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      <title>Mural do alves by Joao Alves</title>
      <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn</link>
      <description>Mural do alves
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-24 19:41:20 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>*Fontes</title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/297091915</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ciclo_das_rochas">https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ciclo_das_rochas</a><br><a href="http://espacociencias.com.pt/site/ciencias-7o-ano/rochas-e-minerais/ciclo-das-rochas/">http://espacociencias.com.pt/site/ciencias-7o-ano/rochas-e-minerais/ciclo-das-rochas/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-25 17:40:28 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>*Caraterização das rochas </title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/297164320</link>
         <description><![CDATA[<div>Calcário <br>É uma rocha que não é constituída por grãos, a sua textura não laminar, faz efervescência e com aspeto homogéneo e a sua cor normalmente branca <br>Granito<br>É uma rocha que não é constituida por grãos , a sua textura não laminar , não faz efervescência  a sua cor normalmente branca e aspeto heterogéneo , com cristais visíveis a olho nu <br>Gnaisse<br>É uma rocha que não é constituida por grãos , a sua textura laminar ,  com aspeto bandeado<br>Mármore<br>É uma rocha que não é constituída por grãos, a sua textura não laminar, faz efervescência e com cristais brilhantes <br>Basalto <br>É uma rocha que não é constituida por grãos , a sua textura não laminar , não faz efervescência  a sua cor escura  e aspeto homogéneo , sem cristais visíveis a olho nu <br>Brecha<br>É uma rocha constituida por grãos  unidos por um cimento natural   </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-25 20:03:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>*Registo da atividade prática </title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/297165161</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta atividade classificamos, caraterizamos e identificamos os diferentes tipos de rochas com a ajuda da chave dicotómica.  Analisamos 6 tipos de rochas:<br>-Calcário <br>-Granito<br>-Gnaisse<br>-Mármore<br>- Basalto<br>-Brecha</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-25 20:06:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Relato da história de uma rocha magmática </title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/297166247</link>
         <description><![CDATA[<div>Falamos do granito que é uma rocha magmática plutónica em que a sua solidificação é lenta e em profundidade na qual tem tempo para os cristais de desenvolverem dando lhe uma textura granular. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-25 20:10:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Várias etapas do ciclo das rochas </title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/297167527</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma rocha para se formar terá que ter origem em sedimentos. E de onde vêm os sedimentos? Formam-se a partir da meteorização e erosão de outras rochas que estejam à superfície , sejam elas magmáticas, sedimentares ou metamórficas. Por diagénese , estes sedimentos dão origem a uma rocha sedimentar consolidada.<br><br></div><div>Do mesmo modo, qualquer rocha que seja submetida a pressões e temperaturas elevadas , será sujeita a metamorfismo. Mas se a temperatura e a pressão aumentarem, a rocha acabará por fundir e dar origem a magma. Quando o magma arrefece e solidifica forma-se uma rocha magmática. Se o magma solidificar em profundidade será uma rocha magmática intrusiva (ou plutónica), ou se for trazido para a superfície por processos de vulcanismo originará uma rocha magmática extrusiva (ou vulcânica).<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-25 20:14:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Ciclo das rochas</title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/297167883</link>
