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      <title>Semana da Consciência Negra - Escritoras afro-brasileiras by ANA LUCIA BUZATO</title>
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      <description>Quem somos?  Somos mulheres,  somos escritoras. Deixamos  nossa marca na história em prosa e verso. Somos  resistência  e o seremos sempre e para sempre, até que nossas vozes sejam ouvidas por todos, até que corpos pretos não sejam mais alvo, até que não sejamos mais marcadas pela  cor  da nossa pele, que nosso valor seja pelo que somos. Somos  africanas, somos brasileiras, afro-brasileiras, dignas de respeito, livres para expressar nossas ideias e lutar por nossos ideais. Somos vencedoras!</description>
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      <pubDate>2021-11-12 10:30:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>viny123459</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nadine Gordimer foi uma escritora sul-africana. É autora de mais de 30 livros, na sua maioria crônicas sobre a deterioração social que afetou a África do Sul durante o regime do apartheid.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-12 10:40:55 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Nascida em Gana e filha de um professor e uma enfermeira, <strong>Yaa Gyasi é a nova sensação da literatura mundial. </strong>Com apenas 28 anos, a jovem, que vive nos Estados Unidos desde os 2, acaba de entrar para a cobiçada lista de<strong> melhores do ano do The New York Times</strong> com seu livro “O Caminho de Casa”.<br>Seu livro foi considerado pela Time como um dos 10 melhores de 2016, e Yaa foi nomeada uma das <strong>5 melhores escritoras abaixo dos 35 anos pela National Book Foundation</strong>, além de estar sendo comparada com escritores de renome, como a nigeriana <em>Chimamanda Ngozie Adichie.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-12 10:59:31 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Imbolo Mbue nasceu em Limbe, nos Camarões. Ela estudou nas Universidades Rutgers e Columbia. Imbolo mora nos Estados Unidos há mais de uma década e vive na cidade de Nova York. Aqui estão os sonhadores é seu primeiro romance.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-12 11:21:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>tr1force</author>
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         <description><![CDATA[<div>Chimamanda Ngozi Adichie (Enugu, 15 de setembro de 1977) é uma feminista e escritora nigeriana. Ela é reconhecida como uma das mais importantes jovens autoras anglófonas de sucesso, atraindo uma nova geração de leitores de literatura africana.<br>Chimamanda nasceu na Nigéria, no estado de Anambra, mas cresceu na cidade universitária de Nsukka, no sudeste da Nigéria, onde se situa a Universidade da Nigéria.<br>Em 2003, completou seu mestrado em escrita criativa na Universidade Johns Hopkins de Baltimore, e em 2008, recebeu o certificado como mestre de artes em estudos africanos pela Universidade Yale.<br>Seu primeiro romance, Purple Hibiscus, foi publicado em 2003. O segundo, Half of a Yellow Sun assim chamado em homenagem à bandeira da Biafra, retrata o que antecede e o que ocorre durante a guerra de Biafra. Foi publicado pela editora Knopf/Anchor em 2006, e ganhou o Orange Prize na categoria de ficção em 2007.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-12 11:23:32 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Ana Djaimilia dos Santos Pereira de Almeida Brito</strong> (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Luanda">Luanda</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1982">1982</a>), mais conhecida por <strong>Djaimilia Pereira de Almeida</strong>, é uma escritora portuguesa nascida em Angola. Cresceu em Portugal, nos arredores de Lisboa.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Djaimilia_Pereira_de_Almeida#cite_note-:0-1"><sup>[1]</sup></a> Considerada representante de uma literatura acerca de raça, género e identidade <br>Licenciou-se em Estudos Portugueses na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_Nova_de_Lisboa">Universidade Nova de Lisboa</a>. A sua dissertação de mestrado Doutorou-se em 2012 em Teoria da Literatura pelo <a href="https://www.letras.ulisboa.pt/pt/areas-e-unidades/literaturas-artes-e-culturas/programa-em-teoria-da-literatura/antigos-alunos">Programa em Teoria da Literatura da Universidade de Lisboa</a> .<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Djaimilia_Pereira_de_Almeida#cite_note-:0-1"><sup>[1]</sup></a>.reconhecimentos&nbsp; e prémios :&nbsp; ganhou notoriedade a partir da publicação em 2015 do seu primeiro romance, a autoficção <em>Esse Cabelo </em>&nbsp;<em>Amadores,</em> escrita em 2006, foi distinguida com o Prémio Primeiras Teses 2010, atribuído pelo Centro de Literatura Portuguesa da Universidade de Coimbra.&nbsp; <em>Amadores,</em> escrita em 2006, foi distinguida com o Prémio Primeiras Teses 2010, atribuído pelo Centro de Literatura Portuguesa da Universidade de Coimbra <br>Em 2013, foi uma das vencedoras do Prémio de Ensaísmo <em>serrote</em>, atribuído pela Revista <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Serrote_(revista)"><em>serrote</em></a><em>,</em> publicação do Instituto Moreira Salles, Brasil.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Djaimilia_Pereira_de_Almeida#cite_note-:1-5"><sup>[5]<br></sup></a><br></div><div><br>Em 2018, venceu o prémio Literário Fundação Inês de Castro por <em>Luanda, Lisboa, Paraíso</em> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Djaimilia_Pereira_de_Almeida#cite_note-6"><sup>[6]</sup></a><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Djaimilia_Pereira_de_Almeida#cite_note-7"><sup>[7]</sup></a><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Djaimilia_Pereira_de_Almeida#cite_note-:1-5"><sup>[5]</sup></a>.<br><br></div><div><br>Em novembro de 2018, recebeu a bolsa de criação literária na área de ficção narrativa, com duração de 12 meses, entregue pela Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB) do Ministério da Cultura de Portugal.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Djaimilia_Pereira_de_Almeida#cite_note-8"><sup>[8]<br></sup></a><br></div><div><br>Foi ainda finalista do Prémio de Romance e Novela da APE 2018 e do Prémio PEN Clube Narrativa 2018.