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      <title>Mural Geológico 01 by CHRISTIANNE MOURA</title>
      <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow</link>
      <description>Busque na internet ilustrações que representem um exemplo geográfico de cada tipo de limite de placa estudado. POSTE NO PADLET MURAL GEOLÓGICO 01.  Não esqueça de colocar seu nome, turma e citar as referencias consultadas.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-07-21 16:58:11 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-05-02 21:57:17 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Fenda do Nick - falha geológica causada pelo movimento das placas tectônicas durante abalo sísmico - Parque Estadual do Guartelá - Campos Gerais do Paraná </title>
         <author>marinanatividade</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3286982692</link>
         <description><![CDATA[<p>MARINA MARTINS DA NATIVIDADE</p><p>turma: ciências biológicas 2024.2</p><p><br></p><p>A Fenda do Nick possui cerca de um quilômetro de extensão, desenvolve-se em rochas areníticas da Formação Furnas. A gênese deste ambiente é principalmente relacionada aos processos tectônicos mesozoicos, ligados ao Arco de Ponta Grossa, que levaram ao surgimento de grandes fraturas e fendas na rocha, permitindo a formação de cavidades, que podem ou não terem sido alargadas e esculpidas pela ação de águas superficiais e subterrâneas a ter 7<strong>0 metros de altura. A </strong>Fenda do Nick integra a Área de Proteção Ambiental (APA) da Escarpa Devoniana. Limite conservativo. </p><p><br></p><p>Referência: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cavernas.org.br/wp-content/uploads/2021/07/34cbe_417-426.pdf">https://www.cavernas.org.br/wp-content/uploads/2021/07/34cbe_417-426.pdf</a> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-10 20:39:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A Falha do Mar Morto, também conhecida como Falha do Rift do Mar Morto - Falha geológica localizada na região do Oriente Médio, que se estende ao longo da fronteira entre a Jordânia e Israel, passando pelo Mar Morto. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3289518189</link>
         <description><![CDATA[<p>Maria Eduarda Fernandes de Andrade, turma: licenciatura em ciências biológicas 2024.2</p><p>Essa falha é um exemplo clássico de uma falha transformante, onde duas placas tectônicas deslizam lateralmente uma em relação à outra. </p><p>- <strong>Movimento Lateral</strong>: Na Falha do Mar Morto, a Placa Arábica se move para o norte em relação à Placa Eurasiana, resultando em um movimento lateral que caracteriza os limites transformantes.</p><p>- <strong>Atividade Sísmica</strong>: A região é conhecida por sua atividade sísmica, com terremotos históricos registrados ao longo da falha. Por exemplo, o terremoto de 1927 causou danos significativos na área.</p><p>- <strong>Geografia Única</strong>: O Vale do Rift do Mar Morto, onde a falha está localizada, é uma das regiões mais baixas da Terra, com o Mar Morto sendo o ponto mais baixo da superfície terrestre. A falha também contribui para a formação de paisagens impressionantes e vales.</p><p>Esse exemplo ilustra como os limites transformantes podem ter impactos significativos na geografia e na atividade sísmica de uma região, mesmo que não sejam tão amplamente conhecidos como outros limites tectônicos. </p><p>Fontes: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://marsemfim.com.br/mar-morto-esta-secando-e-pode-ate-desaparecer/">https://marsemfim.com.br/mar-morto-esta-secando-e-pode-ate-desaparecer/</a> e GEMINI</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 22:05:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A Cordilheira de Zagros é uma cadeia montanhosa formada principalmente por processos tectônicos relacionados à colisão entre a Placa Arábica e a Placa Eurasiana - localizada no Irã.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3289544012</link>
         <description><![CDATA[<p>Maria Eduarda Fernandes de Andrade, turma: licenciatura em ciências biológicas 2024.2 </p><p>Um exemplo de limite convergente é a <strong>Cordilheira de Zagros</strong>, localizada no Irã. É uma cadeia montanhosa formada principalmente por processos tectônicos relacionados à colisão entre a Placa Arábica e a Placa Eurasiana. </p><p><strong>Colisão de Placas Tectônicas</strong>: </p><p>   - A formação da Cordilheira de Zagros é resultado da subducção da Placa Arábica sob a Placa Eurasiana. Esse movimento faz com que as rochas se deformem, resultando na elevação das montanhas.</p><p>   - A colisão entre essas placas gera uma intensa pressão e estresse nas rochas, levando à formação de falhas geológicas e dobras.</p><p><strong>Atividade Sísmica</strong>: </p><p>   - A região é geologicamente ativa, com frequentes terremotos devido à movimentação contínua das placas. Essa atividade sísmica está relacionada à liberação de energia acumulada nas falhas formadas por essa colisão.</p><p>   - As falhas geológicas na região são um indicativo da tensão acumulada entre as placas, e eventos sísmicos podem ocorrer quando essa tensão é liberada.</p><p><strong>Estruturas Geológicas</strong>:</p><p>   - A cordilheira apresenta uma variedade de estruturas geológicas, incluindo anticlinais (dobras para cima) e sinclinais (dobras para baixo), que são características comuns em áreas de compressão tectônica.</p><p>   - As rochas sedimentares que compõem a cordilheira foram depositadas ao longo dos milênios e foram posteriormente deformadas pela atividade tectônica.</p><p>Fontes: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.advisor.travel/poi/Cordilheira-de-Zagros-1051/photos">https://pt.advisor.travel/poi/Cordilheira-de-Zagros-1051/photos</a> é GEMINI</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 22:45:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dorsal do Índico, localizada no Oceano Índico - resultado do afastamento da Placa Indo-Australiana da Placa Africana e da Placa de Nazca.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3289553124</link>
         <description><![CDATA[<p>Maria Eduarda Fernandes de Andrade, turma: licenciatura em ciências biológicas 2024.2 </p><p>Um exemplo de um limite divergente é a <strong>Dorsal do Índico</strong>, que se localiza no Oceano Índico. Essa dorsal é menos famosa do que a Dorsal Mesoatlântica, mas desempenha um papel importante na tectônica de placas.</p><p><strong>Localização</strong>: A Dorsal do Índico se estende desde o Golfo de Aden até a Antártica, separando a Placa Indo-Australiana da Placa Africana e da Placa de Nazca.</p><p> <strong>Movimento das Placas Tectônicas</strong>: A crosta terrestre é dividida em várias placas tectônicas que flutuam sobre o manto terrestre. A Dorsal do Índico é o resultado do afastamento da Placa Indo-Australiana da Placa Africana e da Placa de Nazca.</p><p><strong>Atividade Magmática</strong>: À medida que essas placas se separam, o magma do manto ascende para preencher o espaço criado pela divergência. Esse magma se solidifica ao entrar em contato com a água do oceano, formando nova crosta oceânica.</p><p><strong>Expansão do Fundo Oceânico</strong>: Esse processo contínuo de formação de nova crosta resulta na expansão do fundo oceânico, que é uma característica comum em limites divergentes.</p><p><strong>Vulcanismo</strong>: As erupções vulcânicas ocorrem frequentemente ao longo da dorsal devido à pressão e ao calor gerados pela movimentação das placas e pela ascensão do magma.</p><p><strong>Sismos</strong>: O movimento das placas também pode causar terremotos, embora eles sejam geralmente menos intensos do que aqueles encontrados em limites onde as placas colidem (limites convergentes).</p><p>Fontes: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://gl.m.wikipedia.org/wiki/Dorsal_Central_do_%C3%8Dndico">https://gl.m.wikipedia.org/wiki/Dorsal_Central_do_%C3%8Dndico</a> e GEMINI</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-13 23:01:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Falha de Cascadia - O noroeste do Pacífico abriga a Zona de Subducção de Cascadia, uma fronteira tectônica de 1.300 km de extensão entre as placas oceânicas Juan de Fuca e Gorda a oeste e a placa continental da América do Norte a leste. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3289614496</link>
         <description><![CDATA[<p>Mariana Maria Coelho de Oliveira, turma licenciatura em ciências biológicas 2024.2 </p><p><br/></p><p>A <strong>Falha de Cascadia</strong> é um exemplo de <strong><em>limite convergente</em></strong>, localizada entre a região costeira do norte da Califórnia, Oregon, Washington e a província canadense da Colúmbia Britânica, estendendo-se por uma grande parte da costa do Pacífico. </p><p><strong>Colisão de Placas Tectônicas</strong>: Essa falha ocorre por conta da placa oceânica de Juan de Fuca está subduzindo sob a placa continental da América do Norte. Esse tipo de limite ocorre quando uma placa se move em direção à outra, causando intensa atividade sísmica e potencial para grandes terremotos.</p><p><strong>Atividade Sísmica</strong>: Com o tempo, tensões de atrito se acumulam ao longo dessas falhas, aumentando lentamente até que excedam a força da falha, resultando em um terremoto. Os terremotos da zona de subducção são os maiores da Terra, atingindo magnitudes acima de <strong>M</strong> 9, e são conhecidos por gerar grandes tsunamis. </p><p>Sua última atividade registrada foi em 1700, ocorreu um terremoto de magnitude 8.7 – 9.2. Esse terremoto causou um tsunami que atingiu a costa oeste da América do Norte e o Japão. </p><p>Por se tratar de um <strong>Megathrust </strong>(terremotos de grande magnitude que ocorre em uma zona de subducção) foi notado que a Falha de Cascadia não<strong> </strong>é somente uma estrutura única, estando na realidade segmentada em quatro seções, com cada uma delas potencialmente protegendo do movimento das outras.</p><p>Fontes: Fontes: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.usgs.gov/centers/pcmsc/science/cascadia-subduction-zone-marine-geohazards#overview">https://www.usgs.gov/centers/pcmsc/science/cascadia-subduction-zone-marine-geohazards#overview</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0012821X22004332">https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0012821X22004332</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-14 00:37:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Falha de San Andreas - A Falha de San Andreas (em português, Falha de Santo André) é uma das mais importantes falhas geológicas (ou falha tectônica) do planeta.

A San Andreas Fault, como é chamada em inglês, está localizada nos Estados Unidos, no estado da Califórnia, mais precisamente na porção oeste do país, zona onde estão três grandes e populosas cidades dos EUA: San Francisco, San Diego e Los Angeles</title>
         <author>macielesilva04</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3291191490</link>
         <description><![CDATA[<p>A Falha de San Andreas (limite transformante) corresponde a uma área de grande instabilidade, visto que ali há o encontro de duas placas tectônicas (a placa Norte-americana e a placa do Pacífico).</p><p>A placa Norte-americana todos os anos se desliza para o sudeste, enquanto placa do Pacífico se move para o noroeste.</p><p>É uma das maiores falhas do planeta com cerca de 1300 quilômetros de extensão. Representa um dos lugares com a maior atividade sísmica do mundo.</p><p>A movimentação natural dessas duas placas e o atrito que ocorre entre elas geraram a Falha de San Andreas ao longo de milhares de anos. No local, as placas tectônicas se deslocam tangencialmente e quando ocorre esse movimento, a região é atingida por um terremoto.</p><p><br/></p><p>Aluna: Maciele Marques Silva</p><p>Curso: Ciências Biológicas Licenciatura 2024.2</p><p><br/></p><p>fonte:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todamateria.com.br/falha-de-san-andreas/">https://www.todamateria.com.br/falha-de-san-andreas/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-14 23:06:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Falha de San Ramón</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3297799973</link>
         <description><![CDATA[<p>Localizado 5 quilômetros abaixo da superficie da terra a falha está entre os rios mapocho e maipo ao longo de toda frente da cidade de Santiago no Chile. Atravessando os municípios de Vitacura, Las Condes, La Reina, Peñalolén, La Florida e Puente Alto.</p><p>Representa a zona de subducção das placas de Nazca e da América Sul tornando uma região de limite de placas convergente </p><p>Assim a falha de san ramón é uma das principais motivos do alto nível de atividade císmica e vulcânica no chile sendo comuns abalos de 7 a 9 pontos na escala richter algo surpreendente comparáveis a países como japão que localiza-se entre três placas além de estar situado no círculo de fogo do pacífico.</p><p>Aluno: Jobson Gabriel da Silva Nascimento</p><p>Turma: Ciências Biológicas Licenciatura 2024.2</p><p>Referências:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://olivre.com.br/a-falha-de-san-ramon-e-os-riscos-para-os-paises-vizinhos">https://olivre.com.br/a-falha-de-san-ramon-e-os-riscos-para-os-paises-vizinhos</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.alltrails.com/pt-br/trilha/chile/santiago/mirador-falla-de-ramon-via-sendero-el-espino">https://www.alltrails.com/pt-br/trilha/chile/santiago/mirador-falla-de-ramon-via-sendero-el-espino</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-20 20:03:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Falha Setentrional da Anatólia ou Falha do Norte da Anatólia (em turco: Kuzey Anadolu Fay Hattı; sigla em inglês: NAF) é uma falha geológica do tipo transformante que corre ao longo do norte da Anatólia no limite entre as placas tectónicas Euro-Asiática e da Anatólia. </title>
         <author>jgvan</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3297804888</link>
         <description><![CDATA[<p>Estende-se para oeste numa extensão de cerca de 1000 km, desde a junção com a Falha Oriental da Anatólia, na junção tripla de Karliova, no leste da Turquia e prolonga-se até aos mares Egeu e de Mármara, passando a cerca de 20 km a sul de Istambul.</p><p><br/></p><p>         <strong>• Características</strong></p><p>A maior parte da Turquia situa-se sobre a microplaca tectónica da Anatólia, a qual é empurrada para ocidente pelas placas eurasiática e arábica. A falha setentrional da Anatólia corresponde ao escorregamento lateral, ao ritmo de cerca de 20 mm por ano, entre a placa eurasiática e a placa anatólia.</p><p><br/></p><p>A principal diferença em relação à Falha de Santo André é que a distribuição espacial das ruturas é muito aliatória, caracterizando-se a falha do norte da Anatólia por sequências de ruturas impressionantes.</p><p><br/></p><p>       • <strong>Maiores sismos ao longo da falha</strong></p><p>Desde o desastroso sismo de Erzincan de 1939, registaram-se sete sismos de magnitude superior a 7,0 na escala de Richter, cada um deles ocorrido em pontos progressivamente mais ocidentais. Os sismólogos que estudam este padrão acreditam que os sismos ocorrem em "tempestades" que duram algumas décadas e que uns sismos deflagram outros. Pela análise das pressões causadas ao longo da falha em cada terramoto, os cientistas foram capazes de prever o sismo que atingiu a cidade de İzmit de forma devastadora em agosto de 1999. Supõe-se que a série ainda não está completa e que se verificará brevemente um terramoto mais a oeste ao longo da falha, possivelmente na densamente povoada cidade de Istambul.</p><p><br/></p><p>  1. <strong>Aluno</strong>: José Gonçalves Viana de Albuquerque Neto</p><p>  2. <strong>Curso</strong>: Licenciatura em Ciências Biológicas</p><p>  3. <strong>Referência</strong>: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Falha_Setentrional_da_Anatólia</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-20 20:10:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>FALHA DO MONTE DENALI</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3297842230</link>
         <description><![CDATA[<p>Localização do Monte Denali e da Cordilheira do Alasca (Adaptado de: Nzeemin).</p><p><br/></p><p>O Monte Denali tem a maior altura entre as elevações da Terra com base acima do nível do mar. Embora ele tenha menor altitude que o Monte Everest, acaba suplantando-o em termos de altura porque a base do Everest tem uma altitude muito elevada.</p><p><br/></p><p>Denali foi escalado pela primeira vez em 1913. Seu topo foi alcançado por uma equipe de alpinistas liderada pelo padre episcopal, reformador social e alpinista britânico Hudson Stuck (1863-1920) e pelo guia de alpinismo norte-americano Henry Peter Karstens (1878-1955).</p><p><br/></p><p>O nome "denali" significa "o alto" em Koyukon, uma língua nativa tradicional do Alasca. Este nome foi usado pelos primeiros pesquisadores e naturalistas para identificar este monte. Porém, em 1896, um garimpeiro passou a chamar Denali de "Monte McKinley" em homenagem a William McKinley, um candidato presidencial dos EUA na época. McKinley foi eleito e mais tarde assassinado. Então, em 1917, o Congresso dos EUA, apesar da fraca vinculação deste político com o Alasca, reconheceu formalmente seu nome para identificar o Monte Denali. No entanto, em 2013, a Comissão de Energia e Recursos Naturais do Senado dos EUA decidiu renomear o Monte McKinley para Monte Denali definitivamente.</p><p><br/></p><p>Geologia do Monte Denali</p><p><br/></p><p>O Parque Nacional Denali revela que o Alasca é a parte geologicamente mais ativa dos EUA. Forças tectônicas enrugam seus terrenos produzindo a Cordilheira do Alasca, um arco que se alonga por mais de 960 km. Nela, o Monte Denali se destaca como o mais elevado dos seus picos.</p><p><br/></p><p>A Cordilheira do Alasca é constituída principalmente por rochas sedimentares e secundariamente por rochas ígneas. Ela resulta do soerguimento de rochas antigas que, além disto, sofreram intrusões de magma e fluxos vulcânicos. Tal soerguimento ocorreu no final do Mesozoico e no início do Terciário ao longo do seu eixo atual devido à subducção da placa do Pacífico sob a placa Norte-Americana.</p><p><br/></p><p>O Monte Denali foi incluído nesta movimentação há ~56 milhões de anos a partir da ruptura da crosta terrestre através da Falha Denali. O magma granítico solidificou em profundidade e, ao longo de milhões de anos, Denali foi sendo soerguido sob pressão entre as placas tectônicas. Simultaneamente, o material sedimentar que lhe cobria na superfície foi sendo erodido. Este soerguimento continua a uma taxa de ~1 mm/ano.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>O Monte Denali e a Cordilheira do Alasca (Foto: Lorenz King / JLU).</p><p><br/></p><p>A Falha Denali é uma falha transcorrente lateral direita que se estende do sudeste ao centro-sul do Alasca. Há indícios de deslocamentos pós-mesozoicos tardios de até 400 km. Em falhas transcorrentes como esta, curvaturas são concretizadas através de dobras do tipo Kink ou de flexões restritivas. Elas conseguem transferir o componente horizontal do movimento para um componente vertical, como aconteceu com o Monte Denali. A chamada Curvatura Denali se intensificou há 6 milhões de anos e persistiu alterando sua tendência de leste para o oeste</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Curso: Licenciatura em Ciências Biológicas 2024.2</p><p>Aluna: Nathallyne Victoria Da Silveira Gonçalves</p><p> Referências: /<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://education.nationalgeographic.org/resource/denali/">https://education.nationalgeographic.org/resource/denali/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-20 21:07:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Transformante</title>
