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      <title>Início Vida Adulta (21 a 28 anos) by Yasmin Oliveira</title>
      <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/2eeop4j4izu357bj</link>
      <description>Professora Mônica (Turma A)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-12 14:14:13 UTC</pubDate>
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         <title>Adulto jovem</title>
         <author>yasmincoliveira</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Não faz tanto tempo (coisa de 30 ou 40 anos atrás), as opções de estilo de vida eram um tanto restritas. As mulheres eram educadas para se casar e ter filhos. Já os homens, para serem chefes de famílias e manterem um emprego estável. Quando atingiam esse estágio, pronto, se tornavam adulto aos olhos de todos. E o que fugisse disso causava certa indignação. O negócio é que os dias de hoje – ainda bem – permitem outras escolhas que não são mais marginalizadas. É possível não casar, trocar de emprego toda hora, não ter filhos, deixar a faculdade para mais tarde ... o leque é infinito.” (1)<br><br>Apesar de não existir um marco para a entrada na vida adulta e cada um de vocês ter um percurso diferente, todos têm em comum a escolha pelo curso de medicina, o que requer uma responsabilização por seus atos.<br><br><strong>&nbsp;Dessa forma o convite é que você conte uma história com início, meio e fim, que fale sobre essa responsabilidade, autonomia ou autocontrole necessários em uma das situações abaixo:<br><br>•	A escolha pelo curso de medicina<br>•	Ou as peripécias para a entrada no curso (estudo) e/ou primeiro ano</strong><br><br><strong>&nbsp;(Obs: lembrem de assinar)</strong><br><br>1. Matéria de Mariana Sgarione (2016):&nbsp; https://super.abril.com.br/cultura/o-adulto-desmontado/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-12 16:53:35 UTC</pubDate>
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         <title>Estudo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Desde criança, sonho em ser médica... Durante toda a minha vida escolar, o meu foco era ser aprovada em Medicina. Desse modo, assim que concluí o ensino médio, prestei o vestibular, mas não consegui passar. Eu já esperava que não seria fácil, pois o curso que eu queria e, ainda, na faculdade que eu tenho condições de pagar, a concorrência é elevadíssima. Sendo assim, fiz um ano de pré-vestibular, além de algumas matérias isoladas e me abdiquei de alguns lazeres para manter o foco... Por fim, depois de um ano de bastante responsabilidade e aprendizados, consegui realizar esse grande sonho, o de ser aprovada em Medicina, na faculdade que queria!<br><br>Mariana Matos de Carvalho.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-13 13:34:07 UTC</pubDate>
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         <title>Médico</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O que você quer ser quando crescer ?&nbsp;<br>Ao longo de toda a minha vida me fizeram essa pergunta.&nbsp;<br>Mas diferentemente de outras crianças/adolescentes, eu sempre respondia "Não sei ainda".&nbsp;<br>O tempo passava... e continuava com a mesma resposta.&nbsp;<br>Chegou o terceiro ano, o último ano do colégio, e ainda permanecia com mesma resposta.<br>Em meados ,desse ano, finalmente mudei a resposta para a famigerada pergunta: "O que você quer ser quando crescer ?"<br>Passei a responder da seguinte forma: "Quero fazer Medicina !"<br>Com essa decisão tardia, comecei a usufruir tanto dos bônus quanto dos ônus da minha escolha para minha futura carreira profissional.<br>Desse modo, acredito que todo o processo de formação do médico, quem vem desde da escolha dessa carreira, envolve um contínuo processo de desenvolvimento e amadurecimento dos valores de responsabilidade, autonomia e de autocontrole.&nbsp;</div><ul><li>Responsabilidade é essencial, pois cabe ao médico o trabalho consciente para de forma empática contribuir para a melhora da saúde não apenas física como psicológica do seu paciente. &nbsp;</li><li>Autonomia é a primazia para formação de um médico e um ser humano produtivo e completo, pois, ao termos o real controle das nossas ações, escapamos das alienações e entraves do dia a dia da graduação e da futura profissão.&nbsp;</li><li>Autocontrole é imprescindível no processo da educação médica, porque, por se tratar de uma tarefa envolta de sacrifícios e de demasiada determinação, distrações e preguiça não podem estar presentes (na maioria dos momentos).&nbsp;</li></ul><div><br><br>Abaixo segue foto, do ano passado, quando agi de maneira responsável e arquei com o custo integral da janela que quebrei jogando bola.&nbsp;<br><br><br>~Mateus Cendon, @biacendon</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 18:21:24 UTC</pubDate>
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         <title>Aulas no pré-vestibular</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Para me preparar para o processo seletivo da Bahiana, eu me matriculei num cursinho pré-vestibular uns 4 meses antes das provas. Durante esse período, eu tive pouquíssimo tempo livre: quando não estava estudando em casa, estava estudando no curso. A carga horária do intensivo pode ser bem exaustiva, então não havia muito tempo para autocuidado/lazer nessa época. Em diversos momentos, eu tive vontade de deixar de frequentar algumas aulas (principalmente as de filosofia), acreditando que elas não valeriam a pena, só para ter uma tarde livre a mais na semana. No entanto, eu mesmo reconhecia que isso seria uma atitude pouco responsável de minha parte, e, por mais que quisesse dormir aquela tarde, acabava sempre me controlando e comparecendo às aulas - nunca me arrependi disso. Essa tomada de atitude, ainda que pareça nada demais, atuou como um sinal&nbsp;bem claro&nbsp;de amadurecimento para mim, visto que talvez eu fizesse diferente em meus tempos de escola.<br><br>Almério Noronha</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 20:37:42 UTC</pubDate>