<br><br></div><div><br>Em 2019, por <em>Luanda, Lisboa, Paraíso</em>, recebeu o Prémio Literário Fundação Inês de Castro 2018, o Prémio Literário Fundação Eça de Queiroz 2019, e o Prémio Oceanos 2019. Pelo mesmo livro, foi finalista do Grande Prémio de Romance e Novela APE 2018 e finalista do Prémio PEN Clube Narrativa 2018.<br><br></div><div><br>Em 2020, por <em>A Visão das Plantas</em>, recebeu o segundo lugar do Prémio Oceanos 2020. Pelo mesmo livro, foi finalista do Grande Prémio de Romance e Novela APE/DGLAB, finalista do Prémio Pen Clube Narrativa 2019 e finalista do Prémio Fernando Namora 2019.<br><br></div><div><br>Em 2021, publicou o romance <em>Maremoto</em>, pela Relógio D'Água&nbsp;<br>Obra<br><br></div><ul><li>2015, <em>Esse Cabelo.</em> Teorema<em>.</em> ISBN 9789724750385.</li><li>2017, <em>Esse Cabelo: A tragicomédia de um cabelo crespo que cruza fronteiras,</em> Leya. ISBN 978854410221.</li><li>2017<em>, Ajudar a cair.</em> Fundação Francisco Manuel dos Santos. ISBN 9789898838919.</li><li>2018, <em>Luanda, Lisboa, Paraíso.</em> Companhia das Letras. ISBN 9789896655914.</li><li>2019, <em>Pintado com o pé</em>. Relógio D’Água Editores. ISBN 9789896419172.</li><li>2019, <em>A Visão das Plantas.</em> Relógio D'Água Editores. ISBN 9789896419752.</li><li>2020, <em>As Telefones.</em> Relógio D'Água Editores. ISBN 978-989-783-011-2</li><li>2020, <em>Regras de Isolamento.</em> Fundação Francisco Manuel dos Santos. <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Especial:Fontes_de_livros/9789899004740">ISBN 978-989-9004-74-0</a></li><li>2021, <em>Maremoto.</em> Relógio D'Água Editores. <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Especial:Fontes_de_livros/9789897831232">ISBN 9789897831232</a></li></ul><div><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Djaimilia_Pereira_de_Almeida#cite_note-9"><sup><br></sup></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-12 11:32:48 UTC</pubDate>
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         <author>viny123459</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Elizandra Souza</strong>, nascida em 1983 na periferia de São Paulo, cresceu em Nova Soure, pequena cidade da Bahia, terra natal de seus pais. Em 1996, retornou à capital paulista, momento em que conhece e inicia seu diálogo com a cultura hip-hop.</div>]]></description>
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         <description><![CDATA[<div>Jarid Arraes é uma escritora, cordelista e poeta brasileira, autora dos livros As Lendas de Dandara, Heroínas Negras Brasileiras em 15 cordéis, Um buraco com meu nome e Redemoinho em dia quente. Atualmente vive em São Paulo, onde criou o Clube da Escrita Para Mulheres.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-12 11:52:44 UTC</pubDate>
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         <author>viny123459</author>
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         <description><![CDATA[<div>Escritora, ativista, feminista. Jenyffer Nascimento nasceu em 1984, na cidade de Paulista, em Pernambuco. É produtora e apreciadora de arte, frequentadora assídua de saraus nas periferias de São Paulo. O desejo de escrever acontece de forma prematura, ainda na infância em suas viagens literárias. É na adolescência que começa sua escrita com letras de Rap, maneira que encontrou de canalizar suas revoltas, angústias e esperanças.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-12 11:53:03 UTC</pubDate>
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         <author>viny123459</author>
         <link>https://padlet.com/anabuzato/2i2wctl12vseetad/wish/1886454417</link>
         <description><![CDATA[<div>Geni Mariano Guimarães é uma poeta e escritora brasileira, ativista e autora de 10 livros de poemas, contos e infantis. Iniciou a carreira literária publicando poemas em jornais da cidade de Barra Bonita, no interior paulista. O primeiro livro, Terceiro filho, foi lançado em 1979.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-12 11:54:22 UTC</pubDate>
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         <author>curriculojoao3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Maria Beatriz Nascimento (Aracaju, 12 de julho de 1942 – Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 1995) foi uma historiadora, professora, roteirista, poeta e ativista pelos direitos humanos de negros e mulheres brasileira.[1] Nascida em Sergipe, migrou com a família para a cidade do Rio de Janeiro, onde formou-se em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, (UFRJ) especializou-se na Universidade Federal Fluminense (UFF) e fez parte do corpo discente do curso de mestrado em Comunicação Social da UFRJ.Tornou-se influente nos estudos das relações raciais no Brasil após sua notoriedade em organizações acadêmicas do movimento negro. Suas obras mais notórias são o documentário Ori (1989) e artigos sobre o conceito de quilombo na História, raça, racismo e sexismo. Em 1978, inicia pós-graduação latu sensu em História, pela Universidade Federal Fluminense, concluindo em 1981, estudando sistemas alternativos organizados exclusivamente por negros, pesquisando de quilombos às favelas modernas .Movimento negroJá formada e lecionando na rede estadual, Maria Beatriz começou sua militância, participando e propondo discussões raciais,  em especial no meio acadêmico.  Participou como conferencista de diversos encontros, conferências e simpósios[7], falando sobre seus incômodos quanto ao espaço universitário falar do negro apenas como o escravo, como se as pessoas negras tivessem participado da história apenas como mão-de-obra compulsória e sem direito à escolha. Participou da Quinzena do Negro, em outubro de 1977, na Universidade de São Paulo, apresentando trabalho relacionado à questão étnico-racial, em especial dos quilombos. O trabalho de maior reconhecimento de Maria Beatriz é o filme e documentário Ori (1989), de sua autoria e narração, dirigido pela socióloga e cineasta Raquel Gerber. Ele documenta a trajetória dos movimentos negros no Brasil entre 1977 e 1988, sendo o quilombo a ideia central e em parte a trajetória da própria Maria Beatriz[1]. Abordou temas como corporeidade do negro, a perda da imagem que atingia africanas e africanos escravizados e seus descendentes em diáspora e a situação das mulheres negras no Brasil, analisando sua condição social inferior devida ao amálgama de heranças escravistas com mecanismos racistas</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-12 11:54:55 UTC</pubDate>
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         <author>viny123459</author>
