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      <title>Doutoramento em Ciências da Educação - Seminário de Apoio à Investigação 2022/23 by araujofilipa araujo</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-05-21 07:41:30 UTC</pubDate>
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         <title>“A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar.&quot;</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2598673713</link>
         <description><![CDATA[<div>Eduardo Galeano. publicado por Siglo XXI, 1994<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 07:41:30 UTC</pubDate>
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         <title>Objetivo do Seminário de Apoio à Investigação - 5 de novembro de 2022</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2598673714</link>
         <description><![CDATA[<div>No âmbito da cadeira, "<strong>Seminário de Apoio à investigação</strong>", pretendo através deste mural, apresentar uma autorreflexão, relativamente ao processo investigativo que estou a desenvolver, tendo em consideração a sugestão da docente, através da utilização de um acróstico - <strong>POPA - "ir de vento em POPA"</strong>:<br><br><strong>Partilha:</strong> começar a aula com uma partilha inspiradora.<br><br><strong>Objetivo</strong>: definir o que se vai fazer na aula (ação concreta).<br><br><strong>Pergunta:</strong> dificuldade, desafio, dúvida (...)<br><br><strong>Ação: </strong>o que vou fazer até à próxima aula.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 07:41:30 UTC</pubDate>
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         <title>POPA - 5 de novembro de 2022 (momentos de partilha...)</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2598673715</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>“Porque eu sou do tamanho do que vejo<br>E não do tamanho da minha altura.”<br><br>Fernando pessoa - "Livro do Desassossego”</strong><br><br>Nesta primeira aula do ano letivo 2022/2023 tivemos oportunidade de partilhar o nosso percurso investigativo, através de <strong>3 momentos</strong>, desde outubro de 2021 até 4 de novembro de 2022. <br><br>Assim, iniciei o momento de partilha, através de uma pequena retrospetiva, onde comecei por apresentar o <strong>primeiro momento</strong>, nomeadamente a <strong>revisão sistemática da literatura</strong>.&nbsp; Toda esta revisão passou por percursos sinuosos, no sentido de alcançar alguma luz, ao fundo do túnel, ao nível das <strong>práticas de inovação pedagógica dinamizadas</strong>, no âmbito do meu <strong>objeto de estudo</strong> - <strong>Projetos Erasmus+</strong>?.</div><div>Perante diversas dúvidas, inquietações, em relação a este programa, espoletou em mim, a necessidade de&nbsp; contactar diretamente as escolas (<strong>2º momento</strong>), no sentido de poder alcançar alguma NITIDEZ, ao nível das <strong>lógicas de ação, práticas pedagógicas (Programa Erasmus+) </strong>&nbsp;e poder conseguir prosseguir o trilho (...), dando início&nbsp; à escrita do primeiro artigo, relativo à <strong>Inovação Pedagógica, ao nível do programa Erasmus +</strong>. <br><br>Relativamente a este primeiro artigo/capítulo, realizámos a revisão da literatura sobre a temática da inovação em educação, com base na leitura e análise crítica de onze artigos, aplicando o <strong>modelo de análise Arksey e Malley´s (2005)</strong>, nomeadamente as <strong>5 principais fases</strong>, a saber:&nbsp; <strong>(1) identificar questões de investigação; (2) identificar estudos relevantes; (3) selecionar estudos; (4) levantar dados; e (5) sintetizar e comunicar resultados</strong>. <br>Este estudo teve como principal objetivo caraterizar os principais conceitos, desafios e aspetos potenciadores e inibidores da inovação pedagógica, entre 2017 e 2021, tendo em consideração o <strong>objeto de estudo - Programa Erasmus+</strong>, no sentido de respondermos à <strong>questão de investigação</strong> - "<strong>Como é entendida e definida a inovação pedagógica no quadro do Erasmus+?</strong>".<br><br></div><div>O <strong>terceiro momento passou por mais pesquisas</strong>, AGORA, ao nível da <em>rota das </em><strong><em>práticas de inovação pedagógica</em></strong> inerentes a este programa, resultando na escrita do segundo artigo. Este artigo teve como principal objetivo efetuar o <strong>mapeamento das práticas de inovação pedagógica</strong>, ao nível do <strong>Programa Eramus+</strong>, bem como aferir as principais <strong>competências e aprendizagen</strong>s desenvolvidas por via do <strong>European Action Scheme for the Mobility of Students </strong>(Erasmus). <br>Como metodologia de investigação tivemos em consideração o <strong>método qualitativo</strong>, nomeadamente a <strong>pesquisa exploratória-descritiva</strong> (análise de artigos sobre o Programa&nbsp; Erasmus +), através da <strong>análise de conteúdo</strong>, utilizando o <strong>software NVIVO11</strong>, como programa de análise.&nbsp; &nbsp; &nbsp;</div><div>Através dos estudos realizados depreende-se que o <strong>programa Erasmus+</strong>&nbsp; facilita o <strong>diálogo entre diferentes stackholders, tais como,&nbsp; alunos, professores, Encarregados de Educação, instituições locais, internacionais</strong>, promovendo a <strong>colaboração, a partilha,&nbsp; a inclusão, a cidadania europeia e diversas literacia</strong>s (culturais, linguísticas, tecnológicas, científicas…etc). Promovendo,&nbsp; assim, <strong>verdadeiras comunidades, redes de aprendizagem</strong> (...).<br><br></div><div>Em suma: todos estes momentos apresentados tiveram como principal intuito responder aos desassossegos da presente investigação, no que concerne à <strong>investigação educativa, no âmbito do programa Erasmus+</strong>, de forma a responder às principais questões de investigação e respetivos objetivos.&nbsp;</div><div><br><strong>Bibliografia</strong><br><br>Figura: Modelo Arksey e Malley´s (2005), acedido em novembro de 2021 em - https://ars.els-cdn.com/content/image/1-s2.0-S2215016121001680-fx1_lrg.jpg<br><br>Systematic Reviews in Educational Research</div><div>Methodology, Perspectives and Application, acedido em 5 de novembro de 2021, em: https://link.springer.com/book/10.1007/978-3-658-27602-7</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 07:41:30 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>POPA - 19 de novembro de 2022 - Escrita científica e disseminação do conhecimento (I)</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2598673716</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>"A dialogicidade não nega a validade de momentos explicativos, narrativos em que o professor expõe ou fala do objeto. O fundamental é que professor e alunos saibam que a postura deles, do professor e dos alunos, é dialógica, aberta, curiosa, indagadora e não apassivada, enquanto fala ou enquanto ouve (...).<br><br>Mas devo estar atento à leitura que fazem de minha atividade com eles. Precisamos aprender a compreender a significação de um silêncio, ou de um sorriso ou de uma retirada da sala. O tom menos cortês com que foi feita uma pergunta. Afinal, o espaço pedagógico é um texto para ser constantemente “lido”, interpretado, “escrito” e “reescrito” (FREIRE, 1996, p. 86, 97, grifo do autor).&nbsp;</strong></div><div>&nbsp;<br><br><br>No início da aula, mais uma vez tivemos oportunidade de realizar o nosso momento de partilha. <br>Assim, comecei por apresentar o "quão" delicioso é utilizar a entrevista, como instrumento de inquirição, nomeadamente, o "turbilhão" de <strong>emoções, sentimentos, expressões, transmitidas</strong> pelo entrevistado (...).<br>Neste sentido, considera-se que as entrevistas permitem percepcionar os “modos de ver docente” dos entrevistados, as lentes, por si utilizadas, relativamente às <strong>práticas de inovação pedagógicas dinamizadas</strong>, no âmbito do <strong>programa Erasmus+ (objeto de estudo)</strong>, através da análise dos seus <strong>discursos,</strong> <strong>palavras, vivências e gestos...etc </strong>(processo de recriação e contextualização de práticas, competências, aprendizagens...etc), com o intuito de ajudarmos os alunos, <strong>aprenderem a aprender ao longo da vida </strong>(problematizar, questionar, a realidade circundante …etc).&nbsp;<br><br></div><div>Tal como refere Paulo Freire, num mundo com inúmeras desigualdades sociais,&nbsp; há necessidade de refletirmos, argumentarmos, agirmos para a práxis, através de uma educação libertadora, problematizadora, dialógica (Freire, 1975), através da <strong>expressão, da emoção, da relação</strong> (Freire, 1996).<br><strong><br>Bibliografia</strong><br><br><strong>Freire, Paulo (1996).</strong> Pedagogia da autonomia: Saberes necessários à prática educativa. São<br>Paulo: Paz e Terra.<br><br><strong>Freire, Paulo (1975).</strong> Pedagogia do oprimido. Porto: Afrontamento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 07:41:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>POPA - 19 de novembro de 2022 - continuação (momentos de partilha...).</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2598673717</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta linha de pensamento de Paulo Freire remeto-nos para a importância do <strong>pensamento crítico, da emoção e da relação, </strong>num mundo com tanta precariedade social, ao nível de valores tão importantes,<strong> </strong>como a <strong>paz, justiça, responsabilidade e integridade, tolerância, direitos humanos</strong>, <strong>liberdade de expressão, cidadania e participação</strong>, <strong>respeito pela diversidad</strong>e, através de diferentes formas de pensar, agir e interagir. Neste contexto, tal como refere o <strong>relatório da avaliação do Pensamento Crítico PISA 2022</strong> “THINKING OUTSIDE THE BOX The PISA 2022 Creative Thinking Assessment”, o <strong>pensamento crítico </strong>“é uma forma de pensar que leva à<strong> geração de ideias valiosas e originais</strong>. Todas as pessoas são capazes de se envolver em pensamento criativo e praticar a criatividade “dia-a-dia” (abordando as atividades cotidianas de maneira não convencional). O pensamento criativo pode ser aplicado não apenas a contextos relacionados <strong>à expressão da imaginação</strong>, como a <strong>escrita criativa ou as artes</strong>, mas também a outras áreas em que a geração de ideias é funcional para a investigação de <strong>questões, problemas ou preocupações em toda a sociedade</strong>” (PISA, 2022). Assim, este relatório teve como principal objetivo avaliar <strong>quatro domínios, nomeadamente, expressão escrita, expressão visual, resolução de problemas sociais e resolução de problemas científicos</strong> (ver figura 1), onde os alunos tiveram oportunidade de se envolver em <strong>tarefas abertas</strong> que não tinham uma única resposta correta, tendo sido solicitados a fornecer <strong>respostas múltiplas e distintas ou a gerar uma resposta que não fosse convencional</strong>. Essas respostas podiam assumir a forma de uma <strong>solução para um problema</strong>, de um <strong>texto criativo ou de um artefato visual</strong>. <br>Também, segundo o <strong>PASEO (2017)</strong> para que os alunos sejam mais <strong>problematizadores, criativos, autónomos, com capacidade de argumentação, responsáveis</strong>, aquando da tomada de decisão, há necessidade que eles desenvolvam “(…) <strong>confiança em si próprios, motivação para aprender, autorregulação, espírito de iniciativa e tomada de decisões fundamentadas, aprendendo a integrar pensamento, emoção e comportamento</strong>, para uma autonomia crescente, através da promoção de <strong>abordagens pedagógicas </strong>que apelem ao <strong>diálogo, pensamento reflexivo, crítico e criativo, aos valores e à inovação</strong>, tendo sempre em consideração a <strong>emoção e a relação</strong>, como aspetos cruciais para o <strong>desenvolvimento das competências na área de relacionamento interpessoal </strong>– “(…) <strong>reconhecer, expressar e gerir emoções, construir relações</strong>, estabelecer objetivos e dar resposta a necessidades pessoais e sociais” (PASEO, 2017). Tal como os <strong>músicos de uma orquestra</strong> necessitam de <strong>saber qual o seu papel, no concerto</strong>, também os <strong>estudantes para conseguirem potenciar, maximizar, as suas competências socioemocionais</strong>, necessitam de<strong> delinear</strong> muito bem os seus <strong>objetivos e funções</strong> (OECD, 2021, pag 5).<br><br></div><div>Nesta perspetiva, considera-se que os Projetos Erasmus+ promovem <strong>conhecimentos, capacidades, atitudes e valores</strong> (<strong>liberdade, responsabilidade e integridade, cidadania e participação, excelência e exigência, curiosidade, reflexão e inovação</strong>) que apelam ao <strong>pensamento crítico, relacionamento interpessoal</strong>, através da <strong>resolução de problemas sociais e científico</strong>s (<a href="https://www.webofscience.com/wos/author/record/6829411">Curko, B</a>, <a href="https://www.webofscience.com/wos/author/record/10164009">Kovacevic, A</a> 2018; Plaza <em>et al</em>, 2018 e <a href="https://www.webofscience.com/wos/author/record/38261429">Tramonti, M</a>; <a href="https://www.webofscience.com/wos/author/record/1724131">Dochshanov, AM</a> and <a href="https://www.webofscience.com/wos/author/record/38283895">Zhumabayeva, AS</a>, 2023).<br><br><br><strong>Bibliografia<br></strong><br></div><div>Ćurko, B. &amp; Kovačević, A. (2018). European projects related to ethical education in primary and secondary schools. Metodički ogledi, 25 (2), 85-107. <a href="https://doi.org/10.21464/mo.25.2.5">https://doi.org/10.21464/mo.25.2.5<br></a><br></div><div>THINKING OUTSIDE THE BOX The PISA 2022 Creative Thinking Assessment – PISA. (2022). Acedido no dia 25 Outubro 2022, em <a href="https://www.oecd.org/pisa/innovation/creative-thin%09king/">https://www.oecd.org/pisa/innovation/creative-thin&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;king/<br></a><br></div><div>OECD (2021). Beyond Academic Learning: First Results from the Survey of Social and Emotional Skills”. OECD Publishing, Paris, <a href="https://doi.org/10.1787/92a11084-en">https://doi.org/10.1787/92a11084-en</a>.<br><br></div><div>P. Plaza, E. Sancristobal, G. Carro, M. Castro, M. Blazquez and F. García-Loro (2018). Multiplatform Educational Robotics Course to Introduce Children in Robotics. IEEE Frontiers in Education Conference (FIE), San Jose, CA, USA, 2018, pp. 1-9, doi: 10.1109/FIE.2018.8658513.<br><br></div><div>Tramonti M, Dochshanov AM, Zhumabayeva AS (2023). Design Thinking as an Auxiliary Tool for Educational Robotics Classes. Applied Sciences. 2023; 13(2):858. <a href="https://doi.org/10.3390/app13020858">https://doi.org/10.3390/app13020858</a>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 07:41:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>17 dezembro 2022 - Aula Aberta - Maria do Céu Roldão - Profissionalidade Docente e Conhecimento - Novos Desafios?</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2598673718</link>
