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      <title>Padlet neurociência by </title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-09-01 21:41:14 UTC</pubDate>
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         <title>TEMA 1: O neurônio e o cérebro</title>
         <author>vpaz99</author>
         <link>https://padlet.com/vpaz99/2ehm7zm551jq19cl/wish/2279895977</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O que são neurônios? <br></strong>Os neurônios são células que estão presentes em nosso sistema nervoso e que apresentam como sua principal função a condução de impulsos nervosos.<br><strong><br>Quais são as características dos neurônios?<br></strong>Os neurônios apresentam como partes básicas o corpo celular, os dendritos e o axônio. O corpo celular é a região onde está localizado o núcleo do neurônio, assim como a maioria de suas organelas. Seu formato pode possuir várias formas, podendo, por exemplo, ser esférico, estrelado ou piramidal. Já os dendritos são extensões ramificadas responsáveis por receber os sinais químicos de outro neurônio. Quanto ao axônio, ele é uma extensão responsável por transmitir os sinais para outras células, como outro neurônio, glândulas ou músculos.<br><br><strong>Curiosidade</strong><br>Entre um neurônio e outra célula, encontramos uma junção denominada de sinapse. Nesses locais, geralmente são lançados neurotransmissores que atuam no transporte das informações de um neurônio para outra célula. Ao neurônio que está passando a informação nomeamos de célula pré-sináptica, e à célula que recebe o sinal nomeamos de célula pós-sináptica.<br><br><strong>Os neurônios podem ser classificados de acordo com o número de prolongamentos em:</strong><br>Neurônios bipolares: apresentam um dendrito e um axônio;<br>Neurônios pseudounipolares: apresentam um prolongamento único, próximo ao corpo celular, que se divide em dois. Na vida embrionária, esses neurônios apresentam-se como neurônios bipolares;<br>Neurônios multipolares: apresentam mais de dois prolongamentos celulares e são o tipo principal de neurônio.<br><br><strong>Os neurônios podem ser classificados de acordo com sua função em:</strong><br>Sensoriais ou aferentes: recebem estímulos e os enviam para o sistema nervoso central;<br>Interneurônios: estabelecem conexões entre um neurônio e outro;<br>Motores ou eferentes: conduzem impulsos do sistema nervoso central para outras partes do organismo.<br><br><strong>O cérebro</strong><br>O cérebro é o órgão mais importante do sistema nervoso que controla o corpo todo. Ele é responsável pelas ações voluntárias e involuntárias do nosso corpo. As ações voluntárias são aquelas que nos permite ter vontade própria, como comer, falar, brincar, etc. Já as ações involuntárias são aquelas que fazemos sem perceber, como bater o coração, respirar, aquelas que o corpo faz mesmo quando você está dormindo. As células nervosas ou neurônios processam todas as informações fazendo com que o cérebro execute todas as suas tarefas. É como se o cérebro fosse uma empresa, e essas células, as operárias.&nbsp; Em suma, o cérebro comanda todas as nossas atividades e sentimentos, tais como os movimentos corporais, a memória e nossas emoções.<br><br></div><div><strong>Anatomia do cérebro humano</strong><br>O cérebro é formado por dois tecidos superpostos. O<strong> </strong>córtex<strong> </strong>cerebral, mais externo, é o mais extenso, de coloração cinza, composto pelos corpos celulares dos neurônios e outras células nervosas. O tecido de coloração branca é o núcleo cerebral, rico em fibras nervosas que estabelecem comunicação entre o córtex cerebral, os órgãos sensoriais e os músculos de todo o corpo.<br>O cérebro está dividido em quatro lóbulos com ligações entre si:&nbsp;<br>- Lobo frontal: É o maior dos quatro, se estende por trás da testa. Responsável pelos mais simples movimentos físicos, como também pelas funções do aprendizado, do pensamento, da memória e da fala.<br>- Lobo parietal: Localizado por trás do frontal, se estende até a parte posterior da cabeça. Responsável pela percepção espacial e pelas informações sensoriais de dor, calor e frio.<br>- Lobo temporal: Localizado na base do parietal, até a altura dos ouvidos é responsável pelos estímulos auditivos.<br>- Lobo occipital: É o menor dos quatro, situado na parte posterior do temporal, recebe e processa as imagens visuais.<br><br>Ainda, o cérebro é formado por duas metades chamadas hemisférios cerebrais. A metade esquerda controla o lado oposto do organismo, ou seja, a ordem dos movimentos dirigidos para o lado direito partem do hemisfério esquerdo. Se o hemisfério dominante é o lado direito do cérebro a pessoa será canhota. Cada hemisfério controla uma série de funções, por exemplo, o hemisfério direito é que nos confere a capacidade de reconhecer rostos e objetos. Já o lado esquerdo do cérebro controla nossa capacidade de leitura e escrita, assim como nos permite identificar regras gramaticais. No entanto, esses hemisférios atuam em conjunto e em algumas funções são comprovadamente controladas pelos dois lados, como a fala, por exemplo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-01 21:42:48 UTC</pubDate>
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         <title>TEMA 2: Neuroplasticidade</title>