         <description><![CDATA[<div>O <strong>ciclo das rochas</strong> é um conceito básico em geologia que descreve as transformações através do tempo geológico, entre os três principais tipos de rochas: sedime, metamórficas e magmaticas . Cada um dos tipos de rochas são alterados ou destruídos ,quando ele é forçado para fora das suas condições de equilíbrio. Devido às forças do movimento das placas tectônicas , zona de subducção do ciclo da água , as rochas não permanecem em equilíbrio e são forçadas a mudar à medida que se adaptam com novos ambientes. O ciclo das rochas é um conceito que explica bem como os três tipos de rochas são relacionados uns com os outros, e com os processos de mudanças ao longo da evolução geológica do planeta Terra .<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-25 20:15:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/298009942</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="http://image.slidesharecdn.com/rochasmetamrficaseciclodasrochas-110607174121-phpapp01/95/rochas-metamrficas-e-ciclo-das-rochas-15-728.jpg?cb=1307469011" />
         <pubDate>2018-10-29 13:40:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Fontes</title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/306233075</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://www.explicatorium.com/sociedade/aquecimento-global.html">http://www.explicatorium.com/sociedade/aquecimento-global.html</a><br><a href="https://www.coladaweb.com/geografia/aquecimento-global">https://www.coladaweb.com/geografia/aquecimento-global</a><br><a href="https://www.ecycle.com.br/2857-carvao-mineral.html">https://www.ecycle.com.br/2857-carvao-mineral.html</a><br><a href="https://brainly.com.br/tarefa/2183915">https://brainly.com.br/tarefa/2183915</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 08:29:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Interações entre os subsistemas, relacionadas com o aquecimento global</title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/306233178</link>
         <description><![CDATA[<div>Por exemplo, o carvão mineral é um combustível fóssil extraído da terra por meio da mineração. <br>Apesar das vantagens econômicas, a produção de energia elétrica a partir de carvão mineral é agressiva ao meio ambiente.<br> A sua queima gera vários problemas ambientais, pois durante este processo ocorre a liberação de dióxido de carbono, causando a poluição atmosférica. Com isso colaborando para a ocorrência de chuvas ácidas. Em que depois vai ocorrer precipitação que vai dar a que os solos fiquem danificados e inférteis. É com os solos inférteis vai haver uma diminuição na vegetação que vai afetar os seres vivos (pessoas e os animais). </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 08:29:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Causas e consequências do aquecimento global, em Portugal e no mundo</title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/306233202</link>
         <description><![CDATA[<div>A queima de carvão mineral e de combustíveis derivados de petróleo para gerar energia, desde a Revolução Industrial, tem liberado para a atmosfera diversos gases, como o gás carbônico, cuja concentração na atmosfera vem aumentando consideravelmente nas últimas décadas.A nossa atmosfera é composta de gases que retêm calor. Esses gases são chamados de gases estufa. Portanto, o aumento desses gases na atmosfera poderia provocar aumento da temperatura do planeta em consequência da intensificação do efeito estufa.<br><br></div><div>Assim, o aumento da quantidade de gás carbônico na atmosfera, liberado pelas indústrias e pelas queimas. A nossa atmosfera é composta de gases que retêm calor. Esses gases são chamados de gases estufa. Portanto, o aumento desses gases na atmosfera poderia provocar aumento da temperatura do planeta em consequência da intensificação do efeito estufa.<br><br></div><div>Assim, o aumento da quantidade de gás carbônico na atmosfera, liberado pelas indústrias e pelas queimadas, possivelmente é um dos responsáveis pela intensificação do efeito estufa.<br><br></div><div><br></div><div>Assim, o aumento da quantidade de gás carbônico na atmosfera, liberado pelas indústrias e pelas queimadas, possivelmente é um dos responsáveis pela intensificação do efeito estufa., possivelmente é um dos responsáveis pela intensificação do efeito estufa.<br>O aumento da temperatura pode provocar a subi­da do nível dos mares por causa da expansão térmica da água (a água quente ocupa mais volume que a fria) e do degelo de parte das calotas polares.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 08:29:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Aquecimento global</title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/306233217</link>
