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      <title>Lógica Formal/Informal by Gonçalo Sousa</title>
      <link>https://padlet.com/goncalosousa15/2eahvld9x197</link>
      <description>Feito com muita paciência </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-16 18:32:20 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-10-16 15:22:06 UTC</lastBuildDate>
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         <title></title>
         <author>goncalosousa15</author>
         <link>https://padlet.com/goncalosousa15/2eahvld9x197/wish/293541175</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>1-Argumentação e Lógica Formal</mark></strong></div><div><br></div><div><strong><mark>1.1-Distinção, validade, verdade</mark></strong></div><div><br></div><div><strong><mark>Definição de Lógica</mark></strong></div><div><mark>Lógica é a disciplina ou a área do saber que estuda a validade das inferências ou a estrutura do raciocínio. </mark></div><div> A estrutura, ou a forma dos raciocínios, é o tipo de relações que se estabelecem entre as premissas e a conclusão de um argumento.</div><div> A Lógica tem como principais tarefas:</div><div><br></div><div>1-Propor modelos ou formas de raciocínio válido;</div><div>2- Estabelecer as regras que nos permitam raciocinar correctamente;</div><div>3-Identificar algumas das razoes pela qual paramos<br><br></div><div><strong><mark>A)  Argumentos</mark></strong><br><br></div><div> Um argumento é uma sequencia de enunciados constituído por:<br><br></div><div>1- Uma ou mais premissas- razoes que justificam a conclusão;</div><div>2- Uma conclusão- ideia que se pretende defender.<br><br></div><div> Os argumentos deixam se representar por uma forma padrão ou forma canónica.</div><div>Ex:<br><br></div><div>Todos os homens são mortais.| Sócrates é um homem. (+) Logo, Sócrates é mortal<br><br></div><div><strong><mark>B)   Proposições</mark></strong><br><br></div><div><mark> A proposição é o conteúdo expresso numa frase declarativa com valor de verdade</mark>. Só as frases declarativas, por poderem ser verdadeiras ou faltas, expressam proposições.</div><div>Premissas e conclusão expressam proposições.<br><br></div><div>Ex:</div><div>1- A poesia é uma arte;</div><div>2- A poesia não é uma arte;</div><div>3- Alguma poesia é uma arte.<br><br></div><div><strong><mark>C) Termos </mark></strong><br><br></div><div> <mark>O termo</mark> é a expressão verbal de um <mark>conceito</mark>. O conceito é <mark>a ideia, o pensamento</mark> que refere a objecto ou algo.</div><div> Existem termos que expressão mais que um conceito(termos ambíguos- Ex: “conto”) e podem gerar equivocas na comunicação<br><br></div><div><strong><mark>2) Validade e verdade</mark></strong><br><br></div><div> <mark>A validade é uma propriedade dos argumentos</mark>. A validade deriva da forma do argumento. Um argumento diz-se válido quando sua estrutura apresenta, de tal modo que não infringe qualquer regra Lógica.</div><div> A Lógica formal dedica-se aos critérios da validade das inferências, não ao conteúdo dos argumentos.</div><div> <mark>A verdade é uma propriedade das proposições</mark>, as proposições são verdadeiras quando se dizem aquilo que é. Se eu disser “A capital de Portugal é Hong Kong”, digo uma falsidade, se disser que “a capital de Portugal é Lisboa”, digo uma verdade.<br><br></div><div><strong><mark>Argumento:</mark></strong><br><br></div><div> Todas as crianças são curiosas.| Alisa é uma criança. (+) Logo, Alice é curiosa.<br><br></div><div> O argumento é dedutivamente <mark>válido</mark>, uma vez que a conclusão é consequência necessária das premissas.</div><div> <mark>Um argumento é dedutivamente válido</mark> é aquele em que, se as premissas forem verdadeiras, é impossível que a conclusão seja falsa. <mark>Nos argumentos dedutivos, a conclusão é uma consequência necessária das premissas.</mark><br><br></div><div> No argumento válido <mark>pode conter</mark>:<br><br></div><div>-Premissa e conclusão falsa;<br><br></div><div>-Premissa falsa e conclusão verdadeira;<br><br></div><div> Um argumento válido apenas <mark>não admite</mark>:<br><br></div><div>-Premissa verdadeira e conclusão falsa.<br><br></div><div> Os argumentos dedutivos são válidos ou não apenas em virtude da sua forma lógica, não do seu conteúdo, para avaliarmos um argumento dedutível, basta termos em conta sua estrutura, de acordo com certas regras.<br><br></div><div><strong><mark>3) Solidez dos argumentos</mark></strong><br><br></div><div> <mark>Um argumento solido é um argumento válido e com premissas verdadeiras.<br></mark><br></div><div>Ex: <br>Todos os homens são mortais.| Sócrates é homem.| (+) Logo Sócrates é mortal.<br><br></div><div> A estrutura do argumento é valido e todas as premissas são verdadeiras. Logo, o argumento é válido.</div><div> Todos os argumentos sólidos são válidos, mas nem todos os argumentos válidos são válidos.<br><br></div><div><strong><mark>4)Validade dedutível e validade indedutivel</mark></strong><br><br></div><div> Enquanto nos <mark>argumentos dedutivos válidos</mark> à uma relação de necessidade que torna impossível aceitar as premissas e recusar a conclusão, nos <mark>argumentos dedutivos</mark> válidos (fortes, ou bons) não é impossível as premissas serem verdadeiras e conclusão falsa.</div><div> Num <mark>argumento dedutivo forte</mark>, ou <mark>bom</mark>, dada as verdades das premissas, é pouco provável que a conclusão seja falsa.</div><div> Os argumentos indedutivos são objecto e estudo da lógica informal, que se dedica a processos não dedutivos de inferência, na logica informal <mark>a validade de um argumento é determinada não apenas pela forma, mas também pelo conteúdo.<br></mark><br></div><div> A lógica Aristotélica lida com um titulo especial com um argumento dedutivo- o silogismo.</div><div> <mark>O silogismo</mark> é um argumento com apenas 2 premissas e uma conclusão. Por ser um argumento dedutivo o silogismo válido é um argumento em que se as premissas forem verdade a conclusão não pode ser falsa.<br><br></div><div><strong><mark>A)A estrutura do silogismo categórica</mark></strong><br><br></div><div> <mark>Os silogismos categóricos são constituídos por proposições declarativas categóricas.</mark></div><div>-Proposições do tipo S é P e S não é P. S é o sujeito, P é o predicado.</div><div> A relação entre S e P estabelecem através da cópula que afirma ou nega a atribuição de um P é um S.</div><div> As proposições podem ser 4 tipos diferentes, segundo a sua quantidade e qualidade.<br><br></div><div>Tipo A- Proposição universal afirmativa “Todo o S é P”;</div><div>Tipo E- Proposição universal negativa “Nenhum S é P”</div><div>Tipo I- Proposição particular afirmativa “Algum S é P”;</div><div>Tipo O- Proposição particular negativa “ Algum S não é P”. <br><br></div><div><strong><mark>5)Extensão e compreensão de um termo</mark></strong><br><br></div><div> <mark>A compreensão é a propriedade de objectos referidos por um termo.</mark><br><br></div><div>Ex: A compreensão de um termo “réptil” é a propriedade o conjunto de propriedades que definem os repteis, “animal vertebrado, tetrápode, ectotérmico, etc…” ou seja, as características comuns a todos os repteis.<br><br></div><div> A extensão é a totalidade dos objectos que possuem uma certa propriedade.</div><div> Assim, a extensão do termo réptil é todos os objectos (seres) que possuem a propriedade de ser réptil tais como ser serpentes, lagartos e crocodilos.