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      <title>ALZHEIMER by Edylaine Marquetti Camara</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-14 18:10:22 UTC</pubDate>
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         <title>DONEPEZILA</title>
         <author>edylainecamara</author>
         <link>https://padlet.com/edylainecamara/2hogyzrxa18iyt0j/wish/3366800841</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>MECANISMO DE AÇÃO.</strong></p><p>        A <strong>donepezila atua inibindo a enzima acetilcolinesterase (AChE)</strong>, que é responsável pela degradação da acetilcolina na fenda sináptica. Ao inibir essa enzima, a donepezila aumenta a concentração de ACh disponível para se ligar aos receptores colinérgicos, melhorando a neurotransmissão colinérgica, que está comprometida na DA.</p><p>       A ACh é crucial para funções cognitivas, incluindo memória e aprendizado. Na DA, a degeneração dos neurônios colinérgicos resulta em níveis reduzidos de ACh, contribuindo para os déficits cognitivos.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-14 19:00:21 UTC</pubDate>
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         <title>DONEPEZILA</title>
         <author>edylainecamara</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>INDICAÇÕES</strong></p><p><strong>Efeitos Positivos na Cognição</strong>: </p><p>  A donepezila, <strong>indicada</strong> <strong>em estágios leves a moderados</strong>, pode ajudar a aumentar a capacidade de memória dos pacientes,<strong> </strong>permitindo que eles retenham informações e realizem atividades diárias com maior facilidade.</p><p>   Pacientes em tratamento com donepezila frequentemente relatam uma melhora na atenção e na capacidade de concentração, o que é crucial para a realização de tarefas cotidianas.</p><p><strong>Limitações do Tratamento</strong>:</p><p><strong>Interações Medicamentosas</strong>: A donepezila é metabolizada pelas enzimas hepáticas CYP2D6 e CYP3A4. Dessa forma, fármacos que inibem essas enzimas, como a fluoxetina e o cetoconazol, podem reduzir seu metabolismo, levando ao aumento das concentrações plasmáticas da donepezila e, consequentemente, elevando o risco de efeitos adversos.</p><p><strong>Efeito Limitado</strong>: A donepezila não é uma cura para a Doença de Alzheimer; ela apenas alivia os sintomas. Os efeitos benéficos podem ser modestos e variam entre os indivíduos. Em muitos casos, a progressão da doença continua, e os pacientes eventualmente necessitam de cuidados mais intensivos.</p><p><strong>Efeitos Adversos:</strong></p><ul><li><p>Náusea</p></li><li><p>Vômito</p></li><li><p>Diarreia</p></li><li><p>Anorexia</p></li><li><p>Dispepsia</p></li><li><p>Cefaleia </p></li><li><p>Tontura</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-14 19:11:40 UTC</pubDate>
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         <title>DONEPEZILA</title>
         <author>edylainecamara</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>CONTRAINDICAÇÕES:</strong></p><ul><li><p> Hipersensibilidade.</p></li><li><p>Asma e Doenças Pulmonares Obstrutivas Crônicas (DPOC).</p></li><li><p>Insuficiência Hepática Grave.</p></li><li><p>Úlcera Péptica Ativa.</p></li><li><p>Bradicardia e Distúrbios do Ritmo Cardíaco.</p></li><li><p>A donepezila não deve ser tomada por crianças, mulheres grávidas ou em amamentação, ou por pessoas que tenham alergia à donepezila, a derivados de piperidina ou a qualquer um dos componentes da fórmula.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-14 19:19:44 UTC</pubDate>
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         <title>GALANTAMINA</title>
         <author>edylainecamara</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>MECANISMO DE AÇÃO</strong></p><p>     A <strong>galantamina inibe temporariamente a AChE</strong>, impedindo a degradação da ACh. Como resultado, a <strong>concentração desse neurotransmissor aumenta</strong>, melhorando a comunicação entre os neurônios ainda funcionais. </p><p><strong>A inibição é reversível e competitiva:</strong></p><p><strong>Reversível</strong> : A galantamina não se liga permanentemente à enzima; sua ação cessa quando sua concentração no organismo diminui.<br><strong>Competitiva</strong> : Ela compete com a ACh pelo mesmo local de ligação na AChE. Significando, em <strong>altas concentrações de ACh</strong>, a enzima pode ser reativada, permitindo um controle mais fino da neurotransmissão. </p><p>     Além da inibição da AChE, a galantamina <strong>age como um modulador positivo dos receptores nicotínicos</strong>. Isso <strong>potencializa a liberação de acetilcolina e melhora a plasticidade sináptica</strong>, favorecendo a comunicação neuronal. Esse efeito pode explicar por que a galantamina <strong>pode ter um impacto clínico maior</strong> em relação a outros inibidores da AChE, como donepezila e rivastigmina.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-14 19:57:44 UTC</pubDate>
