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      <title>Metodologias Ativas e Alunos Protagonistas: O Novo Normal na Educação by Matheus Silva</title>
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      <description>Pedlet criado para a disiciplina de 4° Seminário  de Práticas Educativas </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-10 14:54:17 UTC</pubDate>
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         <title>Roteiro</title>
         <author>matheusbsilva201</author>
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         <description><![CDATA[<div>Projeto: Metodologias Ativas e Alunos Protagonistas: O Novo Normal na Educação.<br><br></div><div><br></div><div>Segue a baixo o Roteiro:<br><br></div><div><br></div><div>a) O que queremos (nós do grupo) saber?<br><br></div><div>Depois de levantar uma pesquisa em torno do tema mencionado, dizemos que a transformação digital que estava se iniciando na educação deu um salto tecnológico muito mais rápido do que daria em cenários convencionais. Agora é hora de pensarmos na volta ao presencial. Gostaríamos de saber como podemos aprender mais sobre tais Metodologias para que nos tornemos aptos a ensinar e aprender nesse retorno, pois sabemos que será um grande desafio e que precisaremos de muita organização e planejamento.&nbsp;<br><br></div><div><br></div><div>b) O que já sabemos sobre o assunto? E você, especificamente, o que sabe?<br><br></div><div>Nós do grupo já sabemos que a volta será um desafio. Se na transição para o digital, o tempo foi curto, agora, já não mais. É um momento de muita organização e planejamentos como já dito. Devem-se avaliar medidas adotadas em outros países e adequar a escola ao recomendado pelo governo, mas sempre tomando como base nós , enquanto alunos. O que precisamos realmente aprender, nos é ensinado nas escolas e Universidades?&nbsp;<br><br></div><div><br></div><div>c) Qual o contexto do assunto que vamos investigar?<br><br></div><div>Nos últimos meses, alunos e professores vivenciaram novas formas de aprender e de ensinar, novas ferramentas de avaliação. Foi uma experiência que permitirá às escolas se apropriarem do modelo híbrido, seja para uma retomada gradual e segura dos alunos ao formato presencial ou como parte de sua estrutura curricular daqui pra frente. Investigaremos exatamente os desafios para a volta às aulas presenciais e o que podemos ( e devemos )&nbsp; aprender com&nbsp; as Metodologias Ativas.&nbsp;<br><br></div><div><br></div><div>&nbsp;d) O que precisamos fazer para investigar o que queremos saber? Como eu posso contribuir?<br><br></div><div>Já que sabemos que o protagonismo do aluno passou a ser ainda mais essencial com o isolamento social, principalmente na fase de reorganização, precisamos exatamente saber como as crianças da Educação Infantil e das primeiras séries do Ensino Fundamental estão conseguindo se adaptar a esse modelo de estudo tão diferente e como os alunos mais velhos estão em quesito de planejamento, comprometimento e resiliência, para manter o bom desempenho nos estudos remotamente e garantir seus objetivos de carreira. Estabelecer uma rotina, buscar o melhor lugar para realizar suas atividades, evitar distrações, acompanhar vídeo aulas, fazer exercícios e até mesmos aprender a dividir horários de diversão com os estudos, ou seja, são práticas que fazem com que o aluno adquira maior senso de responsabilidade e seja o grande propulsor de sua rotina escolar. Já sabemos que as Metodologias Ativas estão na base de todo o processo. Precisamos fazer pesquisas, entrevistar professores experientes, para que possamos aprender e ajudar uns aos outros.&nbsp;<br><br></div><div><br></div><div>e) Que áreas de conhecimento me ajudam a saber mais o que eu e o grupo queremos saber?<br><br></div><div>Sem dúvidas, a área da pedagogia nos ajuda a saber mais sobre, pois estamos falando da educação em si, estamos falando do processo de ensino aprendizagem de determinado aluno, como o mesmo vem se adaptando e se mostrando ativo a esse novo cenário de pandemia.<br><br></div><div>Grupo:<br><br></div><div><em>Matheus Batista da Silva<br></em><br></div><div><em>Fernanda Monnerat Martins da Costa<br></em><br></div><div><em>Manoela Neves Figueira<br></em><br></div><div><em>Marcella de Jesus Vasques da Costa<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-10 18:08:17 UTC</pubDate>
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         <title>ENTREVISTA COM Filósofo, doutor em Comunicação pela Universidade de São Paulo (USP) e professor aposentado de Novas Tecnologias, José Manoel Moran.</title>
         <author>matheusbsilva201</author>
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         <description><![CDATA[<div>Após várias pesquisas sobre o assunto, achamos interessante o que nos diz o Filósofo, doutor em Comunicação pela Universidade de São Paulo (USP) e professor aposentado de Novas Tecnologias, José Manoel Moran. Nascido em Vigo, na Espanha, e naturalizado brasileiro em 1988, o professor acredita que o sucesso na implementação das metodologias ativas vai além das salas de aula e requer um esforço global: “É um trabalho amplo, que precisa abranger alunos, professores, gestores e até famílias, em alguns casos”. Sendo assim, trazemos uma entrevista feita com ele sobre o assunto e fizemos entrevistas com alguns professores de alguns segmentos para que possamos comparar o que nossos professores pensam sobre as Metodologias Ativas. Ao longo da semana, vamos postando as demais entrevistas.<br><br><br>Para José Moran, metodologias ativas requerem engajamento<br><br>As inovações tecnológicas estão gerando impactos em todos os setores da sociedade. E a educação não fica imune a essa influência. Vide as chamadas metodologias ativas de ensino.<br>Auxiliados pela agilidade das ferramentas online, os modelos pedagógicos identificados com esse conceito buscam colocar o aluno como protagonista no processo de aprendizagem, o que amplia seu engajamento e comprometimento.<br>A quebra de paradigma exige mudanças profundas nas práticas de sala de aula, tornando-se um desafio para professores, alunos e gestores. É o que diz um dos maiores defensores da modernização das abordagens de ensino no Brasil, o pesquisador José Manoel Moran, 70 anos.