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      <title>Dos Pré-socráticos à Filosofia Clássica by MERIELLE CAMILO</title>
      <link>https://padlet.com/meriellecamilo/Bookmarks</link>
      <description>Escolas Pré-Socráticas, Sofistas, Sócrates, Platão, Aristóteles</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-18 13:57:12 UTC</pubDate>
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         <title>Tales de Mileto</title>
         <author>meriellecamilo</author>
         <link>https://padlet.com/meriellecamilo/Bookmarks/wish/1327493287</link>
         <description><![CDATA[<div>Nasceu na cidade de <strong>Mileto,</strong> aproximadamente no ano <strong>625</strong> a.C. Essa cidade ficava na região da Jônia, localizada na <strong>Ásia</strong> <strong>Menor. <br>Foi fundador da </strong> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_j%C3%B4nica">filosofia natural jônica</a>. <strong>Utilizou a matemática o que </strong>proporcionou uma maior precisão para os estudos astronômicos e lhe permitiu formular o <a href="https://brasilescola.uol.com.br/matematica/teorema-tales.htm"><strong>Teorema de Tales</strong></a>, cálculo que na época <a href="https://brasilescola.uol.com.br/matematica/aplicacoes-teorema-tales.htm">permitia descobrir a altura de uma pirâmide</a> a partir do comprimento de retas paralelas e das retas transversais da construção. Previu um eclipse solar em 585 a.C. Para ele a água era o principal dos 4 elementos da natureza.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 20:19:22 UTC</pubDate>
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         <title>Arquimedes</title>
         <author>meriellecamilo</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Arquimedes de Siracusa, viveu de </strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/287_a.C.">287 a.C.</a> a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/212_a.C.">212 a.C.</a> Foi um <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Matem%C3%A1tico">matemático</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%ADsico">físico</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Engenharia">engenheiro</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Inven%C3%A7%C3%A3o">inventor</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Astr%C3%B4nomo">astrônomo</a> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A9cia">grego</a>. <br>Entre suas contribuições à <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%ADsica">Física</a>, estão as fundações da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hidrost%C3%A1tica">hidrostática</a> e da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Est%C3%A1tica">estática</a>, tendo descoberto a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Princ%C3%ADpio_de_Arquimedes">lei do empuxo</a> e a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Alavanca">lei da alavanca</a>, além de muitas outras. Ele inventou ainda vários tipos de máquinas para usos militares e civis, incluindo <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arma_de_cerco">armas de cerco</a>, e a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Parafuso_de_Arquimedes">bomba de parafuso</a> que leva seu nome. Experimentos modernos testaram alegações de que, para defender sua cidade, Arquimedes projetou máquinas capazes de levantar navios inimigos para fora da água e colocar navios em chamas usando um conjunto de espelhos.<br>Ele usou o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9todo_da_exaust%C3%A3o">método da exaustão</a> para calcular a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81rea">área</a> sob o arco de uma <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Par%C3%A1bola">parábola</a> utilizando a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9rie_(matem%C3%A1tica)">soma de uma série infinita</a>, e também encontrou uma aproximação bastante acurada do número <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pi">π</a>. <br>Também descobriu a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Espiral_de_Arquimedes">espiral</a> que leva seu nome, fórmulas para os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Volume">volumes</a> de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3lido_de_revolu%C3%A7%C3%A3o">sólidos de revolução</a> e um engenhoso sistema para expressar números muito grandes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 20:19:33 UTC</pubDate>
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         <title>Heráclito</title>
         <author>meriellecamilo</author>
