<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Kant em Reale. P. 347 Cap. 17.  Anotações de VB  by Vera Braga</title>
      <link>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-10-15 10:13:31 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-04-24 11:01:53 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>VB1) Noções fundamentais: com anotações de caderno do prof. Ivo. </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746640763</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste capítulo Reale trata de Kant e a fundação da filosofia transcendental.<br>I - A vida, a obra os desenvolvimento do pensamento de Kant. P. 347.  &nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://martinsfontespaulista.vteximg.com.br/arquivos/ids/1039734-1000-1000/253983_vitrine.jpg?v=637265952754300000" />
         <pubDate>2023-10-15 10:20:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746640763</guid>
      </item>
      <item>
         <title>VB 2) Traços biográficos-§  1-2 _ Parte azul 1º § </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746640912</link>
         <description><![CDATA[<div>•&nbsp; lmmanuel Kant nasceu em 1724 em Kõnigsberg, cidade da Prússia Oriental, de modesta família de artesãos. Depois de freqüentar o severo <em>Collegium Fride­ ricianum, </em>de inspiração pietista, em 1740 inscreveu-se na Universidade da cidade natal, onde frequentou cursos de ciência e de filosofia, terminando o ciclo de estudos em 1747. De 1747 a 1754 foi preceptor. Em 1755 obteve a livre docência e entrou na Universidade de Konigsberg, onde permaneceu até 1770, quando se tornou professor ordinário com a dissertação <em>De mundi sensibilis atque intelligibilis forma et principiis. </em>Entre 1770 e 1781 dá-se o momento decisivo da formação de seu sistema: em 1781 saiu a primeira edição da <em>Crítica da razão pura </em>(a segunda&nbsp; que foi seguida pela <em>Crítica da razão prática </em>(1788) e pela <em>Crítica do juízo </em>(1790). Em 1794 foi intimado a não insistir sobre ideias por ele expressas em matéria de religião na obra <em>A religião nos limites da simples razão; </em>Kant não retratou suas ideias, mas calou-se. No entanto, enquanto viam a luz outras obras importantes como <em>Para a paz perpétua </em>(1795) e <em>A metafísica dos costumes </em>(1797), seu criticismo transcendental era transformado radicalmente em sentido idealista­ espiritualista por Fichte; depois de certa oposição, Kant se fechou em hermético silêncio. Nos últimos anos tornou-se quase cego, perdeu a memória e a lucidez. Morreu em 1804&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-10-15 10:20:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746640912</guid>
      </item>
      <item>
         <title>VB 3) Parte azul 2§ - O conhecimento sensível é definido como intuição § 3</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746661948</link>
         <description><![CDATA[<p><em>O conhecimento sensível é definido como intuição § 3<br><br></em>•&nbsp; A "grande luz" que Kant disse ter apreendido em 1769, e que consistia no núcleo de sua futura "revolução copernicana", encontra uma primeira e prematura expressão na <em>Dissertação </em>de 1770, a qual se apresentava como uma "propedêuti­ca" da metafísica, entendida como conhecimento dos princípios do intelecto puro. <strong>A verdadeira novidade do texto se referia ao conhecimento sensível, definido como <em>intuição, </em>e a concepção de espaço e de tempo, entendidos nem como realidades ontológicas nem como relações entre as coisas, e sim como <em>modos com </em>os <em>quais </em>o <em>sujeito capta sensivelmente as coisas.</em></strong><em>/<br>Explicações: <mark>A priori</mark>, palavra consagrada em Kant é o conhecimento que se estabelece independentemente da experiência. É a matemática toda, ex. A figura do Triângulo. <mark>As verdades matemáticas ficam só na mente</mark> e na mente visual, desenvolvem-se por objetos pensados por esquemas, por diagramas e a linguagem verbal não tem isso. A linguagem matemática não é linear; O triângulo retângulo tem três ângulos, mas quando eu falo é diferente de quando eu o desenho, que ai basta bater os olhos. É economia de tempo. É a força do ícone. É diferente falar mesa e desenhar a mesa. <mark>Estética Transcendental ou teoria da sensibilidade 03 aula Ivo Mosteiro B) 2012 Schelling.</mark></em></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.historiadahistoriografia.com.br/revista/article/download/810/567/3771" />
         <pubDate>2023-10-15 11:02:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746661948</guid>
      </item>
      <item>
         <title>VB 4) 3. p. 350-351    A Grande luz de 1769 e a gênese do criticismo kantiano </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746687549</link>
         <description><![CDATA[<p>3. p. 350-351 &nbsp; &nbsp;<em>A Grande luz de 1769 e a gênese do criticismo kantiano&nbsp;</em></p><p><em>&nbsp;</em></p><p><br/></p><p>Muitos dos escritos pré-críticos são em grande medida interessantes, mas apenas para compreender a fase de "incubação" da grande intuição que levou à fundação da filosofia "crítica", com suas grandes e originais descobertas teóricas.</p><p>Como tais, eles interessam pela recons­trução da evolução de seu pensamento, mais que em si e por si. Se Kant tivesse parado nos escritos da década de 1760, ou mesmo na <em>Dissertação </em>de 1770, a história da filosofia não poderia se ocupar dele a não ser marginalmente. <mark>Com efeito, nos escritos pré-críticos substancialmente oscila entre o empirismo e o racionalismo e não individua uma nova linha a seguir.</mark></p><p>Entre os muitos sinais indicativos, no âmbito das conspícuas (VB. marcantes) oscilações que se encontram nesses escritos, recordaremos um bastante significativo, e até quase emblemá­tico. Justamente nos <em><mark>Sonhos de um visionário,</mark> </em>que é o escrito mais antimetafísico...&nbsp;</p><p><strong>Completando o texto que ficou cortado:</strong> GPT -Kant, em sua obra "Sonhos de um visionário", aborda a relação entre a metafísica e a crítica ao dogmatismo filosófico. <strong>O autor se propõe a desafiar as bases da metafísica tradicional, refletindo sobre os limites do conhecimento humano e a necessidade de uma abordagem crítica em relação a questões que, segundo ele, não podem ser resolvidas apenas por meio da razão pura.</strong><br><br>Um dos principais pontos que Kant destaca é a importância de distinguir entre o que pode ser conhecido empiricamente e o que pertence ao <strong>domínio das ideias puras, tal como as noções de Deus, liberdade e imortalidade da alma</strong>. Ele critica a pretensão de se obter conhecimento certo sobre esses temas sem levar em consideração as limitações da experiência humana.