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      <title>Fome dói tudo by Marcela Araújo Marques</title>
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      <description>“A fome não é apenas uma barriga vazia — ela dói nos ossos, no cérebro e no coração: arranca massa muscular, emburrece o pensamento, corrói a esperança e pode, silenciosamente, levar à morte.”
Fonte: National Geographic Brasil — “Como a fome afeta o corpo?” (3 de fevereiro de 2023)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-02 01:37:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>seacelamar</author>
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         <description><![CDATA[<p>⚠️ A ausência de alimento corrói as forças, transforma cada dia em um tormento, cada hora em um peso insuportável. O estômago clama, mas não há resposta. E, em sua tentativa de sobreviver, o corpo começa a consumir a si mesmo, queimando o pouco que resta, até não haver mais energia para sustentar a vida. <mark>É a dor da falta que se torna morte.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-02 02:28:44 UTC</pubDate>
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         <title>Relatório da Fome </title>
         <author>seacelamar</author>
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         <description><![CDATA[<p><sup>28/07/2025</sup></p><p><sup>"Adis Abeba — Estima-se que 8,2% da população mundial — cerca de 673 milhões de pessoas — tenham enfrentado a fome em 2024, uma queda em relação aos 8,5% registrados em 2023 e aos 8,7% em 2022. No entanto, o progresso não foi uniforme em todo o mundo. </sup><mark><sup>A fome continuou a aumentar na maioria das sub-regiões da África e da Ásia Ocidental</sup></mark><sup>, segundo o relatório O Estado da Segurança Alimentar e Nutrição no Mundo (SOFI) 2025, publicado hoje por cinco agências especializadas das Nações Unidas."</sup></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.fao.org/brasil/noticias/detail-events/pt/c/1740911/#:~:text=Multimídia-,Fome global diminui, mas aumenta na África e,Ásia Ocidental: relatório da ONU&amp;text=Adis Abeba — Estima-se que,8,7% em 2022." />
         <pubDate>2025-09-02 02:35:56 UTC</pubDate>
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         <title>🌍 A Fome no Mundo</title>
         <author>seacelamar</author>
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         <description><![CDATA[<p><mark>O problema se concentra em países como Somália, Iêmen, Chade e Madagascar, onde a fome alcança níveis alarmantes.</mark> <mark>No Brasil, apesar de avanços recentes e da saída do Mapa da Fome, milhões ainda convivem com a insegurança alimentar.</mark></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.globalhungerindex.org/" />
         <pubDate>2025-09-07 21:03:43 UTC</pubDate>
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         <title>O que é Insegurança Alimentar?</title>
         <author>seacelamar</author>
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         <description><![CDATA[<p><mark>A insegurança alimentar acontece quando uma pessoa ou família não tem acesso regular a alimentos suficientes, nutritivos e seguros para levar uma vida saudável. Ela pode variar de leve a grave:</mark></p><p><br></p><p>🟢 Leve: dificuldade ocasional de ter alimentos suficientes; refeições podem ser limitadas ou menos variadas.</p><p><br></p><p>🟡 Moderada: redução da quantidade e da qualidade dos alimentos; pessoas podem pular refeições ou ficar com fome.</p><p><br></p><p>🔴 Grave: fome constante; crianças e adultos não recebem calorias e nutrientes suficientes, podendo comprometer crescimento, saúde e desenvolvimento cognitivo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-07 21:18:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fome e Insegurança Alimentar — GHI 2024: </title>
         <author>seacelamar</author>
         <link>https://padlet.com/seacelamar/2defx1b02pg74xaq/wish/3572553187</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Fome Extrema / Alarmante 🔴🟧 Países: </strong></p><p><br></p><ul><li><p>Somália (🔴 44,1), </p></li><li><p>Iêmen (🟧 41,2), </p></li><li><p>Chade (🟧 36,4), </p></li><li><p>Madagascar (🟧 36,3)</p></li></ul><p>⚠️ <mark>Populações severamente afetadas, milhões em insegurança alimentar. Conflitos, instabilidade política e desastres naturais intensificam a fome.</mark></p><ul><li><p>Somália: mais de 6 milhões em fome severa.</p></li><li><p>Iêmen: 17 milhões enfrentam insegurança alimentar grave.</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-07 21:27:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>COMBATE À FOME NO BRASIL</title>
         <author>seacelamar</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Mapa da Fome da ONU: insegurança alimentar severa cai 85% no Brasil em 2023</strong></p><p><br><em><mark>Em números absolutos, 14,7 milhões de pessoas deixaram de passar fome no país no ano passado. Percentualmente, queda foi de 8% para 1,2% da população</mark></em></p><p><sup>                             Publicado em 24/07/2024 09h02</sup></p><p><sup>                             Atualizado em 26/07/2024 19h14</sup></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/noticias/2024/07/mapa-da-fome-da-onu-inseguranca-alimentar-severa-cai-85-no-brasil-em-2023" />
