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      <title>SISTEMA IMUNOLÓGICO - Doenças autoimunes by Juliane da Silva Gonçalves Santana Lima</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-09-26 00:36:32 UTC</pubDate>
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         <title>ANTÍGENO</title>
         <author>juliane_s_goncalves</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Toda substância estranha ao organismo que faz com que o corpo produza anticorpos (defesas) para combater o "invasor".</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://pixnio.com/free-images/science/microscopy-images/plague-yersenia-pestis/fluorescent-antibody-staining-technique-conjugated-antiserum-to-fraction-1-antigen-of-yersinia-pestis.jpg" />
         <pubDate>2024-09-26 00:43:01 UTC</pubDate>
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         <title>ANTICORPOS</title>
         <author>juliane_s_goncalves</author>
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         <description><![CDATA[<p>Conhecidos como imunoglobulinas, os anticorpos <strong>são proteínas responsáveis por alertar e defender o organismo, quando existe um agente causador de doenças no corpo.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 00:45:40 UTC</pubDate>
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         <title>ANTICORPOS </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliane_s_goncalves/2au46v6md66q4jzr/wish/3140201214</link>
         <description><![CDATA[<p>Os anticorpos são proteínas produzidas pelo sistema imunológico, especificamente pelos linfócitos B, para combater substâncias estranhas ao corpo, como vírus e bactérias. Eles se ligam a essas substâncias, chamadas de antígenos, marcando-as para destruição por outras células do sistema imunológico. Cada anticorpo é específico para um tipo de antígeno, o que ajuda o corpo a reconhecer e combater diferentes invasores.</p><p>Os anticorpos, também chamados de imunoglobulinas, têm uma estrutura em forma de “Y” composta por quatro cadeias de aminoácidos: duas cadeias pesadas e duas leves. As extremidades dos “braços” do anticorpo são a região variável, que se liga especificamente ao antígeno, enquanto a “base” é a região constante, que interage com outras partes do sistema imunológico.</p><p>Existem cinco classes principais de anticorpos no corpo humano: IgG, IgA, IgM, IgE e IgD. Cada um tem uma função diferente:</p><p><br/></p><p>•IgG: O mais abundante no sangue, combate infecções e fornece imunidade duradoura.</p><p><br/></p><p>•IgA: Encontra-se principalmente nas mucosas, como o trato respiratório e digestivo, protegendo as superfícies internas do corpo.</p><p>	</p><p>•IgM: É o primeiro anticorpo a ser produzido em resposta a uma infecção.</p><p>	</p><p>•IgE: Está envolvido em respostas alérgicas e combate parasitas.</p><p>	</p><p>•IgD: Sua função exata ainda é pouco compreendida, mas está envolvido na ativação de células B.</p><p><br/></p><p>Quando um anticorpo se liga a um antígeno, ele pode neutralizar diretamente o invasor, ou sinalizar para outras células do sistema imune, como macrófagos, destruírem o antígeno. Além disso, a produção de anticorpos é a base da vacinação, que ensina o sistema imunológico a reconhecer e combater patógenos específicos sem causar a doença.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 11:33:50 UTC</pubDate>
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         <title>Anticorpos  </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Doenças relacionadas aos anticorpos envolvem condições onde o sistema imunológico produz ou reage de maneira inadequada aos anticorpos, que são proteínas produzidas pelas células B para combater invasores como vírus e bactérias. Algumas das principais categorias de doenças associadas aos anticorpos incluem:</p><p><br></p><p>1. Doenças autoimunes</p><p><br></p><p>Nessas doenças, o corpo ataca seus próprios tecidos, pois produz anticorpos que reconhecem células saudáveis como inimigas. Exemplos incluem:</p><p><br></p><p>Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES): Os anticorpos atacam diferentes órgãos e tecidos, como pele, articulações, rins e coração.