         <author>vpaz99</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>O que é neuroplasticidade?</strong><br>é a capacidade que o cérebro tem de aprender e se reprogramar. Essa competência está presente nas células nervosas e permite que todo o sistema nervoso consiga se adaptar a determinadas situações, como traumas e lesões. Nesse sentido, a neuroplasticidade&nbsp; é a capacidade que o cérebro tem de mudar ou de se adaptar por meio de alterações fisiológicas resultantes da interação com o ambiente. Esse é um processo dinâmico, que permite uma adaptação a diferentes experiências e que contribui para a aprendizagem ou a reaprender.<br><br><strong>Como ocorre?</strong><br>Quando vivenciamos novas experiências, o cérebro estabelece novos caminhos neurais, com neurônios interligados e pela prática repetida, a comunicação entre esses neurônios – a comunicação sináptica – é fortalecida e essa trajetória permite o processo de adaptação e aprendizado. A maior parte do crescimento axonal ocorre nos primeiros anos de vida, seguida de fases de desenvolvimento dendrítico e, posteriormente, na consolidação de conexões e circuitos neurais que serão carregados para a vida adulta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-01 21:42:57 UTC</pubDate>
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         <title>TEMA 3: Neurociência e linguagem</title>
         <author>vpaz99</author>
         <link>https://padlet.com/vpaz99/2ehm7zm551jq19cl/wish/2279896160</link>
         <description><![CDATA[<div>Na organização, compreensão e produção da linguagem o cérebro trabalha em conjunto com diversas áreas, responsáveis pelo processamento sensorial, controle sensorial e memória operacional. É possível dizer que praticamente todas as regiões cerebrais estão envolvidas de alguma forma com a linguagem. Isso porque ela se reveste de aspectos emocionais, requer a reativação de várias modalidades de memória, como visuais, auditivas e olfativas e depende da integridade de inúmeras outras funções cerebrais, primitivas e filogeneticamente mais evoluídas.<br><br><strong>Estrutura e níveis de análise da linguagem <br></strong>Fonologia:&nbsp; estudo do sistema dos sons da língua (fonemas), incluindo as regras para uso e combinação dos fonemas.<br><br>- Morfologia: estudo das regras que governam como os morfemas (as mínimas unidades significativas) são usadas na língua.&nbsp;<br>- Sintaxe: as regras que pertencem às maneiras pelas quais palavras podem ser combinadas para formar sentenças em uma língua.<br>- Semântica: o significado de palavras e de combinações de palavras em uma língua.&nbsp;<br>- Pragmática: as regras associadas ao uso da linguagem na conversação e em situações sociais.&nbsp;<br><br><strong>BROCA E WERNICKE <br></strong>A área de broca se encarrega de produzir a linguagem e está localizada no hemisfério esquerdo, mais concretamente na parte inferior do lóbulo frontal. A área de Wernicke é a responsável pela compreensão sonora e, normalmente, pode ser encontrada no hemisfério esquerdo, embora em 30% das pessoas canhotas e 10% das pessoas destras se encontre no hemisfério direito. Essa zona pertence ao lóbulo temporal e está altamente relacionada com a zona auditiva. A área de Broca e a área de Wernicke estão conectadas através de um grupo de fibras nervosas conhecido como o fascículo arqueado. A área de Broca está involucrada no ordenamento dos fonemas (unidade mínima da linguagem) em palavras e na união das palavras para formar frases e orações, enquanto que a área de Wernicke é responsável por processar os sons que escutamos e relacioná-los com a fala e com a linguagem que já conhecemos. Ou seja, graças à área de Wernicke, entendemos o que nos é dito. Além disso, a área de Wernicke está do lado do sistema encarregue de processar os sons, pelo que é mais fácil recordar a sua função se soubermos onde se encontra. Assim, a principal diferença entre a área de Broca e a Área de Wernicke é que a primeira é responsável por planificar o modo de falar, e a segunda garante que compreendemos o que nos é dito<em>.<br><br></em><strong>AFASIA</strong><em><br></em>A afasia de Broca é também chamada de afasia motora ou não-fluente, já que as pessoas têm dificuldade em falar mesmo que possam entender a linguagem ouvida ou lida. Pessoas com esse tipo de afasia têm dificuldade em dizer qualquer coisa, fazendo pausas para procurar a palavra certa (anomia). A marca típica da afasia de Broca é um estilo telegráfico de fala, no qual se empregam, principalmente, palavras de conteúdo (substantivos, verbos, adjetivos), além da incapacidade de construir frases gramaticalmente corretas (agramatismo). É provocada por lesões sobre a região lateral inferior do lobo frontal esquerdo.&nbsp;<br>A afasia de compreensão ou afasia de Wernicke atinge uma região cortical posterior em torno da ponta do sulco lateral de Sylvius do lado esquerdo. Os pacientes não conseguem compreender o que lhes é dito. Emitem respostas verbais sem sentidos e também não conseguem demonstrar compreensão através de gestos. Apesar de possuir uma fala fluente, ela também não tem sentido pois não compreendem o que eles mesmos dizem. Nesse sentido, enquanto na afasia de Broca a fala é perturbada, mas a compreensão está intacta, na afasia de Wernicke a fala é fluente, mas a compreensão é pobre.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-01 21:43:06 UTC</pubDate>
