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      <title>ESPÉCIES ENDÊMICAS 9° ano C by LUCIANA SILVA FORTI</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-08-16 15:42:39 UTC</pubDate>
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         <title>Sapo de Ouro de Monteverde (Incilius periglenes)</title>
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         <description><![CDATA[<div>O Sapo de Ouro de Monteverde (Incilius periglenes), também conhecido como Sapo Dourado de Monteverde ou Sapo Dourado da Costa Rica, foi uma espécie de sapo endêmico da Costa Rica. Infelizmente, ele ganhou notoriedade por ser uma das primeiras espécies a ser oficialmente declarada extinta devido às mudanças climáticas e à propagação de um fungo letal.<br><br></div><div><br>Aqui estão alguns detalhes sobre o Sapo de Ouro de Monteverde:<br><br></div><div><strong><br>Características e Aparência:<br></strong><br></div><ul><li>O Sapo de Ouro de Monteverde era conhecido por sua aparência única e distintiva. Ele possuía uma pele brilhante e dourada, o que lhe rendeu o nome "Sapo Dourado".</li><li>Era um sapo relativamente pequeno, com comprimento corporal variando entre 4 e 6 centímetros.</li></ul><div><strong><br>Distribuição e Habitat:<br></strong><br></div><ul><li>Essa espécie era endêmica da região de Monteverde, nas montanhas da Costa Rica, mais especificamente nas florestas nubladas.</li><li>Habitava áreas úmidas e florestas de nuvens, preferindo altitudes elevadas.</li></ul><div><strong><br>Declínio e Extinção:<br></strong><br></div><ul><li>O declínio do Sapo de Ouro de Monteverde foi atribuído a dois principais fatores: a propagação do fungo quitrídio (Batrachochytrium dendrobatidis) e as mudanças climáticas.</li><li>O fungo quitrídio é responsável pela quitridiomicose, uma doença fúngica que afeta anfíbios e que se espalha na água, prejudicando as peles dos sapos e tornando-os mais vulneráveis a infecções.</li><li>Acredita-se que o aumento das temperaturas devido às mudanças climáticas tenha contribuído para a propagação mais rápida do fungo.</li></ul><div><strong><br>Declaração de Extinção:<br></strong><br></div><ul><li>O último avistamento confirmado de um Sapo de Ouro de Monteverde ocorreu em maio de 1989.</li><li>Após décadas de buscas infrutíferas e declínio das populações, a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) declarou oficialmente o Sapo de Ouro de Monteverde como extinto em 2008.</li></ul><div><br>A extinção do Sapo de Ouro de Monteverde serviu como um triste lembrete dos desafios enfrentados pelas espécies de anfíbios em todo o mundo, muitas das quais estão ameaçadas ou em risco de extinção devido a doenças, perda de habitat e mudanças ambientais.</div><div><br><br><br><br></div><div><br></div><div><br>ass: Lucas Pereira 9°C</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-18 14:29:07 UTC</pubDate>
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         <title>Peixe-boi-da-amazônia , ESPÉCIES ENDÊMICAS</title>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Nome comum: </strong>Peixe-boi-da-amazônia</li><li><strong>Nome científico: </strong><em>Trichechus inunguis</em></li><li><strong>Tipo: </strong>mamífero</li><li><strong>Dieta: </strong>herbívoro</li><li><strong>Tempo de vida médio na natureza: </strong>60 anos</li><li><strong>Tamanho: </strong>2,75 metros</li><li><strong>Peso: </strong>420 kg</li><li><strong>Status de ameaça: </strong>vulnerável</li><li><strong>Tendência populacional: </strong>declinando</li></ul><div>O peixe-boi-da-amazônia é o menor entre todos as espécies de peixes-bois e vive em grande parte dos rios da bacia Amazônica. No entanto, ele não é encontrado acima de regiões com corredeiras. Tem uma coloração acinzentada na parte de cima e manchas que variam entre cinza claro, branco e rosado na barriga. A cauda é comprida e arredondada e, ao contrário de outros peixes-bois, não tem unhas na ponta das nadadeiras. Ao longo do ano, o comportamento do peixe-boi-da-amazônia varia conforme as estações de cheia e seca. Na cheia, prefere várzeas e áreas alagadas, sempre com águas superiores a 23ºC. Na seca, migra para lagos e canais profundos. Não há consenso sobre se esse movimento está relacionado apenas com a busca por alimentos, mas fato é que precisam consumir 8% do seu peso em plantas aquáticas e semiaquáticas todo dia: 50 espécies diferentes já foram identificadas no cardápio.<br><br></div><div>Até onde se sabe, a espécie é solitária na maior parte do tempo. Eles já foram avistados em grupos, mas em geral o máximo observado é uma mãe acompanhada do filhote. A gestação, aliás, dura 12 meses. Normalmente, apenas um pequeno peixe-boi nasce. Ele mama durante dois anos e as glândulas mamárias ficam localizadas nas axilas do animal.<br><br></div><div>Há uma lacuna de conhecimento sobre a espécie. Isso se deve à dificuldade em observá-los em seu habitat. Uma consequência desse fato é a dificuldade em estabelecer uma estimativa populacional, assim como de entender se o número de peixes-bois-da-amazônia está em ascendente ou decrescente. De qualquer forma, eles são caçados para alimentação desde o período colonial: apenas ente entre 1935 e 1954, entre 80 mil e 140 mil peixes-bois-da-amazônia foram mortos por sua carne, gordura e pele. Mesmo que essa prática tenha se tornado mais rara, a espécie hoje sofre com a perda de habitat, poluição e captura acidental em redes de pesca.<br><br><br>Nome: Lorrany Vitoria Meneses Da Silva 9C<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-18 14:31:22 UTC</pubDate>