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         <title>Uma nova graduação</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A medcina sempre atravessou a minha vida, seja por proximidade com profissionais da área, relações de trabalho, projetos de pesquisas, mas ela ainda não era uma possibilidade pra mim. Isso começou a mudar em outubro de 2015, em uma conversa com minha prima. Ela tentou a aprovação em med por cinco anos, como não tinha conseguido se matriculou em nutrição na UFBA. Cursou um ano e meio e percebeu que não era o que queria. Como não tinha mais pique para continuar tentando no Brasil, resolveu que iria pra Argentina. Aquela decisão dela acendeu uma luz pra mim, pq não fazer a mesma coisa? Poderia ir com ela, estudaríamos e moraríamos juntas. Mas, infelizmente ou felizmente, meu pai achou melhor começar a estudar em um cursinho aqui mesmo, ele entendia que eu precisa retomar a dinâmica de estudo, ter uma rotina e retomar os assuntos necessários para as provas. Ele me pediu um ano aqui no Brasil, caso não conseguisse, eu poderia ir. Isso foi em 2016, ainda trabalhava e por isso comecei um cursinho noturno. Fiquei nessa rotina até abril de 2017, quando sair do trabalho e passei a me dedicar integralmente aos estudos. Nesse tempo, já tinha desistido de fazer fora do Brasil e como vinha melhorando o meu desempenho nas provas comecei a acreditar que aprovação viria em algum momento. E assim foi, depois de quatro anos estudando, consegui passar no vestibular da Bahiana. E hoje, olhando pra trás, percebo que fiz as melhores escolhas:&nbsp; fazer medicina e me manter no Brasil.&nbsp;<br><br>Camila Ferreira<br><br>Essa foto foi com a minha turma do cursinho de 2017.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 23:15:22 UTC</pubDate>
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         <title>Foco</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/2eeop4j4izu357bj/wish/1530901093</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu já contei essa história várias vezes, eu queria fazer o curso de medicina, mas não queria saber de estudar (isso foi em 2010 no término do meu ensino médio).<br>Em 2018 eu não estava satisfeito com minha profissão de eng. civil e a vida na obra, então conversei com meus familiares (pois eu ainda moro com meus pais) que iria jogar tudo para cima para fazer medicina.<br>Eu tirei o resto do ano de 2018 de férias e entrei no cursinho do Mendel aqui do comércio em 2019, quando eu entrei no cursinho eu tinha uma única coisa em mente: estudar. Eu estudava o tempo todo e era muito divertido, eu via meus colegas respondendo as perguntas que os professores faziam (e eu não tinha a menor ideia) e ficava pensando, esse pessoal sabe tudo e ta ai ainda, eu que não sei nada vou ficar aqui até quando? KKK, então eu apenas estudava mais e mais, se eu saia para almoçar e via um ar condicionado, então eu revisava em minha mente "máquina térmica, ciclo de Carnot, potência, trabalho etc" o meu ano foi bem isso mas foi legal. Eu havia dito acima que não sabia nada mas a minha matemática e física eram muito fortes já, então bastava estudar o resto das matérias e foi isso que eu fiz.<br>Eu também abandonei as aulas de professores que eu considerava "mangueados" e assumi a responsabilidade de estudar os assuntos em casa sozinho e foi muito mais produtivo (hoje em dia com o YouTube é muito fácil fazer isso).<br><br>Luiz Eduardo F. e Gomes<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-17 12:25:06 UTC</pubDate>
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         <title>Estudo para entrada no curso</title>
         <author>mateusoliveira201</author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/2eeop4j4izu357bj/wish/1530946842</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando fui para o 3º ano, meu objetivo era passar direto para a faculdade no final do ano. Porém, para isso, foi preciso autonomia e autocontrole para dividir meu tempo de forma a não prejudicar tanto meu 3º ano como meu foco de estudo para a faculdade. Por isso, resolvi focar quase integralmente o 1º semestre na escola, para que no semestre seguinte pudesse estar com folga para não me preocupar com nota e focar totalmente em resolução de questões. Especialmente o autocontrole foi bastante importante nessa época, pois, às vezes, recebia uma nota abaixo do comum, e o autocontrole me fez ter a racionalidade de entender que aquilo estava sob controle e fazia parte do processo.<br><br>Mateus Neves de Oliveira</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-17 12:38:32 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Queres ser médico, meu filho?