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      <title>DIÁRIO DE BORDO▪︎ERIKA PEREIRA by Erika Pereira</title>
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      <description>Estágio em Gestão e Organização da Educação Infantil e do Ensino Fundamental</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-02-28 10:49:12 UTC</pubDate>
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         <title>ESTÁGIO EM GESTÃO E ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL E DO ENSINO FUNDAMENTAL</title>
         <author>erikapereira004</author>
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         <description><![CDATA[<div>22/02/2021<strong><br></strong>A aula teve seu início com a apresentação da disciplina de Estágio em Gestão e Organização da Educação Infantil e do Ensino Fundamental, pelas professoras Karla Cristina Silva Sousa e Valdenice de Araújo Prazeres, que se uniram em colaboração para formar uma só turma. Logo após, ocorreu a<br>apresentação das professoras, que contaram um pouco de suas trajetórias até este momento e como tem sido suas experiências e vivências nessa época de pandemia. Ao término de suas falas, abriram espaço para que nós, as estagiárias, nos aprensentássemos e nos expressássemos. Pediram para que fossem falados os nossos nomes, o período em que estávamos e se já havíamos feito algum estágio (obrigatório ou não). Pediram também para que fosse relatado os pontos positivos e negativos sobre as nossas experiências com as aulas remotas. Ao chegar a minha vez, mesmo nervosa e ansiosa por falar às colegas estagiárias e às professoras, citei meu nome, Erika Pereira, que estava entre o sétimo e oitavo períodos por causa do atraso nas aulas da universidade pelo motivo da pandemia. Relatei que já havia feito alguns estágios obrigatórios, como os de gestão do trabalho docente e os de docência na educação infantil e atualmente faço os estágios de Gestão e Organização da Educação Infantil e do Ensino Fundamental e o Estágio de Gestão dos Sistemas de Ensino e Instituições de Ensino Médio, com a professora Verônica Carneiro, e que ainda não tive a oportunidade de fazer estágios não-obrigatórios. Dentre os pontos positivos do ensino remoto, citei o tempo economizado no trajeto entre a universidade e minha casa, que chegava, muitas vezes a 3 horas para ir e o mesmo tempo para voltar, além de que, com a paralização das atividades presenciais, eu voltei para Arari, minha cidade natal, onde estou atualmente, pois fazia muitos meses que não via meu pai e minhas irmãs. Como pontos negativos, citei o aumento do tempo de exposição à tela do celular por causa das aulas, e por ainda não ter um notebook, o que tem prejudicado pois tenho 4.5 de miopia além de astigmatismo, além de que enfrento com frequência a perda da conexão com a internet, que, com o aumento no número de acessos ao mesmo tempo, tem sobrecarregado os servidores. Outro ponto negativo são as tarefas de casa, pois como meu pai é idoso, tenho que cuidar dele e da casa, tomando parte do tempo do meu dia, sempre tendo algo para fazer. O déficit de atenção tem sido recorrente nas aulas, principalmente porque, para mim, ficar de uma a três horas frente a uma tela pequena, cansa não só a visão, mas também a mente e o corpo. Para finalizar minha fala, também ressaltei que, o distanciamento é necessário, mas nada substitui o ensino presencial, o aconchego de estarmos juntos, e o que resta é a saudade de ir pra UFMA. Passado este momento as professoras Karla e Valdenice iniciaram uma breve explanação e discussão sobre a proposta da disciplina e sobre o cronograma do estágio. A apresentação da ferramenta Padlet foi uma novidade para mim, pois nem sequer havia escutado sobre ela antes, se encaixando como uma boa novidade, que acredito que será uma boa adição como ferramenta para o acompanhamento das aulas, juntamente com o grupo criado durante a aula no Whatsapp, que facilita enormemente a comunicação entre professoras, alunos e alunas e entre estes últimos.<br><br></div><div><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-28 11:59:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>LIVE: JORNADA PEDAGÓGICA 2021 - SEMED, DISPONÍVEL EM: https://youtu.be/bTqcdFGf6YU</title>
         <author>erikapereira004</author>
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         <description><![CDATA[<div>23/02/2021<br>Neste momento em que a pandemia tem retornado com força, levando muitas vidas, creio que seja necessário um cuidado muito maior com a nossa mente e o com o corpo, diante das notícias pesadas que nos bombardeiam diariamente nos veículos de comunicação e mídias sociais; diante da ansiedade e síndromes psíquicas que nos aflingem frente à realidade mundial e do nosso país; diante da dificuldade socioeconômica que tem atingido as famílias, principalmente as mais pobres; diante das desigualdades alavancadas com a pademia; e frente a confusão e ao caos instaurado com a inexistência do (des)governo brasileiro, se faz necessário pensar em uma educação que acolha tanto os seus profissionais, como os alunos e suas famílias, que, além de enfrentarem tudo isso como parte da sociedade, estão passando pelas consequências de uma educação sem suporte técnico e financeiro do Ministério da Educação, mas que luta para se reorganizar mesmo diante de todos os desafios que se colocam a frente. Tendo tudo isso em vista, destaco a importância dessa live, que teve como pontos principais o bem-estar e a saúde, física e mental, dos gestores, coordenadores e professores durante este período de pandemia, de forma que haja um acolhimento emocional desses profissionais que estão diariamente na frente da batalha lutando com todas as armas por uma educação de qualidade e no enfrentamento dos desafios que o ensino remoto demanda.<br>Com a participação de alguns profissionais do Núcleo de Acolhimento Emocional da Educação da SEMED de São Luís, destaco a fala da Toshimi Passos, psicóloga no núcleo, que centrou sua fala nas formas de manter o bem-estar e a saúde mental do professor, expandindo sua fala aos coordenadores e gestores escolares. Que, na minha opinião, tiveram que reorganizar toda a sua forma de ensinar de forma a atender às demandas muito mais exigentes, principalmente aqueles que não eram acostumados a utilizar as diversas tecnologias em suas aulas, o que resultou em mudanças para alguns, muito radicais, que envolveram mais tempo e planejamento. Tudo isso impactou na saúde desses profissionais, até porque, eu como aluna, senti esses impactos com a mudança do presencial para o remoto.<br>Foi interessante pensar em uma das falas da palestrante, na qual esta enfatiza como podemos canalizar emoções e sentimentos ruins e negativos, desenvolvidos por diversas situações, de forma positiva, por exemplo: a tristeza pode ser canalizada de forma a gerar em nós a reflexão sobre o que nos aflinge ou situações que nos pertubam; a raiva pode ser canalizada de maneira a gerar mudanças de comportamentos ou perspectiva, ou como uma força para sair de determinada situação; e o medo é essencial para a nossa autopreservação. Isso me fez refletir sobre como tenho medo, o que ajuda a não correr riscos desnecessários, principalmente em relação a Covid, o que me fez ficar em casa. Esse período tem sido o que mais me demandou reflexões sobre&nbsp; várias áreas da minha vida através da tristeza que senti ao ficar longe das pessoas. Em momentos de raiva (principalmente do vírus), realmente me fez mudar alguns posicionamentos e atitudes diante da vida, em relação às pessoas e sobre mim mesmo. Portanto, me reconheçi na fala dela.<br>Outro ponto da live foi a importância da organização no dia a dia, porém, o que tenho percebido é que até manter uma rotina simples está sendo difícil diante da pandemia. Foi neste momento que me percebi mais desatenta e descuidada, principalmente com minhas coisas da faculdade. Como minha vida era quase que exclusivamente para a faculdade, relachei um pouco na pandemia, o que me ajudou a perceber que, no meu caso, disciplina e rotina são extremamente necessárias. Então voltei a ser centrada e busquei o equilíbrio, como a Toshimi ressaltou várias vezes durante a sua fala.<br>Como possibilidades de enfrentamento aos sentimentos e emoções negativas que afligem a vida dos diversos profissionais da educação em tempos de pandemia é muito importante manter a rotina de cuidados pessoais e com a saúde. Pois não é raro os casos que diante de situações estressantes, desenvolvermos quadros de ansiedade e depressão. Manter o contato com as pessoas, mesmo que a distância e através de uma tela, é também, muito importante. Homens É mulheres são, por natureza, seres sociais, então são seres que necessitam de contato com outros seres, humanos e animais.<br>A Bruna Rodrigues, nutricionista do núcleo, falou sobre o "Mindful Eating", o comer com atenção plena. Muitas vezes comemos pensando em mil coisas, com preocupações do dia a dia, olhando o celular ou notebook, ou fazendo qualquer atividade enquanto come. Porém, para manter um corpo saudável, é necessário manter um tempo dedicado a alimentação além de comer de forma correta, prestando atenção no que come, quando e quanto come. Em tempos de preocupações constantes, em que os profissionais da educação tem que se manter em constante atualização e planejamento&nbsp; a alimentação precisa ser um momento de prazer, se fazer de maneira regrada e seguindo um tempo necessário pra isso.<br>O terapeuta ocupacional do núcleo, Helenilton Cabral frisou sobre a importância da ginástica laboral principalmente devido aos efeitos das novas demandas do ensino remoto. Uma das coisas que percebi diante deste contexto foi o aparecimento de fortes dores lombares, por ficar muito tempo sentada assistindo as aulas. Ele também ressaltou que devemos nos manter atento aos efeitos que as novas formas de participar das atividades educacionais na pandemia tem sobre o corpo daí a importancia da ginástica laboral.<br>O fonoaudiólogo do núcleo, Sergielso Abreu, alertou sobre os cuidados relacionados à voz do professor, do gestor, e dos coordenadores, pois neste momento de distanciamento social e com as aulas remotas, a voz é um dos principais, senão o o principal instrumento desses profissionais. Em momentos das aulas da Universidade no modo remoto, não é recorrente ver os professores&nbsp; de hidratado durante horas de aula, que é uma das práticas principais para manter a voz saudável. Eu nem Só, quando estou apresentando algum seminário, acabo por não tomar água. Foi importante também romper com o mito da balinha de menta para voz.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 20:31:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>LIVE: WEBNÁRIO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES (PIBID &amp; RP) - I WEBFOPIR, DISPONÍVEL EM: https://youtu.be/Abg5mQW00_U</title>
         <author>erikapereira004</author>
         <link>https://padlet.com/erikapereira004/28bdexms0qahqyld/wish/1365787370</link>
         <description><![CDATA[<div>01/03/2021<br>Na minha participação em nossas aulas do estágio, de diversas lives assistidas durante a pandemia, de webnários e congressos sobre educação, etc., tenho notado que a maioria dos relatos de professores, gestores, coordenadores, bem como de alunos, uma das maiores dificuldades enfrentadas pelas escolas é relacionada com os problemas de conexão de internet, além da falta do instrumento que possibilite essa conexão. Nesse contexto é de grande importância a fala da professora Naiacy neste webnário que ocorreu sob o tema "Formação Docente em Contextos de Mudanças", no qual a mesma falou sobre o tema "Possibilidades digitais do ensino remoto na educação básica" onde a professora destaca estratégias que podem ser adotadas pelas escolas no contexto de ensino remoto. Ela destacou que as novas tecnologias da educação estão disponíveis e devem ser utilizadas pela escola e que, de forma alguma, dispensam a figura do professor, pelo contrário, a exige. No meu ponto de vista, a professora Naiacy está correta em sua afirmação, pois por nossa sociedade viver em uma era onde a informação corre por todos os lados através dos aparatos tecnológicos e o conhecimento estar disponível e mais acessível a todos, a figura do professor é necessária para organizar e dar sentido às informações, além de que, mesmo a disponibilidade e a acessibilidade aos conhecimentos estejam de certa forma facilitada pelas tecnologias da comunicação e informação, as desigualdades sociais dificultam esse acesso, e cabe aos professores mediarem esse acesso, que atualmente, no contexto pandêmico, se mostrou com mais urgência.<br>A professora destacou também que é necessário de haja uma adequação das tecnologias a cada contexto educacional. Reitero à fala que é de se pensar um ensino remoto voltado para a educação infantil que garanta os direitos de aprendizagem e também me chama atenção a educação especial que já é um desafio por si só no ensino presencial, imagina agora com o ensino remoto e seus mais diversos desafios.<br>Essencial também, como a professora falou, é o surgimento de novas habilidades pedagógicas. O ensino remoto trouxe consigo o mundo digital que somente alguns professores conheciam e utilizavam, mas outros não utilizavam. O notebook, computador, celular e sua conjuntura de aplicativos auxiliaram o ensino e exigiram dos professores, gestores, coordenadores novos posicionamentos e estratégias para que o ensino e a aprendizagem ocorressem. O aparelho que antes era motivo de brigas dentro da sala de aula, hoje é a sala de aula, e essa mudança carregou consigo a responsabilidade de novas metodologias adequadas para este ambiente.<br>Para a professora o olhar do professor para o computador deve agora ser direcionado como ferramenta pedagógica pois a aula remota não é uma mera transposição da sala de aula presencial pois há diferençaas essenciais entre elas. A sala de aula virtual está diretamente ligada a fatores como, por exemplo, o tempo de exposição à tela do aparelho, portanto, um dia de aula que na sala de aula presencial dura aproximadamente 4 horas, deve ter o tempo reduzido na sala de aula virtual, pois um longo período de exposição à tela é prejudicial à saúde dos olhos. Por isso é necessário estabelecer diferentes critérios - cuidados - na utilização das TICs sempre levando em consideração a intenção do professor e as características dos estudantes.<br>A fala da professora Adelaide centrou-se sobre alguns impactos da pandemia na educação básica. A mesma relatou a ampliação das desigualdades, que pelo que eu pude perceber foi uma ampliação muito notável, pois enquanto as aulas em escolas públicas estavam totalmente paralisadas na metade do ano de 2020, as escolas particulares já estavam realizando aulas remotas com seus alunos. Além do mais, ficou muito perceptível a grande quantidade de alunos que não possuíam acesso a internet, ou mesmo não possuíam aparelhos para assistir as aulas. Muitos pais perderam seus empregos, muitas famílias perderam parentes e amigos, muitos ficaram sem renda.<br>Outro impacto citado pela professora foi relacionado ao tempo de estudo. Como falei anteriormente, houve a diminuição da carga horária das aulas, com isso, os alunos passaram a ter menos horas de aula. Além disso, conheço relatos de crianças que começaram a trabalhar para ajudar os pais que perderam seus empregos, é até mesmo, crianças que não tiveram acesso às aulas, e mesmo tendo acesso aos materiais impressos, a família decidiu que a criança abandonasse para voltar somente quando tudo "voltasse ao normal", pois a criança não teria disciplina nos estudos, que foi mais um dos impactos citados pela professora Adelaide.<br>A queda do rendimento escolar como impacto, também foi citado pela professora. A participação nas aulas, bem como a entrega de atividades foi levado em consideração nos processos de avaliação dos professores para com os estudantes. Em um contexto conturbado onde ocorre perdas familiares e de amigos próximos afetando pisicossocialmente os alunos, estes, já afetados por outras diversas dificuldades, apresentaram queda no rendimento escolar.<br>A professora Adelaide também relatou a existência dos desafios enfrentados pela rede pública de ensino com o distanciamento social e dentre eles está a conectividade, ou melhor, a falta desta. A desigualdade social, alavanvada com a pandemia, mostrou aos brasileiros uma grande gama de estudantes que ainda, mesmo na era da conectividade, não possuem acesso adequado, ou nem sequer acesso à internet de qualidade, fato este que impactou diretamente ao acesso às aulas remotas nas redes públicas de ensino básico no Brasil. Juntamente a isto, acredito que seja importante destacar a quantidade de pessoas por aparelho em casa casa. Muitas vezes em uma família, apenas a mãe ou o pai possue um aparelho, ou ambos possuem, mas os filhos não. Então esse aparelho deve ser dividido entre dois, três ou mais filhos, comprometendo os estudos de estudantes que passam por essa situação. A falta de aparelhos celulares, notebooks e computadores nas aulas remotas foi, e ainda é um grande desafio, mesmo com os auxílios do governo para compartilhamento de chips e tablets para os estudantes da educação básica, é um problema que ainda existe.