</p><p><br></p><p>Artrite Reumatoide: Os anticorpos atacam as articulações, causando inflamação e dor.</p><p><br></p><p>Diabetes Tipo 1: Anticorpos atacam as células beta do pâncreas, responsáveis pela produção de insulina.</p><p><br></p><p>Tireoidite de Hashimoto: Anticorpos atacam a glândula tireoide, resultando em hipotireoidismo.</p><p><br></p><p><br></p><p>2. Imunodeficiências</p><p><br></p><p>Em algumas condições, o corpo não consegue produzir anticorpos suficientes, tornando a pessoa vulnerável a infecções.</p><p><br></p><p>Imunodeficiência Comum Variável (ICV): A produção de anticorpos é baixa, levando a infecções frequentes.</p><p><br></p><p>Síndrome de Bruton (Agamaglobulinemia): Falta completa de produção de anticorpos, devido a um defeito genético nas células B.</p><p><br></p><p><br></p><p>3. Doenças alérgicas</p><p><br></p><p>Aqui, o sistema imunológico reage exageradamente a substâncias normalmente inofensivas, como pólen ou alimentos, levando à produção excessiva de anticorpos do tipo IgE.</p><p><br></p><p>Asma: Os anticorpos IgE podem causar reações alérgicas nas vias respiratórias.</p><p><br></p><p>Rinite alérgica: Reação exagerada aos alérgenos no ambiente.</p><p><br></p><p>Anafilaxia: Uma resposta imune sistêmica perigosa, geralmente mediada por anticorpos IgE.</p><p><br></p><p><br></p><p>4. Doenças hematológicas</p><p><br></p><p>Algumas doenças envolvem a produção de anticorpos que atacam as próprias células sanguíneas.</p><p><br></p><p>Púrpura Trombocitopênica Imune (PTI): Anticorpos atacam as plaquetas, levando a sangramentos.</p><p><br></p><p>Anemia Hemolítica Autoimune: Anticorpos atacam e destroem as hemácias.</p><p><br></p><p><br></p><p>5. Doenças relacionadas a anticorpos monoclonais</p><p><br></p><p>Essas doenças envolvem a produção excessiva de um tipo anormal de anticorpo, como em:</p><p><br></p><p>Mieloma Múltiplo: Um tipo de câncer de células plasmáticas (produtoras de anticorpos).</p><p><br></p><p>Macroglobulinemia de Waldenström: Um câncer no qual as células B produzem grandes quantidades de um anticorpo chamado IgM.</p><p><br></p><p><br></p><p>Essas doenças ilustram como os anticorpos, embora fundamentais para a defesa do organismo, podem se tornar preju</p><p>diciais quando sua produção ou regulação é alterada.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 11:36:01 UTC</pubDate>
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         <title>Doença Autoimune - Esclerose múltipla</title>
         <author>ornitorrincogames313</author>
         <link>https://padlet.com/juliane_s_goncalves/2au46v6md66q4jzr/wish/3140214187</link>
         <description><![CDATA[<p><em><mark>Estudantes: Kauan, Mariana, Sara e Fernanda.</mark></em></p><p><br/></p><p><strong><em>Requer um diagnóstico médico</em></strong></p><p><br/></p><p>A esclerose múltipla causa muitos sintomas diferentes, entre eles perda da visão, dor, fadiga e comprometimento da coordenação motora. Os sintomas, sua gravidade e duração variam conforme a pessoa. Alguns indivíduos podem não apresentar sintomas por quase toda a vida, enquanto outros têm sintomas crônicos graves que nunca desaparecem.</p><p><br/></p><p><strong><em>As pessoas podem ter:</em></strong></p><p><br/></p><ul><li><p>Dores locais: nos olhos</p></li><li><p>Dores circunstanciais: com o movimento dos olhos ou nas costas ao acenar com a cabeça</p></li><li><p>Nos músculos: dificuldade para caminhar, fraqueza muscular, incapacidade de mudar rapidamente os movimentos, músculos rígidos, problemas de coordenação, rigidez muscular, espasmos musculares ou reflexos hiperativos</p></li><li><p>No corpo: fadiga, falta de equilíbrio, intolerância ao calor, tontura ou vertigem</p></li><li><p>No trato urinário: desejo persistente de urinar, incontinência urinária, micção excessiva durante a noite ou retenção urinária</p></li><li><p>Sensorial: formigamento, formigamento e