         <description><![CDATA[<div>A aula aberta da Prof. Doutora Maria do Céu Roldão foi muito interpelante, pois efetuou uma <strong>resenha histórica,</strong> ao nível&nbsp; da <strong>profissionalidade docente</strong> e apresentou diferentes perspetivas teóricas, colocando a tónica em várias questões: <strong>Que crise é que estamos a atravessar?; O que temos e que nos falta para a profissionalidade plena?; De que é feito o conhecimento profissional docente (ou não)? Como se constrói, reforça, e desenvolve (ou não) o conhecimento profissional?</strong> <strong>Existem muitos conhecimentos, mas como é que se constrói?</strong> <strong>Que elementos podem contribuir para o desenvolvimento profissional docente? Como é que nos situamos perante esta profissionalidade?&nbsp; Quais os conhecimentos específicos para o exercício dessa profissionalidade?; Qual o objetivo da deontologia? Como promover a autonomia dos alunos? Quais as estratégias que devemos utilizar para que os alunos sejam os produtores do conhecimento? Como ensino determinado conteúdo, tendo em consideração o perfil do aluno? Que tipos de valores queremos incutir na formação dos jovens?</strong><br><br>Em síntese, esta aula aberta permitiu-nos refletir sobre as diversas inquietações (<strong>saber olhar, repensar, diferenciar e transformar.</strong>..), no que concerne, ao exercício da profissionalidade docente, referindo a importância do <strong>conhecimento profissional específico</strong>, nomeadamente a <strong>produção de conhecimento através da investigação e de programas de formação inicial centrados na reflexão</strong>, na <strong>colaboração, na aprendizagem cooperativa, no diálogo e na partilha das práticas e em práticas supervisivas</strong> para fazer com que os outros aprendam, apresentando a sua própria definição "(...) alguma coisa&nbsp; que urge analisar o saber específico que ela requer, nos contextos diferenciados, complexos e variáveis da escola nas sociedades actuais (Roldão, 2005)". <br>A Prof. Doutora Maria Céu Roldão também teve oportunidade de citar, parafrasear diversos autores e propor diversas sugestões de leitura.<br><br><strong>Como é que se integra, no exercício profissional, uma dinâmica de reflexão, de partilha e de inovação durante a qual nos vamos formando em colaboração com os nossos colegas?</strong>&nbsp; (Nóvoa, 2017).<br><br><strong><br>Bibliografia:</strong><br><br>SHULMAN (1987, 2005) - Knowledge and Teaching Foundations of the New Reform, acedido no dia 25 de janeiro de 2023, em https://people.ucsc.edu/~ktellez/shulman.pdf<br><br>Nóvoa (2022) Escolas e Professores - Proteger, Transformar, Valorizar, acedido em 25 de janeiro de 2023, em: https://rosaurasoligo.files.wordpress.com/2022/02/antonio-novoa-livro-em-versao-digital-fevereiro-2022.pdf<br><br>Roldão, <em>et al </em>(2007) - O CONHECIMENTO PROFISSIONAL DOS PROFESSORES – ESPECIFICIDADE, CONSTRUÇÃO E USO. DA FORMAÇÃO AO RECONHECIMENTO SOCIAL, acedido no dia 25 de janeiro de 2023, em:&nbsp;<br>https://repositorio.ipl.pt/bitstream/10400.21/2900/1/Conhecimento%20profissional%20dos%20professores.pdfhttps://repositorio.ipl.pt/bitstream/10400.21/2900/1/Conhecimento%20profissional%20dos%20professores.pdfhttps://repositorio.ipl.pt/bitstream/10400.21/2900/1/Conhecimento%20profissional%20dos%20professores.pdf&nbsp;<br><br>Roldão (2019 ) Quem Lidera o Ensino e a Aprendizagem nas Escolas? Um estudo de caso múltiplo sobre lideranças pedagógicas. Vila Nova de Gaia : Fundação Manuel Leitão</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 07:41:30 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bibliografia (...)</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2598673720</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 07:41:30 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bibliografia (...)</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2598673721</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Referência - Figura: acedido em 25 de janeiro de 2023 em - <em>https://www.researchgate.net/figure/Teacher-professional-knowledge-according-to-Shulman-1987_fig1_326469082<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 07:41:30 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia (...)</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2598673722</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 07:41:30 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia (...)</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Bibliografia (...)</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
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         <pubDate>2023-05-21 07:41:30 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2598673726</link>
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         <pubDate>2023-05-21 07:41:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
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         <pubDate>2023-05-21 07:41:30 UTC</pubDate>
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         <title>POPA - 14 de janeiro de 2023 - Escrita científica e disseminação do conhecimento (II)</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>“Uma das bonitezas da nossa maneira de estar no mundo, como seres históricos, é a capacidade de, intervindo no mundo, conhecer o mundo.” <br><br>Paulo Freire (1996: 28) </strong><br><br></div><div>Nesta aula tive oportunidade de continuar a partilhar, a refletir sobre o meu percurso investigativo, apresentando as <strong>mais-valias dos momentos de reflexão</strong>,&nbsp; ao nível da <strong>reformulação de uma entrevista semiestruturada</strong> para uma <strong>entrevista aprofundada</strong> (compreender as particularidades, singularidades...etc), no sentido de aferir, <strong>aprofundar</strong> as questões de investigação - <strong>(1) Que práticas pedagógicas são sugeridas e promovidas pelo Erasmus+? (2) O que aprendem os alunos e que competência(s) desenvolvem os alunos através da participação no Erasmus+?)</strong>, através de uma <strong>análise mais aprofundada das histórias de vida</strong>, <strong>discursos, narrativas dos entrevistados (pormenores, significados, expressões, sentimentos,&nbsp; silêncios, interpretações, vivências, experiências...etc)</strong>.&nbsp;</div><div>Esta análise aprofundada pretende "esmiuçar" as práticas pedagógicas dinamizadas, nesse agrupamento, ao nível do Programa Erasmus+,&nbsp; bem como as <strong>competências, aprendizagens desenvolvidas</strong>, que o diferenciam de outros programas/projetos desenvolvidos nesse contexto educativo.&nbsp;<br><br></div><div><br></div><div><strong>Bibliografia</strong></div><div><br>&nbsp;</div><div>Roy, A. (1997) The good of small things: the uses of biographical narratives in the unraveling of non-traditional learning in difficult times.</div><div><em><br></em>FREIRE, Paulo. (1996). Pedagogia da autonomia. Saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra. <em><br><br></em>Nóvoa, A. A formação tem de passar por aqui: as histórias de vida no projecto Prosalus. In: NÓVOA, A.; FINGER M. (Orgs.). O método (auto)biográfico e a formação. Lisboa: Ministério da Saúde, 1988.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 07:41:30 UTC</pubDate>
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         <title>POPA - 14 de janeiro de 2023 - Escrita científica e disseminação do conhecimento (II) - (continuação)</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2598673729</link>
         <description><![CDATA[<div>"<strong>Ninguém educa ninguém, ninguém se educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo</strong>" <br><br>— Pedagogia do Oprimido, 1987".<br>(...)<br>"<strong>A educação é um ato de amor, por isso, um ato de coragem. Não pode temer o debate. A análise da realidade. Não pode fugir à discussão criadora, sob pena de ser uma farsa</strong>”. — Educação como prática da liberdade, 1999<br><strong>Paulo Freire (1927-1997)<br><br><br></strong>Tal como refere Paulo Freire para conseguirmos ler o <strong>mundo, resolvermos problemas</strong>, <strong>agirmos criticamente</strong>, no sentido de agarrarmos as <strong>vivências das pessoas</strong>, dos<strong> territórios educativos</strong> mais problemáticos, mas ao mesmo tempo, <strong>mais desafiante</strong>s, ao nível de <strong>práticas pedagógicas </strong>que apelam ao <strong>diálogo, à escuta, à leitura das palavras, através da emoção, da relação</strong>, entre os educadores e educandos, há necessidade de dinamizar <strong>debates</strong>, onde todos possamos discutir os <strong>problemas cotidianos das nossas vidas</strong>, vivências, a saber colocarmo-nos no mundo, construindo as nossas próprias ideias.&nbsp;<br><br></div><div>Desta forma, precisamos de promover <strong>ambientes de aprendizagem</strong>, tendo em consideração o <strong>contexto educativo local</strong>, a sua <strong>cultura, as suas raízes</strong>, desafiando toda a comunidade educativa a <strong>explorar toda a mundividência, riqueza cultural circundante</strong>, proporcionando, assim, momentos de <strong>partilha, de cooperação</strong>, através da realização de <strong>atividades ao ar livre, aprender brincando</strong>, de uma forma <strong>entusiástica, resiliente, de procura e de esperança</strong> (…).</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 07:41:30 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>POPA - 14 de janeiro de 2023 - Escrita científica e disseminação do conhecimento (II) - (continuação)</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2598673730</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=2NfxvONcboo" />
         <pubDate>2023-05-21 07:41:30 UTC</pubDate>
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         <title>POPA - 28 de janeiro de 2023 - Análise de dados quantitativos (I)</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2598673731</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>“Cada coisa é a intersecção de três linhas, e essas três linhas formam essa coisa: uma quantidade de matéria, o modo como interpretamos, e o ambiente em que está” (Fernando Pessoa, 1930/2001, p. 91).<br></strong><br><br>Nesta aula, mais uma vez, tive oportunidade de efetuar um balanço, ao nível do meu percurso investigativo, apresentando, simultaneamente, todas as <strong>inquietações, dúvidas</strong> que vão surgindo, ao <strong>longo do caminho</strong>, com o objetivo de remover algumas "<strong>sombras</strong>" e de conseguir almejar alguma <strong>luminosidade, nitidez</strong>, relativamente ao meu <strong>objeto de estudo</strong>. <br><br>Desta forma, comecei por partilhar a <strong>riqueza das entrevistas aprofundadas, das palavras, dos sentidos, das sensações,</strong> das <strong>narrativas, percursos de vida, </strong>segundo a bibliografia. Apesar de já ter tido oportunidade de efetuar <strong>entrevistas semiestruturadas</strong>, noutros estudos, pretendo desta vez<strong> efetuá-las de uma forma aprofundada</strong>, desafiante. Uma vez que, neste tipo de entrevistas, semiestruturadas aprofundadas, <strong>se exige o conhecimento e o aperfeiçoamento de um conjunto de técnicas, estratégias práticas, por parte do entrevistador</strong>, no sentido de <strong>explorar, escutar, perceber as emoções, gestos, sentimentos dos participantes</strong> (Diretor, Coordenadores dos Projetos Erasmus+ e professores), bem como respeitar profundamente cada pessoa,&nbsp; ter em consideração as suas <strong>singularidades, particularidades </strong>(Garnett, Portwood &amp; Costley, 2004; Kreber &amp; Mhina, 2005; Reay, Ball &amp; David, 2002).<br><br><strong><br>Bibliografia<br><br></strong>Garnett, J., Portwood, D. &amp; Costley, C. (2004). Bridging rhetoric and reality: accreditation of prior experiential learning (APEL) in the UK. Bolton: The University Vocational Awards Council&nbsp;<br><br>Kreber, C. &amp; Mhina, C. (2005). Just Plain Rhetoric? An Analysis of Mission Statements of Canadian Universities Identifying Their Verbal Commitments to Facilitating and Promoting Lifelong Learning. Canadian Journal of University Continuing Education, 31, 1, 51-86.&nbsp;<br><br>Pais, J. M. (2001). Ganchos, Tachos e Biscates. Jovens, Trabalho e Futuro. Porto: Âmbar<br><br>Pessoa, F. (1930/2001). Livro do Desassossego. Composto por Bernardo Soares, ajudante de<br>guarda-livros na cidade de Lisboa. Lisboa: Assírio &amp; Alvim.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 07:41:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Síntese</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2598673732</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>“Daí a necessidade de uma educação corajosa, que enfrentasse a discussão com o homem comum, de seu direito àquela participação. De uma educação que levasse o homem a uma nova postura diante dos problemas de seu tempo e de seu espaço. A da intimidade com eles. A da pesquisa, ao invés da mera, perigosa e enfadonha repetição de trechos e de afirmações desconectadas das suas condições mesmas de vida. A educação do “eu me maravilho” e não apenas do “eu fabrico”.