         <pubDate>2025-09-07 21:38:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>seacelamar</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-07 21:45:51 UTC</pubDate>
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         <title>O Mapa Do Desperdício Alimentar (2021)</title>
         <author>seacelamar</author>
         <link>https://padlet.com/seacelamar/2defx1b02pg74xaq/wish/3572563257</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-07 21:50:07 UTC</pubDate>
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         <title>Índice Global da Fome 2024 por Severidade</title>
         <author>seacelamar</author>
         <link>https://padlet.com/seacelamar/2defx1b02pg74xaq/wish/3572565147</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-07 21:55:30 UTC</pubDate>
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         <title>Como a fome age:</title>
         <author>seacelamar</author>
         <link>https://padlet.com/seacelamar/2defx1b02pg74xaq/wish/3572566383</link>
         <description><![CDATA[<p>Fome dói nos ossos 🦴</p><p><br></p><p>A carência de nutrientes essenciais leva à perda de massa óssea, fraqueza e até deformidades. Crianças sofrem mais, pois o corpo não consegue crescer como deveria, resultando em baixa estatura e fragilidade esquelética.</p><p><br></p><p><br></p><p>Fome dói no cérebro 🧠</p><p><br></p><p>Sem energia suficiente, o cérebro reduz sua capacidade de concentração, memória e raciocínio. Em crianças, a desnutrição prejudica o desenvolvimento cognitivo, comprometendo a aprendizagem e limitando oportunidades futuras.</p><p><br></p><p><br></p><p>Fome dói no coração 🫀</p><p><br></p><p>A falta de calorias e proteínas enfraquece o músculo cardíaco, diminuindo a resistência física e aumentando o risco de doenças. A fome prolongada pode literalmente reduzir a força do coração de bombear sangue.</p><p><br></p><p>Fome corrói os músculos 💪</p><p><br></p><p>O corpo, sem reservas de energia, começa a consumir os próprios músculos para sobreviver. Isso leva à extrema fraqueza, incapacidade de realizar atividades simples e maior vulnerabilidade a doenças.</p><p><br></p><p>Fome arranca a esperança 🕊️</p><p><br></p><p>Mais do que físico, o sofrimento é emocional. A fome gera angústia, desesperança e medo, além de aumentar quadros de depressão e ansiedade, especialmente em famílias que não sabem quando terão a próxima refeição.</p><p><br></p><p>Fome pode levar à morte ⚰️</p><p><br></p><p>Quando prolongada, a desnutrição enfraquece o sistema imunológico, deixando o organismo exposto a infecções fatais. Em estágios avançados, a fome pode causar falência múltipla dos órgãos.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2023/02/como-a-fome-afeta-o-corpo" />
         <pubDate>2025-09-07 21:59:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dados detalhados do Brasil sobre fome e insegurança alimentar, baseados no Global Hunger Index 2024, FAO e Governo Federal (MDS):</title>
         <author>seacelamar</author>
         <link>https://padlet.com/seacelamar/2defx1b02pg74xaq/wish/3572570174</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p><strong>Global Hunger Index (GHI 2024)</strong></p><p><br></p><ul><li><p>Índice: <mark>6,6</mark> → nível baixo</p></li><li><p>Posição global: <mark>33º</mark> entre 127 países avaliados</p></li></ul><p><br></p><p><strong>Indicadores do GHI para o Brasil:</strong></p><p><br></p><ul><li><p>Subnutrição: <mark>3,9 %</mark> da população</p></li><li><p>Crianças com baixa estatura: <mark>7,2 %</mark></p></li><li><p>Crianças com baixo peso para a altura: <mark>3,4 %</mark></p></li><li><p>Mortalidade infantil (&lt;5 anos): <mark>1,4 %</mark></p><p><br></p></li></ul><p><strong>Insegurança alimentar (FAO, 2023)</strong></p><ul><li><p>População em insegurança alimentar grave: <mark>2,5 milhões</mark></p></li><li><p>Comparativo com 2022: <mark>17,2 milhões → queda de 85%</mark></p></li><li><p>Subnutrição crônica: <mark>caiu de 9 milhões para 6 milhões</mark></p></li><li><p>Principais causas da redução: <mark>políticas públicas, transferência de renda, programas de alimentação escolar</mark></p></li></ul><p><br></p><p><strong>Distribuição regional (FAO / Estudos nacionais)</strong></p><ul><li><p>Mais afetadas: Norte e Nordeste do Brasil. Maior concentração de famílias em situação de vulnerabilidade, histórico de desigualdade socioeconômica</p></li><li><p>Sul e Sudeste: menor índice de insegurança alimentar, maior acesso a alimentos e programas sociais</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-07 22:11:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A fome é uma violência silenciosa </title>
         <author>seacelamar</author>
         <link>https://padlet.com/seacelamar/2defx1b02pg74xaq/wish/3572572517</link>