         <description><![CDATA[<div>O Aquecimento global é um fenómeno climático de larga extensão, um aumento da temperatura média superficial global que vem acontecendo nos últimos 150 anos. O significado deste aumento de temperatura é objecto de análise por parte dos cientistas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 08:29:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Fontes </title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/306244912</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Limite_convergente">https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Limite_convergente</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 09:13:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Reflexão da atividade</title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/306248378</link>
         <description><![CDATA[<div>Aprendemos os três limites que existem nas placas transformantes, aprendemos alguns lugares do mundo que apresentam esses 3 tipos de limites. Concluimos que nos movimentos tranformantes existe destruição de placa, nos limites divergentes existe a formação de uma nova litosfera. Nos limites convergentes pode haver subducção entre duas placas oceânicas ou uma continental e uma oceânica, e pode haver formação de cadeias montanhosas. A idade do fundo oceânico é muito mais recente que as áreas continentais pois existe destruição de placa oceânica e formação da mesma.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 09:25:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Outras fontes :</title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/306248438</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li>Google Imagens;</li><li>Manual Geologia 10 (Autores: A. Guerner Dias| Paula Gumarães| Paulo Rocha; Editora: Areal);</li><li>Apontamentos do Caderno Diário;</li><li>Ficha Atividade Prática 02.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 09:25:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Capturas de ecrã do Google Earth ilustrativas de estruturas tectónicas</title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/306248459</link>
         <description><![CDATA[<div>Ilhas marianas</div><div>O arquipélago das Marianas é um exemplo típico de arco insular, que resultou da convergência entre duas placas oceânicas: a Placa das Filipinas e a Placa do Pacífico, ocorrendo a subducção dessa última. A fossa das Marianas é o resultado geomorfológico dessa zona de subducção e é o local mais profundo dos oceanos, atingindo os 11 000 m de prefundidade</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 09:25:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*África </title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/306248500</link>
         <description><![CDATA[<div>O continente Africano está a dividir se em duas partes. A zona do Vale de Rifte africano, deve se a uma nova bacia em resultado da separação da Placa Arábica da Placa Africana, nesta zona a placa diverge o que leva à formação do rifte. <br>Com isto a placa africana está a rachar e alguns sismos vão surgindo, sendo insignificativos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 09:26:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Açores</title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/306248539</link>
         <description><![CDATA[<div>Como já vimos anteriormente a Dorsal Médio-Atlântica atravessa os Açores, nesta existe um ponto triplo entre a Placa Americana, a Placa Africana e a Placa Euro-Asiática, provocando uma forte actividade sísmica com elevadas magnitudes.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 09:26:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Limite oceânico-continental :</title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/306248563</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste tipo de limite ocorre a colisão entre duas porções de crusta continental. Como ambas placas possuem baixa densidade não existe propriamente subducção (ou é mínima), juntando-se as duas placas que se dobram e deformam, ocorrendo invariavelmente orogenia. À semelhança dos limites oceano-continente, todas as associações vulcânicas e plutónicas são possíveis, embora exista uma predominância de rochas graníticas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 09:26:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/306248602</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 09:26:28 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>*Limite oceânico-continental:</title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/306248621</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando a colisão ocorre entre uma placa oceânica e uma placa continental, geralmente a placa oceânica (mais densa) mergulha sob a placa continental, formando uma zona de subducção </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 09:26:33 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/306248633</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 09:26:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>*Os  limites convergentes podem ser de 3 tipos:</title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/306248657</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Limite oceânico-oceânico:</strong></div><div>Quando duas zonas da crosta oceânica convergem ocorre geralmente subducção da fracção mais densa (correspondente à mais antiga).