         <author>ayohanavitoria</author>
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         <description><![CDATA[<p>No norte da Turquia, ocorre uma falha transformante (falhas geológicas que ocorrem quando blocos de rocha se movem lateralmente ou deslizam uns em relação aos outros.), esse limite tectônico une dorsais oceânicas segmentadas ou conecta limites diferentes dentro de uma mesma placa ou placas distintas. Limite esse, que tem o significado de transferir deslocamento e deformação entre as placas, conciliando a geometria da tectônica global. Quando a falha está ativa significa que, ao longo de seu volume, ocorre um acúmulo de energia a ser liberada. Uma das técnicas para esse acúmulo é a interação dos esforços gerados nos limites das placas tectônicas adjacentes e que se propagam para seus interiores. Esta energia, ao ser liberada, resulta na propagação de ondas sísmicas que fazem a crosta superior vibrar e se deformar, formando zonas de falhas. Os terremotos ocorrem durante o deslizamento de planos em zonas de falha. Se seus focos (locais onde a energia é liberada) forem rasos e próximos a áreas povoadas, podem ser catastróficos, principalmente ao atingir magnitudes maiores ou iguais a 6,0. Quando o foco ocorre em crosta oceânica, essa magnitude representa falhas que deslocam o assoalho oceânico, movimentando toda a massa d`água, resultando em tsunamis.</p><p><br/></p><p><strong>Referências:</strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://super.abril.com.br/coluna/deriva-continental/como-as-placas-tectonicas-explicam-os-terremotos-na-siria-e-turquia"><strong>https://super.abril.com.br/coluna/deriva-continental/como-as-placas-tectonicas-explicam-os-terremotos-na-siria-e-turquia</strong></a></p><p><br/></p><p>Curso: Licenciatura Ciências Biológicas 2024.2</p><p>Aluna: Ayohana Vitória Vieira da Silva</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3296421297/9d323decc476c58b30ad24c83a1c5800/image.png" />
         <pubDate>2025-01-22 00:15:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Divergente</title>
         <author>ayohanavitoria</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3299522494</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p> Conhecida como Triângulo de Afar, trata-se de uma região no leste da África localizada entre a Etiópia, Eritreia e a República do Djibouti, onde ocorre o encontro de três placas tectônicas, as quais estão se separando (limite de divergência, zona que duas ou mais placas tectônicas se afastam uma das outras) a um ritmo entre 1 e 2 centímetros por ano. Essa intensa atividade geológica acaba provocando um enorme estresse na crosta terrestre, ocasionando surgimento de fissuras, vulcões, escarpas (declive muito íngrime), falhas, fumarolas (fissuras no solo que expelem gases e vapores vulcânicos) e fontes termais.</p><p><br></p><p><strong>Referências</strong>:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.megacurioso.com.br/turismo-e-viagens/37352-depressao-de-afar-conheca-uma-das-paisagens-mais-surreais-do-planeta.htm">https://www.megacurioso.com.br/turismo-e-viagens/37352-depressao-de-afar-conheca-uma-das-paisagens-mais-surreais-do-planeta.htm</a></p><p><br></p><p><br></p><p>Curso: Licenciatura Ciências Biológicas 2024.2</p><p>Aluna: Ayohana Vitória Vieira da Silva</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3296421297/15300072885ebce275c7a4503917d800/image.png" />
         <pubDate>2025-01-22 00:17:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Convergente</title>
         <author>ayohanavitoria</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3299524403</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p> A colisão das placas Indiana e Eurasiática é o principal exemplo para a convergência entre placas. A Placa Eurasiática cavalga a Placa Indiana, mas a Índia e a Ásia mantêm-se flutuantes, criando uma espessura dupla da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://crosta.Al">crosta.Al</a>ém disso,a Índia que antes era uma ilha gigantesca como a Austrália passou a ser parte da Ásia devido ao fato da placa onde hoje se localiza a Índia ter se chocado com a placa Euroasiática. Nesse momento,  graças a esse choque que se deu a formação da cordilheira do Himalaia Com 8.849 metros de altura no seu ponto mais alto (o monte Everest), formando a cadeia montanhosa mais alta do mundo,a do Himalaia </p><p><br></p><p><strong>Referências:</strong></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://super.abril.com.br/ciencia/a-placa-tectonica-indiana-que-gerou-o-himalaia-esta-se-dividindo-em-duas"><strong>https://super.abril.com.br/ciencia/a-placa-tectonica-indiana-que-gerou-o-himalaia-esta-se-dividindo-em-duas</strong></a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infoescola.com/geografia/placas-tectonicas/">https://www.infoescola.com/geografia/placas-tectonicas/</a></p><p><br></p><p>Curso: Licenciatura Ciências Biológicas 2024.2</p><p>Aluna: Ayohana Vitória Vieira da Silva</p>]]></description>
         <enclosure url="https://super.abril.com.br/ciencia/a-placa-tectonica-indiana-que-gerou-o-himalaia-esta-se-dividindo-em-duas" />
         <pubDate>2025-01-22 00:19:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Convergente </title>
         <author>soareswanderson218</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3302389954</link>
         <description><![CDATA[<p>O arquipélago do Japão é resultado da convergência de várias placas tectônicas, incluindo a Placa do Pacífico, a Placa Norte-Americana e a Placa Eurasiana. O processo de subducção, onde uma placa é empurrada para baixo da outra, gera uma intensa atividade sísmica e vulcânica. Situado no Círculo de Fogo do Pacífico, o Japão enfrenta frequentemente terremotos e tsunamis, além de erupções vulcânicas que transformam continuamente sua geografia. Essa dinâmica geológica também leva à formação de novas ilhas, como demonstrado por erupções submarinas recentes.</p><p>Referências: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://marcosbau.com.br/geogeral/tectonica-das-placas/">http://marcosbau.com.br/geogeral/tectonica-das-placas/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pensargeo.wordpress.com/2011/03/12/japao-esta-localizado-entre-tres-placas-tectonicas/">https://pensargeo.wordpress.com/2011/03/12/japao-esta-localizado-entre-tres-placas-tectonicas/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://civilizacaoengenheira.wordpress.com/2020/11/17/a-tecnologia-anti-sismica-no-japao/">https://civilizacaoengenheira.wordpress.com/2020/11/17/a-tecnologia-anti-sismica-no-japao/</a></p><p><br></p><p>Discente: Wanderson dos Santos Soares</p><p>Matrícula: 20240014868</p><p>Curso: Ciências Biológicas </p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3306481858/26366da9271f021f731a264248fe48f9/Japan_topo_en.jpg" />
         <pubDate>2025-01-23 19:45:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Divergente</title>
         <author>soareswanderson218</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3302392002</link>
         <description><![CDATA[<p>A&nbsp;Dorsal do Pacífico Oriental&nbsp;é uma cordilheira meso-oceânica que se estende ao longo do fundo do Oceano Pacífico, separando a Placa do Pacífico da Placa Nazca. Essa estrutura representa um limite de placas tectônicas divergentes, onde o magma ascende e dá origem a nova crosta oceânica. Esse processo resulta em significativa atividade sísmica e vulcânica, além de criar fontes hidrotermais conhecidas como "fumantes negros", que sustentam ecossistemas marinhos únicos. A dorsal é uma das regiões de expansão mais rápidas do sistema global de dorsais meso-oceânicas.</p><p>Referências:</p><p> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dorsal_do_Pac%C3%ADfico_Leste">https://pt.wikipedia.org/wiki/Dorsal_do_Pac%C3%ADfico_Leste</a></p><p> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.oceanopedia.com.br/l/dorsais-meso-oceanicas/">https://www.oceanopedia.com.br/l/dorsais-meso-oceanicas/</a></p><p> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/dorsais-oceanicas.htm">https://brasilescola.uol.com.br/geografia/dorsais-oceanicas.htm</a></p><p><br></p><p>Discente: Wanderson dos Santos Soares </p><p>Matrícula: 20240014868</p><p>Curso: Ciências Biológicas </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-23 19:47:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Transformante</title>
         <author>soareswanderson218</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3302394588</link>
         <description><![CDATA[<p>A&nbsp;Falha de San Andreas&nbsp;é uma relevante falha geológica localizada na Califórnia, estendendo-se por cerca de 1.300 km. Ela representa o limite transformante entre a Placa Norte-Americana e a Placa do Pacífico, onde essas placas se movem lateralmente uma em relação à outra. Essa dinâmica gera uma intensa atividade sísmica e é responsável por grandes terremotos, como o devastador de 1906 em São Francisco, que teve uma magnitude de 8 e causou aproximadamente 3.000 mortes. A possibilidade de um futuro grande terremoto, conhecido como "Big One", é uma preocupação para os especialistas, pois a energia acumulada na falha pode resultar em um evento catastrófico.</p><p>Referências:</p><p> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todamateria.com.br/falha-de-san-andreas/">https://www.todamateria.com.br/falha-de-san-andreas/</a></p><p> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.jovemexplorador.iag.usp.br/?p=blog_san+andreas">http://www.jovemexplorador.iag.usp.br/?p=blog_san+andreas</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/falha-san-andreas.htm">https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/falha-san-andreas.htm</a></p><p> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.minasjr.com.br/a-temivel-falha-de-san-andreas/">https://www.minasjr.com.br/a-temivel-falha-de-san-andreas/</a> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bbc.com/portuguese/internacional-48894615">https://www.bbc.com/portuguese/internacional-48894615</a></p><p><br></p><p>Discente: Wanderson dos Santos Soares </p><p>Matrícula: 20240014868</p><p>Curso: Ciências Biológicas </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-23 19:50:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3302394588</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tipos de limites tectônicos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3309846475</link>
         <description><![CDATA[<p>De acordo com a <em>National Geographic</em>, o movimento das placas tectônicas cria três tipos de limites tectônicos:</p><ol><li><p><strong>Limite Convergente</strong>: As placas se movem uma em direção à outra.</p></li><li><p><strong>Limite Divergente</strong>: As placas se afastam uma da outra.</p></li><li><p><strong>Limite Transformante</strong>: As placas se movem lateralmente, em direções opostas.</p></li></ol><p><strong>Pontos Quentes</strong>: Regiões da crosta terrestre onde o calor do manto provoca atividade vulcânica.</p><p>A imagem acima ilustra os tipos de movimentos das placas tectônicas, incluindo as zonas de subducção e vulcões.</p><p><strong>Fontes:</strong></p><ul><li><p>National Geographic: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.nationalgeographic.com/science/article/plate-tectonics">https://www.nationalgeographic.com/science/article/plate-tectonics</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://cdn.britannica.com/53/4953-050-E6291658/subduction-zones-Stratovolcanoes-Earth-plate-margins-activity.jpg">Imagem: https://cdn.britannica.com/53/4953-050-E6291658/subduction-zones-Stratovolcanoes-Earth-plate-margins-activity.jpg</a></p><p><br></p></li></ul><p>Curso: Ciências Biológicas&nbsp;</p><p>Discente: mickaelle teotônio ramos&nbsp;</p><p>Matrícula: 20240014840</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-30 14:20:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vulcão Whakaari / Ilha Branca</title>
         <author>juliana_patricio</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3310117807</link>
         <description><![CDATA[<p>É um vulcão localizado na Baía de Plenty. Encontra-se no <strong>círculo de fogo</strong>, no <strong><em>limite convergente</em></strong> entre a <strong>placa australiana</strong> e a <strong>placa do pacífico</strong>, e é o cone vulcânico mais ativo da Nova Zelândia. A ilha cobre uma área de aproximadamente 325 hectares, mas corresponde a apenas 30% da massa do vulcão - o resto encontra-se submerso no oceano. O cone foi formado por contínua atividade vulcânica nos últimos 150 mil anos. Atualmente, a Ilha Branca é propriedade privada e serve de destino para muitos turistas e estudiosos. Em <strong>dezembro de 2019</strong>, o vulcão entrou em erupção e tirou a vida de 22 pessoas.</p><p><br/></p><p>O limite entre a placa australiana e a placa do pacífico é alvo de constantes abalos sísmicos e abriga vários vulcões, como Ruapehu, Monte Taranaki e Tofua.</p><p><br/></p><p><em>Referências:</em></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.geonet.org.nz/about/volcano/whiteisland">https://www.geonet.org.nz/about/volcano/whiteisland</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.painelglobal.com.br/relatorio_vulcanico.php?t=Ultimas_informacoes_sobre_o_vulcao_Whakaari/White_Island">https://www.painelglobal.com.br/relatorio_vulcanico.php?t=Ultimas_informacoes_sobre_o_vulcao_Whakaari/White_Island</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.painelglobal.com.br/#gsc.tab=0">https://www.painelglobal.com.br/#gsc.tab=0</a></p><p><br/></p><p>Discente: Juliana Alves Patrício Lourenço</p><p>Matrícula: 20240013207</p><p>Turma da quarta (Turma 2) - Bacharel Ciências Biológicas</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-30 17:19:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Limite Convergente </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3310443546</link>
         <description><![CDATA[<p>As Ilhas Aleútes, Aleútas ou Aleutas são um arquipélago de ilhas vulcânicas, situadas junto à costa Noroeste dos Estados Unidos da América, que se afiguram como um prolongamento da península do Alasca para o sudoeste, assumindo uma configuração em forma de arco. O território pertence aos Estados Unidos da América.</p><p><br/></p><p>A maioria das Ilhas Aleutas pertence ao estado do Alasca, mas algumas pertencem à divisão federal do krai de Kamtchatka.</p><p><br/></p><p>Banhadas a norte pelo Mar de Bering e a sul pelo Oceano Pacífico, distribuem-se em cinco grupos principais que, de Leste a Oeste, recebem as designações de ilhas Foz, ilhas Four Mountains, ilhas Andreanof, ilhas Rat e ilhas Near.</p><p><br/></p><p>Nas suas cavernas foram encontrados corpos congelados dos antigos aleútes, povo que habitou as ilhas há séculos e que ainda possui alguns descendentes vivos na região. Estranhamente, a maior parte dos corpos era de mulheres.</p><p><br/></p><p>Este tipo de ilhas em arco é formado pela colisão entre duas placas oceânicas. Neste caso, dá-se subducção da placa do Pacífico Norte sob a placa norte-americana. Este tipo de colisão entre placas é um exemplo de limite convergente (ou destrutivo) de placas litosféricas.</p><p>Fonte:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.google.com/url?sa=t&amp;source=web&amp;rct=j&amp;opi=89978449&amp;url=https://animalia.bio/pt/aleutian-is%3Fpage%3D1&amp;ved=2ahUKEwiIpZLhwZ6LAxXxALkGHVzyLuwQFnoFCIMBEAE&amp;usg=AOvVaw1n_Sf8XYhbW2aklLT88zH7">https://www.google.com/url?sa=t&amp;source=web&amp;rct=j&amp;opi=89978449&amp;url=https://animalia.bio/pt/aleutian-is%3Fpage%3D1&amp;ved=2ahUKEwiIpZLhwZ6LAxXxALkGHVzyLuwQFnoFCIMBEAE&amp;usg=AOvVaw1n_Sf8XYhbW2aklLT88zH7</a></p><p>Discente: João Henrique Trajano Ferreira </p><p>Matrícula: 20240015005</p><p>Curso: Licenciatura em Ciências biológicas </p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3339882000/ddf0c4c2cb651920597d6174291d1e36/17382772062182327542393121939500.jpg" />
         <pubDate>2025-01-30 22:50:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Arquipélago do Japão: um arco insular no Pacífico</title>
         <author>dailainara</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3310521781</link>
         <description><![CDATA[<p>Os arcos insulares se formam quando duas placas oceânicas convergem e o magma resultante da fusão da placa subduzida emerge e forma ilhas dispostas em arcos. O Japão, país localizado no encontro entre as placas da Filipinas, Eurásia, Norte-americana e do Pacífico, tem essa origem.</p><p>Acredita-se que o território japonês começou a se formar há 750 milhões de anos com a quebra do supercontinente Rodínia. Após 250 milhões de anos, o Paleo-Pacífico começou a subduzir sob o Paleo-Ásia, o que resultou em um arquipélago localizado em uma zona de margem continental ativa - e tem sido assim por mais de 500 milhões de anos.</p><p>Devido à localização, o Japão apresenta diversas formações geológicas, como vulcões, montanhas e falhas, além de atividades como terremotos, dobramentos, plutonismo e acreção de sedimentos.</p><p><br/></p><p>Referências: </p><p>WICANDER, Reed; MONROE, James S. <strong>Fundamentos de Geología</strong>. 2. ed. México: International Thomson Editores, 1999.<br></p><p>CHAKRABORTY, Abhik. et al. <strong>Natural Heritage of Japan</strong>: Geological, Geomorphological, and Ecological Aspects. 1st. Springer International Publishing, 2018. Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://link.springer.com/chapter/10.1007/978-3-319-61896-8_3">https://link.springer.com/chapter/10.1007/978-3-319-61896-8_3</a>&gt;. Acesso em: 30 jan. 2025.</p><p><br/></p><p>Discente: Daila Inara Alves da Silva Marinho</p><p>Matrícula: 20240013904</p><p>Curso: Ciências Biológicas - Bacharelado (Turma da quarta)</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-31 00:47:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fossa das Marianas</title>