<br>Outro grande desafio citado pela professora foi a formação digital do professor, que era precária em boa parte dos casos. Na minha época de estudos o acesso aos aparelhos celulares não era como hoje, tão fácil acesso. Somente se percebia mais seu uso na sala de aula por volta do meu segundo ano do Ensino Médio (2010). Os aparelhos celulares eram taxados como principal inimigo nas salas de aula, poucas eram as tentativas de utilizá-lo como instrumento de aprendizagem. Com a emergência e urgência do ensino remoto, houve a transposição, como a professora Naiacy citou, da sala de aula física para a virtual, onde o professor precisou se adaptar criando estratégias metodológicas de ensino para que as aprendizagens ocorressem. Aqui se mostra também a importância da formação continuada para os professores como forma de reorientação de suas práticas, principalmente no planejamento das aulas. Com isso é notável a sobrecarga de trabalho que esses profissionais tiveram. Novas formas de ensinar, reformulação curricular, novos planejamentos de aula, se tornaram preocupações diárias para os professores, bem como gestores e coordenadores, sobrecarregando suas rotinas diárias de trabalho.<br>Outro desafio é a falta de um ambiente virtual padrão para as aulas ocorrerem, iniciando uma procura por um ambiente de aprendizagem que fornecesse os subsídios necessários para o ensino e aprendizagem.<br>A professora citou como estratégias para vencer, ou até mesmo amenizar esses desafios. Uma delas é manter o vínculo do estudante com a escola, fazendo com que esse aluno perceba que é importante, onde esta busca se faz através do Busca Ativa, idealizado para que nenhum aluno se perca ou fique para trás. É necessário também o acolhimento socioemocional de todos os componentes da escola. Garantir a formação cotinuada. Definir os objetivos de aprendzagem e habilidades essenciais a serem desenvolvidas em 2021 de forma a alinhar os saberes - conteúdos - e as expectativas de aprendizagem. Além de promover o engajamento da família. Foi imprescindível pensar em um currículo para 2020/2021, chamado de Curriculo Contínuo "Continuum Curricular", com a oferta de ensino remoto, considerando suas peculiaridades e buscando atender as expectativas mínimas de aprendizagem, também assegurando a carga horária mínima exigida legalmente. Sem deixar ninguém pra trás, o que é muito importante ao levar em consideração todas as dificuldades enfrentadas durante este período de pandemia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 20:51:08 UTC</pubDate>
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         <title>MAPEANDO OS DESAFIOS: discussão sobre procedimentos metodológicos para construção de dados.</title>
         <author>erikapereira004</author>
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         <description><![CDATA[<div>02/03/2021<br>A partir da live assistida através do YouTube no dia anterior a este, a aula foi iniciada pelas professoras Karla e Valdenice de forma a abrir algumas discussões e indagações sobre o que foi dito pelos participantes das lives da SEMED e a do webnário do dia anterior a este, sob a nossa ótica (das estagiárias), falas necessárias para comecar a fazer um delineamento de projeto de intervenção e lives que serão produzidas por nós com auxílio é direcionamento das professoras.<br>Algumas questões foram levantadas como parte das observações de cada uma das estagiárias sobre o que foi dito ou sobre o que não se falou durante a live, do que sentimos falta de ser falado pelos participantes. No momento de minha participação na aula enfatizei que senti falta do espaço reservado à educação especial no contexto do ensino remoto, pois esse público, em muitos contextos educacionais, já se encontra sem muitos recursos e metodologias educacionais no ensino presencial, imagina agora, em um contexto de pandemia, de distanciamento social e de ensino remoto, como está a educação escolar dessas crianças? Mas, deixei claro que, por ser um tema complexo, e que a live tem um tempo estimado de duração, é aceitável não terem entrado nesta questão. Os desafios à gestão escolar foram ressaltados pelas professoras ao levantarem, também, seus questionamentos que nos encaminharam para a organização das lives da disciplina, com a divisão dos grupos, três no total, para produção de formulários para construção de dados junto à gestores(as) escolares, coordenadores(as) pedagógicos e professores(as) da rede pública, além de distribuir as tarefas relacionadas a live especificamente - equipe para comunicação, equipe para científica e uma equipe para o cerimônial. Meu grupo, composto por mim, Erika, juntamente com Marília, Luanna, Claudia, Adriany, Vivian e Marcelle, ficamos responsável pela construção do questionário direcionado aos gestores escolares e pela comunicação da live.<br>Ficou decidido que a equipe de Comunicação ficaria responsável por: fazer a arte dos webinários; criar flyers, encarte; definir o ambiente (enviar/divulgar o link de acesso); divulgar o evento. A equipe Científica: elaborar convite (fazer carta convite e enviar ao/às participantes – expositore/as e demais convidado/as e enviar por email); fazer inscrição (acessar a plataforma even); produzir modelo de certificado; produzir instrumentos de avaliação dos eventos. E a equipe do Cerimonial ficou responsável pela: condução do webinário (acolhida, com momento cultural; apresentação dos objetivos; apresentação do/as expositor/as-palestrantes; mediação da participação do/as convidado/as – perguntas do chat/, controle do tempo).<br>Criamos um grupo no Whatsapp para facilitar a comunicação entre as componentes do grupo de Comunicação das lives da disciplina de Estágio&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 20:55:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;REUNIÃO&quot; DA EQUIPE DE GESTORES/COMUNICAÇÃO POR MEIO DE GRUPO DE : Produção, aplicação, análise e sistematização dos dados coletados</title>
         <author>erikapereira004</author>
         <link>https://padlet.com/erikapereira004/28bdexms0qahqyld/wish/1365868426</link>
         <description><![CDATA[<div>08/03/2021<br>Depois que enviamos o link com o formulário do questionário para todos os gestores que conhecíamos, e, também para as professoras disponibilizassem. Uma das maiores dificuldades foi encontrar gestores que estivessem disponíveis para responder o questionário, o que resultou na demora para a obtenção dos dados.<br>Decidimos nos subdividir para dar conta de todas as atividades referentes às lives do estágio, sob responsabilidade da Comunicação. A logo foi criada pela Marília para que todas as outras equipes pudessem padronizar as suas produções com através do layout da logo, que foi disponibilizada no grupo oficial da turma e para as professoras. Estas nos auxiliaram em algumas alterações necessárias.<br>Ficamos subdivididas assim:<br>Fazer a arte dos webinários e criar flyers<br>- para o ig (Marília)&nbsp;<br>- programação do total (Vivian e Marcele)&nbsp;<br>- cada live (Adriany e Erika)&nbsp;<br>Para definir o ambiente:<br>- falar com o cerimonial (Luanna)<br>Para divulgar o evento<br>- no ig e portal da Ufma (Claudia)<br>Nós, da Comissão de Comunicação achamos melhor criar um grupo de WhatsApp, a parte, com pelo menos dois participantes de cada comissão, de modo a melhorar a comunicação entre as equipes, sem tumultuar o grupo da disciplina, para facilitar a intercomunicação das comissões organizadoras, pois nossa ideia é que quanto melhor a comunicação, melhor e mais organizado será o evento. Da nossa equipe, foram destacadas a Luanna e a Claudia para fazer parte deste outro grupo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 21:27:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>ORGANIZAÇÃO GERAL PARA AS LIVES DOS WEBNÁRIOS DO ESTÁGIO</title>
         <author>erikapereira004</author>
         <link>https://padlet.com/erikapereira004/28bdexms0qahqyld/wish/1365870784</link>
         <description><![CDATA[<div>09/03/2021<br>As professoras Karla e Valdenice iniciaram a aula explicando que seria breve, pois o objetivo era explicitar o que cada equipe se organizaria para fazer dentro das categorias dispostas por elas (comunicação, científica e o cerimonial). Elas explicaram detalhadamente o que correspondia a cada uma e suas responsabilidades. Ainda deram exemplos de como seriam o convite, a carta-convite, o flayer, bem como orientaram questões referentes a live, como a importância da gestão tempo de cada palestrante e da própria live, dos debates e questionamentos aos palestrantes. Falaram também sobre o certificado, se teria o momento cultural, sendo importante ter esse momento no início da live. Comentaram também que seria importante formular um instrumento de avaliação das lives. A minha equipe ficou encarregada da comunicação e pelo questionário direcionado aos gestores escolares, em relação a este último, os dados coletados até agora eram insuficientes para uma apresentação, então acabamos por não socializar os dados na aula. Houve a socialização dos dados coletados por parte da equipe que ficou responsável pelos professores. Acredito que, por ser mais fácil encontrar em contato com professores, as estagiárias da equipe coletaram dados mais rapidamente. Infelizmente, não consegui entender muito do que as meninas apresentam pois minha internet caiu por volta das 15hrs e só retornou mais de meia hora depois, me impossibilitando de terminar de assistir a aula.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 21:28:25 UTC</pubDate>
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         <title>WEBNÁRIO: DESAFIOS ATUAIS DA GESTÃO EDUCACIONAL: DIALOGANDO COM SISTEMAS MUNICIPAIS DE ENSINO, DISPONÍVEL EM: https://youtu.be/Dn8oVseGaPc</title>
         <author>erikapereira004</author>
         <link>https://padlet.com/erikapereira004/28bdexms0qahqyld/wish/1365923081</link>
         <description><![CDATA[<div>15/03/2021<br>O primeiro webnário do Estágio em Gestão e Organização da Educação Infantil e do Ensino Fundamental, cujo tema é "Desafios Atuais da Gestão Educacional: dialogando com sistemas municipais de ensino", sob mediação das professoras Karla e Valdenice, nos apresentou a perspectiva da educação em tempos de pandemia na ótica de três gestores de municípios diferentes do estado do Maranhão. Acompanhar essas perspectivas foi gratificante, pois ver que mesmo com poucos recursos, o ensino conseguiu se desenvolver nos municípios.<br>A primeira que iniciou a tarde de diálogos foi a gestora da escola U. I. M. Senador Alexandre Costa, Maria Evelta de Oliveira, do município de Codó-Ma. Introduziu sua fala apresentando a escola num contexto geral, destacando a parceria da escola com UFMA, através de projetos de extensão, o que demonstra a parceria universidade-escola de maneira a fortalecer este vínculo. Logo após, ela relatou alguns desafios enfrentados pela gestão escolar no que diz respeito à pandemia. O primeiro citado, foi motivar o corpo docente e demais servidores nessa época de grandes mudanças, onde é preciso dar apoio aos servidores. Este desafio é bastante presente nas falas de vários palestrantes, tanto desta, como de lives passadas. Acolher esses profissionais em tempos assim, é de extrema importância. Outro desafio é incentivar o uso das tecnologias em sala de aula. Creio que para professores com mais tempo na área da educação, com um trabalho voltado quase que exclusivamente para práticas de ensino tradicional, a utilização de ferramentas tecnológicas tem sido algo que vem dando muita dor de cabeça, pois a aula remota impõe não só o uso, mas todo um planejamento pedagógico voltado para o ensino e aprendizagem dos alunos através das tecnologias. Em terceiro, a professora cita como desafio, envolver as famílias no processo de ensino e aprendizagem. Com os alunos em casa, os familiares ou responsáveis se tornaram um dos principais mediadores desse processo. Mas isso me leva a questionar: e aqueles alunos que os pais ou responsáveis são analfabetos? E aqueles alunos com pais ou responsáveis que trabalham fora o dia todo? Se esse aluno tem irmão ou irmã que ajudam nas tarefas? E se ao invés de ser ajudado, a tarefa é respondida por outro(a) pessoa?<br>Outro desafio é ajudar e dar apoio às famílias, que, como vimos em outras lives, tem sofrido com o desemprego, a fome, a violência, etc. O que impacta diretamente o desempenho do aluno.<br>Incluir todos os alunos no processo de de ensino e aprendizagem, especialmente os que não dispõe de internet, também é considerado um desafio pela professora, assim como evitar o abandono por falta e reduzir a evasão escolar.<br>Frente a tudo isso, a gestão escolar pensou em ações voltadas ao combate desses desafios como: disponibilizar formação para o uso de novas tecnologias digitais para os professores; entrega de livros didáticos; formação de grupos de Whatsapp; participar do Busca Ativa; identificar alunos que não dispõe de internet; entrega de atividades escritas semanais para quem não dispõe internet; monitorar as turmas; além de fazer uma busca dos alunos da EJA e estar em concordância com a Secretaria de Educação. Ter esse cuidado com os alunos da EJA demonstra que a educação é importante, não importa quando comece ou reinicie.<br>O Secretário Municipal de Educação, João Carlos, de Cururupu, destacou que ao se falar em educação, é primordial pensá-la sob três eixos a serem observados na gestão escolar municipal, os quais são o eixo da administração, do financeiro e do pedagógico. Ele afirma que os desafios enfretados pela gestão escolar são enormes. Entendi logo no início da fala do professor, que os desafios se tornaram maiores devido planejamento de todo um calendário letivo, organizado com vistas a cumprir seus objetivos em seus devidos prazos, e repentinamente, este vem a ser interrompido, tornando o ensino presencial em ensino remoto, o que consequentemente teve que adequar é adaptar o ensino, bem como (re)modelar todo o planejamento inicial. Além de que, passada a primeira onda, pensou-se em fazer o ensino híbrido, porém veio a segunda onda da pandemia e mais uma vez, o ensino remoto foi retomado para 2021. Uma grande dificuldade, no ponto de vista do professor João Carlos, é que as ações só gerarão resultado à longo prazo, o que dificulta a tomada de decisões de planejamento efetivas com estratégias de ensino eficientes e que mostram resultado logo que são realizadas, bem como, dificultam planos de ação contínua pois os contextos educacionais atuais estão em frequente mudança. Outro desafio citado foi a questão da alimentação escolar, pois muitos alunos se alimentam na escola e, muitos deles dependiam desse alimento para ter uma refeição completa - realidade esta, vivenciada por muitos municípios maranhenses. Outro desafio, na minha opinião, muito presente mas pouco citado, mas que fez parte da fala do secretário é a violência sexual e a violência doméstica. Com o confinamento das pessoas em suas residências como medida de distanciamento social, os números dispararam no que diz respeito à violência. Muitos alunos passam diariamente por situações assim, que por consequência, além de gerar traumas, gera a queda no rendimento escolar. Daí a importância de se pensar na implementação do Centro de Educação Socioemocional, também presente na fala do professor, no qual as famílias dos alunos, os próprios alunos, além de todos os profissionais que trabalham nas escolas receberão atendimento adequado voltado para o psicossocial, áreas tão afetadas nesta pandemia.&nbsp;<br>Segundo o professor, a escassez de recursos também foi um desafio, principalmente no planejamento financeiro, pois foi preciso tirar de um lugar pra atender determinada carência e falta em outro. Infelizmente, isso ocorre em vários municípios, quando a ajuda se faz ausente, os gestores acabam "se virando nos 30" para atender às demandas sem recursos e insumos necessários, fato agravado na pandemia. Uma frase que muito me chamou a atenção foi mais ou menos assim: a educação não é só conteúdo, ela pode transformar vidas. Em meio ao caos dos desafios, creio que a escola pode ser a luz no fim do túnel para muitas crianças e adolescentes, além de jovens, adultos e idosos também.