queimação desconfortável ou redução na sensação de tato</p></li><li><p>Na visão: perda de visão, visão dupla ou visão embaçada</p></li><li><p>No sexo: disfunção erétil ou disfunção sexual</p></li><li><p>No humor: ansiedade ou mudanças de humor</p></li><li><p>Na fala: dificuldade de fala ou fala arrastada</p></li><li><p>Também é comum: constipação, dificuldade em engolir, dificuldade em pensar e compreender, dor de cabeça, dormência na língua, dormência no rosto, movimento rápido involuntário dos olhos, privação de sono ou tremor durante movimentos precisos</p></li></ul><p><br/></p><p><strong><em>O tratamento consiste no uso de imunossupressores</em></strong></p><p><br/></p><p>Fisioterapia e medicamentos que suprimem o sistema imunológico podem ajudar a combater os sintomas e retardar a progressão da doença. Outros tratamentos muitas das vezes necessários são:</p><ul><li><p>Quimioterapia;</p></li><li><p>Anti-inflamatórios;</p></li><li><p>Corticóide.</p><p><br/></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 11:42:59 UTC</pubDate>
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         <title>Doença autoimune: LÚPUS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliane_s_goncalves/2au46v6md66q4jzr/wish/3140246400</link>
         <description><![CDATA[<p>O lúpus é uma doença autoimune crônica em que o sistema imunológico ataca tecidos e órgãos saudáveis do corpo, causando inflamação. Ele pode afetar várias partes do corpo, como pele, articulações, rins, cérebro, coração e pulmões. O tipo mais comum é o lúpus eritematoso sistêmico (LES), que pode ser leve ou grave, dependendo dos órgãos afetados.</p><p><br/></p><p><strong>Principais Sintomas:</strong></p><p><br/></p><p><strong><em>Fadiga extrema:</em></strong> Cansaço persistente, mesmo com descanso.</p><p><br/></p><p><strong><em>Dores nas articulações: </em></strong>Inchaço e dor nas articulações (artrite).</p><p><br/></p><p><strong><em>Erupções cutâneas: </em></strong>O sintoma mais clássico é uma erupção em forma de "asa de borboleta" no rosto.</p><p><br/></p><p><strong><em>Sensibilidade ao sol:</em></strong> Exposição ao sol pode agravar as erupções.</p><p><br/></p><p><strong><em>Febre sem causa aparente.</em></strong></p><p><br/></p><p><strong><em>Problemas renais: </em></strong>O lúpus pode causar inflamação nos rins (nefrite lúpica).</p><p><br/></p><p><strong><em>Dificuldade respiratória:</em></strong> Inflamação nos pulmões pode causar dor ao respirar.</p><p><br/></p><p><strong><em>Problemas cardíacos:</em></strong> Inflamação no coração ou nas artérias.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Causas</strong>:</p><p><br/></p><p>A causa exata do lúpus não é totalmente compreendida, mas acredita-se que seja resultado de uma combinação de fatores genéticos, hormonais e ambientais. Exposição ao sol, infecções e medicamentos também podem desencadear ou agravar a doença.</p><p><br/></p><p><strong>Diagnóstico:</strong></p><p><br/></p><p>O diagnóstico de lúpus pode ser desafiador, pois os sintomas podem ser semelhantes a outras condições. Normalmente, são feitos exames de sangue, como o teste de anticorpos antinucleares (ANA), e avaliações clínicas dos sintomas.</p><p><br/></p><p><strong>Tratamento:</strong></p><p><br/></p><p>Embora o lúpus não tenha cura, existem tratamentos que ajudam a controlar os sintomas e reduzir a inflamação. Entre os tratamentos mais comuns estão:</p><p><br/></p><p><strong><em>Antiinflamatórios não esteroides (AINEs): </em></strong>Para dores nas articulações e febre.</p><p><br/></p><p><strong><em>Corticosteroides: </em></strong>Para controlar a inflamação.</p><p><br/></p><p><strong><em>Imunossupressores: </em></strong>Para reduzir a atividade do sistema imunológico.</p><p><br/></p><p><strong><em>Antimaláricos (como a hidroxicloroquina): </em></strong>Usados para controlar erupções cutâneas e sintomas articulares.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>O tratamento do lúpus é personalizado, com base nos órgãos afetados e na gravidade da doença. Uma gestão cuidadosa com médicos especializados é essencial para melhorar a qualidade de vida.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Aluna:Maira Teixeira </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 12:02:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Doença Autoimune: Diabetes Tipo 1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliane_s_goncalves/2au46v6md66q4jzr/wish/3140327862</link>