         <author>beatrizflcosta</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3310573025</link>
         <description><![CDATA[<p>Beatriz Leão, Fundamentos de Geologia - sexta, 2024.2. </p><p><br/></p><p>Localizada no Oceano Pacífico, a leste das Ilhas Marianas, essa fossa marca a fronteira entre as placas tectônicas do Pacífico e das Filipinas. É considerada a região mais profunda dos oceanos.</p><p><br/></p><p><strong>Formação</strong></p><p>Segundo a National Geographic, as zonas de subducção se formam quando uma parte do fundo oceânico é forçada para baixo de outra. No caso da Fossa das Marianas, a placa do Pacífico se desloca sob a placa das Filipinas, um processo característico dos <mark>limites convergentes</mark> das placas tectônicas. Embora, nas profundezas da Terra, esse movimento ocorra quase verticalmente, no leito oceânico ele se dá em um ângulo menos acentuado.</p><p>A grande profundidade da fossa se deve, em parte, à idade avançada do fundo marinho na região, que tem cerca de 180 milhões de anos. Além disso, a Fossa das Marianas está distante de desembocaduras de rios, que normalmente transportam sedimentos para o oceano, impedindo o acúmulo de lama no local.</p><p><br/></p><p>Fontes:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://assojuris.org.br/curiosidades/fossa-das-marianas-o-ponto-mais-profundo-da-terra/">https://assojuris.org.br/curiosidades/fossa-das-marianas-o-ponto-mais-profundo-da-terra/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://marsemfim.com.br/fossa-das-marianas-11-mil-metros-e-a-vida-marinha/">https://marsemfim.com.br/fossa-das-marianas-11-mil-metros-e-a-vida-marinha/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.tecmundo.com.br/ciencia/212108-engenheiros-criam-robo-resistente-fossa-marianas.htm">https://www.tecmundo.com.br/ciencia/212108-engenheiros-criam-robo-resistente-fossa-marianas.htm</a></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3340440205/45ddcacc457c6d6c8c60735d73b29d9e/03184125749404.webp" />
         <pubDate>2025-01-31 01:54:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Falha Setentrional da Anatólia</title>
         <author>joaoviccctor</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3310578094</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong>Falha Setentrional da Anatólia, que recentemente ganhou destaque pelos terremotos que ocorreram na Síria e em parte da Turquia, é uma falha do tipo transformante que envolve as placas Eurasiática e a de Anatólia, mas quem determina o movimento é a placa Arábica. </strong></p><p><br/></p><p><strong>É frequente ocorrer terremotos que medem mais de 7.0 da escala Richter. Os terremotos com maior destaque são os de 1939, a de 1999, e a de 2023, nas quais todas resultaram em diversas mortes e ferimentos.</strong></p><p><br/></p><p><strong>Atualmente há uma preocupação com o deslocamento da placa, já que ela está se movendo em direção a Istanbul, capital da Turquia. Ela está a 20 km da placa, atualmente, mas há já terremos no qual ela está sendo afetada.</strong></p><p><br/></p><p><strong>Fonte: </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.geolsoc.org.uk/Policy-and-Media/Outreach/Plate-Tectonic-Stories/Great-Glen-Fault/North-Anatolian-Fault"><strong>https://www.geolsoc.org.uk/Policy-and-Media/Outreach/Plate-Tectonic-Stories/Great-Glen-Fault/North-Anatolian-Fault</strong></a></p><p><br/></p><p><strong>Discente: João Victor Lopes Fernandes</strong></p><p><strong>Matrícula: 20240013646   </strong></p><p><strong>Turma da quarta-feira de tarde, Bacharel Ciências Biológicas  </strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-31 02:01:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Falha de Fairweather -Queen Charlotte - Falha do Alasca.  </title>
         <author>janainadecarvalho1105</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3310696003</link>
         <description><![CDATA[<p>A falha de Fairweather -Queen Charlotte é composta por de duas falhas tectônicas: Falha Fairweather e a Falha Queen Charlotte que estão localizadas em diferentes regiões mas fazem parte do mesmo sistema de limite transformante, que se estende do sul do Alasca até o noroeste do Canadá. Ambas as falhas são componentes de uma grande zona de falha transformante entre a Placa do Pacífico e a Placa Norte-Americana.</p><p><br/></p><ul><li><p>Os limites transformantes são caracterizados quando duas placas tectônicas se movem em paralelo, deslizando uma ao lado da outra; este movimento acaba por gerar tensões ao longo da falha. </p><p><br/></p></li></ul><p>A Falha de Fairweather -Queen Charlotte é semelhante à Falha de San Andreas, na Califórnia, pois ambas têm os mesmos sentidos de movimento.</p><p><br/></p><p><strong><em> Atividades sísmicas da Falha de Fairweather:</em></strong></p><p><br/></p><p>A região do Alasca é uma das mais ativas do mundo em termos de atividade sísmica, e a Falha de Fairweather é uma das principais responsáveis; A mesma é conhecida por gerar terremotos significativos pois o movimento das placas ao longo desta falha podem provocar rupturas na crosta terrestre. Embora as placas estejam deslizando umas sobre as outras no ritmo aparentemente lento de cerca de 50 milímetros por ano, o impacto desse movimento em um único evento pode ser tremendo.</p><p> Somente durante o último século, este sistema de falhas gerou seis terremotos massivos de magnitude 7 ou maior. Um desses terremotos, ocorrido em 1958, desencadeou um tsunami de 1700 pés de altura na Baía de Lituya. Este terremoto de magnitude 7,8 causou até 21 pés de movimento horizontal e até 3 pés de movimento vertical e foi sentido tão ao sul quanto Seattle, Washington.</p><p><br/></p><p>A falha Fairweather é visível em terra por cerca de 170 milhas de Cross Sound até sua junção com a falha de St. Elias perto da Baía de Yakutat. O traço da falha Fairweather é marcado por uma trincheira topográfica que ao longo de alguns segmentos da falha tem mais de meia milha de largura. </p><p>A Falha de Fairweather também é responsável por muitos pequenos tremores diários que são monitorados constantemente pelos sismógrafos da região.</p><p><br/></p><p>Embora a falha de Fairweather seja responsável por terremotos, o movimento lateral das placas não resulta em grandes deformações no terreno visíveis ao longo de grandes distâncias (como é o caso de limites convergentes ou divergentes). No entanto, a atividade sísmica pode ter um grande impacto em comunidades costeiras do Alasca, afetando construções, infraestrutura e até mesmo gerando tsunamis quando os terremotos são muito fortes.</p><p><br/></p><ul><li><p>Curiosidade Extra: O Alasca possui uma das redes de monitoramento sísmico mais avançadas do mundo, devido à alta atividade sísmica da área. </p></li></ul><p><br/></p><p>Fontes:</p><ul><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www-nps-gov.translate.goog/glba/learn/nature/fairweather-queen-charlotte-fault.htm?_x_tr_sl=en&amp;_x_tr_tl=pt&amp;_x_tr_hl=pt&amp;_x_tr_pto=sge#:~:text=A%20falha%20Fairweather%20%C3%A9%20semelhante,de%20meia%20milha%20de%20largura">https://www-nps-gov.translate.goog/glba/learn/nature/fairweather-queen-charlotte-fault.htm?_x_tr_sl=en&amp;_x_tr_tl=pt&amp;_x_tr_hl=pt&amp;_x_tr_pto=sge#:~:text=A%20falha%20Fairweather%20%C3%A9%20semelhante,de%20meia%20milha%20de%20largura</a>.</p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.researchgate.net/publication/349508102/figure/fig1/AS:994179056431108@1614042166842/Fairweather-fault-tectonic-setting-southeastern-Alaska-USA-along-the-Yakutat-North.png">https://www.researchgate.net/publication/349508102/figure/fig1/AS:994179056431108@1614042166842/Fairweather-fault-tectonic-setting-southeastern-Alaska-USA-along-the-Yakutat-North.png</a></p></li></ul><p><br/></p><p>Curso: Licenciatura em Ciências Biológicas</p><p>discente: Janaína de Carvalho Silveira </p><p>Matrícula: 20240103251</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-31 04:32:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Placas da Anatólia e Eusaria </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3310991682</link>
         <description><![CDATA[<p>A placa Euroasiática (ou placa Eurasiática) é uma das nove principais placas tectónicas em que é dividida a litosfera terrestre, ocupando uma área de aproximadamente 67 800 000 km2, o que corresponde a 1,1963 esterorradianos, sendo por isso a terceira em extensão a nível planetário. Compreende grande parte da Eurásia, com exceção do Subcontinente Indiano, da Península Arábica e da parte da Sibéria a Este da cordilheira Verkhoyansk. Está separada da placa Norte-Americana pela cordilheira submarina designada por dorsal Meso-Atlântica.</p><p><br/></p><p>Placa Euroasiática Ocidental – Nela, estão localizados o continente europeu e o oeste da Ásia. Sua extensão é de 60 milhões de quilômetros quadrados. Placa Euroásiatica Oriental – Com área total de 40 milhões de quilômetros quadrados, esse bloco abriga o continente asiático.</p><p><br/></p><p>fontes: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Placa_eurasi%C3%A1tica">https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Placa_eurasi%C3%A1tica</a></p><p><br/></p><p>fontes: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/as-principais-placas-tectonicas.htm">https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/as-principais-placas-tectonicas.htm</a></p><p><br/></p><p>Nome: Maciele Marques Silva</p><p>Matricula: 20240014680</p><p>Curso: Ciências Biológicas </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-31 10:46:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Limite Divergente</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3311747495</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O Mar Vermelho é delimitado pelos limites divergentes de duas placas tectônicas. </strong>A placa tectônica do norte da Arábia está se afastando da placa Núbia do Egito há 30 milhões de anos.</p><p>O Red Sea Rift faz parte do sistema Dead Sea Transform Fault. As placas estão deslizando uma pela outra perto do Mar Morto, de modo que nessa área as placas têm limites de falha de transformação. No entanto, no Mar Vermelho, as placas estão se separando a uma taxa de cerca de um centímetro por ano. Limites de placas divergentes criam vales em fendas. Outros vales de fenda perto do Mar Vermelho incluem o Rift da África Oriental ao longo das placas tectônicas da Núbia e da Somália e o Rift da Etiópia, que cruza o Rift do Mar Vermelho.</p><p><br/></p><p><strong>Limites de Placas Divergentes</strong>: ocorrem onde as placas se afastam umas das outras. O magma sobe do manto e cria uma nova crosta à medida que esfria e solidifica. Esse processo é chamado de expansão do fundo do mar e resulta na formação de cordilheiras oceânicas. Limites divergentes também ocorrem em terra, onde criam vales rifte. Exemplos de limites divergentes incluem a Cordilheira do Meio-Atlântico e a Zona do Rift da África Oriental.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bing.com/ck/a?!&amp;&amp;p=fe100324baa1450492528b3d49df87de8c34087b91692a56a5edca692edde41dJmltdHM9MTczODI4MTYwMA&amp;ptn=3&amp;ver=2&amp;hsh=4&amp;fclid=3ec88fa3-f697-6cae-0536-9a89f7c66d04&amp;psq=tipos+de+limites+divergentes&amp;u=a1aHR0cHM6Ly9wdC5nZW9sb2d5c2NpZW5jZS5jb20vZ2VvbG9naWEvcGxhY2FzLXRlY3QlQzMlQjRuaWNhcy8&amp;ntb=1">FONTES: https://www.bing.com/ck/a?!&amp;&amp;p=fe100324baa1450492528b3d49df87de8c34087b91692a56a5edca692edde41dJmltdHM9MTczODI4MTYwMA&amp;ptn=3&amp;ver=2&amp;hsh=4&amp;fclid=3ec88fa3-f697-6cae-0536-9a89f7c66d04&amp;psq=tipos+de+limites+divergentes&amp;u=a1aHR0cHM6Ly9wdC5nZW9sb2d5c2NpZW5jZS5jb20vZ2VvbG9naWEvcGxhY2FzLXRlY3QlQzMlQjRuaWNhcy8&amp;ntb=1</a></p><p><br/></p><p>Discente: Jislayne Cristina De Carvalho Duarte </p><p>Matrícula: 20240015201</p><p>Ciências Biológicas- Licenciatura </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-01 00:23:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Um dos vulcões mais perigosos da África-O Monte Nyiragongo </title>
         <author>liviacristinavlima</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3311988065</link>
         <description><![CDATA[<p>O Monte Nyiragongo é um estratovulcão ativo nas Montanhas Virunga, associado com o Grande Vale do Rift. Está localizado na República Democrática do Congo, a 20 km a norte da cidade de Goma e do Lago Kivu, e a 11 km a oeste da fronteira República Democrática do Congo-Ruanda. A cratera principal está localizada a 250 m de profundidade, a dois quilômetros da borda do vulcão e às vezes contém lagos de lava. O Nyiragongo e o vulcão próximo Nyamuragira são juntos responsáveis por 40% das erupções vulcânicas históricas da África.</p><p>O Nyiragongo, cujo pico fica a quase 3,5 mil metros acima do Parque Nacional de Virunga, na RDC, deve sua existência a dois fatores. Um deles é a fragmentação geológica gradual da África Oriental. Uma faixa de terra entre o Mar Vermelho e Moçambique está se separando alguns centímetros a cada década: a placa núbia se desloca a noroeste e a placa somali, a sudeste, em direções opostas(limite divergente). Essa divisão tectônica é conhecida como Fenda da África Oriental.</p><p>A reputação mortal de Nyiragongo se deve a uma conjunção de fatores. Devido às complexidades geológicas da região, sua lava é notavelmente fluida, capaz de se deslocar a cerca de 60 quilômetros por hora. As erupções também podem emitir grandes quantidades do gás letal dióxido de carbono na atmosfera. É extremamente preocupante, já que milhões vivem nas proximidades do vulcão.</p><p>Fontes:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://tripomatic.com/pt/poi/monte-nyiragongo-poi:8437024">https://tripomatic.com/pt/poi/monte-nyiragongo-poi:8437024</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2021/06/um-dos-vulcoes-mais-perigosos-da-africa-o-monte-nyiragongo-entrou-em-erupcao">https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2021/06/um-dos-vulcoes-mais-perigosos-da-africa-o-monte-nyiragongo-entrou-em-erupcao</a></p><p><br/></p><p>Discente:Lívia Cristina Velozo de Lima </p><p>Matrícula:20240103117</p><p>Curso: Ciências Biológicas-Bacharelado(turma da quarta)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-01 13:47:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3311988065</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A depressão de Afar</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3312077441</link>
         <description><![CDATA[<p>A Depressão de Afar, também conhecida como Triângulo de Afar, é uma depressão localizada na África Oriental, na junção do Grande Vale do Rifte, do mar Vermelho e do golfo de Adem. </p><p>A Depressão de Afar é um dos locais mais inóspitos do planeta. É conhecida por ter condições extremas, como lagoas com água ácida, vulcões e fontes de magma. </p><p>Características:</p><p>A depressão está abaixo do nível do mar;</p><p>É uma região com atividade vulcânica;</p><p>Possui fontes de magma;</p><p>Possui lagoas com água ácida;</p><p>É um local de estudo para pesquisadores que procuram entender a origem da vida;</p><p>Atrações:</p><p>Vulcão Erta Ale, que possui um dos seis lagos de lava ativos do mundo;</p><p>Lago Karum, que possui alta salinidade;</p><p>Dallol, que possui fontes ardentes com cores brilhantes;</p><p>Importância:</p><p>O paleoantropólogo Donald Johanson descobriu o fóssil "Lucy" na Depressão de Danakil em 1974;</p><p>A região é estudada por pesquisadores que buscam entender a origem da vida.</p><p><br/></p><p>Referências:  <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tri%C3%A2ngulo_de_Afar">https://pt.wikipedia.org/wiki/Tri%C3%A2ngulo_de_Afar</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bbc.com/portuguese/curiosidades/2016/05/160502_deserto_vida_tg">https://www.bbc.com/portuguese/curiosidades/2016/05/160502_deserto_vida_tg</a></p><p><br/></p><p>Discente: Mariane Pontes Cabral Pereira</p><p>Matrícula: 20240013940</p><p>Curso: Ciências Biológicas - Bacharelado (turma da quarta-feira)</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-01 16:43:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ilha vulcânica de Nishinoshima no Japão – Não levou milhares de anos para se formar. Bastou 3 anos - Limite Convergente</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3312307108</link>
         <description><![CDATA[<p>A ilha vulcânica de Nishinoshima surgiu em novembro de 2013 no arquipélago de Ogasawara situado cerca de mil quilômetros ao sul de Tóquio, capital do Japão, quase no centro do Oceano Pacífico, a partir de uma erupção vulcânica em um pequeno afloramento de pedras. Expeliu lava e cinzas por vários meses criando massa de terra que se expandiu até se fundir à desabitada ilhota de Nishinoshima, recebendo esse nome em definitivo. Em outubro de 2016 já era uma ilha com quase 3 quilômetros quadrados de extensão, cercada de vegetação, com uma cratera em seu centro. No ano de 2020 voltou a crescer com novas erupções, expandindo-se em torno de 150 metros em menos de 15 dias, entre 19 de Junho e 3 de Julho daquele ano.</p><p><br/></p><p>O arquipélago do Japão está situado ao longo de zonas de subducção sendo afetado por limites de placas convergentes. Localiza-se próximo ao contato entre 4 placas tectônicas (Filipinas, Pacífico, Euroasiática e Norte-Americana), fica em grande parte situado em cima da Microplaca Okhotsk, que integra a Placa Norte-Americana, estando a Placa do Pacífico afundando sob o oeste da Placa Norte-Americana. Em consequência o relevo japonês é constituído por cadeias montanhosas, há elevada instabilidade tectônica, e o vulcanismo é muito ativo (o país possui mais de 100 vulcões ativos), pois ele integra a região conhecida como Círculo de Fogo do Pacífico (ou Anel de Fogo do Pacífico), área com maior concentração de vulcões do mundo e com maior atividade sísmica do planeta, sendo uma zona formada no fundo do oceano por uma grande série de arcos vulcânicos e fossas oceânicas.</p><p><br/></p><p>FONTES:</p><p><br/></p><p>1) <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundo-nipo.com/ciencia-e-bem-estar/27/10/2016/pesquisadores-exploram-ilha-vulcanica-recem-formada-ao-sul-de-toquio/">https://mundo-nipo.com/ciencia-e-bem-estar/27/10/2016/pesquisadores-exploram-ilha-vulcanica-recem-formada-ao-sul-de-toquio/</a></p><p><br/></p><p>2) <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.tempo.com/noticias/actualidade/ilha-vulcanica-japonesa-volta-a-crescer.html">https://www.tempo.com/noticias/actualidade/ilha-vulcanica-japonesa-volta-a-crescer.html</a></p><p><br/></p><p>3) <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/entenda-por-que-ocorrem-tantos-terremotos-no-japao/#:~:text=No%20caso%20do%20Jap%C3%A3o%2C%20a,do%20Smithsonian%2C%20nos%20Estados%20Unidos">https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/entenda-por-que-ocorrem-tantos-terremotos-no-japao/#:~:text=No%20caso%20do%20Jap%C3%A3o%2C%20a,do%20Smithsonian%2C%20nos%20Estados%20Unidos</a>.</p><p><br/></p><p>4) <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/japao-se-prepara-para-um-terremoto-que-acontece-uma-vez-por-seculo-e-necessario/">https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/japao-se-prepara-para-um-terremoto-que-acontece-uma-vez-por-seculo-e-necessario/</a></p><p><br/></p><p>5) <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/japao/geografia-japao.htm#:~:text=Ainda%20com%20rela%C3%A7%C3%A3o%20%C3%A0s%20quest%C3%B5es,e%20Placa%20Norte%2DAmericana">https://brasilescola.uol.com.br/japao/geografia-japao.htm#:~:text=Ainda%20com%20rela%C3%A7%C3%A3o%20%C3%A0s%20quest%C3%B5es,e%20Placa%20Norte%2DAmericana</a>).</p><p><br/></p><p>6) <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/japao/o-terremoto-no-japao.htm">https://brasilescola.uol.com.br/japao/o-terremoto-no-japao.htm</a></p><p><br/></p><p>Aluna: Denise de Andrade Parahyba Freire</p><p>Matrícula: 20240140676</p><p>Turma: Quarta-Feira (Turma 02)</p><p>Curso: Bacharelado em Ciências Biológicas</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3349270720/e1ebbb9727b836f93dbf4f2ec570e434/Ilha_vulc_nica_japonesa___Sequ_ncia_de_fotos.jpg" />
