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      <title>Mural dos Centros do Universo by Diogo dos Santos Pastor</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-03 17:12:05 UTC</pubDate>
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         <title>Gravitação Universal</title>
         <author>diogo_pastor</author>
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         <pubDate>2022-08-03 17:16:26 UTC</pubDate>
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         <title>O céu Antigo</title>
         <author>diogo_pastor</author>
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         <description><![CDATA[<div>Aos gregos também devemos as primeiras explicações de cunho científico sobre os movimentos do céu. Um dos primeiros modelos do Universo conhecidos foi o geocêntrico, estabelecido por Aristóteles (384-322 a.C.) e posteriormente por Ptolomeu (90-168).<br>Cláudio Ptolomeu, que viveu em Alexandria entre os séculos I e II da Era Cristã, conseguiu resolver o problema do movimento de Marte, mantendo a Terra no centro e continuando com o padrão geométrico circular. Em <em>Almagesto</em>, sua principal obra, propôs um sistema no qual a <strong>Terra ocupava o centro</strong>, e os outros astros conhecidos na época (Lua, Mercúrio, Vênus, Sol, Júpiter e Saturno) giravam ao redor do centro, realizando também outros movimentos circulares menores. A esse modelo planetário damos o nome de ptolomaico.<br>A principal contribuição de Ptolomeu ao modelo planetário foi a inserção de diversos movimentos dos corpos para explicar fenômenos como a variação de brilho dos astros e os aparentes movimentos com velocidade variável. A primeira ideia é que a Terra estava deslocada do centro do círculo, o que fazia um dos pontos da órbita circular estar mais próximo (perigeu) e um ponto mais distante (apogeu). Essa diferença de distância faria com que tivéssemos a sensação de diferença de velocidade do astro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-03 17:19:53 UTC</pubDate>
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         <title>O céu Renascentista</title>
         <author>diogo_pastor</author>
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         <description><![CDATA[<div>No século XVI começam a florescer ideias favoráveis ao <strong>heliocentrismo</strong>: o Sol deveria ser o centro do Universo. O polonês Nicolau Copérnico (1473-1543), em sua obra sobre a revolução dos orbes celestes, apresentou vários cálculos que comprovavam os movimentos de rotação da Terra como a causa dos dias e das noites e do possível movimento do planeta ao redor do Sol. Contudo, o modelo copernicano não apresentava uma explicação física que justificasse o movimento vertical para baixo dos corpos em queda, considerando que a Terra estaria em movimento em torno do Sol. Seria somente com os experimentos de Galileu Galilei (1564-1642) que ficou estabelecido que um corpo cairá em linha reta, mesmo sobre uma superfície em movimento, quando observado de um referencial que compartilha do movimento da superfície.<br>Com fim mais trágico, o teólogo italiano Giordano Bruno (1548-1600) defendia o heliocentrismo e que o Universo era<strong> infinito</strong>, atacando de forma veemente as ideias de Ptolomeu. Os resultados de tal afronta foram sua expulsão do clero e a condenação à fogueira.<br><br></div><div>No século XVII, o físico italiano Galileu, com o aperfeiçoamento da luneta, observou diversos astros e os satélites de Júpiter. Defensor de Copérnico, justificou que a Terra não seria o centro do Universo, pois havia corpos que não orbitavam nosso planeta. A sua obra <em>Diálogo</em> sobre os dois principais sistemas do mundo questionou o geocentrismo, além de várias ideias aristotélicas sobre a mecânica de corpos. Por seus atos, foi condenado à prisão perpétua domiciliar, em troca de seu arrependimento e da negação de suas hipóteses. Ao final da vida, acabou cego por observar o Sol a olho nu.<br>O astrônomo dinamarquês Tycho Brahe (1546-1601) teve importância essencial no desenvolvimento da Astronomia do ponto de vista prático: ofereceu milhares de dados observacionais de&nbsp; posição de planetas, estrelas e outros corpos celestes com uma precisão jamais vista. Construiu diversos instrumentos de observação, além de aprimorar a medição via quadrantes com o auxílio do sextante. Com suas observações de cometas, ofereceu indícios de que as chamadas esferas de cristais não eram fisicamente possíveis e o espaço não era imutável, como proposto por Aristóteles.