</strong><br><strong><br>(Freire 1967, p.93). </strong>&nbsp;<br><br><br>As aulas do Seminário de Apoio à Investigação (1º semestre)&nbsp; permitem <strong>estimular a investigação científica, apoiar na recolha, tratamento dos dados da investigação empíricos qualitativos, organizar e estruturar as diferentes fases da tese, </strong>&nbsp;promover a inovação e a discussão científica, partilhar experiências e promover uma&nbsp; <strong>verdadeira comunidade de aprendizagem</strong>. &nbsp;<br><br>Em suma: as aulas da cadeira - "Seminário de apoio à Investigação" pretendem iluminar o processo "germinativo" da investigação cientifica, em causa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 07:41:30 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>POPA - 18 de fevereiro de 2023</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2598673733</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Holderlin - “os educadores formam os seus educandos como os oceanos formam os continentes: retirando-se?. Para que o continente emerja, as águas devem retroceder. O desafio consiste em dar aos alunos o seu próprio espaço, para que estes possam pensar por si próprios, procurar os seus próprios valores, acreditar neles e saber actuar autonomamente (...)”.<br><br><br>Partilha - </strong>Momentos (...) - <strong>2º Seminário do XIII Ciclo de Seminários de Aprofundamento em Administração, Supervisão e Organização Escolar (resumo);<br><br>Objetivos - </strong>Elaborar o resumo - "<strong>Seminário Internacional - Educação Territórios e Desenvolvimento humano</strong>"</div><div><strong><br>Pergunta - </strong>Como irá decorrer a entrevista a realizar ao Diretor?<strong><br><br>Ação - </strong>Preparação da entrevista a realizar (...) etc.<br><br><br>Na aula de 18 de fevereiro, iniciei a partilha através da apresentação do seminário "<strong>A avaliação como desenvolvimento profissional e como aprendizagem</strong>", onde tive oportunidade de partilhar os principais momentos enriquecedores, nomeadamente o momento de dar “<strong>voz aos alunos</strong>”, uma vez que é através do <strong>processo de auscultação</strong>, <strong>de escuta</strong> que conseguimos aferir as<strong> metodologias e práticas pedagógicas e avaliativas</strong> defendidas por estes. <br>Tal como refere a “<strong>Convenção sobre os Direitos da Criança - Artigo 12.º 1. - Os Estados Partes garantem à criança com capacidade de discernimento o direito de exprimir livremente a sua opinião sobre as questões que lhe respeitem, sendo devidamente tomadas em consideração as opiniões da criança, de acordo com a sua idade e maturidade</strong>”, promovendo, assim, diversas competências, tais como, <strong>pensamento crítico, cidadania ativa, autonomia, empreendedorismo, tornando-os cidadãos livres, criativos, com capacidade interventiva, colaborativa e diversos valores humanísticos</strong> (<strong>igualdade, equidade, inclusão, justiça</strong>..etc), à procura da realização dos seus sonhos.&nbsp;<br><br></div><div>Nesta linha de pensamento, aferiu-se que os alunos gostam de <strong>contextualizar, por em prática</strong>, as suas <strong>aprendizagens</strong> (aplicação prática dos diversos conteúdos programáticos lecionados), através do <strong>aprender fazendo</strong>, mencionando o <strong>Programa Erasmus +, como um projeto ao serviço</strong>, uma vez que <strong>desenvolve diferentes competências e promove diferentes aprendizagens.</strong> Também tiveram oportunidade de enumerar, apresentar outros exemplos práticos, tais como, conceitos sobre <strong>literacia financeira</strong> (formas de poupança…etc), <strong>preenchimento do IRS, conceitos económicos</strong> (inflação, Lei da procura e da oferta…etc), através de uma <strong>aprendizagem ao longo da vida.</strong></div><div><br></div><div>Neste seminário, também pudemos refletir sobre uma <strong>avaliação ao serviço das aprendizagens </strong>(para que <strong>os alunos percebam onde estão, para onde devem ir e o que devem fazer) e ao serviço do desenvolvimento humano</strong>, apostando nos <strong>4 pilares da educação definidos, pela UNESCO (1999)</strong>, <strong>aprender a ser, aprender a conhecer, aprender a fazer e aprender a conviver,</strong> para conseguirmos almejar&nbsp; <strong>verdadeiras aprendizagens com qualidade</strong>, nos nossos contextos educativos, culminando, com <strong>questões muito desafiadoras, inquietantes, interpelantes</strong>, espoletando, assim, a “<strong>sede do conhecimento</strong>”, nos participantes, investigadores, tornando-os mais <strong>autónomos</strong>, no sentido de <strong>continuarem a investigar, pensar e agir à procura do seu próprio caminho investigativo (..</strong>.).<br><br>As <strong>principais questões</strong> apresentadas pelos participantes foram: <strong>Qual o objeto de classificação (aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a ser, aprender a conviver)? ; Devo classificar cada um dos pilares (Aprender conhecer, fazer, ser e conviver)?;</strong> <strong>Deverei subordinar os dois últimos (aprender a ser e a conviver) aos primeiros?; Classifico as áreas de conhecimento, atitudes e valores?;</strong> <strong>Posso automatizá-los?; Posso classificar as atitudes e valores?; Classifica-se ética com estética?; Ou isto não é classificado?; Os exames nacionais, não avaliam as atitudes e valores? Mas isso está nos normativos (…); Então os exames, não vão ao encontro do PASOE e dos normativos?;</strong> <strong>Como é que fica a ação educativa dos professores? </strong><br><br></div><div>Segundo a investigadora, Fátima Braga, não existe uma resposta fácil (…). Se eu pensar a <strong>classificação na Lógica do Conhecimento Científico, somente nesta área, vou empobrecer o “Desenvolvimento Humano”</strong>. A investigadora, em causa, referiu ainda de que segundo Brookart (2018), as <strong>atitudes e valores não devem ser classificadas</strong>, pois, “entramos” na<strong> pessoa e é preciso muito cuidado</strong> (…)! <strong>Não é legítimo misturar conhecimentos, atitudes, valores</strong> (…etc). <strong>Avaliar Sim, mas, classificar Atitudes e Valores Não</strong> (…).<br><br></div><div>O processo de <strong>aprendizagem e avaliação</strong>, necessita de ter em linha de conta <strong>diversas áreas de conhecimento, atitudes e valores de uma forma holística, integradora, no sentido de formar um cidadão autónomo, livre, crítico</strong>, na <strong>procura dos seus próprios valores</strong>, dando-lhes <strong>voz (pensando por si próprios)</strong>, para conseguirem <strong>defender e atingir os seus objetivos e os seus sonhos</strong>, através da dinamização de <strong>práticas pedagógicas e de práticas avaliativa</strong>s que apelem à <strong>motivação, eficácia, aprendizagem e estímulo</strong>.&nbsp;<br><br></div><div>Neste sentido, todo este <strong>processo de aprendizagem </strong>necessita de <strong>tempo e do envolvimento de diferentes stackholders</strong>, a <strong>nível macro, meso e micro (políticas, escola, dinâmicas de monitorização e avaliação)</strong>, tendo em consideração os diferentes <strong>ambientes de aprendizagem</strong>, onde esta se promove, bem como a interação entre <strong>pedagogia, avaliação e currículo,</strong> com o intuito de <strong>melhorarmos a qualidade das aprendizagens</strong>.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 07:41:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>POPA - 18 de fevereiro de 2023 - Práticas Pedagógicas e Avaliativas diferenciadoras... </title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2598673734</link>
         <description><![CDATA[<div>Tal como refere Key Robinson há necessidade de mudarmos de paradigma educacional, isto é passar de um <strong>modelo industrial para um modelo adaptativo</strong>,&nbsp; <strong>personalizado</strong>, tendo em consideração as <strong>potencialidades, os talentos de cada um dos alunos</strong>, desmontando a ideia de “linha de montagem”, em série,&nbsp; para que cada um dos “rebentos”, <strong>talentos floresça</strong>, dando-lhes condições para que estes possam <strong>brotar, florescer</strong> (…), considerando, assim, que o <strong>desafio ao nível da inovação educativa</strong> <strong>caminha no sentido da diferenciação, personalização</strong> e não de uma forma <strong>uniformizada, industrializada, balcanizada</strong>…etc.<br><br></div><div>Nessa linha de proximidades de sentidos, <strong>Formosinho e Machado</strong> (2012, pag 30) alegam que <strong>não podemos ensinar a todos de igual forma</strong>, ou seja, um <strong>currículo uniforme pronto-a-vestir de tamanho único</strong>, <strong>não serve </strong>– “modernidade caracteriza-se pela construção de sistemas educativos baseados numa interpretação uniformista da igualdade progressivamente concretizada num currículo uniforme, numa pedagogia transmissiva e numa organização pedagógica destinada a facilitar o ensino de todos como se fossem um só.&nbsp; Apesar da escola ser uma organização específica, esta partilha com as grandes organizações características do modelo burocrático e, como bem observou Taylor, "(...) da racionalização e padronização do modelo fabril”. <br>Por conseguinte, segundo Alves e Cabral (2016, pag 129), necessitamos de “uma <strong>diferenciação que aumente as oportunidades e não as diferenças</strong>, evitando o<strong> efeito de estigmatização</strong> de que os <strong>alunos conotados com grupos de desempenho acadêmico mais baixo podem ser alvo</strong>”. <br><br><strong>Bibliografia</strong><br><br><strong>Alves, J. M. &amp; Cabral, I. (2016).</strong> Projeto Fénix: o que pensam os alunos sobre os fatores que promovem as suas aprendizagens? Educação e Pesquisa, São Paulo, 42, (1), 115-130. <br><br><strong>Machado, J., &amp; Formosinho, J. (2012)</strong>. Igualdade em educação, uniformidade escolar e desafios da diferenciação. <em>Revista Portuguesa De Investigação Educacional</em>, (11), 29-43. https://doi.org/10.34632/investigacaoeducacional.2012.3344<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.ted.com/talks/sir_ken_robinson_bring_on_the_learning_revolution" />
         <pubDate>2023-05-21 07:41:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>25 Mar. 2023 - Escrita Científica e disseminação do conhecimento</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2598673735</link>
         <description><![CDATA[<div><br>"A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do <strong>processo da busca</strong>. E ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria”. — <br><strong>Pedagogia da Autonomia, 1996.</strong><br><br><br><strong>Partilha - </strong>Ponto da situação relativamente à entrevista aprofundada realizada&nbsp; e principais desafios apresentados na<strong> </strong>aula aberta da Prof. Dr. Cathryn Magno -<em> Université de Fribourg - Department of Education Sciences</em>.<br><br><strong>Objetivos </strong>– Continuar a analisar a entrevista aprofundada, no sentido de “esmiuçar” mais práticas pedagógicas, competências e aprendizagens dinamizadas, no âmbito do Projeto Erasmus+, bem como o tipo de liderança exercida, cultura escolar e processo comunicativo.</div><div><br></div><div><strong>Pergunta </strong>– Como se irão processar as etapas seguintes, ao nível do aprofundamento das práticas pedagógicas, competências e aprendizagens, no contexto educativo, em causa (caso estudo)?<br><br></div><div><strong>Ação </strong>– Elaborar um esboço, ao nível dos resultados obtidos nas entrevistas e enviar para a orientadora, no sentido de podermos “alinhavar” o resumo do artigo a submeter ao “<strong>V Seminário Internacional | Educação Territórios e Desenvolvimento Humano</strong>”.<br><br></div><div><br>Aquando do momento de partilha tive oportunidade de apresentar a entrevista aprofundada realizada num contexto educativo, referindo as principais características deste tipo de entrevista, bem como as suas vantagens ao nível do aprofundamento do meu <strong>objeto de estudo – Programa Erasmus +</strong>. Neste sentido, também pude partilhar algumas das conclusões que já pude aferir da entrevista realizada, nomeadamente, a <strong>visão holística</strong> apresentada pelo diretor&nbsp; escolar, ao nível da interligação de diferentes <strong>projetos de âmbito europeu, nacional e local com o programa Erasmus +</strong>, envolvendo diferentes atores, stackholders, como <strong>verdadeiras comunidades de aprendizagem</strong>, podendo desta forma redesenhar, redefinir um <strong>caminho investigativo</strong> ainda mais <strong>desafiante, interpelante</strong>, passando pela "<strong>busca</strong>" <strong>inquietante</strong>, no sentido de “apurar” mais <strong>práticas metodológicas, competências, aprendizagens</strong>, ao nível da envolvência, da <strong>conjugação dos diferentes projetos </strong>apresentados pelo entrevistado, considerando-se, assim, que “<strong>interligando diferentes projetos, valências, podemos fazer mais e melhor</strong> (…)”,&nbsp; de uma <strong>forma disruptiva</strong>, <strong>inovadora e transformadora</strong>. Assim, considera-se fundamental explorar mais as <strong>perceções, palavras, </strong>as <strong>emoções, </strong>os<strong> sentimentos</strong>, ao nível destas <strong>abordagens metodológicas, competências e aprendizagens</strong>, ainda não desbravadas...etc. <br><br>Tal como refere Paulo Freire <strong>(Pedagogia da Autonomia), </strong>&nbsp;quando fala do poder do “<strong>processo da busca</strong>”, há necessidade de <strong>investigarmos, desbravarmos</strong> <strong>diferentes perspetivas, conhecimentos, caminhos, horizontes</strong>, bem como todas as nossas <strong>inquietações, desassossegos</strong>, no sentido de conseguirmos responder aos nossos<strong> objetivos</strong>, <strong>questões de investigação</strong>, explorando, “desbravando”, de uma forma <strong>resiliente, dessossegada, utópica</strong>, à procura de <strong>novas perceções</strong>, no que concerne ao nosso <strong>objeto de estudo, Programa Erasmus+</strong>.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=5Hsjdu9_8kI" />
         <pubDate>2023-05-21 07:41:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>25 Mar. 2023 - Continuação - Momentos - Partilha - Aula aberta - &quot;Comparative exploration of school leadership across contexts&quot; - (continuação)</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2598673737</link>