         <pubDate>2025-02-02 05:39:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Falhas geológicas na Turquia e Síria </title>
         <author>mariaeduardasilvasantos</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3312733628</link>
         <description><![CDATA[<p>Limites transcorrentes - Este tipo de falha acontece quando dois blocos passam um pelo outro horizontalmente.</p><p>As falhas transcorrentes são geralmente verticais, às vezes estendendo-se de 15 a 20 quilômetros de profundidade.</p><p><br/></p><p>A placa da Anatólia é uma placa tectônica continental que abrange a maior parte do território da Turquia. Ela faz fronteira com as placas Arábica, Africana, Helênica e Euroasiática. </p><p><br/></p><p>A placa da Anatólia é mais jovem do que as placas que a rodeiam, sendo as suas rochas mais recentes do que as das placas vizinhas. A sua constituição é o resultado da colagem de arcos de ilhas e mini continentes que começou há 70-50 milhões de anos. </p><p><br/></p><p>A placa da Anatólia é responsável por terremotos na Turquia, devido ao choque com as placas Arábica e Euroasiática. A Turquia é um dos países com maior atividade sísmica da região do Mediterrâneo. </p><p><br/></p><p>A placa da Anatólia possui duas grandes falhas geológicas: a Falha Setentrional da Anatólia e a Falha Oriental da Anatólia. Essas falhas são resultado do movimento das placas tectônicas umas contra as outras. </p><p><br/></p><p>Fontes : </p><p><br/></p><p>( <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2023/02/como-as-falhas-geologicas-da-turquia-causam-terremotos-devastadores-na-regiao.shtml#:~:text=O%20volume%20expressivo%20se%20deve,parte%20do%20territ%C3%B3rio%20do%20pa%C3%ADs.&amp;text=O%20tremor%20de%20magnitude%207,da%20Anat%C3%B3lia%20e%20da%20Eur%C3%A1sia.&amp;text=O%20terremoto%20de%20magnitude%207,mil%20pessoas%20mortas%20na%20Turquia">https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2023/02/como-as-falhas-geologicas-da-turquia-causam-terremotos-devastadores-na-regiao.shtml#:~:text=O%20volume%20expressivo%20se%20deve,parte%20do%20territ%C3%B3rio%20do%20pa%C3%ADs.&amp;text=O%20tremor%20de%20magnitude%207,da%20Anat%C3%B3lia%20e%20da%20Eur%C3%A1sia.&amp;text=O%20terremoto%20de%20magnitude%207,mil%20pessoas%20mortas%20na%20Turquia</a>. ) </p><p><br/></p><p>( <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://super.abril.com.br/coluna/deriva-continental/como-as-placas-tectonicas-explicam-os-terremotos-na-siria-e-turquia#:~:text=Anat%C3%B3lia%20%C3%A9%20uma%20placa%20de,com%20a%20placa%20da%20Ar%C3%A1bia">https://super.abril.com.br/coluna/deriva-continental/como-as-placas-tectonicas-explicam-os-terremotos-na-siria-e-turquia#:~:text=Anat%C3%B3lia%20%C3%A9%20uma%20placa%20de,com%20a%20placa%20da%20Ar%C3%A1bia</a>. ) </p><p><br/></p><p>( <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2023/02/09/o-que-sao-falhas-geologicas-terremoto-turquia-siria.htm#:~:text=Elas%20costumam%20ficar%20pr%C3%B3ximas%20ao,o%20territ%C3%B3rio%20turco%20fica%20espremido">https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2023/02/09/o-que-sao-falhas-geologicas-terremoto-turquia-siria.htm#:~:text=Elas%20costumam%20ficar%20pr%C3%B3ximas%20ao,o%20territ%C3%B3rio%20turco%20fica%20espremido</a>. )</p><p><br/></p><p>Discente : Maria Eduarda Da Silva Santos</p><p>Matricula : 20240103350</p><p>Curso : Ciências Biológicas - Licenciatura</p><p>Turma : 2024.2  (turma da sexta-feira)</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3351406775/e906c7409ff1a08451b71c57c590ad22/92698040_aba3_11ed_8f65_71bfa0525ce3_png.webp" />
         <pubDate>2025-02-02 20:34:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Placa Scotia 🌋</title>
         <author>izabelynazare</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3312776289</link>
         <description><![CDATA[<p>É uma placa tectônica relativamente menor situada abaixo do <a rel=" noopener" href="https://lacgeo.com/scotia-sea-arc-south-america">Mar Scotia</a> , posicionada na borda sul do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://lacgeo.com/south-atlantic-ocean">Oceano Atlântico Sul</a> e no limite norte do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://lacgeo.com/southern-ocean-antarctica">Oceano Antártico</a> . A placa, que se estende por aproximadamente 800 km de largura e 3.000 km de comprimento, está em movimento constante, derivando WSW a uma taxa de cerca de 2,2 centímetros (0,86 polegadas) por ano.</p><p>A Placa Scotia e a Placa Sandwich do Sul desempenham papéis cruciais na formação da paisagem tectônica dos limites mais ao sul do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://lacgeo.com/south-atlantic-ocean">Oceano Atlântico Sul</a> e do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://lacgeo.com/southern-ocean-antarctica">Oceano Antártico</a> ao redor da Antártida.</p><p><br/></p><p>LIMITE DIVERGENTE </p><ul><li><p>O limite divergente da Placa de Scotia é a <strong>East Scotia Ridge</strong>. A cordilheira <strong>East Scotia </strong>é principalmente limitado pela microplaca Sandwich do Sul a leste, marcando a borda oriental da Placa Scotia; essencialmente, a crista atua como um centro de expansão entre a Placa Scotia e a Placa Sandwich do Sul, formando o limite entre as duas placas tectônicas.</p></li></ul><p>LIMITE TRANSFORMANTE </p><ul><li><p>O lago Fagnano ou lago que se desloca (compartilhado com o Chile, também chamado de Khami, em língua nativa) é o maior de Tierra del Fuego. Além de sua beleza natural, possui uma particularidade geológica: em seu fundo encontra-se a <strong>falha Fagnano-Magalhães</strong>, que é a união das placas tectônicas Sul-americana e Scotia. Essa fratura da crosta terrestre faz com que o lago se desloque 5 milímetros por ano em direção Leste-Oeste.</p></li></ul><p>LIMITE CONVERGENTE </p><ul><li><p>Uma característica notável associada à Placa Scotia é a <strong>Fossa Scotia</strong>, também conhecida como <strong>Fossa Sandwich do Sul</strong>. Esta fossa oceânica está localizada ao longo da margem oriental da Placa Sandwich do Sul, onde se encontra com a Placa Sul-Americana. A Fossa Scotia é um cânion submarino profundo formado pela subducção da Placa Sul-Americana sob a Placa Sandwich do Sul.</p></li></ul><p><br/></p><p>Referências bibliográficas: </p><ul><li><p> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://lacgeo.com/scotia-south-sandwich-tectonic-plates">https://lacgeo.com/scotia-south-sandwich-tectonic-plates</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://larutanatural.gob.ar/pt/imperdivel/19/lagos-fagnano-e-escondido">https://larutanatural.gob.ar/pt/imperdivel/19/lagos-fagnano-e-escondido</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://agupubs.onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1029/2023TC008079">https://agupubs.onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1029/2023TC008079</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://agupubs.onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1029/94JB01749">https://agupubs.onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1029/94JB01749</a></p></li></ul><p><br/></p><p>Aluna: Izabely de Nazaré </p><p>Matrícula: 20240014760</p><p>Licenciatura em Ciências Biológicas 2024.2</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-02 22:00:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Placa Cocos </title>
         <author>tamarasiilvatf</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3314099497</link>
         <description><![CDATA[<p>A Placa Cocos, é uma placa tectônica oceânica distinta localizada abaixo do Oceano Pacífico, na costa oeste da América Central, tem um papel fundamental na formação da dinâmica geológica da região. Com aproximadamente 2.860.000 quilômetros quadrados (1.104.000 milhas quadradas), essa placa de tamanho relativamente pequeno e formato triangular recebeu o nome da Ilha Cocos , a única ilha emergente dentro de seus limites.Fronteiras tectônicas</p><p>A Placa de Cocos compartilha suas fronteiras com várias outras grandes placas tectônicas, cada uma contribuindo para a complexa diversidade geológica da área. A nordeste, ela converge com a Placa do Caribe e a Placa Norte-Americana , iniciando processos geológicos transformadores. Enquanto isso, limites divergentes se desdobram nas fronteiras com as placas de Nazca e da América do Sul ao sul, enriquecendo ainda mais a intrincada dança das forças tectônicas.</p><p>Evolução Geológica.</p><p>Aproximadamente 23 milhões de anos atrás, a Placa de Cocos emergiu da fragmentação da antiga Placa oceânica de Farallon. Esse processo não só deu origem à Placa de Cocos, mas também desempenhou um papel na criação das placas de Nazca e Rivera. Essa evolução geológica preparou o cenário para as características tectônicas distintas que definem a região hoje.</p><p>Subducção e Cinturão Vulcânico</p><p>Uma característica geológica chave associada à Placa de Cocos é sua subducção sob o México e a América Central. Esse processo de subducção levou à formação de um cinturão vulcânico que se estende do norte do Panamá ao oeste do México. As montanhas dentro desse cinturão, principalmente de origem vulcânica, são um testemunho do impacto transformador do processo de subducção na paisagem.</p><p>Limites e características das placas</p><p>Características geológicas significativas demarcam os limites da Placa de Cocos. Ao norte, ela encontra a Fossa da América Central , onde a subducção abaixo da Placa Norte-Americana gera atividades sísmicas notáveis e tsunamis ocasionais. No lado leste, uma falha de transformação conhecida como Zona de Fratura do Panamá delineia o limite da placa. A fronteira sul se alinha com a dorsal meso-oceânica, a Elevação de Galápagos , enquanto outra dorsal meso-oceânica marca o limite oeste, a Elevação do Pacífico Leste.Limites divergentes</p><p>A Placa de Cocos tem limites divergentes com as placas de Nazca e da América do Sul. </p><p>Os limites divergentes são onde as placas se afastam, gerando fendas e rachaduras na superfície terrestre. </p><p>A Placa de Cocos tem limites convergentes com a Placa do Caribe e a Placa Norte-Americana. </p><p>Os limites convergentes são onde as placas se chocam e fundem-se, provocando aumento de pressão e temperatura, o que forma magma. </p><p>Impacto na Paisagem: Arcos Vulcânicos</p><p>O legado geológico da Placa de Cocos é intrinsecamente entrelaçado no Arco Vulcânico da América Central , estendendo-se da Guatemala ao norte do Panamá e ao Cinturão Vulcânico Trans mexicano , estendendo-se de leste a oeste pelo México. Esses arcos vulcânicos contínuos testemunham o impacto duradouro do processo de subducção e da atividade vulcânica na paisagem, moldando a topografia e a sismicidade da região ao longo de milhões de anos.</p><p><br/></p><p>Referências </p><p><br/></p><p>https://lacgeo.com/cocos-plate</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Placa_de_Cocos">https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Placa_de_Cocos</a> </p><p><br/></p><p>Aluna : Tamara Ferreira da Silva </p><p>Matrícula: 20240103411</p><p>Curso: Licenciatura Ciências Biológicas </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-03 18:37:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Falha Alpina</title>
         <author>eryckkayck352</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3315530810</link>
         <description><![CDATA[<p>É uma falha geológica que percorre quase toda a extensão da Ilha do Sul da Nova Zelândia, com cerca de 600 km de comprimento, e forma a fronteira entre a Placa do Pacífico e a Placa Australiana. O limite entre a Placa do Pacífico e a Placa Indo-Australiana forma a Zona de Falha Macquarie na Fossa Puysegur, no canto sudoeste da Ilha do Sul, e chega à terra como a Falha Alpina, ao norte de Milford Sound. Em seguida, a Falha Alpina percorre toda a extensão da Ilha do Sul, a oeste dos Alpes do Sul, até perto de Lewis Pass, na seção centro-norte da ilha. Nesse ponto, ela se divide em um conjunto de falhas menores conhecidas como Sistema de Falhas de Marlborough. Esse conjunto de falhas, que inclui a Falha de Wairau, a Falha Hope, a Falha Awatere e a Falha Clarence, transfere o deslocamento entre a Falha Alpina e a zona de subducção Hikurangi ao norte. Acredita-se que a Falha Hope represente a continuação primária da Falha Alpina. </p><p>Entre 25 e 12 milhões de anos atrás, o movimento na Falha Proto-Alpina era exclusivamente de deslizamento. Os Alpes do Sul ainda não haviam se formado e a maior parte da Nova Zelândia estava coberta de água. Então, a elevação começou lentamente à medida que o movimento da placa se tornou ligeiramente oblíquo em relação ao deslizamento da Falha Alpina. Nos últimos 12 milhões de anos, os Alpes do Sul se elevaram cerca de 20 km, no entanto, à medida que isso ocorria, mais chuva ficava retida nas montanhas, levando a mais erosão. Isso, juntamente com as restrições isostáticas, manteve os Alpes do Sul com menos de 4.000 m de altura. A elevação na Falha Alpina levou à exposição de rochas metamórficas profundas próximas à falha nos Alpes do Sul. Isso inclui milonitos e o xisto alpino, que aumenta o grau metamórfico em direção à falha. O material erodido formou as Planícies de Canterbury. A Falha Alpina não é uma estrutura única, mas frequentemente se divide em componentes puros de deslizamento de ataque e deslizamento de mergulho. Perto da superfície, a falha pode ter várias zonas de ruptura.</p><p>A Falha Alpina é um limite transformante por que em vez de formar ou destruir crosta, ela gera deslocamento lateral da crosta terrestre.</p><p><br/></p><p>Fontes: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Falha_Alpina">https://pt.wikipedia.org/wiki/Falha_Alpina</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Discente: Eryck Kayck Vieira Assis </p><p>Matrícula: 20240013922</p><p>Curso: Ciências Biológicas Bacharelado (turma da quarta)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-04 15:58:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Falha transformante de São Paulo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3316041720</link>
         <description><![CDATA[<p>Com uma distância de aproximadamente 1.100km de Natal/RN, o Arquipélago de São Pedro e São Paulo (ASPSP) é um conjunto de pequenas ilhas localizadas na coordenada 00o 55.1’ N, 29o 20.7’W. O ASPSP possui área total de aproximadamente 17.000m2 e constitui o pináculo de um colossal edifício submarino rochoso com cerca 4000m de profundidade, na região da falha transformante de São Pedro, no Oceano Atlântico Equatorial, visto em Miguens (1995) e Motoki et al (2009). As rochas com origem magmática que formam o arquipélago são peridotitos serpentinizados do manto abissal, constituintes de uma saliência morfológica tabular com cerca de 90km de comprimento e 25km de largura denominada Megamullion de São Pedro e São Paulo (Figura 01). Este Megamulion sofre direta exposição ao manto no fundo do oceano e o torna referência por se tratar do único lugar oceânico na qual isso ocorre, como demostrado em Motoki et al (2009) e Sichel et al (2009).</p><p>Devido ao movimento da falha, esforços tectônicos são gerados e também ocorrem a liberação de energia sísmica, em muitos casos perceptíveis por pesquisadores que visitam a ECASPSP(Estação Científica do Arquipélago de São Pedro e São Paulo). Com isso, através de uma parceria entre a Marinha do Brasil e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte, no ano de 2011 foi instalado uma estação sismográfica no local, onde além de poder obter um melhor entendimento dessa sismicidade é possível utilizar os dados para estudo de outros fenômenos tais como ruído sísmico e  evolução crustal do Atlântico Equatorial. Após as análises, entre os anos de 2011 e 2013 foram detectados 123 tremores locais, sendo que dentre eles, somente 13 também foram identificados por outras redes de monitoramento global tais como a USGS(Serviço Geológico dos Estados Unidos). </p><p><br/></p><p>Fabricio Lima da Silva, Turma da quarta  Ciências Biológicas . 20230154794</p><p><br/></p><p><strong>Referências: Departamento de Física Teórica e Experimental – Universidade Federal do Rio Grande do Norte 2 Departamento de Geofísica – Universidade Federal do Rio Grande do Norte</strong></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-04 23:13:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Falha Samambaia</title>
         <author>aguaradaeducacao</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3317635476</link>