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         <title>TEMA 4: Neurociência e leitura</title>
         <author>vpaz99</author>
         <link>https://padlet.com/vpaz99/2ehm7zm551jq19cl/wish/2279896218</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O que é leitura?</strong> <br>Podemos compreender leitura como a forma que se interpreta um conjunto de informações presentes em um livro, uma notícia de jornal ou um determinado acontecimento. Entende-se leitura como uma interpretação pessoal. <br><br><strong>O que é consciência fonológica?</strong></div><div>É o conhecimento que cada um de nós tem sobre os sons da língua materna, ou seja, é uma competência que permite identificar, manipular e refletir sobre os sons da fala. Nesse sentido, define-se consciência fonológica como a capacidade de perceber que a linguagem é formada por palavras, as palavras por sílabas, e as sílabas por fonemas.</div><div><br><strong>Quais são as rotas de leitura?</strong><br>Existem duas rotas de leitura, sendo elas: rota fonológica e rota lexical.<br><br><strong>O que é dislexia?</strong><br>é um distúrbio genético que dificulta o aprendizado e a realização da leitura e da escrita. O cérebro tem dificuldade para encadear as letras e formar as palavras, e não relaciona direito os sons às sílabas formadas. <br><br><strong>O que é reciclagem neuronal?<br></strong>A reciclagem neuronal ocorre quando uma área cerebral geneticamente programada com circuitos para desempenhar uma determinada tarefa cognitiva, por exemplo, reconhecer rostos, se recicla para uma nova tarefa, como, por exemplo, decifrar língua escrita. Nesse sentido, parte do cérebro humano é remoldado para se adaptar a domínios culturais que incluem invenções recentes, como a leitura. Diante da tarefa da leitura, que compreende decifrar segmentos de linhas e ângulos gráficos, o cérebro recruta uma área que desempenha tarefa congênere, a de decifrar faces, e ali acomoda a nova tarefa de leitura, assim reciclando<em> </em>funcionalidades cerebrais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-01 21:43:14 UTC</pubDate>
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         <title>TEMA 5: Neurociência e memória</title>
         <author>vpaz99</author>
         <link>https://padlet.com/vpaz99/2ehm7zm551jq19cl/wish/2279896294</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Definição</strong><br>Podemos definir memória como a habilidade de adquirir, reter e usar informações e conhecimentos. A memória é um processo que reflete uma mudança no comportamento a partir da experiência.<br><br><strong>Tipos de memória<br><br>- Memória declarativa (ou explícita)</strong> - faz parte da memória permanente e é aquela que pode ser declarada, como fatos, nomes, acontecimentos e pode ser episódica (eventos com data) ou semântica (significado de palavras).<br>- <strong>Memória não declarativa (ou implícita)</strong> - é aquela que evoca habilidades, dicas de palavras, objetos, associações, a aprendizagem baseada em não-associações e as aprendidas de modo mecânico. Aprender a dirigir é um bom exemplo do uso dessa memória.<br>- <strong>Memória adquirida</strong> por dicas (Priming ou memória de representação perceptual), caracterizada por uma imagem que relembra eventos, ao ver a imagem já identificamos antes da compreensão do evento o que ela significa.<br>- <strong>Memória de procedimentos</strong> - é a memória de habilidades e hábitos. (Aprender a dar nó em gravata ou andar de moto).<br>- <strong>Memória associativa e Memória não associativa</strong> - estão ligadas a alguma resposta ou comportamento. A associativa é usada, por exemplo, quando ao olharmos para um alimento saboroso começamos a salivar associado a lembrança do cheiro, sabor ou aspecto do alimento. Já a memória não associativa aprendemos sem perceber. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-01 21:43:21 UTC</pubDate>
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         <title>TEMA 6: Neurociência e atenção</title>
         <author>vpaz99</author>
         <link>https://padlet.com/vpaz99/2ehm7zm551jq19cl/wish/2279896357</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Definição<br></strong>A atenção pode ser definida como a capacidade do indivíduo responder predominantemente os estímulos que lhe são significativos em detrimento de outros.<br><br><strong>Onde está localizado o responsável por essa ação?</strong><br>A parte do nosso cérebro responsável pela atenção está localizada no córtex pré-frontal.<br><br><strong>Classificações</strong><br>- Atenção Sustentada (alerta/vigilância): Exige foco durante longos períodos, durante atividades constantes e praticamente sem interrupção. Ex: vigilante, que a todo momento precisa ficar atento na segurança do local.&nbsp;<br><br>- Atenção Seletiva e orientação (busca): Seleciona o foco da mente, é comum em pessoas que conseguem focar em uma tarefa mesmo que o ambiente não favoreça isso, tipo estudar em um local barulhento. Ex: Estudante lendo no ônibus durante o caminho até a faculdade.&nbsp;<br><br>- Atenção dividida (controle atencional): consegue realizar vários tipos de atividades, muitas pessoas que conseguem fazer diferentes trabalhos de forma simultânea utilizam essa forma de atenção. Ex: Um chefe de cozinha, que precisa trabalhar com várias funções ao mesmo tempo para preparar o cardápio.<br><br>- Atenção Endógena: é aquela que pode ser direcionada voluntariamente pelo observador, a partir de suas metas ou objetivos. Já a atenção exógena é aquela que é “capturada” involuntariamente por eventos no ambiente&nbsp; e não requer controle consciente do sujeito.&nbsp;Ex: Investigador procurando algo e reflexo de um goleiro após a bola ser desviada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-01 21:43:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>TEMA 7: Neurociência e funções executivas</title>