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         <title>Lince ibérico (Lynx pardinus)</title>
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         <description><![CDATA[<div>O lince-ibérico, também conhecido como liberne, lobo-cerval, gato-fantasma, gato-cerval e gato-lince, é uma espécie de mamífero da família Felidae e género Lynx. Anteriormente considerado uma subespécie do lince-euroasiático, o lince-ibérico está agora classificado como espécie separada. <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lince-ib%C3%A9rico">Wikipédia</a></div><div><a href="https://www.google.com/search?sca_esv=558130159&amp;q=lince-ib%C3%A9rico+nome+cient%C3%ADfico&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LUz9U3MCwwL6vSMs5OttJPyszPyU-v1M8vSk_MyyzOjU_OSSwuzkzLTE4syczPsypOzkzNKwHxFfISc1MXscrnZOYlp-pmJh1eWZSZnK-Ql5-bqgBWdHgtUFU-APPaYHBkAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwi78O_btuaAAxWxGbkGHQjMCOIQ6BMoAHoECFcQAg"><strong>Nome científico</strong></a><strong>: </strong>Lynx pardinus</div><div><a href="https://www.google.com/search?sca_esv=558130159&amp;q=lince-ib%C3%A9rico+comprimento&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LUz9U3MCwwL6vS0spOttJPyszPyU-v1M8vSk_MyyzOjU_OSSwuzkzLTE4syczPs8pJzUsvyVjEKpWTmZecqpuZdHhlUWZyvkJyfm5BUWZual5JPgBkV92KVgAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwi78O_btuaAAxWxGbkGHQjMCOIQ6BMoAHoECFgQAg"><strong>Comprimento</strong></a><strong>: </strong>85 – 110 cm (Adulto, cabeça e corpo)</div><div><a href="https://www.google.com/search?sca_esv=558130159&amp;q=lince-ib%C3%A9rico+peso&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LUz9U3MCwwL6vS0shOttJPyszPyU-v1M8vSk_MyyzOjU_OSSwuzkzLTE4syczPs8oF8haxCudk5iWn6mYmHV5ZlJmcr1CQWpwPANDCy29NAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwi78O_btuaAAxWxGbkGHQjMCOIQ6BMoAHoECFoQAg"><strong>Peso</strong></a><strong>: </strong>7 – 16 kg (Macho), 9,2 – 10 kg (Fêmea)</div><div><a href="https://www.google.com/search?sca_esv=558130159&amp;q=lince-ib%C3%A9rico+per%C3%ADodo+de+gesta%C3%A7%C3%A3o&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LUz9U3MCwwL6vSMslOttJPyszPyU-v1M8vSk_MyyzOjU_OSSwuzkzLTE4syczPs0pPLS4BsxQKUosy81MWsarmZOYlp-pmJh1eWZSZnA8SP7w2PyVfISVVAaz68PLDi_MB5FPg8GsAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwi78O_btuaAAxWxGbkGHQjMCOIQ6BMoAHoECFkQAg"><strong>Período de Gestação</strong></a><strong>: </strong>63 – 73 dias</div><div><a href="https://www.google.com/search?sca_esv=558130159&amp;q=lince-ib%C3%A9rico+n%C3%ADvel+tr%C3%B3fico&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LUz9U3MCwwL6vSMsxOttJPyszPyU-v1M8vSk_MyyzOjU_OSSwuzkzLTE4syczPsyopyi_IyExWyEktS81ZxCqXk5mXnKqbmXR4ZVFmcr5C3uG1QHGFkqLDm4Fa8gHcXQz3YQAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwi78O_btuaAAxWxGbkGHQjMCOIQ6BMoAHoECFYQAg"><strong>Nível Trófico</strong></a><strong>: </strong><a href="https://www.google.com/search?sca_esv=558130159&amp;q=&amp;si=ACFMAn9guiESjt3hsdqUPIy1y2qa0157EysY45UH-07krUGxzs-Hpo193AwC9wD80w4Mct1bNloSTlG3EIcbtfl_zaQlL6m3a2tgp-AD3cdt0tPX-Vfalb0fO33jlW9WkB71B-9xnrVrBy2uD4E53bDtL-K1LSV-duCwpfIcle6Q7NO9U4NDh92uc_9cLvdBL1by-ULERjbv&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwi78O_btuaAAxWxGbkGHQjMCOIQmxMoAXoECFYQAw">Carnívoro</a> <a href="http://eol.org/">Encyclopedia of Life</a></div><div><a href="https://www.google.com/search?sca_esv=558130159&amp;q=lince-ib%C3%A9rico+altura&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LUz9U3MCwwL6vS0spOttJPyszPyU-v1M8vSk_MyyzOjU_OSSwuzkzLTE4syczPs8pIzUzPKFnEKpqTmZecqpuZdHhlUWZyvkJiTklpUSIAcAUqyVEAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwi78O_btuaAAxWxGbkGHQjMCOIQ6BMoAHoECFUQAg"><strong>Altura</strong></a><strong>: </strong>60 – 70 cm (Adulto, até ao ombro)</div><div><a href="https://www.google.com/search?sca_esv=558130159&amp;q=lince-ib%C3%A9rico+classe&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwi78O_btuaAAxWxGbkGHQjMCOIQ6BMoAHoECFMQAg"><strong>Classe</strong></a><strong>: </strong>Mammalia<br><br><br>ass: Marina Oliveira dos Santos 9C</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-18 14:35:06 UTC</pubDate>
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         <title>Tarsius tarsier - espécies endêmicas</title>
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         <description><![CDATA[<div>O Tarsius tarsier é um primata de pequeno porte e hábitos noturnos, que se destaca como um animal endêmico de várias ilhas do Sudeste Asiático, principalmente nas Filipinas, Bornéu, Sumatra e algumas outras ilhas menores da região. Sua natureza endêmica significa que ele é encontrado apenas nesses locais específicos e não ocorre naturalmente em nenhuma outra parte do mundo.<br><br>Este intrigante primata é conhecido por sua aparência única e habilidades de caça adaptadas ao seu ambiente noturno. Sua pelagem é densa e muitas vezes exibe tons de marrom, cinza ou até mesmo esverdeado, o que ajuda a camuflá-lo entre as folhagens das florestas tropicais onde habita. No entanto, suas características mais marcantes são os grandes olhos arredondados que ocupam uma proporção significativa do tamanho de sua cabeça. Esses olhos bem adaptados à visão noturna permitem que o Tarsius tarsier localize presas em ambientes de pouca luz.<br><br>Além dos olhos proeminentes, o Tarsius tarsier possui membros posteriores extremamente longos, que o tornam especialmente habilidoso em saltar entre galhos e caçar insetos, pequenos vertebrados e até mesmo aves em movimento. Sua dieta é altamente baseada em proteína animal e ele é conhecido por ser um predador ágil e eficaz, usando suas habilidades de caça noturna para se alimentar de forma oportunista.