<br><br></div><div><strong><mark>A)    Distribuição dos termos nas proposições</mark></strong><br><br></div><div> Um termo diz-se <mark>distribuído</mark> numa proposição se, somente se, é <mark>tornado em toda a sua extensão.</mark></div><div> A quantidade está co-relacionada com a distribuição de um sujeito de uma proposição. Enquanto a qualidade está co-relacionada com a distribuição do predicado.<br><br><strong><mark>D) O quadrado da oposição (o quadrado lógico)</mark></strong><br><br> O quadrado é um diagrama feito para visualizar as relações lógicas entre os valores da verdade com 4 tipos de proposições com o mesmo S e P<br> Contraditoriedade- relação entre as proposições- A--&gt;O e I--&gt;E<br> Proposições contraditórias: Se uma é verdade, a outra é falsa; se uma é falsa a outra é verdade.<br> Contrariedade- Relação entre as proposiçoes- A--&gt;E e I--&gt;O<br> Proposição contrárias não podem ser ambas verdade mas podem ser ambas falsas.<br> Subcontrariedade- relação entre as proposições- I--&gt;O<br>Proposições sub-contrárias: podem ser ambas verdade mas não podem ser ambas falsas.<br>Subalternidade- relação entre as proposições- A--&gt;I e E--&gt;O<br>Proposições subalternas: se a universal é verdadeira a particular é verdadeira. Se a universal é falsa, a particular pode ser verdadeira ou falsa. Se a particular é verdadeira, a universal pode ser verdadeira ou falsa. Se a particular é falsa, a universal é falsa.<br>2) Teoria do Silogismo<br>A) Forma normal silogistica <br> Um silogismo é um argumento dedutivo no qual de duas proposições relacionadas entre si chamadas premissas, se infere uma terceira proposição, chamada conclusão.<br> Um silogismo é composto por:<br><strong><mark>a) Três termos:</mark></strong><br><mark>-O termo médio</mark> (M ou TM) que aparece nas premissas e não aparece na conclusao e que é responsável por estabelecer a anexo lógico do silogismo;<br><mark>-Termo menor</mark> (S, T&lt;t), que ocupa o lugar do S na conclusão;<br><mark>-Termo maior</mark> (P, T&gt;t), que ocupa o lugar do P na conclusão.<br><mark>b) Três proposições:</mark><br><mark>-Premissa maior:</mark> Premissa em que ocorre o termo maior;<br><mark>-Premissa menor:</mark> Premissa em que ocorre o termo menor;<br><mark>-Conclusão:</mark> Proposição inferida a partir das premissas. O termo menor é sempre S na conclusão e o termo maior é sempre P na conclusão.<br>B) As figuras do Silogismo<br>Chama-se às figuras do silogismo às figuras que o silogismo pode assumir. A figura do silogismo é determinada pelo termo médio.<br>As 4 figuras válidas:<br>1º figura- M-P S-M Conclusão- S-P<br>2º figura- P-M S-M Conclusão- S-P<br>3º figura- M-P M-S Conclusão- S-P<br>4º figura- P-M M-S Conclusão- S-P<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-16 18:36:26 UTC</pubDate>
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         <title>Continuação da Lógica </title>
         <author>goncalosousa15</author>
         <link>https://padlet.com/goncalosousa15/2eahvld9x197/wish/301827246</link>
         <description><![CDATA[<div>Nem todo o Silogismo satisfaz tidas as regras da verdade silogística. Um silogismo que satisfaz todas as regras da verdade é um silogismo válido. As regras do Silogismo  podem ser agrupados em regras dos termos e regras das proposições.<br><strong><mark>A) Regras dos termos<br></mark></strong>1- O Silogismo deve ter exatamente 3 termos e estes devem ser usados sempre no mesmo sentido em todas as ocorrências.<br>2- O termo médio deve estar atribuído pelo menos numas das premissas;<br>3- O termo médio ocorre apenas nas premissas e não na conclusão;<br>4- Nenhum pode estar distribuído na conclusão sem que seja distribuído nas premissas de que faz parte (ou: nenhum termo pode ter maior extensão na conclusão do que na premissa em que ocorre).<br><strong><mark>B) Regras das proposições</mark></strong><br>1- De duas premissas- nada se pode concluir;<br>2- De duas premissas particulares nada se pode concluir;<br>3- De 2 premissas positivas não se pode derivar uma conclusão;<br>4- A conclusao segue sempre a parte mais fraca:<br>- Se uma das premissas for particular, a conclusão é particular;<br>-Se uma das premissas for negativa a conclusão é negativa.<br><strong><mark>C) Modos válidos do silogismo</mark></strong><br>Cada figura válida do silogismo admite apenas alguns tipos de proposições.<br> Chama-se modo do silogismo à combinação de proposições (A, E, I, O) numa dada figura</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-07 22:30:59 UTC</pubDate>
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         <title>Teste</title>
         <author>goncalosousa15</author>
         <link>https://padlet.com/goncalosousa15/2eahvld9x197/wish/303043184</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Teste de avaliação 1 </mark></strong></div><div><strong><mark>Grupo I </mark></strong></div><div><strong>Na resposta a cada um dos itens de 1 a 8, seleciona a opção correta. </strong></div><div><strong>1.</strong> A filosofia caracteriza-se: </div><div>D- Nenhuma das alíneas anteriores. </div><div><br></div><div><strong>2. </strong>As questões formuladas pelos primeiros filósofos, habitualmente designados de filósofos pré-socráticos: </div><div>C- Estavam relacionadas com a natureza. </div><div><br></div><div><strong>3.</strong> É exemplo de um problema filosófico a pergunta: </div><div>D- O que é a verdade? </div><div><br></div><div><strong>4.</strong> A filosofia política responde, entre outras, à seguinte questão: </div><div>(A) Como se deve organizar uma sociedade justa? </div><div><br></div><div><strong>5.</strong> ‘’ Os problemas, as teorias e os argumentos são indissociáveis no trabalho filosófico.’’. Esta afirmação é: </div><div>D- Verdadeira, porque os três elementos se complementam: os argumentos suportam as teorias, possibilitando que as afirmações dos filósofos possam ser discutidas, e os problemas dirigem as teorias, permitindo avaliar a precisão das repostas dadas. </div><div><br></div><div><strong>6.</strong> Um argumento dedutivo é válido quando: </div><div>A- É impossível que as suas premissas sejam verdadeiras e a sua conclusão falsa. </div><div><br></div><div><strong>7.</strong> É um exemplo de um indicador de conclusão a expressão linguística: <br>B- Por conseguinte… </div><div><br></div><div><strong>8.</strong> É uma proposição: </div><div>C- A frase ‘’A filosofia é amor ao saber’’.<br><br><strong><mark>Grupo II <br></mark></strong><strong>1- Tendo em conta o texto, caracteriza as questões da filosofia.<br></strong>As questões filosóficas normalmente são caracterizadas por não terem uma solução cientifica, por exemplo, a questão "Como curar o cancro?" é uma questão não filosófica, mas, podemos transformar essa frase em uma questão filosófica "Qual a razão de ser da doença e do sofrimento" podendo assim responder essa pergunta filosoficamente.<br><strong>2- Partindo do texto, caracteriza a atividade filosófica.<br></strong>A atividade filosófica é uma forma de pensar diferente, ou seja, durante o dia temos uma serie de pensamentos e questões, perguntas do tipo " Porque razão estamos aqui?" ou " Será que Deus existe?", são perguntas de atividade filosófica, ou seja, são uma serie de processamentos lógicos em busca de uma resposta ou pergunta, mas enfim de um esclarecimento.