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      <title>Povos Originários das Américas: Patrimônios Arqueológicos, Culturais e Históricos by Por dentro da história: pesquisa e divulgação de História</title>
      <link>https://padlet.com/divulga/27zzudyr2pl7srf6</link>
      <description>Este mapa reúne patrimônios arqueológicos, culturais e históricos de culturas e civilizações ameríndias, do final do Paleolítico até a década de 1530, consolidando debates e aprendizados do componente curricular de História e Historiografia da América I, do curso de História da Universidade da Região de Joinville (Univille).</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-13 17:15:18 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-10-27 23:59:36 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Teotihuacan, Estado do México, México</title>
         <author>divulga</author>
         <link>https://padlet.com/divulga/27zzudyr2pl7srf6/wish/3583268993</link>
         <description><![CDATA[<p>É possível que Teotihuacán tenha sido a primeira cidade planejada das Américas. Durante seu auge, ela teve uma população estimada em 150 mil habitantes. O nome Teotihuacán pode ser traduzido como "Lugar dos Deuses". Seus habitantes praticavam o politeísmo, sendo agricultores hábeis na cultura do milho e pioneiros na tecnologia dos "chinampas". Também foram especializados na manufatura de objetos em obsidiana, uma rocha vulcânica com a qual eram confeccionadas lâminas. Estima-se que a cidade tenha entrado em declínio por volta do século 7.</p><p><br/></p><p>Autor da publicação: Prof. Dr. Wilson de Oliveira Neto (docente responsável pelo padlet).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-13 17:41:44 UTC</pubDate>
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         <title>Parque Nacional Tikal, Tikal, Guatemala</title>
         <author>divulga</author>
         <link>https://padlet.com/divulga/27zzudyr2pl7srf6/wish/3583298305</link>
         <description><![CDATA[<p>A civilização maia floresceu em uma região onde hoje estão localizados o sul do México, Guatemala, Belize, El Salvador e Honduras, um espaço geográfico, cultural e histórico conhecido como Mesoamérica, entre os séculos 4 e 10. Tikal é um dos maiores sítios arqueológicos e urbanos da civilização maia. Estima-se que as origens do sítio de Tikal estejam situadas por volta de 900 a.C. No seu auge, Tikal reuniu uma população de, aproximadamente, 100 mil pessoas. Porém, a cidade entrou em declínio a partir do século 9, sendo completamente abandonada.</p><p>Para saber mais: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://tikalnationalpark.org/">https://tikalnationalpark.org/</a></p><p><br/></p><p>Autor da publicação: Prof. Dr. Wilson de Oliveira Neto (docente responsável pelo padlet).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-13 18:35:56 UTC</pubDate>
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         <title>Bahia, Brasil</title>
         <author>danielleoliveira0112</author>
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         <description><![CDATA[<p>O <strong>Manto Tupinambá</strong> é um dos bens culturais mais emblemáticos dos povos indígenas que habitavam o litoral brasileiro no período pré-colonial. Confeccionado com penas de aves coloridas e fibras vegetais, o manto vai além de sua função material, representando identidade, prestígio social e religiosidade. Era utilizado em rituais e cerimônias coletivas, reforçando laços comunitários e hierárquicos.</p><p><br></p><p>A técnica de confecção revela elevado conhecimento estético e simbólico, evidenciando a complexidade cultural dos Tupinambás. Poucos exemplares sobreviveram, muitos mantidos em coleções estrangeiras por séculos. Recentemente, um exemplar histórico foi restituído ao Brasil e incorporado ao acervo do Museu Nacional, no Rio de Janeiro, reforçando sua relevância como patrimônio cultural.</p><p><br></p><p>O estudo do manto permite compreender práticas sociais, concepções religiosas e estruturas de poder dessas comunidades. Mais do que um objeto artístico, constitui um documento histórico que evidencia a riqueza simbólica e a resistência cultural do povo Tupinambá. Ao preservar sua memória, o artefato contribui para o reconhecimento da identidade indígena e para a historiografia da América.</p><p><br></p><p><br></p><p>Autor da publicação: Danielle Miranda De Oliveira</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-26 23:58:08 UTC</pubDate>