<br><br>O comportamento social do Tarsius tarsier também é notável. Esses primatas são geralmente solitários ou vivem em pequenos grupos familiares. Suas vocalizações incluem uma variedade de chamados e trinados, que desempenham um papel crucial na comunicação e na manutenção dos laços sociais. A comunicação vocal entre indivíduos é particularmente importante durante a época de acasalamento e criação de filhotes.<br><br>No entanto, o Tarsius tarsier enfrenta sérias ameaças devido à perda de habitat causada pela expansão agrícola, desmatamento e desenvolvimento urbano. Essas atividades humanas impactam negativamente as populações de tarsiers, diminuindo seus habitats naturais e levando à fragmentação das populações. Como resultado, várias espécies de Tarsius tarsier são classificadas como ameaçadas ou em perigo de extinção, destacando a necessidade urgente de esforços de conservação para proteger esses primatas e seus ecossistemas.<br><br>A preservação do Tarsius tarsier e de outros animais endêmicos é crucial não apenas para a manutenção da biodiversidade, mas também para a compreensão da evolução e da ecologia das ilhas do Sudeste Asiático. Esforços de conservação que visam proteger essas espécies únicas podem ajudar a garantir que futuras gerações tenham a oportunidade de conhecer e apreciar a rica diversidade natural dessa região do mundo.<br><br>Ass: Giovanna Amorim Silva - 9°C</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-18 14:38:45 UTC</pubDate>
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         <title>Quetzal-resplandecente</title>
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         <description><![CDATA[<div>O quetzal-resplandecente (Pharomachrus mocinno) é uma espécie de ave encontrada nas regiões tropicais da América Central e do Sul, incluindo países como Belize, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua e Panamá. É uma das aves mais emblemáticas e icônicas da região devido à sua plumagem colorida e à importância cultural que desempenhou nas civilizações antigas.<br><br></div><div><br>Aqui estão algumas informações sobre o quetzal-resplandecente:<br><br></div><ol><li><strong>Descrição Física</strong>:<br>O quetzal-resplandecente é conhecido por suas penas brilhantes e cauda longa. Os machos adultos têm uma plumagem verde brilhante nas costas e nasasas, com a parte inferior das asas vermelha. A barriga é vermelha ou marrom-avermelhada. A característica mais marcante é a cauda longa e bifurcada, que pode chegar a mais de um metro de comprimento.</li><li><strong>Dimorfismo Sexual</strong>:<br>Os machos e as fêmeas têm aparências diferentes. Os machos têm plumagem mais colorida, com tons brilhantes de verde e vermelho. As fêmeas têm plumagem mais discreta, geralmente verde-acinzentado.</li><li><strong>Hábitos Alimentares</strong>:<br>A dieta do quetzal-resplandecente consiste principalmente de frutas, especialmente aquelas encontradas nas florestas tropicais de nuvens onde habita. Eles também podem consumir insetos, pequenos vertebrados e, ocasionalmente, néctar de flores.</li><li><strong>Habitat</strong>:<br>Essas aves são encontradas em florestas de nuvens e florestas tropicais de altitudes elevadas, geralmente entre 1.200 e 3.000 metros acima do nível do mar. Elas preferem ambientes com vegetação densa e úmida.</li><li><strong>Importância Cultural</strong>:<br>O quetzal-resplandecente possui grande significado cultural em muitas civilizações antigas da América Central, incluindo os Maias e os Astecas. Essas culturas atribuíam um valor simbólico à plumagem brilhante da ave, considerando-a sagrada e associada a divindades e à realeza.</li><li><strong>Estado de Conservação</strong>:<br>O quetzal-resplandecente é considerado uma espécie "quase ameaçada" de acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). A perda de habitat devido à expansão agrícola, bem como a caça ilegal e o comércio de suas penas, são ameaças significativas à sobrevivência dessas aves.</li><li><strong>Conservação</strong>:<br>Muitos esforços estão sendo feitos para conservar o habitat do quetzal-resplandecente e proteger a espécie. Reservas naturais, parques nacionais e programas de educação ambiental desempenham um papel importante na preservação dessas aves.</li></ol><div><br>O quetzal-resplandecente continua a ser uma espécie admirada por sua beleza e pela conexão cultural que representa. Sua preservação é essencial não apenas para a biodiversidade, mas também para a rica herança cultural da América Central.<br><br>Feito por: Douglas L. de Sousa nº47</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-18 14:39:36 UTC</pubDate>
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         <title>DRAGOEIRO: A ÁRVORE DO SANGUE DE DRAGÃO</title>