<br><br>Dessa forma, Kant propõe uma nova maneira de pensar que <strong>rejeita a metafísica como uma ciência em si</strong>, sugerindo que devemos ser cautelosos ao abordar questões que estão além da nossa capacidade de experiência direta. </p><p><mark>Essa reflexão é fundamental para entender o desenvolvimento do seu pensamento crítico, que culminará em sua obra mais famosa, a “Crítica da Razão Pura”.</mark><br><br>"Sonhos de um visionário" (ou "Träume eines Geistesschiffers"), escrito por Immanuel Kant e publicado em 1766, é uma obra que mistura <strong>filosofia e escrita criativa.</strong> Nela, Kant explora temas como a natureza do universo, a percepção humana, e as limitações do conhecimento. O texto reflete os interesses de Kant na metafísica e na filosofia da mente, abordando questões sobre a realidade e a experiência.<br><br>A obra se apresenta num formato de uma narrativa em que Kant combina elementos de ficção e filosofia, utilizando um estilo de escrita que é um precursor de sua abordagem crítica mais rigorosa em obras posteriores, como "Crítica da Razão Pura".<br><br>Kant sugere que os sonhos podem ser uma forma de compreender os limites do conhecimento humano e como nossas percepções moldam nossa compreensão do mundo. O livro também pode ser visto como uma crítica às concepções de natureza e realidade que eram predominantes na época.<br><br>Se você tiver uma área específica ou um aspecto da obra que gostaria de discutir, sinta-se à vontade para compartilhar!</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=E8jm2swNF4k" />
         <pubDate>2023-10-15 11:53:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746687549</guid>
      </item>
      <item>
         <title>VB 5) </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746691792</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2111545057/de505a0ff8b6e31a8d308d5fcca86757/Imagem_do_WhatsApp_de_2023_10_15___s__08_43_22_7ac84863.jpg" />
         <pubDate>2023-10-15 12:01:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746691792</guid>
      </item>
      <item>
         <title>6 VB) Ditado de VB DE 03 12 22 _ ESTUDINHO </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746701838</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2111545057/d0e47246c1a4b18b8fdb6b4cc0cad934/Imagem_do_WhatsApp_de_2023_10_15___s__09_17_41_f77944b3.jpg" />
         <pubDate>2023-10-15 12:19:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746701838</guid>
      </item>
      <item>
         <title>VB 7) </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746704740</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2111545057/30ecbbd782c4ab8bbb9aeb518a7efc36/Imagem_do_WhatsApp_de_2023_10_15___s__09_23_37_407e7ff4.jpg" />
         <pubDate>2023-10-15 12:24:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746704740</guid>
      </item>
      <item>
         <title>8 VB) </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746705122</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2111545057/bd60ac256f9698dd7201c5a9763fc278/Imagem_do_WhatsApp_de_2023_10_15___s__09_24_07_c3bd3487.jpg" />
         <pubDate>2023-10-15 12:25:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746705122</guid>
      </item>
      <item>
         <title>9 VB)</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746715351</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Crítica da Razão Pura - Emmanuel Kant</strong>&nbsp;</div><div><strong>Tradução: J. Rodrigues de Merege</strong>&nbsp;</div><div><strong>Edição ACRÓPOLIS</strong>&nbsp;</div><div><strong>Versão para ebook e BooksBrasil.com</strong>&nbsp;</div><div><strong>Fonte Digital: br.egroups.com/group/acropolis/</strong>&nbsp;</div><div><strong>Copyright: Domínio Público</strong>&nbsp;</div><div><strong>I – Da Distinção Entre o Conhecimento Puro e o Empírico</strong>&nbsp;</div><div>Não se pode duvidar de que todos os nossos conhecimentos começam com a <strong>experiência</strong>, porque, com efeito, como haveria de exercitar-se a faculdade de se conhecer, se não fosse pelos objetos que, <strong>excitando os nossos sentidos</strong>, de uma parte, produzem por si mesmos <strong>representações</strong>, e de outra parte, impulsionam a nossa inteligência a compará-los entre si, a reuni-los ou separá-los, e deste modo à elaboração da matéria informe das impressões sensíveis para esse conhecimento das coisas que se denomina experiência?&nbsp;</div><div><strong>No tempo</strong>, pois, nenhum conhecimento precede a experiência, todos começam por ela.&nbsp;</div><div><strong>Mas se é verdade que os conhecimentos derivam da experiência, alguns há, no entanto, que não têm essa origem exclusiva</strong>, pois poderemos admitir que o nosso <strong>conhecimento empírico seja um composto daquilo que recebemos das impressões</strong> e daquilo que a nossa faculdade cognoscitiva lhe adiciona (estimulada somente pelas impressões dos sentidos); aditamento que propriamente não distinguimos senão mediante uma longa prática que nos habilite a separar esses dois elementos.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-10-15 12:44:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746715351</guid>
      </item>
      <item>
         <title>10 VB)</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746716403</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Crítica da Razão Pura - Emmanuel Kant</strong>&nbsp;</p><p><strong>Tradução: J. Rodrigues de Merege</strong>&nbsp;</p><p><strong>Edição ACRÓPOLIS</strong>&nbsp;</p><p><strong>Versão para ebook e BooksBrasil.com</strong>&nbsp;</p><p><strong>Fonte Digital: br.egroups.com/group/acropolis/</strong>&nbsp;</p><p><strong>Copyright: Domínio Público</strong>&nbsp;</p><p>Surge desse modo uma questão que não se pode resolver à primeira vista: <strong>será possível um conhecimento independente da experiência e das impressões dos sentidos?</strong></p><p>Tais conhecimentos são denominados “a priori”, e distintos dos empíricos, cuja origem e a posteriori”, isto é, da experiência.</p><p>Aquela expressão, no entanto, não abrange todo o significado da questão proposta, porquanto há <strong>conhecimentos que derivam indiretamente da experiência</strong>, isto é, <strong>de uma regra geral</strong> obtida pela experiência, e que, no entanto, não podem ser tachados de conhecimentos “a priori”.</p><p>Assim, se alguém escava os alicerces de uma casa, “a priori” poderá esperar que ela desabe, sem precisar observar a experiência da sua queda, pois, praticamente, já sabe que todo corpo abandonado no ar sem sustentação cai ao impulso da gravidade. <strong>Assim esse conhecimento é nitidamente empírico.</strong></p><p>Consideraremos, portanto, conhecimento “a priori”, todo aquele que seja adquirido independentemente de qualquer experiência. A ele se opõem os opostos aos empíricos, isto é, àqueles que só o são “a posteriori”, quer dizer, por meio da experiência.</p><p><strong>Entenderemos</strong>, pois, daqui por diante, por conhecimento&nbsp;</p><p><strong>“a priori”, todos aqueles que são absolutamente independentes da experiência</strong>; eles são opostos aos empíricos, isto é, àqueles que só são possíveis mediante a experiência.</p><p><strong>Os conhecimentos “a priori” ainda podem dividir-se em puros e impuros</strong>. Denomina-se conhecimento “a priori” puro ao que carece completamente de qualquer empirismo.</p><p><mark>Assim, p. ex., “toda mudança tem uma causa”, é um</mark></p><p><mark>princípio “a priori”, mas impuro, porque o conceito de</mark></p><p><mark>mudança só pode formar-se extraído da experiência.</mark></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-10-15 12:45:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746716403</guid>