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         <title>Qikiqtarjuaq, NU, Canadá</title>
         <author>israelgustavo3467</author>
         <link>https://padlet.com/divulga/27zzudyr2pl7srf6/wish/3606540109</link>
         <description><![CDATA[<p>Esse lugar é um sítio histórico cultural para o povo Innuit, retornado a cada primavera para acampar e se aproveitar dos do abundantes recursos marinhos. Já se foi encontrado evidências de gerações de habitações em Qikiqtaarjuk. Um território sagrado, associado a lenda de Kiviuq, é localizado no fim da península; a lenda fala de um corajoso e bravo herói meio homem meio foca que entrou numa jornada para vingar seu pai. Os Innuit são estimados de terem uma existência de mais de 4 mil anos, embora a cultura Innuit 'moderna' só se é reconhecida 1600 d.C. até hoje. Foi provado que esses povos tinham contato e comércio com os nórdicos, começando não antes de 1000 d.C., até possivelmente 1405 d,C., com seu próximo registro escrito sendo apenas em 1576 com um explorador britânico. Foram tratados brutalmente pelo governo canadense antes e enquanto a Guerra Fria acontecia, e só depois de 40 anos foram reconhecidos e dado desculpas pelas atrocidades cometidas contra eles. Foi apenas em 1999 em que Nanuvatu foi um território do Canadá.</p><p><br/></p><p>Feito por: Israel Gustavo de Souza.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-27 03:30:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Head-Smashed-In Buffalo Jump World Heritage Site, Fort MacLeod, AB, Canadá</title>
         <author>milenadoudat</author>
         <link>https://padlet.com/divulga/27zzudyr2pl7srf6/wish/3611195086</link>
         <description><![CDATA[<p>Apesar de serem reconhecidos como um todo, os Blackfoot (pés-negros) consistem em três povos&nbsp;distintos: os Blackfoot propriamente ditos (Siksika), os Bloods (Kainai) e os Peigan (Piikani). Mesmo em organizações diferentes, compartilhavam da mesma língua e costumes, se considerando aliados. Andavam em grupos de 80 a 240 indivíduos, vistos como nômades, mas não vagavam sem rumo pela terra: a estrutura de seus movimentos era ditada pela localização dos rebanhos e búfalos, pelo clima e também pela estação do ano.</p><p><br/></p><p>Seu nome no idioma originário Blackfoot é <strong>"Estipah-skikikini-kots"</strong>, inspirado na lenda de que um jovem Blackfoot que tentava ver os búfalos caírem do penhasco acabou sendo esmagado sob as carcaças. Com aproximadamente 300 metros de comprimento a uma altura de 10 a 11 metros, a técnica usada por esse povo consistia em uma caça comunitária: jovens denominados "corredores de búfalos" se disfarçavam de lobos e coiotes que, utilizando estradas de acesso, guiavam os búfalos até o penhasco onde o próprio peso da manada os empurrava para a queda. Ao cair, as pernas dos animais eram quebradas, facilitando o trabalho dos guerreiros que ficavam na base da queda. Próximo a esse sistema de caça ficavam localizados os acampamentos desse grupo, onde o búfalo era aproveitado de forma quase completa: sua língua e órgãos internos eram consumidos de forma crua, seu couro servia para a confecção de roupas e moradia (tendas), alguns de seus ossos eram utilizados como matéria prima para utensílios, além da sua carne que era consumida em totalidade de forma cozida. O acumulado das carcaças desses búfalos na base do penhasco chegava a até 12 metros de profundidade.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Autora da publicação: Milena Kroessin Doudat</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-30 11:26:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Novo México, EUA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/divulga/27zzudyr2pl7srf6/wish/3619112896</link>
         <description><![CDATA[<p>Sítio arqueológico Mesa Verde dos Anasazi (Pueblo Antigo)</p><p>O parque Monte Verde é um grande patrimônio cultural deixado pelo povo Ansazi, contendo mais de 4 mil sítios arqueológicos com até 13 séculos de idade. Inclusive foi designado como Patrimônio Mundial da Humanidade em 1978.  