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      <title>Hope by Susana Esperanca</title>
      <link>https://padlet.com/scre16/hope</link>
      <description>Chamo-me Susana Esperança, sou professora do grupo 520 ( Biologia e Geologia) e encontro-me a trabalhar no agrupamento de Escolas D. Lourenço Vicente, em Ribamar. Atualmente estou a lecionar Ciências Naturais aos 7º e 8º anos. Nos dezoito anos de lecionação já passei por vários órgãos de direção, fui diretora de turma e colaborante em vários projetos. Como dinamizadora do Projeto Escola de Pais, organizei uma semana de sessões de esclarecimento, com temas diversificadas, mas com um objetivo comum, conhecer melhor o seu educando e desenvolver estratégias para o poder ajudar. Penso que a implementação do projeto Autonomia e Flexibilidade Curricular, em regime de experiência pedagógica, não é um trabalho fácil. É necessário uma adaptação, por parte do docente, na forma como se posiciona na prática letiva. 
Gosto de desafios e práticas inovadores e penso que a forma como o ensino está estruturado não resulta na geração atual. É urgente a implementação se um sistema de ensino concordante com a sociedade atual e que permita o crescimento e a aprendizagem das nossas ciranças num ambiente feliz e de sucesso.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-01-23 19:30:18 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-10-11 01:44:47 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Os desafios que se colocam à educação</title>
         <author>scre16</author>
         <link>https://padlet.com/scre16/hope/wish/226305584</link>
         <description><![CDATA[<div>      <strong>"À escola pede-se que prepare os jovens para que sejam capazes de construírem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir num mundo global".</strong></div><div><strong> </strong></div><div><strong>Vou começar a minha reflexão destacando a importância da questão levantada e da dificuldade que é torná-la exequível. </strong></div><div><strong> </strong></div><div><strong>Um modelo educativo centrado no aluno e que promova neste o desenvolvimento de um espírito crítico, autónomo, criativo, inovador e até mesmo ousado é a ambição de todos os que estão nesta profissão de forma consciente. Esta necessidade não é nova, há muitos anos que se comenta que a escola está desajustada à realidade atual das nossas crianças e jovens e que se discutem estratégias e modelos de implementação. Agora é mais premente! O sistema educativo atual está em completa rutura. </strong></div><div><strong> </strong></div><div><strong>Para se conseguir efetuar uma verdadeira mudança temos que conseguir ser críticos de nós mesmos. Temos que aceitar que o que de momento fazemos ( e é muito) não é, só por si, suficiente. </strong></div><div><strong> </strong></div><div><strong>Aos professores são atribuídas inúmeras responsabilidades. Temos as obrigações respeitantes à prática-pedagógica propriamente dita, e, todas as outras que estão associadas a cargos que temos que desempenhar. Para além disso, como é uma profissão que lida com pessoas temos que ser dotados de grande sensibilidade. </strong></div><div><strong> </strong></div><div><strong>Eu acredito que muitas escolas já apresentem projetos centrados no aluno, desenvolvidos por professores que acreditam que a implementação de estratégias inovadoras pode ser um ponto de interesse para estes. No entanto, a mudança que se pretende é muito mais do que isso. <br></strong><br></div><div><strong>Uma escola (modelo de ensino) pensada no desenvolvimento de competências que preparem os nossos jovens para serem autónomos e interventivos tem que ser uma escola em que estes se sintam bem. Gerar um clima de harmonia e respeito é o pilar para este e qualquer outro modelo de ensino. Os alunos têm que se sentir intervenientes no processo educativo e não meros espetadores. <br></strong><br></div><div><strong>Diz-me a experiência que os alunos fazem a escola e a escola os alunos, por isso, para esta mudança ser possível não basta modernizar ou inovar práticas pedagógicas tem que se refletir profundamente sobre as temáticas a serem lecionadas. É preciso perceber, no mundo atual, as questões mais prementes a serem aprendidas, os assuntos que terão mais interesse aprofundar e as matérias que pela sua transversalidade podem ser multidisciplinares. <br></strong><br></div><div><strong>Se se conseguir aproximar a escola dos pontos de interesse dos jovens atuais, esta passará a ser um local em que os alunos gostam de estar e querem cuidar. Muita da indisciplina e do abandono escolar tenderão a diminuir. <br></strong><br></div><div><strong>Criando-se um local agradável e gerador de aprendizagem os alunos poderão ser levados a discutir ideias, a dar opiniões e a assumir responsabilidades, os alunos ficarão mais motivados e serão mais participativos. Tudo isto, aliado ao desenvolvimento dos valores humanos. <br></strong><br></div><div><strong>Uma escola aberta à comunidade, à partilha de ideias, à criação de projetos, ao serviço voluntário, será um local que estará a contribuir para a formação de jovens e a prepará-los para o futuro que se avizinha.<br></strong><br></div><div><strong> <br></strong><br></div><div><strong>Será fácil? Não! … mas será, certamente, muito desafiante!<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-30 19:50:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Como pode/deve a escola organizar-se para garantir que todos os alunos atinjam o Perfil?&quot;</title>