<br><strong>3- Explica por que razão se caracteriza a filosofia como uma atividade consequente.<br></strong>A filosofia é um estudo sobre a vida, conhecimento da natureza, da humanidade, dos valores morais e estéticos da mente, resumidamente a filosofia é um conjunto de perguntas que fazemos a nos mesmos com o fim de responder a perguntas filosóficas, sendo assim, a filosofia é uma atividade filosófica.<br><strong>4- Indica a conclusão dos seguintes argumentos.<br>a) </strong>Como todos os vícios são dependência, e não há dependência que não seja irracional, não há outra hipótese: todos os vícios são irracionais.<br><strong>b)</strong> As bicicletas precisam da nossa força para andar porque as bicicletas não são veículos motorizados, e só o que é veículo motorizado não precisa da nossa força para andar.<br><strong>c) </strong>Se a pedra fosse um ser vivo, seria um vegetal ou um animal. Mas ela não é um ser vivo. Já há muito que se sabe que não é um animal. E já não há quaisquer dúvidas de que não é um vegetal.<br><strong>a) </strong>A conclusão é que todos os vícios são irracionais<strong><br>b)</strong> A<strong> </strong>conclusão é que as bicicletas precisam da nossa força para andar<strong><br>c)</strong> A conclusão é que as pedras não são seres vivos<br><strong>5- Distingue, recorrendo a exemplos, argumento, proposição e conceito. </strong><br>A distinção entre argumentos, proposições e conceitos é que os argumentos são um conjunto de proposições utilizados para justificar algo, mas nem todo o conjunto de proposições são argumentos, ja que as proposições são os conteúdos verdadeiros ou falsos expressos por uma afirmação. Os conceitos são ideias, ou opiniões sobre algo ou alguma coisa, é aquilo que se concebe no pensamento de algo ou alguém.<br><strong><mark>Grupo III </mark></strong></div><div><strong>1) Elabora um texto argumentativo sobre a seguinte tese: </strong></div><div><br></div><div><strong>O filósofo não pode não argumentar.<br></strong><br>Um filosofo durante sua carreira nao pode nao argumentar já que argumentar é expressar uma convicção e uma explicação para persuadir o interlocutor a modificar o seu comportament, e é exatamente isso que um filosofo faz, ou seja, expressar as suas explicações.<br> Como já referi, o filosofo pensa e questiona-se sobre esse pensamento, dai o filosofo é uma atividade filosofica, ou seja, este pensa e argumenta sobre o mesmo assunto, por exemplo, a questão "Deus existe?" é um pensamento e sendo um pensamento, é uma atividade, este para responder a estas questoes necessita de diversos argumentos para comprovar a sua tese.<br> A filosofia, por fim, evita o dogmatismo, a tendencia de um individuo, de afirmar ou crer em algo como verdadeiro e indiscutivel, e a filosofia evita o dogmatismo por exatamente esta razão, ou seja, de crer em algo verdadeiro e indiscutivel, para isto a filosofia só admite como verdadeiro algo que possua argumentos que possam comprovar a sua validade ou existencia.<br> Em conclusão, sim, um filosofo não pode não argumentar já que o preposito dos filosofos é exatamente comprovar suas ideias à base de argumentos, para comprovar e defender a sua tese.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-11 20:46:14 UTC</pubDate>
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         <title>Ficha de leitura</title>
         <author>goncalosousa15</author>
         <link>https://padlet.com/goncalosousa15/2eahvld9x197/wish/303048315</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Aristóteles<br></mark></strong><strong>Biografia</strong>: Aristóteles nasceu em 384 a.C em Estagira e morreu em 322 a.C em Atenas. Este foi aluno de Platão e posteriormente foi professor de Alexandre o Grande. Este estudou a filosofia ,a bióloga, a botânica, a química, a ética, a história, a lógica, a metafísica , a retórica, a filosofia da mente, a filosofia da ciência, a física, a poética, a teoria política, a psicologia e a zoologia.<br><strong>Obras: </strong>Aristóteles foi um filósofo que revelou uma capacidade de compreensão de um mundo que vai além da projeção de uma sociedade ideal. Diferente de seu mestre Platão, Aristóteles na política, por exemplo, considerava fundamental compreender a pessoa em conjunto com fenómenos que a cercam;</div><div>Aristóteles também mudou toda a filosofia do ocidente.<br>A lógica aristotélica é uma ferramenta em favor do exercício do pensamento e da linguagem, resumidamente é<strong> </strong>um instrumento para o conhecimento porque se constitui de ciência da linguagem. <br>Aristóteles define que o fundamento da lógica é a proposição. Esse usa a linguagem para expressar os juízos que são formulados pelo pensamento. Proposição atribui um predicado a um sujeito. <br>Este também na sua vida documentou sobre os métodos dedutivos, este opõe-se aos métodos indutivos já que não seriam justificados pela lógica pois saltam ao raciocínio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-11 21:19:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/goncalosousa15/2eahvld9x197/wish/303048315</guid>
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      <item>
         <title>Continuação da Lógica</title>
         <author>goncalosousa15</author>
         <link>https://padlet.com/goncalosousa15/2eahvld9x197/wish/303058125</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>1) Definição de falácias</mark></strong><br>As falácias são argumentos inválidos construídos de tal modo que têm. As falácias formais são argumentos inválidos em virtude de não respeitarem a estrutura válida dos argumentos.<br><strong><mark>2) Principais falácias formais</mark></strong><br><strong>Falácia dos 4 termos</strong><br>Argumento que infringe a regra que diz que um silogismo categórico válido so pode ter 3 termos; nem mais nem menos.<br><strong>Falácia do termo médio do termo distribuído.</strong><br>Silogismo em que o termo médio não se encontra distribuído em nenhuma das premissas que faz parte.<br><strong>Falácia do processo ilícito do termo maior, ou Falácia de ilícito maior</strong><br>Silogismo em que o termo maior se encontra distribuído na conclusão mas não na premissa que ocorre.<br><strong>Falácia do processo ilícito do termo menos, ou Falácia ilícito menor.</strong><br>Silogismo em que o termo menor se encontra distribuído na conclusão, mas não na premissa onde ocorre.<br><strong> Falácia das premissas exclusivas.</strong><br> Silogismo inválido em que ocorre duas premissas negativas<br><strong> Falácia da conclusão afirmativa a partir de uma premissa negativa. </strong></div><div> Silogismo no qual se infere uma conclusão afirmativa a partir de uma premissa negativa<br><strong> Falácia da conclusão negativa a partir de premissas afirmativas </strong></div><div> Inferência em que se extrai uma conclusão negativa a partir de premissas afirmativas.<br><strong><mark> Argumentação e lógica formal lógica formal de indeferencia</mark></strong><br> <strong><mark>Lógica proposicional</mark></strong><br>A lógica formal estuda a validade dos argumentos. A validade garante a verdade da conclusão de um argumento dedutivo com premissas verdadeiras.<br>Um argumento é composto por proposições, uma ou mais premissas e uma conclusão.<br><strong> 2- Proposições</strong><br>Uma proposição é o conteúdo expresso numa frase declarativa com valor de verdade. Uma proposição tem apenas um de 2 valores de verdade: verdadeiro ou falso. Por este motivo a lógica proposicional é bivalente.