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      <title>Reverberações - Psicologia do desenvolvimento (A Velhice) by Thamyres Bandoli</title>
      <link>https://padlet.com/thamyresbandolipsi/27j9xxcg4cbti8zd</link>
      <description>Esse é um espaço de construção coletiva, no qual compartilharemos o que nossas discussões provocaram em você. Sabe aquele pensamento, sentimento, música, filme, documentário, poema (qualquer coisa) que surgiu durante as aula e seminários? Então, poste aqui e compartilhe conosco.
Fique a vontade pra curtir e comentar as demais publicações. (10 pontos)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-09-08 14:58:25 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-04-03 18:19:52 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Abro as postagens com o trailer da série que não lembrei o nome durante a aula, rs. Extremis</title>
         <author>thamyresbandolipsi</author>
         <link>https://padlet.com/thamyresbandolipsi/27j9xxcg4cbti8zd/wish/2288518407</link>
         <description><![CDATA[<div>"Há decisões que a vida nos obriga a tomar, e mesmo escolher não tomá-las não deixa de ser uma dessas opções. O curtíssimo documentário <strong>Extremis</strong>, do catálogo original<strong> Netflix</strong>, tenta passar de forma direta um pouco da rotina de pessoas envolvidas num dilema recorrente nas UTI's: prolongar uma vida que só se mantém com a ajuda de aparelhos, ou desligar a máquina e permitir que esse paciente tenha um final natural e digno?" (https://cosmonerd.com.br/filmes/conheca/extremis-e-decisao-impossivel-de-ser-feita/)</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=TJiY8duVgz0" />
         <pubDate>2022-09-08 16:39:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Kamilly Gomes-2005857</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-09 13:23:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=D-KFp8dPutU" />
         <pubDate>2022-09-09 13:38:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>barbaraandressilva40</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://youtu.be/4jX5WWR5zi0">https://youtu.be/4jX5WWR5zi0</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/4jX5WWR5zi0" />
         <pubDate>2022-09-10 00:08:11 UTC</pubDate>
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         <title>Resolvi trazer esse filme, pois acredito que ele conversa um pouco com algumas aulas que tivemos nessa disciplina. O nome do filme é CANVAS, e ele conta a história de um velhinho que passou por uma grande perda em sua vida, ele amava pintar, mas com tudo que aconteceu ele acaba carregando um luto muito grande e perde o  entusiasmo pela pintura e com isso, ele  abandona a arte. Durante o filme ele tem a visita de sua netinha e sua filha, que dão a ele carinho, amor, atenção e o incentiva a voltar a pintar. Acredito que o envelhecer já é uma fase muito difícil, pois você precisa mudar muitas coisas em sua vida, e esse “mudar” já é um desconforto, perder alguém é ainda pior. Existem muitos casos em que quando algumas pessoas ficam idosas, os filhos ou cuidador privam o idoso de fazer tudo, não possuem paciência e nem dão atenção. Uma das reflexões do filme são essas: Dar mais atenção a esses idosos, pois eles já estão no fim da vida e enfrentam muitas dificuldades nessa fase. É importante que eles tenham pelo menos alguns dos seus últimos desejos realizados ou  um envelhecer que seja mais tranquilo a ele.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Iara Dos Santos Marques<br>21910734</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/RCmNCkIUot8" />
         <pubDate>2022-09-11 12:52:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pedrohenrique811</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em uma das aulas nos foi pedido que imaginássemos uma versão, já com idade avançada, de nós mesmos. E eu não pude deixar de pensar na seguinte pergunta 'O quão realizado será o meu eu velho, o que eu devo fazer agora para quando estiver idoso não precisar refletir sobre o que eu deveria ter feito ,no passado, e não fiz ?'.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/nPnmTq_xK3w" />
         <pubDate>2022-09-12 14:36:12 UTC</pubDate>
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         <title>Escolhi essa música chamada &quot;Envelhecer&quot; do Arnaldo Antunes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Essa é uma música que toca com certa frequência em minha casa, e apesar de sempre ter cantado ela e me divertido assistindo meus pais dançá-la, apenas agora, com as nossas aulas, eu consigo enxergar o conteúdo que ela traz. A letra vai abordar diversos temas, inclusive o medo que a sociedade possui da velhice, mas o que mais me encanta nela é a perspectiva do eu lírico, que recebe a terceira idade de braços abertos. Ao pensar sobre a velhice que um dia baterá a porta de todos nós, concluo que quero ser assim, disposta a aproveitar o melhor de cada fase, bem como o sujeito dessa música. Vou deixar alguns trechos dela aqui embaixo:<br><br>"Bom eu vou, eu vou tá completando 50&nbsp;<br>anos daqui há alguns dias<br>Então eu queria dedicar a música que a gente vai fazer agora<br>Pra mim mesmo e pra todos<br>E pra todos os que enfrentam e também afrontam<br>O seu medo de envelhecer</div><div><br>A coisa mais moderna que existe nessa vida é envelhecer<br>A barba vai descendo e os cabelos vão caindo pra cabeça aparecer<br>Os filhos vão crescendo e o tempo vai dizendo que agora é pra valer<br>Os outros vão morrendo e a gente aprendendo a esquecer</div><div><br>Não quero morrer pois quero ver como será que deve ser envelhecer<br><br>Eu quero é viver pra ver qual é, e dizer venha pra o que vai acontecer</div><div>Eu quero que o tapete voe<br>No meio da sala de estar<br>Eu quero que a panela de pressão pressione<br>E que a pia comece a pingar<br>Eu quero que a sirene soe<br>E me faça levantar do sofá<br>Eu quero pôr Rita Pavone<br>No ringtone do meu celular<br>Eu quero estar no meio do ciclone<br>Pra poder aproveitar<br>E quando eu esquecer meu próprio nome<br>Que me chamem de velho gagá<br><br>Pois ser eternamente adolescente nada é mais demodé<br>Com uns ralos fios de cabelo sobre a testa que não para de crescer<br>Não sei por que essa gente vira a cara pro presente e esquece de aprender<br>Que felizmente ou infelizmente sempre o tempo vai correr</div><div><br>Não quero morrer pois quero ver como será que deve ser envelhecer<br><br>Eu quero é viver pra ver qual é e dizer venha pra o que vai acontecer"</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-12 19:34:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thamyresbandolipsi/27j9xxcg4cbti8zd/wish/2293328187</link>