         <author>vpaz99</author>
         <link>https://padlet.com/vpaz99/2ehm7zm551jq19cl/wish/2279896471</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Funções executivas, o que são?<br></strong>Podemos definir funções executivas como processos cognitivos que fazem com que a pessoa consiga direcionar comportamentos e metas, julgando a eficiência e a adequação de tais comportamentos, abandonando estratégias ineficientes e, assim, resolvendo problemas imediatos, de médio e longo prazo de forma integrada. Faz com que o indivíduo utilize o que sabe para resolver um problema, com comportamentos desejáveis e vantajosos para seus objetivos. As funções executivas têm impacto na vida social, afetiva e intelectual.<br><br><strong>Importância para a aprendizagem</strong><br>As funções executivas são importantes para que a pessoa consiga pensar, memorizar e resumir dados imediatamente ao ler ou ao perceber. Além disso, é importante para dar autonomia e para que seja trabalhada a inteligência juntamente com a resolução de problemas, controlando pensamentos, emoções e ações, e também pode auxiliar na convivência em grupo. Nesse sentido, percebe-se a importância de ser trabalhada logo no primeiro estágio da infância.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-01 21:43:41 UTC</pubDate>
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         <title>TEMA 8: Neurociência e emoções</title>
         <author>vpaz99</author>
         <link>https://padlet.com/vpaz99/2ehm7zm551jq19cl/wish/2279896569</link>
         <description><![CDATA[<div>A relação entre neurociência e aprendizagem veio a confirmar as principais ideias de teóricos da educação como Jean Piaget (1896-1980), Lev Vygotsky (1896- 1934), Henri Wallon (1879-1962) e David Ausubel (1918-2008).&nbsp;Entre essas ideias, está o impacto das emoções na retenção de informação, a importância da motivação e da atenção para estudar e a capacidade do cérebro de se modificar de acordo com experiências e o contato com o meio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-01 21:43:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>TEMA 9: Neurociência e educação</title>
         <author>vpaz99</author>
         <link>https://padlet.com/vpaz99/2ehm7zm551jq19cl/wish/2279896643</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>QUAL A RELAÇÃO ENTRE NEUROCIÊNCIA E APRENDIZAGEM</strong></div><div><br>A neurociência ajuda a entender como o ser humano desenvolve capacidades de linguagem, criatividade e raciocínio, por meio do monitoramento da atividade cerebral de crianças e adolescentes ao realizarem tarefas cognitivas. Para isso, recorre-se a tecnologias como a ressonância magnética, a tomografia e o eletroencefalograma.</div><div>Estudos com essas tecnologias corroboraram a noção de que a aprendizagem está intimamente ligada ao desenvolvido do cérebro. Este é moldável aos estímulos do ambiente, que levam os neurônios a formarem novas sinapses. Explicando de forma esquemática, os neurônios são as células que formam o cérebro. Eles são capazes de fazer sinapses, que são os canais de comunicação entre dois ou mais neurônios. A comunicação se dá por meio de sinais elétricos, que formam circuitos de processamento de informação. Os estímulos ambientais fortalecem os circuitos, que se multiplicam e formam conexões cada vez mais rápidas. Eles acabam por formar uma rede, ligando diferentes regiões do cérebro.</div><div>Assim, da perspectiva da neurociência, a aprendizagem é um processo desencadeado pelo cérebro ao reagir aos estímulos do ambiente. As sinapses geradas formam circuitos que processam as informações e com capacidade de armazenamento molecular. Todo o cérebro é ativado no processo de aprendizagem, do nível molecular e celular às áreas corticais. É também a partir da observação do comportamento cerebral que é possível identificar transtornos de aprendizagem. O debate no meio científico de unir neurociência e aprendizagem remonta à década de 1960, mas ganhou um novo fôlego com as novas descobertas na área, particularmente na neurociência cognitiva. Este subcampo estuda a ligação entre cérebro, atividades mentais superiores e comportamento, recorrendo à psicologia.</div><div>Quando aliada à psicologia, a relação entre neurociência e aprendizagem se torna ainda mais efetiva. A neurociência se concentra no estudo das alterações do cérebro durante seu funcionamento, enquanto a psicologia foca nos significados, ou seja, em como as crianças percebem, interpretam e utilizam o conhecimento adquirido.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-01 21:43:58 UTC</pubDate>
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         <title>TEMA 10: Dificuldades x transtornos de aprendizagem</title>
         <author>vpaz99</author>