&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/2eeop4j4izu357bj/wish/1533363749</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar desse padlet fazer referência a faixa adulta, a minha escolha veio bem antes disso. <br>Em 2010, tive a oportunidade de estudar na escola sobre os microrganismos e as doenças causadas por eles. Isso despertou a minha curiosidade e foi o ponta-pé inicial para que eu pensasse em entrar na área de saúde. Também me recordo que, no mesmo ano, ocorreu o terremoto no Hiati, o que fez com que imagens de sofrimento humano fossem constantes na TV e o trabalho dos Médicos Sem Fronteiras fosse constantemente exaltado. <br>Em 2011, estudei o corpo humano e me tornei mais apaixonada ainda pela área da saúde. Nisso, veio o estalo "será que é medicina"? Porém, eu me negava a chance de querer esse curso, já que todo mundo dizia como era dificil de entrar e eu não acreditava que eu era capaz de conquistar isso. Coincidentemente, no mesmo ano, ocorreu um terremoto no Japão que, assim como ocorreu no do Hiati, gerou muito sofrimento humano e exaltação da medicina humanitária. Tudo isso que estava acontecendo gerou um turbilhão de emoções em mim e, assim, enfrentando todas as minhas inseguranças, determinei que iria ser médica, não importando o quanto eu teria que me esforçar pra isso.<br><br>Os anos passaram e a ideia de fazer medicina não só aumentou dentro de mim, como amadureceu. Conversei com muitos médicos para entender os lados ruins da profissão e, a partir disso, ver se eu seria capaz de "aguentar o tranco". Por mais que eu ouvisse coisas ruins sobre a prática cotidiana, nada disso foi capaz de diminuir a minha vontade de ser médica. <br><br>Minha jornada foi longa. Meus três anos de ensino médio foram dedicados a estudar muito, pois eu queria entrar na faculdade direto do 3º ano (o que obviamente não aconteceu). Enfrentei muitas incertezas e inseguranças nos 4 anos de cursinho que vivi, me vendo, muitas vezes, sem saída. Pensei em desistir? Sim. Mas esse pensamento durava, no máximo, 1s em minha mente. Meu sonho era maior do que qualquer frustração momentânea. <br><br>Até hoje, quando passo por momentos difíceis na faculdade, me lembro desse período e isso me dá a força que preciso pra seguir em frente. Não me vejo fazendo outro curso e não me arrependo do que passei para chegar até aqui. <br><br>Por fim, deixo aqui um trecho de um texto que me inspirou muito em todos esses anos de caminhada:<br><br>"&nbsp; Mas se, indiferente à fortuna, aos prazeres, à ingratidão e, sabendo que te verás, muitas vezes, só entre feras humanas, ainda tens a alma estoica o bastante para encontrar satisfação no dever cumprido; se te julgas suficientemente recompensado com a felicidade de uma mãe que acaba de dar a luz, com um rosto que sorri porque a dor passou, com a paz de um moribundo que acompanhaste até ao final; se anseias conhecer o Homem e penetrar na trágica grandeza de seu destino, então... <strong>TORNA-TE MÉDICO, MEU FILHO.</strong>" (texto completo nesse link: <a href="https://quasedoutora.blogspot.com/2013/01/conselhos-de-esculapio.html">Conselhos de Esculápio: "Queres ser médico, meu filho?"</a>)<br><br>- Maria Clara Marinho de Novaes&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-17 22:46:55 UTC</pubDate>
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         <title>Minha trajetória até a Medicina</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No último ano do Ensino Médio, eu decidi que queria fazer medicina mas não achava que essa trajetória até entrar no curso seria tão complicada. Sempre fui uma boa aluna, nunca deixei de fazer atividade, nem de ficar sem estudar mas também não era a aluna exemplar e eu achava que isso seria suficiente.&nbsp;<br>No final do terceiro ano iniciou-se a corrida para fazer os mil vestibulares, meus pais me levando para vários lugares. Mas não consegui. Me vi tendo que fazer pré-vestibular que foi um dos piores anos da minha vida, foram 2 anos até que pensei "porque não entro em odontologia na bahiana e depois tento fazer a prova de transferência?".&nbsp;<br>Melhor escolha que fiz, comecei a estudar para prova logo no primeiro semestre de odontologia, me via triste, às vezes, porque tinha medo de não passar e ter que continuar em um curso que não me identificava muito. Mas, acho que me preparei tanto que no dia que fui fazer a prova de transferência, nunca tinha me sentido daquela forma, nunca tinha feito uma prova que eu tivesse tanta certeza que tinha passado.&nbsp; Eu passei e hoje me encontro realizada!<br><br>~ Ana Clara Bonfim Reis&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 11:05:47 UTC</pubDate>
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         <title>Estudar de novo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/2eeop4j4izu357bj/wish/1537425444</link>
         <description><![CDATA[<div>Antes de entrar no curso de Medicina da Bahiana, eu passei por momentos bem complicados estudando. Após sair do terceiro ano em 2016, eu tive uma conversa bastante séria com os meus pais e decidi, por mim mesmo, fazer um cursinho.&nbsp;<br>Passei o ano de 2017 todo no cursinho estudando para passar ou na Bahiana ou em uma universidade pública, mas durante todo esse tempo eu sofria com ansiedade e com o medo de desperdiçar meu tempo lá caso eu não conseguisse passar em lugar nenhum. Então, não tendo conseguido passar em nenhuma das instituições que eu queria no final de 2017, acabei me matriculei em uma faculdade de Medicina privada. Esse foi o meu pior erro, por influência e apoio dos meus pais, eu acabei estudando pelo ano de 2018 nessa instituição, mesmo eu não querendo estudar lá.<br>No ano de 2019, eu tomei meu autocontrole, autonomia e responsabilidade, coisas que, ao meu ver, eu havia terceirizado aos meus pais em 2018 por gastar meu tempo em uma instituição que eu não queria estudar. Então larguei a faculdade, a contragosto dos meus pais, e voltei a estudar durante o ano de 2019 todo para adentrar o curso na instituição que era meu objetivo agora, a Bahiana. Eu, mesmo me sentindo um inútil e tendo indo contra as ideias dos meus pais, estudei o ano todo e consegui passar no curso de Medicina na Bahiana e me senti realizado. Agora o meu foco é terminar o curso e realizar a minha profissão.<br>- Gabriel Melo Carqueija Monteiro</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 20:24:01 UTC</pubDate>
