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      <title>ABUSO SEXUAL NA INFÂNCIA by RAISSA TRINTIN PEREIRA</title>
      <link>https://padlet.com/raissapereira3/2gbzdxwm9mgkqf59</link>
      <description>Trabalho da Disciplina de Psicoterapia com Crianças e Adolescentes</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-05 23:13:55 UTC</pubDate>
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         <title>Plano de ação inicial</title>
         <author>raissapereira3</author>
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         <description><![CDATA[<div>A partir do momento em que o abuso é suspeitado, o profissional que atender a criança deverá entrar em contato com as autoridades responsáveis para que a situação seja devidamente investigada.<br><br>Deve haver um acolhimento da criança, lhe explicando os procedimentos que ocorrerão, tranquilizando-a e evitando julgamentos, falsas expectativas ou promessas.<br><br>A colheita de informações junto à criança deve se limitar ao essencial para a investigação, evitando perguntas fechadas e respeitando o tempo da criança.<br><br>É necessário que o profissional que converse com a criança compreenda as possíveis respostas, atitudes e reações que a vítima possa apresentar, adequando seu comportamento diante das dificuldades da criança com a revelação do abuso.<br><br>É obrigação legal notificar a suspeita de abuso ao Ministério Público, serviços de proteção à criança, entidades policiais, ou ao serviço médico-legal.<br><br>Deverão ser realizados exames de perícia médica e exame de psicologia forense para investigar e diagnosticar o abuso.<br><br>Participam desses procedimentos policiais, médicos, psicólogos e assistentes sociais.<br><br>Estes devem conhecer os fatores de risco e os indicadores de abuso, sabendo orientar adequadamente a vítima, aplicando as técnicas de abordagem para preservação e proteção da criança.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-05 23:16:16 UTC</pubDate>
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         <title>Impressões pessoais</title>
         <author>raissapereira3</author>
         <link>https://padlet.com/raissapereira3/2gbzdxwm9mgkqf59/wish/1496026403</link>
         <description><![CDATA[<div>Joana, de 8 anos, aparenta ser uma jovem tímida e retraída, que não costuma conversar muito sobre sua rotina em casa. Na escola, buscava participar de todas as atividades, mas sempre que envolvia assuntos pessoais, ela tentava mudar o foco ou até responder de maneira agressiva. No entanto, o que a escola e os colegas não sabiam era o que acontecia quando Joana não estava nas salas de aula.<br><br>A mãe chegava em casa e logo chamava Joana para que brincassem de desfile, após tomava banhos demorados e frequentes com a menina, com a intenção de ajudar e ficar próxima da filha, segundo a mãe. Além disso, dormia todas as noites com a filha, devido a um suposto medo dela de dormir sozinha. Mas era durante essas ocasiões que o segredo entre as duas se perpetuava e ali, Joana sofria abusos, com o pretexto de que era apenas uma brincadeira e um cuidado entre as duas. A pequena parecia saber que algo estava errado, mas não conseguia entender o porquê.<br><br>Escutando o relato a gente perde o chão e enfrenta muitas batalhas internas. Eu não sabia o que fazer, nem por onde começar, porque só de pensar dói, agora imagina para a vítima. Primeiro, a gente não quer acreditar que tenha realmente acontecido, que alguém seja capaz de tal “’monstruosidade”. Depois, vem a vergonha pela paciente, a tristeza por alguém tão pequena passar por situações como essa. Quando eu escutei o relato mesmo sendo fictício, procurei na internet e li sobre algumas reações verdadeiras que as crianças apresentam quando são vítimas de abuso e a cada relato meu coração acelerava e me sentia incapaz de lidar com aquela situação.&nbsp;<br><br>Após, fiquei pensando em como poderia ajudar Joana, ou melhor, como conversar com ela. Pensei em todas as experiências absurdamente graves, dolorosas e traumáticas que já escutei. Meninas ou mulheres com intenso sofrimento psíquico diante de uma violência sexual por atos libidinosos e meninas/mulheres que lidaram sem desenvolver transtornos mesmo diante de passar anos sendo vítima de estupro. Mas há vários pontos em comum entre todas: sofrimento, culpa, dificuldade de relacionamento, insegurança e sobretudo, o silêncio. Então diante disso, pensei em estratégias para trabalhar com essa menina para que ela consiga lidar com essa violência e seus danos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-05 23:16:26 UTC</pubDate>