         <description><![CDATA[<div>esse filme relata a construção das relações familiares que muitas vezes se fazem questionar seus valores! Vemos aí uma desconstrução de certezas e aquisição da singularidade ao modo de se fazer família, onde o filho executivo aproxima-se do pai como nunca tinha feito e onde o idoso por mais que tenha maior experiência de vida ainda está sujeito a novos aprendizados!&nbsp;<br><br>Aluno: Yuri Moraes Alvim Richa </div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/oq7uKiEaBaQ" />
         <pubDate>2022-09-13 01:02:12 UTC</pubDate>
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         <title>Perspectiva do fim</title>
         <author>caiomorphs</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao pensar que mesmo na modernidade a velhice é encarada como o fim, devemos voltar os olhares ao passado para compreendermos o fenômeno. Luto, perdas, baixa autoestima aparentemente são pensados e marcados antes mesmo do período renascentista.<br><br>Observada a pintura, o "ciclo da vida" é marcado pelas figuras humanas e como suas expressões trazem à tona o sofrimento da velhice. A imagem mais ao fundo, distante e quase isolada das outras representando uma mulher com crânios em mãos e só, corroborando a perspectiva do fim. O cenário ao redor também contribui para o simbolismo, uma árvore seca, escura e sem folhagens.<br><br><br>Caio Phelipe da Silva Moreira - 21910674</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-13 13:02:57 UTC</pubDate>
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         <title>Julia Ramos - 21900452</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thamyresbandolipsi/27j9xxcg4cbti8zd/wish/2294289736</link>
         <description><![CDATA[<div>Contribuição Padlet&nbsp;<br><br>Gostaria de iniciar esse breve texto trazendo a música " aquela dos 30" de Sandy. Ela traz na música a velhice antecipada, não sendo novidade entre cantoras, artistas em geral e principalmente na sociedade. Ademais, cabe ressaltar como exemplo a Mallu Magalhães que antes de completar 20 anos, já se definiu como "velha e louca", e juntamente de Sandy se diz "jovem pra ser velha, e velha pra ser jovem" na letra, compara suas responsabilidades da vida adulta com os desejos e sonhos remanescentes, retratando em si uma maneira bem-humorada os anseios e as incertezas de uma fase na qual a maioria das pessoas vive um dilema relacionado à idade. Assim podemos ver que no mundo possui&nbsp; pessoas que preferem morrer jovens a envelhecer. Mostrando que a velhice está diretamente associada a doenças, perda de mobilidade, rugas na pele etc. É compreensível o querer não envelhecer mas a hipervalorização da juventude contribui para o preconceito contra a velhice. As pessoas pedem TEMPO, pra viver e pra sonhar, mas não consegue imaginar que todos os dias é um recomeço, é uma chance para viver e não é a a idade avançada que atrapalhará está vontade de realizar.<br><br>https://youtu.be/tT1MF1sgem4</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-13 13:29:01 UTC</pubDate>
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         <title>Resposta ao Tempo</title>
         <author>giuliabrandc</author>
         <link>https://padlet.com/thamyresbandolipsi/27j9xxcg4cbti8zd/wish/2294294049</link>
         <description><![CDATA[<div>Música de Nana Caymmi<br><br>Batidas na porta da frente<br>É o tempo<br>Eu bebo um pouquinho pra ter<br>Argumento</div><div>Mas fico sem jeito calado, ele ri<br>Ele zomba do quanto eu chorei<br>Porque sabe passar<br>E eu não sei</div><div>Num dia azul de verão<br>Sinto o vento<br>Há folhas no meu coração<br>É o tempo</div><div>Recordo um amor que perdi<br>Ele ri<br>Diz que somos iguais<br>Se eu notei<br>Pois não sabe ficar<br>E eu também não sei</div><div>E gira em volta de mim<br>Sussurra que apaga os caminhos<br>Que amores terminam no escuro<br>Sozinhos</div><div>Respondo que ele aprisiona<br>Eu liberto<br>Que ele adormece as paixões<br>Eu desperto</div><div>E o tempo se rói<br>Com inveja de mim<br>Me vigia querendo aprender<br>Como eu morro de amor<br>Pra tentar reviver</div><div>No fundo é uma eterna criança<br>Que não soube amadurecer<br>Eu posso, ele não vai poder<br>Me esquecer</div><div>Respondo que ele aprisiona<br>Eu liberto<br>Que ele adormece as paixões<br>Eu desperto</div><div>E o tempo se rói<br>Com inveja de mim<br>Me vigia querendo aprender<br>Como eu morro de amor<br>Pra tentar reviver</div><div>No fundo é uma eterna criança<br>Que não soube amadurecer<br>Eu posso, e ele não vai poder<br>Me esquecer</div><div>No fundo é uma eterna criança<br>Que não soube amadurecer<br>Eu posso, ele não vai poder<br>Me esquecer</div><div><br></div><div>Compositores: Aldir Blanc / Cristovao Bastos<br><br>Pontuações pessoais:<br>&nbsp; &nbsp; A música aborda o tema "tempo" como um fenômeno inevitável, algo que acontece para todos. Entretanto, é possível ver como o eu lírico lida com este acontecimento de formas diferentes durante a música, sendo a primeira parte marcada por um lamento, um desafio e um sofrimento à chegada do tempo.<br>&nbsp; &nbsp;Já na segunda parte da canção, é evidente que o eu lírico apresenta uma mudança de postura, pois, nesta parte, o tempo não é mais um fenômeno opressor, mas uma possibilidade de renascimento, amadurecimento e despertar de paixões.<br>&nbsp; &nbsp; Mário Sergio Cortella, em um de seus vídeos, traz a reflexão de que não nascemos prontos e, por isso, a ideia de que nos desgastamos com o tempo é errônea. Para ele, nós nos "fazemos" durante os anos, visto que todos os dias aprendemos coisas novas e mudamos nossa forma de ver o mundo. Não somos seres inéditos, pois trazemos inúmeros traços do nosso passado, mas somos seres diariamente novos, temos raízes, não âncoras.&nbsp;Talvez esta seja uma visão positiva e saudável para lidar com a passagem do tempo, conseguir ver que a vida não possui divisões entre "ser funcional" ou não, mas carrega grandes possibilidades de viver a existência durante todo o trajeto.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-13 13:31:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>professorgeismarfreitas</author>
         <link>https://padlet.com/thamyresbandolipsi/27j9xxcg4cbti8zd/wish/2296157702</link>