         <author>scre16</author>
         <link>https://padlet.com/scre16/hope/wish/226760512</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>O sistema educativo vigente está organizado com o intuito de permitir aos alunos que desenvolvam competências e atinjam determinadas metas. Todo o processo de avaliação é estabelecido com o objetivo de classificar o aluno por aquilo que ele revela ter aprendido. Os currículos, os manuais e a prática-pedagógica estão concordantes com esse modelo. Os professores em resposta a este modelo e, por sentirem que não corresponde às necessidades da sociedade atual, tentam ser o mais diversificados e criativos na preparação das suas atividades.<br></strong><br></div><div><strong>Agora propõem-nos uma nova visão do sistema educativo. Necessária, certo! Mas obedece a uma grande mudança e, na minha opinião, encontrará resistências.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Durante muitos anos a escola exigiu aos seus alunos que soubessem ouvir, que fossem intervenientes passivos, que mostrassem as suas aprendizagens pela realização de testes, provas e exames nacionais. Estabeleceu-se médias de exames nacionais e criaram-se rankings.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Trabalhámos com um modelo educativo centrado nos resultados e para os resultados.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>A escola que se pretende implementar corresponderá à complexidade que o século XXI apresenta, o modelo dividido em três áreas de competência permite que o aluno se prepare para ser um cidadão proactivo e multidisciplinar para responder aos desafios atuais. A combinação entre o conhecimento, o desenvolvimento de capacidades e atitudes e a valorização do indivíduo como pessoa são, no meu entender, uma visão positiva para a educação.<br></strong><br></div><div><strong>Para este modelo resultar tudo tem que mudar!&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>As salas de aula têm que passar a ser um espaço de partilha, permitindo aos alunos a selecção, desenvolvimento e apresentação de projectos, que sejam do agrado destes. O professor terá que integrar uma equipa multidisciplinar que orienta o trabalho e que vai, em conjunto com os alunos, analisar as respostas aos problemas e encontrar soluções. Terá que ser uma escola que faça parte da comunidade, que envolva os Encarregados de Educação e que estabeleça parcerias.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Como em tudo, o aluno tem que se sentir bem. A valorização do aluno como indivíduo, o desenvolvimento de valores como a responsabilidade, liberdade, integridade, cidadania e curiosidade são muito importantes para a concepção das áreas de competência que se pretendem.<br></strong><br></div><div><strong>Acredito que se os alunos foram convidados a participar na organização da escola, como por exemplo na criação das suas zonas de convívio, na manutenção das zonas de jardim, na plantação e manutenção de hortas, na conservação e restauro dos espaços escolares, entre outros, sentirão a escola mais sua e a sua vontade e determinação para aprender será melhor.<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-31 19:16:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Do Perfil dos Alunos à minha sala de aula – Por onde devo começar?</title>
         <author>scre16</author>
         <link>https://padlet.com/scre16/hope/wish/227882357</link>