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         <description><![CDATA[<div>Mel Amaro Duarte é uma escritora, poeta, slammer e produtora cultural brasileira.<br><a href="https://www.google.com/search?bih=600&amp;biw=1366&amp;hl=pt-BR&amp;sxsrf=AOaemvKlOknaIIPqytt0ZxKyFonKPBNnOQ:1636718092873&amp;q=mel+duarte+nascimento&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LVT9c3NEwvMzQyyCgz1BLLTrbSL0jNL8hJBVJFxfl5Vkn5RXmLWEVzU3MUUkoTi0pSFfISi5Mzc1PzSvIBDrCEKEEAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwjLnpeE4pL0AhWar5UCHd11BSgQ6BMoAHoECDcQAg&amp;cshid=1636718207509045"><strong>Nascimento</strong></a><strong>: </strong>19 de novembro de 1988 (idade 32 anos)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-12 11:57:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>00001028177136sp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Cristiane Sobral é uma atriz, escritora, dramaturga e poeta brasileira. Estudou teatro no SESC do Rio de Janeiro, em 1989. No ano seguinte mudou-se para Brasília, onde montou a peça Acorda Brasil. Foi a primeira atriz negra graduada em Interpretação Teatral pela Universidade de Brasília.</div><div><a href="https://www.google.com/search?sa=X&amp;bih=657&amp;biw=1366&amp;hl=pt-BR&amp;q=cristiane+sobral+nascimento&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LVT9c3NEwyLTNKzy7K1hLLTrbSL0jNL8hJBVJFxfl5Vkn5RXmLWKWTizKLSzIT81IVivOTihJzFPISi5Mzc1PzSvIBi611pUcAAAA&amp;ved=2ahUKEwiaz_qp4pL0AhVmqZUCHVmWA9wQ6BMoAHoECC0QAg"><strong>Nascimento</strong></a><strong>: </strong>1974 (idade 47 anos), <a href="https://www.google.com/search?sa=X&amp;bih=657&amp;biw=1366&amp;hl=pt-BR&amp;q=Rio+de+Janeiro&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LVT9c3NEwyLTNKzy7KVuLQz9U3MEvPLdISy0620i9IzS_ISQVSRcX5eVZJ-UV5i1j5gjLzFVJSFbwS81Izi_J3sDICAMiduiRHAAAA&amp;ved=2ahUKEwiaz_qp4pL0AhVmqZUCHVmWA9wQmxMoAXoECC0QAw">Rio de Janeiro, Rio de Janeiro</a></div><div><a href="https://www.google.com/search?sa=X&amp;bih=657&amp;biw=1366&amp;hl=pt-BR&amp;q=cristiane+sobral+principais+trabalhos&amp;ved=2ahUKEwiaz_qp4pL0AhVmqZUCHVmWA9wQ6BMoAHoECDUQAg"><strong>Principais trabalhos</strong></a><strong>: </strong><a href="https://www.google.com/search?sa=X&amp;bih=657&amp;biw=1366&amp;hl=pt-BR&amp;q=N%C3%A3o+vou+mais+lavar+os+pratos&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAONgVuLRT9c3NDQuM8zLTU9bxCrrd3hxvkJZfqlCbmJmsUJOYllikUJ-sUJBUWJJfjEA8uJmxDAAAAA&amp;ved=2ahUKEwiaz_qp4pL0AhVmqZUCHVmWA9wQmxMoAXoECDUQAw">Não vou mais lavar os pratos</a> (2010)</div><div><a href="https://www.google.com/search?sa=X&amp;bih=657&amp;biw=1366&amp;hl=pt-BR&amp;q=cristiane+sobral+filhoas&amp;ved=2ahUKEwiaz_qp4pL0AhVmqZUCHVmWA9wQ6BMoAHoECDQQAg"><strong>Filho(a)(s)</strong></a><strong>: </strong>Malick Jorge, Ayana Thainá</div><div><a href="https://www.google.com/search?sa=X&amp;bih=657&amp;biw=1366&amp;hl=pt-BR&amp;q=cristiane+sobral+pseud%C3%B4nimos&amp;ved=2ahUKEwiaz_qp4pL0AhVmqZUCHVmWA9wQ6BMoAHoECC4QAg"><strong>Pseudônimo(s)</strong></a><strong>: </strong>Sobral</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-12 11:57:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>viny123459</author>
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         <description><![CDATA[<div>Lélia Gonzalez foi uma intelectual, autora, política, professora, filósofa e antropóloga brasileira. Foi pioneira nos estudos sobre Cultura Negra no Brasil e co-fundadora do Instituto de Pesquisas das Culturas Negras do Rio de Janeiro, do Movimento Negro Unificado e do Olodum. <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%A9lia_Gonzalez">Wikipédia</a></div><div><a href="https://www.google.com/search?sxsrf=AOaemvItwaTCYv7bzIlG8K6j5SGCvlKsjw:1636718467473&amp;q=l%C3%A9lia+gonzalez+nascimento&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LSz9U3qDBMyjDO1hLLTrbSL0jNL8hJBVJFxfl5Vkn5RXmLWKVyDq_MyUxUSM_Pq0rMSa1SyEssTs7MTc0ryQcAfslab0MAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwj_1ua245L0AhWsqZUCHYStA7EQ6BMoAHoECEIQAg"><strong>Nascimento</strong></a><strong>: </strong>1 de fevereiro de 1935, <a href="https://www.google.com/search?sxsrf=AOaemvItwaTCYv7bzIlG8K6j5SGCvlKsjw:1636718467473&amp;q=Belo+Horizonte&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LSz9U3qDBMyjDOVuIAsXOMC420xLKTrfQLUvMLclKBVFFxfp5VUn5R3iJWPqfUnHwFj_yizKr8vJLUHayMAPAynJpEAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwj_1ua245L0AhWsqZUCHYStA7EQmxMoAXoECEIQAw">Belo Horizonte, Minas Gerais</a></div><div><a href="https://www.google.com/search?sxsrf=AOaemvItwaTCYv7bzIlG8K6j5SGCvlKsjw:1636718467473&amp;q=l%C3%A9lia+gonzalez+falecimento&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LSz9U3qDBMyjDO1pLPTrbSL0jNL8hJ1U9JTU5NLE5NiS9ILSrOz7NKyUxNWcQqnXN4ZU5mokJ6fl5VYk5qlUIakEzOzE3NK8kHAGvnkr1NAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwj_1ua245L0AhWsqZUCHYStA7EQ6BMoAHoECDkQAg"><strong>Falecimento</strong></a><strong>: </strong>10 de julho de 1994, <a href="https://www.google.com/search?sxsrf=AOaemvItwaTCYv7bzIlG8K6j5SGCvlKsjw:1636718467473&amp;q=Rio+de+Janeiro&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LSz9U3qDBMyjDOVuIAsc3Sc4u05LOTrfQLUvMLclL1U1KTUxOLU1PiC1KLivPzrFIyU1MWsfIFZeYrpKQqeCXmpWYW5e9gZQQAkasTsk0AAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwj_1ua245L0AhWsqZUCHYStA7EQmxMoAXoECDkQAw">Rio de Janeiro, Rio de Janeiro</a></div><div><a href="https://www.google.com/search?sxsrf=AOaemvItwaTCYv7bzIlG8K6j5SGCvlKsjw:1636718467473&amp;q=l%C3%A9lia+gonzalez+c%C3%B4njuge&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LSz9U3qDBMyjDO1pLITrbSL0jNL8hJBVJFxfl5VsUF-aXFqYtYJXIOr8zJTFRIz8-rSsxJrVJIPrwlL6s0PRUA4nXVhkMAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwj_1ua245L0AhWsqZUCHYStA7EQ6BMoAHoECDgQAg"><strong>Cônjuge</strong></a><strong>: </strong><a href="https://www.google.com/search?sxsrf=AOaemvItwaTCYv7bzIlG8K6j5SGCvlKsjw:1636718467473&amp;q=luiz+carlos+gonzalez&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LSz9U3qDBMyjDOVuLVT9c3NEwrzjO2NK401pLITrbSL0jNL8hJBVJFxfl5VsUF-aXFqYtYRXJKM6sUkhOLcvKLFdLz86oSc1KrdrAyAgBae72GUQAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwj_1ua245L0AhWsqZUCHYStA7EQmxMoAXoECDgQAw">Luiz Carlos Gonzalez</a> (de 1964 a 1965)</div><div><a href="https://www.google.com/search?sxsrf=AOaemvItwaTCYv7bzIlG8K6j5SGCvlKsjw:1636718467473&amp;q=l%C3%A9lia+gonzalez+forma%C3%A7%C3%A3o&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LSz9U3qDBMyjDO1pLOTrbSL0jNL8hJBVJFxfl5VqkppcmJJZn5eYtYpXIOr8zJTFRIz8-rSsxJrVJIyy_KTTy8_PDifACJJYDrSAAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwj_1ua245L0AhWsqZUCHYStA7EQ6BMoAHoECDIQAg"><strong>Formação</strong></a><strong>: </strong><a href="https://www.google.com/search?sxsrf=AOaemvItwaTCYv7bzIlG8K6j5SGCvlKsjw:1636718467473&amp;q=Col%C3%A9gio+Pedro+II&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LSz9U3qDBMyjDOVgKzjSxMkkvKtaSzk630C1LzC3JSgVRRcX6eVWpKaXJiSWZ-3iJWQef8nMMr0zPzFQJSU4ryFTw9d7AyAgBGHElmTgAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwj_1ua245L0AhWsqZUCHYStA7EQmxMoAXoECDIQAw">Colégio Pedro II - Campus Centro</a>, <a href="https://www.google.com/search?sxsrf=AOaemvItwaTCYv7bzIlG8K6j5SGCvlKsjw:1636718467473&amp;q=l%C3%A9lia+gonzalez+forma%C3%A7%C3%A3o&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LSz9U3qDBMyjDO1pLOTrbSL0jNL8hJBVJFxfl5VqkppcmJJZn5eYtYpXIOr8zJTFRIz8-rSsxJrVJIyy_KTTy8_PDifACJJYDrSAAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwj_1ua245L0AhWsqZUCHYStA7EQ44YBKAJ6BAgyEAQ">MAIS</a></div><div><a href="https://www.google.com/search?sxsrf=AOaemvItwaTCYv7bzIlG8K6j5SGCvlKsjw:1636718467473&amp;q=l%C3%A9lia+gonzalez+filmes&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LSz9U3qDBMyjDO1pLITrbSL0jNL8hJBVJFxfl5Vrn5ZZmpxYtYxXIOr8zJTFRIz8-rSsxJrVJIy8zJTS0GAJFnKBJBAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwj_1ua245L0AhWsqZUCHYStA7EQ6BMoAHoECDEQAg"><strong>Filmes</strong></a><strong>: </strong><a href="https://www.google.com/search?sxsrf=AOaemvItwaTCYv7bzIlG8K6j5SGCvlKsjw:1636718467473&amp;q=Em+Busca+de+L%C3%A9lia&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LSz9U3qDBMyjDOVuLVT9c3NEyrNErPNbDM0pLITrbSL0jNL8hJBVJFxfl5Vrn5ZZmpxYtYhVxzFZxKi5MTFVJSFXwOr8zJTNzByggAZofb308AAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwj_1ua245L0AhWsqZUCHYStA7EQmxMoAXoECDEQAw">Em Busca de Lélia</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-12 12:01:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>991440548</author>
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         <description><![CDATA[<div>São Luís, 11 de agosto de 1860. Logo nas primeiras páginas do jornal <em>A Moderação</em>, anunciava-se o lançamento do romance <em>Úrsula</em>, “original brasileiro”. O anúncio poderia passar despercebido, mas algo chamava atenção em suas últimas linhas: a autoria feminina da “exma. Sra. D. Maria Firmina dos Reis, professora pública em Guimarães”. Foi assim, por meio de uma simples nota, que a cidade de São Luís conheceu Maria Firmina dos Reis – considerada a primeira escritora brasileira, pioneira na crítica antiescravista da nossa literatura.<br><br></div><div>Negra, filha de mãe branca e pai negro, registrada sob o nome de um pai ilegítimo e nascida na Ilha de São Luis, no Maranhão, Maria Firmina dos Reis (1822 – 1917) fez de seu primeiro romance, <em>Úrsula</em> (1859), algo até então impensável: um instrumento de crítica à escravidão por meio da humanização de personagens escravizados.<br><br></div><div>“Em sua literatura, os escravos são nobres e generosos. Estão em pé de igualdade com os brancos e, quando a autora dá voz a eles, deixa que eles mesmos contem suas tragédias. O que já é um salto imenso em relação a outros textos abolicionistas”, conta a professora Régia Agostinho da Silva, professora da Universidade Federal do Maranhão e autora do artigo “A mente, essa ninguém pode escravizar: Maria Firmina dos Reis e a escrita feita por mulheres no Maranhão”.<br><br></div><div>Esquecida por décadas, sua obra só foi recuperada em 1962 pelo historiador paraibano Horácio de Almeida em um sebo no Rio de Janeiro – e, hoje, até seu rosto verdadeiro é desconhecido: nos registros oficiais da Câmara dos Vereadores de Guimarães está uma gravura com a face de uma mulher branca, retrato inspirado na imagem de uma escritora gaúcha, com quem Firmina foi confundida na época. O busto da escritora no Museu Histórico do Maranhão também a retrata “embranquecida”, de nariz fino e cabelos lisos.<br><br></div><div>O contato de Firmina com a literatura começou cedo, em 1830, quando mudou-se para a casa de uma tia um pouco mais rica, na vila de São José de Guimarães. Aos poucos, a jovem travou contato com referências culturais e com outros de seus parentes ligados ao meio cultural, como Sotero dos Reis, um popular gramático da época. Foi daí, e do autodidatismo, que veio o gosto pelas letras.<br><br></div><div>Quando se tornou professora, em 1847, Firmina já tinha uma postura antiescravista bem desenvolvida e articulada. Ao ser aprovada no concurso para professora, recusou-se a andar em um palanque desfilando pela cidade de São Luís nas costas de escravos. “Na ocasião, Firmina teria afirmado que escravos não eram bichos para levar pessoas montadas neles”, afirma Silva.<br><br></div><div>Mas era praticamente impossível para uma mulher expor sua opinião contra a escravidão – ainda mais uma mulher negra. Foi a estabilidade e o respeito alcançados como professora que abriram espaço para Firmina lançar seu primeiro livro, o romance <em>Úrsula</em>, no qual enfim publicaria seu ponto de vista sobre o tema.<br><br></div><div>Diferente dos escritos de mulheres da época, o romance não era “de perfumaria”, nem algo sem profundidade. Ao contrário: foi o primeiro livro brasileiro a se posicionar contra a escravidão e a partir do ponto de vista dos escravizados – antes até de <em>Navio negreiro</em>, de Castro Alves (1880), e de <em>A Escrava Isaura</em> (1875), de Bernardo Guimarães.<br><br></div><div>Em <em>Úrsula</em>, Firmina faz questão de mostrar a crueldade de Fernando, senhor de escravos e vilão da história. Mas a pérola do livro é a personagem Suzana, uma mulher escravizada que, frequentemente, recorda-se de sua época de liberdade. “É horrível lembrar que criaturas humanas tratem a seus semelhantes assim e que não lhes doa a consciência de levá-los à sepultura asfixiados e famintos”, escreve, em determinado momento. Para Silva, a forma é bastante característica de Firmina: “O escravo firminiano é, antes de tudo, aquele que fala da África, que só reconhece a verdadeira liberdade, no tempo em que vivia naquela África saudosa e nostálgica”.<br><br></div><div>Anos depois, quando já se firmara como escritora e professora – e quando o movimento abolicionista já estava mais difundido no Brasil -, a autora publicaria um conto ainda mais crítico,<em> A escrava</em> (1887), que conta a história de uma mulher de classe alta sem nome que tenta, sem sucesso, salvar uma mulher escravizada.