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         <title>Caminhos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/2eeop4j4izu357bj/wish/1537460509</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde criança sempre pensei que tudo estava decidido: eu iria fazer direito. Não sabia nem o que era exatamente, mas quase toda a minha família, desde gerações anteriores bem distantes, escolheram essa área. E assim se seguiu até que no 2ª ano do EM meu interesse foi mudando do Direito para a Medicina. Acho que isso ocorreu porque nesse momento eu tive uma noção bem mais clara do que se tratava cada área. Acho Direito uma área bastante interessante, e repleta de significado, (a ideia de justiça, da forma como a sociedade se organiza, dos debates e etc), mas a Medicina me chamou mais. As aulas de biologia, matemática, física e química, eram as minhas preferidas e a hoje isso reflete meu interesse na fisiologia, anatomia, na bioestatística, bioquímica e em tantas outras matérias que englobam essas áreas do conhecimento. Tenho um interesse por coisas mais concretas, práticas, e universais. Acho que o ato de cuidar e de ser uma parte no processo de cura é algo que transcende qualquer coisa. Poder associar isso à minha vontade de compreender a vida e o ser humano (não só biologicamente mas em seus diversos aspectos) é algo que me fez tomar definitivamente essa decisão. Não passei de primeira. Deixei de passar na UFBA por 3 pontos e na Bahiana por conta da redação. Com essa mesma pontuação poderia ter entrado em Direito, e dentro das notas teria passado em uma excelente colocação. Mas foi nesse ponto que a vida, pôs a prova minha decisão. E foi nesse ponto que eu considero que me foi cobrada a autonomia: Escolho o caminho facil, que eu tenho menor interesse, ou persisto na Medicina? E eu escolhi a Medicina. Fiz um semestre de cursinho e, novamente, não passei. Poderia usar a pontuação e entrar em Direito e deixar tudo pra lá, já estava cansado do ritmo do Pré-vestibular. Mas não. Persisti por mais um semestre de cursinho e por fim passei na Bahiana. Durante esse processo, percebi que não se tratava apenas de entrar ou não em uma universidade, mas de me tornar mais responsável e autônomo, nas minhas decisões, e de ter autocontrole para mantê-las. E aqui estou eu.<br><br>~Fernando Pinheiro Figueiredo</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 20:36:40 UTC</pubDate>
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         <title>A Medicina</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/2eeop4j4izu357bj/wish/1537689253</link>
         <description><![CDATA[<div>Sempre gostei muito da área de saúde, e para chegar até o curso de Medicina fiz um filtro sobre prós, contras e principalmente o que mais identificava comigo. Tomada essa decisão, foi preciso muito autocontrole para momentos de incertezas durante os estudos no pré-vestibular ,foco para não desistir, autoconfiança e autoconhecimento para entender sobre suas reações à vida e confiar nos seus conhecimentos para fazer uma prova seletiva. Depois de 3 anos, cheguei&nbsp; á Bahiana e estou muito feliz e realizada com o curso e com a faculdade.<br>- Isis Lorena Costa Conceição</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 22:26:59 UTC</pubDate>
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         <title>Estudo para entrada do curso</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/2eeop4j4izu357bj/wish/1537757545</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde pequeno eu sempre disse para todos que queria ser medico e desde sempre tive uma certa facilidade na escola, e no terceiro ano o desafio foi nao ter uma meta tao clara a se alcançar:"minhas estão muito boas para a escola, mas será que isso é o suficiente para passar pra um curso tão concorrido como medicina?". Esse dilema me fez tomar a decisão de fazer TODOS os simulados possíveis que foram propostos pelo colégio, sejam eles obrigatórios para nota ou facultativos, e fazer um curso de redação, que era minha maior deficiência. Fiz simulados UNICAMP, Fuvest, IME, Bahiana, ENEM e outros...., nao importava pra qual instituição, estava eu lá fazendo. Tambem abri mão de ir pra academia e jogar o famoso baba, para otimizar o tempo durante a semana e sobrar mais tempo para estudar. No final do ano, o resultado veio e cá estou cursando o curso que eu sempre quis, entao posso dizer que valeu a pena.<br>Gabriel Palácio</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 23:10:57 UTC</pubDate>