<br><br></div><div>Discípulo de Tycho, o jovem astrônomo Johannes Kepler (1571-1630) possuía um modelo singular do Sistema Solar: aproveitando que o Sol ocupava o centro do sistema, ele poderia colocar os seis planetas conhecidos na época nas esferas; a diferença entre duas esferas era exatamente um dos poliedros de Euclides: entre Júpiter e Saturno, os mais distantes, havia um cubo, por exemplo. Essa seria uma explicação do arranjo do sistema, algo que a teoria ptolomaica ou copernicana não podia explicar. Apesar de não acreditar nessa hipótese, Tycho via em Kepler a chance de traduzir os dados experimentais em algo matemática e geometricamente plausível.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-03 17:27:46 UTC</pubDate>
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         <title>Lei da Gravitação Universal</title>
         <author>diogo_pastor</author>
         <link>https://padlet.com/diogo_pastor/2fx7ut5d9h1fztpa/wish/2254298207</link>
         <description><![CDATA[<div>Após Kepler, uma explicação mais profunda do movimento dos corpos celestes seria dada pelo jovem inglês Isaac Newton (1643-1727). Newton já nos é conhecido pelas leis da Dinâmica, descritas no livro <em>Principia</em>, o qual é organizado em três partes: Mecânica, Fluidos e Gravitação Universal – isso porque outra grande questão era a origem do movimento de translação dos planetas ao redor de um corpo central. Uma das explicações foi proposta pelo filósofo René Descartes, conhecida como a hipótese dos vórtices. Segundo esta, os corpos estariam presos a um líquido, o éter, que está escoando em um ralo, o que faz com que corpos na periferia efetuem um movimento circular.<br><br></div><div>Essa explicação incomodava Newton, pois o Universo estaria fadado a se transformar num vórtice gigantesco. Além disso, o fato de a velocidade dos planetas ser variável implicaria em uma aceleração e a ela deveria estar empregada a ação de uma força, segundo o Princípio Fundamental da Dinâmica. Com isso, Newton concluiu que, entre o Sol e os planetas, deveria existir uma força atrativa chamada <strong>gravitacional</strong>. Com uma linguagem matemática mais robusta e, a partir de resultados de observações de outros cientistas estudados neste capítulo, Newton postula a Lei da Gravitação Universal:<br>Dois corpos materiais se atraem com forças gravitacionais cuja intensidade é diretamente proporcional a suas massas e inversamente proporcional ao quadrado da distância entre eles.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-03 17:36:13 UTC</pubDate>
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         <title>Gravitacional</title>
         <author>diogo_pastor</author>
         <link>https://padlet.com/diogo_pastor/2fx7ut5d9h1fztpa/wish/2254309403</link>
         <description><![CDATA[<div>"Dois corpos materiais se atraem com forças gravitacionais cuja intensidade é diretamente proporcional a suas massas e inversamente proporcional ao quadrado da distância entre eles."<br>Pela proposta de Newton, essa é uma força de campo, ou seja, atua a distância e, neste caso, é sempre atrativa. Matematicamente, temos a seguinte expressão para o enunciado da lei:<br><br>F = G . M . m/r²<br>Na expressão anterior, G é a <strong>constante gravitacional</strong>, que independe do meio em que se encontram os corpos. Nas unidades do SI, ela tem o valor de G = 6,67 . 10-¹¹ N . m²/kg².<br>Nesse enunciado, os corpos são considerados <strong>pontos materiais</strong>, isto é, corpos cujas dimensões são desprezíveis em comparação com as distâncias envolvidas. Se os corpos fossem esferas homogêneas, seria tomada a distância entre seus centros, onde se admite estarem concentradas as massas. Ou seja, se os corpos forem considerados pontos materiais, usa-se a distância entre eles. Se forem corpos extensos e homogêneos, a distância usada deve ser entre os seus centros.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-03 18:02:25 UTC</pubDate>
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