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      <title>Memorial de Percurso Inclusivo 2025.1 by Stéphanie Alix</title>
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      <description>Olá, Pessoal
Este é o nosso Memorial de Atividades Culturais. Ele será tecido pelo entrelaçamento de narrativas pessoais, com as experiências nos espaços culturais e com o livro Capacitismo.

💡Segue as orientações da avaliação na primeira coluna.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-02 16:38:09 UTC</pubDate>
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         <title>Dando significado a Memória. (2º ENCONTRO: 01/04)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Memória&nbsp;</p><p><strong>“Não se esquecer para não se repetir”</strong></p><p><br></p><ul><li><p>“faculdade de conservar e lembrar estados de consciência passados e tudo quanto se ache associado aos mesmos”</p></li></ul><p><br></p><ul><li><p>“aquilo que ocorre ao espírito como resultado de experiências já vividas; lembrança, reminiscência”.</p></li></ul><p>					(Oxford Languages)</p><p><br><br><br></p><p>Ainda estou aqui é uma adaptação do livro autobiográfico, de mesmo nome, escrito por Marcelo Rubens Paiva. No livro é retratado as memórias de Marcelo acerca do seu relacionamento com sua mãe, Eunice Paiva, e com sua família, além do período da ditadura militar no brasil que ocasionou na morte de seu pai, o deputado federal Rubens Paiva. Assim pode-se compreender que o filme ao retratar o que familia Paiva enfrentou durante a década de 70 no brasil, mais especificamente no Rio de Janeiro, tenta mostrar, a partir de um acontecimento verídico, que a população brasileira não deve esquecer a história de seu país e o fato de como a ditadura militar foi um período marcado pela violência e pelas tentativas de deturpar a memória dos cidadãos brasileiros para os horrores da intervenção militar.&nbsp;</p><p>Assim, tendo o contexto do filme ao qual passa uma mensagem para que a população não se esqueça da ditadura militar e do seu impacto negativo na vida de milhares de pessoas e também para que esse marco não se repita é possível fazer uma conexão com o ambiente educacional. Portanto ao reconhecer que a escola pode ser um local de dor e sofrimento e não de aprendizado e conexão torna-se importante realizar o ato de “Não se esquecer para não se repetir” com o objetivo de fazer com que aqueles que vivenciaram acontecimentos negativos na educação se lembrem e futuramente não repitam/reproduzam essas ações.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 13:36:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>01/04 - Cinema: ‘Ainda estou aqui’ </p><p>Neste dia fomos assistir ao filme ‘Ainda estou aqui’, um filme brasileiro de 2024, do gênero drama biográfico, baseado na autobiografia homônima de 2015, escrita por Marcelo Rubens Paiva. </p><p>Na discussão sobre o filme surgiram algumas palavras, a que mais me chamou atenção foi ‘prisão’ que pelo significado do dicionário se apresenta como: </p><p>1. ato ou efeito de prender; captura, aprisionamento, detenção.</p><p>2. estado de preso; cativeiro.</p><p>Só que no filme vemos que além do estado de captura e aprisionamento do Rubens Paiva juntamente com a tortura, temos a prisão da Eunice e sua família, que além de ter sido presa por alguns dias viveu também a tortura emocional de não ter notícias do seu marido e não ter a confirmação de sua morte. Essa prisão e tortura emocional mexeram bastante comigo ao longo do filme.</p><p><br></p><p>Incluí neste arquivo a música Cálice, pois me veio a memória essa música quando falamos sobre o quanto a Eunice foi silenciada para não falar sobre o que estava acontecendo, mas que foi uma referência por ter lutado, falado e posteriormente ter conseguido o atestado de óbito do seu marido. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 14:30:08 UTC</pubDate>
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         <title>08/04</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>08/04 - Discussão sobre o livro ‘Capacitismo’ do Victor di Marco.</p><p>Neste dia começamos a conversar sobre o livro e uma palavra que me chamou atenção nesse dia foi: Interseccionalidade que pode ser conceituada da seguinte maneira “A interseccionalidade é um conceito que descreve como diferentes categorias de identidade social (como raça, gênero, classe, orientação sexual, entre outras) se interligam e se influenciam, criando experiências e posições sociais únicas para cada indivíduo. Em outras palavras, a interseccionalidade reconhece que as pessoas não são apenas afetadas por um fator social, mas sim por uma combinação de fatores que podem gerar desigualdades ou privilégio”</p><p>Entender a interseccionalidade como camadas que nos constituem é de extrema importância para entendermos de qual ponto estamos falando e da nossa experiência. O autor falar sobre ele ser um homem branco, gay e com deficiência e em como essas ‘camadas’ são importantes para entender o seu contexto. </p><p>Incluí aqui uma imagem que eu mesma desenhei com aquarela e canetinha preta que para mim ilustra de forma didática o conceito de interseccionalidade incluindo alguns dos conceitos que nos permeiam como: raça, orientação sexual, classe, nacional e identidade de gênero. </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 14:38:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<p>15/04 - Continuação da discussão sobre o livro: Capacitismo do Victor di Marco.</p><p>Neste dia uma palavra que me chamou atenção foi alteridade que no dicionário tem o seguinte significado: </p><ol><li><p>natureza ou condição do que é outro, do que é distinto.</p></li><li><p>FILOSOFIA</p><p>situação, estado ou qualidade que se constitui através de relações de contraste, distinção, diferença.</p><p>Alteridade nos da uma posição de como podemos entender vivendo com o outro, sem necessariamente tentar se colocar no ponto de vista do outro, mas sim com a capacidade de valorizar o outro com seu próprio ponto de vista, experiências e perspectivas, reconhecer o outro na sua diferença e tomando por ponto de partida que não somos todos iguais e que as diferenças precisam ser respeitadas. </p><p>Com isso vejo que sempre temos que estar atentos e valorizar o outro com o ponto de vista dele, reconhecer que temos nossa visão e nossa experiência singular e que o outro possui a dele. </p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 14:46:56 UTC</pubDate>
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         <title>Autoimagem (3º ENCONTRO: 08/04)</title>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Autoimagem</strong></p><p>A imagem representa a singularidade de cada indivíduo e revela como, ao nos olharmos no espelho, nos deparamos com muito mais do que uma aparência, nós encontramos fragmentos da nossa própria história e das nossas vivências. Cada traço, cada detalhe ou no caso da imagem cada peça que compõe o que vemos é de extrema importância para a&nbsp; construção da nossa autoimagem. Dessa forma, reconhecer e valorizar essas partes, mesmo aquelas que julgamos imperfeitas, é um passo fundamental para compreender quem somos. Portanto, o exercício de olhar no espelho é um ato de aceitação, amor-próprio e fortalecimento da identidade.<em> </em>De acordo com o trecho do livro Capacitismo: o mito da capacidade:</p><p>“O corpo manifesto é, também, quando uma pessoa com deficiência começa a deixar com que sua deficiência apareça e começa a fazer dela sua característica, que também a define no mundo. A deficiência não é mais escondida e, sim, feita como uma parte integrante do corpo; um manifesto do corpo”.</p><p>É possível compreender que o autor, Victor Di Marco, ao falar do corpo manifesto expõe a importância da pessoa com deficiência em se reconhecer na sua deficiência e como um sujeito pertencente das dinâmicas sociais respeitando sua trajetória, suas vivências e se fazendo pertencente/dono da sua própria casa.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-02 15:59:34 UTC</pubDate>
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         <title>25/03</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Esta foi a primeira aula da disciplina, na qual tivemos que fazer uma autoapresentação baseada em umas das músicas apresentadas previamente pela professora. </p><p><br></p><p>Eu escolhi parte de 2 músicas que me tocaram muito a respeito de uma fase da minha vida que acabei de viver. </p><p><br></p><p>Admirável Chip Novo - Pitty </p><p><br></p><p>"Parafuso e fluído em lugar de articulação<br>Até achava que aqui batia um coração<br>Nada é orgânico, é tudo programado<br>E eu achando que tinha me libertado[...]</p><p><br></p><p>Pense, fale, compre, beba<br>Leia, vote, não se esqueça<br>Use, seja, ouça, diga<br>Tenha, more, gaste, viva"</p><p><br></p><p>AmarElo - Emicida </p><p><br></p><p>"Ano passado eu morri</p><p>Mas esse ano eu não morro" </p><p><br></p><p>Frente a uma realidade muito precarizada de trabalho em uma escola da rede particular, me vi sozinha sendo professora regente de uma turma de 24 alunos, tendo que dar conta de tudo e mais um pouco, tendo um aluno autista e querendo oferecer a ele e a todos os outros alunos da turma, uma educação de qualidade sem apoio ou suporte por parte da coordenação pedagógica e da direção, me vi adoecer de uma forma muito intensa, a ponto de precisar fazer uso de algumas medicações para me manter de pé. </p><p><br></p><p>Com a ajuda do meu marido, de psicológas e principalmente de Deus, decidi por dar fim a esta situação em que estava agindo como máquina/robô e acabei por decidir que ano passado eu até morri, mas neste ano eu não morro! </p><p><br></p><p>"Costumam adotar uma ótica funcionalista de um corpo."(Marco, 2020,p.8) Na sociedade em que vivemos, temos sempre que estar em condições de fazer o melhor, de superar limites, de nos destacarmos, nem sempre é isso que conseguimos fazer. Nem sempre é isso que queremos fazer e ir contra isso, nos exige muita coragem. Para sair do ciclo em que vivi na escola em que trabalhei, precisei de muita coragem! </p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 00:15:56 UTC</pubDate>
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         <title>08/04</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Nesta aula começamos com a leitura e a discussão do livro Capacitismo - de Victor Di Marco </p><p><br></p><p>Acho que o autor traz uma discussão muito esclarecedora sobre este tema, o que me fez enxergar o quanto ainda estamos longe de sermos uma sociedade realmente inclusiva. </p><p><br></p><p>Victor Di Marco traz relevantes conceitos em seu livro para educação. São alguns deles: </p><p> </p><p><strong>Ótica funcionalista</strong> -  Funcionalidade na roda do capital </p><p><br></p><p><strong>Biopsicossocial </strong>- Abordagem que considera os aspectos biológicos, psicológicos e sociais de uma pessoa para entender a saúde o sofrimento da mesma.</p><p><br></p><p><strong>Corpo </strong>- Conceito criado para estabelecer limites, circunstâncias planejadas que prescrevem início, meio e fim. </p><p><br></p><p><strong>Capacitismo </strong>- É a opressão e o preconceito contra pessoas que possuem algum tipo de deficiência. </p><p><br></p><p>Vários tópicos me chamaram atenção nesta aula, mas um dos principais foi o comentário da professora Érika sobre a Nota Ténica 4, de 2014, que diz que a escola não pode pedir laudo aos pais de crianças que "aparentem" ter algum tipo de deficiência. </p><p><br></p><p>Isso é comum de acontecer, a escola em que eu trabalhava, exigiu o laudo da mãe do meu aluno autista e me diziam que ele só permaneceria em sala com laudo e medicado. Caso ele estivesse sem medicação e "irredutível", que eu deveria ir até a secretaria da escola, pedir para  ligarem para o responsável  ir buscá-lo. </p><p><br></p><p>"Se estabelece uma imagem de que a criança é apenas sua deficiência, porque é assim que todas as pessoas se relacionam com ela."(Marco, 2020, p.15) </p><p>Bom, era nítido no meu cotidiano escola o quanto as pessoas não viam meu aluno Samuel como uma criança, eles o viam como "autista". As pessoas demonstravam receio de falar com ele, de se aproximar dele. Isso é preconceito, isso é capacistismo, isso é desumano! </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 00:30:10 UTC</pubDate>
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         <title>15/04</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3449389081</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta aula, continuamos a discussão do livro Capacitismo, de Victor Di Marco. </p><p><br/></p><p>O que começou me marcar sobre isto, aconteceu no meu atual trabalho, com uma outra estagiária, em uma conversa informal. </p><p>Estávamos eu, ela e mais outra estagiária conversando e ela veio dizer que uma amiga dela comentou com ela sobre uma "escola especial para alunos com deficiência" e ela estava maravilhada com esta ideia, que na opinião dela, crianças com deficiência deveriam estudar em escolas separadas, para que recebessem um melhor atendimento. </p><p>Eu e a outra estagiária nos opussemos na hora, dizendo que hoje em dia, no Brasil, isso é proibido. Que uma criança com deficiência possui o mesmo direito que o de qualquer outra criança, inclusive o de estar matriculada em uma escola regular. Inclusive a muitos âmparos de lei para essa nossa afirmação, mas ela não aceitou e quis continuar de forma muito ignorante, a defender sua ideia grotesca. Eu pedi licença e saí da conversa, mas fiquei chocada com tamanha ignorância. </p><p><br/></p><p>Começamos a aula com uma frase do livro, que se  encontra na página 19, que diz que: "Se temos que incluir alguém, é porque existe alguém excluído. Não se inclui alguém que já faz parte de algo." </p><p><br/></p><p>Essa menina/estagiária, quis continuar a discussão me chamando no meu whatsapp pessoas, mas preferi enviar para ela vários documentos de lei que falam sobre o assunto de inclusão de crianças com deficiência, para que ela pudesse ler e basear seus pensamentos em fontes seguras e concretas, mas a mesma me respondeu da seguinte forma: </p><p>" [...]  Eu deixo pra prefeitura dizer se é ou não contra a lei, entende ?! Não entro nesse mérito. Óbvio que é ótimo ser informada com toda essa informação e saber as diretrizes, mas deixo para quem&nbsp;é&nbsp;de&nbsp;direito." </p><p><br/></p><p>Não compartilho da mesma ideia. Acredito que a responsabilidade  de fazer acontecer e cobrar pela inclusão é de todos nós, principalmente profissionais da educação, se pensarmos de forma individualizada, dificilmente vamos avançar por este caminho. </p><p><br/></p><p>"A história das pessoas com deficiência pelo mundo nos diz que esses corpos sempre foram escondidos e aprisionados por ser quem são - isso quando não eram descartados no nascimento." (Marco, 2020, p.18)</p><p>Nossas práticas docentes nas escolas serão capazes de incluir todas as crianças, tenham elas algum tipo de deficiência ou não ou será que continuaremos sendo excludentes, assim como esta estagiária que citei acima, que acredita que o lugar de uma criança com deficiência é dentro de uma escola só de deficientes? </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 00:42:33 UTC</pubDate>
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         <title>01/04</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3449414676</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta aula, fomos à Reserva Cultural da UFF assistir o filme brasileiro: Ainda estou aqui. </p><p><br></p><p>Esta foi a segunda vez que vi este filme. E de ambas as vezes ele me despertou o mesmo sentimento de: "Caramba! Quantas pessoas foram apagadas da história. Que tiveram suas vidas interrompidas vítimas de um sistema de governo extremamente brutal, que se via no direito de matar quem quisesse, das formas mais covardes possíveis. </p><p><br></p><p>Lembro que a primeira vez que discuti sobre a ditadura militar, foi nas aulas de História da Educação II, com a Professora Alessandra Schueler, na faculdade de Educação. Ali eu consegui entender um pouco tamanha brutalidade desta época histórica. </p><p><br></p><p>Assim que acabei de ver o filme pela primeira vez, ainda muito perplexa com toda realidade exposta vivida, em específico, a morte do ex-deputado Rubens Paiva, marido de Eunice Paiva e pai de 5 filhos, lembro que meu marido me disse: </p><p>"Eu não entendi ainda o porque deste nome "Ainda estou aqui!"</p><p>E eu disse: Eu entendo que o objetivo desse filme é trazer a nossa memória a vida de tantas pessoas que desapareceram durante a Ditadura Militar do Brasil e que ainda não tiveram suas histórias "terminadas". Elas ainda estão aqui, porque ainda tem famílias, amigos, filhos que choram, procuram, buscam informações de pessoas que "simplismente sumiram" depois de um interrogatório. Para essas famílias/ amigos, ficou-se a pergunta durante anos: "Morreram?", "Estão em outro país?", "Vão voltar?"</p><p>Então para essas famílias, essas pessoas desaparecidas, ainda estão aqui!</p><p><br></p><p>"Eu me expulsei da minha própria casa, pois me fizeram acreditar que eu era um invasor." (Marco, 2020, p.9)</p><p><br></p><p>Na ditadura, as pessoas que representavam "perigo" ao governo, que lutavam pelo direito de liberdade, de expressão, eram exiladas do país e muitas vezes mortas violentamente. A ditadura militar acabou, entretanto a sociedade que vivemos, os espaços que a compõem, muitas vezes, "exila" as pessoas com deficiência, impede que essas participem da vida em sociedade e que usurfruam dos seus direitos.  A ditadura exterminava militantes e nosso atual sistema preconceituoso extermina milhares de pessoas que não se encaixam nos "padrões".</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 00:55:50 UTC</pubDate>
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         <title>Árvore da Inclusão (7º ENCONTRO: 06/05)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3455100528</link>
         <description><![CDATA[<p>A obra foi inspirada da exposição vista no dia 06/05/2025 que tinha como tema principal a ecologia na qual as obras em sua maioria foram feitas com materiais reciclados, reutilizados ou resíduos, e visavam temas como a permanência, as memórias e a vida. Por esse motivo resolvi fazer esse desenho no qual utilizei apenas elementos que eu já tinha em minha casa, inclusive as folhas e galhos que foram recolhidos dos vasos de plantas.</p><p>Dessa forma, o desenho representa artisticamente a "Árvore da Inclusão" que tem por objetivo&nbsp; simbolizar a acessibilidade e a inclusão no planejamento e na prática pedagógica.&nbsp; A árvore, nesse contexto, representa a sociedade ideal que deveria proteger e acolher todos os indivíduos contra os desafios causados pela falta de inclusão. Os galhos, com diferentes formas e localizados na base do tronco, ilustram justamente essa diversidade, refletindo as distintas necessidades e realidades que a sociedade deve abraçar.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-17 13:58:16 UTC</pubDate>
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         <title>06, maio de 2025 - Deslocamento Formativo &quot;Espaço Cultural Correios Niterói&quot; (RELATO PARA EXEMPLO)</title>
         <author>stephaniealix</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3466289339</link>
         <description><![CDATA[<p>Como <strong>registro estético</strong> para esse encontro, resolvi fazer um quadro de corte e colagem virtual. Tal ideia surgiu pois no dia 06 de maio eu e a turma de Atividade Cultural fomos visitar o Espaço Cultural Correios que fica em Niterói. </p><p><br></p><p>Nesse dia, fomos recebidos pelos próprios artistas das obras, e foi uma experiência mais que incrível poder ouvi-los contando como surgiram as ideias e como foi feito cada quadro pintado/colado.</p><p><br></p><p>O quadro de Maurício Kiffer foi o que mais me chamou a atenção, e foi muito interessante poder perguntar diretamente ao autor o que ele pensou ao começar a colar cada objeto e papel na tela branca.</p><p><br></p><p>Ele disse que não tinha intenção de colocar tudo aquilo, mas foi colando, colando e colando, e, quando percebeu, a obra já estava daquele jeito. No seu quadro tinha de tudo: tampa de garrafa, arames, miçangas em formato de peixe e bolinhas, muitos papéis, cauda de baleia de brinquedo e pedacinhos de pano que simulavam ondas do mar.</p><p><br></p><p>Admirando muito sua ideia, decidi fazer um <em>corte</em> e <em>colagem </em>em formato virtual com algumas imagens que marcaram esse dia tão especial. Pude compreender então a sua vontade de colar mais e mais porque de fato, essa técnica é muito instigante pois parece que não tem certo ou errado, as letras tortas e coloridas não é um problema; um elemento de cabeça pra baixo não tem importância; uma imagem por cima da outra muito menos. Esse registro foi, portanto, libertador.&nbsp;</p><p><br></p><p>Em contrapartida, nem toda manifestação artística que foge do ideal é vista como libertadora; às vezes, ela é interpretada como superação, dependendo de quem a realiza. <strong>É o que Victor Di Marco relata no seu livro “Capacitismo: o mito da capacidade”</strong>, ao mencionar como seus filmes são visto pelas pessoas <em>sem deficiência</em>:</p><p><br></p><blockquote><p>“O que me preocupa, também, é que não se pode pensar apenas em uma representação na arte sem uma mudança estrutural concreta. Digo isso pois percebo que, em muitos festivais nos quais o meu filme passa, ele segue sendo percebido enquanto um filme de superação e isso coloca, os artistas com deficiência, em uma caixa que recusamos.”</p></blockquote><p><br></p><p>Victor expressa, no capítulo “A arte é capacitista?”, experiências pessoais e dados que escancaram a exclusão das pessoas com deficiência no mundo artístico. Além disso, o escritor ressalta a pouca valorização das obras áudiovisuais feitas por artistas nacionais por parte da própria sociedade. A valorização dos filmes internacionais é sempre maior.</p><p>&nbsp;</p><p>O autor relata um acontecimento que me fez parar alguns segundos para tentar entender quais são as razões e motivações que levam às pessoas "sem deficiência" (aqui eu uso as aspas porque eu não encontrei, até o presente momento, se quer uma pessoa que é eficiente, sem limitação e sem vulnerabilidade em todos os contextos existentes para considerá-la sem deficiência. Usar esse termo, por si só, reforça a exclusão e também a diferença como algo negativo das pessoas que possuem alguma limitação física, mental, sensorial ou intelectual) a agirem de maneira tão excludente e beirando o irracional. Victor menciona quando recebeu um prêmio que não existia, ou seja, não era uma categoria oficial, para ser contemplado pelo seu sucesso na produção de uma obra audiovisual que realizara. O prêmio foi intitulado “prêmio especial”.&nbsp;</p><p><br></p><p>Isso me conduziu automaticamente à sua explicação sobre integração, que, por sua vez, leva diversas pessoas a acreditarem que estão praticando uma ação inclusiva, mas, na verdade, estão apenas reforçando que tal espaço ainda não está preparado para essas pessoas; portanto, configura-se como segregador. </p><p><br></p><p>Me pergunto: até quando o rompimento com o ideal, o comum e o normal ainda será visto, percebido, notado e interpretado como errado, estranho, ameaçador, tolerável e alvo de inclusão (afinal, se é preciso incluir, é porque há alguém excluído), e não como libertador, como potência, multiplicidade, normalidade?. Será que um dia alcançaremos a libertação plena, a ponto de não precisarmos mais falar em “incluir” alguém, porque a sociedade será, de fato, adequada para todos?</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 17:43:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Meu objeto autobiográfico</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3467981202</link>