         <description><![CDATA[<div>(...) No momento de partilha, também tive oportunidade de apresentar a <strong>aula aberta </strong>(17 de março) da Prof. Doutora Cathryn Magno da <em>Université de Fribourg Department of Education Sciences</em> sobre “<strong>Comparative exploration of school leadership across contexts</strong>”. A oradora efetuou uma resenha histórica sobre tipos de liderança de uma forma global <strong>(traços de personalidade, liderança situacional, distributiva, transformacional, servidora e instrutiva</strong>), nos últimos 20, 60 anos, apresentando a respetiva definição, caraterísticas e exemplos, bem como o percurso formativo de um diretor escolar, nomeadamente a sua preparação, formação (legislação), no Sistema Educativo Suíço (nos últimos 20 anos), através da realização de um <strong>estudo aprofundado</strong>, neste país, apresentando<strong> os principais marcos, momentos legislativos.&nbsp;</strong></div><div>Apresentou também uma temática muito atual e pertinente a “<strong>Liderança, Globalização e Diversidade</strong>”, neste sistema de ensino, comparando-o com outros contextos educativos (<a href="http://globalleadershipineducation.com/migration/">http://globalleadershipineducation.com/migration/</a>), com o objetivo de responder à seguinte questão - “<strong>Quais as habilidades, Skills, dinâmicas utilizadas, pelos líderes escolares, na Suíça, ao nível da mudança de mentalidades, no que concerne à globalização, diversidade, a nível social, cultural, linguístico, racional, ético e religioso a nível local (Fribourg)?)</strong>“.&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;</div><div>Também, ao longo da sessão, colocou diversas questões aos participantes, a saber: <strong>Qual a diferença entre gestão e liderança? Quem é que lidera a escola? Qual o significado de “líder”; O que é que os líderes necessitam de fazer? Qual a idade de ouro “Golden age of leadership” da liderança numa escola…Porquê?&nbsp;<br>&nbsp;<br></strong><br></div><div>Para além de todas as interpelações, colocou, ainda, <strong>diversos desafios pessoais e em grupo</strong>, tais como: apresentação dos principais traços, caraterísticas de um “Diretor escolar” (<strong>desafio 1);&nbsp; </strong>qual a idade de “ouro”, em Portugal para o exercício deste cargo (<strong>desafio 2</strong>) e “Quais as habilidades, Skills, dinâmicas que deverão ser utilizadas, pelos líderes escolares, em Portugal, ao nível da mudança de mentalidades, no que concerne à <strong>globalização, diversidade, a nível social, cultural, linguístico</strong>,<strong> racional, ético e religioso a nível local</strong>?<strong>“</strong>&nbsp; <strong>(desafio 3)</strong>. Neste sentido, foram apresentados alguns <strong>testemunhos</strong>, por parte dos participantes, no sentido de responder aos diferentes desafios, nomeadamente, em relação, ao <strong>primeiro desafio</strong>: “Tive um diretor que tudo fazia para que os professores aumentassem os seus graus académicos. Elaborou um plano de formação para um grupo de professores fazer o doutoramento (…) Tive um outro diretor que tendo tido a chance de fazer o doutoramento com seus ex alunos (na altura colegas), disse: não podem ser meus colegas! Tecnicamente, <strong>há liderança no primeiro caso</strong> e não no segundo. <strong>Porque, liderar é</strong> <strong>crescer juntos e fazer crescer (…)”</strong>.</div><div>&nbsp;<br>&nbsp;Ao nível do <strong>segundo desafio </strong>(<strong>Qual a “idade de ouro”</strong>, <strong>em Portugal para o exercício deste cargo?</strong> ), o<strong> testemunho </strong>apresentado por um dos participantes foi: “Em <strong>Portugal, nós sabemos que o</strong> <strong>grande problema é a falta de professores e a sua idade avançada…</strong>etc. Depois de ter tido oportunidade de ter entrevistado alguns diretores, considero que os professores mais novos não querem assumir esta responsabilidade…etc.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 07:41:30 UTC</pubDate>
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         <title>25 Mar. 2023 - Continuação - Momentos - Partilha - Aula aberta - &quot;Comparative exploration of school leadership across contexts&quot; - (continuação)</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2598673738</link>
         <description><![CDATA[<div><br>"A educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo".<br><strong>Nelson Mandela</strong><br><br>No que diz respeito ao <strong>terceiro desafio </strong>“<strong>Quais as habilidades, Skills, dinâmicas utilizadas, pelos líderes escolares, em Portugal, ao nível da mudança de mentalidades, no que concerne à globalização, diversidade, a nível social, cultural, linguístico, racional, ético e religioso a nível local?”, </strong>sugiro: <strong>1) Cursos de formação</strong>, como o "<a href="https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/teacher_academy/catalogue/detail.cfm?id=22032"><strong>Erasmus+: Integrating minority, migrant &amp; refugee children at European schools &amp; society - Palermo</strong>"</a>; <strong>2) </strong><a href="https://www.schooleducationgateway.eu/en/pub/teacher_academy/webinars/newly-arrived-refugees-class.htm"><strong>Webinars - School Education Gateway </strong>- Welcoming newly arrived refugees in the classroom</a>; <strong>3) </strong>Projetos, como o&nbsp; <a href="https://www.schooleducationgateway.eu/en/pub/resources/toolkitsforschools/detail.cfm?n=29344"><strong>CHILD-UP</strong></a><strong>, </strong><a href="https://www.micreate.eu/"><strong>&nbsp;Micreate</strong></a><strong>, </strong>&nbsp;<strong>“</strong><a href="https://www.dge.mec.pt/criancas-e-jovens-refugiados-medidas-educativas#1_Normativos"><strong>Não são apenas números</strong></a><strong>" </strong>e <strong>4</strong>) <strong>Os recursos disponíveis </strong>na<strong> ferramenta - </strong>&nbsp;<a href="https://www.schooleducationgateway.eu/en/pub/latest/practices/what-works-welcoming-refugees.htm"><strong>European Toolkit for Schools</strong></a>.<br> <br> Assim, para que possamos <strong>incluir, integrar, refugiados e</strong> <strong>imigrantes, há necessidade de dinamizarmos práticas inclusivas, grupos interativos </strong>e<strong> literacias dialógicas</strong>, que apelem <strong>à cooperação, interação, onde os alunos possam partilhar, apresentar as suas culturas,</strong> com a colaboração das suas famílias, <strong>Encarregados de Educação. </strong>Possibilitando a <strong>dialogicidade, </strong>a <strong>partilha</strong> de<strong> experiências de vida, </strong>como “<strong>verdadeiras comunidades de aprendizagem</strong>”, onde <strong>TODOS</strong> <strong>têm voz</strong>, promovendo, deste modo, diferentes competências, tais como,&nbsp; <strong>autonomia, pensamento crítico, responsabilidade, espírito de entreajuda</strong> e <strong>colaboração.</strong>&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;</div><div>Em suma: para conseguirmos <strong>educar para a diversidade</strong>, <strong>inclusão</strong>, <strong>humanidade e cultura</strong>, precisamos de ter em consideração a <strong>singularidade, a pluralidade</strong>, <strong>agarrando </strong>a <strong>cultura </strong>de <strong>cada um</strong>, através do <strong>respeito</strong>, pelas suas <strong>identidades, raízes, viajando pelas suas culturas</strong>, através da dinamização de <strong>metodologias ativas</strong>, <strong>espaços </strong>de <strong>aprendizagem, </strong>de<strong> debate, </strong>de<strong> tertúlias pedagógicas reflexivas, </strong>onde <strong>todos possam partilhar os seus pontos de vista, testemunhos </strong>(alunos, famílias, professores…etc), lendo o seu <strong>mundo, as suas palavras, </strong>as suas<strong> mundividências </strong>(apresentação de histórias de vida à comunidade), o seu <strong>olhar inquietante, </strong>de<strong> procura, </strong>de<strong> “busca” </strong>do <strong>desconhecido (...).</strong></div><div><br><strong>Bibliografia</strong>: <br> <br> <strong>Challenges and opportunities for culturally responsive, leadership in schools</strong>: Evidence from Four European countries<strong>, </strong>acedido em: https://journals.sagepub.com/doi/epub/10.1177/14782103211040909, no dia 19 de janeiro de 2023.<br>&nbsp;<br><a href="https://www.schooleducationgateway.eu/en/pub/resources/toolkitsforschools/detail.cfm?n=29344"><strong>CHILD-UP</strong></a><strong> - </strong>acedido em: https://www.schooleducationgateway.eu/en/pub/resources/toolkitsforschools/detail.cfm?n=29344, no dia 20 de março de 2023.<br>&nbsp;<br><strong>Educational Leadership: Capturing Global Knowledge, </strong>acedido no dia 17 de março de 2023, em http://globalleadershipineducation.com/.<br>&nbsp;<br>&nbsp;<br><strong>Integração de Crianças e Jovens Refugiados - “Não são apenas números</strong>” - <strong>Ministério da Educação Português - </strong><a href="https://www.dge.mec.pt/criancas-e-jovens-refugiados-medidas-educativas">https://www.dge.mec.pt/criancas-e-jovens-refugiados-medidas-educativas</a>. <br> <br><a href="https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/MiCREATE"><strong>MiCREATE</strong></a><strong> - </strong>acedido em: <a href="https://www.micreate.eu/"><strong>https://www.micreate.eu/</strong></a><strong>, </strong>&nbsp;no dia 20 de março de 2023.<br><strong><br>Pesquisa inclusiva: diálogo alunos-professores como fator de promoção da educação inclusiva, </strong>acedido em 5 janeiro de 2023, em https://revistas.ucp.pt/index.php/investigacaoeducacional/article/view/9684.<br>&nbsp;<br><strong>Schooleducationgateway </strong>- <strong>Welcoming newly arrived refugees in the classroom</strong> - acedido em: https://www.schooleducationgateway.eu/en/pub/teacher_academy/webinars/newly-arrived-refugees-class.htm, no dia 10 de março de 2023.<br> <br> <strong>Strategies for inclusion and social cohesion in Europe from education</strong> - acedido em https://cordis.europa.eu/project/rcn/84827/en, no dia 10 de março de 2023.<br> <br> <strong>Vitorino, T., &amp; Santos, J. (2021)</strong>. Pesquisa inclusiva: diálogo alunos-professores como fator de promoção da educação inclusiva. <em>Revista Portuguesa De Investigação Educacional</em>, (20), 56-73. https://doi.org/10.34632/investigacaoeducacional.2020.9684</div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 07:41:30 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>01 Abr. 2023 (online) - Análise de dados qualitativos (II) </title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2598673739</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Partilha </strong>– Resumo da <strong>3ª sessão </strong>sobre “Práticas inovadoras de avaliação” do “XIII Ciclo de Seminários de Aprofundamento em Administração, Supervisão e Organização Escolar”.</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Objetivos </strong>– Concluir a análise da entrevista aprofundada (Diretor Escolar), ao nível das <strong>práticas pedagógicas, competências e aprendizagens dinamizadas</strong>, no âmbito do <strong>Projeto Erasmus+</strong>, bem como o tipo de liderança exercida, cultura escolar e processo comunicativo.</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Pergunta </strong>– Quais as estratégias a adotar para conseguir continuar a trilhar este percurso investigativo, de forma resiliente?</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Ação</strong> – "Alinhavar” o resumo do artigo a submeter ao “<strong>V Seminário Internacional | Educação Territórios e Desenvolvimento Humano</strong>”.<br> <br>Aquando do momento de partilha tive oportunidade de efetuar um resumo do “<strong>3º Seminário do XIII Ciclo de Seminários de Aprofundamento em Administração, Supervisão e Organização Escolar - UCP</strong>”, com o tema "<strong>Práticas inovadoras de avaliação</strong>", que se realizou, no dia <strong>29 de março de 2023</strong>. &nbsp;<br> Assim relativamente às diferentes intervenções, gostaria de parabenizar a apresentação da Prof. Doutora Diana, do Srº Diretor Paulo Almeida e os diferentes testemunhos partilhados pelos alunos.</div><div>&nbsp;</div><div>No que diz respeito à intervenção da Prof. Doutora Diana Mesquita, relativamente às “<strong>Conceções e Práticas de Avaliação: cenários de mudança (e esperança)</strong>”, teve oportunidade de apresentar o papel das conceções dos professores, nos modos de avaliação dos alunos e o que a literatura nos refere, relativamente às <strong>práticas de avaliação</strong>.&nbsp; De acordo com a literatura, os professores <strong>demonstram poucas práticas de avaliação inovadoras</strong> (Hopfbeck, 2015; Emler et al, 2019), são <strong>bastante relutantes</strong>, nas suas <strong>práticas avaliativas</strong>, nomeadamente, aquando das <strong>reformas institucionais </strong>(Pastore, 2023) e precisam de melhorar a sua <strong>literacia, relativamente à avaliação</strong> (Will et.,2019; Pastore &amp; Andrade, 2019). Também referiu os <strong>principais cenários de mudança</strong> que deverão ser adotados, nos <strong>contextos educativos</strong>, à luz de diferentes autores, muito recentes, no sentido de espoletar a mudança, a <strong>disrupção</strong>, ao nível das comunidades educativas, culturas avaliativas (DeLuca &amp; Bellara,2013). Considerando que para <strong>inovarmos, </strong>há necessidade de <strong>professores indagadores, investigadores, críticos, pensantes </strong>(Gleeson et al., 2023), assentando numa lógica de <strong>reflexão contextualizada</strong>, num processo de tomada de <strong>decisão partilhado</strong>, tendo sempre em consideração os alunos como <strong>parceiros </strong>(Elwood, &amp; Klenowski, 2002), através da <strong>promoção de verdadeiras comunidades de aprendizagem profissional</strong> (Brodie, 2021).