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      <title>Real ou virtual, onde é melhor viver e se relacionar? by </title>
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      <description>Reflexões da turma 81 da Emef Dolores Alcaraz Caldas</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-07-05 11:57:24 UTC</pubDate>
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         <title>Teste</title>
         <author>alinepa394</author>
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         <description><![CDATA[<div>Teste de postagem</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-05 12:03:54 UTC</pubDate>
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         <title>Teste tamanho de texto</title>
         <author>alinepa394</author>
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         <description><![CDATA[<div>1. Missa do Galo, 1893</div><div><br>Nogueira, o protagonista, relembra em <a href="https://www.culturagenial.com/conto-a-missa-do-galo-de-machado-de-assis/">Missa do Galo</a> um evento ocorrido anos atrás na Corte, quando tinha 17 anos. O narrador cria com o leitor uma relação de intimidade estabelecendo uma conversa com um tom confessional. Em algumas poucas páginas, Nogueira revela o misterioso diálogo que teve com Conceição, uma mulher mais velha e casada, no dia da noite de Natal.<br><br></div><div><a href="http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000223.pdf"><br>Missa do Galo</a> foi publicado pela primeira vez em 1893 e em 1899 ganhou a forma de livro tendo sido inserido em <em>Páginas recolhidas</em>.<br><br></div><div>2. Adão e eva, 1896</div><div><br>Nessa narrativa breve o enredo gira em torno da temática religiosa. Os personagens (D.Leonor, frei Bento, sr.Veloso, o juiz-de-fora e João Barbosa) iniciam o conto discutindo se a responsabilidade da perda do paraíso foi de Eva ou de Adão e depois descambam para outros questionamentos densos como quem criou o mundo (Deus ou o diabo?).<br><br></div><div><br>O conto machadiano <a href="http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000264.pdf">Adão e Eva</a> foi publicado pela primeira vez em 1896, no livro <em>Várias histórias</em>.<br><br></div><div>3. O espelho, 1882</div><div><em><br>O espelho</em> é dos poucos contos machadianos que possui subtítulo (<em>Esboço de uma nova teoria da alma humana</em>). A história narrada, em poucas páginas, tem como protagonistas cinco homens entre quarenta e cinquenta anos. Reunidos em uma casa em Santa Teresa, os amigos discutem os dramas centrais do universo. Até que um dos homens, o Jacobina, propõe uma teoria peculiar: os seres humanos possuem duas almas. Para provar a sua tese, Jacobina conta uma história pessoal ocorrida aos 25 anos, quando havia se tornado Alferes da Guarda Nacional.<br><br></div><blockquote>Cada criatura humana traz duas almas consigo: uma que olha de dentro para fora, outra que olha de fora para entro... Espantem-se à vontade, podem ficar de boca aberta, dar de ombros, tudo; não admito réplica. Se me replicarem, acabo o charuto e vou dormir. A alma exterior pode ser um espírito, um fluido, um homem, muitos homens, um objeto, uma operação. Há casos, por exemplo, em que um simples botão de camisa é a alma exterior de uma pessoa; - e assim também a polca, o voltarete, um livro, uma máquina, um par de botas, uma cavatina, um tambor, etc. Está claro que o ofício dessa segunda alma é transmitir a vida, como a primeira; as duas completam o homem, que é, metafisicamente falando, uma laranja. Quem perde uma das metades, perde naturalmente metade da existência; e casos há, não raros, em que a perda da alma exterior implica a da existência inteira</blockquote><div><a href="http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000240.pdf"><br>O espelho</a> foi publicado pela primeira vez em 1882, no jornal Gazeta de Notícias, tendo sido reunido posteriormente em formato de livro na coletânea <em>Papéis Avulsos</em>.<br><br></div><div>4. A igreja do diabo, 1884</div><div><br>A premissa do conto é polêmica: cansado da desorganização e do seu reinado casual, o diabo decide fundar uma igreja. O desejo era, através da sua igreja, combater as outras religiões, de modo a destruí-las definitivamente.<br><br></div><div><br>A narrativa breve está dividida em quatro capítulos: De uma idéia mirífica, Entre Deus e o Diabo, A boa nova aos homens e Franjas e franjas.<br><br></div><div><a href="http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000195.pdf"><br>A igreja do diabo</a> foi publicado no livro <em>Histórias Sem Data</em>, em 1884.