         <description><![CDATA[<p>Essa foto me remete à uma das minhas primeiras lembranças enquanto pessoa presente no mundo. Esse dia era o meu aniversário de 1 ano e o aniversário de 5 anos do meu irmão ( nascemos com exatos 3 anos e 364 dias de diferença) e gosto de lembrar desse momento como a partilha de um dia especial para mim com as pessoas mais especiais da minha vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-26 22:46:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>AVALIAÇÃO DA DISCIPLINA - ROTEIRO DOS RELATOS</title>
         <author>stephaniealix</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3469696933</link>
         <description><![CDATA[<p>Como proposta avaliativa da disciplina, foi combinado o uso do Padlet para registrar as narrativas pessoais, as experiências nos espaços culturais e diálogos com o livro “Capacitismo: o mito da capacidade” de Victor Di Marco. As orientações são as seguintes: </p><p><br></p><ol><li><p><strong>Cada encontro</strong> terá um registro;</p></li><li><p>Esse registro precisa ser feito <strong>usando um recurso inusitado</strong> (foto, pintura, colagem, audiovisual ou podcast); </p></li><li><p>Além disso, ele precisa também ter uma <strong>frase do livro com as suas impressões e afetos</strong>;</p></li></ol><p><br></p><p><strong><mark>Observação importante:</mark></strong> Se você não puder participar de algum encontro da semana, compense esse dia realizando uma intervenção estética a sua escolha, desde que esteja relacionado aos temas discutidos na disciplina. Lembre-se de seguir as orientações para o registro: incluir, um elemento estético e estabelecer um diálogo com o autor.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-05-27 19:49:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ENCONTROS DA DISCIPLINA</title>
         <author>stephaniealix</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3469727251</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1º ENCONTRO: 25/03 </strong></p><p>Proposta: Ouvir a playlist e articular trechos das músicas para tecer a autoapresentação oralmente.</p><p><br></p><p><strong>2º ENCONTRO: 01/04</strong></p><p>Proposta: Assistir o filme “Ainda estou aqui” na Reserva Cultural</p><p><br></p><p><strong>3º ENCONTRO: 08/04</strong></p><p>Proposta: Roda de conversas embasadas nos conceitos discutidos por Victor Di Marco em seu livro “Capacitismo: o mito da capacidade”</p><p><br></p><p><strong>4º ENCONTRO: 15/04</strong></p><p>Proposta: Continuação da roda de conversa sobre o livro “Capacitismo: o mito da capacidade”</p><p><br></p><p><strong>5º ENCONTRO: 22/04</strong></p><p><strong>(FERIADO)</strong></p><p><br></p><p><strong>6º ENCONTRO: 29/04</strong></p><p>Proposta: Participação como ouvintes da mesa “Psicologia e políticas da deficiência: uma análise sobre autismo”, no bloco N.</p><p><br></p><p><strong>7º ENCONTRO: 06/05</strong></p><p>Proposta: Visita guiada ao Espaço Cultural Correios Niterói.</p><p><br></p><p><strong>8º ENCONTRO: 12/05</strong></p><p>Proposta: Finalizar as reflexões do livro Capacitismo: o mito da capacidade.</p><p><br></p><p><strong>9º ENCONTRO: 20/05 (III SEMANA DA PEDAGOGIA)</strong></p><p>Proposta: Convite para participação da Oficina 3: Caminhos da inclusão e da acessibilidade: a experiência da Comissão de Educação Inclusiva e Acessibilidade no curso de Pedagogia (CEIA-FEUFF). Horário: 14h às 16h.</p><p><br></p><p><strong>10º ENCONTRO: 27/05</strong></p><p>Proposta: Visitação Virtual + Deslocamento Formativo à Biblioteca do Gragoatá.</p><p><br></p><p><strong>11° ENCONTRO: 03/06 </strong></p><p>Proposta: Visita ao Centro de Artes da UFF para assistir o filme "Sol de Inverno". </p><p><br></p><p><strong>12° ENCONTRO: 10/06 </strong></p><p>Proposta: Visita Guiada ao Museu Janete Costa de Arte Popular; </p><p><br></p><p><strong>13° ENCONTRO: 17/06 </strong></p><p>Proposta: Visita guiada ao Museu Antônio Parreiras </p><p><br></p><p><strong>14° ENCONTRO: 24/06 </strong></p><p><strong>(FERIADO)</strong></p><p><br></p><p><strong>15° ENCONTRO: 01/07</strong></p><p>Proposta: Visita ao Museu de Arte Contemporânea (MAC) </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 20:35:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Esperança (1º ENCONTRO: 25/03) </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3474595394</link>
         <description><![CDATA[<p>Vivemos em um mundo repleto de desafios, dores e desilusões. Em meio a discursos de ódio, desigualdade e desesperança, somos desafiados diariamente a encontrar sentido, coragem e beleza para continuar. As músicas que escolhi revelam diferentes aspectos dessa luta cotidiana e, juntas, constroem uma narrativa de resistência, empatia e fé no que ainda pode ser transformado. Dessa forma, a arte, o futebol, a música, a história e os afetos tudo isso pode ser combustível para seguir em frente. Mesmo em tempos de ódio, dor e desilusão, ainda é possível encontrar beleza, esperança e humanidade.&nbsp;</p><p>A música "Admirável Chip Novo", de Pitty, reflete sobre como a vida tem se tornado artificial, mecanizada, sem espaço para o sentir. Diante disso, somos convidados a não aceitar essa frieza como normal e a resistir, recuperando a sensibilidade e a esperança.</p><p>Na contramão da dureza do cotidiano, Cesar MC traz uma dose de afeto em "Canção Infantil". O verso “Se o Mengão jogar, pode até parcelar, Vai ter carne, cerveja, refri e carvão” mostra que mesmo em tempos difíceis, há pequenas alegrias que reacendem o espírito. Ver o Flamengo em campo, seja no futebol ou em outros esportes, traz um sopro de alegria, união e identidade. É nesses momentos simples que descobrimos razões para sorrir.</p><p>Em "Passarinhos", o Emicida mostra o caos do mundo: “Em colapso o planeta gira... e no meio disso tudo, 'tamo tipo...”. Mesmo assim, seguimos, como passarinhos que voam apesar da tempestade. Essa imagem reforça a ideia de que, mesmo em meio ao colapso, a leveza e o afeto podem sobreviver.</p><p>Clara Nunes, em "Canto das três raças", relembra a herança de sofrimento: “Fora a luta dos inconfidentes, Pela quebra das correntes, Nada adiantou”. E reconhecendo tamanha dor, a canção se torna um grito de memória e identidade, que nos ajuda a não esquecer de onde viemos, para sabermos para onde vamos.</p><p>Já Gonzaguinha faz uma provocação em "Comportamento Geral" quando diz: “Você deve estampar sempre um ar de alegria, E dizer: tudo tem melhorado”. Um retrato sarcástico de uma positividade imposta socialmente que ao mesmo tempo é uma crítica à conformidade, nos lembrando que não precisamos fingir que está tudo bem para continuar acreditando que podemos mudar as coisas.</p><p>A música "Maria, Maria" de Milton Nascimento&nbsp; pode ser considerada poesia e resistência e no trecho: “De uma gente que ri quando deve chorar, E não vive, apenas aguenta”, traduz o sofrimento silenciado e a potência de um povo que, mesmo marginalizado, ainda carrega alegria e resistência em seu modo de existir.</p><p>O Rappa, em "Auto-reverse", enxerga esperança no trecho: “Achar alegria, motivo e razão, Onde dizem que não”.</p><p>Elis Regina, em "Como nossos pais", canta sobre uma frustração: “Eles venceram, E o sinal está fechado pra nós”. mas ao mesmo tempo canta sobre uma força latente de quem ainda acredita que é possível romper com esse destino imposto, como nossos pais tentaram, como nós ainda podemos tentar.</p><p>Por fim, "Andar com fé", de Gilberto Gil, sintetiza tudo: “A fé 'tá viva e sã, A fé também 'tá pra morrer”. A fé, então, não é algo absoluto, mas oscilante. E mesmo assim, é ela que nos movimenta, mesmo quando tudo parece incerto. É essa fé que nos move e às vezes, ela se materializa nas pequenas alegrias, como ver o Flamengo em campo.</p><p>Portanto, essas músicas mostram que, mesmo diante da dor, ainda podemos acreditar. Ainda dá para ver o lado bom das coisas e, acima de tudo, encontrar na humanidade motivos para continuar</p><p>Assim deixo linkado uma música (O Que É o Que É? Gonzaguinha) que nos faz refletir justamente sobre a esperança e a beleza da vida, mesmo diante das dificuldades. A letra destaca a importância de não ter vergonha de ser feliz e de celebrar a vida, mesmo quando ela não for perfeita.<br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=IYZcsb706q8" />
         <pubDate>2025-05-31 15:19:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Responsabilidade (9º ENCONTRO: 20/05 )</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3475031961</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia da oficina com o tema “Caminhos da inclusão e da acessibilidade: a experiência da Comissão de Educação Inclusiva e Acessibilidade no curso de Pedagogia” as apresentadoras falaram sobre a tentativa de um censo e nos apresentaram dados com um recorte específico para a pedagogia. Com esses dados foram discutidas questões de permanência e além disso esses dados também foram utilizados para entender as dinâmicas de vida dos estudantes da pedagogia e os impactos das ações afirmativas nesses estudantes.&nbsp; Em seguida uma atividade foi realizada com o grupo presente no qual foram ditas palavras e cada pessoa deveria escrever algo sobre a palavra que mais te atingisse de alguma forma. As palavras utilizadas foram equidade, justiça, permanência, acessibilidade, responsabilidade, igualdade, inclusão, bem-estar, autonomia, oportunidade, formação, informação e valorização, dentre essas palavras a que mais me chamou a atenção foi responsabilidade pois recentemente eu havia estudado sobre o conceito de responsabilidade de Bakhtin. O conceito se refere ao fato de que mesmo sem intenção há algo no discurso que impacta/influencia algo ou alguém, seja o autor do discurso um autor, um professor ou qualquer um que discursa, crie ou produza algo tem responsabilidade sobre aquilo cria, desse modo Bakhtin destaca a importância de assumir essa responsabilidade.&nbsp;</p><p>Assim, cito aqui um trecho do livro Capacitismo: o mito da capacidade do autor Victor Di Marco que diz” Aqui somos levados a responsabilizar o ato de mensurar o que vem antes e depois de um tempo, ou então de um corpo”. Através desse trecho podemos fazer uma reflexão sobre a responsabilidade social em relação às pessoas com deficiência. Ao considerar o tempo como corpo, o texto questiona o lugar que os corpos com deficiência ocupam na linha da vida social, frequentemente excluídos como se não pertencessem plenamente à sociedade. A responsabilidade se conecta com a maneira como a sociedade mede e valoriza a vida a partir de um ideal normativo de corpo, desse modo assumir responsabilidade implica romper com essa repetição de imagens e expectativas normativas, reconhecendo a legitimidade e diversidade da vida com deficiência.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 15:06:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Minha História de vida</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3475136273</link>
         <description><![CDATA[<p>Primeiro dia de aula 25/03/25 - atividade ouvir uma play list  identificar a que mais te descreve. Escolhi a "Canto das três  raças" - musica que marcou a minha infância.</p><p>Nasci no dia em que essa estátua estava sendo preparada para a inauguração. Meu pai era administrador e fazia jardins pela cidade. Estava terminando a praça para inauguração, quando chegou em casa, por volta das três horas da madrugada, nasci às 3h7.</p><p>Sou negra, com nascimento marcado pela inauguração da estátua em comemoração a fundação da cidade de Niterói e descendente de negros e brancos (suiços).família Monnerat, apesar de não ter no meu nome esse sobrenome, motivo de brigas familiares.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 19:31:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ainda estou aqui</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3475141355</link>
         <description><![CDATA[<p>2º dia de aula  01/04/25 - Ida ao cinema do Reserva Cultural , assistir o filme "Ainda estou aqui"</p><p>Riso como forma de resistência</p><p>O riso é uma potente forma de resistência e crítica social, muito bem retratada através da foto da personagem Eunice e seus filhos, que mesmo na incerteza da vida e com o pai desaparecido, após militares o retirarem de casa, durante a ditadura, para depoimento não se deixaram abater, se recusando a posar para foto como uma pessoa sofrida. Não esmoreceu a Eunice e nem se vitimou, foi valente até o fim em busca do reconhecimento da morte do seu marido.</p><p>Ditadura período da história do Brasil no período dos anos 1964 à 1985, um regime  autoritário, marcado por repressão política, censura, perseguições (e tanto o marido como a própria Eunice foram itimas além dos seus filhos), tortura e restrições às liberdades civis.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 19:44:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Capacitismo e eu</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3475152622</link>
         <description><![CDATA[<p>3º dia de aula 08/04/25 Início da conversa sobre o livro "Capacitismo o mito da capacidade" Vitor Di Marco</p><p>Algumas frases me chamaram a atenção: "integração é chamar para a festa e inclusão é chamar para dançar"; "Eu nasci de um aborto. Um aborto genealógico, biológico e parental" Frases fortes para uma pessoa com ou sem deficiência, que não deveriam ser ditas. Sou de uma família que tem crianças: uma com síndrome de down e a outra com autismo, sobrinhos. No caso do meu sobrinho com síndrome de down a minha irmão nunca o escondeu, muito pelo contrário buscou entender e como agir; já aminha cunhada escondeu e esconde o meu sobrinho até hoje por vergonha. Toda criança é bem vinda ao um mundo pois com elas somos capazes de ser melhores, de aprender coisas e de fazer coisas. Uma criança com deficiência não é a deficiência é a criança com uma especificidade diferente iguais a muitas que temos, pois somos todos diferentes, com especificidades diferentes,  independente de termos os mesmos pais. Finalizo com uma fala do Vítor " Se viemos ao mundo para ensinar algo ou para "dar trabalho" para alguém, se assume, então, que há uma diferença"</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 20:15:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>25/03 - Parafuso e fluído em lugar de articulação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3476545831</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao termos que nos autoapresentar a partir das músicas anteriormente apresentadas me deparei com uma música que escutava sempre enquanto pré-adolescente.</p><p><br></p><p>A diferença de idade e de conhecimento me fez ter um novo olhar para a música como um todo principalmente na perspectiva de alguém que tinha a plena certeza de que se conhecia e que fazia suas próprias escolhas e depois descobrindo que não era bem assim.</p><p><br></p><p>Crescer foi ótimo, mas também muito difícil, perceber que a vida e nossas escolhas não são tão simples quanto pensamos é com certeza uma grande mudança. Mas saber disso te ajuda a mudar e ajudar a vida de outras pessoas também, e para melhor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 19:10:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>01/04 - Sorria, nós vamos sorrir</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3476563214</link>
         <description><![CDATA[<p>A primeira vista parece um filme qe fala sobre a vida normal de uma família normal que mora no Rio, porém aos poucos você percebe que não é bem assim. Aos poucos o filme mostra que aquela não era uma família normal e que o sistema no qual estavam vivendo também não era normal.</p><p><br></p><p>Assistir este filme foi com certeza uma experiência que não vou esquecer, o desconforto que você sente ao se sentir impotente ao ver tanta coisa acontecendo e não poder ajudar, mudar o final ou avisar de alguma forma é surreal. Assistir uma família ser separada apenas por tentar ajudar outras pessoas, por não concordar com o sistema atual é estarrecedor.</p><p><br></p><p>Assistir este filme e ao mesmo tempo ler o livro de Victor Di Marco me fez pensar como tudo é política, aceitar algo ou não, fazer algo ou não, dizer algo ou não, tudo isso é política, tudo isso influencia no futuro das pessoas ao nosso redor, sejam amigos, família ou até desconhecidos</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-02 19:34:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>08/04 - Autenticidade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3477397547</link>
         <description><![CDATA[<p>"Mas quem dita o que é ter uma deficiência? É a partir de que corpos que julgamos o que é diferente?"</p><p><br></p><p>Assim começo esta narrativa, pois acredito ser uma das partes que me tocou durante a leitura e estudo deste livro do qual pude aprender tanto. </p><p><br></p><p>Durante esta parte do livro me dei o direito de me sentir desconfortável, desconfortável pelas atitudes que já tomei e pensamentos que já tive enquanto afetada pelo "efeito manada" no qual apenas reproduzimos o que todos fazem. Pude refletir sobre como me tornar uma pessoa melhor para o coletivo, a pensar em formas onde ninguém se sinta incluído, pois não terá a necessidade de se fazer uma inclusão anunciada, um ambiente onde todos se sintam pertencentes e acolhidos sem a necessidade de constrangimento.</p><p><br></p><p>Ter outras perspectivas e vivências sendo expostas na sala de aula e no texto foi capaz de abrir nossos olhos para novos horizontes e entender mais que, a "deficiência" ou o "especial" não existem, já que não somos iguais, não pensamos ou falamos iguais, sendo assim por que apenas uma dessas é considerado deficiência? Somos todos autênticos de nossa própria forma.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-03 13:11:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3477397547</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Quem me ensinou a ter alegria, motivo e razão, onde dizem que não. </title>
         <author>gi_anuda</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3479270556</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula do dia 25/03, nossa primeira aula, fomos convidadas à ouvir uma playlist, conhecer e reconhecer às musicas e a partir disso, escolher uma das musicas para nos apresentarmos. Essa proposta me interessou muito pois foi a primeira experiência que tive na universidade que trouxesse a musica para a sala de aula. Então, escolhi a musica Auto-reverse, do Rappa, para me apresentar, mais especificamente o seguinte trecho:</p><p><br></p><blockquote><p>"Uma doce família que tem a mania<br>De achar alegria, motivo e razão<br>Onde dizem que não<br>Aí que tá a mágica, meu irmão."</p></blockquote><p><br></p><p>A imagem que trago reflete o motivo de eu ter escolhido essa musica para me apresentar: minha avó.   </p><p><br></p><p>Minha avó criou uma doce família e  nos ensinou a ter a mania de achar alegria, motivo e razão onde até hoje, mesmo depois de sua partida, nos dizem que não. </p><p>Minha avó ria sempre que podia, era dona de uma alegria que contagiava a qualquer um e sabia levar a vida com uma leveza invejável. Minha avó me ensinou a ter bondade, alegria e me deixou muitas saudades. </p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-04 20:00:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>29/04 Participação como ouvintes da mesa &quot;Psicologia e políticas de deficiência: uma análise sobre autismo&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3485550453</link>
         <description><![CDATA[<p>A palestrante começou a palestra dizendo como a visão de um discurso passivo quanto às pessoas com deficiência estava ainda presente em 2022. E isso me chamou muita atenção, pois me arrisco a dizer que vemos alguns discursos como esse ainda hoje em dia, em 2025. O quanto o modelo patologizante está presente nos espaços com uma ideia eugênica e como isso só reitera ainda mais o capacitismo, onde a deficiência é vista como algo que tem que ser eliminado, ignorando o indivíduo e suas singularidades que perpassam por essa deficiência. </p><p>Trazendo um trecho do livro do Victor di Marco "Capacitismo: o mito da capacidade" onde ele diz: "Se anula o conhecimento que esse indivíduo pode ter sobre o seu próprio corpo e sua própria vida. Se induz ao pensar que, por não termos um corpo "válido" não temos a experiência de vida necessária para decidirmos por nós." </p><p>Neste trecho ele vem falando do olhar da família sobre ele e comenta até a dualidade de ser ou uma benção ou um fardo que dialoga muito com a palestra assistida no dia 29 de abril, onde a palestrante falou sobre o capacitismo e a perspectiva de que a deficiência deve ser eliminada. Muitas das vezes quando a família se vê com um deficiente em sua composição familiar, a tendência é reproduzir o comportamento da sociedade num geral, uma "representação da sociedade" como fala o Victor di Marco em seu livro. A família luta para que este novo corpo siga os parâmetros biológicos e sociais e o amor que deveria ser genuíno aparece em forma de cobrança e na esperança de que este sujeito corresponda com as expectativas da família. </p><p>Decidi colocar essa imagem para representar a atividade do dia que incluiu alguma forma de inclusão com a intérprete de LIBRAS presente na palestra. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 18:50:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>06/05 - Visita Guiada ao Espaço Cultural Correios</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3485591047</link>