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         <title>GALANTAMINA</title>
         <author>edylainecamara</author>
         <link>https://padlet.com/edylainecamara/2hogyzrxa18iyt0j/wish/3366850914</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>INDICAÇÕES: </strong></p><p><strong> Efeitos Positivos</strong></p><p>    A galantamina é indicada para pacientes em estágio leve a moderado da Doença de Alzheimer (DA), que apresentam comprometimento da memória e das funções cognitivas devido à redução dos níveis de acetilcolina.</p><p>     Geralmente, pacientes com DA têm dificuldades para se concentrar em tarefas simples, pois a diminuição da acetilcolina afeta os circuitos neuronais responsáveis pela atenção. Embora a doença continue a progredir, a galantamina pode <strong>prolongar a fase de funcionalidade cognitiva</strong>, permitindo que o paciente mantenha habilidades como <strong>conversação, raciocínio e reconhecimento de pessoas</strong> por mais tempo. Esse efeito é mais evidente nos <strong>primeiros 6 a 12 meses de tratamento</strong>, tornando-se <strong>menos eficaz conforme a degeneração neuronal avança</strong>.</p><p><strong>Limitações do Tratamento</strong></p><p><strong>Perda de eficácia ao longo do tempo</strong>: A galantamina torna-se menos eficaz à medida que mais neurônios morrem. Em estágios avançados, a quantidade de neurônios colinérgicos remanescentes pode ser <strong>insuficiente para que o fármaco tenha um efeito significativo</strong>.</p><p> <strong>Interações medicamentosas</strong> : Como a galantamina é metabolizada pelas enzimas hepáticas <strong>CYP2D6 e CYP3A4</strong>, fármacos que <strong>inibem essas enzimas</strong> (como <strong>fluoxetina e cetoconazol</strong>) podem aumentar seus níveis no sangue, elevando o risco de efeitos adversos.</p><p><strong>Efeitos Adversos:</strong></p><ul><li><p>Náusea</p></li><li><p>Vômito</p></li><li><p>Diarreia</p></li><li><p>Dor abdominal</p></li><li><p>Anorexia</p></li><li><p>Depressão</p></li><li><p>Convulsões</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-14 20:21:06 UTC</pubDate>
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         <title>GALANTAMINA</title>
         <author>edylainecamara</author>
         <link>https://padlet.com/edylainecamara/2hogyzrxa18iyt0j/wish/3366864363</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>CONTRAINDICAÇÕES</strong> </p><ul><li><p>Não deve ser utilizado por mulheres que estão amamentando.</p></li><li><p>Mulheres grávidas não devem utilizar sem a orientação do médico.</p></li><li><p>Informe ao seu médico todos os remédios que você está tomando, como antifúngico, antidepressivos, antibióticos, anti-inflamatórios e para o coração. O uso concomitante com alguns deles podem causar reações adversas.</p></li><li><p>Hipersensibilidade.</p></li><li><p>Insuficiência Renal Grave.</p></li><li><p>Insuficiência Hepática Grave.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-14 20:44:56 UTC</pubDate>
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         <title>ARTIGO: Mecanismo de ação dos medicamentos utilizados no tratamento da doença de Alzheimer.</title>
         <author>edylainecamara</author>
         <link>https://padlet.com/edylainecamara/2hogyzrxa18iyt0j/wish/3366985091</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 01:50:44 UTC</pubDate>
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         <title>RIVASTIGMINA</title>
         <author>edylainecamara</author>
