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      <title>Memórias de um cravo vermelho by Regina Almeida Trindade</title>
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      <description>O que me aconteceu no dia 25 de abril de 1974</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-04-29 12:33:52 UTC</pubDate>
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         <title>Beatriz </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Memórias do cravo vermelho <br><br>Eu cravo vermelho, estava em Lisboa, senti que esta revolução fez melhorar o país e assim penso que D. Celeste gostava de mim e que apoiava a liberdade.<br>Esta revolução foi muito pacífica e foi melhor que o país conseguiu e isso ajudou a felicidade da população.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-30 09:45:18 UTC</pubDate>
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         <title>Carolina Delgado</title>
         <author>biblioteca38</author>
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         <description><![CDATA[<div>Memórias de um cravo <br><br>  Olá camaradas, eu sou um velho cravo do 25 de Abril de 1974, hoje eu venho aqui explicar o que aconteceu na minha época de jovem, sabem que já<mark> tive </mark>dentro de uma espingarda!<br> Tudo começou no tempo de Salazar em que as pessoas não podiam opinar, se não eram metidas dentro de uma lata de sardinhas, as coisas eram difíceis, muito difíceis. No dia 25 de Abril de 1974 as pessoas revoltaram-se,<mark> ás</mark> 4 da manhã os soldados de todo o país (com a <mark>musica</mark> vila morena) saíram para se dar uma democracia.<br> No meio da comemoração a minha dona,  D. Celeste colocou <mark>eu</mark> e os meus irmãos na espingarda de cada soldado, Marcelo Caetano rendeu-se e a partir dai as pessoas eram livres. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-30 09:47:49 UTC</pubDate>
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         <title>Dinis Moreira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Memórias do cravo Vermelho<br><br>    Eu, cravo Vermelho, declaro que vivi uma fantástica aventura, no dia 25 de abril de 1974, e sinto-me muito honrado por ter sido escolhido como símbolo de uma revolução que felizmente foi muito pacífica.<br>   Neste mesmo dia, a liberdade passou a ser uma realidade, visto que, a população lutou contra um regime ditatorial denominado Estado Novo, no qual, havia um político conhecido como Salazar que não permitia a existência de opiniões diversificadas.<br>   Enquanto os soldados combatiam pelo direito à liberdade, uma senhora chamada Celeste decidiu começar a oferecer um cravo vermelho, como eu, a cada combatente, como sinal de paz, tendo estes colocado cada um de nós, na sua respetiva espingarda</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-30 09:48:39 UTC</pubDate>
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         <title>Iris M.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Memorias do cravo vermelho<br><br>Eu, cravo vermelho, estava sossegado na florista, quando vi a Dona Celeste a aproximar-se muito apressada e a gritar: liberdade, liberdade! Preparem-se para a liberdade!<br>- Mas o que é que se passa? -Perguntou exaltado um senhor.<br>- Vá ao rádio e oiça!<br>Eu senti-me sufocado junto dos meus irmãos, naquelas mãos suadas e apertadas da Dona Celeste.<br>Distribuíram-nos por todos os que se esforçaram para esta conquista! Colocaram-nos naqueles canos obscuros e cheios de tristeza.<br>Sentimos frescura e liberdade por todos os cantos e cantinhos!<br>Desde este dia começámos a ter liberdade de expressão, de opinião e uma democracia. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-30 09:50:08 UTC</pubDate>
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         <title>Sofia</title>
         <author>G2018</author>
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         <description><![CDATA[<div>Memórias do cravo vermelho<br><br>Eu, o cravo vermelho mais glamoroso que estava naquele balde, à porta da florista da dona Celeste, a 25 de Abril de 1974, em Lisboa, fui subitamente agarrado pela minha dona que num estado de euforia, correu comigo e com os meus irmãos nos braços pela rua de Lisboa ao encontro de uma multidão que se estava a formar, junto a um grupo de militares.<br>No ar, ouvia-se uma música chamada " Grândola, Vila Morena", e sentia-se um clima de tensão mas ao mesmo tempo de esperança. Estava a acontecer uma revolução. A Dona Celeste, chegou ao pé dos militares, e nas armas que eles empunhavam, começou a depositar-nos nos seus canos. Orgulho-me de ter sido o símbolo de paz, nesta revolução, que nos trouxe a Liberdade, sem para isso ter sido necessário derramar sangue.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-30 09:50:24 UTC</pubDate>