         <description><![CDATA[<div>Começo por fazer uma crítica à frase que nos pedem para comentar, não se trata da minha sala de aula. Penso que o foco é exactamente esse. Deixar de ser a sala de aula do professor, a figura que tem a responsabilidade total de preparar, programar e avaliar os alunos, para passar a ser um espaço de aprendizagem de todos, onde todos têm oportunidades de escolha, possibilidade de dar opiniões e, principalmente, assumirem responsabilidades nas suas decisões. <br><br></div><div>O Perfil do aluno a que este modelo se propõe, que eu acho muito interessante, só será conseguido se todo o processo de construção do indivíduo for modificado. Daí acreditar que a aplicação deste modelo deva ser efetuada de forma gradual, a começar pelos níveis mais básicos e ir progredindo para os níveis mais avançados, inclusive para as licenciaturas e mestrados. <br><br></div><div>Pedirmos aos nossos alunos de hoje que integrem um modelo que assenta numa forma autónoma de aprendizagem, que espera destes que saibam recolher e selecionar informação, que saibam debater temas e apresentar soluções, só por si é um grande erro. <br><br></div><div>Primeiro temos que voltar a dar-lhes pontos de interesse, permitir-lhes tempo para que voltem a ver a escola como um local agradável de estar, um espaço onde podem expressar-se e debater assuntos que são úteis na sua vida quotidiana. Associado a este crescimento tem que vir o desenvolvimento de valores atitudinais, a empatia e o respeito pelos outros, o sentido de justiça e o respeito mútuo. <br><br></div><div>Ao crescerem como cidadãos vão adquirir competências que lhes permitem adequar comportamentos em contextos de cooperação, partilha, colaboração e competição; conseguirão trabalhar em equipa, uma vez que estarão mais preparados para ouvir, interagir, argumentar, negociar e aceitar diferentes pontos de vista, ganhando novas formas de estar, olhar e participar na sociedade.<br><br></div><div>Uma preocupação que deve ser valorizada na implementação deste modelo é a desconstrução da utilização das tecnologias da informação. Os alunos apresentam uma aptidão quase inata para lidarem com as novas tecnologias naquilo que corresponde à utilização das redes sociais, aplicações e videojogos. No entanto, esse conhecimento não se estende à utilização de ferramentas digitais, e, muito menos, à capacidade de transformação da informação em conhecimento. Permitirmos a utilização, livremente, de aparelhos tecnológicos num contexto de sala de aula pressupõe que os alunos já adquiriram toda a maturidade necessária para o fazerem, caso contrário, os alunos irão “boicotar” o processo e o professor que se pretende que seja um mediador terá que intervir, castigar ou punir e quebra a confiança que este modelo exige. <br><br></div><div>Por tudo isto, o trabalho que se avizinha não é fácil! Considero que o espaço sala de aula tem que ser harmonioso, exigente, cooperativo, e ousado. Temos que permitir que os alunos cresçam nessa sala, que possam, em grupo, decidir a forma mais eficiente de trabalho. <br><br></div><div>Sempre acreditei que se os alunos forem envolvidos nos projectos, os sentem deles, passam a estimar, a preservar e a cuidar mais. A experiência diz-me que quando os alunos são convidados a intervir na escola, revelam uma criatividade e um empenho que no contexto sala de aula está latente. E, estimam!<br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-04 17:59:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Do Perfil dos Alunos à comunidade educativa – Como estimular o interesse das famílias na educação das crianças e dos jovens como preconizado no documento?</title>
         <author>scre16</author>
         <link>https://padlet.com/scre16/hope/wish/227886170</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A família é o núcleo central da criança. É na e da relação familiar que as crianças desenvolvem os alicerces que os acompanharão durante toda a sua vida. Quanto mais equilibrada e interessada a família se apresentar mais disponível e interessado o aluno vai estar.<br><br></div><div>As famílias modernas estão atentas à escola. As redes sociais são cada vez mais utilizadas para obter e partilhar informação. No entanto, continua a existir uma grande ausência no envolvimento dos Encarregados de Educação nos órgãos consultivos.&nbsp;<br><br></div><div>A envolvência da família não pode ser vista apenas do ponto de vista presencial. É essencial que os Encarregados de Educação se motivem na aquisição dos princípios básicos do sistema educativo e da realidade da escola do seu educando. Esta motivação pode ser conseguida convidando os pais a serem parte integrante da comunidade. Penso que será possível, ou até mesmo necessário, permitir-lhes que façam parte dos projectos que se venham a desenvolver, ou serem convidados a dinamizar e/ou monitorizar o espaço escolar com a sua experiência.&nbsp;<br><br></div><div>Tal como já referi em relação aos alunos, sempre que nos envolvemos numa tarefa passamos a ser parte integrante dela e a escola não é exceção.<br><br></div><div>Pais colaborantes são pais motivados e mais empenhados na obtenção do sucesso que se pretende. A partir desta envolvência é possível cativá-los a aderirem a outras funções mais monótonas ou exigentes.<br><br></div><div>Em regra geral, os alunos gostam que os pais participem nas atividades da escola e respondem com maior sentido de responsabilidade nos desafios propostos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-04 18:23:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Do Perfil dos Alunos à promoção da educação inclusiva – Que tipo de projetos poderei desenvolver com os meus alunos?</title>