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         <title>Tentando aprender a estudar melhor</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Durante maior parte da minha vida, eu estudava da forma mais simples e comum possível: chegava em casa, descansava ou brincava bastante, fazia o dever de casa e depois estudava um pouco as anotações que os professores faziam no quadro. Usando esse método de estudo, eu era muito dependente dos meus pais para estudar. Se deixasse na minha mão, provavelmente eu só estudaria na véspera da prova (o que nunca dá certo na escola).&nbsp;<br>Com o tempo, meus pais não conseguiam mais acompanhar meus estudos, já que os assuntos iam ficando mais complicados. Porém, a cobrança era sempre a mesma, o que não mudava muito minha dependência. Além disso, meus pais me ajudavam na organização dos trabalhos de escola (sendo ambos professores, eles me ajudavam bastante).&nbsp;<br>Para mim, o ponto em que eu realmente comecei a me tornar mais independente nos estudos foi na época do cursinho pré-vestibular. Nesse período, eu amadureci bastante a minha autonomia e meu senso de responsabilidade quanto aos estudos. No entanto, meu método de estudo ainda era muito básico, e eu só fui perceber isso quando eu entrei na faculdade.<br>Atualmente, eu me sinto muito mais autônomo e responsável com relação aos meus estudos, adotando uma metodologia diferente para cada matéria, mas que me permita entender e decorar o assunto ao mesmo tempo. Inclusive, meus pais basicamente não cobram mais que eu estude, já que eles também perceberam a evolução da minha maturidade para estudar e aprender.<br>- Guilherme V. de Souza</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 00:08:11 UTC</pubDate>
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         <title>Pré- vestibular</title>
         <author>dreshayne</author>
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         <description><![CDATA[<div>minha caminhada com a Medicina começou desde pequeno, mas não de uma forma convencional. Eu sempre gostei muito de adrenalina então eu sempre estava no médico para tratar meus machucados. Sempre gostei de ir ao médico, pois os ambientes das consultas me traziam calma, paz e me davam a sensação de que tudo estava sob controle. Quando cheguei ao ensino médio, não vinham outras opções além da Medicina na cabeça apesar de só ter caído a ficha da responsabilidade que essa decisão envolvia lá pro terceiro ano. Mesmo tendo uma noção do que era essa responsabilidade, eu só fui criar a autonomia necessária para carrega-la quando não passei nem na primeira fase ao final do ano e tive que ir para o cursinho. Para estar nesse ambiente, ou você tem autonomia e responsabilidade, ou em algum momento em breve você vai criar, e foi o que aconteceu comigo. Não tinha outra opção além de tomar as rédeas do meu propósito ali e criar a autonomia pra sustentar a responsabilidade que eu tinha. Chegando perto do Prosel em que fui aprovado, pelo menos três vezes na semana saía de casa 6:30 e voltava 21:30. Parecia que um trator tinha passado por cima de mim, mas dormia com a mente feliz e tranquila por estar seguindo o caminho que achava certo. Nesses momentos eu percebia o quanto desenvolvi autonomia, autocontrole e responsabilidade.<br><br>Ãndré Hayne Leal</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 01:12:31 UTC</pubDate>
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         <title>Escolha pelo curso de medicina </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>hoje vou contar uma história de como eu escolhi meu curso de medicina.&nbsp;<br>Quando estava no meu 2 ano do ensino médio, gostava muito da área da ciência. Por conta disso, comecei a procurar áreas que envolvessem algo relacionado a isto. Dentre as áreas que procurei foram&nbsp; biomedicina e medicina. Por conta disso, no meu terceiro ano comecei a estudar para o pré-vestibular.&nbsp;<br>No meu pré-vestibular foi um momento que desenvolveu muita&nbsp;<br>minha autonomia,responsabilidade e o autocontrole das&nbsp; atividades que fazia no cursinho. &nbsp;<br><br>Ao acabar o cursinho, escolhi fazer biomedicina, e fiz o Prosef da bahiana.  Entretanto, no meio do curso&nbsp; de biomedicina eu me apaixonei pelo curso de medicina por meio das aulas de primeiros socorros, e por isso resolvi escolher medicina, para ajudar as pessoas.&nbsp;<br><br>Aluna: Eduarda Leal<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 01:20:43 UTC</pubDate>
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         <title>Vou fazer o que da minha vida?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No inicio do ensino médio eu estava totalmente convicto de que eu iria seguir os passoas da minha mãe na área de ciencia da computação,&nbsp; já havia feito até cursos de programação gratuitos na ufba e participado de diversas olimpiadas científicas. Porém me dei de cara no segundo ano com um dos livros que mudou a minha vida e um dos gurus de desenvolvimento pessoal, Tai Lopez. Estudei- o profundamente e até decidi que não iria fazer faculdade, iria empreender era um ato de autonomia. Porém tudo mudou quando fui para uma festa de família no final do ano em fortaleza. Lá todos os meus tios e primks são médicos e ocupam póstos de referência em suas respectivas áreas. Então pude conversar com cada um deles e experimentar um pouco do lifestyle deles e me identifiquei muito com a parte pessoal de geração de valor para as pessoas. Ou seja , não só cuidar das pessoas e sim fazer a diferença na vida delas. Então decidi faltando pouco tempo para o terceiro ano acabar eu chamei a responsabilidade,foquei e consegui bater a meta de entrar na EBMSP.<br>-Pedro Pitangueira Maciel</div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-19 02:28:37 UTC</pubDate>