         <description><![CDATA[<p>Reconhecer seus efeitos é o primeiro passo para combatê-la. Políticas públicas, solidariedade social e acesso à alimentação adequada são ferramentas poderosas para transformar dor em vida, desespero em esperança.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-07 22:18:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Programas de Provimento Alimentar Direto no Brasil </title>
         <author>seacelamar</author>
         <link>https://padlet.com/seacelamar/2defx1b02pg74xaq/wish/3572574956</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><mark>O que é o Programa Cartão Prato Cheio no Distrito Federal (DF) e o MAIS SOCIAL / MS?</mark></strong></p><p><br><strong>Cartão Prato Cheio no Distrito Federal (DF):</strong></p><p>Na ótica de promover e executar políticas públicas voltadas para assegurar o direito à alimentação da população em vulnerabilidade social, foi instituído o programa de provimento alimentar direto em caráter emergencial – Programa Cartão Prato Cheio, destinado a amparar as famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional, por meio da Lei n° 7.009 de 17 de dezembro de 2021, regulamento pelo Decreto n° 42.873 de 29 de dezembro de 2021 e Portaria n° 32 de 11 de maio de 2022.</p><p><br></p><p>O Programa Cartão Prato Cheio, em sua forma primária, consiste no repasse de crédito financeiro no valor de R$250,00 (duzentos e cinquenta reais) para as famílias em insegurança alimentar e nutricional assistidas pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedes).</p><p><br></p><p><strong><mark>Quais os objetivos e vantagens do Cartão Prato Cheio?</mark></strong></p><p><br></p><p><mark>O Cartão Prato Cheio é um programa de provimento alimentar que tem por objetivo contribuir com o Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA) e promover a cidadania com vistas a superação da situação de insegurança alimentar e nutricional. Além disso, o crédito mensal objetiva garantir a agilidade no acesso ao alimento, além de incentivar a autonomia de escolha dos alimentos adequados e saudáveis que respeitem a cultura alimentar da família beneficiária. </mark>Observa-se que o Programa Cartão Prato Cheio, em sua modalidade pecuniária, fomenta a economia local em que o cidadão reside, contribuindo com a geração de emprego e renda e demais ações relacionadas à garantia do Direito humano à Alimentação Adequada (DHAA).</p><p><br></p><p>A família que se encontra em situação de insegurança alimentar, ou seja, esteja com dificuldade de adquirir, com regularidade, alimentos em quantidade e qualidade suficientes pode estar apta a ingressar no programa, desde que atenda aos critérios estabelecidos pelo Decreto n. 42.873, de 29 de dezembro de 2021.</p><p><br></p><p><strong><mark>MAIS SOCIAL - MS</mark></strong></p><p><mark>O Mais Social é um auxílio financeiro pensado pela equipe do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul</mark> com os seguintes objetivos:</p><ul><li><p>promover a segurança alimentar e a melhoria de qualidade de vida das famílias em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar e nutricional, viabilizando o acesso à alimentação básica adequada;</p></li><li><p>aumentar o atendimento às famílias, em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar e nutricional;</p></li><li><p>promover a inclusão social e o acesso das famílias em situação de vulnerabilidade social à rede de serviços públicos e às demais ações de políticas públicas;</p></li></ul><p><mark>Articular a transversalidade das políticas públicas estaduais em rede colaborativa com todos os municípios do Estado de Mato Grosso do Sul, com </mark></p><p><mark>o intuito de assegurar o desenvolvimento humano e social, por meio de serviços públicos essenciais, com a finalidade de garantir melhores condições de saúde, educação e cidadania, além de proporcionar oportunidades de trabalho e geração de renda.</mark></p><p><br></p><p>O beneficiário contemplado receberá um auxílio financeiro mensal no valor de R$ 450,00 (a partir de 1º de janeiro de 2024), creditado no cartão próprio, a ser disponibilizado ao beneficiário do Programa para aquisição, exclusivamente, dos seguintes itens: alimentos, gás de cozinha e produtos de limpeza e de higiene. Sendo proibida a aquisição de bebida alcoólica, produtos à base de tabaco ou outros indicados no regulamento, sob pena de exclusão do beneficiário do Programa.</p><p><br></p><p><mark>As famílias indígenas, beneficiárias do Programa Mais Social, receberão mensalmente cesta de alimentos, de acordo com o valor estabelecido pelo Poder Executivo Estadual.</mark></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.sead.ms.gov.br/programa-mais-social/" />
         <pubDate>2025-09-07 22:24:59 UTC</pubDate>
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         <title>Transformando Dor em Esperança</title>
         <author>seacelamar</author>
         <link>https://padlet.com/seacelamar/2defx1b02pg74xaq/wish/3572583490</link>