         <link>https://padlet.com/meriellecamilo/Bookmarks/wish/1327494183</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Heráclito </strong>(540 a.C. – 470 a.C.) defendia que não há unidade natural no mundo, mas duelos e dualidade constante. “O mundo é um eterno devir”, afirma o filósofo, querendo dizer que há uma constante mudança, imprevisível, que caracteriza a natureza. ... Por pensar assim, <strong>Heráclito</strong> é considerado o “pai” da dialética.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 20:19:40 UTC</pubDate>
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         <title>Anaxímenes</title>
         <author>meriellecamilo</author>
         <link>https://padlet.com/meriellecamilo/Bookmarks/wish/1327494609</link>
         <description><![CDATA[<div>Para <strong>Anaxímenes </strong>(588-524 a.C.), o elemento primordial era o ar, o princípio de todas as coisas. Em sua teoria cosmológica, <strong>defendeu</strong> que a <strong>Terra é plana</strong> e estaria flutuando no ar. Já a lua, para ele, refletia a luz do sol e os eclipses representavam uma obstrução planetária por outro corpo celeste.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 20:19:48 UTC</pubDate>
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         <title>Anaximandro</title>
         <author>meriellecamilo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Viveu de 610 a 546 a.C., ele propôs a existência de um 5º elemento da natureza. <strong>Anaximandro</strong> acreditava que o princípio de tudo (o arkhé das coisas) era o ápeiron, isto é, uma matéria infinita da qual todas as outras se cindem. Esse ápeiron é algo insurgido (não surgiu nunca, embora exista) e imortal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 20:19:55 UTC</pubDate>
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         <title>Pitágoras</title>
         <author>meriellecamilo</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Pitágoras</em></strong> nasceu na ilha grega de <strong><em>Samos</em></strong>, na costa jônica, em 570 a.C. Estudou matemática, astronomia, música, literatura e filosofia na sua cidade natal.<br>Foi um exímio geômetra, deixando como principal contribuição para a Matemática a descoberta da relação de igualdade entre o quadrado da hipotenusa e a soma dos quadrados dos catetos no interior de um triângulo retângulo, o que ficou conhecido como  <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Teorema_de_Pit%C3%A1goras">teorema de Pitágoras</a>.<br>Ele era contemporâneo dos filósofos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Anaximandro">Anaximandro</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Anax%C3%ADmenes_de_Mileto">Anaxímenes</a> e do historiador <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hecateu_de_Mileto">Hecataeu</a>, todos os quais viviam em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mileto">Mileto</a>, do outro lado do mar de Samos.  foi fundador da  <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Escola_pitag%C3%B3rica">escola pitagórica</a>.<br>Os pitagóricos interessavam-se pelo estudo das propriedades dos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%BAmero">números</a>. Para eles, o número, sinônimo de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Harmonia">harmonia</a>, é constituído da soma de pares e ímpares (os números pares e ímpares expressando as relações que se encontram em permanente processo de mutação), sendo considerado como a essência das coisas, criando noções opostas (limitado e ilimitado) e a base da teoria da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Harmonia_das_esferas">harmonia das esferas</a>.<br>Segundo os pitagóricos, o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cosmo">cosmo</a> é regido por relações matemáticas. concluíram que a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Terra">Terra</a> é esférica, estrela entre as estrelas que se movem ao redor de um <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fogo_Central">Fogo Central</a>. Alguns pitagóricos chegaram até a falar da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rota%C3%A7%C3%A3o_da_Terra">rotação da Terra</a> sobre o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Eixo">eixo</a>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 20:20:09 UTC</pubDate>
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         <title>Parmênides</title>
         <author>meriellecamilo</author>
         <link>https://padlet.com/meriellecamilo/Bookmarks/wish/1327497618</link>