         <description><![CDATA[<p><br>A maior falha geológica do Brasil, fica localizada no interior do Rio Grande do Norte, entre os municípios de Parasinho, João Câmara, Poço Branco e Bento Fernandes. Com cerca de 38 km de comprimento, 4 Km de largura e uma profundidade que varia de 1 a 9 Km.<br>É uma falha bastante perigosa pois se encontra em atividade e já chegou a causar sismos de 6.9 de magnitude na escala Richter, em 1986 no município de João Câmara RN, que causou estragos e chegou a destruir mais de 3 mil casas e imóveis.<br><br><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://labsis.ufrn.br/noticias/22632923/falha-de-samambaia-e-detectada-como-epicentro-do-tremor-em-joao-camara%EF%BF%BC%EF%BF%BChttps://www.youtube.com/watch?v=-V1cIJaIuzQ%EF%BF%BC%EF%BF%BChttps://www.apolo11.com/noticias.php?t=Falha_geologica_de_34_km_provoca_enxame_sismico_no_RN&amp;id=20131104-103451%EF%BF%BC%EF%BF%BChttps://universalenterterimento.wordpress.com/2016/06/04/as-maiores-falhas-do-mundo/">https://labsis.ufrn.br/noticias/22632923/falha-de-samambaia-e-detectada-como-epicentro-do-tremor-em-joao-camara<br><br>https://www.youtube.com/watch?v=-V1cIJaIuzQ<br><br>https://www.apolo11.com/noticias.php?t=Falha_geologica_de_34_km_provoca_enxame_sismico_no_RN&amp;id=20131104-103451<br><br>https://universalenterterimento.wordpress.com/2016/06/04/as-maiores-falhas-do-mundo/</a></p><p><br/></p><p>Imagem: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://omelhordenatal.com.br/2023/06/25/rio-grande-do-norte-uma-regiao-de-abalos-sismicos-frequentes-no-brasil/">https://omelhordenatal.com.br/2023/06/25/rio-grande-do-norte-uma-regiao-de-abalos-sismicos-frequentes-no-brasil/</a></p><p><br/></p><p>Discente: Erik Albuquerque 2024.1</p><p>Matrícula: 20240014581</p><p>Turma da Sexta.</p><p>Lic. em Ciências Biológicas</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3368153027/dd6238571a6316569393619c7a82369a/Falha_samambaia_RN.jpg" />
         <pubDate>2025-02-05 22:38:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Falha de Garlock</title>
         <author>denisenvss</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3321061155</link>
         <description><![CDATA[<p>A Falha de Garlock é uma falha geológica (transcorrente) na Califórnia que se desenvolveu para acomodar a tensão entre a tectônica extensional da crosta da Grande Bacia e a falha de deslizamento lateral da crosta do deserto de Mojave. Ela é uma importante zona de deformação que conecta as falhas de San Andreas e Sierra Nevada. Ao contrário da maioria das falhas na região, essa apresenta deslizamento lateral-esquerdo, onde o terreno ao norte da falha se move para o oeste e o do sul se desloca para o leste. Essa dinâmica é crítica para compreender a acumulação e liberação de tensões tectônicas, além de ser essencial para a avaliação do potencial sísmico da área.A Falha Garlock se desloca entre 2 e 11 mm por ano, com um deslizamento médio de 7 mm. Embora a maioria da falha esteja bloqueada, alguns segmentos se movem por fluência assísmica, ou seja, sem gerar terremotos. Embora não seja uma falha muito ativa, pode causar eventos sísmicos em resposta a terremotos vizinhos ou pela remoção de água subterrânea, sugerindo que um grande terremoto poderia ocorrer no futuro.</p><p><br/></p><p>fonte:https://en.m.wikipedia.org/wiki/Garlock_Fault </p><p><br/></p><p>Aluna: Maria Denise Neves de Lima </p><p>Turma da quarta: Bacharelado Ciências Biológicas 2024.2</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-08 23:27:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Rift do Rio Grande</title>
         <author>mickaelleteotonio</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3321293464</link>
         <description><![CDATA[<p>O Rift do Rio Grande é uma importante zona geológica localizada no Novo México, caracterizada pela distensão da crosta terrestre devido ao movimento de placas tectônicas. Trata-se de um limite divergente, onde as placas tectônicas se afastam, provocando falhas, bacias e montanhas escarpadas. A Placa Norte-Americana se separa de outras, como a Placa do Pacífico, dando origem a esse fenômeno.</p><p>Este rift começou a se formar há cerca de 36 milhões de anos no sul do Novo México e se intensificou entre 10 e 16 milhões de anos atrás. Ele abrange uma extensa área que vai do norte do Colorado até o oeste do Texas.</p><p>A movimentação tectônica formou diversas bacias que acumulam sedimentos, criando aquíferos fundamentais para o abastecimento de água nas cidades da região.</p><p><strong>Referências:</strong></p><ul><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://newmexiconomad.com/rio-grande-rift/">New Mexico Nomad - Rio Grande Rift</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://geoinfo.nmt.edu/tour/provinces/rio_grande_rift/home.cfml">GeoInfo - Rio Grande Rift</a></p></li></ul><p><strong>Nome:</strong> Mickaelle Teotônio Ramos<br><strong>Matrícula:</strong> 20240014840<strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Licenciatura em Ciências Biológicas - Turma da sexta&nbsp;</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-09 11:48:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Escócia e os vários limites</title>
         <author>tinaapaulinoo</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3324848935</link>
         <description><![CDATA[<p>ESCÓCIA</p><p>A Escócia, apesar de não estar em um limite ativo de placas atualmente, possui um registro geológico marcado por antigas falhas que foram formadas por diferentes tipos de interações tectônicas ao longo da história da Terra. Essas falhas refletem eventos de colisão, deslocamento lateral e empurrões crustais que moldaram a paisagem escocesa.</p><p>A Falha da Great Glen, que atravessa a Escócia na região do Lago Ness, foi originalmente uma falha transformante, associada ao movimento lateral entre blocos de crosta terrestre. Esse deslocamento ocorreu durante a Orogenia Caledoniana, quando os antigos continentes de Laurentia, Avalônia e Báltica colidiram. Embora atualmente seja uma falha inativa, pequenas movimentações ainda ocorrem, resultando em terremotos de baixa magnitude.</p><p>Já a Falha das Terras Altas representa um antigo limite convergente, onde houve a colisão entre massas continentais durante a formação das montanhas Caledonianas, há mais de 400 milhões de anos. Esse processo de convergência resultou na intensa deformação e metamorfismo das rochas, criando a divisão geológica entre as Terras Altas e as Terras Baixas escocesas.</p><p>No sul da Escócia, a Falha Sul da Upland também é resultado de um antigo limite convergente, onde a crosta foi comprimida e deformada devido à colisão tectônica. Essa falha ajudou a estruturar o relevo das Terras Altas do Sul, marcando uma zona de intensa atividade tectônica no passado.</p><p>Outra estrutura importante é a Falha de Loch Tay, que apresenta características tanto de um antigo limite convergente quanto de uma falha de deslocamento lateral, indicando que a região passou por diferentes episódios de tensão tectônica.</p><p>Por fim, o &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;é um dos exemplos mais marcantes de um limite convergente de empurrão (thrust fault), onde camadas de rochas mais antigas foram sobrepostas a camadas mais jovens devido à compressão crustal intensa. Esse tipo de estrutura é típico de zonas de colisão continental, como ocorreu durante a formação da Laurásia.</p><p>Embora a Escócia esteja atualmente dentro da Placa Eurasiática, longe de limites tectônicos ativos, seu passado geológico reflete uma complexa interação entre limites convergentes e falhas transformantes que moldaram sua geologia e paisagem ao longo de centenas de milhões de anos.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.geolsoc.org.uk/Policy-and-Media/Outreach/Plate-Tectonic-Stories/Great-Glen-Fault">https://www.geolsoc.org.uk/Policy-and-Media/Outreach/Plate-Tectonic-Stories/Great-Glen-Fault</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Geology_of_Scotland?utm_source=chatgpt.com">Geology of Scotland - Wikipedia</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://rce.casadasciencias.org/rceapp/art/2024/031/">Pela geologia da Grã-Bretanha. De James Hutton às Seven Sisters - Revista de Ciência Elementar</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Orogenia_caledoniana">Orogenia caledoniana – Wikipédia, a enciclopédia livre</a></p><p><br/></p><p>Martina Paulino Costa</p><p>Turma de Biologia - Bacharelado / quarta-feira</p><p>Matrícula: 20240013744</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-11 21:52:55 UTC</pubDate>
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         <title>Fossa de Porto Rico</title>
         <author>marylizzleal</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3325178561</link>
         <description><![CDATA[<p>A Fossa de Porto Rico, uma falha semelhante à falha de San Andreas, na Califórnia, é o ponto mais profundo do oceano Atlântico.</p><p>Com mais de 8 mil e 600 metros de profundidade e 800km de extensão, essa fossa está em crescimento por causa das ações tectônicas da placa Norte-Americana que causa cada vez mais deslizamentos submarinos, que resultam no aumento recente dessa falha.</p><p>Estudando mais a fundo os deslizamentos de terra dentro da fossa foi observado o perigo que os mesmos poderiam levar a um tsunami na área.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p> </p><p>Referências:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fossa_de_Porto_Rico">https://pt.wikipedia.org/wiki/Fossa_de_Porto_Rico</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://oceanexplorer.noaa.gov/explorations/03trench/welcome.html">https://oceanexplorer.noaa.gov/explorations/03trench/welcome.html</a></p><p><br/></p><p>acesso em 08 de fevereiro de 2025.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Aluna: Maria Luiza Leal Vital</p><p>Matricula: 20240014821</p><p>Curso: Ciências Biológicas</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-12 03:33:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Graben do Reno</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3329083505</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o período Terciário, a placa Africana começou a colidir com a placa Euroasiática, gerando uma tensão que se propagou para o interior da placa Euroasiática. Essa força levou à formações de zonas de rifte e o surgimento de uma depressão tectônica que hoje é estendida por cerca de 300 km ao longo da Europa Central.</p><p>Por se tratar do resultado de separação de placas, o Graben do Reno se configura como uma falha tectônica divergente, pois, permitiu que a crosta terrestre se estendesse e afundasse formando a depressão do graben.</p><p>A presença do Rio Reno em seu eixo e a riqueza de recursos minerais, como potássio e sal, além de várias nascentes termais, é algumas de suas características. No mais, possui forte potencial de atividades sísmicas e vulcânicas.</p><p><br/></p><p>Por Geilma Kaliane Vicente,</p><p>Matrícula 20240014948</p><p>Licenciatura em Ciências Biológicas</p><p><br/></p><p>Referências: <em>The Rhine Graben: a case study of continental rifting</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-14 15:56:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dorsal Meso-Atlântica</title>
         <author>ademilsonbez</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3329732957</link>
         <description><![CDATA[<p>Aluno: Ademilson Bezerra Teixeira</p><p>Turma: 03 (sexta à tarde)</p><p><br/></p><p>LIMITE DIVERGENTE</p><p>A Dorsal Meso-Atlântica fica no Oceano Atlântico e se estende do Ártico até o extremo sul do Oceano Atlântico.</p><p>Ela é uma cadeia montanhosa submarina que se forma no limite divergente entre as placa Norte-Americana e Placa Eurasiática, no Atlântico Norte, e entre as placas Sul-Americana e Placa Africana, no Atlântico Sul.</p><p>À medida que as placas se afastam, o magma sobe do manto, se solidifica e forma uma nova crosta oceânica. Esse processo é responsável pela expansão do fundo do oceano.</p><p>A Islândia é uma parte da Dorsal Meso-Atlântica que emerge acima do nível do mar, sendo um dos poucos lugares onde é possível observar um limite divergente em terra.</p><p><br/></p><p>REFERÊNCIA</p><p>KEAREY, P.; KLEPIES, K. A.; VINE, F. J. Global tectonics. Wiley-Blackwell, Chichester, ed. 3, 2009. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.researchgate.net/publication/264707051_Global_tectonics_by_Philip_Kearey_Keith_A_Klepeis_and_Frederick_J_Vine_Third_edition_Wiley-Blackwell_Chichester_2009_No_of_pages_xiii482_ISBN_978-1-4051-0777-8_paperback">https://www.researchgate.net/publication/264707051_Global_tectonics_by_Philip_Kearey_Keith_A_Klepeis_and_Frederick_J_Vine_Third_edition_Wiley-Blackwell_Chichester_2009_No_of_pages_xiii482_ISBN_978-1-4051-0777-8_paperback</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://br.pinterest.com/pin/826692075340278861/" />
         <pubDate>2025-02-15 14:23:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cordilheira dos Andes</title>
         <author>ademilsonbez</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3329738615</link>
         <description><![CDATA[<p>Aluno: Ademilson Bezerra Teixeira</p><p>Turma: 03 (sexta à tarde)</p><p><br/></p><p>LIMITE CONVERGENTE</p><p>A Cordilheira do Andes fica na costa oeste da América do Sul e percorre o Chile, Peru, Equador e Colômbia.</p><p>Ela é uma cadeia montanhosa com vulcões ativos, formada convergência entre a placa oceânica de Nazca, que está sendo subduzida ou mergulhada pela placa continental Sul-Americana. A convergência entre as placas causa o enrugamento e elevação da crosta continental, formando as montanhas.</p><p>O vulcão Ojos del Salado, situado na fronteira entre Chile e Argentina, é o vulcão mais alto do mundo, com 6.893 metros de altitude, e é um exemplo do vulcanismo associado o limite convergente que forma a Cordilheira dos Andes.</p><p><br/></p><p>REFERÊNCIA</p><p>FRISCH, W.; MESCHEDE, M.; BLAKEY, R. C. Tectônica de placas: deriva continental e formação de montanhas. Springer, ed. 1, 2011. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://link.springer.com/article/10.1007/s00445-011-0538-0">https://link.springer.com/article/10.1007/s00445-011-0538-0</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/cordilheira-dos-andes-perde-quase-metade-das-geleiras-em-30-anos-aponta-estudo/" />
         <pubDate>2025-02-15 14:34:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Falha Alpina</title>
         <author>ademilsonbez</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3329743389</link>
         <description><![CDATA[<p>Aluno: Ademilson Bezerra Teixeira</p><p>Turma: 03 (sexta à tarde)</p><p><br/></p><p>LIMITE TRANSFORMANTE</p><p>A Falha Alpina é um dos limites transformantes mais ativos e proeminentes do mundo, que marca o limite entre a placa do Pacífico e a Australiana. Nesse limite, as placas deslizam horizontalmente uma ao lado da outra, causando grandes terremotos na região, com magnitude superior a 8,0. Essa atividade também contribui para a formação dos Alpes do Sul da Nova Zelândia.</p><p>A Falha Alpina é visível em alguns locais, como no desfiladeiro de Gaunt Creek, onde é possível observar o deslocamento das rochas ao longo do tempo.</p><p><br/></p><p>REFERÊNCIAS</p><p>NORRIS, R. J.; COOPES, A. F. Taxas de deslizamento do Quaternário tardio e partição de deslizamento na falha alpina, Nova Zelândia. Revista de Geologia Estrutural, v. 23, ed. 2-3, 2001. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S019181410000122X">https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S019181410000122X</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.notasgeo.com.br/2022/12/noticias-em-06122022.html" />
         <pubDate>2025-02-15 14:42:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CORDILHEIRA DO HIMALAIA</title>
         <author>mikinhagames</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3329844595</link>
         <description><![CDATA[<p>LIMITES CONVERGENTES</p><p><br/></p><p>O Himalaia é uma cordilheira (conjunto de montanhas) situada na Ásia, tem extensão aproximada de 2.500 km, e entre 150 e 400 km de largura. É uma das maiores cadeias de montanhas do mundo. O Himalaia é fundamentalmente constituído por uma estrutura geológica conhecida como dobramentos modernos. São estruturas formadas na era Cenozóica que apresentam as mais elevadas altitudes do relevo mundial. A cordilheira surgiu da colisão do continente indo-australiano com as placas tectônicas asiáticas, após a Índia se projetar para o norte e atingir a Ásia. Desta forma o continente indo-australiano foi pressionado para baixo do continente asiático. Dessa colisão se ergueram a cadeia de montanhas do Himalaia. O Himalaia está situado no sudeste asiático, nos territórios da China – incluindo o Tibete –­ Índia, Paquistão, Butão e Nepal. O ponto mais alto – ponto culminante – é o Monte Everest, com 8848 metros de altitude e está localizado exatamente na fronteira da China com o Nepal, sendo seu cume o reconhecimento internacional da fronteira entre estes países. É chamado de “teto do mundo” pois 15 das montanhas mais altas do planeta ali se encontram e por ter mais de 100 picos com altitudes superiores a 7000 metros.</p><p><br/></p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ige.unicamp.br/lehg/a-formacao-do-himalaia/">https://www.ige.unicamp.br/lehg/a-formacao-do-himalaia/</a></p><p>Mikaellem Mayara da Silva Nunes</p><p>Matrícula: 20240013762</p><p>Turma da quarta: Bacharelado</p><p>Ciências Biológicas 2024.2</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-15 18:34:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ZONA DE RIFTE DO BAIKAL</title>
         <author>mikinhagames</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3329860878</link>
         <description><![CDATA[<p>LIMITES DIVERGENTES </p><p><br/></p><p>A zona de rifte do Baikal é um limite de placas divergente centrado abaixo do Lago Baikal e se localiza na região sudeste da Rússia, próximo da Mongólia. Essa zona consiste em uma bacia de falha, que contém cerca de 6 km de sedimentos. Além disso, possui um domo elevado com altura de cerca de 2 a 3 km, podendo ser dividido em domo Baikal que está a nordeste, com 800 km de comprimento e 400 km de largura; e em domo de East Sayan a noroeste, com 600 km de comprimento e 300 km de largura. Sendo assim o maior reservatório de água potável do mundo , tendo também uma rica biodiversidade, com mais de 1 000 espécies de plantas e 2 500 espécies de animais. </p><p><br/></p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Baikal_Rift_Zone">https://en.wikipedia.org/wiki/Baikal_Rift_Zone</a></p><p>Mikaellem Mayara da Silva Nunes</p><p>Matrícula: 20240013762</p><p>Turma da quarta: Bacharelado</p><p>Ciências Biológicas 2024.2</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-15 19:26:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>FALHA TRANSFORMANTE DE SÃO PAULO</title>
         <author>mikinhagames</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3329999924</link>
         <description><![CDATA[<p>LIMITES TRANSFORMANTES</p><p><br/></p><p>A Falha Transformante de São Paulo é uma falha geológica que separa as placas tectônicas africana e sul-americana. É uma das maiores falhas do mundo e está localizada sob o Arquipélago de São Pedro e São Paulo. A falha é sujeita a constantes movimentos de compressão e deslizamento das placas tectônicas, gerando muito atrito e podendo causar terremotos.</p><p> </p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://nautica.com.br/arquipelago-de-sao-pedro-e-sao-paulo-estacao-pesquisa/">https://nautica.com.br/arquipelago-de-sao-pedro-e-sao-paulo-estacao-pesquisa/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www1.folha.uol.com.br/paywall/login.shtml?https://arte.folha.uol.com.br/ciencia/2017/arquipelago/geologia/">https://www1.folha.uol.com.br/paywall/login.shtml?https://arte.folha.uol.com.br/ciencia/2017/arquipelago/geologia/</a></p><p>Mikaellem Mayara da Silva Nunes</p><p>Matrícula: 20240013762</p><p>Turma da quarta: Bacharelado</p><p>Ciências Biológicas 2024.2</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3410345256/97cac756117e072de26cb94c20dde36f/Motoki_FalhaTransformanteSaoPaulo.jpg" />