         <link>https://padlet.com/vpaz99/2ehm7zm551jq19cl/wish/2279896713</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Dificuldades</strong><br>Dificuldades de aprendizagem possuem causas cognitivas e/ou emocionais, mas podem passar com o decorrer do tempo e auxílio de um acompanhamento adequado, se necessário. Apresentam-se durante a infância, quando a criança começa a lidar com obstáculos que impedem seu progresso em algumas disciplinas na escola. Se as dificuldades de aprendizado forem persistentes, afetarem várias áreas do conhecimento e não melhorarem com o tempo, é preciso investigar a presença de um transtorno de aprendizagem, onde há um comprometimento neurológico que prejudica o desenvolvimento intelectual e sensorial da criança. Assim como com os transtornos de aprendizagem, as dificuldades de aprendizagem também podem existir em uma escala, ou seja, podem apresentar diferentes graus de intensidade, desde os mais leves até os mais severos.<br><br><strong>Transtornos de aprendizagem</strong><br>Os tipos de transtornos de aprendizagem podem variar muito. Alguém com transtornos leves pode ser capaz de viver independentemente, enquanto alguém com um transtorno severo pode precisar de cuidados intensivos e de ajuda para realizar suas atividades cotidianas. De acordo com o nível de severidade do transtorno, essas dificuldades podem variar de pessoa para pessoa, mas podem incluir aspectos como: aprender novas competências, comunicação, administrar dinheiro, ler, escrever e até mesmo cuidados pessoais. Algumas pessoas nascem com transtornos de aprendizagem, mas também é possível que outras desenvolvam algum por conta de um acidente ou doença durante a infância.<br><br><strong>Diferença entre dificuldade e transtorno</strong><br>De maneira geral, um transtorno de aprendizagem constitui uma condição de origem neurobiológica que afeta o aprendizado e a inteligência de um indivíduo em diversas áreas da vida. Enquanto uma dificuldade de aprendizagem se refere a uma condição onde existe um obstáculo específico para seu desenvolvimento, que pode desaparecer espontaneamente ou com monitoramento pedagógico. As crianças com transtornos de aprendizagem podem se sentir frustradas por não conseguirem dominar um assunto, apesar de se esforçarem, e por isso, a combinação de problemas pode dificultar a trajetória escolar da criança. Com o diagnóstico precoce e acompanhamento adequado, essas crianças podem ter uma vida plena e significativa.&nbsp;No entanto, se esse apoio não for fornecido, eles podem enfrentar problemas para ganhar independência ou uma casa própria, no acesso a atividades de lazer e recreação e no desenvolvimento de amizades e relacionamentos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-01 21:44:05 UTC</pubDate>
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         <title>Vinícius Paz e Yasmin Fontanella</title>
         <author>vpaz99</author>
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         <pubDate>2022-09-29 13:30:08 UTC</pubDate>
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         <title>4.1 Dislexia no ambiente escolar</title>
         <author>vpaz99</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Como interagir com um aluno disléxico?&nbsp;<br></strong><br></div><ul><li><strong>Trate o aluno disléxico com naturalidade</strong>. Ele é um aluno como qualquer outro; apenas, disléxico. A última coisa para a qual o diagnóstico deveria contribuir seria para (aumentar) a sua discriminação.&nbsp;</li><li><strong>Use a linguagem direta, clara e objetiva quando falar com ele</strong>. Muitos disléxicos têm dificuldade para compreender uma linguagem (muito) simbólica, sofisticada e metafórica. Seja simples, utilize frases curtas e concisas ao passar instruções.</li><li><strong>Fale olhando direto para ele.</strong> Isso ajuda e muito. Enriquece e favorece a comunicação.</li><li><strong>Traga</strong>–<strong>o para perto da lousa e da mesa do professor.</strong> Tê-lo próximo à lousa ou à mesa de trabalho do professor, pode favorecer o diálogo, facilitar o acompanhamento, facilitar a orientação, criar e fortalecer novos vínculos.</li><li><strong>Verifique sempre e discretamente se ele demonstra estar entendendo a sua exposição.&nbsp; </strong>Ele tem dúvidas a respeito do que está sendo objeto da sua aula?&nbsp; Ele consegue entender o fundamento, a essência, do conhecimento que está sendo tratado? Ele está acompanhando o raciocínio, a explicação, os fatos? Repita sempre que preciso e apresente exemplos, se for necessário.</li><li><strong>Certifique-se de que as instruções para determinadas tarefas foram compreendidas. </strong>&nbsp;O que, quando, onde, como, com o que, com quem, em que horário etc. Não economize tempo para constatar se ficou realmente claro para o aluno o que se espera dele.</li><li><strong>Observe discretamente se ele fez as anotações da lousa e de maneira correta antes de apagá-la. </strong>O disléxico tem um ritmo diferente dos não-disléxicos, portanto, evite submetê-lo a pressões de tempo ou competição com os colegas.</li><li><strong>Observe se ele está se integrando com os colegas. </strong>Geralmente o disléxico angaria simpatias entre os companheiros. Suas qualidades e habilidades são valorizadas, o que lhes favorece o relacionamento. Entretanto, sua inaptidão para certas atividades escolares (provas em dupla, trabalhos em grupo, etc.) pode levar os colegas a rejeitá-lo nessas ocasiões. O professor deve evitar situações que evidenciem esse fato. Com a devida distância, discreta e respeitosamente, deve contribuir para a inserção do disléxico no grupo-classe.