Índia, foi o que me disseram. Cada dia a situação vai piorando. Já morreu cerca de um terço da tripulação.</div><div>Uma semana depois:</div><div>Faz uma semana que perdi a única pessoa que falava, ainda estou de luto. Rezo todos os dias a Deus. Estou a perder esperanças que ainda sobreviva, com as condições que temos é horrível. Vejo cada vez mais pessoas a morrerem.</div><div>Na terceira semana chegaram à Índia </div><div>Na caravela, por de baixo havia um espaço que servia para transportar alimentos .</div><div>Como as viagens eram longas e os alimentos frescos se estragavam com facilidade, a base da alimentação a bordo era: carne de 🤬 salgada, peixes secos ou salgados, também tinham azeite, vinagre, vinho, água doce. Sempre que possível eles pescavam. Para cozinhar utilizavam um fogão que existia na zona mais alta do convés.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-26 20:12:12 UTC</pubDate>
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         <title>Daniela Barbosa - 8.ºC</title>
         <author>400msampaio</author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1246972708</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Diá</strong><strong><em>rio de Bordo</em></strong><br><br></div><div>Neste tempo   as viagens eram longas   e difíceis.</div><div>As naus eram muito lentas e não eram   confortáveis,  ganhamos doenças pois  não havia higiene. Muitos de nós morriam.</div><div>Sentia falta da minha família, da minha terra e das coisas que me faziam sentir bem. </div><div>Passava muita fome   , e muito  frio .</div><div>Passavam se dias e dias e só via mar à minha frente parecia que não havia fim.</div><div>Mas mantinha sempre   a esperança de conseguir chegar à Índia, para carregar aquelas especiarias e riquezas.</div><div>E chegarei ao meu amado lar.</div><div>Vendo assim a minha vitória…</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-26 20:25:09 UTC</pubDate>
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         <title>Beatriz Maia - 8.º C</title>
         <author>400msampaio</author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1246981406</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Diário de bordo</strong><br><br> Estamos nesta viagem há muito tempo que até já perdi a contagem dos dias, cada dia que passa uma coisa nova nos surpreende nesta viagem, nesta nau. O nosso quotidiano era marcado pela monotonia e pela repetição de tarefas, cada marinheiro tinha a sua tarefa e tinha de ser cumprida com rigor necessário para o bom funcionamento da embarcação.</div><div>A tripulação é composta pelo capitão, responsável pelo comando do navio, o mestre encarregado do comando direito da tripulação e também das funções administrativas, o piloto quem manuseia os instrumentos de navegação e interpretar os mapas, os carpinteiros, calafetes, tanoeiros, o cirurgião (neste caso exercia o cargo de barbeiro), feitores, escrivão e numerosos marinheiros e grumetes que exerciam diferentes cargos.<br>A higiene e a alimentação eram os maiores problemas nestas viagens. A alimentação consistia em biscoitos, carne salgada, peixe salgado e fumado, frutos secos, pão e vinho. A água potável é armazenada quando paramos em um porto e recolhemos água da chuva. A higiene não abunda neste navio e os maus cheiros predominam.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-26 20:28:03 UTC</pubDate>
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         <title>Filipe Silva - 8.º C</title>
         <author>400msampaio</author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1246989765</link>
         <description><![CDATA[<div>Já saímos do porto de Lisboa há 73 dias, já perdemos 45 homens devido à fome e cada vez mais adoecemos.</div><div>Só vemos mar e mar e mar nunca sequer um sinal de terra,&nbsp; um homem já diz que viu uma daquelas criaturas sinistras vindas do inferno.</div><div>Até que um dia finalmente chegaram à tão esperada Índia para carregar aquelas especiarias e riquezas todas, agora só falta chegar vivo a casa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-26 20:30:49 UTC</pubDate>
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         <title>Iara Pinheiro - 8.º C</title>
         <author>400msampaio</author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1247176229</link>