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         <description><![CDATA[<div>O seu nome vem da palavra grega “drakaiano”que significa dragão, pois dizia-se que a sua seiva vermelha era sangue de dragão. Era já conhecida dos antigos gregos, romanos e árabes que lhe atribuíam propriedades medicinais e a utilizavam em rituais de magia e alquimia.<br><br></div><div>Na Idade Média, a planta foi muito comercializada e apreciada para vários fins, não só medicinais e mágicos, mas também para pintar e envernizar. Durante muitos anos, foi mantido o segredo sobre a sua origem, levando as pessoas a acreditar que era mesmo sangue de dragão e assim usufruir melhor dos seus benefícios e curas. No conhecido quadro de Hieronymus Bosh “Jardim das delícias”, a árvore que se encontra no painel da esquerda é um dragoeiro.<br><br></div><div>Habitat</div><div>Nas ilhas Canárias de onde é oriundo, considera-se ainda hoje uma árvore sagrada pois era o local escolhido para se efectuarem encontros religiosos de origem pagã. Em Tenerife, num local chamado Icod de los Vinos, existe provavelmente o dragoeiro mais antigo do Mundo, apesar de ser difícil determinar a sua idade.<br><br></div><div><br></div><div>Nos Açores, onde é considerada uma espécie ameaçada e protegida, também existem dragoeiros bastante antigos.&nbsp; São muito apreciados como árvore ornamental em jardins públicos e privados. O seu habitat tem vindo a ser destruído por motivos agrícolas e urbanos.<br><br></div><div>Na ilha do Pico, no Museu do Vinho, na Madalena, existe mesmo um bosque de dragoeiros centenários. O seu habitat natural é a Macaronésia, podendo também encontrar-se nas zonas costeiras de Marrocos e em Cabo Verde, especialmente na ilha de São Nicolau, sendo uma das árvores mais características desta ilha.<br><br></div><div>Em Portugal continental também existem alguns: dois no Jardim Botânico da Universidade de Lisboa, dois no Jardim Botânico da Ajuda, um deles cuja idade se desconhece, mas julga-se que já existiria antes da construção do jardim naquele local em 1768, sendo esse mesmo dragoeiro a árvore representada no logótipo do jardim.<br><br></div><div>Existem também plantações para fins comerciais em Melbourne, Austrália, onde fez uma boa adaptação ao clima.<br><br></div><div>Descrição botânica</div><div>Apresenta tronco rugoso, robusto, feito de material fibroso, folhas coriáceas, simples, de cor verde acinzentada e avermelhada na base, inflorescência longa, glabra e bipinada, flores perfumadas de cor verde-esbranquiçado, compostas por seis peças unidas na base. O fruto é uma baga globosa que mede entre 14-17 mm de cor alaranjada quando maduro.<br><br></div><div>A seiva forma uma resina translucente de cor vermelho- sangue depois de exposta ao ar, formando uma substância pastosa que era vendida a alto preço na Europa como sangue de dragão. Era utilizado em farmacologia com o nome de sanguis draconis, sendo nas Canárias um importante produto de exportação.<br><br></div><div><br></div><div>Utilizações medicinais</div><div>Apesar de não ser hoje muito utilizado como planta medicinal, o dragoeiro foi considerado na Antiguidade uma panaceia para todos os males, desde problemas respiratórios a problemas gastrointestinias, diarreia, úlceras da boca, do estômago e do intestino, desinteria, coagulante do sangue, útil em feridas internas e externas, dores menstruais e ainda como cicatrizante ou para tratar problemas de pele como eczema. É também utilizado no fabrico de verniz, sobretudo para violinos, em tintas para pinturas, acreditando-se mesmo que algumas das pinturas rupestres tenham sido desenhadas com seiva de dragoeiro. Julga-se que tenha sido este o primeiro vermelho a ser utilizado nas pinturas da Antiga Grécia, precisamente para representar o sangue&nbsp;<br><br>ass Grazielly Monteiro Soares (C <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-18 14:40:29 UTC</pubDate>
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         <title>Lobo Guará, ESPÉCIES ENDÊMICAS</title>
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         <description><![CDATA[<div>O <strong>lobo-guará</strong> é um mamífero que está <strong>ameaçado em extinção</strong>. Diferentemente de outras espécies de lobo que vivem em matilha, o lobo-guará é um animal de hábito solitário, que vive no Cerrado brasileiro.<br><br></div><div>Considerado a maior espécie de canídeo das Américas, o lobo-guará não tem nada de mau, nem é agressivo. Ele é apenas curioso e pode se aproximar das povoações, assustando algumas pessoas. <br><br><strong>Características do lobo-guará <br><br></strong>O lobo guará possui coloração que pode variar de um animal para outro. Seu pelo é amarelo-alaranjado, com as patas e o focinho pretos. O pescoço é branco, assim como a ponta do rabo e dentro das orelhas compridas.<br><br></div><div>É um <a href="https://www.todamateria.com.br/mamiferos/">mamífero</a> da ordem Carnivora, que pertence à família Canidae, assim como os cachorros, os lobos, os coiotes, as raposas, entre outros.<br><br></div><div>O seu nome científico é <em>Chrysocyon brachyurus</em>, sendo o único representante do gênero <em>Chrysocyon</em>, endêmico da América do Sul.<br><br></div><div>É considerado o maior animal da família <em>Canidae</em>, com cerca de 80 a 90 cm de altura, até um metro de comprimento e pesando de 20 a 30 Kg.<br><strong><em><br></em></strong><strong>Curiosidades sobre o lobo-guará </strong><br><br><br></div><ul><li>Os indígenas chamavam o lobo de <em>aguará-guazú</em> (o aguará grande) e depois passou a ser guará, sendo conhecido assim algumas regiões. Não se sabe ao certo o significado da palavra guará, mas alguns pesquisadores acham que pode ser "fera".</li><li>Possuem excelente olfato e audição. As orelhas bem compridas amplificam os sons e ajudam a localizar as presas.</li><li>Os filhotes nascem com pelos pretos e quando crescem vão se tornando mais claros, como os pais.</li><li>Os lobos-guarás podem viver de 12 a 15 anos.</li><li>O ano de 2015 foi definido pela Sociedade Brasileira de Zoológicos e Aquários como "Ano do Lobo" como forma de chamar atenção para o lobo e criou a campanha "Sou Amigo do Lobo".<br><br><strong>Onde vive o lobo-guará</strong><br><br> Os lobos-guarás são encontrados com frequência em <strong>áreas de campo e matas de capoeira</strong>, ocorrendo, principalmente, nos biomas Cerrado e <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/pampas.htm">Pampa</a>. Apesar de uma grande quantidade de indivíduos viver no Brasil, essa espécie não é exclusivamente brasileira. De acordo com dados da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), o lobo-guará pode ser encontrado na <strong>Argentina, na Bolívia, no Brasil, no Paraguai e no Peru, estando possivelmente extinto no Uruguai.</strong></li></ul><div>&nbsp;<br>Ass: Pedro Shishido Ferreira</div><div><br><br></div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-18 14:43:36 UTC</pubDate>