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         <title>escolha pelo curso</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A ideia de fazer medicina nunca foi muito concreta para mim, não posso dizer que era um sonho ou algo do tipo. Sempre soube o quanto difícil e desgastante era estudar para entrar em medicina e eu nunca fui muito de estudar. Durante o colégio sempre preferi sair com os amigos, jogar bola ou videogame, mas estudar nunca ficou em primeiro lugar. Porém, quando cheguei no terceiro ano do colégio fiquei me perguntando o que faria da vida depois daquilo e, muito por influência familiar e de amigos que queriam o curso de medicina, comecei a cogitar em seguir por esse caminho, foi aí que um pouco antes da metade do terceiro ano comecei a focar nos estudos e deu tudo certo. A escolha por esse curso também está muito relacionada com o fato que eu achei que não me identificava com nenhum outro curso e, por já ter familiares e um irmão cursando medicina, entrei por escolha própria, aí vem a autonomia, e a responsabilidade dessa escolha estou vendo agora&nbsp; (muita coisa pra estudar).&nbsp;<br><br>Camilo M.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 03:23:08 UTC</pubDate>
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         <title>E agora?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A escolha pelo curso de medicina demandou tempo. Aos 19 anos, quando cursava Engenharia, conheci minha noiva que estudava Medicina, ambos no Rio de Janeiro. Eu sempre estive tão certo da minha área que nunca antes havia sentido interesse por outra. Contudo, o acompanhamento de toda trajetória de uma futura doutora, à época, me levou a expandir minha mente e criei gosto por compreender o corpo humano sob todos aspectos. Ainda assim, cursar medicina ainda era algo bastante improvável. Nunca gostei de começar algo e não terminar. Segui na Engenharia até o fim. Já graduado, precisei tomar uma grande decisão: construir minha carreira em Salvador- BA (cidade natal da minha noiva). Isso incluía ficar longe da família, amigos e reconstruir uma vida nova, com novos projetos. Logo consegui um emprego em uma grande indústria química em Camaçari com contrato por 2 anos. Para ser efetivado de fato, precisava que alguém se aposentasse e ninguém o fez. A essa altura, já estava desanimado com a minha área e aquela chama da Medicina acabou reacendendo. Aqui precisei tomar outra grande decisão e bem rápido: recomeçar novamente. Três meses depois do fim do meu contrato , tentei o vestibular para Bahiana, e para minha surpresa, fui aprovado. Acho que tudo aconteceu como devia e tenho certeza que agora me encontrei.<br><br>~Gabriel Rodrigues do Val</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 04:22:22 UTC</pubDate>
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         <title>2019 foi muito mais que o ano da minha aprovação. </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu conclui o ensino médio em 2018. Me matriculei na turma intensiva do cursinho pré-vestibular que teve início em janeiro de 2019. Pra mim, um dos grandes desafios do cursinho era só saber a data de início. Tudo muito incerto.&nbsp;</div><div><br></div><div>Minha rotina de aulas era intensa. Aula de segunda a sábado de 7h às 12h55. Além disso, 4 a 12 horas de isolada de física, 2 horas de isolada de redação e 2 horas de isolada de matemática por semana. O ritmo era frenético, mas de certa forma já estava acostumada com o ritmo do terceiro ano.&nbsp;</div><div><br></div><div>A abdicação veio em vários momentos, confesso. Mas não deixei de ir para coisas que eu realmente fazia questão. Fui pro carnaval. Fiz gincana. Fazia atividade física 2x na semana. Saia com meus amigos.&nbsp;</div><div><br></div><div>Em maio, passei para a segunda fase pela primeira vez, mas não fui aprovada.&nbsp;</div><div><br></div><div>Em Julho, o recomeço. A frustração de não ter ingressado na faculdade, ter que rever todos os assuntos e assistir as mesmas aulas é muito desmotivante. Sabia que era parte do processo.</div><div><br></div><div>Depois do primeiro semestre de cursinho, parei de dar tanta importância para o que os outros falavam, prezava pelo o que era melhor pra mim. Sabia que não adiantava deixar de ir pra um lugar, de estar com meus amigos, pra “estudar” e no momento do estudo não ser produtiva, ficar pensando em como eu queria estar com eles. Sabia também que não adiantava eu sair e me sentir culpada, não aproveitar o momento, ficar com a cabeça em outro lugar. A partir do segundo semestre do cursinho, eu fazia o que eu achava que me deixaria bem, sem deixar de cumprir com minhas responsabilidades, claro.&nbsp;</div><div><br></div><div>Não queria perder tempo, só ia para as aulas que julgava necessárias. Faltava sem culpa.&nbsp;</div><div><br></div><div>Em outubro, reta final. O ritmo extrapolou. Começaram as revisões e as maratonas para a prova que iria ocorrer no mês seguinte.</div><div><br></div><div>O resultado do vestibular saiu dia 12 e eu estava viajando. A foto foi feita no dia 13 de dezembro de 2019. O sorriso não nega. Meus olhos brilhavam. Orgulho! A melhor coisa que fiz por mim em toda minha vida. Não conseguia mensurar o turbilhão de emoções, sentimentos e sensações que estava sentindo. Comemorei como nunca ao lado das pessoas que amo.&nbsp;</div><div><br></div><div>2019 foi muito mais que o ano da minha aprovação. Foi o ano que descobri que sou capaz. Eu consegui.&nbsp;</div><div><br></div><div>- Maria Paula Soares Andrade.&nbsp;</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 06:05:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/2eeop4j4izu357bj/wish/1539057218</link>