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         <title>Olivia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>MEMORIAS DE UM CRAVO VERMELHO<br>Eu cravo vermelho, eu mesmo <mark>estáva </mark>lá no dia 25 de abril de 1974 ,num dia como os outros onde ainda estava presente o estado novo , um grupo de soldados combinaram que quando , no rádio passasse a musica "Grândola vila morena" eles davam inicio a esta revolução da <br>Liberdade.As pessoas vendo o que se estava a passar através dos rádios e televisões <br>(os soldados <mark>invádiram</mark> os rádios e a RPT ), saíram para a rua, começando a ver que os soldados iam acabar com o governo salazarista, uma senhora chamada D. Celeste começou a por cravos nas espingardas, e a partir de ai toda a gente começou finalmente a sentir a liberdade e a gritar (25 de abril sempre, Liberdade ). E é por isso que eu sou o <mark>simbolo</mark> da Liberdade, EU CRAVO VERMELHO.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-30 09:51:05 UTC</pubDate>
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         <title>Inês Santos</title>
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         <description><![CDATA[<div>Memórias do cravo vermelho <br><br>Antes da revolução dos cravos, existia enorme repressão, em que a população não podia criticar ou dizer mal do Estado.<br>Depois de tantos anos oprimidos, a população revoltou-se com a ajuda dos militares, na madrugada do dia 25 de abril de 1974, e  derrubaram o regime. Já o tinham tentado antes em março do mesmo ano, mas sem sucesso. Naquela madrugada de abril, o sinal combinado que deu origem à operação militar, foi dado através da rádio com a música "Grândola Vila Morena".<br>À chegada a Lisboa, os militares invadiram a rádio. Enquanto os militares estavam na rua, uma senhora chamada Celeste, ofereceu cravos para os militares colocarem nas espingardas, ficando assim o cravo como símbolo da revolução.<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-30 09:53:13 UTC</pubDate>
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         <title>Ariana</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Memórias do cravo vermelho<br>Eu, cravo vermelho, represento a liberdade, sou o símbolo da revolução do 25 de abril de 1974.No dia 25 de abril, uma senhora chamada Celeste, teve ideia de distribuir cravos aos soldados, eles puseram os cravos nas espingardas, daí eu ser muito famoso. Foi muito romântico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-30 10:03:50 UTC</pubDate>
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         <title>Jacinta </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O cravo vermelho<br>Eu sou o cravo vermelho. Eu fui entregue oas soldados que colocaram-me nos canos das espingardas. Por isso chama-se ao d<mark>uia</mark> 25 de abril " Revolução dos Cravos."<br>Nesse altura nós viviamos numa ditadura então as pessoas não falar mal e concordar com o governo.No dia 24 de abril um grupo de soldados planearam um plano para acabar com a revolução. Depois de ter ouvido a <mark>musica</mark> " Depois do adeus" foi tocada a musica "<mark>Glandula</mark> vila morena" que co<mark>nfirma-va </mark>a marca do inicio das operações. Que acabaram por saíram vitoriosos agora dia 25 de abril as pessoas saem <mark>á</mark> rua e gritam " Viva a liberdade"<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-30 10:08:31 UTC</pubDate>
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         <title>Miguel Susano</title>
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         <description><![CDATA[<div>  Eu,cravo vermelho,lembro-me de tudo o que aconteceu no dia 25 de Abril de 1974. Estava em Lisboa,quando vi um grande grupo de militares decididos a pôr fim à ditadura através de um golpe militar.<br>  O governo de Salazar perseguia os opositores do regime, o que os militares dominassem pontos importantes nas principais cidades do pais.Felizmente, acabou por dar tudo certo, sendo uma revolução pacífica.Eu Senti muito orgulho, porque  ma senhora chamada Celeste teve  ideia de me oferecer aos soldados para que eles me colocassem  nas respetivas espingardas e assim passei a ser um símbolo de liberdade.<br> </div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-30 10:16:12 UTC</pubDate>
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         <title>Dinis Costa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Memórias do cravo João<br><br>Olá camarada, eu cravo João, fui o primeiro a ser dado por celeste e quando fui metido na espingarda de Salgueiro Maia senti que estava no centro da ruvoloção.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-30 10:16:12 UTC</pubDate>
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         <title>Matilde Belo</title>
         <author>G2018</author>
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         <description><![CDATA[<div>Memórias do cravo vermelho<br>Eu, cravo vermelho, o que aconteceu no dia 25 de abril de 1974. Na manhã, os militares do Movimento das Forças Armadas ocuparam os estúdios do rádio português, comunicaram à população que pertendiam que o País fosse de novo democracia. De seguida, passou a música da liberdade, " Grândula Vila Morena ", de Zeca Afonso.<br>Ao mesmo tempo, uma coluna militar, comandada pelo capitão Salgueiro Maia, saiu da escola prática de cavalaria, e marchou para Lisboa. Na capital, tomou posições e depois cercou o quartel da GNR do carmo, onde se tinha refugiado Marcelo Caetano, o que ficou no poder, depois de Salazar que foi ditador.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-30 14:36:46 UTC</pubDate>