         <description><![CDATA[<div>Toda vez que me lembro do "'Eu idoso", me vem a cabeça esse filme e a maneira como os saberes das prospecções etárias e sociológicas estavam, estão e estarão sempre presente no caminhar da vida. O idoso, é naturalmente nosso futuro, a juventude, será naturalmente nosso passado. E os saberes são equivalentes e não, considerando a(s) ótica(s).<br>Geismar Freitas&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=jHG8TaEBhKI" />
         <pubDate>2022-09-14 11:20:21 UTC</pubDate>
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         <title> Lívia Belan de Oliveira Sousa-21910777</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thamyresbandolipsi/27j9xxcg4cbti8zd/wish/2296861617</link>
         <description><![CDATA[<div>Música: Não vou me adaptar, Nando Reis.&nbsp;<br><br></div><div>Eu não caibo mais nas roupas que eu cabia<br>&nbsp;Não encho mais a casa de alegria<br>&nbsp;Os anos se passaram enquanto eu dormia<br>&nbsp;E quem eu queria bem me esquecia<br><br></div><div>Será que eu falei o que ninguém ouvia?<br>&nbsp;Será que eu escutei o que ninguém dizia?<br>&nbsp;Eu não vou me adaptar, eu não vou me adaptar<br>&nbsp;Eu não vou me adaptar, eu não vou me adaptar<br><br></div><div>Eu não tenho mais a cara que eu tinha<br>&nbsp;No espelho essa cara já não é minha<br>&nbsp;Que quando eu me toquei, achei tão estranho<br>&nbsp;A minha barba estava desse tamanho<br><br></div><div>Será que eu falei o que ninguém ouvia?<br>&nbsp;Será que eu escutei o que ninguém dizia?<br>&nbsp;Eu não vou me adaptar, eu não vou me adaptar<br>&nbsp;Não vou me adaptar, eu não vou me adaptar<br>&nbsp;E eu não vou me adaptar<br><br></div><div>&nbsp;Pontuações pessoais:&nbsp; Tratamos diversas vezes sobre o processo se envelhecer em sala e como tudo isso pode ser para o idoso e falamos também sobre a aceitação desse momento. Em meu entendimento a música vai tratar sobre o “envelhecimento” e tudo de novo que ele traz, as mudanças no corpo, na disposição e com tudo isso a dificuldade que muitos enfrentam para aceitar essas mudanças.&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 18:06:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Maria Angélica Orçay Fialho- 21910733</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thamyresbandolipsi/27j9xxcg4cbti8zd/wish/2296983307</link>
         <description><![CDATA[<div>https://youtu.be/Xxk0MlFH5fU<br>Ao pesquisar possíveis músicas para colocar nesse trabalho me deparei com esse vídeo, em que especialmente o título “escute essa música se você tem medo de envelhecer” me chamou muita atenção. Penso que esse interesse vem de experiencias em que realmente vi esse medo estampado no rosto de familiares e por meio das aulas dessa disciplina comecei a me questionar de onde vem tanto temor a algo natural, e como diz o título de um dos artigos que nos foi passado, inevitável. A resposta que até o presente momento tenho para esse meu questionamento é que esse temor vem da maneira como vemos os idosos serem tratados na nossa sociedade, uma vez que não tem como nos sentirmos confortáveis com a ideia de que vamos envelhecer ao passo que cotidianamente vemos essa faixa etária ser tratada como inválidos, como sujeitos que não tem direito de escolha sobre a própria vida, que infelizmente muitas das vezes são vistos como peso dentro do próprio núcleo familiar. Que ironia! A sociedade que se orgulha dos avanços tecnológicos e medicinais que possibilitaram o aumento da expectativa de vida não ser capaz de acolher essas pessoas de forma respeitosa. Ademais, analisando a <strong>música tema do vídeo “Stop This Train”,de John Mayer</strong>, o trecho, em sua tradução para português, que mais aparece é “pare esse trem”, com o “trem”&nbsp; representando a nossa vida, e esse receio de envelhecer pode provocar essa vontade de “apertar o pause” na vida, algo que precisa ser trabalhado pois como ouvi em um seminário “essa fase também guarda prazeres”, e para serem vividos é necessário a aceitação desse momento, aceitação essa que só será alcançada de maneira plena com a reconstrução do pensamento social dessa velhice solitária, ruim, estigmatizante.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/Xxk0MlFH5fU" />
         <pubDate>2022-09-14 19:27:58 UTC</pubDate>
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         <title>Sheila Dias Martins - 2003851</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thamyresbandolipsi/27j9xxcg4cbti8zd/wish/2297585587</link>
         <description><![CDATA[<div>https://youtu.be/f25fM1XTte8<br><br>Acredito que este poema fala por si só um breve resumo de tudo o que vimos na aula até agora. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/f25fM1XTte8" />
         <pubDate>2022-09-15 04:44:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Stefany Passos-Quase 30...</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thamyresbandolipsi/27j9xxcg4cbti8zd/wish/2298352310</link>
         <description><![CDATA[<div>Pra mim, essa música tem a incrível capacidade de representar o sentimento de quase 30, antes pensávamos nos 30 anos como uma idade de completude, em que tudo estaria "bem resolvido", já teríamos a casa do sonho, o emprego dos sonhos, vida amorosa feliz e quem sabe até filhos.<br>Só que:<br>"Há pouco eu tinha quase vinte<br>Tantos planos eu fazia<br>E eu achava que em dez anos<br>Viveria uma vida<br>E não me faltaria tanto pra ver"<br>Chegamos aos 30 e percebemos que muitos planos não se concretizaram e ainda falta muito para ver, viver e realizar!<br>No entanto,<br>"O tempo falta<br>E me faz tanta falta<br>Preciso de um tempo maior<br>Que a vida que eu não tenho toda pela frente<br>E do tamanho do que a alma sente"<br>A sensação é que não vai dar tempo de viver tudo o que se deseja, o relógio biológico grita, as cobranças sociais são ensurdecedoras!&nbsp;<br>E fazem aumentar a&nbsp; "pressa<br>De ser tudo o que eu queria<br>E ter mais tempo pra me exercer".<br>Que possamos compreender o quase 30 com outros olhos, com mais levesa e exercendo nossa capacidade de reconstruir e resignificar, compreendendo nosso tempo e trajetória, sem deixar que a cobrança da sociedade nos sufoque! <br><br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/tT1MF1sgem4" />
         <pubDate>2022-09-15 14:08:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Beatriz Santana Pimentel - 2005920 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thamyresbandolipsi/27j9xxcg4cbti8zd/wish/2298707059</link>