      </item>
      <item>
         <title>11 VB)</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746729304</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2111545057/8922272226c7cca064c2ada1e7570521/Conceitos_do_Kantismo_trabalhados_em_sala.pdf" />
         <pubDate>2023-10-15 13:06:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746729304</guid>
      </item>
      <item>
         <title>13VB)</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746729793</link>
         <description><![CDATA[<div>A DISCIPLINA DA RAZÃO PURA NO USO DOGMÁTICO<br>1.&nbsp; &nbsp; A matemática fornece o exemplo mais brilhante de uma razão pura que se estende com êxito por si mesma, sem o auxílio da experiência. Os exemplos são contagiosos, especialmente para esta&nbsp; faculdade, que se sente naturalmente lisonjeada por ter noutros casos a mesma felicidade que teve num caso particular. Por isso, a razão pura espera poder alargar-se, no uso I transcendental, com a mesma felicidade e solidez que conseguiu no uso matemático, sobretudo se aplicar aí o mesmo método, que neste caso foi de tão evidente utilidade. Importa-nos muito saber, portanto, se o método para alcançar a certeza apodítica, que se chama matemático nesta última ciência, é idêntico àquele com que unicamente se procurava a mesma certeza na filosofia e que neste caso devia chamar-se dogmático.&nbsp;</div><div>2.&nbsp; &nbsp; O conhecimento filosófico é o conhecimento racional por conceitos, o conhecimento matemático, por construção de conceitos. Porém, construir um conceito significa apresentar a priori a intuição que lhe corresponde. Para a construção de um conceito exige-se, portanto, uma intuição não empírica que, consequentemente, como intuição é um objeto singular, mas como construção de um conceito (de uma representação geral), nem por isso deve deixar de exprimir qualquer coisa que valha universalmente na representação, para todas as intuições possíveis que pertencem ao mesmo conceito. Assim, construo um triângulo, apresentando o objeto correspondente a um conceito, seja pela simples imaginação na intuição pura, seja, de acordo com esta, sobre o papel, na intuição empírica, mas em ambos os casos completamente a priori, sem ter pedido o modelo a qualquer experiência. A figura individual desenhada é I empírica e contudo serve para exprimir o conceito, sem prejuízo da generalidade deste, pois nesta intuição empírica considera-se apenas o ato de construção do conceito, ao qual muitas determinações, como as da grandeza, dos lados e dos ângulos, são completamente indiferentes e, portanto, abstraem-se estas diferenças, que não alteram o conceito de triângulo.</div><div>3.&nbsp; &nbsp; O conhecimento filosófico considera, pois, o particular apenas no geral, o conhecimento matemático, o geral no particular e mesmo no individual, mas a priori e por meio da razão, de tal modo que, da mesma maneira que este individual está determinado por certas condições gerais da construção, também o objeto do conceito, a que este individual corresponde apenas como seu esquema, deve ser pensado como universalmente determinado.&nbsp;</div><div>4.&nbsp; &nbsp; E nesta forma que consiste, por consequência, a diferença essencial entre estes dois modos de conhecimentos racionais e não é sobre a diferença das matérias ou objetos que repousa. Aqueles que julgaram distinguir a filosofia da matemática, porque diziam da primeira, que tinha simplesmente a qualidade por objeto e a última apenas a&nbsp; quantidade, tomaram o efeito pela causa. A forma do conhecimento matemático é a causa de este se reportar unicamente aos quanta. Com efeito, apenas o conceito de grandeza se pode construir, isto é, expor a priori na intuição; mas as qualidades I não se podem representar a não ser na intuição empírica. Por isso, um conhecimento racional destas qualidades só pode ser possível por conceitos. Assim, ninguém pode extrair uma intuição, correspondente ao conceito da realidade, a não ser da experiência, mas nunca pode aí chegar a priori, por si mesmo e com anterioridade à consciência empírica dessa intuição. A forma cônica poder-se-á tornar objeto de intuição, sem qualquer ajuda empírica, simplesmente segundo o conceito, mas a cor desse cone deverá ser dada, previamente, numa ou outra experiência. De forma nenhuma posso representar o conceito de uma causa em geral na intuição a não ser num exemplo que a experiência me fornece, e assim por diante. De resto, a filosofia trata tanto de quantidades como a matemática, por exemplo, da totalidade da infinidade, etc. A matemática ocupa-se também da diferença entre linhas e superfícies como espaços de diferente qualidade, da continuidade da extensão como de uma das qualidades desta. Porém, embora em tais casos possuam um objeto comum, o modo pelo qual a razão o trata é completamente diferente na meditação filosófica e na meditação matemática. A primeira mantém-se simplesmente em conceitos gerais, esta última nada pode fazer com o mero conceito, mas apressa-se a recorrer à intuição, na qual considera in concreto o conceito, embora não de modo empírico, mas simplesmente numa I intuição que apresentou a priori, isto é, construiu, e na qual tudo aquilo que resulta das condições gerais da construção deve ser válido também de uma maneira geral para o objeto do conceito construído.</div><div>5.&nbsp; &nbsp; Dê-se a um filósofo o conceito de um triângulo e o encargo de investigar, à sua maneira, como pode ser a relação da soma dos ângulos desse triângulo com o ângulo reto. Nada possui a não ser o conceito de uma figura que está limitada por três linhas ratas e nessa figura o conceito de igual número de ângulos. Pode então refletir tanto quanto quiser sobre esse conceito, que, a partir dele, nada produzirá de novo. Pode analisar e tornar claro o conceito de linha reta ou de ângulo ou do número três, mas não chegará a outras propriedades que não estejam contidas nestes conceitos. Mas que o geômetra tome esta questão. Começa imediatamente a construir um triângulo. Porque sabe que dois ângulos retos valem juntamente tanto como todos os ângulos adjacentes que podem traçar-se de um ponto tomado numa linha reta, prolonga um lado do seu triângulo e obtém dois ângulos adjacentes que, conjuntamente, são iguais a dois retos. Divide em seguida o ângulo externo, traçando uma linha paralela ao lado oposto do triângulo e vê que daí resulta um ângulo adjacente que é igual a um ângulo interno, etc. Consegue desta maneira, graças a uma I cadeia de raciocínios, guiado sempre pela intuição, a solução perfeitamente clara e ao mesmo tempo universal do problema.