         <description><![CDATA[<div>Parmênides nasceu em 510 a.C. na cidade grega de Eleia (atual Itália), situada na região da Magna Grécia.</div><div>Filho de uma família abastada, o filósofo teve uma boa educação. Visto seu interesse pela filosofia, se aproximou das ideias de <a href="https://www.todamateria.com.br/pitagoras/">Pitágoras</a> e da Escola Fundada por ele: a Escola Pitagórica.</div><div>No entanto, não se aprofundou nas questões discutidas pelos pitagóricos, fundando uma Escola em sua cidade natal: <strong>Escola Eleática</strong>. Além dele, no grupo destacou-se o filósofo <a href="https://www.todamateria.com.br/zenao/">Zenão de Eleia</a>, seu discípulo. Parmênides faleceu por volta de 470 a.C.<br>Fez oposição as ideias de Heráclito, ao afirmar que o Ser, a Essência, é imutável e as mudanças são apenas ilusões.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 20:20:47 UTC</pubDate>
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         <title>Demócrito</title>
         <author>meriellecamilo</author>
         <link>https://padlet.com/meriellecamilo/Bookmarks/wish/1327498010</link>
         <description><![CDATA[<div>Demócrito foi um estudioso nas áreas da matemática, física, astronomia, ética, filosofia, linguística, natureza, música.</div><div>Discípulo do filósofo grego, Leucipo de Mileto, uma das mais destacadas ideias de Demócrito envolve a sistematização do pensamento sobre a "Teoria Atômica".</div><div>Segundo ele, o átomo, parte indivisível e eterna, que permanece em constante movimento, é o elemento primordial, o princípio de todas as coisas.</div><div>Nesse ínterim, todo o universo está composto de dois elementos básicos: o vácuo (o vazio ou o não-ser) e os átomos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 20:20:54 UTC</pubDate>
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         <title>Maiêutica</title>
         <author>meriellecamilo</author>
         <link>https://padlet.com/meriellecamilo/Bookmarks/wish/1327499250</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando usada a ironia e os questionamentos de Sócrates, o interlocutor acabava forçado ã abandonar os seus pré-conceitos e a relatividade das opiniões alheias que coordenavam um modo de ver e agir e passa a pensar, a refletir por si mesmo. Esse exercício era o que ficou conhecido como <strong>maiêutica</strong>, que significa a arte de parturejar. Como sua mãe, que era parteira, Sócrates julgava ser destinado a não produzir um conhecimento, mas a parturejar as ideias provindas dos seus interlocutores, julgando de seu valor. Significa que ele, Sócrates, não tinha saber algum, apenas sabia perguntar mostrando as contradições de seus interlocutores, levando-os a produzirem um juízo segundo uma reflexão e não mais a tradição, os costumes, as opiniões alheias, etc. E quando o juízo era exprimido, cabia a Sócrates somente verificar se era um belo discurso ou se se tratava de uma ideia que deveria ser abortada (discurso falso, errôneo).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 20:21:17 UTC</pubDate>
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         <title>Ironia Socrática</title>
         <author>meriellecamilo</author>
         <link>https://padlet.com/meriellecamilo/Bookmarks/wish/1327499816</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>ironia </strong>socrática era, antes de tudo, o método de perguntar sobre uma coisa em discussão, de delimitar um conceito e, contradizendo-o, refutá-lo. O verbo que originou a palavra (<em>eirein</em>) significa mesmo perguntar. Logo, não era para constranger o seu interlocutor, mas antes para purificar seu pensamento, desfazendo ilusões. Não tinha o intuito de ridicularizar, mas de fazer irromper da aporia (isto é, do impasse sobre o conceito de alguma coisa) o entendimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 20:21:25 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia</title>
         <author>meriellecamilo</author>
         <link>https://padlet.com/meriellecamilo/Bookmarks/wish/1327500405</link>
         <description><![CDATA[<div>Foi um <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fil%C3%B3sofo">filósofo</a> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Antiga_Atenas">ateniense</a> do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A9cia_Cl%C3%A1ssica">período clássico</a> da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A9cia_Antiga">Grécia Antiga</a>. Viveu de 470 a.C. a 399 a.C. Creditado como um dos fundadores da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia_ocidental">filosofia ocidental</a>, é até hoje uma figura enigmática, conhecida principalmente através dos relatos em obras de escritores que viveram mais tarde, especialmente dois de seus alunos, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Plat%C3%A3o">Platão</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Xenofonte">Xenofonte</a>, bem como pelas <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pe%C3%A7a_teatral">peças teatrais</a> de seu contemporâneo <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arist%C3%B3fanes">Aristófanes</a>. Muitos defendem que os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Di%C3%A1logos_de_Plat%C3%A3o">diálogos de Platão</a> seriam o relato mais abrangente de Sócrates a ter perdurado da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Antiguidade">Antiguidade</a> aos dias de hoje<br>Detalhes sobre a vida de Sócrates derivam de três fontes contemporâneas: os diálogos de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Plat%C3%A3o">Platão</a>, as peças de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arist%C3%B3fanes">Aristófanes</a> e os diálogos de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Xenofonte">Xenofonte</a>. <br>Sócrates foi casado com <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/X%C3%A2ntipe">Xântipe</a>, que era bem mais jovem que ele, e teve com ela um filho, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lamprocles">Lamprocles</a>. Nos diálogos platônicos é narrado também um relacionamento de Sócrates com o general Alcibíades.<br>Participou ativamente da <a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiag/democracia-ateniense.htm"><strong>democracia da cidade de Atenas</strong></a>. Inclusive, serviu aos militares como um soldado durante<strong> </strong>três anos, chegando a participar da<strong> </strong><a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiag/guerra-peloponeso.htm"><strong>Guerra do Peloponeso</strong></a> (431-404 a.C.).<br>Sócrates foi condenado à morte sob a acusação de negar e desafiar os Deuses e a estrutura estabelecida por estes, e corromper o jovens.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 20:21:36 UTC</pubDate>
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         <title>Mundo das Ideias</title>
         <author>meriellecamilo</author>
         <link>https://padlet.com/meriellecamilo/Bookmarks/wish/1327501127</link>
         <description><![CDATA[<div>O Mundo das Ideias parece surgir para Platão como uma proposta reflexiva que sintetiza estas oposições anteriores. Platão compreende que existem dois planos distintos: um deles é estável, o outro instável. O que o filósofo chamou de Mundo das Ideias é imutável, eterno e real, e opõe-se ao Mundo Sensível, em que os objetos são passageiros, caracterizados pela mutabilidade e ilusórios. Este último é o mundo das aparências, das cópias imperfeitas daquilo que se encontra no Mundo das Ideias que, por sua vez, é o mundo da <em>Episteme</em>(verdades) e o Mundo Sensível o mundo traçado pela <em>doxa</em> (opinião), através do qual, portanto, não se atinge a verdade. Isto significa que no primeiro mundo as coisas existem em sua essência e como absolutas, enquanto que no segundo, apenas existem de maneira aparente, não como realmente são em si. O Mundo Sensível é o mundo que apreendemos, que sentimos e que vivemos. Neste plano existem apenas cópias das Formas verdadeiras que encontram-se no Mundo das Ideias. É relevante citar que para Platão, a razão (<em>logos</em>) é o instrumento que possibilita o conhecimento das verdades eternas que encontram-se no referido mundo perfeito, pois através do exercício intelectual, o homem pode relembrar verdades que já encontram-se em seu íntimo e que foram anteriormente assimiladas pela alma no Mundo das Ideias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 20:21:49 UTC</pubDate>
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         <title>Mito da Caverna</title>
         <author>meriellecamilo</author>
         <link>https://padlet.com/meriellecamilo/Bookmarks/wish/1327501745</link>
         <description><![CDATA[<div>No livro A República, Platão conta uma alegoria para ilustrar vários aspectos de seu pensamento. Ele convida seu leitor a imaginar uma caverna na qual se encontram várias pessoas amarradas desde sua infância de tal forma que são incapazes de ver outra coisa senão o fundo dessa caverna. Elas são incapazes de se virar e olhar em direção à saída e ver a luz do dia e as coisas que existem no exterior.</div><div><a href="https://filosofianaescola.com/platao/teoria-das-ideias-de-platao/attachment/mito-da-caverna-de-platao-min/">Representação dos prisioneiros acorrentados e das sombras no fundo da caverna descrita por Platão.</a></div><div><a href="https://filosofianaescola.com/platao/teoria-das-ideias-de-platao/attachment/mito-da-caverna-de-platao-min/">A única coisa que viram desde seu nascimento são sombras de animais, pessoas e objetos projetadas por uma fogueira na entrada da caverna. Comparando a situação com um cinema moderno, podemos dizer que é como se os prisioneiros de Platão vivessem acorrentados a um cinema que projeta constantemente sons e imagens ao longo de toda suas vidas.</a></div><div><a href="https://filosofianaescola.com/platao/teoria-das-ideias-de-platao/attachment/mito-da-caverna-de-platao-min/">Nesse ponto, Platão pergunta, para esses prisioneiros, o que é a realidade? Como jamais viram outra coisa, assumem que a realidade são aquelas sobras projetadas no fundo da caverna e conversam sobre essas sombras como se elas fossem seres reais. Não tendo outra fonte de informação, não tem como saber que essas sombras são apenas cópias imperfeitas da realidade.</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 20:22:01 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia</title>
