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      <title>Racismo estrutural: Análise do racismo na sociedade americana by </title>
      <link>https://padlet.com/cahcostta25/2k0exg660t9fp9pv</link>
      <description>Apontamentos sobre o racismo feitos com base na leitura da obra &quot;Atlântico Negro&quot; de Paul Gilroy.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-05-15 02:47:12 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-05-15 19:06:03 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Quais reflexos do racismo estrutural na sociedade americana que podemos observar com a análise da obra?</title>
         <author>cahcostta25</author>
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         <description><![CDATA[<div>O livro "Atlântico Negro" traz uma compreensão muito importante para a história negra, principalmente por seu enfoque na diáspora africana como ponto de dispersão da cultura pelo mundo. <br>&nbsp;A cultura negra apresenta grande influência em diversos aspectos ao redor do mundo, como na arte, onde o jazz, reggae, rap, hip hop e capoeira crescem mais a cada dia, sendo estilos conhecidos em todos o continentes e vistos como contribuições importantes para a história. <br>&nbsp;Porém, independente da importância histórica e cultural que a população negra representa, o racismo estrutural está presente em diversas sociedades, advindo de séculos de colonização e menosprezo aos africanos.<br>&nbsp;Trazendo um enfoque maior para o racismo estrutural na sociedade americana, a desigualdade econômica deve ser a primeira pontuada. É notável que pessoas de cor tem menos oportunidades de emprego, acesso à crédito e, normamente, estão situados em bairros menos nobres. <br>&nbsp;A discriminação institucionalizada e histórica são grandes culpadas desse cenário, assim como a falta de investimento em comunidades de minorias. O governo, sistema de educação e as empresas são instituições onde o racismo é enraizado, o que é visível em suas práticas e políticas que discriminam pessoas de cor, bem como representações culturais que mantêm esteriótipos e preconceitos.<br>&nbsp;Ao analisar o sistema de justiça criminal dos Estados Unidos, o racismo estrutural fica bem escancarado, uma vez que grande parte dos condenados são pessoas negras e, normalmente, suas penalizações são mais duras. A aplicação da lei é muito mais rígida quando trata-se de pessoas de cor e baixa renda.<br>&nbsp;Por fim, os maiores movimentos sociais que vemos nos Estados Unidos normalmente acontecem após algum evento de grande repercursão, como o "<em>Black Lives Matter</em>" em decorrência da morte por asfixia de George Floyd, por um policial branco. Tais movimentos são muito importantes para expor e combater o racismo na sociedade.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-15 02:49:49 UTC</pubDate>
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         <title>Quais os principais apontamentos e considerações que a obra traz para que reformule as noções de direitos civis e igualdade no sistema internacional?</title>
         <author>cahcostta25</author>
         <link>https://padlet.com/cahcostta25/2k0exg660t9fp9pv/wish/2590565334</link>
         <description><![CDATA[<div>Sobre a obra "Atlântico Negro", de Paul Gilroy, ela é considerada um importante estudo sobre a diáspora africana e a formação da cultura negra no mundo atlântico, que teve impacto direto entre as noções de direitos civis e igualdade dentre o sistema internacional. A obra aborda as conexões culturais e históricas entre África, Europa e Américas, além de apontar para a presença da cultura negra e sua influência em diversos campos e lugares. Quanto à reformulação das noções de direitos civis e igualdade no sistema internacional, o autor argumenta que é necessário repensar a noção de cidadania e o papel do Estado na promoção da igualdade e do respeito às diferenças culturais. Além disso, "Atlântico Negro" destaca a importância do reconhecimento da diversidade cultural e étnica como um valor fundamental para a coexistência pacífica e a construção de sociedades mais justas e democráticas.</div><div>As estruturas transnacionais criadas na modernidade que se desenvolveram e deram origem a um sistema de comunicações globais marcado por fluxos e trocas culturais. A formação dessa rede possibilitou às populações negras durante a diáspora africana formarem uma cultura que não pode ser identificada exclusivamente como caribenha, africana, americana, ou britânica, mas todas elas ao mesmo tempo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-15 02:51:50 UTC</pubDate>