         <description><![CDATA[<div>O que fazer?<br>Desde nova sempre soube que haveria uma escolha a fazer. Porém, sempre achava que teria muito tempo para escolher, afinal, era uma escolha que provavelmente vai definir o resto da minha vida. Então, sempre que me perguntavam qual curso eu iria cursar minha resposta era sempre “ainda não sei”. Com a aproximação do final do terceiro ano, a responsabilidade foi pesando sobre mim e eu fiz a escolha que hoje julgo ser a mais certa da minha vida, apesar de que, naquela época, a escolha ainda era cercada de incertezas e dúvidas. Para tomar essa decisão, pesquisei bastante e me inspirei em pessoas as quais eu tinha enorme consideração. Procurei um curso que, apesar de, muitas vezes, ser uma jornada difícil, espero me trazer felicidade diariamente no cuidado com o próximo.<br>Milena Boson&nbsp;</div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-19 11:04:23 UTC</pubDate>
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         <title>O que fazer?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando era mais novo considerava fazer alguma engenharia, pela facilidade com física e química, direito (pra fazer um concurso) ou medicina. Sempre pensei em fazer algo que desse dinheiro e que permitisse ajudar as pessoas ao mesmo tempo.<br>Para isso, depois do 3 ano, cursei um semestre na facs porque meus pais achavam que eu não conseguiria passar nela novamente nem na bahiana, foi então que só no 2 semestre de 2019 que eu comecei o cursinho intensivo do ponto med para o vestibular da bahiana. Morei sozinho em Salvador, foi bom que eu me concentrava mais e ganhei um pouco mais de independencia e autonomia. no final de 2019 eu fui aprovado na bahiana, graças a Deus. O engraçado é que com a nota do enem eu passaria na bahiana em 2020, aí teoricamente eu nem precisaria ter gastado tempo no cursinho, eu podia ter ficado o ano de 2019 cursando algum outro curso na federal.&nbsp;<br>João Torres</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 11:20:54 UTC</pubDate>
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         <title>Medicina e Vestibular</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/2eeop4j4izu357bj/wish/1539100289</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando eu era criança, meu padrinho, tio Denilson, faleceu. Eu, como era muito novo, não entendi a situação. Minha vó me disse na época que ele simplesmente teve uma dor de barriga e faleceu. A partir desse dia 2 coisas começaram a acontecer comigo, 1-algo aguçou minha curiosidade para entender como as pessoas tinham dor de barriga e morriam;2-eu passei a ter muito medo de ter dor de barriga. Conforme fui crescendo, descobri que ,na verdade, Tio Denilson teve uma leucemia. Pesquisando sobre a doença descobri que existiam seres microscópicos chamados células, que realizavam funções ´para que nós possamos viver, foi ai que começou meu interesse pela saúde e pela medicina.<br>Mais tarde, eu já estava no terceiro ano me preparando para prestar vestibular para medicina. Esse processo foi, inesperadamente, tranquilo. Eu achei que teria que me sacrificar bastante para conseguir passar. Eu me sacrifiquei, é verdade, mas nada que me sobrecarregasse. Fui tranquilo para as provas, acho que isso contou a meu favor.<br>-Gilson</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 11:29:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu costumava ter facilidade na escola. Desde a alfabetização, aprender era fácil e eu recebia muitos parabéns por quase nenhum trabalho acadêmico. Depois de anos desse tratamento, obtive dois resultados: primeiro, eu comecei a associar meu valor pessoal com minha capacidade acadêmica; e segundo, eu parei de me esforçar academicamente.<br>Paradoxal, não? Mas foi o que aconteceu. Eu sentia como se o esforço fosse desnecessário já que eu tinha valor pessoal e isso consequentemente deveria significar que eu tinha capacidade acadêmica. Não preciso dizer que esse tipo de pensamento não trouxe boas coisas para mim. Quanto mais velha eu ficava, menos esse "método" funcionava, e na faculdade chegou finalmente o momento em que ou eu mudava, ou eu simplesmente não conseguiria nada.<br>O TBL foi um grande desafio para mim porque eu nunca tive o hábito do estudo, ainda mais do estudo sem a guia de um professor. E aos 19 anos, eu comecei a aprender a estudar. Acho que a rotina foi o mais difícil para mim, saber que eu tinha que forçar motivação todos os dias e estudar de verdade para conseguir resultados. Admito que ainda não sou muito boa nisso, em ser determinada constantemente, mas sigo tentando (dia sim, dia sim, dia não, dia sim, dia não, dia não...). Então veio a pandemia e a rotina que já me castigava se intensificou, o nível subiu, os semestres passaram e eu me vi tendo que melhorar mais. De certa forma, eu sou grata por isso, sei que a faculdade está me ajudando dia a dia a melhorar um dos meus pontos fracos, e se isso - melhorar com os erros e dificuldades que vêm independentemente de estarmos preparados ou não - não for pelo menos um bom começo da vida adulta, eu não sei o que é.<br><br>- Flávia Oliveira</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 11:54:34 UTC</pubDate>
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         <title>Medicina</title>
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         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/2eeop4j4izu357bj/wish/1539455099</link>
         <description><![CDATA[<div>Passei uma boa parte da minha vida decidido de que iria cursar engenharia da computação, por influência de um primo de consideração. Entretanto, passado algum tempo, vi que a área não despertava mais em mim o interesse de sempre. Passei um bom tempo indeciso, pensando em que área seguir, algo que nunca tinha vivenciado, visto que sempre tive a certeza do que queria. Nesse meio tempo, a minha irma, que cursava medicina e sempre tentou me levar junto com ela kkkkk, passou a me influenciar bastante, mostrando as belezas da profissão, os campos de atuação, o porquê eu gostaria muito da área e desconstruindo os medos e preconceitos que eu tinha. Ela foi muito efetiva e realmente conseguiu mudar a minha forma de pensar e a minha decisão sobre qual carreira eu iria seguir. Após todo esse tempo de reflexão, foi então na metade do primeiro ano de ensino médio que eu decidi que iria cursar medicina.<br><br>- Davi Meira&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 13:22:46 UTC</pubDate>
