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      <title>“Transformações dos meios rural e urbano e os impactos na vida cotidiana” by GIOVANE ALVES VILAR DA SILVA</title>
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      <description>Giovane Alves Vilar da Silva 
nº 29             7º ano A</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-18 23:27:03 UTC</pubDate>
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         <title>Urbanização</title>
         <author>giovane4927559</author>
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         <description><![CDATA[<div>Urbanização é o crescimento das cidades, tanto em população quanto em extensão territorial. É o processo em que o espaço rural transforma-se em espaço urbano, com a consequente migração populacional do tipo campo–cidade que, quando ocorre de forma intensa e acelerada, é chamada de êxodo rural.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-19 04:14:56 UTC</pubDate>
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         <title>Urbanização de São Paulo</title>
         <author>giovane4927559</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>São Paulo foi uma das primeiras cidades a se urbanizar no Brasil. Isso trouxe muitos avanços para o país que na época estava em processo de consolidação. Mas a ocorrência desse processo ocasionou diversos problemas. Tal fato ocorreu devido a vinda de imigrantes de dentro e fora do Brasil para o centro urbano a procura de melhores condições de vida através de trabalho assalariado. A região nordestina em vista de seus problemas com a miséria e a falta de emprego foi uma das regiões que mais favoreceram para urbanização da cidade Paulista. Outro fato foi a migração de pequenos proprietários de terras para a cidade. Isso se deu pelo aumento da produção cafeeira e a introdução das máquinas no campo fazendo com que os grandes latifundiários se apropriassem delas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-19 04:15:00 UTC</pubDate>
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         <title>Problemas de infraestrutura</title>
         <author>giovane4927559</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Com esse grande fluxo de pessoas para a cidade a população dobrou. Com o aumento da urbanização os problemas de infraestrutura se agravaram. A falta de moradias acarretou o surgimento das favelas que levou a desigualdade social. Além disso, a falta de saneamento básico preocupava a população que temia manifestações de epidemias e pestes.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-19 04:15:03 UTC</pubDate>
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         <title>Problemas ambientais urbanos</title>
         <author>giovane4927559</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os problemas ambientais urbanos são fenômenos que impactam diretamente no meio ambiente das cidades. Em muitas situações, esses fenômenos possuem causas naturais, mas que são potencializadas pela ação do homem, assim como pela acentuada transformação da natureza. Os elementos motivadores desses problemas ambientais nas cidades estão centrados em questões relacionadas à intensa modificação do espaço natural pelas atividades produtivas.&nbsp; Os principais problemas ambientais urbanos são: poluição, ilhas de calor, inversão térmica, chuva ácida, enchentes e deslizamentos de terra. No Brasil esses problemas estão intimamente ligados à expansão desordenada dos centros urbanos. Os problemas ambientais urbanos geram consequências econômicas e ambientais,<strong> </strong>como o impacto na disponibilidade e na qualidade dos recursos ambientais e o volume de vidas perdidas em razão de grandes desastres naturais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-19 04:15:06 UTC</pubDate>
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         <title>Os povos originários da região metropolitana de São Paulo</title>
         <author>giovane4927559</author>
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         <description><![CDATA[<div>São mais de 1.400 habitantes e ao menos 12 etnias presentes na cidade cujo nome remonta a um povo que viveu em São Paulo até a chegada dos portugueses. Porém, hoje os indígenas que buscam manter a história na região metropolitana são, sobretudo, vindos de outros estados. Os últimos dados oficiais, apontam para a presença de 21 mil indígenas na Grande São Paulo, com aldeias como a Tekoa Itakupe, no Jaraguá, na zona oeste, e o povo <a href="https://mural.blogfolha.uol.com.br/2019/05/12/maes-indigenas-se-tornam-lideres-de-aldeias-no-extremo-sul-de-sao-paulo/">Guarani Mbya,</a> em Parelheiros, na zona sul. Diversos povos habitavam a região e se perderam com o tempo como os Karijó (ou Guarani), Tupinikim, Tupinambá, Kaiapó, Guayanás e Guarulhos (ou maromomi). Os guayanás eram nômades que viviam da caça, pesca e coleta de frutos silvestres. O nome inspirou o nome do distrito de Guaianases, na zona leste, por onde teriam passado. O censo demográfico de 2010 realizado pelo IBGE constatou que atualmente há no Brasil cerca de 817.963 indígenas. Desse total, 502.783 encontram-se na zona rural e 315.180 habitam os centros urbanos.<br>O reconhecimento crescente do papel dos povos indígenas na ampliação da diversidade da fauna e da flora, por meio de seus conhecimentos e formas únicas de viver e ocupar um lugar, é um dos caminhos para abordar a importância das terras indígenas. Se há florestas em pé é porque há povos indígenas que as conservam.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-19 04:15:09 UTC</pubDate>