<br><br></div><div>A resposta a essa questão é que o geômetra pode usar seu raciocínio intuitivo para descobrir que a soma dos ângulos de um triângulo é igual a dois ângulos retos. Ele pode fazer isso ao construir um triângulo e, em seguida, traçar uma linha paralela ao lado oposto do triângulo para dividir o ângulo externo e ver que isso resulta em um ângulo adjacente que é igual a um ângulo interno. Assim, ele pode chegar à conclusão de que a soma dos ângulos de um triângulo é igual a dois ângulos retos.<br>6.&nbsp; &nbsp; A matemática, porém, não constrói simplesmente grandezas (quanta) como na geometria. Constrói também a pura grandeza (a quantitas), como acontece na álgebra, em que faz inteiramente abstração da natureza do objeto que deve ser pensado segundo um tal conceito de grandeza. Escolhe então uma certa notação de todas as construções de grandezas em geral (números), como as da adição, da subtração, extração de raízes, etc. e, depois de ter indicado o conceito geral das grandezas segundo as suas diferentes relações, representa na intuição, de acordo com certas regras gerais, toda a operação pela qual é engendrada ou modificada a quantidade. Quando uma grandeza deve ser dividida por outra, combina os caracteres de ambas segundo a forma que designa a divisão, etc., e alcança assim, mediante uma construção simbólica, tal como a geometria por unia construção ostensiva ou geométrica (dos próprios objetos), aquilo que o conhecimento discursivo, mediante simples conceitos, nunca poderia alcançar.<br>GPT - Este texto aborda a essência da matemática, enfatizando que ela não se limita a construir grandezas quantitativas, mas também a grandeza pura, que é abstraída da natureza do objeto. A matemática utiliza uma notação específica para representar todas as construções de grandezas, como adição, subtração e extração de raízes. Ela representa visualmente as operações que modificam a quantidade, como a divisão, combinando os caracteres das grandezas de acordo com a forma específica da operação. A matemática utiliza construções simbólicas para alcançar conhecimentos que não poderiam ser obtidos apenas por meio de conceitos discursivos.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-10-15 13:06:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746729793</guid>
      </item>
      <item>
         <title>12VB) </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746729950</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;| Realidade | aquilo que permanece inalterado independentemente de como o objeto é representado.<br>&nbsp;| Dedução | Depende necessariamente das premissas, se contrariar a conclusão irá gerar contradição. Prova necessária (dedução – partindo de premissas tiram conclusões necessárias)<br>&nbsp;| Indução | A proporção de uma propriedade na parte de um todo (provável). Inferência que tem como base uma amostragem (estatística). Verifica uma certa propriedade com base no passado e se faz uma previsão futura, ou seja, espera-se o mesmo efeito, porém não é certo.<br>&nbsp;| Modelo determinista | É uma ciência que descreve os objetos através de leis, ela não admite e nem conserva um princípio de acaso (baseada em Galileu).<br>&nbsp;| Lei | Sempre produz repetição e regularidade</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-10-15 13:07:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746729950</guid>
      </item>
      <item>
         <title>14 VB)  Idealismo alemão- Grupo SBP - Sábado 14 10 2023 Hegel, passando por Kant </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746750400</link>
         <description><![CDATA[<div>https://drive.google.com/file/d/198yNW6AV20TKowV4lHBnZ57kBVrohJ8S/view?usp=sharing<br>A aula: Kant: não pergunte como as coisas são? Dizer como é o mundo é impossível. A coisa em si é impossível. Só podemos dizer do mundo aquilo que nosso aparato cognitivo nos permite conhecer. <br>A sensiblidade é a capacidade de apreensão imediata dos fenômenos <br>A sensiblidade opera imediatamente. <br>A razão opera mediatamente, <strong>mediante</strong> modelos lógicos, matemáticos e os modelos conceituais, mediante linguagem. Tem dia mídia. <br>A sensiblidade opera mediante dois conceitos: espaço e tempo. São estes princípios da sensiblidade e vamos definir espaço e tempo como alguma coisa que está em nós. Estrutura nossa própria sensiblidade e Kant é radical nisto, pois não vai mais falar de espaço e tempo em si mesmos. Espaço e tempo como propriedades da nossa sensiblidade. Espaço é a propriedade de como nós percebemos as coisas imediatamente fora de nós.&nbsp; [...] não consigo eliminar o espaço. O tempo é como percebo as coisa dentro de mim. o que foi, o que está sendo e o qe será. Está dentro de mim, e é a forma com a qual percebo inclusive a mim mesmo. eu me percebo sendo eu memso no tempo. Eu sou esse que é e flui continuamente do passado para o futuro e independentemente de qualquer conteúdo empírico. <br>Pergunta: Entre o imediato e o mediato. O imediato é a midia e mediato é o objeto mediado pela midia. <br>A razão é vazia e é preciso colocar conteúdos mundanos.&nbsp; Construir ciência com o mero pensar das coisas não é ciência, pois ciência precisa de conteúdo de mundo que apareça. Portanto, toda a teologia, o mundo de Platão, que teoriza sobre as ideias, nós não podemos saber. <strong>É um mundo oculto que Kant chama de numeno</strong>. <em>Numenon</em> é o oculto em grego.&nbsp; O numênico não é cognoscível porque não aparece. Só podemos saber sobre o que aparece. E o cognoscível é sempre o <em>phainómenon</em> e não o numenon.&nbsp; que vai parecer&nbsp; para nós, e que impressiona os nosso sentidos e conta com a nosso organização espacio-temporal, porque a sensibilidade organza espaciotemporalmente o que aparece. E sei que X entrou depos de Y porque eu estava aqui. Essa sequência temporal está registrada em mim, antes X e depos Y. Tendo este dado, esta ordem temporal, eu trabalho esta ordem.&nbsp; Como eu sei isto? Porque Y chegando depois, não está mais disponível. Está disponível em mim. É representação absolutamente imediata. Não precisei de midia nenhuma para perceber essa ordem temporal. E se eu olhar para fora, fora de mim, eu vejo como os móveis do meu escritório estão dispostos. Estes objetos todos estão em uma ordem espacial, que me é apresentada imediatamente. Então o <strong>imediato é sempre de ordem sensível</strong> - o espaço/tempo. E o mediato é alguma coisa que a <strong>razão, que é uma faculdade, e ela não é mundo, pois é faculdade que nós temos, que produz mediações,</strong> e primeiro ela produz mediações totalmente vazias de mundo, produz lógica, produz matemática, simula situações de entendimento e ela pode ser preenchida com a matéria prima que vem dos sentidos. Por ex. se vc chegar para a razão e disser: fale de anjo. Ela dirá: eu vou falar, mas sem ancora nenhuma. O que é que ancoraria o discurso da razão que produz linguagem a flar dos anjos? Seria uma experiencia de anjo, mas o anjo apareceu? Não, então se vc deixar a razão solta, ela vai, mas solta. Os anjos são loiros e outro dirá, são morenos. E como fica esta questão? Não temos como decidir e Kant dirá para que não formulemos tais questões.