<br>O terceiro e último palestrante deste webnário, foi o professor Ribamar Portela, que realizou uma apresentação bem técnica. Começou sua fala nos mostrando a estrutura da SEDUC - São Luís, que possui seis secretarias adjuntas, doze superintendências, trinta e seis supervisões, dezenove Unidades Regionais de Educação. A Unidade Regional de Educação do município de São Luís, tem como função a supervisão pedagógica e administrativa desta unidade, cujo objetivo é a efetividade das políticas educacionais da rede estadual de ensino. Ele ainda falou que, dentro da política educacional, Escola Digna, encontramos o Pacto pela Aprendizagem, que por sua vez, traz consigo dois programas, que é o Regime de Colaboração e o Atividade de Avaliação Externa. O primeiro programa, o Regime de Colaboração tem por objetivo geral: fortalecer o Regime de Colaboração entre a secretaria de estado da educação e as secretarias municipais de educação por meio do desenvolvimento de ações voltadas à melhoria de indicadores e a concretização das metas do Plano de Educação. Seus objetivos específicos são: garantir que todos os estudantes do território maranhense estejam alfabetizados em língua portuguesa e matemática, na idade certa; reduzir as taxas de distorção idade ano na Educação Básica; elevar o índice de Desenvolvimento da Educaco Básica. Para facilitação do trabalho, bem como da intercomunicação entre as secretarias de educação dos estados e municípios existe o chamado articulador pedagógico estadual e o articulador pedagógico municipal. A comunicação entre eles é primordial. O programa de Monitoramento e Avaliação implementado nas escolas é o Busca Ativa Escolar que busca o enfrentamento da exclusão escolar, que, como já explicado em lives passadas, pretende não deixar nenhum aluno para trás, de forma a combater a evasão escolar e o abandono.<br>O professor, citou ainda alguns motivos de alerta de exclusão escolar, tendo como principal motivo de exclusão escolar maranhense a evasão, porque o aluno sente a escola como desinteressante. Além deste, motivos como conflito com a lei, alunos com deficiência, gravidez na adolescência, dentre outros, são fatores que preocupam. Foi apresentado brevemente o SEAMA - Sistema Estadual de Avaliação do Maranhão que é uma construção coletiva entre estado e municípios na implementação de uma política de acompanhamento das escolas, seus indicadores educacionais e melhoria na aprendizagem dos discentes.<br>Alguns desafios foram destacados pelo palestrante, são eles: aulas não presenciais; no que diz respeito aos alunos: utilização de tecnologia (aparelhos com baixa capacidade de dados, sem INTERNET, sem aparelho, áreas sem sinal de operadora); no que se refere aos professores: utilização tecnológica (vídeos, aulas síncronas e assíncrona&nbsp; equipamento); e aos gestores: novas ferramentas tecnológicas (reuniões&nbsp; informações acompanhar aulas, país alunos professor é técnico e demais servidores pandemia)<br>As ações realizadas de forma a atender às necessidades que foram surgindo durante este período foram: ações que dizem respeito aos alunos: convocação midiática, aulas por televisão e rádio, material impresso, alimentação, chips, Plataforma Gonçalves Dias, Avaliação Diagnóstica SEAMA 2021, acolhimento, Continuum Curricular 2021; em relação aos professores e gestores : formações tecnológicas e pedagógicas, Siaep e Sigep, reuniões de acompanhamento.<br>Toda e qualquer formação continuada é importante para auxiliar os professores nesse período de ensino remoto. A adoção de estratégias metodológicas novas e o repensar das práticas em sala de aula tem sido um fator de sucesso nos processos de ensino e aprendizagem. Ter em mente que os municípios, mesmo com poucos recursos, conseguiram fornecer aos alunos aulas remotas, já é um grande passo, e não pode ser desprezado.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 21:58:17 UTC</pubDate>
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         <title>LIVE: APLICATIVOS E RECURSOS DIGITAIS PARA AULAS REMOTAS, DISPONÍVEL EM: https://youtu.be/lT-3x7ciToI</title>
         <author>erikapereira004</author>
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         <description><![CDATA[<div>16/03/2021<br>Ocorreu dia: 13/11/2020<br>A procura por recursos digitais que viessem a dar apoio às aulas remotas e a busca pelas instituições de ensino por parcerias na área tecnológica, tem feito parte do cotidiano escolar desde a retomada das atividades educacionais.<br>As ferramentas digitais podem ser consideradas bons materiais de apoio às aulas, além de que, podem ser recursos complementares para o processo de ensino e aprendizagem. A live foi mediada pela professora Karla.&nbsp;<br>Tendo isso em vista, o professor João Bottentuit iniciou sua apresentação, que foi muito boa pois foi uma aula bem prática e intuitiva, que foi centrada na utilização de algumas ferramentas digitais que podem auxiliar o processo educativo. Ele apresentou alguns aplicativos online que podem favorecer uma prática pedagógica tornando-a mais interessante e menos exaustiva, com possibilidade de interação entre professores e alunos. Essa interação é primordial, pois, na sala de aula presencial é muito fácil perder a atenção do aluno. No contexto remoto, o estudante possui mais distrações ainda, e muitas vezes, não tem a disciplina para manter atenção estudos.<br>Segundo o professor palestrante, inovação na sala de aula não é somente usar um aplicativo, mas a forma como essa aplicação será utilizada como recurso. Esta fala me lembrou da apresentação da professora Naiacy, na qual esta fala da importância da intencionalidade no uso das ferramentas digitais de forma que o professor planeje sua aula utilizando essa ferramenta mediante estratégia de aprendizagem, adequando sempre a metodologia ao que se pretende ensinar.<br>As ferramentas de interação, ou, ferramentas de troca, permitem que o professor interaja durante a aula, para participação do aluno de forma a evitar que ele se disperse na aula. Ocorre com frequência os casos onde os professores estão dando a aula e os alunos, com câmeras e microfones desligados, acabam não acompanhando a aula, ou mesmo, alunos que não conseguem manter a atenção e concentração por muito tempo, e acabam não entendendo o conteúdo. Interagir através dessas ferramentas durante a aula é uma forma de manter a atenção e o interesse dos estudantes, pois torna a aula mais dinâmica.<br>Um dos pontos negativos sobre os aplicativos disponíveis para utilização em sala de aulas online é que, em sua maioria, estão em inglês, poucos são encontrados com tradução ou em português. Mas como a maioria delas são plataformas online, quando abertas pelo google, há possibilidade de traduzir para o português.<br>O primeiro aplicativo apresentado foi o WOOCLAP (https://app.wooclap.com), que é uma plataforma para criação de eventos, onde o professor pode interagir com o aluno por meio da criação de tarefas que podem ser produzidas pelos professores e respondidas pelos estudantes no próprio site, que está disponível em inglês. Há possibilidade de formular questionários, construir jogos de palavras, fazer tempestade de ideias, fazer debates, etc. Esta é uma ferramenta online que possibilita aos alunos participarem de diversas maneiras, assim como, possibilita aos professores, muitas formas de usar metodologias criativas no planejamento de suas aulas, dando oportunidade para os alunos se expressarem, terem vez e voz ao darem suas opiniões.<br>O segundo aplicativo online apresentado foi o QUIZIZZ (https://quizizz.com/). Com ele é possível criar jogos de perguntas e respostas direcionados aos alunos sobre qualquer tema que o professor tem planejado para aula. Essa plataforma é muito interessante, porque pode ser utilizada no início da aula para extrair os conhecimentos prévios dos estudantes, bem como no final da aula para avaliar o que ele aprendeu. É uma ferramenta muito interativa e fácil, apesar de estar em inglês, pode ser utilizada com a mediação do professor. Tem a opção do aluno poder fazer na hora da aula ou depois.<br>A terceira ferramenta foi o PADLET (https://pt-br.padlet.com/). Disponível tanto em site quanto em aplicativo para celular, esta ferramenta possui vários formatos de murais como opções para registro de notas. É uma boa maneira de elaborar apresentações e organizar conteúdos. É uma ferramenta que considero muito boa, pois pode ser utilizada em colaboração com o professor, ou ainda, com outros alunos, além de poder ser compartilhada e acessível. Infelizmente, a plataforma disponibiliza o acesso somente a três padlets.<br>A próxima ferramenta é VOCARRO (https://vocaroo.com/). Esta é uma ferramenta bem simples, cujo propósito é a de gravação e compartilhamento de áudios. O professor pode utilizá-la para entrevistas, documentários, podcasts e etc. O QR Code Fácil (https://www.qrcodefacil.com/), também foi apresentado rapidamente pelo professor, onde este explicou que pode ser utilizado como chave de acesso a desafios que, quando respondidos corretamente, levam a outros, até serem concluídos. Podem ser criadas&nbsp; tarefas através desta forma de código, também.<br>Diante disto, é notável que existem muitas formas de inovar nas aulas para atrair a atenção dos alunos e buscar uma participação mais ativa dos mesmos. Uma pequena observação é que todas estas ferramentas são online, portanto necessitam de acesso à internet, o que exclui desse espaço os alunos que não possuem internet em casa. Mas para este público, estratégias como áudios, fotos, armazenamento em cartão de memória, bluetooth, dentre outras, podem ser utilizados como alternativas, dando suporte aos processo de ensino e aprendizagem.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-29 21:59:58 UTC</pubDate>
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         <title>LIVE: CALENDÁRIO LETIVO DE 2021 - SEMED - ORIENTAÇÕES PARA TRANSIÇÃO DO ANO LETIVO 2020/2021, DISPONÍVEL EM: https://youtu.be/k2CTaHAeDaI</title>
         <author>erikapereira004</author>
         <link>https://padlet.com/erikapereira004/28bdexms0qahqyld/wish/1372047629</link>
         <description><![CDATA[<div>23/02/2021<br>Tendo em vista o contexto da pandemia de Covid-19 que afetou, da vida pública à vida privada, às pessoas, e trouxe prejuízos irreparáveis à vida humana, abalou, por conseguinte as estruturas das mais diversas instituições, dentre elas a da educação, que, no contexto brasileiro, tornou obstáculos antes conhecidos ainda maiores e estabeleceu novos desafios. Diante disto, percebi que as secretarias de educação estaduais e municipais, frente ao silêncio do Ministério da Educação, pensaram formas de não deixar os profissionais da educação, alunos e suas famílias desamparados.<br>Nesta live, pude perceber que o ano de 2020 foi um ano de aprendizado para a SEMED do município de São Luís que se reorganizou em torno das experiências escolares e dos dados educativos de 2020 para estruturar o currículo para 2021.<br>A fala do professor Alex Correia, Coordenador do Núcleo de Avaliação da SEMED, demonstra o quanto a SEMED precisou reorientar todo o trabalho desenvolvido até então para o ano de 2020, o que, de acordo com o professor, não foi nada fácil, sendo um trabalho árduo e precisando da colaboração de todos, desde à escola até aos estudantes e seus familiares. Ele apresentou as orientações gerais para a transição do ano letivo de 2020 pra 2021, pontuando o quanto foi dificultoso e demorado fazer essa transição, principalmente porque é preciso primeiramente entender alguns contextos: o contexto das escolas da rede municipal de ensino, que até então, e por intermédio de pesquisas, apresentaram, em sua maioria, uma baixa infraestrutura tendo em vista o padrão MEC; foi preciso observar o contexto dos estudantes, que em sua maioria, vem de um nível socioeconômico baixo e com pouco ou nenhum acesso a internet; e também foi necessário olhar para o contexto dos professores, se estes estavam ou não preparados para trabalhar remotamente. A observância da média de alunos por turma na rede municipal, caso um possível retorno presencial ocorresse teve espaço na pesquisa, o que na minha opinião é essencial, pois o retorno para as salas de aula não mais serão como normalmente ocorria, sendo necessário obedecer ao nosso "novo normal", com a prática do distanciamento social e a continuidade da observância das medidas sanitárias. Uma turma com 25 a 30 alunos, muitas vezes com dimensionamento pequeno, acarretaria em um espaço com aglomeração e, consequentemente, contaminação.<br>O professor Alex explicou como funcionou o período depois da pandemia iniciar no Brasil, chegando a capital de São Luís em março, interrompendo as atividades escolares já iniciadas. Após 4 meses de inatividade, o calendário escolar reiniciou em 24 de agosto de 2020, mas até então, sem suporte de mídia ou pacote de internet disponível para alunos e professores. A situação que entendi foi que a rede deu continuidade ao calendário escolar do ano de 2020, adaptando aos poucos para o ensino remoto, pois já havia um calendário em curso, mas era notável que este precisaria passar por uma readequação para se adequar ao contexto do ensino remoto de maneira que o mesmo não sofresse perdas essenciais na questão do tempo mínimo para as atividades escolares e nos conteúdos de forma que melhor servisse para que ocorresse a aprendizagem dos estudantes.<br>Com a situação pandêmica evoluindo ao passar dos meses e o ensino remoto a cada dia mais fazendo parte da realidade educacional na rede municipal de São Luís, foi uma "jogada de mestre" da SEMED pensar num calendário escolar de forma diferente e criativa, contabilizando a jornada de ensino a partir de horas complementares, não mais em dias letivos. Além de que, no primeiro período de 2021, chamado "período reparador", será para repor ou complementar as defasagens educacionais dos alunos de 2020, que na minha opinião, será de grande ajuda para os alunos que não se sentem confortáveis de passar de um ano para o outro por acharem que não aprenderam nada, ou que pouco aprenderam, devido às mais diversas adversidades e dificuldades enfrentadas pelo ensino na condição remota. Outra questão apresentada e muito boa é o fato de que nesta organização o ano letivo, que geralmente ultrapassa o período de um ano, passa a ser concluído dentro de um ano exatamente.<br>A projeção para 2021, está firmada mediante à observação do contexto de vacinação em que se encontrar o município, com previsão de ensino remoto no primeiro semestre e ensino híbrido no segundo. Acompanha também a previsão de no primeiro semestre de 2021 ocorra melhorias de acesso ao ensino remoto com a distribuiçãoo de chips para os alunos, computadores e formação para os professores, a utilização da plataforma Google for Education com disponibilização de vídeos na plataforma, além de reforma e estruturação das escolas. No segundo semestre de 2021, está previsto a distribuição de tablets voltados exclusivamente para o ensino híbrido, onde este último contará com a divisão de horas presenciais e horas complementares remotas.<br>Quanto a aprovação e reprovação dos alunos, aqueles que estão presentes, participam das aulas, fazem as atividades e as entregam são aprovados. Para aqueles que raramente ou nunca participam, pode acontecer o abandono ou ser aprovado dentro do regime de progressão parcial, uma reposição. Tudo isso demonstra o quanto a SEMED tem buscado a melhoria do ensino mediante ao contexto pandêmico, preocupando-se em fazer acontecer a educação de forma remota mesmo partindo de uma realidade que pegou toda a educaçâo brasileira de surpresa e até então sem preparo adequado para tal.<br>Nas palavras do Coordenador de Tecnologia, Inovação, Formação Continuada e Acolhimento, Denilson Serejo, aprensentou duas frentes pelas quais os trabalhos vão se concentrar, uma emergencial, que é o trabalho com o Google Classroom, que através do email institucional, dá acesso ilimitado aos gestores, coordenadores e professores da rede. E como estamos em tempos em que a tecnologia vem sendo a principal aliado da educação frente as adversidades tem sido desenvolvida uma plataforma gameficada para a educação infantil. Uma grande ajuda nesta época de crises e perdas tem sido, mesmo que a distância, mostrar ao outro que ele não está sozinho e que acolher é preciso. Sendo assim acho de grande valia o destacamento de uma equipe de proficionais para o acolhimento socioemocional dos profissionais de educação, alunos e de suas famílias nesse tempos tão arredios.<br>Thyago Moraes, Coordenador de Estatística da SEMED, apresentou a plataforma SISLAME sobre o lançamento da frequência dos alunos dentro do sistema. Interessante ver como funciona todo o sistema e como é importante mantê-lo atualizado para que se faça o encerramento do período, sendo que a própria plataforma calcula a frequência e notas de cada aluno, mostrando os respectivos status do estudante. Foi de grande importancia a fala final do Secretário Adjunto de Ensino, Ednan Baldez, na qual ressalta que a SEMED não esqueceu da educação infantil e da educação especial, mas que no momento, por serem assuntos muito complexos e demandariam mais tempo na live, seriam remanejados para outros encontros posteriores.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-31 14:49:46 UTC</pubDate>