&nbsp;</div><div>Deste modo, considera-se que as organizações escolares <strong>precisam de desaprender</strong> algumas<strong> crenças muito enraizadas</strong>, ao nível do <strong>classificar, ordenar e seriar</strong>, porque isso <strong>hierarquiza e leva à exclusão</strong> (<strong>meritocracia</strong>), havendo necessidade de <strong>libertarmo-nos</strong> do papel de “juízes”, em que o <strong>professor é o centro do processo de ensino aprendizagem</strong>, o detentor dos <strong>conhecimentos</strong>, passando, assim, de uma <strong>abordagem seletiva</strong>, para uma abordagem em que se <strong>priorize&nbsp; o potencial de cada aluno</strong> <strong>(ensino personalizado</strong>), com intuito de <strong>fazer crescer, de maximizar os outros</strong>. <br> <br>Esta linha de pensamento, também foi partilhada pelo Srº Diretor Paulo Almeida, através da intervenção “<strong>Metamorfose da escola: do sonho à realidade</strong>”, uma vez que foi de encontro aos aspetos que tinham sido apresentados anteriormente, pela Prof. Doutora Diana Mesquita, colocando-nos a refletir sobre a necessidade de passarmos de uma avaliação massificada - “<strong>ensinar a muitos como se fossem um só</strong>” (Barroso, 1995) para uma <strong>avaliação personalizada</strong>, ao serviço de cada ser humano, mexendo nos <strong>currículos, estratégias, nos modos de trabalho docente, nos tempos de aprendizagem</strong>, tendo os alunos sempre como referência, uma vez que “<strong>Não posso dar a mesma ementa a todos, da mesma forma</strong>” (Alves, 1999). <br>Ao longo da sua intervenção, o professor Paulo Almeida teve oportunidade de apresentar <strong>práticas avaliativas contextualizadas, com intencionalidade pedagógica</strong>, <strong>reflexivas, partilhadas</strong>, considerando o <strong>feedback, a autorregulação</strong>, uma medida com bastante impacto, no processo de ensino aprendizagem. Assim, citou autores como <strong>António Nóvoa</strong>, considerando que a “metamorfose da escola, passa pela <strong>mudança dos ambientes educativos</strong>”, nomeadamente, pelos <strong>espaços, metodologias e recursos</strong> (ferramenta - <strong>design de cenários de Aprendizagem - </strong><em>Future Classroom Toolkit</em> - <a href="https://fcl.eun.org/toolkit">https://fcl.eun.org/toolkit</a>), mencionando como principais linhas de ação para a <strong>verdadeira “metamorfose” </strong>da escola as seguintes alterações: <br>&nbsp;1) <strong>matrizes curriculares</strong> (<strong>agregação parcial de disciplinas</strong> e criação de <strong>oficinas de conhecimento</strong>); <br> 2) <strong>opções metodológicas</strong> (<strong>metodologias como </strong><strong><em>creative problem solving</em></strong> e <strong>laboratórios de aprendizagem</strong>); <br> 3) <strong>gestão curricular</strong> (mapeamento curricular, articulação, gestão por cenários e sequências de aprendizagem) e&nbsp;</div><div><strong>regulação das aprendizagens </strong>(<strong>alterações ao calendário escolar, no referencial de avaliação, feedback e instrumentos de regulação </strong>cruzados com as tipologias de trabalho e semanas temáticas). <br>Referindo que para conseguirmos mudar, transformar a forma de ver a escola, necessitamos de ter em consideração o contexto educativo, para que tenhamos uma <strong>escola mais autónoma, responsável e cooperante</strong>, indo ao encontro do decreto Lei nº 54, 55, PASOE, Programa de Cidadania e Desenvolvimento, Projeto Maia e Metodologia de Trabalho de Projeto (metodologias ativas). Reforçando, assim, a necessidade de uma <strong>avaliação sistemática</strong>, ao nível das tarefas, através de uma <strong>avaliação diagnóstica, formativa </strong>(<em>feed up, feedback</em> e o <em>feedforward) </em>e a <strong>avaliação sumativa</strong>, não descurando o papel da <strong>autorregulação das aprendizagens, no desenvolvimento pessoal e na autonomia</strong>, bem como a importância da <strong>relação, da gestão das emoções</strong>, através da promoção de <strong>grupos interativos (cenários inovadores de aprendizagem)</strong>, com o intuito de trazer para dentro da sala de aula, <strong>alunos, professores, pais</strong> (participação educativa da comunidade), considerando que aprendemos na <strong>relação, na avaliação por pares e dos outros</strong>, dando <strong>voz aos alunos</strong>, apresentando muitos exemplos práticos (oficinas de cozinha pedagógicas, ambientes educativos – <em>MusicLabs</em>, onde os alunos poderiam relaxar e lidar com as emoções…etc). <br> <br> No que concerne ao painel “<strong>Envolver os alunos: percursos a construir</strong>”, os alunos tiveram oportunidade de referir de uma forma geral que há necessidade de mais <strong>aulas práticas, laboratoriais</strong>, utilizando <strong>diferentes ferramentas tecnológicas</strong>, tais como <strong><em>Kahoots</em></strong>, bem como <strong>simuladores, vídeos, histórias de aprendizagem</strong>,&nbsp; através da dinamização de <strong>Projetos,</strong> como o <strong>Erasmus +, </strong>uma vez que desenvolvem diversas <strong>competências de comunicação, orais, tecnológicas e de autonomia e desenvolvimento pessoal</strong>, ao invés de se fazerem <strong>tantas fichas de avaliação sumativa</strong> (diminuição da percentagem atribuída) e aulas de preparação para os exames. Referiram também como uma mais valia, as <strong>atividades, tarefas, ligadas ao dia a dia</strong>, tais como <strong>Literacia Financeira</strong> (empréstimos a termo e a prazo…etc), <strong>preenchimento do IRS</strong>, com o intuito de projetarem a realidade quotidiana de uma forma mais concreta, passando pela <strong>cooperação</strong>, pela <strong>relação</strong>, potenciando, assim, as <strong>aprendizagens, </strong>através de um<strong> crescimento conjunto</strong> (por exemplo o voluntariado), visto que os<strong> professores que eles nunca mais se esquecem</strong> são aqueles que <strong>provocam, desafiam, problematizam</strong>, os <strong>encaminham </strong>para uma <strong>aprendizagem ao longo da vida</strong>.</div><div>&nbsp;</div><div>Tal como foi referido na primeira sessão “<strong>Avaliação para as Aprendizagens</strong>”, a avaliação é muito mais que <strong>certificar, classificar conhecimentos</strong>, mas também avaliar o que por vezes é difícil de ser “<strong>contabilizado, medido</strong>”, nomeadamente <strong>atitudes e valores</strong>, através de um <strong>ensino personalizado</strong>, em que se dê <strong>voz aos alunos</strong>, na lógica do aluno, como <strong>parceiro</strong>, indo ao encontro das comunicações proferidas, nesta segunda sessão do seminário.&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 07:41:30 UTC</pubDate>
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         <title>01 Abr. 2023 (online) - Análise de dados qualitativos (II) - continuação - Síntese e Bibliografia - (continuação)</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2598673740</link>
         <description><![CDATA[<div>Em suma: considera-se que todas as intervenções apresentadas <strong>evidenciaram bastante coerência, fluidez nos discursos</strong>, uma vez que conseguiram estabelecer uma ponte entre autores de referência recentes, proferidos, pela Prof. Doutora Diana Mesquita, através da apresentação de exemplos de <strong>práticas avaliativas, muito personalizada</strong>s, contextualizadas mencionadas pelo Srº Diretor, Paulo Almeida e pelos alunos, conjugando, desta forma a teoria e a empiria. De realçar ainda os e<strong>xcelentes testemunhos dos alunos</strong>, na lógica de <strong>parceiros</strong>, através da partilha dos seus pontos de vista, ao nível das <strong>práticas avaliativas ao serviço das aprendizagens</strong> que deverão ser postas em prática, pelos professores, nos dias de hoje.<br><br></div><div><strong>Bibliografia<br></strong><br></div><div>Barroso, João. (1995). BARROSO, João (1995). Para o desenvolvimento de uma cultura de participação na escola. Lisboa: Instituto de Inovação Educacional.</div><div>&nbsp;</div><div>Crises e Dilemas no Ensino Secundário: Em busca de um novo paradigma. Porto: ASA Editores II, S.A., 1999. (Cadernos Correio Pedagógico, 45), acedido em:&nbsp;</div><div><a href="https://www.academia.edu/5898466/Crises_e_dilemas_do_ensino_secund%C3%A1rio">https://www.academia.edu/5898466/Crises_e_dilemas_do_ensino_secund%C3%A1rio</a></div><div>no dia 30 de março.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>DeLuca, C., and A. Bellara. (2013). “The Current State of Assessment Education Aligning Policy, Standards, and Teacher Education Curriculum.” Journal of Teacher Education 64 (4): 356–372. doi:10.1177/0022487113488144.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Elwood, J., and V. Klenowski. (2002). “Creating Communities of Shared Practice: Assessment Use in Learning and Teaching.” Assessment and Evaluation in Higher Education 27 (3): 243–256. doi:10.1080/02602930220138606.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Emler, T., Zhao, J. Deng, D. Yin, &amp; Y. Wang. (2019). “Side Effects of Large-Scale Assessments in Education.” Review of Education 2 (3): 279–296. doi:10.1177/2096531119878964. • Fulmer, G. W., Lee, I. C. H., &amp; Tan, K. H. K. (2015). Multi-level model of contextual factors and Assessment in Education: teachers’ assessment practices: An integrative review of research. Principles, Policy &amp; Practice, 2 (4), 475– 494.</div><div>&nbsp;</div><div>Gleeson, J., Cutler, B., Rickinson, M. et al. School educators’ engagement with research: an Australian Rasch validation study (2023). Educ Asse Eval Acc. https://doi.org/10.1007/s11092-023-09404-7</div><div>&nbsp;</div><div>Hopfenbeck, T. (2015). “Formative Assessment, Grading and Teacher Judgement in Times of Change.” Assessment in Education: Principles, Policy &amp; Practice 22 (2): 299–301. • Marton, F. (1981). Phenomenography - describing conceptions of the world around us. Instructional Science, 10, 177-200.</div><div>&nbsp;</div><div>NÓVOA, António. Escolas e professores. Proteger, transformar, valorizar. Salvador: SEC/IAT, 2022, acedido em: <a href="https://rosaurasoligo.files.wordpress.com/2022/02/antonio-novoa-livro-em-versao-digital-fevereiro-2022.pdf">https://rosaurasoligo.files.wordpress.com/2022/02/antonio-novoa-livro-em-versao-digital-fevereiro-2022.pdf</a>, no dia 30 de março.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 07:41:30 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>22 Abr.2023 - Escrita científica e disseminação do conhecimento (IV)</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2598673741</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Partilha</strong> – Resumo da Aula aberta - “<strong>A escola como um espaço Bem-estar. Dos cantos de uma sereia à afirmação de uma necessidade</strong>”, dinamizada pelo <strong>Prof. Doutor Rui Trindade</strong>.<br><br></div><div><strong>Objetivos </strong>– Concluir a análise da entrevista aprofundada realizada ao Diretor Escolar, ao nível das práticas pedagógicas, competências e aprendizagens promovidas, no âmbito do Projeto Erasmus+.<br><br></div><div><strong>Pergunta </strong>– Como irá decorrer o processo de análise, cruzamento dos dados (triangulação), das entrevistas realizadas?<br><br></div><div><strong>Ação</strong> – Elaborar o esboço do artigo para o “V Seminário Internacional | Educação Territórios e Desenvolvimento Humano”.<br><br></div><div>Tal como em outras aulas abertas, mais uma vez tivemos oportunidade de finalizar a sessão mais enriquecidos, desta vez com o Prof. Doutor Rui Trindade, relativamente às competências socioemocionais.&nbsp;<br><br></div><div>Segundo o investigador, a escola deverá ser um local, <strong>espaço de bem-estar para alunos e para professores, a reivindicação da escola</strong>, como um <strong>espaço de bem-estar</strong>, de <strong>socialização</strong>, no sentido de desenvolver <strong>diversas competências cognitivas, emocionais e sociais (autoconhecimento; autogestão; consciência social; relação interpessoal; tomada de decisão responsável)</strong>, desde cedo, vitais no processo de ensino-aprendizagem e no sucesso escolar dos alunos.<br><br></div><div>Assim, ao longo da sua intervenção o investigador teve oportunidade de <strong>citar diversos documentos</strong> (<strong>PASEO, Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, Projeto Maia</strong>…etc), estudos internacionais (<strong>OCDE</strong>), autores (Mark Greenberg, Tânia Gaspar, Maria do céu Roldão, Ana Benavente) e propor diversas sugestões de leitura sobre competências socioemocionais, nomeadamente, artigos do jornal público de <a href="https://www.publico.pt/2022/12/11/sociedade/entrevista/mark-greenberg-escola-nao-apenas-lugar-criancas-sentarem-fazerem-%F0%9F%A4%AC-2030898">Mark Greenberg: “A escola não deve ser apenas um lugar para as crianças se sentarem e fazerem</a> testess" e de Tânia Gaspar – “<a href="https://www.publico.pt/2022/12/14/infografia/infelizes-nervosos-passa-adolescentes-722">Mais infelizes, mais nervosos. O que se passa com os adolescentes?</a>”(jornal público, 2022).</div><div><br></div><div>Considerou-se, assim, que há necessidade que o sistema educativo (pais, professores, famílias, assistentes sociais, psicólogos…etc) desenvolvam estas <strong>competências pessoais, sociais, socioemocionais, interculturais</strong> e proporcionem condições, ambientes pedagógicos transformadores (Benavente, 1991), <strong>espaços de aprendizagem interculturais, de bem-estar, relaxamento (jogos, técnicas de </strong><strong><em>mindfulness, </em></strong><strong>Yoga)</strong>, <strong>cursos de formação (Erasmus+, 2023), projetos Erasmus + (Erasmus+, 2022)</strong>, através de uma rede de apoio especializada (psicólogos escolares), com o intuito de ajudar a gerir da melhor forma as <strong>emoções dos alunos (empatia, tolerância, compaixão, decisões, relações, atitudes, comportamentos)</strong>, quando se deparam com <strong>problemas</strong>, tornando-os responsáveis por um futuro melhor, essenciais para uma aprendizagem, ao longo da vida.&nbsp;<br> &nbsp;</div><div>Neste contexto, tal como se pode verificar em diversos documentos estruturantes, nomeadamente: - <strong>1) </strong>no <strong>Decreto Lei nº 55, Autonomia e Flexibilidade Curricular</strong>, precisamos de “(…) iii- Fomentar nos alunos o desenvolvimento de competências de pesquisa, avaliação, <strong>reflexão, mobilização crítica e autónoma de informação</strong>, com vista à <strong>resolução de problemas e ao reforço da sua autoestima e bem-estar</strong> (…)”;<br> - <strong>2)</strong> na <strong>Estratégia Nacional de Educação para a Cidadani</strong>a – “(…) g - a estratégia que visa o <strong>desenvolvimento de competências para uma cultura de democracia e aprendizagens</strong> com impacto na <strong>atitude cívica individual</strong>, no <strong>relacionamento interpessoal e no relacionamento social e intercultural</strong>;<br><br></div><div>Também, segundo, o i<strong>nquérito da OCDE </strong>aplicado aos alunos (10-15 anos) sobre <strong>Competências Sociais e Emocionais</strong>, estas podem ser definidas como um <strong>conjunto de competências essenciais, capacidades, atributo</strong>s e caraterísticas fundamentais para o<strong> sucesso individual e social</strong>, de forma que estes possam ter sucesso na escola e participar, na sociedade, de forma ativa. Os <strong>principais resultados aferidos deste questionário</strong>, com base em 5 domínios estruturantes (desempenho face às tarefas, regulação emocional, colaboração, abertura de espírito e envolvimento interpessoal), <strong>evidenciam que os alunos que demonstram mais competências sociais e emocionais são aqueles que se sentem mais integrados na escola</strong> e estabelecem <strong>melhores relações entre colegas e professores</strong>. Em contrapartida, os <strong>alunos que são vítimas de </strong><strong><em>bullying</em></strong> tendem a apresentar <strong>competências mais baixas no domínio da regulação emocional</strong>, bem como da <strong>confiança, menor bem-estar psicológico, mais emoções negativas e confiam menos nos outros</strong>. Concluíram ainda de que os <strong>estudantes que se dão bem com os seus professores</strong> revelam maior <strong>curiosidade, motivação, determinação para aprender e melhores resultados académicos </strong>(OCDE, 2021, p.7).<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?time_continue=189&amp;v=ouXhi_CfBVg&amp;embeds_referring_euri=https%3A%2F%2Fcasel.org%2F" />