         <description><![CDATA[<p>O Victor di Marco traz em seu livro uma reflexão importante que eu ainda não tinnha percebido, quando ele diz "Assim como a sociedade é capacitista a arte também é. Ela faz parte da sociedade e, consequentemente, de uma estrutura que se nutre do capacitismo" Nos faz refletir também sobre quantos artistas com deficiência conhecemos e realmente são poucos os artistas que, por exemplo, eu conheço. E arte por si só já não é valorizada e quando estamos falando de um artista pcd ele passa a ser invisível para as grandes mídias, só está na mídia quem segue os padrões estabelecidos, como o Victor exemplificou com o cantor Roberto Carlos, que nunca expôs sua deficiência nos shows, sempre canta de calça jeans para esconder sua deficiência, nos faz refletir se a sua deficiência ficasse visível ele teria o mesmo sucesso que teve. </p><p>Na exposição do Espaço Cultural dos correios pude perceber que nem todas as obras haviam acessibilidade, e isso é outro ponto a ser falado. A acessibilidade em obras de arte em museus é um aspecto fundamental para a democratização da cultura, a inclusão social, independentemente de suas condições físicas, sensoriais, cognitivas ou sociais. Garantir a acessibilidade nos espaços  vai muito além da eliminação de barreiras físicas: envolve o compromisso ético e institucional de tornar o conhecimento, a experiência estética e a participação cultural verdadeiramente universais.</p><p>Inseri aqui uma imagem da obra de um artista da exposição que me chamou muita atenção, por se tratar de galhos que ele retira da beira da praia e transforma acrescentando cerâmica e tinta. Nos contou uma história de que os garis zombavam dele por ser o "argentino que pega pau", por ele recolher os troncos da areia da praia, mas que depois de um tempo quando um deles viu o que ele fazia com esses pedaços de madeira se surpreendeu e isso nos remete ao quanto a arte num geral nunca é valorizada, mas quando buscamos aproximar as pessoas da arte o resultado é sempre surpreendente. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 19:44:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>12/05- Finalizar as reflexões do livro Capacitismo: o mito da capacidade. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3485607478</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste dia discutimos sobre o capítulo do livro "O corpo que dói". E algo que me chamou a atenção foi um trecho que ele diz: "Lembro das vezes que usava roupas que mostravam o corpo, principalmente no verão, camisas regatas e bermudas. Das pessoas me dizendo que eu não podia colocar a mostra o meu corpo, pois era vergonhoso." </p><p>O quanto dói ler isso e não consigo nem imaginar a dor que é escutar isso, mesmo quando se sente bem vestindo uma roupa, como era o caso do Victor naquele dia, mas, em contrapartida,  ele conta que nem sempre foi assim que na adolescência sempre procurava esconder seu corpo e tapar seus gestos. Crescer com referências de corpos totalmente diferentes do seu deve ser um trabalho árduo e dolorido. Faço uma associação com uma peça de teatro que vi e que relatei aqui em um dos encontros que perdi, que foi sobre corpos e suas singularidades, onde corpos gordos também perpassam por essa questão e dificuldade diante da sociedade, procurando sempre esconder seu corpo com medo dos julgamentos. Deixo uma imagem da peça de teatro como representação dessa associação que fiz.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 20:07:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>20/05- Convite para participação da Oficina 3: Caminhos da inclusão e da acessibilidade: a experiência da Comissaão de Educação Inclusiva e Acessibilidade no curso de pedagogia (CEIA-FEUFF). </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3485609981</link>
         <description><![CDATA[<p>Como não participei deste encontro a professora me convidou a escrever sobre algum passeio cultural que eu fiz e então escolhi um peça de teatro que fui no dia 07 de junho de 2025. O nome da peça é: “Deixa eu dizer que te amo” e fala sobre os corpos que habitamos e as histórias que carregamos, um espetáculo feito de memórias, afetos, risos e muita emoção. O espetáculo é feito por mulheres gordas que contam suas histórias, de como já quiseram se esconder, esconder o próprio corpo e passaram por situações difíceis escutando insultos. Isso me remeteu aos relatos do livro do Victor di Marco onde ele diz como já usou roupas largas para esconder sua deficiência e o que já escutou. Essas reflexões nos fazem perceber como diferentes grupos passam por situações desagradáveis que não deveriam passar. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 20:12:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>27/05- Visitação Virtual ao Museu de Coisas Banais e apresentação do objeto &quot;banal&quot; + Deslocamento Formativo à Biblioteca do Gragoatá.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3485615753</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste dia fomos convidados a levar um objeto biográfico e no dia eu não tinha visto a proposta no classroom então acabei não levando nada para a aula. Mas chegando em casa procurei por alguma foto que me representasse, pois acho que objeto em si não guardo nada que me represente tanto. Estava procurando uma foto do meu chá de bebê que foi uma roda de samba tocada pelo meu tio, irmão da minha mãe e pelo avô da minha prima, pai da mãe dela, mas não encontrei.  Em todas as comemorações de aniversário da minha família sempre tinha (e ainda tem) uma roda de samba composta por eles e isso marcou tanto a minha infância como a da minha prima, que aparece na foto anexada. Já que não achei uma foto do meu chá de bebê quis fazer uma colagem de algumas fotos com ela, porque de certa forma a minha relação com ela é autobiográfica, ela é a pessoa que mais me conhece e que eu sei que posso confiar para tudo, sempre tivemos uma relação muito próxima apesar de morarmos em cidades diferentes, uma das fotos da colagem é minha primeira lembrança de um passeio no Rio de Janeiro, onde ela mora, com ela. O que é muito significativo para mim, pois como eu disse o samba sempre atravessou nossa história e continua atravessando, hoje em dia continuamos a sair pelo Rio com nossa avó (mesmo aos seus 83 anos), minha mãe e meu tio (seu pai) para curtir um samba e isso é muito significativo para mim. Por isso essa foto me remete a isso. Nos encontros da família em casa conseguimos também ter o prazer do meu primo e irmão dela estar com a gente curtindo as músicas e dançando, apesar de não conseguir ficar em ambientes barulhentos por conta da sensibilidade auditiva por conta do autismo, ele também foi atravessado por nossos gostos musicais e hoje me emociono sempre que ele me chama para cantar ou dançar com ele, não quis trazer vídeos aqui, mas deixo uma foto de nós três na colagem como uma exemplificação desses momentos tão significativos para mim. A outra foto é ela com a médica que fez o meu parto no dia do meu nascimento, ela tinha apenas 7 meses e a médica quis tirar essa foto, pois ela também havia feito o parto da mãe dela, mas pra mim significa a visita no hospital de alguém que seria tão importante para mim durante a vida toda e já estava comigo ali no meu primeiro dia de vida, mesmo com seus 7 meses de vida. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-10 20:24:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vamos incluir?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3488242654</link>
         <description><![CDATA[<p>4º dia de aula (15/04/25) Continuação do livro Capacitismo. </p><p>"O que é inclusão? é um conjunto de ações que combate a desigualdade de oportunidades originados por diferenças sociais. É possibilitar, de modo efetivo, oportunidades iguais de acesso a bens e serviços sociais". Não são as pessoas com deficiência que devem se adaptar ao meio e sim o meio se adaptar a pessoa com deficiência. A única diferença entre uma pessoa com ou sem diferença é o fato do meio não ser adaptado, porque a capacidade de realização de uma atividade irá depender das adaptações feitas para serem realizadas. Vivemos num mundo onde o modelo econômico promove a desigualdade, diferente das propagandas de inclusão.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-12 12:35:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Qual o lugar da pessoa com deficiência no seu imaginário?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3488344208</link>
         <description><![CDATA[<p>6ª aula (29/04/25 - Palestra bloco N "Psicologia e Políticas da deficiência:uma análise sobre autismo" </p><p>"Qual o meu lugar no seu imaginário" Di Marco. Que lugar colocamos as pesoa com deficiência em nossas vidas? Temos amigos com deficiência? No Instagram? No Faceboock?</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-12 14:15:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Espaço Cultural dos Correios</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3488561132</link>
         <description><![CDATA[<p>7ª aula (06/05/25) - Espaço Cultural dos Correios em Niterói</p><p>Exposição "<strong>Se Tudo Fosse Cinza"; Diálogos - Conexões Criativas e Meio Ambiente","Coletivo 21" e "Organismos de uma paisagem".</strong></p><p><strong>Nesta exposição pude ver que a beleza e o significado das coisas, figuras e paisagens está nos olhos de quem vê. Nem sempre o que foi pensado e realizado numa obra é captado pela pessoa que está vendo ou analisando. Ainda não estamos acostumados a olhar e ver que nas diferenças tem beleza. Podemos relacionar esse olhar, ao olhar para uma pessoa com deficiência. O que vemos primeiro? A deficiência. Não nos preocupamos em ver as potencialidades e as belezas produzidas po eles. Focamos nas deficiências e nas dificuldades ao invés de observar o que é produzido por eles, mas também não com um olhar de espanto e sim de capacidades dentro de suas limitações e das limitações impostas pela sociedade e o ambiente. O Vitor Di Marco sempre foi "hostilizado" pela sua deficiência, não deixaram ele expor as suas habilidades e potencialidades. Um rapaz,ótimo escritor, que sabe expor as suas idéias (que muitas vezes é difícil para pessoas sem deficiência) e que muitas vezes não é valorizada e nem estimulada, se não fosse a sua mãe. Quando as pessoas irão perceber que a deficiência não é da pessoa e sim da sociedade que foi pensada para pessoas sem deficiência?</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-12 21:55:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Somos ou não Capacitistas?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3488571389</link>
         <description><![CDATA[<p>8a aula (12/05/25) Finalização das reflexões sobre o livro "Capacitismo".</p><p>A partir da leitura e das rodas de conversas, muitas atitudes que fazemos até mesmo sem saber e sem pensar, no cotidiano, são atitudes capacitistas e não sabemos. O simples fato de pegar na mão de uma pessoa cega para ajudá-la a atravessar a rua pode parecer algo muito bom, mas sem a permissão é uma agressão e uma atitude capacitista. Devemos perguntar se há a necessidade de ajuda ou não. Cada um sabe seus limites dentro da sociedade e havendo necessidade irão pedir.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-12 22:21:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Semana da Pedagogia 2025</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3488574241</link>
         <description><![CDATA[<p>9ª aula - Semana da Pedagogia. "Trabalho, Educação e Formação: Questões Contemporâneas".</p><p>"Espaços e Tempos de Estudantes Trabalhador na Universidade".</p><p>A questão de espaços e tempos de estudantes na universidade vai desde a graduação até o doutorado. Muitos estudantes que iniciam uma graduação, se não conseguem uma bolsa para permanecer na universidade, iniciam estágio ou outra forma de trabalhar para se manter. Isso prejudica o aprendizado e o tempo do estudante. Muitos reclamam de muitos textos para a leitura, pois o tempo disponível para estudo se limita ao período noturno. Dentro dos alunos que ingressam 783 somente 80 estudantes se formam no período indicado. Muitas vezes esses alunos não tem uma rede de apoio, por estarem muitas vezes longe de seu domicílio. As cotas ajjudam a reparar e minimizar essas diferenças de classes, já que os estudantes fazem parte da classe trabalhadora.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-12 22:29:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Semana da Pedagogia FEUFF</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3489711331</link>
         <description><![CDATA[<p>Infográfico informativo sobre o capacitismo</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-13 16:38:39 UTC</pubDate>
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         <title>Visitação a Biblioteca Gragoatá</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3489725258</link>
         <description><![CDATA[<p>10ª aula - 27/05/25 - Visita guiada a Biblioteca Central Gragoatá</p><p>Visita para o conhecimento de espaço que não é muito explorado na sua totalidade.</p><p>Conheci ambientes que não sabia que existia, locao para pessoas com deficiência com recursos para a ajudar nas limitações e ampliar as suas oportunidades de aprendizado.</p><p>Galeria de exposição que beneficia a todos , inclusive funcuonários, que queiram expos as suas obras.</p><p>Locais para livros especiais e antigos que podem ser estudados no local.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-13 17:04:37 UTC</pubDate>
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         <title>Cine  Arte UFF</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>11ª aula - 03/06/25 - Assistir filme no Cine Arte UFF - Sol do Inverno</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-13 17:08:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Visita ao Museu Janete Costa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-13 17:25:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Valorização do Esporte (11° ENCONTRO 03/06)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3490221706</link>
         <description><![CDATA[<p>O que me inspirou a fazer essa curta animação de uma figura patinando foi a cena do filme que assistimos no dia 03 de junho. O plano sequência da cena em a&nbsp; personagem Sakura patina sozinha dentro do ginásio, em que o professor Arakawa treina a Sakura e também passa a treinar o Takuya, foi esteticamente agradável a junção entre a iluminação, o piano tocando ao fundo e os movimentos realizados na cena foram a parte que ao assistir o filme mais me chamaram atenção. A cena me fez lembrar também dos patinadores profissionais e como nós do Brasil temos pouco contato com esse esporte mesmo que um dos maiores medalhistas brasileiros seja um patinador profissional, afinal o primeiro atleta brasileiro a se tornar tetracampeão dos jogos Pan-Americanos foi o patinador Marcel Sturmer. Ele conquistou várias medalhas em campeonatos Sul Americanos, Mundiais e Pan Americanos e mesmo com esse vasto número de conquistas ainda se ouve falar pouco do esportista.&nbsp;</p><p>Esse fato me fez refletir sobre um trecho que li no livro Capacitismo: o mito da capacidade, do Victor Di Marco, que aponta: “A questão é que se já é difícil para um cidadão brasileiro valorizar a sua própria cultura, quando uma obra é feita por uma pessoa com deficiência, isso se torna ainda mais difícil”. Mediante esse trecho ao considerar o baixo investimento e visibilidade que certas categorias dos esportes recebem no Brasil pondero uma reflexão para imaginar a situação dos atletas que possuem alguma deficiência. No ano da última olimpíadas por exemplo me recordo de ver as transmissões de diversos jogos diariamente (porque tenho grande interesse por esportes) porém logo após o encerramento das olimpíadas se deu inicio as paraolimpíadas e foi notável a diminuição de transmissão e divulgação dos jogos. Então a fala do Victor nesse contexto esportivo faz total sentido ao perceber que certas categorias no esporte são menos valorizadas e se formos pensar nas categorias com pessoas com deficiência essa valorização é menor ainda.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-14 14:15:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Objeto Banal (10º ENCONTRO: 27/05)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3490229863</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula do dia 27 durante a apresentação do objeto banal eu apresentei meu chaveiro com o escudo do flamengo. Na visitação virtual no museu das coisas banais me deparei com uma explicação sobre o objetivo do museu, a explicação diz que “Apesar de se chamar “Museu das Coisas Banais” este museu virtual tem o objetivo de promover uma reflexão em torno da memória agregada aos objetos cotidianos que, apesar de muitas vezes considerados banais, estabelecem uma relação afetiva ao longo do tempo e da vida com seus donos”. Assim, a minha escolha se baseia no fato de que um chaveiro pode parecer banal, mas para mim ele carrega um significado maior do que as outras pessoas podem imaginar. Esse chaveiro representa para mim uma conexão com o esporte, com o Flamengo e representa também uma época na qual eu e meus primos nos reunimos para jogar futebol, vôlei, queimada, brincadeiras de pique e muito mais do que você possa imaginar. Nessas brincadeiras, ao assistir jogos e estar em contato com o mundo dos esportes pude entender um pouco mais sobre mim mesma e sobre meus gostos ao parar para fazer essa reflexão do objeto banal tive a oportunidade de colocar em palavras essa parte da minha vida que tanto gosto.</p><p>Essa observação me lembra o que fala o Victor Di Marco ao longo de seu livro Capacitismo&nbsp; em relação a importância de se reconhecer, se entender como um morador de sua própria casa e poder dessa forma não somente habitar como também não se sentir como um intruso de seu próprio corpo.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-14 14:37:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>4º ENCONTRO: 15/04</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3496090821</link>
         <description><![CDATA[<p>Através do livro&nbsp; “Capacitismo: o mito da capacidade” do Victor Di Marco foi possível identificar pela sua perspectiva que estar dentro do ambiente educacional tendo uma deficiência não foi uma experiência fácil. Nos trechos a seguir fica evidente a sua visão do ambiente educacional e exemplos da maneira em que apenas estar dentro da escola foi de certa forma traumático para Victor:&nbsp;</p><ul><li><p>“A escola como uma instituição opera aqui como um órgão reprodutor da estrutura da capacidade, do corpo forte e do desenvolvimento infantil pautado em corpos sem deficiência”.</p></li><li><p>“... quando eu estava na escola e fui brincar no balanço, uma outra mãe ficou muito brava com o fato de eu estar no balanço sozinho.[...]outra mãe – de uma criança sem deficiência – se achou no direito de cobrar uma superproteção de um corpo que considerava frágil”.</p></li></ul><p><br></p><ul><li><p>“Na escola, as crianças colocavam o pé para eu cair, me esperavam escondidas nas dobras das paredes para que eu não as visse”.</p></li></ul><p><br></p><ul><li><p>“… uma vez em que eu estava pintando na escola e uma menina começou a rir da forma como eu pintava, pois eu borrava o desenho”.</p></li></ul><p><br></p><p>Mas os casos do Victor não ocorrem de maneira isolada,&nbsp; mediante os gráficos anexados anteriormente é possível compreender que a presença de pessoas PCDs dentro do ambiente escolar está longe de ser o ideal.&nbsp; Com os gráficos retirados do censo de 2022 feito pelo IBGE compreende-se que a porcentagem de pessoas com deficiência sem instrução e com o fundamental incompleto é, ainda, muito grande. Diante disso, acredito que tanto o relato de Victor quanto a análise desses dados são fundamentais para minha formação. Reconhecer essas realidades e histórias é essencial para que, no futuro, as salas de aula regulares se tornem espaços mais acessíveis, inclusivos e voltados à permanência e à aprendizagem de todos os alunos com deficiência que vierem a fazer parte delas.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-19 14:45:09 UTC</pubDate>
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         <title>O Milagre de Anne Sullivan (13° ENCONTRO: 17/06)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3499275521</link>