Por volta de 550 d.C., os povos ancestrais Pueblo (Anasazi) se mudaram para a área de Mesa Verde, inicialmente a maioria da população se abrigava em covas nas falésias e nos desfiladeiros, porém ao longo dos anos a população veio a desenvolver conjuntos habitacionais os quais se assemelham muito com prédios que chegam a ter cinco andares. As estruturas eram sustentadas por pilares de madeira e se localizavam em penhascos e cânions, não apenas isso, mas as casas chegavam a ter toda uma estrutura subterrânea e semi-subterrânea. Logo depois as casas começaram a ser construídas a partir de arenito com cômodos de 1,8 por 2,4 metros de tamanho. A maior moradia nos penhascos do parque é o Cliff Palace, que abrigava até 250 pessoas em seus 217 cômodos e 23 kivas (salas subterrâneas possivelmente usadas em cerimonias). Assim a população de Mesa Verde provavelmente atingiu o pico em cerca de 5.000 pessoas. Por volta de 1300, após a Grande Seca (1276-1299), a maioria da população havia deixado Mesa Verde, migrando para o sul o que hoje é o Novo México e o Arizona. Este sítio é conhecido como a maior habitação deste tipo em toda a América do Norte e seu relevo alcança de1860 até 2560 metros, e o sítio está aberto a visitações inclusive é possível acampar e há um alojamento</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-06 01:18:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tiwanaku, Tiwanaku, Bolívia</title>
         <author>edueichenberger</author>
         <link>https://padlet.com/divulga/27zzudyr2pl7srf6/wish/3620630669</link>
         <description><![CDATA[<p> A cultura Tiwanaku floresceu no Altiplano Andino, no sul&nbsp;do lago Titicaca, onde atualmente está localizado a Bolívia, a região fértil da bacia do lago auxiliou a civilização a se estabelecer nas cordilheiras, a alta altitude da região levou ao desenvolvimento de técnicas únicas de agricultura, composta por campos elevados e canais de irrigação. O centro político da cultura teria começado como um assentamento que posteriormente se transformou em uma cidade planejada entre 400 d.C. e 900 d.C., tendo seu auge entre 600 d.C. a 800 d.C. onde contava com 6,5 km² e uma população de 15 a 30 mil habitantes.&nbsp;</p><p> Apesar de não ter deixado vestígios escritos, restaram diversas estruturas de sua cultura, sendo o sítio arqueológico de Tiahuanaco um dos maiores da América Latina. A cultura Tiwanaku é conhecida por ter integrado culturas de áreas dominadas as suas. Durante as inúmeras escavações foram encontrados centros de cerimonias, Pirâmides, templos semi-subterraneos e Pátios como o Kalasasaya, onde foi encontrado a Porta do Sol. A porta do sol é conhecida pela sua perfeição em mínimos detalhes, sendo evidência da precisão geométrica da época, acredita-se que o monumento faz parte de uma coleção de portas que acabaram sendo perdidas ou danificadas. &nbsp;</p><p> Por volta do ano de 1000 d.C., depois de grande dominação do território Boliviano, Noroeste Argentino parte do Chile e Peru. A civilização Tiwanaku entrou em declinio por conta de vários fatores, um deles sendo a seca ambiental, que pode ter levado a revoltas populacionais ou até mesmo migrações, que levaram ao desaparecimento da cidade.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Trabalho feito por: Eduardo Eichenberger Venâncio </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-06 19:42:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tipón Archaeological Park, Acceso a Tipon, Choquepata, Peru</title>
         <author>lucasvicentecorrea8</author>
         <link>https://padlet.com/divulga/27zzudyr2pl7srf6/wish/3621253463</link>
         <description><![CDATA[<p>A civilização inca possui a fama de ter sido um dos maiores impérios pré colombianos na américa, sendo aqueles que construíram a cidade de Machu Picchu que é considerada uma das 7 maravilhas do mundo, estiveram no seu auge durante a época da conquista espanhola e viveram onde hoje é o peru.&nbsp;</p><p><br></p><p>os povos incas assim como os astecas foram forjados em fortes de tradições culturais que os antecederam e também tiveram uma história relativamente curta assim como a asteca&nbsp;</p><p>É visível que era uma sociedade avançada e complexa analisando achados arqueológicos e seus sítios arqueológicos.</p><p><br></p><p>Tipón Parque Arqueológico&nbsp;</p><p><br></p><p>O sítio arqueológico em tipón possui uma das mais impressionantes reservas arqueológicas com evidências do quão avançados eram o meio de viver dos incas, nesse sítio em específico possuindo um terreno agrícola com interessantíssimos sistemas hidráulicos.</p><p>demonstrando sua compreensão agrícola avançada, seus canais de agua funcionando até hoje de tão bom estado que está</p><p><br></p><p>por: Lucas corrêa</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-07 06:23:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Museo del Oro, Carrera 6, Santa Fe, Cundinamarca, Colômbia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/divulga/27zzudyr2pl7srf6/wish/3622208624</link>
