<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Estudo de Caso: Análise crítica de veículos jornalísticos digitais brasileiros ou latino-americanos by Willian Fernandes Araújo</title>
      <link>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd</link>
      <description>Publique aqui sua análise crítica sobre o veículo jornalístico digital escolhido. Atenção: siga as orientações da atividade e preencha todos os campos obrigatórios.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-08-11 22:27:56 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-09-08 15:15:34 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Instructions</title>
         <author>willianfaraujo</author>
         <link>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3540763427</link>
         <description><![CDATA[<ol><li>Escolha um veículo jornalístico digital independente ou alternativo brasileiro/latino-americano (preferência para associados à AJOR ou iniciativas conectadas a realidades locais).</li><li>Preencha o campo obrigatório ‘Nome da iniciativa’.</li><li>No corpo da postagem, apresente sua análise crítica abordando: sustentabilidade do negócio, identidade editorial e relação com o público.</li><li>Cada estudante deve publicar UMA análise até o dia 1º de setembro.</li><li>Certifique-se de que seu veículo escolhido já foi informado no chat da turma e não está duplicado aqui no Padlet.</li></ol>]]></description>
         <pubDate>2025-08-11 22:28:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3540763427</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Curadoria para GenZ - the news</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3557123221</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Proposta Editorial</strong></p><p>"The News" é uma newsletter de notícias rápidas, enviada diariamente às 06h06, que alcança atualmente mais de 2 milhões de leitores ativos. Seu foco editorial é entregar um resumo das principais notícias do dia de forma simplificada, rápida, direta e leve, sem ser maçante ou difícil de compreender. O tom de voz é transparente, acolhedor, com pitadas de humor e informalidade, apresentando uma linguagem personalizada e distinta que inclui o uso proposital de letras minúsculas, favorecendo uma experiência de leitura agradável, útil e inteligente. O público-alvo são principalmente os jovens, pessoas interessadas em consumir notícias de maneira eficiente e contextualizada, com acesso rápido a informações relevantes.</p><p><br></p><p><strong>Modelo de Negócio</strong></p><p>A receita do Grupo Waffle e do "The News" vem de múltiplas fontes. A newsletter possui uma versão premium, lançada recentemente, com assinaturas a partir de R$ 9,99, que oferece uma experiência sem anúncios e conteúdos personalizados via inteligência artificial. Outra fonte de receita são parcerias de publicidade e branded content com grandes marcas como Itaú, Google, McDonald's e Nubank, que investem para atingir o público jovem digital. O grupo também realiza ações de branded content e projetos especiais, como newsletters exclusivas para clientes de empresas como a Stone. A estratégia para sustentabilidade financeira inclui crescer a base de assinantes pagos, além de manter parcerias comerciais fortes para garantir financiamento.</p><p><br></p><p><strong>Relação com a Audiência</strong></p><p>o the news&nbsp; estabelece uma comunicação próxima e personalizada, com linguagem acessível, acolhedora e transparente, que conecta bem com a rotina do público jovem. A newsletter incentiva a participação do leitor, é fácil de se inscrever e desinscrever, reforçando o respeito à escolha do público. O tom informal e o uso de humor criam uma sensação de conversa individualizada. O Grupo Waffle também fomenta o engajamento por meio de outras newsletters segmentadas por interesses, além de podcasts e presença em redes sociais, fortalecendo a construção de comunidade em torno do conteúdo compartilhado.</p><p><br></p><p><strong>Presença em Plataformas e Formatos de Conteúdo</strong></p><p>O Grupo Waffle distribui o the news principalmente por e-mail, na forma de newsletter diária. Além disso, o grupo tem forte atuação nas redes sociais e produções audiovisuais, incluindo um podcast líder de notícias entre jovens no Spotify. O grupo está expandindo sua presença para formatos variados, planejando inclusive um canal de TV digital, mostrando uma estratégia multimídia para alcançar o público de forma completa e diversificada. Hoje é o podcast de notícia mais ouvido do país.&nbsp;</p><p><br></p><p><strong>Forças e Desafios Percebidos</strong></p><p><strong>Forças:</strong></p><p>Identidade editorial clara, direta, objetiva, e amigável, que dialoga com as novas gerações.</p><p>Consistência na personalização estética e comunicativa.</p><p>Capacidade de simplificar conteúdos complexos, facilitando o consumo rápido de informação.</p><p>Base sólida de leitores ativos (mais de 2 milhões).</p><p>Uso inovador de IA para personalizar conteúdos premium.</p><p>Parcerias comerciais robustas com grandes marcas.</p><p><br/></p><p><strong>Desafios:</strong></p><p>Escalar o modelo de assinatura paga mantendo a qualidade e o engajamento.</p><p>Alcançar ainda mais diversidade de público, atendendo micronichos sem perder identidade.</p><p>Sustentabilidade financeira a longo prazo, dado o ambiente competitivo do jornalismo digital.</p><p>Manter a relevância no cenário cada vez mais saturado de notícias digitais.</p><p><br></p><p><strong>Contextualização e Referências Críticas</strong></p><p>De acordo com dados da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ajor.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Pesquisa-detalhada-com-associadas-a-Ajor.pdf">AJOR</a> e análises da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://data.sembramedia.org/quem-nos-somos/?lang=pt-br">SembraMedia</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://latamjournalismreview.org/pt-br/">LatAm Journalism</a> Review, o jornalismo digital independente no Brasil tem crescido, com destaque para estratégias como o uso de newsletters segmentadas e modelos de negócio baseados em assinaturas e parcerias. o the news se encaixa neste cenário como um case de sucesso, explorando formatos que privilegiam a agilidade, a personalização e a conexão emocional, características cruciais para a sustentabilidade de veículos voltados para as gerações digitais. Esse modelo tem sido apontado como uma tendência pelo ecossistema latino-americano do jornalismo independente.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://thenewscc.com.br/" />
         <pubDate>2025-08-27 13:55:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3557123221</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Nome da iniciativa e link: Sumaúma (https://sumauma.com/)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3558771674</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Nome da iniciativa e link</strong>: Sumaúma (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://sumauma.com/">https://sumauma.com/</a>)<br><br></p></li><li><p><strong>Proposta editorial</strong>: O portal de notícias trabalha com jornalismo ambiental, focando na cobertura da Amazônia e valorizando saberes de povos originários. As reportagens costumam ser longas e aprofundadas, além disso, a linguagem literária é bastante presente. O conteúdo é disponibilizado em três idiomas: portugues, espanhol e inglês.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong>Modelo de negócio</strong>: No site do portal há uma aba “Doações” com vários estímulos a contribuições de leitores, apresentando os valores e enquadramentos da iniciativa e ofertando “cotas” de possíveis doações que podem ser frequentes ou não. Também há a possibilidade de ajudar a financiar a produção de uma reportagem em troca de um curso com a jornalista Eliane Brum. O veículo também é contemplado por alguns editais de ciência e cultura oferecidos pelo Governo Federal.&nbsp;</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong>Relação com a audiência</strong>: O portal tem um canal de Whatsapp, no entanto, os leitores não conseguem enviar mensagens, apenas receber as informações compartilhadas pelos organizadores. Também não há espaço para comentários nas reportagens, o que impede a interatividade do público.&nbsp; A única forma de contato&nbsp; com o veículo é a possibilitada através do e-mail.&nbsp;&nbsp;</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong>Presença em plataformas e formatos de conteúdo</strong>: Sumaúma está presente nas redes sociais que são mais tradicionais, como X, Instagram, Facebook, etc. O veículo busca fazer publicações diárias para divulgar as reportagens do site. No entanto, stories não são publicados com muita frequência. O portal conta com um recurso multimídia importante, o Rádio Sumaúma, onde jornalistas contam bastidores das reportagens. No entanto, os demais recursos multimídia são pouco utilizados nas reportagens, em especial os vídeos, que não costumam compor a narrativa do texto. Gráficos também são utilizados de maneira bastante limitada.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong>Forças e desafios percebidos</strong>: A ideia de disponibilizar o conteúdo em áudio para o público foi bastante assertiva, já que é um elemento extra para que os leitores possam escolher de que forma irão consumir as notícias. Contudo, o veículo precisa investir em interatividade com o público, característica pouco presente no site nas redes sociais. Além disso, o veículo poderia fazer um maior uso de recursos multimídia, característica fundamental no jornalismo digital, especialmente considerando que o conteúdo do portal é bastante visual e trata de uma realidade que é bastante afastada do grande público. Por isso, o uso de vídeos, por exemplo, iria contribuir bastante para a narrativa jornalística.</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-28 13:51:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3558771674</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Matinal</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3561169121</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome da iniciativa e link:</strong></p><p>Matinal. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.matinaljornalismo.com.br/">https://www.matinaljornalismo.com.br/</a>&nbsp;<br></p><p><br/></p><p><strong>Proposta editorial:&nbsp;</strong></p><p>A Matinal tem como foco o jornalismo local (Porto Alegre e Rio Grande do Sul), com ênfase em política local, urbanismo, meio ambiente e clima, cultura e reportagens investigativas. Conta também com editorias e produções específicas, como a revista digital Parêntese, a newsletter Climática e colunas de opinião. A proposta combina curadoria diária de notícias com reportagens mais aprofundadas.&nbsp;<br></p><p>O público-alvo são os leitores interessados na vida cidadã da cidade, que buscam informação útil para o cotidiano, mas também reflexões sociais e culturis. Como o próprio site afirma, trata-se de um jornalismo independente e de serviço público para “quem se importa com Porto Alegre”.&nbsp;<br></p><p>No aspecto linguagem, há uma mistura entre tom investigativo, com grande ênfase em democracia, diversidade, transparência e impacto local, e conteúdos de cultura e ensaio, com forte presença de colunistas locais, reforçando autoridade cultural.&nbsp;<br></p><p><br/></p><p><strong>Modelo de negócio:</strong></p><p>O veículo conta com um modelo diversificado de negócio. A maior parte da receita se dá por assinaturas e crowdfunding, com apoio da comunidade e forte apelo a “apoie a Matinal”, além de planos de assinatura/assinaturas anuais. Além disso, há outras formas como: projetos de tecnologia e conteúdo, com a venda de metodologia e produção para parceiros; publicidade, com anúncios no site e newsletters; publicações digitais (e-pubs/ebooks); e cursos, oficinas e eventos. O modelo combina receitas recorrentes (assinaturas) com receitas por projeto e serviços, uma estratégia de diversificação apontada no próprio site.<br></p><p><br/></p><p><strong>Relação com a audiência:&nbsp;</strong></p><p>A Matinal investe bastante na construção de vínculo com sua audiência. As newsletters são um dos principais canais de relacionamento, sendo oferecidas em versões diárias, temáticas e também exclusivas para assinantes. Além disso, iniciativas como o projeto Pé no Chão utilizam grupos de WhatsApp para aproximar a redação da comunidade, permitindo que os leitores sugiram pautas e colaborem diretamente com o jornalismo produzido.&nbsp;<br></p><p>A chamada explícita de “apoie a Matinal” transforma os leitores em financiadores e parceiros da iniciativa, oferecendo benefícios como conteúdos exclusivos e experiências adicionais. Ademais, há a realização de oficinas e eventos culturais, que também reforçam essa conexão com o público, ampliando a presença do veículo no online/offline.<br></p><p><br/></p><p><strong>Presença em plataformas e formatos de conteúdo:</strong></p><p>Além do site principal, o veículo utiliza newsletters segmentadas como principal produto de distribuição e relacionamento. Também marca presença em redes sociais como Instagram, LinkedIn, Facebook, X e Bluesky, além das comunidades de WhatsApp com os públicos.