         <description><![CDATA[<div>Meu Querido, Meu Velho, Meu Amigo&nbsp;</div><div>Roberto Carlos<br><br></div><div>Esses seus cabelos brancos<br>Bonitos, esse olhar cansado<br>Profundo, me dizendo coisas<br>Num grito, me ensinando tanto<br>Do mundo, e esses passos lentos<br>De agora, caminhando sempre, comigo<br>Já correram tanto na vida<br>Meu querido, meu velho, meu amigo</div><div>Sua vida cheia de histórias<br>E essas rugas marcadas pelo tempo<br>Lembranças de antigas vitórias<br>Ou lágrimas choradas ao vento<br>Sua voz macia me acalma<br>E me diz muito mais do que eu digo<br>Me calando fundo na alma<br>Meu querido, meu velho, meu amigo</div><div>Seu passado vive presente<br>Nas experiências contidas<br>Nesse coração consciente<br>Da beleza das coisas da vida<br>Seu sorriso franco me anima<br>Seu conselho certo me ensina<br>Beijo suas mãos e lhe digo<br>Meu querido, meu velho, meu amigo</div><div>Eu já lhe falei de tudo<br>Mas tudo isso é pouco<br>Diante do que sinto<br>Olhando seus cabelos tão bonitos<br>Beijo suas mãos e digo<br>Meu querido, meu velho, meu amigo</div><div>Olhando seus cabelos tão bonitos<br>Beijo suas mãos e digo<br>Meu querido, meu velho, meu amigo</div><div>Olhando seus cabelos tão bonitos<br>Beijo suas mãos e digo<br>Meu querido, meu velho, meu amigo</div><div>Olhando seus cabelos tão bonitos<br>Beijo suas mãos e digo...</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-09-15 17:24:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fernanda Giovanna- 21910679</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thamyresbandolipsi/27j9xxcg4cbti8zd/wish/2298809429</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante as aulas, lembrei desse filme: UP altas aventuras, pois mostra um casal, que já tinha uma amizade desde criança, construir os sonhos juntos quando eram crianças e depois adultos. Ao passar dos anos, o filme mostra como a vida do casal se deu, cheia de altos e baixos, com conquistas e até mesmo um caderno de sonhos a se realizarem. Devido ao envelhecimento, a senhora começou a ficar doente e tiveram que abdicar dos sonhos para cuidar da saúde. Ela não resistiu e veio a falecer, deixando o esposo dela viúvo e sem perspectiva de vida. Com essas circunstâncias, ele se isolou dentro de casa, se tornou um "velho ranzinza" e não olhava as coisas que ainda poderia conquistar. Ao mexer nas coisas antigas, achou o caderno com os sonhos não realizados do casal e, por alguns motivos externos, decidiu ir atrás da realização deles. Ele conheceu um menino que era escoteiro, que o acompanhou durante toda a sua jornada, trazendo mais uma vida para ele, já que ele queria ser pai, mas não conseguiu. Essa história nos traz uma bagagem muito legal nas questões do luto na velhice, do isolamento social, que é muito presente nesse momento de vida, da expectativa de vida, que muitas vezes é perdida e da noção de que não precisamos conquistar tudo enquanto tivermos jovens. Nós podemos e devemos continuar sonhando e realizando nossos sonhos, independentemente da idade.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://drive.google.com/drive/folders/1ZyJE2Cv4hyWbXpxKIDcV3gq21rJ3FSXq" />
         <pubDate>2022-09-15 18:30:17 UTC</pubDate>
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         <title>Nathalia Ribeiro Crisostomo -2100553</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thamyresbandolipsi/27j9xxcg4cbti8zd/wish/2298926014</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.youtube.com/watch?v=BHHi6hTSNOU<br><br>Esse trecho do filme Viva a vida é uma festa mostra um pouco da personagem Inês, bisavó do garoto Miguel. Durante as cenas do filme, mostra a idosa com suas limitações devido a velhice, como a mobilidade e a memória, além de mostrar a personagem sempre mais quietinha e em alguns momentos até isolada. Também relaciono essa parte com a apresentação do trabalho sobre doenças não transmissíveis. &nbsp;<br>Quando a vovó Inês era criança, foi afastada de seu pai, mas antes de acontecer esse afastamento mostra que o pai cantava para ela quando, a música "lembre de mim". Miguel não quer que a memória do seu tataravó seja perdida, então tenta fazer com que sua bisa Inês se lembre do pai dela, no momento que ele começa a tocar a música, a vovó começa a se despertar e resgatar suas memórias de quando o pai cantava pra ela, começa até a cantar junto, e a família fica surpresa por ela esta respondendo à música e falar.&nbsp; Além de ser um trecho emocionante no filme, demonstra bem como seria o papel da musicoterapia auxiliando no caso de pacientes com Alzheimer. &nbsp;<br>O filme é bem abrangente, por também mostrar a passagem do tempo de alguns personagens e as diferentes gerações de uma família. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=BHHi6hTSNOU" />
         <pubDate>2022-09-15 20:14:27 UTC</pubDate>
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         <title>Camila Falcão Diniz Boechat - 0032035</title>
         <author>camilafdboechat</author>
         <link>https://padlet.com/thamyresbandolipsi/27j9xxcg4cbti8zd/wish/2299312564</link>
         <description><![CDATA[<div>https://youtu.be/rxX1bmHsh-Q<br><br>Nessa música há um trecho que diz o seguinte: <br><mark>"Nesta longa estrada da vida<br>Vou correndo e não posso parar<br>Na esperança de ser campeão<br>Alcançando o primeiro lugar" </mark><br><br>Essa "correria" é muito presente na vida das pessoas, principalmente na juventude e na fase adulta. Estamos a todo momento indo em busca de algo, experiências, saberes, conquistas, desenvolvimento pessoal, estabilidades, etc.<br>Nas fases anteriores à da velhice, é comum ter a perspectiva de uma vida longa e que ainda se tem muito tempo para realizar tudo que quiser e puder. E por isso, vamos correndo, há pressa, pois há tanta coisa a ser feita, há tanto para ser! <br><br>Em outro trecho diz o seguinte:<br><mark>"Mas o tempo cercou minha estrada<br>E o cansaço me dominou<br>Minhas vistas se escureceram<br>E o final da corrida chegou"<br><br></mark>Esse trecho já começa com um "mas". Ainda há muito pra ser feito e há muito para ser, MAS..."o tempo cercou minha estrada".<br>A fase da velhice, pode ser encarada, em sua maioria, como a fase em que tudo se encerra, lenta ou abruptamente, dependendo da percepção do sujeito sobre si mesmo. É aquele tempo em que já não se pode "correr" como antes, pois há limitações. Além disso, percebe-se que aquela longa estrada logo se finda.