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         <title>Estudo de caso</title>
         <author>raissapereira3</author>
         <link>https://padlet.com/raissapereira3/2gbzdxwm9mgkqf59/wish/1496026737</link>
         <description><![CDATA[<div>Joana, uma menina de 8 anos, foi encaminhada para psicoterapia pela escola. Mora com a mãe de 40 anos, o pai de 42, um irmão de 16 anos e a avó paterna.<br><br>É uma menina que está sempre arrumada, não gosta de se sujar e sempre carrega consigo uma boneca que ganhou da mãe, Lúcia.&nbsp;<br><br>Não é próxima do pai nem do irmão, mas é muito próxima da mãe. Elas dormem juntas na mesma cama, por Joana ter pesadelos e dificuldade de dormir sozinha.<br><br>Queixa da escola: isolamento, agressividade e notas baixas.&nbsp;<br><br>Queixa do pai e avó: agressividade, dificuldades para dormir e banhos frequentes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-05 23:16:38 UTC</pubDate>
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         <title>Dados importantes sobre abuso sexual em crianças</title>
         <author>raissapereira3</author>
         <link>https://padlet.com/raissapereira3/2gbzdxwm9mgkqf59/wish/1496028517</link>
         <description><![CDATA[<div>A violação sexual de crianças ocorre quando estas são utilizadas como meio para satisfação de qualquer tipo de desejo ou finalidade sexual de adultos e adolescentes mais velhos, mesmo que não haja contato físico ou prática de ato sexual propriamente dito.&nbsp;<br><br>O abuso sexual é caracterizado por todas as ações que busquem a violação sexual de crianças, desrespeitem sua intimidade ou tenham por finalidade a satisfação sexual do abusador. Pode acontecer mediante indução (sedução, conquista, oferta de presentes, entre outros exemplos), assim como por meio de violência física, psicológica ou moral.&nbsp;<br><br>Muitas crianças sequer percebem a situação abusiva a que estão sendo submetidas, devido a sua pouca idade e condição de inocência. É comum chegarem à Justiça casos em que a criança ou o adolescente abusado não tinha compreensão da violência sexual ou não sabiam o que estava sendo feito com eles, até o momento em que o abusador é preso.&nbsp;<br><br>A situação de abuso é prevista como crime grave pela legislação brasileira, com penas que podem chegar a 30 anos de prisão.&nbsp;<br><br>Existem situações em que todos são capazes de reconhecer o ato abusivo, pois envolvem o contato físico com a vítima, tais como a prática de sexo, carícias e manipulação das partes íntimas da vítima, beijos lascivos e toques abusivos.&nbsp;<br><br>Não custa ressaltar, porém, que o abuso pode ser praticado sem que a vítima&nbsp; seja tocada pelo abusador, bastando a exposição da criança a situações de caráter sexual/pornográfico.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-05 23:17:37 UTC</pubDate>
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         <title>REFERÊNCIAS</title>
         <author>raissapereira3</author>
         <link>https://padlet.com/raissapereira3/2gbzdxwm9mgkqf59/wish/1496028862</link>
         <description><![CDATA[<div>BRASIL. Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Família protetora! Um guia para pais e responsáveis sobre como identificar riscos de abuso sexual, exploração infantil e pedofilia. 2020. Disponível em: https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2020-2/maio/FAMILIAPROTETORA.pdf. Acesso em: 10 jun. 2021.<br><br>GABEL, M. (Org.) Crianças vítimas de abuso sexual. São Paulo: Summus, 1997.<br><br>INSTITUTO FEDERAL DO AMAZONAS. Cartilha de Orientações para a Prevenção e Combate ao Abuso e Assédio Sexual. 2020. Disponível em: http://www2.ifam.edu.br/noticias/dia-nacional-de-combate-ao-abuso-e-a-exploracao-sexual-de-criancas-e-adolescentes. Acesso em: 13 jun. 2021.<br><br>MAGALHÃES, T. (Org.) Abuso de crianças e jovens: da suspeita ao diagnóstico. Lisboa: Lidel, 2010.<br><br>SANDERSON, C. Abuso sexual em crianças: Fortalecendo pais e professores para proteger crianças contra abusos sexuais e pedofilia. São Paulo: M.Books do Brasil Editora Ldta., 2005.