<br></p><p>Em questão de formatos, combina reportagens longas e investigativas, colunas de opinião, curadoria diária de notícias, revista digital (Parêntese), podcasts, ebooks e e-pubs, cursos, oficinas e eventos culturais, além de projetos especiais em parceria com outras plataformas.</p><p><br/></p><p><strong>Forças e desafios percebidos:</strong></p><p>Entre as principais forças e diferenciais da Matinal, destaca-se a proposta local e nichada, que a posiciona de forma relevante em um espaço pouco explorado por grandes veículos.&nbsp;<br></p><p>A transparência sobre sua diversificação de financiamento é uma boa estratégia de engajamento com a comunidade local, transformando a audiência em apoiadora e colaboradora. Ao deixar claro que ninguém é obrigado a assinar, a Matinal cria um espaço de liberdade e confiança, no qual o público que assina se sente parte de uma construção coletiva e cria um sendo de pertencimento. O reconhecimento do veículo por meio de prêmios e a presença de colunistas de renome também reforçam sua credibilidade.<br></p><p>Por outro lado, há alguns desafios evidentes. A dependência significativa do apoio financeiro da comunidade pode ser instável e exige esforço constante na retenção e aquisição de assinantes. O jornalismo investigativo local, que demanda recursos e tempo, é difícil de escalar sem uma base financeira sólida. Ainda, a competição pela atenção no meio digital, frente ao excesso de informação e disputas nas redes sociais, demanda inovação contínua em formatos e distribuição para manter a relevância.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-29 21:38:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3561169121</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Rádio Novelo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3561513914</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Iniciativa: </strong>Rádio Novelo; <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://open.spotify.com/show/5FN1BLdgT0R4K8WhXOtcCx?si=740031b75a814cc3">https://radionovelo.com.br/ https://open.spotify.com/show/5FN1BLdgT0R4K8WhXOtcCx?si=740031b75a814cc3</a></p><p><br/></p><p><strong>Proposta editorial: </strong>A Rádio Novelo é uma produtora de podcasts que tem cinco produções originais, sendo duas delas podcasts com publicações semanais, e ao menos 30 podcasts em parceria. De maneira geral, a Rádio Novelo se propõe em produzir conteúdos com apuração e pesquisa aprofundada, em formato de áudio, buscando "contar uma história". Os temas variam bastante de dependendo da proposta do podcast. </p><p>Como exemplo, o primeiro podcast original do estúdio, o "Praia dos Ossos", reconta a história do assassinato de Ângela Diniz, que ocorreu em 1976. De forma investigativa os episódios recontam a vida da Ângela, o que aconteceu pouco antes e após o assassinato dela e sobre o julgamento do crime, sem deixar de lado os contextos histórico e social da época. Já o "Rádio Novelo Apresenta", que é um podcast semanal, não tem um assunto específico e há desde episódios de caráter mais jornalístico, relatando problemas sociais ou de cunho investigativo sobre algum assunto, até episódios contando histórias “curiosas” ou inusitadas.</p><p>A Rádio Novelo tem ouvintes de faixas etárias distintas, estando distribuido da seguinte forma (de acordo com o Mídia Kit deles): &nbsp;2% tem entre 18 e 22 anos; 12% tem entre 23 e 27 anos; 28% tem de 28 a 33; 34% entre 34 e 44; 18% entre 45 e 59 e 6% tem mais de 60 anos. Além disso, a maioria dos ouvintes são mulheres (61%) e pós-graduado (53%).</p><p><br/></p><p><strong>Modelo de negócio: </strong>a  Rádio Novelo é, em primeiro lugar, uma <em>produtora de podcasts</em>. Os podcasts originais de cunho jornalísticos surgiram após alguns anos do estúdio já prestar serviços para outros veículos. Não encontrei exatamente quais os primeiros podcasts que eles produziram, mas pelo antes do Praia dos Ossos a Rádio Novelo já trabalhava em parceria com a revista Piauí (que foi o primeiro cliente do estúdio). Atualmente o estúdio tem mais de 30 marcas e jornais/revistas como clientes e parceiros. Sendo assim, as formas financiamento deles são:</p><ul><li><p>Produção de séries e podcasts: podem ser contratados para fazer todas as etapas de um podcast, desde a pesquisa e roteiro até a publicação nas plataformas.</p></li><li><p>Anúncios em episódios: campanhas de até noventa segundas que passam nos "intervalos" dos originais do estúdio.</p></li><li><p>Episódios temáticos: produzem episódios para os originais com o apoio de algum patrocinador. Os episódios são sob demanda e, pelo que entendi, buscam ter algum tema relacionado com o anunciante/apoiador. Afirmam ter total independência editorial, mas ao mesmo tempo consta que produzem sob demanda para os originais, o que me parece um pouco contraditório.</p></li><li><p>Recebem apoio da “Open Society Foundations”, que é uma rede de filantropia que ajuda projetos e grupo da sociedade civil com o objetivo de promover a justiça, a educação, a saúde pública e a mídia independente.</p></li><li><p>Acredito que participem de editais de financiamento, mas não encontrei nenhum lugar específico que confirmasse isso.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Relação com a audiência e presença em plataformas: </strong>costumam incentivar o engajamento do público para que contem o que estão achando dos episódios, às vezes usam estes comentários em aberturas de episódios ou em parte do site e há uma parte da NewsLetter semanal intitulada “Redes” que consta comentários de ouvintes sobre algum conteúdo da semana anterior. Os ouvintes também podem mandar sugestões de histórias para o "Rádio Novelo Apresenta" e vários ouvintes já viraram “personagens”, o que também instiga a participação.</p><p>As propagandas personalizadas nos episódios dos originais também ajudam a criar um senso de comunidade, pois são  adaptadas para uma linguagem mais parecida com a do podcast e usam chamadas como “oi ouvinte da rádio novelo”, o que dá uma sensação de que o anunciante está falando com quem está ouvindo.</p><p>Eles estão presentes no  instagram (que tem um bom engajamento e alguns conteúdos produzidos apenas para essa rede), no x (engajamento bem fraco atualmente), no threads, no bluesky, no facebook (péssimo engajamento, tem cerca de 300 seguidores apenas), no TikTok e no linkedin. Não olhei o perfil em todas esses redes, mas percebi que adaptam um pouco a linguagem para cada uma delas, embora algumas publicações sejam iguais entre elas. Além disso, estão em seis plataformas de áudio: Spotify, Apple Podcasts, Amazon Music, Castbox, Deezer e Youtube.</p><p>A Rádio Novelo também tem o próprio site, que sempre tem um "conteúdo a mais" relacionado aos episódios dos podcasts originais, e uma NewsLetter semanal. </p><p>Há um grande esforço para não se deixar ser perdido de vista. Sinto que valorizam bastante quando há repercussão de algo que produziram, tanto em agradecimentos ou formas de demonstrar que eles viram os debates gerados, quanto em produzir novos conteúdos de desdobramento ou com “formato” parecido.</p><p><br/></p><p><strong>Pontos fortes ou fracos:</strong></p><ul><li><p>Estudam e buscam saber como divulgar de forma digital os seus produtos, principalmente quando há algo novo sendo lançado.</p></li><li><p>Acharam formas de criar uma comunidade sólida o suficiente para “retroalimentar” a escuta dos podcasts, ao mesmo tempo que investem tempo e criam estratégias para divulgar os episódios.</p></li><li><p>Incentivam e aparentam valorizar a opinião e o que a audiência está achando, ao mesmo tempo que não produzem apenas o que os ouvintes têm interesse.</p></li><li><p>Souberam encontrar um mercado que estava crescendo no Brasil e usar as ferramentas de produção para construir materiais com muita qualidade. Além de terem conseguido se especializar em nichos mais jornalísticos e informativos, mas que não deixam totalmente de lado o “entreter” (não em um sentido de divertir, mas de muitas vezes envolver e prender o ouvinte na história).</p></li><li><p>Acho um pouco perigoso deixar que alguma empresa financie um episódio, mesmo quando eles afirmam manter a independência editorial. Como ouvinte, isto me coloca um certo receio e me faz questionar se não há interferência do apoiador no conteúdo/apuração. Ao mesmo, a forma como eles contam em alguns momentos como foi a produção dos episódios, isso acaba dando um pouco mais de credibilidade.</p></li><li><p>Em alguns momentos repetem conteúdos no original “Rádio Novelo Apresenta”, o que pode ser bem chato para um ouvinte que está esperando um algo novo. Isso tem acontecido com certa frequência este ano e a impressão que me passa é que eles não tiveram tempo de finalizar um episódio novo e precisaram reprisar uma história.</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-30 13:41:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3561513914</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Gênero e Número</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3561663915</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome da iniciativa e link:</strong> Gênero e Número <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.generonumero.media/">https://www.generonumero.media/</a></p><p><br></p><p><strong>Proposta editorial:</strong> O foco editorial é produzir reportagens, gráficos, conteúdo audiovisual e relatórios que analisem desigualdades de gênero, raça e sexualidade, visando qualificar o debate público.&nbsp;A linguagem é visualmente forte, com gráficos e narração multimídia, e o público-alvo são organizações, ativistas e leitores interessados em temas como equidade e direitos humanos.</p><p><br></p><p><strong>Modelo de negócio:</strong> A iniciativa é estruturada como uma associação sem vínculos partidários ou com grandes grupos de mídia. No site, há um destaque para a aba Apoie a GN, que reúne informações sobre como o leitor pode contribuir com doações ao site (através de Pix). A GN destaca que o objetivo da doação é contribuir com o financiamento de uma nova série de reportagens, com o tema "mulheres indígenas e negras pela justiça climática". A valorização da transparência e independência editorial também se destaca como princípio do modelo.</p><p><br><strong>Relação com a audiência: </strong>A produção de conteúdo aberto busca ampliar o alcance e fomentar o apoio da audiência à mídia independente. A existência de newsletter (antes por assinatura, hoje aberta) também indica interesse em manter diálogo contínuo com leitores. Além disso, há espaço para participação e compartilhamento, especialmente nos projetos especiais com filtro interativo, como o “Racismo à Brasileira”.</p><p><br><strong>Presença em plataformas e formatos de conteúdo:</strong> No site, a Gênero e Número é estruturada com reportagens, coleções, entrevistas, colunas, webstories, dados abertos e projetos especiais (como “Caminhos da Alimentação”, “Substantivo Feminino”, “Aborto em Pílulas”, “Racismo à Brasileira”). Os projetos contam com narrativas multimídia, a partir de fotos, vídeos, gráficos e videocast. Também há presença nas redes sociais, com ícones visíveis para Facebook, Instagram, LinkedIn, X e WhatsApp na home do site. </p><p><br></p><p><strong>Forças e desafios percebidos:</strong> A GN possui um&nbsp;jornalismo de dados visualmente potente, com uso de gráficos, webstories e videocasts que aumentam o impacto do conteúdo. Além disso, possui projetos especiais de impacto, como o documentário <em>Verde Esperanza, </em>que foi exibido em várias cidades e fóruns de discussão. Embora o conteúdo seja aberto, alcançar audiências mais amplas em um cenário digital saturado é um desafio constante. Entre os desafios também está a necessidade de investimento contínuo em equipe e infraestrutura que os formatos multimídia exigem.<br></p><p><br></p><p><br></p><p><br> </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-30 20:30:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3561663915</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estudo de caso: eldiario.es</title>
         <author>isabelcristobal_</author>
         <link>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3561676985</link>