&nbsp;<br><br>O idoso se encontra justamente nesse campo de sua jornada. Um lugar de muitas mudanças e perdas. O que me lembra o trecho da música "Como Uma Onda", de Lulu Santos, que diz:&nbsp;</div><div><mark>"Nada do que foi será<br>De novo do jeito que já foi um dia<br>Tudo passa, tudo sempre passará".<br><br></mark>Acredito que ter essa compreensão nos auxilia a ter mais empatia e cuidado. Não é tratar o idoso com pena, mas ter respeito e consciência de que muitas coisas já lhe ocorreram, existe uma "bagagem".&nbsp;<br><br>Contudo, por mais que a velhice seja a última fase do ciclo da vida, o idoso é um sujeito em desenvolvimento, como sugere o nome da nossa disciplina "Psicologia do Desenvolvimento Velhice".<br>O idoso também aprende a ser idoso.<br>E quem o auxiliará nesse aprendizado? A quem recorrer em caso de dúvida, medo?&nbsp;<br>Os mais velhos normalmente são o pilar de uma família, mas quem é o pilar do idoso?&nbsp;<br><br>Acredito que esse apoio e sustento recaia sobre a própria família e/ou cuidadores e demais profissionais. Apoio não somente material, mas emocional e psicológico também. É preciso acolher, ouvir, estar presente e buscar promover um desenvolvimento saudável da velhice.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/rxX1bmHsh-Q" />
         <pubDate>2022-09-16 02:53:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vídeo clipe - DA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thamyresbandolipsi/27j9xxcg4cbti8zd/wish/2299315421</link>
         <description><![CDATA[<div>https://youtu.be/MlKaq5XmVrQ<br>Trouxe essa música, ela foi citada dentro de sala, e eu confesso que quando escutei a primeira vez fiquei muito emocionada, ela trata da DA (doença de Alz) de uma forma mais leve e descontraída, foi uma música composta por um neto em homenagem ao seu querido avô que era portador de Alzheimer, a música ou musicoterapia dentro da vida do portador da doença, com toda certeza só trás benefícios, além de deixar gravado na memória várias recordações, além disso também podendo trabalhar a memória e sua conservação por mais que seja mínima dentro da DA.&nbsp;<br>Espero que apreciem a música, ela é linda❤️</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-16 02:56:11 UTC</pubDate>
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         <title>Lucas Ladeira - 21910668</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thamyresbandolipsi/27j9xxcg4cbti8zd/wish/2299873389</link>
         <description><![CDATA[<div>Algo que me fez refletir durante as aulas foi a mudança na relevância do idoso para a sociedade. Visto que na antiguidade e em diferentes culturas o idoso é encarado com o ancião, aquele que venceu a luta contra morte a mais tempo e aquele que tem mais conhecimento de vida.<br><br>A mudança pode ser explicada pelo advento da metodologia científica como forma de conhecimento. Na atualidade, a não escuta desses indivíduos, tidos muitas vezes como senis, causa extrema angústia, visto que em muitos casos a mente permanece em pleno funcionamento e o corpo definha.<br><br>Falando exclusivamente sobre Sócrates, uma questão sobre ele me faz refletir. Sócrates nasceu em 470 a.C. e faleceu em 399 a.C., vivendo 70 anos em uma época de baixíssima expectativa de vida, porém sua contribuição para o pensamento contemporâneo e para questionamentos filosóficos são inegáveis. Então, apesar da visão produtivista atual, será que os idosos tem tão pouco a contribuir hoje?</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1809381884/62f83e39ea99121596d1cd3348bd0090/S_CRATES.jpg" />
         <pubDate>2022-09-16 12:07:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ignácio Malhano Cunha - 21900445</title>
         <author>ignaciomalhano1</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://noticias.r7.com/com-9-milhoes-de-solitarios-reino-unido-cria-ministerio-da-solidao-28062022<br><br>Vi esse noticia à algum tempo já e foi algo que me chamou atenção, a noticia diz que uma em cada três pessoas na faixa dos 75 anos diz que seus sentimentos de solidão estão fora do controle. Também é citado que oito em cada 10 cuidadores de idosos se sentem isolados do convívio social, por causa da profissão.<br>Nos ministérios ligados a governos geralmente vemos ministérios da agricultura, da segurança e da educação pautas de problemas que são evidentes em boa parte da população mundial, porém aparentemente o Reino Unido observou um grave problema que deve ser dado tanta atenção quanto os outros. Um problema que afeta toda a população mas especialmente imigrantes, pessoas com deficiências e idosos.<br>Imagina viver numa época que "não te pertence" ter vivido tempo o suficiente para que muitas das pessoas que você já amou terem partido, viver um século onde tudo fica ultrapassado muito rápido e ninguém para pra pensar na finitude da vida, deve causar muita angustia e sofrimento pra uma pessoa idosa.<br>Outros estudos também apontam que perder um parceiro de longa data afeta significativamente na saúde e longevidade da vida de um idoso.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://noticias.r7.com/com-9-milhoes-de-solitarios-reino-unido-cria-ministerio-da-solidao-28062022" />
         <pubDate>2022-09-16 13:44:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Isabella Neves - 21910730</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thamyresbandolipsi/27j9xxcg4cbti8zd/wish/2300162223</link>
         <description><![CDATA[<div>Quis trazer esse vídeo mais curto apenas para ilustrar, mas na verdade gostaria de falar sobre esse filme por completo. O filme "Up - Altas aventuras" conta a historia de um idoso que perdeu sua esposa antes que eles pudessem realizar o sonho de viajar para uma floresta na América do Sul. Após alguns acontecimentos ele decide que irá realizar esse sonho.<br>Acredito que esse filme fale bastante sobre como nunca é tarde para realizar sonhos, e durante as aulas falamos sobre como alguns idosos não tem perspectiva de vida, acreditam que suas vidas estão no fim, e que já fizeram e viveram tudo que tinham para viver. Mas este filme mostra que isso não é verdade, pois mesmo na velhice ainda podemos ser ativos e viver coisas novas.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=j8etbVnzhtU" />