</li><li><strong>Estimule-o, incentive-o, faça-o acreditar em si, a sentir-se forte, capaz e seguro. </strong>O disléxico tem sempre uma história de frustrações, sofrimentos, humilhações e sentimentos de menos valia, para a qual a escola deu uma significativa contribuição. Cabe, portanto, a essa mesma escola, ajudá-lo a resgatar sua dignidade, a fortalecer seu ego, a (ri) construir sua autoestima.</li><li><strong>Sugira-lhe “dicas”, “atalhos”, “jeitos de fazer”, “associações”… que o ajudem a lembrar-se de, a executar atividades ou a resolver problemas.</strong></li><li><strong>Não lhe peça para fazer coisas na frente dos colegas, que o deixem na berlinda: principalmente ler em voz alta.</strong></li><li><strong>Atenção: em geral, o disléxico tende a lidar melhor com as partes do que com o todo. </strong>Abordagens e métodos globais e dedutivos são de difícil compreensão para ele. Apresente-lhe o conhecimento em partes, de maneira dedutiva.</li><li><strong>Permita, sugira e estimule o uso de gravador, tabuada, máquina de calcular, recursos da informática…</strong></li><li><strong>Permita, sugira e estimule o uso de outras linguagens.</strong></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-06 14:05:31 UTC</pubDate>
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         <title>5.2 Caso H.M</title>
         <author>vpaz99</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Caso H.M e amnésia</strong><br>Aos 9 anos de idade, Molaison sofrera um traumatismo craniano em um acidente de bicicleta que o levou a ter inúmeras e incapacitantes crises epilépticas, intratáveis com medicação. Em 1953, aos 27 anos, foi submetido a uma cirurgia experimental no cérebro, que lhe removeu ambos os hipocampos e regiões adjacentes, responsáveis pela geração das crises.<br><br></div><div>A epilepsia de Molaison foi parcialmente controlada, mas o paciente sofreu um efeito colateral irreversível: perdeu a capacidade de formar novas memórias. Ele não conseguia, por exemplo, memorizar os espaços da nova casa para onde foi transferido após a cirurgia, mesmo anos depois da mudança. Tampouco recordava o que havia comido no café da manhã. Na idade madura, não se reconhecia no espelho ou em fotografias recentes. Lembrava-se apenas da própria imagem tal como fora antes da cirurgia.<br><br>Fonte: <a href="https://piaui.folha.uol.com.br/materia/o-paciente-hm/">https://piaui.folha.uol.com.br/materia/o-paciente-hm/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-06 14:09:50 UTC</pubDate>
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         <title>4.2 Dislexia, o que é?</title>
         <author>vpaz99</author>
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         <pubDate>2022-10-06 14:16:50 UTC</pubDate>
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         <title>6.1 Porque temos dificuldade em prestar atenção?</title>
         <author>vpaz99</author>
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         <pubDate>2022-10-06 14:18:50 UTC</pubDate>
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         <title>2.1 Entendendo a neuroplasticidade</title>
         <author>vpaz99</author>
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         <pubDate>2022-10-06 14:20:58 UTC</pubDate>
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         <title>1.1 Como funciona o cérebro humano?</title>
         <author>vpaz99</author>
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         <title>9.1 A neurociência da aprendizagem</title>
         <author>vpaz99</author>
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         <pubDate>2022-10-06 14:29:56 UTC</pubDate>
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         <title>Neurociência e aprendizagem - Horário JK</title>
         <author>vpaz99</author>
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         <pubDate>2022-10-06 14:50:40 UTC</pubDate>
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         <title>8.1 Influência das emoções na aprendizagem</title>
         <author>vpaz99</author>
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         <pubDate>2022-10-06 14:54:40 UTC</pubDate>
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         <title>8.2 A importância das emoções na aprendizagem</title>
         <author>vpaz99</author>
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         <pubDate>2022-10-06 14:55:22 UTC</pubDate>
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         <title>8.3 As competências socioemocionais</title>
         <author>vpaz99</author>
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         <pubDate>2022-10-06 14:55:59 UTC</pubDate>