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         <title>Os principais estudos que temos acesso nas Relações Internacionais são pautados em visões europeias, porém, uma alternativa mais justa seria estudar pela visão negra, uma vez que o mundo foi construído com derramamento de sangue advindo da colonização. Sendo assim, quais foram as principais contribuições desenvolvidas a partir da análise da obra “Atlântico Negro”, e outras obras de cunho racial, e seu impacto para a reformulação de políticas internacionais?</title>
         <author>cahcostta25</author>
         <link>https://padlet.com/cahcostta25/2k0exg660t9fp9pv/wish/2590568871</link>
         <description><![CDATA[<div>De modo mais amplo, deve-se recordar que Brasil e Estados Unidos são partes da diáspora negra, assim como toda a América do norte, central e sul, compreendendo um espaço histórico que foi constituído a partir do tráfico transatlântico de africanos escravizados.</div><div>Esse processo é intrínseco a temporalidade e historicidade da modernidade ocidental europeia e construiu uma economia de exploração de trabalho dos habitantes, com práticas de escravização, cristianização e extermínio a partir do processo de colonialismo.</div><div>Além desse modelo de economia, houve uma série de justificativas filosóficas, políticas, morais e teológicas para prover tamanho abuso. Em meio a isso, destaca-se a emergência dos marcadores raciais de diferenciação em que a própria concepção de humano, entendido como elemento, é constituído como uma categoria passível de classificações, em que se cria, até mesmo, um oposto da espécie.</div><div>Tal construção é baseada em “hábitos”, “costumes”, idioma, organizações sociais, políticas e expressões culturais que são determinadas por uma agência política que visou fundamentar o seu alcance simultaneamente com a composição de regimes totalitários, cujas narrativas apresentam a sua verdade como única possibilidade de descrever a realidade absoluta.</div><div>Dessa maneira, os enredos políticos que instauraram os regimes coloniais no continente americano constituíram-se por meio da afirmação do caráter humano do colonizador e de um negativo nos meandros de colonizados da mesma espécie.</div><div>A ordem dessas formulações estruturais se constitui a partir das definições sistematizadas do funcionamento e pertencimento das organizações sociais, das produções e agenciamentos culturais e artísticos, dos direitos básicos e da própria existência. A figura da pessoa que produz tal conhecimento em determinados discursos, as escolhas de objetos que subsistem nesses discursos, os temas em que esses últimos habitam e as regras que os formam propriamente são fontes de preocupações e reformulações profundas, principalmente ao campo das relações internacionais e a importância do surgimento de teorias de cunho racial para a formulação de novas políticas.</div><div>A modificação da maneira de conceber a possibilidade de adquirir conhecimento sobre as coisas é importante para construir pontos de perspectiva não medíocres ao âmbito da atividade intelectual ou teórico, mas precisamente pela urgência das consequências políticas, que incidem diretamente nas possibilidades de vida e morte.</div><div>O pensamento do Gilroy, principalmente ao que tange na obra “O Atlântico Negro”, está pautado enfaticamente acerca do funcionamento expressivo dos fenômenos culturais e da cultura, assim como estabelece uma crítica sobre as identidades absolutas, respaldadas de nacionalidade, etnia e raça. Como exemplo podemos citar manifestações culturais que reformulam seu pensamento, tal como a música popular negra sintetiza uma configuração que exemplifica a sistematização de Gilroy como principal evidência de uma cultura compartilhada entre pessoas diaspóricas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-15 02:54:29 UTC</pubDate>
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         <title>Quais as principais diferenças e apontamentos presentes para a compreensão das distintas construções de debates raciais entre norte americanos e latino americanos?</title>
         <author>cahcostta25</author>
         <link>https://padlet.com/cahcostta25/2k0exg660t9fp9pv/wish/2590570549</link>