         <link>https://padlet.com/edylainecamara/2hogyzrxa18iyt0j/wish/3367299931</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>MECANISMO DE AÇÃO</strong></p><p>        A <strong>rivastigmina</strong> é um <strong>inibidor reversível das enzimas acetilcolinesterase (AChE) e butirilcolinesterase (BChE)</strong>. Ao inibir essas enzimas, a rivastigmina <strong>impede a degradação da acetilcolina</strong> fenda sináptica, aumentando sua concentração nas sinapses e, assim, <strong>melhorando a comunicação neuronal</strong> e<strong> prolongando sua ação</strong>. Isso resulta em uma <strong>maior estimulação dos receptores colinérgicos</strong> (muscarínicos e nicotínicos), <strong>potencializando a neurotransmissão colinérgica</strong>, o que é particularmente benéfico em condições como a <strong>doença de Alzheimer</strong>, onde há uma deficiência de ACh.  </p><p>       Mais ainda,<strong> </strong>Esse efeito <strong>preservador</strong> da atividade colinérgica permite que os pacientes <strong>mantenham sua independência por mais tempo</strong>. Com o uso contínuo da rivastigmina, há um <strong>atraso na manifestação de sintomas mais graves</strong>, como a <strong>perda total de memória</strong>, <strong>confusão mental</strong>, e a <strong>incapacidade de realizar atividades cotidianas</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 14:32:48 UTC</pubDate>
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         <title>RIVASTIGMINA</title>
         <author>edylainecamara</author>
         <link>https://padlet.com/edylainecamara/2hogyzrxa18iyt0j/wish/3367311027</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>INDICAÇÕES:</strong></p><p>      <strong>Efeitos positivos</strong>: A <strong>rivastigmina</strong> é indicada nos <strong>estágios leves a moderadamente graves</strong>, sendo eficaz na <strong>redução do declínio cognitivo</strong> e na melhoria das funções cognitivas, como <strong>memória</strong>, <strong>atenção</strong> e <strong>capacidade de aprendizado</strong>. Nos primeiros estágios da doença, a diminuição da atividade da <strong>acetilcolina</strong> no cérebro é um dos principais fatores responsáveis pelos sintomas cognitivos e comportamentais.</p><p>      Por isso, A medicação <strong>aumenta a quantidade de acetilcolina disponível no cérebro</strong>, permitindo que os neurônios se comuniquem melhor, o que resulta em <strong>melhora das funções cognitivas e na capacidade de realizar tarefas diárias</strong>.</p><p><strong>Limitações do tratamento: </strong></p><p><strong>Interações medicamentosas</strong>: A rivastigmina pode interagir com diversos medicamentos, alterando sua eficácia ou aumentando o risco de efeitos adversos. Por exemplo, a coadministração com <strong>ciclosporina</strong> é contraindicada devido ao risco aumentado de toxicidade hepática.</p><p><strong>Eficácia limitada na progressão da doença: </strong>A rivastigmina <strong>não impede</strong> a <strong>progressão da doença</strong> subjacente, seus efeitos benéficos são <strong>temporários e limitados. </strong>A <strong>evolução natural da doença</strong> continua, e, com o tempo, a progressão dos sintomas pode ser observada novamente. Dessa forma, embora a medicação ajude a <strong>suavizar os sintomas</strong> de forma transitória, ela <strong>não altera</strong> o curso <strong>irreversível</strong> das condições neurológicas.</p><p><strong>Efeitos adversos:</strong></p><ul><li><p>Dor abdominal</p></li><li><p>Perda de apetite</p></li><li><p>Diarreia</p></li><li><p>Tontura</p></li><li><p>Sonolência</p></li><li><p>Dor de cabeça</p></li><li><p>Incontinência urinária</p></li><li><p>Infecção urinária</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 14:54:19 UTC</pubDate>
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         <title>RIVASTIGMINA</title>
         <author>edylainecamara</author>
         <link>https://padlet.com/edylainecamara/2hogyzrxa18iyt0j/wish/3367324795</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>CONTRAINDICAÇÕES:</strong></p><ul><li><p><strong>Hipersensibilidade </strong> à rivastigmina, a outros derivados do carbamato ou a qualquer componente da fórmula.</p></li><li><p><strong>Insuficiência hepática grave</strong>.</p></li><li><p><strong>Reações alérgicas cutâneas</strong> no local de aplicação do adesivo transdérmico, como dermatite de contato.</p></li><li><p><strong>Insuficiência renal grave</strong>.</p></li><li><p>Não é recomendada a utilização de rivastigmina durante a <strong>gravidez</strong>, especialmente no primeiro trimestre, devido a riscos potenciais para o feto. Também é contraindicado durante o período de <strong>amamentação</strong>, uma vez que o medicamento pode ser excretado no leite materno e afetar o bebê.</p></li><li><p>A rivastigmina deve ser evitada em pacientes com <strong>distúrbios cardíacos graves</strong>, como o <strong>bloqueio cardíaco</strong>. O medicamento pode ter efeitos colaterais no ritmo cardíaco, e esses pacientes podem ser mais suscetíveis a complicações.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 15:21:22 UTC</pubDate>