<br><strong> 3-Operadores de formação de frases</strong><br> Os operadores de formação de frases são palavras ou sequências de palavras tais como "Não" e, "Ou", e "Se e só se", que servem para ligar uma ou mais frases gerando novas frases.<br> Exemplos de operados verôfuncionais quando geram proposições compostas, proposições estas são determinadas pelas proposições que as compoem.<br> Há proposições simples e proposições compostas. Uma proposição simples não pode decompor-se. Uma proposição composta resulta de uma ligação de proposições simples. Há proposições compostas de diversos tipos conforme para as que servem.<br><strong> 4- Linguagem proposicional</strong><br> <strong>a)</strong> Letras proposicionais são letras maiúsculas no meio do alfabeto "P", "Q", "R", que representa as proposições sim0ples. Chama-se interpretação ou dicionário à indicação do código usada para representar as proposições simples.<br> <strong> b) </strong>Conectivas lógicas- ou operadores verôfuncionais  de frases. Os símbolos ~(negação), (-) (bicondicional) servem para representar cada uma das 5 conectivas lógicas.<br><strong> c) </strong>Parêntesis indicam o âmbito do operador, isto é, a proposição que o operador afeta; No calculo lógico tem um semelhante formato<br> <strong>d)</strong> Variáveis de formula<br> Letras maiusculas do principio do alfabeto (A B C...) que servem para indicar o lugar que pode ser ocupado por qualquer proposição simples ou complexa<br><strong><mark>5) Formalização de proposições</mark></strong><br> Formalizar uma proposição é a expressão de uma linguagem lógica.<br> Em lógica preposicional nas proposições simples são designadas por P,Q,R... e as conectivas lógicas verôfuncionais pelos símbolos lógicos já referidos.<br> Para formalizar uma proposição temos de adotar os seguintes procedimentos:<br>-Apresentar o dicionário e a interpretação;<br>-Identificar a conectiva ou conectivas usados e identificar os âmbitos respectivos;<br>-Escrever a formula.<br><strong><mark> 6) Definição das funções de verdade</mark></strong><br> A determinação do valor de verdade de uma proposição complexa obedece a um conjunto de regras especificas para cada uma das conectivas. Dizemos que cada uma delas é uma função de verdade, isto é, define um modo de determinar esse valor, exibido em tabelas de verdade.<br> Tabela de verdade é a dispositivo gráfica que contem todas as possibilidades de combinação dos valores de verdade. <br> As 5 tabelas de verdade seguintes mostram 5 proposições compostas<br> Negação, conjunção, disjunção, condicional e bicondicional (as tabelas estão nos apontamentos)<br>  A partir destas tabelas, podemos resumir as regras para calcular os valores de verdade de qualquer proposição composta:<br> Regra da negação: A proposição ~P é falsa quando P é verdadeira e quando P é falsa.<br> Regra da conjunção: Uma conjunção P e Q é verdade somente se as proposições complementares forem verdadeiras<br> Regra da disjunção: Uma disjunção P ou Q só é falsa se as proposições complementares forem ambas falsas.<br> Regra da condicional: P implica Q então Q só é falsa se o antecedente for verdadeiro e o consequente for falso.<br> Regra da bicondicional: Uma bicondicional P Q é verdade se as proposições complementares forem ambos verdadeiro ou ambos falsas; é falsa nos restantes casos.<br> Todas estas proposições compostas, exceto condicional são comutativas, ou seja P e Q, P ou Q, e P implica P têm o mesmo valor de verdade Q e P, Q ou P, e Q implica P respectivamente.<br><strong><mark>7) Âmbito das conectivas</mark></strong></div><div> Uma fórmula composta pode conter<br> O âmbito de cada uma delas é a formula a que a conectiva se aplica.</div><div> Chamamos de conectivas principais de uma formula uma conectiva que tem maior âmbito,ou seja, a que afeta a totalidade das formulas. Com mais que uma conectiva antes de efetuar o cálculo é preciso Identificar o âmbito das conectivas.</div><div> O calculo de  parênteses em lugares diferentes modifica a:<br>(P implica Q) e P é de uma formula diferente de P implica (Q e P). No</div><div>primeiro caso a conjução é a conjunção, na segunda é a condicional.</div><div><strong><mark> 8) Valor de verdade de proposições compostas.</mark></strong></div><div> Tautologias contradições e contingências</div><div><mark>A) valor de verdade de (P e Q) implica P</mark></div><div> O cálculo do valor de verdade de uma proposição composta  faz-se uma tabela de verdade. a tabela de um cabeçalho duas colunas e o número de linhas necessário para ter em conta todas os possibilidades de compreensão do valor de verdade das proposições complementares.</div><div> Para desenhar a tabela relativa à proposição (P e Q) implica P  desenha o  cabeçalho, duas colunas e mais 4 linhas, Pois a fórmula (P e Q) implica P têm duas proposições simples, P e Q.</div><div> Cabeçalho:</div><div>1- À esquerda, escrevemos todas as proposições simples que compoem  a formula.</div><div>2-  À direita escrevermos a fórmula.</div><div> <strong><mark>Coluna da esquerda</mark></strong></div><div>3-Escrevemos os valores de verdade de todas as  possibilidades  de combinação de P e Q, Alinhado por baixo de cada letra proposicional, em cada linha. na primeira letra  proposicional alterna-se de verdadeiro e falso em grupos de dois, na segunda letra alterna verdadeiro e falso um a um.</div><div> <strong><mark>Coluna da direita</mark></strong></div><div>4- Identificamos o âmbito  de caso operados conectivas lógicas.</div><div>5-Calculamos os valores de verdade da fórmula começando por calcular os valores da conectiva de menor âmbito. (P e Q).</div><div>6- Calculamos os valores de cada linha.</div><div> Na tabela de verdade  a proposição (P e Q) implica P  é verdade em todos as circunstâncias, chamamos tautologias, ou verdade lógica, às proposições de verdade em todas as circunstâncias Quais querem que sejam os valores de verdade da proposição componente.<br> As proposições [ P implica ( P ou Q)] a falsa em todas as circunstâncias dizemos que depende da forma lógica e chamamos-lhe contradições.</div><div> As proposições são de falsidade  lógica, isto é a negação de verdades lógicas.</div><div> A proposição P equivalente a não Q É verdade em algumas Linhas da tabela e falsa  em outras, trata-se de uma proposição contingente. chamamos contingentes as proposições cuja verdade e falsidade não pode ser determinada apenas na sua função lógica. sendo que em algumas circunstâncias são verdadeiras e outras são falsas.</div><div> em  suma há três tipos de proposições compostas:</div><div><mark>- Tautologia: proposição composta que seja verdade qualquer que seja o valor  das proposições simples componentes.</mark></div><div><mark>- Contradições: proposição composta que são falsas qualquer que seja o valor da proposição simples componente.</mark></div><div><mark>-Contingência: proposição que são verdade em Algumas circunstâncias e falsas em outras.</mark></div><div><mark>  A sua verdade Depende do valor de verdade das proposições simples que a compõem.</mark></div><div><strong><mark>9- Determinação da validade dos argumentos.</mark></strong></div><div> a lógica proposicional estuda o valor dos argumentos dedutivos. permite de estar o valor dos argumentos nas combinações do valor de verdade das proposições simples e das condições de verdade das conectivas lógicas.