         <pubDate>2025-02-16 02:59:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Anel de fogo do Pacifico</title>
         <author>ronaldoaraujosilva21</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3339366801</link>
         <description><![CDATA[<p>Aluno: Ronaldo Araujo Silva Sobrinho. / Turma da Quarta-feira, tarde. / Matricula: 20240013889</p><p>O Anel de Fogo consiste em uma zona arqueada ao redor do Oceano Pacífico, abrangendo cerca de 40.000 km. Essa área é formada por diversos limites de placas tectônicas que se convergem e se transformam, onde se dá o processo de subducção (quando uma placa tectônica se aprofunda sob outra). Essa região é responsável pela maior parte dos vulcões ativos e dos terremotos que ocorrem no planeta.</p><p>Cerca de 65% dos vulcões ativos do mundo estão situados no Anel de Fogo e também algumas fossas oceânicas do mundo, como: </p><p>Fossa das Marinas com cerca de 11 km, ela é a maior do mundo.</p><p>Suas atividades são resultados da tectônica de placa que faz que ela tenha uma intensa ação no mundo</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-23 23:35:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Limite de Placas</title>
         <author>jgvan</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3344529933</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>   | Limite Divergente</strong></p><p>O Laki foi, até hoje, o vulcão (em rigor, trata-se de uma fissura vulcânica) que produziu maior volume de lavas, disse ao P2 Carlos Rosa, vulcanólogo do Laboratório Nacional de Energia e Geologia. "Desde que o homem existe e que começou a presenciar erupções vulcânicas, o Laki foi o que expulsou maior quantidade de lava. Produziu 15 quilómetros cúbicos de lavas basálticas." Feitas as contas, o equivalente a quase quatro barragens do Alqueva na sua cota actual. A Islândia está situada sobre a Dorsal Mesoatlântica, mas o vulcão Laki exemplifica bem o processo de separação das placas. Erupções vulcânicas frequentes ocorrem devido à abertura da crosta terrestre.</p><p>   - Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.publico.pt/2010/04/23/jornal/temas-19236089">https://www.publico.pt/2010/04/23/jornal/temas-19236089</a></p><p>I</p><p><br/></p><p><strong>   | Limite Convergente</strong></p><p>A trincheira de Tonga: Localizada no Oceano Pacífico Sul, a Trincheira de Tonga se estende desde a parte norte da Nova Zelândia até a ilha de Fiji. É conhecido por suas encostas íngremes e trincheiras profundas, com uma profundidade máxima de cerca de 10,882 metros (35,702 pés). A Placa do Pacífico está subduzindo sob a Placa Indo-Australiana, criando uma das trincheiras oceânicas mais profundas do mundo e responsável por intensa atividade sísmica na região.</p><p>    - Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.geologyscience.com/geology/oceanic-trenches/">https://pt.geologyscience.com/geology/oceanic-trenches/</a></p><p><br/></p><p><strong>   | Limite Transformante</strong></p><p>O Haiti está situado em meio a um vasto sistema de falhas geológicas que resultam do movimento da placa caribenha e da enorme placa norte-americana. Como em outras áreas onde as placas tectônicas são contíguas, nos limites da placa do Caribe há uma atividade sísmica significativa devido a essas falhas. E foi o súbito deslizamento de uma delas, a falha de Enriquillo-Plantain Garden, que levou ao desastre. Esta falha transformante separa a Placa do Caribe da Placa da América do Norte. É responsável por grandes terremotos na região, incluindo o devastador terremoto do Haiti em 2010.</p><p>    - Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2021/08/15/por-que-ocorrem-tantos-terremotos-no-haiti.htm">https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2021/08/15/por-que-ocorrem-tantos-terremotos-no-haiti.htm</a></p><p><br/></p><p><strong>Aluno</strong>: José Gonçalves Viana de Albuquerque Neto</p><p><strong>Matrícula</strong>: 20240015220</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-27 02:26:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Limite divergente </title>
         <author>camiliv587</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3346538202</link>
         <description><![CDATA[<p>A Dorsal de Gakkel é uma cordilheira submarina fascinante localizada no Oceano Ártico. Ela representa um limite divergente onde duas placas tectônicas, a Placa Norte-Americana e a Placa Euroasiática, estão se afastando lentamente.</p><p>Características e Informações Importantes:</p><p> * Localização: Oceano Ártico, entre a Groenlândia e a Sibéria.</p><p> * Extensão: Aproximadamente 1.800 quilômetros.</p><p> * Tipo de Limite: Divergente (as placas se separam).</p><p> * Taxa de Expansão: Uma das mais lentas do mundo, com apenas alguns milímetros por ano.</p><p> * Vulcões Incomuns: Emissão de lava picrito, rica em magnésio.</p><p> * Fontes Hidrotermais: Presença de fontes que sustentam ecossistemas únicos.</p><p> * Desafios de Exploração: Localização remota e cobertura de gelo dificultam o estudo.</p><p>Importância Científica:</p><p>A Dorsal de Gakkel é um local de grande interesse para os cientistas, pois oferece:</p><p> * Oportunidade de estudar a tectônica de placas em um ambiente extremo.</p><p> * Informações valiosas sobre a formação de oceanos.</p><p> * Estudo da atividade vulcânica incomum.</p><p> * Compreensão da vida em ambientes extremos.</p><p><br/></p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Dorsal_de_Gakkel?hl=pt-BR">https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Dorsal_de_Gakkel?hl=pt-BR</a></p><p><br/></p><p>Aluna: camili vitória Malaquias da Costa </p><p>Bacharel em ciências biologias 2024.02</p><p>Matrícula: 20240103153</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 12:03:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>LIMITE DE PLACAS: </title>
         <author>natycarolsilva3</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3346763226</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Limite Divergente</strong></p><p><br/></p><p>•Dorsal de Carlsberg</p><p>A Dorsal de Carlsberg está localizada no Oceano Índico e marca a separação entre a Placa Africana e a Placa Indo-Australiana. Embora seja menos famosa que a Dorsal Mesoatlântica, também é uma importante zona de expansão oceânica. Estudos geológicos indicam que essa dorsal tem uma taxa de expansão moderada e influencia a sismicidade e a formação de ilhas vulcânicas na região.</p><p>	•	Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0012821X09001824">https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0012821X09001824</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Limite Convergente</strong></p><p><br/></p><p>•Arco Vulcânico das Ilhas Kurilas</p><p>As Ilhas Kurilas, localizadas entre o Japão e a Rússia, resultam da subducção da Placa do Pacífico sob a Placa de Okhotsk. Esse limite convergente é caracterizado por uma série de vulcões ativos e terremotos frequentes. A região é um dos locais mais sismicamente ativos do mundo e já registrou terremotos de magnitude superior a 8,0, além de tsunamis que afetam as áreas costeiras do Pacífico.</p><p>	•	Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.nature.com/articles/s41598-019-39339-6">https://www.nature.com/articles/s41598-019-39339-6</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Limite Transformante</strong></p><p><br/></p><p>•Falha de Anatolia do Norte</p><p>A Falha de Anatolia do Norte é um limite transformante entre a Placa da Anatólia e a Placa Eurasiática, situada na Turquia. Assim como a Falha de San Andreas, essa falha é uma das mais perigosas do mundo e tem histórico de gerar terremotos devastadores, como o de Izmit, em 1999, e o de Kahramanmaraş, em 2023. Cientistas acompanham de perto essa região devido ao risco sísmico elevado, especialmente na área próxima a Istambul.</p><p>	•	Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.usgs.gov/programs/earthquake-hazards/science/north-anatolian-fault">https://www.usgs.gov/programs/earthquake-hazards/science/north-anatolian-fault</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Aluna: Natielly Caroline da Silva </p><p>Matrícula: 20240014705</p><p>(Lic ciências biológicas 2024.2)</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 15:19:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Limite de placas </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3346763349</link>
         <description><![CDATA[<p>Limite de Placas</p><p><em>Limite Divergente</em></p><p>O Vulcão Eyjafjallajökull, localizado na Islândia, é um exemplo de atividade vulcânica associada a um limite divergente de placas. A Islândia está situada sobre a Dorsal Mesoatlântica, onde a Placa Norte-Americana e a Placa Eurasiática estão se afastando. Esse movimento cria fissuras na crosta terrestre, resultando em erupções vulcânicas, como a de 2010 do Eyjafjallajökull, que causou uma enorme nuvem de cinzas, interrompendo o tráfego aéreo na Europa. A separação constante das placas ao longo da dorsal provoca atividade vulcânica frequente.</p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.britannica.com/event/Eyjafjallajokull-eruption">https://www.britannica.com/event/Eyjafjallajokull-eruption</a></p><p><em>Limite Convergente</em></p><p>A Fossa das Marianas é o exemplo mais profundo e dramático de uma fossa oceânica. Localizada no Pacífico Ocidental, a Fossa das Marianas atinge profundidades superiores a 10.900 metros e é o ponto mais profundo dos oceanos. Este limite de subducção ocorre onde a Placa do Pacífico está se subduzindo sob a Placa das Filipinas. O processo de subducção gera terremotos e atividade sísmica intensa na região, além de provocar a formação de uma das maiores fossas oceânicas do mundo.</p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.nationalgeographic.com/science/article/mariana-trench">https://www.nationalgeographic.com/science/article/mariana-trench</a></p><p> <em>Limite Transformante</em></p><p>A Falha de North Anatolian, localizada na Turquia, é um exemplo clássico de limite transformante. Essa falha ocorre entre a Placa Euroasiática e a Placa da Anatólia. O movimento lateral dessas placas gera uma grande atividade sísmica, sendo responsável por vários terremotos significativos, como o de 1999, que causou destruição e mortes na Turquia. A Falha de North Anatolian se estende ao longo de grande parte da Turquia, tornando-a uma área de grande risco sísmico.</p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.earthquake.usgs.gov/learn/topics/transform-faults">https://www.earthquake.usgs.gov/learn/topics/transform-faults</a></p><p>Discente: Beatriz Souza Silva </p><p>matrícula: 20240014788</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-28 15:19:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Limite transformantes</title>
         <author>camiliv587</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3347483542</link>
         <description><![CDATA[<p>A Falha de Enriquillo-Plantain Garden é uma falha geológica transformante significativa que se estende por cerca de 1.100 km, atravessando a ilha de Hispaniola (onde estão localizados o Haiti e a República Dominicana) e a Jamaica. Aqui estão os pontos principais sobre ela:</p><p>Características:</p><p> * Tipo de Falha:</p><p>   * É uma falha transformante, o que significa que as placas tectônicas se movem horizontalmente uma em relação à outra.</p><p> * Localização:</p><p>   * Atravessa a parte sul de Hispaniola e se estende até a Jamaica.</p><p> * Atividade Sísmica:</p><p>   * É uma zona de alta atividade sísmica, responsável por terremotos devastadores na região.</p><p>   * O terremoto de 2010 no Haiti, que causou grande destruição e perda de vidas, foi associado a essa falha.</p><p>Importância:</p><p> * Risco Sísmico:</p><p>   * A falha representa um risco significativo de terremotos para as populações que vivem nas áreas próximas.</p><p> * Estudos Geológicos:</p><p>   * O estudo da falha fornece informações valiosas sobre a dinâmica das placas tectônicas na região do Caribe.</p><p><br/></p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Falha_de_Enriquillo-Plantain_Garden?hl=pt-BR">https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Falha_de_Enriquillo-Plantain_Garden?hl=pt-BR</a></p><p><br/></p><p>Aluna: camili vitória Malaquias da Costa </p><p>Matrícula: 20240103153</p><p>Bacharel ciências biologias 2024.2</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-01 14:56:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Limete convergente </title>
         <author>camiliv587</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3347487656</link>
         <description><![CDATA[<p>O Japão é um local de grande interesse para os geólogos, pois está situado em uma das regiões tectonicamente mais ativas do mundo, onde várias placas tectônicas convergem. Essa interação complexa entre as placas é a principal causa da formação do arquipélago japonês, bem como de sua intensa atividade vulcânica e sísmica.</p><p>Principais Aspectos:</p><p> * Localização:</p><p>   * O Japão está situado na junção de quatro placas tectônicas principais: a Placa do Pacífico, a Placa das Filipinas, a Placa Euroasiática e a Placa Norte-Americana.</p><p> * Subducção:</p><p>   * A Placa do Pacífico e a Placa das Filipinas estão se movendo em direção oeste e estão sendo subductadas (mergulhando) sob a Placa Euroasiática e a Placa Norte-Americana.</p><p>   * Esse processo de subducção é o principal motor da atividade geológica no Japão.</p><p> * Vulcanismo:</p><p>   * À medida que as placas subductadas afundam no manto terrestre, elas derretem, gerando magma.</p><p>   * Esse magma sobe à superfície, resultando em intensa atividade vulcânica, que moldou as ilhas do Japão.</p><p>   * O Monte Fuji é um exemplo icônico de um vulcão ativo nesse arco de ilhas.</p><p> * Atividade Sísmica:</p><p>   * A constante interação das placas tectônicas também torna o Japão altamente propenso a terremotos.</p><p>   * A liberação de energia acumulada ao longo das zonas de falha causa tremores frequentes, alguns dos quais podem ser devastadores.</p><p> * Formação de Ilhas:</p><p>   * A colisão entre as placas fez com que as ilhas fossem formadas, e continuem a ser moldadas.</p><p>Em resumo:</p><p>O Japão está localizado em um limite convergente complexo, onde múltiplas placas tectônicas interagem. Essa interação resulta em subducção, vulcanismo e alta atividade sísmica, moldando a geografia e a vida no arquipélago japonês.</p><p><br/></p><p>Fonte: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/japao/geografia-japao.htm?hl=pt-BR">https://brasilescola.uol.com.br/japao/geografia-japao.htm?hl=pt-BR</a></p><p><br/></p><p>Aluna: camili vitória Malaquias da Costa </p><p>Matrícula: 20240103153</p><p><br/></p><p>Bacharel ciências biologias 2024.2</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-01 15:05:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Limite convergente</title>
         <author>gabrielcpbatista</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3349662962</link>
         <description><![CDATA[<p>A Cordilheira Brooks é a extensão mais ao norte das Montanhas Rochosas, localizada no norte do Alasca, EUA, e totalmente dentro do Círculo Polar Ártico. Com cerca de 1.000 km de extensão leste-oeste e larguras de até 300 km, ela se estende da fronteira com o Yukon canadense até o Mar de Chukchi. É a cadeia de montanhas mais alta do Ártico, com picos que variam de 900 a 2.740 metros, sendo os mais altos próximos à fronteira canadense, além de servir como bacia hidrográfica entre o Rio Yukon (sul) e o Oceano Ártico (norte). Essa formação montanhosa foi criada ao mesmo tempo que as cordilheiras frontais das Montanhas Rochosas no Canadá e as 48 Inferiores, durante a Orogenia Laramide¹, que ocorreu entre aproximadamente 80 milhões e 35 milhões de anos atrás. Esse processo geológico foi causado pela subducção de placas oceânicas (principalmente a Placa Farallon, mas também a Placa Kula e, em menor extensão, a Placa do Pacífico) abaixo da costa oeste da América do Norte. ¹ Orogenia Laramide: Processo geológico de formação de montanhas, causado pela subducção de placas oceânicas.</p><p><br/></p><p>Fonte:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.britannica.com/place/Brooks-Range">https://www.britannica.com/place/Brooks-Range</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://earthscience.stackexchange.com/questions/17644/what-is-the-history-of-the-brooks-range">https://earthscience.stackexchange.com/questions/17644/what-is-the-history-of-the-brooks-range</a></p><p><br/></p><p>Nome: Gabriel Cantalice Porto Batista</p><p>Matrícula: 20240103233</p><p>Licenciatura em Ciências Biológicas - Turma da sexta</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3350327138/c5c18b9f1c60824735f6b7fefe5ae675/imagem_2025_03_03_173234825.png" />
         <pubDate>2025-03-03 20:59:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Monte Merapi</title>
         <author>jamilihelendasilvacruz</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3356322696</link>