         <pubDate>2023-05-21 07:41:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2598673741</guid>
      </item>
      <item>
         <title>22 Abr.2023 - Escrita científica e disseminação do conhecimento (IV)- (continuação)</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2598673743</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Num mundo em constante mudança, podemos concluir que os sistemas educativos necessitam possuir uma visão mais abrangente, holística dos seus alunos, ao nível de <strong>diversas competências, não somente académicas</strong>, mas também <strong>competências sociais e emocionais</strong>, no ambiente escolar, tal como refere Mark Greenberg e Andreas Schleicher (OCDE, 2021).</div><div>Quando os alunos sentem que são tratados de <strong>forma justa, quando a comunidade educativa os ajuda a desenvolver um sentimento de pertença</strong>, lhes proporciona um <strong>ambiente disciplinado, estruturado e cooperativo, de apoio</strong> e <strong>menos punitivo</strong>, as suas competências sociais e emocionais desenvolver-se-ão melhor (OCDE, 2021, p.8), são menos propensos a <strong>comportamentos destrutivos e estão preparados para realizar os seus objetivos, os seus sonhos </strong>(…).</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=fxRlPKSBGbc" />
         <pubDate>2023-05-21 07:41:30 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>22 Abr.2023 - Escrita científica e disseminação do conhecimento (IV)- (continuação)</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2598673744</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>&nbsp;Bibliografia</strong>:&nbsp;<br><br></div><ul><li>&nbsp; <strong>Benavente, Salgado, 1991.</strong> <strong><em>Práticas culturais, modos de vida, escolarização</em></strong>. acedido em: <a href="https://www.ces.uc.pt/publicacoes/rccs/artigos/33/Ana%20Benavente,%20Lucilia%20Salgado%20-%20Praticas%20Culturais,%20Modos%20de%20Vida%20e%20Escolarizacao.pdf">https://www.ces.uc.pt/publicacoes/rccs/artigos/33/Ana%20Benavente,%20Lucilia%20Salgado%20-%20Praticas%20Culturais,%20Modos%20de%20Vida%20e%20Escolarizacao.pdf</a>, no dia 15 de abril de 2023.</li><li><strong>Erasmus+, 2022. </strong><em>Towards better well-being. acedido em </em><a href="https://erasmus-plus.ec.europa.eu/projects/search/details/2020-1-FI01-KA101-066146"><em>https://erasmus-plus.ec.europa.eu/projects/search/details/2020-1-FI01-KA101-066146</em></a><em>, no dia 24 de abril de 2023.</em></li><li><strong>Erasmus+, 2022</strong>. <em>TRengthen socio-Emotional competeNce to Guidance pracTitioners</em>, acedido em <a href="https://erasmus-plus.ec.europa.eu/projects/search/details/2019-1-RO01-KA202-063198">https://erasmus-plus.ec.europa.eu/projects/search/details/2019-1-RO01-KA202-063198</a>, no dia 16 de abril de 2023.&nbsp;</li><li><strong>Erasmus+, 2022</strong>. SchoolEducationGateway - .<strong>How to stop bullying and cyber bullying in schools and promote social and emotional learning</strong>. acedido em: <a href="https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/teacher_academy/catalogue/detail.cfm?id=54098">https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/teacher_academy/catalogue/detail.cfm?id=54098</a>, no dia 15 de abril de 2023.</li><li><strong>Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, acedido em - </strong><a href="https://www.dge.mec.pt/estrategia-nacional-de-educacao-para-cidadania"><strong>https://www.dge.mec.pt/estrategia-nacional-de-educacao-para-cidadania</strong></a><strong>, </strong>no dia 15 de abril de 2023.</li><li><strong>Decreto Lei nº 55, 2018 - Autonomia e flexibilidade curricular, acedido em </strong><a href="https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/AFC/dl_55_2018_afc.pdf"><strong>https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/AFC/dl_55_2018_afc.pdf</strong></a>, no dia 16 de abril de 2023.</li><li><strong>Greenberg, Mark , 2022</strong>, <em>Mark Greenberg: A escola não deve ser apenas um lugar para as crianças se sentarem e fazerem testess, acedido em https://www.publico.pt/2022/12/11/sociedade/entrevista/mark-greenberg-escola-nao-apenas-lugar-criancas-sentarem-fazerem-testess-2030898, no dia 23 de abril.</em></li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Gaspar, Tânia, 2022</strong>. <em>Adolescentes portugueses estão mais infelizes, especialistas pedem mais respostas. </em>14 dez. 2022<em>. acedido no </em>Jornal Público<em> em:</em> <a href="https://observador.pt/2022/12/14/adolescentes-portugueses-estao-mais-infelizes-especialistas-pedem-mais-respostas/"><em>https://observador.pt/2022/12/14/adolescentes-portugueses-estao-mais-infelizes-especialistas-pedem-mais-respostas/</em></a><em>, no dia 23 de abril de 2023.</em></li><li><strong>Ministério da Educação</strong> - Competências socioemocionais - acedido em - <a href="https://cidadania.dge.mec.pt/saude/prevencao-da-violencia-em-meio-escolar/competencias-socioemocionais">https://cidadania.dge.mec.pt/saude/prevencao-da-violencia-em-meio-escolar/competencias-socioemocionais</a>, no dia <em>15 de abril de 2023.</em></li><li><strong>OCDE, 2023. </strong>S<em>chools as hubs for social and emotional learning</em> – Are schools and teachers ready?, acedido em: <a href="https://www.oecd.org/education/schools-as-hubs-for-social-and-emotional-learning-f6d12db7-en.htm">https://www.oecd.org/education/schools-as-hubs-for-social-and-emotional-learning-f6d12db7-en.htm</a>, no dia 15 de abril de 2023.</li><li><strong>OCDE, 2022. </strong>F<em>irst Results from the Survey of Social and Emotional Skills</em>, acedido em - <a href="https://www.oecd-ilibrary.org/education/beyond-academic-learning_a98bded5-en">https://www.oecd-ilibrary.org/education/beyond-academic-learning_a98bded5-en</a>, no dia 15 de abril de 2023.</li><li><strong>SchoolEducationGateway - </strong><em>Social and Emotional Learning (SEL) for Successful Schools – Dublin</em>, acedido em https://www.schooleducationgateway.eu/pt/pub/teacher_academy/catalogue/detail.cfm?id=98370, no dia 16 de abril de 2023.</li><li><strong><em>Social and Emotional Learning in Schools From Programs to Strategies</em></strong><em> </em>- <a href="https://srcd.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/j.2379-3988.2012.tb00073.x">https://srcd.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/j.2379-3988.2012.tb00073.x</a>, acedido no dia <em>dia 23 de abril de 2023.</em></li><li><strong>Well-being of learners</strong> - <a href="https://www.schooleducationgateway.eu/en/pub/resources/toolkitsforschools/subarea.cfm?sa=13">https://www.schooleducationgateway.eu/en/pub/resources/toolkitsforschools/subarea.cfm?sa=13</a>, acedido no dia <em>dia 23 de abril de 2023.</em></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=Dn2OLORpCqI&amp;t=615s" />
         <pubDate>2023-05-21 07:41:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2598673744</guid>
      </item>
      <item>
         <title>20 Mai. 2023 - Como publicar em revistas SCOPUS e WOS no âmbito da Educação (continuação)</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2616164060</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta sessão tivemos oportunidade de explorar os principais conceitos inerentes às<strong> bases de dados de meta informação de publicações, Scopus e Web of Science </strong>(WoS), nomeadamente o <strong>índice de citações</strong> para as <strong>fontes indexadas</strong> e principais <strong>ferramentas </strong>de<strong> análise, </strong>de <strong>pesquisa</strong>.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Relativamente à <strong>Scopus</strong> (métricas - SJR - SCImago Journal Rank e SNIP - Source Normalized per Paper) pertence ao <strong>grupo Elsevier</strong> e<strong> </strong>cumpre um<strong> mínimo de critérios</strong>, tais como: <strong>revisão por pares; metadados em inglês; publicação regular; referências bibliográficas; política editorial e ética na publicação</strong>.&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;</div><div>No que concerne à <strong>Web of Science - WOS</strong> (métrica - Journal Citation Reports -JCR) pertence ao grupo ClarivateAnalytics, e obdece a um conjunto de critérios, tais como: <strong>ISSN, título, publicação do jornal, URL (jornal online), acesso conteúdo, revisão por pares, título e resumo em Inglês, linguagem clara, conteúdos relevantes </strong>e&nbsp; <strong>critério de impacto</strong> (análise comparativa da citação, do autor e do significado do conteúdo).&nbsp;<br>&nbsp;</div><div>Em suma: Este modelo de publicação científica dá muita relevância ao <strong>Fator de Impacto, ao alcance da publicação,&nbsp; ao nº de citações </strong>e ao<strong> quartil (fator de impacto da revista</strong>, ordenando do mais elevado para o mais baixo), como os únicos fatores que <strong>reconhecem</strong> e <strong>validam o conhecimento científico produzido</strong>.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Bibliografia</strong></div><div>&nbsp;</div><ul><li>Clarivate - acedido em: <a href="https://clarivate.com/webofsciencegroup/journal-evaluation-process-and-selection-criteria/">https://clarivate.com/webofsciencegroup/journal-evaluation-process-and-selection-criteria/</a> e https://access.clarivate.com/login?app=wos&amp;alternative=true&amp;shibShireURL=https:%2F%2Fwww.webofknowledge.com%2F%3Fauth%3DShibboleth&amp;shibReturnURL=https:%2F%2Fwww.webofknowledge.com%2F&amp;roaming=true, no dia 20 de maio de 2023.</li></ul><div><br></div><ul><li>Elsevier Wordmark – acedido em: <a href="https://www.elsevier.com/solutions/scopus/how-scopus-works/content/content-policy-and-selection">https://www.elsevier.com/solutions/scopus/how-scopus-works/content/content-policy-and-selection</a>, no dia 20 de maio de 2023.&nbsp;</li></ul><div><br></div><ul><li>Scopus - acedido em: https://www.scopus.com/home.uri, no dia 20 de maio de 2023, , no dia 20 de maio de 2023.</li></ul><div><br></div><ul><li>Scopus tutorial - acedido em: <a href="https://service.elsevier.com/app/answers/detail/a_id/14799/c/10545/supporthub/scopus/">https://service.elsevier.com/app/answers/detail/a_id/14799/c/10545/supporthub/scopus/</a>, , no dia 20 de maio de 2023.</li></ul><div><br></div><ul><li>Scopus blog - - acedido em: <a href="https://blog.scopus.com/">https://blog.scopus.com/</a>, no dia 20 de maio de 2023.</li></ul><div><br></div><ul><li>Publons FAQs -- acedido em: <a href="https://publons.freshdesk.com/support/solutions/5000103279">https://publons.freshdesk.com/support/solutions/5000103279</a>, no dia 20 de maio de 2023.</li></ul><div><br></div><ul><li>Quintanilha e Cardoso, 2018. “O FATOR DE IMPACTO COMO LEGITIMADOR DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO PRODUZIDO. UMA REVISÃO DA LITERATURA”, acedido em:&nbsp; <a href="https://repositorio.ual.pt/bitstream/11144/3909/6/pt_vol9_n2_art03.pdf">https://repositorio.ual.pt/bitstream/11144/3909/6/pt_vol9_n2_art03.pdf</a>, no dia 7 de junho de 2023.</li></ul><div><br></div><ul><li>Web of Science Core Collection Help - - acedido em:<a href="https://images.webofknowledge.com/WOKRS535R90/help/WOS/contents.html">https://images.webofknowledge.com/WOKRS535R90/help/WOS/contents.html</a>, no dia 20 de maio de 2023.</li></ul><div><br></div><ul><li>Web of Science Platform: training resources - acedido em: https://clarivate.com/webofsciencegroup/support/wos/, no dia 20 de maio de 2023.</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2054725723/76585de7fcbb5a36f713e4960a7f2527/MINDMAP_SCOPUS_WebOFSCIENCE.pdf" />
         <pubDate>2023-06-06 18:03:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2616164060</guid>
      </item>
      <item>