         <description><![CDATA[<p>O veículo se chama <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://eldiario.es"><em>eldiario.es</em></a> e é um jornal digital independente da Espanha.</p><p><br/></p><p><strong>Proposta editorial: </strong></p><p>É um meio progressista e crítico com o poder político e econômico.<br>Foca em temas como democracia, feminismo, meio ambiente e desigualdade social.</p><p><br>Usa uma linguagem clara e acessível, voltada para um público interessado em direitos e política.</p><p><br/></p><p><strong>Modelo de negócio</strong><br>Se financia principalmente pela comunidade de sócios, que pagam voluntariamente para sustentá-lo. Também tem publicidade e alguns projetos especiais.</p><p><br>Minha proposta original: criar um <strong>Clube de Leitura Jornalístico</strong> para os sócios.<br>A ideia é que a cada trimestre se escolha um livro relacionado com seus temas (política, feminismo, ecologia), organizar debates on-line e encontros com autores ou jornalistas.</p><p><br>Fontes de renda: contribuição extra dos sócios + parcerias com editoras + merchandising cultural.</p><p><br/></p><p><strong>Relação com o público</strong><br>Os sócios já são parte fundamental do veículo. Com o Clube de Leitura, o vínculo ficaria ainda mais forte: não apenas leem notícias, mas participam de debates e atividades culturais.<br>Isso transforma os leitores em uma comunidade mais ativa.</p><p><br/></p><p><strong>Presença em plataformas e formatos</strong><br>Hoje publicam no site, têm newsletter, podcasts, vídeos no YouTube e perfis em redes sociais (X, Instagram, Facebook, TikTok).</p><p><br>Com o Clube de Leitura poderiam incluir fóruns privados, eventos on-line e podcasts especiais com autores.</p><p><br/></p><p><strong>Pontos fortes e desafios</strong><br>Pontos fortes: independência em relação ao poder econômico, comunidade sólida de sócios, proposta editorial coerente e clara. O Clube de Leitura daria valor agregado e maior fidelização.</p><p><br>Desafios: exige mais organização, parcerias com editoras e pode interessar só a um público mais restrito.</p><p><br/></p><p><strong>Conclusão</strong><br><em>eldiario.es</em> já é um caso de sucesso em jornalismo independente. Com o Clube de Leitura poderia inovar no modelo de negócio, ampliar a relação com o público e se consolidar também como referência cultural.</p><p><br>Além disso, analisar um veículo espanhol ajuda a comparar experiências de jornalismo independente na Europa e na América Latina. Isso permite refletir sobre desafios comuns — como sustentabilidade, fidelização de audiência e inovação editorial — e pensar em soluções que também podem inspirar o contexto brasileiro.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-30 21:21:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3561676985</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Outras Palavras </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3562130713</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome da iniciativa e link:</strong></p><p><strong>Outras Palavras</strong> – <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://outraspalavras.net">https://outraspalavras.net</a></p><p><br></p><p><strong>Proposta editorial:</strong></p><p>Criado em 2010, Outras Palavras é um veículo de jornalismo independente que aposta na análise profunda de temas políticos, sociais e culturais. Foca em assuntos negligenciados pela mídia tradicional, com destaque para o boletim </p><p><br></p><p><strong>Outra Saúde</strong>, voltado exclusivamente à saúde pública e ao SUS.</p><p><br></p><p><strong>Modelo de negócio:</strong></p><p>É financiado quase exclusivamente por <strong>doações voluntárias</strong> por meio do programa <strong>Outros Quinhentos</strong>. Não possui publicidade comercial e conta com parcerias culturais que oferecem benefícios a apoiadores.</p><p><br></p><p><strong>Relação com a audiência:</strong></p><p>Constrói um vínculo forte com os leitores, incentivando a participação contínua por meio de newsletters, recompensas, debates e uma comunicação direta com a comunidade de apoiadores.</p><p><br></p><p><strong>Presença em plataformas e formatos de conteúdo:</strong></p><p><br></p><p>Além do site, está presente no YouTube (canal OPTV), Instagram, Facebook e Telegram. Produz textos analíticos, vídeos, boletins, entrevistas e, futuramente, podcasts e cursos.</p><p><br></p><p><strong>Forças e desafios percebidos:</strong></p><p><br></p><p><strong>Forças:</strong> conteúdo qualificado, independência editorial, relação próxima com os leitores.<br><strong>Desafios:</strong> ampliar a base de apoiadores, diversificar fontes de receita e expandir sua atuação em novos formatos.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-31 17:04:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3562130713</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Nonada Jornalismo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3562181557</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Proposta Editorial: </strong>O Nonada se posiciona como um veículo de jornalismo independente com foco em uma temática sociocultural. A organização promove reportagens que dialogam com temas como políticas culturais, culturas populares, comunidades tradicionais, memória e patrimônio, além de abordar questões urgentes como a intersecção entre o setor e as mudanças climáticas.&nbsp;</p><p>Defende a ética e a independência editorial, pautando-se pelos direitos humanos, pela objetividade jornalística e pela valorização das subjetividades, desde a escolha das pautas até a checagem dos fatos. O Nonada busca trazer olhares diversos sobre o Brasil, com atenção especial a questões de gênero, cor, etnia e outros grupos historicamente minorizados.</p><p>O público-alvo é formado por leitores interessados em um jornalismo cultural crítico, reflexivo e inclusivo. Entre esses estão especialistas da área, educadores e ativistas culturais.<br></p></li><li><p><strong>Modelo de negócio: </strong>O Nonada é uma organização sem fins lucrativos financiado por projetos realizados via lei de incentivo (com investimento social privado) e chamadas públicas (editais culturais), doações e grants de fundos nacionais e internacionais, além de participações em projetos de parceiros.&nbsp;</p><p>O veículo não recebe financiamento oriundo de publicidade, publieditorial e de emendas parlamentares. Também possui uma conta na plataforma de financiamento <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://Apoi.se">Apoi.se</a> que permite que criadores de conteúdo, artistas, projetos sociais arrecadem dinheiro de forma contínua (assinatura) ou pontual (doação única). Segundo relatório de financiamento de 2024, 48,9 % vem de grants de fundos internacionais.<br></p></li><li><p><strong>Relação com a audiência: </strong>O Nonada parece cultivar um vínculo sólido com seu público e comunidade por meio de espaços de participação ativa, como <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.nonada.com.br/2015/11/sobre-o-veredas/">“Veredas”</a>, que convida mulheres a trocar ideias, críticas, sugestões e propor pautas em diálogo colaborativo. Projetos colaborativos que envolvem rodas de conversa, escuta e produção coletiva (como o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.nonada.com.br/2024/07/sonario-das-cozinhas-plataforma-traz-mapas-e-biblioteca-sonora-de-cozinhas-solidarias-em-porto-alegre/">“Sonário de Cozinhas”</a>, que conecta comunidades afetadas por enchentes com pesquisa e comunicação popular).&nbsp;<br></p></li><li><p><strong>Presença em plataformas e formatos de conteúdo: </strong>O Nonada está presente em plataformas como o site principal com uma seção diversificada de formatos editoriais, redes sociais (Instagram, LinkedIn, TikTok, Bluesky, Threads e YouTube). Os formatos utilizados são notícias, reportagens, perfis, entrevistas, curadoria, resenhas e opinião. O veículo também conta com a sua agência de checagem <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.nonada.com.br/checazapfirmina/">“Checazap Firmina”</a> focada em desinformação sobre cultura, educação e pautas LGBTQIA +.</p></li></ul><p><br></p><ul><li><p><strong>Forças e desafios percebidos: </strong>Na sociedade contemporânea o veículo se destaca pelo compromisso de um jornalismo que explora a diversidade, os direitos humanos e a democracia cultural. Sendo reconhecido em diversos prêmios e também pela construção de projetos inovadores e colaborativos que engajam com a comunidade. Apesar disso, acredito que, o grande desafio do Nonada sendo um veículo sem fins lucrativos é a busca contínua por apoio financeiro para mantê-lo.&nbsp;<br></p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://www.nonada.com.br/" />
         <pubDate>2025-08-31 19:10:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3562181557</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Nonada Jornalismo</title>
         <author>eduardasilva1003s</author>
         <link>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3562185157</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nonada Jornalismo - </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.nonada.com.br/">https://www.nonada.com.br/</a></p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Proposta Editorial: </strong>O Nonada se posiciona como um veículo de jornalismo independente com foco em uma temática sociocultural. A organização promove reportagens que dialogam com temas como políticas culturais, culturas populares, comunidades tradicionais, memória e patrimônio, além de abordar questões urgentes como a intersecção entre o setor e as mudanças climáticas.&nbsp;</p><p>Defende a ética e a independência editorial, pautando-se pelos direitos humanos, pela objetividade jornalística e pela valorização das subjetividades, desde a escolha das pautas até a checagem dos fatos. O Nonada busca trazer olhares diversos sobre o Brasil, com atenção especial a questões de gênero, cor, etnia e outros grupos historicamente minorizados.</p><p>O público-alvo é formado por leitores interessados em um jornalismo cultural crítico, reflexivo e inclusivo. Entre esses estão especialistas da área, educadores e ativistas culturais.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong>Modelo de negócio: </strong>O Nonada é uma organização sem fins lucrativos financiado por projetos realizados via lei de incentivo (com investimento social privado) e chamadas públicas (editais culturais), doações e grants de fundos nacionais e internacionais, além de participações em projetos de parceiros.&nbsp;</p><p>O veículo não recebe financiamento oriundo de publicidade, publieditorial e de emendas parlamentares. Também possui uma conta na plataforma de financiamento <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://Apoi.se">Apoi.se</a> que permite que criadores de conteúdo, artistas, projetos sociais arrecadem dinheiro de forma contínua (assinatura) ou pontual (doação única). Segundo relatório de financiamento de 2024, 48,9 % vem de grants de fundos internacionais.<br></p></li><li><p><strong>Relação com a audiência: </strong>O Nonada parece cultivar um vínculo sólido com seu público e comunidade por meio de espaços de participação ativa, como <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.nonada.com.br/2015/11/sobre-o-veredas/">“Veredas”</a>, que convida mulheres a trocar ideias, críticas, sugestões e propor pautas em diálogo colaborativo. Projetos colaborativos que envolvem rodas de conversa, escuta e produção coletiva (como o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.nonada.com.br/2024/07/sonario-das-cozinhas-plataforma-traz-mapas-e-biblioteca-sonora-de-cozinhas-solidarias-em-porto-alegre/">“Sonário de Cozinhas”</a>, que conecta comunidades afetadas por enchentes com pesquisa e comunicação popular).&nbsp;<br></p></li><li><p><strong>Presença em plataformas e formatos de conteúdo: </strong>O Nonada está presente em plataformas como o site principal com uma seção diversificada de formatos editoriais, redes sociais (Instagram, LinkedIn, TikTok, Bluesky, Threads e YouTube). Os formatos utilizados são notícias, reportagens, perfis, entrevistas, curadoria, resenhas e opinião. O veículo também conta com a sua agência de checagem <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.nonada.com.br/checazapfirmina/">“Checazap Firmina”</a> focada em desinformação sobre cultura, educação e pautas LGBTQIA +.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong>Forças e desafios percebidos: </strong>Na sociedade contemporânea o veículo se destaca pelo compromisso de um jornalismo que explora a diversidade, os direitos humanos e a democracia cultural. Sendo reconhecido em diversos prêmios e também pela construção de projetos inovadores e colaborativos que engajam com a comunidade. Apesar disso, acredito que, o grande desafio do Nonada sendo um veículo sem fins lucrativos é a busca contínua por apoio financeiro para mantê-lo.&nbsp;</p><p><br/></p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-31 19:18:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3562185157</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Agência Lupa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3562233682</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://lupa.uol.com.br/">https://lupa.uol.com.br/</a> </p><p><br/></p><p><strong>Proposta Editorial:</strong> A Lupa se propõe a ser, além de uma agência de checagem, uma plataforma de combate à desinformação e de educação midiática. O projeto busca também sensibilizar os leitores sobre desinformação e seus riscos para a sociedade e a democracia. A lupa acompanha e faz a checagem de noticiários de política, economia, cidade, cultura, educação, saúde e relações internacionais.</p><p><br/></p><p><strong>Modelo de negócio:</strong> A Lupa é um projeto independente que tem como principais fontes de financiamento parcerias com outras empresas jornalísticas, de tecnologia e de diferentes setores públicos e privados. Ela recebe financiamento por meio de doações para projetos específicos de combate à desinformação e as checagens realizadas, além de publicadas no próprio site, também são vendidas a outros veículos de comunicação. Ademais, a Lupa oferece oficinas e treinamentos sobre fact-checking e mantém um programa de assinatura.