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>A crítica à escravidão chega a<br>ser literal: em uma passagem,<br>a protagonista diz que o regime<br>“é e sempre será um grande mal”.</strong></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-12 12:02:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>viny123459</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Érica Peçanha</strong> é antropóloga e crítica literária, doutora e Mestra em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo, com estágio pós-doutoral na Faculdade de Educação da mesma instituição.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-12 12:03:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>curriculojoao3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Maria da Conceição Evaristo de Brito nasceu em Belo Horizonte, em 1946. De origem humilde, migrou para o Rio de Janeiro na década de 1970. Graduada em Letras pela UFRJ, trabalhou como professora da rede pública de ensino da capital fluminense. É Mestre em Literatura Brasileira pela PUC do Rio de Janeiro, com a dissertação <em>Literatura Negra</em>: uma poética de nossa afro-brasilidade (1996), e Doutora em Literatura Comparada na Universidade Federal Fluminense, com a tese <em>Poemas malungos, cânticos irmãos</em> (2011), na qual estuda as obras poéticas dos afro-brasileiros Nei Lopes e Edimilson de Almeida Pereira em confronto com a do angolano Agostinho Neto.<br><br></div><div>Participante ativa dos movimentos de valorização da cultura negra em nosso país, estreou na literatura em 1990, quando passou a publicar seus contos e poemas na série <em>Cadernos Negros</em>. Escritora versátil, cultiva a poesia, a ficção e o ensaio. Desde então, seus textos vêm angariando cada vez mais leitores. A escritora participa de publicações na Alemanha, Inglaterra e Estados Unidos. Seus contos vêm sendo estudados em universidades brasileiras e do exterior, tendo, inclusive, sido objeto da tese de doutorado de Maria Aparecida Andrade Salgueiro, publicada em livro em 2004, que faz um estudo comparativo da autora com a americana Alice Walker. Em 2003, publicou o romance <em>Ponciá Vicêncio</em>, pela Editora Mazza, de Belo Horizonte.<br><br></div><div>Com uma narrativa não-linear marcada por seguidos cortes temporais, em que passado e presente se imbricam, <em>Ponciá Vicêncio</em> teve boa acolhida de crítica e de público. O livro foi incluído nas listas de diversos vestibulares de universidades brasileiras e vem sendo objeto de artigos e dissertações acadêmicas. Em 2006, Conceição Evaristo traz à luz seu segundo romance, <em>Becos da memória</em>, em que trata, com o mesmo realismo poético presente no livro anterior, do drama de uma comunidade favelada em processo de remoção. E, mais uma vez, o protagonismo da ação cabe à figura feminina símbolo de resistência à pobreza e à discriminação. Em 2007, sai nos Estados Unidos a tradução de <em>Ponciá Vicêncio</em> para o inglês, pela Host Publications. Vários lançamentos são realizados, seguidos de palestras da escritora em diversas universidades norte-americanas. Já sua poesia, até então restrita a antologias e à série <em>Cadernos Negros</em>, ganha maior visibilidade a partir da publicação, em 2008, do volume <em>Poemas de recordação e outros movimentos</em>, em que mantém sua linha de denúncia da condição social dos afrodescendentes, porém inscrita num tom de sensibilidade e ternura próprios de seu lirismo, que revela um minucioso trabalho com a linguagem poética.<br><br></div><div>Em 2011, Conceição Evaristo lançou o volume de contos <em>Insubmissas lágrimas de mulheres</em>, em que, mais uma vez, trabalha o universo das relações de gênero num contexto social marcado pelo racismo e pelo sexismo. Em 2013, a obra antes citada <em>Becos da memória</em> ganha nova edição, pela Editora Mulheres, de Florianópolis, e volta a ser inserida nos catálogos editoriais literários. No ano seguinte, a escritora publica <em>Olhos D’água</em>, livro finalista do Prêmio Jabuti na categoria “Contos e Crônicas”. Já em 2016, lança mais um volume de ficção, <em>Histórias de leves enganos e parecenças</em>.<br><br></div><div>Nos últimos anos, três de seus livros, que continuam recebendo novas edições no Brasil, foram traduzidos para o Francês e publicados em Paris pela editora Anacaona. Em 2017, o Itaú Cultural de São Paulo realizou a Ocupação Conceição Evaristo contemplando aspectos da vida e da literatura da escritora. No contexto da exposição, foram produzidas as <em>Cartas Negras, </em>retomando um projeto de troca de correspondências entre escritoras negras iniciado nos anos noventa. Em 2018, a escritora recebeu o Prêmio de Literatura do Governo de Minas Gerais pelo conjunto de sua obra.<br><br><br><br></div><div><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-12 12:03:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>Ana Paula Maia é uma escritora e roteirista brasileira.</div><div><a href="https://www.google.com/search?q=ana+paula+maia+nascimento&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LWT9c3NDI0yE0qy9MSy0620i9IzS_ISQVSRcX5eVZJ-UV5i1glE_MSFQoSS3MSFXITMxMV8hKLkzNzU_NK8gHBe12ZQwAAAA&amp;sa=X&amp;sqi=2&amp;pjf=1&amp;ved=2ahUKEwjyhte045L0AhVjppUCHVsNCJYQ6BMoAHoECDAQAg"><strong>Nascimento</strong></a><strong>: </strong>dezembro de 1977 (idade 43 anos), <a href="https://www.google.com/search?q=Rio+de+Janeiro&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LWT9c3NDI0yE0qy1Pi0M_VNzBLzy3SEstOttIvSM0vyEkFUkXF-XlWSflFeYtY-YIy8xVSUhW8EvNSM4vyd7AyAgDv4DUXRQAAAA&amp;sa=X&amp;sqi=2&amp;pjf=1&amp;ved=2ahUKEwjyhte045L0AhVjppUCHVsNCJYQmxMoAXoECDAQAw">Rio de Janeiro, Rio de Janeiro</a></div><div><a href="https://www.google.com/search?q=ana+paula+maia+pr%C3%AAmios&amp;sa=X&amp;sqi=2&amp;pjf=1&amp;ved=2ahUKEwjyhte045L0AhVjppUCHVsNCJYQ6BMoAHoECDQQAg"><strong>Prêmios</strong></a><strong>: </strong><a href="https://www.google.com/search?q=Pr%C3%AAmio+S%C3%A3o+Paulo+de+Literatura&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAONgVuLSz9U3yCoxTK9IWcSqEFB0eFVuZr5C8OHF-QoBiaU5-QopqQo-mSWpRYklpUWJAG5JMXsxAAAA&amp;sa=X&amp;sqi=2&amp;pjf=1&amp;ved=2ahUKEwjyhte045L0AhVjppUCHVsNCJYQmxMoAXoECDQQAw">Prêmio São Paulo de Literatura</a></div><div><a href="https://www.google.com/search?q=ana+paula+maia+principais+trabalhos&amp;sa=X&amp;sqi=2&amp;pjf=1&amp;ved=2ahUKEwjyhte045L0AhVjppUCHVsNCJYQ6BMoAHoECDUQAg"><strong>Principais trabalhos</strong></a><strong>: </strong><a href="https://www.google.com/search?q=Carv%C3%A3o+animal&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAONgVuLRT9c3NErKTSkuN81dxMrnnFhUdnhxvkJiXmZuYg4ARiKFmiEAAAA&amp;sa=X&amp;sqi=2&amp;pjf=1&amp;ved=2ahUKEwjyhte045L0AhVjppUCHVsNCJYQmxMoAXoECDUQAw">Carvão animal</a> (2011); <a href="https://www.google.com/search?q=Assim+na+Terra+como+embaixo+da+Terra&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAONgVuLVT9c3NExJy6hKzq20WMSq4lhcnJmrkJeoEJJaVJSokJyfm6-QmpuUmFmRr5ACFQUA5e7ZkTgAAAA&amp;sa=X&amp;sqi=2&amp;pjf=1&amp;ved=2ahUKEwjyhte045L0AhVjppUCHVsNCJYQmxMoAnoECDUQBA">Assim na Terra como embaixo da Terra</a> (2017); <a href="https://www.google.com/search?q=Enterre+seus+mortos&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAONgVuLVT9c3NEwzKczOLTQ0WMQq7JpXklpUlKpQnFparJCbX1SSXwwAoC2r5CcAAAA&amp;sa=X&amp;sqi=2&amp;pjf=1&amp;ved=2ahUKEwjyhte045L0AhVjppUCHVsNCJYQmxMoA3oECDUQBQ">Enterre seus mortos</a> (2019)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-12 12:04:12 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>viny123459</author>
