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      <title>Psicologia 12ºC by </title>
      <link>https://padlet.com/vitalinaaab/2dp9mcwoj26u</link>
      <description>As relações precoces</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-03-12 08:48:30 UTC</pubDate>
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         <title>Aula - Dia 12 de Março</title>
         <author>vitalinaaab</author>
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         <description><![CDATA[<div>Aula inesperada e interessante.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 08:57:41 UTC</pubDate>
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         <title>Relações precoces e prematuridade</title>
         <author>vitalinaaab</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O bebé humano nasce inacabado e totalmente dependente dos cuidados dos adultos para sobreviver - prematuridade ou imaturidade biológica.<br><br>O bebé humano nasce predisposto a estabelecer uma relação afetiva com os seus cuidadores.<br><br>As relações precoces são o ponto de partida do processo relacional do ser humano.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 08:59:55 UTC</pubDate>
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         <title>Vinculação</title>
         <author>vitalinaaab</author>
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         <description><![CDATA[<div>Decorre da relação precoce.<br>É uma <mark>necessidade básica e inata</mark><strong> </strong>do ser humano.<br>É o <mark>laço afetivo recíproco</mark> que se estabelece entre o bebé/criança e outra pessoa <mark>(figura de vinculação)</mark> em direção à qual se dirige em busca de <mark>sustento, apoio e proteção</mark>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:00:23 UTC</pubDate>
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         <title>Características da relação de vinculação</title>
         <author>vitalinaaab</author>
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         <description><![CDATA[<div>A procura de proximidade.<br><br>O comportamento de refúgio.<br><br>A angustia e o protesto face à separação involuntária.<br><br>A noção de base de segurança.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:00:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>vitalinaaab</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:02:11 UTC</pubDate>
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         <title>Spitz</title>
         <author>vitalinaaab</author>
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         <description><![CDATA[<div>• Depressão infantil: <br>Consequência de privação afetiva parcial.<br><br>Sintomas: <br>Atonia afetiva;<br>Inércia  motora;<br>Pobreza interativa;<br>Desorganização psicossomática.<br><br>• Síndrome do hospitalismo: <br>Consequência de privação total e duradoura.<br><br>Sintomas:<br>Atraso global de desenvolvimento;<br>Sentimentos de abandono;<br>Desamparo e medo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:09:35 UTC</pubDate>
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         <title>Bowlby</title>
         <author>vitalinaaab</author>
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         <description><![CDATA[<div>A ansiedade da separação provoca: <br><br>Protesto - choro e chamamento;<br>Desespero - dor e luto derivados da perda/afastamento da figura de vinculação;<br>Desvinculação - evitamento da relação com outras pessoas sendo uma necessidade de defesa.<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:11:16 UTC</pubDate>
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         <title>Ainsworth</title>
         <author>vitalinaaab</author>
         <link>https://padlet.com/vitalinaaab/2dp9mcwoj26u/wish/240741397</link>
         <description><![CDATA[<div>Vinculação segura, insegura e evitante.<br><br>Vinculação segura: a criança brinca e é amistosa com o estranho na presença da figura de vinculação e protesta com saída da figura de vinculação.<br><br>Vinculação insegura: a criança revela ansiedade durante todo o teste e fica inconsolável no momento da separação.<br><br>Vinculação evitante: o comportamento da criança não se altera com a partida nem com a chegada da figura de vinculação e reprime os sentimentos e a necessidade de vinculação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:12:58 UTC</pubDate>
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         <title>Harlow</title>
         <author>vitalinaaab</author>
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         <description><![CDATA[<div>Síndrome do isolamento:<br><br>As crias isoladas nos primeiros tempos de vida revelaram comportamentos socioafetivos perturbados quando colocas em contato com indivíduos da mesma espécie.<br><br>As crias em isolamento total durante os 3 primeiros meses de vida apresentam reações de medo e de fuga ao serem colocados em conjunto com outras crias criadas normalmente e apesar de alguns macacos terem morrido de anorexia a maior parte sobreviveu adaptando-se à nova situação.<br> <br>As crias que passaram os 6 primeiros meses de vida em isolamento total isolam-se, não conseguem interagir, abraçam e embalam-se a si mesmas, apresentam reações de terror e revelam-se inábeis de se adaptarem à nova situação. Na adolescência são extremamente violentos em relação aos indivíduos da sua espécie e em relação às suas crias podendo mesmo matar as mesmas.<br> <br>As crias em isolamento total durante 12 meses apresentam as mesmas características que uma criança em isolamento durante 5 anos, sendo estas apatia e indiferença completa em relação aos outros indivíduos, ou seja, não apresentam qualquer comportamento de interação social, positivo ou negativo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-12 09:13:57 UTC</pubDate>
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         <title>Harlow: experiências com primatas</title>
         <author>vitalinaaab</author>
         <link>https://padlet.com/vitalinaaab/2dp9mcwoj26u/wish/252022380</link>
         <description><![CDATA[<div>1ª experiência - a cria só se dirige à mãe de arame para se alimentar e passa todo o tempo com a mãe de pano; a necessidade inata de conforto de contacto supera a necessidade de alimentação.<br><br>2ª experiência - quando foi assustada a cria procurou conforto na mãe de pano visto sentir-se mais segura com a mesma.<br><br>3ª experiência - num espaço desconhecido, com a mãe de arame estava desconfiada do espaço procurando conforto num pano que estava no chão; por outro lado quando mãe de pano estava no espaço a cria procurou conforto nela imediatamente, começando a explorar o espaço quando se sentia mais segura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-16 07:35:29 UTC</pubDate>
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