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 09:26:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/306248781</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 09:27:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Existem 3 tipos de limites :</title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/306248805</link>
         <description><![CDATA[<div>Limites convergentes:quando uma placa colide com outra uma vai subductar para o manto. <br>Limites divergentes - quando duas placas se começam a afastar formando uma nova litosfera<br>Limites transformantes-quando duas placas de deslocam na horizontal uma em relação a outra. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 09:27:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Placas tectônicas </title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/306248834</link>
         <description><![CDATA[<div>O planeta Terra é um planeta que está constantemente a sofrer alterações. Estas alterações devem se às interacções entre os limites de placas tectónicas existentes.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/321686743/df08ec7984918f57c9aa4a51deb95354/placas_tectonicas__1_.jpg" />
         <pubDate>2018-11-20 09:27:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>*Reflexão</title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/312076124</link>
         <description><![CDATA[<div> Com esta atividade podemos ver que a temperatura afeta a viscosidade do magma e a capacidade de retenção de gases,bem como a velocidade de escorrência.  <br> Podemos também concluir que o tipo de erupção vulcânica está associado ao tipo de magma, sendo que quando é básico origina erupções efusivas e quando é ácido origina erupções explosivas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 23:44:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/312076139</link>
         <description><![CDATA[<div> O Vulcanismo em <strong>limites divergentes </strong>coincidem com os riftes,locais de vulcanismo do tipo fissural,com erupções vulcânicas efusivas ou mistas. O magma tem origem no manto sendo uma magma básico. Este tipo de vulcanismo está associado à formação de algumas ilhas dos Açores, das ilhas da Islândia e à expansão dos fundos oceânicas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 23:45:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/312076201</link>
         <description><![CDATA[<div> O Vulcanismo em <strong>limites convergentes</strong> está associado ao vulcanismo existente nas fossas abissais com erupções do tipo explosivo. O magma tem origem na destruição da placa tectónica na zona de subducção,sendo por isso um magma ácido. É responsável pela formação de arcos de ilhas vulcânicas como o Japão,resultante da colisão de 2 placas oceânicas; também ocorre na formação de cadeias montanhosas resultantes dacolisão de 1 placa ocêanica e 1 continental(Andes) ou de 2 placas continentais(Himalaias).</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 23:45:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Desenhos e esquemas ilustrativos de diferentes estruturas e processos vulcânicos.</title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/312076217</link>
         <description><![CDATA[<div> A distribuição mundial dos vulcões encontra-se associada a importantes fenómenos de origem tectónica,uma vez que a atividade vulcânica coincide com os limites de placas tectónicas e o tipo de erupção depende do tipo de limites de placas tectónicas.<br> O vulcanismo pode estar associado aos limites de placas, sendo <strong>Vulcanismo Interplacas</strong>, ou <strong>Vulcanismo Intraplacas</strong> quando surgem focos de atividade vulcânica no interior das placas tectónicas</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 23:45:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/312076246</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 23:45:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Existe 2 tipos de manifestações vulcanicas:</title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/312076261</link>