         <description><![CDATA[<div>09 de setembro de 1497/98</div><div><br></div><div>Mais um dia , mais um dia da mesma coisa. Acordar nesta nau imunda… o cheiro horrendo que se espalha por todo o lado ...a notícia de outra morte por escorbuto...a comida desagradável que já era escassa...nada fora do normal para ,nós marinheiros.</div><div>Como podem imaginar as naus transbordam de pessoas , para onde quer que se olhe vê-se pessoas a trabalhar desde o mestre que comanda toda a gente até aos carpinteiros, aos calafates, aos tanoeiros, ao escrivão ,aos marinheiros a todo o tipo de pessoas.</div><div>Claro que este numeroso número de pessoas vai diminuindo com as mortes por escorbuto...eu não estou livre deste fim e esse mesmo pensamento apavora-nos, temos saudades de casa ...claro que tenho ...apostei a minha sorte e para quê perguntas tu? Também eu gostava de saber, se umas poucas moedas de ouro valem o inferno que estou a passar.</div><div>E vocês podem achar ,”na nau não se deve dar muita importância à religião”...pois bem se enganam é orações para todo o lado , para aqui para ali para tudo o que é lugar ,e vocês devem achar de novo reza-se mas não à missa certo...como podem já saber pelo decorrer desta conversa , enganam-se ,claro que havia de haver missa no domingo , como é que não havia de haver? Mas prontos ,essa havia de ser a única coisa que nos livrava da monotonia de todos os dias.</div><div>Perguntam-se vocês qual é o tipo de comida que servem para eu a descrever como desprezível...bem nas melhores das opções eram servidos carnes salgadas ou peixe salgados fumado mas o normal era os biscoitos pois a comida era escassa mas não pensem que esta era a pior das opções, aí não ...não ...não se não biscoitos comia-se o quê? O que havia ...o que se encontrava nem que fossem ratos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-26 21:37:34 UTC</pubDate>
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         <title>Lara Monteiro - 8.º C</title>
         <author>400msampaio</author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1247201143</link>
         <description><![CDATA[<div>Já fazem três meses que estamos na nau, já morreram cerca de 93 pessoas pelo escorbuto. As nossas condições estão piores a cada dia que passa, temos uma má alimentação e uma má higiene. Fico todos os dias a espera de encontrar terra. Todos os dias tenho medo dos que nos pode acontecer pois não sabemos se amanhã ainda estaremos vivos. Eu não sei o que aconteceu a minha família não sei se eles estão bem ou mal, fico todos os dias a pensar em como será que eles estão. Nós não vemos mais nada a não ser água por todo lado. Mal descansamos o trabalho na nau é muito difícil e cansativo. Eu não sei se vou aguentar mais três meses para sair desta nau, sem falar que ainda tem mais seis meses de volta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-26 21:47:33 UTC</pubDate>
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         <title>Beatriz Sousa - 8.º A</title>
         <author>400msampaio</author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1247247155</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A vida a bordo</strong><br><br></div><div>“Homem morto!” faleceu mais um tripulante, embarcamos 160 pessoas a bordo e hoje permanecem 115 vivas,&nbsp; falta-nos comida, biscoitos, carnes salgadas, peixe salgado e fumado, frutos secos, pão e vinho é o que comemos para mantermos-mos vivos, a higiene é lamentável, os cheiros são extremamente desagradáveis.</div><div>As tempestades são árduas, é necessária uma certa valentia para ultrapassá-las, as ondas firmes a baterem contra o navio com toda a sua força, são naqueles momentos que decido rezar e implorar a Deus para que nada me aconteça. Cada dia neste navio é um desafio de sobrevivência!</div><div>&nbsp;Faz hoje exatamente dois meses que parti para alto-mar, deixando a minha família as saudades são bastantes, tudo o que preciso é da companhia e do amor deles! Tudo o que quero é chegar vivo á India conseguir as especiarias e regressar para Lisboa são e salvo, chego a duvidar que todo este esforço para obter riquezas seja desnecessário tendo em conta a quantidade de mortes.&nbsp;</div><div>Tudo o que preciso é manter-me vivo, pela minha família, o meu bem mais precioso, não posso deixar-me levar pela morte, eles precisam de mim…</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-26 22:09:24 UTC</pubDate>
