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      <title>O espaço entre a cibercultura e o sujeito by WESLEY VITOR MOURA SILVA</title>
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      <description>Trabalho realizado como componente curricular da  disciplina de Generos digitais e ensino;  sob orientação da professora Dr. Cláudia Vivien.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-12-08 13:02:45 UTC</pubDate>
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         <title>Realidade versus virtualidade na cibercultura: leituras e cenários</title>
         <author>201720559</author>
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         <description><![CDATA[<div> A cibercultura potencializa a tele-existência e a tele-realidade como estatuto do ser, estar e do devir humano, bem como de navegação social (LÉVY, 2000a; 1996; 1993; TRIVINHO, 2007; 1999). Não apenas a comunicação é telemática, mas a condição dos sujeitos se imiscui desse cenário de abstração e existência. No trato do ciberespaço, explica Silva (2004), o indivíduo não somente acessa, mas toma posse. Há um efeito no qual o sujeito e sua singularidade são dissolvidos no ciberespaço, e tem sua corporeidade desintegrada para alcançar um status virtualizado, preço pago compensado na velocidade com que pode trafegar nas infovias múltiplas e aceder a interacionismos diversos (SILVA, 2004) </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 13:23:20 UTC</pubDate>
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         <title>O intermeio entre a realidade do sujeito e o cibernético </title>
         <author>201720559</author>
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         <description><![CDATA[<div> A visão de Fonseca (2006) diz da produção de sentido e sua codificação através dos sistemas e dispositivos de comunicação sobre a imaginação e sobre o imaginário coletivo, exercendo uma fluidez e não necessariamente uma desconstrução do real. Trazendo a lume a questão central sobre os cenários de ubiquidade da cibercultura (e do ciberespaço) e a processão do virtual na quotidianidade, é inevitável o confronto do real e do virtual. <br>[...]<br> O indivíduo que se coloca sob o acesso de um dispositivo de acesso a internet ou outro tecnológico por qualquer finalidade, realiza antes de tudo uma operação corporal, e o próprio advento das técnicas traduzem uma trajetória de consciência humana do próprio corpo e sua maleabilidade para melhor existir e explorar o seu derredor (CRUZ JÚNIOR; SILVA, 2010; WUNENBURGER, 2006). M </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 13:29:20 UTC</pubDate>
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         <title>Cibercultura e educação</title>
         <author>201720559</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br></strong> O ciberespaço alavancou uma série de implicações de natureza social, desde a mediação técnica à relação espáciotemporal em modificação (COELHO, 2013). Símbolos, interações, linguagem e ambientação sociocultural (SANTAELLA, 2003) tornaram a cibercultura um terreno complexo de sociabilidade na contemporaneidade (MARCELO, 55 2001) sob o selo da interconexão, da coletividade virtual e da inteligência coletiva (LÉVY, 2000a). Santaella (2003) afirma que as novas tecnologias fazem mais do que entreter e ser um meio de comunicar-se, sua processão se liga diretamente a eventos sociais, políticos, culturais, nas relações de trabalho, consumo, educação e comunicação per si. Coelho (2013) destaca que as práticas gestadas no ciberespaço e na cibercultura têm interferido e modificado a cultura em geral, não criando anomalias, mas integrando, participando dos movimentos mais internalizados e externando-se em novos espetáculos. É de comum entendimento entre Santaella (2003) e Coelho (2013) que o aumento do uso da internet, a ascensão da cultura digital, a inserção dos sujeitos no meio e sua apropriação linguística dizem de uma transformação cultural particular. O pensamento de que a cibercultura através de dispositivos e formatos impediria a sociabilidade ou tornaria artificial não se mantém nos pensamentos de Lévy (2000a), Lipovetsky (2013) e Maffesoli (2000) que em seus estudos apresentam a técnica como ferramenta social. O sujeito social contemporâneo é sobretudo um indivíduo em busca de aventuras sociais que, dotado de uma identidade móvel, trafega em busca de emoções, afinidades e projetos com os quais possa se afiliar e compartilhar de si, como destacam as visões de Hall (2006), Maffesoli (2000) e Coelho (2013). O traquejo da cibercultura é potencializar a identidade do sujeito pós-moderno oferecendo-lhe condições para que continue sua trilha identitária cambiante, aninhe-se a grupos e desenvolva interações sociais, expandindo-se diante de outrem (COELHO, 2013). A crise das identidades exposta por Hall (2006) encontra uma constelação vital no ciberespaço. Lévy (2000a) argumenta que o ciberespaço enquanto nova ágora e seus princípios intrínsecos – interconexão, comunidades virtuais e inteligência coletiva – revelam uma cadência para o exercício da autonomia e da alteridade. Como local de virtualização do sujeito e imersão em uma ágora marcada pela velocidade de informações e fluxos, pode-se inferir do ciberespaço como um espaço propício para o exercício dessa individualidade pósmoderna, sobretudo no tocante às interações sociais, apoiando-se nos estudos de Lévy (2000a; 2000e; 2003) e Hall (2006). Coelho (2013) acrescenta que a divergência e convergência de interesses viabilizam tais relações sociais diante da cibercultura </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 13:34:13 UTC</pubDate>
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         <title>Educação, cultura e sociedade.</title>
         <author>201720559</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 13:45:52 UTC</pubDate>
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