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         <title>10.1 Exemplos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>DISLEXIA</strong></div><div><br>A dislexia é um termo geral que engloba distúrbios de leitura, matemática, ortografia, expressões escritas ou manuscritas, compreensão ou uso da linguagem verbal ou não verbal. De acordo com a Associação Brasileira de Dislexia, cerca de 17% da população mundial apresenta este transtorno de aprendizagem.</div><div>As últimas descobertas da neurociência sobre aprendizagem relacionam anormalidades congênitas do desenvolvimento neural à dislexia. Ela está relacionada a disfunções de áreas cerebrais responsáveis pela linguagem, fala e interconexão entre ambas.<br><br></div><div><strong>DISLEXIA FONOLÓGICA</strong></div><div><br>A dislexia fonológica é caracterizada pela incapacidade de decodificação de sons, manifestando-se por meio de um desempenho ruim na leitura de estímulos não familiares e na invenção de palavras.</div><div>Crianças com este transtorno de aprendizagem apresentam dificuldades em tarefas de memória de curto prazo, enquanto na leitura se baseiam no reconhecimento da palavra inteira, por terem dificuldade em relacionar os grafemas aos fonemas.<br><br></div><div><strong>DISLEXIA SUPERFICIAL</strong></div><div><br>Neste tipo de dislexia, as pessoas têm dificuldade em reconhecer as formas e estruturas das palavras, ou seja, de reconhecer a palavra pela rota lexical.</div><div>Em sala de aula, estudantes com dislexia superficial geral substituem, adicionam ou omitem as letras de palavras. Acabam tendo uma maior dificuldade com ortografia e guiam-se principalmente pela informação auditiva.<br><br></div><div><strong>DISGRAFIA</strong></div><div><br>Esse transtorno de aprendizagem traz prejuízos na expressão escrita, devido à alteração funcional do componente motor do ato de escrever. Ou seja, alguém com disgrafia tem problemas de caligrafia, no traçado e na forma das letras. É importante ressaltar que o estudante que apresenta a disgrafia tem um desenvolvimento intelectual normal.</div><div>A disgrafia se manifesta em habilidades de escrita aquém do esperado para a faixa etária. Geralmente, a criança não consegue escrever na velocidade exigida e tem dificuldades em alinhar, espaçar e dimensionar letras e palavras.</div><div>Lembrando que a escrita caligráfica envolve habilidades percepto-motoras e cognitivas, o que acaba por impactar o desempenho acadêmico e psicossocial do indivíduo.<br><br></div><div><strong>DISCALCULIA</strong></div><div><br>A discalculia compromete principalmente o aprendizado de matemática. Ela se manifesta na dificuldade em solucionar questões, estimar quantidades, memorizar números e reconhecer padrões. Geralmente, quem tem esse transtorno de aprendizagem também tem dislexia.<br><br></div><div><strong>ANARRITMIA</strong></div><div><br>Transtorno de aprendizagem caracterizado pela dificuldade em formar conceitos básicos e adquirir aptidões de computação.<br><br></div><div><strong>AFASIA ANÔMICA OU DISNOMIA</strong></div><div><br>A afasia anômica manifesta-se na dificuldade em recordar palavras e recuperar informações da memória. Quem tem este transtorno de aprendizagem geralmente tem uma linguagem expressiva fluente, porém não consegue evocar palavras específicas. Ela acaba por recorrer a circunlóquios e palavras gerais para se comunicar, tanto na fala quanto na escrita.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-18 14:23:29 UTC</pubDate>
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         <title>9.3 Cinco mitos sobre neurociências e aprendizagem</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>1. O SER HUMANO USA APENAS 10% DA CAPACIDADE DO CÉREBRO</strong></div><div><br>Este mito foi quebrado com os exames de neuroimagem, que mostram a ativação das regiões do cérebro. Neurocientistas buscaram a origem da afirmação, alertando que não foram encontradas evidências científicas de que exista alguma parte do cérebro humano que nunca fora utilizada.<br><br><strong>2. OS LADOS ESQUERDO E DIREITO DO CÉREBRO FUNCIONAM DE FORMA INDEPENDENTE</strong></div><div><br>A origem deste mito está nos estudos de especialização hemisférica do cérebro, que relacionaram o lado esquerdo à linguagem e o direito ao pensamento abstrato. Apesar de boa parte do processamento da linguagem acontecer no hemisfério esquerdo, isso não significa que o lado direito não realize funções relacionadas à linguagem, e vice-versa.<br><br><strong>3. MÚLTIPLAS INTELIGÊNCIAS</strong></div><div><br>A noção de múltiplas inteligências já está ultrapassada e acaba por ofuscar as últimas descobertas da neurociência sobre a aprendizagem. Ela defende que uma pessoa tem múltiplas habilidades: linguística, lógica, espacial, cinestésica, interpessoal, intrapessoal, naturalística e musical. O problema é que este modelo geralmente é interpretado pelo público leigo como se não houvesse correlação entre as diferentes habilidades dos sujeitos.<br><br><strong>4. ESTILOS DE APRENDIZAGEM BASEADOS EM PEDAGOGIAS MULTISSENSORIAIS</strong></div><div><br>Ainda faltam evidências da neurociência que comprovem os modelos de aprendizagem multissensoriais, como os que trabalham com estimulação visual, auditiva e cinestésica. Eles trabalham com o pressuposto de que as informações obtidas por meio de uma modalidade sensorial são processadas no cérebro sem se relacionar com o conteúdo aprendido a partir de outra modalidade.<br><br><strong>5. É PRECISO BEBER BASTANTE ÁGUA PARA MELHORAR A APRENDIZAGEM</strong></div><div><br>Não existem evidências concretas que associem diretamente o consumo de água com uma melhor aprendizagem.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <title>9.2 AS FUNÇÕES QUE O CÉREBRO PRECISA DESENVOLVER PARA APRENDER</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Para o processo de aprendizagem ser bem sucedido, o cérebro de um indivíduo precisa desenvolver três grandes funções:<br><br></div><ol><li><strong>Memória de trabalho:</strong> capacidade de reter e acessar informações em períodos curtos de tempo. A função é essencial para a leitura e tarefas que exigem planejamento, como resolução de problemas e jogos com instruções;</li><li><strong>Controle inibitório:</strong> capacidade de resistir a impulsos e de afastar distrações. Ou seja, manter a concentração;</li><li><strong>Flexibilidade cognitiva:</strong> capacidade de reorganizar pensamentos e práticas para adequá-los a determinados contextos.</li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-18 14:31:37 UTC</pubDate>