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         <title>Inês Barbosa - 8. A</title>
         <author>400msampaio</author>
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         <pubDate>2021-02-26 22:16:49 UTC</pubDate>
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         <title>Alexandre Gomes - 8.º B</title>
         <author>400msampaio</author>
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         <pubDate>2021-02-27 17:25:07 UTC</pubDate>
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         <title>Marta Fernandes - 8.º C</title>
         <author>400msampaio</author>
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         <description><![CDATA[<div>Diário Do Bordo&nbsp;<br><br></div><div>O dia&nbsp; na nau era um pouco difícil. Neste processo assim era muito exigente com as tarefas.&nbsp;</div><div>Passávamos imenso imenso&nbsp; tempo dentro da nau, só com o mar à vista.&nbsp; Desde 26 de março de 1651 e já não sei onde vou parar mas para dizer a verdade não estou a gostar muito de estar aqui é um pouco estanho e tenho saudades dos amigos e família .<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-27 17:30:59 UTC</pubDate>
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         <title>João Alves - 8.º D</title>
         <author>400msampaio</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Vida na nau</strong></div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;Já se passou um ano que saímos de Lisboa rumo à Índia e cinquenta dos nossos homens já morreram devido à escassez de alimento e a falta de higiene, e já só estamos a comer peixe salgado e biscoitos que é horrível&nbsp;</div><div>&nbsp;A vida na nau é muito difícil, são atribuídas muitas tarefas aos nossos homens e eles não conseguem aguentar.</div><div>&nbsp;Não deve faltar muito para chegar à Índia e enquanto não chegarmos vamos tentar acalmar o nosso capitão.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-27 17:43:21 UTC</pubDate>
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         <title>Tomás Costa - 8.ºD</title>
         <author>400msampaio</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-02-27 17:52:16 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Silva - 8º B</title>
         <author>400msampaio</author>
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         <description><![CDATA[<div>Passou muito tempo desde que saímos de Terra, tem sido cansativo ver várias pessoas morrerem devido a pestes, doenças e más condições. A vida nesta nau tem sido difícil desde então, passamos fome, frio e horríveis dores.<br>A nossa comida tal como as carnes e as especiarias estão a terminar e tem sido complicado. A nossa alimentação mantêm se guardada numa sala juntamente com as armas.<br>Todos os dias avistamos mar! mar! mar! não avistamos terra desde então.<br>A comida que comíamos era à base de de carne de vaca, vinho, água, azeite, farinha , vinagre, frutos secos, sal, açúcar, legumes e mel a comida mais comum que comemos era o nosso pão de cada dia e a bolacha.<br>Com as tempestades e o mar bravo a nossa viagem 🤬 difícil. Quando o mar acalma divertimos nos, seguimos a nossa bússola e procurámos terra, em breve chegaremos à Índia"</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 14:56:23 UTC</pubDate>
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         <title>Fernando Queirós - 8.º C </title>
         <author>400msampaio</author>
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         <description><![CDATA[<div>                       Diário de Bordo </div><div><strong>17 de fevereiro de 1502</strong></div><div>  Já estamos a navegar á 157 dias. Hoje acordamos cedo, ainda o sol nem tinha nascido o sol. O vento estava a soprar a nosso favor e o mestre acordou-nos para içar as velas e podemos navegar á bolina.</div><div>  Já falta pouco para chegarmos á India. Se tudo correr bem daqui a 30 dias devemos chegar lá.</div><div>  De tarde fui lavar e esfregar o porão, arrumei umas cordas das velas e depois do jantar: pão, chouriço, presunto e vinho, como de costume, fomos rezar.</div><div>  Rezamos todos os dias para que a viagem corra bem, para que não apanhemos nenhuma tempestade e para que o escorbuto não chegue á nossa embarcação.