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      <title>padlet de relações étnico raciais e psicologia by Isabelle Justiniano</title>
      <link>https://padlet.com/isabellejustiniano/2hpr51y7t2cjyj8m</link>
      <description>impressões e inspirações</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-03 13:45:47 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-05-29 02:56:41 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Acredito que essa música e, principalmente, o dizer do começo combinam muito com a cadeira. </title>
         <author>isabellejustiniano</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-11 11:40:29 UTC</pubDate>
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         <title>ancestral </title>
         <author>isabellejustiniano</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Nascemos para o mundo já como membros de um grupo, ele próprio encaixado em outros grupos e com eles conectado. Nascemos elos no mundo, herdeiros, servidores e beneficiários de uma subjetividade que nos precede e de que nos tornamos contemporâneos: seus discursos, sonhos, seus recalcados que herdamos, a de que servimos e que nos servimos, fazem de cada um de nós os sujeitos do inconsciente submetidos a esses conjuntos, partes constituídas e constituintes desses conjuntos." - parte do texto "Branqueamento e branquitude no Brasil" da Maria Aparecida Silva Bento. Acima uma pintura/bordado que eu fiz partindo da palavra ancestralidade que acho que acabou casando bem com esse tema da aula.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-04 11:55:36 UTC</pubDate>
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         <title>Doc. Criando corpo em Kumarumã</title>
         <author>isabellejustiniano</author>
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         <description><![CDATA[<div>Documentário que assisti para a disciplina de Desenvolvimento Humano II, no qual estávamos estudando as infâncias indígenas e foi na mesma época que estudamos os povos indígenas na disciplina de Relações Étnico raciais, acredito ter sido uma feliz coincidência que foi fundamental para um estudo mais aprofundado sobre esse tema. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-04 12:59:04 UTC</pubDate>
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         <title>Cota não é esmola</title>
         <author>isabellejustiniano</author>
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         <description><![CDATA[<div>Música que lembrei durante o encontro nos pequenos grupos da aula sobre relações raciais e políticas públicas. Falas sobre cotas raciais serem uma forma de discriminação e/ou injustas são muito comuns e são uma forma de desvalidar a luta de grupos pretos que acabou virando uma política pública. Cota não é esmola, é (uma parte da) reparação histórica. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-01 14:33:48 UTC</pubDate>
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         <title>Centro Indígena-Afro do RS</title>
         <author>isabellejustiniano</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-29 13:42:29 UTC</pubDate>
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         <title>Centro Indígena-Afro do RS</title>
         <author>isabellejustiniano</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-29 13:44:35 UTC</pubDate>
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         <title>Centro Indígena-Afro do RS</title>
         <author>isabellejustiniano</author>
         <link>https://padlet.com/isabellejustiniano/2hpr51y7t2cjyj8m/wish/2164360162</link>
         <description><![CDATA[<div>Mutirão feito no Centro Indígena-Afro, no dia 13/04, por participantes do curso de extensão vinculado à UFRGS "Corpo, território, ancestralidade e memória: resistência da população indígena em contextos urbanos" e participantes do grupo de pesquisa Margem_lab (também da UFRGS), o qual faço parte como bolsista voluntária. No início da manhã esse encontro foi marcado por uma atividade envolvendo o corpo e a ancestralidade, assunto muito importante e recorrente nas falas indígenas. Após isso começamos o mutirão em que alguns ficaram responsáveis por lixar as portas e outros por tirar as tintas das paredes e teto. Acredito ter sito uma atividade muito importante para a conexão e envolvimento de pessoas não indígenas com o território que é reivindicado por essa ocupação, além de todas as conversas enriquecedoras que pude ter com a Cacica Guarani Alice Martins enquanto ela preparava o almoço para nós e eu lixava a porta que aparece na foto. Ficou visível pra mim a importância de escutar essas narrativas e apoiar suas causas e projetos da forma que for possível.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-29 14:06:45 UTC</pubDate>
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         <title>Centro Indígena-Afro do RS</title>
         <author>isabellejustiniano</author>
         <link>https://padlet.com/isabellejustiniano/2hpr51y7t2cjyj8m/wish/2164394317</link>
         <description><![CDATA[<div>O <strong>Centro de Referência Indígena Afro do RS</strong> é uma rede para apoiadores que surgiu através da iniciativa de um coletivo de Mulheres Indígenas que fazem a resistência na Cidade de Porto Alegre e acreditam nos direitos humanos e territoriais através de uma política de acolhimento. Militante social desde os 13 anos, Alice Martins, atual Cacica Guarani, percebeu que para existir mudança, era necessário se fazer presente. Em uma cidade onde não existe nenhum apoio governamental para os povos indígenas do contexto urbano, Alice resolveu criar o Centro de Referência Afro do RS para reivindicar os direitos dos povos e se autoafirmar. Há dois anos atrás, a maioria dos indígenas, do contexto urbano, em Porto Alegre, não se colocavam como comunidade, mas através do Centro foi possível que a comunidade indígena urbana multiétnica da capital se colocasse na busca pelos seus direitos, tanto institucionais, quanto governamentais. O tecer de redes do Centro de Referência abrange o núcleo de mulheres indígenas artesãs da aldeia do Cantagalo de Itapuã, a aldeia em Quamaquã e o Quilombo Africano Santa Luzia, que acreditaram no projeto de resistência e estrutura para estas comunidades. Atualmente o Centro de Referência Indígena Afro do RS se encontra na Cidade Baixa. Através de uma política de afirmação, o Centro surge durante o movimento de ocupação/retomada conhecido como Ocupação Baronesa, ação realizada em 2019, que envolveu o direito ao território e moradia dos indígenas e afro no contexto urbano. - Texto da Secretaria da Cultura do Rio Grande do Sul, em que fiz algumas modificações para deixá-lo mais atual. </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-29 14:27:07 UTC</pubDate>
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         <title>Hoje (13/05) fizemos um percurso por lugares importantes para a história negra de Porto Alegre. Sem querer fizemos o encontro no Dia de Preto Velho, o que fez com que ouvíssemos a historia do dia em específico pelo ponto de vista de mulheres pretas, o que pra mim foi muito importante. Por mais que a mulher que conversou com nós sobre estivesse um pouco retraída em falar a palavra brancos ao se referir aos donos de engenhos, acho que teria sido importante para naturalizarmos esse papel histórico que mesmo que não seja agradável, é o real. Além disso, poder ter a primeira aula com os colegas presenciamos foi incrível demais.</title>
         <author>isabellejustiniano</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-13 17:40:21 UTC</pubDate>
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         <title>Luta Popular - esse escrito na parede da Paróquia Nossa Senhora do Rosário me chamou muita atenção, pois essa foi uma das poucas igrejas a acolher/ ser formada por pessoas negras. Essa frase ter sido escrita na parede de um local de acolhimento é algo que marca ainda mais esse lugar, nos dizendo que a resistência e luta continuam.</title>
         <author>isabellejustiniano</author>
         <link>https://padlet.com/isabellejustiniano/2hpr51y7t2cjyj8m/wish/2183259877</link>
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         <pubDate>2022-05-13 17:57:08 UTC</pubDate>
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         <title>Centro Indígena-Afro do RS</title>
         <author>isabellejustiniano</author>
         <link>https://padlet.com/isabellejustiniano/2hpr51y7t2cjyj8m/wish/2183483590</link>
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         <pubDate>2022-05-13 22:40:03 UTC</pubDate>
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