         <description><![CDATA[<p>A cultura Chibcha ou&nbsp;Muísca&nbsp;habitava o planalto central colombiano desde 1000 d.C até a conquista espanhola, eram&nbsp;sedentários, centralizados politicamente como uma forma mais simples ou descentralizada dos&nbsp;suyos&nbsp;e&nbsp;ayllus&nbsp;incas, suas principais atividades&nbsp;econômicas&nbsp;era a agricultura intensiva, artesanato e o comercio, trocando produtos&nbsp;agrícolas&nbsp;com povos vizinhos em troca de ouro. Principal&nbsp;característica&nbsp;deles era o uso do ouro em cerimonias de coroação onde o&nbsp;líder&nbsp;Chibcha se cobria de pó de ouro para mergulhar no lago&nbsp;Guatavita, forma de oferecer o ouro aos deuses, inclusive objetos dourados eram lançados ao lago,&nbsp;os&nbsp;votivos eram em forma de figuras masculinas ou femininas, algumas com figuras&nbsp;zoomórficas&nbsp;e as vezes em forma de embarcações, além que os votivos poderiam ser postos também em trocos de arvores ou cavernas como oferenda aos deuses, por conta dessas cerimonias se acredita que a lenda de "El Dorado" se origina com relação aos Chibchas. Muito dessas peças então presentes no museu do ouro em Bogotá, capital da&nbsp;Colômbia, o museu foi uma solicitação do libertador Simon Bolivar no&nbsp;século&nbsp;XIX, todavia o museu apenas entrou com exposições da cultura material nativa de fato no ano de 1938.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-07 16:38:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Parque Nacional Rapa Nui, Ilha de Páscoa, Chile</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/divulga/27zzudyr2pl7srf6/wish/3623930574</link>
         <description><![CDATA[<p>O Parque Nacional Rapa Nui localizado na Ilha de Pascua, que seu nome Ilha de Pascoa foi dado pelos europeus em homenagem de um navegador holandes Jacob Roggeveen e o nome Rapa Nui foi dado pela população dos taitianos em 1860 que escolheram esse nome pelo significado que é  "Grande Rapa". </p><p>O parque foi criado por 1935 formado com sua totalidade de polinésios na ilha e também é considerado patrimônio nacional da Unesco no Chile por suas numeras figuras arqueológicas como os Moais.</p><p>No território possui mais de 600 moais, talhados de pedra vulcânica e com uma altura de aproximadamente 12 m. </p><p>Atualmente nenhum historiador descobriu exatamente qual era significado dos moais, mas tem a teoria que os polinésios faziam essas estatuas para homenagear seus antepassados e como a civilização do Rapa Nui transportava os moais. Ademais disso, o parque é dividido por 7 secções e essas são:</p><p>       <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rano_Kau"><em>Rano Kau</em></a> (que inclui <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Orongo"><em>Orongo</em></a>);</p><ul><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="new" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Puna_Pau&amp;action=edit&amp;redlink=1"><em>Puna Pau</em></a>;</p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rano_Raraku"><em>Rano Raraku</em></a>;</p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="new" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Anakena&amp;action=edit&amp;redlink=1"><em>Anakena</em></a>;</p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="new" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ahu_Akivi&amp;action=edit&amp;redlink=1"><em>Ahu Akivi</em></a>;</p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Costa_Norte"><em>Costa Norte</em></a>;</p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hanga_Roa"><em>Hanga Roa</em></a>. </p><p>A ilha não é apenas conhecido por seus moais, também pode ser popular pela flora do parque, as aldeias, as artes rupestres que tem principalmente na caverna Ana Kai Tangata, as cerimônias culturais que é feito pelo povo da ilha.</p><p>Autora da publicação: Angel Araya     </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-08 16:07:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Machu Picchu, Peru</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Machu Picchu (em quíchua "velha montanha"), foi construída como no início do século XV, por volta de 1420, sob as ordens do nono inca de Cusco e subsequentemente primeiro Sapa Inca (imperador) <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pachacuti">Pachacuti</a>. Apenas cerca de 30% da cidade é de construção original, o restante foi reconstruído.