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         <description><![CDATA[<div>Roberta Marques do Nascimento, conhecida como Roberta Estrela D'Alva, é uma atriz, pesquisadora, produtora cultural e poeta brasileira. <br><a href="https://www.google.com/search?sa=X&amp;bih=600&amp;biw=1366&amp;hl=pt-BR&amp;sxsrf=AOaemvKxV1bc2LHDieJ3UbCKHJ61PBrXLw:1636718682439&amp;q=roberta+estrela+d%27alva+nascimento&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LVT9c3NEyqKjE2qrDM1RLLTrbSL0jNL8hJBVJFxfl5Vkn5RXmLWBWL8pNSi0oSFVKLS4pScxIVUtQTc8oSFfISi5Mzc1PzSvIBMzaBfk0AAAA&amp;ved=2ahUKEwilp6ed5JL0AhWXrJUCHVqtBkMQ6BMoAHoECC4QAg"><strong>Nascimento</strong></a><strong>: </strong>18 de fevereiro de 1978 (idade 43 anos), <a href="https://www.google.com/search?sa=X&amp;bih=600&amp;biw=1366&amp;hl=pt-BR&amp;sxsrf=AOaemvKxV1bc2LHDieJ3UbCKHJ61PBrXLw:1636718682439&amp;q=Diadema&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LVT9c3NEyqKjE2qrDMVeLUz9U3MMrNM8vQEstOttIvSM0vyEkFUkXF-XlWSflFeYtY2V0yE1NScxN3sDICAO_Yn91BAAAA&amp;ved=2ahUKEwilp6ed5JL0AhWXrJUCHVqtBkMQmxMoAXoECC4QAw">Diadema, São Paulo</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-12 12:05:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>curriculojoao3</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>Carolina Maria de Jesus</strong> (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sacramento_(Minas_Gerais)">Sacramento</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/14_de_mar%C3%A7o">14 de março</a> de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1914">1914</a> — <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo_(cidade)">São Paulo</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/13_de_fevereiro">13 de fevereiro</a> de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1977">1977</a>) foi uma <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Escritor">escritora</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Compositor">compositora</a> e <a href="https://pt.wiktionary.org/wiki/poetisa">poetisa</a> brasileira, mais conhecida por seu livro <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Quarto_de_Despejo"><em>Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada</em></a>, publicado em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1960_no_Brasil">1960</a>.<br><br></div><div>Carolina de Jesus foi uma das primeiras escritoras negras do Brasil e é considerada uma das mais importantes escritoras do país.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Carolina_Maria_de_Jesus#cite_note-1"><sup>[1]</sup></a> A autora viveu boa parte de sua vida na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_favelas_da_cidade_de_S%C3%A3o_Paulo#Canind%C3%A9">favela do Canindé</a>, na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Zona_Norte_de_S%C3%A3o_Paulo">Zona Norte de São Paulo</a>, sustentando a si mesma e seus três filhos como <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Catador_de_material_recicl%C3%A1vel">catadora de papéis</a>. Em 1958, tem seu diário publicado sob o nome <em>Quarto de Despejo</em>, com auxílio do jornalista <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Aud%C3%A1lio_Dantas">Audálio Dantas</a>. O livro fez um enorme sucesso e chegou a ser traduzido para catorze línguas.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Carolina_Maria_de_Jesus#cite_note-2"><sup>[2</sup></a></div><div>Em 1947, aos 33 anos, desempregada e grávida, Carolina instalou-se na extinta favela do Canindé, na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Zona_Norte_de_S%C3%A3o_Paulo">zona norte de São Paulo</a><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Carolina_Maria_de_Jesus#cite_note-KarlaMonteiro-5"><sup>[5]</sup></a> — num momento em que surgiam na cidade as primeiras <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Favela">favelas</a> — cujo contingente de moradores estava em torno de cinquenta mil. Ao chegar à cidade, conseguiu emprego na casa do notório <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cardiologia">cardiologista</a> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Euryclides_de_Jesus_Zerbini">Euryclides de Jesus Zerbini</a>, médico <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Transplante_de_cora%C3%A7%C3%A3o#No_Brasil">precursor da cirurgia de coração no Brasil</a>, o que permitia a Carolina ler os livros de sua biblioteca nos dias de folga. Em 1948, deu à luz seu primeiro filho, João José. Teve ainda mais dois filhos: José Carlos e Vera Eunice, nascidos em 1949 e 1953 respectivamente.</div><div>Ao mesmo tempo em que trabalhava como catadora, registrava o cotidiano da comunidade onde morava nos cadernos que encontrava no material que recolhia, que somavam mais de vinte. Um destes cadernos, um diário que havia começado em 1955, deu origem a seu livro mais famoso, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Quarto_de_Despejo"><em>Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada</em></a>, publicado em 1960.<br>Publicado em 1960, a tiragem inicial de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Quarto_de_Despejo"><em>Quarto de Despejo</em></a> foi de dez mil exemplares e esgotou-se em uma semana. Desde sua publicação, a obra vendeu mais de um milhão de exemplares e foi traduzida para catorze línguas, tornando-se um dos livros brasileiros mais conhecidos no exterior. Depois da publicação, Carolina teve de lidar com a raiva e inveja de seus vizinhos, que a acusaram de ter colocado suas vidas no livro sem autorização. A autora relatou que muitos dos moradores da favela chegaram a jogar, nela e em seus três filhos, os conteúdos de seus <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Penico">penicos</a>. Carolina definiu a favela como "tétrica", "recanto dos vencidos" e "depósito dos incultos que não sabem contar nem o dinheiro da esmola."