<br><br>https://www.scielo.br/j/pcp/a/b4vCgGBdHqn3MdSbxkVmXzD/?lang=pt&amp;format=pdf<br><br>http://www.abrapso.org.br/siteprincipal/anexos/AnaisXIVENA/conteudo/pdf/trab_completo_129.pdf<br><br>https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/163935/001025493.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y<br><br>http://pepsic.bvsalud.org/pdf/ppp/v12n1/10.pdf<br><br>https://www.scielo.br/j/pe/a/QJpLxjnNg6J3H4skJLgW3mf/?lang=pt</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-05 23:17:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-12 19:46:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-05-12 19:47:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>alicia296</author>
         <link>https://padlet.com/raissapereira3/2gbzdxwm9mgkqf59/wish/1519052602</link>
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         <pubDate>2021-05-12 20:00:35 UTC</pubDate>
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         <title>Onde ocorre a violência sexual e quem são os abusadores?</title>
         <author>alicia296</author>
         <link>https://padlet.com/raissapereira3/2gbzdxwm9mgkqf59/wish/1519094037</link>
         <description><![CDATA[<div>A depender do contexto em que é praticado, o abuso sexual contra crianças é classificado em dois grupos distintos: intrafamiliar e extrafamiliar.<br><br>A violação extrafamiliar refere-se aos casos em que o abusador não possui relação familiar com a vítima, podendo ser cometido por pessoas desconhecidas ou mesmo amigos da família, funcionários ou prestadores de serviço com acesso à criança, vizinhos, profissionais da escola onde a vítima estuda, entre outros.<br><br>O abuso intrafamiliar, por sua vez, é assim caracterizado quando o autor dos atos abusivos possui laços familiares, sanguíneos ou afetivos, com a criança. Ressalte-se que o conceito de família, para esses casos, abrange tanto a família natural, como a família extensa e a substituta (responsabilidade mediante guarda, tutela ou adoção).&nbsp;<br><br>Estudos apontam que de 80% à 88% dos casos de violência sexual são praticados por familiares ou por pessoas muito próximas das crianças, e por quem eles nutrem certa confiança. Assim, lamentavelmente, é comum que o abusador seja pai/mãe, padrasto/madrasta, avós, tio(a), primo(a), padrinho/madrinha do infante. Em média, 04 (quatro) de cada 10 (dez) crianças vítimas de violência sexual foram abusadas pelo próprio pai.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-12 20:15:27 UTC</pubDate>
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         <title>Atendimento psicoterápico com crianças vítimas de abuso sexual</title>
         <author>alicia296</author>
         <link>https://padlet.com/raissapereira3/2gbzdxwm9mgkqf59/wish/1519095315</link>
         <description><![CDATA[<div>O atendimento à vítimas de abuso sexual deve, primeiramente, ser multiprofissional, interdisciplinar e em rede.<br><br>Considerando o abuso continuado ou intrafamiliar, a terapia só será possível quando a criança estiver protegida.<br><br>A terapia familiar sistêmica trabalharia com a discussão do abuso e suas implicações na dinâmica familiar. Em casos de abuso intrafamiliar, o problema não é só da vítima, é de toda configuração familiar, precisando ser pensado em conjunto.<br><br>É necessário criar um espaço de acolhimento e reflexão para a família pensar sobre o problema e buscar soluções mais criativas para resolver o conflito e não negá-lo.<br><br>Isso implica redefinir papéis, funções e responsabilidades de cada um, rompendo a cumplicidade silenciosa e restabelecendo a rede de comunicação.<br><br>O atendimento da família busca romper o pacto silencioso que envolve o abuso, amplia o conflito familiar para além da criança, explicita o funcionamento incestuoso e a cumplicidade inconsciente de seus membros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-12 20:15:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sinais de alerta apresentados por crianças abusadas</title>
         <author>alicia296</author>
         <link>https://padlet.com/raissapereira3/2gbzdxwm9mgkqf59/wish/1519097877</link>