<br>Filósofo, doutor em Comunicação pela Universidade de São Paulo (USP) e professor aposentado de Novas Tecnologias, Moran é autor de diversos livros sobre pedagogia e inovação. O mais recente, Metodologias Ativas para uma Educação Inovadora: Uma Abordagem Teórico-Prática, escrito em parceria com a bióloga e pedagoga Lilian Baibich, foi lançado no fim de 2017 pela Editora Penso.<br><br>“Existe uma clara consciência em relação ao esgotamento do modelo antigo, seja na Educação Básica ou no Ensino Superior”, afirma Moran, em entrevista ao portal Desafios da Educação.<br>Nascido em Vigo, na Espanha, e naturalizado brasileiro em 1988, o professor acredita que o sucesso na implementação das metodologias ativas vai além das salas de aula e requer um esforço global: “É um trabalho amplo, que precisa abranger alunos, professores, gestores e até famílias, em alguns casos”.<br><br><br><br><br><br><br>A seguir, confira a entrevista completa com José Moran:<br><br>1)Os estudos de metodologias ativas já vêm de uma larga tradição acadêmica. Por que eles estão demorando tanto para entrar efetivamente na sala de aula?<br><br>Talvez alguns grupos ainda não saibam como fazer a migração prática para uma nova forma de ensinar. É mais uma insegurança do que um questionamento. Existe uma clara consciência em relação ao esgotamento do modelo antigo, seja na Educação Básica ou no Ensino Superior. Esse é um movimento mundial, não só brasileiro. Num mundo tão incerto e com tantas transformações, a educação também tem essa mesma urgência de se reorganizar.<br><br>2) Quais impactos as novas metodologias exercem sobre a postura dos alunos em sala de aula?<br><br>Falar de metodologias é abordar uma mudança ampla. A aula invertida, por exemplo, é uma técnica útil quando bem feita, mas dá trabalho para o aluno. Ele não deve esperar que o professor lhe entregue tudo pronto. É uma inversão da lógica tradicional. O estudante também tem que ser mais consciente, gerenciar melhor o tempo e ir atrás do conteúdo. Isso é algo novo para muitos alunos que estão acostumados a um modelo de obediência. O que está por trás não é tanto a metodologia. Continuamos exigindo 75% de frequência de aulas, por exemplo. O conteúdo online é uma espécie de adicional, mas não se mexe nas aulas presenciais. Do contrário, o modelo fica manco.<br><br>3) Em relação ao conteúdo online, o Ministério da Educação (MEC) instrui os cursos de Educação a Distância (EAD) que possuem atividades presenciais previstas em suas diretrizes curriculares, como práticas e estágios, a oferecê-las aos alunos. Até que ponto isso pode desconfigurar o modelo de EAD?<br><br>Há vários fatores. Às vezes, o EAD concentra-se muito no conteúdo e pouco na experimentação. Alguns modelos foram simplistas nesse sentido. Entretanto, a experimentação é uma necessidade evidente em setores como Saúde e Engenharia, entre outros. Isso é notado até mesmo na área de Humanas. Pensar apenas em conteúdo é uma estratégia insuficiente.<br><br>4) Como uma instituição pode implementar uma nova metodologia? O processo de inserir o protagonismo do aluno em sala de aula deve ser gradual ou é preferível o rompimento total com o modelo antigo?<br><br>O ideal seria romper, mas a instituição precisa estar preparada para o novo modelo. Geralmente, o início se dá por alguns cursos, e o processo vai sendo ampliado aos poucos. As escolas começam com a aula invertida ou combinam o presencial e o online. São aproximações para modelos mais disruptivos. A adequação dos professores também demanda tempo. É preciso aprender a apoiar aqueles professores mais inquietos, juntá-los em grupos nos projetos que integram diversas áreas, como nos processos STEM [acrônimo para os termos Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática em inglês]. O caminho intermediário, portanto, torna-se mais viável.<br><br>5) A formação dos professores dentro das universidades já introduz os novos profissionais ao ensino ativo?<br><br>Há professores mais jovens e empreendedores que já fizeram experiências. Eles são um pouco mais criativos ou atentos e estão prontos para dar saltos maiores, mas representam a minoria. Os outros precisam de um apoio maior de formação, direcionamento e tutoria para que se sintam seguros. Estamos numa época de crise, com demissões de professores por motivos principalmente econômicos. O docente tem muito medo de ser mal avaliado, de falhar e acabar pagando o pato. Esse é um trabalho amplo, que precisa abranger alunos, professores, gestores e até com as famílias, em alguns casos. É uma mudança de cultura para todos.<br><br>6)O mercado da educação tem dado oportunidades para testar estes novos modelos?<br><br>Existem universidades, como a Unicesumar, do Paraná, que estão contratando pessoas de outros lugares para trabalhar com metodologias inovadoras. Há uma demanda por bons profissionais nesse sentido, seja em gestão, docência, autoria de cursos ou design instrucional. Quem conhece as metodologias ativas e o uso de tecnologias digitais tem um campo muito promissor como professor-empreendedor. Vários profissionais estão buscando transformar uma parte do conteúdo para que fique online e combinando isso com experimentações e práticas. É um campo novo e em ampliação.<br><br>7) As séries de ficção viraram uma febre entre os jovens, que costumam assistir a diversos episódios em sequência – nas chamadas maratonas. Isso prova que ainda é possível captar a atenção das novas gerações com conteúdo interessante? Como os professores podem transpor isso para as salas de aula?<br><br>O aluno não fica muito passivo ouvindo alguém. É preciso que seja muito interessante para mantê-lo por muito tempo. Nesse sentido, uma aula regular é um tiro no pé. Gamificar, experimentar, trabalhar com situações reais, aprender junto, tudo isso faz sentido para os jovens. Partir do jogo como um elemento catalisador e dinamizador é importante para eles. Mas queremos que aprendam profundamente, e não apenas brinquem.<br><br>8) Quais seriam as dicas para o professor que deseja introduzir as novas metodologias em aula? Existe um roteiro a ser seguido?