</p><ul><li><p>Projetos: Lupa Educação com ação em Portugal, na Espanha e em países da África, Democracia Digital para tribunais regionais eleitorais e jornalistas, <em>FactCheckLab</em> em parceria com o Consulado dos Estados Unidos.</p></li><li><p>Parcerias: Integra o <em>Third-Party Fact-Checking Program</em> (3PFC) da Meta, TikTok e o X (Twitter), Google como apoiador do projeto No Epicentro, <em>Google News Initiative</em>, <em>International Fact-checking Network</em>, Fundação Henrich Böll, <em>Facebook Journalism Project, Membership Puzzle Project</em>, entre outros.</p></li><li><p>Clientes: Folha de S.Paulo, UOL, Yahoo!, Terra, rádio CBN, portal Metrópole…</p></li><li><p>Contratos fixos: desde julho de 2022, o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://lupa.news">lupa.news</a> está hospedado no ambiente do UOL. Não há nenhuma relação editorial entre os dois.</p></li><li><p>Redes e consórcios: Em 2019, a Lupa passou a integrar o <em>The Trust Project</em>, sendo a primeira plataforma especializada em fact-checking a fazer parte do consórcio mundial que conta com mais de 200 iniciativas de mídia. Também integra a <em>International Fact-Checking Network </em>(IFCN), rede mundial de checadores reunidos em torno do <em>Poynter Institute</em>, nos Estados Unidos.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Relação com a audiência:</strong> A Lupa aceita e incentiva os leitores a enviarem sugestões de checagem para a agência por email, telefone, WhatsApp e no final de cada matéria do site por um link que direciona diretamente para o contato do projeto. Cada publicação da Lupa também tem, no final da página, um botão de “Erramos? Informe à nossa redação” que permite ao leitor contestar a informação divulgada. Além disso, a Lupa também mantém um programa de membros por assinatura e promove a participação da audiência nos projetos de educação midiática.</p><p><br/></p><p><strong>Presença em plataformas e formatos de conteúdo:</strong> A Lupa é um veículo 100% digital. Além do site oficial, e dos cursos de educação midiática, a agência está presente no cotidiano da sua audiência com newsletters semanais e produzindo conteúdo para outras plataformas, como X, Instagram, Threads, TikTok, Linkedin e Facebook. O projeto também possui uma conta no Youtube mas que não está sendo atualizada. Os conteúdos da Lupa são produzidos diariamente e, em sua maioria, escritos ou em vídeo, sempre acompanhados por fotografia e frequentemente por infografia também. Ademais, no site é possível encontrar as matérias em formatos de notícias e reportagem mais tradicionais, enquanto que nas redes sociais a Lupa explora formatos de conteúdo mais variados, se adaptando à cada plataforma, como vídeos vídeos curtos e cards explicativos, por exemplo, para buscar maior engajamento e alcance para as publicações do site.</p><p><br/></p><p><strong>Forças e desafios percebidos:</strong> A Lupa é uma agência de fact-checking pioneira no Brasil, com grande reconhecimento internacional e participação em redes mundiais de checagem de informação e transparência no jornalismo, com uma variedade de conteúdos e o investimento em educação midiática, a agência consegue diversificar a sua produção para além do jornalismo tradicional. Entretanto, cada vez mais estão surgindo plataformas que se propõem a realizar checagem de fatos, e manter a relevância nesse meio competitivo se torna um problema crescente. Ademais, a dependência de editais e parcerias externas também torna a sustentabilidade financeira do projeto um desafio a longo prazo.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-31 21:41:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3562233682</guid>
      </item>
      <item>
         <title>LA DIARIA </title>
         <author>lucasferreiragoulart401</author>
         <link>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3562254497</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Nome da iniciativa e link</strong>: la diaria - <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ladiaria.com.uy/">https://ladiaria.com.uy/</a></p></li><li><p><strong>Proposta editorial</strong>: A la diaria é dividida em seis editorias que aprofundam pautas pertinentes do Uruguai e do mundo: política, mundo, esporte, opinião, cultura e verificação dos fatos. Além desses conteúdos disponibilizados tanto no site quanto no jornal impresso, o veículo ainda comercializa três revistas para alcançar três públicos distintos: a revista “Lento” apresenta para o público um jornalismo narrativo focado na ficção, a parceria do la diaria com o Le Monde Diplomatique - o jornal francês de maior circulação no mundo em 2024 - permite que o público tenha acesso a edições mensais, com análises, reportagens e investigações de pautas internacionais. Para aproximar o público infantil e adolescente ao veículo, a la diaria disponibiliza mensalmente a revista “Gigante”.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Modelo de negócio</strong>: O principal modelo de financiamento adotado pela la diaria são as assinaturas, que garante sua independência jornalística. Com isso, 85% da receita do veículo é oriunda do pagamento dos 23.237 assinantes. A publicidade corresponde a 10% da receita obtida e os 5% restantes são de projetos financiados externamente aos quais o veículo se candidata localmente ou internacionalmente. Atualmente, o veículo conta com 170 funcionários trabalhando diariamente nas áreas de jornalismo, logística, call centers, tecnologia e administração. Sendo assim, 69% do orçamento é destinado ao pagamento de salários. A receita mensal do veículo é de cerca de 17 milhões de pesos uruguaios (R$2.308.770,00).&nbsp;</p></li><li><p><strong>Relação com a audiência</strong>: A la diaria preza pela construção de comunidade com seu público e se tornou um dos principais cases de sucesso na América Latina. O veículo produziu um documentário, em 2024, que abordou dois escândalos políticos no Uruguai e foi financiado integralmente por seus assinantes. A produção audiovisual foi publicada no canal do Youtube da la diaria e alcançou mais de 450 mil visualizações na plataforma. O veículo identificou que sua comunidade consumia rádio e lançou o projeto “Rádio diária” em maio deste ano para discutir sobre temas relevantes do Uruguai e do mundo. O programa “La mañana de la diaria” vai ao ar toda manhã de segunda à sexta no Youtube, Spotify e no site do la diaria. Além disso, o veículo disponibiliza para os assinantes uma aba específica para que eles possam expressar opiniões, necessidades e experiências sobre o jornal uruguaio. O modelo de distribuição do jornal impresso produzido pelo veículo também ajudou a desenvolver um vínculo de proximidade e um senso de pertencimento da comunidade com la diaria.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Presença em plataformas e formatos de conteúdo</strong>: O jornal uruguaio adota uma estratégia diferente para o instagram em comparação com o X. No instagram, produz reportagens em formato de reels, cortes dos entrevistados no programa “La mañana de la diaria” e carrosséis. Para anunciar as matérias que estão publicadas no site, o veículo posta cada conteúdo com um template de cor diferente nos stories. Já no X, observamos que é utilizado apenas para publicar links das matérias veiculadas no site. A la diaria proporciona para o assinante uma newsletter totalmente personalizada, concedendo autonomia para cada usuário escolher quais editorias gostaria de receber e os dias em que cada newsletter será enviada. Para consumir qualquer matéria no site do veículo, será preciso criar uma conta. Após a criação, o público que não for assinante poderá acessar somente quatro matérias por mês.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Forças e desafios percebidos</strong>: Além de disponibilizar para o assinante uma editoria focada em verificação, la diria desenvolveu um chatbot para tentar combater a disseminação de fake news no WhatsApp. O público pode enviar sua dúvida sobre qualquer acontecimento utilizando imagens, links ou realizando perguntas. Embora o veículo uruguaio já tenha entregue um programa diário para sua comunidade no Youtube, observamos que la diaria pode explorar melhor a plataforma com o desenvolvimento de novos formatos de conteúdos para o consumo do público e também para atrair novas receitas através da publicidade.&nbsp;</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-31 22:49:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3562254497</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Revista Quatro Cinco Um</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3562264857</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Nome da iniciativa e link</strong>: Revista Quatro Cinco Um - <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://quatrocincoum.com.br/">https://quatrocincoum.com.br/</a></p></li><li><p><strong>Proposta editorial e foco de conteúdo</strong>: A Revista Quatro Cinco Um é uma “revista multiplataforma de crítica de livros”, como diz em seu próprio site, que busca se conectar com o público leitor brasileiro. Tendo como principal marca editorial o jornalismo cultural, teve sua primeira edição lançada em maio de 2017. A publicação da revista é mensal e realizada pela Associação Quatro Cinco Um, uma associação sem fins lucrativos que busca difundir a literatura como ferramenta de transformação política e social no país, ampliando a participação democrática e a garantia dos direitos humanos. O foco do conteúdo da Quatro Cinco Um, portanto, é a literatura. A revista publica resenhas, entrevistas, notas e imagens sobre livros de autores brasileiros, normalmente recém-publicados. Entre os principais valores da revista estão a “independência, o pluralismo, a bibliodiversidade e a livre circulação de ideias”. Conteúdos especiais sobre autores renomados também são publicados, como foi o caso de uma coletânea de relatos sobre Luis Fernando Veríssimo, que morreu no último sábado (30) aos 88 anos. A edição impressa é publicada mensalmente, enquanto podcasts, newsletters e conteúdos do site vão ao ar diariamente. Com o slogan “de grandes leitores para grandes leitores”, a Quatro Cinco Um afirma ser um “panorama das novidades editoriais e de debates relevantes na sociedade brasileira”.</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Modelo de negócio e relação com a audiência</strong>: Quais são suas fontes de financiamento? De acordo com o material publicado no site da revista, o projeto não tem fins lucrativos e é financiado, principalmente, por venda de assinaturas e venda avulsa de revistas nas bancas. Além disso, apoio de instituições do terceiro setor, parcerias, anúncios publicitários e doações privadas também fazem parte do orçamento.&nbsp;A revista constrói seu vínculo com os leitores por meio do conteúdo e também pelos tipos de assinatura. Entre as modalidades, existe a possibilidade de “assinante entusiasta” e “ouvinte entusiasta”, em que o leitor paga um valor maior apenas para ajudar no financiamento dos projetos - da revista e do podcast. Também há a assinatura de um clube do livro, em que, além de receber a revista impressa mensalmente e ter acesso aos conteúdos completos no site, o leitor também recebe em sua casa um livro escolhido pelos editores, o que cria uma sensação de tratamento especializado por meio da curadoria. Outra forma de manter seu vínculo com a audiência é por meio do Clube de Benefícios 451. Todos os assinantes têm direito a uma aba de diversos descontos em livrarias, editoras e associações culturais e participação em sorteios.</p></li><li><p><strong>Presença em plataformas e formatos de conteúdo</strong>: A Quatro Cinco Um, além de ser impressa mensalmente, está presente em seu site, com seus conteúdos escritos e no Spotify, com seus podcasts - o principal sendo o 451 MHz. Além disso, a revista tem newsletters semanais e mensais.</p></li><li><p><strong>Forças e desafios percebidos</strong>: Um dos pontos que percebi ao pesquisar a revista foi a sua atuação extremamente “nichada”. Acredito que isso pode ser considerado um ponto de atenção - positivo ou negativo - visto que outros aspectos da cultura em geral, mesmo que tenham relação com o universo literário, não são abordados, como música e teatro, por exemplo. Uma coisa bem interessante que a Quatro Cinco Um faz é o listão de novidades nas livrarias e, se estiver cadastrado, é possível salvar as opções em uma aba de favoritos. O clube de benefícios também é algo bem interessante e ele estar disponível para todos os assinantes pode ser um incentivo. E a assinatura para entusiastas é uma baita ideia para aqueles que acreditam no poder editorial da revista e querem contribuir, apesar de ficar me perguntando quantas pessoas optam por pagar mais apenas para ajudar. Pelo que vi, não há muito incentivo para que haja uma troca entre os leitores da revista. Não há espaço para comentários nas publicações e o “clube do livro”, pelo o que pesquisei, não tem encontros para falar sobre as obras. Talvez uma assinatura em que tivessem encontros mensais para debater as obras entregues seria mais uma opção para rentabilizar.</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-31 23:13:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3562264857</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Notícia Preta</title>