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         <title>Macaco Cuxiú Preto</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O cuxiú preto é um macaco do Novo Mundo da família Pitheciidae e gênero Chiropotes, endêmico do Brasil. É uma das cinco espécies de cuxiú. Possui tamanho médio, sendo principalmente primatas frugívoros, e se alimentam principalmente de sementes.</div><div><a href="https://www.google.com/search?sca_esv=558130159&amp;q=chiropotes+satanas+per%C3%ADodo+de+gesta%C3%A7%C3%A3o&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LUz9U3sDQoLMvVMslOttJPyszPyU-v1M8vSk_MyyzOjU_OSSwuzkzLTE4syczPs0pPLS4BsxQKUosy81MWsWomZ2QW5Rfkl6QWKxQnliTmJRaD5A6vzU_JV0hJVQDrOLz88OJ8AHCv-WhvAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwj94PKIuOaAAxVxrJUCHayTBp4Q6BMoAHoECF8QAg"><strong>Período de Gestação</strong></a><strong>: </strong>158 dias </div><div><a href="https://www.google.com/search?sca_esv=558130159&amp;q=chiropotes+satanas+nome+cient%C3%ADfico&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LUz9U3sDQoLMvVMs5OttJPyszPyU-v1M8vSk_MyyzOjU_OSSwuzkzLTE4syczPsypOzkzNKwHxFfISc1MXsSonZ2QW5Rfkl6QWKxQnliTmJRYr5OXnpiqAFR5eC1SZDwCjq_fcaAAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwj94PKIuOaAAxVxrJUCHayTBp4Q6BMoAHoECF4QAg"><strong>Nome científico</strong></a><strong>: </strong>Chiropotes satanas</div><div><a href="https://www.google.com/search?sca_esv=558130159&amp;q=chiropotes+satanas+peso&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LUz9U3sDQoLMvV0shOttJPyszPyU-v1M8vSk_MyyzOjU_OSSwuzkzLTE4syczPs8oF8haxiidnZBblF-SXpBYrFCeWJOYlFisUpBbnAwBDccDGUQAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwj94PKIuOaAAxVxrJUCHayTBp4Q6BMoAHoECFIQAg"><strong>Peso</strong></a><strong>: </strong>2,5 kg (Macho) </div><div><a href="https://www.google.com/search?sca_esv=558130159&amp;q=chiropotes+satanas+comprimento&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAAXBQQ5AQAwAwJOEi4MHiLPLuvIZqWatxrZl20h8x0vN1G3XBA7TPN0Pj-OJS9hIs6Y3aEkgZLxiBjPaCcFJZclRkh9f1eNBRS_1aIOBg4ANqHwV4iiuP62k7E9aAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwj94PKIuOaAAxVxrJUCHayTBp4Q6BMoAHoECFYQAg"><strong>Comprimento</strong></a><strong>: </strong>76 cm (Macho) </div><div><a href="https://www.google.com/search?sca_esv=558130159&amp;q=chiropotes+satanas+n%C3%ADvel+tr%C3%B3fico&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LUz9U3sDQoLMvVMsxOttJPyszPyU-v1M8vSk_MyyzOjU_OSSwuzkzLTE4syczPsyopyi_IyExWyEktS81ZxKqUnJEJFMkvSS1WKE4sScxLLFbIO7wWKKdQUnR4M1BbPgCJbZMaZQAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwj94PKIuOaAAxVxrJUCHayTBp4Q6BMoAHoECFMQAg"><strong>Nível Trófico</strong></a><strong>: </strong><a href="https://www.google.com/search?sca_esv=558130159&amp;q=&amp;si=ACFMAn9guiESjt3hsdqUPIy1y2qa0157EysY45UH-07krUGxzk3CB8t70RoAr2luTLJveUuZDpvKwJga2FHPcNMBzvjhawHfYGc-hnYRXNwCWC79og2cc6dYqb38ggqMyBJtifROzpjzIRDkyIrNNmn96onc839SWASzAle_TXCvWs4UkIoYe-rIpx29izdzAcvk5rkDwPj5&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwj94PKIuOaAAxVxrJUCHayTBp4QmxMoAXoECFMQAw">Herbívoro</a> </div><div><a href="https://www.google.com/search?sca_esv=558130159&amp;q=chiropotes+satanas+estado+de+conserva%C3%A7%C3%A3o&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LUz9U3sDQoLMvVMs9OttJPyszPyU-v1M8vSk_MyyzOjU_OSSwuzkzLTE4syczPs0rOzytOLSoDcxSKSxJLSosXsWolZ2QW5Rfkl6QWKxQnliTmJRYrpAIlU_IVUlIVYFoOLz-8OB8A7DDxqXMAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwj94PKIuOaAAxVxrJUCHayTBp4Q6BMoAHoECFQQAg"><strong>Estado de Conservação</strong></a><strong>: </strong>Em perigo crítico (Decrescentes)</div><div><a href="https://www.google.com/search?sca_esv=558130159&amp;q=chiropotes+satanas+classifica%C3%A7%C3%A3o+superior&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LUz9U3sDQoLMvVssxOttJPyszPyU-v1M8vSk_MyyzOjU_OSSwuzkzLTE4syczPs8rITM9ILVJAFV3Eqp2ckVmUX5BfklqsUJxYkpiXWIyk5vDyw4vzFYpLC1KLMvOLAINPPn12AAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwj94PKIuOaAAxVxrJUCHayTBp4Q6BMoAHoECFgQAg"><strong>Classificação superior</strong></a><strong>: </strong><a href="https://www.google.com/search?sca_esv=558130159&amp;q=Cuxi%C3%BA&amp;si=ACFMAn_Gd9OM2CPb2aZmeZqmDNcQe6dffWLqUS3eIZkPr91_pxjx0zgIoF8KfovB6i1q1PmjDT4yNgjUMh9iKbGTGolkw_lqnq-TqIfEuvIfi_eNrECEbaB6eokBvu0_1SidPXFlKJi87J2OOLNHG6S--dSt-h2l6tBTfcl6PEM4yq3w7W1A5R2F1NX6MvCGpQMn2ILx_qlb&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwj94PKIuOaAAxVxrJUCHayTBp4QmxMoAXoECFgQAw">Cuxiú</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-18 14:44:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>akiradobts2013</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nome Científico</div><div><a href="https://www.wikiaves.com/wiki/nome_cientifico?&amp;#accipitridae"><strong>Seu nome científico significa</strong></a><strong>:</strong> do (latim) <em>harpë</em> = ave de rapina, provavelmente uma ave mítica, <em>harpuiai harpias</em> que era metade abutre e metade mulher. ⇒ <strong>Harpia - ave de rapina</strong>. Este nome na concepção original <em>Vultur harpyja</em> (Linaeus, 1758) é o segundo nome criado na nomenclatura aviária.