</div><div>Carolina de Jesus morreu aos 62 anos em seu quarto, em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Parelheiros">Parelheiros</a>, na Zona Sul de São Paulo, no dia 13 de fevereiro de 1977. Foi vítima de uma crise de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Insufici%C3%AAncia_respirat%C3%B3ria">insuficiência respiratória</a>, devido à <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Asma">asma</a>, doença que carregava desde seu nascimento, e que apesar de realizar tratamento, havia se agravado.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Carolina_Maria_de_Jesus#cite_note-RobertLevine-13"><sup><br></sup></a>.<br><br></div>]]></description>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>Maria Gal é uma atriz e produtora brasileira.</div><div><a href="https://www.google.com/search?q=maria+gal+nascimento&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LVT9c3NEwzTypMtiiq1BLLTrbSL0jNL8hJBVJFxfl5Vkn5RXmLWEVyE4syExXSE3MU8hKLkzNzU_NK8gFezimjQAAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwjGt9fF5JL0AhUar5UCHRapBjQQ6BMoAHoECDEQAg"><strong>Nascimento</strong></a><strong>: </strong>10 de janeiro de 1976 (idade 45 anos)</div><div><a href="https://www.google.com/search?q=maria+gal+nome+completo&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwjGt9fF5JL0AhUar5UCHRapBjQQ6BMoAHoECDYQAg"><strong>Nome completo</strong></a><strong>: </strong>Maria das Graças Quaresma dos Santos</div>]]></description>
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         <title>Maria Firmina dos Reis nasceu em São Luís, no Maranhão, no dia 11 de outubro de 1825. Filha 🤬 de João Pedro Esteves e Leonor Felipe dos Reis. Foi uma escritora brasileira, considerada a primeira romancista brasileira. ... Maria morre aos 92 anos, na cidade de Guimarães, no dia 11 de novembro de 1917.</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title></title>
         <author>viny123459</author>
         <link>https://padlet.com/anabuzato/2i2wctl12vseetad/wish/1886473354</link>
         <description><![CDATA[<div>Luciana Ribeiro, conhecida pelo nome artístico de Luz Ribeiro, é uma poeta e pedagoga brasileira. Nasceu em Jardim Souza, na Zona Sul de São Paulo, e estudou sempre em escolas públicas. Para lidar com o racismo e a exclusão, começou a escrever versos sobre seu cotidiano, em papéis que depois queimava.&nbsp;</div>]]></description>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div>Nascida em Cachoeira Paulista-SP, em 13 de junho de 1920, Ruth Botelho Guimarães, além de poeta, romancista, contista, cronista, jornalista e teatróloga, notabilizou-se como tradutora e pesquisadora da literatura oral no Brasil.1 Além disso, lecionou Língua Portuguesa por mais de 30 anos em escolas da rede pública de São&nbsp;Paulo</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-12 12:09:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Ana Maria Gonçalves</strong> nasceu em 1970 em Ibiá, Minas Gerais. Publicitária por formação, residiu em São Paulo por treze anos até se cansar do ritmo intenso da cidade e da profissão. ... Após residir alguns anos em New Orleans, nos Estados Unidos, <strong>Ana Maria Gonçalves</strong> retornou ao Brasil em 2014, fixando-se novamente em Salvador.</div>]]></description>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Alzira</strong> dos Santos <strong>Rufino</strong>, nascida em 1949, é graduada em Enfermagem e se autointitula “batalhadora incansável pelos direitos da mulher, sobretudo da mulher negra”. Empenhada em desenvolver um trabalho político de combate ao racismo, fundou, em 1986, o “Coletivo de Mulheres Negras da Baixada Santista”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-12 12:12:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>curriculojoao3</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>Bianca Santana</strong> (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo_(estado)">São Paulo</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1984">1984</a>) é uma <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Escritora">escritora</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jornalista">jornalista</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tar%C3%B4">taróloga</a> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">brasileira</a>.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bianca_Santana#cite_note-1"><sup>[1]</sup></a> É de sua autoria <em>Continuo preta: a vida de Sueli Carneiro</em>,<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bianca_Santana#cite_note-2"><sup>[2]</sup></a> e <em>Quando me descobri negra</em>,<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bianca_Santana#cite_note-3"><sup>[3]</sup></a> um dos vencedores do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%AAmio_Jabuti">Prêmio Jabuti</a> em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/2016">2016</a>, na categoria "Ilustração".<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bianca_Santana#cite_note-4"><sup>[4]<br></sup></a><br></div><div><br>Estudou Jornalismo na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Faculdade_C%C3%A1sper_L%C3%ADbero">Faculdade Cásper Líbero</a>, onde lecionou. É mestre em Educação e doutora em Ciência da Informação pela <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_de_S%C3%A3o_Paulo">Universidade de São Paulo</a>. Em sua trajetória acadêmica, pesquisou os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Recursos_educacionais_abertos">recursos educacionais abertos</a>; sobre isso co-organizou "Recursos Educacionais Abertos:práticas colaborativas e políticas públicas".<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bianca_Santana#cite_note-5"><sup>[5]<br></sup></a><br></div><div><br>Foi considerada "mulher inspiradora" em 2015 e 2016, na área da literatura, pelo projeto feminista <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Think_Olga&amp;action=edit&amp;redlink=1">Think Olga</a>.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bianca_Santana#cite_note-6"><sup>[6]</sup></a><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bianca_Santana#cite_note-7"><sup>[7]</sup></a> É <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ativismo">militante</a> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Feminismo">feminista</a>.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-12 12:13:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabuzato</author>