         <author>rosilcaroline</author>
         <link>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3562288027</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Nome da iniciativa e link</strong>: Notícia Preta - <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://noticiapreta.com.br/">&nbsp;Notícia Preta - Jornalismo antirracista.</a></p><p><br/></p></li><li><p><strong>Proposta editorial</strong>: O NP é um portal de jornalismo antirracista. Com um recorte social e antirracista das notícias e com&nbsp; foco no desenvolvimento da comunidade negra, são abordados temas como economia, igualdade de gênero, educação de qualidade, redução de desigualdades, entre outros que englobam a questão racial. Além do site, o NP é bem ativo no Instagram e Youtube. Para além disso, o portal possui uma Escola de comunicação Antirracista, em que oferecem, de forma gratuita, capacitações para pessoas negras e periféricas que tem como objetivo atuar na área de jornalismo e comunicação.&nbsp;</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong>Modelo de negócio</strong>: O NP atua com formações e capacitações internas em empresas elaborando planos e ações de comunicação e educação que torne os espaços mais diversos e inclusivos, mas no site e demais espaços não fica claro se essa atuação possui alguma taxa.&nbsp; Ao entrar no site é possível deparar-se com um banner convidando a anunciar com eles – o que também não fica claro sobre valores.&nbsp;</p></li><li><p>Na página do Instagram, existe uma aba para contribuição espontânea dos leitores por meio da plataforma Catarse. Ali é possível escolher entre contribuir com qualquer valor ou fazer assinaturas mensais.&nbsp;</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong>Relação com a audiência</strong>: O NP possui um grupo no WhatsApp, porém apenas para recebimento das notícias – leitores não conseguem enviar mensagem. No site é possível deixar comentários e também contata-los através do “fale conosco” – nessa aba existe um card com a frase “assine nosso Picpay”, entretanto, ao escanear o QR Code, ele direciona para um outro Whats App onde é possível enviar sugestões de pauta, por exemplo.&nbsp;</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong>Presença em plataformas e formatos de conteúdo</strong>: O NP utiliza mais redes sociais tradicionais, como X, Facebook, WhatsApp e Linkedin. Eles possuem canal no YouTube em que era postado videocast, mas a conta está desatualizada a alguns meses.&nbsp;</p></li></ul><p>O portal costuma trabalhar mais com texto, tanto no site como nas redes sociais. As postagens são mais limitadas, sem muitas opções de multimídia ou infográficos, por exemplo.&nbsp;</p><p><br/></p><p><strong>Forças e desafios percebidos</strong>: O Instagram do portal possui um número bem considerável de seguidores e as postagens contam com comentários positivos. Entretanto, é possível observar algumas fragilidades como a falta de dados em gráficos, por exemplo. Mas, o que mais me chama atenção é a falta de recursos de acessibilidade, tanto no Instagram – rede em que são mais ativos – como no site.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-31 23:50:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3562288027</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sexto Round</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3562305961</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome da iniciativa e link: Sexto Round, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtube.com/@sextoround?si=eNdAkt6Rgk4pGRyO">https://youtube.com/@sextoround?si=eNdAkt6Rgk4pGRyO</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.instagram.com/sextoroundmma?igsh=MTVud25mMXV2dWlxaQ==">https://www.instagram.com/sextoroundmma?igsh=MTVud25mMXV2dWlxaQ==</a></p><p><br/></p><p>Proposta editorial: Sexto Round é o maior portal focado em MMA do Brasil. Público majoritariamente masculino. Linguagem é um meio termo entre o casual e o formal.</p><p><br/></p><p>Modelo de negócio: A maior fonte de renda do Sexto Round é o patrocínio da Insider. Renato Rebelo, dono do portal, foi eleito o criador do ano de 2024 da marca. A segunda maior fonte de renda vem da assinatura de membros no YouTube, e por último vêm o AdSense do YouTube e  a monetização do Instagram.</p><p><br/></p><p>Relação com a audiência: Os membros do YouTube têm acesso mensal à live dos membros. Também acontece semanalmente o podcast de terça-feira do Sexto Round, onde há bastante interação com o público.</p><p><br/></p><p>Presença em plataformas e formatos de conteúdo: Inicialmente, o Sexto Round era um blog onde o Renato Rebelo escrevia notícias sobre MMA. Mais tarde, ele criou o canal do YouTube, que era mais voltado para entrevistas com lutadores. Um tempo depois, houve uma reformulação, o site foi descontinuado e o foco passou para o canal de YouTube, que passou a receber, em forma de vídeo, o conteúdo que antes ia para o site, como resenhas de lutas e notícias. Com o tempo, novos integrantes foram se juntando e novos projetos foram sendo integrados ao canal de YouTube, como o podcast e documentários, perdendo um pouco o caráter de instantaneidade de hard news, que passou a ser praticado no Instagram.</p><p><br/></p><p>Forças e desafios percebidos: Um desafio é o fato do UFC ser muito rígido e, ao mesmo tempo, pouco claro em relação a direitos autorais, colocar um clipe de dez segundos de uma luta em um vídeo, pode ser o suficiente para ele ser derrubado. Também noto que o Sexto Round peca na produção de reels para o Instagram, eles são escassos e nunca são um conteúdo feito especificamente para essa plataforma, mas sim cortes de outras mídias.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-01 00:12:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3562305961</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Giro Latino</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3562347523</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Proposta editorial: </strong>O Giro Latino é um veículo independente, criado pelos jornalistas Lucas Berti, Maurício Brum e Juan Ortiz e conta com o apoio da agência Fronteira, em Porto Alegre. Através da sua newsletter, publicada na paltaforma Substack, o veículo tem como principal objetivo noticiar nas manhãs de sábado as principais informações sobre política, economia e cultura de países da América Latina. A linguagem é objetiva e clara e visa elucidar discussões e questões sobre países latino-americanos que são pouco difundidas. Além de independente, o veículo se declara como “anticolonialista”.</p></li></ul><p><br></p><ul><li><p><strong>Modelo de negócio: </strong>O Giro Latino conta com o apoio de assinantes, que podem pagar mensalmente R$ 5,90 para receber o conteúdo completo. Há também a opção de pagar o plano anual, por R$ 60. Além disso, há como presentear uma assinatura a alguém, seja com um plano mensal ou anual. Para instigar o leitor a ler o conteúdo completo, o veículo disponibiliza somente uma matéria gratuita de um país e as restantes só poderão ser acessadas aos assinantes pagos.&nbsp;</p></li></ul><p><br></p><ul><li><p><strong>Relação com a audiência: </strong>Utiliza uma linguagem simples e semelhante a uma conversa com o leitor, a fim de facilitar a compreensão e estabelecer um possível diálogo posterior à leitura do conteúdo. Porém, em uma plataforma pouco conhecida, o que dificulta manter essa relação com a audiência.</p></li></ul><p><br></p><ul><li><p><strong>Presença em plataformas e formatos de conteúdo: </strong>Está presente na plataforma online Substack, que é voltada a publicação de conteúdos digitais, com foco em newsletters. Permite que o criador de conteúdo faça posts online e envie-os por e-mail. Também publica posts no Instagram regularmente.</p></li></ul><p><br></p><ul><li><p><strong>Forças e desafios percebidos: </strong>O veículo se destaca por apurar e publicar informações relativas aos diversos países do continente latino-americano, que têm pouco espaço em veículos hegemônicos, em detrimento de informações dos continentes europeu ou norte-americano. Um ponto que merece atenção é referente à notícia principal enviada aos assinantes que não pagam, pois o leitor não tem chance de escolher sobre qual país deseja se informar.</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://girolatino.substack.com/about" />
         <pubDate>2025-09-01 00:42:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3562347523</guid>
      </item>
      <item>
         <title>piauí </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3562400013</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Nome da iniciativa e link</strong>: Revista piauí: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://piaui.folha.uol.com.br/">https://piaui.folha.uol.com.br/</a>&nbsp;</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong>Proposta editorial</strong>: A piauí adota o jornalismo literário: reportagens longas, narrativas envolventes e estilo próximo da ficção, com atenção a personagens, ambientes e detalhes simbólicos. Não há linha editorial rígida ou manchetes explícitas na capa, o que valoriza a autoria dos textos e uma leitura mais reflexiva.<br></p></li><li><p><strong>Modelo de negócio</strong>: Desde 7 de outubro de 2021, a revista passou a ser gestionada pelo Instituto Artigo 220, uma entidade sem fins lucrativos criada por um fundo patrimonial de cerca de R$ 350 milhões doado por João Moreira Salles. Esse fundo cobre a maior parte dos custos operacionais (estimados em torno de <strong>R$ 12 a 16 milhões por ano)</strong>. A receita complementar vem de assinaturas (impressas e digitais), venda em bancas e publicidade, que totalizam cerca de <strong>R$ 6 milhões anuais</strong>. Esse modelo dá à <strong>piauí</strong> uma autonomia editorial robusta, sem depender de anunciantes dominantes ou de ações mercadológicas agressivas.&nbsp;</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong>Relação com a audiência</strong>: A revista estimula um vínculo com seus leitores por meio de ações exclusivas, como o <strong>"Clube do Assinante"</strong>, com fóruns online, capas numeradas assinadas por artistas renomados, simpósios mensais presenciais ou via live e outras formas de engajamento. Há também o <strong>“Foro de Teresina”</strong>, um podcast interativo onde ouvintes enviam áudios e participam das pautas. Além disso, eventos, como o <strong>Festival piauí de Jornalismo</strong>, promovem diálogos ao vivo entre leitores, jornalistas e pensadores, construindo comunidade e presença ativa além das páginas</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong>Presença em plataformas e formatos de conteúdo</strong>:&nbsp;</p></li></ul><p><strong>Impressa</strong>: revista mensal com cerca de 50 mil exemplares, capa artística, formato grande e estética cuidada. <br></p><p><br/></p><p><strong>Digital (site)</strong>: publica conteúdos além da revista, como colunas, reportagens especiais, Dossiês, newsletter semanal, seção “piauí joga”, recomendações e jogos interativos.<br></p><p><strong>Podcasts</strong>: com destaque para o <strong>Foro de Teresina</strong>, além de outros programas no formato audiovisual.<br></p><p><strong>Vídeos</strong>: no site, há entrevistas e registros de eventos (como o festival).</p><p><br/></p><p><strong>Eventos presenciais</strong>: Festival piauí, Encontros e participações em Flip, além dos simpósios do clube do assinante.<br></p><p><strong>Newsletter semanal</strong>: conteúdos em destaque enviados por e-mail.</p><p><br/></p><p><strong>Mídias sociais</strong>: presença ativa em redes como Instagram, Twitter/X, Facebook e YouTube, usadas para ampliar o alcance dos conteúdos, divulgar podcasts, dialogar com o público e reforçar a identidade irônica e inteligente da marca.<br><br></p><ul><li><p><strong>Forças e desafios percebidos</strong>:&nbsp;</p></li></ul><p><strong>Forças:</strong></p><ul><li><p>Modelo sustentável e independente, via fundo patrimonial, que garante autonomia e continuidade;</p></li><li><p>Jornalismo literário de alta qualidade, com forte identidade e relevância cultural;</p></li><li><p>Diversificação de formatos, o que aproxima diferentes públicos e linguagens;</p></li><li><p>Construção de comunidade ativa por meio de eventos e fóruns exclusivos para assinantes.<br></p></li></ul><p><strong>Desafios:</strong></p><ul><li><p>Público de nicho: leitores exigentes e mais “intelectuais” podem limitar o alcance populacional;</p></li><li><p>Dependência do fundo patrimonial para sustentabilidade; caso a rentabilidade caia, pode haver impacto financeiro;</p></li><li><p>Pouca ênfase em pesquisa de audiência: a relação com público não é baseada em dados formais, o leitor é reconhecido principalmente via assinaturas digitais.