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         <title>MEMANTINA</title>
         <author>edylainecamara</author>
         <link>https://padlet.com/edylainecamara/2hogyzrxa18iyt0j/wish/3367375164</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>MECANISMO DE AÇÃO: </strong></p><p>        A memantina é um medicamento que atua como um antagonista do receptor NMDA, que é um tipo de receptor para o glutamato. O glutamato é um neurotransmissor excitatório que ajuda a transmitir sinais entre os neurônios. Em condições normais, ele é essencial para funções como aprendizado e memória.               Além disso, cada célula nervosa tem um conjunto específico de receptores, que são responsáveis por receberem o glutamato proveniente da célula vizinha. No entanto, quando há uma superprodução de glutamato, como na DA, isso pode levar à ativação excessiva dos receptores NMDA. Essa ativação excessiva permite que muito cálcio entre nas células nervosas, o que pode ser prejudicial e causar morte celular, isso é conhecido como excitotoxicidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 16:47:33 UTC</pubDate>
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         <title>MEMANTINA</title>
         <author>edylainecamara</author>
         <link>https://padlet.com/edylainecamara/2hogyzrxa18iyt0j/wish/3367384054</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>INDICAÇÕES:</strong></p><p><strong>Efeitos positivos:</strong></p><p>      A memantina é indicada em estágios moderados a graves da Doença de Alzheimer, sendo recomendada quando há comprometimento cognitivo significativo que afeta as atividades diárias do paciente.</p><p>Assim, seu objetivo é melhorar os sintomas cognitivos e funcionais, podendo contribuir para a manutenção da qualidade de vida dos pacientes. </p><p>       Além disso, é frequentemente utilizada em combinação com inibidores da acetilcolinesterase, como donepezila, rivastigmina ou galantamina, para potencializar os efeitos terapêuticos.</p><p><strong>Limitações do Tratamento:</strong></p><p><strong>Eficácia Limitada:</strong></p><p><strong>Resposta Variável</strong>: Nem todos os pacientes respondem ao tratamento com memantina. A eficácia pode variar significativamente entre indivíduos, e alguns podem não apresentar melhora nos sintomas cognitivos ou funcionais. Além disso, ela não altera o curso da DA; seu efeito é sintomático, e a progressão da doença continua.</p><p><strong>Interações medicamentosas: </strong>O uso simultâneo de memantina com outros antagonistas do NMDA deve ser evitado devido ao risco aumentado de efeitos adversos, como sintomas extrapiramidais e psicose farmacotóxica.</p><p><strong>Efeitos Adversos: </strong></p><ul><li><p>Dor de cabeça.</p></li><li><p>Sonolência.</p></li><li><p>Prisão de ventre.</p></li><li><p>Tontura.</p></li><li><p>Distúrbios de equilíbrio.</p></li><li><p> Dispneia.</p></li><li><p>Infecção do trato urinário.</p></li><li><p>Hematúria.</p></li><li><p>Incontinência urinária.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 17:03:59 UTC</pubDate>
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         <title>MEMANTINA</title>
         <author>edylainecamara</author>
         <link>https://padlet.com/edylainecamara/2hogyzrxa18iyt0j/wish/3367387651</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>CONTRAINDICAÇÕES:</strong></p><ul><li><p><strong>Hipersensibilidade:</strong> Não deve ser utilizado por pacientes com alergia conhecida ao cloridrato de memantina ou a qualquer um de seus componentes.</p></li><li><p><strong>Gravidez:</strong> Classificado como categoria de risco B, não existem dados clínicos suficientes sobre o uso de cloridrato de memantina durante a gravidez.</p></li><li><p><strong>Função Hepática:</strong> A memantina <strong>não deve ser utilizada</strong> em pacientes com <strong>comprometimento hepático grave</strong>.</p></li><li><p><strong>Função Renal:</strong> A memantina deve ser <strong>administrada com precaução em pacientes com comprometimento renal</strong>. A dosagem do medicamento será ajustada conforme a <strong>gravidade da insuficiência renal.</strong></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 17:12:25 UTC</pubDate>
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         <title>VIAS DE ADMINISTRAÇÃO </title>
         <author>edylainecamara</author>