<br><br></div><div>Características</div><div>É uma águia enorme, sendo considerada a mais forte do planeta. É a maior ave de rapina brasileira. Mede entre 90 e 105 centímetros de comprimento e apresenta uma envergadura de mais de 200 centímetros. Os sexos são semelhantes, mas a fêmea é bem maior. Seu peso varia entre 4 e 4,8 quilogramas para o indivíduo do sexo masculino e entre 7,6 e 9 quilogramas para indivíduos do sexo feminino.<br>Os adultos apresentam partes superiores na cor cinza escuro. As asas são largas, relativamente curtas e arredondadas. A cauda longa é barrada de branco e apresenta a ponta arredondada. As partes inferiores são brancas, com exceção de uma faixa cinza escura no peito. As coxas são brancas, finamente barradas de preto. A cabeça é cinza, mais pálida do que as demais partes superiores, com uma coloração cinzenta conspícua. Apresenta uma bela crista erétil com penas de diferentes tamanhos na porção occipital da cabeça. O bico em forma de gancho é robusto e de coloração cinza escura e apresenta a cere cinza escura quase preta. Os olhos são marrom escuros. Pernas e pés são amarelos. Os pés são fortes e equipados com longas garras negras.<br>O imaturo precisa de 4 a 5 anos para alcançar a plumagem adulta. E para cada plumagem anual o jovem apresenta pequenas variações na coloração da plumagem, no número e na largura das barras da cauda. Os imaturos mais jovens com plumagem do primeiro ano apresentam plumagem geral de coloração cinza claro e branco; esta plumagem torna-se mais escura a cada ano até atingir a plumagem do indivíduo adulto.<br>Subespécies</div><div>Espécie <a href="https://www.wikiaves.com/wiki/dicionario_wiki_aves#m">monotípica</a> (não são reconhecidas <a href="https://www.wikiaves.com/wiki/as_subespecies_e_as_variacoes_cromaticas">subespécies</a>).<br>(Clements checklist, 2014).<br><br></div><div>Alimentação</div><div><a href="https://www.wikiaves.com/wiki/cadeia_alimentar">Alimenta-se</a> de animais grandes, como a preguiça-real, mutuns, coatás, macacos-prego e guaribas, filhotes de veados, araras-azuis, seriemas, tatus, cachorros-do-mato, iguanas e cobras. É rápido e forte em suas investidas, sendo capaz de arrancar preguiças agarradas a galhos de árvores. Há relato da captura de um macho de guariba que pesava em torno de 6,5 kg.<br>Reprodução</div><div>Faz <a href="https://www.wikiaves.com/wiki/ninhos">ninho</a> no alto das árvores maiores, como sumaumeiras e castanheiras, de onde observa tudo ao redor. O ninho, tão grande quanto o de um tuiuiú, é construído com pilhas de galhos. Põe 2 ovos cinza-esbranquiçados entre setembro e novembro, os quais pesam em torno de 110 g e têm período de incubação de 52 dias. Geralmente apenas um filhote sobrevive, podendo ocorrer <a href="https://www.wikiaves.com/wiki/dicionario_wiki_aves#c">cainismo</a>, levando cerca de 5 meses para voar, e de 2 a 3 anos para se tornar adulto, dependendo dos cuidados dos pais por um ano ou mais. A espécie não se reproduz todos os anos, pois necessita de mais de um ano para completar o período reprodutivo.<br><br></div><div>Hábitos</div><div><a href="https://www.wikiaves.com/wiki/dicionario_wiki_aves#e">Espécie</a> rara, habita florestas primárias densas e florestas de galeria. Vive solitário ou aos pares na copa das árvores. Apesar do seu tamanho, é bastante ágil e difícil de ser visto.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-18 14:44:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>lobo-guará </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lucianaforti1/2jquxjh5i4llz10l/wish/2665861020</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<a href="https://www.google.com/search?sca_esv=558130159&amp;q=lobo-guar%C3%A1+comprimento&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LUz9U3MDLOKEzR0spOttJPyszPyU-v1M8vSk_MyyzOjU_OSSwuzkzLTE4syczPs8pJzUsvyVjEKp6Tn5Svm16aWHR4oUJyfm5BUWZual5JPgCeWETDUwAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwi_i5bOt-aAAxUJlJUCHXOzBu0Q6BMoAHoECF0QAg"><strong>Comprimento</strong></a><strong>: </strong>1,2 m (Adulto) <a href="http://eol.org/traitbank">Encyclopedia of Life</a></div><div><a href="https://www.google.com/search?sca_esv=558130159&amp;q=lobo-guar%C3%A1+peso&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LUz9U3MDLOKEzR0shOttJPyszPyU-v1M8vSk_MyyzOjU_OSSwuzkzLTE4syczPs8oF8haxCuTkJ-XrppcmFh1eqFCQWpwPADge1XtKAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwi_i5bOt-aAAxUJlJUCHXOzBu0Q6BMoAHoECFQQAg"><strong>Peso</strong></a><strong>: </strong>23 kg (Macho, Adulto)</div><div><a href="https://www.google.com/search?sca_esv=558130159&amp;q=lobo-guar%C3%A1+estado+de+conserva%C3%A7%C3%A3o&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LUz9U3MDLOKEzRMs9OttJPyszPyU-v1M8vSk_MyyzOjU_OSSwuzkzLTE4syczPs0rOzytOLSoDcxSKSxJLSosXsSrn5Cfl66aXJhYdXqiQChRNyVdISVWAqT28_PDifAAvoO5nbAAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwi_i5bOt-aAAxUJlJUCHXOzBu0Q6BMoAHoECFYQAg"><strong>Estado de Conservação</strong></a><strong>: </strong>Quase ameaçada <a href="http://eol.org/">Encyclopedia of Life</a></div><div><a href="https://www.google.com/search?sca_esv=558130159&amp;q=lobo-guar%C3%A1+per%C3%ADodo+de+gesta%C3%A7%C3%A3o&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LUz9U3MDLOKEzRMslOttJPyszPyU-v1M8vSk_MyyzOjU_OSSwuzkzLTE4syczPs0pPLS4BsxQKUosy81MWsSrl5Cfl66aXJhYdXggSPLw2PyVfISVVAaz08PLDi_MBY6-osmgAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwi_i5bOt-aAAxUJlJUCHXOzBu0Q6BMoAHoECFUQAg"><strong>Período de Gestação</strong></a><strong>: </strong>63 dias <a