</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-01 01:18:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3562400013</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3562517149</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome: Farol Brasil - link: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/@JonesManoel">https://www.youtube.com/@JonesManoel</a></p><p>Proposta editorial: </p><p>"Um olhar pela esquerda" é o "slogan" do jornal, que sintetiza sua proposta editorial. O veículo tem sua estrutura principal no Youtube, sendo a maior parte do conteúdo audiovisual, material que depois é usado para divulgação nas demais redes sociais. É um jornal essencialmente político, que discute as principais notícias nacionais e internacionais a partir de um viés anticapitalista e anti-imperialista, abarcando a diversidade de interpretações e pontos de vista que existem dentro deste viés. É dividido em diferentes programas: Manhã Brasil (diário, com notícias e entrevistas), Favela Urgente (semanal, notícias sobre a violência policial), Dialética do Pop (semanal, análises sobre cultura pop, ideologia e política), Vozes Livres (semanal, reflexões políticas sobre o capitalismo, crise ambiental, mais solto), Noite Brasil (diário, com notícias e entrevistas), Jones Manoel (diário, opinativo), Guerra e Política (semanal, reflexões sobre as guerras em curso e teoria militar), Entrelinhas (quinzenal, podcast de entrevistas sobre temas diversos), Entre Blocos (mensal, ainda indefinido, só teve uma edição). A diversidade de programas visa tocar diferentes temas, dialogando com públicos mais amplos, mas todos dentro do mesmo escopo político. Em geral, quem acompanha o jornal são pessoas politicamente interessadas e identificadas com a esquerda, desde os progressistas em geral à militância da esquerda radical. Cada programa tenta trazer personalidades já influentes na internet e dentro do "campo da esquerda", para atrair os públicos destas pessoas, transformando o Farol Brasil um "centro" para onde confluem todas as principais personalidades da esquerda "anticapitalista e anti-imperialista".</p><p>Modelo de negócio:</p><p>A principal fonte de financiamento é o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://Apoia.se">Apoia.se</a>, doações mensais espontâneas de cada pessoa. Não há dados públicos sobre o montante, mas por informações particulares estima-se que já passa de R$50 mil mensais (é bem possível que já tenha ultrapassado os R$100 mil). Além disso, todos os vídeo são monetizados, há assinaturas de "membros do canal" e doações durante as lives para enviar comentários com maior destaque. Também agora há uma loja online que vende alguns itens temáticos, como camisetas e canecas. Jones Manoel, dono do jornal, já revelou que "paga os melhores salários em comparação a todos os demais jornais de esquerda na internet, com exceção do ICL". É possível que parte do que sustenta o jornal provenha de recursos do próprio dono, que também tem sua renda na venda de livros próprios e palestras. </p><p>Relação com a audiência:</p><p>As lives diárias do canal são sempre marcadas por bastante interação com o público. Há um grupo exclusivo de assinantes do canal, que possui alguns conteúdos exclusivos, mas aparentemente não muitos. A ideia principal do canal é manter todos os debates públicos e limitar acesso a determinados conteúdos em alguma medida entra em conflito com a proposta política do jornal. Ainda assim, há um espaço exclusivo de interação para membros. Nas redes sociais, Jones Manoel é bastante interativo, sempre responde e interage com algumas pessoas. </p><p>Presença em plataformas:</p><p>Está presente no email, Whatsapp e Telegram com listas de transmissão onde são repassados todos os conteúdos produzidos, desde vídeos até artigos escritos. Há um site que não leva o nome do jornal, mas de seu dono: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://jonesmanoel.com.br">jonesmanoel.com.br</a>, onde são publicados artigos editoriais. Está também presente no Instagram, Facebook, X e TikTok, mas nestes todos apenas sob o nome de Jones Manoel, e não do Farol Brasil.</p><p>Forças e desafios percebidos:</p><p>O Farol Brasil se tornou um dos maiores veículos de esquerda na internet, especialmente pelo brilhantismo intelectual de seu dono, Jones Manoel. Na verdade, o projeto Farol Brasil tem apenas um ano de existência, sendo precedido de um canal pessoal de Jones Manoel, onde apenas publicava diariamente vídeos de opinião política. Agora, lançando um jornal mais amplo, teve o mérito de reunir em um só canal diversas personalidades de esquerda críticas ao governo Lula, algo até agora incomum na internet, cujos veículos de esquerda melhor estruturados geralmente são governistas ou vinculados ideologicamente ao petismo. O canal de Jones criou um contraponto à esquerda, uma alternativa que ainda não existia na "esfera pública". O crescimento do canal, porém, ainda depende muito do desempenho individual de seu proprietário, que vem se destacando brilhantemente em debates políticos, projetando-se cada vez mais como uma liderança política nacional. Ou seja, o crescimento do veículo depende menos da qualidade e da forma do conteúdo jornalístico que produz, ainda que certamente esta qualidade faça diferença para "fidelizar" o público nos conteúdos que vão além da imagem de Jones Manoel. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-01 02:19:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3562517149</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Nexo Jornal - https://www.nexojornal.com.br/</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3563139851</link>
         <description><![CDATA[<p>Proposta editorial e foco do conteúdo: O Nexo é um jornal digital independente que trata as notícias de uma forma aprofundada. Muitas vezes, usando como gancho assuntos em voga para explicar de forma detalhada o funcionamento de instituições ou o contexto em que os acontecimentos se dão, não se restringindo apenas a superfície. Muitas das publicações trazem dados, análises de especialistas e investigações profundas sobre os temas propostos,  privilegiando a qualidade da informação ao invés da velocidade. Apesar do foco das matérias ser predominantemente política e divulgação científica, o veículo também trata de temas como, esporte, cultura, lazer, tecnologia entre outros. Boa parte das publicações, são leituras mais longas do que a dos jornais tradicionais. No entanto, o Nexo também produz conteúdos de rápido consumo. Estes geralmente são publicados na cartola Expresso. Em seu site, o jornal afirma que seu principal objetivo é qualificar o debate público e fortalecer a democracia brasileira. A CEO da empresa diz que ‘’O Nexo é um veículo de “interesse social” que não veicula publicidade. Pratica um jornalismo de contexto, propondo-se a explicar o noticiário e os acontecimentos de forma quase didática’. </p><p> </p><p>Modelo de negócio: O Nexo não faz publicidade em seu site, segundo dados do Project Oasis, o financiamento do veículo é obtido através da venda de assinaturas, quase todo conteúdo do site é protegido por paywall. O segundo método de financiamento mais importante é relatado apenas como ‘outro’. Desde 2018, quando recebeu uma doação de US$ 920 mil da Luminate, organização filantrópica do fundador do Ebay, o jornal recebe subsídios de diversas instituições, privadas ou filantrópicas. Também recebe fundos do Special Project do Google para a produção de publicações de editorias específicas, produz cursos, consultorias e vende pacotes de conteúdos jornalísticos voltados para escolas.  </p><p> </p><p>Relação com a audiência: O Nexo estimula o envio de sugestões de pauta através do site, e também mantém um espaço para a publicação de textos produzidos pelos leitores, a sessão ‘Ensaio’. No site, não é possível comentar as matérias, o método de interação mais comum são os comentários nas redes sociais mantidas pelo jornal. </p><p>Presença em plataformas e formatos de conteúdo: Além do site, o Nexo está presente no Spotify, Facebook, Instagram, Tiktok, Threads, Bluesky e tem um canal no Whatsapp. Os textos completos são apenas acessados pelo site, mas a divulgação se dá pelas redes sociais, incluindo o Newsletter via Whatsapp. Também são produzidos vídeos para youtube e TikTok e podcasts para o Spotify.</p><p>Forças e desafios percebidos: De forma geral, apesar de tratar de assuntos complexos, o Nexo consegue traduzir muito bem os temas para uma linguagem de fácil compreensão à medida do possível. Apesar do conteúdo ser bastante didático, criativo em sua apresentação, especialmente quanto a dados e recursos visuais que facilitam a percepção de um quadro complexo, devido a assinatura e por atingir apenas um público muito nichado, esse conteúdo acaba circulando apenas por uma parcela limitada da população.    </p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-01 09:26:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3563139851</guid>
      </item>
      <item>
         <title>the news </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3563321498</link>
         <description><![CDATA[<p>Nome da iniciativa e link</p><p>the news</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://thenews.waffle.com.br/newsletter">https://thenews.waffle.com.br/newsletter</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://thenews.waffle.com.br/newsletter.">. </a></p><p><strong>Proposta Editorial</strong></p><p>"The News" é uma newsletter de notícias rápidas, enviada diariamente às 06h06, que alcança atualmente mais de 2 milhões de leitores ativos. Seu foco editorial é entregar um resumo das principais notícias do dia de forma simplificada, rápida, direta e leve, sem ser maçante ou difícil de compreender. O tom de voz é transparente, acolhedor, com pitadas de humor e informalidade, apresentando uma linguagem personalizada e distinta que inclui o uso proposital de letras minúsculas, favorecendo uma experiência de leitura agradável, útil e inteligente. O público-alvo são principalmente os jovens, pessoas interessadas em consumir notícias de maneira eficiente e contextualizada, com acesso rápido a informações relevantes.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Modelo de Negócio</strong></p><p>A receita do Grupo Waffle e do "The News" vem de múltiplas fontes. A newsletter possui uma versão premium, lançada recentemente, com assinaturas a partir de R$ 9,99, que oferece uma experiência sem anúncios e conteúdos personalizados via inteligência artificial. Outra fonte de receita são parcerias de publicidade e branded content com grandes marcas como Itaú, Google, McDonald's e Nubank, que investem para atingir o público jovem digital. O grupo também realiza ações de branded content e projetos especiais, como newsletters exclusivas para clientes de empresas como a Stone. A estratégia para sustentabilidade financeira inclui crescer a base de assinantes pagos, além de manter parcerias comerciais fortes para garantir financiamento.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Relação com a Audiência</strong></p><p>O the news&nbsp; estabelece uma comunicação próxima e personalizada, com linguagem acessível, acolhedora e transparente, que conecta bem com a rotina do público jovem. A newsletter incentiva a participação do leitor, é fácil de se inscrever e desinscrever, reforçando o respeito à escolha do público. O tom informal e o uso de humor criam uma sensação de conversa individualizada. O Grupo Waffle também fomenta o engajamento por meio de outras newsletters segmentadas por interesses, além de podcasts e presença em redes sociais, fortalecendo a construção de comunidade em torno do conteúdo compartilhado.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Presença em Plataformas e Formatos de Conteúdo</strong></p><p>O Grupo Waffle distribui o the news principalmente por e-mail, na forma de newsletter diária. Além disso, o grupo tem forte atuação nas redes sociais e produções audiovisuais, incluindo um podcast líder de notícias entre jovens no Spotify. O grupo está expandindo sua presença para formatos variados, planejando inclusive um canal de TV digital, mostrando uma estratégia multimídia para alcançar o público de forma completa e diversificada. Hoje é o podcast de notícia mais ouvido do país.&nbsp;</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Forças e Desafios Percebidos</strong></p><p><strong>Forças:</strong></p><ul><li><p>Identidade editorial clara, direta, objetiva, e amigável, que dialoga com as novas gerações.</p></li><li><p>Consistência na personalização estética e comunicativa.</p></li><li><p>Capacidade de simplificar conteúdos complexos, facilitando o consumo rápido de informação.</p></li><li><p>Base sólida de leitores ativos (mais de 2 milhões).</p></li><li><p>Uso inovador de IA para personalizar conteúdos premium.</p></li><li><p>Parcerias comerciais robustas com grandes marcas.</p></li></ul><p><strong>Desafios:</strong></p><ul><li><p>Escalar o modelo de assinatura paga mantendo a qualidade e o engajamento.</p></li><li><p>Alcançar ainda mais diversidade de público, atendendo "micronichos" sem perder identidade.</p></li><li><p>Sustentabilidade financeira a longo prazo, dado o ambiente competitivo do jornalismo digital.