         <description><![CDATA[<p>No capítulo do livro Capacitismo, de Victor Di Marco, intitulado Família e a Estrutura da Culpa o autor fala sobre como a família exerce um papel fundamental na construção do comportamento e da identidade das pessoas com deficiência, sendo esse o primeiro espaço onde o corpo e a mente são moldados conforme os padrões sociais vigentes. A família, dessa forma, funciona como uma extensão do Estado: impõe limites, dita normas e constrói expectativas baseadas em uma lógica muitas vezes capacitista, onde o corpo com deficiência é visto como anormal, incompleto ou dependente. A partir desse ponto de vista, o amor familiar deixa de ser algo incondicional e passa a ser condicionado à adequação ou, no caso das pessoas com deficiência, à superação de sua própria condição.</p><p>Assim, trago linkado acima o filme “O Milagre de Anne Sullivan”, que retrata a história real de Helen Keller, uma menina surda e cega que, sem acesso à linguagem, era vista pela própria família como um ser “selvagem” e incontrolável. A família de Helen, embora amorosa, havia renunciado à esperança de que a filha pudesse ser educada, e com isso havia limitado drasticamente sua autonomia e dignidade. Ao tratar Helen como incapaz, negavam a ela o direito à subjetividade, enxergando-a mais como uma extensão da deficiência do que como uma pessoa completa.</p><p>Essa visão da deficiência como um fardo ou como algo que precisa ser compensado é o que o Victor Di Marco aponta em seu texto como ambiguidade do afeto no qual diz que o amor, embora motivado por boas intenções, se manifesta muitas vezes por meio da superproteção, da negação de escolhas e da imposição de caminhos tidos como “melhores” para a pessoa com deficiência. Esse tipo de cuidado, que deveria proteger, acaba sendo uma forma de violência simbólica. Ao não reconhecer a pessoa em sua individualidade, mas apenas a sua deficiência, a família se torna também um instrumento de silenciamento.</p><p>É justamente contra essa lógica que Anne Sullivan atua ao chegar na vida de Helen. Ela não a trata como alguém incapaz, mas como uma criança com potencial, que precisava apenas de ferramentas adequadas para se expressar. A transformação de Helen só é possível quando alguém acredita em sua capacidade de compreender, aprender e se comunicar, construindo assim sua confiança e autonomia deixando de lado essa relação de dependência e piedade utilizada pela família.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 13:51:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Sagrado (12° ENCONTRO: 10/06)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3499279494</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesse dia fizemos uma visita ao Museu Janete Costa de Arte Popular e vimos a exposição intitulada "Santa Intimidade” que tem por intuito falar sobre o sagrado e de acordo com o site do museu que explica um pouco mais sobre a exposição diz que o&nbsp; “sagrado é uma experiência pessoal e subjetiva, que pode se manifestar de maneira única e individual”. Assim, ao longo da exposição entramos em contato com diversos santos populares e figuras santificadas dentre os quais o santo São Gonçalo do Amarante me chamou mais atenção não só por ser de São Gonçalo&nbsp; mas também pela sua história. São Gonçalo é conhecido também pela sua&nbsp; associação à proteção e auxílio das mulheres dadas como prostitutas, que buscam seu auxílio para superar dificuldades em sua vida, pode-se dizer, portanto, que São Gonçalo de Amarante é um santo com uma relação vinculada às minorias, sendo reconhecido por sua proteção a grupos vulneráveis e por sua presença marcante na cultura popular.&nbsp;</p><p>Agora através de uma outra perspectiva Victor Di Marco em seu livro Capacitismo apresenta uma visão mais crítica da religião, visão essa construída a partir de vivências marcadas pela exclusão e pela associação da deficiência a ideias de punição e imperfeições nas tradições religiosas. Ao falar sobre noções acerca da religião, Victor reconhece a importância histórica das religiões na formação de valores e estruturas sociais, mas também aponta como elas, frequentemente, reforçam ideias capacitistas. A imagem do corpo sem deficiência como símbolo de pureza ou santidade, bem como a associação da deficiência à punição ou imperfeição, foram elementos que o acompanharam desde a infância e impactaram diretamente sua identidade. Victor contesta o papel das religiões em práticas assistencialistas e salvacionistas que reduzem pessoas com deficiência a seres passivos ou carentes, negando-lhes autonomia. A libertação dessas visões foi um marco em seu processo de amadurecimento, embora ele reconheça que o caminho para se livrar dessas construções não é simples nem completo. Assim, sua visão da religião é atravessada por uma crítica às formas como ela pode reproduzir violências simbólicas, especialmente contra corpos que fogem do padrão normativo.</p><p>Portanto, a relação entre essas duas visões acerca de questões religiosas revelam uma tensão existente entre diferentes formas de vivenciar o sagrado, onde de um lado, é possível observar sua potência acolhedora e simbólica para grupos vulneráveis e do outro, o seu uso histórico como ferramenta de controle e exclusão.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 13:55:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Passabilidade ( 6º ENCONTRO: 29/04)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3500668246</link>
         <description><![CDATA[<p>O Victor Di Marco em seu livro Capacitismo dedica um subcapítulo para falar sobre o termo passabilidade. Segundo o autor, a passabilidade é um termo utilizado em múltiplos contextos, um deles sendo no movimento de pessoas trans, mas que está cada vez mais sendo utilizado entre as pessoas com deficiência. A passabilidade segundo o autor significa a possibilidade de uma pessoa, nesse contexto, PCD conseguir em determinadas situações sociais “passar” como uma pessoa sem deficiência. Victor traz também a complexidade do termo ao exemplificar que muitas pessoas acreditam que pessoas com deficiência devem buscar ser o mais “passáveis” possível o que configura como uma noção capacitista tendo em vista que independente de uma possível passabilidade nenhuma pessoa PCD deixará de ser PCD, essa obsessão acerca do corpo do outro pode acarretar em rivalidades dentro de um espaços que deveria ser de inclusão e apoio. Dentro das noções de passabilidade não existem PCDs melhores ou piores existem apenas vivências diferentes e corpos diferentes.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-24 14:50:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Arte Capacitista (8º ENCONTRO: 12/05)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3500670717</link>
         <description><![CDATA[<p>No livro Capacitismo, Victor di Marco faz uma reflexão acerca de como o meio artístico é atravessado pelo capacitismo. Segundo dados apontados pelo autor, entre 2013 e 2018, apenas dois dos 846 filmes lançados comercialmente no Brasil foram dirigidos por pessoas com deficiência, um número que representa apenas 0,1% do total. Dessa maneira, a arte, que deveria ser um espaço de liberdade, expressão e humanidade, se mostra muitas vezes um campo onde corpos fora da norma são silenciados ou apenas tolerados sob condições.</p><p>Durante o texto é possível compreender que mesmo quando há reconhecimento, ele costuma ser marcado por uma ótica inspiracional que reforça estereótipos. Victor explica essa afirmação quando exemplifica o que ocorre com o Roberto Carlos, cuja deficiência raramente é abordada, mostrando como a deficiência é frequentemente apagada ou tornada invisível, como se ela não pudesse coexistir com a genialidade artística.</p><p>Victor também indica a dificuldade histórica de valorização da cultura nacional. Ele aponta para o fato de que o brasileiro já negligencia seus próprios artistas, o que torna mais desafiante um artista com deficiência conquistar espaço, visibilidade e respeito dentro do cenário artístico. Em sua fala, o autor não busca culpabilizar indivíduos, mas provocar uma reflexão mais ampla sobre a estrutura como um todo. Ele denuncia que a arte ainda não é, como muitos acreditam, um território livre de opressões, pelo contrário, ela reproduz as exclusões que permeiam nossa sociedade. A presença de artistas com deficiência não pode mais ser uma exceção, ela precisa, portanto, ser entendida como parte essencial da diversidade humana, capaz de enriquecer e expandir o próprio conceito de arte.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-24 14:52:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>03/06 - Visita ao Centro de Artes UFF para assistir o filme &quot;Sol de inverno&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3500775878</link>
         <description><![CDATA[<p>O protagonista do filme é um menino introvertido, com dificuldades de fala, uma certa gagueira e pouca habilidade social. Ao chegar em um novo ambiente onde todos esperam que ele se encaixe, no hóquei, que é uma atividade mais  competitiva e dominante, ele se sente deslocado. Isso se assemelha à experiências muito comuns em pessoas com deficiência, como o Victor di Marco relata em seu livro. Estar em um mundo que foi projetado para padrões normativos de corpo, fala, cognição ou mobilidade é uma tarefa muitas vezes cruel. Quando na verdade deveríamos respeitar as diferenças e seguir os nossos desejos. Coloquei em anexo a imagem da parte do filme que o personagem principal segue seu desejo de patinar. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-24 17:34:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>10/06 - Visita ao Museu Janete Costa de Arte Popular (visita ao MAC)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3500776935</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste dia não pude comparecer na visita ao Museu Janete Costa, por isso irei fazer o relato de hoje sobre uma visita que fiz ao MAC no dia 25 de maio de 2025. Neste dia o museu estava com a exposição em homenagem ao ator Paulo Gustavo, uma exposição muito forte e emocionante que retratava a sua vida. Posso dialogar com o livro do Victor Di Marco na parte em que ele fala sobre além de ser deficiente ser gay e quando perguntam a ele por qual desses recortes ele sofre mais, onde ele conta que achava que seria aceito no recorte LGBTQIA+ e que encontrou debates que priorizam um grupo seletivo dentro dessa comunidade. Apesar do Paulo Gustavo acabar se enquadrando nesse grupo seletivo ele trouxe uma visibilidade para esse tema através de seu filme e vida pessoal, principalmente após seu casamento com seu marido, Thales Bretas, em 2015, e conseguiu levar esse assunto para as casas de famílias tradicionais que nunca debateram sobre esse tema, possibilitando uma abertura de diálogo. </p><p>Deixo aqui uma foto tirada por mim logo no início da exposição no Museu de Arte Contemporânea, onde apresenta um breve resumo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-24 17:37:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>17/06 - Visita guiada ao Museu Antônio Parreiras</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3500795941</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste dia o que mais me chamou a atenção foi a experiência final, onde fomos vendados e levados enfileirados para um outro ambiente, onde tocava um som de pássaros e sons da floresta, fomos convidados a tocar em alguns elementos da natureza e depois o som parou e sentimos o cheiro de queimado com um som que parecia com uma mata pegando fogo. Quando fomos orientados a tirar a venda estava a nossa frente um quadro pintado por Antônio Parreiras de uma paisagem queimada e aquilo me chocou muito, pois eu não esperava essa imagem, já que durante o percurso havíamos visto tantas obras dele com paisagens vivas. Essa experiência dialoga muito com o Livro do Victor di Marco, pois por algum momento pudemos nos colocar, de forma restrita, no 'lugar' das pessoas com deficiência visual e sentir um pouco da dificuldade e insegurança que elas sentem. </p><p>Gostaria de deixar registrado aqui a imagem que me chocou da floresta depois de um suposto incêndio, mas fiquei tão chocada na hora que não registrei. Por isso vou deixar registrado a imagem de uma obra dele junto com um poema que me chamou muita atenção, principalmente pelo pedido final de ser acolhido, que se associa totalmente à experiência relatada aqui. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-24 18:15:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Maria Maria: Os olhos profundos de Maria do Carmo, a mãe e musa da canção de Milton Nascimento (Encontro 25.03)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3500826618</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.pretessencias.com.br/artigos/maria-maria-os-olhos-profundos-de-maria-do-carmo-a-mae-e-musa-da-cancao-de-milton-nascimento/">https://www.pretessencias.com.br/artigos/maria-maria-os-olhos-profundos-de-maria-do-carmo-a-mae-e-musa-da-cancao-de-milton-nascimento/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-24 19:17:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Encontro 1.04</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3500831036</link>
         <description><![CDATA[<p>Através da voz e da memória de <strong>Eunice Paiva</strong>, acompanhamos sua busca por respostas sobre o desaparecimento do seu marido, <strong>Rubens Paiva</strong>, sequestrado, torturado e morto pelo regime militar em 1971.</p><p>O filme não fala apenas de uma dor pessoal, mas de uma dor coletiva. A história de Eunice representa a de muitas famílias brasileiras que foram violentamente atravessadas pela repressão, pela censura e pelo silenciamento. Sua luta por justiça e por memória rompe o esquecimento imposto pelos opressores.</p><p>Algo muito forte no filme é a maneira como Eunice carrega sua dor, mas também sua dignidade, sua força e sua determinação. Mesmo diante da brutalidade do Estado, ela não permitiu que sua história e a de Rubens fossem apagadas. Isso me faz refletir sobre o quanto a memória, nesse contexto, é um ato político. Lembrar é resistir. Lembrar é se recusar a aceitar que a violência e o desaparecimento sejam normalizados ou esquecidos.</p><p>O filme também provoca uma reflexão sobre o quanto os vestígios da ditadura ainda estão presentes na sociedade brasileira. As marcas desse período não ficaram no passado; elas atravessam gerações e se refletem nas estruturas, nas políticas e nas violências que ainda hoje persistem.</p><p>Ao final, fica a sensação de que <em>“Ainda Estou Aqui”</em> é mais do que uma frase. É uma afirmação de permanência, de resistência e de luta. Eunice, através da sua história, nos ensina que manter viva a memória é uma forma de garantir que o passado não se repita.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-24 19:27:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Capacitismo: o mito da capacidade ( encontro 15.04) </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3500833732</link>
         <description><![CDATA[<p>Um dos aspectos que mais me chamaram atenção no decorrer do livro foi as tensões e vivências do autor no mercado de trabalho, por influência dos levantamentos apresentados no livro e nas discussões em sala, trouxe um texto de uma pesquisa qualitativa acerca do tema.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://monografias.brasilescola.uol.com.br/administracao-financas/a-inclusao-pessoa-com-deficiencia-no-mercado-trabalho.htm" />
         <pubDate>2025-06-24 19:33:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Encontro 06/05: visita ao espaço cultural dos correios </title>
         <author>santosmichele</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3500838374</link>
         <description><![CDATA[<p>Essa exposição me atravessou bastante, pois o reaproveitamento do que consideramos "sucata" pode ser muito útil com um pouquinho de criatividade. Recurso muito útil para o trabalho prático em sala de aula!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-24 19:40:45 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Encontro 27/05</title>
         <author>santosmichele</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3500843118</link>
         <description><![CDATA[<p>O espaço físico da biblioteca é bem preparado e acessível.</p><p>A visita me trouxe diversos esclarecimentos a cerca da vivência universitária, além de ser um espaço muito lindo e arborizado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-24 19:51:01 UTC</pubDate>
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         <title>Proposta: Ouvir a playlist e articular trechos das músicas para tecer a autoapresentação oralmente</title>
         <author>stephaniealix</author>
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         <pubDate>2025-07-01 20:19:33 UTC</pubDate>
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         <title>Proposta: Assistir o filme “Ainda estou aqui” na Reserva Cultural </title>
         <author>stephaniealix</author>
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         <pubDate>2025-07-01 20:24:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Proposta: Roda de conversas embasadas nos conceitos discutidos por Victor Di Marco em seu livro “Capacitismo: o mito da capacidade” 
</title>
         <author>stephaniealix</author>
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         <pubDate>2025-07-01 20:27:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Proposta: Continuação da roda de conversa sobre o livro “Capacitismo: o mito da capacidade”</title>
         <author>stephaniealix</author>
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         <pubDate>2025-07-01 20:30:46 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Proposta: Participação como ouvintes da mesa “Psicologia e políticas da deficiência: uma análise sobre autismo”, no bloco N.</title>
         <author>stephaniealix</author>
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         <pubDate>2025-07-01 20:35:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Proposta: Visita guiada ao Espaço Cultural Correios Niterói.</title>
         <author>stephaniealix</author>
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         <pubDate>2025-07-01 20:37:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Proposta: Finalizar as reflexões do livro Capacitismo: o mito da capacidade.</title>
         <author>stephaniealix</author>
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         <pubDate>2025-07-01 20:39:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Proposta: Convite para participação da Oficina 3: Caminhos da inclusão e da acessibilidade: a experiência da Comissão de Educação Inclusiva e Acessibilidade no curso de Pedagogia (CEIA-FEUFF). Horário: 14h às 16h.</title>
         <author>stephaniealix</author>
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         <pubDate>2025-07-01 20:41:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Proposta: Visitação Virtual ao Museu das Coisas Banais e apresentação do objeto “banal” + Deslocamento Formativo à Biblioteca do Gragoatá.</title>
         <author>stephaniealix</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-07-01 20:43:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Proposta: Visita ao Centro de Artes UFF para assistir o filme “Sol de Inverno”</title>
         <author>stephaniealix</author>
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         <pubDate>2025-07-01 20:46:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Proposta: Visita ao Museu Janete Costa de Arte Popular </title>
         <author>stephaniealix</author>
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         <pubDate>2025-07-01 20:47:57 UTC</pubDate>
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         <title>Proposta: Último encontro. Visita ao Museu de Arte Contemporânea (MAC)</title>
         <author>stephaniealix</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-07-01 20:54:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Proposta: Visita guiada ao Museu Antônio Parreiras</title>
         <author>stephaniealix</author>
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         <pubDate>2025-07-01 20:54:21 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>MUSEU ANTONIO PARREIRA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>"Primeiro museu de arte do Estado do Rio de Janeiro e o primeiro dedicado à memória de um artista."</strong></p><p>Apelidado de “Palácio da Rua Tiradentes”,</p>]]></description>
         <enclosure url="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/c8/Museu_Antonio_Parreiras_%28Fachada%29.jpg" />
         <pubDate>2025-07-06 14:34:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3511545483</link>
         <description><![CDATA[<p>A exposição do Paulo Gustavo tinha algo de diferente que não sei explicar, principalmente quando vesti a roupa de D. Hermínia para as fotos, quando a tirei foi como se estivesse pelada. Foi uma sensação muito estranha. Foi como se tivessem tirado a minha roupa junto cheguei olhar assustada achando que estava pelada. Tinha algo de mágico, deveria ser essa a sensação do Paulo quando representava os personagens, como se fosse de fato o personagem</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-06 14:41:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>ENTRE CORPOS ( 15° Encontro 01/07)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3513782357</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante nossa visita ao MAC, na exposição <em>“Entre Corpos”</em>, observei diversas obras que, em minha interpretação, pareciam compor um mesmo universo. Todas, de alguma forma, contavam a história de organismos vivos, em constante movimento, transformação e fluxo. Nesse sentido, um trecho da explicação presente na parede da exposição chamou minha atenção:<em>"[...] Corpo-abrigo onde a diferença se faz território fundante. Não se busca uma soma, mas o entrelaçamento. O 'entre' como campo vivo. O que se apresenta, portanto, é um organismo em movimento, matéria em puro fervilhar contaminada por forças e encantamentos, em linguagens dessemelhantes".</em></p><p>Ao ler esse trecho, reconheci nele muitas das impressões que já havia formado durante a visita. Ele também me levou a refletir sobre a conversa que tivemos dentro do museu, quando discutimos a sociedade, as diferenças de classe e sua relação com a política.</p><p>A partir disso, percebo que, assim como na exposição, a sociedade também pode ser vista como um organismo vivo, ao ser alimentado pelas diferenças sociais. É nesse entrelaçamento de pensamentos, de forças mais poderosas financeiramente, culturalmente e socialmente que as disparidades sociais e econômicas são reforçadas ocorrendo dessa forma uma manutenção das classes e das explorações.&nbsp; O tecido social, como nas obras expostas, pulsa e se transforma, mas também revela a manutenção das estruturas de poder, das classes e das formas de exploração.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-08 13:59:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Participação como ouvinte do &quot;I Encontro do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão da Psicologia UFF&quot; com o tema: &quot;Psicologia e políticas da deficiência: uma análise sobre o autismo.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3515173314</link>
         <description><![CDATA[<p>Dentre a palestra, os pontos que mais me chamaram atenção foram:</p><ul><li><p>Fazerem o convite a uma professora, mulher e autista para falar sobre o autismo. Acredito que este é o seu lugar de fala.</p></li><li><p>Na palestra, haviam 2 intérpretes de LIBRAS, traduzindo tudo àquilo que estava sendo tratado para as pessoas com surdez.  </p></li><li><p>Outro ponto que me chamou e que quero aqui me apegar, é que a palestrante Marivete Gesser, contou seu relato pessoal com relação ao o autismo. Ela disse que recebeu seu diagnóstico tardiamente e que pra ela receber este diagnóstico foi "libertador", ela precisava disso para se entender enquanto uma pessoa que até então era vista como "esquisita", "fora do padrão". </p></li><li><p>Uma fala dela que também me marcou foi: "Os autistas não são todos iguais, portanto, nós educadores, não devemos utilizar com eles um único método de ensino, de modo que os padronize. Cada pessoa é unica,  assim como cada pessoa que está dentro do espectro também é única. Isso precisa ser levado em consideração nas pautas educacionais. </p></li></ul><p><br/></p><p>"Se temos que incluir alguém é porque existe alguém excluído. Não se inclui alguém que já faz parte de algo."(Marco, 2020, p.19) </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-09 23:11:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Visita ao Espaço Cultural dos Correios</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3515176058</link>