href="http://eol.org/traitbank">Encyclopedia of Life</a></div><div><a href="https://www.google.com/search?sca_esv=558130159&amp;q=lobo-guar%C3%A1+nome+cient%C3%ADfico&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LUz9U3MDLOKEzRMs5OttJPyszPyU-v1M8vSk_MyyzOjU_OSSwuzkzLTE4syczPsypOzkzNKwHxFfISc1MXscrk5Cfl66aXJhYdXqiQl5-bqgBWcXgtUEk-AA4FZothAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwi_i5bOt-aAAxUJlJUCHXOzBu0Q6BMoAHoECFMQAg"><strong>Nome científico</strong></a><strong>: </strong>Chrysocyon brachyurus</div><div><a href="https://www.google.com/search?sca_esv=558130159&amp;q=lobo-guar%C3%A1+classifica%C3%A7%C3%A3o+superior&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LUz9U3MDLOKEzRssxOttJPyszPyU-v1M8vSk_MyyzOjU_OSSwuzkzLTE4syczPs8rITM9ILVJAFV3EqpKTn5Svm16aWHR4IZLk4eWHF-crFJcWpBZl5hcBACcfLm5vAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwi_i5bOt-aAAxUJlJUCHXOzBu0Q6BMoAHoECFwQAg"><strong>Classificação superior</strong></a><strong>: </strong><a href="https://www.google.com/search?sca_esv=558130159&amp;q=Chrysocyon&amp;si=ACFMAn8dOAJGblRJh_rRLqDZ2HbjjZ73N-7Ac_u8QqY4Vde4JEc9Qtw67usoxlKP_TiVZPUhhaoFYGUEnV6F9h4Kb622IGlrbT0adgeXjpEi4_1Wpa-R2sQQf6dOxCMo4XWleTak8cQEhlsNdLnnjeMwAWssawJDz8cyYQBDi43eHHpYiloFrQy4vvU83kjbHpcJOCI6nL9P&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwi_i5bOt-aAAxUJlJUCHXOzBu0QmxMoAXoECFwQAw">Chrysocyon</a>&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O lobo-guará, também chamado guará, aguará, aguaraçu, lobo-de-crina, lobo-de-juba e lobo-vermelho, é uma espécie de canídeo endêmico da América do Sul. Suas marcas lembram as de uma raposa, mas não é uma raposa nem um lobo&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; .&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Que que o lobo-guará come?&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;.&nbsp;</div><div>Sabe-se hoje, depois da pesquisa, que, além de frutos, pequenos roedores e aves, o guará alimenta-se também de pequenos mamíferos, marsupiais e, em menor escala, de insetos e répteis.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Como o lobo-guará ataca?                                         .</div><div>Os lobos-guará não atacam seres humanos. De temperamento tímido e arredio, apenas rosnam quando acuados e ameaçam avançar para proteger seus filhotes. Esses canídeos podem desenvolver um relacionamento amistoso com seres humanos, como acontece em uma estação da Companhia Elétrica de Minas Gerais (Cemig).&nbsp;                                                                 .                                                                                           . ass: diego martins coutinho 9c</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-18 14:45:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Urso Panda - Ailuropoda melanoleuca</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nome do(a) aluno(a): Ana Paula Sanches Cortezini<br>Série: 9ºC<br><br></div><pre><em>•  </em><strong><em><mark>Nome científico:</mark></em></strong><em> Ailuropoda melanoleuca
</em>
• <strong><em><mark>Comprimento:</mark></em></strong><em> 1,2 – 1,9 m (Adulto)
</em>
<em>• </em><strong><em><mark>Nível Trófico</mark></em></strong><em><mark>:</mark></em><em> Herbívoro

• </em><strong><em><mark>Expectativa de Vida:</mark></em></strong><em> 20 anos (na natureza)<br><br>• </em><strong><em><mark>Peso:</mark></em></strong><em> 70 – 120 kg (Fêmea, Adulto)<br><br>• </em><strong><em><mark>Período de Gestação:</mark></em></strong><em> 95 – 160 dias
</em>
<em>• </em><strong><em><mark>Classificações inferiores:</mark></em></strong><em> Panda de Qinling, Ailuropoda melanoleuca<br></em><br>&nbsp; &nbsp;• Também chamados de <strong><mark>pandas gigantes, </mark></strong>são animais mamíferos, se destacam por sua pelagem branca com manchas negras nos olhos e membros. </pre><div><br><strong><em><mark>Habitat do Urso Panda </mark></em></strong><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<em>São animais que vivem em </em><strong><em><mark>florestas de bambu</mark></em></strong><em>, eles eram encontrados em todo sul e leste da China, porém a destruição de seu habitat limitou-os a poucos locais onde as florestas ainda permaneceram.&nbsp;</em></div><div><br></div><div><strong><em><mark>Características do Urso Panda</mark></em></strong></div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; <em>Caracterizam-se pela presença de pelos e pela capacidade de produzir leite. Alem de serem facilmente reconhecidos pelo </em><strong><em>padrão branco e preto dos pelos.</em></strong><em> O padrão de pelagem do urso panda parece ter relação ao processo de camuflagem, sendo assim:</em></div><div><br></div><pre><em> • </em><strong><em><mark>Parte branca do seu corpo:</mark></em></strong><em> ajuda-o a esconder-se em locais de neve  • </em><strong><em><mark>Parte preta do seu corpo:</mark></em></strong><em> ajuda a sua camuflagem em locais em que há sombra.</em>