         <author>meriellecamilo</author>
         <link>https://padlet.com/meriellecamilo/Bookmarks/wish/1327502292</link>
         <description><![CDATA[<div>Foi um <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fil%C3%B3sofo">filósofo</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Matem%C3%A1tico">matemático</a> do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A9cia_Cl%C3%A1ssica">período clássico</a> da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A9cia_Antiga">Grécia Antiga</a>, autor de diversos diálogos filosóficos. Platão compra um ginásio perto de Colona, a nordeste de Atenas, nas vizinhanças de um bosque de oliveiras em homenagem ao herói <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Academo">Academo</a>. A <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Academia_Plat%C3%B4nica">Academia</a> de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Antiga_Atenas">Atenas</a> é a primeira instituição de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Educa%C3%A7%C3%A3o_superior">educação superior</a> do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mundo_ocidental">mundo ocidental</a>. Com o tempo ele amplia a propriedade e constrói alojamentos para os estudantes. Ele é amplamente considerado a figura central na história do grego antigo e da filosofia ocidental, juntamente com seu mentor, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3crates">Sócrates</a>, e seu pupilo, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arist%C3%B3teles">Aristóteles</a>. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 20:22:10 UTC</pubDate>
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         <title>Física Aristotélica</title>
         <author>meriellecamilo</author>
         <link>https://padlet.com/meriellecamilo/Bookmarks/wish/1327502846</link>
         <description><![CDATA[<div>A teoria das causas. O conhecimento é o conhecimento das causas - a causa material (aquilo de que uma coisa é feita), a causa formal (aquilo que faz com que uma coisa seja o que é), a causa eficiente (a que transforma a matéria) e a causa final (o objectivo com que a coisa é feita). Todas pressupõem uma causa primeira, uma causa não causada, o motor imóvel do cosmos, a divindade, que é a realidade suprema, a substância plena que determina o movimento e a unidade do universo. Mas para Aristóteles a divindade não tem a faculdade da criação do mundo, este existe desde sempre. É a filosofia cristã que vai dar à divindade o poder da Criação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 20:22:21 UTC</pubDate>
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         <title>Ato - Potência</title>
         <author>meriellecamilo</author>
         <link>https://padlet.com/meriellecamilo/Bookmarks/wish/1327504231</link>
         <description><![CDATA[<div>Aristóteles opõe-se, frequentemente, a Platão e à sua teoria das Ideias. Para o estagirita não é possível pensar uma coisa sem lhe atribuir uma substância, uma quantidade, uma qualidade, uma atividade, uma passividade, uma posição no tempo e no espaço, etc. Há duas espécies de Ser: os verdadeiros, que subsistem por si e os acidentes. Quando se morre, a matéria 🤬; a forma, o que caracteriza as qualidades particulares das coisas, desaparece. Os objetos sensíveis são constituídos pelo princípio da perfeição (o acto), são enquanto são e pelo princípio da imperfeição (a potência), através do qual se lhes permite a aquisição de novas perfeições. O ato explica a unidade do ser, a potência, a multiplicidade e a mudança.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 20:22:46 UTC</pubDate>
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         <title>Biologia Aristotélica</title>
