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      <title>Bororo_Sienna, Marina e Ana Clara by Sienna Renner Morales</title>
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      <description>história</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-02-18 14:59:32 UTC</pubDate>
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         <title>Povo Bororo</title>
         <author>1015824</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-02-27 10:48:30 UTC</pubDate>
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         <title>Localização Bororo</title>
         <author>1015824</author>
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         <description><![CDATA[<div>      Os Bororo, ou Boe, já habitara vários territórios em seu histórico de origem, atingindo principalmente, o estado de Mato Grosso, no Brasil. Calcula-se terem morado nestas regiões por milhares de anos. <br>      Porém, segundo as informações disponíveis, a ocupação tradicional, portanto a primeira moradia deste povo, ocupava a Bolívia, a oeste. Posteriormente, habitaram o centro sul de Goiás, ao leste. Também viveram às margens da região dos formadores do Rio Xingu, ao norte;  e, ao sul, chegava até as proximidades do Rio Miranda.          </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-01 21:31:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>1015824</author>
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         <description><![CDATA[<div>Rio Xingu</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-01 21:35:53 UTC</pubDate>
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         <title>Rio Miranda</title>
         <author>1015824</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-03-01 21:38:36 UTC</pubDate>
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         <title>Populção Bororo</title>
         <author>1015824</author>
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         <description><![CDATA[<div>      Segundo as informações históricas disponíveis, durante as últimas décadas do século XIX haviam 10.000 indivíduos bororo, mas devido a epidemias guerras e fome, dada ao contato com o povo branco, grande parte da população foi eliminada. Em 1932, foi indicado que por conta do alto grau de vulnerabilidade dos bororos eles estavam no último estágio da </div><div> extinção. Eles eram tradicionalmente caçadores e coletores, mas devido à necessidade, eles se adaptaram, passando também a praticar a agricultura, o que atualmente lhes garante a sobrevivência. São fortes caracteristicas deste povo o artesanato e a pintura corporal com argila. Mas a partir da década de 70, tem-se observado um crescimento da população. Em 1979 haviam 626 indivíduos bororos e atualmente há aproximadamente 1.024. </div><div>      Hoje em dia os bororos estão espalhados por vários lugares, existem aldeias de 61 até 572 indivíduos. A tabela abaixo foi feita a partir de uma pesquisa feita em 1997, que mostra a distribuição dos bororos, por área e bacia hidrográfica. </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-01 21:42:02 UTC</pubDate>
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         <title>Organização de política Bororo</title>
         <author>1015824</author>
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         <description><![CDATA[<div>      Os Bororo (o nome Bororo significa “pátio da aldeia”) são caracterizados  principalmente por terem uma complexa organização social e por seus cerimoniais terem uma riqueza muito grande. </div><div>      Os três poderes na estrutura política tradicional é o <em>Boe eimejera</em>, chefe da guerra, da aldeia e do cerimonial; o <em>Bári</em>, xamã das almas e dos mortos. Atualmente ainda há o <em>Brae eimejera</em>, chefe dos brancos, isto é, o chefe que negocia com os brancos. As aldeias Bororo mantêm sua autonomia e suas situações políticas são bem presentes em suas vidas nas diferentes soluções do processo de contato. </div><div>      Na aldeia do Meruri as eleições são diretas na escolha do <em>Boe eimejera</em> e não segue as orientações tradicionais (normalmente, a chefia política e a chefia cerimonial são a mesma pessoa porém, na aldeia do Meruri, há uma separação clara entre esses dois cargos). Já nas outras aldeias Bororo a organização política ainda segue a forma tradicional. As aldeias Bororo se relacionam por distintos motivos, as relações sociais (as pessoas conversam entre si, fazem trocas entre si e outros), pela política (provavelmente os chefes se encontram por alguma reivindicação social, uma ordem coletiva e etc) mas principalmente em situações cerimoniais, como, por exemplo, o funeral tradicional, que é um fator determinante para que as aldeias se encontre. </div><div><em>“Esses rituais criam e recriam a sociedade Bororo, revelando os mistérios de uma sociedade que faz da morte um momento de reafirmação da vida”. </em></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-01 22:07:40 UTC</pubDate>
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         <title>Tabela</title>
         <author>anaclarafpassarini</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-02 23:21:40 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo da reportagem</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Samu faz parto de jovem na reserva indígena de dourados<br><br>Sábado dia 14 a noite, o Samu atendeu seu segundo caso de parto em aldeias indígenas de dourado. A paciente atendida era uma jovem de 19 anos que já era mãe de três filhos. Quando o Samu chegou ela já estava em avançado trabalho de parto, não havia tempo de levá-la a unidade hospitalar. Depois que conseguiu ter seu filho (bebê de 3 kg e 200 gramas) ela foi conduzida ao hospital universitário. A jovem, no final do parto e já no hospital, passava bem. </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-03 11:16:06 UTC</pubDate>
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         <title>Análise da reportagem</title>
         <author>1015824</author>
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         <description><![CDATA[<div>Como a empresa tratou do assunto<br><br></div><div>A empresa tratou do assunto de forma neutra, ou seja, não transmitiu suas opiniões próprias sobre a situação. A reportagem só explicou a situação, como foi o processo do parto e quem estava/ajudou no momento. Ela não apelou a opiniões próprias ou do público.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-03 11:19:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Povo Bororo em ritual</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-03 15:05:05 UTC</pubDate>
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