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         <title>WEBNÁRIO: DESAFIOS ATUAIS DA GESTÃO ESCOLAR: DIALOGANDO COM GESTORES, DISPONÍVEL EM: https://youtu.be/pKrqI652R8w</title>
         <author>erikapereira004</author>
         <link>https://padlet.com/erikapereira004/28bdexms0qahqyld/wish/1373086910</link>
         <description><![CDATA[<div>23/03/2021<br>As experiências das instituições de ensino público na pandemia, compartilhadas através dos meios de comunicação, tem sido uma grande fonte de conhecimentos que nos mostram que a educação pública brasileira possui muitos desafios, dentre os quais alguns já existiam e foram alavancados durante este período e outros foram se colocando como obstáculos no cotidiano escolar. Mas, ao mesmo tempo, pode-se perceber que estratégias pedagógicas e novas metodologias foram nascendo por meio do enfrentamento desses desafios, pois é com a luta que se aprende, e quem melhor do que os profissionais que estão na gestão dessa luta para nos dizer quais as melhores formas de combate?!<br>Dando continuidade aos webnários do presente estágio,&nbsp; que nesta tarde, se desenvolveu sob o tema: "Desafios Atuais da Gestão Educacional: dialogando com gestores", com a mediação da aluna Janilene Maciel.<br>Os diálogos iniciaram com&nbsp; a apresentação da gestora Rodeivânia Macedo que<br>pontuou que são inúmeros os desafios pelos quais a gestão escolar teve de passar no ano de 2020, e que muitos deles ainda persistem. A mesma relatou que normalmente, nos anos anteriores a pandemia, a escola já era um ambiente desafiador para gerir e a pandemia intensificou alguns obstáculos.<br>Como muitos professores, coordenadores pedagógicos e gestores já relataram em lives passadas, um dos grandes desafios para a gestão apontado pela gestora, diz respeito a tecnologia, ou melhor, o acesso a ela. O que mais ouvimos dos professores foi a dificuldade&nbsp; de acesso às aulas pois muitos alunos não dispunham de aparelho celular para assistir ou acesso a internet.<br>A gestora nos explicou que ocorreram aulas remotas síncronas, com a disponibilização de vídeo-aulas, e assíncronas também. Mas que notou-se a dificuldade de adaptação, principalmente porque o momento pedia urgência. Esta fala me fez recordar quando foi anunciado o ensino remoto emergencial na UFMA, e que poucas cadeiras foram ofertadas pois alguns dos nossos professores ainda não estavam muito seguros ou áptos a dar aula por meio remoto, além de que, as ementas e cronogramas e metodologias das disciplinas precisariam ser modificados pra atender a essa demanda também.<br>Algo que a professora relatou me chamou muita atenção, que diz respeito a questão social dos alunos, onde muitos deles não conseguiram acompanhar as aulas e conteúdos nem mesmo pelas atividades impressas. Uma coisa recorrente aqui no meu município, Arari, foi a entrega de um caderno de atividades para os alunos, porém alguns estudantes, ou responsáveis por eles, acabaram por não buscar o item nas escolas.<br>A Rodeivânia fez um questionamento muito pertinente: nesse momento de perdas, e que eu acrescento também, de constante medo, como acolher esses alunos? Compreendo que, neste momento é necessário o envolvimento de toda a comunidade escolar, pois os pais ou responsáveis, que são aqueles que estão em contato direto com o aluno, poderão ser de grande ajuda no que se refere a conhecer o contexto em que o aluno está inserido e podem ajudar com essas informações os gestores professores e coordenadores, daí a grande importância de uma gestão democrática e participativa que leve em consideração o contexto do estudante.<br>Além disso, a educação inclusiva também vou excitada pela gestora, e que nessa relação do aluno especial com a escola o acompanhamento dos pais é de grande importância para o desenvolvimento do ensino remoto. Visto que, os alunos público-alvo da educação especial tem suas especificidades e suas maneiras de aprender, cada um no seu tempo e espaço próprio.<br>O segundo palestrante da tarde foi o gestor da Creche Maria de Jesus Carvalho, Aquiles Berrêdo, que manteve a sua fala centrada na importância da relação família e escola e também a relação escola e aluno, durante todo o período da pandemia até hoje. Sendo que, no início da pandemia houve uma certa resistência por parte de algumas famílias de alunos da creche quanto ao ensino remoto, além do que a SEMED não quria que mandasse atividades para casa dois alunos, visto que o risco de contaminação era grande. O que segundo o gestor aconteceu com ele, pois ele se recusou a deixar os alunos sem atividades, e se propôs a entregar tanto as atividades impressas quanto a cesta básica que a creche e distribui para as famílias carentes da região em torno da creche. O que demonstra o notável esforço por parte da gestão e coordenação da escola, que trabalharam muito durante a pandemia para atender as necessidades educativas de todos os alunos. Mesmo a escola sendo aconselhada a não desenvolver o trabalho com os alunos público-alvo da educação especial, as professoras foram aconselhados pelo gestor a manter contato com os alunos dependentes deste ensino para não deixá-los a própria sorte.<br>No estágio em docência na educação infantil, que realizei nesta creche, o gestor já demonstrava todo este amor pelo que fazia, sempre nos recebendo muito bem e acompanhando o nosso trabalho dentro e fora da sala de aula com os alunos da creche. Ele sempre demonstrou que se importa não só com a educação das crianças, mas também com os pais ou responsáveis por todas elas recebendo muito bem e mantendo o contato constante com eles.<br>Foi perceptível na fala do gestor Aquiles que a creche sofreu um baque muito grande com a pandemia, pois o contato e a interação sempre foi de grande importância tanto para o gestor, quanto para com os professores, coordenadores, alunos e os pais de alunos. Mas também é perceptível que a creche conseguiu manter o seu trabalho mesmo por meio digital ou impresso.<br>Creio que em um contexto que pedia a tomada de ações rápidas, novos planejamentos para o ano letivo, a adaptação curricular para aulas remotas, dentre outras ações, a gestão escolar teve que enfrentar e bater de frente com diversos desafios, alguns deles que ainda persistem, mas que a escola, quando pratica uma gestão democrática e participativa, envolvendo toda a comunidade escolar, consegue elencar objetivos e cumpri-los de maneira a oferecer uma educação de qualidade mesmo em tempos adversos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-31 19:06:39 UTC</pubDate>
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         <title>WEBNÁRIO: DESAFIOS ATUAIS DAS COORDENAÇÕES PEDAGÓGICAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL E DO ENSINO FUNDAMENTAL, DISPONÍVEL EM: https://youtu.be/BDs_P6UYVug</title>
         <author>erikapereira004</author>
         <link>https://padlet.com/erikapereira004/28bdexms0qahqyld/wish/1388033726</link>
         <description><![CDATA[<div>30/03/2021<br>A pandemia de covid-19 abalou as estruturas de uma educação já fragilizada no Brasil, fazendo com que a comunidade escolar se unisse para que a educação, mesmo que remotamente, pudesse ocorrer. Como estamos acompanhando em várias lives, webinários, congressos, são inúmeros os desafios pelos quais as escolas brasileiras, principalmente as da rede pública, estão passando. Esses desafios atingem não somente a gestão, mas toda a comunidade escolar que precisa mobilizar-se para que o ensino se reorganize de maneira que possibilite a aprendizagem dos estudantes e a coordenação pedagógica é um dos elementos que colaboram para quê essa reorganização alcance seus objetivos.<br>A professora Conceição manteve sua fala centrada nos desafios pelos quais a escola a qual coordena passou, no ano de 2020, sendo que alguns ainda são perceptíveis até hoje. Ela começou relatando sobre o desafio do rendimento escolar pois muitos alunos devido a fatores como falta de conectividade, falta de aparelho celular para assistir as aulas, o baixo interesse dos alunos, diante do momento em que estamos vivendo, para com os estudos, contribuiu para a queda dos mesmos no rendimento escolar. Além do mais, a educação tanto dos Estados como nos municípios, teve que seguir sem um norte, nas palavras da coordenadora pedagógica, foi cada um por si, pois não se tinha algo direcionado pelo Ministério da Educação, pelo contrário, o ministério parecia estar mais confuso e sem direção. Esta fala, pelo que pude perceber, foi uma das que mais esteve presente nas falas dos profissionais que palestraram durante a realização dos webinários, o que infelizmente se configura como a realidade, não da educação no país, que mesmo sem orientação adequadas soube se manter com esforços próprios, uma grande vitória. Porém, esta fala representa o desrespeito do governo federal, e o pouco interesse do mesmo para com a educação brasileira.<br>Um desafio que a escola enfrentou foi a resistência em dar aulas remotas por alguns professores que estavam acostumados com métodos mais tradicionais de ensino, se mostrando também na dificuldade em planejar aulas online.<br>A coordenadora também ressaltou que o trabalho se deu por grupos de WhatsApp nos quais as famílias também participavam, sendo que, algumas dessas famílias também apresentaram-se resistentes ao ensino remoto, onde muitas famílias acompanhavam o trabalho que viria a ser implementado remotamente, porém muitas famílias não quiseram participar de maneira alguma, deixando a responsabilidade para a escola e para os professores. Como apoio às aulas foram disponibilizados computadores e impressoras para se realizar a entrega das atividades impressas para os alunos que não possuíam internet, porém este ano, 2021, os computadores não estão mais disponíveis para a escola.<br>Ainda segundo a professora Conceição, mesmo diante de todos os desafios que se colocaram diante do caminho, as crianças foram capazes de aprender.<br>Na fala da coordenadora, percebe-se que a mesma acompanhou de perto todos os processos que marcaram o início das aulas remotas, bem como a reorganização e reorientação do trabalho escolar, bem como a presença da mesma na comunicação entre escola e professor, escola e família, escola e aluno, professor e aluno.<br>A segunda palestrante da tarde foi a coordenadora pedagógica Charlene que iniciou a sua fala a pergunta qual é o papel do coordenador pedagógico? Se utilizando de uma fala de Libâneo, a mesma respondeu que um coordenador pedagógico é aquele que articula, integra, e viabiliza o trabalho pedagógico, relacionando-se de forma direta com pais, professores e alunos. Tendo isto em vista, a fala da professora Conceição, nos mostra o trabalho da coordenação pedagógica de forma articulada com a parceria dos profissionais da educação da escola, que de maneira a levantar vários esforços para que a educação acontecesse no município de Paulino Neves, viabilizou o trabalho pedagógico naquele município, de maneira a integrar comunidade escolar e escola.<br>Voltando para a sala da professora Charlene a mesma apresentou como um desafio, engajar e ensinar alunos da educação infantil em tempos de isolamento social, principalmente o desafio de se perguntar o "como fazer"o ensino remoto para a educação infantil em uma zona rural, como a de Humberto de Campos? Foi pensando no "como fazer" que a escola desenvolveu suas atividades. A escola desenvolveu apostilas que a cada 15 dias seriam respondidas e devolvidas para a escola.<br>Outro desafio seria o como desenvolver o brincar e o interagir que são tão importantes para a educação infantil, em tempos de distanciamento social? Então foi aqui que foram pensadas atividades práticas para que os alunos as realizassem juntamente com a sua família por intermédio de vídeos-exemplo e o feedback que o professor ou a professora receberia seria também através de fotos dos alunos realizando as brincadeiras e atividades com a família ou por meio de vídeos gravados por eles.<br>A terceira e última palestrante da tarde foi a coordenadora pedagógica Juliana que ressaltou na introdução da sua fala que é muito importante pensar na criança como um ser holístico para quê o professor ou a professora não se perca na sua proposta de aula. Depois que foi decretado que as aulas seriam realizadas remotamente, ocorreu uma reunião com os pais, foi este agora são os mediadores entre conhecimento escolar e a criança. Os professores e professoras orientaram os familiares ou responsáveis pelos estudantes se utilizando dos elementos presentes no cotidiano das famílias sem desconsiderar os objetivos de aprendizagem da Base Nacional Comum Curricular - BNCC.<br>A coordenadora pedagógica ressaltou a importância do registro em apostila das vivências da criança junto a quem auxiliou para que a trajetória deles não fosse desconsiderada no processo de ensino e aprendizagem. Os grupos de whatsapp foram essenciais nesse processo, pois, a angústia dos pais em relação à aprendizagem dos filhos no ensino remoto era evidente. Com isso, eram realizadas chamada de vídeo para conversar tanto com os alunos quanto com os pais, como por exemplo, para falar com os alunos sobre as historinhas que eram contadas pelos pais a pedido dos professores. Quanto aos alunos público-alvo da educação especial, nem todos estavam em condições de participar das atividades o que poderia torná-las improdutivas e não prazerosas, porém a coordenação sempre forneceu orientações para que essas atividades se realizassem da forma mais prazerosa possível.<br>Algo muito interessante na fala da coordenadora pedagógica Juliana, foi o olhar voltado para a criança em sua especificidade e necessidades, como a sua linguagem, o seu pensamento, sua motricidade e movimento, suas percepções do cotidiano, bem como a preocupação com a mediação dos pais, o que é fundamental para o desenvolvimento integral do aluno, sendo que este está aprendendo em casa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-06 16:36:36 UTC</pubDate>
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         <title>WEBNÁRIO: OS DESAFIOS DA GESTÃO ESCOLAR FRENTE AS DIVERSIDADES, DISPONÍVEL EM: https://youtu.be/A9cAozuX-6A</title>
         <author>erikapereira004</author>
         <link>https://padlet.com/erikapereira004/28bdexms0qahqyld/wish/1388230166</link>