         <description><![CDATA[<div>As do tipo central-Tipo de erupção vulcânica a que estão associados osvulcões cónicos, ocorrendo a libertação de materiais numa zona restrita.<br>As do tipo fissural- É uma erupção vulcânica que ocorre ao longo de uma fissura mais ou menos linear na crusta, em geral com poucos metros de largura, mas com centenas ou mesmo milhares de metros de comprimento. A lava é expelida pela fissura, geralmente sem actividade explosiva, escorrendo sobre a superfície em função da topografia pré-existente.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 23:45:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Há 3 tipos de atividades vulcânicas :</title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/312076268</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Explosiva</strong>: atividade associada à lava viscosa, originária do magma ácido, rico em sílica e gases. Por ser viscosa, tal lava se solidifica na cratera, assumindo duas formas possíveis, uma conhecida pelo nome de agulha, que é a acumulação de formas alongada e pontiagudas no interior da chaminé, ou ainda o formato de domo ou cúpula, que consiste na acumulação de lava consolidada na cratera em forma arredondada.</li><li><strong>Efusiva</strong>: fenômeno vulcânico que envolve lava muito fluida, derivada do magma primário. De emissão rápida, o fenômeno ocorre em grandes escoadas, pronto a percorrer rapidamente as distâncias.</li><li><strong>Mista</strong>: é a atividade vulcânica que ocorre tanto de modo explosivo como efusivo, ou seja, alterna períodos calmos e outros de violentas explosões, com libertação de gases e material piroclástico.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 23:46:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/312076285</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 23:46:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Vulcanismo                                                                Registos da atividade prática</title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/312076308</link>
         <description><![CDATA[<div>Podemos estudar 3 tipos de magmas: básico,ácido e intermédio, e as suas caracteristicas através de 3 diferentes misturas a diferentes temperaturas.<br> Quanto maior a temperatura dos materiais, menor é a viscosidade e como tal a escoada de lava demorou menos tempo a percorrer os 20cm. Ou seja, lavas fluidas têm maior escorrência em menos tempo e vice-versa.<br> Em relação à retenção de gases, quanto mais elevada for a temperatura do magma, menor é a capacidade de retenção de gases e mais facilidade há em libertá-los originando erupções efusivas. Quanto mais baixa for a temperatura, maior é a retenção ocorrendo uma erupção explosiva aquando da sua libertação.<br>1-Mistura a baixas temperaturas; 2-Velocidade de escorrência; <br>3- Retenção de gases.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 23:46:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/312076319</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 23:46:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/332111215</link>
         <description><![CDATA[<div>*Webgrafia <a href="http://www.parquenoudar.com/pt/biodiversidade/lince-iberico/"><br>http://www.parquenoudar.com/pt/biodiversidade/lince-iberico/</a></div><div><a href="https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/550-linces-ibericos-vivem-em-liberdade-em-toda-a-peninsula-iberica-257746"><br>https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/550-linces-ibericos-vivem-em-liberdade-em-toda-a-peninsula-iberica-257746</a></div><div><a href="http://areasprotegidas.icnf.pt/lince/"><br>http://areasprotegidas.icnf.pt/lince/</a></div><div><a href="http://www2.icnf.pt/portal/icnf/noticias/resource/lince-iberico/doc/Lince-nota.pdf"><br>http://www2.icnf.pt/portal/icnf/noticias/resource/lince-iberico/doc/Lince-nota.pdf</a></div><div><a href="https://www.wilder.pt/historias/estas-sao-prioridades-2018-para-conservar-os-linces-do-vale-do-guadiana/"><br>https://www.wilder.pt/historias/estas-sao-prioridades-2018-para-conservar-os-linces-do-vale-do-guadiana/</a></div><div><a href="http://naturlink.pt/article.aspx?menuid=21&amp;cid=1705&amp;bl=1&amp;viewall=true"><br>http://naturlink.pt/article.aspx?menuid=21&amp;cid=1705&amp;bl=1&amp;viewall=true</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 14:31:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/332111357</link>