         <description><![CDATA[<p><em>Estudantes: Alfredo, Ana Eloísa, Gabriele e João Vitor.</em></p><p><br/></p><p>Doenças autoimunes ocorrem quando o sistema imunológico ataca equivocadamente células e tecidos saudáveis do corpo, em vez de defender contra invasores externos como vírus e bactérias. Normalmente, o sistema imunológico diferencia entre células do próprio corpo e substâncias estranhas, mas em pessoas com doenças autoimunes, essa distinção falha.</p><p><br/></p><p><strong><mark>Um exemplo de doenças autoimunes é a Diabetes Tipo 1:</mark></strong></p><p><br/></p><p>A diabetes tipo 1 é uma doença autoimune crônica na qual o sistema imunológico do corpo ataca e destrói as células beta do pâncreas que produzem insulina. A insulina é o hormônio responsável por regular a quantidade de glicose (açúcar) no sangue, permitindo que ela entre nas células para ser usada como fonte de energia. Sem insulina, a glicose se acumula no sangue, o que pode levar a níveis perigosamente altos de açúcar.</p><p><br/></p><p><strong><mark>Principais características da diabetes tipo 1:</mark></strong></p><p>Causa autoimune: O sistema imunológico erroneamente ataca as células do pâncreas. A causa exata desse comportamento não é completamente compreendida, mas acredita-se que fatores genéticos e ambientais (como certas infecções virais) desempenhem um papel.</p><p>Aparecimento precoce: Embora possa surgir em qualquer idade, a diabetes tipo 1 geralmente é diagnosticada na infância ou adolescência.</p><p>Dependência de insulina: Pessoas com diabetes tipo 1 precisam de injeções de insulina ou usar uma bomba de insulina ao longo da vida, já que o corpo não pode produzir esse hormônio.</p><p>Sintomas: Os sintomas comuns incluem sede excessiva, aumento da frequência urinária, perda de peso inexplicável, fome extrema, fadiga e visão turva. Se não tratada, pode levar a uma condição grave chamada cetoacidose diabética.</p><p><br/></p><p><strong><mark>Tratamento:</mark></strong></p><p>Insulina: O tratamento envolve a administração regular de insulina por injeção ou por bombas de insulina. Existem diferentes tipos de insulina (ação rápida, intermediária, longa) que podem ser combinadas para controlar melhor os níveis de glicose no sangue.</p><p>Monitoramento da glicose: As pessoas com diabetes tipo 1 precisam monitorar regularmente seus níveis de glicose no sangue para ajustar as doses de insulina e a alimentação.</p><p>Dieta e exercício: Embora a insulina seja fundamental, a alimentação equilibrada e a prática de atividade física são essenciais para manter a glicose sob controle.</p><p><br/></p><p><strong><mark>Complicações:</mark></strong></p><p>Sem controle adequado, a diabetes tipo 1 pode levar a complicações sérias, como:</p><p>Doenças cardíacas;</p><p>Nefropatia diabética (danos nos rins);</p><p>Neuropatia (danos nos nervos);</p><p>Problemas de visão, incluindo a retinopatia diabética;</p><p>Problemas circulatórios, que podem levar a amputações.</p><p>Com o tratamento adequado e o acompanhamento médico, é possível ter uma vida longa e saudável, mesmo com diabetes tipo 1.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-26 12:46:52 UTC</pubDate>
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         <title>Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliane_s_goncalves/2au46v6md66q4jzr/wish/3141346059</link>