<em> • </em><strong><em><mark>Coloração das orelhas e olhos:</mark></em></strong><em> está relacionado ao reconhecimento dos indivíduos e à sinalização de agressividade para possíveis predadores.</em></pre><div><br></div><div><em>&nbsp; — Esses animais podem atingir mais de 1,20 m de altura e pesar entre 75 e 160 quilos. Seu predator natural é o Leopardo.</em></div><div><br></div><div><strong><em><mark>Alimentação do Urso Panda</mark></em></strong></div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; <em>Entretanto, os pandas não se alimentam de carne, sendo sua dieta baseada quase&nbsp;</em></div><div><em>exclusivamente na </em><strong><em><mark>ingestão de bambu.</mark></em></strong></div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp;<em>Os pandas alimentam-se de grande quantidade dessa planta para conseguir manter suas necessidades nutricionais. Estima-se que eles podem alimentar-se de quase </em><strong><em><mark>40 kg de bambu diariamente.</mark></em></strong></div><div><br></div><div><strong><em><mark>Reprodução do Urso Panda</mark></em></strong></div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; <em>A estação reprodutiva desses animais é </em><strong><em><mark>muito curta</mark></em></strong><em>. As fêmeas entram no cio apenas na primavera, mesmo período em que os machos tornam-se interessados na cópula.&nbsp;</em></div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A <em>gestação da panda dura entre </em><strong><em><mark>95 a 160 dias.</mark></em></strong><em> um filhote, que nasce com cerca de 200 gramas. Esses pequenos filhotes necessitam da mãe nos primeiros meses, sendo o desmame observado entre 8 a 9 meses de vida. O filhote fica com a mãe por um tempo aproximado de </em><strong><em>18 meses,</em></strong><em> deixando-a quando ela já está grávida novamente.</em></div><div><br></div><div><strong><em><mark>Ursos pandas e o risco de extinção da espécie</mark></em></strong></div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; <em>Atualmente estão classificados na </em><strong><em>Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN</em></strong><em> como </em><strong><em><mark>vulneráveis</mark></em></strong><em>, são animais que sofrem, com a destruição do habitat em que vivem. ameaçados. A mudança de status de classificação ocorre devido aos esforços no que diz respeito à restauração do </em><strong><em>ambiente em que vivem.</em></strong></div><div><br></div><div><strong><em><mark>Curiosidades:<br></mark></em></strong><br></div><pre><strong><em>• Pandas</em></strong> podem passar até <strong><em><mark>14 horas </mark></em></strong>por dia alimentando-se;
<br>• Filhotes de urso panda nascem quase <strong><em><mark>sem pelos e cegos</mark></em></strong>;

• Pandas possuem uma espécie de <strong><em><mark>falso polegar</mark></em></strong> que ajuda o animal em várias tarefas, como pegar seu alimento.<br><br></pre><div><br></div><pre><strong><em><mark>Nome:</mark></em></strong> <em>Ana Paula Sanches Cortezini <br></em><strong><em><mark>Série:</mark></em></strong><em> 9ºC</em></pre><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-19 01:05:41 UTC</pubDate>
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         <title>Ardisia squamulosa</title>
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         <description><![CDATA[<div>As ardisia squamulosa são plantas nativas da China, do Japão e das Filipinas. São muito procuradas pela beleza de suas folhas verde-escuras e dos chamativos frutos brilhantes e vermelhos, que aparecem em grande número, duram muito tempo e atraem diversos pássaros. As ardisia squamulosa costumam ser usadas em vasos pequenos, sendo ideais para decorar ambientes internos ou sacadas. Sua fácil propagação pode criar novas mudas e torná-las plantas invasoras.<br><br>Lucas Silvério Veiga- n°29<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-28 10:54:43 UTC</pubDate>
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         <title>Ariranha - Pteronura brasiliensis</title>
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         <description><![CDATA[<div>A ariranha (Pteronura brasiliensis), também conhecida como lontra-gigante, é um animal vertebrado, pertencente à classe Mammalia, família Mustelidae e subfamília Lutrinae, a família das lontras. A espécie é endêmica da América do Sul e historicamente ocorria na maioria dos países, desde o norte do continente, passando pelas Guianas, Colômbia e Venezuela, até o centro-norte da Argentina e em direção oeste até os Andes<br><br>A ariranha apresenta o corpo longo coberto por uma pelagem densa e de cor marrom com uma mancha branca no pescoço, uma cauda robusta e achatada, que a auxilia na natação, e tamanho que varia entre 1,5 e 1,8 metro. Assim como a cauda, a ariranha possui outras características que a ajudam na natação, como membranas interdigitais, localizadas entre os seus dedos.<br><br>A ariranha tem hábitos diurnos e alimenta-se preferencialmente de peixes, podendo estar incluídos também em sua alimentação crustáceos, moluscos e pequenos vertebrados, como alguns mamíferos, aves e répteis.<br><br>A ariranha atinge a maturidade sexual por volta de dois anos e meio de idade. Geralmente cada grupo produz uma ninhada anualmente. Cada gestação dá origem a até seis filhotes, embora, na natureza, sejam raros mais do que quatro filhotes por gravidez, ocorrendo uma média de dois filhotes<br><br>A ariranha encontra-se classificada, segundo a Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas, da União Internacional Para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN), como em perigo.<br><br>As principais ameaças a essa espécie são: a caça; a captura para venda como animal de estimação; a degradação e fragmentação ambiental, geradas pela contaminação dos corpos d'água; e os impactos das construções de barragens, em especial, os empreendimentos hidroelétricos.<br><br>Tudo isso tem contribuído para a decréscimo das populações de ariranha, sendo que, em algumas regiões do Brasil, como na Mata Atlântica, ela já se encontra extinta.<br><br>Barbara Lima de Moraes N°2 - 9° ano C</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-29 12:12:36 UTC</pubDate>
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