</div><div><strong><mark> A) Inspetor de circunstâncias</mark></strong></div><div> Consideremos o seguinte argumento: P implica Q</div><div> Para testar  o seu  valor vamos usar um inspetor de circunstâncias, que é uma tabela de verdade semelhante as tabelas que usamos para determinar o valor de verdade das proposições compostas.</div><div><mark> Na coluna da esquerda os respectivos valores de verdade</mark></div><div><mark> Na coluna da direita uma vez da forma por posição escrevermos o argumento a premissa ou premissas separado por vírgulas, seguidas da palavra “logo” ou sinal lógico “.:”</mark></div><div> Testamos o valor de verdade de um argumento verificando-se a alguma circunstância( alguma linha da tabela) que apresenta Premissas verdadeiras e conclusões falsas. Se existir argumento válido, se não existir o argumento não é válido.</div><div> No argumento em análise podemos concluir que na única circunstância as premissas são verdadeiras (linha 1), a conclusão também é verdadeira portanto o argumento é válido. trata-se de um argumento  designado por Modus Ponens ou afirmação do antecedente, uma das formas validade do argumento condicional.</div><div> Um argumentos e condicional é um argumento dedutivo em que uma das premissas é uma proposição condicional.</div><div><mark> Um argumento condicional tem duas formas válidas:</mark></div><div>1- A implica B, A, logo, B</div><div>2-A implica B, não B, logo, não A</div><div> Como podemos observar, a primeira premissa de ambas formas uma proposição condicional. A outra premissa afirma o antecedente em (1)-Modus Ponens,  eu afirmação do antecedente- ou nega o consequente em 2- Modus Tollens, negação do consequente.</div><div> Também a forma do Modus tollens,  apresenta no inspector de circunstâncias<br> 10) Com 3 letras proposicionais <br> Consideremos o seguinte argumento com 3 letras proposicionais <br> "Vou abrir uma loja"<br> Se conseguir um empréstimo bancário, invisto na bolsa ou abra uma loja<br> Consigo o empréstimo bancário mas não invisto na bolsa.<br>  "Vou abrir uma loja" ,Q, é a conclusão deste argumento.<br> Dicionário: <br> Consigo um empréstimo. é uma prop. P<br> Invisto na bolsa- Q<br> Abra uma loja- R<br>Forma do arg: P implica (Q ou R), P e não Q, logo, R<br> O inspector de circunstancias tem 8 linhas, pois o arg tem 3 proposições simples P, Q, R<br> A forma do arg é válido pois na única circunstancia em que a premissa são ambos verdade (ll.2) a conclusão é também verdade.<br> 11- Formas válidas de importância<br> As formas válidas servem como regra para o calculo lógico. De entre as regras salientamos estas:<br>A) Argumento condicional<br>Duas formas válidas:<br>modos ponens- afirmação do antecedente<br>A implica B<br>A<br>logo, B<br><br>modo tollens- negação do consequente<br>A implica B<br>não B<br>logo, não A<br>B) Silogismo disjuntivo<br> Argumento em que uma das premissas é uma disjunção e a outra nega uma das proposições disjuntas. A conclusão afirma uma outra forma disjunta.<br>A ou B<br>não B<br>logo, B<br>c9 Silogismo hipotético<br> Argumento em que as premissas e a conclusão são proposições condicionais<br> Se uma proposição A implica uma proposição B, e se a proposição B implica C, então a proposição A implica C<br> A implica B<br>B implica C<br>logo, A implica C<br>D) Regra de dupla-negação<br> Negar duplamente uma prop equivalente à sua afirmação.<br>não não A, logo A<br>E) Regra da condicional negada<br> Negar uma condicional significa afirmar a antecedente e negar o consequente<br> não (A implica B), logo A e não B<br>F) Regra da contra posição<br> Contrapor equivale em inverter o antecedente e o consequente de uma condicional negando-as ao mesmo tempo<br> A implica B, logo não B implica não A<br>G) Leis de Morgan<br> Leis de equivalência lógica entre a conjunção e a disjunção permitem inferir da conjunção uma disjunção e de uma conjunção numa disjunção<br> Uma negação de uma conjunção de A e de B é equivalente à disjunção de negação de A e de negação de B.<br> A negação da disjunção de A B é equivalente à conjunção de negação de A e da negação de B<br> não (A e B), logo não A ou não B<br> 2- Argumento retórico<br> O domínio do discurso argumentativo - a procura de adesão<br> Lógicas Formal e Lógica Informal<br> Ao estudar o raciocínio  constatamos a importância <mark>da lógica formal</mark> enquanto precedente com regras definidas que nos ajudam a pensar de modo correto e evitar erros de raciocínio.<br> Esta forma de raciocinar revelou-se especialmente eficaz para derivarmos logicamente conclusivamente a partir de premissas dadas e para evitar erros em que frequentemente nem nos apercebemos, tornando as nossas inferências inválidas segundo os parâmetro da lógica formal. Por sua vez, a lógica informal estuda processos não dedutivos de raciocínio, sobretudo argumentos dedutivos em que como veremos não é impossível termos premissas verdadeiras e chegarmos a uma conclusão falsa.<br> A lógica informal ocupa-se dos argumentos que expressa generalizações, projecções, previsões, estimativas ou probabilidades, a partir do conteúdo dos argumentos e não apenas pela sua forma, as regras a ter em conta para construir um bom argumento.<br> Além disso, analisar as formas possíveis do discurso de forma a torná-lo ( compreensível) e convincente.<br> Diferença de lógica formal e informal<br>Lógica formal:<br>-Estudo dos argumentos dedutivos<br>- À sua relação de necessidades entre os premissas e a conclusão.<br>- Não atende ao conteúdo dos argumentos ,as apenas à sua forma.<br>- Os argumentos são válidos ou inválidos.<br>Lógica informal:<br>- Estuda os argumentos não dedutivos<br>-Premissas verdadeiras não garantem a verdade da conclusão<br>- Atende não apenas à forma mas também ao conteúdo dos argumentos.<br>- Os argumentos são bons ou maus, consoante são mais ou menos prováveis/plausíveis (razoáveis) <br> Demonstração e argumentação<br> Aristóteles estabeleceu a distinção clássica entre demonstração ( " raciocínio analítico") ("raciocínio dialéctico")<br> À <mark>demonstração</mark> quando o raciocínio parte de premissas verdadeiras, e argumentos quando o raciocínio parte de premissas provadas. (opiniões ou convicção).<br> A demonstração é uma atividade discursiva em que tem de haver uma relação de necessidade entre as premissas e a conclusão. A demonstração é, portanto, do domínio do constringente, isto é, daquilo que se impõe de um modo <mark>evidente a um auditório universal.<br> A argumentação</mark> é uma atividade discursiva de exposição de razoes na defesa de uma ideia ou opinião, com visto a alterar a adesão do auditório, utilizando diversos tipos de argumentos.<br> Características principais da argumentação:<br>- A argumentação é uma atividade comunicativa, que envolve um orador e um ouvinte e uma mensagem ou assunto;<br>- Argumentação é raciocinar sobre a adesão a certas <mark>opiniões ou teses </mark>a traves de <mark>argumentação-adequada</mark>;<br>- Argumentação é do domínio da verosímil, isto é do que é <mark>provável ou preferivel</mark><br><mark> Diferença entre demonstração ou argumentação</mark><br> <mark>Demonstração</mark><br>- Utiliza raciocínios dedutivos<br>-Utiliza uma linguagem desprovida de ambiguidade formalizar como Mat, Fq, etc...<br>- Parte de premissas verdadeiras.<br>-Visa um auditório universal<br>-Objetivo é deduzir um conhecimento a partir de outro conhecimento é do domínio do <mark>contrigente</mark> (aquilo que se impõe de nada evidente)<br> Argumentação:<br>- Utiliza diversos tipos de argumentos.