<br><br>Ele pode introduzir algumas técnicas em sua disciplina, como a aula invertida, ou criar sistemas para que os alunos circulem pelas atividades em sala de aula. É importante explicar para a turma o porquê de estar fazendo aquilo. A instituição também deve ser informada – não pode ser algo escondido. É muito melhor quando se tem o apoio institucional.<br><br>9) O senhor já enfrentou resistências à aplicação dos novos modelos?<br><br>Tudo que é diferente encontra resistência. Não adianta dizer que todo mundo está pronto. Tem gente que não se interessa. Mas tudo se torna mais fácil quando há uma diretriz institucional. Caso contrário, a coisa fica muito vaga, o corpo docente fica dividido. As instituições que avançam são as que têm um claro direcionamento e possuem algum nível de consenso, em que todos conversam para ver o ritmo da mudança. Isso depende de todos, não apenas de um “diretor iluminado”. Professores, alunos, todos devem saber para onde a instituição está indo. Ninguém tem todas as respostas prontas. É um modelo em construção.<br><br>10) Qual a importância do suporte tecnológico para a implementação de metodologias ativas?<br><br>Tecnologia é fundamental para a vida. Os recursos inovadores permitem compartilhar, aprender junto, personalizar o processo e orientar a tutoria. Hoje há um grande apoio para instituições, professores e alunos. Sem esse acesso, as possibilidades diminuem. Vira uma aprendizagem de segunda classe. Infelizmente, metade dos brasileiros tem um acesso horroroso à tecnologia. Precisamos melhorar muito, especialmente no que diz respeito aos mais pobres. Mas, claro, a tecnologia não resolve tudo sozinha.<br><br>11) Como definir qual a metodologia adequada para uma instituição?<br><br>É preciso pensar a partir do currículo. Ou seja, aquilo que você organiza para que o aluno aprenda. Por exemplo: o aluno vai se tornar mais ativo e falar menos com o professor em sala. Como você faz isso? O que fazer para o aluno conhecer essa realidade? Que projeto desenvolver? Com quem? Em que contexto? As respostas vão desenhando o contexto, com base num currículo de valores e competências a serem desenvolvidas. A partir disso, entram os conteúdos. A metodologia representa a forma de fazer tudo isso. Ela é parte de algo maior, que engloba experiências, roteiros de aprendizagem, sistemas mais flexíveis.<br><br>Até porque as áreas de conhecimento são muito fixas.<br>Claro. Daí a necessidade de se adaptar metodologias, usar híbridos e interdisciplinares até chegar ao transdisciplinar. Tudo isso embasado no projeto de vida do aluno, ressaltando valores não apenas para o mercado de trabalho, mas para a vida dele. A ideia é fazê-lo lidar com um futuro complexo, torná-lo uma pessoa que viva valores, aprenda a compartilhar e ao mesmo tempo a trilhar um pouco o seu caminho com autonomia.<br><br><br>Entrevista concedida pelo Filósofo José Moran<br>https://desafiosdaeducacao.grupoa.com.br/metodologias-ativas-carecem-engajamento-institucional/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-20 22:51:28 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista sobre Metodologias Ativas com professora do Ensino Médio.</title>
         <author>ffemonnerat</author>
         <link>https://padlet.com/matheusbsilva201/2j485q6j6kh60wq6/wish/1345496809</link>
         <description><![CDATA[<div>Entrevista sobre Metodologias Ativas:</div><div><br><br></div><div>Entrevistada: Professora Fernanda Botelho</div><div>Ensino Médio</div><div>Professora de Língua Portuguesa</div><div>Casa Escola Espaço Livre </div><div><br>1) Os estudos de metodologias ativas já vêm de uma larga tradição acadêmica. Por que eles estão demorando tanto para entrar efetivamente na sala de aula?</div><div><br></div><div>Acredito que, muitas vezes, os meios para se realizar tais metodologias ainda sejam inviáveis para a maioria das escolas brasileiras, que sofrem déficits dos mais simples possíveis.</div><div><br>2) Quais impactos as novas metodologias exercem sobre a postura dos alunos em sala de aula?</div><div><br>Como todo ser humano, nossos alunos não são diferentes, independente da faixa etária, tudo o que é novo assusta um pouco. Um fator agravante é tratar esse “novo” como algo místico, intocável e não fazê-lo de forma natural e pessoal ao perfil da turma.</div><div><br></div><div><br></div><div>3) Em relação ao conteúdo online, o Ministério da Educação (MEC) instrui os cursos de Educação a Distância (EAD) que possuem atividades presenciais previstas em suas diretrizes curriculares, como práticas e estágios, a oferecê-las aos alunos. Até que ponto isso pode desconfigurar o modelo de EAD?<br><br></div><div>Na minha opinião, as práticas e estágios são os momentos principais em qualquer curso, afinal as teorias precisam ser postas em prática, e, nada melhor aprender fazendo. </div><div><br><br></div><div>4) Como uma instituição pode implementar uma nova metodologia? O processo de inserir o protagonismo do aluno em sala de aula deve ser gradual ou é preferível o rompimento total com o modelo antigo?</div><div><br></div><div>Para implementar uma nova metodologia, primeiro é preciso conhecer seu público-alvo. Trabalhar com educação é ter a consciência de que nenhum aluno é igual ao outro, quanto mais uma turma ou escola; por isso adaptar uma metodologia à sua realidade é imprescindível. Quanto ao protagonismo do aluno, este deve ser introduzido de forma gradativa, com estímulos que incentivem e respaldem tal prática.</div><div><br></div><div><br></div><div>5) A formação dos professores dentro das universidades já introduz os novos profissionais ao ensino ativo?</div><div><br></div><div>Infelizmente, na minha opinião e prática, as universidades ainda precisam repensar e reavaliar muitos conceitos, especialmente no que tange tratar cada aluno como ser social, único. Ratifico as importâncias das atividades práticas e estágios, além de uma maior atenção às disciplinas que envolvam didáticas.</div><div><br><br></div><div>6) O mercado da educação tem dado oportunidades para testar estes novos modelos?