</p><p>Consta de duas grandes áreas: a agrícola formada principalmente por terraços e recintos de armazenagem de alimentos; e a urbana, na qual se destaca a zona sagrada com templos, praças e mausoléus reais. </p><p><br/></p><p>Muito é dito sobre o "descobrimento" e "redescobrimento" de Machu Picchu, porém estudos mostram que mesmo após a cidade ser "perdida" muito vilarejos locais sabiam da existência da cidade e sabiam como chegar lá, e isso seria um conhecimento passado por gerações. </p><p><br/></p><p>O lugar foi elevado à categoria de Patrimônio mundial da UNESCO, tendo sido alvo de preocupações devido à interação com o turismo por ser um dos pontos históricos mais visitados do Peru.</p><p><br/></p><p>Autor: Miguel Wanderbruk de Souza</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-08 17:49:32 UTC</pubDate>
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         <title>Cidade do México, México</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A Pedra do Sol (ou também Calendario Asteca) é um dos artefatos mais conhecidos do Imperio Asteca. Fazia parte do complexo arquitetônico do Templo Mayor, de Tenochtitlán, a capital asteca e possui 3,6 metros de diametro, 98cm de espessura e aproximadamente 21 toneladas. Foi encontrada em 1790 durante as obras do Zólaco (principal praça da Cidade do Mexico) com sua face esculpida virada para baixo. Uma das teorias mais aceitas sobre sua utilidade, veio do arqueologo mexicano Alfredo Chavero, que propôs que ela servia como um altar de sacrificios.&nbsp;No topo da pedra está um glifo de data (13-cana) correspondente ao ano 1427, início do “Sol” atual, o quinto e último de acordo com a mitologia asteca, e ano que iniciou o governo de Itzcoatl, o quarto tlatoani (título do governante) de Tenochtitlan, reinou de 1427 a 1440. No centro da pedra está uma representação de Tonatiuh, o Senhor Turquesa, o deus asteca do quinto Sol. Em outra interpretação, é a representação do monstro da terra primordial Tlaltecuhtli, neste último caso representando a destruição final do mundo quando o Quinto Sol cairia sobre a terra. Hoje ela está exposta no Museu Nacional de Antropologia da Cidade do México</p><p><br/></p><p>Ruy Paim de Andrade Neto - 2º Semestre de História-UNIVILLE</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-08 20:10:49 UTC</pubDate>
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         <title>Nazca Lines, Peru</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Linhas de Nazca:&nbsp;</p><p><br/></p><p>A civilização de Nazca, que floresceu no sul do atual peru entre aproximadamente 200 a.c e 600 d.c., é uma das mais intrigantes culturas pré colombianas da América do Sul. Os Nazca se desenvolveram nos vales áridos nas bacias de Ica e Nazca, de onde ganham seu nome, e destacaram-se principalmente pela engenharia hidráulica, com construções de <strong>puquios</strong> (aquedutos subterrâneos) que garantiam irrigação em meio ao deserto. Ademais, os Nazca tinham sofisticadas produções têxtil e cerâmica com forte caráter religioso. Entretanto, os Nazca ficaram mais reconhecidos com seu vínculo a observação astronômica que é&nbsp;uma possível explicação das monumentais artes rupestres deixadas sobre o solo do deserto: as Linhas de Nazca.</p><p><br/></p><p>Segundo a UNESCO, que declarou o sítio um Patrimônio Mundial da Humanidade em 1994, as linhas de Nazca e Pampas de Jumana são: "um testemunho único de uma tradição artística e religiosa pré hispânica de escala continental". O conjunto cobre cerca de 450 Km² de planícies e encostas, com milhares de linhas retas, figuras geométricas e formas biomórficas. Essas linhas podem alcançar 10 quilômetros de comprimento e constituir figuras individuais de 50-300 metros, como <em>o Macaco, o Beija Flor, a Aranha, o Condor, o Cão, o Pelicano e a Baleia</em>. Esses traçados foram obtidos pela retirada das camadas superficiais de cascalho escurecido que expôs o solo mais claro abaixo, que por sua vez produziu um contraste visível após milênios de sua execução.</p><p><br>Como destacou Alexandre Guida Navarro em <em>Civilizações pré Colombianas</em>, o povo Nazca desenvolveu uma profunda relação religiosa e astronômica com seu ambiente, expressando&nbsp;por meio de seus geoglifos uma "cosmovisão que unia a terra e o céu, o humano e o divino, em uma paisagem sagrada". A precisão, escala e técnica dessas artes indicam tanto um planejamento coletivo quanto um domínio do ambiente muito avançados. Estudos com drones reforçaram o caráter ritualístico dessas obras, seja por motivos de fertilidade ou ao culto das águas. Atualmente, o sítio é protegido pelo Ministério da Cultura do Peru e projetos internacionais.</p><p><br/></p><p>Autor: Leôni Reis Rocha</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-08 21:32:01 UTC</pubDate>