         <description><![CDATA[<div>Como podemos verificar os resultados têm sido bastante bons e otimistas:</div><ul><li>Em 2008- 14 crias sobreviventes;</li><li>Em 2009- 15 crias sobreviventes;</li><li>Em 2010- 8 crias sobreviventes;</li><li>Em 2011- 26 crias sobreviventes;</li></ul><div>Atualmente, o Parque Natural do Vale do Guadiana conta com:</div><ul><li>11 fêmeas reprodutoras;</li><li>45 crias de Lince-ibérico já nascidas na Natureza.</li></ul><div><strong><br>Fig.12</strong></div><div><br>https://www.google.com/search?q=população+de+linces+ibéricos&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwiQmdWZ1aXgAhViD2MBHWezDhoQ_AUIDigB&amp;biw=1366&amp;bih=626#imgrc=j2KZj2hzu8rEVM:</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 14:32:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mapa de reintrodução e dispersão dos Linces-Ibéricos </title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/332111392</link>
         <description><![CDATA[<div>Como podemos observar neste mapa os linces dispersam por vários sítios, vindo de Espanha, nomeadamente, de Doñana e Montes de Toledo para Portugal para o Vale de Guadiana </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 14:33:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Resultados obtidos</title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/332111408</link>
         <description><![CDATA[<div>A reprodução em cativeiro e os programas de reintrodução têm aumentado o seu número:</div><ul><li>Em 2013, a Andaluzia, Espanha, tinha uma população de 309 indivíduos em estado selvagem;</li><li>Em dezembro de 2014 foram reintroduzidos os 1° exemplares em Portugal e o número de espécies passou a 475;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 14:33:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/332111408</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/332111588</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Cães selvagens;</li><li>Leucemia felina;</li><li>Doenças, principalmente com bactérias  resistentes a antibióticos;</li><li>Alterações climáticas;</li><li>Caça ilegal.</li></ul><div><strong><br>Fig.9</strong></div><div><a href="https://www.google.com/search?q=Altera%C3%A7%C3%B5es+clim%C3%A1ticas.&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwj9rYbi36XgAhVBUBoKHZLuAE8Q_AUIDigB&amp;biw=1366&amp;bih=626"><strong>https://www.google.com/search?q=Altera%C3%A7%C3%B5es+clim%C3%A1ticas.&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwj9rYbi36XgAhVBUBoKHZLuAE8Q_AUIDigB&amp;biw=1366&amp;bih=626#imgrc=naSHJxi5DlYNbM</strong></a><strong>:</strong></div><div><br></div><div><strong>Fig.10 </strong><a href="https://www.google.com/search?q=caes+selvagens+em+portugal&amp;biw=1366&amp;bih=626&amp;tbm=isch&amp;source=lnms&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwi33I6o4KXgAhUtzIUKHU-2CNoQ_AUIxAEoAQ">https://www.google.com/search?q=caes+selvagens+em+portugal&amp;biw=1366&amp;bih=626&amp;tbm=isch&amp;source=lnms&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwi33I6o4KXgAhUtzIUKHU-2CNoQ_AUIxAEoAQ#imgrc=ZXOjrKwytLPfXM</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 14:35:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Limitações dos esforços de conservação </title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/332111600</link>
         <description><![CDATA[<div>Na conservação desta espécie pois, existem bastantes contratempos que as instituições responsáveis, por vezes, não podem evitar:</div><ul><li>Dificuldades em encontrar parceiro, o que faz com que diminuía a diversidade genética, ficando assim mais vulnerável à extinção;</li><li>Perda de habitat;</li><li>Atropelamentos por veículos;</li><li>Envenenamento;</li></ul><div><strong>Fig.7 </strong><a href="https://www.google.com/search?biw=1366&amp;bih=626&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=KxpaXLf1AomNlwSrua7wBA&amp;q=venenos">https://www.google.com/search?biw=1366&amp;bih=626&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=KxpaXLf1AomNlwSrua7wBA&amp;q=venenos#imgrc=aylPwd2xrBRUTM</a>:<br><strong>Fig.8</strong> <a