         <description><![CDATA[<div>06/04/2021<br>Nossa tarde de conversas iniciou com a mediação da aluna Bruna Maria, que logo passouaa fala a professora Ilma, que introduziu o assunto com algumas indagações pertinentes ao tema do webinário, e dentre elas se perguntou que, será que as práticas pedagógicas tem levado em consideração à diversidade, equidade e respeito na gestão democrática e participativa? Onde a mesma ressaltou que as temáticas sobre as relações étnico-raciais precisam fazer parte da educação abrangendo o projeto político-pedagógico das escolas de Educação Básica, bem como os planos de desenvolvimento institucional das instituições de educação superior, assim como a temática é necessária nos programas pedagógicos, materiais didáticos e nas ações interativas de ensino, pesquisa e extensão.<br>Nas palavras da professora Ilma, é a partir da Constituição Federal de 1988 que a gestão democrática é exercida de forma compartilhada e participativa, fazendo parte das lutas empreendidas pelos educadores e educadoras em defesa de uma educação pública de qualidade social.<br>A gestão democrática na escola e nas instituições de ensino superior, mesmo que desafiadora, reflete os processos de busca por soluções na avaliação de projetos políticos pedagógicos e dos processos de tomada de decisões que organizam o trabalho pedagógico. As transformações sociais e os fenômenos que ocorrem na sociedade, como o fortalecimento de grupos sociais e de pautas representativas antes invisibilizadas, incidem diretamente no cenário educacional, incluindo as lutas pela valorização dos conteúdos étnico-raciais. Portanto, creio que a gestão democrática, então, precisa se apresentar como acolhedora das diversidades e das subjetividades, e das diferenças e especificidades, nos contextos educacionais, principalmente na organização deoum currículo que dialogue e respeite as especificidades de cada grupo, incluindo conteúdos referentes as temáticas étnico-raciais. Os esforços pela efetivação de uma educação que comporte o trabalho com a temática étnico-racial deve começar na formação dos profissionais da educação, pois a formação do pedagogo, precisa ser integral, voltada não somente para a docência, mas também, para a gestão e coordenação dos processos educacionais, o que pode colaborar para uma formação com conhecimentos necessários para o desenvolvimento da consciência racial, não somente nos alunos mas em toda uma comunidade escolar. Além disso, podem auxiliar no desenvolvimento de projetos didáticos-pedagógicos, desde a educação básica até o ensino superior bem como, nas diversas modalidades de ensino.<br>A professora comentou sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais Para A Educação das Relações Étnico-raciais e para o ensino de História E Cultura Afro-brasileiras e Africana, que por si só não basta, mas é necessário a busca de uma fundamentação nas bases filosóficas e pedagógicas para o assunto, com ações pedagógicas que contemplem as contribuições histórico- culturais de origem africana, bem como de outros povos que fazem parte da nação brasileira. A formação de gestores deve estar articulada a revisão da prática curricular de forma a fortalecer a participação da educação étnico-racial no currículo, devidamente representada, dando visibilidade ao tema nos ambientes de educação. Ainda segundo a professora Ilma, a prática pedagógica precisa estar pautada na construção das relações étnico-raciais que fortaleçam estudantes afro- brasileiros (as), despertem neles(as), e nos não-negros o respeito pelo patrimônio cultural negro. Creio que não basta só a prática pela prática, mas a reflexão na prática, para que a educação étnico-racial ocorra de forma a fomentar a consciência racial nos negros e promovendo o respeito nos não-negros, de forma a combater a discriminação no âmbito social.<br>A professora ainda citou o projeto "Festejando A Cultura Afro-brasileira", que foi realizado na escola UEB Pastor Estevam Ângelo de Sousa, o que ocorreu com o objetivo de valorizar a pluralidade racial na sociedade, aprendendo e educando para além dos preconceitos, além de contribuir para a construção da identidade racial da criança através do brincar, da música, da oralidade e da vivência corporal.<br>A professora ainda abordou o tema Gestão Escolar Quilombola, que ganhou contornos mais acentuados no seu reconhecimento como modalidade de ensino da Educação Básica. A partir das Diretrizes Curriculares Nacionais Para A Educação Escolar Quilombola, alicerçou a existência de uma história e cultura afro-brasileira, reconhecendo os quilombos como terra ou território de resistência.<br>O segundo palestrante da tarde foi o professor Alberto Magno Moreira Martins, que trouxe algumas reflexões sobre o Desafio Da Gestão Escolar Frente As Diversidades, dialogando sobre o tema Educação Para As Relações De Gênero: De Que Lugar Se Fala? Onde o professor localizou sua fala sobre o público LGBTQI + e os desafios de inclusão deste público no ambiente escolar.<br>Tendo em vista o Plano Nacional Dos Direitos Humanos III, o professor ressaltou que teve como objetivo a opção de fortalecimento da democracia, através da revisão dos dois primeiros planos (1996/2002), para assimilação das demandas crescentes da sociedade. No ano de 2006, ele passa a ser pensado como uma política de estado, não mais de governo, objetivando agora os valores de tolerância e solidariedade, fraternidade, justiça social e pluralidade, onde se pensou em desenvolver práticas individuais e sociais que gerassem ações e instrumentos que promovessem tais valores.&nbsp; No ano de 2009,&nbsp; foi construído o Plano Nacional De Promoção Da Cidadania E Direitos Humanos de LGBT, com dois eixos temáticos que visavam a promoção, na esfera social do conhecimento, de sensibilização e mobilização referentes ao tema, e nas esferas da ação pública visava a cooperação federativa e internacional para implementação de uma gestão da implantação sistêmica de políticas para o público LGBT. O professor apresentou também o Documento Final Da Conferência Nacional De Educação - CNAE(2020), o qual estabelece a formação continuada de profissionais da educação, em todos os níveis e modalidades do ensino, na valorização e reconhecimento da diversidade e da democracia, em suas práticas pedagógicas. E então o professor indaga, mas que diversidade é essa? Pois como podemos notar em vários documentos, o conceito de diversidade não é abordado e não há um posicionamento sobre isso nos documentos legais. A resolução nº 12/15 do CNCD LGBT, estabelece a garantia de condições de acesso e permanência de pessoas travestis e transexuais nos sistemas de ensino. A gente tuições devem fornecer orientações quanto ao reconhecimento institucional da identidade de gênero. Acredito que, esse reconhecimento e orientações institucionais ajudariam e auxiliariam nos processos de inclusão e não- discriminação desse público dentro das instituições de ensino, pois muito do preconceito vem da ignorância, pois como o professor explicou, a identidade de gênero não tem uma correlação direta com o sexo biológico do indivíduo.<br>A resolução 242/10, do CEE/MA, estabelece o registro do nome social de travestis e transexuais nas escolas das redes de ensino do maranhão. O que para mim, é muito mais que colocar um nome, representa a inclusão e reconhecimento do indivíduo quanto sujeito.<br>A terceira palestrante da tarde foi a Fabiana Corrêa Moraes (SEMED-EJA), que relatou de forma bem breve, um<br>&nbsp;pouco da experiência na gestão das escolas municipais que ofertam a Educação De Jovens e Adultos, durante a pandemia. Ela falou que muitas pessoas que estão na EJA já vivenciaram um momento de exclusão dos processos de ensino e aprendizagem, isto por vários motivos: seja financeiro; seja adolescentes que formam famílias: seja a falta de acesso à escola, pois a pessoa mora na zona rural ou longe da escola; seja porque o aluno se acha incapaz e perdeu o interesse. Portanto, o maior desafio foi olhar para essas pessoas e não deixá-las sem um ensino durante pandemia.<br>A Superintendência Da Área de Educação de Jovens e Adultos, cuida de 57 escolas da rede municipal de ensino que tenha EJA, ofertando o ensino fundamental, com objetivo de reparo social para aqueles que não conseguiram concluir a sua educação no tempo certo.<br>A professora apresentou os projetos desenvolvidos pela Superintendência, em parcerias com a SEMED-São Luís. São eles: o Projeto ABC Nefro, voltado para alunos que fazem tratamento de diálise no hospital Dutra, que recebem o acompanhamento de professores no próprio hospital. Há também o Projeto Educar e Incluir, para mulheres com filhos que não os podem deixar em casa. O Projeto Escola Casa Familiar Rural, que é em tempo integral, e voltado para alunos do EJA com direcionamento para a agricultura familiar. O Projeto Leitura e Escrita, para incentivar a leitura, interpretação e produção de textos.<br>Um fator preocupante foi a evasão escolar, que segundo a palestrante, triplicou com a pandemia, principalmente com a implementação do ensino remoto, pois os jovens e adultos, além dos idosos, têm dificuldade de interagir com as tecnologias utilizadas para as aulas.<br>A proposta frente a este desafio é o retorno híbrido do EJA, pois a quantidade de alunas é pequena e as salas comportam, seguindo as medidas de restrição impostas pela pandemia, conseguindo manter o distanciamento social nas salas de aula.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-06 17:15:12 UTC</pubDate>
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         <title>AULA EXTRAOFICIAL</title>
         <author>erikapereira004</author>
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         <description><![CDATA[<div>05/04/2021<br>As professoras Karla e Valdenice concordaram com a turma que seria necessário uma aula síncrona que não constava no cronograma, pois seria importante discutir sobre as possibilidades de construção dos projetos de colaboração mediante as análises dos dados coletados pelas equipes que ficaram responsáveis pela aquisição de dados referentes aos desafios enfrentados pelas escolas durante a pandemia junto à gestão, coordenação e professores. Esta aula também foi necessária para a apresentação dos dados coletados pelas equipes que ainda não tinham apresentado seus dados, a equipe de gestores e a de coordenadores, além do mais, seria feita breves avaliações por parte das professoras e alunas sobre os webnários.<br>A professora Valdenice iniciou agradecendo o empenho das equipes que se mostraram ativas na realização dos trabalhos para que as lives acontecessem, e que apesar de alguns percalços, tudo ocorreu dentro do esperado e que os webnários tinham sido muito bons. A seguir foi dado espaço às alunas e aluno para darem sua avaliação. No meu ponto de vista, o qual não cheguei a falar na aula, foi perceptível o empenho e dedicação de todas as equipes. Foi de grande importância ter acesso às informações referentes ao ensino remoto durante o período de pandemia principalmente, na visão de gestores municipais pois tivemos acesso a informação de outros municípios sobre o que estes decidiram na pandemia. Dentre todos eles, os palestrantes, conhecia somente o Aquiles Berredo, gestor da Creche Maria de Jesus Carvalho, na qual tive a oportunidade de estagiar na educação infantil, pela UFMA. No caso da minha equipe, a maior dificuldade foi encontrar gestores com disponibilidade e tempo para participar do questionário, bem como houve uma certa dificuldade de comunicação entre as comissões pois dependiamos de algumas informações referentes aos palestrantes para que pudéssemos fazer os flyers, porém, nada que atrapalhasse muito, só acabou atrasando algumas coisas. Logo após as alunas falarem, a professora Karla também falou um pouco sobre a sua experiência com os webinários. Ela ressaltou a importância da comunicação entre as comissões e os aprendizados durante esse período, gostou muito de estar participando e agradeceu as comissões parabenizando pela produção das live.<br>Seguimos então, para a apresentação dos grupos que se iniciou pela nossa equipe, a equipe que ficou responsável pelos gestores do ensino fundamental e da educação infantil, com a apresentação da aluna Vivian. Logo após a nossa equipe apresentar iniciou a apresentação do grupo que ficou responsável pelos coordenadores com apresentação da aluna Bruna. Uma das coisas que mais me chamou atenção nas apresentações foi a diferença entre o município de São Luís e os outros municípios na questão de oportunidades, pois o município de São Luís apresentou, durante a pandemia, mais oportunidades e recursos na implementação do ensino remoto, além de que a maioria das escolas utilizou o recurso de impressão de atividades para que os alunos tivessem acesso às aulas. Também, pode-se perceber que o acesso à internet, tanto no município de São Luís como nos outros municípios, não é acessível a boa parte dos alunos e das escolas, tornando ensino remoto mais dificultoso.<br>Após as apresentações, as professoras analisaram os resultados e deram algumas ideias sobre os projetos de intervenção e colaboração, esclarecendo um pouco sobre o que faríamos. Os grupos foram subdivididos e a professora Valdenice explicou que precisaríamos pensar em momentos de troca, em momentos que daríamos uma devolutiva diante de tudo o que foi exposto pelos gestores coordenadores e professores, pensando em momentos formativos. Como a nova divisão dos grupos o nosso grupo ficou formado por, Luanna, Cláudia, eu, Erika, Adrianny e Marília. As professoras então falaram que poderíamos pensar em duas rodas de conversa e duas oficinas para serem realizadas mediante as necessidades formativas encontradas nas pesquisas sobre os desafios da gestão frente a pandemia. Ficou decidido que a nossa equipe ficaria com uma das oficinas e que apresentaríamos no dia 19 de abril de 2021.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-06 17:20:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;REUNIÃO&quot; DA EQUIPE DE GESTORES/COMUNICAÇÃO POR MEIO DO GRUPO DE WHATSAPP</title>
         <author>erikapereira004</author>
         <link>https://padlet.com/erikapereira004/28bdexms0qahqyld/wish/1393055376</link>
         <description><![CDATA[<div>07/03/2021<br>Primeiramente, precisávamos decidir quanto as perguntas para a formulação do questionário. Concordamos em formular entre 6 e 10 perguntas, além de um cabeçalho que acompanhasse o questionário. Que ficou (antes da correção) assim:&nbsp;<br>IDENTIFICAÇÃO<br>- Nome:<br>- E-mail:<br>- Educação Infantil, Ensino Fundamental ou os dois;<br>- Rede particular ou Rede pública;<br>- Há quanto tempo você é gestor nessa escola?&nbsp;<br><br>QUESTIONÁRIO<br><br>1. Quais os maiores desafios enfrentados na gestão do ensino remoto?<br><br>2. Como vocês, gestores, avaliam o atendimento educacional? Qual expectativa?<br><br>3. Quais principais mudanças? Como avalia seu trabalho?<br><br>4. Houve formação continuada para os gestores?<br><br>5. Em caso de resposta afirmativa à pergunta anterior, esta(s) formação(ões) atendeu(ram) às necessidades da gestão?<br><br>5. Como ficou a relação dos gestores com os pais de alunos frente a nova realidade?<br><br>6. E a relação dos gestores com os docentes?<br><br>7. Levando em conta a gestão participativa, como essa se desenvolveu, dado o contexto pandêmico?<br><br>8. Quais as principais medidas adotadas para o mapeamento e acompanhamento dos alunos público-alvo da Educação Especial?<br>Após a ccorreção pelas professoras, o formulário foi encaminhado para o Google Forms (disponível em: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdvmuFsEFQCcaPeUIsi-mu-MksxpRyWdWTVD6AJoSUdzVsQew/viewform?usp=sf_link), para receber as respostas dos gestores escolares, para posterior tabulação e retenção de dados. Os links foram enviados para alguns gestores os quais tivemos acesso. Mas ficamos encarredadas de conseguir mais gestores para participar da pesquisa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 19:19:07 UTC</pubDate>
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         <title>CRIADO FLAYER DE DIVULGAÇÃO DOS WEBNÁRIOS</title>
         <author>erikapereira004</author>
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         <description><![CDATA[<div>15/03/2021<br>Texto que acompanha o flayer:<br>Sabe-se que o contexto atual pandêmico tem dificultado diversas áreas da educação, trazendo novos desafios que se juntam àqueles já presentes na realidade escolar, com os quais os educadores precisam lidar, necessitando de se reinventarem e utilizarem de diferentes estratégias para continuarem seu trabalho.<br>Tendo em vista esse contexto, e com o foco específico na Gestão Escolar, o Estágio em Gestão e Organização da Educação Infantil e Ensino Fundamental, do Curso de Pedagogia da UFMA (Campus Bacanga), está promovendo o Webnário: Desafios atuais da Gestão Educacional, que ocorrerá nos dias 23/03, 30/03 e 06/04, às 14:30h, com transmissão pelo Youtube. O evento está sendo organizado pelos alunos, sob a orientação das professoras orientadoras do Estágio Obrigatório, Karla Cristina Silva Sousa e Valdenice de Araújo Prazeres. No dia 23/03 as discussões terão como foco os desafios atuais da gestão escolar, portanto terá como principais interlocutores, gestores de escolas da Rede Pública Municipal de Ensino. Já confirmaram presença o Prof.&nbsp; Aquiles de Jesus Suathê Berrêdo, diretor da Creche escola Maria de Jesus Carvalho, e a Profª Rodvânia Frazão Macedo, da UEB Henrique de La Roque.<br>Contamos com a presença de todos discentes e profissionais da educação para essa importante discussão frente a esse cenário de muitas incertezas. É possível se inscrever para o evento no seguinte link: https://www.even3.com.br/webnariogestaoeducacional .</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 20:15:06 UTC</pubDate>
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         <title>WEBNÁRIO: GESTÃO E ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO EM TEMPOS DE PANDEMIA, DISPONÍVEL EM: https://youtu.be/12lpyKtXOFQ</title>
         <author>erikapereira004</author>
         <link>https://padlet.com/erikapereira004/28bdexms0qahqyld/wish/1456406238</link>