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         <title>José Ferreira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Eu cravo vermelho estava a relaxar no meu vaso quando uma senhora cujo nome era Celeste me mandou para um senhor que pelo que eu tinha ouvido dizer se chamava Salgueiro Maia. Esse senhor distribuiu-me a mim e aos meus compatriotas pelos militares. Eu fiquei com um tal de António Cardoso um dos mais prestigiados soldados de todos. Ele pegou em mim e enfiou-me pelo cano da espingarda abaixo. Ele percorreu as terras lisboetas de uma ponta à outra. Viu e reviu todas as imagens de videovigilância, quase que virou Lisboa do avesso, só para encontrar o (a meu ver) falhado do Marcello Caetano. Logo o encontrou, e naquela altura já tinha percebido que para o António fazer tanto para o encontrar, era porque ia sacar da espingarda. Amedrontei-me. Tinha quase de que ia ser desfeito em pedaços e que o António ia premir o gatilho mas, de um momento para o outro, o Marcello Caetano rendeu-se. Sentia-me aliviado. A guerra (que não era guerra) tinha acabado (nem sequer tinha começado). Está revolução ficou conhecida como "A Revolução dos Cravos", ou seja a minha revolução. Estava tão excitado e orgulhoso. Velhos tempos! Agora vivo uma boa e relaxada vida, mas no meu entender tenho de impulsionar as gerações futuras para que tornem o mundo melhor!</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-30 15:59:57 UTC</pubDate>
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         <title>Celina</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/reginacmtrindade/2egvtwpud8vv/wish/355611842</link>
         <description><![CDATA[<div>Memórias do cravo Rui<br>Eu, cravo vermelho, no dia 25 de abril de 1974, estava numa jarra a dançar ao som da rádio até que ouvi a música "E Depois do Adeus" que era o primeiro sinal para a revolução, quando passou a música "<mark>Grândula</mark> Vila Morena", os militares<mark> envádiram</mark> as rádios e a televisão, foi ai que a Celeste, a florista, foi-me busca<mark>r à </mark>jarra juntamente com os outros cravos, e colocou-nos nas espingardas dos militares, eu sentia-me bastante alegre pois estávamos a simbolizar a paz. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-30 19:56:44 UTC</pubDate>
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         <title>Sara Horta</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/reginacmtrindade/2egvtwpud8vv/wish/355742407</link>
         <description><![CDATA[<div>Memorias do cravo vermelho<br><br>      Eu cravo vermelho vivi no tempo do 25 de abril, na noite de 24 para 25 estava eu estava na florista a ouvir a radio, quando acabou a <mark>musica</mark> do adeus<mark> de repent</mark>e começou a dar a <mark>musica</mark> Grândola vila morena que era a palavra passe para os soldados avançarem, os soldados tinham dito as pessoas para elas não saírem de casa para não acontecer nada, mas as pessoas quiseram ir todas <mark>á r</mark>ua para ver o que se passava. Uma senhora chamada Celeste quis distribuir cravos vermelhos aos soldados, eles puseram os cravos na boca das espingardas. Enquanto isso as pessoas gritavam com os cravos na mão "viva ao 25 de abril, viva".<br>Naquela <mark>altora eu sem time</mark> um s<mark>opre</mark> herói.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-01 11:37:19 UTC</pubDate>
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         <title>Lavínia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Memórias do cravo vermelho<br>Eu, cravo vermelho, participei na revolução de 25 de abril  de 1974, em Lisboa.<br>Antes desta revolução acontecer havia uma ditadura governada por Salazar em que as músicas e os jornais eram proibidos de serem lançados antes do Governo dar permissão.<br>Nessa altura, todos tinham muito medo, mas um grupo de soldados corajosos decidiu que quando ouvissem a música "Grândula Vila Morena" sairiam à rua, foi a gerra mais pacífica, e enquanto acontecia uma florista chamada Celeste distribuiu cravos aos militares para eles porem na espingarda, e eu, cravo vermelho sou o símbolo desta revolução, e como foi um dia tão marcante todas as pessoas saem à rua com um cravo na mão a gritar pelo 25 de abril.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-01 14:57:48 UTC</pubDate>
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         <title>Benedita </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá, sou o cravo vermelho e sou o símbolo da  liberdade <br>Bem no dia 25 de abril de 1974 para mim iria ser um dia normal na banca da Dona Celeste.Quando aparece um monte de soldados com armas a Dona Celeste começou a por cravos no lugar das balas.<br>Eu fui para até à ama de um senhor chamado  Salgueiro Maia que foi um dia principais soldados <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-01 17:21:33 UTC</pubDate>