         <pubDate>2022-09-16 15:16:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thamyresbandolipsi/27j9xxcg4cbti8zd/wish/2300220989</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Mariana Padilha Barros- 21910780<br></strong><br></div><div>Música: Realidade- Fundo de quintal&nbsp;</div><div><br></div><div>Quando a idade chegar</div><div>Não deixe transparecer rancor</div><div>Se a pele enrrugar</div><div>Sorria são rugas de amor</div><div>E a natureza te dará certeza que o tempo passou</div><div>Apesar dos pesares brotou</div><div>Sementes que você plantou</div><div>Outra vida virá, novas ilusões no coração</div><div>Vão lhe proporcionar</div><div>Pra não sofrer nem chorar</div><div>Tudo que fostes</div><div>Terás a eterna lembrança</div><div>Desde os tempos de criança</div><div>Que não voltarão jamais</div><div>Tudo que fostes</div><div>Terás a eterna lembrança</div><div>Desde os tempos de criança</div><div>Que não voltarão jamais</div><div>A vida é assim, tudo tem fim</div><div>Tem que se conformar, não lamentar</div><div>Abrir teu coração</div><div>Ver no jardim a flor, que ontem foi botão</div><div>E hoje ja, murchou</div><div>É belo seu orgulhar, no espelho refletir</div><div>O brilho de um olhar um rumo a seguir</div><div>Buscando a Santa paz</div><div>Nas graças do Senhor</div><div>Apagar de uma vez a dor</div><div>Quando a idade chegar</div><div>E a natureza te dará certeza que o tempo passou</div><div>Apesar dos pesares brotou</div><div>Sementes que você plantou</div><div>Outra vida virá, novas ilusões no coração</div><div>Vão lhe proporcionar</div><div>Pra não sofrer nem chorar</div><div>Tudo que fostes</div><div>Terás a eterna lembrança</div><div>Desde os tempos de criança</div><div>Que não voltarão jamais</div><div>Tudo que fostes</div><div>Terás a eterna lembrança</div><div>Desde os tempos de criança</div><div>Que não voltarão jamais</div><div>A vida é assim, tudo tem fim</div><div>Tem que se conformar, não lamentar</div><div>Abrir teu coração</div><div>Ver no jardim a flor, que ontem foi botão</div><div>E hoje ja, murchou</div><div>É belo seu orgulhar, no espelho refletir</div><div>O brilho de um olhar um rumo a seguir</div><div>Buscando a Santa paz</div><div>Nas graças do Senhor</div><div>Apagar de uma vez a dor</div><div>Apagar de uma vez a dor</div><div>Apagar de uma vez a dor</div><div><br></div><div>pontuações pessoais:</div><div>A velhice, para muitas pessoas, é vista como um empecilho para ser feliz. No entanto, essa música mostra como podemos lidar com essa fase com mais leveza e paz, ao lembrar de cada etapa e ser feliz no agora.&nbsp;</div><div>Ao ouvir essa música, me recordo da aula em que foi pedido para imaginar futuramente a nossa velhice.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-09-16 15:56:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Laís Ribeiro Serrano- 21900462</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thamyresbandolipsi/27j9xxcg4cbti8zd/wish/2300580001</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;De Acordo Com a Minha Idade<br><br><br>Quando eu for gordo e velho e meus filhos me acharem uma piada<br>Porque eu sou lerdo demais para dançar<br>Eu posso contar com você depois de tudo que passamos<br>Porque eu sei que você sempre vai entender<br><br>Eu não vou agir de acordo com a minha idade, não, não vou<br>Não, eu ainda vou sentir o mesmo quando estiver perto de você<br>Hey!<br><br>Quando eu for gordo e velho e meus filhos me acharem uma piada<br>Porque as histórias que eu conto, eu vou contar de novo e de novo<br>Eu posso contar com você depois de tudo que nós conseguimos<br>Porque eu sei que você vai entender verdadeiramente<br><br>Eu não vou agir de acordo com a minha idade, não, não vou<br>Não, eu ainda vou sentir o mesmo quando estiver perto de você<br>Eu não vou agir de acordo com a minha idade, não, não vou<br>Não, eu ainda vou sentir o mesmo e você também irá<br>Hey!<br><br>Quando eu mal puder andar e meu cabelo estiver caindo<br>Vamos ficar acordados até de manhã<br>Vamos dar uma festa, ah, é<br><br>Eu não vou agir de acordo com a minha idade, não, não vou<br>Não, eu ainda vou sentir o mesmo quando estiver perto de você<br>Eu não vou agir de acordo com a minha idade, não, não vou<br>Não, eu ainda irei me sentir o mesmo e você também irá<br>Ei!<br><br>A música fala como ele ainda vai agir como se fosse jovem, que mesmo com as limitações&nbsp;da idade, mesmo que as pessoas o vejam como desinteressante por ser "velho", ele ainda irá agir como jovem, dar festas e continuar contando as histórias, porque mesmo que ele esteja velho ainda vai se sentir novo do lado da pessoa amada e que ela será quem irá entender o sentimento dele e responsável por fazer ele mesmo idoso, se sentir jovem.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/0wI4Ckiss6s" />
         <pubDate>2022-09-16 21:51:16 UTC</pubDate>
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         <title>Lorrayne Motta - 11700066</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thamyresbandolipsi/27j9xxcg4cbti8zd/wish/2300591197</link>
         <description><![CDATA[<div>Musica envelhecer - Arnaldo Antunes<br><br>Bom eu vou, eu vou tá completando 50 anos daqui há alguns dias<br>Então eu queria dedicar a música que a gente vai fazer agora<br>Pra mim mesmo e pra todos<br>E pra todos os que enfrentam e também afrontam<br>O seu medo de envelhecer</div><div>A coisa mais moderna que existe nessa vida é envelhecer<br>A barba vai descendo e os cabelos vão caindo pra cabeça aparecer<br>Os filhos vão crescendo e o tempo vai dizendo que agora é pra valer<br>Os outros vão morrendo e a gente aprendendo a esquecer</div><div>Não quero morrer pois quero ver como será que deve ser envelhecer<br>Eu quero é viver pra ver qual é, e dizer venha pra o que vai acontecer</div><div>Eu quero que o tapete voe<br>No meio da sala de estar<br>Eu quero que a panela de pressão pressione<br>E que a pia comece a pingar<br>Eu quero que a sirene soe<br>E me faça levantar do sofá<br>Eu quero pôr Rita Pavone<br>No ringtone do meu celular<br>Eu quero estar no meio do ciclone<br>Pra poder aproveitar<br>E quando eu esquecer meu próprio nome<br>Que me chamem de velho gagá<br><br>Essa musica nos mostra que pra ele envelhecer não é um problema. Muito pelo contrario, disse que a coisa mais moderna que existe nessa vida é envelhecer. Fala sobre o crescimento dos filhos enquanto outros vão morrendo. E finaliza dizendo que não quer morrer, pois quer saber como deve ser envelhecer. É algo que ele quer viver, experimentar.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=Ak9n8DyNd4w" />