</p></li><li><p>Manter a relevância no cenário cada vez mais saturado de notícias digitais.</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Contextualização e Referências Críticas</strong></p><p>De acordo com dados da AJOR e análises da SembraMedia e LatAm Journalism Review, o jornalismo digital independente no Brasil tem crescido, com destaque para estratégias como o uso de newsletters segmentadas e modelos de negócio baseados em assinaturas e parcerias. "The News" se encaixa neste cenário como um caso de sucesso, explorando formatos que privilegiam a agilidade, a personalização e a conexão emocional, características cruciais para a sustentabilidade de veículos voltados para as gerações digitais. Esse modelo tem sido apontado como uma tendência pelo ecossistema latino-americano do jornalismo independente.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-01 12:51:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3563321498</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Nonada Jornalismo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3563577637</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Identidade </strong></p><ul><li><p>Organização sem fins lucrativos.</p></li><li><p>Articula cultura, jornalismo e educação como pilares de transformação social.</p></li><li><p>Atua como ONG e veículo jornalístico.</p></li></ul></li><li><p><strong>Temáticas abordadas</strong></p><ul><li><p>Políticas culturais.</p></li><li><p>Culturas populares.</p></li><li><p>Comunidades tradicionais.</p></li><li><p>Memória e patrimônio.</p></li><li><p>Mudanças climáticas.</p></li></ul></li><li><p><strong>Sustentabilidade do negócio</strong></p><ul><li><p>Projetos via lei de incentivo.</p></li><li><p>Editais culturais<strong>.</strong></p></li><li><p>Doações<strong>.</strong></p></li><li><p>Grants<strong> </strong>de fundos nacionais e internacionais.</p></li><li><p>Parcerias institucionais.</p></li><li><p>Não recebe publicidade, publieditoriais ou emendas parlamentares → independência editorial.</p></li></ul></li><li><p><strong>Valores</strong></p><ul><li><p>Coletividade.</p></li><li><p>Ética.</p></li><li><p>Independência.</p></li><li><p>Decolonialidade.</p></li></ul></li><li><p><strong>Projetos e iniciativas</strong></p><ul><li><p><strong>Comunica</strong>: formação de lideranças periféricas em comunicação cultural (com apoio da Secretaria de Cultura do RS).</p></li><li><p><strong>Patrimônio Vivo</strong>: registro das histórias de mestres da cultura popular do RS + interação com estudantes de escolas públicas.</p></li></ul></li><li><p><strong>Plataformas e formatos</strong></p><ul><li><p>Presença em: site próprio, Instagram, Facebook, Twitter, TikTok, LinkedIn, newsletter, YouTube e WhatsApp.</p></li><li><p>Produção em diversos gêneros: reportagens, entrevistas, resenhas, artigos de opinião, jornalismo em quadrinhos e graphic novels.</p></li><li><p>Diversidade de formatos: texto, áudio e vídeo.</p></li><li><p>15 anos de atuação, sempre explorando múltiplas narrativas.</p></li></ul></li><li><p><strong>Pontos fortes</strong></p><ul><li><p>Divulgação de artistas e intelectuais pouco conhecidos, contribuindo para informar e educar.</p></li><li><p>Investimento em formatos diversos, adaptáveis a diferentes perfis de público.</p></li><li><p>Site colorido e chamativo, valorizando a diversidade cultural.</p></li></ul></li><li><p><strong>Pontos fracos</strong></p><ul><li><p>Alcance e engajamento ainda relativamente baixos nas plataformas digitais.</p></li><li><p>Equipe enxuta, com forte dependência de colaboradores e freelancers → produção instável.</p></li><li><p>Dependência de editais e projetos culturais gera instabilidade financeira.</p></li><li><p>Formatos como vídeos e podcasts têm baixa regularidade, dificultando fidelização do público.</p></li></ul></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://www.nonada.com.br/" />
         <pubDate>2025-09-01 17:52:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3563577637</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>oberdanschumann2</author>
         <link>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3563584754</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Nome da iniciativa e link</strong>: Conexão Planeta - <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://conexaoplaneta.com.br/">https://conexaoplaneta.com.br/</a><br></p></li><li><p><strong>Proposta editorial</strong>: O Conexão Planeta traz notícias, reflexões e outros conteúdos focados na sustentabilidade, com o lema “Inspirar para a Ação”. A proposta editorial do site aponta não só o foco em questões do meio ambiente, biodiversidade, mudanças climáticas ou povos indígenas, mas também em educação, direitos humanos, inclusão social, diversidade, saúde, feminismo e outras questões que os autores entendam como pertinentes. O foco é publicar histórias e notícias que estimulem os leitores a se engajarem em ações concretas, destacando iniciativas de pessoas e organizações comprometidas com um futuro mais sustentável. Através da linguagem narrativa e informativa, os textos buscam uma simplicidade com o objetivo de ampliar a disseminação da ciência, aproximando a academia da sociedade.<br></p></li><li><p><strong>Modelo de negócio</strong>: Na aba “Contatos”, o site oferece espaço para patrocínios, inserção de banners e produção de conteúdo publieditorial, sendo esta a principal sustentação do projeto. Não há menção explícita a assinaturas pagas ou financiamento por doações e editais. O portal colabora divulgando outros veículos e iniciativas.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong>Relação com a audiência</strong>: O Conexão Planeta disponibiliza uma newsletter gratuita com atualizações regulares, o que mantém um canal direto de comunicação e pode fidelizar a audiência. As reportagens destacam, em sua maioria, ações concretas que incentivam os leitores no engajamento em causas sustentáveis. Entretanto, a interatividade é limitada; o site foca mais na disseminação do conteúdo — e assim também é nas redes sociais — do que na discussão deste, sem promover fóruns ou espaços colaborativos</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong>Presença em plataformas e formatos de conteúdo</strong>: A principal plataforma é o site, que hospeda as reportagens, conteúdo publieditorial e blogs; mais raramente conteúdos multimídia (fotos, vídeos e infográficos). As redes sociais direcionam as pessoas para o endereço. O Conexão Planeta é ativo no WhatsApp (canal sem interação, apenas postagem), Facebook, X, Instagram, Threads, Bluesky, LinkedIn e RSS, com conteúdos adaptados para cada canal</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p><strong>Forças: </strong>o site está alinhado com desafios contemporâneos do jornalismo, como a crise climática, e ressoa com um público engajado. As editoras, Mônica Nunes e Suzana Camargo, trazem décadas de experiência em jornalismo e sustentabilidade, conferindo credibilidade e qualidade ao conteúdo. Por fim, o veículo é presente e ativo em diferentes redes sociais, o que, aliado à newsletter, maximiza o alcance.&nbsp;</p><p><br/></p></li><li><p><strong>Desafios: </strong>A ausência de mecanismos robustos para participação direta do público pode trazer limitações na construção de uma comunidade mais engajada; um dos grandes desafios é a concorrência, uma vez que o Conexão Planeta compete com diversas outras iniciativas com o foco da sustentabilidade e do jornalismo ambiental. Além disso, o portal tem como desafio buscar outras fontes de renda, uma vez que a dependência na publicidade via adsense e venda de banners no site pode ser instável - isso inclusive é visível atualmente, com alguns espaços disponíveis no endereço.</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-01 18:04:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3563584754</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sul21</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3563711378</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Nome da iniciativa e link</strong>: </p><p>Sul21<br><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://sul21.com.br/">https://sul21.com.br/</a></p><p><br/></p><p><strong>Proposta editorial</strong>:</p><p>A proposta editorial é ser um contraponto ao discurso conservador da mídia hegemônica, pautando-se nos direitos humanos e mantendo independência de grandes grupos econômicos. Por isso, o foco do veículo é oferecer uma cobertura completa de Porto Alegre, estendendo-se também às regiões metropolitanas. Embora aborde áreas como economia, saúde, educação, meio ambiente, cultura e geral, o Sul21 se dedica de forma mais consistente à cobertura política e social. O interesse central é dar visibilidade à realidade da capital e da região metropolitana. Além disso, possui colunas de opinião, cobertura internacional, reportagens especiais e entrevistas. </p><p>A linguagem é clara e objetiva, com texto estruturado em pequenos parágrafos.<br>O público-alvo são leitores que se interessem por notícias locais e regionais com visões alternativas à grande mídia e que possuem um perfil mais engajado politicamente.</p><p><br/></p><p><strong>Modelo de negócio</strong>:</p><p>O modelo de negócio tem como norte o direito à informação, por isso não utiliza paywall e mantém todo o conteúdo aberto e gratuito.</p><p>Com uma equipe enxuta de cerca de dez profissionais, o veículo aposta no apoio voluntário do público. Ao acessar o site, aparece um banner de contribuição via Google Pagamentos, que pode ser feito de forma única ou recorrente.</p><p>Além disso, o Sul21 conta com financiamento coletivo pela plataforma Catarse, estruturado como um clube de assinaturas com diferentes faixas de apoio, que variam de R$21 a R$121 ou mais por mês. Cada categoria oferece benefícios proporcionais, como newsletter semanal, boletim diário no WhatsApp e conteúdos exclusivos. Há também um plano especial para estudantes, a partir de R$12 mensais. Outra possibilidade é contribuir via Pix, em qualquer valor. De modo geral, o site quase não exibe publicidade.</p><p><br/></p><p><strong>Relação com a audiência</strong>:</p><p>A relação com a audiência é principalmente por meio de canais de contato. O site possui uma página de “Fale Conosco”, onde o público pode enviar e-mails com releases, sugestões de pauta, dúvidas, informações, artigos para a coluna de opinião ou ainda propostas de anúncios e parcerias. Também existe a possibilidade do público entrar em contato pelos perfis nas redes sociais.</p><p>No entanto, não há espaços para comentários nas reportagens, o que dificulta a interatividade comunicativa entre os leitores e impede a criação de uma comunidade que se sinta pertencente àquele espaço. Dessa forma, a participação e o engajamento ficam mais concentrados fora do site, em canais externos como e-mail e redes sociais.<br></p><p><br/></p><p><strong>Presença em plataformas e formatos de conteúdo:</strong></p><p>O veículo está presente nas seguintes plataformas: Facebook, X, Instagram, YouTube, Bluesky, Threads e TikTok. Os formatos de conteúdo variam de acordo com a rede, mas, na maioria, servem para divulgar as reportagens diariamente. <br></p><p>No Instagram, por exemplo, a presença é explorada&nbsp; por meio dos stories e publicações que mostram maior interação com o público, além de recapitularem as notícias mais lidas da semana, oferecendo outras formas de engajamento.</p><p><br/></p><p>O TikTok também apresenta formatos diferenciados, embora não seja atualizado com frequência, a última postagem foi em 14/07. Alguns vídeos mostram imagens registradas pelo repórter durante a visita ao local, com explicações feitas “ao vivo”, enquanto outros utilizam material enviado pelo público para denunciar ocorrências. <br>A equipe também aparece em alguns vídeos para destacar informações cruciais das matérias. Todos incluem, na legenda, o aviso de que a reportagem completa está disponível no link da bio, que direciona para a página inicial do site.</p><p><br>O YouTube é a rede mais desatualizada, com a última publicação há cerca de 10 meses. Os vídeos nem sempre são bem produzidos, muitas vezes adaptados de conteúdos já existentes. A maioria não possui trilha sonora e exibe apenas imagens e texto; quando há entrevistas, o som se limita às falas dos entrevistados. Além disso, alguns vídeos não estão adaptados para visualização na horizontal, aparecendo verticais e pequenos.<br><br>Também produzem podcasts com temas diversos que estão disponíveis no Spotify.&nbsp;</p><p><br/></p><p><strong>Forças e desafios percebidos:</strong></p><p><strong>Forças:</strong></p><ul><li><p>Acesso gratuito à informação, sem a utilização de paywall</p></li><li><p>Pouca publicidade, quando presentes não são invasivas e relacionam com os temas do veículo</p></li><li><p>Projeto os Donos da Cidade, que mapeia empreendimentos imobiliários lançados em Porto Alegre na última década e explica as mudanças e impactos gerados na cidade.</p></li><li><p>A ampla presença nas redes sociais.</p></li></ul><p><strong>Desafios:&nbsp;</strong></p><ul><li><p>Equipe enxuta, o que limita a qualidade das reportagens, com pouco aprofundamento e recursos visuais reduzidos. </p></li><li><p>A participação do público se concentra mais nas redes sociais do que no site</p></li><li><p>Baixa qualidade nas produções audiovisuais nas redes sociais, como no caso do YouTube e falta de frequência na atualização dos demais conteúdos </p></li><li><p>Depende quase exclusivamente de apoio e financiamento coletivo, o que restringe investimentos estruturais e a evolução da qualidade do conteúdo.</p><p><br/></p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4296654469/602240d1b41ea9d83bce83fc7219ab7c/sul21.jpg" />
