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      <title>Ode Triunfal by Manuel Reis</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-12-16 09:10:39 UTC</pubDate>
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         <title>Título</title>
         <author>manuelvreis</author>
         <link>https://padlet.com/manuelvreis/2692whf65u7ienjv/wish/3262126407</link>
         <description><![CDATA[<p>“Ode Triunfal” </p><p>Ode - é uma composição poética lírica destinada a cantar algo de elevado;</p><p>Triunfal - porque é a celebração da modernidade, do triunfo da civilização técnica e industrializada.</p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 09:14:01 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução </title>
         <author>adnehsantos</author>
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         <description><![CDATA[<p>Estado de espírito do “eu lírico”:</p><p>Ao longo desta estrofe, são visíveis sentimentos que indicam contradição. </p><ul><li><p>Sofrimento/dor ("À dolorosa luz…" - v.1).</p></li><li><p>Febril/doente ("Tenho febre e escrevo" - v.2).</p></li><li><p>Impetuosidade ( "Escrevo rangendo os dentes" - v.3)</p></li><li><p>Admiração perante a beleza da máquina e do progresso (“Para a beleza disto totalmente desconhecida dos antigos.“) v.4</p></li></ul><p><br/></p><p>Localização espácio-temporal </p><p>O sujeito poético encontra-se numa fábrica, que está iluminada por grandes lâmpadas, possivelmente por estar de noite ou o espaço não ter acesso a luz natural ("À dolorosa luz das grandes lâmpadas elétricas da fabrica")v.1</p><p><br/></p><p>Ação do sujeito poético («proposição»)</p><p>O “eu” lírico propõe-se a escrever sobre o espaço que presencia, descrevendo a beleza e o progresso da sociedade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 09:16:02 UTC</pubDate>
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         <title>Traços futuristas</title>
         <author>manuelvreis</author>
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         <description><![CDATA[<p>-Cântico da era moderna e do progresso</p><p>“Ó coisas todas modernas, / Ó minhas contemporâneas, forma atual e próxima / Do sistema imediato do Universo! / Nova revelação metálica e dinâmica de Deus” (vv.45 - 48): Cântico da era moderna, da civilização tecnológica. </p><p><br></p><p>-Fusão de todas as eras do momento presente</p><p>“Eia todo o passado dentro do presente! / Eia todo o futuro dentro de nós!”(vv.90-91)</p><p><br></p><p>-Fusão do “eu” com a máquina </p><p>“Engatam-me em todos os comboios. / içam-me em todos os cais. / Giro dentro das hélices de todos os navios.”(vv.96-98): o sujeito tem vontade de fazer parte das máquinas</p><p><br></p><p>Fusão de todos os génios nos maquinismos</p><p>“E há Platão e Virgílio dentro das máquinas e das luzes elétricas” (v.19): evoca Platão e Virgílio</p><p><br></p><p>Universalidade</p><p>“(…) ao mesmo tempo dentro de todos os comboios / De todas as partes do mundo” (vv60-61): evocação de todos os espaços do mundo</p><p><br></p><p>Nova conceção de beleza</p><p>“para a beleza disto totalmente desconhecida dos antigos”(v.3)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 09:45:23 UTC</pubDate>
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         <title>Traços sensacionistas </title>
         <author>manuelvreis</author>
         <link>https://padlet.com/manuelvreis/2692whf65u7ienjv/wish/3262161657</link>
         <description><![CDATA[<p>-Presença dos cinco sentidos e simultaneidade e exacerbação sensoriais </p><p>Este poema descreve as sensações visuais, auditivas, tácteis e olfativas evocadas pela indústria moderna. As luzes, máquinas, ruídos e calores da fábrica estimulam todos os sentidos do poeta, que se declara apaixonado por esta nova era de progresso tecnológico</p><p><br/></p><p>Sensações visuais</p><p>• "luz das grandes lâmpadas elétricas" (v. 1)</p><p>• "olhando os motores" (v. 15)</p><p>• "máquinas" (v. 19)</p><p>• "correias de transmissão" (v. 23)</p><p><br/></p><p>Sensações auditivas</p><p>• "r-r-r-r-r-r-r eterno" (v. 5)</p><p>• "maquinismos em fúria" (v. 6)</p><p>• "ruídos modernos" (v. 10)</p><p>• "Rugindo, rangendo, ciciando, estrugindo, ferreando" (v. 24)</p><p><br/></p><p>Sensações tácteis</p><ul><li><p>&nbsp; "Fazendo-me um excesso de carícias ao corpo [...J" (v. 25)</p></li><li><p>&nbsp; "calores" (v. 31)</p></li><li><p>&nbsp; "(...) o que palpar-vos representa para mim!" (v. 35)</p></li></ul><p><br/></p><p>Sensações olfativas</p><p>• "perfumes de óleos" (v. 31)</p><p><br/></p><p>Sensações Gustativas</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 09:49:15 UTC</pubDate>
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         <title>Traços disfóricos</title>
         <author>manuelvreis</author>
         <link>https://padlet.com/manuelvreis/2692whf65u7ienjv/wish/3262165563</link>