</div><div><br></div><div>O mercado precisa caminhar de maneira mais heterogênea. Enquanto algumas unidades de ensino estão engajadas a novas metodologias aprimorando-se a cada dia mais, outras, infelizmente, encontram-se paradas no tempo, criando um abismo de proporções ainda desmedidas. </div><div><br></div><div><br></div><div>7) As séries de ficção viraram uma febre entre os jovens, que costumam assistir a diversos episódios em sequência – nas chamadas maratonas. Isso prova que ainda é possível captar a atenção das novas gerações com conteúdo interessante? Como os professores podem transpor isso para as salas de aula?</div><div><br>Realmente ainda é possível captar a atenção dos jovens, porém a facilidade que toda a tecnologia oferece e a superficialidade da chamada “Era Google”, em que tudo está ao alcance, sem muito aproveitamento, tem deixado os jovens mais resistentes aos clássicos ou o que requer mais dedicação e esforço intelectual.</div><div><br><br></div><div>8) Quais seriam as dicas para o professor que deseja introduzir as novas metodologias em aula? Existe um roteiro a ser seguido?</div><div><br>Vivemos em um mundo em que as pessoas estão mais livres à expressão de suas ideias emoções e opiniões. Tornar o aluno um ator social é um desafio e uma alternativa para estimular o protagonismo e a participação dos alunos em novas metodologias.</div><div><br><br></div><div>9) Você já enfrentou resistências à aplicação dos novos modelos?</div><div><br>Enfrentar resistência está na “cartilha” de todo professor. Por conseguinte, precisamos sempre adaptar qualquer tarefa à realidade dos nossos alunos, em especial para agregar ao máximo, mas ainda assim é um grande desafio agradar a todos.</div><div><br>10) Qual a importância do suporte tecnológico para a implementação de Metodologias Ativas?</div><div><br>Estar respaldado tecnológica e metodologicamente é fundamental para que tudo dê certo e a aceitação seja a melhor possível. </div><div><br></div><div><br></div><div>11) Como definir qual a metodologia adequada para uma instituição?</div><div><br></div><div>Antes de definir a melhor metodologia é preciso conhecer o perfil de cada instituição e, em especial, à da turma em questão. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-23 23:16:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Entrevista sobre Metodologias Ativas com professora do Ensino Fundamental I</title>
         <author>ffemonnerat</author>
         <link>https://padlet.com/matheusbsilva201/2j485q6j6kh60wq6/wish/1345520646</link>
         <description><![CDATA[<div>Entrevista sobre Metodologias Ativas:<br><br></div><div>Professora do 1º ano do Ensino Fundamental.<br><br></div><div>Casa Escola Espaço Livre.<br><br></div><div>A professora não quis se identificar.<br><br><br></div><div>1) Os estudos de metodologias ativas já vêm de uma larga tradição acadêmica. Por que eles estão demorando tanto para entrar efetivamente na sala de aula?<br><br></div><div>Eu acredito que as metodologias ativas não são implementadas efetivamente por comodidade, visto que para a implementação teríamos que sair do "ensino tradicional" já "enraizado" .<br><br><br></div><div>2) Quais impactos as novas metodologias exercem sobre a postura dos alunos em sala de aula? <br><br></div><div>Com as novas metodologias o aluno deixa de ser passivo e começa a participar ativamente do processo de ensino/ aprendizagem.<br><br></div><div>3) Em relação ao conteúdo online, o Ministério da Educação (MEC) instrui os cursos de Educação a Distância (EAD) que possuem atividades presenciais previstas em suas diretrizes curriculares, como práticas e estágios, a oferecê-las aos alunos. Até que ponto isso pode desconfigurar o modelo de EAD? <br><br></div><div>Na minha opinião não desconfigura o modelo de EDA, visto ser necessário o estágio e também aulas práticas.<br><br></div><div><br>4) Como uma instituição pode implementar uma nova metodologia? O processo de inserir o protagonismo do aluno em sala de aula deve ser gradual ou é preferível o rompimento total com o modelo antigo?<br><br></div><div>Acredito que gradualmente o aluno deve ser inserido a nova metodologia, sempre incentivando sua atividade ativa e as trocas tão necessárias a aprendizagem.<br><br></div><div><br></div><div>5) A formação dos professores dentro das universidades já introduz os novos profissionais ao ensino ativo?<br><br></div><div>Não. Embora tenhamos sempre a ideia do ensino ativo e nas universidades termos uma prática mais ativa de ensino, ao iniciarmos nesse trabalho, muitas vezes, encontramos a barreira e a comodidade do ensino tradicional.<br><br></div><div><br></div><div>6) O mercado da educação tem dado oportunidades para testar estes novos modelos?<br><br></div><div>Nas escolas particulares, os novos modelos vão sendo inseridos mesmo que gradualmente, mas infelizmente, nas escolas públicas , devido as dificuldades enfrentadas, isso não acontece .<br><br></div><div><br></div><div>7) As séries de ficção viraram uma febre entre os jovens, que costumam assistir a diversos episódios em sequência – nas chamadas maratonas. Isso prova que ainda é possível captar a atenção das novas gerações com conteúdo interessante? Como os professores podem transpor isso para as salas de aula?<br><br></div><div>Nas escolas particulares, o uso da internet, quadros inteligentes, e uma diversidade de materiais tecnológicos são implementados e têm uma excelente receptividade pelos alunos. Inclusive, nas aulas remotas, conseguimos inserir através de vídeos ligados ao conteúdo uma maior experiência.<br><br></div><div>8) Quais seriam as dicas para o professor que deseja introduzir as novas metodologias em aula? Existe um roteiro a ser seguido?<br><br></div><div>Não acredito que tenha um roteiro, mas sei que, os alunos cada vez mais gostam de participar e serem ouvidos, gostam do contato com as tecnologias tão comuns a sua geração e com certeza, tudo isso sendo implantado só trará benefícios.<br><br></div><div><br>9) Você já enfrentou resistências à aplicação dos novos modelos?<br><br></div><div>Não. Gradualmente vamos nos adaptando e implementando os novos modelos.<br><br></div><div><br></div><div>10) Qual a importância do suporte tecnológico para a implementação de Metodologias Ativas?<br><br></div><div>Imprescindível! <br><br></div><div>Por mais que os alunos tenham contato com as tecnologias com facilidade, para muitos de nós, professores, tudo têm sido novidade e precisamos a cada dia nos aperfeiçoarmos. A ajuda do suporte tecnológico precisa acontecer a todo momento.<br><br></div><div>11) Como definir qual a metodologia adequada para uma instituição?<br><br></div><div>Depende do meio que essa instituição está inserido, dos meios que ela possui e pode dispor.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-23 23:30:12 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista sobre metodologias ativas com professora do Ensino Fundamental II</title>