         <description><![CDATA[<div>22/03/2021<br>Ocorreu em: 12/11/2020<br><br>Com a mediação da aluna Lucinete Vilanova, a tarde de diálogo foi iniciada com a palestra da professora Maria da Natividade Oliveira Santos, então gestora da escola Modelo Municipal Remy Archer, do município de Codó-Ma.<br>A gestora iniciou a sua fala ressaltando que não é fácil gerir uma escola de 950 alunos divididos em 3 turnos, mas que diante do cenário atual em que estamos vivendo, a equipe escolar tem contribuído para o desenvolvimento de um ensino de qualidade, mesmo em meio aos desafios que se colocaram com a pandemia.&nbsp;<br>A escola seguiu os trabalhos de forma remota respeitando a Portaria 13/2020 - GAB/SEMECTI da Prefeitura Do Município de Codó-Ma, que dispõe sobre o ensino remoto emergencial em âmbito municipal.&nbsp; E com a instituição desta portaria a escola se deparou com vários desafios: dificuldade de localizar pais e responsáveis pelos alunos, pois muitos viajaram neste período e muitos não participaram dos grupos no WhatsApp, o que dificultou a comunicação entre escola e aluno; ofertar formação continuada para os docentes quanto ao uso das tecnologias para o ensino remoto; a falta do aparelho celular, tablet, notebook ou computador tanto para os docentes quanto para os alunos; o risco de contágio nas atividades presenciais; e a devolução do material pelo aluno.<br>Tendo em vista estes desafios da escola tentou se organizar e dividiu o público escolar de alunos em dois grupos: os que dispõe de internet e podem acompanhar as aulas remotas e o grupo dos que não tem acesso à internet, para os quais foram pensadas atividades impressas, onde o professor encaminha para a escola, tiram-se xerox e se formam apostilas, e o responsável pelo aluno pegao material na escola.<br>A gestora então citou algumas ações da gestão escolar frente aos desafios impostos pelo distanciamento social e aulas remotas. Seguindo o que diz a Portaria encaminhada pela prefeitura municipal, a escola realizou o acompanhamento das atividades de forma remota realizados pelos alunos. Onde foi organizado um conjunto de caixas divididas por ano, para o depósito das atividades impressas na escola, onde o professor responsável ia, uma vez por semana, buscá-las na escola para lançar a nota no sistema. Outra ação realizada foi o apoio e o suporte pedagógico aos docentes de forma a não deixar faltar recursos para a ministração das aulas. Também houve a identificação dos alunos que não estavam participando das aulas remotas, e como estratégia para o combate a evasão e ao abandono a escola se utilizou de um carro de som para incentivar o recebimento, a realização e a devolução das atividades dos alunos, pois muitos destes achavam que não iam ser reprovados se não as fizessem, e tendo isso em vista foi preciso mostrar que era fundamental a participação nas aulas para aprovação no ano letivo. Ainda de acordo com a Portaria do município, ouvir a promoção de meio de inclusão de todos os estudantes através de atividades diversificadas, que incluíssem os alunos público-alvo da educação especial, que foram acompanhados por professoras durante as aulas remotas e em grupos no WhatsApp. Como incentivo a participação, também foi pensada premiações para os alunos que realizaram todas as atividades no tempo correto, como forma também de se elevar a autoestima dos alunos. Bem como, houve o incentivo do uso de diferentes recursos tecnológicos e o compartilhamento de experiências entre os docentes sobre a utilização dos recursos de forma pedagógica.<br>Acredito que a publicação da Portaria citada pela gestora, norteou&nbsp; a organização do trabalho pedagógico, servindo como um guia para as ações frente ao contexto pandemico, funcionando como ferramenta para a gestão da escola.<br>A segunda palestrante da tarde foi a Maria Leide da Silva Lima, coordenadora da UIM Renê Bayma, também no município de Codó. Ela relatou que se tiveram poucos dias de aula presencial na rede pública de ensino municipal, e então as aulas foram suspensas. Passados 3 meses de isolamento social sem nenhum encaminhamento, foi quando houve a decisão da Secretaria De Educação do Município De Codó te retorno às aulas em modo remoto. O que acabou por suscitar dúvidas quanto ao que significava voltar em modo remoto, bem como, de que forma ocorreriam as aulas e se as mesmas seriam, e como seriam, adaptadas dentro dos espaços rurais. Várias reuniões ocorreram, além de debates com os coordenadores da Secretaria Municipal de Educação para que se articulasse de que forma essas aulas ocorreriam, E então algumas orientações ao ensino remoto foram dadas.<br>Primeiramente, ocorreu um levantamento em caráter de urgência sobre o contexto de vida dos alunos e suas realidades no cotidiano e disponibilidade, entre as famílias, de aparelho celular e internet. A conclusão a qual chegaram após os resultados do levantamento foram que as aulas remotas poderiam ser aplicadas em dois formatos, um com uso da tecnologia, para os alunos que possuíam disponibilidade de internet e celular, e outro a utilização de impressões, para os alunos que não dispunham de tais recursos. Para os alunos que participaram das aulas remotas, o principal meio era o celulareee no celular, o WhatsApp era o principal recurso de aula. Como o número de alunos que dependeriam das impressões era altíssimo, a escola precisou recorrer a distribuição dos livros didáticos.<br>Mesmo com essas ações, notou-se que um bom número de pais não estava buscando as atividades dos filhos na escola quando necessário, e que muitos alunos estavam desistindo das aulas remotas. Foi quando se decidiu fazer a Busca Ativa dos alunos. Ao se fazer esta busca, percebeu-se alguns motivos de desistência, dentre os quais ela destacou que em uma casa, um aparelho celular se dividia para três ou quatro crianças, além disso, alguns alunos precisavam usar a internet do vizinho que acabava cobrando deles, alguns alunos precisavam ir a outra comunidade para acessar a internet ou utilizar um celular, etc.<br>Tendo isso em vista, a escola se reorganizou através do trabalho em conjunto entreaa comunidade escolar, onde os pais se organizaram para a retirada do material na escola, se um não podia buscar, outro pegava por ele e levava até o mesmo; famílias começaram a ceder sua internet para que os alunos pudessem utilizá-la para assistir as aulas remotas; foi pensado e realizado o projeto "As vozes da educação do campo em tempos de pandemia", organizado pela gestão escolar que percebeu que precisava dar voz e ouvir seus alunos e os familiares dos alunos, que precisavam externar suas lutas e compartilhar suas jornadas na pandemia. Conceitos como cidadania, direitos humanos, desigualdade social dentre outros foram trabalhados no projeto.<br>Creio que, como a coordenadora ressaltou em sua fala, a gestão e organização do trabalho pedagógico, principalmente frente aos desafios impostos com a pandemia, distanciamento social e ensino remoto, mais do que nunca tem se mostrado que não é uma atividade perene ou algo inerte. O planejamento de atividades precisa levar em consideração os mais diversos contextos de vida e de disponibilidade de recursos, na formulação de planos de enfrentamento bem como de estratégias caso esses planos venham a não se concretizarem como planejado. Muitas escolas tem tentado se estruturar, e tem conseguido tentando, errando, acertando, aprendendo com os erros e se readaptando, mas nunca desistindo de ofertar uma educação de qualidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 15:05:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>LIVE: GESTÃO E COORDENAÇÃO DOS PROCESSOS FORMATIVOS PARA A EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS, DISPONÍVEL EM: ://youtu.be/tIK6pDodebA</title>
         <author>erikapereira004</author>
         <link>https://padlet.com/erikapereira004/28bdexms0qahqyld/wish/1456410932</link>
         <description><![CDATA[<div>29/03/2021<br>Ocorreu em 29/11/2020 - I COLOQUIO DE FORMAÇÃO E PRÁTICA DOCENTE, Grupo De Pesquisa Em Gestão E Formação De Professores da Educação Básica - GEGFOPEB<br>Mesa redonda coordenadora pela Dra Raimunda Machado (Neperge)</div><div>Palestrantes: Dr Ângelo Rodrigo Bianchini DEII<br>M.S Maria do Carmo Alves da Cruz DEI<br>M.S Maria da Guia Viana (ESTUDOS AFRICANOS)<br><br>A tarde de diálogos foi iniciada pelo professor Ângelo Rodrigo Bianchini, que apresentou um recorte da pesquisa "Mapeamento e trajetória dos cotistas do campus Dom Delgado da UFMA pós impactos da lei 12711/2012: quem são? Realizada em conjunto com o professor Carlos Rodrigues e professor Acildo Leite e financiada pela FAPEMA (2020-2021). O objetivo da pesquisa foi mapear o acesso, a permanência e traçar o perfil racial e escolar dos alunos cotistas&nbsp; que ingressaram na UFMA a partir da Lei n° 12711/2012, que estabeleceu a obrigatoriedade das cotas nas universidades brasileiras, o que configura uma oportunidade para a ampliação dos estudos sobre a gestão e coordenação dos processos formativos a partir da Política De Ação Afirmativa desenvolvida na UFMA, desde o ano de 2007. Política esta que está voltada e se refere a ocupação de lugares por sujeitos que vivenciam em seu cotidiano processos de discriminação no interior da sociedade, que implica em uma mudança de postura, de concepção e de estratégias. Destaco que, como o professor ressaltou, não é somente uma questão de acesso para a população negra ao ambiente da Universidade Federal do Maranhão, mas garantir a permanência destes alunos e buscar estratégias para uma mudança de postura da sociedade que ainda guarda em seu meio racismos, discriminação e preconceitos, principalmente no que tange os espaços formativos. O professor destacou ainda, que o acesso são as condições adequadas para a qualidade dos estudos de pessoas negras na universidade, enquanto a permanência, precisa ser pensada em algo que vai além do auxílio-moradia, do auxílio alimentação ou do auxílio transporte, precisa ser problematizado Atenas práticas pedagógicas, ou seja, quais saberes são negligenciados no ambiente acadêmico e quais são os privilegiados? Este questionamento me fez lembrar que pouco dos assuntos sobre uma educação étnico-racial tem sido explorado nos ambientes acadêmicos, principalmente nos cursos mais elitizados.<br>Em relação aos resultados da pesquisa, o professor ressaltou que a mesma foi dividida em três períodos os quais foram:<br>Primeiro período, estabelecidas as cotas institucionais (2007 - 2012), período em que, segunda pesquisa, a última não estava questionando a afrodescendência dos candidatos, mas estava colocando as características fenotípicas como critério a vaga, "preconceito de marca", onde a intensidade do preconceito varia em proporção direta aos traços negroides. Creio, que isto denota que para que o aluno fosse candidato a vaga de matrícula na universidade seria levado em consideração "aparência do negro", sendo estas características o potencial para discriminação, demonstrando assim um racismo institucionalizado. O segundo período da pesquisa foi marcado pela Lei De Cotas 12711/2012 (2013-2019), que tinha a autodeclaração do candidato como critério exclusivo para o acesso do aluno a universidade. Neste momento, foi extinguida a Comissão de Heteroidentificação da Universidade Federal do Maranhão, o que ajudou no processo de fraudes de matrículas, além disso a questão racial para o ingresso do aluno ao curso superior se torna uma questão de segundo plano, pois outras cotas ganharam seu espaço, como a cota de alunos provenientes da educação básica pública. Enquanto o professor falava, me veio à mente os casos de fraudadores de cotas raciais do ano passado, lembro muito bem os casos que ocorreram na UFMA, e como eu pensei, me perguntei como eles conseguiram entrar? O que me levou a pensar muito sobre os cursos que estavam tendo mais fraudes, que são cursos mais elitizados, como medicina, odontologia, enfermagem, e são cursos onde não vemos muitas pessoas negras, e agora, ouvindo professor, sei quais são as razões por trás dos fraudadores e da exclusão de muitos alunos negros nos espaços formativos universitários. No terceiro período, ainda marcado pela Lei De Cotas 12711/2012 (2020), ao retorno da heteroidentificação como mecanismo complementar à autodeclaração, onde ocorreu o retorno da Comissão De Heteroidentificação e demais procedimentos de avaliação de candidatos às vagas universitárias, o que contribuiu para coibir a presença de fraudadores de cotas raciais.<br>A segunda palestrante da tarde foi a professora Maria do Carmo Alves da Cruz que trouxe a reflexão "Ver para se reconhecer, querer ser e contrariar as expectativas racializadas!". Maria do Carmo é professora dos anos iniciais, e através da sua experiência, destaca a importância das crianças da educação infantil e dos anos iniciais ter em contato com a cultura afrodescendente pautada em uma educação étnico racial em que as mesmas possam ver outras pessoas negras nos espaços educativos, que possam se reconhecer como negras e queiram ser negras, com vistas a superar a imagem do negro subalterno, que lhes é apresentada, dos livros aos jornais, revistas e novelas, bem como na própria cultura da sociedade brasileira.<br>A professora contou um pouco da sua trajetória, onde somente aos 27 anos de idade que a mesma se reconheceu como mulher preta, através de grupos da igreja nos quais participava como o grupo Juventude Pela Paz (JUPAZ). Foram em grupos como este que ela teve acesso aos estudos sobre pessoas negras e começou a se reconhecer como tal, desenvolvendo sua consciência racial. Então ela se indagou, mas como trabalhar e desenvolver a consciência racial em crianças pequenas? Para ela, o professor ou a professora, o gestor ou a gestora escolar precisa potencializar aquilo que já tem como material de educação étnico racial dentro da sala de aula. Tendo isto em vista, a professora começou a realizar buscas por obras da literatura, principalmente as que estavam disponíveis no Plano Nacional Do Livro Didático, as chamadas obras complementares, que são as que mais chegam na escola, ou seja, são as obras que a escola mais tem acesso.<br>Este pensamento da professora me lembrou do meu quarto período do curso de pedagogia, na qual a professora da disciplina de Alfabetização, professora Marise, destacou a importância de se analisar o material, como livros didáticos com histórias infantis, que tratam personagens fenotipicamente negros de forma pejorativa, e nos orientou a buscar dentro da literatura infanto -juvenil livros de autores negros, bem como os que reforçassem a beleza da cultura africana e afrodescendente, a valorização da pessoa negra, o combate as formas de qualquer discriminação e preconceito, etc.<br>A professora Maria do Carmo ainda citou diversos exemplos de livros infanto-juvenis com temática voltada para a educação étnico-racial, bem como, mostrou diversos autores negros que tem suas obras conhecidas, porém pouco reconhecidas, e que podem ser grandes aliados na educação de crianças, jovens adultos e até idosos que precisam construir sua consciência racial. Algo que a professora falou e que me chamou muita atenção foi que, quem dá a função que a literatura vai exercer na sala de aula, são os professores e suas intencionalidades. É a intenção moldada na forma de trabalhar do professor, que garantirá uma educação étnico racial que auxiliará no desenvolvimento da consciência racial nas crianças, portanto, creio que a prática pedagógica do professor deve estar pautada em metodologias que reforcem a consciência racial nos alunos.<br>A terceira palestrante da tarde foi a professora Maria da Guia Viana, que abordou o tema "Gestão e coordenação dos processos formativos para a educação das relações étnico-raciais", onde lançou o seu olhar para a história da educação brasileira, destacando este olhar para o passado como uma forma de desconstruir as barreiras que se impuseram diante da educação de pessoas negras no país.<br>A mesma iniciou sua fala relatando que a Constituição Federal de 1824, previa a instrução primária e gratuita para todos os cidadãos, porém, nas poucas escolas urbanas estava vetada a participação e ingresso de negros, livres ou não. Com a Lei nº 01, de 4 de janeiro de 1837, ficou proibida a frequentação de escravos e pretos africanos, sejam eles livres ou libertos.&nbsp; A Reforma Couto Ferraz, de 1854, instituiu a obrigatoriedade da escola primária gratuita para crianças maiores de 7 anos, porém esta também não abrangia crianças escravizadas.<br>A educação de pessoas negras no Brasil passa a ser possível somente na segunda metade do século XIX, processo este que se deu de forma gradativa e lenta, pois só foi perceptível o maior acesso de pessoas negras a educação escolarizada no início do século XX, mas precisamente nas décadas de 20 e 30.<br>A professora Maria da Guia, ressaltou que a educação étnico racial vai de encontro ao que está posto para combater a omissão histórica imposta ao negro e sua cultura, a negação, a invisibilidade, à rejeição, ao sexismo, ao machismo, à homofobia, ao racismo, ao preconceito e discriminação.<br>Com a Conferência de Durban, conceitos como o racismo, discriminação, xenofobia e intolerância ganham mais destaques. E a partir da Lei De Diretrizes E Bases Da Educação Básica - LDB 9394/96, em seu artigo 26, prever uma parte diversificada no currículo em prol das características regionais, da cultura, da economia e clientela. O que comporta na Base Nacional Comum Curricular - BNCC, que fornece bases potenciais para inclusão nos currículos de conteúdos da educação étnico racial, pois em suas competências gerais prevê a valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seu saberes identidades culturas e potencialidades, sem preconceito de qualquer natureza. Porém, cabe aqui um parênteses, pois a BNCC foi um documento elaborado e pensado em um contexto de pouca representatividade da diversidade dos grupos sociais, o que a professora ressaltou como a falta do "lugar de fala", seja este lugar do negro, do indígena, do público-alvo da educação especial, etc. Estes grupos foram excluídos da tomada de decisão nos processos de construção da base comum curricular, o que denota que, em um contexto onde se fala de valorização da diversidade, não houve diversidade quanto a construção do documento, foram usurpados os "lugares de fala".</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 15:08:30 UTC</pubDate>