         <author>scre16</author>
         <link>https://padlet.com/scre16/hope/wish/227913967</link>
         <description><![CDATA[<div>Na escola inclusiva o processo educativo deve ser entendido como um processo social, onde todas as crianças portadoras de necessidades especiais e de distúrbios de aprendizagem têm o direito à escolarização o mais próximo possível do normal.<br><br></div><div>A ideia da inclusão é mais do que somente garantir o acesso à entrada de alunos nas instituições de ensino. O objetivo é eliminar obstáculos que limitam a aprendizagem e a participação discente no processo educativo.<br><br></div><div>Educação Inclusiva é uma educação voltada para a cidadania global, plena, livre de preconceitos e que reconhece e valoriza as diferenças.<br><br></div><div>A promoção da educação inclusiva obriga a uma reestruturação do espaço físico e à preparação da comunidade educativa para lidar com a diferença. É aqui que assenta o pilar do sucesso. Ao contrário do que se possa pensar, as diferenças sempre existiram e precisam ser reconhecidas e valorizadas, sem preconceito.<br><br></div><div>Para a educação integral ser vista com sucesso é fundamental que cada professor considere que cada aluno possui um caminho específico de conhecimento. A cada aluna deve ser permitido que trilhe o seu caminho, construindo a aprendizagem num plano individual, porque só assim é que se consegue o êxito que se pretende.<br><br></div><div>Num sistema de educação inclusiva todos beneficiam, uma vez que esta propicia uma convivência com a diversidade que contribui para o desenvolvimento da tolerância e do respeito e, ainda, para o combate ao preconceito.<br><br></div><div>Num sistema de ensino em que um professor funciona como mediador, este tem responsabilidades maiores do que a simples execução de tarefas, ele trabalha com o conhecimento permitindo que o aluno desenvolva condições para aprender e refletir sobre o que aprende. Dessa maneira, ajuda o aluno, independentemente de possuir diferenças ou não, a dar forma, importância e significado para o conhecimento adquirido, pois este é apresentado de maneira contextualizada interligando soluções de problemas atuais com a solução de problemas mais abrangentes que podem surgir futuramente.<br><br></div><div>&nbsp;O que nos é solicitado caracteriza o trabalho docente como algo além da simples transmissão de informação, visto isto, parece ser importante formar os professores para desenvolver este tipo de atividade e assumir este papel, pois isso exige uma nova organização escolar/pedagógica para os quais os docentes não estão preparados.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-04 21:45:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;De que forma o Perfil dos Alunos poderá contribuir para o desenvolvimento das competências evidenciadas no filme e no cartaz?&quot;</title>
         <author>scre16</author>
         <link>https://padlet.com/scre16/hope/wish/230393760</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>O perfil dos alunos assenta na construção de um indivíduo multifacetado, munido de múltiplas literacias, que consiga analisar e questionar criticamente a realidade, que seja capaz de analisar e seleccionar a informação. Com estas competências conseguirá formular hipóteses e tomar decisões assertivas. O perfil, como está organizado, desenvolve crescimento interior, formando indivíduos mais conscientes de si próprios, mais autónomos e confiantes. Incide no desenvolvimento da competência do trabalho colaborativo, promovendo grande capacidade de comunicação.<br></strong><br></div><div><strong><br>Munir os nossos alunos com valores e competências como as supracitadas e, em simultâneo, promover-lhes um conjunto de conhecimentos, que sejam aplicáveis no quotidiano e que possam ser apreendidos pela forma do fazer/ experienciar, estão reunidas as condições para que evidenciem as competências evidenciadas no filme e muitas outras que irão contribuir para serem cidadãos mais felizes e profissionais de sucesso.<br></strong><br></div><div><br>.<br><br></div><div><br>&nbsp;<br><br></div><div><br>&nbsp;<br><br></div><div><br>&nbsp;<br><br></div><div><br>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-11 18:27:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>scre16</author>
         <link>https://padlet.com/scre16/hope/wish/230393903</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-11 18:28:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>scre16</author>