         <author>marcellavasques2</author>
         <link>https://padlet.com/matheusbsilva201/2j485q6j6kh60wq6/wish/1347790308</link>
         <description><![CDATA[<div>Entrevistada: Professora Soraya Blois<br>Formada em Pedagogia Pós graduada em Psicopedagogia<br><br>1) Quais são os maiores desafios, limites e potencialidades existentes para se renovar na Educação?<br><br></div><div>São muitos os desafios&nbsp; para se pensar em renovar a educação.&nbsp; Questões&nbsp; socioeconômicas, como a desigualdade de oportunidades de aprendizagem e de acesso a escola. A questão da falta de estrutura&nbsp; do sistema educacional : falta professores, o ambiente&nbsp; da sala de aula que por muitas vezes é inadequado, pequeno, quente ou pouco arejado .&nbsp; Mas, dentre todos eles vou&nbsp; eleger&nbsp; a diversidade.&nbsp; Conseguir adequar a escola de forma a atender&nbsp; a todos e todas de maneira igualitária e justa&nbsp; é um desafio enorme. &nbsp; A diversidade é um limitante no chão da escola, é um grande desafio para professores, alunos e governo mas, é também,&nbsp; a maior potencialidade de crescimento e mudança para uma educação mais libertadora .&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>2) Que entraves você vê quanto à formação dos professores para que estes se sintam confortáveis em buscar novas formas de ensinar e novas Metodologias?<br><br></div><div>Penso que é preciso educar o futuro professor para o olhar. O olhar mais acolhedor frente as diferenças e dificuldades de cada aluno e de si mesmo. Saber que aprendemos todos os dias e que nós professores precisamos&nbsp; compreender a necessidade de ser mais solidários uns com os outros, que precisamos ter uma rede de apoio que seja capaz de romper paradigmas e transformar o nosso fazer em algo com mais qualidade.</div><div>&nbsp;</div><div>3) Como você define metodologias ativas? Que papéis os professores e os alunos exercem nessa Metodologia?<br><br></div><div>São diferentes práticas em sala de aula que levam o aluno a ser protagonista da sua aprendizagem e em paralelo o professor a ser um guia, um mediador e incentivador desta aprendizagem.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>4) O que é transformar na Educação? Como transformar posturas já arranjadas em métodos e práticas mais significativas para os educandos?<br><br></div><div>Transformar na educação é desenvolver no aluno a competência de buscar respostas e de se perguntar, ser curioso, criativo e crítico. E só poderemos alcançar tal metodologia quando nós mesmos começarmos a nos questionar e então a compreender que cada aluno tem suas habilidades e que todos podem aprender.</div><div>5) Quais são as competências e habilidades desenvolvidas a partir de uma Metodologia ativa?<br><br></div><div>Esta metodologia tem por objetivo desenvolver nos alunos a capacidade de pesquisar e buscar sua própria resposta, argumentar, debater, mudar posturas e se envolver na aprendizagem de maneira mais atuante. Enfim, torna o aluno protagonista da sua história.&nbsp;</div><div>6) Que outras considerações podem ser tecidas acerca de práticas de metodologias ativas?<br><br></div><div>É preciso compreender que esta metodologia exige do professor ainda mais cuidado e atenção ao planejar as aulas. Embora o aluno seja o protagonista desse processo cabe ao professor gerenciar toda a atividade que modo que se alcance o sucesso.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 13:19:54 UTC</pubDate>
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         <title>WEBQUEST</title>
         <author>matheusbsilva201</author>
         <link>https://padlet.com/matheusbsilva201/2j485q6j6kh60wq6/wish/1359981969</link>
         <description><![CDATA[<div>Mediante os resultados obtidos neste trabalho de pesquisa, podemos concluir que inovar nossa prática pedagógica diante do novo cenário em que nossos alunos estão inclusos é preciso. Está em alerta aos apelos dos alunos que usam muitas vezes de indisciplina em sala para gritarem aos quatro cantos que nossas aulas estão insuportáveis, que elas não podem ser estáticas, desvinculados da realidade do mundo se faz necessário e que investir tempo, disposição e boa vontade nestas tarefas garantem bons resultados.<br><br>Nesta perspectiva, a vivência de boas webquests, produzidas com base na metodologia de projeto, capaz de agregar ao currículo escolar o poder motivador dos recursos da Internet e fomentar a aprendizagem colaborativa é um caminho a seguir para a utilização efetiva das TICs no contexto didático, ao mesmo tempo em que para o professor esta metodologia reabre o desejo de enriquecer e dinamizar seu tempo com seus alunos.<br><br>Por tudo isso, fica explícito que buscar um novo fazer pedagógico que aproxime os alunos, que integre de modo efetivo as novas tecnologias dissipando de vez a exclusão digital, transformando nossas aulas monótonas em situações de aprendizagem significativas, é o desejo de todo professor compromissado com a qualidade do ensino. Assim, cada vez que são apresentados a um novo método ou estratégia pensada com esta intenção, a reação é sempre positiva, pois é desejo de todos os profissionais da educação transformar a escola em ambiente agradável e propício a construção de conhecimentos, cenário diferente do que se vê hoje em dia.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1071810800/af2fce0cff139c48a179c4d521f2e118/WhatsApp_Image_2021_03_27_at_12_38_02.jpeg" />
         <pubDate>2021-03-27 15:36:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Entrevista sobre o Webquest.</title>
         <author>matheusbsilva201</author>