         <description><![CDATA[<p>Merapi, também conhecido como Monte Merapi, é um estratovulcão ativo localizado na ilha de Java, na Indonésia. É um dos mais conhecidos e potencialmente perigosos vulcões no mundo devido às suas erupções frequentes e à proximidade de áreas densamente povoadas. O nome “Merapi” significa “Montanha de Fogo” em javanês, uma descrição adequada para um vulcão que exibiu uma longa história de atividade vulcânica.</p><p>O monte Marapi, um dos vulcões mais activos da Indonésia, esteve em erupção durante séculos e encontra-se numa das áreas mais densamente povoadas do mundo, dominando a paisagem a norte da cidade de Yogyakarta. O seu longo historial de grandes episódios eruptivos foi diversas vezes acompanhado por fluxos piroclásticos, lahares, explosões plinianas ou avalanches de blocos incandescentes. É o vulcão mais jovem e meridional de uma cadeia vulcânica muito activa, cuja principal ameaça, os fluxos piroclásticos, pode estender-se sobre uma zona vasta, afectando até 24 milhões de pessoas – algo a valorizar.</p><p>O Vulcão Merapi está situado dentro do Anel de Fogo do Pacífico, uma área conhecida por sua alta atividade vulcânica e sísmica devido ao movimento das placas tectônicas. O vulcão faz parte do Arco Sunda, que é uma cadeia de vulcões ativos que se estende ao longo do lado ocidental da Indonésia. Merapi está localizada perto da cidade de Yogyakarta e da cidade de Magelang, ambas áreas densamente povoadas.</p><p>Merapi tem uma forma cônica íngreme típica de estratovulcões e atinge uma altitude de cerca de 2,930 metros (9,613 pés) acima do nível do mar. É composto por camadas de rocha vulcânica, cinzas e fluxos de lava que se acumularam ao longo de milhares de anos. As erupções do Merapi são frequentemente explosivas e podem produzir fluxos piroclásticos – nuvens de gás superaquecido, cinzas e detritos vulcânicos que se movem rapidamente e podem ser extremamente destrutivas.</p><p>vulcão Merapi é uma característica geológica e cultural altamente significativa na Indonésia. A sua atividade geológica resulta da colisão de placas tectónicas, e a sua importância histórica e cultural está interligada com a vida da população local. O monitoramento e estudo regulares do Merapi contribuem tanto para o conhecimento científico quanto para os esforços de preparação para desastres.</p><p>Merapi está localizada na fronteira convergente de duas placas tectônicas: a Placa Indo-Australiana e a Placa Eurasiática. A Placa Indo-Australiana está subduzindo abaixo da Placa Eurasiática, criando uma zona de subducção. À medida que a crosta oceânica da Placa Indo-Australiana desce para o manto, ela começa a derreter, gerando magma que sobe através da crosta sobrejacente para formar vulcões como o Merapi.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Referências:</p><p><br/></p><p>https://www.nationalgeographic.pt/ciencia/12-vulcoes-marapi-erupcao_4363</p><p><br/></p><p>https://pt.geologyscience.com/geology-branches/volcanology/mount-merapi/</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Aluna: Jamili Helen da Silva Cruz</p><p>Matrícula: 20240103215</p><p>turma da quarta </p><p>Curso: Ciências biológicas - bacharel 2024.2</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-07 18:58:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fossa de Java</title>
         <author>isabellyfernandes1</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3367055267</link>
         <description><![CDATA[<p>A<strong> Fossa de Java,</strong> também conhecida<strong> </strong>como <strong>Fossa de Sunda, </strong>é uma depressão submarina profunda localizada no leste do <strong>Oceano Índico</strong>. Ela se estende por cerca de 3.200 km em um arco noroeste-sudeste, ao longo do sudoeste e sul do arquipélago indonésio.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Ainda, situa-se a cerca de 305 km da costa sudoeste das ilhas de Sumatra e Java, estendendo-se ao sul das Pequenas Ilhas de Sunda ocidentais. No noroeste, conecta-se a um sistema de ilhas e plataformas continentais que alcança o delta do rio Ganges. Na área próxima a Sumatra, divide-se em duas depressões paralelas devido a uma crista submersa. Em grande parte, é preenchida parcialmente por sedimentos, apresentando encostas íngremes que descem até a profundidade máxima de 7.450 metros, sendo <mark>o ponto mais profundo do Oceano Índico</mark>.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Essa fossa é uma <strong>zona de subducção</strong> ativa, onde a placa tectônica oceânica é forçada sob a placa de Sunda. Essa atividade tectônica faz com que a região seja vulcanicamente e sismicamente ativa. Um exemplo notável foi o terremoto de magnitude 9,1 em 2004, que ocorreu no limite norte da fossa, desencadeando um tsunami devastador na região do Oceano Índico.</p><p><br/></p><p>Fonte: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.britannica.com/place/Java-Trench">https://www.britannica.com/place/Java-Trench</a>.</p><p><br/></p><p>Isabelly Vitória Fernandes dos Santos - 20240013628</p><p>Bacharelado em Ciências Biológicas 2024.2 (Turma da Quarta)</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-15 04:40:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Limite Transformante: Falha Alpina</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3370073320</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Falha Alpina: O Coração da Tectônica na Nova Zelândia</strong> 🌍⚡</p><p>A <strong>Falha Alpina</strong> é uma das mais ativas e bem estudadas falhas transformantes do mundo. Localizada na Ilha Sul da <strong>Nova Zelândia</strong>, ela marca o limite entre duas grandes placas tectônicas e é responsável por intensos terremotos e pela elevação dos <strong>Alpes do Sul</strong>.</p><p><strong>1. Características Principais</strong></p><ul><li><p><strong>Tipo de falha</strong>: <strong>Transformante (deslizante lateral)</strong> 🔄</p></li><li><p><strong>Placas envolvidas</strong>:</p><ul><li><p><strong>Placa Indo-Australiana</strong> (a oeste)</p></li><li><p><strong>Placa do Pacífico</strong> (a leste)</p></li></ul></li><li><p><strong>Movimento</strong>: Deslizamento lateral <strong>(sinistral – a Placa do Pacífico se move para o sudoeste em relação à Indo-Australiana)</strong>.</p></li><li><p><strong>Velocidade do deslocamento</strong>: Aproximadamente <strong>30 mm por ano</strong> (rápido para padrões geológicos).</p></li></ul><p><strong>2. Formação e Movimento</strong></p><p>A Falha Alpina se formou devido ao movimento relativo entre a Placa Indo-Australiana e a Placa do Pacífico. Enquanto a maioria das falhas transformantes apenas desliza lateralmente, essa falha também possui uma <strong>componente compressional</strong>, que resulta na elevação dos <strong>Alpes do Sul</strong> da Nova Zelândia.</p><p>Isso faz da Falha Alpina um caso especial:</p><ul><li><p>Ela combina <strong>movimento horizontal</strong> (transformante) com <strong>compressão vertical</strong>.</p></li><li><p>Esse processo fez os <strong>Alpes do Sul</strong> se elevarem a taxas de até <strong>10 mm por ano</strong>.</p></li></ul><p><strong>3. Atividade Sísmica</strong> ⚠️</p><p>A Falha Alpina é uma das falhas mais perigosas da Nova Zelândia devido ao seu histórico de grandes terremotos.</p><p>🔴 <strong>Terremotos históricos</strong>:</p><ul><li><p>O último grande terremoto ocorreu por volta de <strong>1717</strong> e foi tão intenso que provocou rupturas ao longo de mais de 300 km.</p></li><li><p>Os cientistas acreditam que grandes terremotos ocorrem nessa falha a cada <strong>200-300 anos</strong>. Isso significa que há um <strong>alto risco</strong> de um novo terremoto em um futuro próximo.</p></li></ul><p>⚡ <strong>Possíveis impactos de um futuro terremoto</strong>:</p><ul><li><p>Rupturas ao longo da falha podem se estender por <strong>mais de 400 km</strong>.</p></li><li><p>Tremores podem atingir magnitude <strong>8,0 ou mais</strong>.</p></li><li><p>Danos severos em cidades como <strong>Christchurch e Queenstown</strong>.</p></li><li><p>Possíveis deslizamentos de terra e tsunami em lagos e fiordes próximos.</p></li></ul><p><strong>4. Comparação com Outras Falhas</strong></p><p>A Falha Alpina tem algumas semelhanças com outras falhas transformantes famosas:</p><p><strong>Falha</strong> <strong>Localização</strong> <strong>Tipo</strong> <strong>Velocidade de Movimento</strong> <strong>Falha Alpina</strong> Nova Zelândia Transformante 30 mm/ano <strong>Falha de San Andreas</strong> Califórnia, EUA Transformante 25-35 mm/ano <strong>Falha do Norte da Anatólia</strong> Turquia Transformante 20-25 mm/ano</p><p>Apesar das semelhanças, a <strong>Falha Alpina</strong> também tem um componente de <strong>compressão</strong>, o que a diferencia e a torna ainda mais geologicamente ativa.</p><p><strong>5. Curiosidades</strong> 🌏</p><p>✅ A falha pode ser vista da superfície em vários pontos da Ilha Sul da Nova Zelândia.<br>✅ Cientistas perfuraram a falha para estudar o comportamento das rochas em grandes profundidades.<br>✅ Algumas partes da falha apresentam deslizamentos de até <strong>480 km ao longo de milhões de anos</strong>!</p><p><strong>Fonte: </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Falha_Alpina?utm_source=chatgpt.com"><strong>https://pt.wikipedia.org/wiki/Falha_Alpina?utm_source=chatgpt.com</strong></a><strong>                                                                                                                     Maria Victória Nascimento Falcão- 20240013726- Bacharelado em Ciências Biológicas 2024.2 (Turma da Quarta)</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-17 23:26:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Montanhas Ouachita</title>
         <author>karoline200106</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3374007428</link>
         <description><![CDATA[<p>As <strong>Montanhas Ouachita</strong>, simplesmente chamadas de <strong>Ouachitas</strong> , são uma <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Mountain_range">cadeia de montanhas</a> no oeste <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Arkansas">do Arkansas</a> e sudeste <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Oklahoma">de Oklahoma . Elas são formadas por uma espessa sucessão de estratos </a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Paleozoic">paleozóicos</a> altamente deformados que constituem o Cinturão de Dobra e Empurrão de Ouachita, um dos importantes <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Orogeny">cinturões orogênicos</a> da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/North_America">América do Norte</a> . As Ouachitas continuam no subsolo para o nordeste, onde fazem uma conexão mal compreendida com os <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Appalachian_Mountains">Apalaches</a> e para o sudoeste, onde se juntam à área de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Marathon_Uplift">elevação de Marathon </a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/West_Texas">no oeste do Texas</a> . Junto com os <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Ozark_Plateaus">Planaltos de Ozark</a> , as Ouachitas formam as <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/U.S._Interior_Highlands">Terras Altas Interiores dos EUA</a> .  O ponto natural mais alto é <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Mount_Magazine">o Monte Magazine</a> a 2.753 pés (839 m).As Montanhas Ouachita são uma <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_ecoregions_in_the_United_States_(EPA)">ecorregião de Nível III</a> designada pela <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/United_States_Environmental_Protection_Agency">Agência de Proteção Ambiental</a> (EPA). A região foi subdividida em seis <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_ecoregions_in_the_United_States_(EPA)">ecorregiões de Nível IV</a> . </p><p>Etimologia</p><p>Louis R. Harlan afirmou que "Ouachita" é composto das palavras <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Choctaw_language">Choctaw </a><em>ouac</em> para "bisão" e <em>chito</em> para "grande", significando juntas "país de bisões grandes". Em uma época, rebanhos de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/American_bison">bisões</a> habitavam as áreas baixas dos Ouachitas.  A historiadora <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Muriel_Hazel_Wright">Muriel H. Wright</a> escreveu que "Ouachita" é composto das palavras <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Choctaw_language">Choctaw </a><em>owa</em> para "caça" e <em>chito</em> para "grande", significando juntas "grande caça longe de casa". De acordo com o artigo <em>Ouachita</em> na <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Encyclopedia_of_Oklahoma_History_and_Culture"><em>Enciclopédia de História e Cultura de Oklahoma</em></a> , "Ouachita" vem da grafia francesa da palavra <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Caddo_language">Caddo </a><em>washita</em> , que significa "bons campos de caça".</p><p>Geografia</p><p>A Floresta Nacional de Ouachita durante o outono</p><p>Um mapa das montanhas Ouachita, nos estados de Arkansas e Oklahoma.</p><p>Mapa topográfico das Montanhas Ouachita</p><p>Os Ouachitas são uma importante província fisiográfica do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Arkansas">Arkansas</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Oklahoma">Oklahoma</a> e são geralmente agrupados com o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Arkansas_River_Valley">Vale do Rio Arkansas</a> . Junto com os <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Ozark_Plateaus">Planaltos de Ozark</a> , os Ouachitas formam as <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/U.S._Interior_Highlands">Terras Altas Interiores dos EUA</a> , uma das poucas regiões montanhosas entre os <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Appalachian_Mountains">Apalaches</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Rocky_Mountains">as Montanhas Rochosas</a> . </p><p>Geologia</p><p>Estratos verticais no leste de Ouachitas</p><p>Aglomerado de cristais de quartzo do Arkansas das Montanhas Ouachita</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Paleozoic">Os Ouachitas são formados por uma espessa sucessão de estratos paleozóicos</a> altamente deformados que constituem o Cinturão de Dobra e Empurrão de Ouachita, que aflora por aproximadamente 220 milhas (350 km) no oeste <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Arkansas">do Arkansas</a> e sudeste <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Oklahoma">de Oklahoma</a> . Em um sentido geral, os Ouachitas são considerados um anticlinório porque as rochas mais antigas conhecidas estão localizadas em direção ao centro da área de afloramento. Os Ouachitas continuam no subsolo até a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Black_Warrior_Basin">Bacia Black Warrior</a> do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Alabama">Alabama</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Mississippi">Mississippi</a> , onde mergulham em direção aos <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Appalachian_Mountains">Montes Apalaches</a> . A sudoeste, os Ouachitas se juntam à área de Marathon, no oeste <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Texas">do Texas</a> , onde as rochas do Cinturão de Dobra e Empurrão de Ouachita são brevemente expostas. Ao contrário de muitas cadeias nos <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/United_States">Estados Unidos</a> , as Ouachitas são principalmente de tendência leste-oeste. Elas são únicas porque <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Metamorphism">o metamorfismo</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Volcanism">o vulcanismo</a> , características comuns em cinturões orogênicos, estão notavelmente ausentes (com exceção de algum <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Metamorphism">metamorfismo</a> de baixo grau ). Devido ao alto grau de dobramento e falhamento, as Ouachitas são agrupadas em subcadeias distintas, com cristas separadas por vales relativamente amplos.</p><p>Os Ouachitas são conhecidos por alguns dos melhores <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Quartz">quartzos</a> do mundo , especialmente em torno <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Mount_Ida,_Arkansas">do Monte Ida, Arkansas</a> , a capital mundial do quartzo. O quartzo se formou após a <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Ouachita_Orogeny">Orogenia Ouachita</a> quando fraturas em rochas cheias de fluidos saturados de sílica e, ao longo de milhões de anos, precipitaram cristais de até vários metros de comprimento. Os Ouachitas também são conhecidos pela <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Novaculite">novaculita</a> , uma variedade de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Chert">chert</a> que passou por <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Metamorphism">metamorfismo</a> de baixo grau ; graus específicos encontrados apenas no <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Arkansas">Arkansas</a> são usados ​​para fazer <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Sharpening_stone">pedras de amolar</a> .</p><p>Referência: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Ouachita_Mountains">https://en.wikipedia.org/wiki/Ouachita_Mountains</a></p><p>Curso: Ciências Biológicas Bacharelado 2024.2</p><p>Aluna: Emilly Karoline 20240103171</p><p>Turma: Quarta</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-20 01:34:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ilha vulcânica de Suwanosejima </title>
         <author>ketellensantos335</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3377687731</link>
         <description><![CDATA[<p>Suwanosejima, com altura de 796m (2612 pés), é tanto uma ilha quanto um vulcão e está localizada ao norte das Ilhas Ryukyu, Japão, nas ilhas Satsunan. É a segunda maior ilha do arquipélago de Tokara, com 8 km de comprimento e 5 km de largura, consiste em um estratovulcão andesítico com duas crateras ativas no cume. A cratera nordeste passou por longos períodos de atividade estromboliana intermitente, enquanto fluxos de lava emanaram da cratera sudoeste. Uma grande cratera, rompida a leste, também está presente e foi formada por uma avalanche de detritos pré-históricos. A maior erupção histórica ocorreu em 1813-1814, fazendo com que a ilha fosse completamente evacuada após, o que permaneceu despovoada por 70 anos. Durante o século XX é caracterizado por explosões estrombolianas, plumas de cinzas e queda de cinzas. Ele entra em erupção todos os anos desde 1956 e permanece ativo até os dias atuais.</p><p><br></p><p><strong>Formação geológica:</strong></p><p><br></p><p>Suwanosejima é um estratovulcão de material piroclástico, formado por um limite convergente oceânico-oceânico, onde a Placa do Pacífico colide com a Placa das Filipinas na zona de subducção das Ilhas Ryukyu. Com a colisão, a placa do Pacífico sofre uma subducção. Esse processo libera calor e pressão, funde parte do manto, originando o magma que alimenta o vulcão. O magma emerge à superfície, criando o vulcão Suwanosejima.</p><p><br></p><p><strong>Referências</strong>: </p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.painelglobal.com.br/relatorio_vulcanico.php">https://www.painelglobal.com.br/relatorio_vulcanico.php</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://volcano.si.edu/volcano.cfm?vn=282030">https://volcano.si.edu/volcano.cfm?vn=282030</a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.data.jma.go.jp/vois/data/filing/souran_eng/volcanoes/097_suwanosejima.pdf">https://www.data.jma.go.jp/vois/data/filing/souran_eng/volcanoes/097_suwanosejima.pdf</a></p><p><br></p><p><strong>Imagem</strong>: </p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://lechaudrondevulcain.com/wp-content/uploads/2020/09/1920px-Suwanosejima.jpg">https://lechaudrondevulcain.com/wp-content/uploads/2020/09/1920px-Suwanosejima.jpg</a></p><p><br></p><p><br></p><p>Aluna: Ana Ketenllen da Silva Santos </p><p>Matrícula: 20240103135</p><p>Turma da quarta</p><p>Curso: Ciências biológicas - Bacharel 2024.2</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/3572524588/603f584450e76f12012a64363dd0a652/1000025708.jpg" />