<br>-Utiliza linguagem natural<br>- Parte de premissas verusiveis ou prováveis<br>- Visa um auditório particular<br>-É o domínio <mark>verosímil </mark>o que pode ser verdade- e do <mark>preferivel</mark>- o que é provavelmente melhor<br> A argumentação pressopoe: <br>-O orador<br>-O auditório<br>-O discurso<br> O orador é um sujeito-partical, com rastro, que possui certas crenças, ideias e prespetivas sobre o mundo, e que pretende influenciar um auditório.<br>O auditório é um conjunto de pessoas que o orador quer influenciar pela sua argumentação.<br> O discurso é o meio usado pelo orador para comunicar ou explicar ao seu auditório as razoes que sustentam a sua tese e para reforçar ou defender as suas convicções<br> Trata-se do discurso argumentativo.<br> A estes 3 elementos podemos acrescentar ainda o contexto em que a comunicação tem lugar.<br> A argumentação centra-se na relação entre o orador e o auditório. O orador deve conhecer o publico em que se dirige para se persuadir. Uma mesma opinião que tese pode ser apoiada em razoes diferentes, consoante se dirige a um auditório X ou a um auditório Y. A adequação dos argumentos a um dado publico não significa uma mudança de prospectiva por parte do orador, mas a adaptação do discurso ao auditório é que se dirige ao contexto que está associado. Este é a regra fundamental da argumentação<br><strong><mark>3) Definição de retórica</mark></strong><br> A retórica é considerada desde a antiguidade como uma arte de persuadir ou de falar com influencia  com o objetivo de convencer o auditório.<br> A retórica dedica-se a analisar e determinar as técnicas e as estratégias na comunicação e argumentação.<br> Aristóteles, por exemplo, definia como " a capacidade de descobrir o que é adequado a cada caso com o fim de persuadir. Realça a necessidade de adequar aos meios de persuasão em cada caso e a modos concretos de que o orador se serve para o fazer.<br> Provas ou estratégias de persuasão.<br> Atendendo à regra do discurso ao auditório, os meios usados na persuasão do auditório, segundo Aristóteles, ethos, pathos, logos<br> Segundo Aristóteles, as provas de persuadir são de 3 espécies:<br>1- As que residem no carácter do orador<br>2- As que residem no modo como se dispõem no ouvir<br>3- As que residem no próprio discurso<br> Ethos, pathos, logos, são os termos que designam as provas de persuasão<br><mark>1- Ethos</mark><br> Referem-se ao caracter moral do orador ao conjunto de caracteres que assume para obter a confiança do auditório (dimensão moral)<br><mark>2- Pathos</mark><br> Refere-se às emoções que o orador desperta no auditório (dimensão emocional) <br><mark>3- Logos</mark><br> Refere-se à racionalidade argumentativa do discurso utilizado para persuadir (dimensão racional)<br> <strong><mark>B- Âmbito da aplicação da retórica</mark></strong><br> A retórica tem aplicação em diversos momentos da nossa vida e uma importância crescente nas sociedades contemporâneos. As actividades politicas jurídicas, jornalísticas e publicitarias são terrenos preferenciais de intervenção da retórica, dada a importante papel que neles exercem a palavra e a imagem<br> A retórica estuda <mark>tecnicas de comunicação</mark> que são, entre outras:<br>- Exemplos e analogias<br>- Metáforas e alegorias<br>- Repetição de uma ideia<br>- Alteração do tom de voz<br>- Linguagem gestual<br>- Ironia<br> Argumentação e retórica<br>O discurso argumentativo- principais tipos de argumentos e falácias informais.<br>1)Argumentação<br>O discurso argumentativo obedece a regras, afim de que a nossa mensagem seja apresentada de forma clara e sustentada por boas razões. Para esse efeito, o orador deverá:<br>-Definir claramente o termo a apresentar;-Planificar cuidadosamente a exposição a fazer;<br>-Ter uma noção clara da conclusão a apresentar.<br> O discurso argumentativo apresenta, em geral a seguinte estrutura:<br><strong><mark>Estrutura Básica do Discurso Argumentativo</mark></strong><br>1º Momento :<br>Introdução: Tema (subtemas)-Definir claramente o que se pretende analisar e debater.<br>2º Momento:<br>Desenvolvimento do Campo Argumentativo:<br> Argumento 1 –&gt;<br>Argumento 2 –&gt;<br>Argumento n –&gt;<br>Justificar e fundamentar as teses, torná-las inteligíveis ao auditório, prever e refutar possíveis objeções, orientando progressivamente o auditório para a conclusão.<br>3º Momento<br>Conclusão: <br>Síntese Final-<br>Apresentar uma síntese das razões mais relevantes para a adesão do auditório.<br>A) Principais tipos de argumentos não dedutivos<br> Os principais tipos de argumentos não  dedutivos são:<br>-Argumentos indutivos –generalização e previsões;<br>-Argumentos por analogia;<br>-Argumentos causais ou sobre cargas;<br>-Argumentos de autoridade.<br><strong><mark> a)Argumentos indutivos</mark></strong></div><div>São argumentos indutivos a maior parte dos raciocínios que fazemos no dia-a-dia. Recordemos que um argumento indutivo parte de premissas particulares. De premissas desse tipo é, por vezes, inferida:<br>-Uma conclusão universal –neste caso, trata-se de uma <mark>generalização</mark>;<br>-Uma propriedade acerca do que ainda não foi observado –neste caso, trata-se de uma <mark>previsão</mark>.<br>    As generalizações são argumentos indutivos da forma “alguns A são B, logo, todos os A são B”, em que a conclusão é mais geral do que as premissas.<br>    As previsões são argumentos indutivos em que as premissas são casos observados no passado e a conclusão é um caso particular projetado para o futuro.<br>   Um <mark>bom argumento indutivo</mark>, por mais convincente que possa ser, não garante a verdade da conclusão e, embora seja pouco provável, não é impossível que as premissas sejam verdadeiras e a conclusão falsa.<br>   São <mark>argumentos bons ou fortes</mark>, os argumentos em que a conclusão tem um bom suporte de justificação que torna altamente improvável que a conclusão venha a revelar-se falsa.<br>   São <mark>argumentos maus ou fracos</mark>, os argumentos cuja probabilidade de a conclusão ser verdadeira é reduzida.<br>   Constituem suporte de justificação a quantidade e a representatividade de casos observados, bem como o facto de existirem ou não contraexemplos.<br>   Para avaliarmos os argumentos indutivos, devemos ter em conta os seguintes <mark>critérios</mark>:<br>-Verificar se se baseiam em <mark>exemplos representativos</mark>, ou se existem <mark>contra exemplos</mark>;<br>-Evitar confundir uma <mark>generalização</mark>(quando as premissas são menos gerais do que a conclusão) com uma previsão(quando as premissas são casos observados no passado e a conclusão é um caso particular futuro).<br><strong><mark> b) Argumentos por analogia</mark></strong><br>Os argumentos por analogia estabelecem uma comparação entre duas realidades, baseada em características comuns.<br> Num argumento por analogia, uma das premissas afirma semelhança entre duas coisas (S é como P) e a outra enuncia uma característica própria de uma das coisas semelhantes (S é R). A conclusão infere (com base na semelhança existente entre duas coisas) que a outra semelhante (P) também possui a mesma característica(P é R).<br> A avaliação de um argumento por analogia deve ter em conta os seguintes critérios:<br>-A <mark>quantidade </mark>de propriedades comuns;<br>-A <mark>relevância </mark>das propriedades, isto é, a pertinência das propriedades;<br>-A pertinência das propriedades ou a sua adequação à conclusão que se pretende defender.