         <description><![CDATA[<div>A discussão sobre a raça no Brasil e nos mais variados contextos não se faz no isolamento. Antes, ela se articula às questões históricas, sociais, culturais, políticas e econômicas mais amplas.</div><div>Quijano (2005) salienta que a ideia de raça, em seu sentido moderno, não era conhecida antes do Descobrimento da América.</div><div>Ele argumenta que talvez ela tenha se originado como referência às diferenças fenotípicas entre conquistadores e conquistados, mas desde muito cedo foi construída como referência a supostas estruturas biológicas diferenças entre esses grupos.</div><div>O autor argumenta que a formação das relações sociais fundadas na ideia de raça produziu nas Américas novas identidades sociais – índios, negros, mestiços –, bem como redefiniu outras. Aquilo que era considerado identidade pautada em procedência geográfica ou país de origem, tal como espanhol, português e, posteriormente, europeu, passou também a adquirir, em relação a essas novas identidades, uma conotação racial.</div><div>Na medida em que as relações sociais que se configuravam eram de dominação, tais identidades foram associadas às hierarquias, lugares e pa- péis sociais correspondentes, como se deles fossem constitutivas, e, por conseguinte, ao padrão de dominação que se impunha, bem como pode ser observado na obra “O atlântico negro”.</div><div>Como discurso e prática social, a raça é ressignificada pelos sujeitos nas suas experiências sociais. No caso do Brasil, o movimento negro ressignifica e politiza afirmativamente a ideia de raça, entendendo-a como potência de emancipação e não como uma regulação conservadora; explicita como ela opera na construção de iden- tidades étnico-raciais.</div><div>&nbsp;</div><div>Ao ressignificar a raça, o movimento negro indaga a própria história do Bra- sil e da população negra em nosso país, constrói novos enunciados e instrumentos teóricos, ideológicos, políticos e analíticos para explicar como o racismo brasileiro opera não somente na estrutura do Estado, mas também na vida cotidiana das suas próprias vítimas. Além disso, dá outra visibilidade à questão étnico-racial, interpretando-a como trunfo e não como empecilho para a construção de uma sociedade mais democrática, onde todos, reconhecidos na sua diferença, sejam tratados igualmente como sujeitos de direitos.</div><div>&nbsp;</div><div>Ao politizar a raça, esse movimento social desvela a sua construção no con- texto das relações de poder, rompendo com visões distorcidas, negativas e natu- ralizadas sobre os negros, sua história, cultura, práticas e conhecimentos; retira a população negra do lugar da suposta inferioridade racial pregada pelo racismo e interpreta afirmativamente a raça como construção social; coloca em xeque o mito da democracia racial.</div><div>O movimento negro é, portanto, um ator coletivo e político, constituído por um conjunto variado de grupos e entidades políticas (e também culturais) distribu- ídos nas cinco regiões do país. Possui ambiguidades, vive disputas internas e tam- bém constrói consensos, tais como: o resgate de um herói negro, a fixação de uma data nacional, a necessidade de criminalização do racismo e o papel da escola como instrumento de reprodução do racismo.</div><div>&nbsp;</div><div>A educação tem merecido atenção especial das entidades negras ao longo da sua trajetória. Ela é compreendida pelo movimento negro como um direito pau- latinamente conquistado por aqueles que lutam pela democracia, como uma pos- sibilidade a mais de ascensão social, como aposta na produção de conhecimentos que valorizem o diálogo entre os diferentes sujeitos sociais e suas culturas e como espaço de formação de cidadãos que se posicionem contra toda e qualquer forma de discriminação.</div><div>Na obra, podemos ver que toda experiência social produz conhecimento. Ao fazê-lo, pressupõe uma ou várias epistemologias. Por epistemologia entende-se toda noção ou ideia refletida ou não, sobre as condições do que conta como conhecimento válido. E é por via do conhecimento válido que uma dada experiência social se tor- na intencional ou inteligível.