         <description><![CDATA[<p>Identificação de momentos disfóricos:</p><p>“ O burro anda à roda, anda à roda,”(V.50)</p><p><br></p><p>Temas abordados: nostalgia da infância </p><p><br></p><p>Simbolismo associado a esses momentos: </p><p>Rotina monótona e evasão da sua infância </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 09:53:03 UTC</pubDate>
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         <title>Conclusão</title>
         <author>manuelvreis</author>
         <link>https://padlet.com/manuelvreis/2692whf65u7ienjv/wish/3262172595</link>
         <description><![CDATA[<p>interpretação e simbolismo do último verso </p><p>“Ah não ser eu toda a gente e toda a parte!”(v.107)</p><p>Sujeito quer ser toda a gente ao mesmo tempo a toda a parte </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 09:59:28 UTC</pubDate>
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         <title>Estrutura externa</title>
         <author>adnehsantos</author>
         <link>https://padlet.com/manuelvreis/2692whf65u7ienjv/wish/3262174216</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p><strong>Classificação da composição externa: </strong></p><ul><li><p>Ode com 39 estrofes, linguagem marcada pelo excesso (“Poder ao menos penetrar-me fisicamente de tudo isto,/</p><p> Rasgar-me todo, abrir-me completamente, tornar-me passento“) vv.29-30</p></li></ul><p><br></p><p><strong>Classificação estrófica, métrica e rimática:</strong></p><ul><li><p>Irregularidade estrófica, exemplos: oitavas, quadras, tercetos…</p></li><li><p>Irregularidade rimática e métrica </p></li><li><p>Características modernistas </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-16 10:00:46 UTC</pubDate>
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         <title>Obra </title>
         <author>janotamadalena</author>
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         <description><![CDATA[<p>Uma cena industrial em Nantyglo (Blaenau Gwent, na Grã-Bretanha), Henry Gastineau, na década de 1830. </p><p>É possível observar o fumo a sair das várias chaminés e uma ponte que está no centro.  </p><p>Esta obra relaciona-se diretamente com o poema “Ode Triunfal” pois, é possível constatar a substituição do trabalho humano por máquinas (“Ó rodas, ó engrenagens,”), a ampliação do êxodo rural e intensificação do crescimento urbano “A vida moderna, cheia de eletricidade, vapor e força” e ainda o aumento significativo da produção de bens de consumo “Fabricam-se automóveis, fabricam-se relógios, fabricam-se máquinas” (“Eia todo o futuro dentro de nós!”), (“Ó coisas todas modernas!”).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-18 09:29:33 UTC</pubDate>
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         <title>Recursos expressivos </title>
         <author>adnehsantos</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Aliteração- </strong>"Ó rodas, ó engrenagens, r-r-r-r-r-r-r eterno!" (v.5)</p></li><li><p><strong> Enumeração- </strong>"Rugindo, rangendo, ciciando, estrugindo, ferreando" (v.24)</p></li><li><p><strong>Gradação- </strong>"Rasgar-me todo, abrir-me completamente, tornar-me passento" (v.30)</p></li><li><p><strong>Interjeição- </strong>"Eh, cimento..." (v.38)</p></li><li><p><strong> Neologismo- </strong>"... submarinos, aeroplanos!" (v.40)</p></li><li><p><strong>Apóstrofe- </strong>"Ó coisas todas modernas," (v.45)</p></li><li><p><strong>Anáfora- </strong>Repetição de "Eia" no princípio dos versos 82-92.</p></li><li><p><strong> Pontuação- </strong>"Eia todo o futuro já dentro de nós! eia!" (v.91)</p></li><li><p><strong> Metáfora- </strong>"Eia! sou o calor mecânico e a eletricidade!" (v.100)</p></li><li><p><strong> Empréstimo- </strong>"... e os rails..." (v.101)</p></li><li><p><strong> Onomatopeia- </strong>"Z-z-z-z-z-z-z-z-z-z-z-z!" (v.106)</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-18 09:35:38 UTC</pubDate>
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         <title>Linguagem e estilo</title>
         <author>manuelvreis</author>
         <link>https://padlet.com/manuelvreis/2692whf65u7ienjv/wish/3266137770</link>
         <description><![CDATA[<p>Campos lexicais:</p><p>Predominam os campos lexicais de «Indústria»/«Mecânica»:</p><p><br/></p><p>«Ó ferro, ó aço, ó alumínio, ó chapas de ferro ondulado! / Ó cais, ó portos, ó comboios, ó guindastes, ó rebocadores!» (vv. 64-65).</p><p><br/></p><p>Diferentes tipos de linguagem:</p><p>-Linguagem corrente: «Ah, poder exprimir-me todo como um motor se exprime!» (v. 26); «Mas, ah outra vez a raiva mecânica constante!» (v. 58)</p><p><br/></p><p>-Calão</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-18 09:39:34 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Realizadores:</title>
         <author>manuelvreis</author>
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         <description><![CDATA[<p>Manuel Reis, David Ribeiro, Madalena Janota, Vasco Castanhas, Adneh Santos e Rodrigo Bastardinho</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-18 09:58:16 UTC</pubDate>
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