         <title>20 Mai. 2023 - Como publicar em revistas SCOPUS e WOS no âmbito da Educação</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2618063539</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Partilha – </strong>Conclusão do esboço do artigo para o “<strong>V Seminário Internacional | Educação Territórios e Desenvolvimento Humano”, </strong>principais vantagens da formação frequentada (Millage Aprender +), bem como do curso estruturado a frequentar, em <strong>Madrid</strong> (29 de maio a 3 de junho), ao nível de abordagens pedagógicas inovadoras (Gamificação e jogos), no processo de ensino- aprendizagem.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Objetivos – </strong>Saber quais as principais revistas indexadas à SCOPUS e Web Of Science (WOS) e principais caraterísticas.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Pergunta – </strong>O que é que eu sei sobre como publicar em base de dados Scopus e Web Of Science? E o que é que eu quero aprender?</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Ação </strong>– Preparação do Curso Estruturado sobre “<strong>Introducing Sustainability Through Game-Based Learning and Gamification</strong>, relativamente à mobilidade a realizar a Espanha (Madrid), no âmbito do meu <strong>objeto de estudo </strong>(Programa Erasmus+).</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Partilha – </strong>Conclusão do esboço do artigo para o “<strong>V Seminário Internacional | Educação Territórios e Desenvolvimento Humano”, </strong>principais vantagens da formação frequentada e da aplicação (Millage Aprender +), bem como do curso estruturado a frequentar, em <strong>Madrid</strong> (29 de maio a 3 de junho), ao nível de abordagens pedagógicas inovadoras, no processo de ensino-aprendizagem.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Objetivos – </strong>Saber quais as principais revistas indexadas à SCOPUS e Web Of Science (WOS) e principais caraterísticas.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Pergunta – </strong>O que é que eu sei sobre como publicar em base de dados Scopus e Web Of Science? E o que é que eu quero aprender?</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Ação </strong>– Preparação do Curso Estruturado sobre “<strong>Introducing Sustainability Through Game-Based Learning and Gamification</strong>, relativamente à mobilidade a realizar a Espanha (Madrid), no âmbito do meu <strong>objeto de estudo </strong>(Programa Erasmus+).</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>Nesta aula tive oportunidade de partilhar as principais mais-valias da <strong>Plataforma educativa digital Millage Aprender +</strong>, no âmbito dos projetos <strong>MILAGE (MathematIcs bLended Augmented GamE</strong>),&nbsp; <strong>LEARN+ e INCOLLAB</strong> do <strong>programa ERASMUS+</strong> (meu objeto de estudo), uma vez que no ano letivo anterior tive oportunidade de frequentar uma formação sobre esta plataforma educativa.&nbsp;</div><div>Considero assim, que a esta plataforma permite aos docentes criarem diferentes recursos educativos e dinamizarem metodologias ativas inovadoras (Gamificação, Realidade Aumentada, Aprendizagem Mista), utilizando <strong>smartphones e tablets, </strong>promovendo, assim, a avaliação para as aprendizagens. Através de uma <strong>avaliação formativa (feed up, feedback e feed forward) permanente,</strong> assentando numa lógica mais <strong>compreensiva, prática</strong>, tendo em linha de conta, os jovens com que nos deparamos, nos dias de hoje, <strong>nativos digitais</strong>, motivando-os, despertando-lhes a <strong>sede de conhecimento</strong>, a vontade de <strong>aprender a aprender</strong>, ao longo da vida. Abrindo-lhes as <strong>portas, as gaiolas, deixando os alunos voar</strong>, ao invés de uma <strong>avaliação convencional</strong>, vinculada a um paradigma positivista, tradicional (<strong>avaliar é igual a medir</strong>), indo ao encontro das sessões anteriores que tive oportunidade de partilhar o “<strong>XIII Ciclo de Seminários de Aprofundamento em Administração, Supervisão e Organização Escolar (ASOE) – A avaliação em Interação: Pedagogias, Currículo e Aprendizagens</strong>” e do curso estruturado que pretendo frequentar, em <strong>Madrid</strong>, sobre <strong>Sustentabilidade Ambiental</strong>, através da utilização de <strong>metodologias de aprendizagem </strong>baseadas no <strong>jogo e na gamificação</strong>. <br><br>Em suma: a dinamização de <strong>metodologias pedagógicas ativas</strong>, apelando à <strong>gamificação, à aprendizagem mista, baseada em jogos e dispositivos móveis</strong>, promovem diversas competências (tecnológicas e de autonomia), aprendizagens, com o intuito de ensinar e aprender de forma a responder às<strong> necessidades atuais e futuras das crianças e dos jovens</strong>, tendo em consideração as <strong>mudanças profundas e crescente</strong>s no modo de funcionar das sociedades e da economias, através da <strong>mudança e da evolução dos modelos de ensino e das práticas pedagógicas</strong>.</div><div>&nbsp;<br><strong>Bibliografia</strong><br> <br> <strong>MILAGE Aprender +</strong> - acedido em - https://erte.dge.mec.pt/milage-aprender, no dia 20 de maio de 2023.<br> <br><strong>PROJETO MILAGE APRENDER+ - </strong>acedido em - <strong>https://milagegeral.wixsite.com/apresentacaomilage/projects-8-1?page_id=739,</strong> no dia 20 de maio de 2023.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=xIDtMADd0FE" />
         <pubDate>2023-06-08 08:01:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2618063539</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Partilha - 4.º Seminário | Avaliação como investigação e empoderamento (24 maio 2023)</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2620101495</link>
         <description><![CDATA[<div>“<strong>A avaliação é a mediação entre o ensino do professor, as aprendizagens do professor e as aprendizagens do aluno, é o fio da comunicação entre formas de ensinar e formas de aprender. É preciso considerar que os alunos aprendem diferentemente porque têm histórias de vida diferentes, são sujeitos históricos, e isso condiciona a sua relação com o mundo e influencia sua forma de aprender. Avaliar, então é também buscar informações sobre o aluno (sua vida, sua comunidade e, sua família, seus sonhos...) é conhecer o sujeito e seu jeito de aprender” (Paulo Freire, 1996, p. 65)</strong>".<br><br><br><br>Relativamente ao 4º seminário “<strong>Avaliação como investigação e empoderamento</strong>” tivemos oportunidade de clarificar conceitos inerentes aos <strong>três processos pedagógicos</strong> (<strong>ensinar, aprender, avaliar</strong>), isto é, a <strong>avaliação como instrumento de poder emancipatório, libertador, transformador</strong> (clareza e transparência, diversificação de instrumentos, feedback...etc), ao <strong>invés</strong> de uma avaliação como <strong>instrumento de poder coercivo</strong> (controlo, punição, seriação e classificação...etc), tal como referiu a Prof. Doutora Isabel Fialho (Universidade de Évora).</div><div>&nbsp;</div><div>Assim, necessitamos de adotar <strong>práticas diferenciadas</strong> para que todos os alunos se possam apropriar de forma significativa das <strong>aprendizagens curriculares e que nenhum desista</strong> (“…<strong>educação inclusiva</strong> exige-nos o <strong>dever de reconhecer o direito à diferença</strong> e aos <strong>ritmos diferenciados</strong> a que cada cidadão tem direito…”).</div><div>Neste sentido, tal como explicou a Prof. Doutora Cristiana Madureira do Instituto Politécnico de Leiria, a t<strong>ransformação da tríade pedagógica </strong>(<strong>ensinar, aprender e avaliar)</strong> só pode ser realizada, através da <strong>interação entre professores e&nbsp; alunos</strong>, criando oportunidades <strong>para todos os alunos</strong>, isto é, apelando à <strong>escuta, ao diálogo com o aluno, com a comunidade, à reflexão na ação</strong>, <strong>sobre a ação e após ação</strong>, à qualidade dos processos educacionais e a um maior envolvimento destes, promovendo a <strong>inclusão, a cidadania ativa, a democraticidade, a interculturalidade, a participação e o envolvimento cívico</strong>.<br><br></div><div>Para conseguirmos alcançar estes desígnios há necessidade de utilizarmos <strong>instrumentos de avaliação diversificados</strong>, tal como está descrito, no <strong>Decreto-Lei n.º 54/2018</strong> - “ (…) flexibilidade, a gestão flexível do currículo, dos espaços e dos tempos escolares, de modo que a ação educativa nos seus <strong>métodos, tempos, instrumentos e atividades</strong> possa responder às <strong>singularidades de cada um</strong> (…) apoiar a criação de <strong>recursos de aprendizagem e instrumentos de avaliação para as diversas componentes do currículo</strong> (…)”.<br>Dando <strong>voz aos alunos</strong>, tal como refere este decreto “(…) As <strong>escolas devem assegurar a todos os alunos o direito à participação no processo de avaliação</strong> (…)”, através de uma <strong>avaliação para as aprendizagens</strong>, promovendo a <strong>dimensão formativa da avaliação</strong>. para o <strong>sucesso escolar, valorizando </strong>a<strong> autonomia dos alunos</strong>.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Em suma: Os professores necessitam de envolver <strong>ativamente os alunos no processo formativo de avaliação</strong> para as aprendizagens, proporcionando um <strong>serviço educativo, em que se valorize as atitudes, os conhecimentos</strong> e a <strong>integração social</strong>, garantindo o rigor, a <strong>inovação e a exigência nas práticas de ensino-aprendizagem</strong>, associadas a uma <strong>avaliação transparente, rigorosa e credível</strong>, promotora de <strong>aprendizagens, competências</strong> com vista a uma real avaliação pedagógica, ao <strong>invés de práticas</strong> que têm sobretudo como <strong>finalidade a classificação</strong>, contribuindo para o desenvolvimento de uma <strong>cultura de avaliação pedagógica e de avaliação para as aprendizagens</strong>, utilizando <strong>instrumentos de avaliação diversificados</strong>, de <strong>caráter formativo</strong>, valorizando o <strong>feedback enquanto componente essencial </strong>da<strong> avaliação formativa</strong>, envolvendo os alunos no seu processo de avaliação (<strong>autoavalaição e avaliação aos pares</strong>), promovendo a <strong>autorregulação</strong> (construção de rubricas com os alunos) e a <strong>inclusão</strong>, propiciando, assim, condições de aprendizagem para <strong>TODOS.<br><br>Bibliografia</strong>:<br><br>Rosales, C. (1992). Avaliar é reflectir sobre o ensino. Porto: ASA.<br><br>Fernandes, D. (2019). Critérios de Avaliação. Texto de apoio. Universidade de Lisboa-Instituto de Educação Perfil dos Alunos à saída da Escolaridade Obrigatória - PASEO (2017), consultado em,&nbsp; https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alun os.pdf, no dia 20 de maio de 2023.&nbsp;<br><br>Freire, P. (1996). Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São<br>Paulo: Paz e Terra.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-11 07:43:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Partilha - Curso Estruturado sobre “Introducing Sustainability Through Game-Based Learning and Gamification - Madrid (29 de maio - 3 junho)</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2620102549</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;"(...)&nbsp; Um jogo dá prazer porque aprendemos com ele, pois “learning is a drug” natural para o nosso cérebro" - Koster (2005)</strong></div><div><br><br>O curso estruturado frequentado em Madrid, no âmbito do Programa Erasmus+, permitiu refletir sobre a “<strong>Sustentabilidade Ambiental</strong>”, tendo em consideração <strong>metodologias ativas inovadoras</strong>, nomeadamente, <strong>aprendizagem baseada em jogos</strong> (<em>Game-Based Learning - GBL</em>) e Gamificação, através da exploração dos <strong>17 objetivos do desenvolvimento sustentável</strong>.&nbsp;</div><div>Considera-se, assim, que este tipo de <strong>metodologias ativas</strong> apresentam um <strong>papel preponderante</strong>, atualmente, no processo de ensino aprendizagem, uma vez que permitem recorrer a diversas <strong>plataformas digitais</strong>, com&nbsp; o objetivo de <strong>motivar, envolver os alunos</strong>, através do <strong>aprender brincando</strong>. Neste sentido, com base no conhecimento adquirido no <strong>desenvolvimento de jogos</strong>, é possível dinamizar atividades que possam ser <strong>motivadoras, estimulantes e desafiadoras para os alunos</strong> (Chou, 2016), promovendo desta forma, a <strong>qualidade das aprendizagens e o sucesso educativo dos alunos</strong>.&nbsp;</div><div>Por conseguinte, existe necessidade das <strong>escolas e todos os </strong><strong><em>stackholderes </em></strong><strong>envolvido</strong>s, no processo de ensino aprendizagem, desenvolverem um <strong>plano de inovação e promoção de sucesso escolar</strong>, utilizando <strong>abordagens, estratégias ativas</strong>, onde os alunos possam resolver diversos <strong>desafios, problemas</strong>, de forma <strong>ativa</strong>, <strong>colaborativa</strong>, através da <strong>realização de tarefa</strong>s, <strong>trabalhos de grupo, aos pares</strong>, assentando, num espírito de <strong>partilha</strong> e<strong> cooperação</strong>. <br>Através da utilização destas <strong>plataformas, ferramentas tecnológicas</strong>, os alunos também poderão avaliar as suas aprendizagens, de forma <strong>dinâmica, interativa</strong>.</div><div><br>Em síntese: este curso estruturado permitiu incentivar os docentes a promoverem estratégias, com&nbsp; o intuito de motivar os<strong> alunos </strong>para o <strong>estudo</strong>, para a <strong>aprendizagem autónoma e para a aprendizagem ativa</strong>, e a tirarem partido das TIC na aprendizagem, promovendo a <strong>autoavaliação, a avaliação formativa, e a diferenciação pedagógica</strong>, bem como a <strong>partilha de práticas entre os docentes </strong>de<strong> escolas de diferentes países (Itália e Alemanha) </strong>e<strong> </strong>enquadrar as atividades tidas em consideração, criando condições que fomentem <strong>práticas colaborativas entre as escolas</strong>, <strong>instituições</strong>, estabelecendo uma <strong>dimensão real de rede de partilha e colaboração</strong>, entre as diferentes partes envolvidas, para que os alunos tenham <strong>melhores aprendizagens </strong>e<strong> consigam concretizar</strong> com<strong> sucesso as suas aspirações</strong>. <br><br><br><strong>Bibliografia </strong><br><br>Chou, Y. (2016). <strong>Actionable Gamification: Beyond points, badges and Leaderboards. London</strong>: Leanpub.<br><br><strong>Erasmus+</strong></div><div><strong>EU programme for education, training, youth and sport - Sustainable Development Goals Action!</strong>, acedido em&nbsp;<br>https://erasmus-plus.ec.europa.eu/projects/search/details/2019-1-ES01-KA229-063845, no dia 20 de maio de 2023.</div><div><br><br>Errol Scott Rivera &amp; Claire Louise Palmer Garden (2021) Gamification for<br><strong>student engagement: a framework, Journal of Further and Higher Education</strong>, 45:7, 999-1012,<br>DOI: 10.1080/0309877X.2021.1875201, acedido em https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/0309877X.2021.1875201., no dia 15 de maio de 2023.<br><br><strong>Centro regional de Informação para a Europa Ocidental</strong>,&nbsp; acedido em https://unric.org/pt/materiais/, no dia 15 de maio de 2023.<br><br><strong>Comissão Nacional da Unesco, Ministério dos Negócios Estrangeiros</strong> - acedido em<br>https://unescoportugal.mne.gov.pt/pt/temas/objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel/os-17-ods, no dia 20 de maio de 2023.<br><br><strong>Ministério da Educação - Educação para a Cidadania - Desenvolvimento Sustentável</strong>, acedido em https://cidadania.dge.mec.pt/desenvolvimento-sustentavel, no dia 15 de setembro de 2022.<br><br></div><div>Oliveira e Cruz (2018). <strong>The Gamification Octalysis<br>Framework within the Primary English - Teaching Process: the Quest for a Transformative</strong><br>Classroom – acedido em: <br>https://revistas.ulusofona.pt/index.php/rleducacao/article/view/6490, no dia 20 de maio de 2023.<br><br>Roba <em>et al</em> (2021). <strong>Serious Games in Secondary Education to Introduce Circular Economy: Experiences With the Game EcoCEO</strong> - Volume 2 - 2021 | <a href="https://doi.org/10.3389/frsus.2021.690232">https://doi.org/10.3389/frsus.2021.690232</a>, acedido em https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/frsus.2021.690232, no dia 15 de maio de 2023.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-11 07:47:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Partilha - Curso Estruturado sobre “Introducing Sustainability Through Game-Based Learning and Gamification - Madrid (29 de maio - 3 junho) - (continuação)</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2625927871</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=Dch1bnf8Hg8&amp;t=291s" />