         <description><![CDATA[<p>A fome e a insegurança alimentar são problemas complexos, que afetam milhões de pessoas no mundo e no Brasil. Elas não se limitam à falta de comida: prejudicam a saúde, o crescimento, a educação e a esperança de um futuro melhor.</p><p><br></p><p>Os dados do Global Hunger Index 2024 mostram contrastes claros: enquanto países como a Somália, Iêmen e Chade enfrentam fome alarmante, outras nações como Uzbequistão, Bangladesh e o próprio Brasil avançam na redução da insegurança alimentar graças a políticas públicas, programas sociais e solidariedade.</p><p><br></p><p>Essa realidade nos lembra que a fome não é inevitável. Com ações coordenadas, investimentos em educação, saúde, produção de alimentos e distribuição justa, podemos transformar dor em esperança e garantir que todos tenham acesso a uma alimentação adequada e nutritiva.</p><p><br></p><blockquote><p><em><mark>A luta contra a fome é responsabilidade de todos — cada gesto, cada política, cada alimento distribuído faz diferença.</mark></em></p><p><br></p></blockquote><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-07 22:46:30 UTC</pubDate>
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         <title>Para ir além: Retirantes - Cândido Portinari </title>
         <author>seacelamar</author>
         <link>https://padlet.com/seacelamar/2defx1b02pg74xaq/wish/3572595000</link>
         <description><![CDATA[<p>Retirantes é uma pintura feita em 1944 pelo artista brasileiro Cândido Portinari. Foi produzida com a técnica de óleo sobre tela, possui dimensão de 180 x 190 cm e encontra-se no Museu de Arte de São Paulo (MASP).</p><p><br></p><p>Nessa obra, Portinari aborda o tema da migração nordestina, triste realidade de uma parte da população brasileira, que deixa seu lugar de origem em busca de melhores condições de vida em outras partes do país.</p><p><br></p><p>A pintura exibe uma família de retirantes, emigrantes nordestinos que estão se deslocando de sua terra a fim de fugir da seca, fome, miséria e falta de perspectiva.</p><p><br></p><p>O pintor retratou o grupo (quatro adultos e cinco crianças ao todo), de maneira sombria e triste. A paleta de cores escolhida exibe tons terrosos, o que dá ênfase à atmosfera fúnebre que envolve a cena.</p><p><br></p><p>As pessoas tomam grande parte da composição e ao fundo temos uma paisagem seca e sem vida.</p><p><br></p><p>Os corpos, muito magros, traduzem a fome daquele povo e as expressões nos rostos dão conta de expor o desespero daqueles que lutam pela sobrevivência em um país tão desigual.</p><p><br></p><p>Sobre a função social da arte, Portinari disse certa vez:</p><p><br></p><blockquote><p><mark>"Estou com os que acham que não há arte neutra. Mesmo sem nenhuma intenção do pintor, o quadro indica sempre um sentido social."</mark></p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-07 23:08:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>seacelamar</author>
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         <pubDate>2025-09-08 01:58:30 UTC</pubDate>
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         <title>Literatura brasileira: relatos da fome</title>
         <author>aartigasdejesus</author>
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         <description><![CDATA[<p>A literatura brasileira aborda a fome e revela um retrato profundo das desigualdades sociais do país, unindo análise, denúncia e testemunho. Josué de Castro, em obras como Geografia da Fome e Geopolítica da Fome, mostrou que a fome não é fruto apenas da escassez natural, mas resultado de processos políticos, econômicos e da concentração de terras. Já Carolina Maria de Jesus, em Quarto de despejo, trouxe o relato direto e doloroso de sua experiência na favela, transformando a fome em narrativa literária e denúncia social. Recentemente, Helena Silvestre, em Notas sobre a fome, atualiza esse debate ao conectar a fome às condições da vida periférica, marcada por racismo, desigualdade de gênero e pobreza. Assim, a fome, enquanto tema literário, se apresenta como memória coletiva e crítica social, revelando sua persistência histórica e estrutural no Brasil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-08 02:29:45 UTC</pubDate>
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         <title>Voz e análise da fome ( &quot;Quarto de Despejo&quot; da autora Carolina Maria de Jesus / Documentário e Livro &quot;Geografia da Fome&quot; de Josué de Castro)</title>
         <author>seacelamar</author>
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         <pubDate>2025-09-14 16:56:48 UTC</pubDate>
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         <title>Edição e pesquisa feita pelo grupo:</title>
         <author>seacelamar</author>
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         <description><![CDATA[<p>Artigas, Ana Maria; Yukare, Brenda; Venites, Elen e Marques, Marcela.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-14 17:07:56 UTC</pubDate>
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