</div><div>&nbsp;</div><div>A diferenciação de debates raciais nos países norte americanos se dá principalmente, pois em primeiro lugar, tendo superado as mais violentas e óbvias formas de discriminação racial, o movimento pelos direitos civis pareceu ter cumprido seu objetivo. Os tipos de discriminação que continuaram (e continuam) a existir eram muito mais sutis e difíceis de detectar e, portanto, era ainda mais difícil a mobilização de pessoas em seu repúdio. O Brasil orgulha-se de ser uma "democracia racial", enquanto os Estados Unidos são conhecidos pela aspereza de suas relações raciais.</div><div>Ainda assim, desde a Segunda Guerra Mundial, os afroamericanos, que representam apenas 12% da população dos Estados Unidos, têm provado ter uma força política substancialmente maior na vida de seu país do que os afro-brasileiros, que representam talvez 50% da população brasileira. Por que acontece isso?</div><div>As conquistas do movimento afro-americano, nos Estados Unidos, transformaram o Estado nacional, de um impositor da desigualdade racial, em exatamente o oposto: um ativo e poderoso oponente da discriminação racial e fiador das oportunidades para o povo negro (e outras minorias raciais, como os índios americanos, porto-riquenhos e mexicanos) em áreas como educação, moradia e emprego.</div><div>&nbsp;</div><div>Mas, naturalmente, o racismo, que levou séculos para ser formado, não seria fácil e rapidamente extinto. Enquanto a nova classe média negra se beneficiava das oportunidades abertas pelo governo federal, o mesmo não acontecia com a sobrepujada maioria dos afro-americanos.</div><div>&nbsp;</div><div>Como a experiência americana pode ser comparável àquela encontrada no Brasil? Nada refuta mais efetivamente o mito da "democracia racial" do Brasil que a extensa história da luta dos negros neste país. Nos últimos cem anos, nota-se uma progressão, desde o movimento abolicionista dos anos 1870 e 80, através das organizações culturais e políticas do período pós-1920 (a mais proeminente das quais foi a Frente Negra Brasileira, banida por Getúlio Vargas em 1937), até o Movimento Negro Unificado de hoje. Esses movimentos são uma evidência conclusiva&nbsp; como se fosse necessária&nbsp; da contínua existência da discriminação e desigualdade racial na multirracial sociedade brasileira.</div><div>Uma importante parte da resposta repousa no caráter paternalista e autoritário das relações sociais e políticas brasileiras, que, mesmo durante períodos de democracia, torna muito difícil construir um movimento político de massas autônomo e nacional.</div><div>&nbsp;</div><div>Mas é importante notar que o movimento pelos direitos civis nos EUA surgiu, e teve as suas vitórias mais retumbantes, na região mais tradicionalista, autoritária e repressiva do país: os estados do Sul. O autoritarismo, em si só, não pode explicar as diferentes trajetórias das lutas negras nos dois países; deve-se prestar atenção também na natureza das relações raciais brasileiras, onde não existe a separação racial imposta pelo Estado, como se verifica na segregação norte-americana ou no apartheid sul-africano. O caráter substancialmente mais relaxado da hierarquia racial brasileira trabalha para minar a mobilização política afro-brasileira de múltiplas formas.</div><div>&nbsp;</div><div>Primeiramente, ao permitir a integração dos afro-brasileiros, ainda que em termos de inferioridade, nas instituições básicas da sociedade, no Brasil, reduz a necessidade do povo negro de desenvolver instituições sociais e culturais próprias e, por isso mesmo, mais autônomas, como a segregação racial exigiu nos Estados Unidos. Assim, o Brasil não compartilha com os Estados Unidos a tradição de igrejas e faculdades independentes, que favoreceram sensivelmente a formação da base ideológica e institucional e de liderança, para o movimento dos direitos civis.</div><div>&nbsp;</div><div>Da mesma maneira, a ausência de um limite claramente estabelecido entre "negro" e "branco" no Brasil torna possível a cooptação, por parte do grupo racial branco, de afro-brasileiros particularmente talentosos e ambiciosos. Em um sistema mais rígido, tais indivíduos permanecem na casta racial negra e assumem posições de liderança dentro dela. Mas, no Brasil, não é impossível para eles negar a sua negritude; de fato, manter identidade afro-brasileira pode tornar-se um exercício consciente de força que muitos estão relutantes em assumir.