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         <title>Matilde Joaquim </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>    Camaradas, estava eu muito tranquilo, com os pés de molho numa jarra de uma florista, quando de repente, me sinto agarrado e me levam para a rua. <br>     Curioso com o que me ia acontecer, interroguei-me, se iria voltar para o jardim. Quando me apercebi, estava dentro do cano de uma espingarda, e  o povo gritava "Viva a liberdade". Tinha sido a Revolução de 25 de Abril de 1974, também conhecida como a  Revolução dos Cra.vos. A partir dessa data, nós os Cravos vermelhos ficámos famosos e passámos a simbolizar a liberdade. <br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-04 09:17:52 UTC</pubDate>
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         <title>Margarida</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu cravo vermelho sou símbolo da liberdade graças à dona Celeste que me integrou na revolução mais  pacífica alguma vez vista.<br> No dia 25 de abril de 1974 em Lisboa acabou a ditadura militar para começar uma democracia.<br> Foi graças ao soldado Salgueiro Maia e outros que finalmente Portugal tem agora liberdade de expressão e voto. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-06 18:21:59 UTC</pubDate>
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         <title> Iris rosario</title>
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         <description><![CDATA[<div>   Eu, cravo vermelho, estou dentro de um sítio muito escuro e apertado. Não compreendoonde estou!<br>   Até que oiço muita gente a gritar :<br>   -Viva a liberdade!<br>   Espreitei por cima do sítio onde estava e reparei em tanques, homens fardados e muita gente parada.<br>   De repente saio de dentro de uma espingarda, local onde eu estava, e vou para as mãos de uma menina e todas as pessoas que se encontrava como eu a ver o que se passava. A menina e todas as pessoas que se encontravam por ali e começaram-se a abraçar-se e estavam imensamente felizes.<br>   Deu-se assim o 25 de abril de 1974 e eu fui a flor escolhida para esta revolução tão importante.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 15:53:22 UTC</pubDate>
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         <title>Inês Rosário</title>
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         <description><![CDATA[<div>P   Eu,cravo vermelho,ouvi um dos tropas a falar que já todos tinham os cravos e que já podiam disparar.<br>   Fiquei assustado,pois tinha medo de tiros.De repente ouvi a dona Celeste das flores a gritar:<br>   -Liberdade.<br>   Enquanto todos encaixavam os cravos nas espingardas,fiquei muito aliviado ao ouvir a dona Celeste.<br>   Estava-se tão bem na rua,com a brisa a soprar e era ouvida a música "Grândula,Vila Morena",e toda a comunidade estava feliz,porque já tinha liberdade de expressão e opinião.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 15:55:15 UTC</pubDate>
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         <title>Cecília Honório</title>
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         <description><![CDATA[<div>Eu, cravo vermelho vou-vos contar um bocadinho do 25 de abril.<br>Naquele tempo aí de quem falasse mal do governo quem o fizesse ia logo para a lata como as sardinhas.<br>Um grupo de militares ia acabar com a ditadura então ocuparam a rádio e a RTP ás 4 da manhã. Depois de ouvirem a canção "Grândola Vila Morena" receberam um aviso então o movimento das forças armadas começou e toda a gente saiu á rua para ver o que se passava.<br>Depois da ditadura ter acabado e de terem explicado Marcelo Caetano de Portugal, para celebrar, uma senhora chamada Celeste colocou cravos dentro das espingardas e foi por essa razão que sou, hoje em dia, o símbolo da Revolução do 25 de abril.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-07 20:48:09 UTC</pubDate>
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         <title>Miguel Silva</title>
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         <description><![CDATA[<div><br>Memória do cravo Pedro<br>Eu, cravo vermelho, fui distribuído como símbolo de liberdade aos militares no dia 25 de abril de 1974. Eles colocaram-me  nas suas armas e não dispararam a ninguém, por isso foi a revolução mais pacifica de sempre.<br>Senti paz porque finalmente a Ditadora tinha acabado. Nas ruas os tanques a passar as pessoas a festejar e o mal a abrandar. A Celeste foi a florista que deu os cravos em sinal de paz e liberdade aos militares. <br>E logo começou a democracia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-08 10:08:48 UTC</pubDate>
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         <title>Jacinta</title>
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         <description><![CDATA[<div>Eu cravo vermelho<br>Eu sou o cravo vermelho. Eu fui entregue aos  soldados que  me colocaram nos canos das espingardas. Por isso chama-se ao  dia 25 de abril " Revolução dos Cravos".<br>Nessa altura nós vivíamos numa ditadura então as pessoas não falar mal e concordar com o governo. No dia 24 de abril um grupo de soldados planearam um plano para acabar com a revolução. Depois de ter ouvido a música " Depois do adeus" foi tocada a música "Grândola vila morena" que confirma a marca do inicio  das operações. Que acabaram por saíram vitoriosos agora dia 25 de abril as pessoas saem à rua e gritam " Viva a liberdade "</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-08 13:08:34 UTC</pubDate>
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