         <pubDate>2025-09-01 22:04:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3563711378</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ICL Notícias</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3563842294</link>
         <description><![CDATA[<p>João Vítor Debiasi</p><p><strong>Nome da iniciativa e link</strong></p><p>ICL Notícias – <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://iclnoticias.com.br">https://iclnoticias.com.br</a></p><p><br/></p><p><strong>Proposta editorial:</strong></p><p>O ICL Notícias é o braço jornalístico do Instituto Conhecimento Liberta (ICL), fundado pelo economista Eduardo Moreira. Sua linha editorial é declaradamente progressista e busca oferecer uma alternativa à mídia tradicional, com foco em política, economia e sociedade. O veículo prioriza análises aprofundadas, entrevistas exclusivas e debates que dialogam com pautas sociais e econômicas sob uma perspectiva crítica. O público-alvo é formado por leitores e espectadores interessados em um jornalismo de viés progressista, engajado em questões sociais.</p><p><br/></p><p><strong>Modelo de negócio:</strong></p><p>O ICL trabalha com um sistema de membros, dividido em dois planos: o Essencial, que custa 12 parcelas de R$ 47,00 por mês, e o Solidário, que custa 12 parcelas de R$ 62,00 e inclui benefícios adicionais, entre eles a doação de uma bolsa de estudos para pessoas em situação de vulnerabilidade. Esse modelo é complementado por cursos online e documentários produzidos pelo Instituto, que somam atualmente mais de 300 conteúdos disponíveis.</p><p><br/></p><p>Segundo dados divulgados pelo próprio ICL, a comunidade conta com mais de 80 mil membros ativos, 30 mil bolsistas e já arrecadou mais de R$ 3,2 milhões em doações. Essa combinação de financiamento coletivo, produtos educacionais e contribuições solidárias garante a sustentabilidade da iniciativa, sem depender de publicidade tradicional.</p><p><br/></p><p><strong>Relação com a audiência:</strong></p><p>O vínculo com a audiência é central para o ICL Notícias. O veículo investe em transmissões ao vivo, comentários interativos e programas diários no YouTube, incentivando a participação do público. A comunidade de membros fortalece esse laço, pois além de sustentar financeiramente a iniciativa, também cria um sentimento de pertencimento. O plano solidário, que financia bolsas de estudo, reforça o engajamento por meio de uma lógica de impacto social compartilhado.</p><p><br/></p><p><strong>Presença em plataformas e formatos de conteúdo:</strong></p><p>O ICL atua em diferentes frentes digitais:</p><ul><li><p>Site com reportagens, artigos e análises.</p></li><li><p>YouTube: dois canais distintos – o ICL, voltado para conteúdos educacionais, com mais de 1,1 milhão de inscritos, e o ICL Notícias, dedicado ao jornalismo, com mais de 200 mil inscritos.</p></li><li><p>Instagram: perfis oficiais do ICL (789 mil seguidores), ICL Notícias (825 mil seguidores) e ICL Economia (30 mil seguidores).</p></li><li><p>Spotify, com disponibilização de programas e conteúdos jornalísticos em formato de podcast.</p></li><li><p>Newsletter e demais redes sociais para distribuição de conteúdos curtos.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Forças e desafios percebidos:</strong></p><p>Entre as principais forças do ICL Notícias, destacam-se sua identidade editorial clara e bem definida, voltada a um público específico que busca uma alternativa ao jornalismo tradicional. Além disso, o modelo de negócio se mostra consistente ao diversificar receitas, combinando assinaturas, cursos, doações e o sistema de bolsas solidárias. A forte presença digital em diferentes plataformas, somada à construção de uma comunidade engajada, reforça ainda mais sua posição no cenário do jornalismo independente.</p><p><br/></p><p>Por outro lado, o veículo também enfrenta desafios importantes. A sustentabilidade financeira a longo prazo depende da manutenção de uma base ampla e fiel de membros pagantes, o que pode ser um risco diante de oscilações econômicas ou mudanças no comportamento do público. O posicionamento declaradamente progressista, ainda que seja uma marca de identidade, pode gerar resistências e limitar a penetração em segmentos mais amplos da sociedade. Além disso, o ICL Notícias atua em um ambiente altamente competitivo, disputando atenção com outros veículos digitais independentes de perfil semelhante.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-02 00:36:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3563842294</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Portal Terra - terra.com.br</title>
         <author>silveiradiasgabriel</author>
         <link>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3564008426</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Proposta editorial:</strong><br></p><p>O Terra é um portal de conteúdo digital que nasceu em Porto Alegre e hoje faz parte do grupo espanhol Telefónica. Lançado em 2000, o Terra é um dos maiores portais de conteúdo da história do Brasil. Sinônimo de inovação e de jornalismo digital no início do século, hoje, 25 anos após o seu lançamento, o Terra é uma sombra do que um dia já foi. Ele se tornou uma referência em notícias, esporte, entretenimento e vida e estilo, cobrindo também temas como tecnologia e apostando em uma grande redação no Rio Grande do Sul e em São Paulo. Hoje aposta em um modelo de agregação de conteúdos variados, além da venda de produtos que vão desde assistência veicular, curso preparatório para o Enem e até curso de tarologia.</p><p><br></p><p><strong>Modelo de negócio:</strong><br></p><p>Pensando no lado jornalístico, embora no início o Terra também oferecesse serviços de internet, atualmente seu foco principal é agregar conteúdo. O Terra é financiado majoritariamente por meio de receitas derivadas de publicidade digital. Como um grande portal de conteúdo diverso, sem o foco apenas no jornalismo, ele atrai milhões de visitantes mensais.&nbsp;<br></p><p>Segundo dados levantados pela gestão do portal, a home page do Terra teve 11 milhões de acessos em setembro de 2023, o que torna o site um espaço valioso para anunciantes. Além disso, o portal busca parcerias com outros veículos de comunicação para garantir uma oferta variada de informação e entretenimento para diferentes públicos. O que vale para o Terra é o acesso, que se torna receita a partir de espaços publicitários.&nbsp;</p><p><br></p><p>Além disso, o subsídio da Telefónica é preponderante para manter as contas em dia. A empresa espanhola é dona da operadora Vivo, que divulgou o balanço do primeiro trimestre de 2025 com um lucro de quase R$ 1,3 bilhão.</p><p><br></p><p><strong>Relação com a audiência:&nbsp;</strong><br></p><p>O Terra se faz valer das parcerias e investe nos vínculos já criados com certos nichos para navegar em mercados e locais que não teriam mão de obra com uma redação tradicional. Um grande exemplo é a parceria com o portal Porto Alegre 24h, que utiliza do portal Terra para publicar suas matérias e expandir seu alcance para além das redes sociais, que são bem estabelecidas com o público gaúcho de uma certa faixa social/etária.&nbsp;</p><p><br></p><p>Outro ponto que chama a atenção é que os conteúdos jornalísticos não contam com uma seção de comentários, o que restringe o contato entre consumidor e produtor. O que casa com o conceito do Terra de ser apenas um agregador de conteúdos diversos, como uma curadoria e não um espaço de troca.<br></p><p><strong>Presença em plataformas e formatos de conteúdo:</strong><br></p><p>O grande foco do Terra é o texto, muito por ser mais fácil de agregar e padronizar com a grande gama de parceiros que eles possuem. Há poucos espaços onde se aproveita o vídeo, mas de forma limitada e com poucos recursos. Nas redes sociais, o portal Terra mantém o padrão de concentrar o simples e informativo, com conteúdos sortidos e de produção variada.&nbsp;<br></p><p><strong>Forças e desafios percebidos:</strong><br></p><p>Grande parte da análise feita sobre o estado atual do Terra parte do conceito de abraçar diferentes frentes a partir da produção de diferentes portais e diferentes iniciativas. Em uma capa o consumidor pode se deparar com notícias do Porto Alegre 24h, que por muitas vezes faz valer da fama de sensacionalista e exagerado, ao lado de publicações da Carta Capital, que é reconhecida pela sua linha editorial assumidamente de esquerda e que tem uma credibilidade maior dentro do meio jornalístico.<br></p><p>Hoje o Terra é um aglomerado de iniciativas, não apenas tratando sobre jornalismo. As diferentes maneiras de rentabilizar produtos — como provedores de internet e seguros de vida — fazem com que o jornalismo acabe ficando em segundo plano em uma das marcas mais famosas e reconhecidas desde o início do século.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.terra.com.br/" />
         <pubDate>2025-09-02 02:00:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3564008426</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Inclusive News </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3571834732</link>
         <description><![CDATA[<p>A Inclusive News, criada em 2008, é um projeto independente e voluntário que promove a inclusão de pessoas com deficiência por meio da difusão de informação. Reúne profissionais da comunicação, direitos humanos e outros interessados na causa.</p><p><br></p><ul><li><p><strong>Público-alvo</strong>:</p></li></ul><p>&nbsp;Grupos sociais vulnerabilizados, especialmente pessoas com deficiência.</p><p><br></p><ul><li><p><strong>Objetivo:</strong></p></li></ul><p>Promover acessibilidade, inclusão e o combate ao capacitismo, com foco em conteúdos sobre educação e direitos humanos, sensibilizando órgãos públicos, mídia, organizações sociais, formadores de opinião e a sociedade em geral.</p><p><br></p><ul><li><p><strong>Equipe:</strong></p></li></ul><p>Patricia Almeida – Jornalista, mestre em Estudos da Deficiência, fundadora da agência Inclusive e criadora de projetos premiados como Eu Me Protejo e Simples Assim.<br><br></p><p>Alice Gerhardt David – Mulher cega, estudante da UFMG e militante em defesa das mulheres e pessoas com deficiência, atuante em conselhos e redes nacionais.</p><p><br></p><p>Emerson Damasceno – Advogado, presidente da Comissão Nacional da Pessoa Autista da OAB, coordenador em Fortaleza e representante do Brasil na ONU em 2019 e 2023.</p><p><br></p><p>Gisele de Souza Cruz da Costa – Advogada e ativista, coordena a Frente Nacional das Mulheres com Deficiência, com ampla atuação em conselhos e comissões da OAB e IBDFAM.</p><p><br></p><p>Lucio Carvalho – Escritor e crítico literário, servidor público no RS, autor de livros e coordenador da revista literária Sepé.</p><p><br></p><ul><li><p><strong>Sustentabilidade:&nbsp;</strong></p></li></ul><p>O veículo se mantém financeiramente através da colaboração de voluntários, profissionais, estudantes, simpatizantes ou leitores e está sempre aberto à colaboração e parceria com outras instituições, tais como universidades, órgãos de imprensa, ONGs e também com pessoas físicas.</p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Características:</strong></p></li></ul><p>O site obviamente investe em acessibilidade,&nbsp;contando com recursos assistivos;</p><p>Conteúdos em diversos formatos, como reportagens, notícias, podcasts, manuais, opinião, newsletter; </p><p>Disponibiliza guia de imprensa para jornalistas que vão escrever sobre deficiência e também para a compreensão do público em geral, contando com um dicionário humanizado sobre a forma adequada de utilizar os termos.</p><p>Algumas dicas são: não utilizar a deficiência como adjetivo, cuidar com a trilha sonora de postagens para que não seja sempre músicas tristes, evitar sensacionalizar ou rotular negativamente, com o uso de expressões “vítima de, sofre de, padece de…” e procurar ouvir sempre a pessoa com deficiência em primeiro lugar, depois seu acompanhante (se houver). </p><p><br/></p><p>O veículo, portanto, não só informa sobre acessibilidade e inclusão, mas também cumpre um papel educativo, a partir do momento que pensa em como fazer para valorizar a história da pessoa com deficiência, de modo que ela se destaque, se afaste do lugar comum e de quebra funcione, de fato, para promover a inclusão e a igualdade. </p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://inclusivenews.com.br/" />
         <pubDate>2025-09-06 19:16:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/willianfaraujo/25f6xwfdn1nvfcfd/wish/3571834732</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