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         <title>Serra da Capivara - Parque Nacional Serra da Capivara, São Raimundo Nonato - PI</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Serra da Capivara (Painel do Beijo):</p><p><br/></p><p>As populações que habitaram a região que hoje é o Parque Nacional da Serra da Capivara, no sudeste do Piauí, fazem parte daqueles que moldaram os primeiros capítulos na ocupação humana nas Américas. Trata-se na verdade de grupos caçadores-coletores que ocuparam abrigos rochosos na região da caatinga há, provavelmente, mais de 20 mil anos. A ausência de registros escritos e a longa distância temporal tornam muito difícil uma interpretação direta dos modos de vida, crenças e estruturas sociais desse povo. No entanto, é justamente nas pinturas rupestres, deixadas por essas populações, que encontramos uma das mais ricas fontes de informação sobre o comportamento social e ritualístico dos primeiros povos do continente.</p><p><br>A Serra da Capivara abriga registros de milhares de painéis, incluindo o famoso Painel do Beijo (Boqueirão da Pedra Furada), que revelam cenas de caça, dança, rituais, partos e interações interpessoais mais complexas. Torna-se então evidente a representação de um universo de símbolos sofisticados, no qual o humano e a natureza estão amplamente entrelaçados. As figuras antropomorfas e zoomorfas, traçadas com pigmentos minerais como óxidos de ferro e carvão, comprovam um domínio técnico e uma intencionalidade estética dessas populações. Por exemplo, o gesto de afeto presente no Painel do Beijo, é uma das mais antigas representações de contato social humano e é capaz de indicar valores ligados a coletividade e afetividade que muitas vezes se fazem raros, no contexto arqueológico dessa antiguidade.</p><p><br>O ambiente em que essas pinturas foram produzidas também fornece certas pistas sobre o modo de vida desses grupos. Durante o Pleistoceno final e o Holoceno inicial, a região possuía fauna diversificada uma disponibilidade de água maior que nos dias atuais, o que favoreceu a caça e a coleta de vegetais para esses povos. Com passar de séculos e milênios, as mudanças climáticas e a aridez característica da caatinga alteraram a relação ecológica entre habitantes e território, mas a permanência nos mesmos abrigos rochosos nos mostra uma continuidade cultural notável. Prova disso, recai sob as sucessivas camadas de pintura sobre a mesma rocha, que também indica uma importância ritual e identitária atrelada a esses locais.</p><p><br>A análise dessas manifestações rupestres mostra que, mesmo em sociedade sem escrita, o ser humano expressava sentimentos, crenças e visões de mundo complexas. Assim, os painéis da Serra da Capivara não devem ser tratados apenas como vestígios arqueológicos, são testemunhos da capacidade criadora e comunicativa dos primeiros grupos humanos, que, através da arte, eternizaram sua existência no sertão piauiense e deixaram um legado à humanidade, uma das mais profundas expressões de sua ancestralidade.</p><p><br/></p><p>Autor: Leôni Reis Rocha</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-08 21:55:16 UTC</pubDate>
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         <title>Estrada da Lapa Vermelha - Pedro Henrique, Pedro Leopoldo - MG</title>
         <author>gabrielfreitas0814</author>
         <link>https://padlet.com/divulga/27zzudyr2pl7srf6/wish/3624351465</link>
         <description><![CDATA[<p>A Lapa Vermelha, localizada na região de Lagoa Santa, em Minas Gerais, é um importante sítio arqueológico brasileiro que revela traços antigos da presença humana nas Américas. Trata-se de um conjunto de cavernas e abrigos sob rocha onde foram encontrados fósseis, ferramentas e vestígios de antigos caçadores-coletores. Entre as descobertas mais significativas está o esqueleto de <strong>Luzia</strong>, considerado o mais antigo das Américas, com cerca de 11.500 a 13.000 anos. O estudo de seus restos ajudou a compreender melhor a diversidade dos primeiros povos que habitaram o continente, sugerindo que diferentes grupos migraram para a América em períodos distintos. A Lapa Vermelha, portanto, é um marco essencial para a arqueologia brasileira e para o entendimento das origens do povoamento americano.</p><p><br/></p><p>Trabalho feito por: Gabriel Freitas de Souza</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-08 23:00:23 UTC</pubDate>