         <description><![CDATA[<p>Fomos ao espaço cultural dos Correios e pudemos experenciar a visita guiada com alguns dos autores das obras que estavam ali expostas. Acredito que ouvir dos artistas sobre suas composições, me fez criar maior identificação com as obras. </p><p><br></p><p>Nossa disciplina fala sobre Acessibilidade, eu encontrei em algumas obras, formas acessíveis de se expressar, de criar, de fazer. </p><p><br></p><p>Um dos artistas, usava tocos e galhos de árvores que encontrava na orla da praia de Boa Viagem/Niterói. Um outro, usava de colagem de materiais reciclados para criar seus quadros. Isso me inspirou! </p><p><br></p><p>Assim que olhei para um dos seus quadros, pensei na possibilidade de fazer uma releitura com meus futuros alunos, mostrando a eles que obra de arte podem ser feitas por todos e com tudo. </p><p><br></p><p>"Não é necessário criar categorias especiais para nós, é preciso fazer com que todos os espaços sejam acessíveis para nós."</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-09 23:16:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Reflexões finais sobre o livro Capacitismo: o mito da capacidade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3515177082</link>
         <description><![CDATA[<p>Eu não pude ir nesta aula, entretanto, de registrar a reportagem da escritora Roseana Murray, que conta uma verdadeira história de superação e que oferece caminhos no combate ao capacitismo. </p><p><br></p><p>A escritora sofreu um acidente, na qual 3 cães lhe atacaram e isso resultou na necessidade de amputar o seu braço direito. Ela tinha tudo para parar, já que havia perdido sua ferramenta de trabalho, seu braço direito, entretanto, ela decidiu dar a volta por cima, começar escrever com a mão esquerda e nos deixou um grande ensinamento: "Dá para seguir em frente, apesar de..." (Murray, 2025)</p><p><br></p><p> "Se não temos uma sociedade preparada para a acessibilidade todos os corpos com deficiência são disfuncionais."(Marco, 2020, p.26) Entretanto, aprendemos com Roseana Murray que corpos com deficiência podem sim ser funcionais, ainda que haja o questionamento de funcionalidade, pois ele se atrela ao sistema capitalista. Com deficiências ou não, com diferenças ou não, dá para avançar, conquistar, ser feliz, dá para se construir e reconstruir carreiras, "dá para seguir em frente, APESAR DE"!</p>]]></description>
         <enclosure url="https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2025/03/16/veja-como-esta-escritora-que-teve-braco-arrancado-por-pitbulls-quase-um-ano-apos-ataque-a-morte-quase-me-levou.ghtml" />
         <pubDate>2025-07-09 23:19:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Oficina da Semana de Pedagogia da UFF, com o seguinte tema: &quot;Caminhos da Inclusão e da Acessibilidade: A experiência da Comissão de Educação Inclusiva e Acessibilidade no curso de Pedagogia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3515187449</link>
         <description><![CDATA[<p>A oficina foi guiada por uma técnica da faculdade e uma estudante que fazem parte do núcleo de acessibilidade da Uff. Elas mostraram através de gráficos, os estudantes que acessam este núcleo e explicaram também para o que ele serve. </p><p><br/></p><p>Eu gostaria de registrar um relato de uma colega minha da faculdade, que iniciou este processo de formação comigo e que me chocou bastante. </p><p><br/></p><p>Esta menina faz uso de cadeira de rodas e durante seu período no Ensino Médio, ela era buscada e levada em casa da escola por um carro custeado pelo Estado, afim de conseguir concluir seus estudos regulares. </p><p>Desde o início do período na faculdade, ouvia sua mãe reclamando da falta de acessibilidade que encontrava para permanecer com esta minha colega na faculdade. </p><p>Esta mãe foi até o núcleo de acessibiidade buscar uma solução para que sua filha conseguisse estar na faculdade, como lhe é um direito, por várias vezes e nunca era realmente atendida. Ela ouviu que a faculdade não conseguia custear um carro para transportar sua filha e que o que a faculdade tinha disponível, no momento, era o busuff que passava pelo centro de Niterói e parava no campus do Gragoatá. Essa menina é de São Gonçalo, fazer este trajeto até o terminal para contar com o busuff na realidade dela, era impossível. </p><p><br/></p><p>A mãe dela lutou muito para conquistar uma bolsa de acessibilidade que facilitasse o transporte dessa minha colega, foram semestres tentando e não conseguindo, até que por fim, para comprovar que sua filha precisava realmente da bolsa, ela precisou gravar um vídeo e enviar para o núcleo de acessibilidade mostrando sua realidade, onde ela morava, o morro em que ficava localizada a sua casa... Aí sim ela conseguiu, mas a que custos, né? Em troca de quanta humilhação?  </p><p><br/></p><p>Isso me faz questionar quem realmente este núcleo atende, pois dentro da minha realidade na UFF, sem dúvida, essa minha colega era alguém que precisava ser assistida por uma bolsa, pelo núcleo e isso só ocorreu, no seu terceiro período, depois de muitas tentativas. </p><p><br/></p><p>Não sei se este foi um caso à parte, não sei a razão pelo qual eles postergaram tanto o acesso à quem lhe tinha direito... Por mais que eu tenha participado desta palestra, eu não saí convencida de que este núcleo realmente atende as pessoas que necessitam dele.  </p><p><br/></p><p>"Inclusão é termos pessoas diferentes em um mesmo espaço e não um espaço para pessoas diferentes."(Marco, 2020, p.18)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-09 23:37:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Visita ao Centro de Artes da UFF para assistir o filme &quot;Sol de Inverno&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3515197984</link>
         <description><![CDATA[<p>O filme relata as vidas de algumas pessoas a partir da patinação artística.  Havia uma menina, chamada Sakura, uma menina que treinava Hoquei, no entanto, nada do que ela fazia parecia despertar a atenção do treinador para ela, até que Takuya, um menino, aparece interessado pelo esporte. Mas ele não era alguém que conseguia se expressar muito bem, ele gaguejava, não tinhas amigos, mas quando inicia sua prática na patinação, isso desperta o interesse do treinador Arakawa, por ele, ele vê potencial em Takuya e de pouco a pouco vai lhe dando instruções para melhorar seu desenvolvimento no esporte. </p><p><br></p><p>Como Sakura percebeu que a atenção do treinador estava voltada para o menino que havia acabado de chegar no esporte, ela se desmotiva e desiste de se apresentar na competição que estava ensaiando há tempos.</p><p><br></p><p> O filme trata de vários temas e  emoções  e foi a primeira vez que assisti a um filme legendado no cinema! </p><p><br></p><p>"Mesmo com as minhas diferenças de caminhar, de falar etc, eu já me colocava enquanto uma possibilidade de ser um artista." (Marco, 2020, p.53)</p><p>Viver da arte no Brasil, é muito difícil. Os artistas dizem, há uns e outros que conseguem transcender socialmente, mas quantas pessoas com deficiência que conhecemos ou que ouvimos falar, conseguiram transcender através da arte? Que tiverem suas obras valorizadas e financiadas? E</p><p><br></p><p>Quantas pessoas com deficiência sonham em ser artistas, cantores, escultores, dançarinos? </p><p>E nós? Será que somos pessoas capazes de valorizar a arte e o trabalho dessas pessoas?</p><p>"Assim como a sociedade é capacistista, a arte também é" (Marco, 2020, p.53)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-09 23:50:23 UTC</pubDate>
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         <title>Visitação Virtual ao Museu das Coisas Banais + Apresentação de um objeto &quot;banal&quot; autobiográfico + visita guiada À Biblioteca Central do Gragoatá</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3515233213</link>
         <description><![CDATA[<p>A começar pela Visita ao Museu das Coisas Banais: Eu não sabia que havia um museu virtual e achei legal esta ideia e também, acessível. A proposta do museu é de valorização de objetos pessoais que são capazes de contar histórias, de manter memórias afetivas, em um site da internet.</p><p><br></p><p>Quando houve a proposta de levarmos para a aula um objeto "banal" que fosse autobiográfico, eu fiquei muito em dúvida do que levar, pois como orientou a professora: "Precisava ser um objeto nosso". </p><p>Eu pensei e repensei, até perguntei ao meu marido se ele tinha alguma ideia e como ele não conhecia a proposta, ele disse: "Leva uma garrafa de guaraná antártica!" É assim que ele me chama algumas vezes, por quê? Pelo slogan de marketing da empresa que diz: "Guaraná antártica: energia que contagia." kkk </p><p><br></p><p>Eu pensei, repensei e não conseguia chegar em nenhum objeto. Abri meu armário e achei algumas pulseiras de miçanga que ganhei ano passado dos meus alunos, bom, escolhi uma que me marcou pelo contexto: Um aluno arrumou as miçangas e fez a pulseira para mim. Dava para ver em sua expressão o quanto de carinho ele havia colocado naquela produção. Eu comecei a apresentação falando sobre ela dela, no entanto, no caminho da faculdade eu me lembrei do meu chaveiro de chaves. Nossa! Esse sim é um objeto autobiográfico meu! É característico! Inclusive meu marido sempre me zoa, dizendo que nele tem mais chaveiros do que chaves. Por quê? Porque tenho o costume de comprar um chaveiro em cada lugar especial que visito e uno eles no meu chaveiro. Eles me remetem boas lembranças, bons passeios, lugares, realizações de sonhos... Eles contam um pouco da minha história!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-10 00:17:46 UTC</pubDate>
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         <title>Visita ao museu Janete Costa, com a exposição &quot;Santa Intimidade&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3515241291</link>
         <description><![CDATA[<p>A exposição consistia na apresentação em estandartes de alguns santos  e de objetos que referenciavam algumas festas religiosas, com o objetivo de despertar no público a pergunta: "Qual é o seu sagrado?". </p><p><br/></p><p>Após vermos a exposição principal, que estava exposta no térreo do museu, fomos ao 1º andar visitar as exposições fixas. Algumas das obras eram táteis,  acessíveis às pessoas cegas e com baixa visão.  </p><p>Por que as pessoas com deficiência não possuem acesso nos espaços públicos e quando possuem, é apenas de uma pequena parte? Isto não é verdadeiramente uma acessibilidade, quem dirá uma inclusão. </p><p>"Nos colocam em um lugar só, como se ter uma deficiência fosse a negação de uma identidade." (Marco, 2020, p.61)</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-10 00:23:15 UTC</pubDate>
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         <title>Visita gruiado ao Museu Antônio Parreiras </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A visita foi dividida em 2 partes: </p><p>A 1ª foi a observação e discussão a respeito de algumas obras de Parreiras que esavam dispostas nas salas do museus e a 2ª foi uma experiência imersiva capaz de nos fazer explorar vários de nossos sentidos ao mesmo tempo.  </p><p>Eu gostei de ambas as partes, mas a 2ª me deixou encantada. </p><p>A educadora do museu nos vendou e nos guiou até uma outra sala do museu. Essa experiência nos proporcionou a sensação de estarmos imersas na natureza, nos dando a possibilidade de sentir cheiros, tatear elementos naturais, imaginar, sentir e ao abrir os olhos, estavamos frente a alguns quadros pintados de Parreiras que representavam aquela experiência que acabamos de viver. Eu amei!</p><p><br/></p><p>"O mundo em que vivemos não é pensado para pessoas com deficiência." (Marcos, 2020, p.62) Com base nesta frase, fiz questão de criar um quadro que torna a experiência de ver a paisagem acessível para as pessoas cegas.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-10 00:31:11 UTC</pubDate>
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         <title>Visita ao MAC</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Esta foi nossa última aula e confesso que escrevendo este relato, já estou com saudade. </p><p>Durante a disciplina tivemos a oportunidade de debater conceitos de acessibilidade e inclusão, mas também pudemos apreciar diferentes obras artísticas que elevaram nosso capital cultural e nos fizeram entender o quão importante é fazermos isso com nossos futuros alunos. </p><p><br></p><p>No MAC, pudemos visitar a exposição "Entre Corpos", que tinha como objetivo nos fazer acessar nossa imaginação ao adentrar no espaço composto pelas obras de artes que estavam ali representadas. Haviam quadros com pinturas, esculturas não orgânicas que permitiam uma interpretação livre e que ao mesmo tempo contavam histórias, histórias essas que seriam entendidas individualmente através da singularidade de cada um. </p><p><br></p><p>"As pessoas com deficiência são postas à margem de um viver social." (Marco, 2020, p.60)</p><p><br></p><p>"As pessoas com deficiência que tem o privilégio de poder sair de cada muitas vezes não o fazem por saber que não sãpo bem-vindas em diversos lugares. O não pertencimento atua, também, como uma manutenção do pensamento capacitista." (Marco, 2020, p.61)</p><p><br></p><p>Lendo estes trechos do livro e relembrando a nossa visita ao MAC, acabo me perguntando: "Quantas pessoas com deficiência foram a esta exposição? Quantas pessoas com deficiência puderam interpretar àquelas obras de artes a partir de suas subjetividades? </p><p><br></p><p>Pelo que vi, o MAC é um museu acessível para algumas deficiências, pois ele possui rampas, entretanto, para outras deficiências, ele não é. Uma pessoa cega, por exemplo, neste espaço, não teria a possibilidade de imersão e de aproveitamento da exposição.</p><p>A falta de acessibilidade nos espaços culturais, acarreta no afastamento de pessoas com deficiências desses lugares. Isso também é um direito delas! </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-10 00:36:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>gi_anuda</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3515453875</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>A critica à funcionalidade do corpo, relatada por Vitor di Marco em seu livro, me fez refletir e me sensibilizou bastante. O livro é repleto de reflexões e relatos bem tocantes sobre sua existência no mundo, enquanto uma pessoa com deficiência.</p><p>Através dos relatos de Vitor, conseguimos romper e de fato enxergar a lógica capitalista e excludente que entende o ser humano a partir de sua capacidade produtiva, funcional ou eficiente. Qualquer falha nessas condições, o corpo é considerado inútil, incompleto, frágil e por vezes, infantilizado. Essa lógica é reproduzida ao nosso redor e por vezes, inclusive por falta de conhecimento, acaba passando despercebida aos nossos olhos, por ser algo enraizado na nossa sociedade. Vitor nos mostra como é cruel estar em uma sociedade que valoriza a funcionalidade de seu corpo, desse modo, seus relatos nos mostram a urgência de abrirmos nossos olhos e rompermos essa lógica. </p><p><br></p><p>A imagem acima foi escolhida por fazer referência, na minha perspectiva, a cruel lógica de um corpo que funciona, que precisa que todas suas engrenagens estejam em perfeito estado, para que dessa forma, o corpo seja considerado funcional, na perspectiva cruel e excludente do capitalismo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-10 02:28:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A visita ao Museu Antônio Parreiras </title>
         <author>gi_anuda</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3515485536</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Ir ao Museu Antônio Parreiras foi uma experiência muito significativa, as pinturas expressavam vida, significado e história.</p><p>Foi maravilhoso conhecer não só as obras, como o espaço rico em elementos da natureza e presente na vida de Antônio Parreiras. </p><p><br/></p><p>O momento mais interessante</p><p>e que sensibilizou todas nós que estavamos ali foi a experiência sensorial que tivemos pouco antes fim da nossa visita. Foi interessante perceber como cada detalhe foi pensado, com o propósito de incluir e como cada momento da proposta fazia sentido. No início, senti um grande desconforto de estar em um ambiente desconhecido de certa forma e sem poder enxergar, conforme tocamos os elementos, fui me permitindo sentir e fazer parte da experiência, isso fez com que eu percebesse a riqueza dos detalhes desse momento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-10 02:46:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Meu lápis de olho banal </title>
         <author>gi_anuda</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3515514678</link>
         <description><![CDATA[<p><br>A proposta de pensar em algo banal que pudesse me descrever foi muito interessante, pude refletir sobre mim e sobre o significado das coisas na minha vida. Depois de muito pensar, o lápis de olho foi meu objeto escolhido. O lápis de olho, foi um objeto que ao longo da minha transição de infância para adolescência e de adolescência para fase adulta esteve presente e foi adquirindo diferentes significados. Quando era menor, as pessoas costumavam a falar sobre a minha aparência e o quanto eu deveria parecer mais feminina, inclusive, por vezes minha sexualidade foi questionada pelas roupas que usava, por pura ignorância. </p><p>Nunca tive interesse de me maquiar, mas como já estava cansada de tanto ouvir que deveria ser diferente, testei o lápis de olho e por mais simples que fosse, calhou de ser algo que eu realmente gostei e foi o suficiente pra diminuir os comentários. O lápis de olho, nessa época, tinha esse significado na minha vida e surgiu a partir de comentários que jamais deveriam ser feitos à uma criança que estava se encaminando para sua adolescência. </p><p><br></p><p>Quando cresci, o lápis de olho não estava mais atrelado às criticas ao meu estilo, na verdade, estava atrelado à minha autoestima e como eu me sentia usando.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-10 03:01:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1º Encontro 25/03</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3515983061</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste dia não pude estar presente na aula, mas escutando a música "Admirável Chip Novo" da Pitty, pude refletir como estamos vivendo cada vez mais de forma mecanizada, isso porque a música é de 2006, mas hoje vejo isso de forma mais clara no nosso dia a dia. Principalmente na parte "Pense, fale, compre, beba, leia, vote, não se esqueça, use, seja, ouça, diga, tenha, more, gaste, viva", percebo que através das redes sociais somos, o tempo todo, bombardeados à essas ações. Quando percebemos estamos só trabalhando e vivendo no automático. </p><p>Gosto muito da música "Pequenas alegrias da vida adulta" do Emicida, porque nos lembra de ter nossas pequenas alegrias no dia a dia e parar de viver tanto no automático, apesar de continuar lutando pelo nosso. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-10 11:41:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>15º Encontro 01/07</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3515987275</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste dia visitamos algumas exposições no MAC e na primeira exposição fomos convidados pela professora a interpretar da nossa forma as artes ali presentes e discutir sobre; conseguimos dessa forma notar como cada um enxerga uma mesma imagem de maneiras completamente distintas. A exposição nos convida a sentir com o corpo inteiro, escutamos sons diferentes e vimos imagens e esculturas intrigantes, mas sentimos falta de uma experiência tátil e olfativa, para que pudéssemos sentir, de fato, com o corpo inteiro. Isso me remete ao livro do Victor di Marco que diz que a arte é capacitista, onde neste caso desta exposição poderia abranger mais sensações para que todos pudessem 'mergulhar' nestas obras. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-10 11:50:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexões finais sobre o livro capacitismo: Não somos apenas um laudo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3516910151</link>
         <description><![CDATA[<p>O curso da disciplina e a leitura do livro ocorreram concomitantemente com uma vivência pessoal minha, no mesmo momento em que estávamos discutindo sobre as temáticas abordadas no livro eu estava em investigação neurológica para Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade.</p><p>Foi nesse processo de leitura e reflexão que comecei a conectar as vivências do Victor Di Marco com a minha própria vivência. Durante anos, carreguei uma sensação constante de inadequação, de não conseguir me encaixar em expectativas que pareciam fáceis para os outros: concentração linear, organização, controle da impulsividade. Só mais recentemente, ao receber o diagnóstico de TDAH, consegui nomear esse desencontro entre o que esperavam de mim e o que eu era capaz de oferecer. E compreender isso foi libertador.</p><p>Concomitantemente, pude me conectar com as projeções do autor sobre si mesmo: um laudo não limita as nossas capacidades e não deve limitar as nossas expectativas sobre o que desejamos da vida. Nesse sentido, entender sobre capacitismo e ler os desejos e anseios do autor me fez ter uma visão mais esperançosa e critica a cerca da minha condição e de outras pessoas divergentes. Bem como irá me orientar sobre todas as minhas posturas enquanto profissional da inclusão educacional na educação pública.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 07:01:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cine art UFF</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3516915136</link>
         <description><![CDATA[<p><em>Sol de Inverno</em> é um daqueles filmes que não precisa gritar para ser profundo. Ele sussurra, observa, desliza lentamente sobre o gelo de nossas emoções. Ao acompanhar a chegada de Takuya a uma ilha isolada, onde o gelo é cenário cotidiano e a solidão parece parte da paisagem, somos convidados a refletir sobre temas como infância, deslocamento, pertencimento e a delicada construção dos vínculos humanos.</p><p>O inverno, no título e na estética do filme, não é apenas uma estação climática: é estado de espírito. A frieza das relações, o silêncio das emoções não expressas, a rigidez de uma sociedade que cobra formas específicas de existir, tudo isso parece congelar os personagens por dentro. Mas então, pouco a pouco, o sol aparece: nas brechas de um gesto de cuidado, na sutileza da amizade entre Takuya e Sakura, nos silêncios que se tornam linguagem.</p><p>A relação entre os dois jovens protagonistas escapa dos clichês. Não se trata de um romance idealizado ou de um drama escancarado, mas de uma troca genuína entre dois seres que, cada um à sua maneira, estão à deriva. Ambos são marcados por incertezas e desejos, por um sentimento de inadequação que muitas vezes acompanha a juventude  e que, nesse caso, é intensificado pelo isolamento geográfico e emocional que os cerca.</p><p>O gelo, enquanto cenário, funciona como metáfora da vida contida: deslizar sobre ele exige equilíbrio, cuidado e confiança  exatamente o que os personagens vão descobrindo na medida em que se abrem ao outro. O filme nos convida a enxergar beleza na lentidão, nas pausas, no que não é dito. Em tempos de excesso e imediatismo, <em>Sol de Inverno</em> é quase um manifesto silencioso sobre a importância de desacelerar para sentir.</p><p>Ao final, não temos respostas definitivas, nem transformações espetaculares. O que fica é uma sensação de que, mesmo em meio ao frio, a vida pulsa. Que o sol, ainda que tímido, sempre encontra uma forma de atravessar o inverno. E que o calor humano, esse que nasce da escuta, da empatia e do simples estar junto, pode ser o começo de um degelo interior.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 07:08:41 UTC</pubDate>