         <link>https://padlet.com/edylainecamara/2hogyzrxa18iyt0j/wish/3367387695</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>DONEPEZILA</strong></p><ul><li><p><strong>Via de administração:</strong> Oral</p></li><li><p><strong>Forma farmacêutica:</strong> Comprimidos</p></li></ul><p><strong>RIVASTIGMINA</strong></p><ul><li><p><strong>Via de administração:</strong> Oral e transdérmica.</p></li><li><p><strong>Forma farmacêutica:</strong> Comprimidos e adesivos transdérmicos.</p></li></ul><p><strong>GALANTAMINA</strong></p><ul><li><p><strong>Via de administração:</strong> Oral.</p></li><li><p><strong>Forma farmacêutica:</strong> Comprimidos e solução oral.</p></li></ul><p><strong>MEMANTINA</strong></p><ul><li><p><strong>Via de administração:</strong> Oral.</p></li><li><p><strong>Forma farmacêutica:</strong> Comprimidos e solução oral.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 17:12:35 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>DOENÇA DE ALZHEIMER</title>
         <author>edylainecamara</author>
         <link>https://padlet.com/edylainecamara/2hogyzrxa18iyt0j/wish/3367394040</link>
         <description><![CDATA[<p>         A <strong>Doença de Alzheimer (DA)</strong> é um transtorno  <strong>neurodegenerativa</strong> que leva à perda de memória, comprometimento cognitivo e alterações comportamentais. É a forma mais comum de demência, responsável por 60-70% dos casos de demência ao redor do mundo. Caracteriza-se pelo acúmulo de <strong>placas de amiloide</strong>,  que são proteínas chamadas <strong>beta-amiloides, </strong>as quais acumulam-se no cérebro, formando placas que prejudicam a comunicação entre os neurônios. Outra proteína, a <strong>tau</strong>, se acumula dentro dos neurônios, formando emaranhados que comprometem o funcionamento celular e contribuem para a morte neuronal.</p><p>         A doença é <strong>progressiva</strong> e <strong>fatal</strong>, afetando principalmente pessoas idosas, sendo mais prevalente em indivíduos com <strong>65 anos ou mais</strong>. A maior parte dos casos ocorre após os <strong>70 a 75 anos</strong>, e o risco aumenta consideravelmente com o envelhecimento. No entanto, em uma menor proporção, a doença também pode afetar pessoas mais jovens, o que é chamado de <strong>Doença de Alzheimer de início precoce</strong>, que ocorre antes dos <strong>65 anos</strong>. Nesses casos, a doença pode se manifestar entre os <strong>40 e 60 anos</strong>.</p><p>         Estudos científicos indicam que indivíduos com <strong>histórico familiar</strong> de demência, especialmente em parentes de primeiro grau, apresentam maior risco de desenvolver a doença. Embora o histórico familiar seja um fator de risco significativo, a DA também tem afetado indivíduos sem esse histórico. Isso pode ser atribuído a fatores ambientais, estilo de vida e condições de saúde que influenciam o desenvolvimento da doença. No Brasil, estima-se que cerca de <strong>1,2 milhão de pessoas</strong> vivam com alguma forma de demência, com a prevalência aumentando entre pessoas com <strong>65 anos ou mais</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 17:27:38 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo: Farmacologia da Doença de Alzheimer: Inibidores da Acetilcolinesterase e Antagonistas NMDA</title>
         <author>edylainecamara</author>
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         <pubDate>2025-03-15 17:36:34 UTC</pubDate>
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         <title>Artigo: FARMACOLOGIA DO MAL DE ALZHEIMER: MELHORIA
DOS EFEITOS ADVERSOS E PERSPECTIVAS FUTURAS</title>
         <author>edylainecamara</author>
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         <pubDate>2025-03-15 17:39:29 UTC</pubDate>
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         <title>Revista Eletrônica de Farmácia: TERAPIA MEDICAMENTOSA DA DOENÇA DE ALZHEIMER </title>
         <author>edylainecamara</author>
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         <pubDate>2025-03-15 17:42:15 UTC</pubDate>
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         <title>Revista de Saúde Pública: Consumo de medicamentos para doença de Alzheimer no mercado privado brasileiro</title>
         <author>edylainecamara</author>
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         <pubDate>2025-03-15 17:48:21 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo: QUAIS SÃO AS FASES DA DOENÇA DE ALZHEIMER?</title>
         <author>edylainecamara</author>
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         <pubDate>2025-03-15 17:50:52 UTC</pubDate>
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