         <pubDate>2022-09-16 22:16:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Laura Garcia- 21910747</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thamyresbandolipsi/27j9xxcg4cbti8zd/wish/2300611962</link>
         <description><![CDATA[<div>Em breve terei sessenta anos, será que vou achar que o mundo está frio?<br>Ou terei muitas crianças para me aquecer?<br>Em breve terei sessenta anos<br><br></div><div>Uma vez, quando eu tinha sete anos, minha mãe me disse<br>Vá fazer alguns amigos, ou você vai ser solitário<br>Uma vez, quando eu tinha sete anos<br>Uma vez, quando eu tinha sete anos<br><br><br>Essa música me trás um sentimento de que nunca estamos felizes e que sempre os falta algo. Esse pensamento nos assombra por toda a vida e quando vemos a vida já passou e não ficamos felizes com nada por que estávamos ocupados demais buscando metas maiores. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/jTWlGPMx1mo" />
         <pubDate>2022-09-16 23:15:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Débora Oliveira dos Santos - 2003842 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thamyresbandolipsi/27j9xxcg4cbti8zd/wish/2300620150</link>
         <description><![CDATA[<div><br>https://youtu.be/s1mdB4gD0rw<br><br>Quis trazer esse documentário, pois ele retrata perfeitamente o que estudamos em aula.&nbsp;A forma com que a sociedade enxerga o idoso e os deixam de lado quando eles já não tem a força do trabalho.  </div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/s1mdB4gD0rw" />
         <pubDate>2022-09-16 23:41:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As aulas de psicologia da velhice me lembraram dessa música de Maria Gadú </title>
         <author>luangregoriorezendes</author>
         <link>https://padlet.com/thamyresbandolipsi/27j9xxcg4cbti8zd/wish/2300629243</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando escuto essa música me vem a imagem de um filha que perde a sua mãe, uma mulher já idosa e que por algum motivo veio a falecer, e essa mulher precisa lidar com esse luto. Então as aulas e o trabalho proposta pela nossa professora me fez pensar nessa música de outra forma, cheguei a questionar se essa senhora morreu de alguma doença, se foi alguma doença que trabalhamos em nossos trabalhos, como foi para essa filha lidar com a infermidade de sua mãe, se houve a intervenção de algum psicólogo. E continuo refletindo....<br><br><br>Luan Gregório Rezende Pena - 21900467</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=sID-p2pt7zs" />
         <pubDate>2022-09-17 00:06:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vitória Goudard de Souza-21910838 </title>
         <author>goudard457</author>
         <link>https://padlet.com/thamyresbandolipsi/27j9xxcg4cbti8zd/wish/2300630578</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<br><br><strong><em>&nbsp;Navegue ...</em></strong><br>&nbsp; <br> <strong><em>(Fernando Pessoa)</em></strong>&nbsp;<br><br>Navegue, descubra tesouros, mas não os tire do fundo do mar, o lugar deles<br> é lá.&nbsp;<br><br>Admire a lua, sonhe com ela, mas não queira trazê-la para a terra.&nbsp;<br><br>Curta o sol, se deixe acariciar por ele, mas lembre-se que o seu calor é&nbsp;<br><br>para todos.&nbsp;<br><br>Sonhe com as estrelas, apenas sonhe, elas só podem brilhar no céu.&nbsp;<br><br>Não tente deter o vento, ele precisa correr por toda parte, ele tem pressa&nbsp;<br><br>de chegar sabe-se lá onde.&nbsp;<br><br>Não apare a chuva, ela quer cair e molhar muitos rostos, não pode molhar só&nbsp;<br><br>o seu.&nbsp;<br><br>As lágrimas? Não as seque, elas precisam correr na minha, na sua, em todas&nbsp;<br><br>as faces.&nbsp;<br><br>O sorriso! Esse você deve segurar, não deixe-o ir embora, agarre-o!&nbsp;<br><br>Quem você ama? Guarde dentro de um porta jóias, tranque, perca a chave!&nbsp;<br><br>Quem você ama é a maior jóia que você possui, a mais valiosa.&nbsp;<br><br>Não importa se a estação do ano muda, se o século vira e se o milênio é&nbsp;<br><br>outro, se a idade aumenta; conserve a vontade de viver, não se chega à&nbsp;<br><br>parte alguma sem ela.&nbsp;<br><br>Abra todas as janelas que encontrar e as portas também.&nbsp;<br><br>Persiga um sonho, mas não deixe ele viver sozinho.&nbsp;<br><br>Alimente sua alma com amor, cure suas feridas com carinho.&nbsp;<br><br>Descubra-se todos os dias, deixe-se levar pelas vontades, mas não&nbsp;<br><br>enlouqueça por elas.&nbsp;<br><br>Procure, sempre procure o fim de uma história, seja ela qual for.&nbsp;<br><br>Dê um sorriso para quem esqueceu como se faz isso.&nbsp;<br><br>Acelere seus pensamentos, mas não permita que eles te consumam.&nbsp;<br><br>Olhe para o lado, alguém precisa de você.&nbsp;<br><br>Abasteça seu coração de fé, não a perca nunca.&nbsp;<br><br>Mergulhe de cabeça nos seus desejos e satisfaça-os.&nbsp;<br><br>Agonize de dor por um amigo, só saia dessa agonia se conseguir tirá-lo&nbsp;<br><br>também.&nbsp;<br><br>Procure os seus caminhos, mas não magoe ninguém nessa procura.&nbsp;<br><br>Arrependa-se, volte atrás, peça perdão!&nbsp;<br><br>Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar&nbsp;<br><br>necessário.&nbsp;<br><br>Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.&nbsp;<br><br>Se achar que precisa voltar, volte!&nbsp;<br><br>Se perceber que precisa seguir, siga!&nbsp;<br><br>Se estiver tudo errado, comece novamente.&nbsp;<br><br>Se estiver tudo certo, continue.&nbsp;<br><br>Se sentir saudades, mate-a.&nbsp;<br><br>Se perder um amor, não se perca!&nbsp;<br><br>Se achá-lo, segure-o!&nbsp;<br><br>"Circunda-te de rosas, ama, bebe e cala. O mais é nada".&nbsp;<br><br> Esse pelo poema traz uma bela reflexão, sendo o meu poema preferido, despertando várias sensações, desejos e sonhos, mostrando-me que estamos em constante evolução, que se é possível fazer milhões de coisas, lutar por algo que se deseja, quero destacar um trecho importante.</div><blockquote>Não importa se a estação do ano muda, se o século vira e se o milênio é&nbsp;outro, se a idade aumenta; conserve a vontade de viver, não se chega à&nbsp;parte alguma sem ela.</blockquote><div><br>Mostra que não importa a idade se somos jovens ou velhos, mas que a vontade de viver tem que permanecer, mas como seria isso? Sonhando, desejando, planejando e se moldado a cada dia, a evolução se dá até o último suspiro de vida, então qual a necessidade de se prender em padrões?<br>Eu poderia destacar tantas outras coisas, pela riqueza desse poema, mas creio que esse seja o intuito de disponibilizar o poema completo para quem leia faça o seu caminho. Por fim um último trecho para finalizar...