<br><mark>Que não deva haver diferenças fundamentais</mark> relativamente aos aspetos que estão a ser comparados.<br><strong><mark>c) Argumentos de autoridade</mark></strong><br> São os argumentos que se baseiam na opinião de especialistas, de alguém conhecido e respeitado pela sua particular competência numa determinada área.A sua forma lógica é “A (autoridade) disse P, logo, P”.<br> Para poderem ser considerados bons argumentos, temos de ter em conta os seguintes <mark>critérios</mark>:</div><div>-O especialista invocado deve ser competente no assunto em causa;<br>-Não deve haver discordâncias significativas entre os especialistas quanto à matéria em discussão;<br>-Não deve haver outros argumentos mais fortes ou de força igual a favor de conclusão contrária;<br>-Os especialistas não devem ter interesses pessoais na afirmação em causa.<br><strong><mark>d) Argumentos causais ou sobre cargas</mark></strong><br> Estes argumentos estabelecem relações causa-efeito entre fenómenos. Considera-se que existe uma relação necessária tal que, sempre que um deles acontece (causa) ocorre o outro (efeito). A esta relação de necessidade entre dois acontecimentos em que um é a causa e o outro o efeito chama-se relação de causalidade.<br> Regras para construir bons argumentos causais:<br>-Não confundir a relação de causalidade com a ocorrência de dois fenómenos, um a seguir ao outro;<br>-Não confundir a causa com o efeito.<br><strong><mark>B) Falácias informais e critérios para avaliar os argumentos</mark></strong><br><strong><mark>Principais falácias informais</mark></strong><br> Apesar de todos os cuidados, muitas vezes, os raciocínios contêm erros. Alguns desses erros estão estudados e padronizados e são designados por falácias.Já estudamos as falácias formais (as que não cumprem as regras lógicas de inferência). Vamos estudar agora algumas falácias informais, aquelas cujo erro depende também do conteúdo ou matéria do argumento.<br><strong><mark>Falácias informais</mark></strong><br><mark>1)Falsa generalização e enumeração incompleta</mark>: ocorre sempre que se parte de observações não representativas ou quando se ignoram contraexemplos importantes.<br> Ex 1: “Uma vez que tu não sabes falar chinês, a Leonor não sabe falar chinês e a Maria não sabe falar também, posso concluir que ninguém desta turma sabe falar chinês".<br> Ex 2: “-Hoje é a sexta noite que estamos juntos. Demo-nos muito bem. Não há dúvida que formamos um bom par. <br>Polly: -Como podes afirmar isso baseado em apenas 5 encontros?’’in M. Shoulman, as calcinhas cor-de-rosa do capitão, Portalegre, edições globo, 1973 (adaptado).<br><mark>2)Falsa analogia</mark>: ocorre sempre que o argumento se baseia em semelhanças irrelevantes e na ignorância das diferenças fundamentais entre objetos supostamente análogos.<br> Ex1: “Tal como os peixes, o golfinho tem barbatanas e vive no mar, logo, o golfinho é peixe.”<br> Ex2: “Minha querida -disse eu –5 encontros são o bastante. Afinal, não é preciso comer um bolo inteiro para saber se ele é bom ou não. Polly: “–Eu não sou um bolo, sou uma pessoa.” in ob. cit.<br><mark>3)Apelo à autoridade</mark>: ocorre quando o argumento de autoridade recorre à credibilidade de uma pessoa, entidade ou instituição e uma das regras que se apresentam ao lado não é observada.<br> Ex1: “Cristiano Ronaldo diz que a marca de champô é a mais eficaz contra a caspa. Vou comprar o champô, pois ele é o melhor jogador do mundo.”<br> Ex2: “Descartes foi um dos maiores filósofos de todos os tempos. E defendeu a existência de Deus. Logo, Deus existe.”<br><mark>4)Falácia causal</mark>: atribui erradamente uma causa a um determinado fenómeno. Há vários tipos de falácias causais, sendo que duas das mais habituais são:<br>1-POST HOC, ERGO PROPTER HOC(à letra,“depois disto, logo, por causa disto”): afirma a existência de uma relação de causa-efeito quando apenas se verifica que um acontecimento se sucede a outro (na realidade, sucessão ou correlação não implicam causalidade). Segue a estrutura “A ocorreu depois de B, logo, B é a causa de A.”<br> Ex1: “Passei por baixo de uma escada e em seguida soube que não tinha passado no exame de Filosofia. Logo, a causa de ter reprovado no exame foi ter passado por baixo da escada.”<br>2-Inversão de causa-efeito: acontece quando numa argumentação se confunde a causa com o efeito.<br> Ex1: ‘’O buraco na camada de ozono tem provocado o aumento do número de gases tóxicos. Na verdade,os gases tóxicos é que têm provocado o aumento do buraco de ozono.<br><mark>5)Petição de princípio (ou raciocínio circular)</mark>: ocorre nos argumentos cuja conclusão já está contida nas premissas, isto é, quando usamos como prova aquilo que estamos a tentar provar.<br> Ex1: “O polícia multou-me porque não gosta de mim ea prova de queelenão gosta de mim é ter-me multado.”</div><div><mark>6)Falso dilema (também designada por falsa dicotomia)</mark>: a falácia do falso dilema ocorre quando o argumento apresenta só as alternativas que interessam ao orador, embora haja, de facto mais, que são omitidas.<br> Ex1: um dos mais célebres falsos dilemas é atribuído ao Califa Omar, que após ter conquistado Alexandria, cerca de 642 d.C., mandou incendiar a sua Biblioteca, apresentando a seguinte justificação: “Os livros da Biblioteca de Alexandria ou contêm os princípios do Alcorão ou não. Se contêm os princípios do Alcorão, são supérfluos e devem ser queimados. Se não contêm os princípios do Alcorão, são nocivos e, se são nocivos, devem ser queimados. Portanto, os livros da Biblioteca de Alexandria devem ser queimados.”<br> Neste argumento, a disjunção omite alternativas:porque entre os dois extremos –o não ter e ter princípios do Alcorão –há graus intermédios. Além disso, as proposições condicionais são falsas, a importância dos livros não depende unicamente da sua relação com a religião. Ex2: Outro exemplo significativo pode ser encontrado em argumentos como: “se não estás connosco, estás contra nós.”, que expressam a ideia de haver apenas duas possibilidades, quando a pessoa pode ter uma outra posição alternativa ou até mesmo ser indiferente ao assunto em causa.<br><mark>7)Apelo à ignorância (argumentum ad ignorantium)</mark>: ocorre quando alguém defende que determinada afirmação deve ser verdadeira só porque não há provas em contrárioou, ao invés, deve ser falsa porque ninguém conseguiu provarasua verdade.<br> Ex1: “Manuel –Eu acredito na teoria da reencarnação. Sofia –Eu só acredito se me apresentares provas. Manuel –Estás a ver mal o problema. És tu que tens de me provar que a reencarnação não existe. Sofia –Mas tu bem sabes que não é possível apresentar tais provas. Manuel –Portanto, eu tenho razão: a teoria da reencarnação é verdadeira.”<br><mark>8)Argumentum ad Hominem</mark>: ocorre quando em vez de se apresentar razões pertinentes contra uma opinião expressa por alguém, se ataca a pessoa que a defende. Assim, o argumento é rejeitado com base em qualquer dado sobre o respetivo autor, irrelevante para o que se pretende provar,como a sua religião, condição moral ou ideias políticas. Em tais casos, um ataque pessoal substitui a refutação do que essa pessoa defende.