         <author>meriellecamilo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Aristóteles é o criador da biologia. A sua observação da natureza, sem dispor dos mais elementares meios de investigação (o microscópio, por exemplo), apesar de ter hoje um valor quase só histórico não deixa de ser extraordinária. O que mais o interessava era a natureza viva. A ele se deve a origem da linguagem técnica das ciências e o princípio da sua sistematização e organização. Tudo se move e existe em círculos concêntricos, tendente a um fim. Todas as coisas se separam em função do lugar próprio que ocupam, determinado pela natureza. Enquanto Platão age no plano das ideias, usando só a razão e mal reparando nas transformações da natureza, Aristóteles interessa-se por estas e pelos processos físicos. Não deixando de se apoiar na razão, o filho de Nicómaco usa também os sentidos. Para Platão a realidade é o que pensamos.Para Aristóteles é também o que percepcionamos ou sentimos. O que vemos na natureza - diz Platão - é o reflexo do que existe no mundo das ideias, ou seja, na alma dos homens. Aristóteles dirá: o que está na alma do homem é apenas o reflexo dos objectos da natureza, a razão está vazia enquanto não sentimos nada. Daí a diferença de estilos: Platão é poético, Aristóteles é pormenorizado, preferindo porém, o fragmento ao detalhe. Chegaram até nós 47 textos do fundador do Liceu, provavelmente inacabados por serem apontamentos para as lições.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 20:23:15 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia</title>
         <author>meriellecamilo</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 20:23:26 UTC</pubDate>
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         <title>Ética Aristotélica</title>
         <author>meriellecamilo</author>
         <link>https://padlet.com/meriellecamilo/Bookmarks/wish/1327507185</link>
         <description><![CDATA[<div>O fim último do homem é a felicidade. Esta atinge-se quando o homem realiza, devidamente, as suas tarefas, o seu trabalho, na polis, a cidade. A vida da razão é a virtude. Uma pessoa virtuosa é a que possui a coragem (não a cobardia, não a audácia), a competência (a eficiência), a qualidade mental (a razão) e a nobreza moral (a ética). O verdadeiro homem virtuoso é o que dedica largo espaço à meditação. Mas nem o próprio sábio se pode dedicar, totalmente, à reflexão. O homem é um ser social. O que vive, isoladamente, sempre, ou é um Deus ou uma besta. A razão orienta o ser humano para que este evite o excesso ou o defeito (a coragem - não a cobardia ou a temeridade).</div><div>O homem deve encontrar o meio-termo, o justo meio; deve viver usando, prudentemente, a riqueza; moderadamente os prazeres e conhecer, correctamente, o que deve temer.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 20:23:38 UTC</pubDate>
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         <title>Tipos de alma</title>
         <author>meriellecamilo</author>
         <link>https://padlet.com/meriellecamilo/Bookmarks/wish/1327508705</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Platão</strong> divide a <strong>alma</strong> em três partes. O lado racional está localizado na cabeça, seu objetivo é controlar os dois outros lados, com ele adquirimos a sabedoria e a prudência. O lado irascível está localizado no coração, seu objetivo é fazer prevalecer os sentimentos e a impetuosidade, com ele adquirimos a coragem.<br>O filósofo ateniense associou as funções na cidade (polis)  aos diferentes tipos de alma. Todos os cidadãos  deveriam passar por período preparatório no qual revelariam suas aptidões e as características de sua alma. As pessoas que apresentam alma irracional e concupiscente deveriam se dedicar à agricultura, ao artesanato e ao comércio. Estes cuidariam da subsistência da cidade. Aqueles que tivessem a alma irracional e irascível, além da virtude da coragem, essencial aos guerreiros, constituiriam a guarda do Estado, seriam os soldados que cuidariam da defesa da cidade.  Por sua vez, os mais notáveis, que têm a alma racional, seriam instruídos na arte de governar. Aos filósofos caberiam o papel de cuidar das questões política.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 20:24:05 UTC</pubDate>
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         <title>Teoria Filósofo-Rei</title>
         <author>meriellecamilo</author>
         <link>https://padlet.com/meriellecamilo/Bookmarks/wish/1327510210</link>