         <link>https://padlet.com/matheusbsilva201/2j485q6j6kh60wq6/wish/1360006529</link>
         <description><![CDATA[<div>Entrevista do educador Bernie Dodge ao jornalista Odair Redondo no programa Modernidade da STV - Rede Sesc e Senac de Televisão.&nbsp;<br>O professor Bernie Dodge coordena na San Diego State University o WebQuest, que propõe um método investigativo para o uso da Internet na educação.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=IPgdXij68sc" />
         <pubDate>2021-03-27 15:53:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>DA TELA PRA CÁ É DIFERENTE Trabalho docente e ensino a distância nas escolas privadas</title>
         <author>manoelacff</author>
         <link>https://padlet.com/matheusbsilva201/2j485q6j6kh60wq6/wish/1360383703</link>
         <description><![CDATA[<div>Este artigo traz reflexões relevantes no que se refere ao trabalho docente remoto e ao caminho sem volta dessas rotinas tecnológicas para as práticas pedagógicas.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://diplomatique.org.br/trabalho-docente-e-ensino-a-distancia-nas-escolas-privadas/" />
         <pubDate>2021-03-27 20:49:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Dialogando com a prática: Metodologias Ativas na Educação e Gamificação</title>
         <author>manoelacff</author>
         <link>https://padlet.com/matheusbsilva201/2j485q6j6kh60wq6/wish/1360402404</link>
         <description><![CDATA[<div>Live do canal Eureka! Cecierj</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=kbN_Xt5bP24" />
         <pubDate>2021-03-27 21:06:18 UTC</pubDate>
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         <title>Sala de Aula Invertida: metodologia que educa para a autonomia</title>
         <author>manoelacff</author>
         <link>https://padlet.com/matheusbsilva201/2j485q6j6kh60wq6/wish/1360417006</link>
         <description><![CDATA[<div>Um dos principais objetivos da Sala de Aula Invertida é desenvolver no aluno autonomia e autorregulação no seu processo de aprendizagem.&nbsp;<br>Nesta perspectiva, temos aulas menos expositivas, promovendo assim, maior participação discente.&nbsp;<br>O uso das metodologias ativas, conforme esclarece Giovan, no artigo abaixo, tem a intenção de provocar movimentos – na sala de aula e fora dela – que incentivam a participação dos estudantes no processo de aprender.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://diarioescola.com.br/sala-de-aula-invertida/" />
         <pubDate>2021-03-27 21:21:29 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista sobre Metodologias ativas com professora Ensino Superior. </title>
         <author>ffemonnerat</author>
         <link>https://padlet.com/matheusbsilva201/2j485q6j6kh60wq6/wish/1360675309</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Professora: Renata Cunha Vasconcellos<br><br></div><div>Mediadora – UERJ - CEDERJ<br><br></div><div>Ensino Superior.<br><br></div><div>Estudo sobre metodologias:<br><br></div><div>1) Os estudos de metodologias ativas já vêm de uma larga tradição acadêmica. Por que eles estão demorando tanto para entrar efetivamente na sala de aula?<br><br></div><div>Metodologias ativas é uma (Re)significação da prática docente no qual o aluno é protagonista no processo de aprendizagem e também se caracteriza com uma valorização na aquisição de conhecimento de maneira autônoma e participativa e muitos professores não aceitam essa nova maneira para formação de um cidadão; falta entendimento e boa vontade, no meu ponto de vista.<br><br></div><div>2) Quais impactos as novas metodologias exercem sobre a postura dos alunos em sala de aula?<br><br></div><div>É primordial trabalhar valores, ética e moral, abordando estratégias e dinâmicas articulando com questões da prática educativa para um bom diálogo com a realidade.<br><br></div><div>3) Em relação ao conteúdo online, o Ministério da Educação (MEC) instrui os cursos de Educação a Distância (EAD) que possuem atividades presenciais previstas em suas diretrizes curriculares, como práticas e estágios, a oferece-las aos alunos. Até que ponto isso pode desconfigurar o modelo de EAD?<br><br></div><div>Não vejo problema, é só criar estratégias para uma concreta vinculação entre teoria e prática, com o objetivo de contribuir para a qualificação da formação docente.<br><br></div><div>No CEDERJ, por exemplo, estamos vivenciando isso em relação aos estágios com os cursos de licenciaturas. Com as escolas fechadas por conta da pandemia do Covid-19, foi elaborado um documento regulatório, agora na 3ª versão, que possibilita que os alunos façam a parte prática de outras formas.<br><br></div><div>4) Como uma instituição pode implementar uma nova metodologia? O processo de inserir o protagonismo do aluno em sala de aula deve ser gradual ou é preferível o rompimento total com o modelo antigo?<br><br></div><div>Contemplar questões/temas/assuntos mais significativos, pertinentes ao universo educacional, na medida em que refletem a realidade vigente é a melhor maneira de inserir uma nova metodologia na instituição e, consequentemente, para os alunos.<br><br></div><div>Acredito que isso deva ser feito de forma gradual, não sou a favor de “radicalismos”.<br><br></div><div>5) A formação dos professores dentro das universidades já introduz os novos profissionais ao ensino ativo?<br><br></div><div>Acredito que atualmente vem acontecendo sim, principalmente diante do cenário que estamos vivenciando, sendo necessário mudanças urgentes e eficazes, mas particularmente, estamos longe do ideal.<br><br></div><div>6) O mercado da educação tem dado oportunidades para testar estes novos modelos?<br><br></div><div>A crise que estamos passando, de uma forma ou de outra, traz para o mercado de educação uma oportunidade de testar e adotar as novas tecnologias no ensino, o grande problema que vejo, são as desigualdades existentes e gritantes colocando o sistema educacional num patamar ainda pior.<br><br></div><div>7) As séries de ficção viraram uma febre entre os jovens, que costumam assistir a diversos episódios em sequência – nas chamadas maratonas. Isso prova que ainda é possível captar a atenção das novas gerações com conteúdo interessante? Como os professores podem transpor isso para as salas de aula?