         <description><![CDATA[<div>As vítimas de violência sexual, normalmente, apresentam algumas alterações de comportamento, que podem aparecer de forma isolada ou conjunta, variando de acordo com a idade, características do núcleo familiar, tipo de violência a que foi exposta e a maneira como a realidade da criança se transforma após a prática da violência.&nbsp;<br><br>Os responsáveis devem ficar atentos até mesmo às pequenas mudanças repentinas de comportamento das crianças, pois cada vítima de violência sexual poderá reagir de uma forma diferente.<br><br>Devem ser observados, por exemplo, a presença de um ou mais dos seguintes sinais:&nbsp;<br><br>*&nbsp; Mudanças bruscas de comportamento;&nbsp;<br>*&nbsp; Irritabilidade ou agressividade excessiva;&nbsp;<br>*&nbsp; Comportamento arredio, desejando ficar sempre sozinho, pelos cantos (por vezes a reação é exatamente contrária, quando a criança tem receio de ficar sozinha, mas antes reagia bem a essa situação;<br>*&nbsp; Inversão do hábito de dormir só ou acompanhado;<br>*&nbsp; Pesadelos ou problemas no sono;<br>*&nbsp; Permanecer tenso, ansioso e assustado, como se estivesse sempre em “estado de alerta”;&nbsp;<br>*&nbsp; Permanecer calado e inexpressivo, com o pensamento distante ou tentando passar despercebido;<br>*&nbsp; Passar a ter dificuldades de aprendizagem e baixo rendimento escolar;&nbsp;<br>*&nbsp; Perda do apetite ou passar a comer em excesso; &nbsp;<br>*&nbsp; Demonstrar interesse por brincadeiras sexuais/erotizadas ou conduta sedutora;&nbsp;<br>*&nbsp; Regressão a comportamentos de quando era mais novo (encoprese, enurese, chupar o dedo...);<br>*&nbsp; Apresentar doenças psicossomáticas ou doenças físicas sem explicação médica;<br>*&nbsp; Sentir medos inexplicáveis de lugares ou pessoas;<br>*&nbsp; Isolamento social;<br>*&nbsp; Apresentar machucados no corpo, principalmente nas áreas genitais;&nbsp;<br>*&nbsp; Acumular presentes ou dinheiro sem explicação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-12 20:16:57 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista com a mãe</title>
         <author>raissapereira3</author>
         <link>https://padlet.com/raissapereira3/2gbzdxwm9mgkqf59/wish/1522844385</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 22:03:08 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Consequências psíquicas do abuso sexual em crianças</title>
         <author>raissapereira3</author>
         <link>https://padlet.com/raissapereira3/2gbzdxwm9mgkqf59/wish/1618293455</link>
         <description><![CDATA[<div>O impacto do abuso pode variar de acordo com diversos fatores, sendo eles: a idade da criança na ocasião do abuso; a duração e frequência do abuso; os tipos de atos sexuais; o uso de força física ou violência; o relacionamento da criança com o abusador; a idade e sexo do abusador; os efeitos da revelação.<br><br>As consequências mais comuns são:&nbsp;<br>*  Ansiedade;<br>*  Depressão;<br>*  Baixa auto estima;<br>*  Crises de pânico;<br>*  Sentimentos de insegurança e desconfiança relativa a si mesmo e a adultos em geral;<br>*  Isolamento social;<br>*  Ambivalência afetiva para com o abusador;<br>*  Procura excessiva de contato físico sexual;<br>*  Alteração comportamental (fugas de casa, da escola; abuso de álcool ou outras drogas);<br>*  Mentira compulsiva;<br>*  Baixo rendimento escolar;<br>*  Comportamentos regressivos;<br>*  Comportamento de violência auto infligida;<br>*  Alterações psicossomáticas (anorexia, bulimia, infecções...).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-21 20:22:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O espectro dos comportamentos de abuso sexual em crianças</title>
         <author>raissapereira3</author>
         <link>https://padlet.com/raissapereira3/2gbzdxwm9mgkqf59/wish/1618295384</link>
         <description><![CDATA[<div>Abuso sem contato:&nbsp;<br>*&nbsp; Exposição a comportamentos sexuais;&nbsp;<br>*&nbsp; Exibicionismo;&nbsp;<br>*&nbsp; Voyeurismo;&nbsp;<br>*&nbsp; Uso de crianças na criação ou exibição de imagens ou filmes pornográficos;<br>*&nbsp; Aliciamento;<br>*&nbsp; Estimular a nudez, comportamento ou uso de roupas sexualmente sedutoras;<br>*&nbsp; Comentários sexuais...<br><br>Abuso com contato:<br>*&nbsp; Beijos;<br>*&nbsp; Toques e carícias sexuais ou que excitem a criança;&nbsp;<br>*&nbsp; Forçar com que a criança toque sexualmente a si ou a outra pessoa;&nbsp;<br>*&nbsp; Forçar a criança a praticar atividades sexuais com outros adultos, crianças ou com animais;<br>*&nbsp; Ejacular na criança;&nbsp;<br>*&nbsp; Inserção ou penetração de qualquer tipo no ânus ou vagina;<br>*&nbsp; Filmar atividade sexual com crianças...</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-21 20:24:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>raissapereira3</author>