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         <title>Eu amava cuidar</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/2eeop4j4izu357bj/wish/1539526380</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde a infância, eu sempre gostei da ciência. Amava estudar o espaço, os insetos, as plantas e, principalmente, o corpo humano. Com 10 anos, eu pedi um microscópio de presente de aniversário para o meu pai. Ele me deu uma maleta com um microscópio e um telescópio e eu passava o dia inteiro brincando de ser cientista. Logo, eu já contava para todos que quando eu crescesse eu queria ser uma cientista.&nbsp;<br>Alguns anos depois, meu pai passou por uma cirurgia bariátrica. Minha mãe pedia para que eu tivesse cuidado com ele para que não machucasse o local da cirurgia. Porém, um dia, eu fui correndo abraçar ele e percebi que ele sentiu muita dor. Eu fiquei muito preocupada e me sentindo muito mal por não saber como ajudá-lo. No final das contas, não foi nada sério, e ele ficou bem no minuto seguinte. No entanto, a partir desse momento e até hoje, eu tenho muito cuidado com o meu pai e me preocupo com cada coisinha que ele sente, mesmo que ele esteja saudável.&nbsp;<br>Essa experiência de não saber o que fazer caso minha família tivesse algum problema de saúde me fez pensar em fazer medicina desde muito nova. Eu percebi que amava cuidar, não apenas do meu pai, mas de todos ao meu redor. Gosto de fazer as pessoas se sentirem bem e acolhidas, mesmo que seja nos atos mais simples, como um cafuné. Acho essa qualidade muito importante em um médico, já que o que um paciente mais precisa é de compaixão em um momento difícil.&nbsp;<br>Desde que tomei essa decisão, eu apenas estudo. Fazia provas de vestibular para medicina desde os 14 anos. Eu me dediquei muito durante o ensino médio, principalmente, e construí uma base sólida de conhecimento, a qual eu aperfeiçoei em 3 anos de cursinho. Passei na primeira fase da Bahiana 3 vezes, mas tinha muitos problemas com o tempo na segunda fase. Passei por quase todos os cursinhos de Salvador e adotei quase todas as estratégias de estudo que consegui encontrar. Quase desisti do meu sonho, diminuindo muito o meu ritmo de estudos poucos meses antes de ser aprovada. Fiz a minha última prova da Bahiana com pouca esperança de passar, já que aquele tinha sido um semestre em que eu estava muito desmotivada.&nbsp;<br>A falta de expectativa foi o que mais me ajudou, pois eu fiz a prova tranquila, sem pressa nem nervosismo. O conteúdo estudado nunca saiu da minha cabeça e eu consegui fazer a prova muito bem.&nbsp; Assim, eu consegui ser aprovada em medicina. Estou muito feliz com a minha escolha e mal posso esperar para conhecer o meu primeiro paciente e fazer o que eu mais gosto de fazer: cuidar.<br><br>- Laís Carneiro Rocha</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 13:38:01 UTC</pubDate>
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         <title>2019</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O ano de 2019 foi um dos anos mais difíceis da minha vida.<br>Eu estava no terceiro ano do ensino médio e não sabia ao certo o que queria para a minha vida, então eu tomei uma das melhores decisões da minha vida, vou estudar feito um maluco para, quando chegar no final do ano, poder escolher qualquer curso, pois vou estar academicamente preparado para todos. Todavia, o caminho nunca é fácil, e comigo não foi diferente, já que como eu sempre fui um rapaz muito ativo socialmente e fisicamente, sempre fiz, no mínimo, 2 esportes diferentes durante a semana, nunca passava os finais de semana em casa, o terceiro ano me custou muito, pois era como se eu tivesse entrado em uma caverna e só fosse sair dela quando a aprovação chegasse. Em decorrência de tal, nesse ano eu perdi 9kg e fiquei com o cabelo gigante e com algumas espinhas, fora isso, eu estava levando o ano com uma certa facilidade, mas em julho eu recebi a noticia de que o meu padrasto havia morrido, embora isso tenha me abalado muito, consegui retomar os ritmos de estudo 1 semana depois do ocorrido.<br>Quando chegou em outubro eu literalmente já estava aprovado em todas as matérias da escola e resolvi para de ir à tal, lembro que fui muito criticado pelos professores, visto que eles achavam que o melhor caminho para a minha aprovação era escutar o que eles tinham a me oferecer, mas eu discordava muito e resolvi me matricular em cursos de isoladas para a Bahiana, como os de física, química, matemática e biologia. Assim, eu passei os último mês e meio estudando o dia todo de domingo a domingo.<br>O resultado da aprovação veio e eu vi que era capaz de coisas que nunca havia pensado, e comemorei muito e fiquei desesperado para ajeitar a papelada para a matrícula o mais rápido possível.&nbsp;<br>Essa foi a história de como eu fui de aluno que tinha potencial mas é disperso durante as aulas para aluno aprovado na EBMSP direto do terceiro ano.<br><br>-Carlos Eduardo Teixeira</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 14:07:43 UTC</pubDate>
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