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         <title>Visita ao museu Antônio parreiras</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3516920628</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi uma experiência que ultrapassou o olhar. Não se tratou apenas de contemplar obras expostas em paredes antigas, mas de me conectar com a memória viva de um artista que soube transformar paisagens em emoção e pinceladas em narrativas sensíveis sobre o Brasil.</p><p>Logo na chegada, o que me chamou atenção foi a própria arquitetura do espaço. O casarão em estilo eclético, onde Parreiras viveu e trabalhou, parece guardar os ecos do tempo. Cada cômodo guarda não só pinturas, mas também vestígios de uma época. A sensação era a de estar entrando não apenas em um museu, mas na casa de alguém que dedicou a vida à arte, onde as paredes, o chão de madeira e os vitrais também contam histórias.</p><p>Durante a visita, participamos de uma experiência sensorial que me marcou profundamente. Fomos convidados a fechar os olhos diante de uma das paisagens pintadas por Parreiras e ouvir uma paisagem sonora composta por sons da natureza: vento, folhas se movendo, pássaros, água correndo. Em seguida, pudemos tocar réplicas em relevo de algumas obras. Essa vivência aguçou a percepção do que muitas vezes passa despercebido quando se olha rapidamente um quadro. Ao silenciar o olhar e ativar os outros sentidos, consegui “ver” a obra de uma maneira nova, quase como se estivesse dentro dela. A pintura deixou de ser apenas imagem e se tornou sensação, corpo, presença.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 07:15:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>santosmichele</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3516927702</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Voltar ao MAC de Niterói no meu último dia de graduação foi como fechar um ciclo. Lembrei imediatamente da primeira vez que estive ali, aos 12 anos, numa visita com a escola. Na época, tudo parecia gigante, curioso e um pouco confuso. Hoje, com outros olhos e outras vivências, a arte que vi me tocou de maneira diferente, mais profunda e simbólica.</p><p><br></p><p>As obras interativas e sensoriais me fizeram pensar sobre o corpo, o tempo e as formas de estar no mundo. Era como se cada instalação dialogasse com o meu momento: a despedida da faculdade, as incertezas do futuro, mas também a liberdade de me reinventar.</p><p><br></p><p>Estar naquele mesmo espaço, tantos anos depois, agora como quase profissional da educação, me fez entender o quanto cresci e como a arte, de alguma forma, sempre me acompanhou nesse caminho.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 07:25:27 UTC</pubDate>
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         <title>A arte da Criatividade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517257401</link>
         <description><![CDATA[<p>Através da caminhada por dentro do museu, busquei algo que me chamasse mais a atenção do que a primeira obra qe vi, mas não consegui. Ao entrar na primeira exposição e ver esta obra me admirei primeiramente com a sensibilidade do artista em conseguir ver tamanho potencial em algo que a maioria das pessoas veriam como algo inutilizável, os pedaços de metal. Após isso pode ver e dar forma aos mesmos, criando em algo de imensurável valor. </p><p>Me fez pensar em como TUDO tem valor, independente do que outros pensem ou façam, tudo nesta Terra tem um valor imensurável e é indispensável para fazer o mundo ser o que é hoje.</p><p>Também me fez lembrar do livro Capacitismo, onde muitas das vezes ele se viu invalidado por terceiros devido as suas diferenças do considerado "normal" e "padrão", mas que, com o tempo, conseguiu se enxergar como realmente é, um ser humano íncrivel, que possui singularidades como qualquer um, e que tem os mesmos direitos que eu e você.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 17:29:18 UTC</pubDate>
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         <title>Lugar errado na hora certa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517268950</link>
         <description><![CDATA[<p>Enquanto todas iam para uma oficina que falava sobre inclusão, acabei indo para uma oficina que falava sobre laicidade, mesmo que isso tenha decorrido da minha tardia inscrição na oficina, ainda acredito que foi muito enriquecedor ter tido a oportunidade de assistir um grande debate que foi liderado pelo Profº Sepulveda. </p><p><br/></p><p>Durante a oficina muito foi dito sobre a importância da laicidade enquanto sociedade e como isso é principalmente importante dentro das escolas. Foi falado também como o catolicismo ainda é muito forte, com o Rio de Janeiro sendo cada vez mais protestante, podemos pensar que é assim no Brasil inteiro, quando na verdade o Piaui por exemplo, ainda possui mais da metade da população católica. Durante esta conversa falamos também como aqui, as festas tradicionais já tiveram seu nome alterado para "Festa Junina" em quase todos os estabelecimentos, enquanto no nordeste ainda é chamada de "Festa de São João". Ao falar disso podemos perceber como tudo ao nosso redor pode mudar de acordo com a cultura que estamos inseridos, o que nos rodeia e o que escutamos. As crianças de hoje em dia podem nunca saber que a festa junina um dia foi repreendida por ter "nome de santo", e que seu nome foi mudado para que todos tenham o direito de festejar.</p><p><br/></p><p>Refletir sobre isso é pensar que o que consideramos normal é o que nos ensinaram ser normal, que o que repugnamos é o que nos ensinaram ser repugnante e que muitas das vezes o nosso pré conceito está presente em coisas que podemos nem imaginar. Novamente pude pensar na questão de pessoas PCD, que por vezes acabam tendo medo delas, apenas porque muitas pessoas foram ensinadas a assim faze-lo. Infelizmente nossa sociedade continua segregando e ditando muitas coisas, e é nosso dever mostrar que tudo é uma questão de perspectiva.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 18:10:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>01/04</title>
         <author>maria_pina4</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517273433</link>
         <description><![CDATA[<p> Não estive no segundo encontro na Reserva Cultural, mas criei uma colagem  que une o cartaz de Ainda Estou Aqui a notícias de pontos onde cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida ficam bloqueados em Niterói. No filme, acompanhamos Eunice Paiva em sua luta para dar visibilidade ao desaparecimento de Rubens Paiva,uma história de ausência forçada e silenciamento. Colocar esse drama político ao lado das barreiras urbanas me fez enxergar que, assim como o estado negligenciou Eunice, nossos espaços públicos negligenciam quem já enfrenta obstáculos naturais todos os dias.</p><p> Rever "Ainda Estou Aqui" para a matéria me mostrou quantas vezes pedimos “coragem” e “superação” a quem vive na margem, sem questionar o ambiente que cria essas armadilhas. Lembrei da frase de Victor Di Marco em Capacitismo: o mito da capacidade: “A deficiência não está no corpo, mas na forma como o mundo responde a ele.” Isso me tocou porque evidencia que a solução não é exigir força além do possível, mas repensar ruas, prédios e atitudes. Minha colagem é um convite simples&nbsp;para reconhecermos que inclusão é obra coletiva, não mérito individual.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 18:28:40 UTC</pubDate>
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         <title>08/04</title>
         <author>maria_pina4</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517275691</link>
         <description><![CDATA[<p>Para meu registro no Padlet, criei um infográfico digital que ilustra três ideias  da obra.</p><p> O primeiro conceito que destaquei é que “a deficiência não está no corpo, mas na forma como o mundo responde a ele”. Essa ideia me fez questionar como ruas, escolas e relações de trabalho são desenhadas sem levar em conta as necessidades de todos. Em vez de cobrar superação individual, é urgente repensar espaços e atitudes para que ninguém seja excluído por um ambiente hostil. O segundo aspecto que coloquei é o silenciamento das vozes das pessoas com deficiência. Di Marco aponta que “essa comunidade, que por tanto tempo – e ainda hoje – tem suas narrativas expostas através do olhar de pessoas sem deficiência, luta para sair dos estigmas de heróis versus coitados”. Percebi que, ao dar voz a experiências diversas, podemos combater rótulos e construir relatos mais autênticos, longe dos estereótipos de inspiração vazia. Por fim, usei o conceito de capacitismo como ideologia que trata corpos como máquinas de desempenho. No infográfico, tentei mostrar como essa lógica invade práticas escolares, avaliando alunos e professores apenas pela “produtividade” esperada. Minha impressão é que substituir a cobrança de eficiência por escuta e adaptação é o primeiro passo para uma educação verdadeiramente inclusiva.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 18:36:47 UTC</pubDate>
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         <title>15/04</title>
         <author>maria_pina4</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517279021</link>
         <description><![CDATA[<p> Ainda não estava presente nas aulas, devido ao período de ajustes, mas deixo aqui mais uma reflexão.</p><p> Trouxe uma tirinha que me levou a refletir sobre a manipulação de espaços que se dizem acessíveis, mas não são.&nbsp;Sobre essa imagem, incluí o trecho de Victor Di Marco: “O corpo com deficiência está neste lugar, neste vazio que fica uma casa que teve seu dono despejado e posto como espectador da própria história.” Ao ler essas palavras enquanto observava a tirinha, lembrei de alunos que precisam pedir ajuda só para entrar na sala de aula, em escolas que se escondem atrás de uma maquiagem para dizer que são inclusivas. Essa combinação me fez perceber que incluir não é heroísmo, mas questão de ajustar espaços e práticas cotidianas. Saio dessa atividade mais consciente de que propostas simples&nbsp;como adaptação e treinamento da equipe já são passos concretos para uma escola de fato acessível.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 18:48:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517279021</guid>
      </item>
      <item>
         <title>29/04</title>
         <author>maria_pina4</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517280385</link>
         <description><![CDATA[<p> Nesse sexto encontro participei como ouvinte da mesa “Psicologia e políticas da deficiência: uma análise sobre autismo” no bloco N. Para o Padlet, anexei&nbsp;um desenho simples que mostra a professora convidada &nbsp;falando, com as intérpretes ao lado&nbsp;e uma caixa de som representando a inclusão daqueles que não podem ouvir e dos que não enxergam.</p><p> O que mais me chamou atenção foi o relato do diagnóstico tardio e a reflexão sobre o aumento de casos de TEA. A professora questionou por que isso desperta tanto pânico em vez de estimular acolhimento. Lembrei da frase de Victor Di Marco em Capacitismo: o mito da capacidade &nbsp;“essa comunidade que, por tanto tempo – e ainda hoje – tem suas narrativas expostas através do olhar de pessoas sem deficiência, luta para sair dos estigmas de heróis versus coitados.” Entendi que incluir de verdade é permitir que cada um fale por si, sem rótulos &nbsp;e principalmente sem exageros.</p><p> Saí desse encontro convencida de que a base da inclusão está na escuta respeitosa e na criação de espaços onde todos possam participar plenamente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 18:53:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>06/05</title>
         <author>maria_pina4</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517281380</link>
         <description><![CDATA[<p> Para registrar no Padlet, trouxe uma foto&nbsp;da obra Naturezas Aprisionadas&nbsp;(2021–2025), de ZucaPaula, destacando a sobreposição de acrílica, crochê de fio náutico e seixo rolado.</p><p> Passei anos andando em frente ao prédio sem saber que ali havia uma galeria com exposições gratuitas. Isso me fez perceber a falta de divulgação e sinalização: quantas pessoas deixam de conhecer arte por não verem o espaço?</p><p> Quando vi a obra “Naturezas Aprisionadas”, percebi como ela mistura coisas feitas pelo homem &nbsp;com elementos da natureza. Essa combinação de cores fortes e dessas superfícies diferentes me fez pensar em como normalmente separamos o que é “feito” do que é “natural” e como esse limite nem sempre faz sentido. Lembrei da frase de Victor Di Marco em Capacitismo: o mito da capacidade&nbsp;— “a deficiência não está no corpo, mas na forma como o mundo responde a ele.” Quando aplicada ao acesso à arte, isso destaca que não é falha da pessoa desconhecer a exposição, mas falha do espaço em ser visível e acolhedor. Da mesma forma que a ausência de rampas exclui quem usa cadeira de rodas, a falta de sinalização e divulgação impede que o público descubra a galeria. Melhorar essa comunicação é tão urgente quanto adaptar estruturas físicas.</p><p>Saio daqui com vontade de ajudar a divulgar melhor este espaço e garantir que mais pessoas possam se surpreender com a exposição, assim como eu me surpreendi.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 18:56:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517281380</guid>
      </item>
      <item>
         <title>12/05</title>
         <author>maria_pina4</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517282678</link>
         <description><![CDATA[<p> Escolhi a música “I Am What I Am”, de Gloria Gaynor, para representar minhas reflexões sobre o capítulo “O corpo que dói”.</p><p> Logo no refrão  “I am what I am, I don’t want praise, I don’t want pity” ,senti a ideia de disforia como sintoma social. A letra afirma que não somos objetos de dó nem de conserto, mas sujeitos com voz própria. O verso “I bang my own drum” me lembrou da mediação excessiva,aquela “sombra” que faz tudo pela criança. Em vez de reforçar incapacidade, a música mostra como celebrar a autonomia é gesto de inclusão. Quando canta “I’m gonna live and survive”, encontro um paralelo com a necessidade de a escola amparar famílias. A mãe que protege o filho de um mundo capacitista não precisa de culpa, e sim de reconhecimento dessa força.</p><p> A escolha de um hino disco dos anos 80 dialoga também com o meio artístico: foi gravada por uma artista sem deficiência, mas sua mensagem transcende rótulos e poderia muito bem ganhar audiodescrição e visibilidade em qualquer palco. E ainda carrego comigo o espanto de descobrir aos 20 anos que Roberto Carlos não tem uma perna. Se até ícones escondem suas diferenças, precisamos romper o silêncio, tal como o refrão de Gloria Gaynor pede que ninguém nos defina por limitações.</p><p> Por fim, a música conversa diretamente com Victor Di Marco, quando ele diz que “a deficiência não está no corpo, mas na forma como o mundo responde a ele”. “I Am What I Am” fecha meu ciclo afirmando que curar o corpo que dói exige mudar discursos, atitudes e espaços e dar a cada um o direito de ser quem é.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 19:01:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>27/05</title>
         <author>maria_pina4</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517283907</link>
         <description><![CDATA[<p> Para registrar no Padlet, trago uma foto do babador de papel do meu chá de bebê em&nbsp;2004, marcado pelas assinaturas&nbsp;dos convidados, hoje ligeiramente desbotadas.  Navegar pelas salas interativas do museu, onde objetos tão cotidianos quanto ingressos de cinema, canecas e bilhetes ganham relevo ao serem acompanhados de depoimentos pessoais, mostrou como um simples clipe de papel ou um pedaço de pano pode se tornar veículo de memória e afeto. Ao apresentar meu babador à turma, senti de novo o carinho e o amor de quem o assinou, algumas que já não estão comigo hoje&nbsp;e percebi o valor inestimável de colecionar esses vestígios de amor&nbsp;que carrego em uma caixa repleta de cartas e lembranças. Em seguida, partimos para a Biblioteca do Gragoatá, um espaço silencioso e iluminado pela luz natural, onde a bibliotecária me guiou pela organização das estantes, explicou o funcionamento do catálogo online e mostrou como filtrar buscas por autor, título, assunto ou formato &nbsp;físico e digital , além de orientar sobre reserva de exemplares e acesso a obras raras pelo portal. Experimentei um computador na sala multimídia e descobri como é fácil consultar acervos virtuais, agilizando minhas pesquisas sem precisar sair de casa. Saio deste encontro com a certeza de que o Museu das Coisas Banais me ensinou a valorizar cada fragmento de memória afetiva.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 19:05:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>03/06</title>
         <author>maria_pina4</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517285137</link>
         <description><![CDATA[<p> Para registrar no Padlet, fotografei a recepção&nbsp;CineUFF , um espaço que descobri pela primeira vez e onde pretendo voltar sempre que puder.&nbsp;Assisti a história de Takuya, um menino atraído pela patinação no gelo apesar de fazer parte de um time&nbsp;de hóquei no gelo. De longe, ele observava Sakura treinar, e&nbsp;o treinador dela, percebendo seu interesse, empresta&nbsp;patins e passa a treiná-lo. Logo, Takuya e Sakura formam uma dupla de dança no gelo e sonham com um concurso. No caminho, criam um vínculo forte com o treinador, mas tudo muda quando Sakura descobre que ele é gay, reage com preconceito e abandona o parceiro no dia da competição. Tempos depois, o reencontro das&nbsp;crianças, marcado por olhares de perdão, fecha o enredo de maneira que me comoveu.</p><p> Enquanto via a história, lembrei de Victor Di Marco em Capacitismo: o mito da capacidade, quando ele diz “Lembro de uma vez que escutei a frase de que nenhum pai ou mãe gostaria de ter um filho com deficiência. No dia que escutei isso, não entendi…” No livro, o rótulo da deficiência machuca tanto quanto, no filme, o rótulo da sexualidade atrapalha o talento e a amizade. A cena final, em que Takuya e Sakura trocam olhares de perdão, ecoa como um chamado à desconstrução: libertar-se de rótulos é permitir que o afeto e o talento floresçam. Seja no gelo, nas salas de aula ou em nossos cotidianos, o convite permanece o mesmo,questionar o que dizem sobre nós, reafirmar nossa voz e nos enxergar para além de qualquer definição&nbsp;já imposta.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 19:09:59 UTC</pubDate>
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         <title>17/06</title>
         <author>maria_pina4</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517286316</link>
         <description><![CDATA[<p> Para registrar no Padlet, fotografei a primeira sala, logo na entrada do Museu Antônio Parreiras, onde fomos acolhidos com uma breve explicação sobre a história do prédio e do artista. A visita guiada estava repleta de informações que me fizeram olhar para o espaço e para as telas com mais sensibilidade, entendendo cada detalhe como parte de uma experiência completa. Em seguida, participamos de uma dinâmica vendados: com as mãos no ombro da pessoa à frente, caminhamos até outra sala e ficamos em silêncio absoluto, apenas ouvindo um som ambiente e sentindo o cheiro do ar. Ainda sem enxergar, tocamos pedras, galhos e outros objetos, e ao tirar as vendas nos deparamos com duas telas , cada um contou o que tinha percebido pelo tato e compartilhou o que sentiu durante a experiência, como foi ligar outros sentidos ao “desligar” a visão. Durante o percurso, notei relevos no piso para orientar visitantes cegos, mas eles só iam até um certo ponto, mostrando que o museu ainda tem muito a avançar para ser realmente acessível.&nbsp;Como reflete Victor Di Marco em Capacitismo: o mito da capacidade, “O capacitismo nega a pluralidade de gestos e de não gestos, sufoca o desejo, mata a vontade e retira, assim, a autonomia dos sujeitos que são lidos como deficientes”. Debatemos o descaso da prefeitura, que afirma que o público com deficiência é pequeno demais para merecer investimentos, mas é justamente essa falta de acesso que impede qualquer interesse. Se não há rampas, sinalizações completas, audioguias e piso direcional até o fim, como esperar que alguém queira voltar?&nbsp;&nbsp;Para encerrar, subimos ao ateliê de Parreiras, infelizmente fechado para reforma, e saí de lá ansiosa para explorar aquele espaço assim que ele estiver pronto.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 19:14:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Além dos olhos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517286847</link>
         <description><![CDATA[<p>Estar no MAC novamente sempre é incrível, poder ver sua magnitude e imponência em meio a Niterói nos mostra como todos somos portadores do direito de ter acesso à arte. Ao entrar foi interessante ver que um local antes colorido e cheio de vida com um novo conceito, algo mais interior, escuro e até visceral, os tons vinho e o som que mais tarde conversamos sobre fez com que tudo tivesse um novo olhar, tanto que quase não o pude reconhecer.</p><p><br></p><p>Em meio a tantas pinturas, esculturas e formas o que mais me chamou a atenção foi a vista de tirar o folego. Pensar em quão lindo é o nosso Estado, em como nós como seres humanos temos tanto a preservar para que no futuro ainda tenhamos áreas assim para visitar, respirar ar puro, refletir e sentir a natureza ainda exista. </p><p><br></p><p>Acredito que o contraste entre a exposição e a vista corroboraram para que tal enchesse tanto os meus olhos. Porém tal não significa que não gostei da exposição, eu gostei, ela apenas fez com que eu visse outras coisas com outros olhos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 19:16:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Imersão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517289336</link>