&nbsp; Elas não tem resposta. A Crítica da Razão Pura começa dizendo: saiba o que perguntar, <strong>porque há perguntas que não são respondíveis. Então, o que é respondível? </strong>Respondível é tudo o que é passível de phainómenon.&nbsp; E claro que há coisas que não aprecem, mas que podem aparecer. Por ex. Existe vida em outros planetas? Vieram alguns homenzinhos verdes? Existe vida inteligente em outra parte do universo? Está pergunta pode ser feita porque eu poso imaginar uma situação fenomênica em que&nbsp; apareçam seres de outro planeta. Isso é possível e Kant chama isso de experiência possivel. <strong>E ciência é aquilo que precisa de possiblidade de experiência. </strong>Em compensação, enquanto a experiencia não acontece, eu só posso levantar hipóteses. E essas hipóteses não são nem verdadeiras e nem falsas. Elas anseiam pela âncora delas que é a experiência que não apareceu ainda , mas que pode aparecer. Agora, os anjos , quanto a cor dos olhos, é uma hipótese que jamais poderá ser resolvida, ou seja, está <strong>além da experiencia possível. </strong>Ou seja, eu não consigo imaginar nenhuma experiência&nbsp; que me possibilite visitar os anjos... mas se alguém disser que o anjo aparece quando&nbsp; faço acoraçoes? E isso bastaria? Não. Teria de ser uma experiência factível para qualquer mente. Ciência quando fala de um objeto, este objeto tem de estar democraticamente aberto para qualquer consciência.&nbsp; Ele nunca é objeto privativo, pois objeto privativo nunca pode ser objeto de ciência, porque não é um objeto partilhado e ciência é coisa comungada, envolve uma comunhão, um acordo de opiniões baseado na experiência e por isso podemos falar de verdade, que é, no fundo, um grande acordo de opiniões que tem&nbsp; sustentação lógica, tal como a matemática que tem verdades que são verdades de linguagem somente, ela não precisa de conteudo mundano. 23'&nbsp; Falando de matemáticas... verdades dedutivas... e fizeram uma física que depende da matemática. Ela fascina pela precisão, pela clareza, pela visualidade e mtos filósofos tentaram fazer uma filosofia que tivesse essa clareza, essa precisão, mas cuidado. Todos os outros discursos envolvem alteridade, o outro, natureza etc... Número é uma entidade matemática, uma serei que tem uma regra de formação,&nbsp; em que um difere do outro pela unidade. Está associado a uma relação sequencial de elementos como ele. O numero não é uma coisa, pois a palavra coisa está sempre destinada a uma coisa mundana e não posso dizer que o numero é uma coisa, porque no fundo, ele é quase uma idealidade, ele é uma ideia definida como elemento dentro de uma sequencia segundo uma regra. Por ex. uma sequencia e que cada elemento é um outro somado de uma unidade e é, por ex. os números inteiros: 1,2, 3,4. E isso é uma regra, porque no fundo o numero não está associado à quantidade. É um erro comum,&nbsp; que vê a matemática como ciência da quantidade. quando ela está designando quantidades, ela já não é mais matemática, ela é matemática associada a algum objeto, à alguma coisa que pode ser quantificada. Matemática é um ciências das relações e número é uma relação em serie. Eu posso falar dos números reais, que são números, uns coladinhos no outro...agora se falo números pares 0 1234 vou construindo uma ciência chamada aritmética...etc. <strong>Numenon</strong> é o oculto e número é uma coisa muito bem definida em matemática. S<strong>e o objeto do mundo que aparece é fenômeno. 31' </strong><br>O <strong>numenon</strong>, segundo Kant diz, são objetos definidamente ocultos. A interpretação do fenômeno está na razão. <mark>Fichte vai tirar o crédito da coisa em si e dirá que tudo acontece dentro da subjetividade.</mark> <mark>Hegel</mark> tb. vai negar a coisa em si.&nbsp; E Kant deixa um resíduo de mundo que incomoda toda gente.&nbsp; Kant deixa algo que eu não posso definir e não é conceito, posi conceito tem sujeito e predicado. E se eu falar que tem predicado então é cognoscível. Vê as contradições?! E se vc disser que o numenon se exprime através do fenômeno, ele deixa de ser numenon. <mark>A definição de numenon é que ele não aparece como fenômeno.</mark>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://drive.google.com/file/d/198yNW6AV20TKowV4lHBnZ57kBVrohJ8S/view?usp=sharing" />
         <pubDate>2023-10-15 13:37:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746750400</guid>
      </item>
      <item>
         <title>VB 15) Aula parte - o embaraço dos filósofos que se sucederam a Kant com relação ao numenom. </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746924093</link>
         <description><![CDATA[<div>Aula 38' <br>Kant resolve esta questão com o conceito de experiência possível. Por ex.: existem outras inteligências no universo: Até agora não apareceu? É numenon? Não. Por que? Porque é possivel pensar em uma experiência possível, factível de acontecer. Tem inteligência fora daqui? Não sei, não apareceu, mas pode aparecer, então não é <strong>fenômeno, mas pode ser fenômeno.&nbsp; E que musica pode ter no Paraiso? Vc nunca vai saber. Não é possivel uma experiência desta: Este mundo é absolutamente numênico.</strong> <strong>&nbsp;Saber se tem inteligência, é factível de acontecer, mas a musica do Paraiso não é factível de acontecer. Tudo isso Kant via deixar como legado da coisa em si. E agora Fichte vai resolver dizendo que tudo acontece no interior da subjetividade. É no palco da subjetividade que acontece o mundo, portanto, o que fica fora da subjetividade não tem valor nenhum e ela não tem nem sentido... e ele já está descredenciando Kant. </strong>Kant deixou um resíduo de mundo, a coisa em si, e Fichte vai dizer que só dentro do palco da consciência humana é que vai acontecer esse mundo. E é de uma subjetivação radical, que <strong>já em Kant existe</strong> porque em Kant é o sujeito que dá forma aos fenômenos pela sensiblidade de pela razão e quando vc fala assim: o mundo é, tem sujeito ai. Toda descrição de mundo, toda a ciência, toda a nossa cultura, segundo Kant, tem a forma humana. O saber humano é um ponto de vista dos homens. Se o mundo é assim, como nós o descrevemos, como n´so fazemos as nossa ciências, para Kant não tem sentido - se o mundo é assim, em si memso. E Fichte dirá que o mundo é como nós o descrevemos e a partir de nós mesmos, ou seja, o mundo é so quando em um ato de vontade eu ponho o mundo para mim. Tudo o que agente faz e que acaba tendo sentido, vamos pegar um exemplo individual... convite para fazer o mestrado e quando eles pegarem o mestrado e ai sim, apareceu a PUC, que tem sentido à medida em que em um ato de vontade, eles põem a PUC para si mesmos. Enquanto eles não fizerem isto, a PUC não tem sentido, mas agora imagine isso de maneira coletiva. Os homens colocam o que querem, e intercambiam pela linguagem e pela cultura esses objetos, o que o mundo é posto por ele. 44'</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-10-15 17:21:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746924093</guid>