         <link>https://padlet.com/scre16/hope/wish/230394003</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-11 18:29:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mapa de ideias</title>
         <author>scre16</author>
         <link>https://padlet.com/scre16/hope/wish/232726388</link>
         <description><![CDATA[<div>Estabelece uma relação entre o perfil do aluno e as aprendizagens essenciais</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-18 18:05:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Criação de uma nova disciplina</title>
         <author>scre16</author>
         <link>https://padlet.com/scre16/hope/wish/238549316</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Nome: Um olhar diferente<br></strong><br></div><div><strong><br>&nbsp; Área(s) disciplinar(es) envolvida(s): Todas<br></strong><br></div><div><strong><br>&nbsp; Ano(s) de escolaridade: todos&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong><br>&nbsp; Motivação para a criação da nova disciplina:&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong><br>- Promover o desenvolvimento de competências preconizadas no âmbito da inteligência emocional, assim como o bem-estar individual e social dos alunos;<br></strong><br></div><div><strong><br>- Promover o gosto pela pesquisa, selecção de informação e enriquecimento na utilização dos meios de comunicação e informação;<br></strong><br></div><div><strong><br>- Promover a educação para a sustentabilidade permitindo que se tornem cidadãos informados e conscientes;<br></strong><br></div><div><strong><br>- Permitir o contato com o trabalho manual e a criação através da descoberta;<br></strong><br></div><div><strong><br>- Compreender que a perspectiva de recriação é a mais eficaz na sustentabilidade mundial e na transformação de mentalidades.<br></strong><br></div><div><strong><br>&nbsp; Principais estratégias para a sua implementação:<br></strong><br></div><div><strong><br>A partir de uma observação crítica do meio em que está inserido e dos recursos que dispõe, o aluno é convidado a recriar. Esta recriação pode ser realizada tendo por base um texto, um desenho, um trabalho científico ou um objecto.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong><br>O aluno deve ser capaz de olhar com outros olhos o que tem à sua frente, ser ousado, interventivo, colocar questões e dar respostas.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong><br>Deve estabelecer uma recriação assente numa pesquisa lógica de ideias, numa selecção adequada dos materiais e numa perspectiva de futuro.<br></strong><br></div><div><strong><br>Para além do trabalho autónomo do aluno, também deverá existir p</strong>artilha de ideias criativas, entre pares, e análise de temas atuais, por meio de debate.&nbsp;<br><br></div><div><br>Estas estratégias permitem a construção de um conhecimento real e efectivo a promoção de um sentido estético e a capacidade de resolução de problemas.<br><br></div><div><strong><br>&nbsp; Critérios de avaliação: O conhecimento não tem que ser sempre sujeito a uma avaliação. O percurso efectuado pelo aluno, os seus projectos de recriação e a transformação do indivíduo enquanto pessoa.<br></strong><br></div><div><strong><br>&nbsp;<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-06 11:57:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relato de uma prática de diferenciação pedagógica</title>
         <author>scre16</author>
         <link>https://padlet.com/scre16/hope/wish/240590312</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A escola onde leciono não se encontra em autonomia e flexibilidade curricular pelo que aqui vou descrever é fruto da minha sensibilidade, para com os alunos, e da minha constante inconformação.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Os documentos e os vídeos que nos têm sido fornecidos defendem a implementação de metodologias centradas no aluno, promovendo uma aprendizagem de descoberta, com partilha de informação e conduzindo os alunos a darem azo à imaginação e criatividade.<br></strong><br></div><div><strong>Em reflexões anteriores já tive oportunidade de referir que os nossos alunos não estão preparados para expressar opiniões, pelo contrário, todo o processo que conduz às suas aprendizagens assenta num contexto educativo de aquisição de conhecimentos, por fornecimento de conteúdos, repetição de conhecimentos transmitidos pelos professores e uma memorização limitada no tempo que desvanece assim que o aluno debita o que sabe nos testes de avaliação.<br></strong><br></div><div><strong>Acreditando que este não é, de todo, o sistema ideal e, dentro das possibilidades que me são permitidas, vou implementando metodologias diversificadas e pedagogias diferenciadas.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Em tom de desabafo, às vezes de forma solitária.