<br><br></div><div>5. To be or not to be, 1876</div><div><br>O personagem principal do conto machadiano é André, um homem de 27 anos, estagnado profissionalmente, que planeja tirar a própria vida. No dia 18 de março de 1871, decide se afogar no trajeto da barca Rio-Niterói após ter pedido um aumento que lhe foi negado. Por coincidência, nesse mesmo dia, na barca, conhece uma bela moça que muda os seus planos e faz com que a vida de André sofra uma reviravolta.<br><br></div><div><br>Publicado em 1876, o conto <a href="http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/fs000141.pdf">To be or not to be</a> está dividido em cinco partes e encontra-se em domínio público.<br><br></div><div>6. Teoria do medalhão, 1881</div><div><br>O enredo de Teoria do medalhão é bastante simples: no dia do aniversário de vinte e um anos do filho, o pai resolve dar conselhos ao adolescente. Por acabar de entrar na maioridade, o progenitor sente que deve encaminhar o destino do filho.<br><br></div><blockquote>Vinte e um anos, algumas apólices, um diploma, podes entrar no parlamento, na magistratura, na imprensa, na lavoura, na indústria, no comércio, nas letras ou nas artes. Há infinitas carreiras diante de ti. Vinte e um anos, meu rapaz, formam apenas a primeira sílaba do nosso destino. Os mesmos Pitt e Napoleão, apesar de precoces, não foram tudo aos vinte e um anos. Mas qualquer que seja a profissão da tua escolha, o meu desejo é que te faças grande e ilustre, ou pelo menos notável, que te levantes acima da obscuridade comum</blockquote><div><a href="http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000232.pdf"><br>Teoria do medalhão</a> foi escrito em 1881 e foi publicado originalmente no jornal Gazeta de Notícias. Acabou por ser reunido na edição do livro <em>Papéis avulsos</em>.<br><br></div><div>7. A carteira, 1884</div><div><br>Honório, um advogado, encontra na rua uma carteira recheada e hesita se deve ou não ficar com o dinheiro que não lhe pertence. A verdade é que o montante fazia falta: o advogado tinha cada vez menos casos e cada vez mais despesas familiares, especialmente com a mulher, a entediada D.Amélia. Por acaso, Honório descobre que a carteira encontrada é do amigo Gustavo. O achado faz com que a história dê uma guinada inimaginável.<br><br></div><div><br>O conto <a href="http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000169.pdf">A carteira</a> foi publicado pela primeira vez no jornal A Estação, no dia 15 de março de 1884.<br><br></div><div>8. A cartomante, 1884</div><div><br>A história narrada é composta por um triângulo amoroso: Vilela, Rita e Camilo. Vilela, de vinte e nove anos, era funcionário público, marido de Rita e grande amigo de Camilo. Camilo, mais jovem, apaixona-se por Rita. O afeto é retribuído e eles passam a ter um caso. Finalmente alguém descobre a traição e começa a chantageá-los. Desesperada, Rita apela, numa sexta-feira de novembro de 1869, a uma cartomante. Mais tarde, Camilo também vai em busca dos conselhos da senhora. Machado tece a história de modo a compor um final imprevisível!<br><br></div><div><br>O conto ganhou as páginas do jornal Gazeta de Notícias do Rio de Janeiro no dia 28 de novembro de 1884 e foi reunido posteriormente no livro <em>Várias Histórias</em> (1896).<br><br></div><div>Conheça melhor Machado de Assis</div><div><br>Pobre, mulato, epilético, órfão, Machado de Assis tinha tudo para não ser bem sucedido profissionalmente. O maior nome da literatura brasileira nasceu no Morro do Livramento no dia 21 de junho de 1839, filho do brasileiro Francisco José de Assis e da açoriana Maria Leopoldina Machado de Assis. A mãe morreu quando Machado ainda era criança.<br><br></div><div><br>Em 1855, tornou-se colaborador do jornal Marmota Fluminense e publicou seu primeiro poema, intitulado <em>Ela</em>. No ano seguinte virou aprendiz na Tipografia Nacional. Resolveu aprender latim e francês, virou revisor, passou a colaborar nos jornais O Paraíba e Correio Mercantil. Além de revisor e colaborador, Machado escreveu críticas para o teatro e ocupou funções públicas.<br><br></div><div><br>Em 1866, casou-se com Carolina Augusta Xavier de Novais, irmã do poeta Faustino Xavier de Novais. Carolina foi a sua companheira de vida.<br><br></div><div>O casal Machado de Assis e Carolina.</div><div><br>Participou da inauguração da Academia Brasileira de Letras e foi eleito o primeiro presidente (seu mandato durou mais de dez anos). Ocupou a cadeira número 23 da Academia Brasileira de Letras e escolheu como patrono o grande amigo José de Alencar. Morreu no Rio de Janeiro, aos 69 anos, em 29 de setembro de 1908.<br><br></div><div><br>Descubra o artigo <a href="https://www.culturagenial.com/machado-de-assis-vida-obra/">Machado de Assis: vida, obra e características</a>.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-05 12:08:54 UTC</pubDate>
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