         <pubDate>2023-06-17 07:58:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula aberta online | 09 de junho de 2023 | Paulo Freire como autor internacional na área de estudos curriculares - MARIA INÊS MARCONDES PUC-RIO, Brasil </title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2625995454</link>
         <description><![CDATA[<div>vídeo acedido em: https://blogs.law.columbia.edu/critique1313/4-13/<br><br><strong>"O que me parece fundamental, no que diz<br>respeito às diferenças, é o testemunho, por um lado, de que é possível pensar sem<br>prescrições, não só possível, mas sobretudo necessário, e, por outro, que é factível<br>aprender sob o desafio de diferentes formas de ver o mundo” (Freire, 2000, p. 56).</strong><br><br><br>A aula aberta da Prof. Doutora Maria Inês Marcondes permitiu-nos perceber o <strong>quão enriquecedor é o legado</strong>, o <strong>espólio literário de Paulo Freire</strong>, através da análise do seu <strong>pensamento disruptivo, utópico</strong>, uma vez que este pedagogo teve oportunidade de trabalhar com <strong>classes operárias muito desfavorecidas, pobres</strong>, <strong>ouvindo os seus testemunhos</strong>, conciliando a <strong>teoria </strong>(pensamento político pedagógico,&nbsp; a psicologia, a sociologia, estudos curriculares&nbsp; e pedagogia crítica…etc) e a <strong>empiria</strong> (experiências de campo), colocando-nos a refletir sobre diversas problemas, questões, muito atuais, nomeadamente sobre a <strong>opressão, a discriminação social, racial, a inclusão e a multiculturalidade</strong>.&nbsp;<br><br></div><div>Neste sentido, tendo em consideração documentos estruturantes, como o <strong>perfil dos alunos para século XXI (Martins et al., 2017), Educação Inclusiva (Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de Julho, 2018) e&nbsp; a flexibilidade curricular (Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de Julho)</strong>, considera-se que o ensino deve atender à <strong>diversidade</strong>, através da <strong>dinamização de práticas pedagógicas diferenciadas</strong>, atendendo aos <strong>contextos</strong>, <strong>pensar a partir dos problemas, dificuldades concretas</strong>, tendo em linha de conta a <strong>diferença, </strong>aquilo que faz de <strong>cada pessoa, única</strong>, isto é, <strong>dar a cada um o que precisa</strong>, pensar de forma estratégica, <strong>diligenciando estratégias</strong> de <strong>intervenção e de melhoria da/para a escola e alunos</strong>, <strong>nutrindo-nos sempre de “Esperança”</strong>– <strong>Quem são os alunos que estão à nossa frente? Como desenvolvemos um conjunto de atividades diferentes para trabalhar o mesmo conteúdo?</strong>. <br>Temos de ter um bom conhecimento dos alunos que temos, do ponto de vista pedagógico - <strong>Desenho Universal para as Aprendizagens</strong>, o direito de todos os alunos acederem à aprendizagem, trabalhando de forma<strong> colaborativa, reflexiva</strong>. Pois, a partir da<strong> diferença, nós construímos melhores cidadãos</strong> - <strong>VALORIZANDO O OUTRO</strong>, uma vez que<strong> todos têm que ter oportunidades</strong>, não esperamos que <strong>TODOS aprendam na "mesma quantidade"</strong> - <strong>Medidas de Suporte Multinível</strong>. Nesta perspetiva, segundo a “<strong>Pedagogia do Oprimido</strong>”- <strong>Ensinar exige risco, aceitação do novo e rejeição da discriminação</strong>. Assim, não podemos ignorar que as <strong>práticas educativas segregadas produzem desigualdades e injustiças</strong>. Estas práticas não permitem à <strong>escola alcançar os seus desígnios fundamentais</strong>, os <strong>professores e os alunos</strong> como <strong>aprendizes ativos e pensadores crítico</strong>s, os professores e os alunos como comunidade permanentemente disposta a confrontar-se com o d<strong>esafio e o risco</strong>. Desta forma, <strong>a verdadeira questão é a de que a escola deve mudar</strong>. Segundo Paulo Freire, “<strong>Ensinar exige respeito à autonomia do ser do educando</strong>” – “(…) <strong>Do educando criança, jovem ou adulto. Como educador, devo estar constantemente advertido com relação a este respeito que implica igualmente o que devo ter por mim mesmo</strong> (…)”.</div><div>A <strong>cooperação entre alunos e a cooperação entre professores</strong> é a <strong>maior estratégia de inclusão e de mudança da escola</strong>, ao <strong>nível da inclusão de todo o tipo de alunos e diversidades culturais</strong> (étnicas, linguísticas, religiosas...), aspeto fulcral, no combate a todo o tipo de preconceitos, estereótipos e discriminações. Nesta linha de proximidades de sentidos, as nossas <strong>propostas pedagógicas não podem passar por proibir-nos de ter esperança</strong>, pois, a esperança não floresce na apatia. Neste contexto, cabe-nos a nós, <strong>não nos deixarmos de proibir de “SER”</strong>, isto é,<strong> cabe à pedagogia, a luta pela esperança</strong>, pois, a <strong>esperança é ontológica, é geradora (dimensão antropológica)</strong>, não posso “<strong>Desistir da Esperança e de lutar por ela</strong>”, a <strong>Esperança não é dada, luta-se por ela</strong> – “<strong>A esperança não é uma doação</strong>” – <strong>Paulo Freire</strong>. Esta afirmação remete-nos para a importância da <strong>diversidade, antagonia</strong>, pois, nós somos antagónicos, ou seja, <strong>valorizar a diversidade é fundamental em Paulo Freire</strong>, pois ele foi um conhecedor de diversas<strong> correntes, éticas e religiões</strong> (conselho nacional de igrejas). Assim, <strong>quem anula a diversidade, anula-se a si próprio</strong>.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-17 13:09:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2625995454</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aula aberta online | 09 de junho de 2023 | Paulo Freire como autor internacional na área de estudos curriculares - MARIA INÊS MARCONDES PUC-RIO, Brasil - (continuação)</title>
         <author>araujopereirafilipa7979</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2626009858</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>“Do topo de<br>uma elevação divisávamos todo um mundo a ser construído de forma diferente<br>[...]”</strong> <strong>(Freire, 2002, p. 199)</strong>.<br><br><br>Neste sentido, o <strong>professor deve esclarecer, ser justo, orientar, uma vez que o ser humano, não pode ser neutro</strong> - “<strong>Pedagogia do Oprimido</strong>”. Mas, para conseguirmos <strong>motivar os alunos</strong>, necessitamos de apelar à <strong>palavra, ao diálogo</strong>, pois, ‘A <strong>Pedagogia do Oprimido</strong>’ deixa uma mensagem muito precisa, isto é, para que<strong> cada um aprenda a dizer a sua própria palavra</strong>, uma vez que a <strong>palavra é aquilo que garante às pessoas a presença na humanidade, a presença no mundo</strong>. Em consequência, para <strong>conseguirmos colocar os nossos alunos a refletir</strong>, há necessidade de <strong>darmos VOZ AOS ALUNOS</strong> (“A voz das crianças e dos jovens na educação da escola..."), através do <strong>Diálogo</strong>, colocando-o perante <strong>situações, problemas reais</strong>. Neste sentido, o <strong>professor necessita de dialogar, planificar, definir estratégias com paixão e amor</strong>...” <strong>EDUCAÇÃO DIALÓGICA</strong>... (P. 110/111) - <strong>Amor &gt; diálogo, ato de coragem, ato de valentia, ato de liberdade, compromisso</strong> -&nbsp; (P.113) – (…) Ao <strong>fundar-se no amor, na&nbsp; humildade, na fé dos homens, o diálogo se faz uma relação horizontal</strong> (…)”.<br><br>Em suma: é importante que se cative “<strong>TODOS</strong>” os alunos através do <strong>diálogo, pois, eles inspiram, criam e se aliados a uma voz pausada e a um olhar amigo e solidário</strong>, seguramente iremos <strong>cativar, espoletar a atenção dos nossos alunos,</strong> facilitando deste modo a<strong> aprendizagem</strong>.<br><br><br><strong>Bibliografia:<br><br></strong>Marcondes, Maria. (2019). FREIRE COMO AUTOR INTERNACIONAL: PEDAGOGIA DO OPRIMIDO em língua inglesa publicada 50 ANOS ATRÁS. Revista e-Curriculum. 16. 10.23925/1809-3876.2018v16i4p962-985. <br><br>Freire, Paulo (1994).<strong> Pedagogia do Oprimido</strong> - acedido em: https://cpers.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Pedagogia-do-Oprimido-Paulo-Freire.pdf, no dia 10 de junho de 2023.<br><br>Freire, P. (2000). <strong>Pedagogia da autonomia. Saberes necessários à prática educativa</strong>. (2.ª<br>ed.) São Paulo: Paz e Terra.<br><br>Freire, Paulo (2002). <strong>Pedagogia da esperança. Um reencontro com a pedagogia do oprimido</strong>.<br>(9.ª ed.). São Paulo: Paz e Terra.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?time_continue=10&amp;v=YqLWd-SVTRg&amp;embeds_referring_euri=https%3A%2F%2Fblogs.law.columbia.edu%2F" />
         <pubDate>2023-06-17 13:57:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2626009858</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Síntese conclusiva</title>
         <author>araujo_filipa_PHD_UCP</author>
         <link>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2635890588</link>
         <description><![CDATA[<div>As aulas da disciplina do<strong> Seminário de Apoio à Investigação </strong>foram muito <strong>enriquecedoras</strong>, uma vez que permitiram <strong>consolidar, sedimentar conceitos fulcrais</strong>, no âmbito da minha<strong> investigação, práticas de inovação pedagógicas, competências e aprendizagens dinamizadas, no âmbito do Programa Erasmus+</strong> (<strong>objeto de estudo</strong>). <br>Podendo, assim, inferir-se que este programa estabelece várias pontes com diferentes áreas <strong>curriculares, pedagógicas, avaliativas</strong>, cursos de formação (Opportunities - School Education Gateway - Erasmus + ), estudos (OCDE), <strong>projetos, programas de âmbito internacional </strong>(Plano de Ação para a Transição Digital, Integração de Alunos Refugiados - CHILD-UP, Micreate e Gestão de Emoções - School Gateway - Social and Emotional Learning (SEL) for Successful School), <strong>locais e nacionais</strong> (Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular...etc), documentos estruturantes (PASEO, Educação para a Cidadania, Decreto Lei nº 54, nº 55...etc), de uma <strong>forma holística, global</strong>, tal como pudemos constar, aquando da investigação e dos <strong>momentos de partilha, cooperação</strong> (seminários, aulas abertas), indo ao encontro da <strong>tríade — conhecimentos, capacidades e atitudes</strong>, fundamentais para ultrapassar todos os <strong>obstáculos, imprevisibilidades, face a um futuro incerto, desconhecido, disruptivo, utópico</strong> e para o desenvolvimento de <strong>competências (linguísticas, comunicacionais, tecnológicas, pessoais, interculturais, dialógicas, interinstitucionais, sociais, emocionais, cívicas e reflexivas)</strong> e<strong> valores fundamentais</strong>, numa sociedade de <strong>base humanista </strong>(l<strong>ivre, democrata, justa, equitativa, inclusiva, centrada na pessoa, no bem comum e na dignidade humana</strong>).<br><br></div><div>Permitiu ainda explorar o processo de <strong>elaboração da tese (organização e planificação)</strong>, nomeadamente o uso ético da informação (citar e referenciar – gestão bibliográfica - Mendeley), análise de dados qualitativos, quantitativos, escrita científica e disseminação do conhecimento e como publicar nas revistas Scopus e WoS.<br><br></div><div>Em suma: Este caminho, processo investigativo permitiu-nos <strong>Partilhar, Questionar, Planear, Agir</strong>, de uma forma <strong>resiliente, indagadora, dialógica</strong>,<strong> crítica</strong>, no sentido de <strong>ajudarmos a aprender a prender para a diversidade</strong>, ao longo da vida, de uma forma <strong>inclusiva, diferenciadora</strong>, auscultando e dando <strong>VOZ aos nossos alunos</strong>, para que estes consigam concretizar, realizar os seus sonhos…</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-30 10:41:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/araujopereirafilipa7979/PHD_Education_SAI_Araujo_Filipa/wish/2635890588</guid>
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