         <pubDate>2025-03-22 20:34:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>nicolemendes286</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3377802705</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://en.wikipedia.org/wiki/Hunter_fracture_zone">https://en.wikipedia.org/wiki/Hunter_fracture_zone</a></p><p><br/></p><p>A zona de fratura Hunter é uma zona de fratura de falha transformante sinistral (lateral esquerda), que ao sul faz parte de uma junção tripla com a Fossa das Novas Hébridas e a Cordilheira Central de Espalhamento da Bacia do Norte de Fiji . A zona de fratura Hunter, com a Cordilheira Hunter , uma área com atividade vulcânica recente ao norte, é o limite sul da Bacia do Norte de Fiji. Esta área limite na parte sudoeste da zona de fratura Hunter está associada à subducção quente e a uma gama única de geoquímica vulcânica. </p><p><br/></p><p>Geografia: </p><p>A zona de fratura Hunter está localizada ao sul e sudoeste de Fiji e começa onde a parte sul da Fossa das Novas Hébridas termina devido à crescente obliquidade da convergência, o que leva a mais falhas de deslizamento do que subducção. Ela termina ao redor da Linha Internacional de Data , com as Ilhas Kadavu imediatamente ao norte. No entanto, alguns trabalhos anteriores postularam que as estruturas de falhas ao redor de Suva, em Fiji, estão relacionadas e diferentes autores definiram a zona de forma variável. </p><p><br/></p><p>Sismicidade:</p><p>A zona de fratura de Hunter ocidental é uma área de sismicidade razoavelmente superficial. Grandes terremotos (≥M6) ocorreram em tempos históricos.</p><p><br/></p><p>Tectônica:</p><p>Ela define parte do limite da placa entre as Novas Hébridas e a microplaca do recife de Conway com a placa australiana , com o restante da convergência sendo acomodada por subducção e rifteamento . A principal subducção e rifteamento atual está em uma área onde a Hunter Ridge está sendo dividida, chamada de Monzier Rift. Isso é ativo vulcanicamente como parte de um sistema de subducção separado do restante da zona de subducção de Vanuatu , que foi chamada de zona de subducção Matthew e Hunter. A Hunter Ridge e a zona de fratura Hunter são o término sudeste da subducção da zona de subducção de Vanuatu e sua borda de laje associada. De 3 milhões de anos atrás, a Central Spreading Ridge mais ao sul da Bacia do Norte de Fiji propagou-se para o sul e agora cruzou com a Fossa das Novas Hébridas e a zona de fratura Hunter para formar a atual junção tripla. </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Aluna: Nicole do Nascimento Mendes </p><p>Matrícula: 20240013780</p><p>Curso: Bacharelado em Ciências Biológicas </p><p>Turma: Quarta-feira</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 03:37:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ilhas Aleutas</title>
         <author>sarahmedeirosufpb</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3381854131</link>
         <description><![CDATA[<p>As Ilhas Aleutas são um arquipélago vulcânico que se estende por mais de 1.900 km no Oceano Pacífico Norte, entre o Alasca (Estados Unidos) e a Península de Kamchatka (Rússia). Elas formam um arco que separa o Mar de Bering do Oceano Pacífico.</p><p>As Ilhas Aleutas, localizadas no Alasca, são um exemplo clássico de um arco de ilhas vulcânicas formado pela interação entre placas tectônicas. Sua formação está diretamente ligada ao processo de subducção, no qual uma placa oceânica mergulha sob outra.</p><p>Formação das Ilhas Aleutas:</p><p>Convergência de placas: A Placa do Pacífico (oceânica) está se movendo para o noroeste e colidindo com a Placa Norte-Americana (continental).</p><p>Subducção: A Placa do Pacífico é mais densa e afunda sob a Placa Norte-Americana, formando a Fossa das Aleutas. Fusão e vulcanismo: O material da placa subduzida derrete parcialmente, formando magma que sobe à superfície e dá origem a vulcões.</p><p>Formação do arco de ilhas: Esse vulcanismo resultou na formação das Ilhas Aleutas, que são um arco insular vulcânico, semelhante ao que ocorre no Japão e nas Filipinas.</p><p>Características principais:</p><p>Atividade vulcânica intensa, com vários vulcões ativos.</p><p>Região altamente sísmica devido à movimentação das placas.</p><p>Parte do Anel de Fogo do Pacífico, onde ocorrem muitos terremotos e erupções vulcânicas.</p><p>As Ilhas Aleutas são um ótimo exemplo de como a tectônica de placas molda a superfície terrestre ao longo de milhões de anos</p><p>Características Principais:</p><p> Origem vulcânica: As ilhas são formadas por vulcões ativos e inativos, resultado da subducção da Placa do Pacífico sob a Placa Norte-Americana.</p><p>Clima: O clima é subpolar oceânico, com temperaturas frias, ventos fortes e muita precipitação.</p><p>Geologia e Vulcanismo:</p><p>Arco Vulcânico: As Aleutas fazem parte do Arco Vulcânico Aleutiano, uma cadeia de vulcões ativos e inativos que se estende ao longo da borda da placa do Pacífico. A subducção da placa do Pacífico sob a placa Norte-Americana é a força motriz por trás desse vulcanismo.</p><p> Vulcões Ativos: Vários vulcões nas Aleutas permanecem ativos, representando um perigo potencial, mas também oferecendo oportunidades para estudos científicos. Exemplos incluem o Monte Cleveland e o vulcão Bogoslof.</p><p> Terremotos: A atividade tectônica na região também resulta em frequentes terremotos, alguns dos quais podem ser bastante poderosos.</p><p> Mudanças Climáticas: As mudanças climáticas estão afetando as Aleutas, com o derretimento do gelo marinho e o aumento do nível do mar ameaçando a vida selvagem e as comunidades costeiras.</p><p>Aluna: Sarah Medeiros Paulino</p><p>Ciencias Biologicas Bacharel</p><p>Turma de quarta</p><p>2024.2</p><p>Mátricula:20240013969</p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 17:37:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Limite Transformante: Falha da Anatólia </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3381883150</link>
         <description><![CDATA[<p>Na Placa da Anatólia existem duas grandes falhas, a Oriental e a Setentrional; a falha oriental faz fronteira com as placas africana e arábica, já a Setentrional está ligada a placa euroasiática e atravessa todo o território turco.</p><p>A Falha da Anatólia Setentrional ou do Norte, como também é conhecida, é palco de vários terremotos desastrosos, muitos deles com magnitude superior a 6,0 na Escala Richter. Com 1500 quilômetros de extensão os terremotos ocorridos ao longo desta falha costumam ser bastante destrutivos e já causaram a morte de mais de 45000 pessoas, os estudiosos acreditam que os terremotos estão progredindo ao longo da falha com cada um provocando outro mais a oeste e eles também tem a preocupação da ocorrência de um terremoto próximo a Istambul já que no terremoto de 1999 a cidade sofreu diversos danos mesmo estando a 110km de distância do epicentro.</p><p>A Falha da Anatólia Oriental tem histórico de terremotos desde 1157 D.C e em  fevereiro de 2023 ocorreu um grande terremoto que deixou mais de 60 mil  mortos e teve uma magnitude de 7,8 graus.</p><p><br/></p><p><strong>Fontes:</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2023/02/06/entenda-por-que-a-turquia-e-suscetivel-a-terremotos.ghtml">https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2023/02/06/entenda-por-que-a-turquia-e-suscetivel-a-terremotos.ghtml</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://super.abril.com.br/coluna/deriva-continental/como-as-placas-tectonicas-explicam-os-terremotos-na-siria-e-turquia">https://super.abril.com.br/coluna/deriva-continental/como-as-placas-tectonicas-explicam-os-terremotos-na-siria-e-turquia</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2024/02/02/terremoto-de-2023-na-turquia-e-siria-deixou-quase-60000-mortos.htm#:~:text=Quase%2039.000%20im%C3%B3veis%20foram%20destru%C3%ADdos,pessoas%20que%20perderam%20suas%20casas">https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2024/02/02/terremoto-de-2023-na-turquia-e-siria-deixou-quase-60000-mortos.htm#:~:text=Quase%2039.000%20im%C3%B3veis%20foram%20destru%C3%ADdos,pessoas%20que%20perderam%20suas%20casas</a>.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2023/02/como-as-falhas-geologicas-da-turquia-causam-terremotos-devastadores-na-regiao.shtml">https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2023/02/como-as-falhas-geologicas-da-turquia-causam-terremotos-devastadores-na-regiao.shtml</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.geolsoc.org.uk/science-and-policy/plate-tectonic-stories/north-anatolian-fault/">https://www.geolsoc.org.uk/science-and-policy/plate-tectonic-stories/north-anatolian-fault/</a></p><p><br/></p><p>Maria Júlia Costa Ribeiro - 20240013682</p><p>Bacharelado em Ciências Biológicas 2024.2, turma da quarta-feira.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 18:00:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fossa das Marianas: limites convergentes.</title>
         <author>viniciusmonteiro2_1</author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3381922424</link>
         <description><![CDATA[<p>A Fossa das Marianas é o local mais profundo dos oceanos da Terra, atingindo profundidades de até 11.034 metros no ponto conhecido como Challenger Deep. Localizada no Oceano Pacífico, a leste das Ilhas Marianas, essa depressão submarina em forma de arco se estende por cerca de 2.550 km de comprimento e tem uma largura média de 69 km.</p><p>A pressão da água no fundo da fossa é mais de 1.000 vezes maior que a pressão atmosférica ao nível do mar.</p><p>A escuridão total, as baixas temperaturas (cerca de 1°C a 4°C) e a alta pressão tornam a Fossa das Marianas um dos ambientes mais inóspitos do planeta. Apesar das condições extremas, a fossa abriga uma variedade de formas de vida adaptadas, incluindo peixes, crustáceos e outras criaturas marinhas que evoluíram para sobreviver nesse ambiente único.</p><p>A Fossa das Marianas é um local de grande interesse científico, pois oferece aos pesquisadores a oportunidade de estudar os processos geológicos e biológicos que ocorrem em profundidades extremas.</p><p>As descobertas feitas na fossa podem fornecer informações valiosas sobre a história da Terra, a evolução da vida e a adaptação dos organismos a ambientes extremos.</p><p>A exploração da Fossa das Marianas é um desafio devido às condições extremas.</p><p>Poucas expedições tripuladas desceram até o fundo da fossa, incluindo a do explorador Jacques Piccard e do tenente Don Walsh em 1960 e a do cineasta James Cameron em 2012.</p><p>apesar disso, muitas pesquisas não tripuladas já foram realizadas.</p><p><br/></p><p>Formação:</p><p>A Fossa das Marianas foi formada pela subducção da placa tectônica do Pacífico sob a placa das Filipinas.</p><p>Esse processo de subducção, onde uma placa desliza sob a outra, criou a profunda trincheira que a forma.</p><p><br/></p><p>Localização e Dimensões:</p><p>A fossa está situada no oeste do Oceano Pacífico, a leste das Ilhas Marianas. Estende-se por cerca de 2.550 quilômetros em forma de arco.</p><p>Sua largura média é de aproximadamente 69 quilômetros.</p><p>O Challenger Deep, localizado na extremidade sul da fossa, é o ponto mais profundo conhecido dos oceanos, com profundidades que ultrapassam 11.000 metros.</p><p><br/></p><p>Fonte:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fossa_das_Marianas">https://pt.wikipedia.org/wiki/Fossa_das_Marianas</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infoescola.com/oceanografia/fossa-das-marianas/">https://www.infoescola.com/oceanografia/fossa-das-marianas/</a></p><p><br/></p><p>Aluno: Vinicius Vicente Monteiro </p><p>mat.: 20240013987</p><p>Turma de quarta</p><p>Bacharelado 2024.2</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 18:30:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Limite Divergente: O Mar Morto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3408059464</link>
         <description><![CDATA[<p>Localizado no coração do Vale do Rift (especificamente no Jordão e Palestina), o Mar Morto é um patrimônio natural esculpido por causa de milhões de anos de forças tectônicas. Sua formação está intimamente ligada ao afastamento entre duas placas tectônicas continentais: a Placa Africana e a Placa Arábica. Esse afastamento, que ocorre ao longo de uma zona de rift continental, caracteriza-se um movimento divergente onde ambas as placas, com crostas relativamente espessas, se separam gradualmente. Esse processo de estiramento provoca o afundamento de um bloco de crosta – denominado graben –, formando uma depressão que atinge 430 metros abaixo do nível do mar, o ponto mais baixo em terra firme do planeta.</p><p>A água que alimenta o lago, em sua maioria proveniente do Rio Jordão, permanece retida nesta bacia sem saída natural para o oceano (bacia endorreica). Em um ambiente de clima árido, a intensa evaporação concentra sais e minerais, como magnésio e potássio, elevando a salinidade até cerca de 34%, o que permite uma flutuação automática quando entra no lago e promove a formação de depósitos de sal grosso em suas margens. Além disso, a lama mineralizada, utilizada há séculos em terapias, acrescenta mais uma faceta à singularidade deste local.</p><p>A região, por sua vez, é marcada por uma atividade sísmica intensa, evidenciada por terremotos históricos – como o ocorrido em 1927, chegando a 6,3 na escala Ritcher –, que continuam a remodelar sua paisagem. No entanto, o atual desafio é o declínio acelerado do nível da água, consequência do desvio do Rio Jordão para abastecimento em Jordânia e Palestina da exploração industrial dos minerais. Nas últimas décadas, o lago encolheu mais de 35% de sua superfície, colocando em risco seu ecossistema único.</p><p>O Mar Morto simboliza a complexa interação entre os processos geológicos, como a dinâmica de placas tectônicas e a formação de rift continental, e a intervenção humana. Enquanto suas águas salgadas narram a longa história de separação e deformação das placas Africana e Arábica, seu encolhimento destaca a necessidade urgente de cooperação regional para preservar esse tesouro natural da Palestina para as futuras gerações.</p><p>Referência Bibliográficas:</p><ol><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.geologyscience.com/gallery/geological-wonders/the-dead-sea/">https://pt.geologyscience.com/gallery/geological-wonders/the-dead-sea/</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.britannica.com/place/Dead-Sea/Climate-and-hydrology">https://www.britannica.com/place/Dead-Sea/Climate-and-hydrology</a></p></li></ol><p>Aluna: Luiza Gomes de Lucena Costa</p><p>Matrícula: 20240103270</p><p>Curso: Ciências Biológicas, 2024.02 (Turma de Sexta-feira/Licenciatura)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-14 00:29:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Zonas de Cisalhamento Manhuaçu–Santa Margarida (FC-MSM)

</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3411419578</link>
         <description><![CDATA[<p><strong> </strong> <em>Região Leste de Minas Gerais – Orógeno Araçuaí</em></p><p><br></p><p>O Feixe de Zonas de Cisalhamento Manhuaçu–Santa Margarida é uma das principais estruturas tectônicas do Orógeno Araçuaí. Ele se estende por cerca de 300 km no sentido norte-sul, entre Governador Valadares e Juiz de Fora (MG), e é composto por zonas de cisalhamento dúcteis, principalmente reversas no norte e transcorrentes dextrais no centro e sul. Sua geometria mostra um traçado sigmoidal em planta e estrutura interna anastomosada.</p><p><br></p><p>Na porção sul, o feixe se conecta com as estruturas da Faixa Ribeira, sendo parcialmente truncado por elas. Esse contato indica que o limite entre o Orógeno Araçuaí e a Faixa Ribeira <strong>não está atualmente ativo</strong>, mas representa um <strong>registro estrutural e tectônico de eventos antigos</strong> do Neoproterozóico, durante a formação do supercontinente Gondwana.</p><p><br></p><p>Referência:</p><p>SILVA, Cláudio Maurício Teixeira da; ALKMIM, Fernando Flecha; PEDROSA-SOARES, Antônio Carlos. Geometria e evolução do feixe de zonas de cisalhamento Manhuaçu – Santa Margarida, Orógeno Araçuaí, MG. REM: Revista Escola de Minas, Ouro Preto, v. 62, n. 1, p. 23–34, jan./mar. 2009. DOI: 10.1590/S0370-44672009000100005.</p><p>Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.researchgate.net/publication/238187534">https://www.researchgate.net/publication/238187534</a>. Acesso em: 12 abr. 2025.</p><p><br></p><p>Nome: Erick Max Nascimento Alves de Farias</p><p>Matrícula: 20240129580</p><p>Curso: Ciências Biológicas</p><p>Turma: Licenciatura - sexta</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 23:47:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Alpes Julianos </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cms22/2bhrvw7aq0iczgow/wish/3412965327</link>
         <description><![CDATA[<p>A formação dos Alpes foi resultado da colisão entre a placa africana e a placa euro-asiática, que criou grandes dobras na região.&nbsp;A massa africana moveu-se para o norte, empurrando os estratos mesozóico e cenozóico da bacia do mar de Tétis contra a placa euro-asiática; A Microplaca Adriática colidiu com a Placa Europeia, forçando o leito oceânico para baixo e empurrando a microplaca para cima. A pressão exercida sobre os sedimentos criou grandes dobras, chamadas "nappes", Essas dobras subiram do que era o mar de Tétis e pressionaram na direção norte e frequentemente se partiam e deslizavam umas sobre as outras. A paisagem atual dos Alpes foi formada principalmente por glaciação ao longo dos últimos dois milhões de anos onde pelo menos cinco eras glaciais atuaram para alterar a região. As geleiras têm recuado ao longo dos últimos 10 mil anos.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-16 22:24:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>🌐  Falha de San Andreas
</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Falha de San Andreas – Limite Transformante</p><p>A Falha de San Andreas, na Califórnia (EUA), é um exemplo de limite transformante, onde a Placa do Pacífico desliza horizontalmente contra a Placa Norte-Americana. Esse movimento provoca fortes terremotos, como o famoso sismo de 1906 em&nbsp;São&nbsp;Francisco.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-02 21:56:15 UTC</pubDate>
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