<br><br></div><div><strong>18 de Fevereiro de 1502 </strong></div><div>  158ºdia de navegação. Esta noite apanhamos um susto. Já estamos a descansar quando sentimos a embarcação a baloiçar mais que o habitual.</div><div>  O mestre chamou-nos para ficarmos alerta pois estava a aproximar-se uma tempestade. </div><div>  A trovoada estava bastante forte, mas felizmente não choveu muito nem houve muita agitação marítima.</div><div>  Quando nasceu o sol estava tudo muito mais calmo e o céu estava azul. </div><div>  Hoje adoeceram 20 homens. Vão ter de ficar isolados do resto da tripulação.</div><div>  Hoje, na oração da noite vamos rezar por eles.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 17:40:34 UTC</pubDate>
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         <title>José Peixoto - 8º A</title>
         <author>400msampaio</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A vida a  bordo  </strong></div><div>Finalmente ao fim de 6 meses, cheguei a Índia, foram 6 meses muitos duros de desespero e sofrimento, a passar entre a vida e a morte.</div><div>O navio é muito sujo, temos pouco o que comer, as condições higiénicas são muito más e o cheiro do nosso corpo também é mau e o nosso cheiro afeta o barco.</div><div>O escorbuto afetou muita a nossa tripulação, ao regresso a Portugal duvido que estejamos vivos.</div><div>Arriscamos a vida com uma família em busca de novas especiarias e riquezas.</div><div>Mas uma coisa eu sei que o navio não é bom mas  é um desafio que eu gosto de ter.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 22:11:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Irís Costa - 8º C</title>
         <author>400msampaio</author>
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         <description><![CDATA[<div>Já se passaram 7 meses desde que embarcamos, já perdemos 56 homens devido à falta de comida, pouco descanso e doenças.<br><br></div><div>Estamos a ficar sem mantimentos e isso está-me a preocupar a mim e aos outros homens. <br><br></div><div>Esta vida é muito difícil, sempre com tempestades brutas, com ondas fortes. <br><br></div><div>Todas as noites rezo por mim, meus companheiros, e minha família que deixei em terra, com medo de partir e os deixar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 22:18:58 UTC</pubDate>
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         <title>João Rodrigues - 8.º D</title>
         <author>400msampaio</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 22:25:00 UTC</pubDate>
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         <title>Beatriz Moreira - 8.º B</title>
         <author>400msampaio</author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1258974179</link>
         <description><![CDATA[<div>A vida na nau é muito difícil. Estou aqui há muito tempo e já não pareço ser a pessoa que sou, todos os dias morrem pessoas por falta de comida e por doenças.</div><div>&nbsp;É muito difícil de descansar porque não estamos confortáveis, já houve algumas tempestades que já meteram muito medo.&nbsp;</div><div>&nbsp;Quando está tudo mais calmo nos tentamos fazer algumas atividades para passar o tempo. Mas pelo que nos foi falado parece que estamos a chegar ao destino mas ainda falta algum tempo pela frente.</div><div>&nbsp; </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-02 15:39:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Luís Tagliari /8º A                     A vida na nau e muito complicada, viajo à dois  meses a espera de chegar à Índia, a pressão  das ondas em alto mar e extremamente forte,  a higiene e muito pouca e temos uma  alimentação que consiste e biscoitos, carne  salgada, peixe salgado e fumado, frutos secos,  pão e vinho e mal temos água potável. todos o  dias rezamos a ladainha e ouvíamos a  doutrina cristã, aos domingos celebramos a  missa com direito a sermão. Por falta de  vitamina C na dieta alimentar o escorbuto  matou cerca de 1/3 da tripulação, espero  chegar vivo na Índia.</title>
         <author>400msampaio</author>
         <link>https://padlet.com/400msampaio/2kd1jrqala1sqqbq/wish/1350449025</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 23:16:05 UTC</pubDate>
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