      </item>
      <item>
         <title>VB 16) continuação, a entidade passou a existir, a pedra, porque eu a pus. 44&#39; Aula Ivo </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746946845</link>
         <description><![CDATA[<div>Os homens põem o mundo, porque querem coisas. Somos seres desejantes. A vontade antecipa a racionalidade e em Kant a racionalidade é o ponto de partida para conhecer o mundo e na C da R. Pura ele sequer fala da vontade. 48'. que bela síntese que o prof. fez de Kant e de Fichte. Kant separa lógica, ciência e ética. Lógica é uma coisa e ciência é outra. O que Fichte está fazendo é juntar as duas coisas, oi seja, a nossa ética já aparece nos nossos objetos de escolha. Por que vc escolheu ser medico, ser ou fazer qualquer escolha, pois quando vc escolhe X vc escolhe um outro e isso implica fazer mediações. E em Fichte há a junção novamente entre ciência e ética, entre vontade e razão, que estava separado em Kant. Prof. vai rapidamente par Schelling. 50 min.&nbsp; &nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-10-15 17:49:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/2746946845</guid>
      </item>
      <item>
         <title>1.1. Doutrina do Direito&quot; (*Die Rechtslehre*) de Kant, parte da obra Metafísica dos Costumes: chaves de leitura. IA. </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/3219930060</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong>"Doutrina do Direito"</strong> (*Die Rechtslehre*) de <strong>Kant</strong>, parte da obra <em>Metafísica dos Costumes</em>, é uma das exposições fundamentais de sua teoria política e jurídica, onde ele desenvolve a ideia de um direito baseado na razão e na liberdade. Para entender os princípios que Kant apresenta nesta obra, podemos destacar algumas <strong>chaves de leitura</strong>:</p><p>### 1. <strong>A Ideia de Direito Natural</strong></p><p>   Kant parte de uma concepção de <strong>direito natural</strong>, mas não como algo dado pela natureza ou por leis divinas. Ele o define como um conjunto de princípios que pode ser racionalmente deduzido pela razão humana. O direito, para Kant, está atrelado à <strong>liberdade</strong>, sendo uma condição necessária para a convivência pacífica e justa entre os indivíduos.</p><p>### 2. <strong>O Princípio Fundamental: A Liberdade</strong></p><p>   O direito é construído a partir do princípio da <strong>liberdade</strong>. Para Kant, todos têm o direito de agir de acordo com sua própria liberdade, desde que suas ações não interfiram na liberdade de outros. Isso é o que ele chama de <strong>"liberdade universal"</strong>, que é o limite das ações de cada indivíduo.</p><p>### 3. <strong>O Conceito de Justiça</strong></p><p>   A justiça, em Kant, tem uma base ética, que é a ideia de tratar os outros como fins em si mesmos, e não como meios. Assim, a <strong>justiça</strong> é um imperativo moral que impede que alguém seja usado como objeto ou como meio para os fins de outro, sem respeito por sua liberdade.</p><p>### 4. <strong>A Propriedade</strong></p><p>   Kant desenvolve a ideia de que <strong>propriedade</strong> é um direito fundamental derivado da liberdade individual. Para ele, a <strong>propriedade privada</strong> é um dos pilares do direito, pois garante a autonomia de uma pessoa para controlar sua vida e recursos sem interferências arbitrárias. A <strong>propriedade</strong> é o primeiro e mais básico direito que uma pessoa pode reivindicar, pois é a base para a autonomia individual.</p><p>### 5. <strong>Contrato Social</strong></p><p>   Kant, embora influenciado por Rousseau, não acredita que o contrato social seja um evento histórico ou um acordo literal. Em sua visão, o contrato social é uma ideia prática: ele não é algo que aconteceu no passado, mas uma <strong>condição necessária</strong> para a formação de um estado legítimo. O contrato social, segundo Kant, é um acordo hipotético entre os indivíduos para estabelecer um sistema jurídico que proteja os direitos de todos e estabeleça as condições de convivência pacífica.</p><p>### 6. <strong>O Estado e a Legitimidade do Poder</strong></p><p>   O Estado, para Kant, tem como objetivo garantir a <strong>segurança jurídica</strong> e a <strong>ordem social</strong>, e sua autoridade é legitimada pelo princípio da <strong>autonomia moral</strong> dos cidadãos. A <strong>autoridade do Estado</strong> não é absoluta, pois ele deve ser compatível com a liberdade e dignidade dos indivíduos. O Estado legítimo é aquele em que as leis são formadas de maneira racional, refletindo o princípio da liberdade universal.</p><p>### 7. <strong>O Imperativo Jurídico</strong></p><p>   A <strong>lei moral</strong> e a <strong>lei jurídica</strong> para Kant têm uma estrutura comum: ambas são normas que derivam de princípios racionais. A <strong>norma jurídica</strong>, no entanto, busca garantir a liberdade externa dos indivíduos, enquanto a <strong>norma moral</strong> regula a liberdade interna. O <strong>imperativo categórico</strong> de Kant é a base da sua concepção tanto ética quanto jurídica, pois a ação moral e jurídica deve ser guiada por uma máxima que possa ser universalizada.</p><p>### 8. <strong>Punição e Justiça</strong></p><p>   Kant também aborda a questão da <strong>punição</strong>, que para ele deve ser sempre proporcional ao crime cometido. A punição tem um caráter <strong>retributivo</strong>, isto é, ela visa devolver à vítima o que foi tirado, e não simplesmente corrigir o criminoso. Kant rejeita as punições desproporcionais ou punitivas sem fundamento racional.</p><p>### 9. <strong>Relações Internacionais e Paz Perpétua</strong></p><p>   Kant também é conhecido por sua obra <em>A Paz Perpétua</em> (1795), onde ele argumenta que, assim como a paz deve ser estabelecida dentro de um estado, deve haver uma <strong>paz jurídica entre os estados</strong>. Ele propõe a criação de uma <strong>federação de estados livres</strong> que respeitem a autonomia e os direitos de seus cidadãos e busquem a paz universal.