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         <title>FALTEI: MEU CELULAR QUEIMOU O DISPLAY</title>
         <author>erikapereira004</author>
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         <description><![CDATA[<div>13/04/2021<br>Imagem acima: são as mensagens que enviei para a Marília pelo Instagram da minha irmã avisando que não poderia participar da aula e explicando o motivo.</div><div>Não pude estar presente porque o meu celular queimou o display e foi para assistência técnica, pois ele é o meu único instrumento de estudos. Portanto, hoje pude compreender o quanto um simples instrumento de estudo faz falta para milhares, senão milhões, de estudantes no Brasil. Enquanto muitos não dispõe sequer de um aparelho celular, outros não por sua nem conectividade suficiente para suportar horas de aulas. Consegui compreender o desespero que é saber que você tem que assistir uma aula porém não dispõe do instrumento capaz de reproduzi-la, pois tanto o celular da minha irmã, como o celular do meu pai ficariam indisponíveis para mim durante o dia inteiro, já que ambos trabalham fora e precisam estar com os aparelhos em mãos. Graças a Deus, o problema era somente no display do celular o que possibilitou a troca e a entrega em apenas dois dias, porém, para mim, foram dois dias de improdutividade no que diz respeito as tarefas da universidade, pois tudo o que faço estava salvo nele e o que era para fazer também, salvo algumas atividades que estavam escritas no caderno, que é onde eu escrevo muitas coisas antes de digitar nos aplicativos presentes no aparelho celular, como WORD e o Padlet.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 15:12:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>REUNIÃO DO GRUPO PARA ORGANIZAÇÃO DA OFICINA</title>
         <author>erikapereira004</author>
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         <description><![CDATA[<div>12/04/2021<br>15:00 hrs<br>Decidimos nos reunir para pensar no projeto de intervenção que realizaremos por intermédio de uma oficina, no dia 19 de Abril do ano de 2021, sob a orientação das professoras Karla e Valdenice, como parte da disciplina de Estágio em Gestão e Organização da Educação Infantil e do Ensino Fundamental.</div><div>Primeiramente nos perguntamos em quais quesitos os professores, coordenadores e gestores mais sentiram dificuldades no que diz respeito as aulas remotas. Conversamos um pouco sobre isso, para que pudéssemos organizar as ideias e pensar em algo. Foi quando percebemos que uma das ferramentas mais utilizadas por esses profissionais é o Google M Meet, mas apesar disto são poucos os que conhecem os recursos que podem se tornar aliados ao ensino remoto, auxiliando os professores em suas aulas bem como tornando as mais interessantes para os alunos.<br>Tendo isto em mente pesquisamos ferramentas auxiliares ou que podem ser utilizadas em colaboração com o Google Meet. Buscamos por sites, aplicativos e extensões que podem servir a este papel. Então encontramos a seguinte lista, disponível em: https://edu.google.com/intl/pt-BR/products/classroom/apps/.<br>Decidimos que cada uma daria uma olhada nesta lista e escolheria um site ou aplicativo presente nela que achasse interessante mostrar para o público da oficina, com exceção da Adrianny que ficará responsável pela introdução da oficina e dos recursos que apresentaremos e da Luanna que apresentará algumas extensões disponíveis para o Google Meet.<br>Conversamos também sobre fazer uma apresentação de forma clara e objetiva, para que os convidados compreendam tudo o que está sendo falado, bem como se sintam confortáveis em buscar mais sobre os recursos e que possam utilizá-los em suas aulas ou reuniões.<br>Conversamos também sobre uma forma de avaliação da oficina, sobre a estruturação de apresentação da mesma, sobre o tempo de apresentação de cada uma bem como o tempo da oficina, dentre muitas outras coisas.<br>Logo que encerramos a reunião, eu olhei a lista de aplicativos e sites, e após olhar as muitas outras opções eu escolhi o Khan Academy.<br>O motivo da minha escolha foi primeiramente porque eu apresentarei pelo aparelho celular, e o que facilitaria a minha apresentação é que o Khan Academy possui um aplicativo de celular e o site pode ser facilmente manuseado pelo aparelho. Outro motivo, foi pelo tamanho do aplicativo que não consome muito espaço do dispositivo, o que ajudaria muitos professores e alunos que não dispõe de um celular com muita memória, bem como, para alunos e professores que não tem espaço suficiente no dispositivo, a plataforma online funciona perfeitamente como recurso para aula pois não ocupa nenhum espaço na memória do dispositivo, mas precisa de acesso constante à internet. Também, escolhi este recurso, em resposta a um dos grandes desafios frequentemente presente nas falas de gestores, coordenadores e professores que é o da grade defasagem de conteúdo no ensino remoto, seja pela diminuição da carga horária ou pelo desinteresse do aluno. Como o aplicativo traz uma grande quantidade de aulas das diversas áreas do conhecimento, é uma forma do professor reforçar o que foi aprendido na aula remota, sim que o mesmo precise de um outro tempo de aula para reforçar de novo o assunto estudado.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 15:58:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>REUNIÃO DO GRUPO PARA ORGANIZAÇÃO DA OFICINA</title>
         <author>erikapereira004</author>
         <link>https://padlet.com/erikapereira004/28bdexms0qahqyld/wish/1456523420</link>
         <description><![CDATA[<div>18/04/2021<br>9:00hrs<br>Decidimos nos reunir novamente para concluir a organização da oficina, com o objetivo de que a mesma fosse realizada de forma a ser bem compreendida e prosseguisse de maneira ordenada.<br>Dentre os assuntos pautado na reunião, retomamos alguns assuntos da reunião anterior bem como assuntos que conversamos durante a semana no grupo do whatsapp, como por exemplo o tempo de apresentação de cada uma e a ordem de apresentação. Falamos também que seria interessante fazer um resumo das dificuldades relatada pelos gestores, alvo quem nossa pesquisa com base no questionário que o mesmos responderam. Organizando e ordenamos a oficina desde a apresentação em geral até a última que falaria.<br>Pensamos também que seria importante um material de apoio para se precaver caso o ocorrer algum imprevisto como a queda da internet de alguém, com até mesmo se algum dos aparelhos que utilizamos falhasse. Ainda foi falada a ideia que caso desse tempo, seria interessante mostrar os outros vídeos com mais exemplos de recursos e dicas adicionais para finalizar apresentação.<br>Listamos o que ainda precisávamos fazer: o slide, buscar material de apoio caso a internet ou o aparelho que estivermos usando falhar, e criar uma avaliação para oficina. Este último produzimos logo durante a reunião, onde construímos um formulário de avaliação da oficina através do Google Forms (https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_bVMy-xoO4si_kWJNNkAQ1xyWu6uxeggSeBOqOpfOO0znLg/viewform)<br>Criamos uma pasta no Google Drive para que colocassemos o material de apoio de cada uma (https://drive.google.com/drive/folders/1SYMvXGZYqhA69O1umW6ko1z_NvigLBHn?usp=sharing_eip&amp;ts=607c7c37)<br>Ao finalizar a reunião desejamos uma a outra boa sorte na realização da oficina, que qualquer dúvida, colocaríamos no grupo de WhatsApp e que iríamos nos falando por lá.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 16:19:52 UTC</pubDate>
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         <title>OFICINA: RECURSOS PARA O ENSINO REMOTO: GOOGLE MEET, SITES E EXTENSÕES</title>
         <author>erikapereira004</author>
         <link>https://padlet.com/erikapereira004/28bdexms0qahqyld/wish/1456954388</link>
         <description><![CDATA[<div>19/04/2021<br>A oficina de Recursos Para o Ensino Remoto: Google Meet, Sites e Extensões, que foi acompanhada pela professora Valdenice, teve sua abertura realizada pela aluna Adrianny Silva, que apresentou o tema e a equipe. Logo após as apresentações devidas, a mesma falou sobre a justificativa, bem como o objetivo do trabalho, os quais se complementam, pois diante das dificuldades observadas para com os recursos digitais, por nós durante a realização das aulas, reuniões e atividades relacionadas ao Estágio em Gestão e Organização da Educação Infantil e do Ensino Fundamental, principalmente por parte dos gestores, coordenadores e professores, buscamos, através desta oficina, promover um momento formativo sobre recursos digitais para os profissionais da educação com o intuito de aprimorar sua atuação no ensino remoto.<br>Os recursos escolhidos foram o Google Meet e algumas de suas extensões - Attendence e Jamboard, além de sites como SQUIGL, Khan Academy e Kahoot!.<br>Dando continuidade a apresentação, a Adrianny apresentou o Google Meet de maneira geral, sendo esta uma plataforma de videoconferência online, utilizada por diversos profissionais, e muito utilizada pelas escolas como ferramenta para transmissão de aulas online mediante o contexto da pandemia de covid-19. Ela apresentou também a ferramenta Google Agenda, que auxilia na elaboração de uma agenda que cria eventos a partir do Gmail, além de criar lembretes do dia e horário ou de quando o evento for iniciado, funcionando como uma agenda eletrônica.<br>A aluna Luanna Martins mostrou duas extensões que podem ser utilizadas nas escolas, são elas: o Meet Attendance (https://chrome.google.com/webstore/detail/google-meet-attendance/fkdjflnaggakjamjkmimcofefhppfljd) onde você pode anotar o nome de todos os participantes presentes de forma mais prática: basta você conectar a sua conta Google e selecionar “+” para que a extensão gere automaticamente uma planilha Google com o nome de todos os participantes presentes no momento. A planilha estará localizada na raiz do seu Drive, com o nome da sua reunião. A outra plataforma é o JamBoard (https://edu.google.com/intl/pt-BR/products/jamboard/) que cria uma tela inteligente onde se pode ver rapidamente as imagens de uma pesquisa no Google, salvar os trabalhos na nuvem automaticamente, usar para escrita à mão ou desdenhar com canetas, como se estivesse usando um quadro branco. Estando conectado na conta Gmail, clique no botão de acesso dos aplicativos Google. Selecione o Jamboard. Clique no botão de + para criar um novo quadro. Dê um nome para o seu quadro, pode ser o tema da aula ou o nome da turma, por exemplo.<br>Logo após a aluna Cláudia Mendes apresentou a plataforma SQUIGL (https://squiglit.com/) que é uma plataforma de criação de conteúdo que transforma fala ou texto em vídeos animados.<br>Depois desta última apresentação, eu, Erika Pereira, apresentei o site e o aplicativo Khan Academy, que é um site, com aplicativo para celular, que oferece vídeo-aulas e exercícios que podem ser utilizados como complementação às aulas remotas. No site demonstrei como, após o login como professor ou professora, pode ser criada uma sala dentro da plataforma. Além do mais mostrei as áreas do conhecimento que se fazem presentes dentro da plataforma que podem ser escolhidas para o auxílio nas aulas, bem como a área direcionada para educadores. Como estava apresentando pelo celular, mostrei o aplicativo e como navegar através dele nas vídeo-aulas e como encontrar os exercícios. Um vídeo do canal no YouTube da Khan Academy Brasil foi reproduzido mostrando os detalhes da criação de salas de aula a partir do Google Meet. Ainda complementei sobre a importância de utilizar o e-mail institucional da escola, pois facilita a criação da sala de aula, transferindo-a do Meet para o Khan Academy.<br>A aluna Marília apresentou a plataforma Kahoot! (https://kahoot.it/) que é uma plataforma de aprendizado baseada em jogos, usada como tecnologia educacional em escolas e outras instituições de ensino. Seus jogos de aprendizado, "Kahoots", são testes de múltipla escolha que permitem a geração de usuários e podem ser acessados por meio de um navegador da Web ou do aplicativo Kahoot.<br>Apesar de todo nervosismo e ansiedade conseguimos apresentar a oficina sem atropelos ou imprevistos e cumprimos o tempo corretamente.<br>Ao finalizarmos, na conversa com a professora Valdenice, foi que percebemos que não demos chance para apresentações dos participantes que se inscreveram na oficina, pois não havia somente outras estagiárias, mas também professores da rede pública de ensino que acrescentariam nas discussões, mas este fato serviu para apredizado para próximas atividades futuras.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 20:25:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>RODA DE CONVERSA: ESCOLA E FAMÍLIA: A IMPORTÂNCIA DESSAS RELAÇÕES EM TEMPOS DE PANDEMIA</title>
         <author>erikapereira004</author>
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         <description><![CDATA[<div>20/04/2021<br>A roda de conversa sobre a relação família e escola na pandemia foi apresentada pela aluna Adriana Soares Carvalho. Esta apresentou todos os alunos participantes da roda de conversa, os quais foram: Adriana Soares, Thaís Coelho, Natália Martins e Pedro Gabriel. A equipe apresentou um vídeo para contextualizar os assuntos a serem discutidos nesta tarde, no qual eram mostrados alguns dilemas enfrentados pelos pais tanto no retorno para sala de aula quanto em relação ao ensino remoto, dentre eles, quanto à segurança na volta às aulas no período do pandêmico, no acompanhamento pelos pais nas tarefas para fazer em casa, sobre as estratégias para que ocorra a aprendizagem e a minimização dos desafios enfrentados pela educação.<br>Uma das primeiras participantes que relatou sua experiência com a relação família e escola na pandemia, foi a mãe Letícia Lima, que compartilhou que algumas mães não colaboraram no incentivo às atividades remotas, mas que ela, como mãe, passou por dificuldades, mas tentou auxiliar tanto filho como a professora dele nas aulas remotas. Segundo a Letícia, a comunicação entre a professora e a responsável pela criança é muito importante assim como uma boa relação para que ocorra os processos de ensino e aprendizagem de forma correta.Logo<br>Logo após a fala da mãe, a professora da Creche Maria de Jesus Carvalho, Roseana Lima, destacou que a família, nesse momento de pandemia e ensino remoto, é a principal mediadora entre a escola e o aluno. A professora Roseana relatou como ocorreu o início das aulas e após o decreto de paralisação das mesmas. Ela explicou que a creche funciona em turno integral e outro parcial, o turno integral funciona das 8 horas da manhã às 4:30 da tarde. No momento em que as aulas foram paralisadas a creche, por causa de algumas reformas, ainda não tinha iniciado as aulas. A ideia que passava na cabeça dos pais e dos professores era que a pandemia duraria no máximo 2 meses e que depois das "férias" voltaria em normalmente. Como as aulas ainda não haviam começado, os professores e os alunos não se conheciam, pois muitos alunos eram novos. A professora ainda ressaltou que ela conhecia o básico do uso do celular e das ferramentas presentes na internet, com isso, primeiro precisou se pensar em uma rotina para as crianças,&nbsp; pois a rotina para criança é considerada por ela muito importante pois com ela a criança já sabe o que vai fazer e o faz de forma prazerosa. Foram pensadas atividades que envolvessem leitura, psicomotricidade, dentre outras atividades como brincar, para que as crianças pudessem interagir nesse momento. Foi pensado também atividades impressas.Mesmo<br>Mesmo com o esforço não se conseguiu o contato com alguns alunos pois muitos pais se recusaram a participar das aulas remotas. Outros pais pediam que a creche mandasse mais atividades impressas que digitais pois era mais fácil para eles ajudarem as crianças.Com<br>Com a finalização do ano letivo e o início do outro, que foi em março de 2021, foi pensado no modo como seria feito de forma a fomentar a maior participação das crianças e dos seus familiares. Foi pensado em vídeos no YouTube e vídeo chamadas. Com estas últimas havia a participação dos pais, principalmente nas sextas-feiras como forma de manter um feedback deles. Porém mesmo com essas medidas ainda se notou a dificuldade de interação pois os pais saíam para trabalhar e a criança ficava sem celular ou mesmo sem internet<br>AA professora ainda destacou que a creche mantém suas atividades através de ensino remoto e que ainda são pensadas estratégias para melhorá-lo, pois o ensino remoto é desafiador tanto para adultos quanto para as crianças, mas estas últimas ainda possuem um desempenho muito melhor.