href="https://www.google.com/search?q=Atropelamentos+por+ve%C3%ADculos+linces+ibericos&amp;tbm=isch&amp;tbs=rimg:CYUz7YyKPHl2IjhyTPgUhQRI4_1SN9t7Ut2GA8ow7X88mCmKN7PeBNUj0nf-4zixYMqbyZ0PRCQ56VXZZPbiKpusDTSoSCXJM-BSFBEjjEV6Cc2oKGZ9nKhIJ9I323tS3YYAR9rGCGBrEmU0qEgnyjDtfzyYKYhGuo5mK0KNNoSoSCY3s94E1SPSdEdvWCE6m-AsiKhIJ_17jOLFgypvIRh84eoIY_1-cQqEglnQ9EJDnpVdhHFCu6C1Jv2TyoSCVk9uIqm6wNNEcoGrk29ctQI&amp;tbo=u&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwiVrtH03qXgAhUK4YUKHcQsAI8Q9C96BAgBEBs&amp;biw=1366&amp;bih=626&amp;dpr=1#imgrc=rS43_P7rQj8nBM:">https://www.google.com/search?q=Atropelamentos+por+ve%C3%ADculos+linces+ibericos&amp;tbm=isch&amp;tbs=rimg:CYUz7YyKPHl2IjhyTPgUhQRI4_1SN9t7Ut2GA8ow7X88mCmKN7PeBNUj0nf-4zixYMqbyZ0PRCQ56VXZZPbiKpusDTSoSCXJM-BSFBEjjEV6Cc2oKGZ9nKhIJ9I323tS3YYAR9rGCGBrEmU0qEgnyjDtfzyYKYhGuo5mK0KNNoSoSCY3s94E1SPSdEdvWCE6m-AsiKhIJ_17jOLFgypvIRh84eoIY_1-cQqEglnQ9EJDnpVdhHFCu6C1Jv2TyoSCVk9uIqm6wNNEcoGrk29ctQI&amp;tbo=u&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwiVrtH03qXgAhUK4YUKHcQsAI8Q9C96BAgBEBs&amp;biw=1366&amp;bih=626&amp;dpr=1#imgrc=rS43_P7rQj8nBM:</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 14:35:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Medidas tomadas </title>
         <author>joaopedro6</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Restauro do seu habitat nativo;</li><li>Manutenção da população de coelhos selvagens;</li><li>Redução de causas não naturais de morte;</li><li>Reprodução em cativeiro.</li></ul><div><strong><br>Fig.5.</strong></div><div><a href="https://www.google.com/search?biw=1366&amp;bih=626&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=PRBaXIupA8qtgweA-J74Cg&amp;q=reprodu%C3%A7%C3%A3o+de+coelhos+selvagens&amp;oq=reprodu%C3%A7%C3%A3o+de+coelhos+selvagens&amp;gs_l=img.3...138377.143852..143985...0.0..0.347.3747.0j12j7j1....2..1....1..gws-wiz-img.......35i39j0j0i30j0i5i30j0i8i30.AkXHAXZ6EVc#imgrc=7Q2pT697pwlNMM:">https://www.google.com/search?biw=1366&amp;bih=626&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=PRBaXIupA8qtgweA-J74Cg&amp;q=reprodu%C3%A7%C3%A3o+de+coelhos+selvagens&amp;oq=reprodu%C3%A7%C3%A3o+de+coelhos+selvagens&amp;gs_l=img.3...138377.143852..143985...0.0..0.347.3747.0j12j7j1....2..1....1..gws-wiz-img.......35i39j0j0i30j0i5i30j0i8i30.AkXHAXZ6EVc#imgrc=7Q2pT697pwlNMM:</a><br><br></div><div><strong>Fig.6. </strong><a href="https://www.google.com/search?biw=1366&amp;bih=626&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=JxBaXNrQL43jgwe55pfIAg&amp;q=reprodu%C3%A7%C3%A3o+em+cativeiro+de+linces+ibericos+silces&amp;oq=reprodu%C3%A7%C3%A3o+em+cativeiro+de+linces+ibericos+silces&amp;gs_l=img.3...0.0..42...0.0..0.131.131.0j1......0......gws-wiz-img.OgZ3XShCbGg#imgrc=V-NwYlA9dj0AgM:"><strong>https://www.google.com/search?biw=1366&amp;bih=626&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=JxBaXNrQL43jgwe55pfIAg&amp;q=reprodu%C3%A7%C3%A3o+em+cativeiro+de+linces+ibericos+silces&amp;oq=reprodu%C3%A7%C3%A3o+em+cativeiro+de+linces+ibericos+silces&amp;gs_l=img.3...0.0..42...0.0..0.131.131.0j1......0......gws-wiz-img.OgZ3XShCbGg#imgrc=V-NwYlA9dj0AgM:</strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 14:36:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/332112064</link>
         <description><![CDATA[<div>No Parque Natural do Vale do Guadiana, a reintrodução do Lince-ibérico está a revelar-se promissora.</div><div>São cerca de 125 Km de área, distribuídos pelos concelhos de Mértola, Serpa e Castro Verde que contém 27 Linces-ibéricos sem rumo. <br><strong><br>Fig.3</strong>. https://www.google.com/search?q=parque+natural+vale+do+guadiana&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwi-5quj0KXgAhWNDxQKHSpsCcQQ_AUIDigB&amp;biw=1366&amp;bih=626#imgdii=Bv3KtLtV8JeGiM:&amp;imgrc=odL_Fi-8MgNCeM:</div><div><strong>Fig.4.</strong><a href="https://www.google.com/search?biw=1366&amp;bih=626&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=MgxaXJm_IbOfjLsPq-adqAo&amp;q=parque+natural+vale+do+guadiana+NO+MAPA&amp;oq=parque+natural+vale+do+guadiana+NO+MAPA&amp;gs_l=img.3...53802.56771..56936...0.0..0.292.1432.0j6j2......1....1..gws-wiz-img.......0i30j0i8i30.vPMmuDEIYg8#imgrc=aTQe-AcOXQ8szM:"><strong>https://www.google.com/search?biw=1366&amp;bih=626&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=MgxaXJm_IbOfjLsPq-adqAo&amp;q=parque+natural+vale+do+guadiana+NO+MAPA&amp;oq=parque+natural+vale+do+guadiana+NO+MAPA&amp;gs_l=img.3...53802.56771..56936...0.0..0.292.1432.0j6j2......1....1..gws-wiz-img.......0i30j0i8i30.vPMmuDEIYg8#imgrc=aTQe-AcOXQ8szM:</strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 14:36:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Esforços de conservação </title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/332112103</link>