<br><br></div><div>É preciso buscar uma relação de sentido entre o que se ensina sobre a docência, buscar um novo paradigma educacional no sentido de conciliar o que está acontecendo no mundo, renovando práticas e aproveitando essas oportunidades para uma melhor aproximação com os alunos.<br><br></div><div>Não é o momento de proibição, mas de buscar outras alternativas interessantes no viés que as crianças/jovens conhecem e usam.<br><br></div><div>8) Quais seriam as dicas para o professor que deseja introduzir as novas metodologias em aula? Existe um roteiro a ser seguido?<br><br></div><div>Usar as práticas comprometidas com a formação humana, trabalhando em equipe, inovando, problematizando com a realidade, o professor mediando, mas o aluno sendo o centro do processo.<br><br></div><div>Acho válido que a formação docente seja interdisciplinar e que venha carregada de inteligência emocional.<br><br></div><div>9) Você já enfrentou resistências à aplicação dos novos modelos?<br><br></div><div>Sinceramente não, fui muito feliz até o momento, com as minhas escolhas e espero poder continuar atuando me atualizando sempre, afinal, o professor é um eterno pesquisador.<br><br></div><div>10) Qual a importância do suporte tecnológico para a implementação de metodologias ativas?<br><br></div><div>As metodologias ativas são caminhos para avançar mais no conhecimento profundo, nas competências socioemocionais e em novas práticas, dessa forma, é fundamental que se tenha um bom suporte tecnológico, ou seja, ferramentas adequadas e monitoramento para o alcance e sucesso dessas e outras novas metodologias.<br><br></div><div>11) Como definir qual a metodologia adequada para uma instituição?<br><br></div><div>&nbsp;Não há uma definição, portanto é preciso buscar conhecimentos e métodos conexos com a instituição e disciplinas, com o intuito de trabalhar com as mais inusitadas situações do mundo.<br><br></div><div><br>&nbsp;<br><br><br></div><div><br>&nbsp;<br><br><br></div><div><br>&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 03:17:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/matheusbsilva201/2j485q6j6kh60wq6/wish/1360675309</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Relato do desenvolvimento da minha prática docente no contexto de pandemia e minhas inquietações e desafios quanto ao trabalho com a Educação Infantil de forma remota.</title>
         <author>manoelacff</author>
         <link>https://padlet.com/matheusbsilva201/2j485q6j6kh60wq6/wish/1365772722</link>
         <description><![CDATA[<div>As adaptações que os profissionais da Educação se viram obrigados a adotar nesse cenário de pandemia foram extremamente desafiadoras, para todos os segmentos, mas penso que foram ainda maiores para Educação Infantil. Levando em conta as habilidades a serem desenvolvidas nesta fase da vida escolar, bem como os direitos da criança, assegurados pela Base Nacional Comum Curricular, como o de conviver, brincar, explorar, por exemplo. Como seria possível ministrar aulas remotas para crianças tão pequenas e desenvolver o que se pretende neste segmento?<br>Buscar estratégias para atrair o interesse e a atenção dos alunos, foi uma das principais questões. Além do interesse das crianças, outro ponto importante foi conquistar a confiança e a parceria dos pais, uma vez que, nessa faixa etária, os alunos não conseguem acompanhar e acessar os meios necessários para a participação das aulas remotas sozinhos. Provar que era possível foi outra grande dificuldade.<br>Sou professora e atuo na Educação Infantil em uma escola privada, com a turma do Infantil 3. É claro que o ensino remoto não pode substituir o ensino presencial e a frequência, bem como a interação das crianças que acontece na escola. Mas, diante da realidade que nos foi acometida, de forma abrupta, com a pandemia COVID-19, vejo o ensino remoto, no que se refere à Educação Infantil, uma importante saída e possibilidade de, de certa maneira, manter o vínculo e a memória afetiva, tão importantes, entre as crianças e os professores/escola.<br>Como já ressaltei acima, os alunos desse segmento, não têm condições de frequentar o ensino remoto sozinhos, o que, ao meu entendimento, tem o seu benefício e o seu lado prejudicial também. O benefício, seria a atenção diária recebida pelos alunos por parte dos seus responsáveis (adulto que os acompanha nas aulas remotas), que nesse momento de distanciamento social, pode ser importante para o enfrentamento psicológico da criança perante toda essa situação. Já o que pode ser prejudicial, é justamente a questão da autonomia, que precisa ser muito bem trabalhada pelos professores e pode ficar muito comprometida quando o aluno é deliberadamente acompanhado pelos pais (responsáveis). Essa importante questão foi diagnosticada pela equipe pedagógica da nossa escola, logo no início do trabalho remoto, e a interferência, com a tentativa de informação aos responsáveis quanto as peculiaridades do trabalho pedagógico, se fizeram necessárias. Visto que, nesse formato, os responsáveis têm participação direta nas aulas e na realização das atividades.<br>Outro enorme desafio! Considerando a indissociabilidade entre o cuidar e o educar, enquanto professores, educamos e cuidamos sim, ao passo em que estimulamos e damos condições para a criança aprender e se desenvolver, nós sabemos que é ela capaz de fazer, então nós estimulamos gradualmente as habilidades a serem desenvolvidas. O acontece, é que as mães (responsáveis), nesse acompanhamento direto, que se faz necessário, nas aulas remotas, acabam, muitas das vezes “fazendo para” criança e não procurando estimulá-la a fazer e construir o conhecimento e desenvolver a habilidade objetivada naquela atividade.