         <description><![CDATA[<p>Sem dúvidas, a parte sensorial da exposição tomou toda a minha atenção! Apesar de me encontrar enferma pude experienciar como se estivesse dentro da floresta, pude sentir emoções como se de fato, uma floresta estivesse queimando bem na minha frente.</p><p><br/></p><p>A exposição como um todo te mostra mais sobre como o autor gostava de pintar paisagens e retratos da natureza, ela como um todo já te conecta, até mesmo o exterior. Porém os quadros que conversam entre si, um com a floresta ainda bem e outro com o que restou da mesma, além disto só ser revelado após a experiência faz com que tudo tenha um novo toque, que a imersão se torne maior e mais memorável</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 19:25:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>maria_pina4</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517289684</link>
         <description><![CDATA[<p> Para o padlet, trouxe uma colagem de registros do Museu de Arte Contemporânea.</p><p> Ao entrar no MAC, me deparei com uma rampa extensa que, assim como a estrutura futurista do prédio, foi muito bem pensada. Na primeira sala, o que mais me chamou a atenção foi a escuridão pontuada por um som ambiente suave, que me deixou imediatamente relaxada. Caminhamos por telas e esculturas até nos juntarmos em roda, cada um compartilhando o que vinha à mente ao escutar aquele som. Aonde ele nos leva? Esse exercício simples me fez refletir sobre a importância de, no dia a dia, pausar, conectar-me com o que vejo ou ouço e perceber como aquilo ressoa em mim, seja no mundo real ou na minha imaginação. Subimos e, lá, conversamos sobre a vida, nossa graduação e o valor de persistir na universidade, reforçando a importância de ocupar esse espaço mesmo depois da formatura. Tudo isso com uma vista privilegiada da Baía de Guanabara ao fundo. Ainda no segundo piso, fui levada ao futuro pelas obras: telas suspensas como se flutuassem no ar. Participei de duas oficinas com as colegas ,na primeira, trabalhamos com tecidos, esponja e papéis de diferentes texturas, na segunda, montamos um desenho quase simétrico usando pedaços de madeira.</p><p>Enquanto vivia essa experiência, lembrei de Victor Di Marco em Capacitismo: o mito da capacidade, quando ele afirma que “a verdadeira inclusão acontece quando repensamos espaços e práticas para que todos possam participar com seus corpos inteiros”. No MAC, a rampa garantiu acesso físico, mas foi o som, o tato e o convite à imaginação que mostraram como a inclusão deve abranger todos os sentidos.</p><p> Finalizo dizendo que essa matéria foi diferente de tudo que já vivi na escola e na universidade. Ela me permitiu conhecer ambientes que eu sozinha não teria explorado,&nbsp;aguçou um lado meu que eu desconhecia, e por fim, me fez mergulhar ainda mais nesse tema, que é tão essencial para a minha formação, a inclusão daqueles que constantemente são invisibilizados.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 19:26:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517289684</guid>
      </item>
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         <title>10/06</title>
         <author>maria_pina4</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517292924</link>
         <description><![CDATA[<p> Para registrar no Padlet, trouxe uma foto de uma das peças, que representa os detalhes coloridos das peças do Museu Janete Costa de Arte Popular. </p><p> Visitei cada sala ao lado do meu namorado&nbsp;no dia 11/06, onde vimos&nbsp;cerâmicas pintadas à mão, bonecos de madeira esculpidos e rendas de várias regiões. Conversamos com uma das artista que&nbsp;nos apresentou e respondeu perguntas sobre seu trabalho. Em um momento, senti o cheiro da argila fresca&nbsp;e lembrei das histórias que minha avó contava sobre a infância da sua avó, minha bisavó, ela as contava enquanto eu brincava de fazer bichinhos e canecas de argila.&nbsp;Aquelas peças guardam a memória de muitas gerações.</p><p>Caminhando pelos corredores, pude me lembrar de Victor Di Marco em Capacitismo: o mito da capacidade quando ele diz que essa comunidade, por tanto tempo e ainda hoje, tem suas narrativas mostradas pelo olhar de quem não vive isso e luta para sair do rótulo de heróis ou de coitados. O Museu Janete Costa dá voz aos artesãos populares e prova que sua arte não cabe em definições simplistas. </p><p> Saí de lá sentindo que valorizar as memórias e o trabalho manual dessas pessoas é um ato não só de respeito, mas também de justiça.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 19:37:49 UTC</pubDate>
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         <title>Para além da escultura</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517293300</link>
         <description><![CDATA[<p>Essa foi uma das minhas esculturas favoritas, poder dissertar sobre ela foi enriquecedor. Observar o olhar atento do homem ao ler o livro e tentar imaginar qual foi sua trajetória até aquele momento é algo que realmente me fez refletir. Mas algo que foquei foi em tentar pensar em todas as alegrias que este homem sentiu até chegar neste ponto. De ter acesso aos livros, de ter tempo de lê-lo, entende-lo. </p><p><br/></p><p>Apesar desta escultura ter sido minha favorita foi muito interessante conhecer todo o museu. Algo interessante também foi a exposição sobre os santos, foi diferente para mim pois nunca tive contato com o catolicismo para saber sobre santos, então foi muito chocante descobrir que existiam santos específicos até para os olhos! É realmente fascinante aprender mais sobre a crença do próximo e entender mais. Pensei que provavelmente é assim quando explico mais sobre a minha religião, inclusive.</p><p><br/></p><p>Também pude conhecer mais sobre a construção do museu, sua história e o peso que carrega. Saber que foi feito por escravos, que foi a casa de tantos comércios, uma casa, o poder aquisitivo do dono que a fez, tudo isso é até meio chocante ao tentar trazer para os tempos atuais, imaginar que lugar ocupariamos numa situação dessa e que fim levaríamos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 19:39:19 UTC</pubDate>
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         <title>25/03</title>
         <author>maria_pina4</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517294685</link>
         <description><![CDATA[<p>Como não estive presente na primeira aula,&nbsp;ouvi a playlist sugerida e escolhi duas músicas que refletem meu cotidiano como estagiária numa turma&nbsp;com algumas crianças que se encontram numa 25realidade precária de 5 e 6 anos.</p><p>Em Admirável Chip Novo da Pitty eu me vi seguindo atividades prontas o tempo todo sem espaço para ouvir as crianças e sem tempo para criar algo novo Fiquei me perguntando se o sistema escolar não está transformando alunos e estagiários em máquinas.Victor Di Marco alerta em Capacitismo que costumam ver o corpo apenas pela função e ali entendi que perdemos a chance de valorizar nossos afetos nossas emoções e nossas ideias. Então conversando essa questão com as professoras da turma, decidimos que seria interessante organizar&nbsp;uma roda de conversa para que&nbsp;as crianças desenhassem &nbsp;livremente para mostrar que errar e inventar faz parte de aprender.</p><p>Em “AmarElo” do Emicida o verso “Ano passado eu morri mas esse ano eu não morro”. Num dia de chuva notei no olhar de uma aluna o cansaço e a dificuldade de quem vive sem comida garantida. Nesse mesmp dia, a atividade das crianças foi pintar&nbsp;um autorretrato e&nbsp;que ela&nbsp;dissesse um sonho simples, como aprender a ler&nbsp;por exemplo. Aquela atividade, para mim,&nbsp;virou um gesto de renascimento e&nbsp;nos fez sentir juntos na resistência. Por isso escolhi também a frase “Não quero ser inspiração quero ser cidadão” para expressar meu desejo de ver alunos e educadores reconhecidos como pessoas inteiras com direitos, sentimentos e vida própria.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 19:45:06 UTC</pubDate>
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         <title>Ter em mãos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517301636</link>
         <description><![CDATA[<p>No começo de minha visita ao museu das coisas banais fiquei meio intrigada com a proposta do museu, admito. Não entendi o que tudo aquilo faria num museu. Até me colocar no lugar delas e entender que talvez não seja o objeto, seja a lembrança. Isso fez com que eu achasse minha coisa banal porém importante, minhas fotos polaroids.</p><p><br/></p><p>A câmera está com defeito, o que faz com que as fotos que tenho no momento se tornem ainda mais especiais. Cada uma conta uma história, uma lembrança. um momento que quero recordar por todo o meu tempo aqui nesta Terra. </p><p><br/></p><p>Mesmo com a tecnologia atual, algo em ter a foto em mãos a torna mais especial para mim. Poder toca-las, colocar pequenos recados abaixo delas, olhá-las sem o risco de uma notificação aparecer e me distrair, faz com que as mesmas se tornem mais especiais ainda.</p><p><br/></p><p>Pensar nisso também me fez refletir sobre como os museus e bibliotecas são importantes, tudo ali é significativo ou foi para alguém que passou por esta Terra. </p><p>Pensar quão especial cada quadro foi para quem o pintou ou o recebeu, cada livro escrito e lido, cada objeto esculpido, tudo isso foi e é importante para alguém, mesmo que não pareça nem um pouco.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 20:13:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Inverno no Japão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517306517</link>
         <description><![CDATA[<p>Que experiência foi assistir este filme! Assiti-lo me remeteu a tantas lembranças, alegrias, momentos, culturas. Foi realmente incrível.</p><p><br></p><p>Assistir legendado me deu a chance de ouvir um idioma que pude escutar diariamente por mais de um ano. Ver a mudança de significado das coisas ao traduzir e relembrar significados que só existem no japonês foi mágico. Um exemplo é 頑張る(ganbaru), que siginifica "Dê o seu melhor" mas é comumento traduzido como "Boa Sorte", dado que nos momentos que é dito o dê o seu melhor não cabe no contexto em português. </p><p><br></p><p>Além disso foi muito bom ver novamente essa cultura e pensar como que tudo em você é parte de onde você é inserido. Assim como o menino queria aprender hoquei no começo do filme pois todos o faziam, podemos achar que queremos algo apenas porque todos a nosso redor também o querem. Lembro que pude aprender muito ao ter que falar　ありがとう ao invés de obrigada, ou de não poder falar お疲れ様です(otsukaresamadesu) para todas as pessoas que estão trabalhando ou trabalharam arduamente durante o dia. </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 20:36:39 UTC</pubDate>
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         <title>Devia fazer parte do nosso vocabulário</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517309269</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante um trecho onde o autor diz "quem determina o que é ser 'normal'?", ele comenta sobre um termo chamado "passabilidade", que segundo ele:</p><p>"É um termo utilizado pela comunidade trans e PCD, que significa 'o quanto você não parece ter uma deficiência'. </p><p> Eu mesmo, do peito pra cima, sem falar, ou, em algum ângulo de foto, não aparento ter [uma deficiência].</p><p><br></p><p> O termo é muito complexo, pois assim como a medicina que busca uma "cura", muitas pessoas acreditam que PCDs querem ser o mais passáveis possíveis. Como se estivessemos 'escondendo' algo, como se fôssemos farsantes tentando enganar alguém escondendo&nbsp;um&nbsp;segredo.</p><p><br></p><p>Aprender essa palavra mostra quão preconceituoso nossa sociedade pode ser, e como PCDs muitas vezes precisam usar de passabilidade para serem respeitados e ouvidos no mundo que temos hoje em dia, o que é muito triste de se pensar.</p><p><br></p><p>Se usarmos da alteridade para com PCDs podemos perceber quão difícil teria de ser esconder quem você é e como nasceu apenas para que possa ter suas ideias e conquistas escutadas e respeitadas sem um fundo de "herói" ou "coitado", que precisam usar mascaras sociais para tentar esconder quem são em fotos, vídeos e textos.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 20:48:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Afinal, o que é disforia?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517313198</link>
         <description><![CDATA[<p>Muito se ouve sobre disforia, mas o que seria isso? </p><p><br></p><p>Di Marco comenta sobre a "disforia", que é o desconforto ou mal-estar que normalmente vem acompanhado do desconforto. </p><p><br></p><p> "Faz com que acreditemos que somos estranhos. Faz com que, muitas vezes, queiramos esconder nossa deficiência ou mudar nosso corpo. [...] Tinha a ideia de que eu era um passageiro e que logo eu ia conseguir reverter essas características que as pessoas me diziam ser feias. Ocupei, então, por muito tempo o lugar do ridículo, mesmo tendo alguns momentos de respiro e pensando que o rótulo não me limitava. [...] Comecei, então, a perceber que existem muitos tipos de deficiência e que nenhum deles se anula, mas, sim, possibilitam vivências e falas&nbsp;diferentes."</p><p><br></p><p>Ja havia escutado muito sobre a disforia em pessoas por pressões estéticas e coisas assim, mas nunca havia pensado na disforia como algo que acontece na PCD, então sinto que este trecho me impactou com essa nova perspectiva.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-11 21:09:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>É preciso dar um jeito, meu amigo.</title>
         <author>gi_anuda</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517407509</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br><em>"Mas estou envergonhado</em></p><p><em>Com as coisas que eu vi</em></p><p><em>Mas não vou ficar calado</em></p><p><em>No conforto, acomodado</em></p><p><em>Como tantos por aí."</em></p><p><br/></p><p><br/></p><p>O trecho da música acima, de Erasmo Carlos, é a trilha sonora do filme "Ainda Estou aqui", que tivemos a oportunidade de assistir no segundo encontro de nossa disciplina. Tanto o filme, quanto a musica me sensibilizaram e me emocionaram bastante. Ao refletir sobre nosso encontro, escolhi esse trecho da música, pois revela a importância e a coragem de não ficarmos calados diante das opressões impostas pelo sistema, de questionarmos, de refletirmos, de buscarmos o conhecimento e de desenvolvermos do senso critico. Eunice Paiva, interpretada lindamente por Fernanda Torres teve coragem para não se acomodar e permanecer no conforto das condições e dos privilégios de estar em uma familia branca de classe alta, como tantos fizeram na época. Eunice sofreu diretamente as consequências de um&nbsp; sistema autoritário e opressor, mas não se permitiu ficar <em>"calada, no conforto, acomodada, como tantos por aí."</em></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/FuZ0OdtK3P8?si=tTZcpv5A7lMOTKvS" />
         <pubDate>2025-07-12 02:43:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>gi_anuda</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517728724</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p><br></p><p>Nesse dia, infelizmente não pude comparecer na visita ao Espaço Cultural do correio, mas pude visitar, em outro momento, a exposição "<em>Ancestral: Afro-Américas e veja como as obras comunicam cuidado, poder e resistência." </em>no CCBB, no centro do Rio. A exposição celebra a ancestralidade e a herança compartilhada entre os povos afrodescendente, brasileiros e norte americanos. A exposição me sensibilizou bastante por trazer de forma muito significativa e através de belas obras questões sobre equidade racial, gênero e a representação da subjetividade. É de extrema necessidade que essas exposições estejam presentes nos espaços principalmente para tratar de maneira artística algo tão importante para a cultura afrodescendente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-12 23:47:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Palestra: Psicologia e políticas da deficiência: uma análise sobre autismo</title>
         <author>gi_anuda</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517736709</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Em nosso sexto encontro, tivemos a oportunidade de ouvir a palestra <em>"Psicologia e políticas da deficiência: uma análise sobre autismo"</em> Durante a palestra, alguns pontos me chamaram muito atenção, por de fato trabalharem a inclusão na prática. Um desses momentos foi logo no primeiro momento, quando as palestrantes se descreveram, tanto os aspectos físicos quanto cada peça de roupa que estavam usando no encontro, a fim de incluir os alunos e convidados que possuíssem cegueira. Outro ponto que destaco do encontro, foi a inclusão de uma pessoa com autismo para falar do autismo e dos atravessamentos enfrentados. Por vezes, conhecemos o autismo na perspectiva de pessoas que estudam sobre, mas que não conhecem as manifestações a partir de suas próprias vivencias e de seus próprios atravessamentos. Penso que esse tenha sido um ponto muito interessante e importante para agregar na discussão. Outro aspecto presente na palestra, foi a presença de interpretes de libras, que permaneceram do inicio ao fim da conversa, tanto no modelo online, que estava sendo gravado, quanto no presencial. Falando sobre a reprodução online da palestra, penso que tenha sido outro aspecto muito interessante e que também trabalha de certa maneira a inclusão, para poder dar a oportunidade de pessoas que não podem acessar a universidade, por conta de questões de acessibilidade ou por conta dos atravessamentos do cotidiano, como outros compromissos ou até por trabalho. A mobilidade online foi usada como uma ferramenta de inclusão e ofereceu a oportunidade de escolha para as pessoas, a respeito da melhor maneira de acessibilidade à palestra.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-13 00:36:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estranha mania de ter fé na vida</title>
         <author>liazanirato</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517737675</link>
         <description><![CDATA[<p>Nessa proposta achei muito desafiador escolher uma única música. Logo percebi que essa dificuldade vinha da admiração por um sentimento comum que me transmite em todas elas: a mistura da delicadeza e brutalidade da vida. Como autoapresentação acho que não poderia haver tema mais apropriado para o momento em que vivo e a maneira em que decido encarar a vida atualmente. Encarar o mundo e a vida como ela acontece, com tanta injustiça, guerra, relações socioeconômicas adoecedoras e ainda assim seguir vendo propósito, sendo resistência contra a opressão, incluindo as que não me afetam diretamente, por enxergar a importância, por saber que vale a pena, por ver a beleza da vida e sentir a potência dos afetos. Encarar a brutalidade do mundo pesa, mas manter o olhar direcionado para as sutilezas não tão sutis da vida, fortalece. A minha dor é perceber que apesar de tudo que fizemos ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais. Mas é preciso ter força, é preciso ter raça, é preciso ter gana sempre. É preciso ter manha, é preciso ter graça, é preciso ter sonho sempre.</p><p>Quem traz na pele essa marca mistura a dor e alegria, possui a estranha mania de ter fé na vida.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-13 00:42:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pra que o amanhã não seja um ontem com um novo nome</title>
         <author>liazanirato</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517738576</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesse dia não pude estar presente, mas havia assistido ao filme no cinema em outra data pouco antes. Acho importante iniciar esse relato dizendo sobre a emoção de assistir esse filme no cinema. Não só por ser um filme brasileiro premiado e reconhecido internacionalmente, o que é sim um grande orgulho, mas principalmente por ver um assunto tão sério e tão fortemente presente na nossa sociedade finalmente sendo representado nesse lugar de destaque e com tanta dignidade. É muito agridoce o sentimento de vitória por toda repercussão do filme, inclusive a correção da certidão de óbito de Rubens Paiva, mas também de angústia por saber que os criminosos da ditadura foram anistiados e seguem sem punição, muitos inclusive recebendo pensão, e que eles ainda estão aqui, em vários sentidos. Que nossa história é propositalmente apagada o tempo todo. Que as narrativas seguem em disputa para que as pessoas sigam sem conhecer a verdade e que a tortura siga impune e ainda usada em discurso de homenagem a torturador por alguém que depois disso ainda é eleito a presidência.&nbsp;</p><p>Apesar de tudo, todo o movimento que o filme causou e a própria história de resistência em si é onde escolho focar o meu olhar e me inspirar na lição de que não é possível se permitir ser calado e aceitar a opressão. “É preciso estar atento e forte”. Fazer disso uma postura “pra que o amanhã não seja só um ontem com um novo nome”.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/QkiPSMrFoG0?si=3CboYsIpVrJ-rM6q" />
         <pubDate>2025-07-13 00:47:56 UTC</pubDate>
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         <title>Sistema não adaptado </title>
         <author>liazanirato</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517738923</link>
         <description><![CDATA[<p>A leitura e as discussões a respeito do livro “Capacitismo: o mito da capacidade” me trouxeram reflexões muito importantes para minha formação como professora e como pessoa. Discutimos sobre o conceito de interseccionalidade e como não dá pra falar de leis universais de qualquer pessoa com deficiência. Existem recortes sociais e particulares que precisam ser levados em consideração. A luz dessa discussão me indignei novamente com o que me parece óbvio, talvez por já ter pensado sobre, mas que enquanto não penso a respeito no cotidiano sigo me surpreendendo quando me lembro: a “[D] eficiencia” como um conceito nomeado sob a ótica do capital, uma ótica funcionalista. É muito violento a maneira em que tantas existências são desconsideradas, vistas como inúteis, não por um mero preconceito intrínseco e quase percebido como natural dos indivíduos, mas sim como uma ideologia enraizada no sistema econômico. Assim, para enfrentar essa perspectiva dominante, assim como qualquer preconceito, é preciso conhecimento. É preciso entender que a pessoa não tem um problema, é o sistema que não está adaptado e não o contrário. Por isso, falar de inclusão é falar de combater a desigualdade de oportunidades. A inclusão é um direito e se é um direito logo é um dever.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-13 00:50:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relato da palestra: reflexões sobre autismo e capacitismo</title>