<br></strong><br></div><div><strong>Um exemplo de diferenciação pedagógica:<br></strong><br></div><div><strong>Numa turma de 8º ano foi colocada uma aluna com NEE que revela um total desinteresse pela escola. São mais as vezes que não vai às aulas do que as que vai. Passa o seu tempo entre a sala da educação especial e os corredores da escola, quase sempre numa grande revolta.<br></strong><br></div><div><strong>O número de faltas tornou-se tão significativo que a aluna foi sujeita à implementação de provas de recuperação.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Recuperar o quê?&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Perguntei aflita, em desespero com o que poderia solicitar à aluna.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Vi-a umas três vezes ao longo do ano e não fazia a mínima ideia do que ela era capaz. Disseram-me que sabia ler e escrever e que a atividade podia ser uma cópia.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Eu leciono Ciências Naturais e o programa, no oitavo ano, aborda a biodiversidade, havia tanta coisa que se podia fazer …<br></strong><br></div><div><strong>Aos alunos, sujeitos ao currículo normal, solicitei que trabalhassem o tema através da elaboração de uma reportagem ou de um poster. Tinham que pesquisar sobre uma espécie em vias de extinção ou já extinta ou, ainda, uma espécie, recentemente, descoberta.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>O trabalho requereu pesquisa, seleção da informação, partilha e discussão de ideias. Conduziu ao desenvolvimento de competências na utilização das tecnologias.<br></strong><br></div><div><strong>Aos alunos foi pedido que se respeitassem e que assumissem uma atitude crítica quanto aos temas. Evidenciassem os problemas e apresentassem soluções.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>À aluna com NEE especiais, para efectuar a prova de recuperação, pedi-lhe que começasse por elaborar uma pequena cópia sobre os animais na natureza. Posteriormente, teve que procurar, no dicionário, o significado de biodiversidade. E, por fim, escreveu um pequeno texto sobre o seu animal preferido.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Consegui que as competências desenvolvidas fossem crescendo de dificuldade à medida que a aluna se sentia mais segura.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Quando tomei contato com a prova verifiquei que o seu animal preferido era a tartaruga. Encontrei o elo de ligação que precisava.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Solicitei à escola um pedido de autorização para a compra de uma tartaruga. Estabeleci, com a aluna, um horário de alimentação do animal e de limpeza do aquário. Coloquei-lhe questões, tais como:<br></strong><br></div><div><strong>- Sabes onde podes encontrar tartarugas na natureza?<br></strong><br></div><div><strong>- Do que se alimentam?<br></strong><br></div><div><strong>- As tartarugas são todas iguais?<br></strong><br></div><div><strong>- Quem são os seus predadores?<br></strong><br></div><div><strong>- Que outros animais podes encontrar a viver perto delas?<br></strong><br></div><div><strong>- Por que vivem na água?<br></strong><br></div><div><strong>- Como respiram?<br></strong><br></div><div><strong>Em resposta, a aluna foi vendo vídeos, imagens e lendo pequenos textos. Construímos um diário onde ela ia registando , as suas aprendizagens. Umas vezes sobre a forma de texto outras de colagens, outras de desenho.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>A partir de uma escolha efetuada pela aluna ela conseguiu desenvolver várias competências e adquirir uma quantidade significativa de aprendizagens, que eu de início pensei não ser possível.<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-11 16:41:29 UTC</pubDate>
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         <title>Grelha_planificacao_projeto_DAC_MOOC_AFC - final</title>
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         <pubDate>2018-03-22 19:37:19 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2018-03-29 11:17:54 UTC</pubDate>
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         <title>Relação entre o que se pretende avaliar e as tarefas de avaliação</title>
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         <title>Tarefa 5.4 - Avaliação em DAC</title>
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         <title> Tarefa 6.3 – Reflexão sobre a implementação da Cidadania e Desenvolvimento na escola</title>
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         <pubDate>2018-04-06 14:23:09 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 6.6</title>
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         <pubDate>2018-04-20 10:15:04 UTC</pubDate>
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