</div><div>A próxima participante foi a professora Maria de Fátima Fernandes da UEB Olinda Desterro, que destacou que a escola conseguiu se superar e seguir em frente durante a pandemia e que a participação da família juntamente com a escola foi e tem sido primordial. Ela ressaltou que os alunos da escola são um público de 7 a 10 anos e estão do 1º ao 5º ano, que são crianças que, em sua maior parte, não possuem ainda autonomia para os estudos e precisam do apoio tanto da família quanto dos professores. Muitas foram as situações adversas enfrentadas nesse ensino remoto pois muitas famílias não possuíam acesso à internet e muitas famílias também não disponibilizaram seus telefones para criança. Quando a pandemia iniciou e houve a interrupção das aulas, a escola já tinha iniciado suas atividades, então a maioria dos professores já conheciam seus alunos o que auxiliou no planejamento do ensino remoto direcionado para eles. A escola já havia começado um planejamento coletivo antes mesmo da Seduc ou Semed se organizarem e mandarem as estratégias de enfrentamento. Apesar de que nem todos os professores conseguirem se adaptar as aulas remotas, houve muita interação nos grupos entre os alunos e a escola e desta com os pais, pois as dúvidas podiam ser esclarecidas através de grupos no WhatsApp.</div><div>Até o momento o trabalho está sendo desenvolvido como no ano passado, e segundo a gestora, mesmo sendo um trabalho cansativo, não desistirram. No ano de 2021, como a escola estava mais preparada, os alunos público-alvo da educação especial também estavam inseridos nos grupos do WhatsApp e em grupos separados com professores para o Atendimento Educacional Especializado.<br>É perceptível na fala da mãe o cuidado que a mesma tem para com a educação do filho e que a participação da mesma tem alcançado objetivos, pois seu filho se mostra mais interessado nos estudos mesmo diante das adversidades de um ensino remoto. As falas das professoras, mesmo uma sendo da educação infantil e a outra dos anos iniciais do ensino fundamental, apresentam aspectos semelhantes quanto aos desafios que a escola tem passado durante a o contexto do ensino remoto, e que muitos desafios ainda persistem, que o ano de estudos foi perdido mas com cuidado e com um acolhimento ofertado pelas escolas aos alunos e aos seus familiares, esta situação pode ser amenizada. A família agora como mediadora do conhecimento, além do papel de incentivar os alunos, é a principal fornecedora dos meios que recursos para o acesso a educação, que no caso são os aparelhos celulares e notebooks ou tablets e etc, onde que, para aquelas famílias que não dispõe de tais recursos a escola intervém como auxiliadora nesse processo, não fornecimento desses recursos ou adequação metodológica para aqueles que não os conseguirem. Agora mais do que nunca a família tem o seu papel de colaborar com a educação dos estudantes e acompanhar de perto os processos de ensino e aprendizagem dos mesmos. A escola agora precisa organizar os meios de participação dessas famílias além de colocá-los a par de todas as decisões acerca do ensino remoto tornando a gestão democrática e participativa um ponto primordial nesse caso.<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 23:43:02 UTC</pubDate>
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         <title>REUNIÃO PARA PRODUÇÃO DO BANNER</title>
         <author>erikapereira004</author>
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         <description><![CDATA[<div>26/04/2021<br>15:00hrs<br>O grupo se reuniu para a produção do banner para apresentação na terça-feira dia 27 de abril de 2021. Tomamos a decisão de que o Banner seria feito a partir de uma apanhado geral da disciplina de Estágio Em Gestão E Organização da Educação Infantil e do Ensino Fundamental.<br>Após conversarmos sobre como faríamos apresentação e como passaríamos as informações para o banner, além de estruturar cada componente do texto a ser escrito e então distribuímos cada um dos itens a serem preenchidos no banner para cada um componente da equipe pois facilitaria o trabalho e agilizaria o que teria que ser feito. Eu e a Adrianny ficamos responsáveis pela construção do da fundamentação teórica. Como frequentemente fazemos, manteremos a nossa comunicação pelo grupo do WhatsApp quanto ao surgimento de alguma dúvida ou algo a acrescentar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 00:23:47 UTC</pubDate>
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         <title>DIVULGAÇÃO DA OFICINA</title>
         <author>erikapereira004</author>
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         <description><![CDATA[<div>A divulgação da oficina foi realizada através de comunicação pelo WhatsApp para os grupos que temos referentes ao grupo da sala de aula do curso de pedagogia 2017.1, também o grupo da disciplina de estágio em Gestão E Organização da Educação Infantil E Do Ensino Fundamental, que da nossa sala, bem como em grupos que fazemos parte, estes sendo da universidade ou fora dela. Tentamos alcançar o maior público possível.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 00:39:04 UTC</pubDate>
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         <title>LIVE: RODA DE EXPERIÊNCIAS: DESAFIOS E POSSIBILIDADES DO ESTÁGIO EM GESTÃO, DISPONÍVEL EM: https://youtu.be/e5eGrl8nlPw</title>
         <author>erikapereira004</author>
         <link>https://padlet.com/erikapereira004/28bdexms0qahqyld/wish/1465672580</link>
         <description><![CDATA[<div>27/04/2021<br>Iniciamos nossa última reunião da disciplina de de Estágio em Gestão e Organização da Educação Infantil e do Ensino Fundamental com a apresentação da palestrante Profa Dra Lindalva Martins Maia Maciel (DEII), que fez um relato sobre as experiências vivenciadas durante a realização dos estágios durante a pandemia de covid-19, no contexto das aulas remotas.<br>A fala da professora, carregada de muita emoção e respeito pelo momento em que estamos passando,&nbsp; centrou-se sobre as decisões referentes ao planejamento e execução dos estágios mediante mediante os desafios impostos pelo ensino remoto às atividades da universidade.<br>A professora relatou que no ano de 2020, os professores que lecionam os estágios referentes ao ensino médio, bem como o de gestão e organização da educação infantil e do ensino fundamental, de forma conjunta, de forma conjunta, por não paralisarem suas atividades. No primeiro semestre de 2020 foi um momento dominado pelas mudanças e emoções do momento, tanto professores como alunos precisaram se familiarizar com ferramentas como o Meet e email institucional. Lembro muito bem do meu primeiro contato com esses instrumentos, pois mal sabia mexer. Mas com o tempo de utilização, fui aprendendo a utilizar. O email institucional foi uma ferramenta que ajudou bastante na comunicação entre professor e aluno, facilitando também a entrega das atividades diretamente para o professor e a entrada nas salas do Google Meet.<br>A professora Lindalva leu a fala da primeira gestora que fez parte das aulas de estágio como convidada. Dos pontos que me chamaram mais atenção, destaco a parte em que ela fala sobre o depois da pandemia temos um novo jeito de ser escola e um novo jeito de ser universidade, pois creio que mesmo após passada a pandemia as manias de se fazer o ensino estarão sob novos olhares e novas perspectivas. Destaco também a fala de que qual a pandemia em curso o ensino remoto já não era mais uma forma de garantir aprendizagem, mas de garantir e preservar vidas, pois creio que de nada adianta uma escola retornar presencialmente e acabar pondo em risco a vida dos estudantes e seus familiares. Acredito também que foi um choque a paralisação das atividades pois tudo mudou rapidamente, e uma escola que antes era cheia de vida - de alunos, professores, gestores, coordenadores e toda uma comunidade escolar - mudou para um escola vazia. E mesmo sem entender precisávamos cuidar um dos outros e o distanciamento social foi e ainda é necessário, cuidar da equipe também. Reunir a equipe escolar foi o primeiro passo, priorizando também manter o vínculo com o estudante e seus familiares.<br>A professora ainda acrescentou que não basta o pedagogo conhecer teoria, isto é importante, mas também é necessário que o pedagogo esteja apto a encontrar soluções. Tendo em vista que a nossa formação como pedagogo envolve não somente a docência mas também os processos de gestão, todas as lives e webinários com gestores e coordenadores tem me mostrado que a gestão vai além da tomada de decisões, ela pede um planejamento e organização, assim como um trabalho coletivo e de colaboração, para que se possa visualizar as melhores soluções para os desafios que se apresentam. Essas soluções são construídas através de caminhos construídos a partir da práxis retirada da realidade no chão da escola.<br>Ela mencionou também como foi o processo de retomada dos estágios. Primeiramente foram em busca de estabelecer parcerias que auxiliassem no contato com as equipes escolares da rede pública, e essa parceria foi principalmente com a Seduc-Ma.<br>A partir de então, foram ocorrendo lives cuja intenção era ouvir os gestores sobre como se estabeleceu o currículo para o período remoto, quais os documentos normativos que hora entraram a prática pedagógica, quais orientações seguiram, etc. Depois foi pensado um diálogo com os Centros Educa Mais, além de instituições com o projeto piloto do novo ensino médio e suas experiências com ensino remoto na pandemia. Além disso, foi pensado em estabelecer um diálogo com instituições escolares de outros municípios.<br>Com a mediação da professora Valdenice foi iniciada as apresentações dos banners.<br>A primeira equipe a se apresentar, foi a minha equipe, cujo tema do banner foi "Relato de Experiência Do Estágio em Gestão E Organização da Educação Infantil e do Ensino Fundamental no Modelo Remoto No Período 2020.2", no qual Adrianny e a Marília apresentaram o percurso, enquanto grupo, na disciplina de estágio durante a realização desta, através de um relato de experiência. Creio que aqui devo ressaltar que nada tenho a reclamar do grupo pois estivemos unidas e alinhadas em todas as atividades que fizemos. Ao longo da trajetória da disciplina, como o grupo, enfrentamos vários desafios, como disponibilidade de tempo e conflitos de horários , mas sempre fizemos as atividades no tempo determinado e cumprimos cada uma a ser feita. A segunda equipe assocializar suas experiências teve como apresentadora a aluna Daniele Gonçalves quem apresentou o banner sobre o tema "Os Desafios do Estágio Em Gestão e Organização Da Educação Infantil e do Ensino Fundamental Em Meio a Pandemia De Covid-19" que também relatou suas experiências com estágio, dando ênfase nas atividades sobre os webinários nas quais a equipe participou como a comissão do cerimonial. A terceira equipe a socializar o banner foi o grupo do Pedro Gabriel quem falou sobre o tema "Atuação Da Comissão Científica no Estágio Gestão E Organização da Educação Infantil E Do Ensino Fundamental: Relatos De Experiência" no qual o mesmo compartilhou as alegrias e desafios enfrentados pela sua equipe na organização das atividades referentes a sua comissão. O mesmo desracou a importância da plataforma Even, que facilitou as atividades de criação de site, de eventos, de certificação, de frequência, dentre outras, pela qual a equipe ficou responsável. A quarta e última equipe a se apresentar foi da Vivian Helena, cujo banner foi sobre o tema da roda de conversa que a equipe organizou como projeto de intervenção e colaboração da disciplina o tema foi "O Amanhã Não Está À Venda: Dialogando Sobre Os Impactos Subjetivos da Pandemia Para A Educação.<br>Logo após as apresentações dos banners, foi aberto um espaço para diálogos com a professora Lindalva e as estagiárias que apresentaram os trabalhos, e como forma de contribuição a esses diálogos creio que seja importante me posicionar sobre o estágio e minha participação nele.<br>Logo antes do início da disciplina achei que seria uma disciplina bem tradicional, porém, logo na primeira aula síncrona com as professoras percebi que o estágio seria bem dinâmico e com participações dos gestores, coordenadores e professores da rede pública de ensino tanto de São Luís como de outros municípios. Apesar de não conhecer o pedlet, ele se mostrou como um instrumento muito interessante na construção dos diários de bordo. Minha única objeção, que é algo bem pessoal, é porque eu utilizo o aparelho celular somente, e como a tela é menor, e recentemente tive que trocar o display, ele ainda vem apresentando problemas, o que me fez ter que escrever primeiramente em uma folha de caderno para poder passar para cá, e convenhamos, digitar no celular é bem incômodo, ainda mais quando ele está com problemas, mas isso é só um desabafo pessoal.<br>Sobre a realização das lives para os webinários no quesito organização, juntamente com a minha equipe, a equipe de comunicação, não tivemos nenhum conflito, e com isso, até me sinto privilegiada por trabalhar com elas. Quando recebíamos algo para fazer nos organizarvamos logo, e em qualquer dúvida logo nos direcionavamos as professoras.&nbsp; Então nada ficava para depois pois tentamos nos organizar e fazer tudo direitinho. E uma coisa que sempre prezamos foi manter comunicação aberta com os outras comissões organizadoras e com as professoras. A nossa maior dificuldade em relação ao questionário direcionado aos gestores foi conseguir contatos dos mesmos ou encontrar gestores com disponibilidade para responder, felizmente conseguimos muitos contatos e respostas para o nosso questionário.<br>Na minha trajetória individual, meu pior momento foi recentemente quando adoeci sob suspeita de covid-19, pois meus sintomas foram relativamente medianos. Passei duas semanas muito mal, porém mantive minhas participações nas atividades das disciplinas.<br>Os relatos dos gestores, dos coordenadores, dos professores nos webinários foram de grande importância, apesar de muitas vezes redundantes, evidenciaram que a educação, seja ela em âmbito estadual ou municipal, na zona rural ou urbana, passou pelos mesmos percalços, mas também&nbsp;mostraram que a educação pode crescer e florescer mesmo em meio aos espinhos. E, como muitos citaram, que possamos manter nosso esperançar vivo, pois, aproveitando um pouco da fala da professora Lindalva, esperançar não é esperar, é seguir adiante com fé e certeza de que tudo dará certo, mesmo em meio às adversidades.<br>ENTÃO VAMOS ESPERANÇAR!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 17:52:33 UTC</pubDate>
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         <title>PUXÃO DE ORELHA DA PROFESSORA VALDENICE</title>
         <author>erikapereira004</author>
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         <description><![CDATA[<div>27/04/2021<br>Logo após a finalização da roda de experiências, a professora Valdenice nos chamou para participar de uma reunião na qual conversaria com os componentes do estágio, através do Google Mett. A mesma, um pouco chateada, chamou a atenção das estagiárias - pois o Pedro não estava presente - quanto a organização inicial da Live, pois não houve uma apresentação adequada da palestrante, professora Lindalva. Além do mais, a professora Valdenice falou que nesta última Live as estagiárias pareciam um pouco confusas, sem saber muito o que fazer ou que falar, pois parecia que não dominavam o conteúdo que estavam apresentando, diferentemente das lives anteriores em que pareciam estar bem preparadas. Eu, particularmente, não soube nem o que falar. A Vivian chegou a relatar que, em sua fala sobre o banner, sentiu que estava sim segura do que relatava, mas que sentia muito em saber a opinião das professoras, pois viu que estava enganada. Até este momento, em que estou escrevendo esta nota, ainda não sei o que comentar.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 22:15:10 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>ANEXO</title>
         <author>erikapereira004</author>
         <link>https://padlet.com/erikapereira004/28bdexms0qahqyld/wish/1474092894</link>
         <description><![CDATA[<div>Recursos e conteúdos utilizados durante a disciplina, principalmente referente à Comissão de Comunicação e de equipe responsável pela produção de questionário direcionado aos gestores gestoras escolares, para a obtenção de dados sobre os desafios da gestão em período de pandemia de covid-19. Localizados e organizados em uma pasta do Google Drive.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 14:45:25 UTC</pubDate>
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