</p><p>### 10. <strong>A Realização do Direito</strong></p><p>   A realização do direito, segundo Kant, exige uma <strong>justiça institucionalizada</strong> por meio de leis e um governo justo. O direito não é algo que possa ser negociado ou alterado de acordo com os interesses momentâneos, mas uma <strong>condição objetiva</strong> que deve ser respeitada para a garantia da liberdade e da paz.</p><p>### Conclusão:</p><p>A <strong>Doutrina do Direito</strong> de Kant é uma <strong>teoria racionalista do direito</strong>, que vê a liberdade e a dignidade humana como pilares centrais. Para Kant, o direito é a condição para a liberdade efetiva, tanto no plano individual quanto social, e só pode ser legítimo quando é fundado em princípios universais e racionais, respeitando a autonomia dos indivíduos.</p><p>Esses pontos-chave podem ajudar a entender a estrutura da <strong>Doutrina do Direito</strong> e sua proposta de um sistema jurídico fundamentado na razão e na moral universal. Se precisar de mais detalhes sobre algum ponto específico ou uma análise mais aprofundada, estou à disposição!</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-11-16 12:59:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/3219930060</guid>
      </item>
      <item>
         <title>1.1.1. Doutrina da Virtude de Kant</title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/3219932369</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong>"Doutrina da Virtude"</strong> (*Die Tugendlehre*) é a segunda parte da obra <strong>Metafísica dos Costumes</strong> de <strong>Immanuel Kant</strong>. Nessa seção, Kant aborda a moralidade do ponto de vista dos deveres para com os outros e para consigo mesmo, oferecendo uma análise ética mais pessoal e subjetiva, mas ainda dentro da lógica de sua filosofia prática. Assim como na <strong>Doutrina do Direito</strong>, os princípios centrais da <strong>Doutrina da Virtude</strong> estão enraizados na <strong>razão</strong> e na <strong>liberdade</strong>.</p><p>Aqui estão algumas <strong>chaves de leitura</strong> essenciais para compreender os principais conceitos da <strong>Doutrina da Virtude</strong> de Kant:</p><p>### 1. <strong>A Moralidade como Dever</strong></p><p>   Para Kant, a moralidade não depende das consequências das ações, mas de uma <strong>obrigação universal</strong> e <strong>racional</strong> que todos os seres humanos devem seguir. A <strong>moralidade</strong> é uma questão de seguir leis morais universais que são autoimpostas pela razão e não por inclinações ou sentimentos. A virtude, portanto, é a disposição de agir conforme essas leis racionais.</p><p>### 2. <strong>O Dever para Consigo Mesmo</strong></p><p>   Kant distingue claramente os deveres em duas grandes categorias: <strong>deveres para com os outros</strong> (que ele desenvolve na "Doutrina do Direito") e <strong>deveres para consigo mesmo</strong>. Os <strong>deveres para consigo mesmo</strong> são relacionados à preservação da própria dignidade e à <strong>autodisciplina</strong>. Esses deveres abrangem o cuidado com a saúde, a educação, o aprimoramento moral e o fortalecimento da vontade. A pessoa virtuosa deve cultivar <strong>autocontrole</strong> e evitar a <strong>autossuficiência egoísta</strong>.</p><p>   - <strong>Autossuperação e Autodisciplina:</strong> A virtude envolve um processo de <strong>autossuperação</strong> constante, em que o indivíduo trabalha para se tornar uma versão melhor de si mesmo, controlando os impulsos e agindo com racionalidade.</p><p>### 3. <strong>Os Deveres para com os Outros</strong></p><p>   Kant defende que nossos deveres em relação aos outros são baseados na <strong>dignidade humana</strong> e devem ser fundamentados no <strong>respeito</strong> pela autonomia dos outros. A <strong>virtude</strong> é vivida na relação com os outros quando praticamos o <strong>respeito e a benevolência</strong>.</p><p>   - <strong>Benevolência e Compromisso Moral:</strong> Para Kant, a virtude não é apenas a adesão ao dever moral, mas também o cultivo de sentimentos de <strong>benevolência</strong> para com os outros, sem, no entanto, depender de emoções ou consequências.</p><p>   - <strong>Respeito pela Liberdade do Outro:</strong> O tratamento com os outros deve ser feito de tal forma que as ações respeitem a liberdade e a dignidade do outro. O conceito de virtude é inseparável de agir de maneira que os outros também possam ser livres e autônomos.</p><p>### 4. <strong>A Virtude como Autonomia</strong></p><p>   A virtude, para Kant, é identificada com a <strong>autonomia</strong>, isto é, a capacidade de agir de acordo com a própria razão, sem a influência de impulsos, desejos ou pressões externas. Uma pessoa virtuosa é aquela que, ao agir moralmente, age de acordo com uma <strong>lei moral interna</strong>, que é racionalmente autolegisada.</p><p>   - <strong>Autonomia Moral:</strong> A verdadeira virtude não vem de seguir regras impostas externamente, mas de agir porque se reconhece a <strong>justiça</strong> e a <strong>moralidade</strong> dentro de si mesmo. Assim, a virtude se relaciona com a <strong>autodeterminação</strong> do sujeito moral.</p><p>### 5. <strong>A Ideia de um Sistema Moral</strong></p><p>   Kant vê a virtude como um sistema de <strong>deveres morais</strong> que se inter-relacionam. Cada ação moral não é isolada, mas parte de um sistema ético mais amplo. As ações de um indivíduo não devem ser julgadas isoladamente, mas dentro do contexto de um <strong>todo moral</strong>, no qual a razão está em harmonia com os outros princípios e ações que compõem a moralidade.</p><p>### 6. <strong>A Felicidade como Consequência, Não como Fim</strong></p><p>   Embora Kant reconheça que a felicidade é um desejo humano legítimo, ele defende que a virtude não deve ser guiada pela busca da felicidade. A felicidade não pode ser o <strong>objetivo final</strong> da ação moral, pois a moralidade exige que as ações sejam guiadas pela razão, não pelas inclinações subjetivas do indivíduo. A verdadeira virtude está na adesão ao <strong>dever moral</strong>, independentemente de resultados concretos, como a felicidade.</p><p>### 7. <strong>O Imperativo Moral</strong></p><p>   Em sua abordagem ética, Kant retoma o <strong>imperativo categórico</strong>, afirmando que a virtude é seguir as leis morais que a razão determina como válidas para todos os seres racionais. A virtude deve ser orientada pela regra de que se deve agir de modo que a máxima da ação possa ser <strong>universalizada</strong>.</p><p>   - <strong>Universalidade e Moralidade:</strong> O imperativo categórico orienta a pessoa a agir de tal maneira que sua ação possa ser um <strong>princípio universal</strong>, ou seja, uma regra que todos poderiam seguir sem contradição.</p><p>### 8. <strong>A Liberdade Moral e a Responsabilidade</strong></p><p>   Kant acredita que a <strong>liberdade moral</strong> é essencial para a virtude. A liberdade, nesse contexto, significa a capacidade de agir de acordo com o dever, independentemente de fatores externos. A virtude, portanto, está associada ao exercício da <strong>responsabilidade moral</strong>, que é a aceitação da própria capacidade de determinar-se a agir de maneira justa, mesmo diante de desafios.