         <link>https://padlet.com/raissapereira3/2gbzdxwm9mgkqf59/wish/1618320534</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-21 20:49:58 UTC</pubDate>
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         <title>O que fazer ao suspeitar ou quando o abuso é revelado</title>
         <author>raissapereira3</author>
         <link>https://padlet.com/raissapereira3/2gbzdxwm9mgkqf59/wish/1618365945</link>
         <description><![CDATA[<div>*&nbsp; Ouvir a criança;<br>*&nbsp; Confortar a criança para que saiba que não é culpada e que acreditam nela;<br>*&nbsp; Dar oportunidade para que a criança converse sobre a situação, mas não a pressionar;<br>*&nbsp; Não repreender a criança;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-21 21:40:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Relatos de crianças que sofreram abuso </title>
         <author>alicia296</author>
         <link>https://padlet.com/raissapereira3/2gbzdxwm9mgkqf59/wish/1619467447</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;“Aos 5 anos, me tornei vítima do meu avô materno. Os abusos aconteciam dentro de casa, enquanto minha avó estava envolvida com os afazeres domésticos. Ele me acariciava e me fazia tocar suas partes íntimas. Com medo de ser descoberta e culpada por aquilo, atendia aos seus pedidos. Ele nem se envergonhava. Como defesa, me fazia acreditar que aquilo era um carinho normal. Foram quatro anos de abusos, que me transformaram em uma adolescente promíscua. Entrei em depressão, tentei me matar diversas vezes.” (Relato de uma vítima de abuso infantil)&nbsp;</div><div><br></div><div>“Num dia de verão quando eu tinha sete anos, eu estava trabalhando na cozinha com mamãe. A minha maneira tentei dizer à mamãe que papai estava me ferindo. Mas mamãe não se preocupou comigo. Ela gritou comigo por até pensar qualquer coisa má sobre papai e disse que jamais queria ouvir outra palavra de mim sobre esse assunto.” (Relato de uma vítima de abuso infantil)&nbsp;</div><div><br></div><div>&nbsp;“Às vezes, até mesmo nos domingos quando estávamos na igreja, ele me levava até a sala da caldeira e me violentava ali. Ele me diz que Deus lhe ordenou que fizesse isso, que era correto, que era isso o que eu precisava para aprender a ser uma verdadeira mulher. Ele me disse que Deus lhe ordenou que me ensinasse sobre essas coisas” (Relato de uma vítima de abuso infantil)&nbsp;</div><div><br></div><div>*&nbsp; “Eu tinha 8 anos e estudava em uma escola particular, que havia contratado há pouco um novo funcionário. Ele era simpático e querido por todos. Até que um dia, por conta do trânsito, meus pais demoraram a me buscar. Fiquei sob os cuidados dele até que pudesse ir embora. (…). Ele começou a me encher de elogios, que logo se transformaram em carícias. Travei. Não sabia lidar com o que estava acontecendo, não tinha nem noção do que era aquilo. Quando ele colocou a minha mão nas partes íntimas dele (…).” (Relato de uma vítima de abuso infantil)&nbsp;</div><div><br></div><div>&nbsp;“Quando era abusado, saia do meu corpo. Minha consciência e pensamentos iam para longe, para lugares onde não havia aquele horror. Ficava lá apenas meu corpo vazio, sem alma. A ideia de que me matar seria uma solução me acompanhou por um longo tempo.” (Relato de uma vítima de abuso infantil)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-22 11:31:27 UTC</pubDate>
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         <title>Questionamentos</title>
         <author>raissapereira3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Podemos/como atender um caso como de Joana sem denunciar e/ou sem afastar a mãe (abusador) da criança?<br><br>Como atender um caso em que a família não quer denunciar?<br><br>Denunciar deveria ser sempre a opção, mas, nas realidades familiares, é?<br><br>Podemos/como atender casos em que a violência ainda ocorre?</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-26 22:35:39 UTC</pubDate>
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