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         <title>Transformações  climáticas</title>
         <author>giovane4927559</author>
         <link>https://padlet.com/giovane4927559/2hdzra5sx7w43m0/wish/1751147401</link>
         <description><![CDATA[<div>Os extremos de precipitação e de temperatura aumentaram na região metropolitana de São Paulo desde a década de 1970. A tendência estaria ligada ao rápido e desorganizado processo de urbanização. Entre os problemas causados pela urbanização descontrolada, a RMSP enfrenta severos episódios de inundação causados, em grande medida, pela intensa impermeabilização da superfície. Além disso, a região atravessa dificuldades de abastecimento de água. Subiu a frequência de chuvas moderadas e extremas, principalmente a partir de meados da década de 1970. Por outro lado, a quantidade de dias com chuvas leves, menores do que 5mm/dia, diminuiu. Aumentou a frequência de dias com valores extremos de temperatura, superiores a 32°C. Nos últimos 30 anos, temperatura mínimas mais amenas se tornaram menos comuns.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-19 04:15:11 UTC</pubDate>
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         <title> Transformações físicas</title>
         <author>giovane4927559</author>
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         <description><![CDATA[<div>Desde a sua fundação, em 1554, até os dias de hoje, a capital paulista vem passando por diversas transformações. De vila pobre e isolada do centro da colônia, a cidade se transformou, ao longo dos séculos, no principal centro financeiro, corporativo e mercantil da América Latina. Antigos parques fabris estão sendo transformados em bairros residenciais e comerciais, e novas áreas estão sendo povoadas, ou ao menos tendo sua especulação imobiliária intensificada. O processo de expansão urbana nas últimas décadas aliou especulação imobiliária, esvaziamento das áreas centrais e precariedade nos novos loteamentos. Entre os elementos da capital que sofreram transformações, os rios ganham destaque. Havia no passado uma relação positiva, e de lazer, entre o paulistano e os rios que cortam a cidade, especialmente o Tietê. No início do século XX, os clubes de regatas foram palco de grandes confraternizações entre as famílias em suas margens, que se reuniam para esportes náuticos e pescarias, partidas de futebol e piqueniques. Ao longo dos anos, porém, com a industrialização e o crescimento da população, os rios passaram a ser utilizados como veículos de canalização de esgotos. Hoje, já não são vistos como passíveis de lazer, perderam todo seu encanto e passaram a ser objeto de incômodo para os moradores de seu entorno. O que se vê são rios mortos, esquecidos, ignorados, verdadeiros esgotos a céu aberto.&nbsp;</div><div>Os interesses industriais e a especulação imobiliária interferiram e continuam influenciando a geografia da cidade.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-19 04:15:14 UTC</pubDate>
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         <title>As diferenças do clima antes da urbanização e atualmente</title>
         <author>giovane4927559</author>
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         <description><![CDATA[<div>Da época dos jesuítas pra cá, São Paulo devorou quase todo o verde ao redor e deixou de ter apenas cinco climas, como há quinhentos anos, na época do descobrimento. Os cinco tipos eram variações do clima Tropical, marcados por uma estação fria e seca, que se estende pelo outono e o inverno, e outra quente e chuvosa, durante a primavera e o verão, com temperaturas médias que variavam de 15ºC a 25ºC. A temperatura média da cidade de São Paulo subiu 1,3ºC nos últimos 40 anos. Até os anos 60, a capital ainda era a Terra da Garoa, por causa da chuva fina e assídua que se somava a um clima mais frio que o atual. No inverno os paulistanos não dispensavam casacos grossos, luvas e cachecóis.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-19 04:15:17 UTC</pubDate>
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         <title>Differences in climate before urbanization and today</title>
         <author>giovane4927559</author>
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         <description><![CDATA[<div>From the time of the Jesuits until now, São Paulo has devoured almost all the green around it and no longer has only five climates, as it was five hundred years ago, at the time of the discovery. The five types were tropical climate variations, marked by a cold and dry season, which extends into autumn and winter, and a hot and rainy season, during spring and summer, with average temperatures ranging from 15ºC to 25ºC. The average temperature in the city of São Paulo has risen 1.3ºC in the last 40 years. Until the 1960s, the capital was still the Land of Drizzle, due to the fine and regular rain that was added to a colder climate than today. In winter, paulistanos did not dispense with thick coats, gloves and scarves.</div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-19 04:15:19 UTC</pubDate>
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