</div><div>Uma forma ainda mais efetiva pela qual o sistema brasileiro de hierarquia racial trabalha contra a formação de um movimento político afro-brasileiro é depreciando a base moral desse movimento. Um dos mais importantes traços da luta afro-americana tem sido a habilidade de se apropriar dos valores morais para tirar vantagens políticas disso, explorando todas as mais óbvias injustiças da segregação e da discriminação racial, para mobilizar tanto os brancos oponentes ao racismo quanto os negros. Os segregacionistas ficaram finalmente impossibilitados de legitimar um sistema que visivelmente contradizia aqueles princípios tão definidos que a sociedade clamava por base: justiça, igualdade e liberdade.</div><div>&nbsp;</div><div>Se a brutalidade e a crueza do racismo norte-americano provaram ser sua maior fraqueza, então, ao inverso, a flexibilidade e a sutileza do racismo brasileiro provaram ser a sua maior força. A indignação moral contra a desigualdade racial é muito mais difícil de ser gerada em um país onde a discriminação assenta-se sobre formas silenciosas e, às vezes, inconsistentes, tornando difícil identificá-la e transformá-la em ação política. Impede ainda mais a criação de um sentido de indignação contra o racismo e a triste necessidade de combater toda uma série de injustiças que caracterizam a sociedade brasileira.</div><div>Recentemente, os líderes negros têm também gerado um substancial capital político, por chamarem a atenção pública para um dos mais brutais aspectos das relações raciais brasileiras&nbsp; a repressão policial de afro-brasileiros e o preconceito, por parte dos órgãos penais (e de muitos cidadãos), de que "negro é bandido até que se prove o contrário". Denunciar essas práticas pode ajudar a gerar aquele senso de indignação moral que tem provado ser tão importante no movimento afroamericano.</div><div>&nbsp;</div><div>Mas, lutando para criar um movimento nacional de massas, os líderes afro-brasileiros estão claramente face a um longo e íngreme caminho que envolve educação e luta. Não é por acidente que o movimento negro tem sido mais ativo e tem alcançado seus maiores êxitos no Estado de São Paulo, onde existe um sistema mais agressivo de relações entre brancos e negros, mais próximo daquele que existe nos Estados Unidos. Quando tenta se estender às áreas mais tradicionais do Brasil, a mobilização negra encontra obstáculos políticos, sociais e raciais discutidos acima.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-15 02:55:41 UTC</pubDate>
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         <title>Durante a época da escravidão, os africanos escravizados foram forçados a abandonar suas crenças e práticas religiosas tradicionais e se converter ao cristianismo. Ainda hoje as religiões advindas da África sofrem algum tipo de preconceito. Como as manifestações dessas religiões são manifestadas, de maneiras divergentes, em diferentes países da América Latina e América do Norte?</title>
         <author>cahcostta25</author>
         <link>https://padlet.com/cahcostta25/2k0exg660t9fp9pv/wish/2590571380</link>
         <description><![CDATA[<div>As religiões derivadas da cultura africana, como o Candomblé, a Umbanda, o Vodu, entre outras, ainda sofrem preconceito em diversos países das Américas. Essas religiões são muitas vezes estigmatizadas e associadas a práticas consideradas "primitivas" ou "supersticiosas". No entanto, as manifestações dessas religiões variam de acordo com o contexto cultural e histórico de cada país.</div><div>No Brasil, por exemplo, o Candomblé e a Umbanda são amplamente praticados e reconhecidos como patrimônio cultural do país. No entanto, essas religiões ainda enfrentam resistência por parte de setores conservadores da sociedade e da igreja católica. Já em países como Cuba e Haiti, o Vodu é uma das principais expressões religiosas, mas também sofre preconceito e perseguição.</div><div>Nos Estados Unidos, a religião afro-americana mais proeminente é a Igreja Batista, mas também há um grande número de seguidores do Movimento Rastafari e das religiões afro-cubanas. No entanto, mesmo com a ampla liberdade religiosa garantida pela Constituição americana, as religiões afro-americanas ainda enfrentam discriminação e marginalização em diferentes áreas da sociedade.</div><div>Em resumo, as manifestações das religiões derivadas da cultura africana são diversas e complexas e variam de acordo com cada contexto histórico e cultural. No entanto, em muitos casos, essas religiões ainda enfrentam preconceito e discriminação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-15 02:56:21 UTC</pubDate>
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