         <author>liazanirato</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517739189</link>
         <description><![CDATA[<p>A palestra abordou de forma crítica e sensível os modelos de compreensão da deficiência, enfatizando a necessidade de nomear o capacitismo como estrutura de opressão para que ele possa ser enfrentado efetivamente. A deficiência foi tratada como categoria política, que atravessa o corpo, a dor e o cuidado, destacando-se a importância da interseccionalidade para compreender como diferentes marcadores sociais (como gênero, classe, raça e neurodivergência) moldam a experiência de pessoas com deficiência.</p><p>Uma das falas mais impactantes da palestra denunciou que o capacitismo mata e deixa morrer, naturalizando a exclusão e produzindo medo social do “planeta aleijado” — uma metáfora forte que revela o pânico moral em torno da diferença corporal e cognitiva.</p><p>No que diz respeito ao autismo, a palestrante destacou o mascaramento praticado por mulheres autistas, que muitas vezes são invisibilizadas pela tentativa de se adaptar às normas sociais. Ela expressou um incômodo particular com o modelo ABA (Análise do Comportamento Aplicada), criticando sua padronização como única via terapêutica e apontando que frequentemente crianças são privadas do direito de escolher o tipo de cuidado que recebem. A fala que mais marcou a audiência foi a afirmação de que uma verdadeira educação inclusiva teria trazido muito mais benefício do que qualquer terapia comportamental.</p><p>A palestra também problematizou o fato de que o autismo se tornou um "negócio lucrativo", atravessado por relações de poder e interesses econômicos. Denunciou como a ciência médica colonizou a narrativa sobre o autismo, oferecendo promessas de cura e normatização que não respeitam a singularidade dos sujeitos. O diagnóstico, nesse contexto, deve servir para identificar e garantir direitos, nunca para patologizar ou justificar exclusões. No entanto, as desigualdades sociais tornam o diagnóstico inacessível para muitas crianças nas periferias, revelando um abismo entre os discursos oficiais e a realidade vivida por grande parte da população neurodivergente.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-13 00:51:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Finca Pé&quot;</title>
         <author>liazanirato</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517740536</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesse dia não pude estar presente devido a uma amigdalite que me causou muita febre. Ainda assim, na mesma semana tive a oportunidade de visitar a exposição “Finca-Pé: Estórias da terra” de Antônio Obá, no CCBB no centro do Rio de Janeiro. Essa experiência me fez refletir sobre os temas que temos discutido na disciplina, especialmente em relação à inclusão, ao capacitismo e à educação.</p><p>A exposição, que reúne pinturas, desenhos, instalações e uma performance registrada em vídeo, propõe uma investigação sensível sobre a relação do corpo com o território, com a memória, com a ancestralidade e com a terra em seus múltiplos sentidos. O uso de pigmentos naturais retirados diretamente do solo, aplicados sobre madeira, faz com que a matéria da terra se transforme não apenas em imagem, mas em presença viva, carregada de história, afeto e resistência. Isso me fez pensar em como os corpos, especialmente os que vivem à margem, corpos racializados, pobres, com deficiência ou dissidentes, também carregam em si marcas de territórios e experiências que são constantemente silenciadas.</p><p>A proposta estética de Obá é profundamente política. Ele nos convida a olhar para aquilo que muitas vezes é invisibilizado, apagado ou rejeitado. Isso se relaciona a leitura de <em>“Capacitismo: o mito da capacidade”</em>, de Victor Di Marco. Assim como o artista reinscreve a terra como espaço de memória e pertencimento, Di Marco reinscreve o corpo com deficiência como sujeito político, recusando a lógica da normalidade, da correção, da exclusão.</p><p>Na exposição, o corpo está presente não apenas como tema, mas como experiência sensível e existencial, em diálogo com a terra como lugar de origem e transformação. Isso me levou a pensar que falar de inclusão e de combater o capacitismo também é falar de pertencimento, de raízes, de direito à existência plena em um território simbólico e real. A obra de Obá me fez perceber como a arte pode ser uma forma de educar os sentidos e ampliar o olhar sobre a diversidade humana, exatamente o que propõe uma educação inclusiva de verdade.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-13 00:59:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A infantilização do corpo PCD</title>
         <author>gi_anuda</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517740722</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Nesse encontro, continuamos com a reflexão do livro "Capacitismo", de Vitor Di Marco. Um destaque que faço a partir da leitura, é para o entendimento da infantilização do corpo PCD. O autor nos permite refletir sobre o capacitismo presente na infantilização ou ridicularização do corpo PCD, a partir do entendimento sobre tudo aquilo que a sociedade não sabe ou não quer lidar, ela faz piada ou infantiliza, desvalorizando e limitando a capacidade do corpo PCD, isso surge até em situações cotidianas que passam despercebidas, quando há por exemplo o uso do diminutivo para se referir a pessoa PCD. Segundo Vitor, as pessoas infantilizam as pessoas com deficiência, por não saberem como lidar, por isso, normalmente ficam sem palavras e a primeira reação é o sentimento de compaixão e por vezes de pena. Ser percebido, enquanto adulto, como criança e ser tratado assim é cruel e violento, a partir da reflexão de Vitor, percebemos a necessidade de colocar um adulto PCD no lugar de adulto, pois, colocar um adulto em um lugar de criança é invalidá-lo como um ser social. (DI MARCO, 2020)</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-07-13 01:01:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517740722</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reflexões sobre capacitismo</title>
         <author>liazanirato</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517740860</link>
         <description><![CDATA[<p>Esse encontro me trouxe novas reflexões valiosas para pensar o capacitismo. Inicio esse relato com a uma citação do livro que me marcou fortemente&nbsp;</p><p>“ Me sentia culpado (...) pelo fato de achar que eu era merecedor do desejo”&nbsp;</p><p>Essa fala traz a tona como a gente enquanto sociedade julga o outro como digno ou não dá experiência e isso é muito violento.&nbsp;</p><ul><li><p>É importante pensar nessa e outras questões para pensar na prática pedagógica.</p></li></ul><ul><li><p>Enquanto professoras, precisamos nos apropriar da acessibilidade como parte da nossa profissão. Utilizar recursos de acessibilidade.&nbsp;</p></li></ul><ul><li><p>A família precisa ser parceira da escola, mas a escola também precisa ser parceira da família.&nbsp;</p></li><li><p>O julgamento das famílias precisa ser visto com a lente do “ a gente escolhe dentro do aceitável”. Ter consciência das relações capacitistas estruturais, da falta de recursos, burocracias e tantos desafios.</p></li><li><p>Mediador em sala de aula: pode causar disforia? Vai ser positivo? Como amenizar o espaço?&nbsp;</p></li></ul><p><br></p><p>Por fim, finalizamos com a reflexão de que querer ser “passável” é reação, consequência da sociedade. Preconceito é preguiça intelectual e de sensibilidade.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-07-13 01:01:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Semana da Pedagogia</title>
         <author>liazanirato</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517741088</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste dia pude estar presente em duas atividades da semana da pedagogia: o Observatório da Laicidade com o professor José Sepúlveda e a&nbsp; na oficina “Caminhos da</p><p>inclusão e da acessibilidade: a experiência da Comissão de</p><p>Educação Inclusiva e Acessibilidade no curso de Pedagogia “ sobre a qual irei discorrer. A oficina proporcionou uma vivência sensorial e reflexiva muito significativa para mim. Ao entrar na sala, fui convidada a me conectar com os elementos dispostos no espaço, observando imagens, ouvindo sons, tocando texturas, sentindo cheiros e até experimentando sabores. Ao refletir sobre essas sensações e trocar impressões com as colegas, comecei a perceber o quanto cada um de nós interage com o mundo de maneira única, a partir das nossas experiências particulares. Foi um momento importante para pensar sobre inclusão para além da ideia tradicional de acessibilidade física ou de adaptações. A proposta da oficina me fez refletir sobre a inclusão como algo mais profundo, que começa no reconhecimento das diferentes formas de estar no mundo, sentir, aprender e se expressar.</p><p>Essa experiência me marcou porque me mostrou que a educação inclusiva passa pela escuta atenta e pelo respeito à diversidade sensível dos corpos e das presenças. Senti, naquele espaço, uma abertura para repensar as relações, o cuidado e a forma como produzimos conhecimento juntos.</p><p>Saí da oficina com a certeza de que a inclusão é um processo vivo, que envolve escuta, presença, sensibilidade e compromisso.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/4cXOAqWOIcM?si=xWK9_y12LL373S1n" />
         <pubDate>2025-07-13 01:03:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517741088</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Banalidade e Afeto </title>
         <author>liazanirato</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517741566</link>
         <description><![CDATA[<p>O meu objeto banal me acompanhou ao longo de quase toda a minha vida: um imã de geladeira antigo, desgastado com o tempo, no formato de uma bonequinha. Não me lembro do dia em que atribui o nome a ela, mas para mim ela se chama Marilda já que, por algum motivo, esse objeto tão banal me remete a minha falecida tia. Mesmo não entendendo o por quê dessa associação, nunca joguei esse imã de geladeira fora. Ele era da minha mãe e após muitas mudanças de casa, cidade e até estado, me pergunto quais outros objetos já não foram perdidos ou descartados e por que este permaneceu. Hoje não moro mais com a minha família e por algum motivo esse imã me acompanhou e não a minha mãe ou meu irmão.&nbsp; Achei muito interessante perceber o quanto um objeto simples, o qual não paro para pensar sobre no cotidiano, carrega muito mais significado do que me dou conta. Assim, relacionei essa reflexão com o livro estudado ao pensar em como damos valor, ou desvalorizamos, aquilo que não se enquadra nas expectativas normativas de utilidade, funcionalidade ou racionalidade, inclusive no campo dos afetos, da memória e da subjetividade. O objeto é banal, ainda assim, ele resiste, permanece, carrega histórias, afetos, ausências e conexões.&nbsp;</p><p><br></p><p>Após compartilhar e ouvir sobre objetos banais em sala, visitamos a biblioteca do Gragoatá. Já entrei diversas vezes na biblioteca mas nunca com uma visita guiada. Fiquei feliz em saber de tantos recursos que a universidade nos proporciona e que nem sempre nos lembramos ou ao menos sabemos, por isso é muito interessante essa experiência.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/xT8HIiFQ8Y0?feature=shared" />
         <pubDate>2025-07-13 01:04:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Possibilidade de vinculo</title>
         <author>liazanirato</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517741844</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste dia visitamos o cineart da UFF e assistimos o filme “Sol de inverno”. Esse filme, com muita delicadeza, trata de fragilidades não ditas, incomunicabilidades e da pressão silenciosa das normas sociais. O ator Sosuke Ikematsu resume bem a proposta: “Esse é um filme sobre os silêncios que as pessoas carregam”. Conta a história de um menino que sofre de gagueira e uma menina muito tímida. Ambos se aproximam por meio da patinação no gelo, e criam um laço com o treinador, que também carrega um segredo pessoal, uma relação homoafetiva. O livro aborda muitos assuntos que se relacionam com o livro estudado na disciplina: o menino que gagueja e a menina tímida são exemplos de pessoas que fogem da norma comunicativa. Em uma sociedade que valoriza a fluência, a oratória e a extroversão, esses traços são vistos como falhas. o filme, esses dois jovens não superam seus traços, eles são acolhidos com eles. Isso quebra a lógica capacitista da superação e da correção da “falha”. O silêncio é um elemento que desafia a normatividade. O livro mostra que a sociedade capacitista exige fala, explicação, justificativa, prova de valor. “Sol de Inverno” inverte essa lógica: dá valor ao não dito, ao gesto, à presença. O silêncio, em vez de sinal de incapacidade, torna-se uma forma legítima de estar no mundo. Os laços entre os jovens e o treinador não têm como objetivo “curar” a gagueira ou a timidez. O filme constrói uma rede de escuta e afeto, sem imposição.<br>O livro nos convida a defender exatamente essa postura: não querer transformar o outro para que se encaixe, mas criar espaços onde ele possa ser como é.<br>Esse cuidado sem correção é uma postura anticapacitista: não se parte da falta, mas da possibilidade do vínculo.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-13 01:06:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O sagrado e o corpo</title>
         <author>liazanirato</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517742231</link>
         <description><![CDATA[<p>Na visita ao Museu Janete Costa assistimos à exposição “Santa Intimidade” que aborda a “reinvenção popular do sagrado, a constatação de que o povo não apenas o recebe, mas o reinventa, humaniza e o adapta à sua realidade. A mostra explora justamente essa manifestação íntima e pessoal por meio de objetos, festas, rituais e práticas cotidianas.” A&nbsp; exposição valoriza formas populares e informais de religiosidade, muitas vezes à margem da doutrina oficial da Igreja, como a devoção a santos não canonizados, os rituais sincréticos, os amuletos, as festas, os corpos em movimento e em festa. <em>Santa Intimidade</em> vê no corpo um espaço de fé e espiritualidade, o corpo que dança, que carrega imagens, que realiza promessas, que expressa o sagrado nos detalhes do cotidiano. No livro estudado, Victor Di Marco também enfatiza o corpo como espaço político e afetivo, que não precisa se adequar a uma lógica de controle, eficiência ou capacidade. O corpo com deficiência também é um corpo sagrado, capaz de experiência, presença e encantamento. O autor também propõe uma leitura crítica das normas que regem o corpo, a fala, o pensamento e a mobilidade dentro da sociedade capacitista. Tanto a exposição quanto o livro desafiam o “modelo oficial”, seja da fé, seja do corpo abordando uma valorização do que é múltiplo e reinventado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-13 01:09:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Entre Corpos</title>
         <author>liazanirato</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517742842</link>
         <description><![CDATA[<p>O último encontro ter acontecido no MAC foi particularmente muito especial para mim que nunca havia tido a oportunidade de conhecer esse espaço. Nesse dia, visitamos a exposição “Entre corpos” que apresenta diferentes interpretações dos artistas sobre o mundo que os cerca e do universo interior de cada um. As obras - colocadas como “corpos” dialogam com corpo, território, ancestralidade e transformação. Assim, sob a lente da disciplina e do livro estudado, percebi que tanto na escrita política do autor, quanto na curadoria sensível da exposição, há um movimento ético comum: o de legitimar outras formas de viver e se expressar que não se submetem aos padrões da capacidade, da produtividade ou da normalidade. Assim, encerramos nossas atividades do período com reflexões e aprendizados potentes que nos acompanharão ao longo de nossas trajetórias.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-13 01:12:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O capacitismo </title>
         <author>gi_anuda</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517743821</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Para esse encontro, continuamos a nossa discussão sobre o livro Capacitismo, de Vitor Di Marco. O livro me impactou de diferentes maneiras e sem dúvidas se tornou um dos melhores que li durante o percurso acadêmico. As contribuições da reflexão de Vitor sobre o capacitismo a partir de suas vivências e atravessamentos me sensibilizaram e foram fundamentais para minha formação. Para esse momento, destaco aqui o entendimento de Capacitismo na perspectiva de Vitor Di Marco.</p><p><br></p><p><em>"Capacitismo é a opressão e o preconceito contra pessoas que possuem algum tipo de deficiência, o tecido de conceitos que envolve todos que compõem o corpo social. Ele parte da premissa da capacidade, da sujeição dos corpos deficientes em razão dos sem deficiência. Acredita que a corporalidade tange à normalidade, a métrica, já o capacitismo não aceita um corpo que produza algo fora do momento ou que não produza o que creditam como valor. Ele nega a pluralidade de gestos e de não gestos, sufoca o desejo, mata a vontade e retira, assim, a autonomia dos sujeitos que são lidos como deficientes."</em></p><p><br></p><p>Escolhi a imagem acima por retratar a maneira que o capacitismo ocorre nos ambientes, sobretudo, como nesse caso, no ambiente de trabalho. O capacitismo oprime e como mostra o exemplo, inferioriza e machuca quem sofre, por partir&nbsp; da lógica que entende a pessoa com deficiência como um ser incapaz.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-13 01:18:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relato sobre a acessibilidade e a inclusão na Bienal do Livro, no Rio de Janeiro. </title>
         <author>gi_anuda</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3517748753</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Não pude fazer parte do encontro nesse dia, porém, como orientado pela professora, vou relatar sobre outro passeio e trazer as reflexões a respeito da inclusão a partir das vivências desse dia. Gostaria de relatar aqui a respeito da Bienal do livro, que aconteceu do dia 13 à 22 de junho, no Rio de Janeiro. Nesse dia, fui acompanhada de minha irmã mais nova Laura. Desde criança, costumo frequentar a Bienal quando acontece aqui no Rio e busco hoje, introduzir minha irmã nesse mundo, mas até a ultima edição nunca havia percebido detalhes da acessibilidade que por vezes passaram despercebidos. Estar no curso de pedagogia e sobretudo, estar em uma disciplina em que discutimos a educação inclusiva, me possibilitou notar esses detalhes que por muito tempo me passou despercebido por não ter conhecimento sobre. Conforme fomos discutindo a inclusão e trabalhamos o livro "Capacitismo: o mito da capacidade", pude abrir meus olhos para finalmente enxergar</p><p>esses aspectos, por isso, achei interessante trazê-los já que deveriam ser discutidos na perspectiva de inclusão.</p><p><br></p><p>O primeiro desses ascpectos está presente na organização do evento. Para acessar a entrada do evento, temos que andar um&nbsp; caminho muito longo, sem cobertura para proteger da chuva ou do sol e por vezes, os carros devem parar do lado de fora do Rio Centro, o que faz esse caminho ser bem maior que o normal. Isso implica diretamente na questão da acessibilidade do evento, que deveria ser para todos. Outro ponto na organização do evento, foi a quantidade exorbitante de pessoas em todos os dias de evento, penso que com certeza foram vendidos mais ingressos do que a capacidade permitida, pois não havia como se locomover nas passagens dos pavilhões e somente nos locomoviamos com muita dificuldade entre as "ruas" que ficavam entre os estandes, o que implica diretamente no acesso de uma pessoa cadeirante por exemplo. Essa desorganização que acarretou na dificuldade de acesso, mostra que a preocupação dos organizadores do evento não estava voltada para a democratização da literatura, mas na verdade, focou em lucrar e vender o máximo de ingresso possível, sem se preocupar com as condições oferecidas a quem estava acessando o local. Além disso, não percebi a presenta de pisos tatéis entre os corredores que davam acesso aos estandes e tampouco para as entradas que davam acesso à outro pavilhão, o que dificulta completamente o acesso da pessoa com deficiência visual. Lamentável perceber essas situações em um ambiente tão divertido e que deveria ser responsável por proporcionar acesso igualitário à todos, a fim de democratizar a literatura, mas que na verdade, não está tão preocupado com essas questões.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-13 01:44:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ressignificar o olhar </title>
         <author>liazanirato</author>
         <link>https://padlet.com/stephaniealix/dicionarioinclusivo/wish/3523446398</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesse dia não pude estar presente, mas na mesma semana pude visitar a exposição de Marcos Lanzieiro na UERJ. A mostra apresenta trabalhos feitos com materiais recicláveis e reutilizados, como tampinhas, tecidos, papéis e embalagens, criando obras criativas e cheias de significado. A exposição mistura arte, educação e sustentabilidade, e mostra como o que é visto como “lixo” pode ganhar um novo valor. Ao observar essas transformações, lembrei do livro estudado, que também propõe uma mudança de olhar, no caso, sobre os corpos e as vidas das pessoas com deficiência. Assim como os materiais descartados ganham nova forma na arte, o livro nos convida a enxergar a potência onde a sociedade costuma ver limitação.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-18 18:45:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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