</p><p>### 9. <strong>A Perfeição Moral</strong></p><p>   A perfeição moral, para Kant, não é um estado de "ser perfeito", mas uma <strong>aspiração constante à melhoria moral</strong>. A virtude é o esforço contínuo de realizar o dever, mesmo sabendo que a perfeição moral nunca será plenamente alcançada. A virtude é sempre um trabalho contínuo e, portanto, envolve <strong>autocrítica</strong> e o desejo de melhorar.</p><p>### 10. <strong>A Religião e a Virtude</strong></p><p>   Kant não vê a religião como a base da moralidade, mas como uma maneira de ajudar a fortalecer e realizar os princípios éticos. Para ele, a <strong>religião moral</strong> é aquela que serve para promover os valores da virtude, ajudando o indivíduo a agir de acordo com a razão e a moralidade.</p><p>### Conclusão</p><p>A <strong>Doutrina da Virtude</strong> de Kant apresenta uma ética da <strong>autonomia</strong>, onde a virtude é a capacidade de agir de acordo com leis morais racionais e universais. A verdadeira virtude é a ação moral que respeita a liberdade e a dignidade dos outros, enquanto também é o esforço contínuo de se aperfeiçoar. A moralidade, portanto, não está relacionada à busca pela felicidade ou por consequências externas, mas pela adesão ao dever, à razão e ao respeito pelos outros como fins em si mesmos.</p><p>Essas chaves de leitura ajudam a compreender a proposta kantiana de uma ética rigorosa e fundamentada na razão, onde a virtude é o reflexo da liberdade moral e do compromisso com o dever universal. Se precisar de mais detalhes sobre algum desses pontos ou uma análise mais profunda, posso continuar a ajudar!</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=6DKhH4TWfSM" />
         <pubDate>2024-11-16 13:04:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/3219932369</guid>
      </item>
      <item>
         <title>4.2. </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/3220121683</link>
         <description><![CDATA[<p>"Sonhos de um Visionário" (ou "Träume eines Geistersehers") é uma obra de Immanuel Kant publicada em 1766 que se insere no contexto do século XVIII e dos debates sobre a razão, a metafísica e a interpretação do mundo. A obra é considerada uma reflexão crítica sobre a natureza da percepção e dos fenômenos ocultos, particularmente em relação aos aspectos do sobrenatural e do espiritual.<br><br>Aqui estão os elementos principais da obra:<br><br>1. <strong>Crítica ao Espiritismo</strong>: Kant critica as crenças populares em fantasmas e espíritos, abordando a maneira como essas crenças são frequentemente alimentadas pela imaginação e não têm fundamento racional. Ele questiona a validade das experiências sobrenaturais e a propensão humana a aceitá-las sem um exame crítico.<br><br>2. <strong>Teoria do Conhecimento</strong>: A obra reflete sobre os limites do conhecimento humano e a distinção entre o que podemos conhecer através da razão e a experiência empírica. Kant argumenta que muitos fenômenos são mal interpretados por serem atribuídos a influências sobrenaturais.<br><br>3. <strong>Sonhos e Realidade</strong>: Kant investiga a relação entre sonhos e a realidade, sugerindo que os sonhos podem revelar tanto aspectos da vida interna do indivíduo quanto as ilusões que podem distorcer nosso entendimento do mundo real.<br><br>4. <strong>Influxo da Filosofia de Descartes</strong>: A influência do racionalismo cartesiano é evidente, com Kant reconhecendo a importância da dúvida e da reflexão crítica como caminhos para o verdadeiro conhecimento.<br><br>5. <strong>Embate entre Razão e Fé</strong>: A obra enfatiza a tensão entre a razão e a fé. Kant propõe que a razão deve guiar a compreensão da realidade, enquanto a fé nas experiências não racionais pode levar a erros e superstições.<br><br>6. <strong>Elementos Subjetivos da Percepção</strong>: Kant argumenta que a interpretação de experiências, incluindo aquelas que envolvem o sobrenatural, é frequentemente influenciada por fatores subjetivos. Ele questiona a objetividade das experiências que não podem ser repetidas ou verificadas.<br><br>7. <strong>Interpretação da Moral e da Ética</strong>: Embora a obra não se concentre explicitamente em questões éticas, ela toca na importância de basear crenças e ações na razão e não em superstições ou medos irracionais.<br><br>"Sonhos de um Visionário" é uma obra que antecipa temas que se tornariam centrais em sua filosofia posteriormente, especialmente em relação à epistemologia e à crítica da metafísica. Ela demonstra o esforço de Kant para estabelecer uma base racional para a compreensão do mundo, em contraste com as crenças populares e supersticiosas de sua época.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-11-16 19:35:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/3220121683</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Todo nosso conhecimento começa com a experiência, mas nem todo conhecimento deriva dela... </title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/3220125493</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Kant: dos Sonhos de um visionário à dialética transcendental | Entrevista com Marcio Tadeu Girotti.</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/zuZoCLNWZF8?si=P3HjTwG-hgxXHVDt" />
         <pubDate>2024-11-16 19:46:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/3220125493</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/3220134904</link>
         <description><![CDATA[<p>Não seriam essa a linhagem e a tarefa principal da Crítica da razão pura? Afinal, a pergunta principal da Crítica: “que posso saber?”2 não faz de sua investigação um saber meramente negativo, isto é, propedêutica que deve preceder e tornar possível a filosofia como ciência? Nestes termos, quando Sócrates diz “poder verificar completamente se o pensamento do jovem pariu uma fantasia ou mentira” não poderíamos ler a fórmula kantiana de que a Crítica é “metafísica da metafísica”?3</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-11-16 20:17:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/3220134904</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>vabraga</author>
         <link>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/3220134942</link>
         <description><![CDATA[<p>Aqui está uma imagem que pode representar o conceito de "espaço como forma pura de sensibilidade externa" na filosofia de Kant. Espero que atenda à sua apresentação! Caso precise de ajustes ou de um novo estilo, é só avisar. 😊</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2111545057/6620427e9655d649d684b1f25fdbf296/image.png" />
         <pubDate>2024-11-16 20:17:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/vabraga/2i23o6bnxc32qbh8/wish/3220134942</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