         <description><![CDATA[<div>Um <strong>rei</strong>‐<strong>filósofo</strong> é, segundo Platão, um governante inteligente e confiável que ama o conhecimento e aceita viver uma vida simples. Existem três classes sociais: os governantes, os guerreiros e o povo. Este último segmento, formado por escravos, agricultores, artesões, médicos, arquitetos, comerciantes e outras profissões, produz toda a riqueza e o sustento da sociedade, mas está excluído da participação política. Aos guerreiros são negados quaisquer direitos relacionados com a vida privada. Sua educação, desde cedo, é conduzida pelo Estado de modo a prepará-los para garantir a segurança interna e externa da sociedade, sua única função.  Finalmente, a classe governante é constituída pelos filósofos, se ainda podemos chamá-los assim, recrutados entre os militares com mais de cinquenta anos. São eles, os detentores da verdade, que devem governar de maneira autoritária e ditar as leis que todos devem seguir, além de fiscalizar a vida de cada membro da sociedade.<br>Comparando a sociedade a um corpo, o filósofo afirma que as pernas servem para sustentá-lo (os trabalhadores), os braços para defendê-lo (os guerreiros) e o cérebro (os filósofos) para dirigi-lo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 20:24:33 UTC</pubDate>
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         <title>Conceito geral: </title>
         <author>meriellecamilo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os <strong>sofistas</strong> se compunham de grupos de pensadores na Grécia Antiga que viajavam de cidade em cidade realizando discursos públicos para atrair estudantes, de quem cobravam taxas para oferecer-lhes educação.<br>Caracterizaram-se pela <strong>ausência de uma doutrina em comum</strong> e pelo <strong>ensino voltado a um fim instrumental</strong>. Eram vistos como habilidosos oradores pelas pessoas, reconhecendo-se a importância das palavras e do uso da <a href="https://brasilescola.uol.com.br/filosofia/o-que-logica.htm">lógica</a>. Eles podem ser considerados instrutores itinerantes contratados para ensinar retórica para fins políticos.</div><div><strong>O que restou de seus pensamentos foram poucos fragmentos e menções em outros textos</strong>. Muito do que sabemos sobre esses pensadores está contido nos <strong>diálogos platônicos e nos escritos de </strong><a href="https://brasilescola.uol.com.br/filosofia/aristoteles.htm"><strong>Aristóteles</strong></a>, nos quais são diretamente<strong> </strong>criticados. As críticas contrastam com a etimologia da palavra “sofista”, cuja origem é <em>sophós </em>e significa sábio ou habilidoso, mas passa a denotar aqueles que aparentam ser sábios, entretanto não alcançam a verdade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 21:02:01 UTC</pubDate>
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         <title>Protágoras</title>
         <author>meriellecamilo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Era da antiga cidade grega Abdera (na região da Trácia), nasceu em 490 a.C. e é considerado o primeiro sofista. É indicado como discípulo de <a href="https://brasilescola.uol.com.br/filosofia/leucipo-democrito.htm">Demócrito</a> e conhecido por afirmar que “o homem é a medida de todas as coisas”. Um conhecimento além das opiniões, em outras palavras, das aparências, não seria possível. Muitos filósofos indicam nessa afirmação a base do pensamento relativista.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 21:04:45 UTC</pubDate>
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         <title>Hípias</title>
         <author>meriellecamilo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foi um sofista natural do oeste da Grécia (atual cidade da Élida) que atribuía a si a capacidade de versar sobre assuntos variados, fruto de sua excelente memória, como astronomia, matemática, pintura e poesia. Xenofonte indica que Hípias teria debatido com Sócrates sobre justiça diferenciando as leis naturais e das convencionais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 21:05:41 UTC</pubDate>
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         <title>Górgias</title>
         <author>meriellecamilo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nasceu em Leontinos, atual Lentini (localizada na província italiana de Siracusa), e não é apresentado como um sofista por Sócrates. Essa observação resulta de sua recusa em acreditar que a virtude é ensinável. Grande parte de seu livro <em>Sobre o que não</em> <em>é</em> chegou até nós e apresenta um problema: mesmo que se algo existisse, não poderíamos conhecê-lo e não se pode comunicar o que não é conhecido. Estaria, assim, apresentando uma crítica a <a href="https://brasilescola.uol.com.br/filosofia/parmenides.htm">Parmênides</a>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-18 21:06:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>meriellecamilo</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title></title>
         <author>meriellecamilo</author>
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         <title></title>
         <author>meriellecamilo</author>
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         <title></title>
         <author>meriellecamilo</author>
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