</div><blockquote>Se achar que precisa voltar, volte!&nbsp;Se perceber que precisa seguir, siga!&nbsp;Se estiver tudo errado, comece novamente.&nbsp;Se estiver tudo certo, continue.&nbsp;Se sentir saudades, mate-a.&nbsp;Se perder um amor, não se perca!</blockquote><div>Somente saia dos padrões que a sociedade definiu como certa e que você jamais poderá recomeçar e que todos devem seguir o mesmo caminho!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-17 00:10:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Julia da Rocha 2100001</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A letra da música "tempo perdido" Legião Urbana é muito interessante quanto a essa questão do idoso, pois trechos como "Nao tenho mais o tempo que passou<br>Mas tenho muito tempo/temos todo o tempo do mundo" " Nem foi tempo perdido/ somos tão jovens" remete ao pensamento de que se não tem idade para aproveitar a vida, de viver, de aproveitar cada fase e o que ela trás consigo independente da idade, ou as limitações.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=SAlOfCg1F_E" />
         <pubDate>2022-09-17 01:41:48 UTC</pubDate>
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         <title>Monique Fernandes 2003841</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O tempo (Mário Quintana)&nbsp;<br><br>A vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em casa.&nbsp;<br><br>Quando se vê, já são 6 horas: há tempo…<br>Quando se vê, já é 6ª-feira…<br>Quando se vê, passaram 60 anos!<br>Agora, é tarde demais para ser reprovado…<br>E se me dessem – um dia – uma outra oportunidade,<br>eu nem olhava o relógio<br>seguia sempre em frente…&nbsp;<br><br>E iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas.<br><br>Considerações pessoais<br><br>Esse poema traz uma reflexão sobre o tempo que, na maioria das vezes, é perdido e quando nos damos conta, a vida passa. Por isso, é importante que façamos deste tempo uma oportunidade para quando a velhice chegar termos algo para nos sentirmos realizados, pois a idade é apenas um detalhe e enquanto houver fôlego ainda há vida.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-09-17 02:55:02 UTC</pubDate>
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         <title>Fernando F. Rabello 1701619</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Essa canção me faz refletir sobre o sentido da vida, e também me põe em contato com lembranças de minha avó (mãe), em faz me lembrar do momentos que eu e minha avó compartilhamos, cuja saudades se evidenciam ao escutar essa canção...</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=lxTt5QmPSqI" />
         <pubDate>2022-09-20 21:20:21 UTC</pubDate>
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         <title>Solidão na Velhice </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://youtu.be/yv49iEiMn8Y">https://youtu.be/yv49iEiMn8Y</a><br><br>Crítica social em curta metragem sobre a solidão em idosos. A chegada do envelhecimento deixa o indivíduo mais vulnerável e propício a doenças crônicas e a solidão. Os idosos são muito excluídos da sociedade por conta de sua idade avançada, o ageismo que é o ato de descriminar e/ou estereotipar idosos, infelizmente ainda é algo recorrente e atual.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/yv49iEiMn8Y" />
         <pubDate>2022-09-21 12:55:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>larah28201</author>
         <link>https://padlet.com/thamyresbandolipsi/27j9xxcg4cbti8zd/wish/2306792296</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://youtu.be/yv49iEiMn8Y">https://youtu.be/yv49iEiMn8Y</a><br><br>Crítica social em curta metragem sobre a solidão em idosos. A chegada do envelhecimento deixa o indivíduo mais vulnerável e propicio a doenças crônicas e a solidão. Os idosos são muito excluídos da sociedade por conta de sua idade avançada, o ageismo que é o ato de descriminar e/ou estereotipar idosos, infelizmente ainda é algo recorrente e atual. O vídeo em questão me faz refletir sobre o quanto nós podemos mudar a vida ou melhor, o dia de alguém com uma simples e conversa ou ato de carinho, talvez se essa senhora do vídeo tivesse um vizinho ou alguma visita de um familiar são se sentiria tão sozinha. A falta de amor e empatia afasta as pessoas.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/yv49iEiMn8Y" />
         <pubDate>2022-09-21 13:00:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ana Julia Soares </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>https://youtu.be/HFgi79BbrxI<br><br>A coisa mais moderna que existe nessa vida é envelhecer<br>A barba vai descendo e os cabelos vão caindo pra cabeça aparecer<br>Os filhos vão crescendo e o tempo vai dizendo que agora é pra valer<br>Os outros vão morrendo e a gente aprendendo a esquecer<br><br>Esse trecho dessa música resume bastante o que pude refletir nas aulas de psicologia do desenvolvimento. O envelhecimento é algo inevitável, cada vez mais a expectativa de vida aumenta e temos mais idosos em nossa sociedade, assim fica o questionamento, por que não encarar isso como algo normal ou positivo? Por que não aprendemos a lidar com isso, a olhar para isso como uma oportunidade de aprender e de acumular memórias e conhecimentos bons?&nbsp;<br><br>E mais do que isso, devemos também direcionar a devida importância para a pessoa idosa, mudar um pouco o olhar de pessoas incapazes, sem muito a acrescentar, para pessoas que podem nos trazer muitos ensinamentos e experiências e agregar muito em nossas vidas.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2022-10-10 22:20:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thamyresbandolipsi/27j9xxcg4cbti8zd/wish/2335117083</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Por acaso me surpreendo no espelho: quem é esse que me olha e é tão mais velho do que eu? Que me importa! Eu sou, ainda, aquele mesmo menino teimoso de sempre. </em><br>(Mario Quintana)<br><br>Esse poema mostra um pouco que mesmo na velhice, ainda teremos uma parte nossa ligada ao nosso eu mais novo. A idade não pode não impedir de viver coisas incríveis, enquanto estivermos vivos devemos sempre buscar realizar nossos sonhos, fazer algo que gostamos, passar tempo com quem amamos e Tc. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-11 11:49:58 UTC</pubDate>
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