         <description><![CDATA[<p>O que é o Lúpus?</p><p>O Lúpus Eritematoso Sistêmico é uma doença autoimune em que o sistema imunológico, que normalmente protege o corpo contra infecções, ataca tecidos saudáveis, como pele, articulações, rins e outros órgãos. O LES é caracterizado por períodos de atividade (surtos) e remissão.</p><p><br></p><p>Sintomas Comuns:</p><p>- **Erupção Cutânea**: O sintoma mais conhecido é a erupção em forma de "asa de borboleta" no rosto, que se estende pelas bochechas e nariz.</p><p>- **Fadiga e Febre**: Cansaço extremo, febre inexplicável e perda de apetite.</p><p>- **Dores Articulares e Inchaço**: Inflamação nas articulações, principalmente mãos e joelhos.</p><p>- **Complicações Renais**: Pode afetar os rins, levando a proteinúria (excesso de proteína na urina).</p><p>- **Sintomas Neurológicos**: Dores de cabeça, confusão e perda de memória.</p><p><br></p><p>Causas e Fatores de Risco:</p><p>A causa exata do lúpus é desconhecida, mas acredita-se que seja uma combinação de fatores genéticos, ambientais e hormonais. O LES é mais comum em mulheres, especialmente em idade fértil (15-45 anos). Fatores desencadeantes incluem exposição ao sol, infecções e certos medicamentos.</p><p><br></p><p>Diagnóstico:</p><p>O diagnóstico do LES pode ser desafiador devido à variabilidade dos sintomas. Os principais exames incluem:</p><p>- **Exame de sangue**: Para detectar anticorpos antinucleares (ANA), que estão presentes na maioria dos pacientes com lúpus.</p><p>- **Exames de urina**: Para avaliar a função renal.</p><p>- **Biópsia de pele ou rim**: Em casos específicos, para confirmar o diagnóstico.</p><p><br></p><p>Tratamento:</p><p>Embora o lúpus não tenha cura, os tratamentos podem controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. As abordagens incluem:</p><p>- **Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs)**: Para aliviar dores e inchaços.</p><p>- **Corticosteroides**: Para reduzir a inflamação.</p><p>- **Imunossupressores**: Para controlar o sistema imunológico.</p><p>- **Antimaláricos**: Como a hidroxicloroquina, para tratar sintomas de pele e articulações.</p><p><br></p><p>Qualidade de Vida e Cuidados:</p><p>Pacientes com lúpus devem evitar exposição excessiva ao sol, manter um estilo de vida saudável e fazer acompanhamento regular com um reumatologista. A educação sobre a doença e apoio psicológico também são importantes para ajudar os pacientes a lidar com o impacto emocional do lúpus.</p><p><br></p><p>Prevenção e Educação:</p><p>Não existe prevenção para o lúpus, mas a educação sobre a doença é fundamental para o diagnóstico precoce e tratamento eficaz. Campanhas de conscientização ajudam a combater o estigma e promovem a importância da pesquisa e do apoio àqueles que vivem com a doença.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-27 00:35:11 UTC</pubDate>
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         <title>ARTRITE REUMATOIDE</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/juliane_s_goncalves/2au46v6md66q4jzr/wish/3141494078</link>
         <description><![CDATA[<p> •A artrite reumatoide (AR) é uma doença autoimune crônica caracterizada pela inflamação das articulações, que resulta em dor, rigidez e, em casos avançados, destruição articular. A condição afeta predominantemente as articulações, mas também pode impactar outros órgãos do corpo.</p><p>  •As causas exatas da AR não são completamente compreendidas, mas fatores genéticos, ambientais e hormonais desempenham um papel importante em seu desenvolvimento. A doença é mais comum em mulheres e pode ser desencadeada por infecções ou hábitos de vida, como o tabagismo e a obesidade.</p><p> •Os sintomas incluem dor nas articulações, inchaço, fadiga e rigidez, especialmente pela manhã. O diagnóstico é realizado por meio de exames clínicos e laboratoriais.</p><p> •O tratamento envolve o uso de medicamentos para reduzir a inflamação e controlar os sintomas, além de terapias físicas e mudanças no estilo de vida, como dieta saudável e prática de exercícios. Embora não haja cura, a intervenção precoce pode melhorar a qualidade de vida dos pacientes e retardar a progressão da doença.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-27 01:57:13 UTC</pubDate>
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