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         <title>Ibirama-La Klãnô - Paca, José Boiteux - SC</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Os Laklanõ são um povo indígena localizado atualmente na região do Vale do Itajaí, esse grupo já sofreu diversas tentativas de extermínio desde o século XIX onde tiveram o primeiro contato com os imigrantes europeus que colonizaram a região. Eles vivem em oito aldeias com organizações e lideranças próprias, cada aldeia nomeia o seu líder por meio de eleições e distribuem a sua produção entre si, antes de se instalarem na região, eles eram grupos nômades que migravam por diversos locais da região sul do Brasil. Atualmente a sua língua está sendo revitalizada pelas lideranças, impedindo que a sua cultura seja apagada.</p><p><br/></p><p>Autor do Texto: Ariel Olson Waechter</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-09 01:48:43 UTC</pubDate>
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         <title>Museo El Chorro de Maíta, Yaguajay, Cuba</title>
         <author>morealice927</author>
         <link>https://padlet.com/divulga/27zzudyr2pl7srf6/wish/3624520910</link>
         <description><![CDATA[<p>El Chorro de Maita</p><p><br/></p><p>El Chorro de Maita é um sítio arqueológico de um assentamento indígena do povo Taíno pré-colombiano, que sofreu intervenções europeias durante o colonialismo espanhol. O sítio está localizado nas encostas do monte de Yaguajay, na cidade cubana de Banes. Quando o contato com os europeus se intensificou, por volta de 1510, os sepultamentos no assentamento também se intensificaram mudando a forma de sepultar os mortos, mudança proveniente da introdução forçada do cristianismo. Foram escavados mais de 110 sepultamentos no local sendo que poucos indivíduos foram encontrados na posição fetal, sepultamento tradicional dos nativos, a maioria dos indivíduos foram sepultados em posição estendida e com vestimentas, um padrão do cristianismo. O povo Taíno era um dos povos mais desenvolvidos sendo seus meios a pesca, caça e a agricultura, cultivando mandioca, milho, batata-doce e tabaco. São considerados um dos primeiros povos habitantes de Cuba, sendo que são datados de muito antes de 1492, quando os europeus invadiram a região. O sítio arqueológico é aberto a visitações com intuito de preservar e fazer conhecer o patrimônio cultural do país e sua história e identidade.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Autora da publicação: Alice Moreira</p><p><br/></p><p>Para saber mais: </p><p>TV BRICS. Cuba preserva um dos mais antigos sítios arqueológicos do continente. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://tvbrics.com/pt/shows/cuba-preserva-um-dos-mais-antigos-sitios-arqueologicos-do-continente/">https://tvbrics.com/pt/shows/cuba-preserva-um-dos-mais-antigos-sitios-arqueologicos-do-continente/</a>. Acesso em: 08 out. 2025. TV Brics</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-09 02:15:36 UTC</pubDate>
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         <title>Chiclayo, Peru</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/divulga/27zzudyr2pl7srf6/wish/3653357012</link>
         <description><![CDATA[<p>Senhor Sipán foi considerado um dos mais importantes túmulos encontrados de toda América Pré-Colombiana, o Tutancâmon da cultura moche. Cultura se estabeleceu entre 100 a.C e 800 d.C, antes da conquista dos incas. O Senhor Sipán teve seu túmulo encontrado com vários itens de ouro, prata, bronze e pedras preciosas, um dos componentes que faça com que ele seja da alta sociedade moche. No momento do seu enterro o mesmo estava usando um colar com adereços de ouro e prata e junto de sua tumba foi encontrada mais duas mulheres, dois guerreiros com pés amputado – provavelmente uma oferenda ao Senhor Sipán - e uma criança. Por conta de toda essa grandeza que ele carregava, foi considerado um dos mais importantes descobrimentos.</p><p><br>Estudante: Tainá Koglin de Almeida</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-27 23:59:35 UTC</pubDate>
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