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         <title>7.1 Funções executivas</title>
         <author>vpaz99</author>
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         <pubDate>2022-10-18 15:01:59 UTC</pubDate>
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         <title>3.1 Linguagem</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2022-10-20 20:54:23 UTC</pubDate>
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         <title>5.1 Processos da memória</title>
         <author>vpaz99</author>
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         <description><![CDATA[<div>A memória é a forma como armazenamos o conhecimento e a informação. É como um arquivo que armazena nossos pensamentos, sentimentos e memórias de todas as experiências da vida para que elas possam ser recuperadas posteriormente, quando necessário.</div><div>A memória torna-se importante no aprendizado porque nos ajuda a consolidar novas ideias com as antigas; este processo requer atenção, pois sem memória nunca acumularíamos nenhum fato ou teríamos uma chance de construir entendimento!</div><div>A memória não se trata apenas de armazenar dados – ela também nos permite recuperar aqueles pedaços de informação que amarram o que foi aprendido anteriormente e ajudarão a levar as coisas adiante para uma maior compreensão para o amanhã!<br><br></div><div>O processamento da informação para conversão em memória dá-se em 3 fases: <strong>Codificação</strong>, <strong>Armazenamento</strong> e <strong>Recuperação</strong>.<br><br><strong>Codificação:</strong> É a entrada, o registro inicial das informações. A codificação é a primeira fase da memória que prepara as informações sensoriais para serem posteriormente armazenadas no cérebro.</div><div>Um conteúdo pode ser codificado de 3 formas principais: <strong>acústica</strong>, <strong>visual</strong> e <strong>semântica</strong>.<br><br>- Acústica: Codificação acústica é o uso de estímulos e inputs auditivos para criar memórias. Esse processo é auxiliado pelo que é conhecido como loop fonológico.<br>O loop fonológico é um processo pelo qual os sons são ensaiados sub vocalmente (ditos em sua mente repetidamente) a fim de serem convertidos em memória de longo prazo.<br>- Visual: É o processo de codificação de imagens e informações sensoriais visuais. A criação de imagens mentais é uma maneira pela qual as pessoas usam a codificação visual. Esse tipo de informação é temporariamente armazenada na memória icônica e, em seguida, é movida para a memória de longo prazo para armazenamento.<br>- Semântica: A codificação da entrada sensorial que tem um significado ou contexto específico é conhecida como codificação semântica. Isso pode incluir lembrar conceitos, ideias, definições, datas, etc.<br>A codificação semântica é mais fácil de lembrar do que a codificação não semântica ou superficial das coisas. Anexar emoções às informações é uma boa ideia para tornar a codificação semântica muito mais memorável. Por exemplo, você pode se lembrar de um determinado número de telefone com base no nome de uma pessoa ou de um determinado alimento pela cor.<br><br><strong>Armazenamento:</strong> Também chamado de retenção, consolidação ou conservação, é o processo que envolve a manutenção da informação codificada pelo tempo necessário para que possa ser recuperada e utilizada quando evocada.<br>Ou seja, envolve o fortalecimento das representações enquanto estão sendo registradas e a sua reconstrução ao longo da sua utilização e da entrada de novas informações. Para isso, o cérebro altera-se bioquimicamente e a seu tecido neural.<br><br><strong>Recuperação:</strong> É o processo de lembrança da informação anteriormente armazenada. O resgate pode utilizar uma busca consciente das informações ou ainda ser evocado de maneira não consciente através de associações dependentes do contexto, ativação por semelhanças ou por necessidades. São 2 mecanismos responsáveis pela recuperação da informação:</div><div><strong>Reconhecimento:</strong> envolve a comparação de estímulos anteriormente registrados com novos estímulos.</div><div><strong>Resgate:</strong> envolve uma busca ativa das informações armazenadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-20 21:15:15 UTC</pubDate>
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         <title>3.2 Marco do desenvolvimento da linguagem infantil</title>
         <author>vpaz99</author>
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         <pubDate>2022-10-20 21:23:25 UTC</pubDate>
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