<br>Na escola em que atuo, são ministrados, diariamente, dois tempos de aula de 40 minutos cada. A equipe de professores da Educação Infantil, se reúne de forma virtual, mensalmente, para desenvolver estratégias e diferentes recursos para a rotina das aulas. Temos projetos como: Formando Leitores (nas segundas-feiras); Dia do brinquedo (também nas segundas-feiras), neste projeto, os alunos apresentam um brinquedo para os amigos, contam quem os deu, como e quando brincam, desenvolvendo a comunicação oral e a interação; LIV (nas terças-feiras), projeto socioemocial do nosso material didático; Educação Física (nas quartas-feiras), onde praticamos atividades corporais que promovem o movimento dos alunos; CEC surpresa (nas quintas-feiras), neste projeto, são enviadas, mensalmente, atividades pedagógicas planejadas e direcionadas para o desenvolvimento motor e cognitivo dos alunos, as quais, eles só sabem como serão, no momento da aula. Uma maneira, bem interessante, que encontramos para deixar as nossas aulas mais atrativas, e a parceria com os pais, que buscam essas atividades na escola todos os meses, possibilita; Sessão pipoquinha (nas sextas-feiras), onde assistimos um filminho, sempre contextualizado com os conteúdos trabalhados. Estamos em constante pesquisa, em busca de possibilidades para que o aprendizado e o desenvolvimento aconteçam mesmo que a distância.<br>O fato é que toda essa descrição de trabalho desenvolvido, se trata de uma escola da rede privada. O que é bem diferente das escolas da rede pública. São realidades extremamente distintas em muitos casos, no que se refere a comparação das redes pública e privada. Sabemos que a maioria das crianças, não conta com esse tipo de trabalho descrito acima, durante a pandemia e a desigualdade social está ainda mais evidente nessas condições.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 20:44:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Encontro Instituto Casagrande</title>
         <author>ffemonnerat</author>
         <link>https://padlet.com/matheusbsilva201/2j485q6j6kh60wq6/wish/1368859181</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br>Encontro sobre Metodologias Ativas – Instituto Casagrande</div><div><br>&nbsp;Participar do Encontro sobre Metodologias Ativas trouxe muitas respostas a vários questionamentos sobre o assunto. A metodologia por pesquisas, por exemplo, não é uma pesquisa qualquer, não basta apresentarmos um tema e pedir para que os alunos pesquisem. O professor precisa apresentar um roteiro, com passos… é uma sequência. O professor precisa saber onde ele quer chegar com essa pesquisa. Definir os objetivos, definir as formas de avaliação e pensar nos passos que ele tem que seguir para atingir aquele resultado.</div><div><br><br></div><div>&nbsp;O objetivo, com esse tipo de pesquisa, é que o aluno precise cada vez menos da ajuda dos pais e que ele ganhe uma autonomia no seu processo de aprendizagem. O aluno vai procurar, vai buscar por si, um elemento que será proposto pelo professor.</div><div><br><br></div><div>&nbsp;A grande questão é: onde entra o talento do professor? O professor vai ter que combinar os passos de uma maneira estratégica, pensando nos próprios alunos. O que propomos com as metodologias ativas é uma possibilidade de sair do ensino tradicional. Se o aluno estiver estimulado a fazer junto, se sentir motivado no processo, ele vai ficar o tempo que for preciso e vai querer voltar no dia seguinte. Esse é o grande diferencial que temos visto nas aulas online e que as metodologias ativas podem proporcionar, diferente de você colocar o aluno 4 horas em frente a um computador ouvindo a professora falar.</div><div><br><br></div><div>&nbsp;Sobre a avaliação: a maior gratificação que o aluno pode receber não é a nota, a grande recompensa do aluno é o feedback que o professor dá para ele.</div><div><br><br></div><div>Frase de um grande educador, o educador do sentido da vida, Rubem Alves, que diz o seguinte: “O aprendizado é o que sobra depois que o esquecimento fez o seu trabalho”. A nossa missão não é a curto prazo e sim, saber se os alunos serão capazes de colocar em prática o que ensinamos.</div><div><br><br></div><div>&nbsp;Falando sobre o WebQuest, uma ferramenta incrível, que estrutura os roteiros, limita a cópia, porque o roteiro propõe uma ação criativa e criatividade não tem como copiar. É surpreendente o que a criatividade pode fazer com a aprendizagem.</div><div><br><br></div><div>Com o WebQuest a gente organiza e auxilia os estudantes, como eles vão conduzir esse processo. O professor é criativo, indica os passos, dá o mínimo do roteiro, mas, o mais legal de tudo é que, cada aluno, na sua realidade, da sua maneira, do seu jeito, vai produzir uma situação e vai atender àquela tarefa totalmente diferente dos demais. Depois, o professor pode aproveitar e compartilhar o resultado de todos os trabalhos entre os alunos, mostrando as diferentes ideias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-30 17:02:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sala de aula invertida</title>
         <author>marcellavasques2</author>
         <link>https://padlet.com/matheusbsilva201/2j485q6j6kh60wq6/wish/1393596284</link>
         <description><![CDATA[<div>A sala de aula invertida é chamada assim, porque é totalmente o contrário do que é feito no "padrão" escolar. Normalmente no modelo tradicional escolar, quando o aluno chega na sala de aula nós temos a explicação de conteúdo, os exercicios e a contextualização.<br>Quando falamos de sala de aula invertida, a gente faz uma pequena inversão. Na sala de aula invertida nós não esperamos o professor explicar o conteúdo em sala de aula e mandar um exercicio para casa. Na sala de aula invertida, o professor já manda alguma coisa pro aluno fazer antes daquela aula acontecer. A aprendizagem é e deve ser o resultado de um processo interativo. O EAD traz à tona o conceito de interatividade de forma cada vez mais eficaz. A sala de aula de cabeça para baixo oferece esse tipo de interatividade. Porque utiliza todas as funções, funções e vantagens do ensino online e da aprendizagem móvel. Os métodos presencial e virtual também têm esse efeito motivacional. O foco do processo de aprendizagem é fazer do aluno protagonista do processo de aprendizagem. Nesse processo, ele tem toda a autonomia necessária e pode adquirir novos conhecimentos e habilidades no momento mais conveniente. Devido ao uso da tecnologia, são os próprios alunos que decidem quando, como e onde estudar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 22:56:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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