<br> Ex1: “–Tu não podes namorar com o Petey. (...) Olha para mim, um aluno brilhante, um intelectual formidável, um homem com o futuro assegurado. E vê Petey um maluco, um estouvado, um fulano que nuncasaberá se vai comer no dia seguinte.”<br> Citação in M. Shoulman, as calcinhas cor-de-rosa do capitão, Portalegre, edições globo, 1973.<br> Ex2: “Einstein foi o criador da Teoria da Relatividade. Ora, ele era judeu e acreditava no socialismo. Logo, a teoria é falsa.”<br><mark>9)Derrapagem ou “bola de neve” (argumentum ad consequentiam ou apelo “às consequências”)</mark>: ocorre quando se pretende mostrar que uma proposição(P)é inaceitável porque aceitá-la arrastaria um conjuntode implicações com um resultado final inaceitável. Na verdade é improvável que se registe a cadeia de implicações ou consequência referida.<br> Ex1: “Se o professor aceitar o vosso pedido para adiamento do teste, a turma passará a fazer esse pedido repetidas vezes, também a outros professores, e depois todas as turmas farão o mesmoe,no futuro,nem nesta escola, nem em lado nenhum haverá marcações de testes e de exames que não sejam sistematicamente alterados.”<br><mark>10)Boneco de Palha (ou falácia do “espantalho”)</mark>: ocorre quando alguém, num debate substitui, intencionalmente ou não a posição do adversário por uma versão diferente e, por isso, errada, do argumento. Assim, em vez de se refutar o argumento do opositor, ataca-se um argumento diferente, tendenciosamente interpretado,e geralmente mais fraco do que aquele que foi defendido.<br> Ex1: “–Estou contra o acordo ortográfico, a meu ver a língua não deve sofrer alterações impostas por um decreto.<br> -Como podes dizer uma coisa dessas? Então segundo o teu ponto de vista a língua nuncapode evoluir?”<br><strong><mark>Critérios para avaliar os argumentos<br></mark></strong><mark>Argumentos indutivos</mark>:<br>-Verificar se o argumento se baseia em exemplos representativos,ou se existem contraexemplos, isto é, verificar se é uma indução forte ou fraca;<br>-Evitar confundir uma generalização com uma previsão.<br><mark>Argumento por analogia</mark>:<br>Verificar se as analogias são fortes, isto é, se os argumentos:<br> -Baseiam a comparação num número razoável de semelhanças e se estas são relevantes para a conclusão que se quer inferir;<br> -Não apresentam diferenças fundamentais relativamente aos aspetos que estão a ser comparados. <br><mark>Argumento de autoridade</mark>:<br>Verificar:<br> -Se o especialista invocado é suficientemente competente no assunto em causa;<br> -Se não há discordâncias significativas entre os especialistas quanto à matéria em discussão;<br> -Se não há argumentos mais fortes ou de força igual a favor da conclusão contrária;<br> -Se os especialistas não têm interesses pessoais na afirmação em causa. <br><mark>Argumentos causais</mark>:<br>Verificar:<br> -Se há uma relação de causa-efeito entre os fenómenos, ou se apenas um acontecimento se sucede a outro;<br> -Se a causa não está a ser confundida com o efeito.<br><mark>Petição de princípio</mark>:<br> -Verificar se se usa como prova o que se tenta provar. <br><mark>Falso dilema</mark>:<br> -Verificar se há alternativas omitidas pelo orador.<br><mark>Apelo à ignorância</mark>:<br> -Verificar se o orador rejeita ou defende uma determinada tese apenas por não existirem provas que a contrariem. <br><mark>Ao homem, ou contra a pessoa</mark>:<br> -Verificar se a contra-argumentação se dirige contra o orador (contra a pessoa) ou se é dirigida, como devido, contra os argumentos apresentados pelo orador.<br><mark>Derrapagem ou “bola de neve”</mark>:<br> -Verificar se é o próprio argumento que está a ser refutado ou se, erradamente, é a cadeia de consequências(inaceitáveis) possíveis do argumento que se recorre para rejeitar a tese em questão. <br><mark>Boneco de palha (ou falácia do “espantalho”)</mark>:<mark><br></mark> -Verificar se a contra-argumentação se baseia na refutação de uma versão adulterada do argumento que se está a refutar. <br> <strong><mark>Argumentação e Filosofia</mark></strong><br> <strong><mark>Filosofia, Retórica e Democracia</mark></strong><br> A democracia nasceu na Grécia Clássica, em Atenas, no século V a.C.O estado democrático dava a qualquer cidadão, independentemente da fortuna, a possibilidade de exercer cargos públicos. O que exigia capacidade de argumentação para participar nas discussões políticas e conseguir fazer aprovar propostas(orçamento participativo). Para isso, a retórica era um fator decisivo.<br><mark>1-Os sofistas</mark><br>Foi neste contexto que apareceram os sofistas. Críticos da tradição,recusavam a religião e os valores tidos como absolutos. Apresentavam-se como oradores e professores de retórica,propondo-se <mark>preparar as elites para o exercício do poder político</mark>.Ensinavam os jovens a falar “contra qualquer adversário e sobre qualquer assunto, de maneira a persuadir a multidão melhor do que ninguém”(Platão, Górgias, 457 a.C.).<br> No que se refere ao conhecimento, alguns sofistas defendiam o <mark>relativismo</mark>.<br> Protágoras, um dos mais célebres sofistas, afirmou que “o Homem é a medida de todas as coisas”e que, em cada momento, a percepção é o conhecimento adequado de uma coisa. Contudo, como o Homem e todas as coisas mudam continuamente, a perceção de uma coisa só é uma representação adequada do momento.<br> Assim, o Homem não conhece o que as coisas são, mas o modo como lhe aparecem. O conhecimento fica, assim, reduzido <mark>ao conhecimento sensível da aparência notável da realidade</mark>.<br> Não havendo uma só verdade, qual a opinião que prevalece? Prevalecerá a opinião que uma argumentação convincente mostrar ser a melhor solução e, por isso, preferível a outras. </div><div><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-11 22:39:34 UTC</pubDate>
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         <title>Avaliações 1 2 3 4</title>
         <author>goncalosousa15</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Correções</mark></strong><br><strong>Auto Avaliação 1</strong><br><strong>1. </strong></div><div>A – F </div><div>B – F </div><div>C – V </div><div>D – V </div><div>E – V </div><div>F – V </div><div>G – V </div><div>H – F </div><div>I – V </div><div><br></div><div><strong>2. </strong></div><div>A – (…) dos argumentos. </div><div>B – (…) das proposições. </div><div>C – (…) dedutivamente válido (…) </div><div>D – (…) não ao conteúdo dos argumentos. </div><div><br></div><div><strong>3. </strong></div><div>B, argumento válido com premissas verdadeiras. <br><br><strong>Auto Avaliação 2</strong><br><strong>1. </strong></div><div>A – F </div><div>B – V </div><div>C – V </div><div>D – F </div><div>E – V </div><div>F – F </div><div>G – F </div><div>H – V </div><div>I – V </div><div><br></div><div><strong>2. </strong></div><div>1 – B </div><div>2 – C </div><div>3 – A </div><div>4 – D <br><strong>Auto Avaliação 3</strong><br>1 – C </div><div>2 – A, E, F, H </div><div>3 – A, D, H, G<br><strong>Auto Avaliação 4</strong><br><strong>1.</strong><br>1) C </div><div>2) D </div><div>3) A </div><div>4) F </div><div>5) E </div><div>6) G </div><div>7) B </div>]]></description>
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         <title>Apontamentos das aulas</title>
         <author>goncalosousa15</author>
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         <title>Auto Avaliações</title>
         <author>goncalosousa15</author>
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