         <description><![CDATA[<div>Em Portugal iniciou-se um processo para a conservação desta espécie. O instituto da conservação da natureza e das florestas, ICNF, juntamente com parceiros, tem vindo a desenvolver estudos e projetos para a conservação da espécie. <br>Portugal  e Espanha  criaram o projeto "Projeto Lince", em 2002.<br><br><strong>Fig.1.</strong>https://www.google.com/search?tbm=isch&amp;q=%22projeto+lince%22&amp;chips=q:projeto+lince,online_chips:lince+iberico&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwj-hNbTzqXgAhUC1-AKHevQDb0Q4lYIKCgA&amp;biw=1366&amp;bih=626&amp;dpr=1#imgrc=UZrJdP9AE-R1SM:<br><strong>Fig.2.</strong>https://www.google.com/search?q=icnf&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwipmsqOzqXgAhWvA2MBHaxbANQQ_AUIDigB&amp;biw=1366&amp;bih=626#imgrc=iEwmBVYfFKLt9M</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 14:37:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Trabalho de pesquisa - lince ibérico _tema 3</title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/332112246</link>
         <description><![CDATA[<div>O Lince-ibérico (Lynx pardinus) é a espécie de felinos mais ameaçada  na Península Ibérica, estando numa situação crítica.- <strong>Espécie em perigo.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 14:38:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Fig. 5</title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/334559451</link>
         <description><![CDATA[<div>Observação das células do epitélio bucal, com corante azul metileno e com amplitude total de 400x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 12:31:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Fig.4</title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/334559456</link>
         <description><![CDATA[<div>Observação das células da epiderme do caule da tradescância, com amplitude total de 100x. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 12:31:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Fig.3</title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/334559462</link>
         <description><![CDATA[<div>Observação das células da epiderme da cebola ao MOC, com corante vermelho neutro e com ampliação total de 400x.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 12:31:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Fig.2</title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/334559471</link>
         <description><![CDATA[<div>Observação das células da epiderme da cebola ao MOC, com corante água iodada e com ampliação total de 400x.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 12:31:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Fig.1</title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/334559481</link>
         <description><![CDATA[<div>Observação das células da epiderme da cebola ao MOC, com corante azul metileno e com apliação total de 400x.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 12:31:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Evidências de características das células eucarióticas animais e vegetais</title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/334559509</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao longo da atividade prática número seis, utilizaram-se corantes diferenciados, uma vez que, dependendo do que queremos observar,utiliza-se um determinado corante.<br>Assim, o corante azul metileno permite-nos observar o núcleo;o corante vermelho neutro permite-nos observar o vacúolo;por fim, o corante com cor água iodada permite-nos observar a parede celular.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 12:31:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Características das células eucarióticas</title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/334559546</link>
         <description><![CDATA[<div> As células eucarióticas são células complexas e possuem um núcleo individualizado por um invólucro núcleo,no interior do qual se encontra o material genético. Possuem um elevado número de organelos membranares delimitados por membranas,ou seja,possuem um sistema endomembranar.<br> As células eucarióticas podem ser células animais ou células vegetais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 12:32:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>*Células Eucarióticas</title>
         <author>joaopedro6</author>
         <link>https://padlet.com/joaopedro6/24ya9l1u1hkn/wish/334559628</link>
         <description><![CDATA[<div>Todos os seres vivos são constituídos por células. As células eucarióticas são as mais complexas por possuírem vários organelos e podem ser de dois tipos: <strong>animais</strong> ou <strong>vegetais</strong>. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 12:33:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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