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         <description><![CDATA[<div>Bixarte é poeta e cantora paraibana. Suas poesias abordam problemáticas sociais e convidam seus espectadores a refletir durante sua apresentação. A poeta é bicampeã do Slam Estadual PARAHYBA e a primeira trans não binária a ganhar duas edições consecutivas no seu Estado, representando-o no Slam BR. Lançou os discos Revolução e Faces.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-12 14:37:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>00001022740143sp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Miriam Aparecida Alves nasceu em São Paulo em 1952. É assistente social e professora. Começou a escrever aos onze anos, conforme relatou para a revista estadunidense <em>Callaloo</em> (1995, p. 970-2). Na década de 1980, passou a integrar o coletivo Quilombhoje Literatura, responsável pela produção dos <em>Cadernos Negros</em>, publicação na qual estreia no número 5, de 1982. Em sua apresentação, afirma: “comecei chorando, agora grito palavras e lágrimas, os soluços e as agulhas da opressão que ferem fundo minha pele negra”.(1982, p. 44). Com efeito, a retórica militante e o impulso de protesto, presentes na maioria dos textos dos <em>Cadernos</em> em seus primeiros anos, vão alicerçar o desenvolvimento de sua escrita, empenhada em falar por si e pela comunidade com a qual se identifica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-12 14:39:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>tr1force</author>
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         <description><![CDATA[<div>Cidinha da Silva - nasceu em Belo Horizonte, em 1967. É escritora e editora na Kuanza Produções. Publicou 17 livros distribuídos pelos gêneros crônica, conto, ensaio, dramaturgia e infantil/juvenil. Um Exu em Nova York, recebeu o Prêmio da Biblioteca Nacional (contos, 2019) e Explosão Feminista (ensaio), do qual é co-autora, foi finalista do Jabuti (2019), e recebeu o Prêmio Rio Literatura 4ª edição (2019). Tem publicações em alemão, catalão, espanhol, francês, inglês e italiano.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-12 14:42:01 UTC</pubDate>
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         <author>00001022740143sp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Lia Vieira&nbsp;iniciou suas incursões pela literatura afro-brasileira na década de 1990 ao participar de coletivos como o Quilombhoje Literatura, de São Paulo, e Vozes mulheres de, Niterói. Nesse mesmo ano, publicou o volume de poemas <em>Eu, mulher – mural de poesias</em>. A partir de então, vem publicando em diversas edições da série <em>Cadernos Negros</em>.<br>Lia Vieira nasceu no Rio de Janeiro, em 1958, onde reside. É graduada em Economia, Turismo e Letras. Cursou doutorado em Educação na Universidade de La Habana (Cuba)/Universidade Estácio de Sá (RJ). É pesquisadora, artista plástica, dirigente da Associação de Pesquisa da Cultura Afro-brasileira e militante do Movimento Negro e do Movimento de Mulheres. Nos últimos anos, Lia Vieira vem participando de congressos nacionais e internacionais como conferencista, onde ressalta seus pontos de vista sobre o papel dos professores, agentes multiplicadores de um ensino transformador de responsabilidade, e sobre o ensino da cultura afro-brasileira</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-12 14:43:35 UTC</pubDate>
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         <author>anabuzato</author>
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         <description><![CDATA[<div>Poeta, cientista social, virginiana e apaixonada por yoga para dar conta de tudo isto.<br><br></div><div>Milca Samara, 24, também conhecida como Aflordescendente por seus trabalhos com poesia, é estudante de Ciências Sociais pela Puc-sp, reside em Mauá no ABC<br><br></div><div>Paulista e realiza trabalhos em escolas junto ao coletivo @kushCrew levando a cultura Hip-Hop e a educação de forma lúdica mas não menos importante.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-12 14:43:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabuzato</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<br>Antonieta de Barros viveu de 1901 a 10952 em Florianópolis (SC). Foi jornalista, professora e política. Inspiração para o movimento negro, foi apagada dos livros de história, tendo sido uma ativa defensora da emancipação feminina, de uma educação de qualidade para todos e pelo reconhecimento da cultura negra, em especial no sul do país. Foi a primeira negra brasileira a assumir um mandato popular.<br><br></div><div>Fundou e dirigiu o jornal A Semana entre os anos de 1922 e 1927. Neste período, por meio de suas crônicas, ela veiculava suas idéias, principalmente aquelas ligadas às questões da educação, dos desmandos políticos, da condição feminina e do preconceito racial. Dirigiu também a revista quinzenal Vida Ilhoa, em 1930, e escreveu vários artigos para jornais locais. Com o pseudônimo de Maria da Ilha, ela escreveria o livro Farrapos de Ideias, em 1937.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-12 14:49:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>00001022740143sp</author>
         <link>https://padlet.com/anabuzato/2i2wctl12vseetad/wish/1886810976</link>
         <description><![CDATA[<div>Jornalista, nascida em São Paulo em 1958, Esmeralda Ribeiro faz parte da Geração Quilombhoje, que atua nos movimentos de combate ao racismo e na construção de uma ‘Literatura Negra’, a partir do resgate da memória e das tradições africanas e afro-brasileiras. A autora participa regularmente de Seminários e de Congressos nacionais e internacionais, sempre apresentando estudos sobre escritoras afrodescendentes, com o objetivo de incentivar uma maior atuação da mulher negra na literatura. Nos anos 80, foi uma das poucas mulheres a integrar as discussões do I e do II Encontros de Poetas e Ficcionistas Negros Brasileiros: “quero falar de ‘nós’ porque o tempo sempre nos deixou atrás das cortinas, camuflando-nos geralmente em serviços domésticos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-12 14:49:27 UTC</pubDate>
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